PlanetGeek
№ 02

MS apaga conta de utilizador e leva 25 anos de dados

Um utilizador queixa-se que a MS apagou a sua conta Microsoft, levando todos os dados no OneDrive, e milhares de euros em jogos comprados nas últimas décadas.

Recordando os cenários de pesadelo que a dependência nos serviços cloud (que se tem tornado exigência) pode potenciar, Joshua Khane conta-nos uma história aterrorizadora, de como a Microsoft eliminou a sua conta, levando com ele todos os dados no OneDrive e jogos associados à sua conta Microsoft.

Pelo que se pode entender, a conta tinha sido comprometida por um hackers, mas o utilizador terá conseguido validar ser o legítimo dono da conta. Ainda assim, a Microsoft informou-o que a conta ficará permanentemente suspensa por motivos de segurança, e que também devido aos sistemas de segurança será impossível aceder aos ficheiros OneDrive. Adicionalmente, também refere que caso a conta tenha sido associada ao jogo Minecraft, será necessário voltar a comprá-lo - sendo que, na verdade, o mesmo se aplica a todo e qualquer jogo Windows/Xbox comprado através da mesma conta.

Microsoft DELETED my account AND OneDrive!!?? After ACKNOWLEDGING that I’m the owner of the account and that it was compromised???

25 fucking years of data, thousands of euros spended on games?? My son’s baby pictures? GONE!

All because MICROSOFT couldn’t bring back a… pic.twitter.com/sItv5eQFAQ

— Joshua Khane (@JoshuaKhane) July 14, 2026
O caso torna-se particularmente flagrante, não só por ser completamente inaceitável - numa altura em que a exigência de utilização destes serviços vai aumentando (a MS "força" a criação de uma conta MS no momento de instalação do Windows, e nem sequer se pode usar uma Xbox sem conta MS) - como também por recentemente se ter assistido a uma decisão em sentido completamente oposto.

Ainda há poucos dias, um tribunal no Brasil deu razão a um jogador Xbox que também tinha ficado com a conta suspensa, com a MS a dizer que ele teria que criar nova conta e voltar a comprar todos os jogos. Algo com que o tribunal não concordou, condenando a Microsoft a reactivar a conta num prazo de 15 dias e pagar uma compensação de R$2000 (cerca de 340 euros).

Este tipo de coisa não se aplica apenas à MS, mas sim à Google, Apple, e todo e qualquer outro serviço que mantenha dados de utilizadores. É certo que não é fácil manter um equilíbrio entre a segurança (o roubo de contas é um risco bem real que não se pode descartar) e a comodidade, mas há que implementar medidas que garantam que um utilizador perca, de um dia para o outro, décadas da sua vida digital. É que, se nalgumas coisas ainda se pode ter um backup que acautele tal eventualidade, existem cada vez mais coisas onde nem sequer existe a possibilidade de se terem backups - como no caso das compras digitais associadas às contas, como recentemente foi novamente demonstrado pela Sony.

№ 03

Rato vertical Trust Voxx sem fios a €41

Os ratos verticais fazem parte daqueles periféricos estranhos que "primeiro se estranha mas depois se entranha", e neste caso é recomendável que se entranhe o mais rapidamente possível para minimizar potenciais problemas a longo prazo.

Para quem passa o dia a trabalhar com o computador e a usar um rato, a questão que se coloca é se já faz parte do grupo que sente dores no braço, ou se ainda faz parte do grupo que ainda está no caminho para lá chegar. Caso o queiram evitar, é fortemente recomendado que dêem uma hipótese a um rato vertical, que representa um dos melhores investimento de longo prazo na saúde de mãos e braços.
Este rato vertical Trust Voxx wireless está disponível por 41 euros na Amazon Espanha.

O formato pode parecer estranho, mas acreditem que faz uma diferença substancial a nível de uma utilização mais confortável, pois mantém a mão numa posição bastante mais natural (e o "aspecto estranho" é algo que deixa de se fazer notar de forma quase imediata). Considerando o valor em causa, é um preço extremamente reduzido a pagar pela prevenção de problemas futuros que poderão ser de recuperação bastante mais complicada.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

№ 04

Spotify ganha assistente AI

O Spotify passa a ter um assistente AI directamente integrado na app.

Depois de alguns assistentes AI específicos, como o AI DJ, o Spotify passa a ter um assistente AI generalista.

O novo assistente, que por agora só fica disponível na Suécia, Irlanda e EUA (vá-se lá perceber porquê) e para clientes Premium, pode responder a todo o tipo de questões, relacionadas com a app e não só. Os utilizadores podem perguntar coisas como: quantas vezes ouviram músicas de determinado artista, pedir para ouvirem playlists com os seus músicos favoritos, ou perguntas generalistas. Talvez mais interessante, podemos também dar instruções sobre momentos específicos de podcasts, como "vai para a parte das respostas aos ouvintes".

