PlanetGeek
№ 01

Ladrões roubam camiões "Nvidia" mas só conseguem 20 toneladas de areia

A preço exorbitante das placas gráficas está a dar azo a casos insólitos, de roubo de camiões a contrabando de placas gráficas.

Com as Nvidia RTX 5090 a chegarem a valores de 6 mil euros (para não falar das RTX Pro 6000), o símbolo da Nvidia está a tornar-se cada vez mais cobiçado pelos amigos do alheio. Nos Estados Unidos, dois camiões da empresa PlusAI foram roubados, aparentemente porque exibiam logótipos da NVIDIA. Os ladrões terão assumido que os veículos transportavam equipamento de elevado valor, mas acabaram por encontrar apenas 20 toneladas de areia.

Os reboques eram utilizados pela PlusAI para testar sistemas de condução autónoma em camiões pesados. Cada unidade transportava areia para simular cargas reais durante os testes. Felizmente para a empresa, os camiões onde se encontrava o hardware mais valioso permaneceram dentro das instalações e não foram levados pelos assaltantes. Os veículos acabaram por ser recuperados intactos pela polícia pouco depois - aparentemente o valor da areia ainda não justifcou levá-la.
Ao mesmo tempo, o crescente valor das placas gráficas de topo da Nvidia está também a fazer com que se tornem produtos de contrabando. Em Macau, uma operação resultou na apreensão de duas GeForce RTX 5090, juntamente com milhares de cigarros, cigarros electrónicos, auscultadores e outros produtos. Embora apenas duas placas tenham sido apreendidas, a sua presença numa operação deste tipo demonstra como estes componentes se estão a tornar cada vez mais comum no mercado paralelo. Na China apenas se vende a RTX 5090 em versão limitada, com 24 GB VRAM e barramento de 384-bit, enquanto no resto do mundo a RTX 5090 vem equipada com 32 GB VRAM e barramento de 512-bits, que se torna mais apetecível.

De notar que a RTX 5090 era uma placa que já era considerada "cara" quando foi lançada no início de 2025, com um preço de 2 mil dólares - sendo que, graças à loucura do processamento AI - agora custa três vezes mais, sem sinal de que os preços poderão abrandar.

№ 02

Mini PC em ouro custa $1.7M com hardware modesto

Um mini-PC feito por encomenda tem uma caixa em ouro, mas o seu interior é surpreendentemente modesto face ao seu preço.

Um cliente endinheirado não se quis limitar a ter um mini-PC, e encomendou uma versão feita por medida de um Kubb Fanless com uma caixa construída integralmente em ouro puro de 24 quilates. O resultado é um computador avaliado em cerca de 1.7 milhões de dólares que pesa aproximadamente 13 kg, mais de seis vezes o peso da versão convencional.

Obviamente que quem gasta tal valor num mini-PC está num patamar em que se está a borrifar para as opinões dos outros, mas a decisão não faz grande sentido de um ponto de vista técnico. É que este mini PC tem no interior hardware bastante modesto, com um máximo de 128GB de RAM. Adicionalmente, embora o ouro ofereça vantagens sobre o alumínio a nível de dissipação de calor, fica atrás do cobre e até da própria prata, que têm melhor condutividade térmica - mas pronto, sempre evita a oxidação e ter que se "puxar o lustro" ao PC regularmente! :)
Para o comum dos mortais, os 1.7 milhões de dólares teriam sido suficientes para comprar uma casa, um carro, um ultra-hiper-mega-PC de luxo - mesmo nesta era de preços inflaccionados - e ainda restaria suficiente para provavelmente poder viver de rendimentos durante o resto da vida. Para uma certa pessoa... tudo isso fica condensado num mini-PC em ouro de 120 x 120 x 120mm, que estará obsoleto daqui por alguns anos.

№ 03

Hub USB 3.2 Sabrent 7-portas com interruptores individuais a €36

Precisam de um hub USB 3.2 com quantidade generosa de portas, mas que também permita desligá-las individualmente sem tirar / meter fichas? Então espreitem este hub.

Os hubs USB tornaram-se uma necessidade da vida moderna, especialmente para acompanharem os portáteis que vêm equipados com poucas portas USB, que rapidamente se esgotam assim que ligamos um teclado e rato externo. Adicionalmente, há casos particulares, de pessoas que precisam de um número superior de portas USB. Este hub da Sabrent tem 7 portas que permitem maior liberdade na quantidade de dispositivos USB que podemos utilizar, mas o que o torna mais especial é o facto de todas as portas contarem com o seu próprio botão para que possam ser ligadas ou desligadas individualmente.
O hub USB 3.2 Sabrent 7-portas com interruptores está disponível por apenas 36 euros na Amazon Espanha, e inclui fonte de alimentação de 36 W - usar desconto de 10%.

Pode ser o companheiro ideal para quem tiver que fazer a replicação de pens USB em média escala (se precisar de mais, pode sempre investir num hub de 10 portas ou hub de 16 portas, também com interruptores), ou simplesmente que tenha uma série de equipamentos USB que deseje manter acessíveis (por exemplo: gravador CDs externo, scanner, câmaras digitais, webcam, discos externos, etc.) mas com a possibilidade de os poder desligar sem retirar a ficha - algo que até pode funcionar como medida de protecção, prevenindo que uma infecção de ransomware se possa espalhar a um disco externo de backup, que apenas se ligue para os backups e depois se mantenha desligado.


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№ 04

Anthropic lança Claude Marketplace

Também a Anthropic tenta a sua sorte a criar uma "app store" para agentes AI com o Claude Marketplace.

Com os agentes AI a potenciarem um futuro "pós-apps", todos se apressam a tentar obter posição dominante nas "app stores" do futuro para os agentes AI. A OpenAI já o tentou fazer, a Meta está a fazê-lo, e a Anthropic junta-se ao grupo.

O Claude Marketplace é uma nova plataforma que reúne plugins, conectores, agentes AI e outras ferramentas compatíveis com o seu assistente Claude. O marketplace já está disponível e conta com mais de 2.000 integrações, permitindo aos utilizadores expandir significativamente as capacidades da plataforma. Entre os parceiros que já disponibilizam soluções no Claude Marketplace encontram-se empresas como a Google, Microsoft, Atlassian, Notion e Salesforce. Além das integrações tradicionais, a plataforma também oferece acesso a agentes e aplicações baseadas em Claude desenvolvidas por parceiros como a CrowdStrike, Cursor, Harvey, Legora, Lovable e Snowflake.
Talvez como forma de diferenciação, a plataforma não se limita ao software, a Anthropic integrou também serviços de consultoria e implementação através de empresas como a Accenture, Boston Consulting Group e Deloitte, permitindo às organizações obter apoio para implementar soluções baseadas em Claude.

