PlanetGeek
№ 01

Home Assistant 26.10 facilita automações

O Home Assistant 26.10 vem facilitar as automações com trigger IDs automáticos.

Depois da mudança de nome do Home Assistant Cloud para Home Assistant Link, o Home Assistant 26.10 chega com uma melhoria há muito aguardada nos trigger IDs, tornando a criação de automatizações mais simples e acessível.

Até agora, os utilizadores tinham de atribuir identificadores manualmente e memorizar a que trigger correspondia cada um, sendo que a funcionalidade estava escondida na interface. Com a nova actualização, passa a existir uma interface visual dedicada, que permite selecionar os triggers a utilizar nas condições, enquanto o Home Assistant trata automaticamente dos identificadores. Quem preferir configurar automatizações através de YAML pode continuar a utilizar os seus próprios IDs, tal como antes.


Os mapas também receberam uma actualização importante depois dp anterior fornecedor ter começado a exigir uma chave API, causando problemas no funcionamento dos mapas da plataforma. O Home Assistant passa a utilizar o OpenStreetMap, disponibilizando mapas vectoriais mais nítidos, marcadores redesenhados, e uma vista geral dos locais por onde passaram os membros da casa. Estas alterações irão tornar a navegação e o acompanhamento da localização mais úteis.

A actualização inclui ainda uma página de perfil mais organizada, um painel dedicado à gestão de ligações Modbus, e uma forma mais simples de ligar serviços AI com apenas um clique. Estas novidades procuram facilitar a gestão do Home Assistant e alargar as suas capacidades para quem utiliza automatizações e dispositivos ligados. A interface também reduz a necessidade de percorrer vários menus para encontrar funcionalidades importantes.

№ 02

Carregador BONAI com 8 pilhas recarregáveis a €17

Para evitar a troca infindável das pilhas, nada como usar pilhas recarregáveis e este pack da BONAI com carregador e 8 pilhas é uma excelente forma de começar.

Vivemos num mundo "mobile" em que assumimos que as coisas funcionam sem necessidade de estarem agarradas a cabos de alimentação, e isso faz com que exista uma dependência crítica em baterias e pilhas. No caso das pilhas, que continuam a ser comuns em coisas como controlos remotos, gamepads, teclados wireless e muitas outras coisas, uma das melhores opções é trocar as pilhas convencionais por pilhas recarregáveis reutilizáveis, e o investimento não é assim tão avultado quanto se possa pensar.
Este carregador BONAI já traz 8 pilhas recarregáveis (4x AA de 2800 mAh + 4x AAA de 1100 mAh) e custa apenas 17 euros.

Quem quiser mais pilhas, pode também optar pelo pack de 24 pilhas recarregáveis AA 2800 mAh adicionais.

As pilhas incluídas são de 2800 mAh no caso das AA, e de 1100 mAh no caso das AAA; e este carregador tem a vantagem de usar uma comum ficha USB e permitir carregar pilhas individualmente (alguns só permitem carregar pares). Tenho um carregador há vários anos e tem funcionado sem chatices, o que me tem permitido evitar gastar pilhas descartáveis, e recomendo. :)


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№ 03

Nvidia lança Driver 621.12 para corrigir bugs

Há novo driver Nvidia com correcções de emergência para corrigir bugs do Game Ready Driver 621.01.

A Nvidia parece querer competir com a Microsoft a nível de lançar actualizações que chegam com bugs indesejados. À semelhança do que tem acontecido nos últimos lançamentos, a Nvidia apressou-se a lançar o GeForce/RTX Spark Hotfix Driver 621.12 para corrigir bloqueios na reprodução de vídeo e ecrãs negros do Game Ready Driver 621.01. O problema afectava algumas placas gráficas GeForce RTX 50 Series e sistemas RTX Spark, podendo fazer com que os ecrãs ligados ao computador ficassem negros durante vários segundos ao reproduzir vídeos no Chrome, Edge ou VLC.

A NVIDIA confirmou o problema depois de vários utilizadores terem relatado estas falhas. A empresa chegou a pedir registos de diagnóstico aos utilizadores afectados para ajudar a investigar a origem do problema. O novo hotfix chega seis dias depois do lançamento do driver que introduziu as falhas.

NVIDIA GeForce/RTX Spark Hotfix Driver v621.12 is now available. This update resolves the following: ✅Fixed an issue where video playback may freeze or black screen on some GeForce RTX 50 Series GPUs/RTX Spark after updating to GRD 621.01. ✅Unreal Engine 5.8 may crash when Ray Lighting Mode is set to Hit Lighting ✅[RTX Spark] HDMI monitor connected to StarTech Thunderbolt 3 to HDMI 2.0 adapter may show corruption ✅[MSI N16 Flip] Intermittent flickering may be observed ⤵️Learn more: https://t.co/jHa1ODZzHq Select Download: Windows 10/11 (x64) - https://t.co/tR77EHsntD Windows 11 (ARM64) - https://t.co/jToDZYO7gU

— NVIDIA Customer Care (@nvidiacc) October 27, 2026
A actualização inclui ainda três correções adicionais. Resolve falhas no Unreal Engine 5.8 quando o Ray Lighting Mode está configurado para Hit Lighting, problemas de imagem em sistemas RTX Spark que utilizam um adaptador StarTech Thunderbolt 3 para HDMI 2.0, e cintilação intermitente do ecrã em portáteis MSI N16 Flip.