Now you can talk to Spotify:
🎧 It plays what you want
🎧 It adds what you want
🎧 It even answers what you’re curious about

What’s the first thing you’d say? pic.twitter.com/uKajUFpA1G

— Spotify (@Spotify) July 14, 2026
Parece-me que tudo isto faria bastante mais sentido de estar integrado num assistente AI genérico que fizesse parte do sistema em si, mas estamos naquela fase em que todas as apps se apressam a acrescentar os seus próprios assistentes AI independentes. É algo que é compreensível por agora, mas que potencialmente se tornará irrelevante no futuro - da mesma forma que muitos utilizadores já usam o Spotify apenas como "fornecedor de música" que é ouvido através das suas colunas ou aparelhagens, quase nunca interagindo com a app em si.

Até lá, teremos que esperar que o Spotify dê aos clientes premium europeus o mesmo acesso que está a dar a alguns clientes de países seleccionados.

№ 05

Samsung supera Apple no 2º trimestre de 2026

A quebra nas vendas de smartphones facilitaram a subida da Samsung ao primeiro posto no segundo trimestre de 2026.

A Samsung voltou a liderar o mercado global de smartphones num dos períodos mais difíceis da última década. Segundo a Counterpoint Research, as vendas mundiais caíram 11% no segundo trimestre de 2026, registando o pior desempenho para este período desde 2013. A principal causa é a escassez de memória DRAM e NAND, com os fabricantes de chips a darem prioridade aos datacenters dedicados à inteligência artificial.

Apesar da quebra do mercado, a Samsung alcançou uma quota global de 24%, ultrapassando a Apple e registando o maior crescimento entre os cinco maiores fabricantes. O bom desempenho terá sido devido à procura da série Galaxy S26, sobretudo do Galaxy S26 Ultra, além de campanhas promocionais e aumentos de preços mais moderados em mercados importantes. A Apple ficou em segundo lugar com uma quota recorde de 20%, tendo aumentado os envios em 3% face ao ano anterior. A empresa destacou-se por não aumentar os preços durante a crise de custos, embora continue a enfrentar dificuldades no mercado chinês. Ainda assim, a série iPhone 17 manteve-se como a linha de smartphones mais vendida a nível mundial.
Fabricantes como a Xiaomi, Oppo e vivo sofreram quedas nas vendas, especialmente nos segmentos de entrada e gama média, mais afectados pelo aumento do preço dos componentes. No entanto a proximidade da Oppo à Xiaomi pode ajudar a explicar porque motivo a marca quer "matar" a OnePlus e consolidar as suas vendas, podendo ser suficiente para ascender à terceira posição da tabela.

A Counterpoint prevê que a situação continue difícil ao longo de 2026, estimando uma nova queda anual de cerca de 14%, enquanto a escassez de memória poderá prolongar-se até 2027 - com vozes mais pessimistas a indicarem que o cenário se poderá manter até ao final da década.

№ 06

Samsung supera Apple no 2º trimestre de 2026

A quebra nas vendas de smartphones facilitaram a subida da Samsung ao primeiro posto no segundo trimestre de 2026.

A Samsung voltou a liderar o mercado global de smartphones num dos períodos mais difíceis da última década. Segundo a Counterpoint Research, as vendas mundiais caíram 11% no segundo trimestre de 2026, registando o pior desempenho para este período desde 2013. A principal causa é a escassez de memória DRAM e NAND, com os fabricantes de chips a darem prioridade aos datacenters dedicados à inteligência artificial.

Apesar da quebra do mercado, a Samsung alcançou uma quota global de 24%, ultrapassando a Apple e registando o maior crescimento entre os cinco maiores fabricantes. O bom desempenho terá sido devido à procura da série Galaxy S26, sobretudo do Galaxy S26 Ultra, além de campanhas promocionais e aumentos de preços mais moderados em mercados importantes. A Apple ficou em segundo lugar com uma quota recorde de 20%, tendo aumentado os envios em 3?ceao ano anterior. A empresa destacou-se por não aumentar os preços durante a crise de custos, embora continue a enfrentar dificuldades no mercado chinês. Ainda assim, a série iPhone 17 manteve-se como a linha de smartphones mais vendida a nível mundial.
Fabricantes como a Xiaomi, Oppo e vivo sofreram quedas nas vendas, especialmente nos segmentos de entrada e gama média, mais afectados pelo aumento do preço dos componentes. No entanto a proximidade da Oppo à Xiaomi pode ajudar a explicar porque motivo a marca quer "matar" a OnePlus e consolidar as suas vendas, podendo ser suficiente para ascender à terceira posição da tabela.

