PlanetGeek

MS Silica guarda dados em vidro por 10 mil anos

20-02-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

Sendo ainda um projecto de investigação, a Microsoft revelou o Project Silica que usa vidro para guardar dados por mais de dez mil anos.

Numa altura em que se vai percebendo a importância da longevidade dos dados, com coisas como CDs e DVDs com poucas décadas que se tornam ilegíveis, ou os mais recentes SSDs que podem perder dados ao fim de alguns anos se estiverem desligados, a Microsoft revelou novos detalhes do Project Silica, um sistema de armazenamento que grava dados em placas de vidro com potencial para durar mais de 10.000 anos. A tecnologia utiliza lasers ultra-rápidos (femtossegundos) para escrever informação no interior do vidro com uma densidade superior a um gigabit por milímetro cúbico, com a grande vantagem de não necessitar de energia para preservar os dados ao longo do tempo.
Ao contrário dos discos rígidos ou SSD, o Silica grava dados criando microestruturas tridimensionais (voxels) dentro do vidro, recorrendo a lasers. Estes alteram as propriedades ópticas do material, como o índice de refracção, permitindo armazenar vários bits em cada voxel. A leitura é feita com microscopia de contraste de fase e apoiada por redes neuronais que interpretam as subtis variações visuais nas camadas gravadas. Na prática, acaba por ser um sistema muito mais evoluído do que aquele que é usado para criar imagens 3D nos blocos de vidro para efeitos decorativos.
[Quase como isto, mas elevado "ao cubo"!]

Cada placa de vidro, com 12 x 12 centímetros e 2 milímetros de espessura, pode armazenar até 4.84 TB de dados. No entanto, a escrita ainda é relativamente lenta: cerca de 66 megabits por segundo usando quatro lasers em paralelo, o que significa que preencher totalmente uma placa pode demorar mais de 150 horas. A Microsoft acredita que poderá aumentar a velocidade adicionando mais lasers ao sistema. Mas o seu grande trunfo é a durabilidade. Utilizando vidro de borossilicato, os testes de envelhecimento acelerado indicam que os dados podem manter-se estáveis por mais de 10.000 anos à temperatura ambiente. Para dar uma ideia de tal escala de tempo, há 10 mil anos, a humanidade estava a transitar do Paleolítico para o Neolítico!
Por agora, a utilidade prática ainda é diminuta. Mas, assumindo que se possa criar um sistema comercial a preço competitivo, pode ser que no futuro se venha mesmo a poder usar blocos de vidro como sistema de armazenamento de muito longa duração, ao estilo do que foi imaginado por filmes de ficção científica.

Coluna BT Tronsmart Mirtune C2 a €39.99

20-02-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Quem já tiver passado pelas colunas Bluetooth de baixo custo e agora procurar algo com um pouco mais de potência, irá ficar satisfeito com esta Tronsmart Mirtune C2.

O desaparecimento da ficha dos headphones tem fomentado a utilização de colunas BT em cada vez mais situações (muitas vezes torna-se a única opção possível, a não ser que se recorra a adaptadores BT para ficha de 3.5mm). Em muitos casos acaba também por se revelar uma solução mais conveniente, permitindo que se chegue a casa e se comece a ouvir a música na coluna em vez de se sofrer com a tentativa do smartphone reproduzir os sons graves com os seus altifalantes diminutos. E no caso desta Tronsmart Mirtune C2, temos volume com fartura mas mantendo um tamanho relativamente compacto.
Esta coluna BT Tronsmart Mirtune C2 está disponível por 33.99 euros na Amazon Espanha - activar desconto de 15%.

Vem com uma bateria generosa para garantir que as sessões de música podem prolongar-se por 24 horas com o volume a 50%, demorando cerca de 3 a 4 horas a recarregá-la. Conta também com porta USB-C, microfone para funcionar como sistema mãos livres ao efectuar chamadas telefónicas, cartão de memória para reprodução de músicas, e para quem quiser duplicar a potência sonora, pode emparelhar-se com uma coluna adicional para funcionar em modo stereo real.

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Google lança Gemini 3.1 Pro para problemas complexos

20-02-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

A Google lançou nova versão dos seus modelos AI - Google Gemini 3.1 Pro - destinado a raciocínio avançado e a resolver problemas complexos.

A Google anunciou o Gemini 3.1 Pro, uma nova versão do seu modelo AI orientada para lidar com tarefas onde uma resposta simples "não é suficiente". Depois de ter apresentado o Gemini 3 Pro em preview no final do ano passado e o 3 Flash pouco depois, a empresa avança agora com o salto para a versão ".1", quebrando o padrão anterior em que as actualizações intermédias usavam a designação ".5".

Mas a redução da numeração não está proporcionalmente associada ao avanço do modelo: o Gemini 3.1 Pro atingiu um resultado de 77.1% no benchmark ARC-AGI-2, mais do dobro do que era possível com o Gemini 3 Pro.
Na prática, esta melhoria traduz-se em maior capacidade para explicar temas complexos de forma clara e visual, sintetizar grandes volumes de dados, ou apoiar projectos criativos mais exigentes. O modelo é pensado para desafios que exigem vários passos de raciocínio e análise aprofundada, aproximando-se cada vez mais de fluxos de trabalho "agentic".

O Gemini 3.1 Pro fica disponível via app Gemini e NotebookLM para subscritores Google AI Pro e Ultra, e via API através do Google AI Studio, Vertex AI, Gemini Enterprise, Gemini CLI e Android Studio. Para já, é lançado em "preview", enquanto a Google valida melhorias adicionais antes da disponibilização geral. Espera-se que, quando isso acontecer, também os utilizadores gratuitos possam ter acesso a este novo modelo, embora com os habituais limites de uso.

Google prepara simplificação do Gemini

20-02-2026 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

A interface da app Gemini tem ficado cada vez mais confusa, mas a Google está a trabalhar na sua simplificação.

A Google está a reformular a interface do Gemini numa tentativa de melhor organizar o número crescente de funcionalidades. Em vez do actual layout com quatro botões fixos (Câmara, Galeria, Ficheiros e Drive), está a ser testado um novo painel com estrutura mais flexível e que mais facilmente permitirá acrescentar novas capacidades no futuro.

