PlanetGeek
№ 01

Xiaomi apresenta braço robot para carregar carros eléctricos em casa

Em breve, será possível evitar o ritual de ligar o cabo de carregamento ao carro em casa, graças ao braço robot da Xiaomi.

A Xiaomi está a concretiza aquilo que em tempos foi mostrado pela Tesla mas que nunca se materializou: um braço robótico capaz de ligar e desligar automaticamente o cabo de carregamento de um veículo eléctrico quando se chega à garagem.

O sistema utiliza um braço motorizado compacto, numa base com apenas 152 mm de largura, concebido para instalação em garagens domésticas com espaço reduzido. Recorre a visão por computador para localizar a porta de carregamento do veículo, inserir a ficha e removê-la automaticamente quando o carregamento termina.

Xiaomi launches home-charging robotic arm

The arm can connect with the vehicle and automatically insert and unplug the charger during charging, requiring no manual operation throughout the charging process.

The charger is operated via the Xiaomi app.

The robotic arm and… pic.twitter.com/FoHBBPdYo9

— Tycho de Feijter (@TychodeFeijter) June 11, 2026
Além disso, o carregador integra-se no ecossistema inteligente da Xiaomi, permitindo monitorização e controlo através do smartphone. O sistema pode também comunicar com o veículo para abrir e fechar automaticamente a tampa da porta de carregamento, tornando todo o processo completamente autónomo.

A proposta da Xiaomi surge como uma alternativa ao carregamento sem fios. Embora o carregamento por indução elimine a necessidade de cabos, apresenta geralmente menor eficiência energética do que uma ligação física. Ao manter uma ligação por cabo, o braço robótico da Xiaomi elimina as desvantagens dos sistemas wireless mantendo a conveniência dum carregamento totalmente "mãos-livres" - e com a vantagem de poder funcionar com qualquer carro eléctrico com ficha convencional. A empresa ainda não revelou preços, mas diz que este braço robot será lançado antes do final do ano.

№ 02

Elon Musk é o primeiro "trilionário" do mundo

Com a entrada em bolsa da SpaceX, Elon Musk torna-se o primeiro "trilionário" do mundo.

Elon Musk tornou-se, em termos de património estimado, a primeira pessoa a ultrapassar a marca de um bilião de dólares norte-americanos (um "trilião" na numeração deles) com a entrada da SpaceX em bolsa. A valorização das acções da empresa elevou significativamente o valor da participação de Musk, somando-se aos valores que já detinha de empresas como a Tesla.

A SpaceX estreou-se no Nasdaq com uma valorização próxima dos 1.8 "triliões" de dólares, tendo as acções registado uma forte subida no primeiro dia de negociação (começaram a $135, terminaram perto dos $161). O desempenho da empresa transformou milhares de funcionários em milionários, graças aos programas de opções sobre ações atribuídos ao longo dos anos. A empresa espacial de Musk apresenta aos investidores uma visão ambiciosa para o futuro, centrada não apenas no sector espacial, mas também na área da AI, com os pouco consensuais centros de dados em órbita. Segundo a própria SpaceX, estas actividades poderão representar uma parte significativa do seu potencial de crescimento, ultrapassando em importância negócios como a constelação Starlink e os contratos governamentais.

A nova realidade da SpaceX poderá também influenciar as suas prioridades estratégicas. Embora a empresa continue a desempenhar um papel fundamental em programas da NASA, incluindo o Artemis, os contratos ligados à AI e aos serviços comerciais têm vindo a crescer rapidamente, levantando questões sobre quais as áreas em que se irá focar a médio e longo prazo - e até já há quem vá dando a entender que em breve também a Tesla poderá ser absorvida pela SpaceX. Terá que ser o tempo a demonstrar se realmente a SpaceX tem o futuro que "vendeu" aos investidores, ou se se tornará numa das maiores bolhas de sempre.

№ 03

EUA bloqueiam acesso ao Fable 5 e Mythos da Anthropic

O governo dos EUA exigiu a suspensão do acesso aos mais poderosos modelos AI Fable 5 e Mythos 5 por motivos de segurança nacional.

Numa medida que levanta novas preocupações sobre o uso de modelos AI de empresas dos EUA, a Anthropic anunciou a suspensão global do acesso aos modelos de inteligência artificial Fable 5 e Mythos 5, após ter recebido uma directiva do governo dos Estados Unidos relacionada com controlos de exportação e de segurança nacional. Segundo a empresa, a ordem exige o bloqueio do acesso a estes modelos por cidadãos estrangeiros, incluindo funcionários da própria Anthropic.

De acordo com a empresa, cumprir a directiva de forma parcial seria tecnicamente inviável a curto prazo, levando à desactivação temporária dos modelos para todos os utilizadores a nível mundial. Os restantes modelos da Anthropic, incluindo o Claude Opus 4.8, continuam disponíveis e não foram afectados.

The US government, citing national security authorities, has issued an export control directive to suspend all access to Fable 5 and Mythos 5 by any foreign national, whether inside or outside the United States, including foreign national Anthropic employees.

The net effect of…

— Anthropic (@AnthropicAI) June 13, 2026
A suspensão surge poucos dias após o lançamento do Fable 5, que tinha sido disponibilizado gratuitamente para clientes dos planos Pro, Max e Enterprise até 22 de Junho (e também piorado secretamente). O Fable 5 é uma versão do Mythos equipada com mecanismos de segurança adicionais para limitar pedidos relacionados com áreas sensíveis, como cibersegurança, biologia e química.

