PlanetGeek
№ 01

Extensão tomadas Tessan com 4 USB + 2 tomadas a €27

Uma excelente opção para quem tem que lidar com um número crescente de dispositivos USB para recarregar, é usar uma extensão de tomada com portas USB integradas, como é o caso desta Tessan com 2 tomadas mais 4 USB.

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas estas extensões de tomada com portas USB integradas acabam por ser uma solução bastante atractiva, já que permitem manter a utilidade da tomada original, mas adicionando portas USB adicionais para carregarem outros equipamentos sem necessidade de carregadores individuais.
Esta extensão de tomada Tessan com 2 tomadas mais 4 USB (2 USB-C + 2 USB-A) está disponível por 27 euros na Amazon Espanha.

As portas USB podem fornecer até 30 W (PD) no total, sendo divididos à medida que se ligam mais dispositivos. Por exemplo, se ligarmos um dispositivo na porta USB-C e outra numa porta USB-A, poderá fornecer 15W a cada um deles em simultâneo. Quanto à extensão em si, conta com um cabo de 2 metros, facilitando o processo de a colocar num ponto mais adequado em relação à tomada onde for ligada.

É uma opção bastante interessante, especialmente tendo em conta a crescente panóplia de dispositivos USB que vamos tendo, dos smartphones e tablets e coisas como smartwatches, colunas Bluetooth, escovas de dentes, máquinas de barbear, etc. E desta forma, em vez de transportamos vários carregadores, fica tudo condensado num único bloco compacto de uma extensão de tomadas.


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№ 02

Android melhora ligações nas redes locais

O Android vai facilitar a ligação a PCs, NAS e outros dispositivos nas redes locais com uma nova actualização.

A Google está a preparar uma melhoria importante para o Android que promete tornar a integração com computadores, servidores domésticos e dispositivos de armazenamento em rede muito mais simples. Isto chegará através de uma futura actualização do Google Play System e permitirá que as apps utilizem portas de rede normalmente reservadas aos serviços do sistema.

Uma das principais vantagens será o suporte melhorado para SMB, o protocolo de partilha de ficheiros utilizado por PCs com Windows, sistemas NAS, e servidores domésticos. Actualmente, a transferência sem fios de ficheiros entre smartphones Android e computadores requer o uso de apps adicionais ou configurações mais complexas. Com esta alteração, as apps poderão comunicar de forma mais directa com estes dispositivos. A actualização também trará suporte para outras portas utilizadas em serviços de rede, incluindo SSH e SFTP para acesso remoto (porta 22), servidores web HTTP e HTTPS (porta 80), HTTP/3 (porta 443), e partilha de impressoras através do protocolo IPP (porta 631). Isto permitirá uma experiência de utilização mais próxima da encontrada em computadores tradicionais.

A funcionalidade será distribuída através do Project Mainline, permitindo que muitos dispositivos a recebam sem necessidade de uma actualização completa do sistema operativo. Segundo a Google, esta melhoria chegará a dispositivos Android 13 ou superior, com kernel Linux 5.15 ou mais recente, e suporte para actualizações do Google Play System. Os testes já estão a decorrer a nível global e a disponibilização deverá começar em breve.

№ 03

MSI revela monitor OLED 322URDX36 "triple mode"

Depois dos monitores "dual mode", a MSI apresenta o primeiro monitor gaming 4K "triple mode" que pode chegar aos 680 Hz.

A MSI revelou o novo monitor OLED 322URDX36, um modelo de 32" que se destaca por oferecer três modos de funcionamento no mesmo painel. O monitor permite alternar entre resolução 4K a 360 Hz, 1440p a 520 Hz, e 1080p a 680 Hz, tornando-se no primeiro monitor "triple mode" do mercado e que dá uma grande variedade de opções aos utilizadores.

Esta flexibilidade permite aos jogadores escolher entre maior qualidade de imagem ou taxas de actualização mais elevadas consoante o tipo de jogo. Enquanto o modo 4K privilegia o detalhe visual, as opções de 1440p e 1080p foram pensadas para títulos onde a fluidez e o tempo de resposta são prioridades.
Adicionalmente, não foram feitos compromissos: o monitor utiliza um painel QD-OLED de quinta geração com tecnologia "Penta Tandem", prometendo maior brilho, melhor reprodução de cores e maior durabilidade, e com subpixeis RGB em linha (RGB Stripe). A MSI destaca ainda um brilho máximo de 1.500 nits e a certificação DisplayHDR True Black 600, características que deverão proporcionar uma experiência visual de elevado nível tanto em jogos como na visualização de conteúdos multimédia. Entre os restantes destaques estão a ligação DisplayPort 2.1a, uma porta USB-C com fornecimento de energia até 98 W para ligação de portáteis através de um único cabo, e um novo sistema AI Care Sensor. Esta funcionalidade consegue detectar quando o utilizador não está em frente ao monitor, desligando automaticamente o ecrã para ajudar a reduzir o risco de burn-in nos painéis OLED.

