PlanetGeek

Android prepara backup para PC

13-04-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

O Android está a preparar uma opção de backup para PC, evitando a necessidade de batalhar contra a falta de espaço na cloud.

A Google está a desenvolver uma nova funcionalidade para Android que pode ajudar a aliviar o problema clássico do "espaço cheio" na cloud. A opção, chamada Automatic backup, permitirá aos utilizadores libertar espaço no telemóvel sem depender de serviços cloud.

A novidade foi descoberta numa versão beta do Google Play Services e surge nas definições do Quick Share. A funcionalidade permite fazer cópias automáticas de fotos, vídeos, e ficheiros de áudio, directamente para um PC, mantendo tudo armazenado localmente em vez de usar a cloud.
Os utilizadores poderão escolher exactamente o que pretendem guardar e controlar o funcionamento da sincronização, com opções automáticas ou manuais, havendo também um botão "Back up now". Além disso, ao apagar ficheiros do telemóvel, estes não serão removidos do PC, facilitando a gestão de espaço sem arriscar perder dados que já tinham sido guardados.

Por estar integrada no Quick Share, a funcionalidade deverá usar transferências locais entre dispositivos, sem necessidade de ligação à internet, desde que se esteja na mesma rede - tornando o processo mais rápido.

Lifetime Office 2021 Pro a €31 e Windows 11 Pro a €13 na Godeal24

13-04-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada


No atual contexto de orçamentos apertados, reduzir custos sem comprometer a qualidade é um verdadeiro desafio - especialmente no que diz respeito a ferramentas essenciais como o Microsoft Office, a base do trabalho diário, desde a edição de documentos e análise de dados até à colaboração fluida em equipa. Agora tem a oportunidade de poupar bastante na Godeal24 PC Software Sale, com até 62% de desconto em licenças originais do Office. Esta semana, as licenças vitalícias do Office atingiram o preço mais baixo de sempre - custando menos do que apenas 3 meses de uma subscrição Microsoft 365, mas ficando sua para sempre. E as poupanças não ficam por aqui. Os utilizadores que pretendem atualizar o sistema operativo podem beneficiar de 50% de desconto no Windows, por pouco mais de 10€. As ofertas imbatíveis incluem:
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Linux aceita código AI - desde que seja bom

13-04-2026 | 14:30 | Aberto até de Madrugada

Linus Torvalds esclareceu a posição do Linux face ao código gerado por AI: aceitando-o, desde que tenha o nível de qualidade exigido.

O projecto do kernel Linux definiu novas regras quanto ao código gerado por AI, colocando um ponto final em meses de discussão intensa na comunidade open-source. A nova política permite o uso de ferramentas AI, mas impõe regras claras de transparência. Em vez da tradicional etiqueta "Signed-off-by", contribuições com ajuda de AI passam a exigir a indicação "Assisted-by", tornando explícito o uso destas ferramentas.

No centro da decisão está uma ideia simples defendida por Linus Torvalds e partilhada por muitos outros developers: a AI é apenas mais uma ferramenta, e a responsabilidade final deve ser sempre do programador. Quaisquer bugs, falhas de segurança, ou problemas legais associados ao código gerado por AI recaem totalmente sobre quem o submeteu. Em vez de proibir o uso de ferramentas AI, o foco passa a ser a responsabilização pelo seu uso e transparência. A decisão surge após preocupações no ecossistema open-source. Alguns projectos chegaram a proibir completamente código gerado por AI devido a riscos legais ligados a licenças e dados de treino. Outros enfrentam uma avalanche de "AI slop", com contribuições de baixa qualidade, patches enormes, e bugs adicionais que consomem tempo aos responsáveis dos projectos.

Com estas novas regras, o kernel Linux procura fomentar o uso de ferramentas modernas sem perder o foco na qualidade do código. Os programadores podem usar AI para acelerar o trabalho - como desde logo seria inevitável que acontecesse - mas têm que assumir total responsabilidade pelo resultado final.

MS melhora versões beta do Windows 11

13-04-2026 | 13:00 | Aberto até de Madrugada

A Microsoft vai simplificar a vida a quem quiser explorar as versões de desenvolvimento do Windows 11.

A Microsoft está a facilitar o acesso a funcionalidades experimentais no Windows 11, eliminando a necessidade de ferramentas de terceiros como o ViVeTool. Como parte de uma reformulação do Windows Insider Program, a empresa está a simplificar os canais de teste, juntando os antigos Dev e Canary num novo canal Experimental e renovando o canal Beta.

