PlanetGeek
№ 01

Insta360 Mic Pro a €283

Os curiosos microfones com ecrã Insta360 Mic Pro estão disponíveis a preço reduzido.

A Insta360, mais conhecida pelas suas câmaras 360° tem um curioso sistema de microfones wireless que se destacam pelo facto de terem pequenos ecrãs circulares E-ink.

Tradicionalmente, a maioria das pessoas quer microfones que sejam o mais discretos possíveis, mas neste caso a Insta360 propõe os Insta360 Mic Pro com uma abordagem completamente oposta, a de os tornar num elemento visual que pode ser exibido com orgulho. O seu elemento diferenciador são os ecrãs circulares que podem apresentar imagens personalizadas pelos utilizadores: quer isso seja um logotipo de uma marca ou produto, ou qualquer outra imagem que se deseje. E como se trata de ecrãs E-Ink, significa que não penalizam a autonomia dos microfones, pois não gastam energia a mostrar imagens estáticas.

Os Insta360 Mic Pro (2 TX + 1 RX + EST. de carregamento) estão disponíveis por €283 na Amazon Espanha.

O kit inclui dois microfones wireless com ecrã, um receptor, e a estação de carregamento. Se ainda assim estiver fora do orçamento e preferirem um sistema de microfones wireless menos vistos - sem ecrãs - e a preço bastante mais simpático, espreitem o DJI Mic Mini que também está em promoção por 1/4 do preço.


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№ 02

Agibot mostra robots a fazer trabalho real

A AGIBOT está a fazer emissões contínuas dos seus robots a trabalhar numa linha de montagem de tablets.

Depois da Figure ter mostrado o seu robot humanóide a orientar encomendas durante 200 horas, é a AGIBOT que faz o mesmo, mostrando os seus robots semi humanóides a trabalhar numa linha de montagem de tablets.

A emissão será feita de 23 a 28 de Junho, para demonstrar que as potencialidades destes robots não são apenas teóricas mas são já comercialmente viáveis. Neste caso, a tarefa é a de mover ecrãs entre um tapete de transporte e as máquinas que fazem o controlo de qualidade dos mesmos: uma tarefa repetitiva que é habitualmente feita por funcionários humanos.
É certo que por agora o seu desempenho ainda é mais lento que o de trabalhadores humanos, mas isso é algo que irá melhorando no futuro. Adicionalmente, os robots não têm problemas em trabalhar 24 horas por dia, necessitando apenas das curtas pausas para a mudança de robots em caso de necessidade de recarregamento.


A AGIBOT terminou o terceiro dia de trabalho com mais de 34 mil tarefas efectuadas, com uma taxa de sucesso de 99.98%.

A manter-se esta evolução, o único trabalho restante para os humanos será ver canais de YouTube a mostrar robots a trabalhar.

№ 03

Apple aumenta preços de iPads e Macs - iPhones escapam por agora

A Apple aumentou o preço dos iPads, Macs e outros produtos; mas por agora os iPhones mantêm os preços que tinham.

Tal como Tim Cook tinha indicado, o aumento astronómico do preço da RAM nos últimos 10 meses tem sido insustentável, e também a Apple foi forçada a fazer ajustes de preços - leia-se: aumentos.

Por agora as alterações foram:
  • HomePod mini: de $99 para $129
  • HomePod: de $299 para $349
  • Apple TV 4K 64GB: de €169 para €229
  • Apple TV 4;K 128GB: de €189 para €299
  • iPad: €519
  • iPad Mini: €699
  • iPad Air: €829
  • iPad Pro: de €1329
  • MacBook Neo: €799
  • MacBook Air: €1449
  • MacBook Pro: €2249
  • iMac: €1829
  • Mac Studio (M4 Max): €3049
  • Mac Studio (M3 Ultra): €6399
  • Vision Pro: de $3499 para $3699

São aumentos de cerca de 20-30%, embora nalguns casos possam ser ainda maiores. A Apple TV 4K de 128GB passa de de €189 para €299, o que representa um agravamento (inexplicável face aos outros aumentos) de 58%(!) - que poderá ser parcialmente explicado pela vontade da Apple querer definir novo patamar de preço para a próxima geração, que deverá chegar nos próximos meses.

A parte curiosa é a Apple ter optado por não mexer, por agora, nos preços dos iPhones, o que poderá significar: 1) que quer manter os actuais preços até à chegada da próxima geração iPhone 18 em Setembro; 2) quer incentivar que mais pessoas se apressem a comprar iPhones nos próximos dias aos preços actuais, em antecipação a aumentos de preços idênticos aos que foram feitos agora.