A Anthropic discorda da decisão das autoridades norte-americanas, argumentando que as preocupações estão relacionadas com um possível "jailbreak" que permite contornar algumas proteções do modelo. A empresa considera que aplicar este tipo de restrições de forma generalizada poderá dificultar significativamente o desenvolvimento e lançamento de futuros sistemas avançados de AI. O que é certo é que também vem demonstrar ao resto do mundo que não podem confiar no acesso - mesmo que pago (e bem pago) - a modelos AI de empresas dos EUA, pois a qualquer momento poderão perder o acesso aos mesmos, sem qualquer pré-aviso.

№ 04

Mercedes-AMG GT Coupé reforça aposta nos motores axial flux

O novo Mercedes-AMG GT Coupé demonstra que a Mercedes está mesmo empenhada nos motores axial flux ultra compactos.

Quando se fala de carros eléctricos, a maioria das discussões tem a ver com a autonomia e velocidade de carregamento. No entanto, há revoluções tecnológicas que ficam escondidas do olhar dos condutores e passageiros, no coração mecânico do veículo. A Mercedes-Benz quer demonstrar isso mesmo com o início da produção em volume dos seus novos motores eléctricos axial flux que tem estado a desenvolver há vários anos.

A maioria dos veículos eléctricos actuais utiliza motores de fluxo radial (radial flux), nos quais o campo magnético se expande para o exterior, de forma semelhante aos raios de uma roda de bicicleta. Os novos motores axial flux funcionam de forma diferente. Nestes motores, o fluxo electromagnético move-se paralelamente ao eixo de rotação, permitindo um design mais compacto e em forma de disco. A estrutura inclui dois rotores magnéticos posicionados em ambos os lados de um estator central. Esta configuração permite reduzir significativamente as dimensões do motor e, ao mesmo tempo, aumentar a sua potência. A estreia comercial desta tecnologia acontece no novo Mercedes-AMG GT Coupé de quatro portas, totalmente eléctrico.
Graças ao design ultrafino, o motor dianteiro mede menos de 9 centímetros de largura. Os dois motores traseiros são ainda mais compactos, com cerca de 8 centímetros cada. Estes motores estão integrados numa unidade denominada High Performance Electric Drive Unit, que combina os motores com uma caixa planetária compacta para maximizar o aproveitamento do espaço. Apesar das dimensões reduzidas, o desempenho está longe de ser modesto. O motor do eixo dianteiro ultrapassa as 15.000 rotações por minuto, enquanto o sistema completo permite ao desportivo acelerar dos 0 aos 100 km/h em apenas 2.1 segundos.
A base desta tecnologia foi criada pela empresa britânica YASA, especializada em motores elétricos avançados. A Mercedes-Benz adquiriu a empresa em 2021 após identificar o potencial da tecnologia. Antes do início da produção em série, a marca testou o sistema através do protótipo CONCEPT AMG GT XX. O veículo realizou um teste de resistência no circuito de Nardo, em Itália, onde circulou continuamente durante 7 dias e 13 horas. Durante esse período, percorreu mais de 40.000 quilómetros e estabeleceu 25 recordes de velocidade e resistência para veículos eléctricos.

Levar esta tecnologia da fase experimental para a produção em massa revelou-se um enorme desafio de engenharia. A fábrica de Berlim dedicou cerca de 30.000 metros quadrados ao projeto, distribuídos por três pavilhões e sete linhas de produção. O processo de montagem envolve 98 etapas diferentes. Dessas, 65 foram desenvolvidas especificamente para esta tecnologia e 35 representam processos completamente novos para a indústria automóvel mundial. Uma das maiores dificuldades prende-se com a utilização de cabos de cobre planos e retangulares em vez dos tradicionais cabos redondos. Esta solução permite aumentar a densidade de cobre no interior do motor, mas torna a produção muito mais complexa, já que dobrar cobre espesso sem danificar o isolamento obrigou a desenvolver novos processos.
Outros dos momentos complexos da montagem é conhecido internamente como o "casamento" ("wedding"). Nesta fase, braços robóticos posicionam o estator central entre dois rotores magnéticos extremamente potentes. A força magnética gerada atinge cerca de 9 kN, cerca de 900 quilogramas. O sistema robótico tem de posicionar os componentes com uma margem de erro inferior a 0.1 milímetros, enquanto software dedicado realiza correcções em tempo real.

O lançamento destes motores coincide também com um momento histórico para a marca: 2026 assinala os 140 anos desde que Carl Benz patenteou o seu primeiro automóvel, em 1886.

De notar que a Mercedes não é a única empresa a dar uso a este tipo de motores. Marcas como a Ferrari, Lamborghini, McLaren, Aston Martin, e Koenigsegg já usam motores axiais da YASA nos seus supercarros híbridos; e na China também temos marcas commo a VOYAH, Xiaomi, BYD, Geely, Chery, e Huawei que já revelaram estar a trabalhar em motores deste tipo.

№ 05

Audi revela Nuvolari com 1001cv

A Audi aposta no Nuvolari como supercarro híbrido mais potente da história da marca.

A Audi apresentou o Nuvolari, o primeiro supercarro da marca com propulsão híbrida de alto desempenho e o veículo de série mais rápido e potente de sempre da marca de Ingolstadt.