Isto ainda está em desenvolvimento, sendo visíveis alguns ajustes. Numa versão anterior a Google tentou adicionar mais opções em destaque na secção superior, mas o resultado foi um conjunto de ícones demasiado pequenos e confusos. Agora, uma versão mais recente apresenta uma solução que parece ser mais equilibrada.
No novo design, os principais atalhos - Fotos (antiga Galeria), Câmara e Ficheiros - passam a ter ícones maiores e mais visíveis. Já ferramentas adicionais como o Drive, NotebookLM e Maps surgem numa segunda linha, que pode ser percorrida horizontalmente. Esta abordagem permite adicionar mais opções no futuro sem sobrecarregar visualmente o ecrã, embora as funcionalidades escondidas atrás do scroll possam passar despercebidas a alguns utilizadores.

As mudanças aplicam-se tanto à app principal do Gemini como à interface sobreposta que surge por cima de outras apps ao tocar no botão "+". Num contexto em que o Gemini ganha novas capacidades a um ritmo acelerado (ainda recentemente ganhou a capacidade para gerar música), esta reorganização torna-se essencial para não sobrecarregar as pessoas com excesso de elementos, mantendo o acesso rápido às ferramentas mais usadas.

AirMIDI converte movimentos das mãos em música

20-02-2026 | 13:18 | A Minha Alegre Casinha

O AirMIDI utiliza sensores Time-of-Flight para transformar movimentos das mãos feitos no ar, em música.

Evocando memórias do clássico Theremin, ou das harpas laser, este AirMIDI é um curioso projecto que pode apelar a todos os que procuram uma nova forma de interacção musical.

Desta vez não precisamos de lasers nem de antenas, já que o elemento central deste AirMIDI são três sensores VL53L0X Time of Flight, capazes de medir distâncias de 30-1000 mm, ligados ao habitual e versátil ESP32. Temos também uma fita LED RGBIC (WS2812B) que permite controlar os LEDs individualmente, para efeito visual acrescido.



O resto, como se diz, fica apenas limitado pela criatividade do utilizador. Usando os dados destes sensores podemos combiná-los de inúmeras formas, tanto para criar zonas de detecção específicas onde a distância da mão controla os parâmetros MIDI, como combiná-los para efeitos ainda mais criativos.

Obviamente, nada obriga a que este mesmo projecto seja usado apenas para fins musicais. Facilmente pode ser convertido num controlador original para coisas como a intensidade das luzes, o volume da música, ajustar os estores, ou mil e uma outra coisas que se possa desejar controlar com "gestos no ar". Tendo em conta o baixo custo dos ESP32 e destes sensores, as possibilidades são infinitas.

Chrome testa incentivo para se tornar browser predefinido no Windows

20-02-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

O Chrome está a testar alguns ajustes para incentivar os utilizadores a escolherem-no como browser predefinido no Windows.

Vivemos numa era em que os browsers lutam entre si para se tornarem no browser predefinido do sistema, algumas vezes recorrendo a tácticas não muitos honestas, e a Google está a planear algumas alterações na forma como o Chrome o faz. No Chrome Canary está a ser testado um novo ecrã de configuração inicial que torna ainda visível o pedido para definir o Chrome como browser predefinido - e agora com, um toque extra.

Até agora, ao instalar o Chrome pela primeira vez, os utilizadores eram convidados a defini-lo como browser padrão através de uma mensagem destacada mas com o botão relativamente discreto. Na versão experimental Canary, a Google está a experimentar um novo design onde o botão para tornar o Chrome predefinido é apresentado de forma mais visível.
Além disso, o novo ecrã não se limita a sugerir a definição como browser padrão. Passa também a oferecer a opção de afixar automaticamente (pin) o Chrome na barra de tarefas do Windows, garantindo acesso rápido e permanente.

Embora este teste não esteja a ser apresentado a todos os utilizadores, pode ser forçado através das chrome://flags em "#first-run-desktop-refresh".

Não se trata de nenhuma alteração que se possa considerar abusiva, sendo apenas uma forma de facilitar essa escolha por parte das pessoas que já estariam predispostas a fazê-lo. Afinal, para passarem por isto têm primeiro que tomar a iniciativa de instalarem o Chrome. Adicionalmente, se estiverem interessados em usar o Chrome como browser predefinido no Windows, será também quase certo que irão querer meter o Chrome fixado na barra de tarefas - pelo que este novo sistema, se for efectivamente aprovado e aplicado à versão pública do Chrome, apenas irá facilitar a vida aos utilizadores.

A nível das alterações recentes no Chrome, temos a funcionalidade split-view para ver páginas lado a lado, e anotações nos PDF sem necessidade de extensões ou apps extra.

Tesla lança Cybertruck AWD por 60 mil dólares

20-02-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

Para tentar melhorar as vendas, a Tesla lançou uma versão AWD do Cybertruck por 60 mil dólares e baixou o preço da versão Cyberbeast.

O Cybertruck da Tesla tem sido um desastre, com vendas que nem sequer chegaram às 70 mil unidades, e que já levaram a Elon Musk a fazer algumas "manobras", fazendo com que a SpaceX comprasse muitos deles para despachar as unidades que estavam acumuladas. Agora, e já tardiamente, a Tesla está a ajustar a estratégia para o Cybertruck.

A marca lançou uma nova versão base com tracção integral (AWD) a partir de 60.000 dólares, resolvendo a questão dos que criticavam que o modelo base tivesse apenas tracção traseira, e reduziu o preço do modelo topo de gama Cyberbeast de 115 mil para 100 mil dólares.

Quando foi apresentado em 2019, o Cybertruck prometia começar nos 40.000 dólares. No entanto, quando chegou ao mercado em 2023, a realidade revelou-se bem diferente, estreando-se com a "Foundation Series" a cerca de 120.000 dólares. Desde então, surgiram variantes mais acessíveis, como a versão RWD de 70.000 dólares, que acabou por ser descontinuada após fraca procura. A nova versão AWD posiciona-se como a opção mais acessível até agora, mantendo mais equipamento que o antigo modelo RWD. Inclui dois motores (dianteiro e traseiro), e mantém funcionalidades como tomadas na caixa de carga e cobertura da mesma - mas não incluindo coisas como a suspensão pneumática ajustável.