Durante anos, a Microsoft utilizou o sistema Controlled Feature Rollout (CFR) para lançar funcionalidades de forma gradual, muitas vezes deixando alguns utilizadores de fora devido. Este sistema gerava grande frustração entre os Insiders, que frequentemente recorriam ao ViVeTool e a IDs ocultos para terem acesso a novidades que estavam a ser testadas.
Agora isso muda. Os utilizadores no novo canal Experimental passam a poder activar ou desactivar funcionalidades directamente através de uma nova secção "Feature Flags" nas Definições. Já o canal Beta deixa de ter lançamentos graduais, garantindo um acesso global mais consistente às novidades para todos os utilizadores.
A Microsoft está também a simplificar a forma como os utilizadores interagem com o programa Insider. A nova estrutura facilita a escolha entre os canais Experimental e Beta, incluindo ainda uma opção "Future Platforms" para quem estiver disposto a experimentar builds mais avançadas. Outra grande melhoria é que também passará a será possível mudar de canal de desenvolvimento, ou sair do programa, sem ter que reinstalar completamente o Windows, graças ao suporte para actualizações "in-place".

Módulo de tomadas Tessan com 3 USB + 3 tomadas a €22

13-04-2026 | 11:33 | A Minha Alegre Casinha

Uma excelente opção para quem tem que lidar com um número crescente de dispositivos USB para recarregar, é usar um módulo de tomada com portas USB integradas, como é o caso deste módulo cubo de tomada Tessan com 3x tomadas mais 3x USB (incluindo USB-C).

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas estes módulos de tomada com portas USB integradas acabam por ser uma solução bastante atractiva, já que permitem manter a utilidade da tomada original, mas adicionando portas USB adicionais para carregarem outros equipamentos sem necessidade de carregadores individuais.
Este módulo de tomada Tessan com 3x tomadas mais 3x USB (1x USB-C) está disponível por 22 euros na Amazon Espanha.

As portas USB-A podem fornecer até 5 V a 2.4 A (12 W) cada uma, a USB-C pode fornecer 3 A (15 W). Quanto à tomada em si, poderá suportar cargas até um máximo de 2500 W; e temos ainda a vantagem de um prático interruptor facilmente acessível para cortar completamente a energia e evitar os consumos "fantasma" em standby.

É uma opção bastante interessante, especialmente para locais como casas de banho ou cozinhas, onde será conveniente manter o acesso à tomada eléctrica, mas ainda assim arranjar forma de recarregar aparelhos via USB - não só os habituais smartphones e tablets, mas também coisas como colunas Bluetooth, relógios, iluminação recarregável, escovas de dentes e máquinas de barbear, etc.


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Tesla FSD vai "sofrendo" nas estradas europeias

13-04-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A Tesla conseguiu finalmente aprovar o uso do FSD na Holanda, e já começaram a ser partilhadas as "complicações" de conduzir na Europa.

Depois de vermos os vídeos das melhorias (e retrocessos) do modo FSD (Supervisionado) da Tesla nos EUA ao longo dos anos, finalmente é tempo dos condutores europeus se poderem juntar à festa. Com o FSD a ter sido aprovado na Holanda vão multiplicando os vídeos de como o FSD lida - ou não lida - com as peculiaridades das estradas europeias.

Desde já começaram a ser detectados alguns detalhes, como um novo alerta que indica que as luzes dos semáforos podem não estar visíveis - algo para que muitos condutores dos Tesla alertam há anos, devido ao posicionamento dos semáforos europeus face aos semáforos norte-americanos (diga-se que, muitas vezes, até um condutor humano tem que fazer algum contorcionismo para "espreitar" os semáforos). Há também um sistema de velocidade dinâmica que visa lidar com o "pormenor" do limite de velocidade máxima ser muitas vezes ignorado, optando por seguir a uma velocidade idêntica à dos outros veículos, em vez de cumprir estritamente o limite indicado.

Dito isso, era desde logo inevitável que, com a activação do FSD, não demorassem a surgir casos caricatos, como o que se segue: em que o FSD não quis arriscar passar por um espaço apertado e decidiu recuar - numa manobra que o levaria a fazer marcha-atrás por mais de uma centena de metros numa estrada estreita. A parte curiosa é que, quando chegou a um local em que tinha mais algum espaço devido a lugares de estacionamento desocupados, o FSD ia tentar fazer inversão de marcha, para depois seguir em contra-mão! Uma manobra que foi obviamente cancelada pelo condutor, que manualmente conduziu pelo espaço estreito que o FSD se recusou a passar.

FSD in Amsterdam can’t squeeze between an oddly parked moving truck and a parked bicycle. Then tries to reverse in a one way street 😅 @aelluswamy pic.twitter.com/I1w0PLPuNZ

— Thijs van Schadewijk (@tvanschadewijk) April 12, 2026
Podemos esperar muitos mais vídeos ao longo das próximas semanas e meses, de como o FSD reage às infinitas variáveis das estradas europeias, que se tornam num desafio bem diferente daquele que enfrenta nas estradas norte-americanas.

