PlanetGeek
№ 01

Twitch lança secção de piscinas, praias e jacuzzis

Procurando enfrentar as críticas a streamers que exibem os seus atributos físicos de forma "sugestiva", o Twitch optou por criar uma secção dedicada a piscinas, praias e jacuzzis.

O Twitch está vocacionado principalmente para o streaming de jogos, mas não será difícil encontrar canais onde o principal factor de interesse parece estar mais relacionado com a (falta de) roupa da apresentadora do que propriamente com os conteúdos. Para contornarem as restrições de que os streamers devem usar roupa apropriada, muitos começaram a fazer streaming a partir de piscinas, jacuzzis e até da praia - uma opção que agora é validada pelo Twitch, ou lançar oficialmente uma classificação dedicada a esses conteúdos.

A medida não é propriamente inocente, já que a principal preocupação do Twitch (que pertence à Amazon) foram as reclamações dos anunciantes que não querem ver a sua publicidade em canais que exibem estes conteúdos.

Agora, iremos assistir a uma batalha da oferta versus procura. Se não houver fonte de rendimento para este tipo de conteúdos, estes streamers poderão perder o interesse em recorrer a estas tácticas; mas se o público se mantiver, poderá dar-se o caso de surgirem anunciantes que não se importem de apostar neles, sabendo que chegarão a um público mais vasto (e implicitamente com um tipo de interesses bem definido). Pelo menos (por agora), não optaram por fazer como no YouTube.

№ 02

Google Weather retocado - mas mantém o sapo

A Google está a retocar a sua previsão meteorológica para dar uso ao Material Design mais recente - mas mantém o sapo que muitos utilizadores apreciam.

Quando a Google anuncia remodelações nem sempre as coisas são para "melhor"; mas desta vez os fãs da actual apresentação meteorológica da Google podem ficar descansados. A actualização da previsão do estado do tempo arrisca-se a quase passar despercebida a muitos utilizadores, limitando-se a substituir a caixa de pesquisa no topo, que ainda mantinha o acesso aos menus usando um botão no lado esquerdo, pela caixa mais moderna onde esse acesso é feito ao tocar na foto do utilizador.
A parte de maior interesse é que a secção da apresentação do estado do tempo continua a manter-se inalterada, incluindo o simpático sapo que a Google adicionou no início de 2016.

No entanto, é possível que as alterações não se fiquem por aqui. O Android 12 vai adoptar o Material You, um design mais dinâmico e adaptativo, capaz de se ajustar ao utilizador. Será perfeitamente possível que a Google aproveite essa oportunidade para fazer uma remodelação mais profunda nesta sua secção da previsão do estado do tempo. Mas para o sabermos, teremos que esperar mais um pouco.

№ 03

Samsung mostra memória RAM CXL.mem em PCIe 5.0

Expandir a memória RAM num computador será ainda mais fácil com a chegada do PCIe 5.0, com a Samsung a mostrar um módulo de RAM CXL.mem que poderá adicionar terabytes de memória a um computador.

Estamos habituados a usar o barramento PCI(e) para adicionar todo o tipo de componentes adicionais aos nossos computadores, quer sejam placas de rede 10GbE, placas gráficas com poderosos GPUs, placas de I/O, SSDs ou muitas outras. Mas com a chegada do PCIe 5.0 teremos também a capacidade de adicionar algo que até agora não era possível: acrescentar memória RAM que fique directamente disponível no sistema.

Com o standard CXL.mem, passará a ser possível adicionar memória RAM a um computador da mesma forma que adicionamos uma placa gráfica. A vantagem é que assim não se fica limitado ao número de controladores / canais existentes no CPU, e que normalmente se ficam por um máximo de 8 módulos de memória e algo como 128GB. Tecnicamente, nada impedirá qualquer pessoa de acrescentar 1TB ou 2TB de memória RAM DDR5 (ou mais avançada ainda) - a não ser o seu orçamento.

Os primeiros sistemas com PCIe 5.0 deverão chegar ainda este ano com a série Sapphire Rapids da Intel, destinada ao segmento dos servidores; e expandindo-se aos CPUs e motherbaords do segmento doméstico em 2022.

№ 04

How Can PHP Search Encrypted Data using Fuzzy Logic to Find Similar Text

By Manuel Lemos
Searching for text in a data stream is a function that many applications need to allow their users to perform when they want to search for the data they are looking for.

However, users often misspell the words they specify when prompted to enter what they are searching for.

Fuzzy search is a method for searching that allows a certain tolerance for user misspelling mistakes.

This package provides a solution that can perform fuzzy searches on encrypted data files.
№ 05

Monitores Lenovo desde €109

Dar o salto para um monitor que vá além dos 60Hz já está ao alcance de todos, e temos modelos da Lenovo com preço a começar nos 109 euros.

