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Eximus IV bate recorde de eficiência - poderia dar a volta ao mundo com 2 l de gasolina

23-11-2020 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

A transição para os veículos eléctricos vem facilitar o processo de comparar a sua eficiência de forma mais directa que os "litros por 100 km", e o Eximus IV mostra-nos aquilo a que se pode ambicionar, com novo recorde de eficiência.

O Eximus IV não é propriamente um carro eléctrico construído por estudantes, na verdade melhor sendo descrito como um micro-comboio com capacidade para seis pessoas, já que rola sobre carris para reduzir o impacto do atrito das rodas. Desde 2016 que tem vencido a competição Delsbo Electric na Suécia, que premeia o veículo mais eficiente, e este ano não foi excepção.

O desafio é o de percorrer uma pista com carris com 3.36 km de comprimento, transportando 6 pessoas com um peso médio de 50 kg, usando a menor quantidade de energia possível por passageiro por distância. Em 2016 o Exinus IV dominou a prova ao atingir uma eficiência de 0.84 Wh/pessoa/km, e desde então tem vindo a melhorar a cada ano. No ano passado (2019) atingiu uns impressionantes 0.603 Wh/ pessoa / km; e este ano voltou a dar novo salto de gigante, ao reduzir esse valor para uns incríveis 0.517 Wh/ pessoa / km!
Para tornar este feito um pouco mais compreensível para um mundo que ainda pensa em termos de veículos com motores a combustão, seria o equivalente a conseguir dar a volta ao mundo com apenas 2 litros de gasolina.

No mínimo, servirá para nos relembrar que os comboios são uma excelente e super-eficiente forma de transporte que, infelizmente, parece ser continuamente menosprezada; mas por outro lado, define a fasquia que um dia se poderá esperar atingir com veículos de transporte eléctricos que venham a ser comercializados.

Este vídeo de 2019 explica o desafio.


E aqui fica o vídeo deste ano.


Agora é esperar para ver se em 2021 se conseguirá ficar abaixo da marca dos 0.5 Wh. :)

Operadores portugueses amuados com ANACOM devido a concorrência no 5G

23-11-2020 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

Os três principais operadores portugueses - Vodafone, NOS, Altice / MEO - têm feito oposição em bloco à ANACOM, e tudo se deve à intenção do regulador de atrair novos operadores com o leilão para o 5G.

O mais recente episódio da novela operadores vs Anacom surgiu com a constatação que os operadores nacionais têm estado a trabalhar em cartel para aumentarem os preços e piorarem as condições dos seus serviços. Uma constatação que foi recebida com enorme indignação por parte dos operadores que, na sua melhor tradição de quererem manipular a realidade brincando com palavras e detalhes técnicos, acusaram que essas coisas que qualquer pessoa pode facilmente comprovar, são mentira. Mas então, de onde vem toda esta indignação e hostilidade dos operadores para com a Anacom? E a resposta é simples: do leilão para o 5G.

A Anacom deixou os operadores nacionais literalmente em estado de pânico, quando anunciou que novos operadores estrangeiros que quisessem vir para Portugal com o 5G iriam ter um desconto de 25% na reserva das frequências para o 5G. Algo que imediatamente resultou em processos por parte dos operadores, e que acabou por ser removido. No entanto, permanecem algumas condições para novos candidatos que o trio de operadores não apreciam, como o facto de serem forçados a facilitar o acesso em "roaming" a um novo operador, durante um prazo de 10 anos; e que esse novo operador tenha menos exigências a nível de cobertura - condições que a Anacom considera serem indispensáveis para atrair verdadeira concorrência neste sector, apesar de todas as pressões que têm sido feitas para tentar alterar as regras do leilão.

Temos anos de provas de como o mercado das telecomunicações em Portugal está completamente viciado e funciona em cartel, e todas estas polémicas recentes se devem apenas ao receio deste cartel ser confrontado com um novo operador que chegue ao nosso país e não faça parte do "grupinho" que tem o mercado completamente subjugado. A Anacom está longe de ter um trabalho exemplar (veja-se o desastre do TDT), mas esperemos que desta vez as suas intenções se venham a concretizar - sendo que o mais importante é que a chegada de um novo operador venha efectivamente trazer concorrência ao mercado, e não apenas passar um cartel de três para um cartel de quatro.