№ 04

Apple aumenta preços de iPads e Macs - iPhones escapam por agora

A Apple aumentou o preço dos iPads, Macs e outros produtos; mas por agora os iPhones mantêm os preços que tinham.

Tal como Tim Cook tinha indicado, o aumento astronómico do preço da RAM nos últimos 10 meses tem sido insustentável, e também a Apple foi forçada a fazer ajustes de preços - leia-se: aumentos.

Por agora as alterações foram:
  • HomePod mini: de $99 para $129
  • HomePod: de $299 para $349
  • Apple TV 4K 64GB: de €169 para €229
  • Apple TV 4;K 128GB: de €189 para €299
  • iPad: €519
  • iPad Mini: €699
  • iPad Air: €829
  • iPad Pro: de €1329
  • MacBook Neo: €799
  • MacBook Air: €1449
  • MacBook Pro: €2249
  • iMac: €1829
  • Mac Studio (M4 Max): €3049
  • Mac Studio (M3 Ultra): €6399
  • Vision Pro: de $3499 para $3699

São aumentos de cerca de 20-30%, embora nalguns casos possam ser ainda maiores. A Apple TV 4K de 128GB passa de de €189 para €299, o que representa um agravamento (inexplicável face aos outros aumentos) de 58%(!) - que poderá ser parcialmente explicado pela vontade da Apple querer definir novo patamar de preço para a próxima geração, que deverá chegar nos próximos meses.

A parte curiosa é a Apple ter optado por não mexer, por agora, nos preços dos iPhones, o que poderá significar: 1) que quer manter os actuais preços até à chegada da próxima geração iPhone 18 em Setembro; 2) quer incentivar que mais pessoas se apressem a comprar iPhones nos próximos dias aos preços actuais, em antecipação a aumentos de preços idênticos aos que foram feitos agora.

№ 05

TVs HDMI 2.2 chegam em 2027

As primeiras TVs com suporte para HDMI 2.2 devem chegar ao mercado em 2027.

Os primeiros equipamentos compatíveis com HDMI 2.2 deverão chegar ao mercado em 2027. A nova norma promete até 96 Gbps de largura de banda, o dobro do máximo suportado pelo HDMI 2.1, abrindo caminho para resoluções superiores e maiores taxas de actualização que as suportadas actualmente, podendo atingir resoluções 16K.

De acordo com a organização responsável pelo padrão, os fabricantes de chips deverão começar a disponibilizar os primeiros controladores HDMI 2.2 ainda este ano, permitindo que os primeiros produtos certificados surjam ao longo de 2027. Antes disso, poderão chegar ao mercado alguns acessórios compatíveis com funcionalidades específicas da norma, incluindo os novos cabos Ultra96 e dispositivos com suporte para o protocolo LIP (Latency Indication Protocol), criado para reduzir problemas de sincronização entre áudio e vídeo.
Ainda assim, há que notar que o HDMI 2.2 será disponibilizado em três variantes de largura de banda: 64 Gbps, 80 Gbps e 96 Gbps. Tal como aconteceu com o HDMI 2.1, nem todos os equipamentos certificados utilizarão a largura de banda máxima, o que poderá causar algumas frustrações entre os consumidores - obrigando a verificar as especificações de cada produto para não serem apanhados de surpresa.

Com os seus 96 Gbps, o HDMI 2.2 permitirá transmitir 4K a 240 Hz sem compressão, 8K a 60 Hz em RGB sem compressão, e até 8K a 240 Hz ou 16K a 60 Hz com recurso à tecnologia DSC (compressão). A nova norma torna-se no primeiro padrão HDMI verdadeiramente preparado para conteúdos 8K nativos, oferecendo margem suficiente para as futuras gerações de televisores, consolas, e monitores.

№ 06

Google reduz comissões da Play Store e abre as portas a pagamentos alternativos

Devido ao processo com a Epic, a Google anunciou alterações nos pagamentos e comissões da Play Store, que serão aplicados em todo o mundo.

A Google anunciou mudanças nos pagamentos na Play Store na sequência do processo movido pela Epic Games. A empresa vai reduzir as comissões cobradas aos programadores e permitir a utilização de sistemas de pagamento alternativos, uma medida que será implementada gradualmente a nível global.

Com as novas regras, os programadores poderão utilizar plataformas de pagamento próprias ou encaminhar os utilizadores para websites externos para concluir compras. A alteração entra em vigor a 30 de Junho no Reino Unido, Estados Unidos e Espaço Económico Europeu, sendo posteriormente alargada à Austrália, Japão e Coreia do Sul até ao final de 2026. A expansão para os restantes mercados está prevista até Setembro de 2027.