Desde que se assistiu à transição dos monitores CRTs para os LCDs que o mercado ficou estagnado nos LCDs de 60Hz - que até acabou por ser um retrocesso face aos 72Hz e mais que a maioria dos monitores CRT suportavam. Nos últimos anos começaram a surgir monitores LCD gaming com framerate mais elevado, normalmente com preços exorbitantes e acessíveis apenas para gamers com maior liberdade orçamental; mas isso deu agora lugar a monitores com preços que começam em valores bastante mais acessíveis.
O Lenovo L24e-30 de 24" tem uma resolução Full HD a 75Hz e está disponível por apenas 109 euros. Se o Full HD já não for suficiente, podem optar pelo Q24h-10 com resolução QHD, também a 75Hz, por 249 euros.

Se quiserem subir a parada, Lenovo G34w-10 de 34" oferece um ecrã wide curvo WQHD a 144Hz por 399 euros. E por fim, se quiser expandir literalmente mais os horizontes, podem considerar o Lenovo Legion Y44w ultrawide de 43.4" UHD 144Hz por 799 euros.

Qualquer que seja a opção, é preciso ter em conta que o monitor é, muitas das vezes, um dos periféricos que se mantém por mais tempo e resiste durante anos e anos, podendo ser usado com múltiplos upgrades do computador ou sendo usado para expandir a área de trabalho de um portátil. É também aquilo para o qual passaremos o dia a olhar, pelo que, se há coisa em que valha a pena investir, é nisto. Dito isto, se o objectivo forem os jogos a 144Hz, não esquecer que também será conveniente ter (ou prever a compra de) uma placa gráfica capaz de suportar os jogos pretendidos nestas resoluções e nestes refresh rates. E por fim, podem sempre contemplar a possibilidade de adicionar uma fita LED na traseira - no caso de não ser um monitor que já inclui iluminação no painel traseiro.


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№ 06

4 gadgets pensados para utilizar ao ar livre


São 4 equipamentos que poderão acompanhar um passeio no exterior. 

Agora que o bom tempo está a chegar, e que com o fim do estado de emergência pode viajar e realizar todo o tipo de atividades, torna-se imprescindível levar consigo os acessórios digitais que lhe permitam desfrutar do ar livre e não se preocupar em ficar sem bateria em qualquer um dos seus dispositivos. Por isso, a Trust, marca de referência em acessórios digitais, selecionou cinco dos dispositivos essenciais que permitem ao utilizador aproveitar ao máximo o bom tempo, e estar sempre conectado.


Power Bank Primo Ultra-fino: Sempre conectados 

Com a power bank Primo Ultrafino de 10.000 mAh, o utilizador poderá carregar os seus dispositivos rapidamente, mesmo quando não estiver em casa. Tem um design ultrafino e compacto, para poder ser transportado em qualquer bolso e é totalmente compatível com portas USB-A e USB-C. Tem capacidade para carregar três dispositivos em simultâneo, e permite ao utilizador uma grande autonomia, uma vez que carrega totalmente o telemóvel até 4 vezes e garante até 46 horas adicionais de bateria no telemóvel ou 12 horas adicionais no caso de um tablet. O seu indicador LED de nível inteligente torna mais fácil saber quando é a altura de recarregar. Não importa a marca de smartphone que o utilizador possua, pois é compatível com todos os telefones e tablets. Está disponível nas cores:  preto, turquesa, rosa, branco e azul.


PVP Recomendado:19,99€



Auscultadores sem fios Tones - Elegantes e com estilo 


Desfrutar de uma boa música ou de podcasts no exterior e com uma qualidade melhor é agora possível graças aos auscultadores sem fios Tones. Os auscultadores Tones proporcionam uma experiência sem fios e com uma bateria que garante até 25 horas de reprodução. Inclui um botão que permite o acesso direto ao assistente de voz do smartphone e realizar chamadas através do sistema de mãos livres graças ao microfone integrado. Conta com um design cómodo que inclui conchas circum-aurais macias e além disso, uma banda ajustável à cabeça e dobrável sendo, por isso perfeito, para os transportar no bolso. Os auscultadores Tones podem ser usados sem fios através de Bluetooth com um alcance de até 10 metros e com recurso a um cabo de 3,5 mm incluído. Estão disponíveis nas cores: preta, rosa, branca e azul.


PVP Recomendado: 29,99€ 



Coluna Caro Max - Leva a tua música para qualquer passeio 


Agora que o bom tempo chegou, passear torna-se o plano predilecto para muitas pessoas. Partilhar um bom ambiente, assim como a sua música preferida e com a melhor qualidade, é possível graças à coluna Caro Max da Trust. Esta coluna  é ideal para uso exterior pois  é feita de material em tecido durável e o seu corpo é protegido em borracha. A coluna Caro Max da Trust  conta com o certificado IPX7, o que significa que foi desenvolvida para ser à prova de água,  permitindo que se adapte a todos os tipos de ambiente exterior. Possui uma bateria que dura até 12 horas como também tem a opção de carregamento rápido - é possível carregar a coluna em apenas 3 horas se a carga for realizada através de um carregador USB de parede de 10W. 