A plataforma permite que programadores independentes criem novos plugins e conectores através do Model Context Protocol (MCP) e das Agent Skills, oferecendo uma forma directa de chegar aos utilizadores do Claude. Ou seja, trata-se de tentar replicar o sucesso do sistema "app stores" para a nova era AI. Se terá sucesso ou não, só o tempo o dirá.

№ 05

Starship tenta chegar a órbita no 14º voo

A SpaceX lançou com sucesso a Starship no seu 14º voo de teste, que tentará chegar finalmente a órbita.

Depois de todos os lançamentos anteriores, com maior ou menor sucesso, temos agora o 14º voo de teste da Starship - que ainda está a decorrer neste momento. Desta vez o objectivo será atingir a órbita terrestre, assim como lançar um lote de novos satélites Starlink de 3ª geração, maiores e mais potentes do que os que estão a ser lançados pelos Falcon 9. Segundo a SpaceX, um só lançamento de Starlink V3 na Starship será equivalente a 20 lançamentos de satélites Starlink V2 no Falcon 9.

Watch Starship Flight 14 https://t.co/uQKQvgbrch

— SpaceX (@SpaceX) September 28, 2026
Depois dos testes anteriores com voos suborbitais, a SpaceX avançará com a tentativa de atingir a órbita, mas apenas se tudo correr como previsto e não forem detectadas situações anómalas.

O regresso também voltará a ser feito no oceano, com uma aterragem simulada, e não com um pouco directo na torre, como já fez no passado (algo que a SpaceX espera voltar a fazer nos próximos voos - evitando o longo processo de recuperação).


[Em actualização...]

O Super Heavy Booster explodiu após uma aterragem simulada aparentemente bem sucedida.

Booster 21 lands! pic.twitter.com/1PgY1R6LPC

— NSF - NASASpaceflight.com (@NASASpaceflight) September 28, 2026


A Starship atingiu a órbita, e os Starlink V3 foram lançados com sucesso.

Starship has begun deploying its payload of 26 @Starlink V3 satellites. This deployment sequence will take ~30 minutes pic.twitter.com/ycIdAx5Lbe

— SpaceX (@SpaceX) September 28, 2026

So glad to see this footage from a Starlink, not the one with the big lights doing the tile survey, just the regular type deployed in daylight, using its engineering camera.
And now it's probably headed up hill to its final operational orbit. pic.twitter.com/lsaODH3a4Y

— Scott Manley (@DJSnM) September 28, 2026

Apesar de alguns problemas, que não impediram o desenrolar da missão, a Starship fez a reentrada e "pouso" sobre a água como planeado.

Splashdown confirmed. Congratulations to the entire SpaceX team on the first orbital flight of Starship! pic.twitter.com/urjmiwnvNl

— SpaceX (@SpaceX) September 28, 2026
№ 06

UE adia votação sobre o FSD para o final do ano

Para desapontamento dos fãs da Tesla, a UE adiou a votação sobre a aprovação "global" do FSD na Europa.

A União Europeia não irá votar a aprovação do sistema Full Self-Driving (Supervised) da Tesla na reunião de 6 de Outubro, contrariando as expectativas (e tentativas de pressão) criadas pela própria marca. A agenda do Comité Técnico de Veículos a Motor (TCMV) inclui apenas a continuação das discussões sobre o pedido apresentado pelos Países Baixos para alargar a autorização do sistema a todo o bloco europeu, sem qualquer votação prevista.

A decisão adia qualquer possível aprovação para, pelo menos, Dezembro, altura da próxima reunião agendada do comité. O pedido baseia-se numa autorização provisória concedida pelo regulador holandês RDW em Abril, que já foi reconhecida por alguns países europeus. No entanto, para obter a aprovação em toda a União Europeia, a proposta precisa do apoio de pelo menos 15 Estados-membros que representem 65% da população do bloco.

Esse apoio deverá ser difícil de conseguir, até porque em testes recentes ficou demonstrado que o FSD excedeu os limites de velocidade em 55% dos troços urbanos analisados com limites de 30 km/h. França e Suécia também mostrado pouca vontade na sua aprovação, indicando preocupações relacionadas com excesso de velocidade e supervisão do condutor.

Para os clientes Tesla europeus será apenas "mais do mesmo". Depois de terem pago milhares de euros por uma funcionalidade que nunca chegará (o "sonho" do FSD sem supervisão que permitiria ao carro "ganhar dinheiro" a conduzir sozinho), os anos continuam a passar sem que sequer possam usufruir do modo FSD Supervisionado.

№ 07

Thermal Grizzly WireView Pro II Noctua Edition

Quem quiser proteger a sua placa gráfica das fichas derretidas pode optar pelo Thermal Grizzly WireView Pro II Noctua Edition.

São cada vez mais os casos de placas gráfica de topo - particularmente as RTX 5090 - que derretem as fichas de alimentação devido às altas potências. Para quem não quiser correr o risco de ver esfumar-se uma placa de 6000 euros(!) têm surgido no mercado alguns sistemas de protecção.

A Thermal Grizzly e a Noctua anunciaram o WireView Pro II Noctua Edition, uma nova versão do dispositivo de monitorização para placas gráficas. O equipamento combina a tecnologia de monitorização da Thermal Grizzly com uma solução de arrefecimento personalizada da Noctua, oferecendo um funcionamento mais silencioso e prometendo prevenir problemas associados às fichas de alimentação 12V-2x6 utilizadas nas placas gráficas mais recentes.

Ao contrário de outras propostas mais básicas, o WireView Pro II monitoriza cada linha de alimentação de 12V individualmente, detectando distribuições irregulares de energia ou problemas de contacto antes que estes provoquem sobreaquecimento ou danos. Caso seja ultrapassado um limite configurado pelo utilizador, o dispositivo apresenta alertas visuais no ecrã integrado, emite um aviso sonoro e pode até desligar automaticamente o computador através de um cabo incluído.
A versão Noctua Edition recebeu uma reformulação completa do sistema de refrigeração. O dispositivo utiliza um dissipador em alumínio, uma ventoinha NF-A4x10n sem moldura e a tradicional grelha de protecção da Noctua. Todas as configurações podem ser efectuadas directamente no aparelho, enquanto uma ligação USB-C permite actualizar o firmware e aceder a funcionalidades adicionais.

