PlanetGeek
№ 01

Spotify AI DJ chega a Portugal

O Spotify AI DJ chega finalmente a Portugal, mas em português do Brasil.

O Spotify anunciou a expansão da funcionalidade AI DJ para novos países e idiomas. O AI DJ, disponível para utilizadores Premium, utiliza inteligência artificial para criar experiências musicais personalizadas com base nos gostos e histórico de audição de cada utilizador.

Com esta atualização, o AI DJ passa a suportar francês, alemão, italiano e português do Brasil. Além disso, a funcionalidade fica disponível em mais países, incluindo Portugal, Brasil, França, Alemanha, Itália, Áustria, Coreia do Sul e Suíça.
O AI DJ combina recomendações automáticas de música com comentários gerados por AI para criar uma experiência semelhante à de um apresentador de rádio personalizado - embora seja algo que alguns até possam apreciar ser falado em português do Brasil, teria sido simpático se o Spotify também tivesse incluido português europeu, até porque hoje em dia não faltam soluções de geração de voz capazes de o fazer com facilidade.

Os utilizadores Premium podem aceder ao AI DJ diretamente a partir da página inicial da aplicação com um simples toque. A funcionalidade também pode ser encontrada através da pesquisa dentro da app ao procurar por "DJ". Dito isto, há que ter em conta que se trata de uma funcionalidade que continua a ser disponibilizada como versão "beta", com promessa de melhorias ao longo do tempo.

№ 02

Crianças usam bigode falso para ultrapassar verificação de idade

No Reino Unido as crianças já descobriram uma táctica fácil para ultrapassar a verificação de idade online, usando bigodes falsos.

Vários sistemas de verificação de idade online estão a revelar-se mais fáceis de contornar do que o esperado. Segundo um relatório da organização britânica Internet Matters, algumas crianças conseguiram ultrapassar bloqueios de acesso a sites para adultos simplesmente desenhando um bigode falso no rosto.

O estudo ouviu cerca de mil crianças no Reino Unido e revelou que quase metade considera simples contornar os sistemas de verificação de idade. Entre os métodos partilhados estão o uso de pelos faciais desenhados, fazer expressões estranhas para confundir os algoritmos, ou apontar a webcam para personagens adultas de videojogos para enganar as ferramentas de reconhecimento facial.
As leis de verificação de idade continuam a expandir-se em vários países, obrigando utilizadores a comprovar a idade antes de aceder a determinados conteúdos online. Em muitos casos, isso implica enviar documentos oficiais como cartões de cidadão, passaportes ou cartas de condução para serviços de terceiros, algo que tem gerado fortes críticas relacionadas com privacidade e segurança - já que muitos destes serviços acabam deixar escapar essa informação sensível em ataques de hackers.

Empresas como Apple, Reddit e Meta já começaram a implementar soluções para cumprir estas regras, recorrendo a reconhecimento facial, estimativas automáticas de idade, e envio de documentos oficiais. No entanto, os exemplos de crianças a contornar facilmente estes sistemas levantar sérias dúvidas sobre a eficácia real destas medidas e se realmente se justificam face aos os riscos associados à recolha massiva de dados pessoais online.

Ainda por cima, alguns dos receios que eram apontados por entidades de defesa da privacidade têm-se vindo a materializar, com alguns locais a já exigirem a identificação para usar serviços de VPN, enquanto outros antevêem já um futuro em que, com a desculpa habitual da defesa das crianças, comece a ser exigido que computadores e smartphones vigiem permanentemente o utilizador através da câmara frontal, para assegurar que se trata de um adulto a tempo inteiro.

№ 03

Boston Dynamics mostra o Atlas comercial

A Boston Dynamics mostrou a mais recente geração do robot Atlas, que parece estar apto para começar a trabalhar de verdade.

A Boston Dynamics foi, em tempos, a empresa de referência a nível dos robots humanóides. No entanto, no último ano as coisas pareciam ter mudado, com a empresa a ficar "para trás" face aos avanços contínuos das empresas de robots humanóides chinesas, cujos robots conseguem fazer coisas cada vez mais impressionantes.

Agora, descobre-se que a Boston Dynamics (que agora pertence à Hyundai) não tem estado parada, e na verdade esteve a melhorar o Atlas de modo a que fosse optimizado para passar à fase de comercialização e trabalho efectivo. Para tal, a mais recente geração do Atlas conta com algumas melhorias.

O Atlas pesa 90 kg e mede 1.89 metros de altura, e conta com uma curiosa arquitectura em que usa braços e pernas idênticos de ambos os lados - simplificando o processo de produção e instalação (os membros podem ser substituídos em poucos minutos). A maioria dos eixos de movimento tem liberdade total de 360° de rotação, e o robot usa apenas dois tipos de actuadores, reduzindo ainda mais a complexidade e custo. O Atlas conta com protecção IP67 contra pó e água, e pode funcionar em ambientes com temperaturas de -20° a 40°C.

Balancing commercial goals and robotics research can be tricky, but with Atlas we're making it work. pic.twitter.com/GHcnR1yPmv

— Boston Dynamics (@BostonDynamics) May 5, 2026

A Hyundai diz estar pronta para entrar na fase de produção em volume e começar a colocar o Atlas nas suas linhas de produção - ao estilo de outros fabricantes de automóveis que também têm feito testes piloto com robots humanóides.

