PlanetGeek
№ 01

Brave reforça protecções contra fingerprinting do GPU

O Brave está a implementar novas protecções contra técnicas de fingerprinting que exploram o GPU dos utilizadores.

Já sabemos que, por mais que se lute pela privacidade na web, muitos site recorrem a todo o tipo de técnicas para tentar fazer o tracking dos utilizadores. Para contrariar isso, o Brave anunciou novas medidas para dificultar o fingerprinting através do GPU e dos drivers gráficos. Disponíveis a partir da versão 1.93 para desktop e Android, estas protecções estão ativadas de origem e têm como missão impedir que sites e empresas de tracking utilizem informações do hardware gráfico para individualizar utilizadores na Web.

O problema está nas APIs WebGL e WebGPU, que fornecem detalhes sobre a placa gráfica, drivers e funcionalidades suportadas pelo sistema. Estas informações podem ser combinadas para criar um identificador do dispositivo, permitindo o tracking dos utilizadores sem recurso a cookies. Segundo a equipa do Brave, uma análise a vários sites populares mostrou que isto não é um risco teórico, havendo bastantes empresas de tracking a usar estas APIs para fingerprinting.
Para combater esta prática, o Brave passa a substituir as informações de fabricante e modelo da GPU por valores genéricos, remove os detalhes expostos pelo WebGPU, e altera aleatoriamente a lista de extensões suportadas pelo WebGL. Desta forma, os sistemas de tracking deixam de conseguir criar identificadores estáveis; e isto sem afectar o funcionamento dos sites que podem continuar a apresentar conteúdos gráficos acelerados por hardware. Podem fazer um teste de fingerprinting no site da EFF.

A equipa do Brave testou estas alterações durante vários meses nas versões Nightly e Beta para minimizar problemas de compatibilidade. De resto, e como nas restantes protecções, os utilizadores mantêm controlo total sobre estas opções, podendo ajustá-las individualmente para cada site.


№ 02

Vibe Pad é um teclado de 4 teclas para AI

Em alternativa ao teclado dispendioso da OpenAI, qualquer um pode criar este mini teclado de 4 teclas para AI.

A OpenAI lançou recentemente um dispendioso teclado Codex Micro que fica fora do orçamento da maioria das pessoas. Felizmente, há alternativas bastante mais económicas.

O Vibe Pad é um pequeno teclado macro Bluetooth concebido para tornar a programação com assistentes AI mais rápida e prática. Com apenas quatro botões, permite executar acções frequentes sem recorrer ao rato ou a combinações de teclas, ajudando os utilizadores a manterem o foco enquanto trabalham. Cada botão foi configurado para uma tarefa específica: iniciar a escrita por voz do Windows, abrir uma nova conversa, enviar um prompt e activar o microfone. A ideia é reduzindo as interrupções e permitindo que os programadores mantenham o fluxo de trabalho sem distracções.



Este dispositivo de bolso funciona como um teclado Bluetooth convencional e é baseado na placa Seeed Studio XIAO nRF52840. Como é reconhecido pelo sistema como um teclado normal, não requer software adicional. Basta emparelhar o equipamento uma vez para começar a utilizá-lo em qualquer computador compatível.

Além de ser uma solução compacta, o Vibe Pad destaca-se pelo baixo custo e pela possibilidade de personalização. O projeto é direccionado tanto para entusiastas como iniciantes em eletrónica, exigindo apenas alguns conhecimentos básicos de soldadura para montar o hardware e adaptar as funções dos botões às necessidades de cada um. Claro que, podem também espreitar os mini-teclados USB já feitos, que se podem arranjar a preço bastante reduzido.


№ 03

Tesla desiste das telhas solares

A Tesla parece ter finalmente reconhecido o erro das telhas solares, focando-se unicamente nos painéis solares.

Elon Musk não é conhecido por acertar nos prazos das suas previsões e promessas, mas desta vez não conseguirá esquivar-se a uma aposta totalmente falhada. A Tesla terá abandonado por completo as suas telhas solares. A empresa deixou de aceitar novas encomendas do produto e informou os parceiros de que passará a fornecer apenas painéis solares convencionais, marcando o fim do projecto apresentado com grande destaque em 2016.

O Solar Roof foi lançado por Elon Musk como uma solução capaz de combinar a função de um telhado tradicional com a produção de energia solar. Na altura, a Tesla prometia uma alternativa mais económica do que instalar um novo telhado e painéis solares separados. No entanto, a realidade revelou-se bem diferente, com inúmeros problemas de produção e de instalação, e com custos reais que acabaram por ser muito superiores ao previsto, ao ponto de alguns clientes terem que recorrer aos tribunais para cumprimento dos contratos.
Apesar das promessas de que iria instalar milhares de telhados por ano, os números ficaram muito aquém das expectativas, com apenas cerca de 3.000 sistemas Solar Roof instalados nos Estados Unidos ao longo de sete anos. Segundo as ambições de Musk, a Tesla deveria ter instalado mais de 360 mil telhados solares nesse período!

No entanto, o fim das telhas solares não representa o fim da aposta na energia solar. A estratégia da Tesla passa agora por apostar exclusivamente nos painéis solares tradicionais, combinados com sistemas de armazenamento Powerwall; algo que deveria ter feito desde início e que provavelmente teria resultado muito melhor. A ideia de querer evitar a redundância de ter um telhado para depois colocar painéis solares em cima bem que faria sentido ser evitada, mas desde o início que disse que mais sentido faria criar os painéis solares em módulos grandes que substituíssem as telhas completamente, do que multiplicar a complexidade e custos de reduzir painéis ao tamanho e formato das telhas tradicionais.

№ 04

CPU-Z 3 com validação melhorada e testes de overclock

O popular CPU-Z chegou à versão 3, com melhorias que serão apreciadas por todos.

O CPU-Z acaba de lançar a versão 3, naquela que é considerada uma das maiores actualizações desde o lançamento em 2001. A nova versão estreia um sistema de validação renovado, novas ferramentas de diagnóstico, e funcionalidades avançadas destinadas tanto a utilizadores comuns como utilizadores avançados e overclockers.

Uma das principais novidades é o novo sistema de validação dividido em três modos: Standard, Advanced e XOC. O modo Standard consegue avaliar o estado geral do computador em menos de 10 segundos, analisando mais de 100 pontos diferentes, incluindo drivers, temperaturas do processador, software, e outros factores que podem afetar o desempenho. Os resultados passam também a incluir classificações claras com designações "Critical", "Warning" e "Informational", permitindo que qualquer pessoa obtenha um relatório fácil de interpretar.

Standard Validation is available now. In less than 10 sec., get a snapshot of your PC’s health with 100+ detection points covering drivers, temperatures, bloatware, hardware issues, misconfiguratoins and more, ordered with clear ❌Critical, ⚠️ Warning and ℹ️ Info messages. pic.twitter.com/YzCnLPn8ek

— Doc TB (@d0cTB) August 20, 2026
O novo modo Advanced expande essa avaliação, realizando testes de stress ao CPU, RAM e GPU para detetar possíveis problemas de hardware. Dependendo da profundidade da análise, o processo pode demorar desde alguns minutos até várias horas. Este modo inclui ainda benchmarks alargados para avaliar o desempenho do processador, placa gráfica, memória, e armazenamento, além de monitorização baseada no HWMonitor para monitorizar temperaturas, frequências e velocidades das ventoinhas.