A Counterpoint prevê que a situação continue difícil ao longo de 2026, estimando uma nova queda anual de cerca de 14%, enquanto a escassez de memória poderá prolongar-se até 2027 - com vozes mais pessimistas a indicarem que o cenário se poderá manter até ao final da década.

№ 07

Grok Build apanhado a enviar projectos completos para a xAI

O Grok Build foi apanhado a enviar gigabytes de projectos para a xAI (agora SpaceXAI), mesmo quando os utilizadores não queriam que os seus dados fossem usados para treinar modelos AI.

Um developer descobriu que o Grok Build, a ferramenta de programação da xAI, estava a enviar repositórios Git completos para os servidores da empresa, incluindo todo o histórico de commits, e não apenas os ficheiros necessários para cada tarefa. Os testes mostraram que eram transmitidos vários gigabytes de dados, mesmo quando o modelo de AI apenas precisava de uma pequena quantidade de informação para responder.

O investigador responsável confirmou também que o Grok acedeu a um ficheiro que tinha sido comandado expressamente a não abrir, e que o repositório completo tinha sido enviado e armazenado. Também foi detectado que ficheiros .env eram enviados sem qualquer remoção de dados sensíveis, incluindo chaves de API e passwords de teste. Embora os dados utilizados na investigação fossem fictícios, o comportamento levanta sérias preocupações de segurança e privacidade.

it wasn't a bug. they got caught vacuuming local repos and silently flipped the kill switch on their exfiltration servers overnight.

zero public statement, just quietly masking the spyware. if they can pause the data grab remotely, they can turn it back on just as fast.

but… https://t.co/2KAVavuMEe

— CyberSatoshi 𓆙 (@XBToshi) July 13, 2026

steal code, get caught, ship update to prevent it but the update is also silent so nobody knows you did it to begin with

europe has a lot of issues but at least GDPR would force a huge fine or that they disclose this the second it was reported 🫠 https://t.co/Y0ZGQfmceS

— rowan is in London 💂🇬🇧 (@rowans_planet) July 13, 2026

xAI has made changes again somewhere between previous post and now. they are in absolute panic mode. they are wiping the exfiltrated git histories and enforcing zero data retention (zdr).

zdr is normally a strict enterprise-tier guardrail for corporate contracts, but they just… https://t.co/Dt6ok4HvAn pic.twitter.com/dAAfQf3zMB

— CyberSatoshi 𓆙 (@XBToshi) July 14, 2026

update your ~/.grok/config.toml with these:

[telemetry]
# Documented setting: disable trace/session and repository-state uploads.
trace_upload = false
trace_uploads = false

[harness]
disable_codebase_upload = true

[features]
# Disable product telemetry as well as trace… https://t.co/GMW9OnItB6

— CyberSatoshi 𓆙 (@XBToshi) July 14, 2026
Outro ponto polémico é que a opção "Improve the model", destinada a impedir a utilização dos dados para treinar a AI, não impedia o envio do código para os servidores da xAI. Segundo a investigação, esse controlo apenas desactivava o treino do modelo, mas não a recolha e armazenamento do conteúdo, algo que não era claramente explicado aos utilizadores.

"Your privacy settings are always respected" is a complete joke when the default behavior on boot is massive exfiltration.

I didn't opt in.
I didn't authorize my full repo to be scraped.
I didn't allow my git history and account names to be exfiltrated.
I didn't consent to my… https://t.co/fWjPDyPjIC

— CyberSatoshi 𓆙 (@XBToshi) July 14, 2026

"We care deeply about your privacy" is a bold claim when:

1. ZDR is locked strictly behind Enterprise plans.
2. I had "share data" disabled since the beginning, but 8 of my private repos were still uploaded anyway.

Another researcher observed the exact same behavior, Codex… https://t.co/adaYDyVhx1

— Peter Dedene (@dedene) July 13, 2026
Em modo de controlo de danos, a xAI apressou-se a fazer alterações do seu lado de modo a que o Grok deixasse de enviar automaticamente os repositórios completos. E o próprio Elon Musk (que muito tem promovido as melhorias do Grok e dizer que está próximo do nível dos melhores modelos AI da concorrência) veio tentar amenizar a situação, assegurando que a xAI irá eliminar todos os dados que entretanto foram recebidos. Ainda assim, há quem não fique convencido, e continue a pedir esclarecimentos sobre o motivo da xAI achar que seria boa ideia enviar repositórios completos de forma automática sem qualquer consentimento dos utilizadores e clientes.

№ 08

Grok Build apanhado a enviar projectos completos para a xAI

O Grok Build foi apanhado a enviar gigabytes de projectos para a xAI (agora SpaceXAI), mesmo quando os utilizadores não queriam que os seus dados fossem usados para treinar modelos AI.