A única coisa que falta resolver é mesmo a nível da parte do software, já que do lado dos jogos o suporte para os modos HDR continua a ser uma verdadeira lotaria, que invariavelmente obriga ao uso de programas externos para configurar devidamente os níveis de luminosidade.

№ 04

Euro-Office quer ser alternativa Europeia ao Office / Microsoft 365

O Euro-Office ficará disponível a 9 de Junho, como alternativa europeia e open-source ao Microsoft 365 (o Office da Microsoft).

O Euro-Office será lançado oficialmente a 9 de Junho e pretende afirmar-se como uma alternativa europeia ao Microsoft 365 e ao Google Workspace. Desenvolvido por um consórcio de empresas tecnológicas europeias, o projecto aposta na soberania digital, oferecendo uma solução open-source para organizações que procuram reduzir a dependência de plataformas norte-americanas.

A suite inclui ferramentas online para edição de documentos, folhas de cálculo, apresentações e ficheiros PDF, com suporte para colaboração em tempo real. Os utilizadores poderão criar, abrir e editar formatos populares como DOCX, XLSX e PPTX, além dos formatos OpenDocument. A interface foi desenhada para ser bastante familiar a quem já utiliza Word, Excel ou PowerPoint, facilitando a migração para a nova plataforma. Ao contrário de alternativas independentes, o Euro-Office será integrado directamente em várias plataformas empresariais europeias já existentes. Soluções como o Nextcloud vão receber suporte para a suite logo após o lançamento, enquanto outras empresas planeiam disponibilizá-la aos seus clientes ao longo dos próximos meses. O objectivo é permitir uma implementação simples e imediata em ambientes empresariais, educativos e governamentais.

Apesar de ter sido criado na Europa e de estar fortemente associado à estratégia de autonomia tecnológica da União Europeia, o Euro-Office será um projecto aberto a utilizadores e programadores de todo o mundo. Baseado no núcleo open-source do OnlyOffice, o software combina compatibilidade com os formatos da Microsoft, ferramentas avançadas de colaboração e uma governação europeia, posicionando-se como uma das mais ambiciosas alternativas ao domínio do Microsoft 365 no mercado da produtividade digital.

Dito isto... continua a estar centralizado no GitHub, que pertence à Microsoft.

№ 05

Xiaomi prepara "Privacy Display" por software?

A Xiaomi parece estar a trabalhar num modo de ecrã "privado" por software, para o HyperOS 4.

O Galaxy S26 Ultra estreou um novo ecrã com capacidade de reduzir o ângulo de visualização de todo o ecrã ou de certas zonas do ecrã, e a Xiaomi parece querer replicar isso. A grande diferença é que, em vez de recorrer a novos ecrãs, a Xiaomi parece estar a trabalhar numa solução puramente por software, que deverá ser integrada no futuro HyperOS 4.

No S26 Ultra a Samsung recorreu a um ecrã criado de raiz, que conta com pixeis com ângulos de visão diferenciados. No modo normal são usados todos os píxeis, permitindo a visualização normal; no modo privado são usados os píxeis que apenas podem ser vistos directamente de frente, impedindo que alguém ao lado possa ver esses conteúdos. Mas, parece que a Xiaomi acredita que consegue obter um efeito idêntico usando apenas software - sem se saber exactamente como.
Se se tratasse de um ecrã LCD, seria possível imaginar que a Xiaomi utilizasse combinações de cores que se tornam mais difíceis de ver de lado (transformando a "desvantagem" de alguns tipos de LCD numa "vantagem"), mas com os ecrãs OLED a permitirem ângulos de visualização alargados, isso será mais difícil de replicar. Potencialmente, poderá fazer coisas como reduzir a luminosidade das áreas privadas, para dificultar a sua visibilidade, mas isso será algo que prejudicará tanto quem estiver a tentar ver de lado como o utilizador legítimo, não sendo uma verdadeira alternativa ao nível do ecrºa do S26 Ultra.

Por outro lado, sendo algo que será disponbibilizado através de uma actualização, não terá qualquer custo adicional para os utilizadores, o que se torna num imediato ponto positivo, mesmo que o seu efeito não seja tão eficaz quanto o desejado.

№ 06

Apple AirPods Pro 3 a €222

Para os utilizadores de iPhones que procurarem a máxima qualidade sonora, os AirPods Pro 3 estão disponíveis a preço reduzido.