Apesar de ainda estar bastante distante do preço inicialmente prometido, torna-se na proposta mais atractiva para o Cybertruck até à data. Resta saber se, com toda a má fama que ganhou desde o seu lançamento, conseguirá conquistar novos clientes ou se se irá manter como uma espécie de "emblema de mérito" para os super-fãs de Musk e da Tesla demonstrarem o seu apoio incondicional.


Actualização: Afinal Elon Musk diz que isto será apenas temporário, durante os próximos 10 dias.

Carregador Anker 200 W GaN 6 portas a €54

20-02-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Os carregadores podem acompanhar-nos por anos e anos, e este Anker GaN 200 W com 6 portas garante que estamos preparados para tirar partido do USB-C até para carregar portáteis.

Com a transição para o USB-C e alguns fabricantes a deixarem de incluir carregadores com os seus produtos, torna-se mais importante que nunca escolher um carregador que nos dê algumas garantias a longo prazo. Este carregador Anker pode fornecer um total de 200 W e tem seis portas USB, mas mantendo um tamanho bastante compacto em formato "charging station" para desktop, graças à tecnologia GaN.
Este carregador Anker GaN 200 W 6-portas está disponível por 54 euros na Amazon Espanha - activar desconto de 10%.

Vem equipado com quatro portas USB-C e duas portas USB-A, significando que está preparado para lidar com os equipamentos mais recentes mas também lida sem dificuldade com cabos USB da geração anterior (que ainda são bastante populares). Pode fornecer até 100 W simultanteamente em duas portas USB-C quando se quer carregar múltiplos dispositivos, o que significa que poderá suportar com facilidade o carregamento de dois portatéis ao mesmo tempo. E não se esqueçam de juntar um cabo USB-C que permita tirar partido destas potências.


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Produtos da Semana

20-02-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A nossa rubrica de Produtos da Semana agrupa uma lista de produtos e notícias que vamos compilando ao longo da semana e que achamos que será do interesse geral.

Novos ratos gaming GXTrust Felox+

A GXTrust expande a sua extensa linha gaming com o lançamento de dois novos ratos de altodesempenho. Criados para trazer precisão, velocidade e estilo a cada sessão, o rato gaming com fioFelox+ e o rato gaming iluminado sem fio Felox+ Dual oferecem aos gamers o controlo e a precisãonecessários para dominar todos os jogos.

Prepara-te para a liberdade sem compromissos com o rato gaming iluminado sem fio duplo Felox+Dual. Equipado com um sensor PixArt PAW3311 de 12.000 DPI e uma taxa de relatório de 1000 Hz,garante precisão e velocidade, quer jogues com ou sem fios. Os gamers podem escolher a sualigação preferida através do recetor USB-A de latência ultrabaixa de 2,4 GHz ou Bluetooth edesfrutar de um tempo de utilização de até 40 horas graças à bateria recarregável integrada. Existeainda a opção de continuar a jogar enquanto carrega com o cabo de 1,5 m incluído. Este elegante rato gaming pode ser personalizado. A fita adesiva incluída oferece estilo e maisaderência, enquanto o software dedicado permite aos gamers programar cada botão para seadequar ao seu estilo. Além disso, um contorno LED multicolorido com duas configurações e trêscores deixa este rato pronto para melhorar qualquer setup.

O rato gaming com fio Felox+ oferece um desempenho fiável e extremamente rápido. Com umsensor PixArt PAW3327 e uma taxa de relatório de 1000 Hz, garante que cada movimento éregistado instantaneamente. O seu sensor ótico de 10.000 DPI oferece uma precisão máxima,enquanto o cabo USB-A trançado extra longo de 1,8 m mantém-te ligado, independentemente deonde decorre a ação. Por fim, tal como a respetiva versão sem fios, também vem com seis botõesprogramáveis, almofadas de aderência incluídas e iluminação LED multicolorida para dar um toquevibrante a cada movimento. Combinando facilmente precisão com estilo, os novos ratos gaming Felox+ oferecem aos gamerstodas as ferramentas para desenvolver as suas competências.

Já disponível, o rato gaming com fio está à venda pelo preço recomendado de 29,99 euros, e o ratogaming iluminado está à venda pelo preço recomendado de 34,99 euros.


Veja e partilhe o seu ângulo de inclinação com o novo zūmo XT3 de Garmin

A Garmin anuncia o seu mais recente equipamento de navegação GPS por satélite para motociclos, zūmo XT3.

Concebido para suportar vibrações do guiador, conduções irregulares e condições meteorológicas extremas, o dispositivo apresenta um ecrã brilhante e de alta resolução de 4,7" ou 6", compatível com luvas. O novo medidor de ângulo inclinado permite aos pilotos ver em tempo real quanto inclinaram-se em cada curva. Os dados após cada aventura estarão disponíveis na aplicação Tread para smartphones. Concebido para a ação, o zūmo XT3 foi desenvolvido para enfrentar condições meteorológicas extremas e terrenos exigentes. Cumpre a norma MIL-STD-810, tem resistência à água IPX7 e suporta vibrações intensas do guiador. Inclui mapas de ruas pré-carregados e mapas topográficos de alta definição, com possibilidade de descarregar imagens de satélite diretamente para o dispositivo. Para maior detalhe, está disponível o plano Outdoor Maps+, com acesso a Estradas de Aventura e Trilhos para navegação fora de estrada com indicações curva a curva.

Permite visualizar e partilhar dados como ângulo de inclinação, força G e velocidade máxima através da aplicação Tread. Com funcionalidades como Group Tracking, planeador visual de rotas (incluindo importação de ficheiros GPX, KML e KMZ) e rotas específicas para motos — como Garmin Adventurous Route, Great Rides e Rotas Populares — oferece uma experiência de condução personalizada e emocionante. Pode ainda ser integrado num ecossistema de dispositivos compatíveis, como o radar Zumo R1, controlador de guiador ou comunicador por satélite inReach, garantindo maior controlo, segurança e comunicação mesmo fora da rede móvel. Os aficionados para as corridas de aceleração podem usar o seu zūmo XT3 para ativar um plano Garmin Performance Package com acesso a um cronómetro de volta, funções de corrida de aceleração e mais. Com um plano ativo, os pilotos podem registar os seus tempos e distâncias em arrancadas, incluindo o tempo de 0-60 mph e tempos a 1/8 de milha e 1/4 de milha na pista de drag. Os utilizadores podem rever os seus tempos por volta e delta, bem como aceder a tabelas de classificação para ver como os seus tempos se comparam com os de outros.