How Can PHP Ask Confirmation Before Delete Important Data in a Web Application

23-11-2020 | 13:21 | Manuel Lemos

By Manuel Lemos
Sometimes applications need to perform delicate actions that may not be reversible. In this case it is better that the user is asked to confirm the actions before they are executed to avoid that the user regrets later.

This package can make it easier to implement action confirmation requests right before the requested action is about to happen.

Vacina Covid-19 da Univ. Oxford e AstraZeneca tem eficácia de até 90%

23-11-2020 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

A eficácia da vacina anti Covid-19 da Universidade de Oxford e AstraZeneca pode chegar aos 90% se dada em duas doses diferenciadas.

Com o panorama de Covid-19 fora de controlo e a obrigar a regras cada vez mais restritivas, todas as atenções se voltam para as vacinas cuja disponibilização parece estar iminente. Com vários laboratórios em corrida para serem os primeiros a lançarem a vacina e a prometerem os melhores resultados, chega também o anúncio da eficácia da vacina da AstraZeneca e Universidade de Oxford.

A Astrazaneca diz que a sua vacina teve uma eficácia de 62% nos testes realizados com duas doses completas dadas com um mês de intervalo, mas esse valor sobe para os 90% quando inicialmente se dá apenas meia-dose, seguida da dose inteira na segunda vez.

Today marks an important milestone in the fight against #COVID19. Interim data show the #OxfordVaccine is 70.4% effective, & tests on two dose regimens show that it could be 90%, moving us one step closer to supplying it at low cost around the world>> https://t.co/fnHnKSqftT pic.twitter.com/2KYXPxFNz1

— University of Oxford (@UniofOxford) November 23, 2020

O interesse nesta vacina face à da Pfizer e outras, é que ao contrário dessas, esta vacina pode ser armazenada a temperaturas refrigeradas convencionais, facilitando imensamente o seu armazenamento e transporte. A da Pfizer tem que ser mantida a temperaturas muito inferiores, de -70ºC, tornando toda a logística mais complicada (e mais cara).

Depois dos testes realizados em mais de 23 mil pessoas no Reino Unido e Brasil, o lançamento desta vacina poderá ser feito já nas próximas semanas; e com a vantagem adicional da dosagem inicial reduzida significar que será possível duplicar o número de doses produzidas para esse primeiro lote.

Erro deixa Fleets do Twitter acessíveis por mais de 24 horas

23-11-2020 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

Os tweets efémeros do Twitter (fleets) não são assim tão efémeros quanto isso, podendo ser acedido após as 24 horas que deveriam durar.

O Twitter está a sofrer um embaraçoso bugs, já que se descobriu que os seus recém-lançados tweets efémeros - os fleets - afinal falham completamente naquele que seria o seu propósito principal: só durarem 24 horas.

Descobriu-se que esses fleets, que supostamente só deveriram durar 24 horas, afinal continuam disponíveis a acessíveis nos servidores do Twitter, podendo ser acedidos sem que o utilizador que os escrever receba qualquer tipo de notificação ou indicação que esses conteúdos estarão a ser acedidos numa altura em que já nem deveriam existir.

O Twitter já veio reconhecer o bug e dizer que o irá corrigir - impedindo o seu acesso pelo público - mas também clarificando que os fleets poderão permanecer nos seus servidores durante 30 dias, ou serem mantidos durante ainda mais tempo no caso de serem fleets sobre os quais houve queixas, e que precisarão ficar devidamente documentados durante toda a duração do processo.

Booting from a vinyl record

23-11-2020 | 10:01 | Edgar Durão

Na maling list do AADM surgiu pela notícia do André Henriques um projeto super interessante: Booting from a vinyl record.

Já alguém se imaginou a arrancar um PC a partir de um disco de Vinyl? Confesso que por vezes com o tempo que alguns que tenho demoram a experiência é semelhante, mas aqui é mesmo de um disco de Vinyl.

So this nutty little experiment connects a PC, or an IBM PC to be exact, directly onto a record player through an amplifier. There is a small ROM boot loader that operates the built-in “cassette interface” of the PC (that was hardly ever used), invoked by the BIOS if all the other boot options fail, i.e. floppy disk and the hard drive. The turntable spins an analog recording of a small bootable read-only RAM drive, which is 64K in size. This contains a FreeDOS kernel, modified by me to cram it into the memory constraint, a micro variant of COMMAND.COM and a patched version of INTERLNK, that allows file transfer through a printer cable, modified to be runnable on FreeDOS. The bootloader reads the disk image from the audio recording through the cassette modem, loads it to memory and boots the system on it. Simple huh?