BYD promete baterias de estado sólido para 2030

13-04-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

A BYD diz que as baterias de estado sólido só entrarão em produção em volume em 2030, mas relembra que as baterias actuais já são suficientemente boas.

As baterias de estado sólido continuam a ser vistas como a meta suprema dos veículos eléctricos, e a BYD acaba de reforçar essa ideia com novos detalhes sobre o estado desta tecnologia eos seus planos. Segundo Lian Yubo, cientista-chefe da empresa, estas baterias já atingiram um estado de desenvolvimento bastante avançado, mas ainda estão longe de chegar em massa ao mercado. Embora a tecnologia já funcione em ambiente de laboratório, a produção em larga escala continua a ser um grande desafio. E é esse, neste momento, o principal obstáculo: transformar as baterias de estado sólido num produto viável, acessível, e pronto para ser aplicado em milhões de carros.

As baterias de estado sólido diferenciam-se das actuais por utilizarem materiais sólidos em vez de electrólitos líquidos, o que as torna mais seguras e menos propensas a incêndios. No entanto, essa mudança traz novos problemas técnicos. Entre os principais desafios estão a estabilidade entre os materiais e como prevenir a formação de dendritos de lítio, pequenas estruturas que podem crescer no interior da bateria e causar falhas. Lian Yubo também revela que a BYD tem uma abordagem "inversa" no desenvolvimento das baterias: em vez de criar uma bateria para depois as colocar nos carros, começa pelas necessidades dos condutores e tenta cria baterias que cumpram esse objectivo: por exemplo, privilegiando a sua longevidade para que dure décadas, ou que seja capaz de ser recarregada em poucos minutos.
Enquanto as baterias de estado sólido não chegam ao mercado, a BYD continua a melhorar as baterias actuais. A empresa está a trabalhar na nova Blade Battery 2.0, baseada em tecnologia LFP, que promete uma densidade energética de cerca de 210 Wh/kg e tempos de carregamento impressionantes. Segundo a marca, será possível passar dos 10% aos 70% em apenas cinco minutos, aproximando-se da rapidez de abastecimento de um carro a combustão. Paralelamente, a BYD está também a investir em baterias de iões de sódio, uma alternativa mais barata ao lítio. Estas baterias poderão atingir até 10.000 ciclos de carga, o que, em utilização diária, poderia traduzir-se numa vida útil superior a 25 anos. Embora não sejam ideais para veículos de alto desempenho, podem desempenhar um papel importante no segmento dos carros eléctricos mais acessíveis.

Quanto às baterias de estado sólido, a BYD já aponta um calendário concreto. A produção em pequena escala deverá arrancar em 2027, com modelos mais exclusivos ou de demonstração tecnológica. No entanto, a produção em volume só deverá acontecer mais perto de 2030. Veremos se a promessa será cumprida, ou se nessa altura voltaremos a ver o prazo adiado mais para a frente.

Headphones Sony WH-1000XM5SA a €217

13-04-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

Os headphones Sony WH-1000XM5, uma das referências em termos de cancelamento de ruído, estão disponíveis a um preço reduzido.

Sucessores dos já excelentes WH-1000XM4, esta geração XM5 vem com 8 microfones e com um processador adicional, que promete maior eficácia na redução de ruído nas frequências médias e altas. O design foi alterado mas mantêm-se os controlos via toques e swipes, e com botão físico para activar o modo de cancelamento de ruído. No capítulo sonoro, a Sony trocou os drivers de 40 mm por novos de 30 mm, que diz serem capaz de produzir som "mais natural". Esta variante "SA" dispensa o estojo rígido de transporte e troca-o por uma bolsa.
Os headphones WH-1000XM5SA estão disponíveis por 217 euros na Amazon Espanha - ou, se preferirem o modelo mais recente, podem espreitar os XM6.

Com design over-ear e autonomia para 30 horas de funcionamento, são o tipo de headphones que depressa se tornará no melhor amigo de quem gosta de eliminar os ruídos exteriores para se concentrar naquilo que está a fazer, e que serão especialmente eficazes no caso de quem gosta de aproveitar viagens de comboio ou avião para ir adiantando trabalho, ou simplesmente desfrutar de momentos de música (ou vídeo) sem se preocupar com os barulhos exteriores.


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Xiaomi SU7 renovado impulsiona vendas

13-04-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Como se esperava, a renovação do Xiaomi SU7 veio revitalizar as vendas da Xiaomi na China.