PVP Recomendado: 35,99€




Coluna Trust Dixxo - Design e jogo de luzes 

A coluna sem fios Dixxo é fácil de transportar e tem um design único, graças ao seu show de luzes LED multicolor a 360 graus com vários efeitos que reagem e se movem ao ritmo da música. Possui um som estéreo potente de 10 W RMS e uma potência máxima de até 20W de pico. A autonomia desta coluna também a torna no acessório perfeito para levar para fora de casa, pois a sua bateria recarregável tem uma autonomia de 15 horas. Finalmente, graças aos botões de fazer/atender  chamadas, a coluna Dixxo também permite que se faça chamadas em modo mãos livres.



PVP Recomendado: 39,99€



Auscultadores Nika Compact - Design e ergonomia 


Os auscultadores Nika Compact Bluetooth são sem fios e têm um design minimalista e um ajuste firme, o que permite ao utilizador desfrutar ao máximo da liberdade para, entre outras atividades, poder praticar exercício ao ar livre. Além disso, graças aos recursos de carregamento em movimento, estes auriculares garantem longas horas de áudio, mesmo durante as viagens mais longas. Os Nika Compact Bluetooth oferecem até 8 horas de reprodução com uma única carga e o seu estojo permite carregar para um total de 18 horas de autonomia em movimento. São muito confortáveis de manusear, pois o controlo de toque permite que o utilizador controle a  sua música com um único toque (reproduzir, parar ou escolher músicas), que atenda uma chamada ou que aceda rapidamente ao assistente de voz para realizar chamadas através de mãos livres. O seu design elegante e minimalista torna-o no acessório ideal para fazer chamadas e ouvir música de forma discreta.


PVP Recomendado: 29,99€



 
№ 07

HomePods com Apple Music "lossless" após actualização

Os HomePods da Apple vão ter acesso ao novo modo lossless do Apple Music, através de uma actualização prometida pela Apple.

A Apple tem sido criticada por ter anunciado o lançamento de modos de alta-qualidade lossless no Apple Music, que depois não podiam ser acedidos nos equipamentos onde mais faria sentido estarem disponíveis, como os seus HomePods ou AirPods. Algo que a Apple promete resolver parcialmente em breve, nos HomePods, com uma actualização que lhes permitirá usar os modos lossless.

No entanto, há que referir que mesmo nos modos lossless, todos estes equipamentos irão continuar limitados aos modos "normais" e não aos novos modos Hi-Res Lossless.

O modo lossless normal consiste em compressão sem perda de qualidade, com uma resolução máxima de 24-bit/48KHz, que é a suportada directamente pela maioria do hardware da Apple. Mas depois temos o Hi-Res Lossless que permite qualidades máximas de até 24-bit/192 kHz, e que só poderão ser usufruidas de momento através de um conversor DAC externo (sendo que também será possível ter modo Hi-Res com esta qualidade, mas com compressão). O que fica desde já eliminado é o acesso lossless nos AirPods, já que a ligação Bluetooth não é suficiente para suportar a largura de banda necessária para os codecs sem compressão.

№ 08

Google Assistant aprende a desligar o smartphone

A Google quer facilitar o acesso ao Google Assistant usando o botão de power e, para compensar, vai dar-lhe a capacidade de desligar o smartphone via comando de voz.

Em breve será possível dizer algo como "Hey Google, power off" para desligar o smartphone através de um comando de voz. Isto porque a Google quer usar o botão de power como forma de aceder ao Google Assistant - ao estilo do que a Apple faz nos iPhones para aceder à Siri.
O efeito secundário é que, tal como nos iPhones, também se tornará mais complicado desligar o smartphone usando o botão de power. Em vez de se usar o botão, terá que se usar uma combinação de botões, que nas imagens do Android beta indicam ser: botão de power + botão de volume mais alto (o de volume baixo já é utilizado para a combinação das capturas de ecrã). Essa combinação fará surgir o menu de power que dará acesso à opção de desligar o smartphone.

Resta saber se, ao estilo dos iPhones, a Google também disponibilizará um método de fazer reset por hardware para o caso do sistema não estar a reagir (que nos iPhones consiste numa sequência de ter que carregar no botão de volume para cima, depois no de volume para baixo, e depois manter pressionado o botão de power). É certo que nos dias de hoje é cada vez mais raro ter que desligar o smartphone ou forçar um reboot, mas quando essa necessidade surge é um pouco frustrante / ridículo que a operação se tenha tornado tão pouco natural ou intuitiva que se tenha que chegar ao cúmulo de pesquisar na internet "como desligar o smartphone".

№ 09

Clientes do ransomware DarkSide queixam-se de terem sido enganados

O ransomware DarkSide que causou o encerramento da Colonial Pipeline e desapareceu misteriosamente, está a gerar uma onda de queixas por parte dos "clientes" que se queixam de terem sido enganados.