Mais informações em http://boginjr.com/it/sw/dev/vinyl-boot/ – o sitio web do projeto.

Alguém quer tentar ?

PC arranca DOS de um disco de vinil

23-11-2020 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

A nostalgia do regresso ao passado foi levada ao limite, por este projecto que mostra um PC a arrancar DOS a partir de um disco... de vinil.

Alguns de vocês ainda se recordarão a de trabalhar com PCs com dois drives de floppy discs de 5.25", e de ter que aguardar pacientemente que o sistema arrancasse. Em micro-computadores como o ZX Spectrum, nem sequer se tinha o luxo das disquetes, e eram as cassetes que dominavam. E agora, temos o louco projecto que decidiu misturar tudo isto com o ressurgimento do interesse pelos discos de vinil, demonstrando como um computador podia arrancar DOS a partir de um disco de vinil de 10".

O sistema teve quer ser reduzido, sendo feito a partir do FreeDOS e uma variante "micro" do COMMAND.COM, contando ainda com uma ROM modificada para permitir fazer o arranque do computador directamente a partir de um modem de cassete - que neste caso faz a leitura do som a partir de um disco de vinil e não de uma cassete.

O disco em si, um disco de vinil de 10", contém um DOS de arranque com apenas 64512 bytes, sendo necessário aguardar 6 minutos e 10 segundos para o que o sistema completamente carregado, a uma velocidade de 45 rpm. Um choque nostálgico, para todos aqueles que se lembram do ritual de ligar o computador e ir fazer um café ou outra coisa, à espera que ele arrancasse. :)

Shure traz linha AONIC para o mercado nacional

23-11-2020 | 09:32 | Apps do Android


Auscultadores Aonic da Shure chegam a Portugal.


Shure, líder indiscutível desde há 95 anos em tecnologia aplicada ao áudio profissional, e através do seu distribuidor em Portugal e Espanha EARPRO, responsável oficial da marca há mais de 30 anos, uniu forças com Adam Levine para apresentar oficialmente os AONIC 50, os seus auscultadores sem fios com cancelamento de ruído e os AONIC 215, uma referência True Wireless com tecnologia Sound Isolating.

 

Depois da sua apresentação na feira CES deste ano, os AONIC 50 e AONIC 215 foram aclamados pela imprensa, assim como distinguidos por destacados críticos de tecnologia e áudio.

 

Projetados para proporcionar qualidade de som tanto para trabalhar como para os tempos-livres

 

Com um design que se inspira em décadas de experiência em áudio profissional, os auscultadores sem fios com cancelamento de ruído AONIC 50 proporcionam uma qualidade de estúdio premium no seu som, com conforto e durabilidade excecionais.

 

Os AONIC 50 são os primeiros auscultadores sem fios da Shure, e incluem cancelamento de ruído ajustável para ajudar a eliminar as distrações e permitir uma experiência realmente imersiva com apenas o premir de um botão. Os utilizadores que queiram interagir com o mundo exterior podem ativar o Modo Ambiente para ouvir o que está a acontecer no meio envolvente mais próximo.

 

As suas 20 horas de bateria com uma única carga proporcionam uma semana de uso sem necessidade de recarregamento. Os controlos táteis oferecem rápido acesso para atender chamadas, ajustar o volume ou interromper a música com apenas o premir de um botão. Os auscultadores sem fios AONIC 50 oferecem tecnologia sem fios Bluetooth® 5 para uma estabilidade otimizada e um alcance de até 10 metros. Também incluem um amplificador de alto desempenho, e são compatíveis com múltiplos codecs de áudio, incluindo Qualcomm®, aptX™, aptX™ HD, aptX™ Low Latency audio, Sony LDAC, AAC e SBC.

 

Para quando não podemos usar Bluetooth, os auscultadores sem fios AONIC 50 também permitem que os conectemos a diversos acessórios através de um cabo de áudio analógico de 3,5 mm, o qual garante uma ligação sem interrupções a qualquer dispositivo, incluindo computadores portáteis para videochamadas.