Dito isto, ainda não é previsível quando poderemos ter robots humanóides a tratar das lides domésticas, ou a fazer todo o trabalho de modo a libertar os humanos para poderem viver na prometida "era da abundância".

№ 04

Powerbank Baseus EnerGeek 145W 20800mAh a €42

Para aqueles que procuram a máxima autonomia longe de uma tomada ou porta USB, este power bank de 145 W da Baseus assegura que ficarão bem servidos.

Os powerbanks há muito que são companhia habitual de muitos utilizadores, permitindo uma utilização intensiva e despreocupada de smartphones e tablets, sabendo-se que a sua autonomia poderá ser prolongada assim que for necessário sem estar dependente da proximidade de uma tomada eléctrica ou carregador. E no caso deste powerbank Baseus não só temos uma capacidade generosa, como a possibilidade de carregamento rápido de alta potência.
Este power bank Baseus EnerGeek 145W 20800mAh está disponível por 42 euros na Amazon Espanha.

Podem também espreitar o modelo de 100W com cabo retráctil.

Além de poder ser recarregado rapidamente a 65 W, o seu elemento de destaque é permitir o uso simultâneo das portas USB para carregamentos rápidos de até 100 W + 45 W nas portas USB-C. Isto permite a sua utilização para recarregar um portátil via USB-C e um smartphone (ou outro dispositivo) em simultâneo, expandindo as possibilidades de prolongamento da autonomia que normalmente se associam aos powerbanks. Conta ainda com mais duas portas USB-A (até 33 W), para carregar até quatro dispositivos em simultâneo.


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№ 05

Google prepara plano AI Ultra Lite mais económico

A crescente procura por serviços AI está a levar a Google a criar um plano AI Ultra Lite mais económico.

Há cada vez mais pessoas a converterem-se ao uso de planos AI pagos, e a Google parece querer resolver o problema do grande intervalo entre os seus planos Google AI actuais. A Google está a preparar um novo plano de subscrição para o Gemini chamado “AI Ultra Lite”, que deverá posicionar-se entre o atual plano Pro de 21.99 euros por mês e o plano Ultra de 274.99 euros. Essa intenção foi descoberta na versão mais recente da app Gemini para macOS e surge numa altura em que os serviços AI enfrentam uma crescente pressão devido ao elevado consumo de tokens em ferramentas de coding e agentes inteligentes.

O novo plano, identificado internamente pelo nome de código "Neon", deverá oferecer limites de utilização mais elevados para utilizadores que precisam de mais capacidade sem terem de pagar o valor elevado do plano Ultra. Ainda não existem detalhes oficiais sobre o preço, mas tudo aponta para um valor que deverá ficar perto dos 100 euros mensais, para competir directamente com os planos de 100 dólares já oferecidos pela OpenAI e Anthropic.
Além do novo plano, a empresa também está a preparar uma página dedicada para mostrar aos utilizadores o consumo de tokens no Gemini. A funcionalidade permitirá acompanhar os limites de utilização, além de mostrar créditos extra disponíveis para continuar a usar os modelos depois de atingir o limite do plano, contribuindo para uma maior transparência.

Estas alterações mostram que a Google espera um aumento significativo na procura pelas suas ferramentas AI, especialmente se o Gemini melhorar as suas capacidades de programação. Recentemente surgiram informações de que Sergey Brin está a liderar uma equipa dedicada a tornar o Gemini mais competitivo na criação de código, numa tentativa de recuperar terreno face a plataformas rivais como Claude e ChatGPT, que têm sido vistas como referência para esse tipo de uso.

№ 06

Windows remove artigo que recomendava 32GB para o Windows 11

A Microsoft removeu um artigo onde se limitava a constatar a realidade, dizendo que os 16GB de RAM são o ideal para o Windows 11, e recomendado os 32GB para quem quiser jogar sem chatices.

A Microsoft removeu um artigo publicado recentemente onde recomendava 32 GB de RAM como configuração "sem preocupações" para PCs gaming com Windows 11. A sugestão parecia não ter nada de especial, mas acabou por gerou fortes críticas por parte de algumas comunidade, talvez em parte devido aos actuais preços da memória RAM, que continuam fortemente inflaccionados devido ao volume reservado para as empresas AI.

No texto original, a MS dizia que sistemas com 32 GB de RAM seriam ideais para executar jogos em simultâneo com aplicações como Discord (um mau exemplo, pois trata-se de uma app extremamente gastadora de memória, que chegou ao ponto de forçar o restart da app quando atinge os 4GB de RAM ocupada) e outras tarefas em segundo plano. A recomendação foi rapidamente considerada exagerada por alguns utilizadores, especialmente porque o Windows 11 foi inicialmente apresentado como um sistema mais eficiente e optimizado no consumo de memória, e que continua indicar 4GB de RAM como requisito mínimo.
Após a reacção negativa, a Microsoft decidiu não tentar defender a sua posição e optou por eliminar completamente a publicação. O link antigo passa agora a redirecionar para a área de dicas e tutoriais do Windows, sem qualquer referência ao conteúdo original.