Google just launched a new structure for Google Play service fees, now as low as 10% for small businesses, and 15% for developers in their Level Up program for optimized Android games and apps!https://t.co/a727hjoiLt https://t.co/57ZjjNDrX2

— Tim Sweeney (@TimSweeneyEpic) June 24, 2026
A estrutura de comissões também foi revista. A Google passará a cobrar uma taxa base de 10% sobre o primeiro milhão de dólares de receitas anuais. Acima desse valor, a comissão sobe para 20% em novas instalações e 25% para apps já existentes, enquanto as transações processadas através do sistema de facturação da Google continuam sujeitas a uma taxa adicional de 5%. A empresa terá ainda programas específicos com taxas reduzidas para determinados programadores de apps e jogos.

As alterações resultam do acordo alcançado entre a Google e a Epic Games, depois de um tribunal concluir que a empresa detinha um monopólio no mercado das lojas de aplicações para Android. Ao contrário da Google, a Apple continua envolvida numa disputa judicial semelhante com a Epic Games e, para já, aplica regras diferentes consoante a região. Estas alterações da Google poderão acabar por influenciar o desfecho desse processo e aumentar a pressão sobre a Apple, pois será difícil justificar porque motivo a Google foi forçada a maior abertura e a Apple fique isenta das mesmas obrigações - com a agravante que, ao contrário do Android, onde é possível instalar apps directamente e lojas de apps totalmente independentes, no iOS a Apple continua a ter poder até mesmo sobre as lojas alternativas, e apps que forem instaladas através delas.

№ 07

Google reduz comissões da Play Store e abre as portas a pagamentos alternativos

Devido ao processo com a Epic, a Google anunciou alterações nos pagamentos e comissões da Play Store, que serão aplicados em todo o mundo.

A Google anunciou mudanças nos pagamentos na Play Store na sequência do processo movido pela Epic Games. A empresa vai reduzir as comissões cobradas aos programadores e permitir a utilização de sistemas de pagamento alternativos, uma medida que será implementada gradualmente a nível global.

Com as novas regras, os programadores poderão utilizar plataformas de pagamento próprias ou encaminhar os utilizadores para websites externos para concluir compras. A alteração entra em vigor a 30 de Junho no Reino Unido, Estados Unidos e Espaço Económico Europeu, sendo posteriormente alargada à Austrália, Japão e Coreia do Sul até ao final de 2026. A expansão para os restantes mercados está prevista até Setembro de 2027.

Google just launched a new structure for Google Play service fees, now as low as 10% for small businesses, and 15% for developers in their Level Up program for optimized Android games and apps!https://t.co/a727hjoiLt https://t.co/57ZjjNDrX2

— Tim Sweeney (@TimSweeneyEpic) June 24, 2026
A estrutura de comissões também foi revista. A Google passará a cobrar uma taxa base de 10% sobre o primeiro milhão de dólares de receitas anuais. Acima desse valor, a comissão sobe para 20% em novas instalações e 25% para apps já existentes, enquanto as transações processadas através do sistema de facturação da Google continuam sujeitas a uma taxa adicional de 5%. A empresa terá ainda programas específicos com taxas reduzidas para determinados programadores de apps e jogos.

As alterações resultam do acordo alcançado entre a Google e a Epic Games, depois de um tribunal concluir que a empresa detinha um monopólio no mercado das lojas de aplicações para Android. Ao contrário da Google, a Apple continua envolvida numa disputa judicial semelhante com a Epic Games e, para já, aplica regras diferentes consoante a região. Estas alterações da Google poderão acabar por influenciar o desfecho desse processo e aumentar a pressão sobre a Apple, pois será difícil justificar porque motivo a Google foi forçada a maior abertura e a Apple fique isenta das mesmas obrigações - com a agravante que, ao contrário do Android, onde é possível instalar apps directamente e lojas de apps totalmente independentes, no iOS a Apple continua a ter poder até mesmo sobre as lojas alternativas, e apps que forem instaladas através delas.

№ 08

iOS 27 melhora Home app com AI

Com o iOS 27, a Apple aproveitou para melhorar a Home App, com funcionalidades AI, gravação 4K, e novas funcionalidades para o HomeKit.

A Apple tem um conjunto de melhorias para a aplicação Casa (Home) no iOS 27, com destaque para novas funcionalidades baseadas em Apple Intelligence. A actualização reforça as capacidades do HomeKit Secure Video, tornando a monitorização doméstica mais inteligente, com resumos automáticos de eventos, pesquisa avançada e uma gestão mais eficiente das notificações.