O novo driver está disponível para Windows 10 e Windows 11 em sistemas x64, além de uma versão específica para Windows 11 ARM64 destinada aos dispositivos RTX Spark. Trata-se de uma actualização beta opcional, pelo que terá que ser instalada manualmente, não aparecendo como nova actualização disponível na Nvidia App. A NVIDIA irá integrar estas correções no próximo driver oficial, mas quem estiver a sofrer com estes problemas poderá instalar esta versão 621.12 desde já.

№ 04

Animates lança avatars 3D com ecrã da Sony

A Animates anunciou que os seus companheiros virtuais vão passar para o mundo real, graças a um ecrã "holográfico" da Sony.

A Animates, que ficou conhecida por criar os companheiros virtuais do Grok (entretanto removidos), anunciou que os utilizadores poderão trazer esses personagens virtuais para mais perto de si no mundo real.

Ainda não se trata de criar robots humanóides, mas sim de recorrer ao ecrã 3D ELF-MN1 da Sony.

Together with Sony XYN, we’re bringing Animates AI Companions into physical spaces. Your favorite companions can finally feel truly there with you and become part of everyday life. Pre-orders open today. https://t.co/a8TaFJGe16

— Animates (@animates) October 28, 2026



Há que referir que a Sony toma algumas (demasiadas!) liberdades artísticas para promover este ecrã "holográfico", incluindo mostrar coisas que parecem sair do próprio ecrã. Na realidade tal não acontece.

Estamos perante um ecrã perfeitamente convencional, mas que utiliza uma câmara para determinar a posição dos olhos do utilizador, e ajustar a perspectiva em conformidade, criando a ilusão "holográfica". Como tal, o efeito só será devidamente sentido por uma única pessoa, em frente ao dispositivo. e sem que realmente sejam projectados para fora do ecrã.

№ 05

Smart TVs continuam a espiar utilizadores após opções desligadas

A má fama das Smart TVs continua, com muitas delas a serem apanhadas a "espiar" os utilizadores mesmo após se desligar todas as opções possíveis.

Um novo estudo da Northeastern University revela que algumas Smart TVs continuam a enviar dados para serviços de reconhecimento automático de conteúdos (ACR), mesmo depois dos utilizadores desactivarem essa monitorização nas definições. A investigação analisou 12 televisores de 10 fabricantes, abrangendo oito sistemas operativos, e encontrou tráfego de rede suspeito em televisores com Samsung Tizen, Vizio OS e Roku OS. A tecnologia ACR identifica aquilo que está a ser apresentado no ecrã, através da análise de vídeo e áudio, permitindo fazer o tracking das preferências dos utilizadores e apresentar publicidade direccionada.

Os investigadores efectuaram cerca de 6.000 experiências controladas, testando diferentes cenários de utilização, incluindo apps de streaming, ligações HDMI, e emissões de televisão tradicional por antena. O Samsung Tizen e o Vizio OS continuaram a enviar tráfego para servidores ACR identificados em vários cenários, mesmo depois de se ter desactivado a monitorização. O Roku OS também apresentou actividade semelhante, mas apenas durante a utilização do serviço de streaming integrado (The Roku Channel). A Roku esclareceu que este tipo de recolha está explicado nos seus termos de serviço, e que também é mencionado nas definições dos televisores.
O estudo não conseguiu determinar exactamente que informações estão a ser transmitidas, uma vez que o tráfego estava encriptado. Por isso, não se pode acusar expressamente que os fabricantes estejam a ignorar as escolhas de privacidade dos utilizadores, mas, isso não significa que esta actividade persistente não seja bastante suspeita e altamente indicadora de que algo estranho está a ser feito.

A monitorização em Smart TVs já deu origem a processos judiciais. A Vizio já pagou 2,2 milhões de dólares para resolver acusações da Comissão Federal do Comércio dos EUA relacionadas com a recolha de dados de visualização sem consentimento, enquanto a Samsung e outros fabricantes também foram acusados de monitorização ACR ilegal. Para prevenir, e embora seja algo verdadeiramente ridículo, a opção recomendada é a de manter as Smart TVs completamente desligadas da internet, usando-se uma box de TV que ofereça melhores garantias de privacidade.

Tirando partido da vaga de vibe-coding AI, também têm surgido projectos e ferramentas que se focam em dar aos utilizadores total controlo sobre as suas Smart TV, desactivando todos esses serviços abusivos, e resultando em televisores bastante mais rápidos, tal como deveriam ser de origem!