Não há dúvida de que a MS tem muito que se pode criticar, mas parece-me que desta vez a reacção foi exagerada. A MS estava apenas a dizer aquilo que todos sabem: que o Windows 11 realmente precisa de 16GB para ter um uso despreocupado, e os 32GB a serem recomendáveis para quem deseja manter browsers e outros programas carregados a par de jogos mais pesados. Ainda por cima, mesmo que lentamente, a MS tem-se comprometido em melhorar diversos aspectos do Windows, como o File Explorer e outros elementos, regressando à programação nativa em vez de optar pelo uso de tecnologias web, mais lentas.

№ 07

Extensão tomadas Tessan com 4 USB + 2 tomadas a €27

Uma excelente opção para quem tem que lidar com um número crescente de dispositivos USB para recarregar, é usar uma extensão de tomada com portas USB integradas, como é o caso desta Tessan com 2 tomadas mais 4 USB.

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas estas extensões de tomada com portas USB integradas acabam por ser uma solução bastante atractiva, já que permitem manter a utilidade da tomada original, mas adicionando portas USB adicionais para carregarem outros equipamentos sem necessidade de carregadores individuais.
Esta extensão de tomada Tessan com 2 tomadas mais 4 USB (2 USB-C + 2 USB-A) está disponível por 27 euros na Amazon Espanha.

As portas USB podem fornecer até 30 W (PD) no total, sendo divididos à medida que se ligam mais dispositivos. Por exemplo, se ligarmos um dispositivo na porta USB-C e outra numa porta USB-A, poderá fornecer 15W a cada um deles em simultâneo. Quanto à extensão em si, conta com um cabo de 2 metros, facilitando o processo de a colocar num ponto mais adequado em relação à tomada onde for ligada.

É uma opção bastante interessante, especialmente tendo em conta a crescente panóplia de dispositivos USB que vamos tendo, dos smartphones e tablets e coisas como smartwatches, colunas Bluetooth, escovas de dentes, máquinas de barbear, etc. E desta forma, em vez de transportamos vários carregadores, fica tudo condensado num único bloco compacto de uma extensão de tomadas.


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№ 08

PCIe 8.0 com transferências de 1TB/s

O futuro padrão PCIe 8.0 promete transferências de até 1 TB/s, mas não esperem poder usá-lo em breve.

O PCI-SIG revelou novos detalhes sobre o futuro padrão PCIe 8.0, que promete atingir velocidades impressionantes de até 1 TB/s de largura de banda bidireccional numa configuração x16. A actualização mais recente do desenvolvimento do padrão chegou à versão draft 0.5 e traz uma possível mudança importante: a necessidade de um novo tipo de ficha para suportar estas velocidades.

Atualmente, o PCIe utiliza ligações eléctricas em cobre para ligar placas gráficas e outros componentes à motherboard. No entanto, com o objetivo de atingir uma taxa de 256 GT/s, a actual ficha poderá tornar-se num obstáculo técnico. Isso levou o PCI-SIG a começar a avaliar novas tecnologias de ligação capazes de lidar com o aumento de largura de banda previsto para o PCIe 8.0. Se tal acontecer, marcará o fim da era de retro-compatibilidade que se tem mantido.
Apesar disso, os utilizadores comuns ainda estão longe de precisar desta tecnologia - tal como acontece com o PCIe 7.0. O padrão PCIe 8.0 deverá ficar finalizado apenas em 2028 e a sua chegada aos PCs domésticos só deverá acontecer na próxima década. Actualmente, muitas placas gráficas ainda utilizam PCIe 4.0, só com os modelos mais recentes a dar uso ao PCIe 5.0.

Inicialmente, o PCIe 8.0 será direcionado para servidores, AI e centros de dados, onde a necessidade de largura de banda é muito superior. Além das velocidades mais elevadas, o novo padrão pretende manter compatibilidade com versões anteriores, reduzir o consumo energético e melhorar a latência e fiabilidade da comunicação entre componentes.

№ 09

Energizer lança pilhas CR2032 seguras para crianças

Depois das pilhas "amargas", a Energizer lança uma pilha CR2032 - as que são usadas nas AirTag da Apple - que são seguras mesmo em caso de ingestão acidental por crianças.

A Energizer lançou novas pilhas de lítio que incluem funcionalidades de segurança pensadas para reduzir os riscos de ingestão acidental por crianças. As novas Energizer Ultimate Child Shield estão disponíveis no formato CR2032, o mesmo utilizado nos AirTag da Apple.

Estas pilhas foram desenvolvidas para evitar queimaduras internas caso sejam engolidas. Além disso, incluem um componente que fica azul quando entra em contacto com saliva, deixando a língua tingida, ajudando os pais a perceber rapidamente se houve ingestão. As pilhas contam ainda com um revestimento amargo para desencorajar as crianças de as colocarem na boca.
As preocupações com a segurança das AirTags surgiram logo após o lançamento do produto em 2021, por permitir a troca fácil de pilha. Embora a Apple tenha defendido que o mecanismo de abertura cumpre os padrões internacionais de segurança infantil, obrigando a pressionar e rodar, vários organismos continuaram a alertar para os perigos das pilhas tipo moeda.