Já o modo XOC destina-se aos overclockers que querem levar o seu sistema ao limite. O CPU-Z V3 passa a calcular a frequência efectiva dos processadores modernos, conseguindo lidar melhor com as variações constantes de clock e com configurações de memória overclocked.

A actualização já está disponível para download, embora algumas funcionalidades de análise fiquem dependentes do crescimento da nova base de dados de validações para disponibilizar estatísticas completas.

№ 05

Ar condicionado "low cost" chinês é apenas uma ventoinha

Um ar condicionado chinês de baixo custo está longe de refrescar o ar como seria esperado, limitando-se a ser uma ventoinha com uma resistência de aquecimento.

Numa altura em que muitos países europeus sofrem com vagas de calor, uma organização de defesa do consumidor alemã está a alertar para um suposto ar condicionado da Epicooler que, apesar do aspecto de uma unidade convencional, não consegue realmente arrefecer uma divisão. Nos testes realizados, o aparelho limitou-se a soprar o ar quando utilizado no modo "Cold Wind", sem reduzir a temperatura.

Abrindo-se o aparelho, rapidamente se descobre porquê. Em vez de um verdadeiro sistema de ar condicionado com compressor e circuito de refrigeração, o equipamento tem apenas uma ventoinha semelhante às utilizadas em PCs, e um pequeno elemento de aquecimento. E curiosamente, embora o aparelho seja comercializado como "ar condicionado" a sua etiqueta é bastante mais elucidativa e verdadeira, indicando "Wall Mounted Heater" (aquecedor de montagem em parede).
Além não cumprir com a função esperada de um ar condicionado, o aparelho acaba por ser caro (€163) para aquilo que realmente oferece. Segundo a organização alemã, existem ventoinhas bem avaliadas que custam cerca de metade do preço e cumprem melhor a função de movimentar e aquecer o ar.

Portanto, por muita vontade que exista em refrescar a casa nos dias de maior calor, há que estar atento e desconfiar de todas as promessas de "ar condicionados" de baixo custo, e particularmente aqueles que dizem funcionar sem necessidade de qualquer ligação ao exterior.

№ 06

Ar condicionado "low cost" chinês é apenas uma ventoinha

Um ar condicionado chinês de baixo custo está longe de refrescar o ar como seria esperado, limitando-se a ser uma ventoinha com uma resistência de aquecimento.

Numa altura em que muitos países europeus sofrem com vagas de calor, uma organização de defesa do consumidor alemã está a alertar para um suposto ar condicionado da Epicooler que, apesar do aspecto de uma unidade convencional, não consegue realmente arrefecer uma divisão. Nos testes realizados, o aparelho limitou-se a soprar o ar quando utilizado no modo "Cold Wind", sem reduzir a temperatura.

Abrindo-se o aparelho, rapidamente se descobre porquê. Em vez de um verdadeiro sistema de ar condicionado com compressor e circuito de refrigeração, o equipamento tem apenas uma ventoinha semelhante às utilizadas em PCs, e um pequeno elemento de aquecimento. E curiosamente, embora o aparelho seja comercializado como "ar condicionado" a sua etiqueta é bastante mais elucidativa e verdadeira, indicando "Wall Mounted Heater" (aquecedor de montagem em parede).
Além não cumprir com a função esperada de um ar condicionado, o aparelho acaba por ser caro (€163) para aquilo que realmente oferece. Segundo a organização alemã, existem ventoinhas bem avaliadas que custam cerca de metade do preço e cumprem melhor a função de movimentar e aquecer o ar.

Portanto, por muita vontade que exista em refrescar a casa nos dias de maior calor, há que estar atento e desconfiar de todas as promessas de "ar condicionados" de baixo custo, e particularmente aqueles que dizem funcionar sem necessidade de qualquer ligação ao exterior.

№ 07

AirPods com câmaras estarão limitados a AI

Confirmando as nossas suspeitas, o uso das câmaras nos AirPods estará restringido a uso para AI.

A Apple descaiu-se e revelou um vídeo que mostra os AirPods com câmaras que os rumores referiam há algum tempo, e agora surgem mais detalhes sobre as suas capacidades.

Foi descoberta uma framework oculta chamada "AccessorySensorManager", responsável por gerir os sensores dos auriculares quando estão ligados a um Mac, oferecendo uma visão mais detalhada sobre o funcionamento desta tecnologia. Segundo as informações encontradas, cada auricular possui a sua própria câmara e consegue capturar imagens RGB sincronizadas com até 1 megapixel. Em vez de gravarem vídeo ou tirarem fotografias tradicionais, as câmaras ficam limitadas ao uso via Visual Intelligence, captando imagens estáticas do ambiente para análise. O sistema suporta modos de captura activa e passiva, com diferentes resoluções e frequência de recolha de imagens.

Os AirPods poderão monitorizar o ambiente de forma contínua, analisando factores como conversas próximas, alterações no som ambiente, movimentos da cabeça e mudanças de postura. Parte do processamento será realizado diretamente nos próprios auriculares, incluindo a detecção de pessoas no campo de visão. Foram também encontradas referências a correção de distorção das lentes, calibração das câmaras, e mecanismos para ignorar imagens afectadas por movimentos excessivos. Também está previsto um indicador luminoso que poderá acender quando as câmaras estiverem a captar imagens, funcionando como aviso visual para quem estiver por perto. O que não estará definitivamente previsto é a possibilidade de trocar baterias.

No entanto, as informações mais recentes referem que isto tudo ainda diz respeito a um protótipo dos AirPods Pro 3 com câmaras que não será lançado pela Apple, que terá optado por avançar para o modelo seguinte e fazer o seu lançamento apenas no próximo ano (2027) a acompanhar o iPhone do 20º aniversário. Para este ano a Apple deverá focar-se no iPhone dobrável e a nova Siri AI do iOS 27 (veremos se, com as constantes zangas com a UE, a Apple lançará a Siri por cá, ou deixará que os utilizadores europeus continuem a optar pelo ChatGPT, Gemini e outros).

№ 08

MOBI.E bate recorde: um milhão de carregamentos em Julho

A rede de carregamento de veículos eléctricos ligada à MOBI.E registou, em julho de 2026, mais de um milhão de carregamentos, um número nunca antes alcançado em Portugal.

O resultado representa um crescimento de 30% face ao mesmo mês do ano anterior e confirma uma tendência de expansão acelerada da mobilidade eléctrica no país. O dado mais expressivo deste julho recorde não é apenas o volume de carregamentos, mas o número de utilizadores que recorreu à rede: mais de 258 mil pessoas distintas, identificadas por cartão ou aplicação, utilizaram a infra-estrutura ao longo do mês. Este valor representa um aumento homólogo de 89%, o que traduz não só mais condutores eléctricos nas estradas, mas também uma utilização cada vez mais frequente dos pontos de carregamento disponíveis.