№ 06

DIGI ameaça sair de Portugal se ANACOM não permitir a concorrência

A DIGI está a demonstrar o seu profundo desagrado perante o bloqueio de uma concorrência justa por parte da ANACOM.

Muitos portugueses acolheram de braços abertos a chegada da DIGI ao nosso país, que serviu como uma "pedrada no charco" que veio - finalmente - alterar o cenário de pseudo-concorrência que tínhamos com os três grandes operadores nacionais de telecomunicações. No entanto, e apesar de já ter superado muitas manobra de bloqueio (como tentativas de bloquear o acesso a certos canais de TV), avizinha-se outra que se torna mais preocupante.

A ANACOM está a considerar prorrogar o espectro dos operadores existentes até à década de 2040, o que beneficiará os três grandes operadores e penalizará fortemente a DIGI. Isto porque, em vez de permitir novo leilão para distribuição das tão desejadas frequências, congelaria a estrutura tal como está:
A diferença no acesso é dramática, particularmente nas faixas abaixo de 1 GHz, que permitem maior alcance e melhor cobertura no interior de edifícios:
"Abaixo de 1 GHz, a DIGI detém apenas 5,6 % do espectro total em utilização, e os três operadores incumbentes 94,4 %. Para compensar, a DIGI instala 437,6 estações por cada MHz que detém abaixo de 1 GHz, contra uma média de 99,7 dos incumbentes, ou seja, 4,39 vezes mais. Além disso, nas principais faixas de capacidade para tráfego de dados (1800, 2100 e 2600 MHz), a DIGI detém apenas 12 %."

Perante um cenário tão desiquilibrado, num sector crítico e onde se deveria promover uma saudável concorrência de mercado, não há qualquer justificação para que a ANACOM opte pode manter as coisas "como estão". Se estamos num suposto mercado de livre concorrência, então que permitam que essa concorrência exista e beneficie os consumidores, em vez de artificialmente bloquear o único operador que efectivamente veio criar concorrência no sector de forma notória.

Caso contrário, arriscamos-nos a ver a DIGI sair de Portugal, demonstrando que o suposto cenário de "concorrência" existe apenas no papel, e onde o nosso bem conhecido trio de operadores apenas faz questão de se contentar em dividir o bolo entre si.

№ 07

Recall das baterias chega aos Audi Q4

Depois dos modelos VW, a limitação de carga a 80% nas baterias foi expandida aos Audi Q4 de 2024 e 2025.

Como já era de suspeitar, o recall devido a um problema nas baterias da Volkswagen foi alargada à Audi, abrangendo 9.048 unidades dos modelos Q4 E-Tron e Q4 Sportback E-Tron dos anos de 2024 e 2025. A situação surge depois de uma recolha semelhante que envolveu 22.524 Volkswagen ID.4, estando ambos os casos relacionados com o risco de incêndio da bateria em determinadas condições de carregamento.

Segundo a Volkswagen, determinados perfis de carregamento, combinados com um nível de carga superior a 80%, podem desencadear "propagação térmica", o que, em linguagem comum, se traduz por incêndio da bateria. A causa do problema ainda não foi identificada, mas a Audi refere que os veículos afectados partilham características das baterias e dos processos de produção com outros eléctricos do Grupo Volkswagen envolvidos nestes incidentes. Até existir uma solução definitiva, a Audi recomenda aos proprietários que limitem o carregamento a 80% da capacidade da bateria. Os veículos podem ser levados a um concessionário autorizado para uma verificação de diagnóstico e, se necessário, será aplicado um limite temporário de carregamento.

Este mesmo problema também afecta outros veículos do Grupo Volkswagen. Três recalls distintos na Alemanha abrangem 72.668 veículos eléctricos em todo o mundo, incluindo Volkswagen ID. Buzz, ID.3, ID.4 e ID.7 produzidos entre 2022 e 2025, além de unidades do Cupra Born fabricadas entre 2022 e 2024. A Audi diz que irá enviar avisos provisórios de segurança aos proprietários afectados até ao final do ano, seguindo-se novas comunicações quando estiver disponível uma solução definitiva. Será previsível que a marca tente aplicar uma solução de software (com limites de carga, ou curvas de carregamento mais lentas) para tentar evitar a troca física do pack de baterias.

№ 08

Logitech MX Ergo M575 a €36

Para quem procura precaver-se contra as dores de pulso por utilizar um rato durante todo o dia, a mudança para uma trackball pode ser a solução.

Embora este tipo de ratos trackball continue a ser bastante menos popular que os ratos tradicionais, há toda uma legião de fãs que nem sequer consideraria outra coisa, permitindo reduzir os efeitos dos movimentos repetitivos feitos ao longo do dia a arrastar os ratos convencionais. Como vantagem adicional, é também perfeito para utilização em espaços mais limitados.
Este Logitech ERGO M575 Trackball está disponível por 36 euros na Amazon Espanha; e quem tiver orçamento mais alargado pode espreitar o Logitech MX Ergo normal.