Uma das principais novidades é a criação de resumos inteligentes para gravações das câmaras de segurança. A AI consegue identificar pessoas, animais, veículos, encomendas e outros movimentos, gerando descrições detalhadas do que aconteceu sem que seja necessário ver todo o vídeo. Quando a funcionalidade de reconhecimento facial está activa, a app pode também identificar pessoas presentes na galeria do utilizador. A app também passa a agrupar gravações de várias câmaras que captem o mesmo evento, facilitando a visualização de acontecimentos a partir de diferentes perspectivas. Além disso, é possível pesquisar gravações utilizando linguagem natural, por exemplo, procurando o momento em que uma encomenda foi entregue.
As notificações também foram melhoradas. A app combina alertas relacionados numa única notificação e permite visualizar um pequeno vídeo da ocorrência através de um toque prolongado. Entre as restantes novidades está o suporte para gravação e transmissão em 4K nas câmaras compatíveis, monitorização do consumo energético de acessórios inteligentes, actualizações remotas da Apple TV directamente na apps, e melhorias na fiabilidade da gravação de vídeo, na ligação de dispositivos Thread e na configuração de acessórios compatíveis com Matter.

As funcionalidades baseadas em Apple Intelligence exigem um iPhone compatível, como o iPhone 15 Pro ou mais recentes. Além disso, é necessário utilizar uma Apple TV com tvOS 27 ou um HomePod com a versão 27 do sistema. Para utilizar o HomeKit Secure Video, continua a ser obrigatória uma subscrição do iCloud+, com o número de câmaras suportadas a variar consoante o plano escolhido (50GB suporta uma câmara, 200GB até cinco câmaras, 2TB e acima suportam câmaras ilimitadas).

№ 09

iOS 27 melhora Home app com AI

Com o iOS 27, a Apple aproveitou para melhorar a Home App, com funcionalidades AI, gravação 4K, e novas funcionalidades para o HomeKit.

A Apple tem um conjunto de melhorias para a aplicação Casa (Home) no iOS 27, com destaque para novas funcionalidades baseadas em Apple Intelligence. A actualização reforça as capacidades do HomeKit Secure Video, tornando a monitorização doméstica mais inteligente, com resumos automáticos de eventos, pesquisa avançada e uma gestão mais eficiente das notificações.

Uma das principais novidades é a criação de resumos inteligentes para gravações das câmaras de segurança. A AI consegue identificar pessoas, animais, veículos, encomendas e outros movimentos, gerando descrições detalhadas do que aconteceu sem que seja necessário ver todo o vídeo. Quando a funcionalidade de reconhecimento facial está activa, a app pode também identificar pessoas presentes na galeria do utilizador. A app também passa a agrupar gravações de várias câmaras que captem o mesmo evento, facilitando a visualização de acontecimentos a partir de diferentes perspectivas. Além disso, é possível pesquisar gravações utilizando linguagem natural, por exemplo, procurando o momento em que uma encomenda foi entregue.
As notificações também foram melhoradas. A app combina alertas relacionados numa única notificação e permite visualizar um pequeno vídeo da ocorrência através de um toque prolongado. Entre as restantes novidades está o suporte para gravação e transmissão em 4K nas câmaras compatíveis, monitorização do consumo energético de acessórios inteligentes, actualizações remotas da Apple TV directamente na apps, e melhorias na fiabilidade da gravação de vídeo, na ligação de dispositivos Thread e na configuração de acessórios compatíveis com Matter.

As funcionalidades baseadas em Apple Intelligence exigem um iPhone compatível, como o iPhone 15 Pro ou mais recentes. Além disso, é necessário utilizar uma Apple TV com tvOS 27 ou um HomePod com a versão 27 do sistema. Para utilizar o HomeKit Secure Video, continua a ser obrigatória uma subscrição do iCloud+, com o número de câmaras suportadas a variar consoante o plano escolhido (50GB suporta uma câmara, 200GB até cinco câmaras, 2TB e acima suportam câmaras ilimitadas).

№ 10

Poco X8 Pro a €294

O Poco X8Pro já chegou às lojas, e está disponível a preço bastante interessante.

O Poco X8 Pro vem equipado com um ecrã AMOLED 6.59" 1.5K a 120 Hz, com luminosidade de até 3500 nits de pico e margens reduzidas de 1.5mm, chipset MediaTek Dimensity 8500 Ultra de 4nm, 8 GB RAM, 256 GB UFS 4.1, bateria de 6500 mAh com carregamento rápido HyperCharge de 100 W controlado pelo chip Xiaomi Surge P3. A espessura fica-se pelos 8.4 mm e o peso nas 201 g, contando também com protecção IP68 contra água e pó.