No que diz respeito à energia consumida, julho trouxe igualmente um novo máximo histórico, com mais de 25 mil MWh registados, o que corresponde a um aumento de 35% em relação a julho de 2025. A procura crescente tem sido acompanhada por um reforço consistente da cobertura territorial: no final do mês, a rede pública conectada à MOBI.E era composta por 8.239 postos, equivalentes a 15.680 pontos de carregamento distribuídos por todo o território nacional.

A qualidade da rede também evoluiu. A 31 de julho, 3.268 postos disponibilizavam carregamento rápido ou ultra-rápido, representando cerca de 39,7% do total da infra-estrutura. Esta proporção crescente de carregamento rápido é relevante para a experiência quotidiana dos condutores, reduzindo os tempos de espera e tornando a utilização de veículos eléctricos mais prática.

O impacto ambiental destes números é igualmente assinalável. Só em julho, a utilização da rede permitiu evitar a emissão de mais de 20 mil toneladas de CO₂, o equivalente à capacidade de retenção de carbono de cerca de 340 mil árvores urbanas com dez anos, ou às emissões anuais de aproximadamente 4.200 habitantes. Em termos de combustível fóssil, representa mais de 7,6 milhões de litros de gasóleo que deixaram de ser consumidos. No acumulado de janeiro a julho de 2026, a poupança total ultrapassa as 118 mil toneladas de CO₂, valor que exigiria quase dois milhões de árvores urbanas para ser absorvido de forma equivalente.

A MOBI.E actua como Entidade Gestora da Rede de Mobilidade Eléctrica, assegurando a gestão e monitorização dos fluxos energéticos e financeiros da rede nacional de carregamento. A plataforma integra actualmente mais de 30 comercializadores de electricidade para a mobilidade eléctrica e cerca de uma centena de operadores de pontos de carregamento, funcionando como facilitador da interoperabilidade entre todos os participantes do ecossistema eléctrico nacional.


[Pela Estrada Fora]
№ 09

Nissan Qashqai e-POWER bate recorde Guinness na Colômbia

O Nissan Qashqai e-POWER conquistou mais um título do Guinness World Records, ao completar a viagem mais longa alguma vez registada por um SUV eléctrico EREV, sem qualquer paragem para carregamento externo ou reabastecimento.

O feito foi alcançado na Colômbia, entre 14 e 17 de Julho de 2026, percorrendo 1.980 quilómetros com um único depósito. A viagem partiu de Bogotá com destino à costa das Caraíbas, enfrentando diferentes condições de estrada, tráfego, e tipos de condução ao longo do percurso. Todo o processo foi monitorizado e verificado por juízes do Guinness World Records, que certificaram o resultado após uma análise detalhada de cada etapa.

Este recorde não surge isolado. A Nissan já tinha realizado desafios de longa distância bem-sucedidos com a tecnologia e-POWER no Reino Unido e na Tasmânia, na Austrália. A conquista colombiana é, portanto, mais um capítulo numa história global que a marca japonesa tem vindo a construir em torno desta solução de propulsão, demonstrando que o sistema se adapta a terrenos, climas e condições de condução muito distintos.
Ao contrário dos sistemas híbridos convencionais, o e-POWER funciona de forma diferente, como um EREV (Extended Range EV): as rodas são accionadas exclusivamente por um motor eléctrico, o que garante a resposta instantânea e a suavidade de condução típicas dos eléctricos. Um motor de combustão a gasolina funciona exclusivamente como gerador, quando necessário, para gerar electricidade, sem qualquer ligação mecânica à transmissão do veículo. Isto permite eliminar por completo a dependência de postos de carregamento, tornando-se numa opção bastante procurada em locais onde a rede de carregamento pública ainda não esteja num nível adequado. A geração mais recente do sistema da Nissan integra uma solução modular 5 em 1, que combina o motor eléctrico, o gerador, o inversor, o redutor e o multiplicador num conjunto compacto, complementado por travagem regenerativa para optimizar continuamente o consumo de energia.

Na prática, o e-POWER posiciona-se como uma porta de entrada para a electrificação, especialmente para quem ainda não está preparado para dar o salto para um eléctrico puro. A tecnologia já está disponível em vários mercados em todo o mundo e este mais recente recorde reforça a aposta da Nissan em soluções que tornam a condução electrificada mais acessível no dia a dia, sem abdicar da autonomia nem da comodidade.


[Pela Estrada Fora]
№ 10

Windows pode remover driver da placa gráfica em portáteis que não as usem

Manter um portátil gaming no modo "eco" durante várias semanas pode levar o Windows a desinstalar o driver do GPU.

Um utilizador relatou uma situação curiosa, em que a NVIDIA GeForce RTX 5070 Ti do seu portátil ASUS ROG Zephyrus G14 tinha deixado de ser reconhecida, passando a ser indicada apenas como um "Microsoft Basic Display Adapter". O Windows parece ter removido o driver de forma automática, revelando um comportamento que é planeado mas que pode apanhar os utilizadores de surpresa.

A situação está relacionado com os modos de poupança de energia que desligam completamente o GPU dedicado e passam a usar o GPU integrado. No caso dos portáteis ASUS, o Armoury Crate Eco Mode desactiva totalmente o GPU Nvidia para poupança máxima de energia, fazendo com que o GPU até desapareça da lista de adaptadores gráficos do Windows. O utilizador em questão passou algumas semanas com este modo activado, e isso fez entrar em acção o sistema de limpeza de drivers não utilizados do Windows, eliminando o pacote de drivers NVIDIA por este já não estar associado a qualquer hardware activo. Quando o utilizador passou a um modo normal de funcionamento com acesso ao GPU Nvidia, o sistema já não tinha o driver adequado, ficando dependente da reinstalação dos drivers para que funcionasse correctamente.

Embora este comportamento faça parte do mecanismo normal de limpeza de dispositivos e drivers do Windows, poderá argumentar-se que um prazo de 15 dias seja demasiado curto para componentes que podem permanecer temporariamente desactivados. Mesmo tendo em questão que se trata de um portátil gaming que a maioria das pessoas manterá em modo de alto-desempenho, pode haver situações (épocas de exame, férias, etc.) em que se prefira dar prioridade à autonomia e optar pelo modo "Eco". Ou então, perguntar ao utilizador se efectivamente pretende remover o driver "não utilizado" antes de o eliminar.


№ 11

Google Discover com configuração AI e novo botão para Sites Preferidos

Vai ser possível ajustar o Google Discover através de pedidos em linguagem natural, e a Google lança um novo botão para adicionar sites preferidos.

A Google está a fazer ajustes ao Google Discover, que irá permitir personalizar o feed de artigos sugeridos recorrendo a inteligência artificial. Os utilizadores poderão descrever em linguagem natural os tipos de conteúdos que lhes interessam, dispensando a necessidade de mergulhar nas secções de tópicos para fazer configurações manualmente à moda antiga.