A Apple teve um papel importante no abandono da ficha dos headphones, incentivando (obrigando) o uso de headphones e earphones Bluetooth (bem, tecnicamente, podemos continuar a usar headphones com cabo, via Lightning ou USB-C). E para tal, lançou uma série de earphone Bluetooth a acompanhar, os AirPods. Destes, o modelo topo de gama são os AirPods Pro 3, que além do cancelamento de ruído também têm Spatial Audio capaz de criar uma experiência sonora 3D que tem em consideração os movimentos da cabeça do utilizador, podendo servir como "aparelho auditivo" e, na mais recente actualização, também tendo capacidade para monitorizar a frequência cardíaca.
Os Apple AirPods Pro 3 estão disponíveis por 222 euros na Amazon Espanha.

A autonomia anunciada é de 8 horas para cada sessão (com cancelamento de ruído), que se pode prolongar om o carregamento na caixa. A caixa pode ser carregada via USB-C ou carregamento wireless MagSafe / Qi, e também conta com localização Find My de alta precisão via UWB e uma pequena coluna que toca um som para facilitar a tarefa.


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№ 07

DLSS 4.5 Ray Reconstruction chega em Agosto

A Nvidia confirmou que o DLSS 4.5 Ray Reconstruction chegará a todas as placas gráficas RTX em Agosto.

A NVIDIA anunciou o DLSS 4.5 Ray Reconstruction, uma nova versão da sua tecnologia baseada em inteligência artificial para melhorar a qualidade gráfica em jogos com ray tracing e path tracing. A actualização ficará disponível em Agosto através da NVIDIA App e será compatível com todas as gerações de placas GeForce RTX, incluindo as séries RTX 20, RTX 30, RTX 40 e RTX 50.

O DLSS 4.5 utiliza um modelo Transformer de segunda geração, com 35% mais capacidade de processamento e 20% mais parâmetros que a versão actual, mantendo um desempenho semelhante. Estas melhorias permitem uma iluminação mais precisa, maior estabilidade temporal, e melhor nitidez em cenas com movimento.


A nova tecnologia chegará inicialmente a 27 jogos. Entre os títulos confirmados encontram-se Alan Wake 2, Cyberpunk 2077, DOOM: The Dark Ages, F1 25 e Indiana Jones and the Great Circle. O novo modelo foi treinado com um conjunto de dados mais abrangente, oferecendo aos programadores um maior controlo sobre o processo de reconstrução da imagem.

Além dos videojogos, o DLSS 4.5 Ray Reconstruction também será integrado no Blender como sistema de denoising, com lançamento previsto para o Blender 5.3 no Outono.

№ 08

Nvidia apresenta RTX Spark para portáteis

A Nvidia apresenta o chip RTX Spark para portáteis, com até 20 núcleos, GPU equivalente a uma RTX 5070 e até 128 GB de RAM.

A Nvidia revelou finalmente a sua aposta para a entrada no segmento Windows. O RTX Spark combina um CPU ARM com um GPU Blackwell, reunindo num único chip desempenho e maior eficiência energética - com esperança de que se torne na resposta, do lado do Windows, aos chips da Apple nos Macs e MacBooks.

O RTX Spark inclui um CPU com até 20 núcleos e GPU com 6.144 CUDA cores, equivalente em potência a uma RTX 5070. O chip pode ainda ser equipado com até 128 GB de memória LPDDR5X unificada, permitindo um acesso mais rápido aos dados por parte do processador e da gráfica. Embora o novo chip seja adequado para gaming e criação de conteúdos, o principal objectivo é executar agentes de inteligência artificial directamente no computador. Estes sistemas, considerados a próxima evolução dos modelos de linguagem, exigem elevado poder de processamento e grandes quantidades de memória, tornando os 128 GB de RAM num dos seus principais argumentos.



O RTX Spark foi desenvolvido para equipar portáteis finos e potentes que chegarão ao mercado ainda este ano. A Nvidia já confirmou parcerias com fabricantes como a Acer, Asus, Dell, Gigabyte, HP, Lenovo e MSI, além da Microsoft, que irá lançar um novo Surface Laptop Ultra equipado com este chip.

A grande questão é que, pelo menos numa primeira fase, estes portáteis com RTX Spark estarão posicionados no segmento "topo de gama", o que significa que terão preços pouco convidativos para a maioria dos consumidores.


Nota: Também há o DGX Station para PCs desktop, com até 748GB de RAM... e preço a começar nos 90 mil euros.

№ 09

Ataque FROST deixa sites espiarem outros sites e apps - através do SSD

Investigadores criaram uma técnica curiosa que monitoriza o uso do SSD para detectarem que outros sites e apps o utilizador pode estar a usar.

Investigadores da Universidade de Tecnologia de Graz, na Áustria, demonstraram uma nova técnica de espionagem digital que permite a qualquer website descobrir que outros sites o utilizador está a visitar e até que aplicações está a usar no computador, bastando que abra uma página no browser.