Nos Estados Unidos, a Apple acabou por adicionar avisos nas embalagens das AirTags e na aplicação Find My, sobretudo após a entrada em vigor da "Reese’s Law", legislação criada depois da morte de uma criança que engoliu uma pilha semelhante. A Energizer acredita que estas novas pilhas poderão trazer maior tranquilidade a quem utiliza AirTags em ambientes com crianças pequenas.

Se o volume não for problema, podem também considerar a utilização de uma caixa de extensão de autonomia, que pode prolongar o uso das AirTags até 10 anos, sem acesso fácil às pilhas por crianças.

№ 10

Powerbank Baseus USB-C 100W 20000mAh a €49

Para aqueles que procuram a máxima autonomia longe de uma tomada ou porta USB, este power bank de 100 W da Baseus assegura que ficarão bem servidos.

Os powerbanks há muito que são companhia habitual de muitos utilizadores, permitindo uma utilização intensiva e despreocupada de smartphones e tablets, sabendo-se que a sua autonomia poderá ser prolongada assim que for necessário sem estar dependente da proximidade de uma tomada eléctrica ou carregador. E no caso deste powerbank Baseus não só temos uma capacidade generosa, como a possibilidade de carregamento rápido de alta potência - num formato ultra-fino que facilita o seu transporte.
Este Powerbank Baseus USB-C 100W 20000 mAh está disponível por 49 euros na Amazon Espanha - activar desconto de 17%.

Podem também espreitar a versão mais compacta de 65W ou a mais poderosa de 145W.

Além de poder ser recarregado rapidamente a 60 W, o seu elemento de destaque é permitir o uso simultâneo das portas USB para carregamentos rápidos de até 100 W (USB-C 1 e USB-C 2) e 30 W (USB 1 e USB 2). Isto permite a sua utilização para recarregar um portátil via USB-C e um smartphone (ou outro dispositivo) em simultâneo, expandindo as possibilidades de prolongamento da autonomia que normalmente se associam aos powerbanks.


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№ 11

Chrome para Android com partilha de localização aproximada

A Google dá maior controlo sobre a localização dos utilizadores no Chrome para Android, que passam a poder usar a localização aproximada.

O Google Chrome para Android passou finalmente a suportar a partilha de localização aproximada com websites. Isto permite aos utilizadores limitarem o acesso dos sites a uma localização geral, em vez de fornecerem a localização exacta do dispositivo, algo que até agora era a única opção disponível no browser da Google.

A alteração aproxima o Chrome das opções de privacidade já disponíveis em várias apps Android, onde os utilizadores podem escolher entre localização precisa ou aproximada. Para a maioria dos websites, a localização aproximada é mais que suficiente para apresentar conteúdos relevantes sem revelar a posição exacta do utilizador.
A Google confirmou que a partilha de localização precisa continuará disponível quando necessária. Algumas plataformas, como aplicações de navegação, entregas, ou serviços locais mais avançados, poderão continuar a pedir acesso completo à localização do dispositivo.

Além disso, a empresa está a preparar uma nova API destinada aos programadores web. Essa ferramenta permitirá aos sites indicar se precisam apenas de uma localização aproximada ou se necessitam realmente de dados mais precisos, facilitando ainda mais a vida aos utilizadores do Chrome no Android - isto, claro, se não acabar por ser abusada como frequentemente acontece, e os sites continuarem a pedir a localização exacta mesmo sem precisarem.

№ 12

Qualcomm revela Snapdragon 6 Gen 5 e 4 Gen 5

A Qualcomm apresentou os novos Snapdragon 6 Gen 5 e 4 Gen 5, que prometem ser mais rápidos e mais eficientes, destinados à gama média e baixa.

A Qualcomm lançou os novos processadores Snapdragon 6 Gen 5 e Snapdragon 4 Gen 5, levando a geração Gen 5 também para smartphones de gama média e de entrada. A mais recente geração promete melhorias no desempenho, interfaces mais fluidas, melhor eficiência energética, e experiência gaming mais estável.

O Snapdragon 6 Gen 5 (SM6850) chega com várias optimizações focadas no gaming e fluidez do sistema. Entre as novidades estão o Adaptive Performance Engine 4.0 e o Qualcomm Adaptive Performance FPS 3.0, tecnologias que prometem manter taxas de frames mais consistentes durante os jogos. O chip também inclui Snapdragon Game Super Resolution, uma funcionalidade que melhora a qualidade visual através de upscaling, ao mesmo tempo que ajuda a reduzir o consumo energético. Apesar da Qualcomm não ter revelado todos os detalhes técnicos, sabe-se que o CPU tem quatro núcleos capazes de atingir até 2,6 GHz. Isto representa uma melhoria clara face ao Snapdragon 6 Gen 4, que tinha apenas um núcleo a chegar aos 2,3 GHz. O novo GPU Adreno oferece um aumento de desempenho de 21%, enquanto a eficiência energética foi melhorada em cerca de 8%.