A opção ficará disponível no menu de três pontos do Discover e abrirá uma interface semelhante a um chatbot. A partir daí, os utilizadores poderão indicar os seus interesses, enquanto a AI ajusta automaticamente as recomendações. Caso os resultados não correspondam totalmente ao esperado, será possível fornecer mais detalhes para tentar obter o resultado pretendido.
A mudança pretende tornar o Discover mais fácil de controlar, reduzindo a dependência dos algoritmos baseados apenas na actividade do utilizador nos serviços da Google. A tendência segue o caminho de outras plataformas como YouTube, Instagram, Bluesky e X, que também têm introduzido ferramentas de personalização por AI. No Google News será também possível escolher os temas que aparecem nos resumos áudio diários.

A empresa também actualizou a funcionalidade Preferred Sources, que ajuda os utilizadores a destacar os seus sites favoritos nos resultados de pesquisa e nas sugestões. Em vez dos habituais pedidos de "adicionem o site X às fontes preferidas", os sites poderão incluir um botão que facilitará esse processo.


Até agora só tenho lembrado ocasionalmente para que adicionem o Aberto até de Madrugada às fontes preferidas, mas com esta nova opção, pode ser que passem a ver isso mais frequentemente. :)
№ 12

Análise ao teclado Epomaker TH99 Pro

Depois de termos testado o compacto TH80 V2, vamos agora ver que tal se comporta o teclado "completo" Epomaker TH99 Pro.

Recentemente tivemos oportunidade de testar o Epomaker TH80 V2, um teclado 75%. Como habitualmente não dispenso a presença do teclado numérico lateral, a Epomaker teve a atenção de me disponibilizar um dos seus teclados completos, o TH99 Pro, que até vem com um pequeno ecrã.


O Epomaker TH99 Pro

O TH99 Pro é um teclado (quase) completo de 96%, onde a secção entre o teclado alfanumérico e o bloco de teclas lateral fica condensado para poupar algum espaço. Tal como o modelo que testamos anteriormente, disponibiliza modo de funcionamento triplo: por cabo USB, por adaptador Wireless, e por Bluetooth. Tem também iluminação RGB por tecla e barra de luz traseira para iluminação ambiente, assim como um pequeno ecrã acima do bloco de teclas numéricas, e ainda um botão rotativo.
O modelo disponibilizado vinha equipado com teclas Sea Salt Silent Switch, silenciosas, com uma sonoridade bastante interessante.

A parte de baixo mantém o minimalismo, com pés ajustáveis de duas alturas (6° e 10.5°), sendo um deles utilizado para albergar o pequeno adaptador wireless.

Dependendo do tipo de ligação escolhida, podemos esperar as seguintes latências:
USB-C: 2 ms
2.4G Wireless: 5 ms
Bluetooth 5.0: 11 ms

O teclado vem com cabo USB-C - USB-A entrançado, a par de uma ferramenta para remover as teclas, e duas teclas de substituição. As teclas podem ser trocadas de forma fácil, sendo apenas necessário ter o cuidado adequado de alinhar devidamente os pinos de contacto.


Em funcionamento

Tendo já tido contacto com um teclado da marca anteriormente, desta vez as expectativas eram mais elevadas. E se a nível das teclas e parte mecânica não tinha grandes receios de que fosse ficar desapontado, estava com curiosidade para perceber o que o pequeno ecrã podia adicionar - ou não - a nível de melhorias funcionais ao teclado.

O ecrã apresenta o tipo de ligação que se está a utilizar, o que pode ser útil para quem estiver a alterar frequentemente entre dispositivos, assim como a data e hora. Sendo isto algo que, por norma, é também apresentado nos computadores, poderá ser informação redundante. Ainda assim, se não se torna útil quando se tem a data e hora no ecrã do sistema operativo, pode ser útil em situações em que se esteja a usar algo como um jogo em ecrã completo. Dito isso, será também provável que muitas pessoas tenham um relógio, ou um smartphone, à distância de um olhar, pelo que a sua utilidade efectiva acaba por ser discutível. Como curiosidade, podemos carregar um pequeno GIF animado para ser apresentado, podendo ser esse o elemento de diversão mais interessante para alguns.
Tal como no TH80 V2, o teclado vem com capas de teclas opacas, o que poderá não ser apreciado por aqueles que preferem ter as letras/números iluminados. No entanto, será uma questão de trocarem as keycaps por outras que prefiram. Neste caso, o teclado veio com teclas pretas e cinzentas, complementadas por umas teclas coloridas de cursor, enter, e escape, que lhe dão um toque de cor.
A marca anuncia até 200h de autonomia em modo wireless com a iluminação desligada, ou até 40h com a iluminação ligada. A configuração do teclado pode ser feita através do browser usando hub web da Epomaker - algo que, como já dissemos no passado, tem as suas vantagens (facilidade de uso, ausência de downloads e instalações) e desvantagens (preocupação sobre o suporte a longo prazo, se o hub continuará disponível daqui por 10 anos ou mais).


Apreciação final

Desta vez já "estava à espera" do que este Epomaker TH99 Pro nos poderia oferecer. O teclado não desilude em termos de qualidade de construção e conforto de actuação das teclas, com uma sonoridade bastante característica que será bastante apreciada por quem prefere trabalhar silenciosamente - algo que por vezes pode ser uma condicionante para quem gosta de trabalhar em casa durante a noite, e onde o "clac-clac" das teclas barulhenta depressa se pode tornar num factor de irritação para quem estiver por perto.



Não sendo segredo a minha preferência pelos teclados "100%", posso revelar que fiquei um pouco desapontado pelas opções que podem ter sido parcialmente provocadas pela decisão de incluir um ecrã. Com o ecrã a eliminar a possibilidade de se colocarem teclas naquela secção, a Epomaker opta por uma coluna vertical de teclas de delete, insert, page up e page dn; e com isso, o T invertido das teclas de cursor fica desalinhado em relação às restantes teclas. É certo que isto não é um caso isolado e há muitas outras marcas que também adoptam um estilo assim, mas deixa-me a pensar se não teria sido melhor abdicar do ecrã e dar prioridade ao posicionamento das teclas.
No entanto, isso é algo que pode ser desculpado. Qualquer teclado obriga sempre a um período de adaptação e, sendo algo que se irá utilizar durante longos anos, não irá demorar para que os dedos fiquem treinados na posição exacta de cada tecla reconheçam a disposição "de olhos fechados".

Como tal, e voltando aos elementos essenciais, a qualidade de construção, a qualidade das teclas, a sonoridade, não há nada a criticar, especialmente tendo em conta que se trata de um teclado que fica na casa dos 100 euros. Como tal, mantém a (ainda curto) historial de resultados que tem conseguido por cá, conquistando um "escaldante".
Epomaker TH99 Pro
Escaldante


Prós
  • Teclas Hot Swappable
  • Qualidade de construção
  • Modo USB/BT/Wireless

Contras
  • Teclas "opacas"
  • "Teclas de cursor "desalinhadas"


Epomaker TH99 Pro

Escaldante (5/5)
№ 13

Fita LED Govee TV Ambilight com câmara a €53

É mais fácil que nunca recriar o efeito "ambilight", com este conjunto de fita LED RGB com câmara, capaz de ajustar as cores em função do que estiver no ecrã.