Este ransomware, como muitos outros, adoptou um sistema de negócio de "Ransomware-as-a-Service", em que quem cria o ransomware não procura activamente os clientes, mas limita-se a fornecer toda uma plataforma de ataque que é colocada à disposição de outros hackers. Isto permite que os hackers especializados em ransomware se foquem apenas na tarefa de criar o ransomware, e deixem o trabalho de o distribuir e infectar computadores para outros grupos que estejam mais especializados nessas tarefas.

Tudo isto é organizado em sites criminosos, sendo que no caso do DarkSide o acordo consistia em pagar aos afiliados 75% dos resgates inferiores a 500 mil dólares, e 90% nos resgates superiores a 5 milhões. Só que, estimando-se que o sucesso do grupo lhe tenha feito render muitas dezenas de milhões de dólares por mês, começa a suspeitar-se que a tentação de ficar com 100% dos resgates tenha superado a "honra entre ladrões", e tenha levado ao seu súbito e misterioso desaparecimento.

Em resultado disso, já vários "clientes" se dirigiram ao site onde o grupo disponibilizava o serviço, exigindo ser indemnizados com o valor do depósito de 900 mil dólares que o grupo DarkSide terá sido obrigado a fazer para lá anunciar os seus serviços.

Teremos que aguardar mais algum tempo, para ver se o desaparecimento do DarkSide terá sido "esquema", ou se uma operação por parte de um grupo rival, ou se terá sido encerrado pelas autoridades. Da maneira que as coisas estão, independentemente do que tiver sido, ainda nos arriscamos a ver este incidente transformado em filme ou série daqui por um par de anos.

№ 10

Aerion Supersonic encerra actividade

A Aerion Supersonic, que há mais de uma década prometia um avião supersónico silencioso, encerrou sem cumprir a sua promessa.

A Aerion fazia parte do grupo de empresas que tem tentado recuperar os aviões supersónicos para acelerar os voos de longa distância, com novas tecnologias que prometem reduzir significativamente o estrondo sónico causado e que, até agora, tornava proibido este tipo tipo voos sobre o solo, relegando-os apenas para as ligações intercontinentais sobre os oceanos. O facto de contar com parcerias com a NASA e investimento da Boeing fazia pensar que fosse uma das empresas melhor posicionadas para o conseguir, mas infelizmente não foi o caso.

Apesar de dizer que já contava com encomendas asseguradas de mais de 11 mil milhões de dólares para o seu avião A2S, a Aerion diz ter sido incapaz de obter o financiamento necessário para avançar para a fase de produção, optando por encerrar. Um encerramento que não deixará de ser suspeito, e levantará questões sobre se a empresa não terá passado de um "esquema" para se aproveitar dos investidores e dos incentivos que foi obtendo ao longo dos anos.

Esperemos que as outras empresas que têm prometido aviões supersónicos "silenciosos" não tenham o mesmo desfecho, e possam voltar a permitir viagens que superem a icónica barreira do Mach 1.


Nota: O problema dos aviões supersónicos convencionais é o que o tradicional "estouro sónico" não é algo que acontece apenas ao ultrapassar a barreira do som, mas sim algo que o avião "vai arrastando" ao longo de todo o percurso - daí não ser permitido que seja feito sobre terra. Estes novos aviões "silenciosos" prometem ser capazes de viajar a velocidades supersónicas com nível de ruído equivalente ao de um avião tradicional quando estão em alta-altitude, o que possibilitaria voarem sobre terra.

№ 11

Virgin Galactic regressa ao espaço com VSS Unity

A Virgin Galactic celebrou o regresso ao "espaço", atingindo os 89 mil metros de altitude com a VSS Unity.

Apesar de já ter tido feito um voo "espacial" em 2018, a empresa de Richard Branson tem optado por fazer uma evolução mais lenta (e segura) após o acidente que vitimou um dos seus pilotos em 2014. Isso ajudará a explicar porque motivo foram precisos mais de dois anos para que voltasse a fazer um lançamento.

A VSS Unity foi lançada em voo a partir do avião VMS Eve, ligando o seu foguete durante alguns minutos para a empurrar num voo sub-orbital que quase atingiu os 90 mil metros. Uma altitude que fica abaixo dos 100 mil metros da linha de Kármán que normalmente é usada como fronteira para o "espaço", mas que é mais que suficiente para fazer com que os futuros passageiros apreciem a curvatura da Terra e o espaço profundo como pano de fundo.

Space is too good not to share. Our proof is in the incredible views of Earth aboard #Unity21.