O ataque, denominado FROST (PDF link), funciona inteiramente através de JavaScript e explora o Origin Private File System (OPFS), uma funcionalidade dos browsers que permite aos websites armazenarem ficheiros localmente sem necessitarem de autorização explícita do utilizador. A técnica consiste em criar um ficheiro de grandes dimensões que dê uso contínuo ao SSD, e de seguida medir constantemente a velocidade de leitura do armazenamento. As pequenas variações provocadas pela restante actividades no SSD acabam por revelar padrões que podem revelar o que está a ser feito.
Recorrendo a modelos de inteligência artificial treinados especificamente para esta tarefa, os investigadores conseguiram identificar websites visitados com uma taxa de precisão de cerca de 89% e aplicações em execução com uma precisão superior a 95%. O método funciona em sistemas macOS e Linux e pode ser executado em vários browsers sem necessidade de permissões adicionais ou instalação de software.

Apesar da gravidade potencial da descoberta, as respostas dos principais fabricantes de navegadores foram limitadas. O projecto Chromium considerou que o problema se enquadra na categoria de técnicas de fingerprinting e não numa falha de segurança tradicional. A Apple classificou a questão como estando fora do âmbito das suas políticas de protecção, enquanto a Mozilla reconheceu a investigação mas ainda não implementou medidas específicas para mitigar o problema. A descoberta volta a levantar preocupações sobre a privacidade online e sobre a crescente utilização de técnicas sofisticadas para monitorizar utilizadores através de funcionalidades aparentemente inofensivas dos browsers modernos.

Embora seja mais uma coisa para "chatear" os utilizadores, acho que se justifica remover a permissão de acesso directo aos discos, colocando-a atrás de um pedido dedicado tal como acontece para o uso das câmaras, microfones, localização, etc. Afinal, quem é que quer que um site tenha direito a poder usar até 8TB(!) do seu disco sem sequer pedir autorização?

№ 10

ATX12VO v3 diz adeus à ficha gigante nas motherboards

A ficha ATX gigante com a alimentação principal nas motherboards vai ser minimizada consideravelmente com a nova norma ATX12VO v3.

A Intel estará a preparar uma revisão da norma ATX12VO, destinada a melhorar a eficiência energética dos computadores e simplificar o design das fontes de alimentação modernas. De acordo com informações já descobertas, a futura especificação ATX12VO v3 adoptará fichas bastante mais compactas, a par da capacidade de monitorização do consumo energético, e outras melhorias que visam reduzir o desperdício de energia.

A principal novidade passa pela eliminação da linha de alimentação de espera dedicada, mantendo a linha principal de 12V sempre activa. Segundo a Intel, esta alteração simplifica a arquitectura das fontes de alimentação e melhora a eficiência, especialmente em estados de baixo consumo ou quando o computador está inactivo. Testes internos indicam que os sistemas convencionais podem consumir até 29% mais energia em repouso quando comparados com uma plataforma baseada neste novo padrão.
O conector principal da motherboard também sofrerá uma grande transformação. A actual (e "gigantesca") ficha ATX de 24 pinos dará lugar a uma nova ficha de apenas 8 pinos, permitindo uma redução de até 83% no tamanho. A ficha de alimentação do CPU também será mais pequena, ajudando a libertar espaço nas motherboards e facilitando o desenvolvimento de computadores mais compactos.
Outra novidade importante é a integração do PMBus (Power Management Bus), uma tecnologia frequentemente utilizada em servidores. Esta funcionalidade permitirá monitorizar em tempo real parâmetros como tensão, corrente, temperatura e consumo energético da fonte de alimentação. Além disso, um novo sinal chamado I_PSU% permitirá que a fonte comunique directamente com o sistema sobre o nível de utilização da sua capacidade, ajudando a evitar sobrecargas e fornecendo informações mais detalhadas sobre o consumo de energia do computador. A Intel ainda não confirmou oficialmente a data de lançamento da nova norma, mas espera-se que isso seja feito já nos próximos dias durante a Computex 2026.

Também já circulam rumores que vários fabricantes de motherboards têm já modelos planeados para usar o ATX12VO v3, devendo levar a um processo de transição relativamente rápido ao longo dos próximos anos - apesar de se estar num período "mau" para a troca de PCs, devido ao elevado custo das memórias RAM e SSDs.

№ 11

Nvidia N1X promete "nova era" para o Windows

A Nvidia está prestes a revelar os chips N1/N1X para Windows, que prometem uma "nova era" para o sistema.

Depois de dominar nos GPUs, a Nvidia quer marcar a sua (re)entrada nos CPUs com o novo chip N1/N1X para portáteis Windows. A notícia foi dada de forma algo críptica pelas contas da Nvidia e do Windows no X, fazendo referência apenas um conjunto de números, que rapidamente foram decifrados como sendo as coordenadas de Taipei - onde se irá realizar a Computex.

A new era of PC.