 

Som de alta qualidade em qualquer lugar

 

Construído com o mesmo design que utilizam os músicos para a monitorização in-ear no palco, os auriculares True Wireless com tecnologia Sound Isolating AONIC 215 proporcionam uma experiência de áudio impressionante, com som nítido e graves reforçados. Com um conforto excecional e um ajuste seguro no ouvido, os auriculares mantêm-se fixos, inclusive durante atividades que produzem muito movimento. A tecnologia Sound Isolating bloqueia o ruído indesejado com o pulsar de apenas um botão, e o Modo Ambiente permite aos utilizadores ouvir o mundo exterior quando o necessitem.

 

Os auriculares True Wireless AONIC 215 oferecem 8 horas de autonomia, que juntamente com as três cargas completas adicionais que podem fazer-se graças ao robusto estojo de transporte incluído prolongam a autonomia para um total de até 32 horas. Equipados com o amplificador premium de auscultadores, os AONIC 215 são compatíveis com múltiplos codecs, incluindo Qualcomm aptX, AAC e SBC e oferecem tecnologia sem fios Bluetooth 5 para uma estabilidade otimizada e um alcance de até 10 metros.

 

Os AONIC 215 incluem o mesmo premiado design modular pelo qual são conhecidos os auriculares Sound Isolating da Shure. Os utilizadores podem alternar rapidamente entre modo sem fios e com cabo através dos acessórios correspondentes. Além disso, é possível adquirir separadamente o adaptador True Wireless com Secure Fit, que transforma facilmente qualquer modelo desmontável de auriculares Shure com tecnologia Sound Isolating em auriculares True Wireless, incluindo os modelos SE846, SE535 e SE425.

 

“O design modular deste produto permite aos utilizadores transformar os AONIC 215 de True Wireless para auriculares com cabo numa questão de segundos, sem a necessidade de ter de comprar um segundo par de auriculares para aceder a qualquer uma das outras tecnologias,” explicou Matt Engstrom, diretor do departamento de Gestão Global de Produtos da Shure. “Se quiser alternar entre ouvir sem fios, no seu telefone, e ligar-se por cabo a um computador portátil para uma videochamada, apenas precisa de premir um botão, pelo que preservamos o mesmo desempenho de áudio de alta qualidade”.

 

Experiência de audição personalizada com a aplicação ShurePlus™ PLAY

 

Ao utilizar a aplicação gratuita ShurePlus™ PLAY, os utilizadores podem personalizar os níveis de cancelamento de ruído e o Modo Ambiente. Disponível para iOS e Android, a aplicação PLAY também é por si mesma um reprodutor de música com equalização, compatível com ficheiros de música standard e de alta resolução.

 

Além das suas funções principais, a aplicação PLAY permite aos utilizadores personalizar o tom e a voz dos alertas para notificações importantes, como o ligar e desligar, confirmação da ligação e nível baixo de bateria. A aplicação PLAY também pode ser usada para atualizar o firmware dos auriculares AONIC 50 e AONIC 215.

 

A marca tem estado a trabalhar com Adam Levine e os Maroon 5 desde há mais de uma década

 

A banda utiliza microfones, sistemas de monitorização e sistemas digitais sem fios da Shure, tanto para atuações ao vivo como em estúdio. A sua nova colaboração estende-se aos produtos de consumo, que oferecem aos utilizadores a mesma qualidade de som Shure em que tantos artistas como Levine confiam para gravar e executar a sua música.

 

O lançamento inclui uma campanha de marketing multiplataforma com Levine como o rosto da nova linha AONIC, incorporando a longa tradição da empresa de apoiar músicos que confiaram na equipa Shure no palco e no estúdio. Durante décadas, músicos lendários como Elvis Presley, The Beatles, Jimi Hendrix e Aretha Franklin, e os artistas de topo da atualidade, como Levine, Jennifer Lopez, Luke Bryan e J Balvin, confiaram na equipa Shure.

 

Desenvolvida por VaynerMedia e VaynerProductions, a campanha centra-se em vídeos que incluem o hit "Memories" dos Maroon 5, na sua versão remisturada por Dillon Francis. O slogan da campanha, "Para aqueles que fazem música e para todos os que a apreciam", destaca a ligação que os artistas desenvolvem com os seus fãs através da música.