Nos testes, a nova solução demonstrou melhorias significativas na gestão térmica e no ruído. Em cenários extremos com temperaturas internas superiores a 40°C e sem ventilação adicional na caixa, a versão Noctua conseguiu manter a ventoinha desligada até cargas de 300W no GPU. Em consumos mais elevados, manteve os contactos da placa gráfica cerca de 3°C mais frios que a versão original.

O único senão é que o WireView Pro II Noctua Edition tem um preço de 189 euros que, apesar de ser um valor reduzido quando se tem em conta que se destina a placas de milhares de euros, continua a ser ridículo já que se destina a resolver um problema que nem deveria existir!

№ 08

Logitech MX Ergo M575 a €40

Para quem procura precaver-se contra as dores de pulso por utilizar um rato durante todo o dia, a mudança para uma trackball pode ser a solução.

Embora este tipo de ratos trackball continue a ser bastante menos popular que os ratos tradicionais, há toda uma legião de fãs que nem sequer consideraria outra coisa, permitindo reduzir os efeitos dos movimentos repetitivos feitos ao longo do dia a arrastar os ratos convencionais. Como vantagem adicional, é também perfeito para utilização em espaços mais limitados.
Este Logitech ERGO M575 Trackball está disponível por 40 euros na Amazon Espanha; e quem tiver orçamento mais alargado pode espreitar o Logitech MX Ergo normal.

Infelizmente, neste modelos mais económico os utilizadores não poderão contar com o sistema de ajuste do ângulo de inclinação, de 0 a 20º, que existe no modelo mais caro. Mas ainda assim, o seu formato já será bastante mais ergonómico que a maioria dos ratos. Além das vantagens na redução do movimento dos pulsos e antebraço, tem também a vantagem adicional de ser perfeito para trabalhar em espaços reduzidos - leia-se: sem espaço. Bastará apenas um pequeno período de habituação para quem vier de um rato convencional, e em breve nunca mais irão querer outro tipo de rato.


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№ 09

Schneider Electric vai comprar a Shelly

A Schneider Electric prepara-se para comprar a Shelly, levantando preocupações sobre o futuro dos seus smart devices.

A Schneider Electric anunciou a intenção de comprar a Shelly Group, devendo o negócio ficar concluído durante o primeiro trimestre de 2027, com o pagamento de 70 euros por acção (avaliando a empresa em cerca de 1,2 mil milhões de euros - aproximadamente 27% acima do preço de referência das acções antes do anúncio da operação). Os fundadores da Shelly, Dimitar Dimitrov e Svetlin Todorov, que controlam em conjunto cerca de 57% do capital da empresa, já concordaram em vender as suas participações.

Obviamente, isto causa algumas preocupações quanto ao futuro da Shelly, que conseguiu conquistar um vasto segmento do mercado precisamente por ter uma abordagem aberta e amiga dos utilizadores, e que inclui tomadas inteligentes, medidores de energia, fechaduras, câmaras de vigilância e até serviços cloud. Pelo seu lado, embora a Schneider Electric tenha produtos para o mercado doméstico, tem tido mais sucesso nas soluções de maior dimensão, orientadas para empresas e edifícios.

Se as coisas correrem bem, a Schneider deixará a Shelly seguir o seu próprio rumo. O grande risco é se começar a querer aplicar "ideias corporativas" à família Shelly, quer seja através de aumento de preços, ou de obrigatoriedade de subscrever planos cloud, ou de fechar as portas ao uso de firmwares alternativos. Nesse caso, arriscamos-nos a ver tudo aquilo que a Shelly conquistou ao longo da última década desaparecer rapidamente. Resta esperar pelo melhor, mas preparar para o pior.

№ 10

Bug no iOS 27 pode obrigar a reiniciar iPhone

Um bug ao reposicionar widgets no iOS 27 pode fazer o ecrã piscar e obrigar a reiniciar o iPhone.

O iOS 27 tem sido uma versão do iOS que não tem sido tão atormentada por bugs como outras versões, mas isso não significa que não os tenha. Um dos que está a dar mais que falar acontece quando se tenta reposicionar um widget.

Quando se faz editar o home screen e se tenta arrastar um widget para outro ecrã, principalmente quando se usa o modo multitoque em que se mantém um dedo a tocar no widget e outro dedo para mover o ecrã, há grande probabilidade do ecrã começar a piscar e de deixar de registar os toques devidamente.

This Glitch Can FULLY CRASH the new iPhone 18 Pro

New iOS glitch has been discovered which can make the iPhone completely UNRESPONSIVE and mess up the entire UI. Apple NEEDS to take action immediately and push a HOTFIX update ASAP.

This is not a minor visual bug. Your iPhone… pic.twitter.com/pFYqcnbnt9

— TechDroider (@techdroider) September 27, 2026
O problema afecta todos os dispositivos com iOS 27, desde os mais recentes iPhone 18 Pro a modelos mais antigos como os iPhone 13.

Quando tal acontece, a solução passa por reiniciar o iPhone. E se não for possível fazê-lo através do ecrã (por não reconhecer os toques), tem que se recorrer ao processo mais trabalhoso de pressionar em sequência: volume up, volume down, e ficar a pressionar o botão de power continuamente até aparecer o logo da Apple.

É esperada uma actualização em breve para resolver este problema, a par de outros que têm atormentado os novos iPhone 18 Pro, como o Face ID por vezes não funcionar da forma correcta (com a mudança da câmara IR para baixo do ecrã, o Face ID nos iPhone 18 Pro também utiliza a câmara frontal, e essa alteração parece ter causado com alguns bugs adicionais).


Actualização: Os iPhone com iOS 27 também podem ficar encravados ao tentar puxar a zona das notificações e o Control Center ao mesmo tempo.

NEW iPhone CRASH Bug

If you swipe down Notifications and Control Center at the same time, the touch can stop working, leaving the entire UI completely UNRESPONSIVE. You may not even be able to reboot your iPhone.