Tal como o modelo anterior, o Snapdragon 6 Gen 5 continua a ser produzido num processo de 4nm da TSMC. O chip suporta memória LPDDR5 até 3.200 MHz, embora também seja compatível com LPDDR4X para dispositivos mais económicos. O armazenamento continua limitado a UFS 3.1. No lado do ecrã, o processador suporta ecrãs até 1080p+ com taxa de actualização até 144 Hz. No entanto, continua sem suporte dedicado para descodificação AV1.

Os dois novos processadores incluem uma funcionalidade chamada Snapdragon Smooth Motion UI, criada para melhorar a fluidez do sistema, reduzir bloqueios e acelerar a abertura de aplicações. Segundo os testes internos da Qualcomm, o Snapdragon 6 Gen 5 consegue abrir aplicações 20% mais rápido e reduzir o stutter do sistema em 18% face ao Gen 4.

Na fotografia, o Snapdragon 6 Gen 5 usa um ISP duplo de 12-bit. O chip suporta sensores até 200 MP, ou até 64 MP com Zero Shutter Lag. Em configuração dupla, suporta câmaras de 16 MP + 16 MP. A gravação de vídeo mantém-se limitada a 4K a 30fps com suporte para H.264 e H.265. Como seria de esperar em 2026, a Qualcomm também adicionou várias funções com inteligência artificial, incluindo visão nocturna com IA, melhorias automáticas de imagem e zoom digital até 100x.

O modem 5G do Snapdragon 6 Gen 5 consegue atingir velocidades até 2,8 Gbps, embora tenha perdido suporte para mmWave, algo presente no Gen 4. Em compensação, há agora suporte para WiFi 7 com conectividade tri-band nas frequências de 2,4 GHz, 5 GHz e 6 GHz. O Bluetooth sobe para a versão 6.0 e passa a suportar aptX Adaptive, embora o aptX Lossless tenha desaparecido. O GPS continua compatível com os principais sistemas de posicionamento, mas apenas nas bandas L1 e L5, deixando cair o suporte para L2.

Uma das decisões mais surpreendentes foi a redução da velocidade USB-C para USB 2.0. O Snapdragon 6 Gen 4 suportava USB 3.2 Gen 1, mas a Qualcomm parece acreditar que os fabricantes não estavam a aproveitar essa capacidade nos equipamentos desta gama.

Já o Snapdragon 4 Gen 5 (SM4850) também chega com melhorias importantes, especialmente no desempenho gráfico. O novo GPU Adreno é 77% mais rápida do que a geração anterior. Este será também o primeiro chip da série Snapdragon 4 capaz de suportar jogos a 90fps. A funcionalidade Snapdragon Smooth Motion UI promete abrir aplicações 43% mais rápido e reduzir o "stutter" do ecrã em 25%. O CPU passa para 2,4 GHz e o novo design permite reduzir o consumo energético em cerca de 10%. Mas nem tudo são boas notícias. Apesar das melhorias gerais, o Snapdragon 4 Gen 5 abandona o suporte para memória LPDDR5 presente no Gen 4 e passa a usar apenas LPDDR4X até 2.133 MHz. Na conectividade móvel, o chip recebe uma melhoria importante com suporte para Dual SIM Dual Active 5G + 5G/4G, permitindo ligação simultânea a duas redes. O modem 5G consegue velocidades até 2,8 Gbps. Já a conectividade local praticamente não evoluiu. O chip continua limitado a WiFi 5 e Bluetooth 5.1, embora agora com suporte para aptX Adaptive.

Na fotografia, o Snapdragon 4 Gen 5 suporta sensores até 108 MP e gravação de vídeo em 4K, algo que não existia na geração anterior. O suporte para ecrãs também foi melhorado, chegando agora aos 144 Hz em resolução 1080p+.

Com estas novidades, a Qualcomm quer reforçar a competitividade dos smartphones mais acessíveis, trazendo funcionalidades normalmente reservadas a modelos premium para gamas mais baixas. Os novos chips deverão começar a aparecer em smartphones durante a segunda metade de 2026, com marcas como Honor, Oppo, Realme e Redmi já confirmadas como parceiras.

№ 13

MS Edge mantém passwords expostas em memória

O browser Edge mantém todas as passwords em formato visível em memória, expostas a processos maliciosos.

Foi descoberta uma falha de segurança na forma como o Microsoft Edge lida com as credenciais guardadas no browser, mantendo-as em memória em formato directamente legível. Apesar do browser utilizar armazenamento encriptado e protecção através do Windows Hello, tudo isso acaba por se tornar irrelevante por as mesmas serem decifradas e ficarem acessíveis na memória assim que o browser é iniciado.

O problema foi destacado por Tom Jøran Sønstebyseter Rønning, que demonstrou como é possível extrair passwords em texto simples através de um dump de memória criado no Windows Task Manager. Num teste simples, uma password guardada no Edge apareceu integralmente num ficheiro de memória, mesmo sem ter sido utilizada após abrir o browser - o Edge "exige" que o utilizador introduza a password antes de dar acesso às passwords guardadas, apesar destas já estarem totalmente visíveis na memória do programa.