Nas câmaras temos um conjunto de câmaras 50 MP + 8 MP ultrawide, e câmara frontal de 20 MP. E o sistema fica a cargo do mais recente HyperOS da Xiaomi.
O Poco X8 Pro 8+256 GB está disponível por 294 euros na Amazon Espanha, a versão de 12+512GB está disponível por 355 euros.

Em alternativa, temos também Poco X8 Pro Max com ecrã maior de 6.83" , para quem preferir esse formato.

Mais um modelo que vem complementar a oferta da marca e que mantém a sua habitual relação preço/qualidade; e que demonstra que não é preciso gastar 500 ou 1000 euros para se ficar com um smartphone mais que suficiente para todo o tipo de actividades.


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№ 11

Poco X8 Pro a €294

O Poco X8Pro já chegou às lojas, e está disponível a preço bastante interessante.

O Poco X8 Pro vem equipado com um ecrã AMOLED 6.59" 1.5K a 120 Hz, com luminosidade de até 3500 nits de pico e margens reduzidas de 1.5mm, chipset MediaTek Dimensity 8500 Ultra de 4nm, 8 GB RAM, 256 GB UFS 4.1, bateria de 6500 mAh com carregamento rápido HyperCharge de 100 W controlado pelo chip Xiaomi Surge P3. A espessura fica-se pelos 8.4 mm e o peso nas 201 g, contando também com protecção IP68 contra água e pó.

Nas câmaras temos um conjunto de câmaras 50 MP + 8 MP ultrawide, e câmara frontal de 20 MP. E o sistema fica a cargo do mais recente HyperOS da Xiaomi.
O Poco X8 Pro 8+256 GB está disponível por 294 euros na Amazon Espanha, a versão de 12+512GB está disponível por 355 euros.

Em alternativa, temos também Poco X8 Pro Max com ecrã maior de 6.83" , para quem preferir esse formato.

Mais um modelo que vem complementar a oferta da marca e que mantém a sua habitual relação preço/qualidade; e que demonstra que não é preciso gastar 500 ou 1000 euros para se ficar com um smartphone mais que suficiente para todo o tipo de actividades.


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№ 12

Oppo revela pin digital Oppo Bubble

A Oppo revelou um curioso mini-ecrã magnético, o Oppo Bubble - que pode ser um indicador dos assistentes AI que estão para chegar.

A acompanhar o lançamento dos Reno16 e Reno16Pro, a Oppo traz-nos também o inesperado Oppo Bubble.

O Oppo Bubble é um pequeno ecrã circular magnético, totalmente independente, que pode ser usado como ecrã secundário na parte traseira do smartphone para facilitar a captura de selfies usando as câmaras traseiras.
Pode também ser usado como pin digital de forma separada, mostrando imagens (e animações) que expressem o estilo do utilizador.
Parece-me uma excelente ideia, mas que ficará dependente do preço a que for lançado. Tendo em conta que, tecnicamente, se trata do mesmo tipo de hardware que vemos em smartwatches, e que no mercado já temos smartwatches a preço bastante reduzido, não há motivos técnicos para que a Oppo não disponibilize o Bubble a um preço tentador.

Fica também por determinar se a Oppo o manterá como acessório exclusivo da gama Reno16, ou se permitirá o seu uso noutros modelos da marca ou por smartphones Android de outras marcas e/ou até iPhones.

Facilmente se pode antever que, se tiver um microfone, este tipo de acessório pode ser um sinal dos futuros wearables AI que estão a ser preparados. Disponibilizando um assistente AI com o qual podemos interagir sem ter que pegar no smartphone.

№ 13

OPPO Reno16 e Reno16 Pro chegam à Europa com alterações

Os novos OPPO Reno16 e Reno16 Pro chegam ao ocidente com alterações nas especificações face aos modelos da China.

A OPPO revelou os Reno16 e Reno16 Pro para o mercado internacional, cerca de um mês após a estreia na China. No entanto, as versões globais chegam com algumas diferenças face aos modelos originalmente apresentados, incluindo alterações ao processador e à capacidade da bateria.