Um developer descobriu que o Grok Build, a ferramenta de programação da xAI, estava a enviar repositórios Git completos para os servidores da empresa, incluindo todo o histórico de commits, e não apenas os ficheiros necessários para cada tarefa. Os testes mostraram que eram transmitidos vários gigabytes de dados, mesmo quando o modelo de AI apenas precisava de uma pequena quantidade de informação para responder.

O investigador responsável confirmou também que o Grok acedeu a um ficheiro que tinha sido comandado expressamente a não abrir, e que o repositório completo tinha sido enviado e armazenado. Também foi detectado que ficheiros .env eram enviados sem qualquer remoção de dados sensíveis, incluindo chaves de API e passwords de teste. Embora os dados utilizados na investigação fossem fictícios, o comportamento levanta sérias preocupações de segurança e privacidade.

it wasn't a bug. they got caught vacuuming local repos and silently flipped the kill switch on their exfiltration servers overnight.

zero public statement, just quietly masking the spyware. if they can pause the data grab remotely, they can turn it back on just as fast.

but… https://t.co/2KAVavuMEe

— CyberSatoshi 𓆙 (@XBToshi) July 13, 2026

steal code, get caught, ship update to prevent it but the update is also silent so nobody knows you did it to begin with

europe has a lot of issues but at least GDPR would force a huge fine or that they disclose this the second it was reported 🫠 https://t.co/Y0ZGQfmceS

— rowan is in London 💂🇬🇧 (@rowans_planet) July 13, 2026

xAI has made changes again somewhere between previous post and now. they are in absolute panic mode. they are wiping the exfiltrated git histories and enforcing zero data retention (zdr).

zdr is normally a strict enterprise-tier guardrail for corporate contracts, but they just… https://t.co/Dt6ok4HvAn pic.twitter.com/dAAfQf3zMB

— CyberSatoshi 𓆙 (@XBToshi) July 14, 2026

update your ~/.grok/config.toml with these:

[telemetry]
# Documented setting: disable trace/session and repository-state uploads.
trace_upload = false
trace_uploads = false

[harness]
disable_codebase_upload = true

[features]
# Disable product telemetry as well as trace… https://t.co/GMW9OnItB6

— CyberSatoshi 𓆙 (@XBToshi) July 14, 2026
Outro ponto polémico é que a opção "Improve the model", destinada a impedir a utilização dos dados para treinar a AI, não impedia o envio do código para os servidores da xAI. Segundo a investigação, esse controlo apenas desactivava o treino do modelo, mas não a recolha e armazenamento do conteúdo, algo que não era claramente explicado aos utilizadores.

"Your privacy settings are always respected" is a complete joke when the default behavior on boot is massive exfiltration.

I didn't opt in.
I didn't authorize my full repo to be scraped.
I didn't allow my git history and account names to be exfiltrated.
I didn't consent to my… https://t.co/fWjPDyPjIC

— CyberSatoshi 𓆙 (@XBToshi) July 14, 2026

"We care deeply about your privacy" is a bold claim when:

1. ZDR is locked strictly behind Enterprise plans.
2. I had "share data" disabled since the beginning, but 8 of my private repos were still uploaded anyway.

Another researcher observed the exact same behavior, Codex… https://t.co/adaYDyVhx1

— Peter Dedene (@dedene) July 13, 2026
Em modo de controlo de danos, a xAI apressou-se a fazer alterações do seu lado de modo a que o Grok deixasse de enviar automaticamente os repositórios completos. E o próprio Elon Musk (que muito tem promovido as melhorias do Grok e dizer que está próximo do nível dos melhores modelos AI da concorrência) veio tentar amenizar a situação, assegurando que a xAI irá eliminar todos os dados que entretanto foram recebidos. Ainda assim, há quem não fique convencido, e continue a pedir esclarecimentos sobre o motivo da xAI achar que seria boa ideia enviar repositórios completos de forma automática sem qualquer consentimento dos utilizadores e clientes.

№ 09

iOS 27 beta público já disponível

Todos os interessados e curiosos já podem testar o mais recente iOS 27 beta nos seus iPhones e iPads.

Depois das versões beta para developers, chega a versão beta pública do iOS 27, permitindo que qualquer utilizador experimente as novas funcionalidades antes do lançamento oficial. Para instalar esta actualização, basta aderir ao Apple Beta Software Program e, de seguida, aceder a Definições > Geral > Atualização de Software > Atualizações Beta, selecionar iOS 27 Public Beta e iniciar a instalação.