Com 1.001 CV, velocidade máxima superior a 350 km/h e produção limitada a 499 unidades, o Nuvolari é uma declaração de intenções sobre o futuro da Audi. O nome presta homenagem a Tazio Nuvolari, uma das figuras mais marcantes da história do desporto automóvel, recordado pela sua audácia, engenho e vontade inquebrável de vencer.
O CEO da Audi, Gernot Döllner, foi claro sobre o significado do modelo: “O Audi Nuvolari é uma declaração para o futuro da Audi, para uma nova forma de desempenho, e para o ‘Vorsprung durch Technik’ na era da eletrificação.” Já o responsável pelo desenvolvimento técnico, Rouven Mohr, destaca que “o Nuvolari é o primeiro supercarro da Audi com tração híbrida de alto desempenho e define um novo referencial em termos de performance, dinamismo e eficiência.”

O Nuvolari é também o primeiro modelo de série a expressar integralmente a nova filosofia de design da Audi: superfícies tensas, linhas precisas e uma presença monolítica e poderosa. Cada elemento tem uma função clara. O interior é igualmente focado na experiência de condução, refinado e sem distração. “O Audi Nuvolari incorpora o ‘Vorsprung durch Technik’ na sua forma mais visceral: progresso através da tecnologia”, afirma o diretor criativo Massimo Frascella.
A tração híbrida de inspiração Fórmula 1, o quattro predictive ride, a aerodinâmica ativa e o inovador Audi Space Frame em carbono são algumas das tecnologias de ponta que chegam diretamente à estrada. As entregas estão previstas para a primeira metade de 2027. Como é habitual, é um carro para aquela clientela que não se preocupa com detalhes como o "preço".

[Pela Estrada Fora]
№ 06

Chrome 150 dita o fim do uBlock Origin

A chegada do Chrome 150 marca o fim da era dos adblockers totais no Chrome.

Aproxima-se a data da conclusão da transição para o Manifest V3 que tem sido preparada nos últimos anos, com o lançamento do Chrome 150, previsto para o final de Junho de 2026. Esta mudança marca o fim do suporte efectivo às extensões baseadas em Manifest V2, eliminando os últimos mecanismos que ainda permitiam o funcionamento completo de adblockers como o uBlock Origin.

A principal alteração é a remoção da API que permitia às extensões analisar (e bloquear pedidos) de rede em tempo real. O uBlock Origin depende desta funcionalidade para oferecer filtragem dinâmica e um bloqueio mais eficaz de anúncios, trackers e outros conteúdos indesejados. Com o Manifest V3, as extensões passam a utilizar um sistema em que os adblockers podem apenas fornecer listas de bloqueios e algumas regras, que são aplicadas pelo motor do browser sem que a extensão tenha acesso aos conteúdos.

Do ponto de vista da Google, esta abordagem melhora a segurança, a privacidade e o desempenho do browser. No entanto, muitos programadores argumentam que as novas limitações reduzem a eficácia dos adblockers, especialmente em plataformas e serviços mais complexos, como o YouTube.

Para os utilizadores do Chrome, a alternativa passa a ser o uBlock Origin Lite, adaptado ao Manifest V3, embora com capacidades reduzidas face à extensão original. Ou então, considerarem a mudança para um browser que ainda permita adblockers totais, como o Firefox ou Brave.

№ 07

Phanteks mostra caixas PC "incomuns"

A Phanteks tem uma proposta curiosa para quem procura uma caixa de PC que se destaca das habituais.

No mundo dos PCs os computadores têm-se mantido tradicionalmente com os "caixotes" a que estamos habituados. Nos últimos anos assistimos a uma transição para caixas que utilizam mais painéis em vidro, que destacam os componentes no seu interior, mas o formato "caixote" tem-se mantido. Agora, a Phanteks apresentou a nova série EX de caixas para PC, que abandona os painéis panorâmicos em vidro, conhecidos como "fish tank", em favor de um design que se foca no desempenho térmico. E o resultado disso é um aspecto original com a criação de compartimentos dedicados para diferentes componentes, incluindo um espaço próprio para a placa gráfica.

Esta abordagem permite isolar a placa gráfica e melhorar o fluxo de ar no interior da caixa. A maioria dos modelos da série inclui um sistema de ventilação montado lateralmente, concebido para direccionar ar fresco diretamente para os componentes que geram mais calor. Segundo a empresa, esta solução reduz a recirculação de ar quente e diminui a necessidade de instalar ventoinhas adicionais.
No topo da gama encontra-se a EX6 Max, equipada com painéis em alumínio, ventoinhas de alto desempenho, refrigeração líquida AIO personalizada e um ecrã LCD de 10" integrado. O modelo inclui ainda um sistema de vedação para a placa gráfica, ajudando a separar os fluxos de ar e a aumentar a eficiência térmica. As faixas RGB também podem funcionar como indicador da temperatura do sistema.

Os preços começam nos 110 dólares para a EX5, que exige a compra separada do sistema de refrigeração, e chegam aos 330 dólares na versão EX6 Max. Entre estes extremos existem várias configurações intermédias com extras como gestão de tubagens, refrigeração incluída e ecrãs LCD. A Phanteks prevê lançar a EX5 em Agosto, enquanto os modelos EX6 deverão chegar ao mercado em Setembro.