Disponível para compra a partir de 20 de fevereiro de 2026, o novo zūmo XT3 com ecrã de 4,7" inclui um kit de montagem para guiador, ideal para motos mais pequenas, e tem um preço recomendado de 499,99 euros. O modelo maior, com ecrã de 6", inclui um kit de montagem em U para guiador e tem um preço recomendado de 599,99 euros.


Dyson PencilWash - a mopa elétrica mais fina e ultraleve

A Dyson apresentou o Dyson PencilWash, uma solução mais leve, mais fina e mais compacta para limpeza com água, sem comprometer a higiene.

O Dyson PencilWash combina a experiência da Dyson em tecnologia de limpeza com água com um forte enfoque na higiene, integrando um formato revolucionário, fino como um lápis, concebido pela marca. O resultado é uma manobrabilidade sem esforço e um desempenho de limpeza higiénico, pensado para responder às necessidades das casas modernas. A nova pega ultrafina e leve, com apenas 38 mm de diâmetro, facilita a limpeza húmida sem comprometer a higiene e o desempenho de limpeza. O Dyson PencilWash pesa apenas 2,2 kg e 380 g na mão, sendo altamente fácil de manobrar, pois move-se naturalmente com um simples movimento giratório. Inclina-se até 170° para limpar debaixo de móveis baixos e alcançar espaços apertados sem perder desempenho.

Ao contrário das máquinas de limpeza a húmido convencionais, o Dyson PencilWash não possui filtro que retenha sujidade, promova a proliferação de bactérias, emita odores ou seja difícil e desagradável de limpar. O seu design sem filtro elimina o risco de acumulação de resíduos, bloqueios ou perda de desempenho, garantindo uma limpeza eficaz e consistente em todas as utilizações. O novo Dyson PencilWash foi concebido para limpar todos os tipos de sujidade de uma só vez, incluindo resíduos húmidos e manchas. Possui um rolo de microfibra de alta densidade, com 64.000 filamentos por cm2 para remover rapidamente resíduos húmidos e secos, simultaneamente.

A água suja e os resíduos são continuamente extraídos do rolo de microfibra a cada rotação. Combinado com um sistema de hidratação de 8 pontos projetado com precisão, que fornece um abastecimento consistente de água fresca ao rolo, os utilizadores estão sempre a usar água fresca para limpar os pavimentos – para que a sua próxima limpeza seja sempre tão higiénica quanto a primeira. O Dyson PencilWash oferece dois modos de hidratação para um controlo preciso da humidade do piso. Seja para lidar com pequenas manchas ou manchas difíceis, os utilizadores podem ajustar o fluxo de água para se adequar a diferentes superfícies e necessidades de limpeza, garantindo resultados otimizados com um acabamento de piso de rápida secagem.

O Dyson PencilWash estará disponível nas próximas semanas, com o preço de 349 euros.


Optimize o tempo em pista com o Garmin Catalyst 2

A Garmin anunciou o Garmin Catalyst 2, um dispositivo de condução compacto que ajuda condutores de alto desempenho a alcançar melhores tempos em circuito.

Concebido com um ecrã brilhante de 3" e câmara incorporada, o Garmin Catalyst 2 é facilmente montado no para-brisas e traz funcionalidades de treino em pista, incluindo o True Optimal Lap da Garmin, que mostra aos ciclistas o seu melhor tempo possível com um vídeo composto das linhas que percorreram. Inclui também sinais de áudio em tempo real e comparação de dados de desempenho pós-sessão para ajudar os passageiros a perceber onde podem poupar tempo. O Garmin Catalyst 2 inclui funcionalidades únicas de treino de desporto motorizado que podem ajudar os pilotos a melhorar na pista. Após uma sessão de pista, os pilotos podem usar a app Garmin Catalyst num smartphone ou tablet compatível para rever análises detalhadas de desempenho, dados de comparação de condutores e muito mais.

A tecnologia patenteada TRUE OPTIMAL LAP mostra o melhor tempo possível com base nas linhas traçadas na pista que se podem repetir. No treino em pista, os avisos de áudio em tempo real adaptam-se ao desempenho, com indicações sobre velocidade, travagem e mais, transmitidas através de auscultadores Bluetooth® ou do estéreo do carro. O Garmin Catalyst 2 Track Driving Performance Optimizer interpreta automaticamente os dados de desempenho e, após cada sessão, identifica as três principais oportunidades de melhoria. Os pilotos podem consultar classificações com os melhores tempos por volta, ordenados por sessão, dia, ano, marca ou modelo do carro. Permite visualizar vídeos em HD com sobreposições de dados, como mapa de circuitos, velocidade, tempo delta e força G, e partilhá-los nas redes sociais (requer ligação à internet; recomenda-se Wi-Fi). A aplicação Garmin Catalyst possibilita o acesso a dados detalhados de desempenho, gráficos animados e tempos de comparação. O True Track Positioning melhorado utiliza múltiplos sensores e posicionamento multi-GNSS a 25 Hz para maior precisão na linha de corrida. Com uma subscrição ativa do plano Vault, as melhores voltas de cada sessão são guardadas automaticamente e ficam disponíveis na aplicação Garmin Catalyst.

Disponível para compra a partir de 20 de fevereiro de 2026, o otimizador de desempenho de condução Garmin Catalyst 2 tem um preço de venda recomendado de 1.199,99 euros.


Chrome ganha split-view, anotações PDF e gravação no Google Drive

20-02-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

A mais recente ronda de melhorias do Chrome adiciona split view, anotações em PDF, e gravação directa no Google Drive.

O Google está a reforçar as capacidades produtivas do Chrome com três novas funcionalidades que muitos utilizadores pediam há anos.

A mais visível é o novo modo split view, que permite visualizar duas páginas em simultâneo lado a lado. Para quem passa o dia a alternar entre páginas, esta novidade pode poupar bastante tempo - e coloca finalmente o Chrome ao nível de outros browsers que já ofereciam funcionalidade idêntica.
A segunda novidade chega ao visualizador de PDFs integrado. O Chrome passa agora a incluir uma ferramenta de anotações, permitindo sublinhar, escrever notas e adicionar assinaturas directamente no browser. Até aqui, era necessário recorrer a apps externas para para fazer este tipo de alterações simples.