See more from the spaceflight: https://t.co/jXAuNRAbpw#VirginGalactic pic.twitter.com/F1pdPmvDx2

— Virgin Galactic (@virgingalactic) May 23, 2021

60 seconds of rocket burn, straight into space. #UNITY21 #VirginGalactic pic.twitter.com/yc87hWRLxc

— Virgin Galactic (@virgingalactic) May 22, 2021

Apesar do tempo que demorou para este regresso, as coisas deverão acelerar drasticamente ao longo dos próximos meses. Para este ano a Virgin Galactic espera fazer mais três voos. O próximo deverá ter dois pilotos e quatro empregados da empresa a bordo; o seguinte deverá contar a presença de Richard Branson como passageiro (um sinal que servirá para assegurar os futuros passageiros de que a aventura é "segura"); e o último deverá ser o seu primeiro voo comercial, transportando até 6 passageiros dispostos a pagar a módica quantia de 250 mil dólares por este passeio até à fronteira do espaço.

A Virgin Galactic diz ter uma lista de 600 reservas, pelo que não terá falta de clientes para os próximos anos.

№ 12

Google facilita a vida às lojas de app alternativas

O Android 12 vai permitir que lojas de apps alternativas possam actualizar as apps sem intervenção do utilizador. 

Mesmo a propósito do caso Epic vs Apple que está a decorrer e que põe em causa a App Store ser fechada e controlada pela Apple, a Google está a fazer alterações ao Android que irão facilitar a utilização de app stores alternativas. O Android desde sempre permitiu a instalação de apps sem se passar pela loja Google Play oficial, incluindo a instalação de outras lojas. No entanto essas lojas, e apps instaladas através delas, sofriam de algumas desvantagens face às apps instaladas via Google Play, como nas actualizações.

Apps que tenham sido instaladas manualmente ou através de app stores alternativas apresentam um popup a perguntar se o utilizador deseja actualizar as apps, ao contrário das actualizações automáticas, sem qualquer pergunta, que podem ser feitas via Google Play Store.
Mas com o Android 12, a Google vai permitir que também outras app stores possam fazer a gestão completamente automática das actualizações, sem chatear os utilizadores.

Claro que há uma série de condições que estas lojas terão que seguir, e este processo de actualização só se aplica à própria app da loja e às apps que foram instaladas através dela. Uma app store alternativa não poderá interferir com apps que tenham sido instaladas via Google Play ou através de outras app stores.

№ 13

Apple diz que não é fácil perder o Siri Remote da Apple TV

Ao estilo do "you're holding it wrong", a Apple vem dizer aos clientes que o controlo remoto da Apple TV não será fácil de perder.

A Apple melhorou o controlo remoto da Apple TV, que abandona a utilização meramente "touch" por um sistema que faz regressar um botão circular para utilização mais táctil e imediata. No entanto, têm surgido perguntas sobre o motivo pelo qual a Apple não teria aproveitado a oportunidade para adicionar a capacidade de localização UWB ao estilo dos seus recentes AirTags, que permitiria encontrar facilmente o controlo remoto no caso de ficar perdido - como costuma ser tradição com todo o tipo de controlos remotos que se tenham em casa.

Mas, em vez de apresentar uma justificação plausível, a Apple diz que não adicionou a capacidade UWB ao Siri Remote porque - e imagine-se só - porque o controlo remoto já é suficientemente grosso para evitar ficar perdido nas frinchas do sofá.

Vindo da Apple, teria sido muito mais natural que tivesse dito que não tinha acrescentado UWB ao controlo remoto para evitar que ficasse mais grosso; ou que essa funcionalidade consumiria demasiada bateria (o que também não seria uma boa desculpa, considerando que os AirTags têm consumo reduzido e funcionam durante um ano com uma pilha tradicional). Mas dizer que não acrescentaram isso porque os utilizadores não irão perder o Siri Remote por já ser suficientemente grosso, essa foi mesmo inesperada - e não convence ninguém.

№ 14

Temporizador para descansar os olhos com Arduino

Ideal como projecto para iniciados no Arduino, e também como alerta funcional para quem passa o dia em frente a um computador, este Eyesight Guardian avisa quando está na altura de tirar os olhos do ecrã.

Quem passa o dia sentado em frente a um monitor sabe que é recomendável levantar-se e esticar as pernas a intervalos regulares, e também que deverá tirar os olhos do ecrã e olhar para pontos mais distantes por alguns segundos. Uma das regras populares é a "20-20-20", que diz que a cada 20 minutos se deve passar pelo menos 20 segundos a olhar para algo a 20 metros de distância (focar um ponto no horizonte também serve), e é isso que este Eyesight Guardian tenta garantir que façam.

Embora não faltem técnicas mais simples para conseguir este objectivo, desde simples alertas com um temporizador no relógio ou smartphone, a apps mais específicas, este Eyesight Guardian recorre a um Arduino e um pequeno ecrã, para garantir que este alerta está permanentemente visível sem depender de apps externas.


Pessoalmente, faria apenas uma pequena alteração no formato físico, para que continuasse a poder ser encaixado no monitor, mas com o pequeno ecrã a ficar posicionado para cima, para não obstruir nenhuma parte do monitor.