№ 08

MS Office 2024 desde €11 nos saldos CdKeysales de Verão

A Microsoft tem vindo a intensificar os esforços para otimizar o desempenho do Windows 11 através do Project K2, um projeto interno que promete optimizações que os utilizadores irão apreciar. A empresa reescreveu os sistemas de gestão de memória para combater as apps que usam memória excessiva, e os resultados iniciais dos testes são significativos: redução de cerca de 40% nos tempos de arranque e melhoria substancial no multitasking, mesmo em hardware de gama média. Estas alterações centram-se no sistema de gestão de tarefas, agora mais inteligente a dar prioridade aos processos em primeiro plano, e novos perfis de energia adaptativos que se adaptam aos padrões de utilização individuais, incluindo o uso de ferramentas como o MS Office 2024 e Office 2024 LTSC.

O mais recente Insider Preview já incorpora estas otimizações, com relatos de animações mais fluidas, menor aquecimento durante tarefas intensivas, e maior autonomia de bateria em cenários de uso diário. Ao focar-se em eficiência de recursos e aprendizagem automática a nível local, a Microsoft procura devolver a rapidez ao Windows 11, transformando-o numa experiência mais agradável e preparada para as exigências da computação moderna. As melhorias deverão chegar de forma mais ampla nas próximas atualizações de funcionalidades.

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Combos Windows+Office

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O processo de compra é bastante simples, bastando ir adicionando os produtos pretendidos ao carrinho de compras, e inserir o código de desconto no campo respectivo antes de prosseguir para o checkout.
Como activar o código de desconto AB35
Depois de adicionado ao carrinho (botão Comprar Agora), antes de confirmar a encomenda, deverá inserir o código AB35 na caixa "Código de promoção" e clicar em "Aplicar".

É possível fazer o pagamento via PayPal - o que é sempre recomendado como medida de protecção adicional em todas as compras online - e temos à disposição o serviço de suporte via live chat no site ou através do email [email protected].


Como activar a licença do Windows 10 / 11
Para activar a licença do Windows 10 ou Windows 11, basta aceder às configurações do Windows e, na secção "Ativação" clicar no botão "Alterar chave do produto". Surgirá uma janela onde se pode inserir o código de activação do Windows que acabou de adquirir.
Ao concluir, será apresentada uma mensagem informando que a licença está activa e validada.
É possível fazer o pagamento via PayPal - o que é sempre recomendado como medida de protecção adicional.

Não se esqueçam que no caso dos Windows e Office, o download continuará a ser feito do site da Microsoft, com a compra a disponibilizar apenas as chaves para activar os produtos:

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№ 09

Windows 11 aplica "turbo" no Start Menu

A actualização de Junho do Windows 11 começa a aplicar o modo "turbo" no Start Menu e outras secções do sistema.

A Microsoft começou a disponibilizar a actualização KB5094126 para o Windows 11 24H2 e 25H2, que traz várias melhorias de desempenho e novas funcionalidades. Entre elas está o sistema que gerou alguma polémica (desnecessária), do modo "turbo" que acelera temporariamente o processador para tornar mais rápidas acções como abrir o Start menu, a Pesquisa, ou o Action Center.

Felizmente a MS não usa publicamente o nome "Low Latency Profile" que não seria muito amigo da vasta maioria dos utilizadores. Na prática, o que este sistema faz é aumentar a frequência do CPU durante um a três segundos quando o utilizador executa determinadas acções, regressando depois ao modo de funcionamento normal para poupar energia. Isto é algo que já é feito, há anos, noutros sistemas (incluindo os da Apple), com provas dadas na melhoria da experiência de utilização - pelo que, não é sequer justo haver pessoas que dizem que isto é uma "batota" da Microsoft; quando muito pode criticar-se a MS por ter demorado tanto tempo a fazer algo que os outros já fazem.
A única questão é que esta funcionalidade está a ser activada de forma faseada, o que significa que nem todos os computadores a receberão imediatamente após a instalação da actualização. Os utilizadores menos pacientes poderão recorrer ao utilitário ViveTool para activar este modo (vivetool /enable /id:58989092), para os outros, será uma questão de aguardar.

Poderão verificar se o sistema está a funcionar abrindo o Task Manager na secção do CPU e observar a frequência de funcionamento do CPU - se a frequência aumentar durante alguns instantes quando clicam no Start Menu, Pesquisa ou Action Center, é porque já está activo.

№ 10

Bluesky lança chats de grupo

O Bluesky quer tornar-se ainda mais social e lança chats de grupo semelhantes aos que já existem noutras redes sociais e serviços de mensagens.

O Bluesky anunciou a chegada dos chats de grupo, uma funcionalidade há muito pedida que permite conversas privadas entre até 50 participantes. Esta capacidade chega com a versão 1.124 da app e representa mais um passo da rede social para competir com plataformas maiores como o X e o Threads.

Os criadores dos grupos podem controlar quem participa nas conversas e gerar ligações de convite para partilhar dentro ou fora da plataforma. Por sua vez, os utilizadores podem definir quem lhes pode enviar convites para chats: qualquer pessoa, apenas contas seguidas ou ninguém. De origem, apenas as pessoas seguidas poderão enviar convites.
O lançamento dos chats de grupo faz parte de uma mudança estratégica da Bluesky, que pretende apostar mais em comunidades dedicadas a interesses específicos do que numa rede social focada exclusivamente na publicação para grandes audiências. Segundo a empresa, o objectivo é criar espaços mais especializados onde os utilizadores possam interagir com pessoas que partilham os mesmos interesses.