A Xiaomi continua a acelerar no mercado dos carros eléctricos e os números mais recentes mostram os resultados da renovação do SU7. Em Março, a empresa entregou 21.440 veículos, um resultado que marca um pequeno aumento de 5% face ao mês anterior, e que revela o efeito do SU7 renovado.

O novo SU7 foi oficialmente apresentada a 19 de Março, com entregas a arrancarem apenas quatro dias depois. Mesmo com este arranque tardio, a Xiaomi conseguiu garantir mais de 15 mil unidades reservadas em 30 minutos e entregar 7.882 unidades até ao final do mês, um salto enorme face às 218 unidades da versão anterior vendidas em Fevereiro. O preço é outro factor-chave neste sucesso inicial. O SU7 começa nos 27.500 euros na China, posicionando-se como uma alternativa mais acessível face a concorrentes como a Tesla.

Apesar de tudo, o SUV YU7 continua a ser o principal pilar das vendas da marca. Em Março, foram entregues 13.558 unidades, representando mais de 63% do total mensal. Ainda assim, o modelo não escapou a uma quebra significativa face a Fevereiro, com uma descida de quase 33%. Parte dessa desaceleração poderá estar ligada à expectativa dos consumidores em relação ao novo SU7.
Para manter o YU7 atractivo, a marca lançou recentemente a versão mais desportiva: o YU7 GT com 990cv.

Olhando para o futuro, a Xiaomi não esconde a ambição. Depois de entregar mais de 411 mil veículos em 2025, a empresa definiu a meta de atingir os 550.000 veículos em 2026. Para isso, será essencial manter as vendas do SU7 e YU7 - e relembramos que não faltam interessados na Europa, caso as vendas na China comecem a fraquejar (é esperado que a Xiaomi comece a comercializar os seus carros por cá em 2027).

Instagram com edição de comentários

13-04-2026 | 07:00 | Aberto até de Madrugada

Os utilizadores do Instagram passam finalmente a poder corrigir comentários depois de já terem sido publicados.

O Instagram está finalmente a lançar uma funcionalidade há muito pedida: a possibilidade de editar comentários depois de serem publicados. Isto chega tanto ao Android como ao iOS e permite corrigir erros ou ajustar o texto sem ter que recorrer à táctica alternativa de apagar o comentário existente e voltar a publicar um novo.

Ainda assim, há algumas limitações para prevenir abusos. Os utilizadores têm apenas 15 minutos após a publicação para fazer alterações. Depois desse período já não poderá ser editado.
Existem também algumas restrições na forma como a edição funciona. Apenas o texto pode ser alterado, o que significa que, se um comentário incluir texto e uma imagem, só a parte escrita pode ser modificada.

Do ponto de vista técnico o Instagram optou pelo sistema mais simples de edições. Os utilizadores podem fazer um número ilimitado de edições dentro da janela de 15 minutos, mas não é possível ver o histórico das alterações feitas - os utilizadores apenas podem ver a última correcção feita, a par de uma legenda que indica que o comentário foi editado, sem poderemn ver as versões anteriores.

Crack para Resident Evil: Requiem remove Denuvo e melhora o jogo

12-04-2026 | 20:00 | Aberto até de Madrugada

O jogo Resident Evil: Requiem já está a circular sem o DRM Denuvo, gastando menos memória e tendo melhor desempenho.

O Denuvo é um sistema de protecção de jogos que se tornou num dos mais odiados de sempre, por exigir permissões cada vez mais intrusivas, e frequentemente tendo impacto bastante negativo no desempenho dos jogos. Agora, volta a sucumbir aos crackers em tempo recorde.

O jogo Resident Evil: Requiem, lançado há pouco mais de um mês, já terá tido a sua protecção Denuvo completamente removida, num processo mais rápido do que o habitual para títulos com este DRM. Um crack que chega a par de versões de bypass que também se têm multiplicado. A principal diferença está na forma como funcionam. Os bypass mantêm o Denuvo activo, o que pode afectar o desempenho, enquanto os cracks removem ou neutralizam totalmente o DRM. Neste caso, testes iniciais apontam que a versão crackada sem Denuvo apresenta melhor desempenho, com mais FPS e menor utilização de memória (VRAM e RAM).


Relembre-se que os estúdios pagam milhões de euros pelo uso destes sistemas de DRM, com a expectativa de resistirem à "pirataria". Ficando uma vez mais demonstrado que isso é uma tarefa impossível, não seria tempo dos estúdios abandonarem esta triste tradição, que acaba por apenas penalizar os consumidores legítimos, enquanto aqueles que optarem pode usar as versões crackadas ficom com todas as vantagens?