Há muito que recomendamos a utilização de uma fita LED para colocar atrás de um televisor ou monitor, para criar uma luminosidade que reduz o cansaço visual, especialmente numa sala completamente às escuras. Fitas LED RGB para TV arranjam-se por cerca de 10 euros ou pouco mais, e mais recentemente começaram a surgir conjuntos com um sensor de cor por menos de 20 euros que podem ir mudando de cor. Mas se querem a experiência ambilight completa, com cores diferentes ao longo das margens do ecrã, então será preciso um modelo mais evoluído, como este da Govee.

Esta fita LED Govee com câmara está disponível por 53 euros na Amazon Espanha.

Em vez de um simples sensor de cor, este conjunto vem com uma câmara que se deve colocar no topo do ecrã, e que vai analisar as imagens do que quer que se estiver a ver, fazendo sincronizar as cores da fita LED apropriadamente para cada secção das margens - e não apenas uma única cor como nas propostas anteriores. É também, apesar dos projectos open-source ambilight que dependem de uma entrada HDMI, uma das poucas soluções para quem quer o efeito ambilight mesmo quando utiliza apps internas da Smart TV, como Netflix, Disney, etc. já que este sistema funciona para todo e qualquer conteúdo que aparecer no ecrã, independentemente da sua origem.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

№ 14

ChatGPT ganha Computer History - um Windows "Recall" para macOS

Acreditando que o problema do Windows Recall da MS foi um problema de "apresentação", a OpenAI tenta a sua sorte com o Computer History no ChatGPT.

A OpenAI anunciou uma nova funcionalidade para a aplicação ChatGPT no macOS chamada Computer History, uma ferramenta que está inevitavelmente a ser comparada ao controverso Windows Recall da Microsoft.

Tal como o Recall, o objectivo é permitir que o assistente AI acompanhe a actividade do utilizador no computador no seu dia a dia para criar uma memória pesquisável das tarefas realizadas. A diferença é que a solução da OpenAI adopta uma abordagem menos intrusiva, pelo menos à primeira vista. Ao contrário do Recall, o Computer History não faz capturas de ecrã nem grava áudio. Em vez disso, regista eventos como cliques, texto introduzido, mudanças entre aplicações, e atalhos de teclado. Estas informações são depois utilizadas para criar uma linha temporal que o ChatGPT pode consultar quando o utilizador fizer perguntas sobre trabalhos recentes, tarefas anteriores, ou hábitos de utilização.

Today we're releasing Computer History in ChatGPT.

It lets ChatGPT learn from everything you do on your computer, so it can better understand how you work, finish tasks that you're in the middle of, and suggest skills and automations based on how you use your computer. pic.twitter.com/xnTq7hWH8O

— Ari Weinstein (@AriX) August 13, 2026
A funcionalidade está disponível apenas para utilizadores dos planos Pro, Business e Enterprise e encontra-se desativada de origem, ficando dependente de activação manual. Este detalhe contrasta com a abordagem inicial da Microsoft ao Recall, que gerou fortes críticas por ter sido activado automaticamente, antes da MS retroceder e rever a sua posição.

Embora os dados sejam armazenados localmente no Mac, a OpenAI confirma que as informações recolhidas são temporariamente enviadas para os seus servidores para serem processadas e transformadas em "memórias" antes de regressarem ao dispositivo. A empresa garante que estes dados não são utilizados para treinar modelos AI e que "não permanecem nos servidores" - excepto para cumprir as exigências legais.
Apesar das diferenças em relação ao Recall, continuam a existir preocupações relacionadas com privacidade e segurança. A OpenAI reconhece que os dados do Computer History não são encriptados e podem ser acedidos por outras apps com permissões adequadas no macOS. Além disso, existe sempre o risco de possíveis ataques de prompt injection, em que conteúdos maliciosos escondidos em páginas web podem tentar influenciar o comportamento do assistente AI e levá-lo a revelar dados sensíveis.

No entanto, a atitude menos arrogante da OpenAI, a par do clima de simpatia existente para com o ChatGPT, praticamente assegura que os utilizadores irão reagir de forma mais positiva ao Computer History do que o que aconteceu com o Recall da Microsoft; pelo menos até que surja um primeiro caso mediático do sistema ter sido explorado para ataques contra os utilizadores.


№ 15

macOS confirma "HomePad" da Apple

A mais recente versão beta do macOS revela referências ao aguardado HomePad da Apple para controlo de casas inteligentes.

muito que se sabe que a Apple está a trabalhar num HomePad para controlo de casas inteligentes, e agora parece que isso finalmente se aproxima de um lançamento comercial. Embora a empresa ainda não tenha confirmado oficialmente o produto nem o seu nome, referências encontradas no macOS 26.7 beta revelam novos detalhes sobre o seu funcionamento.

Segundo a análise do código, o dispositivo utilizará uma versão adaptada do tvOS, mas a experiência de utilização será mais próxima da de um Apple Watch de grandes dimensões. O ecrã inicial incluirá suporte para "mostradores" sugerindo a existência de mostradores personalizáveis inspirados nos watch faces do relógio inteligente da Apple. Os utilizadores poderão personalizar o ecrã com widgets, Smart Stacks e widgets provenientes de apps do iPhone. A Apple parece estar a apostar numa experiência altamente personalizável, transformando o HomePad num verdadeiro centro de informação para a casa, e onde a nova Siri AI também terá lugar de destaque.

A privacidade também recebe atenção especial. O código indica que informações pessoais apresentadas nos widgets só serão mostradas quando o iPhone do utilizador estiver nas proximidades, evitando que dados privados fiquem permanentemente visíveis para outras pessoas.

As referências encontradas referem ainda que a Apple prepara duas versões do dispositivo: uma equipada com uma base de altifalante, semelhante a um smart display tradicional; e outra pensada para montagem na parede. Depois de anos de espera, estas referências fazem acreditar que a Apple possa lançar o "HomePad" antes do final de 2026.


№ 16

Xiaomi lança Redmi Watch 6 Active

A Xiaomi lançou, na China, o mais recente Redmi Watch 6 Active, dando continuidade à sua linha de wearables.