 

"Trabalhar com Adam tem sido uma decisão-chave, dada a nossa relação de longa data e a sua popularidade em todo o mundo", disse Eduardo Valdes, diretor de Marketing Global e Áudio para Músicos e Consumidores da Shure. "Esta campanha visa reunir artistas e fãs, e captar a emoção e inspiração que os artistas proporcionam através da sua música. Desde as sessões iniciais de gravação no estúdio até ao lançamento oficial de um álbum, a Shure traz a nossa lendária qualidade sonora de estúdio aos amantes da música com dispositivos AONIC, que proporcionam uma experiência de alta fidelidade e de classe mundial, independentemente do local onde se encontrem os utilizadores.

 

Os AONIC 50, AONIC 215 e o adaptador True Wireless com Secure Fit estão atualmente disponíveis nos mercados português e espanhol. 

Game & Watch: Super Mario já corre Doom

23-11-2020 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A renovada Nintendo Game & Watch Super Mario já foi hackada e já corre o Doom.

A Nintendo lançou recentemente uma versão modernizada das suas primeiras máquinas de jogos, a Game & Watch: Super Mario; e bastou um dia para que a consola sucumbisse à curiosidade dos hackers. Agora, temos mais um marco, com a demonstração que esta máquina de jogos portáteis com hardware bastante modesto, pode correr o Doom.

Ora, é um Doom que não é verdadeiramente idêntico ao original, já que para caber na memória disponível desta micro-consola foi necessário "espremê-lo" ao máximo, o que significa que se tiveram que dispensar coisas como texturas, dando um aspecto completamente diferente ao jogo. Ainda assim, o objectivo era apenas demonstrar que era possível. Mas mais importante que ter o Doom a correr lá, será arranjar uma forma de executar jogos externos bastante mais simples e abrangente.


Scrum Guide 2020: what’s in it for Product Management?

23-11-2020 | 08:59 | João Craveiro

With less than two months to go, 2020 brings us an updated version of the Scrum Guide. Merits or demerits aside, Scrum is arguably a popular framework. It’s widely used as is or adapted by...

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iOS 15 abandonará iPhone 6S e SE original?

23-11-2020 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Depois de os ter mantido actualizados por cinco anos, a Apple deverá deixar os iPhone 6S e SE original de fora das actualizações para o iOS 15 no próximo ano.

A Apple tem feito um trabalho exemplar em termos de suporte de longa duração com as actualizações para os iPhone, durante um período bastante mais longo que a esmagadora maioria dos fabricantes de smartphones Android (que na maioria dos casos nem chegam aos dois anos de actualizações). Mas, também os iPhones têm limites, e no próximo ano a Apple deverá abandonar as actualizações para os iPhones 6S, que foram lançados em 2015, e os iPhone SE originais, lançados em Março de 2016.

Para além da sua idade, a Apple também poderá ter interesse adicional em abandonar o iPhone SE, pois inevitavelmente funcionará como forma de, quem ainda tiver um, se sentir mais incentivado a poder querer fazer a actualização para o novo iPhone 12 mini, cujo formato físico se torna no que de mais parecido existe nos iPhones com ecrã completo.

No entanto, ter em conta que por agora isto não passa de um rumor, e será necessário aguardar pelo menos até altura da WWDC, quando a Apple habitualmente disponibiliza as versões beta do iOS - e aí logo se descobrirá se teremos um iOS 15 para estes modelos.

Gestores e estagiários (e todo o dinheiro do mundo)

22-11-2020 | 21:06 | Gonçalo Sá

Um grupo de jovens millennials tem de mostrar o que vale e garantir um primeiro emprego no mundo da alta finança. Esta é a premissa de "INDUSTRY", a nova série britânica da HBO Portugal, que arranca com uma conjugação vibrante dos dilemas da entrada na idade adulta e de uma vida profissional sem horário de saída.

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Não é preciso ter-se grande familiaridade com as realidades e jargão do mercado financeiro para espreitar o drama criado por Mickey Down e Konrad Kay, dupla que se estreia como autora e showrunner depois de um percurso ainda curto na realização, escrita e produção (iniciado em 2014 com a comédia "Gregor", que passou despercebida).