Infelizmente, neste modelos mais económico os utilizadores não poderão contar com o sistema de ajuste do ângulo de inclinação, de 0 a 20º, que existe no modelo mais caro. Mas ainda assim, o seu formato já será bastante mais ergonómico que a maioria dos ratos. Além das vantagens na redução do movimento dos pulsos e antebraço, tem também a vantagem adicional de ser perfeito para trabalhar em espaços reduzidos - leia-se: sem espaço. Bastará apenas um pequeno período de habituação para quem vier de um rato convencional, e em breve nunca mais irão querer outro tipo de rato.


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№ 09

WhatsApp Media Hub a caminho do iOS

Finalmente, o WhatsApp parece estar a trabalhar para disponibilizar o seu Media Hub no WhatsApp para iOS.

O WhatsApp está a preparar a chegada do seu centro de multimédia aos iPhones, facilitando a procura de fotografias, vídeos, link, e documentos partilhados nas conversas. A funcionalidade, que já está disponível no Mac e na versão web, foi descoberta na versão beta mais recente da aplicação para iOS (26.42.10.74).

O centro de multimédia ficará disponível nas definições da aplicação e apresentará apenas conteúdos recebidos. Terá dois separadores: "Novos", com os ficheiros recebidos recentemente, e "Todos" os conteúdos multimédia, que reunirá todos os elementos disponíveis. Também será possível filtrar por fotografias, vídeos ou link, alternar entre a vista em lista e em grelha, e consultar os conteúdos aos quais foram adicionadas reacções.
A partir deste espaço, os utilizadores poderão reencaminhar conteúdos para outras conversas, adicionar reacções, marcar elementos como favoritos, ou abrir diretamente a conversa onde foram recebidos. A pesquisa integrada permitirá ainda encontrar fotografias e vídeos através das respectivas legendas, bem como localizar links sem ser necessário recordar quando foram partilhados.

Apesar de muito aguardada, a funcionalidade continua em desenvolvimento e ainda nem sequer está disponível para os beta testers, pelo que, poderá ainda demorar mais alguns meses até que efectivamente seja disponibilizado na versão oficial do WhatsApp para todos os utilizadores.

№ 10

VW avança para condução autónoma de Nível 3 na China

Na China, a VW quer diferenciar-se da concorrência com sistema de condução autónoma de Nível 3, que transfere a responsabilidade em caso de acidente para o fabricante.

A Volkswagen está a reforçar os seus esforços no desenvolvimento de condução autónoma na China, tendo conseguido uma autorização para testar tecnologia de Nível 3 em estradas públicas em Hefei, na província de Anhui. Os testes em condições reais já começaram e permitem à empresa recolher dados de condução na complexa rede rodoviária da cidade. O projecto faz parte do objectivo de preparar esta tecnologia para produção na China durante o próximo ano (2027), com Hefei a funcionar como um dos principais centros de desenvolvimento do grupo no país.

Os veículos de teste utilizam o Hyper Sense 8 (HS8), um sistema de assistência à condução desenvolvido pela CARIZON, uma joint venture entre a divisão de software CARIAD, da Volkswagen, e a empresa chinesa Horizon Robotics. O sistema recorre ao GAIA 2.0, um modelo interno que, segundo a Volkswagen, consegue simular o equivalente a cinco milhões de quilómetros de cenários de condução por dia, com base em cerca de 30 milhões de situações registadas. A empresa pretende duplicar essa capacidade e está também a desenvolver um chip próprio, o C7H, que será capaz de suportar condução autónoma até Nível 4.
A aposta no Nível 3 é importante porque altera a responsabilidade quando o sistema está a conduzir. Ao contrário dos sistemas de Nível 2, nos quais o condutor continua a ser totalmente responsável pelo veículo, um sistema de Nível 3 permite-lhe desviar a atenção da estrada em determinadas condições, passando o fabricante a assumir a responsabilidade legal enquanto o sistema estiver activo. Esta mudança torna a certificação mais exigente, sobretudo em ambientes urbanos movimentados, onde os veículos têm de lidar com trânsito, mudanças de faixa, e obstáculos inesperados, de forma segura e fluida.

A Volkswagen enfrenta uma concorrência intensa na China, onde fabricantes locais como a Changan e a BAIC já obtiveram aprovações para sistemas de Nível 3, enquanto empresas como a XPeng e Xiaomi continuam a testar tecnologias avançadas. Para acelerar o desenvolvimento, a Volkswagen está cada vez mais dependente de parceiros chineses, incluindo a Horizon Robotics e a colaboração com a XPeng numa arquitectura automóvel adaptada ao mercado local. Curiosamente, algumas marcas chinesas parecem estar a optar por ultrapassar por completo o Nível 3 e avançar directamente para sistemas de Nível 4, que asseguram a condução do veículo em praticamente todas as condições em vez de apenas em cenários específicos. No entanto, a Volkswagen considera que esta etapa intermédia continua a ser importante. Veremos se realmente tal se materializa no próximo ano ou se, ao estilo da Tesla, ficará permanente prometida para um "próximo ano" que nunca chega.