Por fim, surge a opção "Save to Google Drive", que facilita o processo de guardar documentos na cloud. Em vez de descarregar o PDF e depois enviá-lo manualmente para o Google Drive, passa a ser possível guardá-lo directamente a partir do visualizador, através do ícone do Google Drive.

Não são melhorias revolucionárias, mas acabam por ser bastante práticas e poupar precioso tempo aos utilizadores.

Reino Unido quer impedir menores de usar VPNs

19-02-2026 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

Do Reino Unido chega nova preocupação que pode por em causa um dos pressupostos da utilização de VPNs.

O governo do Reino Unido está a estudar formas de restringir o acesso de menores às VPN, levantando receios de que possa vir a ser exigida verificação etária para utilizar estes serviços. A discussão surge no âmbito de uma consulta pública sobre o bem-estar das crianças online, num contexto em que o Online Safety Act já impõe verificação de idade nas redes sociais de grande dimensão.

O primeiro-ministro Keir Starmer referiu recentemente que as VPN são usadas por alguns menores para contornar sistemas de verificação etária. As autoridades estão agora a analisar possíveis limitações ao uso de VPN por menores de 16 anos, bem como restrições a chatbots de AI e alterações à idade de consentimento digital, com o objectivo de fechar lacunas na legislação actual.

Organizações ligadas à privacidade alertam para as consequências. A Mullvad VPN defende que a chamada "verificação de idade" obrigaria, na prática, à verificação de identidade dos utilizadores, obrigando as empresas a recolher dados pessoais dos utilizadores. Tal medida poderia comprometer denunciantes e fragilizar o anonimato que as tradicionalmente se associa ao uso de VPNs.

O que é certo e sabido é que a exigência da verificação de idades tem sido ultrapassada em inúmeros casos, havendo até ferramentas online que disponibilizam "rostos" que podem ser manipulados em tempo real para ultrapassar as ferramentas de verificação de idade por reconhecimento facial. Ainda assim, não deixará de parecer um sketch dos Monty Python que os britânicos se arrisquem a precisar de uma VPN para poderem aceder a uma VPN de forma anónima...

O meu PC 2026

19-02-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

Passados mais de 15 anos, fui "forçado" a fazer upgrade do meu PC principal.

Em 2009 relatei o processo de montagem do meu PC principal, que se tem mantido perfeitamente capaz. Mas, o tempo não perdoa, e foi altura de passar para uma máquina nova mais actual - e que espero que possa durar tanto tempo como o anterior.

O plano não concretizado

Antes de mais umas considerações iniciais. O meu "velho PC" foi levando vários upgrades ao longo do tempo, passando para o melhor CPU que a motherboard permitia, passando para 48GB de RAM, vários SSD (SATA), e passando por várias placas gráficas. A máquina mantém-se totalmente funcional e mais que capaz de lidar com o Windows 10 com total fluidez. O meu plano inicial - tendo em conta que o momento não é propício para a montagem de novos PCs devido ao custo da memória e SSD - era simplesmente aplicar-lhe uma placa gráfica RTX 5060 ou 5070, que mesmo sendo "desaproveitada" num sistema tão antigo, permitiria aguentar mais um par de anos. Mas, a Nvidia baralhou-me os planos.

Embora tecnicamente devesse ser possível meter uma RTX 5070 neste PC, a Nvidia passou a exigir um mínimo de PCIe 3.0 para as RTX 50xx, e apesar da minha velha board ter levado muitos remendos para prolongar a sua vida (havendo até modificações da BIOS para permitir o boot de discos SSD M.2 em placas PCIe), quanto a poder levar uma RTX 50xx não havia nada a fazer. Com essa porta fechada, e tendo em conta que os preços das RTX 30xx e RTX 40xx usadas têm preços absurdos (por vezes até mais caros que as RTX 50xx novas), tive que respirar fundo e dizer que "tinha que ser".


O plano "forçado" pela Nvidia

Ora, fazendo juz ao tradicional "casa de ferreiro, espeto de pau", apesar de diariamente vos trazer notícias de tecnologia, não estava necessariamente por dentro, em detalhe extremo, dos CPUs e chipsets mais recentes. Pelo que, foi necessário fazer algum trabalho de investigação. A primeira decisão prendeu-se com a escolha da plataforma: Intel ou AMD. E aí a escolha não foi demorada nem complicada, com a AMD a levar vantagem sobre a Intel. Inicialmente o plano era ir para um dos recém lançados Ryzen 7 9850X3D mais rápidos, mas depois de alguma consideração, acabei por optar pelo Ryzen 9 9950X3D - já que o objectivo é ter uma máquina que se aguente pelo máximo de tempo possível, para todo o tipo de tarefas.

Para a motherboard, apesar de tradicionalmente ter preferência pelas placas da ASUS, os relatos de vários CPUs queimados nessas motherboards fez-me ir para uma MSI Mag X870E Tomahawk MAX WiFi PZ - um chipset que oferece bastante versatilidade nas ligações e expansões, quase sem restrições a nível da partilha de dispositivos (nalguns chipsets o uso de coisas como SSDs M.2 em certos slots faz com que se deixe de poder usar certas fichas PCIe, ou reduzir a velocidade). E falando de SSDs, este tornou-se no primeiro PC sem qualquer disco rígido tradicional, ficando apenas com um SSD Crucial T710 de 2TB (15GB/s) como disco principal, e um SSD Samsung 980 Pro 2TB como disco secundário. O conjunto ficou completo com uma fonte Corsair RM1000x, caixa Corsair 3500X RS-R ARGB, Artic Liquid Freezer III Pro 360, e uma gráfica MSI RTX 5070 de 12GB (embora o objectivo fosse uma gráfica de 16GB para as experiências AI, o preço exorbitante das 5070 Ti e 5080 não era justificável, sendo algo que posso revisitar quando sair a geração RTX 60xx). Para a memória, consegui encontrar uma promoção decente para um kit de 96GB de DDR5 - o sonho de meter 128GB ou 256GB fica adiado para daqui a uns anos!