DO NOT TRY THIS ON YOUR iPhone. Seriously, don't test it just to… https://t.co/wILV7bzMcU pic.twitter.com/GwzNhts7JP

— TechDroider (@techdroider) September 28, 2026

№ 11

Actualização do Microsoft 365 desactiva licenças do Office 2016 e Office 2019

Em mais um caso embaraçoso, uma actualização do Microsoft 365 destinada a resolver problemas com actualizações, está a desactivar as licenças do Office 2016 e Office 2019.

A Microsoft suspendeu a distribuição da actualização KB5002907 para o Microsoft 365 depois de vários relatos de problemas graves com instalações do Office 2016 e Office 2019. A actualização desactivou licenças legítimas e, nalguns casos, chegou mesmo a remover completamente o Office dos computadores afectados.

Ainda mais caricato, a actualização opcional tinha sido lançada para resolver problemas na actualização do Microsoft 365 com versões desactualizadas há mais de 90 dias. No entanto, administradores de sistemas começaram rapidamente a reportar que o pacote estava interferir com as versões perpétuas do Office, incluindo edições Home & Business adquiridas através de licença única, causando erros de activação. Nalguns casos, a reintrodução da chave de produto original permitiu recuperar a activação do software. No entanto, alguns utilizadores relataram situações mais graves em que o Office foi completamente removido durante o processo de actualização e não voltou a ser instalado correctamente. Os problemas parecem ter afectado principalmente sistemas com componentes Office de arquitecturas diferentes, como aplicações de 32 bits combinadas com componentes de 64 bits.

Embora a Microsoft ainda não tenha divulgado uma explicação técnica do que se terá passado, por agora decidiu interromper a distribuição da actualização KB5002907 enquanto investiga a origem do problema.

№ 12

A louca complexidade de encontrar o caminho mais curto num mapa

Encontrar o caminho mais curto entre dois pontos num mapa é algo mais difícil do que pode parecer à primeira vista.

Há coisas que fazemos diariamente de forma corriqueira, sem pensar na louca complexidade que se esconde por trás. É isso que acontece quando recorremos a algo como o Google Maps ou app de navegação como o Waze, e pedimos para nos indicar a melhor rota até um ponto de destino.

Embora muitos dos que agora lêem o Aberto até de Madrugada não tenham tido a oportunidade de encetar longas viagens pelo país tendo que recorrer aos mapas em papel - e esperar que aquele mapa com alguns anos ainda estivesse actualizado, ou recorrer ao tradicional "parar para perguntar indicações sobre o caminho a seguir" - coisas que agora ficaram obsoletas graças aos mapas digitais e apps de navegação GPS, não deixará de ser curioso pensar que este problema era algo que já atormentava algumas pessoas em meados do século passado: mais concretamente, Edsger Dijkstra, que acabou por criar aquilo o Algoritmo de Dijkstra que ainda hoje está na base do funcionamento dos serviços de navegação que usamos.


Como dizia Arthur C. Clarke, qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível da magia. Isso é algo que assenta que nem uma luva a este caso, em que simplesmente escolhemos um destino e "magicamente" surge uma rota no ecrã e as instruções sobre o caminho a seguir.

Só que, não temos que agradecer os resultados a um Merlin ou David Copperfield, mas sim a Edsger Dijkstra.

№ 13

A louca complexidade de encontrar o caminho mais curto num mapa

Encontrar o caminho mais curto entre dois pontos num mapa é algo mais difícil do que pode parecer à primeira vista.

Há coisas que fazemos diariamente de forma corriqueira, sem pensar na louca complexidade que se esconde por trás. É isso que acontece quando recorremos a algo como o Google Maps ou app de navegação como o Waze, e pedimos para nos indicar a melhor rota até um ponto de destino.

Embora muitos dos que agora lêem o Aberto até de Madrugada não tenham tido a oportunidade de encetar longas viagens pelo país tendo que recorrer aos mapas em papel - e esperar que aquele mapa com alguns anos ainda estivesse actualizado, ou recorrer ao tradicional "parar para perguntar indicações sobre o caminho a seguir" - coisas que agora ficaram obsoletas graças aos mapas digitais e apps de navegação GPS, não deixará de ser curioso pensar que este problema era algo que já atormentava algumas pessoas em meados do século passado: mais concretamente, Edsger Dijkstra, que acabou por criar aquilo o Algoritmo de Dijkstra que ainda hoje está na base do funcionamento dos serviços de navegação que usamos.


Como dizia Arthur C. Clarke, qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível da magia. Isso é algo que assenta que nem uma luva a este caso, em que simplesmente escolhemos um destino e "magicamente" surge uma rota no ecrã e as instruções sobre o caminho a seguir.

Só que, não temos que agradecer os resultados a um Merlin ou David Copperfield, mas sim a Edsger Dijkstra.

№ 14

Leapmotor diz adeus às baterias de 12V nos eléctricos

Sendo um anacronismo dos dias modernos, a necessidade de manter uma bateria tradicional de 12 V num carro eléctrico/híbrido está prestes a chegar ao fim.

A Leapmotor apresentou várias inovações tecnológicas que prometem mudar a forma como os veículos eléctricos são concebidos e alimentados. O anúncio foi feito no Leapmotor Tech Day de 2026, e abrangem uma nova arquitectura de habitáculo e uma bateria que elimina, pela primeira vez em mais de 70 anos, a necessidade de uma bateria auxiliar de 12 volts de chumbo-ácido.

A nova Arquitectura de Espaço Móvel LEAP 5.0 representa uma revisão profunda da forma como os veículos são estruturados internamente. A integração de uma unidade de ar condicionado "tudo-em-um" com o sistema de propulsão traseiro, que anteriormente eram componentes separados, permite aumentar o comprimento do habitáculo em 19%, reduzir o número de peças em 18% e diminuir as tubagens necessárias em 30%. A nova disposição vertical dos amortecedores com torre de alumínio reduz a intrusão no habitáculo e aumenta o espaço lateral para as pernas na primeira fila em 37,5%. A combinação de um tecto mais elevado com um piso totalmente plano e mais baixo, possibilitada pelo novo design em forma de skateboard resulta num aumento da altura interior de 63,7%, criando um espaço ao estilo “loft” que permite ficar de pé em toda a altura. Os primeiros modelos a adoptá-la serão revelados em 2027.
A segunda inovação é a Bateria Cell-to-Chassis (CTC) 3.0 de Alta e Baixa Tensão, a mais recente geração do sistema pioneiro da marca que integra as células directamente no chassis, sem módulos de bateria separados. A grande novidade desta versão é a capacidade de operar em baixa tensão com sete vezes mais capacidade do que a geração anterior, igualando o desempenho de uma bateria tradicional de 12 volts e tornando-a completamente dispensável. As baterias de alta e baixa tensão partilham as mesmas células, a mesma gestão térmica e a mesma distribuição de energia, numa reconstrução total do sistema eléctrico do veículo.