É certo que "INDUSTRY" conta com alguns diálogos sobre temas demasiado específicos e certamente herméticos para espectadores que não tenham, pelo menos, o Financial Times nas leituras de cabeceira, mas apesar deles os autores conseguem tornar este quotidiano num banco de investimento internacional londrino numa experiência transmissível e até imersiva - isto a julgar pelos primeiros dois episódios, os únicos já estreados de uma temporada de oito.

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Mais do que números, a aposta britânica tem em vista os mecanismos das hierarquias e jogos de poder, com ramificações várias, e o papel que os conflitos de classe, raça ou género desempenham num dia-a-dia de contactos acelerados e novos empregados esmifrados. A série concentra o olhar num grupo de jovens recrutas, acabados de sair da faculdade e todos oriundos de contextos diferentes, com o foco a direccionar-se para uma afro-americana que inicia uma nova vida no muito disputado centro de Londres.

Mas a protagonista não é exactamente quem diz ser, com um currículo falsificado a ficar entre os entraves iniciais à simpatia total do espectador (o que não é um problema, ao torná-la mais intrigante). As outras personagens também se mostram contraditórias à medida que a excelência que tentam obter na vida profissional não vai tendo correspondência na pessoal - ou no que sobra dela quando a fronteira entre o trabalho e o lazer é ténue, cenário que leva a uma das situações mais abruptas e angustiantes do episódio piloto.

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"INDUSTRY" arranca a partir de alguns elementos reconhecíveis - não falta a estagiária condenada a ir buscar cafés, ou mais habitualmente refeições, nem o novato mais workaholic dos workaholics -, mas deixa uma primeira impressão na qual a espontaneidade ganha ao formulaico. E para isso talvez ajude a colaboração de Lena Dunham, realizadora do primeiro episódio, que acaba por dar o tom à série. Um tom desenvolto, às vezes frenético (a banda sonora electrónica ajuda na descarga de adrenalina), às vezes também desnecessariamente palavroso, e com alguma da sensibilidade despudorada de "Girls" (a nudez ou a crueza das cenas de sexo estão longe de ser um tabu, relacionamentos fortuitos e eventualmente frívolos também).

A frescura alarga-se ao elenco, que dá prioridade a várias caras novas (e prometedoras) nos papéis principais, bem secundadas por nomes mais experientes como Ken Leung ("Lost"), Will Tudor ("Humans") ou Freya Mavor ("Skins"). E tendo em conta esta eficácia, vincada por uma inspiração apreciável, é difícil não fechar contrato com "INDUSTRY" depois do estágio de dois episódios.

"INDUSTRY" está disponível na HBO Portugal desde 10 de Novembro e conta com episódios novos às terças-feiras.

GoDaddy sucumbe a hackers que atacaram sites de criptomoedas

22-11-2020 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

Diversos sites de criptomoedas, incluindo o popular Nicehash, foram alvo de ataque por hackers que se apoderaram do nome dos seus sites no GoDaddy.

Desta vez não foi um ataque de DNS mas sim do registo do nome do site propriamente dito. Hackers conseguiram entrar no GoDaddy usando engenharia social (o GoDaddy ainda não fez um relato mais pormenorizado do que se passou, mas pensa-se que tenha sido um ataque em que os hackers conseguiram obter os números de telefone de alguns funcionários, e conseguiram convencê-los a fazerem login numa página falsa do GoDaddy, apanhando as suas passwords), e daí começaram por redireccionar diversos sites de criptomoedas para sites falsos onde podiam tentar apanhar os dados dos respectivos clientes, e também tentando tirar partido desse acesso para tentarem conseguir controlar o seu email e, através dele, tentar fazer a recuperação de conta dessas empresas em serviços secundários (como Facebook, Twitter, etc.)

Numa empresa responsável por um serviço tão crítico, é preocupante ver que aparentemente não há qualquer sistema de protecção que evite que um acesso comprometido de um funcionário possa fazer tais estragos. Não me parece exagerado que, num serviço deste tipo, qualquer alteração feita manualmente por um funcionário tivesse que ser devidamente validada por mais dois ou três funcionários.

De notar, que tendo acesso ao sistema de alteração dos registos dos domínios, estes hackers poderiam até ter redireccionado o próprio site do Godaddy para um site malicioso, fazendo com que as posteriores tentativas de contactar o serviço, ou de lhe aceder para tentar repor os dados correctos, resultassem em ainda mais dados roubados - a não ser que o serviço tenha alguma protecção especial para evitar alterações do seu próprio domínio.