A montagem

Ora, com tanto tempo de distância para o meu velho PC, a chegada dos componentes revelou as evoluções que foram feitas desde então. As motherboards estão agora mais limpas e, no caso de não se adicionarem acessórios, permitem a criação daqueles visuais que se popularizam nos "setups" de gaming. No meu caso, apesar de ter ido para uma caixa com vidro à frente e de lado, optei por limitar os elementos luminosos - que na verdade se limitam a três ventoinhas RGB que já vinham pré-instaladas na caixa. Para as restantes, assim como para o watercooler, optei pelas versões não luminosas.
Um salto à parte de trás da motherboard revela o verdadeiro segredo da "limpeza" das motherboards. Basicamente, varreu-se tudo o que são cabos e fichas para "debaixo do tapete", que neste caso é "debaixo da motherboard". Fichas de alimentações, ligações aos botões e portas USB, ligações das ventoinhas (power e iluminação) fica tudo escondido na parte de trás da motherbard.
Quando se tem tudo montado, ficamos com um sistema que não dá vergonha mostrar - desde que se mostre a parte da frente. A parte de trás continua a ser o habitual amontoado de cabos, mesmo que se faça a melhor organização de cabos possível.


Em funcionamento

Depois de tudo, o momento da verdade: saber se o sistema arrancaria ou obrigaria a entrar numa espiral de desespero para tentar perceber o que estava mal. Mas, ao estilo do "andar de bicicleta", tudo funcionou à primeira - embora com momento de tensão dramática devido aos segundos que o sistema demora a arrancar (estes chipsets fazem uma "calibração" inicial para melhorar a estabilidade do acesso às memórias). Por momentos fui também induzido em erro, pois a motherboard tem um pequeno display que apresenta códigos numéricos de erro e, no início, pensei que tivesse ficado encravado num desses erros - até descobrir que afinal o número apresentado era a temperatura do CPU (que passa a ser mostrado neste display depois do processo de boot bem sucedido).

Com o sistema a funcionar, foi tempo de passar à habitual dose de "stress test" a que sujeito todos os meus PCs, para assegurar que estão minimamente estáveis para funcionar sem surpresas inesperadas. Isso passa por um dia de testes de memória, outro de testes do CPU, e outro de testes do GPU. Felizmente, tudo foi superado com sucesso.

Vindo de um PC em que o acesso aos SSDs estava limitado pelo interface SATA, e mesmo o SSD M.2 num slot PCIe estava limitado a uma velocidade máxima de 1.5 GB/s, foi gratificador ver que nesta máquina finalmente posso tirar partido dos SSDs na sua plenitude, atingindo velocidades de mais de 14GB/s no SSD PCIe 5.0, e mais de 6 GB/s no SSD "lento".
Também para se ficar com uma ideia da diferença de desempenho de cada nível de acesso à memória nos CPUs actuais. Enquanto o Ryzen 9 9950X3D pode aceder à sua cache L1 a mais de 588 GB/s, o acesso à cache L2 baixa essa velocidade para cerca de 256 GB/s, sendo que a cache L3 baixa ainda mais para perto de 143 GB/s - ainda assim, mais do dobro dos meros 62.5 GB/s da velocidade da RAM DDR5 do sistema.

Como passo final das optimizações, não podia deixar de faltar a criação de um RAM disk para funcionar como disco temporário para o Windows, prática que mantenho desde sempre nos meus PCs, e que também ajuda a evitar uma quantidade considerável de escritas desnecessárias nos SSDs (mesmo hoje em dia estes sejam capazes de lidar com isso).


Conclusão final

Com esta nova máquina posso finalmente aventurar-me nas explorações dos modelos AI locais sem ter que passar a maior parte do tempo a pesquisar por patches de como correr esses modelos em GPUs não suportados (imagens no Z-Image Turbo e músicas no ACE-Step 1.5 são feitas em segundos). Ainda assim, é bastante desolador sentir que, mesmo com um sistema topo de gama, é perfeitamente notório que o Windows 11 está pessimamente optimizado - melhor dizendo: não optimizado. É totalmente vergonhoso que um clique no botão direito do rato faça surgir um menu que demora visivelmente a surgir, quase parecendo que se trata de uma mini página web a carregar (eu sei, podemos afinar as coisas para apresentar o menu tradicional instantâneo - mas tal não devia ser preciso).

Veremos se as promessas da MS de se focar na optimização e melhoria do Windows 11 ao longo deste ano se irá materializar... caso contrário, lá teremos que andar constantemente a mexericar em afinações e regedits para tentar compensar as más opções da Microsoft.


Fita LED Goovee T2 Ambilight com câmara dupla a €102

19-02-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

É mais fácil que nunca recriar o efeito "ambilight", com este conjunto de fita LED RGB com câmara dupla, capaz de ajustar as cores em função do que estiver no ecrã.

Há muito que recomendamos a utilização de uma fita LED para colocar atrás de um televisor ou monitor, para criar uma luminosidade que reduz o cansaço visual, especialmente numa sala completamente às escuras. Fitas LED RGB para TV arranjam-se por cerca de 10 euros ou pouco mais para modelos maiores, e mais recentemente começaram a surgir conjuntos com um sensor de cor por menos de 20 euros que podem ir mudando de cor. Mas se querem a experiência ambilight completa, com cores diferentes ao longo das margens do ecrã, então será preciso um modelo mais evoluído, como este da Govee.
Esta fita LED Govee T2 com duas câmaras está disponível por 102 euros na Amazon Espanha - desconto de 33% aplicado na finalização.

Em vez de um simples sensor de cor, este conjunto vem com uma câmara dupla que se deve colocar no topo do ecrã - usando as duas câmaras para obter uma melhor cobertura do que se passa no ecrã relativamente ao modelo anterior com uma única câmara - e que vai analisar as imagens do que se estiver a ver, fazendo sincronizar as cores da fita LED apropriadamente para cada secção das margens; conta também com o dobro do número de LEDs para um efeito luminoso de maior qualidade. É uma das poucas soluções que existem para quem quer o efeito ambilight mesmo quando utiliza apps internas da Smart TV, como Netflix, Disney, etc. já que este sistema funciona para todo e qualquer conteúdo que aparecer no ecrã, independentemente da sua origem, e dispensando a necessidade de usar HDMI.


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Ford reinventa-se para produzir eléctrico de 30 mil dólares

19-02-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

A Ford diz estar a fazer uma reformulação interna para trazer um veículo eléctrico acessível para o mercado.