25.0528, 121.5990

— NVIDIA (@nvidia) May 29, 2026

A new era of PC.

25.0528, 121.5990

— NVIDIA (@nvidia) May 29, 2026
A Microsoft tem passado os últimos anos a tentar encontrar resposta para a transição que a Apple fez, dos chips Intel para os seus próprios chips nos MacBooks. Embora a Qualcomm tenha lançado chips ARM Snapdragon para Windows, os resultados ainda não foram capazes de causar grande impacto nos computadores com os chips tradicionais Intel/AMD. Agora, a esperança é depositada na Nvidia com estes novos chips N1/N1X.

Os rumores apontam para quatro variantes diferentes, incluindo o modelo topo de gama N1X, que deverá utilizar uma configuração semelhante à do superchip GB10 presente no sistema DGX Spark da NVIDIA. O N1X deverá chegar em duas versões. A mais potente contará com 20 núcleos de CPU, divididos entre 10 Cortex-X925 de elevado desempenho e 10 Cortex-A725 mais eficientes, acompanhados por um GPU com 48 Streaming Multiprocessors (SM), equivalente a 6144 núcleos CUDA. Uma segunda variante utilizará 18 núcleos de CPU e 40 SMs, totalizando 5120 núcleos CUDA. Ambas as versões deverão operar entre 45W e 80W de consumo energético e suportar até 128 GB de memória LPDDR5X.

A série N1 convencional destina-se a segmentos mais acessíveis e eficientes. Os modelos incluem versões com 12 ou 10 núcleos de CPU e GPUs com 20 ou 16 SMs, oferecendo até 2560 ou 2048 núcleos CUDA, respectivamente. O consumo energético deverá variar entre 18W e 45W, com suporte para até 64 GB de memória LPDDR5X e armazenamento através de duas unidades M.2.

Can someone convince me why N1X matters?

➡️ It's an expensive chip for notebooks
➡️ It's a high power chip for notebooks
➡️ If it runs Windows, good luck on software support and peripheral drivers.
➡️ It's a low margin product for whoever sells it, branded NV or MTK
➡️ It won't…

— 𝐷𝑟. 𝐼𝑎𝑛 𝐶𝑢𝑡𝑟𝑒𝑠𝑠 (@IanCutress) May 29, 2026
Apesar de haver quem ache que isto poderá finalmente dar à MS as armas para poder combater a Apple, há quem lance sérias dúvidas, pois estes chips (que são produzidos pela MediaTek) serão bastante dispendiosos e são bastante gastadores; o que a par do elevado custo da memória RAM actualmente, dificilmente irão ter qualquer impacto "revolucionário" no mercado.

Mas, pode ser que sirva de primeiro passo para marcar presença no sector, e que isso venha a dar frutos daqui por alguns anos, quando - eventualmente - os preços voltarem a baixar para níveis aceitáveis.

№ 12

Plano "Ilimitado" da Woo tem limite de 200GB

Uma vez mais, vemos operadores nacionais a fazer publicidade enganosa, com o suposto "ilimitado" da Woo a ter um limite de 200GB.

As décadas vão passando e é triste ver que os operadores nacionais de telecomunicações continuam a manter as velhas práticas de querer enganar os consumidores. Desta vez temos os clientes da Woo (operadora virtual da NOS), que têm descoberto que apesar do serviço garantir que disponibiliza dados ilimitados sem limites nem qualquer abrandamento, afinal ficam sujeitos a forte abrandamento assim que atingem os 200GB de dados.

No passado já passamos (leia-se: sofremos!) com inúmeros casos de tentativa de redefinição da palavra "ilimitado" por parte dos operadores, mas isso é algo que já devia ter ficado totalmente resolvido à conta dos vários processos que daí derivaram. Actualmente, para que um operador anuncie um tarifário ilimitado, tem efectivamente que fornecer um plano sem qualquer limite de dados nem restrição de velocidade após certo limite.
Claro que, certamente a Woo estará a querer usar a PUR (Política de Utilização Razoável) como elemento para contornar esse factor; mas que não terá grande hipótese de justificar. A PUR deverá ser usada para efeitos de garantir a qualidade da rede em casos excepcionais que a isso obriguem: não ser usado como limite para um plano que promete dados ilimitados. Também será difícil explicar porque motivo tem que abrandar a ligação dos clientes em períodos de baixo uso da rede, só porque passaram os 200 GB.

É também desolador continuar a ver que existem pessoas que tentam defender o indefensável, e a dizer que quem chega aos 200GB está a "abusar" do plano. O que está em causa não é discutir se os 200GB são "justos" ou "adequados" ou "exagerados"; o que está em causa é que um consumidor escolheu e pagou por um plano que diz oferecer dados ilimitados, e que depois descobre que afinal foi enganado e o ilimitado afinal são 200GB.