A Xiaomi revelou o novo Redmi Watch 6 Active, um smartwatch acessível que aposta num ecrã AMOLED brilhante, bateria de longa duração e mais de 140 modos desportivos. O relógio já está disponível na China por 45 euros e pode ser adquirido nas cores Gunmetal, Pink Orange e Silver.
O Redmi Watch 6 Active inclui um ecrã AMOLED de 1.85" com resolução de 390 x 450 píxeis e brilho máximo de 1.200 nits, garantindo boa visibilidade mesmo sob luz solar intensa. O corpo tem 9.9 mm de espessura e utiliza uma caixa em plástico para manter o peso reduzido. No interior encontra-se uma bateria de 470 mAh, que promete até 6 dias de utilização com o modo Always-On Display activado, até 12 dias em utilização normal, e até 18 dias em modo de poupança de energia.
O smartwatch suporta Bluetooth 5.3, possui certificação IP68 contra poeiras e água, e inclui sensores para monitorização da frequência cardíaca, níveis de oxigénio no sangue (SpO2), e actividade física. Também regista métricas como sono, stress, calorias queimadas, e exercícios de respiração e relaxamento. Com apenas 26 gramas sem a pulseira, o Redmi Watch 6 Active é compatível com dispositivos Android 8.0 ou superior e iOS 14 ou superior. Além disso, permite realizar chamadas Bluetooth directamente a partir do pulso.

A Xiaomi ainda não revelou uma data para o lançamento global mas, se mantiver a tradição das gerações anteriores, o Redmi Watch 6 Active deverá chegar ao mercado europeu nas próximas semanas.

№ 17

Carregador Baseus 65W USB-C GaN a €20

Ideal para todos os que precisam de maior potência do que a habitualmente disponibilizada pelos carregadores compactos, este Baseus com tecnologia GaN disponibiliza 2 portas USB-C + 1 porta USB-A e até 65 W.

Os carregadores com tecnologia GaN vieram permitir que os fabricantes criassem carregadores compactos com capacidade de fornecer potências que anteriormente só seria possíveis usando fontes de alimentação mais volumosas (os tradicionais "tijolos"). E este carregador da Baseus é disso exemplo. Parecendo-se com um carregador compacto mais prolongado, pode fornecer até 65W na porta USB-C principal, ou fazendo uma distribuição automática de potência quando se usam as três portas USB em simultâneo.

Este carregador Baseus 65W USB-C GaN de 3 portas está disponível por 20 euros na Amazon Espanha.

O carregador pode fornecer uma série de relações de energia, que vão dos 3.3-12V a 3A, 15V a 3A, e 20V a 3.25A. Também suporta diversos protocolos de carregamento para maximizar a compatibilidade com smartphones de todas as marcas, além do standard PD 3.0.

Um carregador versátil que pode tornar-se no substituto perfeito para múltiplos carregadores com uma só porta, e que não só pode ser usado com smartphones como até para carregar portáteis.

№ 18

Produtos da Semana

A nossa rubrica de Produtos da Semana agrupa uma lista de produtos e notícias que vamos compilando ao longo da semana e que achamos que será do interesse geral.

LG lança colunas Xboom Power 9000, 7000 e 5000

A LG Electronics (LG) acaba de lançar a série LG xboom Power, uma nova gama de colunas de festa topo de gama, desenvolvida para proporcionar som potente e entretenimento interativo em convívios de todas as dimensões. Combinando som potente, tecnologias inteligentes e AI Karaoke Master, a gama vai além da simples reprodução de música, ajudando a transformar os convívios em momentos de festa, onde as pessoas podem cantar, conviver e celebrar juntas.

Cada coluna apresenta o xboom Signature Sound, aperfeiçoado e afinado pelo múltiplo vencedor de Grammys will.i.am, para proporcionar graves impactantes e a energia ideal para festas, mantendo, simultaneamente, um som claro e equilibrado. Sendo a gama mais potente da família de colunas para festas xboom da LG, a série inclui a LG xboom Power 9000, Power 7000 e Power 5000, oferecendo três opções adaptadas a diferentes dimensões e ambientes.

Desde encontros mais informais a grandes celebrações ao ar livre, cada modelo oferece uma combinação distinta de potência e funcionalidades interativas para festas.
  • LG xboom Power 9000: o modelo topo de gama da série, concebido para grandes festas e eventos ao ar livre, disponibiliza uma potência de saída contínua de 440W, proporcionando uma ampla cobertura sonora.
  • LG xboom Power 7000: desenvolvida para grandes convívios, espaços exteriores e entretenimento ao ar livre. Com uma potência de saída contínua de 340W, oferece um equilíbrio entre desempenho, facilidade de utilização e versatilidade.
  • LG xboom Power 5000: uma opção versátil para convívios familiares, celebrações informais e encontros de menor dimensão. Com uma potência de saída contínua de 260W, combina funcionalidades de karaoke, iluminação dinâmica para festas e som de elevada qualidade num design mais compacto.
A gama LG xboom Power parte do conceito de que as melhores festas não acontecem simplesmente - começam quando a música inspira as pessoas a cantar, a atuar e a participar. Esta funcionalidade faz com que todos os convidados façam parte do momento. Para ajudar a manter a energia ao longo de toda a festa, os três modelos incluem Iluminação multicolorida AI e efeitos de performance de DJ, que acrescentam, ainda mais, energia e emoção a cada celebração. Cada coluna conta, também, com um Smart Stand, que permite ligar um smartphone ou tablet para apresentar as letras das músicas, facilitando o acompanhamento por parte das pessoas presentes. Além disso, toda a gama está equipada com duas entradas para microfone, permitindo que duas pessoas cantem em simultâneo. Desde momentos espontâneos de canto em grupo a duetos que animam toda a festa, a LG xboom Power Series foi desenvolvida e pensada para transformar momentos partilhados em experiências inesquecíveis.

O AI Karaoke Master e outras funcionalidades interativas facilitam a participação de convidados com diferentes níveis de experiência vocal. Os utilizadores podem transformar rapidamente músicas das suas bibliotecas em músicas de karaoke, ajustar o tom e remover os vocais, sem necessidade de conteúdos específicos de karaoke.
  • AI Vocal Remover[1]: utiliza IA para remover os vocais das faixas existentes, transformando músicas conhecidas em oportunidades para os convidados assumirem o protagonismo.
  • Key Changer: ajusta o tom da música para corresponder melhor à extensão vocal de cada pessoa, permitindo que mais os participantes cantem num tom confortável.
  • Ativação com um toque: inicia o karaoke de forma instantânea, sem configurações complexas, ajudando a manter a festa em movimento.
Não são necessárias músicas específicas de karaoke: permite utilizar as canções já existentes nas bibliotecas dos utilizadores, reduzindo, na maioria dos casos, a necessidade de conteúdos específicos de karaoke.

A LG xboom Power Series otimiza de forma inteligente o som para diferentes géneros musicais e ambientes de utilização.
  • Som AI: analisa o áudio e ajusta as definições de som de acordo com o género musical reproduzido, proporcionando uma experiência de áudio adaptada de forma inteligente.
  • Calibração do espaço: ajusta a saída de som com base no tamanho e na disposição do espaço envolvente, permitindo que a coluna se adapte eficazmente a diferentes ambientes, interiores ou exteriores.
  • Sound Field Enhance: amplia a experiência auditiva ao criar um campo sonoro mais amplo e envolvente, tornando a música mais espacial e imersiva.
  • Auracast™: permite ligar colunas compatíveis da família LG xboom, proporcionando um som sincronizado e uma maior cobertura sonora para criar um ambiente de festa ainda mais envolvente em grandes convívios e eventos.
A gama LG xboom Power já está disponível em alguns mercados e chega a Portugal em outubro. A disponibilidade, os preços e as especificações dos modelos podem variar consoante a região.