A empresa está também a desenvolver um sistema de comunidades baseado no protocolo aberto AT Protocol. Estas comunidades terão o seu próprio endereço, poderão ser públicas ou privadas, e funcionarão de forma semelhante a grupos do Facebook ou subreddits. Além dos chats de grupo, esta actualização inclui ainda códigos QR personalizados para facilitar a partilha de perfis, também ao estilo do que já acontece noutros serviços.

№ 11

Smart TVs Samsung e LG usadas como "botnet"

Uma investigação revela como Smart TVs da Samsung e LG estão a ser usadas como uma "botnet" para recolha de dados online.

Se acharem suspeito que a vossa Smart TV esteja a consumir gigabytes de dados por mês sem justificação, eis que isso fica explicado. Uma investigação revela preocupações sobre a utilização de Smart TVs Samsung e LG como pontos de saída para redes de proxy utilizadas em operações de recolha automatizada de dados na Internet. Segundo os investigadores, a tecnologia em causa está integrada em centenas de apps para os sistemas Tizen e webOS através de um kit de desenvolvimento fornecido pela empresa Bright Data.

O sistema permite que dispositivos domésticos reencaminhem tráfego de terceiros através da ligação à Internet dos utilizadores. Esta abordagem é particularmente valiosa para empresas de recolha de dados online, uma vez que os endereços IP residenciais são menos propensos a ser bloqueados por websites do que os IP utilizados em centros de dados. Os investigadores identificaram várias fragilidades na implementação da tecnologia, incluindo a ausência de mecanismos de autenticação e validação dos dispositivos participantes. O relatório refere ainda que, em determinados cenários, o tráfego associado ao sistema poderá contornar ligações VPN configuradas pelos utilizadores, levantando questões adicionais sobre privacidade e segurança.

Embora a participação nestas redes esteja teoricamente prevista nos termos de utilização das apps, muitos utilizadores não foram devidamente informados sobre o alcance da funcionalidade. Além do consumo de largura de banda, a utilização do endereço IP doméstico por terceiros poderá afectar a reputação da ligação junto de alguns serviços online e levar a bloqueios ou restrições devido a este tipo de uso, que ocorre de forma totalmente "invisível" para os utilizadores.

№ 12

Windows 11 altera regras para os icons das pastas

Com a actualização de segurança de Junho, alguns utilizadores podem ver os icons personalizados de algumas pastas do Windows 11 reverterem para o aspecto normal.

A Microsoft confirmou que as alterações nos ícones personalizados de pastas após as actualizações de segurança de Junho de 2026 para Windows 11 e Windows 10 não são um erro. A mudança faz parte de uma nova medida de segurança que impede o sistema operativo de aplicar personalizações provenientes de ficheiros que não sejam de confiança.

Em causa está o ficheiro desktop.ini, utilizado há décadas pelo Windows para alterar ícones, nomes e outros comportamentos das pastas no Explorador de Ficheiros. Após a instalação das actualizações mais recentes, o Windows passa a ignorar estes ficheiros quando os mesmos têm origem em locais potencialmente inseguros, como ficheiros descarregados da internet (com o sistema de segurança Mark-of-the-Web) ou em partilhas de rede. Na prática, algumas pastas podem voltar a apresentar o ícone amarelo padrão ou perder nomes personalizados, mas os ficheiros e o conteúdo permanecem totalmente acessíveis. Segundo a Microsoft, esta alteração foi feita para evitar que atacantes utilizem ícones ou nomes alterados para disfarçar conteúdos maliciosos e enganar os utilizadores.

Ainda assim, continua a ser possível restaurar as personalizações para fontes consideradas seguras, os utilizadores e administradores podem adicionar localizações à lista de Trusted Sites, alterar políticas de grupo, ou remover manualmente a marca de segurança dos ficheiros desktop.ini através do PowerShell.

№ 13

Apple enfrenta abertura da App Store nos EUA

Não é só na Europa que a Apple enfrenta exigências de abertura da App Store a empresas concorrentes - nos EUA também há quem queira o mesmo.

Sendo já habitual e recorrente que a Apple faça campanhas contra o DMA Europeu - que exige coisas como a existência de app stores alternativas - a Apple recorre às mesmas tácticas para enfrentar exigências semelhantes que vão surgindo nos EUA.

Sem qualquer supresa, a Apple está a manifestar forte oposição ao regresso do American Innovation and Choice Online Act (AICOA), uma proposta apresentada no Senado dos Estados Unidos que pretende limitar o poder das maiores empresas tecnológicas. A legislação visa impedir práticas consideradas anticoncorrenciais em plataformas digitais, incluindo lojas como a App Store. Entre as medidas previstas estão a proibição de favorecer serviços próprios em detrimento da concorrência, restringir o acesso a funcionalidades essenciais da plataforma, ou dificultar a transferência de dados entre serviços. A proposta também pretende evitar que empresas utilizem a sua posição dominante para prejudicar concorrentes ou impor definições padrão que limitem a escolha dos utilizadores.