As baterias de 12 volts tradicionais são responsáveis por funções essenciais como o motor de arranque, os limpa-pára-brisas, a climatização, a iluminação, os ecrãs de infoentretenimento, os sistemas de segurança e até os airbags. Quando esta tecnologia for integrada nos próximos modelos Leapmotor, estes tornar-se-ão os primeiros veículos de estrada em mais de 70 anos a prescindir de uma bateria auxiliar de chumbo-ácido, desafiando um pressuposto que a indústria automóvel assumiu como inevitável durante décadas. Também evitarão os casos caricatos de se poder ficar com o carro "inutilizado" por ter ficado com a velha bateria de 12V gasta/avariada, apesar de se ter o carro com a bateria grande completamente carregada.

As implicações práticas são consideráveis. A implementação em larga escala poderá eliminar dezenas de milhões de baterias de chumbo-ácido por ano, reduzindo substancialmente a poluição associada ao seu descarte. Para os proprietários, o sistema funciona sem necessidade de manutenção ao longo de toda a vida útil do veículo, sem substituições periódicas de baterias e com poupanças acumuladas ao longo do tempo. Este novo sistema começará a ser utilizado na próxima geração de modelos da marca, prevista a partir de 2027.

[Pela Estrada Fora]
№ 15

Leapmotor diz adeus às baterias de 12V nos eléctricos

Sendo um anacronismo dos dias modernos, a necessidade de manter uma bateria tradicional de 12 V num carro eléctrico/híbrido está prestes a chegar ao fim.

A Leapmotor apresentou várias inovações tecnológicas que prometem mudar a forma como os veículos eléctricos são concebidos e alimentados. O anúncio foi feito no Leapmotor Tech Day de 2026, e abrangem uma nova arquitectura de habitáculo e uma bateria que elimina, pela primeira vez em mais de 70 anos, a necessidade de uma bateria auxiliar de 12 volts de chumbo-ácido.

A nova Arquitectura de Espaço Móvel LEAP 5.0 representa uma revisão profunda da forma como os veículos são estruturados internamente. A integração de uma unidade de ar condicionado "tudo-em-um" com o sistema de propulsão traseiro, que anteriormente eram componentes separados, permite aumentar o comprimento do habitáculo em 19%, reduzir o número de peças em 18?iminuir as tubagens necessárias em 30%. A nova disposição vertical dos amortecedores com torre de alumínio reduz a intrusão no habitáculo e aumenta o espaço lateral para as pernas na primeira fila em 37,5%. A combinação de um tecto mais elevado com um piso totalmente plano e mais baixo, possibilitada pelo novo design em forma de skateboard resulta num aumento da altura interior de 63,7%, criando um espaço ao estilo “loft” que permite ficar de pé em toda a altura. Os primeiros modelos a adoptá-la serão revelados em 2027.
A segunda inovação é a Bateria Cell-to-Chassis (CTC) 3.0 de Alta e Baixa Tensão, a mais recente geração do sistema pioneiro da marca que integra as células directamente no chassis, sem módulos de bateria separados. A grande novidade desta versão é a capacidade de operar em baixa tensão com sete vezes mais capacidade do que a geração anterior, igualando o desempenho de uma bateria tradicional de 12 volts e tornando-a completamente dispensável. As baterias de alta e baixa tensão partilham as mesmas células, a mesma gestão térmica e a mesma distribuição de energia, numa reconstrução total do sistema eléctrico do veículo.

As baterias de 12 volts tradicionais são responsáveis por funções essenciais como o motor de arranque, os limpa-pára-brisas, a climatização, a iluminação, os ecrãs de infoentretenimento, os sistemas de segurança e até os airbags. Quando esta tecnologia for integrada nos próximos modelos Leapmotor, estes tornar-se-ão os primeiros veículos de estrada em mais de 70 anos a prescindir de uma bateria auxiliar de chumbo-ácido, desafiando um pressuposto que a indústria automóvel assumiu como inevitável durante décadas. Também evitarão os casos caricatos de se poder ficar com o carro "inutilizado" por ter ficado com a velha bateria de 12V gasta/avariada, apesar de se ter o carro com a bateria grande completamente carregada.

As implicações práticas são consideráveis. A implementação em larga escala poderá eliminar dezenas de milhões de baterias de chumbo-ácido por ano, reduzindo substancialmente a poluição associada ao seu descarte. Para os proprietários, o sistema funciona sem necessidade de manutenção ao longo de toda a vida útil do veículo, sem substituições periódicas de baterias e com poupanças acumuladas ao longo do tempo. Este novo sistema começará a ser utilizado na próxima geração de modelos da marca, prevista a partir de 2027.

[Pela Estrada Fora]
№ 16

MOBI.E agrega dados de toda a rede de carregamento nacional

A MOBI.E concluiu a integração dos primeiros operadores de pontos de carregamento que, até agora, nunca tinham estado ligados à sua plataforma de dados.

Este passo marca uma mudança importante na forma como a informação sobre a rede nacional de carregamento de veículos eléctricos passa a ser recolhida, agregada e disponibilizada ao público.

A mudança decorre das novas funções da MOBI.E enquanto Entidade Agregadora de Dados para a Mobilidade Eléctrica, um papel previsto no novo Regime Jurídico da Mobilidade Eléctrica e que resulta de uma obrigação europeia definida pelo Regulamento (UE) 2023/1804, conhecido como AFIR, relativo à criação de uma infraestrutura para combustíveis alternativos. Na prática, todos os operadores de pontos de carregamento de acesso público ficam agora obrigados a partilhar, de forma gratuita e não discriminatória, informação sobre os seus equipamentos, incluindo localização, características técnicas, formas de pagamento, preços e disponibilidade em tempo real.