Wallpapers para iPhone 12 "transparente" e em raios-X

22-11-2020 | 18:30 | Aberto até de Madrugada

O iFixit já disponibilizou os seus habituais wallpapers "interiores" para os novos iPhone 12, em versões normais e de raio-X.

Há quem aprecie utilizar nos seus smartphones wallpapers que fazem parecer que o ecrã é transparente e revela o que está no interior do aparelho. Agora, é a vez de também os iPhone 12 receberem esse tratamento, abrangendo tanto o iPhone 12 e 12 Pro, como também o iPhone 12 mini e iPhone 12 Pro Max.

iPhone 12 mini


iPhone 12


iPhone 12 Pro


iPhone 12 Pro Max


Clicar nas imagens para as abrir em grande, e depois gravar e definir como imagem de fundo nos iPhone 12 respectivos.

SpaceX lança Falcon 9 reutilizado pela 7ª vez

22-11-2020 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

A SpaceX teve um fim-de-semana atarefado com dois lançamentos, sendo que um deles marca novo recorde de reutilização, com um Falcon 9 que vai ser lançado pela 7ª vez.

A reutilização dos foguetes é um dos pontos chaves da SpaceX para reduzir o custo de envios para o espaço, procurando reduzir o desperdício ao mínimo e reutilizando os foguetes e demais materiais. Depois dos Falcon 9 que foram voando duas, três e mais vezes, chega agora um novo recorde com um Falcon 9 que foi até ao espaço pela sétima vez.

Para não arriscar a carga de um cliente, este foguete irá transportar mais um lote de 60 satélites Starlink, expandindo a mega-constelação de satélites que promete levar internet a todo o lado e, pela altura em que este artigo for publicado, já se deverá saber se tudo correu sem incidentes.

E pode ser que em breve este tipo de lançamentos nem sequer seja olhado com estanheza. A Rocket Lab neo-zelandesa tornou-se na segunda empresa a também conseguir recuperar um foguete orbital - embora usando uma táctica bastante mais simples que a da SpaceX, limitando-se a deixar cair o foguete no mar abrandado por pára-quedas - em vez da aterragem controlada feita pelos foguetes da SpaceX. Uma opção que seguramente obrigará a muito mais trabalho (e custos) para recuperar o foguete dos danos causados pela água salgada.

OnePlus confirma que o Nord N100 tem um ecrã de 90Hz

22-11-2020 | 16:21 | Apps do Android

Continuando a estranha saga dos modelos Nord, a OnePlus lá admitiu que o Nord N100 afinal tem um ecrã de 90Hz, algo que "se esqueceu" de referir na apresentação do modelo.

Embora não tivesse feito qualquer referência ao Nord N100 vir com ecrã de 90Hz, as primeiras pessoas que o receberam descobriram essa inesperada surpresa ao visitar o ecrã de definições do ecrã.

A OnePlus, depois de inicialmente negar que o Nord N100 tinha ecrã de 90Hz, lá veio admitir que afinal tem, mas desculpando a sua posição dizendo que, devido ao processador mais modesto (Snapdragon 460), o N100 poderá não ser capaz de manter os 90Hz em todas as circunstâncias; motivo pelo qual não anuncia a funcionalidade.

Parece-me uma descoberta que mesmo assim será positiva (assumindo que o impacto na autonomia não seja demasiado), mas que infelizmente continuará a ser ensombrada pelo outro "detalhe" que a OnePlus revelou, que é o facto deste N100 e do N10 apenas terem direito a receber uma única actualização de sistema, o que coloca um ponto final na boa tradição que a OnePlus vinha a manter até ao momento.

Ableton Live 11 ganha MPE

22-11-2020 | 14:30 | Aberto até de Madrugada

O Ableton Live 11 chega com uma série de novidades, mas uma das que está em destaque é finalmente o suporte para MPE (MIDI Polyphonic Expression).

Existem muitas novas funcionalidades no Ableton Live 11, como o comping que permite gerir facilmente múltiplas versões de gravações, para se seleccionar as melhores secções de cada uma, edição melhorada, novos efeitos, novas ferramentas, etc. etc. Mas, foi também tempo da Ableton ourvir aquilo que era pedido há muito pelos utilizadores, e finalmente implementar o suporte para MPE.