A Apple argumenta que a lei segue uma abordagem semelhante à do Digital Markets Act (DMA) da União Europeia e que poderá "comprometer a privacidade, a segurança, e a proteção infantil". Refere ainda que regras mais abertas para plataformas digitais podem facilitar o acesso de terceiros a dados sensíveis dos utilizadores e enfraquecer os mecanismos de proteção atualmente existentes na App Store. Exactamente o mesmo tipo de desculpas que tem usado (sem sucesso) na Europa.

Two groups funded by Apple who think that antitrust laws ensuring Apple competitors can compete with Apple competitively are a bad idea. Big surprise!

— Tim Sweeney (@TimSweeneyEpic) June 11, 2026

Os defensores da proposta relembram que o objectivo da mesma é simplesmente permitir uma concorrência saudável e reduzir barreiras de entrada no mercado digital, sem comprometer a segurança ou a privacidade. Caso venha a ser aprovada, a legislação poderá ter um impacto significativo no funcionamento da App Store e de outras plataformas digitais de grande dimensão nos Estados Unidos, ao estilo do que tem acontecido noutras regiões e num número crescente de países.

№ 14

Carregador Powerowl com 8 pilhas recarregáveis a €24

Para evitar a troca infindável das pilhas, nada como usar pilhas recarregáveis e este pack da Powerowl com carregador e 8 pilhas é uma excelente forma de começar.

Vivemos num mundo "mobile" em que assumimos que as coisas funcionam sem necessidade de estarem agarradas a cabos de alimentação, e isso faz com que exista uma dependência crítica em baterias e pilhas. No caso das pilhas, que continuam a ser comuns em coisas como controlos remotos, gamepads, teclados wireless e muitas outras coisas, uma das melhores opções é trocar as pilhas convencionais por pilhas recarregáveis reutilizáveis, e o investimento não é assim tão avultado quanto se possa pensar.
Este carregador Powerowl já traz 8 pilhas recarregáveis e custa apenas 24 euros.

As pilhas AA incluídas são de 2800 mAh, e este carregador tem a vantagem de usar uma comum ficha USB e permitir carregar pilhas individualmente (alguns só permitem carregar pares). Podem apanhar um pack de mais 8 pilhas AA de 2800 mAh por 12 euros.


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№ 15

As novidades do iOS 27

Há muitas melhorias, de maior ou menor grau, que chegam com o iOS 27 e que serão apreciadas pelos utilizadores.

A Apple apresentou o iOS 27 durante a sessão de abertura do WWDC 2026, onde o grande destaque foi para a Siri AI. Ainda assim, o sistema recebe bastantes melhorias que poderão resolver algumas das queixas que têm atormentado os utilizadores desde o lançamento do iOS 26.

Já vimos como o iOS 27 melhora os controlos parentais, e também como acabar por reconhecer os problemas do Liquid Glass, mas além disso temos muitas outras coisas que, ao contrário da Siri AI, deverão ficar acessíveis para os clientes europeus.

iOS 27

O Liquid Glass passa a ter um controlo de opacidade.
As aplicações abrem até 30% mais rápido.
As transferências via AirDrop são até 80% mais rápidas.
O iPhone alterna de forma mais fluida entre ligações WiFi e de rede móvel no iPhone e iPad.
Um novo sistema de classificação no Mail mostrará os "resultados mais relevantes" no topo.
As mensagens também carregarão mais rápido no Mail.
No iPhone 17, 17 Air e 17 Pro, será possível usar o modo Dual Capture durante chamadas FaceTime.
Pode definir o volume do alarme de forma independente do volume do sistema.
Lock screen não se apaga ao fazer scroll das notificações.
O iPhone pode gerar automaticamente legendas sincronizadas para os vídeos que vê.
A funcionalidade FlyOver do Apple Maps foi melhorada com imagens aéreas combinadas com modelos de Visual Intelligence para renderizar os objectos com maior detalhe.
Pode definir um perfil de equalização personalizado para os AirPods. A funcionalidade é suportada nos AirPods Max 2, AirPods Pro 3 e AirPods 4.
A app Casa, usando Apple Intelligence, pode combinar notificações de atividade relacionadas.
As câmaras HomeKit Secure Video suportadas poderão transmitir e gravar em 4K.
O controlo do ciclo na app Apple Health poderá enviar notificações quando os padrões do ciclo forem sugestivos de perimenopausa.
A câmara abre mais rápido em modo de baixo consumo.
Agora é possível configurar widgets extra grandes.
Se uma mensagem falhar ao ser enviada, o iOS 27 pode voltar a tentar enviá-la automaticamente.
Pode guardar um fotograma de vídeo como foto.
A Apple vai consolidar as notificações de múltiplos tapbacks nas mensagens.
Animação de Desbloqueio mais fluida.
Os teclados de emojis e autocolantes carregam mais rápido.
Acesso à Siri AI é feita através do gesto de deslizar do topo para baixo na parte central.
Utilizadores podem desactivar botão de voz e transcrição no Messages.
Messages ganha opção para fazer e enviar desenhos.
Calendário detecta feriados nacionais e pergunta se quer suspender os alarmes diários.

macOS 27 Golden Gate

A Apple promete um design mais refinado com Liquid Glass melhorado, garantindo uma legibilidade excepcional e maior consistência entre aplicações.
O Safari ganha grupos de separadores e poderá monitorizar páginas e notificar sobre alterações.
Melhores sugestões de pesquisa no Spotlight.
Suporte para ecrãs ultrawide, até 120 Hz a 5K de resolução.
Deslizar para baixo em aplicações como Safari e Mail para atualizar o conteúdo.