Se a Woo quer oferecer 200GB, então que anuncie o plano como tendo 200GB e está o assunto resolvido!

№ 13

Como fazer um expositor iluminado com filamento LED COB

Quem desejar apresentar orgulhosamente os seus "brinquedos", pode criar um vistoso expositor com filamentos LED.

Este é mais um daqueles projectos que é extremamente simples mas que se torna visualmente bastante impressionante. Em vez de simplesmente exibir algo como carros Hot Wheel F1 de colecção numa prateleira, podemos dar-lhes destaque especial com um expositor personalizado e com iluminação LED, que faz toda a diferença.

É isso que podemos replicar com este projecto Hot Wheels Display Stand. Sem surpresas, a parte física do mostrados é impressa em 3D; enquanto do lado da electrónica temos também o assistente habitual neste tipo de projectos: um ESP32, aqui auxiliado por uma placa COB LED Driver auxiliar. O elemento que transforma por completo a parte visual é o recurso a filamento LED COB, que replica aquilo que noutros tempos teria que ser feito com "fio electroluminescente", com outro tipo de requisitos mais complicados em termos electrónicos.



Com o filamento LED COB, podemos replicar o efeito de "fios luminosos", mantendo a simplicididade de uso e controlo dos LEDs tradicionais. Neste caso, o projecto é também facilitado pelo uso de filamentos LED com cores fixas, limitando o controlo à intensidade.

Como temos um ESP32 a tomar conta de tudo, podemos controlar a iluminação remotamente, de forma independente; e abre as portas a todo o tipo de melhorias: podemos implementar temporizadores para ligar automaticamente a determinadas horas; ou adicionar um sensor de luminosidade ou de movimento, para que se ilumine apenas quando estiver escuro ou quando alguém se aproximar. Enfim, não faltam possibilidades, é deixar a imaginação seguir o seu curso. Isto sem esquecer que o mesmo sistema poderá ser usado para todo e qualquer outro tipo de elemento a exibir, como construções LEGO, peças vintage, livros, etc.

№ 14

Como fazer um expositor iluminado com filamento LED COB

Quem desejar apresentar orgulhosamente os seus "brinquedos", pode criar um vistoso expositor com filamentos LED.

Este é mais um daqueles projectos que é extremamente simples mas que se torna visualmente bastante impressionante. Em vez de simplesmente exibir algo como carros Hot Wheel F1 de colecção numa prateleira, podemos dar-lhes destaque especial com um expositor personalizado e com iluminação LED, que faz toda a diferença.

É isso que podemos replicar com este projecto Hot Wheels Display Stand. Sem surpresas, a parte física do mostrados é impressa em 3D; enquanto do lado da electrónica temos também o assistente habitual neste tipo de projectos: um ESP32, aqui auxiliado por uma placa COB LED Driver auxiliar. O elemento que transforma por completo a parte visual é o recurso a filamento LED COB, que replica aquilo que noutros tempos teria que ser feito com "fio electroluminescente", com outro tipo de requisitos mais complicados em termos electrónicos.



Com o filamento LED COB, podemos replicar o efeito de "fios luminosos", mantendo a simplicididade de uso e controlo dos LEDs tradicionais. Neste caso, o projecto é também facilitado pelo uso de filamentos LED com cores fixas, limitando o controlo à intensidade.

Como temos um ESP32 a tomar conta de tudo, podemos controlar a iluminação remotamente, de forma independente; e abre as portas a todo o tipo de melhorias: podemos implementar temporizadores para ligar automaticamente a determinadas horas; ou adicionar um sensor de luminosidade ou de movimento, para que se ilumine apenas quando estiver escuro ou quando alguém se aproximar. Enfim, não faltam possibilidades, é deixar a imaginação seguir o seu curso. Isto sem esquecer que o mesmo sistema poderá ser usado para todo e qualquer outro tipo de elemento a exibir, como construções LEGO, peças vintage, livros, etc.

№ 15

Paint.NET consegue domínio paint.net

Após mais de vinte anos, o Paint.NET conseguiu o domínio que há muito desejava.

Após mais de duas décadas de espera, Rick Brewster, criador do popular editor de imagem Paint.NET, conseguiu finalmente obter a propriedade do domínio paint.net, colocando um ponto final numa situação que atormentava o projecto desde o seu lançamento em 2004.

Durante todos estes anos, o software utilizou o endereço getpaint.net como website oficial, uma vez que o domínio correspondente ao nome da aplicação já tinha dono. Esta situação gerava frequente confusão entre utilizadores que procuravam o programa através de motores de pesquisa ou tentavam aceder directamente ao site oficial.

I GOT THE DOMAIN! I FINALLY GOT IT!!!!!!!!!!1 🥳🎉

Paint​.NET is now at https://t.co/ZJTUII4bVG!