A sanita espacial da missão Artemis II

12-04-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

A missão Artemis II já regressou à Terra com os quatro astronautas a salvo, sendo momento para analisar o que correu mal.

Felizmente, a missão correu sem incidentes de maior, com os problemas da missão Artemis II a terem sido principalmente: uma péssima publicidade para a Microsoft, com os seus dois Outlooks encravados; e problemas com a sua sanita espacial.

Com o nome oficial de Universal Waste Management System, a sanita espacial a bordo da Artemis não era um componente crítico. Sendo uma missão com apenas dez dias de duracção, os astronautas tinham sistemas de backup adequados para lidar com as suas necessidades fisiológicas. Ainda assim, é um componente que terá que funcionar a 100% no caso de missões de duração superior, e que certamente será alvo de melhorias com base no que aconteceu nesta missão.

The space toilet is one of the most essential pieces of equipment on board. The crew has had to troubleshoot a few issues to use the Universal Waste Management System. So what exactly is the issue? Find out in this explainer video. pic.twitter.com/cfvgyGyEUD

— NASA (@NASA) April 10, 2026
As sanitas espaciais não são propriamente uma novidade - são usadas na ISS (Estação Espacial Internacional) há mais de uma década. A novidade do sistema usado na Artemis é ser mais compacto, e também ele foi testado durante vários anos na ISS. Ainda assim, isso não impediu que o sistema ficasse "encravado" ao tentar ejectar a urina dos astronautas (a cápsula Orion foi reorientada para que o sistema ficasse exposto ao sol e ajudasse a descongelar o chichi que se suspeitava que tivesse ficado congelado nos tubos).

Agora é esperar que as coisas corram melhor, a nível da ida à sanita, para as futuras missões Artemis e eventual presença permanente na Lua.

Coreia do Sul com dados móveis ilimitados

12-04-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Na Coreia do Sul, as três maiores operadoras, SK Telecom, KT, e LG Uplus, vão disponibilizar dados móveis ilimitados aos seus clientes - embora a velocidade reduzida.

A Coreia do Sul vai implementar uma mudança significativa no acesso à internet móvel, com as três principais operadoras do país a oferecerem dados ilimitados a baixa velocidade a mais de 7 milhões de clientes. Com esta medida, após esgotarem o seu plafond mensal de dados, os clientes continuarão a ter acesso à internet, a uma velocidade de 400 Kbps, em vez de enfrentarem cortes ou custos adicionais.

Embora 400 Kbps esteja muito abaixo das velocidades típicas do 5G, é suficiente para tarefas essenciais como mensagens, chamadas VoIP e autenticação de dois factores. O objectivo é garantir que os utilizadores nunca ficam totalmente sem acesso à internet, mesmo após atingirem o limite de dados. A decisão faz parte de uma estratégia mais ampla do governo para definir o acesso à internet como um "direito básico das telecomunicações".

Para além desta medida, as operadoras comprometeram-se a melhorar os planos para idosos, reforçar o WiFi nos transportes públicos e lançar opções 5G mais acessíveis. Melhorias para os consumidores sul-coreanos que muitos vêem também como sendo uma forma de atenuar algumas das polémicas de que estas empresas têm sido alvo: a SK Telecom e LG Uplus viram os dados dos seus clientes serem roubados recentemente, a KT passou por um incidente ainda mais gravoso, em que infectou os computadores de 600 mil clientes com malware de forma deliberada.

Asus lança cabo ROG Equalizer 12V-2x6 para gráficas

12-04-2026 | 13:30 | Aberto até de Madrugada

A ASUS lançou um cabo 12V-2x6 - o ROG Equalizer - que deverá reduzir os riscos dos cabos e fichas derretidas que podem arruinar placas gráficas de milhares de euros.

A ASUS apresentou o novo cabo ROG Equalizer para o padrão 12V-2x6, prometendo melhor fornecimento de energia e maior segurança. Mas, ao contrário do que o seu nome pode fazer acreditar, não existe nenhum sistema electrónico complexo que regula a corrente pino a pino. Em vez disso, a solução parece apostar num design físico mais robusto, com maior capacidade eléctrica e maior superfície de contacto nos pinos.