Microsoft Edge loads all your saved passwords into memory in cleartext — even when you’re not using them. pic.twitter.com/ci0ZLEYFLB

— Tom Jøran Sønstebyseter Rønning (@L1v1ng0ffTh3L4N) May 4, 2026

Edge is the only Chromium‑based browser I’ve tested that behaves this way. By contrast, Chrome uses a design that makes it far harder for attackers to extract saved passwords by simply reading process memory.

— Tom Jøran Sønstebyseter Rønning (@L1v1ng0ffTh3L4N) May 4, 2026
Isto vai contra as mais básicas práticas de segurança, sendo que as passwords só deveriam ser desencriptadas no momento da utilização e rapidamente eliminadas da memória assim que possível. No caso do Edge, o browser parece carregar as credenciais para memória logo no arranque, mesmo antes de os sites associados serem visitados. Ainda assim, a resposta da Microsoft a este caso é a de que este comportamento "é intencional e faz parte do design actual do Edge". Uma resposta que, obviamente, não está a ser bem recebida na comunidade de segurança.

Ainda por cima, o Edge é o único browser baseado no Chromium que tem este comportamento, o que significa que a MS está intencionalmente a piorar a segurança. Browsers como o Chrome, e outros, mantêm as passwords encriptadas, dificultando a sua extracção, até ao momento em que as mesmas são necessárias para introdução automática nos sites respectivos.

№ 14

Chrome descarrega Gemini Nano de 4GB sem pedir autorização

Muitos utilizadores estão a descobrir que o Chrome descarregou um ficheiro de 4GB "inexplicado" sem qualquer aviso ou pedido de autorização.

A Google está a ser acusada de instalar abusivamente um modelo AI com cerca de 4GB nos computadores dos utilizadores com Chrome sem qualquer aviso ou pedido de consentimento. O caso tem ganho visibilidade acrescida nas últimas semanas, e vem validar a suspeita que eu tinha lançado no final de Março.

A 26 de Março queixei-me que o Chrome no meu computador estava a escrever gigabytes no disco sem qualquer explicação aparente. Embora o Chrome trate das actualizações em background, não havia motivo para que uma actualização normal se prolongasse por longos minutos a escrever grandes quantidades de dados no disco. Na altura avancei logo com a suspeita de que a explicação plausível seria estar a descarregar um modelo AI, que agora parece ter sido confirmada.

Porque é o meu Chrome está há mais de 5 minutos a escrever gigabytes no disco? (Não é a actualização normal).
Descarregar modelo AI para funcionamento local? #chrome pic.twitter.com/t2chmGK33C

— Carlos Martins (@ptnik) March 26, 2026
Ao que parece este comportamento deve-se à instalação do modelo Gemini Nano para permitir funcionalidades AI integradas no Chrome. O ficheiro "weights.bin" com cerca de 4GB, fica armazenado na pasta "OptGuideOnDeviceModel" (em C:\Users\[nome utilizador]\AppData\Local\Google\Chrome\User Data\OptGuideOnDeviceModel).

Ora, não é inesperado que um programa faça actualizações com novas funcionalidades. O que está em causa, neste caso, é o facto de isso representar o download e instalação de um ficheiro com tamanho considerável face ao tamanho normal do Chrome. A isto juntam-se as críticas de não ter sido dada qualquer informação aos utilizadores sobre o processo, nem uma pergunta para indicar se o queriam fazer ou não. Adicionalmente, apagar o ficheiro não tem qualquer efeito, fazendo apenas com que o Chrome o volte a descarregar - algo que tem levado a sugestões criativas (e não recomendadas) de como o evitar: como criar um ficheiro falso com o mesmo nome e remover as permissões de escrita.

A opção correcta para evitar este comportamento passa por desactivar as funções AI locais do Chrome, algo que pode não ser assim tão simples e obrigar a saltar à secção "flags" do browser.

Actualização: Podem verificar se têm o modelo descarregado na página chrome://on-device-internals.

Claro que, é sempre tudo relativo. Numa altura em que os jogos de PC podem facilmente ultrapassar os 100GB, os 4GB de um modelo AI local tornam-se praticamente insignificantes. Uma vez mais, a grande questão tem a ver com a transparência (ou falta dela) do que está a ser feito nos nossos computadores - que cada vez mais vão sendo tratados como se fossem apenas nossos por empréstimo, e onde o sistema operativo e programas instalados controlam como bem entendem.

№ 15

Apple AirTag 2 a €28

Com os pequenos localizadores AirTag é mais fácil que nunca saber por onde andam os nossos produtos mais importantes.

A lei de Murphy dita que, no dia em que estivermos com mais pressa, será o dia em que teremos que andar em correrias a vasculhar a casa em busca de algo como a chave do carro ou a carteira. Felizmente, já existe solução tecnológica para esses esquecimentos, e também para auxiliar na sua descoberta caso sejam perdidas fora de casa, sob a forma dos localizadores Bluetooth. E agora, temos a oportunidade de apanhar uns AirTag 2 da Apple na sua nova geração, com alcance melhorado.
Neste momento podemos encontrar um Apple AirTag 2 a 28 euros na Amazon Espanha, com o pack de quatro AirTags a 101 euros.