O MIDI Polyphonic Expression aplica-se a uma série de equipamentos, que são capazes de transmitir múltipla informação de expressão para cada nota, que se aplica que nem uma luva a teclados como os Seaboard da Roli.




Em promoção de pré-lançamento, os interessados podem comprar o actual Ableton Live 10 com 20% de desconto, e ter direito a actualização gratuita para o Ableton Live 11 - válido para todas as edições: Ableton Live Intro (€63), Ableton Live Standard (€279), e Ableton Live Suite (€479).

XOD.io programação visual para Arduino e microcontroladores

22-11-2020 | 13:18 | A Minha Alegre Casinha

Quem se sentir intimidado pelas linguagens de programação pode optar por programação visual de Arduinos e micro-controladores com este XOD, que até pode ser experimentado no browser.

É incrível pensar que hoje em dia temos mais poder de computação num pequeno Arduino do que há umas décadas se tinha num PC de secretária (para não falar dos computadores que nos levaram até à Lua). Mas, o simples aspecto de uma linguagem de programação como C ou ASM é, muitas vezes suficiente para afastar aqueles que até gostariam de passar algumas das suas ideias para projectos práticos - sendo algo para o qual, felizmente, há solução.

Apresento-vos o XOD, um interface de programação e desenvolvimento completamente visual.

Em vez de terem que se preocupar com as linhas de código, têm apenas que ir encaixando os blocos pretendidos e fazendo as ligações respectivas. E, para começar, podem até fazê-lo directamente no browser sem terem que instalar nada; mas será necessário recorrer à versão de instalação quando quiserem aplicar os programas a um Arduino.

Para além de ser completamente gratuito, é também um projecto open-source - e fui dar com ele através deste projecto que explicava como replicar o efeito dos cartazes luminosos em neon usando fitas LED.

Apple abre as portas ao Windows nativo nos Macs M1

22-11-2020 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

Com os novos Macs com chip M1 a dificultarem a vida à Intel, a Apple diz que ter um Windows nativo a correr no M1 é algo que só depende da Microsoft.

Depois de envergonhar a Intel com os resultados do seu chip M1, a Apple pisca agora o olho à Microsoft para que se aventure a lançar um Windows que corresse nativamente nestes Macs, colocando um ponto final na hegemonia "Wintel" que tem durado há décadas. Craig Federighi diz que não há qualquer entrave a ter um Windows nativo a correr no M1, e isso nem sequer seria demasiado complicado uma vez que a MS já tem um Windows preparado para correr em chips ARM e também com emulação de x86 para correr as apps tradicionais.

A questão é que, até à data, nenhuma das máquinas Windows com ARM foi capaz de sobreassair da forma que os Macs m1 têm feito - o que deixa no ar a pergunta sobre se realmente o problema estará no hardware, ou se será simplesmente a implementação do Windows em ARM que não foi feita de forma eficiente. Se a MS lançar um Windows para os Macs M1, seria possível ver exactamente até que ponto é que apenas o sistema faria diferença.

Seria imensamente caricato se, daqui por mais três ou quatro anos, grande parte dos PCs Windows que fossem vendidos, acabassem por ser máquinas Apple!

The Grand Tour regressa em caça ao tesouro a 18 de Dezembro

22-11-2020 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

O icónico trio de ex-apresentadores do Top Gear regressa em mais um especial The Grand Tour, dedicado a uma caça ao tesouro.

Depois das polémicas que levaram à saída de Clarkson do Top Gear e levando com ele os seus compinchas para o The Grand Tour na Amazon, assistimos a uma mudança de formato. Depois de duas temporadas a tentarem replicar o anterior formato do Top Gear, a opção foi aposta apenas no formato dos episódios especiais, com maior orçamento, e que acabam por se adequar mais à interacção entre eles.

Depois de muitos meses de espera, eis que fica revelado o regresso, num especial "The Grand Tour Presents: A Massive Hunt" com uma caça ao tesouro, e onde - ao estilo habitual - as viaturas muito irão sofrer ao longo da aventura.



O The Grand Tour Presents: A Massive Hunt fica disponível no Amazon Prime Video (que está incluído no Amazon Prime) a 18 de Dezembro, trazendo uma (muito) necessária dose de boa disposição para equilibrar este terrível ano de 2020.