A mudança mais significativa encontra-se no Reno16 Pro, que troca o processador MediaTek Dimensity 9500s da versão chinesa pelo Dimensity 8550 Super. Já o Reno16 passa a utilizar o Snapdragon 7 Gen 4. O modelo Pro é disponibilizado com 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento, enquanto o Reno16 chega em versões com 8 GB de RAM e 256 GB ou 512 GB de armazenamento.
Também a bateria sofreu alterações. O Reno16 Pro global inclui uma bateria de 6.700 mAh, abaixo dos 7.000 mAh da versão chinesa. O Reno16 mantém os 6.700 mAh em alguns mercados, mas as unidades destinadas à Europa terão uma bateria ainda mais pequena, de 6.000 mAh. Apesar disso, ambos os modelos suportam carregamento rápido SuperVOOC de 80 W.

No restante equipamento, o Reno16 Pro mantém o conjunto de câmaras da versão chinesa, composto por um sensor principal de 200 MP, uma ultra grande angular de 50 MP e uma teleobjectiva de 50 MP com zoom óptico de 3,5x. O Reno16 substitui a câmara principal por um sensor Sony LYT-600 de 50 MP, mantendo as restantes câmaras. Ambos os smartphones chegam com Android 16, interface ColorOS 16, certificação IP68/IP69 e ecrãs AMOLED de até 144 Hz no Reno16 Pro e 120 Hz no Reno16.

№ 14

Pickup Slate começa nos $24.950

A Slate Auto revelou finalmente o preço da sua pickup eléctrica que quer revolucionar o mercado dos EV acessíveis.

A Slate Auto, startup de veículos eléctricos apoiada por Jeff Bezos, revelou finalmente o preço da sua aguardada pickup eléctrica. O modelo base chegará ao mercado norte-americano com um preço de 24.950 dólares, posicionando-se como uma das opções elétricas mais acessíveis actualmente disponíveis (apesar de não ficar abaixo dos 20 mil dólares, como estava previsto originalmente). A empresa também confirmou que a autonomia estimada da versão de entrada foi revista em alta, passando de 150 para cerca de 205 milhas (aproximadamente 330 quilómetros).

A estratégia coloca a Slate Auto num segmento onde existem cada vez menos alternativas, tanto eléctricas como a combustão. O preço anunciado fica abaixo de rivais como o Chevrolet Bolt e o Nissan Leaf, aproximando-se do objectivo de tornar os veículos eléctricos mais acessíveis para o consumidor comum. A empresa acredita que existe uma oportunidade significativa neste segmento de mercado, especialmente numa altura em que os preços médios dos automóveis novos continuam elevados.

A Slate Truck is $24,950. Because America asked for an affordable new truck.

Pricing excludes taxes, title, license, registration, governmental fees, destination charges, documentation fees, and any optional equipment. State and local incentives may also be available. pic.twitter.com/WN6CZG5H14

— Slate Auto (@slateauto) June 24, 2026
Uma das características mais invulgares do projecto é a sua versatilidade. O veículo começa como uma pickup de dois lugares, mas pode ser transformado numa versão SUV com cinco lugares através de kits de conversão. A variante SUV terá um preço inicial de 29.950 dólares. Segundo a empresa, a transformação pode ser realizada por profissionais ou pelos próprios proprietários, que terão acesso a tutoriais detalhados através da plataforma Slate University.

Para reduzir custos, a pickup aposta numa abordagem de máxima simplicidade. Inclui vidros de manivela, não possui sistema de infotainment integrado, e todas as unidades são entregues com o mesmo acabamento cinzento em material compósito, sem opções de pintura. Em vez disso, os clientes poderão personalizar o veículo com revestimentos exteriores específicos. A Slate Auto irá vender os seus veículos directamente aos consumidores, sem recorrer a concessionários tradicionais, seguindo uma estratégia semelhante à de fabricantes como a Tesla, Rivian e Lucid.

№ 15

GTA VI vai custar $79.99 e $99.99

As pré-reservas do muito aguardado GTA VI começam amanhã, 25 de Junho, e o jogo vai custar $79.99 na versão normal e $99.99 na versão Ultimate.

Já sabíamos que as encomendas do GTA VI abriam amanhã, mas agora ficamos a saber outros detalhes importantes.

A Rockstar vai aproveitar a fama do jogo para ajustar os preços e elevar o preço base dos habituais $69.99 para $79.99, que na prática acabam por ser irrelevantes, pois o objectivo é "forçar" os fãs a optarem pela versão Ultimate de $99.99. Isto porque, vão haver conteúdos - como lojas de personalização de carros, de tatuagens, e cabeleireiros, para modificar o aspecto dos carros e dos personagens - que só estarão acessíveis para quem tiver a versão Ultimate. Uma diferenciação que poderá não agradar a todos os fãs.
Outra coisa que poderá não agradar a todos, quem quiser comprar o GTA VI em formato físico apenas receberá uma caixa vazia com um código para fazer o download. Uma medida que é explicada com o desejo da Rockstar de evitar a circulação de cópias antes da data de lançamento, mas que volta a reacender os receios sobre o facto de actualmente não se "comprarem jogos", mas sim apenas uma licença temporária para os jogar enquanto os seus criadores o permitirem.