Well, it will be just as soon as I push all the buttons to migrate content and set up redirects from getpaint​.net etc. For now it's just a "hey go here" redirect page.

— Rick Brewster (@rickbrewPDN) May 29, 2026
Segundo Brewster, a situação agravou-se recentemente quando o domínio passou a ser utilizado de forma que poderia levar visitantes a acreditar que estavam a aceder ao site oficial do Paint.NET. O criador classificou o caso como uma clara violação de marca registada, recordando que o nome PAINT.NET está oficialmente registado como marca desde 2009.

Brewster revelou que tentava adquirir o domínio há cerca de 22 anos. Por agora o site paint.net ainda serve apenas como redireccionador para o domínio antigo, mas quando a transferência concluída o projecto passará finalmente a usar o endereço web que corresponde directamente ao nome da aplicação.

№ 16

Ganha um carregador USB 1000W 10-portas [gadget do mês Clube AadM+]

Todos os meses temos prémios exclusivos para os membros do Clube AadM+; e este mês o gadget que temos para oferecer é um mega carregador USB de 10-portas e 1000W.

Para acabar de vez com a necessidade de carregadores USB dedicados, este mês propomos um mega-carregador GAN III que tem capacidade para lidar com tudo que se tiver que enfrentar. Com 8 portas USB-C e 2 portas USB-A, fica apto para carregar tanto equipamentos mais antigos como os mais modernos portáteis com carregamento USB-C. Temos 8 portas USB-C de carregamento rápido PD (4 de 140 W + 4 de 100 W) e 2 portas USB-A QC de 20 W.

Como é habitual, os membros do Clube AadM+ não precisam fazer nada para estarem automaticamente habilitados a esta prenda - sendo por isso recomendado que adiram ao Clube AadM+ para terem acesso a estes gadgets exclusivos todos os meses,

Aproveito também para relembrar que os membros do Clube AadM+, para além destes gadgets exclusivos mensais, também têm direito a outras vantagens, como descontos num crescente número de parceiros que se têm associado a esta iniciativa. Se ainda não aderiste, está na altura ideal para o fazeres e usufruíres de todas estas vantagens, junta-te ao Clube AadM+ e não deixes de convidar os teus amigos - quantos mais formos, melhores serão as prendas que poderemos oferecer. :)

Actualização: O gadget deste mês foi para o Filipe Marques.

№ 17

NASA prepara base lunar permanente

A NASA quer criar uma base lunar permanente no pólo sul da Lua, em parceria com várias empresas privadas como a Blue Origin e SpaceX.

A NASA revelou novos detalhes sobre os seus ambiciosos planos para estabelecer uma presença humana permanente na Lua através do programa Artemis. Segundo a agência espacial norte-americana, a futura base lunar poderá ocupar uma área que eventualmente crescerá para centenas de quilómetros quadrados na região do polo sul lunar, transformando-se numa verdadeira cidade científica dedicada à exploração espacial e à preparação de futuras missões para Marte.

A escolha do polo sul deve-se à presença de grandes reservas de gelo de água em crateras permanentemente à sombra, um recurso considerado essencial para sustentar missões de longa duração. A NASA explicou que a dimensão da base resulta da necessidade de distribuir diferentes infraestruturas pelo terreno, incluindo habitats para astronautas, sistemas de energia, laboratórios científicos e zonas de exploração. Algumas instalações terão de ficar separadas por vários quilómetros, nomeadamente os futuros sistemas de energia nuclear, por razões de segurança.
Antes da construção da base, a agência pretende utilizar pequenos drones chamados MoonFall (grande falhanço não terem sido chamados "Eagle") para explorar a região e identificar os locais mais adequados para futuras infraestruturas. O primeiro conjunto destes robots deverá chegar à Lua em 2028. Paralelamente, a NASA selecionou as empresas Astrolab e Lunar Outpost para desenvolver os novos veículos lunares Artemis, que poderão operar de forma autónoma e estarão na superfície antes da chegada das próximas missões tripuladas.

O projecto será implementado em três fases. A primeira decorre até 2029 e será dedicada à recolha de dados e ao estabelecimento de acesso regular à superfície lunar. Entre 2029 e 2032 será criada a capacidade operacional inicial da base. A partir de 2032, a NASA pretende alcançar uma presença humana semi-permanente na Lua. A agência considera esta infraestrutura o primeiro posto avançado da humanidade noutro mundo, numa corrida espacial onde os Estados Unidos procuram também manter vantagem sobre os planos lunares da China.

Infelizmente, para a Blue Origin as coisas não estão a começar da melhor forma, e a Starship da SpaceX continua a necessitar de melhorias para se tornar totalmente operacional.

№ 18

Chrome com protecção de roubo de cookies

Depois da fase beta, a Google faz chegar a protecção contra roubo de cookies a todos os utilizadores do Chrome.