№ 11

OpenAI lança GPT-6.1 Terra

O GPT-6.1 Terra da OpenAI posiciona-se como modelo AI intermédio com preço competitivo.

A OpenAI apresentou o GPT-6.1 Terra, um novo modelo de inteligência artificial concebido para interagir com computadores, analisar informação visual, programar, e executar tarefas do dia a dia. Posicionado como uma alternativa mais rápida e económica aos modelos de maior dimensão, o Terra consegue realizar tarefas como preencher formulários, interpretar desenhos técnicos, editar vídeos, e automatizar operações repetitivas no computador. O modelo produz textos mais claros e naturais que o seu antecessor, o GPT-5.6 Terra.

Uma das principais vantagens do Terra é o preço. A utilização da API custa 1 dólar por milhão de tokens de entrada e 5 dólares por milhão de tokens de saída, tornando-o 50% mais barato do que o GPT-5.6 Terra e o GPT-6.1 Sol. No benchmark Agents' Last Exam, o Terra obteve uma pontuação 15 pontos percentuais superior à do antecessor, com um nível médio de raciocínio, custando cerca de um terço. O modelo consegue concluir tarefas três vezes mais depressa que o GPT-6 Astra e o GPT-6.1 Sol.
O novo modelo apresenta também melhorias significativas na precisão e na programação. Segundo os testes internos da OpenAI, a taxa de erro com um nível baixo de raciocínio desceu dos 53.6% do GPT-5.6 Terra para 16.7%. No nível máximo de raciocínio, a taxa de erro cai para apenas 4.3%. O desempenho em programação também mais do que duplicou no Terminal-Bench 4.0, passando de 21.5% para 50.3%. Ainda assim, a OpenAI continua a recomendar o GPT-6.1 Sol ou o GPT-6 Astra para as tarefas de programação mais complexas.

O GPT-6.1 Terra já está disponível para os utilizadores dos planos Plus, Pro, Enterprise e Edu através do ChatGPT Work e do Codex, bem como pela API, com o identificador gpt-6.1-terra. Resta saber se estes argumentos serão suficientes para atrair interessados, face a simplesmente manterem-se no mais capaz GPT-6.1 Sol.


№ 12

Hub USB 3.0 Vkusra 7-portas com interruptores individuais a €25

Precisam de um hub USB 3.0 com quantidade generosa de portas, mas que também permita desligá-las individualmente sem tirar / meter fichas? Então espreitem este hub.

Os hubs USB tornaram-se uma necessidade da vida moderna, especialmente para acompanharem os portáteis que vêm equipados com poucas portas USB, que rapidamente se esgotam assim que ligamos um teclado e rato externo. Adicionalmente, há casos particulares, de pessoas que precisam de um número superior de portas USB. Este hub da Vkusra tem 7 portas que permitem maior liberdade na quantidade de dispositivos USB que podemos utilizar, mas o que o torna mais especial é o facto de todas as portas contarem com o seu próprio botão para que possam ser ligadas ou desligadas individualmente.
O hub USB 3.0 Vkusra 7-portas com interruptores está disponível por apenas 25 euros na Amazon Espanha, e inclui fonte de alimentação de 15W.

Pode ser o companheiro ideal para quem tiver que fazer a replicação de pens USB em média escala (se precisar de mais, pode sempre investir num hub de 16 portas, também com interruptores), ou simplesmente que tenha uma série de equipamentos USB que deseje manter acessíveis (por exemplo: gravador CDs externo, scanner, câmaras digitais, webcam, discos externos, etc.) mas com a possibilidade de os poder desligar sem retirar a ficha - algo que até pode funcionar como medida de protecção, prevenindo que uma infecção de ransomware se possa espalhar a um disco externo de backup, que apenas se ligue para os backups e depois se mantenha desligado.


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№ 13

Apple lança MacBook Pro de 14" com M6

A par dos novos iMac M6, a Apple lançou também um MacBook Pro de 14" com chip M6.

A Apple apresentou uma versão renovada do MacBook Pro de 14 polegadas, equipada com o novo chip M6, que oferece melhorias no desempenho do CPU, nos gráficos, e nas capacidades AI. O processador inclui um CPU de 12 núcleos, com dois supernúcleos, quatro núcleos de desempenho e seis núcleos de eficiência, acompanhado por um GPU de 12 núcleos. Em comparação com o modelo anterior, equipado com o M5, a Apple promete um desempenho gráfico até 30% superior e melhorias de até 25% nas tarefas de AI, tornando o portátil mais adequado para trabalhos profissionais exigentes e ao processamento AI local.