№ 15

Ford revela F-150 Lightning eléctrica

A Ford já revelou a sua F-150 eléctrica, com a qual espera manter o domínio da pickup mais vendida nos EUA ao longo das décadas.

A F-series da Ford tem longa tradição nos EUA, que remonta aos anos 40, e que conta com a herança da F-150 ser a pickup mais popular das últimas décadas. Um feito que a Ford espera conseguir manter na transição para os veículos eléctricos com a nova Ford F-150 Lightning.

A Ford F-150 Lightning chega em três versões, com um, dois ou três motores, e quatro níveis de equipamento. Os preços começam nos 39 mil dólares para a versão base (que poderá baixar para perto dos 30 mil dólares após os descontos e incentivos), mas poderá chegar perto dos 90 mil dólares nas versões mais equipadas. A autonomia anunciada é de 400 km, 480 km e 800 km dependendo das versões, com a versão mais potente a poder acelerar dos 0 aos 100 km/h em menos de 2.9 segundos.
Ao contrário da maioria das bagageiras frontais diminutas dos carros eléctricos, nesta Ford F-150 Lightning temos uma bagageira frontal bastante generosa que complementa a caixa de carga traseira, e também a capacidade de se usar a carrinha como fonte de alimentação para uma casa - ou quando se está fora de casa - podendo fornecer até 9.6 kW.
A Ford diz que as versões dual e tri motor ficarão disponíveis já no final do ano, com a versão de um motor, mais económica, a chegar no final de 2022. Veremos se consegue cumprir os prazos, já que, no papel, a Ford parece ter conseguido reagir a tempo - e antecipar-se - ao Cybertruck da Tesla, com uma alternativa bastante interessante e potencialmente mais consensual.


№ 16

Honda lança programa de peças "RC30 Forever"

A Honda vai lançar na Europa um programa de peças genuínas de substituição "RC30 Forever", após implementação bem-sucedida no Japão no ano passado.

A Honda deu início a este programa "RC30 Forever" depois de ter algumas reuniões com clubes de proprietários de RC30 estabelecidos no Japão e na Europa; nessas reuniões, os proprietários expressaram uma forte intenção de manter estas motos icónicas na estrada e nas melhores condições, usando peças genuínas de substituição Honda. O foco principal do programa é dar oportunidade aos proprietários deste modelo icónico para poderem conduzir a RC30 sempre com segurança e confiança.

De acordo com este programa, a Honda vai produzir cerca de 150 peças genuínas de substituição para a RC30, que abrangem o motor, o chassis, a ciclística e os sistemas electrónicos. Estes componentes foram escolhidos com base nos pedidos dos proprietários e na experiência de diversos especialistas do departamento de R&D e também das fábricas da Honda.

As peças estarão disponíveis para encomenda nos concessionários autorizados europeus, já a partir deste mês.

A VFR750R (RC30)

A lendária RC30 foi apresentada pela primeira vez no Salão Automóvel de Tóquio em 1987, chegando à Europa em 1988. Limitada a aproximadamente 5.000 unidades em todo o mundo, este modelo foi criado para cumprir as regras de homologação exigidas para competir no então recente Campeonato Mundial de Superbikes.

Produzida à mão na fábrica de Hamamatsu, a RC30 estava equipada com um motor V4 a 90° de 748 cm³ com arrefecimento por líquido, e apresentava toda a tecnologia de ponta da época – uma abordagem nunca vista até então. Os engenheiros de desenvolvimento da Honda usaram materiais exóticos, tanto quanto possível, como fibra de carbono, kevlar e magnésio em toda a moto. O motor apresentava bielas em titânio e uma embraiagem deslizante, que funcionava em conjunto uma caixa de velocidades de relações altas, tipicamente de moto de competição. As rodas e os travões eram do tipo de "montagem rápida" e a suspensão era totalmente ajustável, à frente e atrás. A moto destacava-se pelo seu inconfundível monobraço oscilante Pro-arm, concebido para facilitar a mudança rápida da roda traseira em contexto de corrida.

O legado da RC30 foi cimentado quando este modelo venceu o Campeonato Mundial de Superbikes em 1988 e em 1989 pilotada por Fred Merkel. O modelo também obteve vitórias em diversas corridas nacionais e internacionais, incluindo vitórias na Ilha de Man nas mãos de pilotos famosos como Joey Dunlop, Carl Fogarty, Steve Hislop e Philip McCallen.

[Artigo publicado originalmente no Pela Estrada Fora]
№ 17

Baterias do Leaf reutilizadas nos transportadores das fábricas Nissan

Os veículos guiados automatizados ou AGV (Automated Guided Vehicles), da Nissan são máquinas autónomas móveis que ajudam os trabalhadores nas fábricas do construtor e que estão a evoluir rapidamente graças à segunda vida das baterias do Nissan LEAF, mais duradouras e rápidas a carregar do que as utilizadas anteriormente e às tecnologias de condução autónoma desenvolvidas pela Nissan para os seus automóveis.