A Ford, que teve papel fundamental na produção de automóveis acessíveis, diz agora querer fazer o mesmo para os automóveis eléctricos, renovando por completo o processo de produção, de forma a pode trazer uma pickup eléctrica com preço base 30.000 dólares para o mercado já no próximo ano. O objectivo é fazzer frente aos fabricantes chineses sem comprometer as margens de lucro.

A estratégia passa por uma combinação de vários factores: peças modulares impressas em 3D ao estilo Lego, engenharia inspirada na Fórmula 1, e até um sistema interno de "recompensas" para optimizar a eficiência.

No centro do plano está uma nova plataforma universal de veículos elétricos (UEV), desenvolvida de raiz. Ao contrário do Mustang Mach-E e do Lightning, que adaptavam infraestruturas existentes, esta será a primeira arquitectura totalmente pensada para eficiência e custo reduzido. A plataforma irá suportar inicialmente uma pickup de dimensão média, mas poderá ser usada para automóveis comuns, crossovers, SUVs de três filas, e até furgões comerciais. A produção incluirá grandes peças de alumínio fundidas numa única estrutura (unicastings) e baterias LFP com tecnologia licenciada da CATL.


Para atingir o objetivo de tornar o veículo mais leve e eficiente, a Ford recrutou engenheiros vindo da Fórmula 1 e de empresas como Apple, Tesla, Rivian e Lucid. A equipa criou um programa interno que atribui pontuações a cada decisão técnica, desde peso e aerodinâmica até componentes específicos. Em alguns casos, optar por uma peça mais cara pode compensar se reduzir massa e melhorar a eficiência. O resultado, segundo a empresa, é uma pickup 15% mais aerodinâmica do que qualquer outra no mercado.

Outra curiosidade, a Ford adoptou um sistema eléctrico de 48 volts e uma arquitectura electrónica simplificada, semelhante à da Tesla e da Rivian. Isto permitiu reduzir mais de 1.200 metros de cablagens, com substancial redução do peso, e permitindo que no futuro possam adoptar tecnologias como o steer-by-wire (que a Tesla tem usado no Cybertruck).

Motherboard de $50 revela 12TB de SSDs

19-02-2026 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

A compra de uma motherboard avariada acabou por render quatro SSDs com valor superior a 1000 euros.

Numa altura em que a RAM tem sido alvo de aumentos brutais e os SSDs seguem pelo mesmo caminho, um utilizador parece ter tido o seu dia de sorte. O que parecia ser uma compra arriscada de 50 dólares acabou por se revelar um verdadeiro achado.

A pessoa arriscou na compra de uma motherboard MSI Pro Z690-A WiFi não funcional (com um pino dobrado), por estar interessado nos dissipadores dos SSDs que vêm na board, e acabou por descobrir que debaixo dos dissipadores estavam quatro SSDs M.2!
Mais concretamente, a placa vinha com dois SSDs WD Black SN850X de 4TB, um Intel 670p de 2TB, e um Corsair Force MP600 de 2TB. Mesmo sendo modelos com alguns anos, resultam num total de 12 TB de armazenamento rápido, e com valor que supera os 1000 euros.

Ora, como seria de esperar, o negócio fez rapidamente surgir várias suspeitas. Apesar do vendedor dizer que não tinha "conhecimentos" e só queria vender a placa o mais rapidamente possível, alguns suspeitam que se poderia tratar de equipamento roubado. Mas, quanto a isso não há muito que se possa fazer, sendo o tipo de coisa a que se fica sujeito ao comprar material usado na internet.

Gemini ganha geração de música AI

19-02-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

A Google adicionou a capacidade de gerar música ao Gemini, usando o modelo Lyria 3 da DeepMind.

Tal com já era esperado há algum tempo, a Google está a reforçar o lado criativo do Gemini. O assistente AI passa agora a poder gerar músicas com até 30 segundos a partir de simples descrições em texto, ou até imagens, recorrendo ao Lyria 3, o mais recente modelo de geração musical da Google DeepMind. A funcionalidade está a ser disponibilizada em versão beta na aplicação Gemini e suporta vários idiomas, incluindo português.

Qualquer utilizador com mais de 18 anos pode experimentar, embora os subscritores dos planos Google AI Plus, Pro e Ultra tenham limites de utilização mais elevados. Para criar uma música, basta descrever uma ideia, género, estado de espírito ou até carregar uma fotografia ou vídeo como inspiração. O Gemini pode gerar músicas instrumentais ou cantadas - com as letras a serem criadas automaticamente. A capa é também gerada de forma automática através do modelo Nano Banana.




Segundo a Google, o objectivo não é criar obras-primas musicais, mas oferecer uma forma divertida e personalizada de expressão. As músicas são pensadas para refletir o "vibe" do momento, ou para acompanhar uma memória específica, uma piada interna ou um determinado estilo musical. Caso o utilizador mencione um artista, o sistema utiliza apenas essa referência como inspiração geral, sem imitar directamente o seu trabalho.

Para garantir transparência, todas as faixas incluem o SynthID, um marcador invisível da Google para identificar conteúdos gerados por AI. A empresa diz também existirem filtros para evitar semelhanças excessivas com músicas existentes e que os utilizadores podem reportar qualquer conteúdo que viole direitos de autor.

A limitação aos 30 segundos é certamente uma forma da Google evitar problemas directos com os grandes estúdios - ao estilo do Suno, que foi forçado a fazer uma parceria com a Warner Music. Ainda assim, esta é uma área onde têm havido grandes avanços, havendo já modelos open-source que permitem criar músicas com qualidade quase ao nível do Suno em qualquer computador doméstico. A grande vantagem da Google é que, ao colocar isto no Gemini, faz com que fique imediatamente acessível, a um toque de distância, para centenas de milhões de utilizadores.

O design do interface do Android XR

19-02-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

O próximo Android XR obrigou a criar um interface completamente novo pensado para aparecer à frente dos olhos sobreposto no mundo real.

A Google revelou novos detalhes sobre o funcionamento da interface nos óculos inteligentes com Android XR, destacando os desafios de conceber um sistema para ecrãs transparentes que ficará sobreposto no mundo real. A equipa da Google explica o trabalho por trás do Jetpack Compose Glimmer, o novo sistema de design criado para os Display AI Glasses.