O desempenho em tarefas AI recebe um salto significativo graças a um sistema Neural Engine duplo de 16 núcleos, que duplica o total de núcleos desta unidade de 16 para 32. O GPU também inclui Neural Accelerators dedicados, enquanto a largura de banda da memória atinge os 170 GB/s nas configurações com 24 GB ou 32 GB de memória unificada. No entanto, o modelo base com 16 GB fica-se pelos 153 GB/s, tal como a geração anterior. Estas melhorias foram concebidas para tirar maior partido do Apple Intelligence, da Siri AI, e da execução local de LLMs.
A conectividade também foi melhorada com o chip sem fios N1 da Apple, que acrescenta suporte para WiFi 7 e Bluetooth 6. O portátil passa a conseguir ligar dois monitores externos 4K com taxas de actualização até 165 Hz, contra os anteriores 144 Hz. O armazenamento começa nos 1 TB, estando disponíveis configurações com até 32 GB de memória unificada e 4 TB de SSD. As opções de cor continuam a ser Preto Sideral e Prateado.

O novo MacBook Pro de 14 polegadas tem um preço inicial de 2349 euros, incluindo 16 GB de memória unificada e 1 TB de armazenamento. Caso carreguem nas opções, o preço pode chegar aos 4444 euros, ou até mais se optarem pelo ecrã nanotextura. As pré-encomendas começam no dia 28, com as entregas marcadas para 6 de Novembro. Continuam disponíveis as versões com chips M5 Pro e M5 Max, sendo que, por agora, o MacBook Pro de 16" não recebe esta opção do chip M6.


№ 14

Apple apresenta iMac M6

A Apple revelou a mais recente geração iMac, com chips M6.

A Apple apresentou um novo iMac de 24" equipado com o chip M6, trazendo melhorias de desempenho sem alterar o design já conhecido. O computador tudo-em-um mantém o ecrã 4.5K Retina, a câmara de 12 MP com Center Stage e suporte para Desk View, bem como as sete opções de cor: azul, verde, cor-de-rosa, amarelo, roxo, laranja e prateado. O ecrã continua a atingir 500 nits de brilho e o equipamento inclui seis colunas, três microfones, e suporte para Apple Intelligence e Siri AI.

O chip M6 oferece ganhos consideráveis face à geração anterior com M4. A Apple anuncia um desempenho gráfico até duas vezes superior e um desempenho em tarefas AI executadas no próprio dispositivo até cinco vezes mais rápido. O processador inclui um Neural Engine duplo de 16 núcleos e Neural Accelerators integrados em cada núcleo do GPU, além de uma largura de banda de memória de até 170 GB/s. Os primeiros resultados de benchmarks apontam para um desempenho do CPU cerca de 40% superior ao do modelo com M4. A Apple compara-o também com modelos mais antigos, sendo até 12 vezes mais rápido do que a versão com M1 e 18 vezes mais rápido que o último modelo com chips Intel.
A conectividade e a velocidade de armazenamento também foram melhoradas. O novo iMac integra o chip sem fios N1 da Apple, com suporte para WiFi 7 e Bluetooth 6, enquanto a tecnologia PCIe 5.0 permite duplicar as velocidades de leitura e escrita do SSD face à geração anterior. A configuração base inclui um CPU de 10 núcleos, GPU de 10 núcleos, 16 GB de memória, 256 GB de armazenamento e duas portas Thunderbolt 4. A versão superior oferece um CPU e GPU de 12 núcleos, além de quatro portas Thunderbolt 4. A memória pode atingir os 32 GB e o armazenamento chega aos 2 TB.

Os preços começam nos €1829 e €2029 para o modelo base dependendo do CPU, podendo chegar aos 3800 euros se se optar pelas configurações de topo com vidro nanotextura. As pré-encomendas arrancam a 28 de Outubro e a chegada às lojas está prevista para 6 de Novembro. A Apple continua a incluir o Magic Mouse e o Magic Keyboard com Touch ID.

№ 15

X incentiva promoções pagas com braço no ecrã

Quem fizer escrever algo no X arrisca-se a ver um braço atravessar o ecrã para clicar no botão de pagar para promover a publicação.

O X (ex-Twitter) está a recorrer a uma táctica bem intrusiva incentivar os utilizadores a pagarem para promover as suas publicações: um braço misterioso que atravessa o ecrã, com uma mão a apontar para o botão "Promover" enquanto escrevem um post. Nas últimas 24 horas, vários utilizadores relataram o aparecimento deste elemento visual inesperado, provocando confusão e críticas.

Embora as aplicações de redes sociais recorram frequentemente a avisos para incentivar subscrições ou a utilização de funcionalidades pagas, esta abordagem do X parece ultrapassado a barreira do que se pode considerar "aceitável". A mão é difícil de ignorar e parece ter como objectivo chamar directamente a atenção para a opção de gastar dinheiro para aumentar o alcance de uma publicação. Ironicamente, alguns utilizadores que poderiam estar a ponder promover os seus conteúdos disseram ter mudado de ideia perante esta manobra instrusiva.