A principal novidade do iOS 27 é a versão mais inteligente e personalizada da Siri, que passa a integrar melhor as funcionalidades de Apple Intelligence (mas que não está disponível na UE por agora). Ainda assim, os utilizadores europeus podem experimentar algumas funcionalidades AI melhoradas do Apple Intelligence. A actualização também melhora a app Mapas, com imagens Flyover mais detalhadas e novas listas de locais de interesse em cidades selecionadas. O Find My ganha controlos mais flexíveis para a partilha de localização, permitindo definir uma duração personalizada ou interromper temporariamente a partilha. Os Lembretes e Calendário passam a aceitar linguagem natural para criar eventos e tarefas, sendo que a Apple Intelligence preenche automaticamente detalhes como data, hora e localização. O iOS 27 traz ainda melhorias ao Wallet, Apple Pay, Apple Cash, Apple Music, Podcasts e iCloud.
Embora o iOS 27 beta esteja a ser considerado bastante estável (e oferecendo melhor desempenho que o iOS 26), fica o habitual alerta de que, como em qualquer versão beta, só o devem instalar se estiverem dispostos a aceitar os eventuais problemas que isso puder causar.

O iOS 27 beta está disponível para todos os iPhones que suportem iOS 26, mas as funcionalidades AI podem variar consoante os modelos, com algumas coisas só disponíveis nos iPhone 17 Pro e Pro Max e iPhone Air, com 12 GB de RAM.

№ 10

iOS 27 beta público já disponível

Todos os interessados e curiosos já podem testar o mais recente iOS 27 beta nos seus iPhones e iPads.

Depois das versões beta para developers, chega a versão beta pública do iOS 27, permitindo que qualquer utilizador experimente as novas funcionalidades antes do lançamento oficial. Para instalar esta actualização, basta aderir ao Apple Beta Software Program e, de seguida, aceder a Definições > Geral > Atualização de Software > Atualizações Beta, selecionar iOS 27 Public Beta e iniciar a instalação.

A principal novidade do iOS 27 é a versão mais inteligente e personalizada da Siri, que passa a integrar melhor as funcionalidades de Apple Intelligence (mas que não está disponível na UE por agora). Ainda assim, os utilizadores europeus podem experimentar algumas funcionalidades AI melhoradas do Apple Intelligence. A actualização também melhora a app Mapas, com imagens Flyover mais detalhadas e novas listas de locais de interesse em cidades selecionadas. O Find My ganha controlos mais flexíveis para a partilha de localização, permitindo definir uma duração personalizada ou interromper temporariamente a partilha. Os Lembretes e Calendário passam a aceitar linguagem natural para criar eventos e tarefas, sendo que a Apple Intelligence preenche automaticamente detalhes como data, hora e localização. O iOS 27 traz ainda melhorias ao Wallet, Apple Pay, Apple Cash, Apple Music, Podcasts e iCloud.
Embora o iOS 27 beta esteja a ser considerado bastante estável (e oferecendo melhor desempenho que o iOS 26), fica o habitual alerta de que, como em qualquer versão beta, só o devem instalar se estiverem dispostos a aceitar os eventuais problemas que isso puder causar.

O iOS 27 beta está disponível para todos os iPhones que suportem iOS 26, mas as funcionalidades AI podem variar consoante os modelos, com algumas coisas só disponíveis nos iPhone 17 Pro e Pro Max e iPhone Air, com 12 GB de RAM.

№ 11

Ganha uma pen USB SanDisk Ultra Eco

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta vez a escolha recai sobre uma pen USB SanDisk Ultra Eco de 64 GB.

As pens USB continuam a ser extremamente práticas para transportar os nossos conteúdos digitais de um lado para o outro, com a grande vantagem adicional de não ficarem dependentes de se ter uma ligação à internet. Por isso, esta semana temos para oferecer esta útil pen USB SanDisk Ultra Eco de 64 GB, com velocidades de até 100 MB/s.
Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

Loading…

Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

№ 12

Ganha uma pen USB SanDisk Ultra Eco

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta vez a escolha recai sobre uma pen USB SanDisk Ultra Eco de 64 GB.

As pens USB continuam a ser extremamente práticas para transportar os nossos conteúdos digitais de um lado para o outro, com a grande vantagem adicional de não ficarem dependentes de se ter uma ligação à internet. Por isso, esta semana temos para oferecer esta útil pen USB SanDisk Ultra Eco de 64 GB, com velocidades de até 100 MB/s.
Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

Loading…

Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

№ 13

WhatsApp testa backups encriptados nos iPhones

O WhatsApp está a testar backups encriptados na sua própria cloud, para dispensar o iCloud e Google Drive.

O WhatsApp começou a testar nos iPhones a sua nova opção de backup encriptado na cloud, permitindo aos utilizadores guardar as conversas directamente nos servidores da plataforma em vez de dependerem exclusivamente do iCloud. É algo que foi descoberto na versão beta mais recente da app para iOS.

Com esta novidade, tanto os utilizadores de Android como de iOS poderão escolher entre os serviços de armazenamento actuais (Google Drive ou iCloud) e a cloud do próprio WhatsApp, que deverá oferecer 2 GB de armazenamento gratuito. Há também indicações de que a Meta está a preparar planos pagos, incluindo uma opção com 50 GB de espaço. Os backups armazenados na cloud do WhatsApp serão protegidos por encriptação end-to-end. Além disso, os utilizadores poderão proteger o acesso às cópias de segurança com uma passkey, password, ou chave de encriptação de 64 dígitos, para reforçar a segurança dos dados.