Um dos aspectos mais importantes é que a interface não surge directamente na lente. O conteúdo é projectado de forma a parecer estar cerca de um metro à frente do utilizador, dentro de uma área de visualização quadrada. Isto obriga a desviar o foco do mundo real - como o rosto de alguém ou a estrada - para esse plano focal. Por essa razão, as animações não podem ser bruscas. A Google descobriu que transições típicas de 500 milissegundos pareciam demasiado rápidas. No Android XR, as notificações surgem mais lentamente e gradualmente, ao longo de cerca de dois segundos, com um círculo que se expande em formato de cápsula, chamando a atenção de forma mais natural.
A legibilidade é outro desafio central. Como o texto é projectado a uma distância fixa, a Google utiliza a fonte Google Sans Flex com ajustes específicos para melhorar a leitura a um metro, incluindo maior espaçamento e aberturas internas das letras. O tamanho do texto é medido em ângulo visual (graus), e não em píxeis.

A tecnologia do próprio ecrã também obriga a certos ajustes. Uma vez que, ao estilo dos ecrãs OLED transparentes, apenas consegue adicionar luz e não consegue criar preto verdadeiro (o preto corresponde a transparência total, ficando dependente do ambiente em que se estiver). As primeiras tentativas de adaptar o Material Design resultaram em blocos brilhantes com reflexos excessivos e problemas de "blooming", em que a luz se espalha e prejudica a leitura. A solução passou por utilizar superfícies escuras como base para o conteúdo, combinadas com um novo sistema de profundidade e sombras mais intensas.
Também as cores foram repensadas. Tons muito saturados, comuns nos smartphones, tendem a desaparecer quando sobrepostos ao mundo real. Por isso, a interface do Android XR é neutra, usando cor de forma contida para destacar elementos importantes.

Agora, só fica a faltar que óculos Android XR cheguem ao mercado, a preços acessíveis.

Módulo de tomadas Tessan com 3 USB + 3 tomadas a €18

19-02-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Uma excelente opção para quem tem que lidar com um número crescente de dispositivos USB para recarregar, é usar um módulo de tomada com portas USB integradas, como é o caso deste módulo cubo de tomada Tessan com 3x tomadas mais 3x USB (incluindo USB-C).

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas estes módulos de tomada com portas USB integradas acabam por ser uma solução bastante atractiva, já que permitem manter a utilidade da tomada original, mas adicionando portas USB adicionais para carregarem outros equipamentos sem necessidade de carregadores individuais.
Este módulo de tomada Tessan com 3x tomadas mais 3x USB (1x USB-C) está disponível por 18 euros na Amazon Espanha.

As portas USB-A podem fornecer até 5 V a 2.4 A (12 W) cada uma, a USB-C pode fornecer 3 A (15 W). Quanto à tomada em si, poderá suportar cargas até um máximo de 2500 W; e temos ainda a vantagem de um prático interruptor facilmente acessível para cortar completamente a energia e evitar os consumos "fantasma" em standby.

É uma opção bastante interessante, especialmente para locais como casas de banho ou cozinhas, onde será conveniente manter o acesso à tomada eléctrica, mas ainda assim arranjar forma de recarregar aparelhos via USB - não só os habituais smartphones e tablets, mas também coisas como colunas Bluetooth, relógios, iluminação recarregável, escovas de dentes e máquinas de barbear, etc.


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Snapseed lança câmara retro no iPhone

19-02-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A Google está a facilitar o acesso à câmara retro no Snapseed para iOS.

A Google está a disponibilizar uma actualização do Snapseed para iOS, transformando a aplicação em algo mais do que um simples editor de imagem. Depois de um lançamento discreto em Dezembro, a nova câmara integrada chega agora ao iPhone com controlos manuais avançados e emulação de películas clássicas.

Até aqui, a câmara do Snapseed só podia ser aberta através de atalhos como o widget do ecrã bloqueado ou o Centro de Controlo. Agora, passa a ser mais fácil aceder-lhe através de um ícone dedicado no interior da app. Ao ativar o modo "PRO" surgem opções para ajustar manualmente o ISO, velocidade do obturador e foco, bem como um selector com estilo clássico que permite alternar entre modo automático e manual. O flash foi movido para o canto inferior esquerdo, enquanto o zoom surge no lado oposto.
Um dos destaques é a emulação de diferentes tipos de película fotográfica com visual retro aplicado em tempo real no visor. O detalhe estético prolonga-se até à animação que simula o rebobinar quando se troca de "rolo". Segundo a Google, cada fotografia guarda uma pilha completa de edição, permitindo alterar, ajustar ou reverter qualquer efeito mesmo depois de a imagem ser guardada na galeria.

O Snapseed 3.15.0 já está disponível gratuitamente na App Store. A Google está também a trabalhar numa actualização semelhante para Android.

Google Maps esconde fotos e avaliações

19-02-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

O Google Maps parece ser o mais recente serviço a esconder informação para quem não fizer login.

Temos assistido a cada vez mais plataformas a esconderem dados a quem não está registado e tem login feito, e parece que também o Google Maps se vai juntar a esse grupo.

O Google Maps sempre permitiu a utilização básica sem necessidade de iniciar sessão, possibilitando pesquisar locais, obter direcções e explorar estabelecimentos. No entanto, essa capacidade poderá estar a ser reduzida. Alguns utilizadores têm notado que a Google passou a esconder fotografias e avaliações a quem não tiver sessão iniciada.

Quando o utilizador não está o login feito, apenas é apresentada uma única imagem de cada local - mesmo em pontos turísticos ou restaurantes populares que normalmente apresentam dezenas de fotografias. Ao iniciar sessão, a galeria completa volta a ficar disponível, incluindo a barra lateral com várias imagens para percorrer.
Aparentemente, o mesmo acontece com as avaliações. As opiniões e classificações, que costumam surgir na parte inferior da barra lateral, deixam de estar visíveis quando não se tem sessão iniciada.

Ainda não está confirmado se se se trata de uma alteração intencional ou de um bug temporário ou. A confirmar-se, será uma mudança substancial na forma como o Google Maps disponibiliza conteúdo público, forçando os utilizadores a iniciarem sessão para aceder a informação que antes estava acessível a todos.