Mesmo com tudo isto, será inevitável que o GTA VI tenha seguramente um dos maiores lançamentos de sempre no mundo dos videojogos. Resta esperar que não seja atormentado por bugs de lançamento e esteja à altura das expectativas. Saberemos a 19 de Novembro, nas Xbox e PlayStation (a versão para PC só chegará mais tarde).

№ 16

Drone DJI Mini 3 a €314

Os quadcopters da DJI são considerados a referência no segmento, e temos a oportunidade de apanhar um Mini 3 comando DJI RC a preço bastante tentador.

Quem já se aventurou no mundo dos drones de baixo custo e ficou desapontado pela dificuldade em controlá-los, poderá estar dispostos a dar o salto para um segmento superior, onde esse controlo é feito da forma que imaginava que fosse feito - sem que o drone esteja constantemente a "lutar" contra o utilizador. É isso mesmo que se sente nos modelos mais económicos da DJI, e ainda de melhor forma neste Mini 3 que fica agora disponível a um preço irresistível.
Este DJI Mini 3 com DJI RC está disponível por apenas 314 euros com envio da Amazon Espanha. Está também disponível no pack Fly More por 574 euros.

Há alguns anos rendi-me à promoção do DJI Spark e fiquei maravilhado a todos os níveis, ficando apenas com pena de não trazer o controlador dedicado (o que o limita ao alcance WiFi do smartphone), tendo depois feito a actualização para um Mini 2. Neste caso, este Mini 3 já resolve isso com o controlador com ecrã incluído, permitindo controlá-lo a até 10 km de distância - o que me arrisco a dizer que será bastante assustador (mesmo a umas centenas de metros já dá "medo"! :)

Os 38 minutos de autonomia são também um dos pontos fortes, assim como a câmara 4K com gimbal de estabilização. O pack Fly More inclui mais baterias, carregador, mais hélices de substituição, e bolsa de transporte.


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№ 17

Skoda apresenta SUV Peaq

A Skoda revelou o novo Peaq, o seu maior SUV eléctrico até à data, com até 7 lugares.

A Skoda revelou o Peaq, o novo topo de gama eléctrico da marca e o seu maior SUV de sempre. Concebido para famílias que procuram espaço, tecnologia e autonomia, sem entrar no segmento premium, o modelo chega para enfrentar directamente propostas como o Hyundai Ioniq 9 e o Kia EV9. Com 4,87 metros de comprimento e opção para até sete ocupantes, o Peaq aposta numa carroçaria aerodinâmica com um coeficiente de resistência ao ar de apenas 0,249, ajudando a maximizar a eficiência.
O design adopta uma abordagem minimalista, destacando-se pelos faróis e luzes traseiras em forma de "T", ausência da tradicional grelha frontal, e novos puxadores embutidos na carroçaria. No interior, o espaço é um dos principais argumentos. Mesmo com sete lugares ocupados, a bagageira oferece 299 litros de capacidade, podendo ultrapassar os 2.000 litros com os bancos traseiros rebatidos. A Skoda incluiu ainda uma bagageira frontal de 37 litros para guardar cabos de carregamento e outros objectos.
A tecnologia assume um papel central no habitáculo, com um ecrã táctil vertical de 13,6" baseado em Android e um painel de instrumentos digital de 10". A marca manteve botões físicos para funções essenciais como climatização e volume, uma decisão que muitos condutores deverão apreciar. Entre os extras disponíveis encontram-se bancos com função de massagem, sistema de som Sonos com 16 altifalantes e um tecto panorâmico em video com controlo electrónico do nível de transparência.
O Peaq estará disponível com várias configurações de bateria e motorização. A versão de entrada utiliza uma bateria de 63 kWh e oferece até 440 quilómetros de autonomia, enquanto os modelos superiores recorrem a uma bateria de 86 kWh e podem ultrapassar os 630 quilómetros com uma carga. O carregamento rápido até 200 kW permite passar dos 10% aos 80% em cerca de 28 minutos. O SUV suporta ainda tecnologias V2L, V2H e V2G, permitindo fornecer energia a equipamentos externos, habitações ou à rede eléctrica.

As encomendas na Europa arrancam em Setembro de 2026, com preço a começar perto dos 50.000 euros para o modelo base.