A MOBI.E actua como intermediária entre os operadores e o Ponto de Acesso Nacional, a plataforma gerida pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes que disponibiliza de forma aberta os dados relativos à infraestrutura de carregamento em Portugal. Esta estrutura está a ser implementada de forma harmonizada em toda a Europa, de modo a cumprir as obrigações de transparência de dados previstas no AFIR.

Para cumprir este novo papel, a MOBI.E desenvolveu uma plataforma dedicada à recolha e agregação de dados dos pontos de carregamento públicos em território nacional. Os operadores que já estavam ligados à plataforma de gestão da empresa foram integrados neste novo sistema através de um processo interno de migração. Quanto aos operadores que anteriormente não tinham qualquer ligação à MOBI.E, estão a decorrer testes de integração, sendo que os primeiros já concluíram esta etapa com sucesso e os restantes processos estão em fase de conclusão.

Esta evolução reflecte-se também no MOBI.DATA, a área de dados do site da MOBI.E, que passa a incluir informação recolhida através do Ponto de Acesso Nacional sobre a disponibilidade dos pontos de carregamento de toda a rede nacional, incluindo os que pertencem a operadores que antes não estavam conectados à plataforma. A rede gerida pela MOBI.E integra actualmente mais de 30 comercializadores de electricidade para a mobilidade eléctrica e cerca de uma centena de operadores de pontos de carregamento, numa estrutura de mercado assente na concorrência e na interoperabilidade entre todos os participantes. A actividade da entidade agregadora é monitorizada pela Autoridade da Mobilidade e dos Transportes.

[Pela Estrada Fora]
№ 17

MOBI.E agrega dados de toda a rede de carregamento nacional

A MOBI.E concluiu a integração dos primeiros operadores de pontos de carregamento que, até agora, nunca tinham estado ligados à sua plataforma de dados.

Este passo marca uma mudança importante na forma como a informação sobre a rede nacional de carregamento de veículos eléctricos passa a ser recolhida, agregada e disponibilizada ao público.

A mudança decorre das novas funções da MOBI.E enquanto Entidade Agregadora de Dados para a Mobilidade Eléctrica, um papel previsto no novo Regime Jurídico da Mobilidade Eléctrica e que resulta de uma obrigação europeia definida pelo Regulamento (UE) 2023/1804, conhecido como AFIR, relativo à criação de uma infraestrutura para combustíveis alternativos. Na prática, todos os operadores de pontos de carregamento de acesso público ficam agora obrigados a partilhar, de forma gratuita e não discriminatória, informação sobre os seus equipamentos, incluindo localização, características técnicas, formas de pagamento, preços e disponibilidade em tempo real.

A MOBI.E actua como intermediária entre os operadores e o Ponto de Acesso Nacional, a plataforma gerida pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes que disponibiliza de forma aberta os dados relativos à infraestrutura de carregamento em Portugal. Esta estrutura está a ser implementada de forma harmonizada em toda a Europa, de modo a cumprir as obrigações de transparência de dados previstas no AFIR.

Para cumprir este novo papel, a MOBI.E desenvolveu uma plataforma dedicada à recolha e agregação de dados dos pontos de carregamento públicos em território nacional. Os operadores que já estavam ligados à plataforma de gestão da empresa foram integrados neste novo sistema através de um processo interno de migração. Quanto aos operadores que anteriormente não tinham qualquer ligação à MOBI.E, estão a decorrer testes de integração, sendo que os primeiros já concluíram esta etapa com sucesso e os restantes processos estão em fase de conclusão.

Esta evolução reflecte-se também no MOBI.DATA, a área de dados do site da MOBI.E, que passa a incluir informação recolhida através do Ponto de Acesso Nacional sobre a disponibilidade dos pontos de carregamento de toda a rede nacional, incluindo os que pertencem a operadores que antes não estavam conectados à plataforma. A rede gerida pela MOBI.E integra actualmente mais de 30 comercializadores de electricidade para a mobilidade eléctrica e cerca de uma centena de operadores de pontos de carregamento, numa estrutura de mercado assente na concorrência e na interoperabilidade entre todos os participantes. A actividade da entidade agregadora é monitorizada pela Autoridade da Mobilidade e dos Transportes.

[Pela Estrada Fora]
№ 18

Análise ao Roomba 575 plus

A iRobot volta a apostar na automatização da limpeza doméstica com o Roomba Combo 575 Plus, um robot aspirador com esfregonas equipado com navegação LiDAR, reconhecimento de obstáculos por inteligência artificial e uma base multifunções AutoWash. Concebido para aspirar, lavar e tratar automaticamente das principais tarefas de manutenção, este modelo pretende oferecer uma experiência verdadeiramente autónoma. Mas será esta combinação de potência, inteligência e comodidade suficiente para justificar a aposta?


O Roomba Combo 575 Plus


Concebido para assegurar uma limpeza autónoma de pavimentos rígidos e carpetes, o Roomba Combo 575 Plus disponibiliza quatro modos de funcionamento: apenas aspiração, apenas lavagem, aspiração e lavagem em simultâneo, ou aspiração seguida de lavagem. 


Através dos seus 25.000 Pa de poder de sucção e das esfregonas rotativas DualClean, que funcionam a 180 RPM, o robot recolhe pó, migalhas, pêlos de animais e outros detritos, ao mesmo tempo que actua sobre derrames secos e sujidade entranhada. Quando detecta um tapete, eleva automaticamente as esfregonas 10 mm, evitando molhá-lo e permitindo dar continuidade à limpeza.




Especificações técnicas:

  • Dimensões do robot: 298 mm de comprimento x 303 mm de largura x 83,5 mm de altura
  • Peso do robot: 2,9 kg
  • Dimensões da Base AutoWash: 330 mm de comprimento x 340 mm de largura x 485 mm de altura
  • Tipo de bateria: iões de lítio
  • Poder de sucção: 25.000 Pa
  • Velocidade de rotação das esfregonas DualClean: 180 RPM
  • Elevação automática das esfregonas: 10 mm
  • Capacidade de transposição de desníveis: até 35 mm
  • Extensão do braço da esfregona para limpeza junto aos rodapés: 35 mm

Dentro da caixa



A embalagem reúne o robot e os vários componentes necessários para iniciar a limpeza, apresentando os elementos devidamente acondicionados e separados. A configuração inicial é feita através da aplicação Roomba Home, depois da base AutoWash ser instalada sobre um pavimento rígido e ligada à corrente.