A funcionalidade continua em desenvolvimento tanto para Android como para iOS e ainda não existe uma data para o lançamento oficial. Antes de chegar a todos os utilizadores, é esperado que o WhatsApp faça mais algumas rondas de teste entre os participantes no programa beta da app.

№ 14

WhatsApp testa backups encriptados nos iPhones

O WhatsApp está a testar backups encriptados na sua própria cloud, para dispensar o iCloud e Google Drive.

O WhatsApp começou a testar nos iPhones a sua nova opção de backup encriptado na cloud, permitindo aos utilizadores guardar as conversas directamente nos servidores da plataforma em vez de dependerem exclusivamente do iCloud. É algo que foi descoberto na versão beta mais recente da app para iOS.

Com esta novidade, tanto os utilizadores de Android como de iOS poderão escolher entre os serviços de armazenamento actuais (Google Drive ou iCloud) e a cloud do próprio WhatsApp, que deverá oferecer 2 GB de armazenamento gratuito. Há também indicações de que a Meta está a preparar planos pagos, incluindo uma opção com 50 GB de espaço. Os backups armazenados na cloud do WhatsApp serão protegidos por encriptação end-to-end. Além disso, os utilizadores poderão proteger o acesso às cópias de segurança com uma passkey, password, ou chave de encriptação de 64 dígitos, para reforçar a segurança dos dados.

A funcionalidade continua em desenvolvimento tanto para Android como para iOS e ainda não existe uma data para o lançamento oficial. Antes de chegar a todos os utilizadores, é esperado que o WhatsApp faça mais algumas rondas de teste entre os participantes no programa beta da app.

№ 15

OnePlus pode encerrar na Europa

Voltam os rumores do encerramento iminente da OnePlus como empresa independente.

A OnePlus poderá estar prestes a encerrar as suas operações globais, com base em rumores que dizem que a empresa se prepara para fazer um anúncio importante ainda esta semana. Se a informação se confirmar, a marca deixará de operar em mercados como a Europa e os Estados Unidos, marcando o fim de um dos fabricantes mais conhecidos do universo Android. Recorde-se que a marca iniciou a actividade focando-se em lançar modelos "de topo" a preço de "gama média", popularizando a expressão "flagship killer".

Nos últimos anos, a OnePlus foi-se aproximando cada vez mais da Oppo, ao ponto de muitas decisões e produtos passarem a ser desenvolvidos em conjunto. Agora, tudo indica que essa integração poderá culminar no desaparecimento da marca em vários mercados internacionais. Os rumores indicam que a Oppo continuará a expandir a sua presença na Europa para ocupar o espaço deixado pela OnePlus. Entretanto, os smartphones OnePlus já vendidos continuarão a receber actualizações e suporte até ao fim do respectivo ciclo de vida, mas não deverão chegar novos equipamentos nem será reposto o stock depois de esgotadas as unidades disponíveis.

Na China e na Índia, a OnePlus poderá continuar a existir apenas como sub-marca da Oppo, focada em smartphones e tablets mais acessíveis. Para já, ainda nada foi confirmado oficialmente, pelo que será necessário aguardar pelos próximos dias para perceber qual será o futuro da marca.

№ 16

OnePlus pode encerrar na Europa

Voltam os rumores do encerramento iminente da OnePlus como empresa independente.

A OnePlus poderá estar prestes a encerrar as suas operações globais, com base em rumores que dizem que a empresa se prepara para fazer um anúncio importante ainda esta semana. Se a informação se confirmar, a marca deixará de operar em mercados como a Europa e os Estados Unidos, marcando o fim de um dos fabricantes mais conhecidos do universo Android. Recorde-se que a marca iniciou a actividade focando-se em lançar modelos "de topo" a preço de "gama média", popularizando a expressão "flagship killer".

Nos últimos anos, a OnePlus foi-se aproximando cada vez mais da Oppo, ao ponto de muitas decisões e produtos passarem a ser desenvolvidos em conjunto. Agora, tudo indica que essa integração poderá culminar no desaparecimento da marca em vários mercados internacionais. Os rumores indicam que a Oppo continuará a expandir a sua presença na Europa para ocupar o espaço deixado pela OnePlus. Entretanto, os smartphones OnePlus já vendidos continuarão a receber actualizações e suporte até ao fim do respectivo ciclo de vida, mas não deverão chegar novos equipamentos nem será reposto o stock depois de esgotadas as unidades disponíveis.