iPadOS 27

A transferência de ficheiros entre um iPad e uma unidade externa é "até 5x mais rápida".
A Apple afirma que a contagem de não lidas no Messages será sincronizada mais rapidamente e de forma mais fiável depois de regressar ao iPad após uma ausência.
O iPadOS 27 também permite que os iPads alternem de forma “mais fluida” entre ligações Wi-Fi e de rede móvel.

watchOS 27

O watchOS 27 adiciona uma nova grelha de aplicações dinâmica.
Com um único gesto de toque, pode abrir um widget Smart Stack.
O Workout Buddy funciona mesmo que o iPhone não esteja por perto.
O Workout Buddy também está disponível em espanhol.
A Apple promete "quilómetros ainda mais precisos" ao rastrear corridas e caminhadas indoor.
A reprodução de música a partir do Apple Watch inicia-se mais rápido.
A Apple diz que “a contagem de passos na app Fitness sincroniza com os passos contados na app Health.
Pode criar passes personalizados na app Wallet para qualquer membro ou cartão que use um código QR.

visionOS 27

A Siri AI pode aparecer como uma esfera de vidro virtual sobreposta no espaço real.
As janelas podem ser curvadas.
Pode pré-visualizar notificações apenas olhando para elas.
Pode transformar uma foto panorâmica numa "cena espacial" para usar como Ambiente Pessoal virtual.
O Centro de Controlo tem um novo design.
O dispositivo Vision Pro pode ligar-se a WiFi "até três vezes mais rápido".
Existe agora um tamanho extra pequeno para widgets.
Com o Safari, pode visualizar experiências web a 360 graus.

Há centenas de outros pequenos detalhes, que podem ser procurados pelos mais curiosos na imagem publicada pela Apple.

№ 16

AMD prevê que preços elevados da RAM se mantenham por mais alguns anos

Contrariando as previsões mais optimistas, também a AMD acredita que o preço elevado das memórias RAM se irá manter nos próximos anos.

Apesar de alguns modestos sinais de normalização e redução do preço das memórias RAM, as coisas não deverão melhorar nos próximos anos. A AMD acredita que os preços da memória DDR5 continuarão elevados durante algum tempo e que o mercado poderá demorar pelo menos dois anos a regressar a níveis considerados normais. A previsão foi partilhada por David McAfee, vice-presidente e diretor-geral da divisão de negócio de clientes da empresa, durante uma entrevista realizada na Computex 2026.

A capacidade de produção de memória DDR4 tem vindo a diminuir nos últimos anos, enquanto os fabricantes concentraram grande parte dos seus investimentos na produção de DDR5. Ao mesmo tempo, a crescente procura pelo sector da inteligência artificial está a consumir uma fatia significativa da oferta disponível, contribuindo para a subida dos preços. Embora empresas como a Samsung e a Micron estejam a aumentar a capacidade de produção, e fabricantes chineses como a CXMT também estejam a expandir a oferta de DDR5, a AMD não antevê uma redução rápida dos preços. O mercado de memória é conhecido pelos seus ciclos de oferta e procura, mas a actual situação poderá demorar mais tempo que o habitual a estabilizar.

Durante a mesma entrevista, a AMD abordou ainda o futuro da plataforma AM5. A empresa está a avaliar se o actual socket poderá suportar tecnologias futuras como DDR6 e PCIe 6.0 antes de decidir quando será necessária a evolução para uma nova plataforma (AM6). Para já, a AMD mantém o compromisso de suportar o socket AM5 até, pelo menos, 2029, garantindo compatibilidade com as actuais e futuras gerações de processadores Ryzen.


... Quando montei o meu novo PC no início deste ano fiz a "aposta" de que as coisas não iriam melhorar, e avancei para não ter que aguardar mais alguns anos. Até ao momento parece ter sido a decisão acertada. Só a memória que compreu já aumentou mais de 200€ desde então!

№ 17

Carregador Powerowl com 8 pilhas recarregáveis a €24

Para evitar a troca infindável das pilhas, nada como usar pilhas recarregáveis e este pack da Powerowl com carregador e 8 pilhas é uma excelente forma de começar.

Vivemos num mundo "mobile" em que assumimos que as coisas funcionam sem necessidade de estarem agarradas a cabos de alimentação, e isso faz com que exista uma dependência crítica em baterias e pilhas. No caso das pilhas, que continuam a ser comuns em coisas como controlos remotos, gamepads, teclados wireless e muitas outras coisas, uma das melhores opções é trocar as pilhas convencionais por pilhas recarregáveis reutilizáveis, e o investimento não é assim tão avultado quanto se possa pensar.
Este carregador Powerowl já traz 8 pilhas recarregáveis e custa apenas 24 euros.

As pilhas AA incluídas são de 2800 mAh, e este carregador tem a vantagem de usar uma comum ficha USB e permitir carregar pilhas individualmente (alguns só permitem carregar pares). Podem apanhar um pack de mais 8 pilhas AA de 2800 mAh por 12 euros.


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№ 18

Levelplay mostra ventoinhas magnéticas

A Levelplay demonstrou umas curiosas ventoinhas magnéticas reversíveis, que podem ser facilmente colocadas e removidas.