Não esquecer o manual, no fundo da caixa

Base AutoWash, dois pares de esfregonas DualClean, escova de limpeza de cantos  (não visível - já tinha sido estalada), dois sacos AllergenLock, frasco com concentrado "Stayclean" e o cabo de alimentação.




A base AutoWash é constituída por um bloco com zona de carregamento e limpeza, ficando os depósitos instalados na zona superior.

A zona de "estacionamento", serve para o carregamento e limpeza/secagem das esfregonas

Os depósitos apresentam uma configuração curiosa, estando um mais avançado que o outro.

O sistema de encaixe dos depósitos está bastante simplificado, bastando um movimento na vertical para desencaixar os mesmos.

Para abrir os depósitos, basta puxar a zona do sistema de bloqueio, se bem que o material oferece alguma resistência, principalmente ao fechar, com som do estalido a ser bem audível.


O depósito de água suja inclui uma bóia para avisar quando está cheio, o de água limpa apresenta um filtro.

Zona inferior, com dois orifícios para instalar as esfregonas e um perno na zona superior direita, para a escova.

Acessórios instalados


Em utilização

O Roomba Combo 575 Plus combina aspiração e lavagem com navegação inteligente, adaptando a limpeza às diferentes superfícies e automatizando a manutenção através da Base AutoWash.

Principais funcionalidades

  • Quatro modos de limpeza: Permite apenas aspirar, apenas lavar, aspirar e lavar em simultâneo ou aspirar antes de iniciar a lavagem.
  • Aspiração e lavagem intensivas: Combina uma sucção de 25.000 Pa com duas esfregonas rotativas DualClean, que funcionam a 180 RPM, para recolher detritos e atuar sobre manchas secas.
  • Limpeza junto a cantos e rodapés: A tecnologia PerfectEdge utiliza uma escova extensível para alcançar as zonas próximas de paredes e extremidades.
  • Detecção de tapetes: Identifica automaticamente os tapetes e eleva as esfregonas 10 mm, evitando molhá-los durante a aspiração.
  • Navegação inteligente: O sistema ClearView Pro LiDAR cria mapas tridimensionais da casa, enquanto a tecnologia PrecisionVision reconhece e contorna obstáculos.
  • Base AutoWash: Esvazia os detritos, reabastece o reservatório de água e lava as esfregonas a 75° C, secando-as posteriormente com ar quente a 45° C.
  • Limpeza personalizada: A aplicação Roomba Home permite gerir mapas, divisões, modos e preferências de limpeza, existindo também suporte para comandos de voz através da Alexa, Siri e Assistente Google.


Penso que seja possível utilizar o aspirador sem instalar a aplicação Roomba Home, da iRobot, mas esta opção acabaria por disponibilizar uma experiência de utilização redutora, razão pela qual fui directamente ao Google Play, para efectuar a instalação da app.




 
Tenham em atenção os termos e referência, pois deverão escolher as opções que melhor sirvam o vosso interesse.



 
A criação de uma conta é incontornável. Se já tiverem uma conta iRobot, podem utilizar a mesma. Curiosamente a minha conta que criei para comprar peças da marca, não foi reconhecida, pelo que acabei por criar um nova.




Criada a conta, é necessário adicionar o aspirador à app, bastando para tal fazer scan do QRCODE que podem encontrar no guia de instalação, havendo posteriormente que configurar o acesso à internet. Ligado o equipamento, houve necessidade de efectuar uma actualização, processo que foi anormalmente demorado (mais de meia hora). 



Antes de se iniciarem as limpezas, a aplicação sugere a criação de uma mapa das divisões a limpar. Este processo de mapeamento vai permitir posteriormente identificar as zonas a limpar, algo bastante útil quando não se pretender limpar todas as divisões de um piso. 


Criado o mapa, temos a possibilidade de rever as zonas identificadas pelo equipamento, sendo possível alterar a designação da divisão, juntar divisões ou adicionar manualmente uma divisão.


Quando avançarem para a primeira acção de limpeza, a app vai recordar quais as tarefas que deverão ter garantido previamente, nomeadamente a instalação das esfregonas e a água limpa no depósito. Basta escolher uma das opções disponíveis e o equipamento vai à sua vida.


A aplicação permite acompanhar o desenrolar da operação de limpeza, sendo possível definir quais os elementos a apresentar. Na imagem da direita, é apresentada uma zona com um tapete, sendo que nesta área o aspirador não lava, apenas aspira. A cor verde a é utilizada nestas zonas, azul para lavagem e verde claro para as duas operações.


A lavagem e a aspiração são muito efetivas, com o chão a ficar bem lavado e aspirado, mesmo nas zonas onde se encontra mais sujo. O pelo de dois cães e duas gatas não ofereceu grande obstáculo, sendo as escovas suficientemente eficazes para limpar o chão. O facto de uma das esfregonas ser extensível, melhora significativamente o nível de eficiência da lavagem do chão, conseguindo chegar a zonas que habitualmente ou não são limpas, ou ficam mal limpas.  

O processo de carregamento e limpeza acaba por ser demorado e ruidoso, pelo que deverão ponderar onde irão colocar a estação de carga. Em termos de consumo, após a limpeza de um piso, o carregamento e lavagem das escovas, o aspirador consome em média 0,25kW.

O tom escuro da dock acaba por levantar uma ligeiro inconveniente. A tonalidade do plástico dificulta a visualização do nível da água, obrigando a um olhar mais atento para se perceber qual a quantidade de água limpa disponível. Este facto não é contudo preocupante, pois a app notifica o utilizador sempre que o nível baixe dos 25% e a própria base acende um led vermelho, sempre que o depósito fique vazio (ou mal instalado).

O Roomba 575 apresenta duas particularidades interessantes, o tamanho e a limpeza das esfregonas. Confesso que estranhei o facto de ser pequeno, mas mal entrou em operação, percebi que em determinados cenários, este aspecto constitui-se como uma mais valia, com o aspirador a passar em locais que os modelos maiores não conseguem. Já o facto do aspirador voltar à base durante a operação de limpeza, permite que as esfregonas sejam lavadas, algo que vai melhorar o processo de limpeza das áreas que irão ser limpas de seguida. 