Na China e na Índia, a OnePlus poderá continuar a existir apenas como sub-marca da Oppo, focada em smartphones e tablets mais acessíveis. Para já, ainda nada foi confirmado oficialmente, pelo que será necessário aguardar pelos próximos dias para perceber qual será o futuro da marca.

№ 17

Copilot pode analisar uso de RAM e CPU no Windows 11

Com o novo PC Insights a MS quer que o Copilot possa analisar o uso de RAM e CPU nos computadores para auxiliar os utilizadores - mas com um pequeno paradoxo.

A Microsoft está a testar uma nova funcionalidade para o Copilot no Windows 11 chamada PC Insights, que utiliza o Copilot para analisar o estado do computador e responder a perguntas sobre desempenho, armazenamento e hardware. A ferramenta consegue verificar informações como a utilização do CPU, RAM, GPU, espaço disponível em disco, dispositivos USB ligados, estado da bateria, WiFi, Bluetooth, e até a versão da BIOS, desde que o utilizador autorize o acesso.

Com esta funcionalidade, os utilizadores podem fazer perguntas como "Tenho espaço suficiente para instalar um jogo de 100 GB?" ou "Qual é a utilização actual do CPU?", recebendo respostas adaptadas ao estado real do computador. O objectivo é simplificar tarefas que normalmente exigiriam abrir o Gestor de Tarefas ou as Definições.
Para tentar evitar as habituais polémicas, a Microsoft diz que o Copilot só acede às informações do sistema depois de obter autorização dos utilizadores, e que os ficheiros pessoais e os dados do computador não serão utilizados para treinar modelos AI. Importa também frisar que, pelo menos nesta fase, a funcionalidade apenas permite analisar o sistema e responder a perguntas, não sendo capaz de corrigir automaticamente problemas detectados.

A funcionalidade tem tudo para ser encarada como positiva, ajudando utilizadores com menores capacidades técnicas a fazer aquilo que os utilizadores avançados fazem manualmente há décadas. No entanto, não escapa a críticas, já que o Copilot passou a ser uma web app que mantém um browser Edge interno dedicado, o que faz com que esta funcionalidade que visa analisar as ineficiência de uso de memória use, ela própria, perto de 1 GB de RAM - algo que se pode considerar excessivo. Será bastante caricato que ao se perguntar ao Copilot que app está a desperdiçar maior quantidade de RAM, ele seja obrigado a responder que é ele próprio!

№ 18

Samsung Health quer usar dados de saúde para AI

A Samsung está a fazer um ultimato aos utilizadores do Samsung Health, quem não permitir que os seus dados sejam usados para AI arrisca-se a vê-los eliminados.

A Samsung está a gerar polémica com uma nova definição no Samsung Health relacionada com inteligência artificial. Alguns utilizadores começaram a receber um pedido de consentimento para permitir que os seus dados de saúde sejam utilizados no treino de modelos AI, mas recusar essa opção pode ter consequências importantes.

Segundo a informação apresentada na app, quem não autorizar esse consentimento deixa de poder sincronizar os dados de saúde com a conta Samsung. Além disso, a empresa avisa que esses dados poderão ser eliminados - excepto quando a sua conservação for exigida por lei.
A Samsung quer utilizar informações como as medições corporais, actividade física, sono, alimentação, medicação, registos clínicos, e dados de acompanhamento do ciclo menstrual, para melhorar os algoritmos e as funcionalidades AI do Samsung Health. É algo totalmente compreensível e dentro daquilo que a Samsung tem todo o direito de pedir. O que não é admissível é que a Samsung acompanhe esse pedido com um "ultimato" que remove uma funcionalidade básica, a de sincronização dos dados de saúde, e a eliminação desses dados.

De certa forma pode considerar-se que a Samsung está a manter os dados dos utilizadores como refém, já que ameaça eliminá-los se os utilizadores não derem permissão para que a Samsung os use como bem entender. Vai ser interessante ver se a Samsung vai fazer este pedido aos utilizadores da UE, já que me parece ser algo que pode ir contra as exigências da protecção de dados. O que é certo é que, esperemos que este tipo de atitude não se torne cada vez mais comum no futuro.

№ 19

Promoção de Verão com Windows 11 Pro a €12 e Office 2024 Pro por €16.99 na Godeal24


O verão é uma excelente altura para renovar o setup digital, quer se estejam a preparar para um novo ano lectivo ou para o primeiro emprego, muitos aproveitam esta época para a montar o seu novo PC. Para além do hardware, uma instalação do Windows devidamente ativada e uma suite Office completa continuam a ser essenciais para o trabalho, estudo e produtividade diária.

Comprar software a preços de retalho pode tornar-se demasiado caro. O Microsoft 365 Personal custa €69.99 por ano, enquanto uma licença standalone do Windows pode facilmente ultrapassar os €100. Para estudantes, freelancers e pequenas equipas, nem sempre é uma despesa fácil de justificar. A Summer Sale da Godeal24 oferece uma forma mais acessível de obter licenças de software Microsoft, com compras únicas em vez de subscrições ou pagamentos recorrentes.