De acordo com a informação disponível, o cabo praticamente duplica a capacidade de corrente de cerca de 9.2A nos cabos tradicionais para 17A. A ASUS destaca os contactos maiores banhados a ouro no lado do GPU, reduzindo a resistência e o aquecimento. Isto é relevante porque muitos dos problemas com conectores 12VHPWR e 12V-2x6 estão ligados a maus contactos e distribuição desigual da carga, e não à espessura do cabo. Em vez de equilibrar a corrente de forma activa, o ROG Equalizer deverá basear-se em melhorias passivas, com materiais de maior qualidade e maior margem térmica. Uma solução que se revela a mais simples e lógica, já que fazer um controlo real para cada pino individual exigiria electrónica complexa, que levaria o seu preço para valores exorbitantes.
O cabo é compatível com fontes ATX 3.1 com ligação nativa 12V-2x6, mas as funcionalidades extra ficam reservadas ao ecossistema da ASUS. Quando utilizado com fontes ROG, permite aceder a ferramentas de monitorização e dados adicionais. Acaba por ser o tipo de melhoria que mostra como é possível corrigir problemas "à moda antiga", neste caso, através de uma simples melhoria nas características físcas das fichas de contacto.

Codex da OpenAI usa GPU excessivo devido a animação de pensar

12-04-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

Foi descoberto um curioso bug que está a provocar uso excessivo do GPU quando o Codex da OpenAI está a pensar - e o motivo é completamente ridículo.

É certo e sabido que o processamento AI pode ser bastante intensivo, mas desta vez o que está a gerar curiosidade é o facto do Codex estar a usar GPU de forma excessiva quando tal não é justificado.

Depois de alguns testes rápidos, a suspeita do uso excessivo parece estar relacionado com a apresentação do pequeno icon rotativo de espera quando o modelo está a "pensar", e não com qualquer tipo de processamento real. Quando o icon está visível temos o processamento excessivo, quando se esconde o icon a carga do GPU volta para os valores normais.
Ora, este tipo de elemento gráfico deveria ser algo com impacto praticamente nulo na carga de processamento do GPU, o que faz levantar novas questões quanto à qualidade do código em si, e da eventualidade de ter sido gerado por AI - o chamado "vibe coding" - nem sempre com o melhor nível de qualidade.

Veremos se é algo que a OpenAI corrige em breve, ou se opta por se fazer despercebida e assumir que este é o novo estado das coisas.

AMD Zen 6 promete grandes melhorias

12-04-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

A próxima geração Zen 6 da AMD poderá representar um salto substancial face aos actuais chips Zen 5.

Com a AMD a "queimar os últimos cartuchos" com o poderoso (e dispendioso) AMD Ryzen 9 9950X3D2 as atenções voltam-se para o que virá a seguir. Um novo leak indica que os próximos processadores AMD Zen 6 poderão trazer ganhos de desempenho significativos em várias áreas. De acordo com as informações que têm circulado, a nova arquitectura deverá oferecer mais núcleos, frequências mais elevadas, mais cache e melhorias relevantes no IPC (Instructions per cycle), podendo tornar-se numa das maiores evoluções de sempre dos chips AMD.

Uma das principais novidades é o aumento do número de núcleos por chiplet. O Zen 6 deverá passar de 8 para 12 núcleos por CCD, permitindo até 24 núcleos nos chips Ryzen de gama média. Além disso, a cache L3 por chiplet deverá crescer de 32MB para 48MB, enquanto as versões com 3D V-Cache poderão atingir até 144MB, o que poderá melhorar bastante o desempenho em jogos e apps. Num eventual sucessor Ryzen 9 9950X3D2 isto significaria que poderíamos ter perto de 300MB de cache, embora isso seja algo que provavelmente só veremos daqui por alguns anos.

O suporte de memória também deverá evoluir, com compatibilidade para DDR5-8000, acima dos típicos DDR5-6000 das gerações actuais. A isto juntam-se frequências na casa dos 6.3-6.4 GHz, superiores às dos chips Zen 5, bem como ganhos de IPC estimados entre 10% e 15%.

Apesar de estas informações não serem oficiais, tudo aponta para um salto significativo de desempenho. Ainda não existe uma data de lançamento confirmada, mas é esperado que esta nova geração Zen 6 possa chegar no início de 2027 - embora não fique posta de parte a opção do lançamento ser antecipado. Resta esperar que, até lá, os preços da RAM e SSDs possam descer para os níveis "pré-AI", caso contrário vai ser complicado (leia-se: dispendioso) montar novos PC com estes novos CPUs.

Citroën C3 foi o automóvel mais vendido em Portugal no mês de Março

12-04-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A Citroën reconfirmou no passado mês de março a sua trajetória de crescimento, tendo voltado a assegurar a quarta posição entre as marcas mais vendidas em Portugal.

Considerando o mercado total, VP + VCL, de Veículos de Passageiros e Veículos Comerciais Ligeiros, a Citroën acumulou um volume total de 1.921 unidades vendidas garantindo uma quota de mercado de 6,5%. No que diz respeito ao mercado VP, com 1.697 automóveis vendidos, garantiu não só uma quota de mercado de 6,4% como registou, igualmente, um impressionante crescimento de 29,5%, num mercado que cresceu 8,5%. No mercado VCL, com 224 unidades entregues a clientes, conquistou uma quota de mercado de 7,6%. Foi também, entre as doze marcas mais vendidas do mercado, aquela que registou um maior crescimento, com 23,6%.