Os AirTag utilizam a rede Find My da Apple, o que significa que reportam a sua localização sempre que passam ao alcance de um iPhone, iPad ou Mac. Desta forma, mesmo que fiquem longe do iPhone do dono, continua a ser possível saber por onde andam, facilitando o processo de os encontrar. Para o caso mais comum de ser necessário localizá-los em casa, a utilização de um iPhone recente com UWB permite saber exactamente a sua localização em vez de simplesmente se saber se estamos mais longe ou mais próximos como nos trackers BT comuns.


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№ 16

Micron lança SSD 6600 ION com 245TB

A Micron tem um novo recordista, o SSD 6600 ION com 245TB, destinado a data centers.

Numa altura em que os SSDs tem sofrido agravamento de preços, a Micron vem relembrar que há segmentos em que o preço não é factor impeditivo. O novo SSD 6600 ION chega em versões com até 245 TB de capacidade, tornando-o no SSD comercial com maior capacidade disponível no mercado. A unidade foi criada para data centers, workloads AI, cloud computing e armazenamento empresarial em grande escala, prometendo substituir sistemas baseados em discos rígidos tradicionais com muito maior eficiência e menor volume.

Este novo SSD consegue reduzir em até 82% o número de racks necessárias para atingir a mesma capacidade de armazenamento que soluções baseadas em HDDs. O modelo utiliza memória Micron G9 QLC NAND e está disponível nos formatos U.2 e E3.L. Além de ocupar menos espaço físico, o SSD também reduz a complexidade de gestão e os pontos de falha em infraestruturas de grande dimensão. A Micron destaca ainda ganhos significativos no consumo energético. O 6600 ION consome até 30W, cerca de metade da energia necessária para discos rígidos com capacidade equivalente. Em workloads AI este SSD possibilita até 84 vezes mais eficiência energética, além de melhorias substanciais na velocidade de processamento, face aos discos tradicionais. Em cenários de object storage, os ganhos podem chegar a 435 vezes mais leitura de dados por watt.
No desempenho bruto, o SSD atinge velocidades sequenciais de leitura até 13.700 MB/s, embora a escrita seja de apenas 3.000 MB/s. Isso significa que o novo modelo é especialmente indicado para cargas de trabalho focadas em leitura intensiva e grandes volumes de dados, mas não é a melhor opção para ambientes com escritas frequentes. Mesmo assim, a Micron acredita que o 6600 ION poderá ajudar centros de dados a reduzir custos energéticos e emissões de carbono numa altura em que a procura por infraestruturas AI continua a crescer a ritmo acelerado.

Do lado dos consumidores, continuamos a aguardar que os SSDs regressem aos preços "normais", e que eventualmente comecem a surgir SSDs de 4TB e 8TB a preço acessível. Algo que, infelizmente, parece que ainda irá demorar bastantes anos até poder acontecer.

№ 17

Apple vai pagar $250M por promessa falhada da Siri

A Apple vai pagar 250 milhões de dólares por não ter cumprido com as promessas de uma Siri AI melhorada.

A Apple chegou a acordo para pagar 250 milhões de dólares num processo colectivo nos Estados Unidos relacionado com o atraso das funcionalidades avançadas da Siri apresentadas com o Apple Intelligence. A acção judicial acusava a empresa de publicidade enganosa após promover capacidades da assistente virtual que não estavam disponíveis quando os novos iPhone 16 chegaram ao mercado.

As funcionalidades personalizadas da Siri foram reveladas durante a WWDC 2024 e apareceram em campanhas publicitárias e vídeos promocionais do iPhone 16 a partir de Setembro de 2024. No entanto, em Março de 2025, a Apple confirmou o adiamento dessas novidades e acabou por remover os anúncios. Os autores do processo acusaram a Apple de levar os consumidores a comprar equipamentos com funcionalidades inexistentes ou apresentadas de forma enganadora.
Como parte do acordo, a Apple não é considerada culpada de qualquer infracção, dizendo que é apenas uma forma de evitar um processo prolongado e se poder focar no desenvolvimento dos seus produtos e serviços, relembrando que tem vindo a lançar funcionalidades AI como o Visual Intelligence, Live Translation, Writing Tools, Genmoji e Clean Up. Mas, a prometida Siri AI só deverá chegar no final deste ano com o iOS 27, e com a ajuda dos modelos AI da Google.

Os utilizadores com iPhones abrangidos - iPhone 16, iPhone 16 Plus, iPhone 16 Pro, iPhone 16 Pro Max, iPhone 16e, iPhone 15 Pro e iPhone 15 Pro Max comprados entre 10 de Junho de 2024 e 29 de Março de 2025 - poderão apresentar um pedido de reembolso. O valor recebido poderá ir dos 25 dólares até aos 95, dependendo do volume de pedidos que for efectuado.

Sem surpresas, não falta quem aponte o dedo à Tesla: quem tem estado há quase uma década a vender a promessa do FSD sem nunca a concretizar, e também tem começado a ser condenada a devolver o valor pago.

№ 18

Apple limita Mac Mini a 48GB de RAM

A Apple continua a fazer desaparecer versões do Mac Mini, desta vez as versões com 32GB e 64GB de RAM.