O Microsoft Office continua a ser o padrão para criação de documentos, análise de dados e apresentações. O Office 2024 Pro Plus é a edição perpétua mais recente, totalmente atualizada, suportada até 2029, e tua para sempre com um único pagamento.


Oferta especial nos Office com preço a começar nos 16.99:


Temos os bundles Windows+Office com desconto de 62% usando o código SGO62.


Oferta nos Windows com preço a começar nos €12:


Temos ainda diversos utilitários em promoção.

Porque escolher a Godeal24?

A Godeal24 oferece entrega rápida por email de chaves genuínas e vitalícias de produtos Microsoft a menos de metade do preço da loja oficial da Microsoft. Pode efetuar um pagamento seguro com cartão ou PayPal e tem a garantia de ativação bem-sucedida ou o reembolso total do seu dinheiro. A Godeal24 é uma das melhores lojas online de chaves de software, disponibilizando todas as versões modernas do Windows (do 7 ao 11), Microsoft Office, Windows Server, Ashampoo, Adobe, chaves de antivírus populares e software utilitário a preços excelentes. A loja digital tem uma classificação de 4,8/5 no Trustpilot, com base em mais de mil avaliações de clientes que confirmam que as licenças são genuínas e todo o processo decorre sem problemas.

O processo de compra permite criar um registo ou efectuar a compra como "guest". E para usufruir do desconto, bastará introduzir o código de desconto no campo respectivo quando estiverem no ecrã de validação dos produtos a comprar.


O pagamento pode ser feito com PayPal (que aparece ao se escolher a opção de pagamento cwalletco) para total segurança, e conta com assistência permanente através do endereço de email [email protected].





x

Ashampoo PDF Pro 5 – 29.99€
IObit Driver Booster 13 – 17.69€
Adguard - 3 Devices - Lifetime - 32.74€
EaseUS Video Downloader - Lifetime - 30€
EaseUS Disk Copy Pro - 1 Month Subscription – 13.93€
Internet Download Manager - 1 PC / Lifetime –21.99€
iObit Advanced SystemCare 19 Pro - 1 PC (Permanent Subscription) – 25.59€
>>> Get More Tools
№ 20

Apple M7 Ultra deverá suportar 1.5TB de RAM

A próxima geração do mais poderoso chip da Apple - o M7 Ultra - deverá suportar até 1.5TB de RAM, mas não sendo algo que se deva destinar ao público em geral.

Tal como já tinhamos referido, a Apple poderá estar a preparar uma mudança significativa na estratégia dos processadores para Mac. A empresa deverá lançar o M6 normalmente, mas passar directamente para a geração M7 nos modelos mais avançados, o que significa que os M6 Pro, M6 Max e M6 Ultra poderão nunca chegar ao mercado.

A decisão estará relacionada com os grandes avanços previstos para o Neural Engine da geração M7, levando a Apple a acelerar o desenvolvimento destes chips. De acordo com os rumores, o M7 deverá ser lançado durante o primeiro semestre de 2027, enquanto os M7 Pro e M7 Max são esperados para o final do mesmo ano. Já o M7 Ultra poderá chegar apenas em 2028.

The M7 Ultra is designed to support as much as 1.5 terabytes of memory — double the capacity planned for the M5 Ultra — though whether Apple ultimately offers that configuration will depend on the state of the industry. https://t.co/AyZ5GiIRA0

— Mark Gurman (@markgurman) July 12, 2026
O M7 Ultra deverá representar o maior salto da Apple no desempenho AI até à data. O objectivo passa por fazer frente a aceleradores dedicados, como a arquitectura NVIDIA Blackwell, embora ainda não existam detalhes técnicos nem resultados de desempenho conhecidos. O chip poderá também suportar até 1.5 TB de memória unificada, o dobro do previsto para o futuro M5 Ultra, embora a configuração final dependa da disponibilidade e do custo da memória (nesta fase, a Apple até tem deixado de oferecer as variantes com mais RAM de alguns dos seus computadores).

O suporte para esta capacidade de memória poderá fazer mais sentido quanto se considera que a Apple também estará a apensar usar estes chips em servidores dedicados ao processamento AI, para suportar as futuras funcionalidades de inteligência artificial que começarão a ser disponibilizadas com o lançamento do iOS 27 e a nova Siri AI. É que, se por um lado a Apple tem estado a explorar o processamento AI local nos iPhones, há muitas coisas que continuarão a depender do processamento externo na cloud AI da Apple.

Resta-nos esperar que, com as empresas a reforçarem a capacidade de produção de RAM, daqui por alguns anos a configuração de 1.5 TB de RAM seja algo que volte a poder ser comportável pela maioria dos utilizadores.