Citroën C3 foi o automóvel preferido dos portugueses em março

O Citroën C3, disponível com motorizações híbridas, 100% elétricas e puramente a combustão, foi o automóvel mais vendido em Portugal no mês de março com um total de 980 unidades entregues.

Este resultado confirmou o C3 como o automóvel preferido dos portugueses neste mês e reforça a sua posição como o terceiro modelo mais vendido no acumulado do ano no mercado nacional, com 1.736 unidades matriculadas nos primeiros três meses de 2026.

Citroën liderou mercado VCL 100% elétrico

Também no mercado BEV, de automóveis elétricos alimentados a bateria, a Citroën garantiu no passado mês de março uma posição de destaque no mercado automóvel nacional, assumindo-se como a marca líder do mercado VCL 100% elétrico. Foi também a marca do Grupo com o maior número de automóveis 100% elétricos VP+VCL, com 389 unidades.

No que diz respeito ao mercado acumulado no primeiro trimestre do ano, a Citroën repete também o excelente desempenho, assegurando, igualmente, a quarta posição do mercado em todas as suas vertentes. No mercado total, VP+VCL, com 4.315 unidades vendidas e uma quota de mercado de 6,0%, a Citroën é a marca do top 10 nacional que mais cresce, com uma subida de 20,8% das suas vendas, num mercado que evoluiu 7,9%. No mercado VP, a marca acumula nos três primeiros meses vendas de 3.713 unidades, volume que lhe garante uma quota de mercado de 5,8% e um impressionante crescimento de 41,9%. Já no mercado VCL, a Citroën comercializou, até ao momento, 602 veículos comerciais ligeiros, o equivalente a uma quota de 8,2%.


[Pela Estrada Fora]

França vai mudar de Windows para Linux

11-04-2026 | 20:00 | Aberto até de Madrugada

França está a planear abandonar o Microsoft Windows em alguns sistemas governamentais, optando pelo Linux para reduzir a dependência de tecnologia dos EUA.

O estado das relações entre a UE e os EUA fazem com que alguns países se queiram afastar da dependência do software norte-americano. Em França a transição de Windows para Linux deverá começar na agência digital do governo, a DINUM, com o objectivo de reforçar o controlo sobre a infraestrutura digital e os dados.

O Linux, sendo open source e gratuito, oferece grande flexibilidade através de distribuições personalizadas adaptadas a diferentes necessidades. As autoridades francesas vêem isto como uma vantagem importante para criar sistemas mais independentes e seguros, sem depender de fornecedores estrangeiros. Segundo o ministro David Amiel, estamos numa era em que o governo já não pode aceitar ter apenas um controlo limitado sobre os seus próprios dados e infraestrutura. Ainda assim, não foi apresentado um calendário concreto para esta migração, nem foram reveladas as distribuições Linux a utilizar.
No passado já vários países europeus (incluindo Alemanha e Espanha) tentaram escapar ao conjunto Windows + Office apostando no Linux e alternativas open-source, com resultados variados. Alguns desses projectos acabaram por ser revertidos, voltando ao Windows, outros mantêm-se com algum grau de sucesso. À medida que cada vez mais se vai apostando em sistemas "web based", a migração para um sistema operativo diferente acaba por se simplificar, já que o uso do browser acaba por se manter praticamente inalterado.

Ainda assim, para os países que quiserem seriamente levar a cabo esta independência, o passo crucial passa por dizer adeus ao Windows e Office nas escolas. Sabendo-se que a maioria das pessoas se irá manter com os mesmos sistemas que aprendeu a utilizar, será imprescindível fazer com que isso aconteça o mais cedo possível - idealmente, apresentando o Linux, Windows e macOS, de modo a que se fique com a percepção das vantagens e desvantagens de cada um.

Tailslayer contorna atrasos das memórias RAM

11-04-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

Um curioso projecto chamado Tailslayer contorna as limitações das memórias RAM e pode acelerar os acessos mais de 10x.

Numa altura em que tanto se fala da falta de optimização do software moderno - que faz com que computadores extremamente poderosos continuem a parecer "lentos" nas operações do dia a dia, por vezes piores até do que se tinha em computadores pré-históricos do passado - temos um projecto que mergulha de cabeça num ponto crucial: o dos tempos de acesso à memória RAM.