A Google começou a disponibilizar uma importante funcionalidade de segurança no Chrome destinada a combater um dos métodos mais utilizados para roubo de contas online. A tecnologia Device Bound Session Credentials (DBSC) começou a ser testada em Abril e visa impedir o roubo de cookies de sessão que podem ser usados para aceder a contas, mesmo aquelas que são protegidas por autenticação multifactor.

Os cookies de sessão são pequenos ficheiros que permitem aos websites manter os utilizadores autenticados após o início de sessão. Nos últimos anos, diversos tipos de malware especializados em roubo de informação passaram a capturar estes cookies para contornar palavras-passe e sistemas de autenticação adicionais. O DBSC procura eliminar esse problema ao associar criptograficamente cada sessão ao dispositivo onde o utilizador efectuou o login.
A funcionalidade tira partido de componentes de segurança presentes no hardware dos computadores, como o Trusted Platform Module (TPM) no Windows ou o Secure Enclave nos dispositivos Apple. As chaves criptográficas necessárias para validar a sessão são geradas e armazenadas nestes módulos protegidos, impedindo que sejam copiadas ou utilizadas noutro equipamento. Mesmo que um atacante consiga roubar um cookie de sessão, não conseguirá utilizá-lo sem acesso às chaves armazenadas no dispositivo original.

Segundo a Google, a tecnologia já está a ser distribuída para contas pessoais, subscritores Workspace Individual e clientes Google Workspace. Com isto, espera-se que o roubo de cookies para autenticação se torne irrelevante, com os óbvios benefícios de segurança para os utilizadores.

№ 19

Chrome com protecção de roubo de cookies

Depois da fase beta, a Google faz chegar a protecção contra roubo de cookies a todos os utilizadores do Chrome.

A Google começou a disponibilizar uma importante funcionalidade de segurança no Chrome destinada a combater um dos métodos mais utilizados para roubo de contas online. A tecnologia Device Bound Session Credentials (DBSC) começou a ser testada em Abril e visa impedir o roubo de cookies de sessão que podem ser usados para aceder a contas, mesmo aquelas que são protegidas por autenticação multifactor.

Os cookies de sessão são pequenos ficheiros que permitem aos websites manter os utilizadores autenticados após o início de sessão. Nos últimos anos, diversos tipos de malware especializados em roubo de informação passaram a capturar estes cookies para contornar palavras-passe e sistemas de autenticação adicionais. O DBSC procura eliminar esse problema ao associar criptograficamente cada sessão ao dispositivo onde o utilizador efectuou o login.
A funcionalidade tira partido de componentes de segurança presentes no hardware dos computadores, como o Trusted Platform Module (TPM) no Windows ou o Secure Enclave nos dispositivos Apple. As chaves criptográficas necessárias para validar a sessão são geradas e armazenadas nestes módulos protegidos, impedindo que sejam copiadas ou utilizadas noutro equipamento. Mesmo que um atacante consiga roubar um cookie de sessão, não conseguirá utilizá-lo sem acesso às chaves armazenadas no dispositivo original.

Segundo a Google, a tecnologia já está a ser distribuída para contas pessoais, subscritores Workspace Individual e clientes Google Workspace. Com isto, espera-se que o roubo de cookies para autenticação se torne irrelevante, com os óbvios benefícios de segurança para os utilizadores.

№ 20

NAS Raspberry Pi 5 para 4 discos e 2.5 Gbps

Usando um Raspberry Pi 5, podemos criar o nosso mini NAS para melhor gestão dos conteúdos digitais em casa.

Numa altura em que os discos e SSDs têm sofrido com o agravemento dos preços, faz mais sentido que nunca reaproveitar os discos que se podem ter acumulado em casa ao longo das últimas décadas.

Este Raspberry Pi Storage Server (NAS) é um projecto faça-você-mesmo que recorre a um Raspberry Pi 5 como elemento central para criar um NAS que suporta até 4 discos / SSD SATA. A acompanhar temos um Radxa Penta SATA HAT, que possibilita ligar quatro discos directamente na placa, e ainda mais um disco externa via eSATA - o que se pode revelar útil para certos casos.
Temos depois algumas recomendações interessantes, como usar o Raspberry Pi OS Lite para evitar desperdício de recursos, em conjunto com o OpenMediaVault; assim como o uso de um adaptador USB para Ethernet 2.5 Gbps, proporcionando mais do dobro do desempenho que seria possível usando-se a porta Ethernet de 1 Gbps do Raspberry Pi.

O único senão é que, com o aumento de preço dos Raspberry Pi, e o Radxa Penta SATA HAT a custar perto de 100 euros, este mini NAS arrisca-se a não ter um preço tão "mini" quanto se desejaria. Ainda assim, para quem já tiver um RPI 5 sem saber em que o usar, e discos para reaproveitar, não deixar de ser uma hipótese a ter em conta.