As fábricas de automóveis são locais movimentados e os AGV tornaram-se indispensáveis. Na fábrica da Nissan, em Oppama, a sul de Tóquio, existem mais de 700 AGV e se olharmos para as fábricas de automóveis da Nissan em todo o mundo encontramos mais de 4.000 AGV a trabalhar intensamente. É uma orquestra de sinais e sensores a actuar em perfeita harmonia para evitar colisões nas instalações fabris.

A Nissan está constantemente a explorar novas formas de reutilizar as baterias do Nissan LEAF e nesse processo ocorreu a combinação entre os universos do LEAF e dos AGV.

O Nissan LEAF de primeira geração estava equipado com um conjunto de baterias de 24 quilowatt-hora. Estes conjuntos de iões de lítio eram produzidos através da combinação de 48 módulos. Há cerca de oito anos, os engenheiros da Nissan encontraram uma forma de utilizar três desses módulos, de os reagrupar e de os instalar num AGV. Agora, levaram essa ideia a um novo nível, ao utilizarem módulos de baterias reaproveitadas, em vez de novas, para alimentar os AGV.
A Nissan foi pioneira em proporcionar uma nova vida às baterias dos automóveis eléctricos para alimentar os seus AGV. Já não sendo suficientemente potentes para fazerem funcionar um automóvel, essas baterias estão ainda em perfeitas condições para alimentarem uma máquina que anda às voltas numa fábrica, tornando a electrificação da mobilidade uma proposta ainda mais sustentável.

Os AGV com as baterias de iões de lítio, novas ou reaproveitadas, carregam mais rápido. Além disso, os trabalhadores já não precisam de remover as baterias para as ligar à rede eléctrica. Os AGV param apenas momentaneamente na estação de carregamento ao longo da respectiva rota e recarregam gradualmente a cada passagem. Esta automatização permite poupar bastante tempo.

As baterias reaproveitadas do LEAF também duram mais. Enquanto as baterias de chumbo-ácido eram substituídas anualmente ou a cada dois anos, as baterias reaproveitadas do LEAF têm uma duração prevista de sete a oito anos. Menos baterias significa menos impacto ambiental e mais um passo rumo à neutralidade carbónica.

Os AGV não pararam de evoluir. Por agora, cada máquina está vinculada aos caminhos magnéticos estabelecidos para cada fábrica. Como um comboio nos carris, os AGV apenas podem circular onde a fita lhes permite. Alterar estas rotas, arrancando a fita, estabelecendo novas pistas e actualizando os programas informáticos, é algo que consome tempo e dinheiro. Mas talvez não por muito mais tempo.

Tal como as baterias do LEAF permitiram que os AGV trabalhassem durante mais tempo, os desenvolvimentos na condução autónoma podem libertar estes assistentes robóticos das fábricas da fita magnética. Num ambiente muito mais controlado e previsível, os AGV necessitarão de menos tecnologia do que os automóveis, mas poderão continuar a depender de sensores e algoritmos para circularem autonomamente. A Nissan também está a investigar sobre tecnologia conectada para permitir que os AGV se mantenham em contacto permanente com o computador que gere os seus movimentos pela fábrica.


[Artigo publicado originalmente no Pela Estrada Fora]
№ 18

TomTom GO Navigation chega ao Android Auto


Mais uma opção para navegação no Android Auto, desta vez pela mão da TomTom. 

A TomTom (TOM2), especialista em tecnologia de localização, acaba de anunciar a disponibilidade da sua popular app de navegação TomTom GO Navigation para o sistema Android Auto™. Isto significa que os condutores com um equipamento Android podem agora projetar e interagir com a TomTom GO Navigation no ecrã do seu veículo (compatível com Android Auto).

Combinando a conveniência de uma app para telemóvel com a funcionalidade avançada de um GPS TomTom, a GO Navigation é a companhia perfeita para os condutores na estrada. Os indicadores de mudança de faixa ajudam os condutores a navegar pelas interseções ao indicarem qual a melhor faixa e que saída devem usar. Os condutores podem descarregar facilmente mapas 3D detalhados através da app e usar a GO Navigation no estrangeiro sem recorrer a dados de internet. Contudo, com uma ligação à Internet, os utilizadores têm acesso a uma informação de trânsito fiável, assim como avisos de radares de velocidade. Além disso, a app não tem publicidade e não lucra de forma nenhuma com os dados pessoais dos utilizadores. Os condutores de veículos elétricos (EV) podem agora usufruir de perfis específicos para EV, permitindo que encontrem pontos de carregamento de forma mais rápida e simples.

“A TomTom Go Navigation é a derradeira app de navegação, com a privacidade no centro da nossa preocupação. A app está repleta de ferramentas inovadoras que a distinguem das demais e levam os condutores ao seu destino de forma mais segura e eficiente”, comenta Mike Schoofs, Managing Director da TomTom Consumer. “É excelente podermos fazer parte do Android Auto e permitir que mais pessoas possam usufruir da melhor navegação integrada”.