№ 18

Chrome melhora autofill e integração com Google Wallet

A Google melhorou o sistema de preenchimento automático do Chrome, assim como a integração com informação no Google Wallet.

A Google anunciou novas funcionalidades para o Chrome em Android e iOS que tornam o preenchimento automático de formulários mais rápido e completo. A actualização permite aos utilizadores poupar tempo em tarefas frequentes, como check-ins de voos, pagamento de estacionamento, e preenchimento de outros formulários.

Uma das principais novidades é a integração mais profunda com o Google Wallet. O Chrome passa a conseguir preencher automaticamente informações armazenadas na carteira digital da Google, incluindo dados da carta de condução, passaporte, e também o Known Traveler Number, utilizado em determinados programas de controlo fronteiriço e aeroportuário.




Caso essas informações ainda não estejam guardadas no Google Wallet, os utilizadores poderão adicioná-las directamente através do Chrome quando as introduzirem pela primeira vez num formulário. A funcionalidade estará disponível tanto em dispositivos móveis como no Chrome para desktops.

A Google assegura que os dados sensíveis continuam protegidos através de encriptação e que o preenchimento ou armazenamento de informações só acontece com autorização do utilizador. As informações guardadas podem ser consultadas, actualizadas, ou removidas a qualquer momento na secção "Preenchimento automático e palavras-passe" das definições do Chrome.

№ 19

Chrome melhora autofill e integração com Google Wallet

A Google melhorou o sistema de preenchimento automático do Chrome, assim como a integração com informação no Google Wallet.

A Google anunciou novas funcionalidades para o Chrome em Android e iOS que tornam o preenchimento automático de formulários mais rápido e completo. A actualização permite aos utilizadores poupar tempo em tarefas frequentes, como check-ins de voos, pagamento de estacionamento, e preenchimento de outros formulários.

Uma das principais novidades é a integração mais profunda com o Google Wallet. O Chrome passa a conseguir preencher automaticamente informações armazenadas na carteira digital da Google, incluindo dados da carta de condução, passaporte, e também o Known Traveler Number, utilizado em determinados programas de controlo fronteiriço e aeroportuário.




Caso essas informações ainda não estejam guardadas no Google Wallet, os utilizadores poderão adicioná-las directamente através do Chrome quando as introduzirem pela primeira vez num formulário. A funcionalidade estará disponível tanto em dispositivos móveis como no Chrome para desktops.

A Google assegura que os dados sensíveis continuam protegidos através de encriptação e que o preenchimento ou armazenamento de informações só acontece com autorização do utilizador. As informações guardadas podem ser consultadas, actualizadas, ou removidas a qualquer momento na secção "Preenchimento automático e palavras-passe" das definições do Chrome.

№ 20

Meta apresenta novos óculos em parceria com a EssilorLuxottica

A Meta revelou novos óculos inteligentes com AI, em parceria com a EssilorLuxottica.

A Meta apresentou os seus novos Meta Glasses, desenvolvidos em parceria com a EssilorLuxottica. Os óculos inteligentes chegam ao mercado em três estilos de armação diferentes, incluindo uma edição especial criada em colaboração com Kylie Jenner, reforçando a aposta da empresa em combinar tecnologia e moda.

Os óculos estão equipados com uma câmara de 12 MP capaz de captar fotografias com resolução de 3.024 x 4.032 píxeis e gravar vídeo até 3K a 30 frames por segundo. Incluem ainda um botão dedicado para acesso rápido ao Meta AI, que passa a utilizar o novo modelo de inteligência artificial Muse Spark desenvolvido pela empresa.
Tal como as gerações anteriores, os Meta Glasses integram um sistema de áudio aberto, permitindo ouvir música, podcasts e chamadas sem bloquear os ouvidos. O equipamento conta também com vários microfones para comandos de voz e chamadas, combinados com tecnologia de redução de ruído para melhorar a qualidade do áudio. A Meta promete também melhorias no conforto, incluindo apoios nasais ajustáveis, hastes reguláveis e dobradiças concebidas para se adaptarem a diferentes formatos de rosto.
A bateria oferece até oito horas de utilização por carga, podendo atingir até 40 horas com a ajuda da caixa de carregamento incluída. Os Meta Glasses suportam WiFi 6, Bluetooth 5.4 e Bluetooth LE, além de serem compatíveis com lentes graduadas através do programa Rx Lens Swap. Os preços começam nos 309 euros e os óculos estarão disponíveis em vários mercados internacionais, incluindo Espanha. Portugal não aparece na lista, pelo que os interessados terão que ficar atentos à Amazon aqui ao lado.