Samsonite Nexis

Viajar mudou. Hoje, cada viagem exige soluções que acompanhem um ritmo cada vez mais dinâmico, sem comprometer o conforto, a durabilidade ou o estilo. É desta evolução que nasce a Nexis, uma coleção que traduz a visão da Samsonite sobre o futuro da bagagem: mais inteligente, mais resistente e preparada para acompanhar qualquer destino.

Concebida, desenvolvida e fabricada na Europa, a Nexis combina uma estética contemporânea com a tecnologia exclusiva Roxkin, um material multicamada da Samsonite que garante resistência e leveza, permitindo viajar com confiança e durabilidade.

Cada detalhe foi pensado para proporcionar uma experiência de utilização mais fluida, desde a organização interior e a expansibilidade em todos os tamanhos até às rodas de suspensão extragrandes, que garantem uma deslocação suave e confortável em qualquer viagem.
   
Mais do que uma coleção de malas, a Nexis representa a visão da Samsonite para o futuro das viagens: soluções inovadoras que combinam desempenho, funcionalidade e um design intemporal. Disponível em Preto Ónix, Azul Petróleo, Branco Algodão e Verde Floresta, e nos tamanhos de 55 cm, 70 cm, 76 cm e 82 cm, a Nexis adapta-se a diferentes destinos e estilos de viagem.

  A coleção Nexis está disponível em samsonite.pt e nos pontos de venda da marca, com preços recomendados de 489€ (55cm), 559€ (70cm), e 625€ (76cm).


QNAP Qsirch integra IA VLM e LLM para melhorar pesquisa no NAS

A QNAP anunciou uma importante atualização da sua aplicação principal de pesquisa, o Qsirch, com a introdução do Qsirch AI Mode. Com base na arquitetura do Modelo de Linguagem de Visão (VLM) e do (LLM), o modo IA permite aos utilizadores localizar dados em documentos, imagens, vídeos e ficheiros de áudio, utilizando descrições em linguagem natural. Esta funcionalidade avançada proporciona uma experiência de gestão de dados mais inteligente e proteção de dados de nível empresarial para utilizadores profissionais.

Para além das palavras-chave tradicionais: pesquisa abrangente em quatro formatos multimédia. O modo IA do Qsirch dispõe de uma compreensão semântica avançada que permite efetuar pesquisas de forma integrada em quatro categorias principais de ficheiros:
  • Pesquisa Documental: Suporta vários formatos, incluindo PDF, DOCX e PPTX. A IA compreende o significado contextual, em vez de se basear exclusivamente na correspondência exata de palavras-chave, permitindo aos utilizadores encontrar parágrafos de texto específicos com base no contexto geral.
  • Pesquisa de Imagem: Graças à inferência VLM no local, os utilizadores já não precisam de organizar antecipadamente os álbuns nem de adicionar etiquetas manualmente. Basta descrever uma cena visual para que a IA analise o conteúdo da fotografia e obtenha resultados precisos instantaneamente.
  • Pesquisa de Vídeo e Áudio: No caso de ficheiros de vídeo (MP4, MOV) e áudio (WAV, MP3, M4A), o sistema introduz uma sincronização bidirecional entre a linha temporal e as transcrições. Os utilizadores podem localizar momentos específicos com base em fragmentos de diálogo de que se lembram e clicar no texto para saltar diretamente para esse ponto temporal exato para reprodução, eliminando a necessidade de percorrer manualmente gravações longas ou imagens de eventos.
Para dar resposta aos rigorosos requisitos empresariais em matéria de segurança de dados e conformidade, o Qsirch AI Mode tira partido das capacidades de computação na periferia dos NAS da QNAP. Ao executar toda a inferência dos modelos LLM e VLM localmente no dispositivo, a solução mantém os documentos empresariais confidenciais totalmente protegidos, eliminando simultaneamente as taxas de saída de dados da nuvem. Funcionando de forma totalmente independente de redes externas, o motor central de IA mantém um desempenho de pesquisa de excelência nas intranets empresariais e em ambientes rigorosamente regulamentados e isolados fisicamente. A segurança é ainda reforçada pela integração perfeita com as permissões existentes das pastas partilhadas do NAS, respeitando os níveis de acesso dos utilizadores para minimizar os riscos de exposição de dados.

O novo Qsirch 7.1.0 está já disponível para download no QNAP App Center.


Novos recetores AV CINEMA Series 2 da Marantz

A Marantz, uma das marcas mais conceituadas no mundo do áudio há mais de 70 anos, apresenta a CINEMA Series 2, a nova geração dos seus premiados recetores AV, composta pelos modelos CINEMA 50 Series 2, CINEMA 60 Series 2, CINEMA 60 DAB Series 2 e CINEMA 70s Series 2.

Com base nas reconhecidas prestações, design elegante e facilidade de utilização da atual gama CINEMA, os novos modelos da Series 2 incorporam melhorias na qualidade de som, conetividade, compatibilidade com videojogos e flexibilidade de instalação. Cuidadosamente ajustados pelo Marantz Sound Master, foram todos concebidos para proporcionar uma experiência de entretenimento ainda mais imersiva e emocionante.

No coração de cada recetor da CINEMA Series 2 encontra-se um novo conversor digital-analógico (DAC) de oito canais e 32 bits, que proporciona a conversão simultânea de áudio de alta resolução em cada um dos canais. O resultado é uma maior precisão, imagem sonora mais definida, melhor expressão dinâmica e desempenho mais coerente do som envolvente em todo o espaço de audição. O processamento simultâneo de todos os canais também reduz os erros de sincronização e simplifica o percurso do sinal, oferecendo maior consistência e fiabilidade.

Reforçando ainda mais o compromisso da Marantz com a excelência acústica, o Dirac Live Room Correction está agora disponível como opção paga em mais modelos do que nunca. Os modelos CINEMA 60 Series 2, CINEMA 60 DAB Series 2 e CINEMA 70s Series 2 juntam-se ao CINEMA 50 com compatibilidade com o Dirac Live, permitindo desfrutar de graves mais precisos, maior precisão temporal, uma resposta tonal mais uniforme e uma zona de audição ideal significativamente mais ampla. O CINEMA 50 Series 2 mantém ainda a compatibilidade com todo o ecossistema Dirac, incluindo a Correção Acústica, Controlo de Graves e Tratamento Acústico Ativo (ART).

A CINEMA Series 2 incorpora novas funcionalidades inteligentes concebidas para se adaptarem à forma como hoje em dia desfrutamos do cinema, da música e dos videojogos. Uma futura atualização de firmware irá adicionar compatibilidade com Bluetooth LE Audio de baixa latência, reduzindo significativamente o atraso na audição sem fios com auscultadores e dispositivos móveis compatíveis. Além disso, a plataforma HEOS foi atualizada para oferecer uma experiência de streaming mais ágil e alargar as possibilidades de reprodução em várias divisões.