I just went to write a tweet and a massive hand popped up pointing to the promote button 😵‍💫 https://t.co/cLPP5pNaNP

— Tom Warren (@tomwarren) October 26, 2026

WTF @elonmusk, if I wanted jump scares I would've watched a horror movie instead. P.S. this hand popped out of nowhere and conveniently when the words "engagement farming" are in the tweet. https://t.co/NWxt81AYie

— Ershad Kaleebullah (@r3dash) October 27, 2026

I was just about to post when this huge, in-your-face arm popped up pointing at the promote button (yes, this is a real screenshot) The most Nikita coded thing I’ve ever seen. So obstructive, yet so effective https://t.co/TOI2puhliO

— Dylan Abruscato (@DylanAbruscato) October 26, 2026
Alguns levantaram a possibilidade de ser algo relacionado com uma brincadeira de Halloween, mas o facto de se tratar de um braço "de fato", e não de algo alusivo à época, como um braço zombie ou esqueleto, faz com que essa possibilidade seja pouco provável.

Talvez para a próxima campanha coloquem a cabeça de Musk a espreitar do lado do ecrã, com uma mensagem de voz a incentivar que paguem para publicar, ou subscrevam um plano pago do X.

№ 16

UE quer usar dados para treino AI sem autorização

A UE quer alterar o RGPD/GDPR para permitir o uso de dados pessoais para treino de AI, sem necessidade de consentimento por parte dos utilizadores.

Depois de tanto alarido com a necessidade de proteger os dados pessoais dos cidadãos europeus, o RGPD está a tornar-se numa autêntica farsa. Os governos dos países da União Europeia aprovaram uma proposta de alteração ao Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD) que irá facilitar a utilização de dados pessoais dos europeus para treino de modelos AI sem necessidade de obter consentimento (PDF link). Ao abrigo da proposta, o treino de sistemas de inteligência artificial poderá ser considerado um "interesse legítimo", permitindo às empresas recorrer a esta base jurídica para usarem esses dados.

A única atenuante é que a alteração não dará automaticamente às empresas acesso ilimitado aos dados pessoais, com o tal "interesse legítimo" a ter que ser avaliado caso a caso, tendo em conta os direitos dos cidadãos e as circunstâncias em que os dados são tratados. Coisas que, como se poderá antever, poderão ser facilmente manipuladas.
A proposta está a gerar críticas por parte de defensores da privacidade, incluindo Max Schrems, que descreveu a medida como uma verdadeira "expropriação digital" para os cidadãos europeus, limite o controlo que os cidadãos têm sobre a utilização das suas informações pessoais.

A proposta ainda não é definitiva. O Parlamento Europeu terá que aprovar a alteração para que esta possa entrar em vigor. E se assim for, aproximará a Europa de países como os EUA, onde as empresas AI têm tido praticamente carta branca para usarem todos os dados que queiram, de forma legal ou ilegal, tirando partido dessa mesma justificação de que se trata de "interesse legítimo" e/ou de "interesse nacional" para criarem os seus modelos AI.

№ 17

Google Docs melhora edição de ficheiros Markdown

Editar ficheiros Markdown (.md) no Google Docs passa a ser bastante mais fácil.

O Google Docs tornou finalmente mais prático trabalhar com ficheiros Markdown, permitindo abrir, editar, e colaborar em documentos .md sem os converter para outro formato. Esta melhoria é particularmente útil numa altura em que o Markdown ganha popularidade entre programadores e utilizadores que recorrem a ferramentas AI para criar planos de projectos, instruções, e documentos de investigação.

Até agora, partilhar ficheiros Markdown com pessoas pouco familiarizadas com este formato podia ser incómodo. Era necessário trabalhar directamente com o texto original ou converter o ficheiro num documento Google Docs, o que complicava o fluxo de trabalho. Com o suporte nativo, basta carregar um ficheiro Markdown para o Google Drive e abri-lo no Docs para começar a editá-lo, mantendo o formato original. Isto inclui as ferramentas de colaboração habituais, como comentários, sugestões de edição e histórico de versões. O Google Drive também recebeu uma melhoria que permite apresentar pré-visualizações formatadas dos ficheiros Markdown, com títulos, tabelas e hiperligações, em vez de mostrar apenas texto simples. Quando necessário, os utilizadores podem continuar a consultar o texto original com a respectiva sintaxe Markdown.

O suporte para ficheiros Markdown está disponível tanto para contas Google pessoais como para contas Google Workspace, sem necessidade de subscrição paga. Embora esta mudança possa ter pouco impacto para quem utiliza o Docs para escrever textos do dia a dia, vem facilitar a vida a programadores e equipas que trabalham com assistentes AI como o ChatGPT, Gemini, e Claude. Ao eliminar a necessidade de converter ficheiros, a Google torna a colaboração através de Markdown muito mais simples; embora continue a ser necessário ter cuidado com ficheiros .md indesejados que estão a ser usados para ataques.

№ 18

Ganha um cubo de tomadas múltiplas com USB

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta é um cubo com tomadas múltiplas e 3 portas USB.