A Apple continua a usar uma táctica peculiar para lidar com a escassez de RAM. Em vez de aumentar os preços, tem estado a fazer desaparecer opções dos Macs, que agora englobam o Mac mini com 32GB e 64GB de RAM, assim como o Mac Studio com chip M3 Ultra e 256GB de RAM.

Neste momento, o Mac Studio com M3 Ultra está limitado à configuração com 96GB de RAM, enquanto os modelos M3 e M4 Max apresentam prazos de entrega entre nove e dez semanas. No caso do Mac mini, a versão com M4 Pro passa agora a ter um máximo de 48GB de RAM, deixando de existir a opção de 64GB. Já o modelo base com chip M4 só pode ser comprado com 16GB ou 24GB de RAM.
A semana passada, a Apple também eliminou a versão do Mac mini com SSD de 256GB, tornando os 512GB na capacidade mínima disponível. Com essa alteração, o preço base do computador aumentou de 729 para 979 euros. A empresa já tinha suspendido anteriormente algumas configurações mais avançadas do Mac mini e Mac Studio.

A procura pelos Mac mini tem sido elevada, por usarem um sistema de memória unificada, o que significa que os modelos com 128GB e 256GB se tornam numa proposta tentadora para correr modelos AI de grande dimensão que não seria possível correr em placas gráficas tradicionais (onde placas com 24GB têm preços exorbitantes). No entanto, parece ficar demonstrado que esses Mac mini passarão a ter preços ainda mais inflaccionados, agora que a Apple os limita a um máximo de 24GB e 48GB.

№ 19

ChatGPT ganha GPT-5.5 Instant mais conciso e com menos erros

A OpenAI anunciou que o ChatGPT passa a usar o modelo GPT-5.5 Instant, que promete respostas mais directas e menos probabilidades de "alucinar".

A OpenAI actualizou o ChatGPT com novo modelo GPT-5.5 Instant que vem substituir o anterior GPT-5.3 Instant. O novo modelo promete respostas mais claras, directas e concisas, reduzindo os casos em que a AI inventa informações ou fornece respostas erradas. A empresa diz que o foco desta versão é oferecer uma experiência mais rápida e fiável para o uso diário.

Tal como o modelo anterior, o GPT-5.5 Instant foi desenvolvido para velocidade, mas a OpenAI destaca melhorias significativas na precisão. Num dos exemplos apresentados, ambos os modelos falharam inicialmente ao analisar um problema matemático escrito à mão. No entanto, enquanto o GPT-5.3 Instant desistiu e classificou o exercício como "impossível de resolver", o GPT-5.5 Instant continuou a trabalhar até encontrar uma solução.

GPT-5.5 Instant is starting to roll out to everyone in ChatGPT.

Much more concise. Better memory. More personalized.

And it's way easier to talk to. Really. pic.twitter.com/C6iCpFZte7

— ChatGPT (@ChatGPTapp) May 5, 2026
Segundo a OpenAI, o novo modelo reduz em 52.5% as alucinações em perguntas consideradas de alto risco, como temas relacionados com saúde, dinheiro ou segurança. As respostas incorrectas diminuíram 37.3% em comparação com a geração anterior. Além disso, o GPT-5.5 Instant também evita respostas demasiado longas, passando a oferecer explicações mais curtas e objectivas. O ChatGPT também está a melhorar a forma como utiliza o contexto de conversas anteriores, com suporte para novas "memory sources" que mostram ao utilizador de onde vêm as informações usadas para gerar determinadas respostas.
O GPT-5.5 Instant já começou a ser disponibilizado no ChatGPT, enquanto as novas funcionalidades de memória chegarão gradualmente ao longo das próximas semanas.

№ 20

Hub USB 3.0 Vkusra 7-portas com interruptores individuais a €24

Precisam de um hub USB 3.0 com quantidade generosa de portas, mas que também permita desligá-las individualmente sem tirar / meter fichas? Então espreitem este hub.

Os hubs USB tornaram-se uma necessidade da vida moderna, especialmente para acompanharem os portáteis que vêm equipados com poucas portas USB, que rapidamente se esgotam assim que ligamos um teclado e rato externo. Adicionalmente, há casos particulares, de pessoas que precisam de um número superior de portas USB. Este hub da Vkusra tem 7 portas que permitem maior liberdade na quantidade de dispositivos USB que podemos utilizar, mas o que o torna mais especial é o facto de todas as portas contarem com o seu próprio botão para que possam ser ligadas ou desligadas individualmente.
O hub USB 3.0 Vkusra 7-portas com interruptores está disponível por apenas 24 euros na Amazon Espanha, e inclui fonte de alimentação de 15W - activar desconto de 10%.

Pode ser o companheiro ideal para quem tiver que fazer a replicação de pens USB em média escala (se precisar de mais, pode sempre investir num hub de 16 portas, também com interruptores), ou simplesmente que tenha uma série de equipamentos USB que deseje manter acessíveis (por exemplo: gravador CDs externo, scanner, câmaras digitais, webcam, discos externos, etc.) mas com a possibilidade de os poder desligar sem retirar a ficha - algo que até pode funcionar como medida de protecção, prevenindo que uma infecção de ransomware se possa espalhar a um disco externo de backup, que apenas se ligue para os backups e depois se mantenha desligado.


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