O novo Web Control 2.0 permite configurar e controlar totalmente o sistema a partir de qualquer smartphone, tablet ou computador, eliminando a necessidade de utilizar os menus no ecrã da televisão durante a instalação. Além disso, para os instaladores profissionais, o HDMI Diagnostics 2.0, integrado no Custom Installation Mode, oferece verificação automática das ligações HDMI e funções avançadas de diagnóstico, agilizando a instalação e reduzindo o tempo de configuração. A nova função Channel Level Monitoring proporciona uma visualização em tempo real da atividade de todos os canais nos modelos da CINEMA Series 2, facilitando a verificação do funcionamento das colunas e do desempenho do sistema. Exclusivo do CINEMA 50 Series 2, o novo Dolby Atmos Channel Expander aumenta ainda mais a imersão, tirando partido de todas as colunas disponíveis durante a reprodução de conteúdos Dolby Atmos baseados em canais. O CINEMA 50 Series 2 incorpora ainda o novo Center Bi-Amp Mode, que melhora a clareza dos diálogos e complementa o modo Bi-Amp já disponível para as colunas frontais esquerda e direita compatíveis.

Conscientes da crescente importância dos jogos no entretenimento doméstico, os novos modelos da CINEMA Series 2 incorporam compatibilidade com a transmissão de sinal de vídeo a 1440p e com a tecnologia AMD FreeSync, oferecendo uma experiência de jogo mais fluida, menor latência e uma imagem sem interrupções em computadores e consolas compatíveis. Combinadas com as funcionalidades HDMI 2.1 já presentes nos produtos Marantz, estas melhorias garantem um desempenho excecional com as plataformas de jogos mais exigentes da atualidade.

Quer seja para criar uma sala de cinema em casa dedicada, renovar uma sala de entretenimento familiar ou integrar um sistema audiovisual num espaço de dimensões reduzidas, a CINEMA Series 2 oferece uma solução adaptada a cada ambiente.

O CINEMA 50 Series 2, o modelo de referência da gama, combina nove canais de amplificação e 11.4 canais de processamento com o conjunto de funcionalidades mais completo, incluindo compatibilidade avançada com Dirac, Dolby Atmos Channel Expander e Center Bi-Amp Mode.

O CINEMA 60 DAB Series 2 incorpora muitas das mais recentes inovações da plataforma, entre as quais o Dirac Live Ready, a nova arquitetura DAC e uma conetividade melhorada. Para instalações em que o espaço é um fator fundamental, o CINEMA 70s Series 2 mantém o elegante design ultrafino da Marantz e incorpora a mesma plataforma DAC de nova geração, funcionalidades de streaming melhoradas e conetividade de última geração que os seus modelos superiores. Todos os modelos Marantz CINEMA Series 2 mantêm saídas de pré-amplificador para todos os canais, permitindo uma integração simples com amplificadores de potência externos.

Os novos CINEMA 50 Series 2, CINEMA 60 DAB Series 2 e CINEMA 70s Series 2 da Marantz estarão disponíveis a partir do website oficial e revendedores autorizados a partir de meados de setembro, início de outubro e meados de outubro, respetivamente, com preços a anunciar brevemente.


№ 19

CMF Buds Neo chegam com ANC e 52 horas de autonomia a preço de saldo

A CMF, marca económica da Nothing, apresentou os novos CMF Buds Neo, earphones Bluetooth que apostam no preço acessível sem dispensar o cancelamento activo de ruído e longa autonomia.

Os novos earphones CMF Buds Neo utilizam um design intra-auricular e estão equipados com drivers dinâmicos de 12.4 mm. Já a caixa de carregamento adopta um formato quadrado com cantos arredondados, incluindo o característico botão circular da CMF e um encaixe para cordão.
No departamento de áudio, os Buds Neo oferecem cancelamento ativo de ruído (ANC) até 35 dB, bem como tecnologia de redução de ruído ambiental (ENC) para chamadas mais nítidas. O conjunto inclui ainda quatro microfones para melhorar a captação de voz. Os auriculares suportam Bluetooth 6.0, os codecs AAC e SBC, ligação simultânea a dois dispositivos, além de compatibilidade com Google Fast Pair e Microsoft Swift Pair. Através da aplicação da marca é possível personalizar a equalização e activar áudio espacial estático.
A autonomia é um dos principais destaques. Com o ANC activado, os CMF Buds Neo prometem até 8 horas de reprodução contínua, prolongados até 30 horas quando combinados com a caixa de carregamento. Com o ANC desligado, a autonomia pode atingir 11 horas nos auriculares e impressionantes 52 horas no total.

Os CMF Buds Neo contam ainda com certificação IP55 para resistência a pó e salpicos de água, enquanto a caixa possui certificação IPX2. Estarão disponíveis nas cores Preto, Azul Escuro e Branco, com um preço de lançamento na Índia de apenas 20 euros.


№ 20

Actualização de Agosto do Windows provoca problemas em jogos

Se estavam com saudades das bugs que acompanham cada actualização do Windows, eis que estão de volta, afectando uma série de jogos.

A Microsoft já confirmou estar a investigar um problema ligado às actualizações de Agosto de 2026 para o Windows 11, que pode impedir alguns jogos de arrancarem correctamente ou provocar bloqueios inesperados. O bug afecta sistemas com Windows 11 24H2 e 25H2 após a instalação da actualização KB5121003 disponibilizada no Patch Tuesday de Agosto. Entre os jogos que podem enfrentar problemas estão títulos bastante populares como o ARC Raiders, MARVEL Tōkon: Fighting Souls e The Finals.

Os sintomas reportados incluem congelamentos durante o jogo, encerramentos inesperados, erros "EXCEPTION_ACCESS_VIOLATION", e até reinícios automáticos do sistema. Enquanto isso, a Embark Studios, criadora de The Finals, identificou uma possível causa relacionada com o ficheiro de sistema inpoutx64.sys, que terá sofrido alterações após a instalação da actualização. O estúdio sugere, como solução temporária, apagar o ficheiro problemático para permitir que o jogo volte a funcionar, embora esta abordagem seja destinada apenas a utilizadores avançados.
  1. Lançar o Command Prompt como Administrator
  2. Escrever "sc stop inpoutx64" (sem aspas) e fazer Enter.
  3. De seguida escrever "sc delete inpoutx64" (sem aspas) and press Enter.
  4. Depois, ir até C:\\Windows\\System32\\drivers no File Explorer, e eliminar o ficheiro inpoutx64.sys.
A Microsoft recomenda que os jogadores afectados enviem relatórios através da aplicação Feedback Hub para ajudar na investigação. Não é a primeira vez que actualizações do Windows causam problemas com jogos, dando sempre origem a uma nova vaga de utilizadores que dizem que, neste momento, se vai tornando cada vez mais atractivo optar pelo Linux para jogos, havendo muitos deles que até correm melhor em Linux do que no próprio Windows.