Nota ainda para a possibilidade de se utilizar o concentrado de lavagem “StayClean”, um líquido que se mistura com a água, para dar um aroma mais agradável as zonas que são alvo de limpeza. O Roomba 575 utiliza um cartucho de 280ml, estando disponível na loja online da marca, por 12,99€ mais portes de envio. É igualmente possível utilizar o concentrado directamente na água limpa, sendo que a marca recomenda que só sejam utilizados produtos aprovados, para evitar danos no equipamento. 


Apreciação final



Tenho um Roomba pré-histórico, comprado, se bem me lembro, numa mega promoção de 50% de uma grande superfície (bons tempos). Curiosamente, o Roomba 550 ainda funciona e é utilizado semanalmente, para limpar um piso. Já levou várias baterias, um motor da escova lateral e mais recentemente, uma dock de carregamento (a reparação parecia ser simples, mas fugia da minha zona de conforto). A avaria mais chata, acabou por ser um dos apoios do sistema de escovas central. Ainda pensei desenhar a peça em 3D e imprimir, mas acabei por mandar vir o bloco completo do mercado chinês.

Este Roomba 575, quase 20 anos mais tarde, representa a natural evolução de um produto, que além das escovas, passou a contar com esfregonas. A estação de carregamento conta agora com lavagem e limpeza das esfregonas e escovas, um incremento significativo de comodidade para o utilizador, que terá apenas de trocar o saco que recolhe a sujidade e lavar o depósito de água suja. 

No dia a dia, o saldo é claramente positivo, sobretudo para quem partilha a casa com animais de estimação e procura minimizar ao máximo a intervenção manual na limpeza do chão. O formato mais compacto revelou-se uma escolha de design inteligente para navegar entre pernas de cadeiras e recantos difíceis, enquanto a combinação do poder de sucção com a lavagem das esfregonas durante a operação de limpeza, eleva a fasquia face ao simples passar de pano húmido de gerações anteriores. Existem, contudo, compromissos que devem ser ponderados: o ciclo de autolimpeza e secagem na base é sonoro, pedindo uma localização bem pensada dentro de casa, a configuração e actualização inicial exigem alguma paciência, e os consumíveis proprietários, como o concentrado StayClean e os sacos AllergenLock (3 por 19€), acarretam um custo recorrente que deve entrar nas contas a longo prazo.

Respondendo à questão inicial, o Roomba 575  justifica a aposta para quem procura uma automatização quase total e não quer perder tempo diário a aspirar migalhas ou a lavar esfregonas sujas à mão. A iRobot entrega aqui um conjunto muito maduro, onde o LiDAR e o reconhecimento dos objectos, resolvem finalmente os velhos problemas de navegação às cegas, transformando o robot num verdadeiro gestor da limpeza do pavimento. Se o meu velhinho Roomba 550 já parecia quase mágico há duas décadas ao recolher o pó de forma autónoma, este modelo fecha o ciclo ao entregar uma experiência completa, potente e verdadeiramente independente, ideal para lares exigentes e com pouco tempo a perder nas operações de limpeza.

O Roomba Combo 575 Plus tem um preço recomendado de 699€, mas pode ser encontrado em promoções com preços mais simpáticos perto dos 400€ 



Roomba Combo 575 Plus

Escaldante


Prós
  • Eficiente a aspirar e lavar
  • Comodidade de utilização

Contras

  • Preço dos sacos
  • Visualização do nível da água limpa
  • Ruído na lavagem na dock


Roomba 575 plus

Escaldante (5/5)
№ 19

Nova app GIRA renova a mobilidade de bicicleta em Lisboa

A EMEL lançou uma actualização completa da GIRA, o serviço de bicicletas partilhadas de Lisboa. O ecossistema tecnológico que suporta a aplicação foi reconstruído de raiz, com o objectivo de tornar a experiência de utilização mais fiável e fácil no dia a dia.

A decisão de rever toda a plataforma partiu da experiência acumulada pela EMEL na gestão do serviço, que foi permitindo identificar desafios técnicos e oportunidades de melhoria que uma actualização parcial não conseguiria resolver. O resultado é uma aplicação com um interface mais intuitivo, uma nova carteira digital integrada e um sistema de apoio ao cliente mais acessível.

O serviço está presente em todas as freguesias de Lisboa, com mais de 200 estações e uma frota superior a 2.000 bicicletas. Actualmente, a GIRA conta com mais de 40 mil utilizadores registados, que realizam diariamente mais de 9.000 viagens. Desde o arranque do serviço, já foram percorridos 70 milhões de quilómetros, o equivalente a mais de 1.700 voltas ao mundo ou a mais de 90 viagens de ida e volta à Lua.

Estes números têm também um impacto ambiental concreto: a utilização da GIRA contribuiu para uma redução de emissões de CO2 superior a 8.400 toneladas, um dado que reforça o papel do serviço na descarbonização da mobilidade urbana da capital.

A nova aplicação GIRA já se encontra disponível para download na Apple App Store e na Google Play Store.

[Pela Estrada Fora]
№ 20

Nova app GIRA renova a mobilidade de bicicleta em Lisboa

A EMEL lançou uma actualização completa da GIRA, o serviço de bicicletas partilhadas de Lisboa. O ecossistema tecnológico que suporta a aplicação foi reconstruído de raiz, com o objectivo de tornar a experiência de utilização mais fiável e fácil no dia a dia.

A decisão de rever toda a plataforma partiu da experiência acumulada pela EMEL na gestão do serviço, que foi permitindo identificar desafios técnicos e oportunidades de melhoria que uma actualização parcial não conseguiria resolver. O resultado é uma aplicação com um interface mais intuitivo, uma nova carteira digital integrada e um sistema de apoio ao cliente mais acessível.

O serviço está presente em todas as freguesias de Lisboa, com mais de 200 estações e uma frota superior a 2.000 bicicletas. Actualmente, a GIRA conta com mais de 40 mil utilizadores registados, que realizam diariamente mais de 9.000 viagens. Desde o arranque do serviço, já foram percorridos 70 milhões de quilómetros, o equivalente a mais de 1.700 voltas ao mundo ou a mais de 90 viagens de ida e volta à Lua.

Estes números têm também um impacto ambiental concreto: a utilização da GIRA contribuiu para uma redução de emissões de CO2 superior a 8.400 toneladas, um dado que reforça o papel do serviço na descarbonização da mobilidade urbana da capital.

A nova aplicação GIRA já se encontra disponível para download na Apple App Store e na Google Play Store.

[Pela Estrada Fora]