Faça-se o que se fizer, é garantido que nunca temos tomadas suficientes na parede para ligarmos tudo o que queremos. A prenda que temos para dar esta semana ajuda a resolver isso, um cubo de tomadas múltiplas que facilita o processo de ligar até três tomadas eléctricas, e ainda disponibilizando três portas USB para carregamentos sem necessidade de carregadores a ocupar as tomadas; e tem ainda um prático interruptor integrado, para quando se deseja eliminar todos os consumos em standby. Tem também um formato e tamanho compacto, o que o torna ideal para nos acompanhar para todo o lado na mochila do portátil.


Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

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Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

№ 19

Instagram Features quer competir com YouTube

O Instagram quer entrar no sector dos vídeos de longa duração e em formato horizontal com o Features.

O Instagram prepara-se para ir além dos vídeos curtos com um novo formato chamado Features, concebido para vídeos de longa duração e em formato panorâmico. A plataforma reconhece que os criadores estão a recorrer cada vez mais a diferentes formas de contar histórias, e que, embora tradicionalmente se tenha oposto à disponibilização de vídeos mais longos, agora admite que este formato pode complementar os conteúdos existentes.

A Meta pretende que o Features funcione em conjunto com os Reels em vez de os substituir. Os vídeos curtos vão continuar a ser uma parte central do Instagram, enquanto os conteúdos mais longos darão aos criadores mais liberdade para contar histórias e explorar diferentes formatos. O Features está a ser testado na app do Instagram e na versão para televisores, que permite ver Reels num ecrã maior. A experiência na televisão tem revelado algumas diferenças face ao uso na app: quando várias pessoas vêem vídeos em conjunto, tendem a partilhar menos conteúdos, resultando em menos reacções e menções.

A empresa ainda não revelou um calendário completo para o lançamento global, mas diz que os testes deverão ser alargados progressivamente ao longo dos próximos meses. Se alguma vez chegará ao ponto de se tornar uma verdadeira "ameaça" ao YouTube, isso só o tempo dirá.

№ 20

Apple lança iOS 27.2

A Apple lançou o iOS 27.2 que traz algumas novidades, mas ainda não dá acesso à Siri AI na UE.

A Apple lançou o iOS 27.2, a primeira grande actualização do iOS 27 (e que é realmente grande, obrigando a descarregar mais de 17 GB num iPhone 17 Pro) e que traz várias novidades aos iPhones compatíveis, incluindo o novo iPhone Duo. Uma das principais mudanças passará totalmente ao lado dos utilizadores europeus, com melhorias na Siri AI, que passa a conseguir recordar conversas anteriores e recorrer a mais fontes de informação, incluindo anexos nas Mensagens, participantes de eventos do Calendário e mensagens de voz. A Apple também melhorou os resultados com base no histórico e na Lista de Leitura do Safari, introduziu a seleção de texto mais precisa nas respostas da Siri e simplificou os controlos que permitem escolher a que aplicações a Siri e a Pesquisa podem aceder.

Várias aplicações nativas receberam também melhorias importantes. O Mensagens passa a apresentar sugestões contextuais, como acompanhar uma encomenda ou adicionar um convite ao Calendário, enquanto a aplicação Fotografias ganha uma melhor detecção de imagens duplicadas, opções de edição para Álbuns Partilhados, e avisos antes de os álbuns expirarem. O Apple Music recebe um novo ícone monocromático, a app Podcasts separa os novos episódios dos conteúdos que já estavam a ser reproduzidos, e a app Apple TV passa a permitir criar perfis individuais, incluindo restrições de conteúdo para crianças. A app Jogos também apresenta mais informações sobre a actividade dos amigos.
O iOS 27.2 reforça também as funcionalidades de comunicação e produtividade. O FaceTime passa a suportar Dual Capture em chamadas de grupo nos dispositivos compatíveis, permitindo captar vídeo simultaneamente com as câmaras frontal e traseira. Também é possível adicionar um intérprete de língua gestual ou um serviço de legendagem em directo de terceiros a uma chamada. A app Shortcuts recebe novas automatizações e opções de edição, incluindo a detecção de abrir/fechar no iPhone Duo, enquanto a aplicação Telefone pode alertar para o aniversário de um contacto durante uma chamada. No iPhone Duo, a actualização acrescenta o suporte para o Apple Pencil USB-C e a funcionalidade Edge Light que melhora a iluminação durante as videochamadas.

Entre as restantes novidades estão o Multiview na aplicação Apple TV para iPhone, que permite acompanhar até quatro transmissões desportivas em directo em simultâneo, e watermark SynthID nas imagens geradas ou editadas por AI. A Siri AI passa a suportar mais idiomas, incluindo português, francês, japonês, coreano e espanhol, embora continue indisponível na União Europeia (e também na China). Tal como dantes, mesmo não se tendo a Siri AI, o sistema continua a gastar dezenas de GB para os modelos AI.