As one of the first navigation apps to be available on Android Auto, TomTom GO Navigation can be downloaded via Google Play. The app is also available through the App Store and Huawei AppGallery. TomTom GO Navigation offers a 30-day free trial, no strings attached, and subsequently users can subscribe to auto renewing plans priced at €12.99 per year, €8.99 per six months, €1.99 per month, or a new family sharing plan at €19.99 per year.

 

Sendo uma das primeiras aplicações de navegação disponíveis para Android Auto, a TomTom GO Navigation está disponível através de Google Play,  App Store e Huawei AppGallery. A TomTom GO Navigation oferece um período de teste gratuito durante 30 dias, sem compromissos.

 

Posteriormente, a app pode ser subscrita por um ano, por 12,99€; seis meses, por 1,99€ por mês, ou num plano de família, por 19,99€ por ano. 
№ 19

YouTube com direito a mostrar publicidade em todos os vídeos

O YouTube alterou as regras de utilização, e passa a ter o direito de apresentar publicidade em todos os vídeos, mesmo os dos utilizadores que nada ganham com isso.

Há novos termos de utilização que entram em vigor a 1 de Junho para os utilizadores do YouTube fora dos EUA. A primeira alteração limita-se a deixar mais claro que é proibido utilizar os vídeos do YouTube para efeitos de reconhecimento facial sem o consentimento expresso da pessoa identificada; era algo que já era proibido anteriormente, mas que agora passa a contar com uma cláusula mais explícita. Outra das alterações tem a ver com o processamento fiscal dos pagamentos, para quem recebe pela publicidade nos vídeos, que passarão a contar com impostos de retenção na fonte. Mas a alteração mais marcante é outra.

O YouTube passa a ter o direito de apresentar publicidade em todos os vídeos de canais que não estão no Programa de parceiros do YouTube - leia-se: os vídeos de todos os utilizadores que não têm direito a apresentar publicidade e a receber por ela. Ou seja, se tiverem publicado alguns vídeos apenas destinados a amigos e familiares, não se admirem se tiverem que gramar com publicidade neles.
No passado o YouTube restringiu os canais que podiam apresentar publicidade, passando a exigir uma série de requisitos como número de seguidores e número de visualizações. Agora, parece ficar claro que essa medida era apenas a preparação para esta, que faz com que o (pouco) dinheiro que anteriormente poderia ir para esses canais com menos visualizações, passe agora a reverter para o YouTube.

Claro que é assim que funciona o mercado, e o YouTube, tal como outras plataformas, podem alterar as regras a qualquer momento. Em vez de apresentar publicidade, o YouTube bem que podia dizer que ia começar a cobrar €1 por cada minuto de vídeo que se desejar publicar no YouTube; tal como no Google Photos anunciou que iria deixar de haver espaço gratuito ilimitado. Num mercado equilibrado, este tipo de alterações teria que ser feito com mais cuidado, sob pena de parte significativa dos utilizadores fugir para alternativas (como vimos no caso WhatsApp e os milhões de utilizadores que fugiram para o Telegram e Signal), mas no caso de serviços como o YouTube e Google Photos, em que a plataforma está consciente de que não há verdadeira concorrência, ficam os utilizadores à mercê dos caprichos da plataforma.

№ 20

Detecção de fugas e corte de água no Home Assistant

As fugas de água em casa podem ter consequências catastróficas, mas com um pouco de trabalho também se podem juntar à lista de coisas que é possível evitar usando automação doméstica no Home Assitant.

Detectar fugas de água é extreamente simples, e económico. Basta usar um sensor de água como os da Xiaomi / Aqara. Isto já permitirá receber um alerta sempre que for detectada água (no chão por baixo da máquina de lavar, por exemplo). Mas claro que os mais ambiciosos não irão querer ficar por aqui, e também irão querer que o sistema consiga evitar danos adicionais, cortando a água, mesmo no caso de não estarem em casa.

Para isso as coisas tornam-se um pouco mais complicadas, pois será necessário arranjar forma de cortar o fornecimento de água na canalização - ou pelo menos, no fornecimento do acesso ao electrodoméstico ou zona em questão. Há alguns actuadores que prometem actuar sobre a alavanca das válvulas manuais, mas cujo funcionamento não é muito fiável, nem funcionará no caso das vávulas mais "perras". Pelo que a melhor solução embora mais trabalhosa, será instalar uma electroválvula, que permita abrir / fechar a água através de um controlo eléctrico (como um módulo Shelly, Sonoff, ou outro).

O seguinte vídeo descreve em detalhe todo o processo, tendo sido utilizada uma electoválvula da Lufberg, um sensor de água Aqara, e um Shelly com ESPHome, tudo controlado a partir do Home Assistant.


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