Para quem se interessa por conhecer o funcionamento interno de um computador, a memória RAM é vista como sendo a "memória rápida" que o computador tem. O problema é que, devido às velocidades e capacidades dos CPUs modernos, até a memória RAM já se tornou bastante lenta. Um CPU moderno pode ter que esperar cerca de 200 ciclos enquanto aguarda pela chegada de um valor lido da RAM, ou até significativamente mais, se a apanhar num mau momento. Isto porque as memórias RAM mais comuns nos PCs são memórias dinâmicas, que sofrem de um pequeno problema.
Ao contrário das memórias RAM estáticas (SRAM), que mantêm o estado dos bits - usando mais hardware por bit, e portanto, mais caras e com menor densidade - as memórias dinâmicas (DRAM) usam uma batota para manter o seu estado. Essa batota faz com que as suas células estejam permanentemente a perder a carga (e o estado), fazendo com que sejam necessários ciclos constantes de "refrescamento" para que os dados se mantenham. No passado, quando usadas com CPUs extremamente mais lentos, esses ciclos eram (comparativamente) extremamente rápidos e nem eram perceptíveis. Mas, nos CPUs actuais, esses ciclos tornam-se agora num elemento que aumenta consideravelmente o tempo que o CPU tem que passar à espera - se quiser aceder a uma célula que esteja a ser refrescada.



Para a grande maioria dos utilizadores e programas, este detalhe técnico não tem impacto significativo no dia a dia. Estamos a falar de coisas na ordem das centenas de nanosegundos, e os CPUs modernos têm memória cache que reduz ainda mais este problema. Mas, para casos específicos em que todos os nanosegundos contam, isto é algo que pode merecer atenção extra - e é aí que entra este Tailslayer.
De forma simplificada, o Tailslayer aplica o conceito de distribuir os dados na memória RAM por diferentes posições, e depois pedir a leitura simultânea dos mesmos, aceitando aquele que for mais rápido a chegar. A ideia é a de que, em vez de arriscar que os dados necessários apanhem o chip RAM no pior momento (num ciclo de refrescamento), será extremamente improvável que isso aconteça em simultâneo em dois locais diferentes da RAM.

Os testes comprovam os resultados práticos desta solução, que pode fazer com que as leituras nos piores casos possíveis (que já representam uma fracção reduzida de todas as leituras) passem de mais de 1000 ns para cxerca de 100 ns!

Note-se que isto não vai fazer com que, milagrosamente, todos os programas "lentos" passem subitamente a ficar "rápidos". Isto é algo bastante específico, que visa reduzir a latência do acesso à memória que pode ocorrer em cerca de 0.001% dos acessos. Mas, para aqueles que não se podem dar ao luxo de perder qualquer nanosegundo, isto será certamente a melhor notícia do ano até ao momento.

YouTube diz que anúncios de 90s eram um bug

11-04-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

O YouTube está a desvalorizar os relatos dos anúncios forçados de 90s relatados por utilizadores, dizendo que foi um mero bug.

Ao longo da última semana múltiplas pessoas queixaram-se que o YouTube começou a apresentar publicidade forçada (sem opção de "skip") de 90 segundos. Uma duração que, associada à frequência de apresentação dos mesmos (por vezes a cada 10 minutos), começa a fazer com que o YouTube pareça uma réplica dos canais de TV tradicionais.

Os relatos rapidamente se multiplicaram, com vários utilizadores a partilharem capturas de ecrã semelhantes que indicavam que só se podia avançar após "90+ segundos". Mas o YouTube começou por dizer que isso não era possível, pois não tinham anúncios de 90 segundos nem estavam a fazer testes disso (por agora), e só mais tarde avançou nova explicação, dizendo que era um "bug" que apresentava um contador de tempo errado em anúncios com duração inferior.


We’ve determined this was a result of a bug, which resulted in higher, inaccurate timers being shown for shorter ads. We’re rolling out a fix now. As we’ve said, we don’t have a 90 second non-skippable ad format and this was not a test.

— TeamYouTube (@TeamYouTube) April 10, 2026


O problema é que a explicação não coincide com os relatos dos utilizadores, que dizem que efectivamente os anúncios os obrigaram a esperar 90 segundos, com a publicidade a durar o tempo indicado.

Veremos se o YouTube virá a público com nova explicação que esclareça esta discrepância, mas o que fica demonstrado é que a tentativa de testar os limites da paciência dos utilizadores gratuitos parece começar a aproximar-se perigosamente do ponto de decisão em que, ou estes sucumbem à vontade do YouTube e passam a pagar por um plano pago (plano esse que vai aumentar de preço, uma vez mais, nos próximos meses), ou começam a investigar o uso de browsers e adblockers que ainda permitam ir ver o YouTube da forma como se deseja.