A Levelplay aproveitou a Computex 2026 para revelar alguns conceitos inovadores na área da ventilação para PCs. Entre as novidades destacou-se o sistema MagBracket, uma solução que pretende simplificar a instalação, manutenção, e orientação das ventoinhas através de um design modular magnético.

Neste conceito, a iluminação RGB fica integrada numa estrutura de montagem própria, ligada ao sistema através de um único cabo USB-C que combina os sinais PWM e RGB. As ventoinhas encaixam magneticamente nessa estrutura e estabelecem ligação eléctrica através de pinos do tipo pogo pin. Assim que são colocadas no suporte, começam imediatamente a funcionar e a iluminar-se, sem preocupação com fichas e cabos.
Uma das maiores vantagens desta abordagem é a possibilidade de inverter facilmente a direção do fluxo de ar. Como os conectores estão presentes em ambos os lados da ventoinha, basta removê-la, virá-la ao contrário e voltar a encaixá-la para alternar entre admissão e extração de ar, sem necessidade de desmontagens complexas ou alterações na cablagem.

A empresa também apresentou um novo sistema de refrigeração líquida AIO que substitui o habitual ecrã integrado por um grande botão físico para controlo e interação. Embora ainda não existam informações sobre preços ou disponibilidade, os conceitos da Levelplay destacam-se pela aposta na simplicidade e modularidade, oferecendo uma alternativa às soluções que actualmente dominam o mercado de ventilação para PCs. Se forem comercializados a um preço não muito inflaccionado, sem dúvida que não faltarão interessados.

№ 19

Google AI Plus baixa de preço e duplica espaço

O plano AI Plus da Google torna-se mais atractivo, com preço reduzido e o dobro do espaço na cloud.

A Google anunciou uma redução significativa no preço do AI Plus, o seu plano de subscrição de inteligência artificial mais acessível. Lançado nos Estados Unidos no início de 2026 por 8 dólares mensais, o serviço passa agora a custar apenas 5 dólares por mês (€4.99 por mês em Portugal, ou €49.99 por ano) tornando-se uma opção ainda mais competitiva para quem pretende aceder às funcionalidades AI da empresa.

Além da descida de preço, a Google está também a aumentar a capacidade de armazenamento incluída no plano. O AI Plus passa de 200GB para 400GB de espaço na cloud, oferecendo mais espaço para guardar ficheiros e conteúdos gerados pelas ferramentas de inteligência artificial da empresa.

We're reducing the cost of our Google AI Plus plan and doubling your storage space.

💰 New price: $4.99 USD/mo or local equivalent (down from $7.99 USD)

☁️ New storage: 400GB (doubled from 200GB)

Enjoy! https://t.co/XxjdqdhiG3

— News from Google (@NewsFromGoogle) June 8, 2026
Apesar destas melhorias, o AI Plus continua a posicionar-se abaixo dos planos mais avançados da Google. O AI Pro inclui até 5TB de armazenamento e limites de utilização mais elevados, enquanto os planos AI Ultra oferecem acesso às funcionalidades mais avançadas da plataforma por preços significativamente superiores (de €21.99 e €99.99 respectivamente).

Este ajuste surge numa altura em que a concorrência no sector da inteligência artificial continua a aumentar, e em que a questão dos limites de uso e o preço dos serviços AI se tem tornado cada vez mais preocupante para quem usa AI de forma mais intensiva.

№ 20

iOS 27 reconhece falhanço do Liquid Glass

Com o iOS 27, a Apple atira para os utilizadores a responsabilidade de resolverem o Liquid Glass.

Com a chegada do iOS 27, a Apple parece desistir e deixar de tentar resolver todos os problemas que vão persistindo com o Liquid Glass. Depois de incontáveis alterações e ajustes, o novo design visual da Apple continua a não ser consensual, e agora a Apple deixa que sejam os utilizadores a resolverem aquilo que ela própria não conseguiu resolver.

No iOS 27 os utilizadores têm acesso a um controlo que permite ajustar o aspecto do Liquid Glass, entre a aparência mais transparente ou mais opaca/translúcida, de forma mais gradual que o clear/tinted lançado no iOS 26.1.

iOS 26 vs iOS 27: Liquid Glass Settings. pic.twitter.com/Ofl9aTTf4Q

— Beta Profiles (@BetaProfiles) June 8, 2026

iOS 27 removes the specular highlights that dynamically react to movement on the Home Screen and Control Center. pic.twitter.com/PiT6nwCXs7

— Beta Profiles (@BetaProfiles) June 9, 2026
A Apple também abandona os efeitos de reflexo nas bordas dos icons, que variava em função do movimento do iPhone, mas que tinha inúmeros bugs, optando por um aspecto estático.

Isto não é uma verdadeira solução para os problemas do Liquid Glass, na verdade podendo ser visto como uma "derrota" a nível de ser incapaz de encontrar uma solução que agrade a todos. O grande problema do Liquid Glass é que, embora possa ter um aspecto visual impressionante em muitos casos, fica dependente daquilo que se tem por baixo - sendo impossível arranjar uma solução que funcione em todos os casos. Em wallpapers que contenham zonas claras e escuras, não é difícil depararmos-nos com situações em que o texto de notificações fique praticamente ilegível. E agora, em vez de resolver isso, a Apple deixa que sejam os utilizadores a terem que optar pelo modo menos transparente para poderem usar os seus iPhones devidamente.