PlanetGeek
№ 01

Actualização .NET de Agosto pode impedir impressão

Os utilizadores Windows podem enfrentar problemas nas impressões e exportações para PDF ou XPS.

Para que o Agosto não permita férias totalmente relaxadas, a MS traz-nos mais uma série de problemas associados a actualizações. Depois dos problemas nos jogos, há um problema relacionado com uma actualizações do .NET Framework disponibilizadas durante o Patch Tuesday de Agosto de 2026. A falha está a afectar algumas aplicações que utilizam o Windows Presentation Foundation (WPF), impedindo a impressão de documentos e a exportação para formatos PDF ou XPS em determinadas situações.

Segundo a empresa, o erro pode surgir quando as aplicações tentam processar conteúdos que utilizam certos tipos de letra, incluindo a popular Calibri. Nesses casos, os utilizadores podem receber uma mensagem de erro do tipo "System.IO.FileFormatException", interrompendo a operação. O problema afecta várias versões do Windows 10, Windows 11, e também múltiplas versões do Windows Server.

Enquanto não disponibiliza uma correcção definitiva, a MS publicou uma solução temporária. Esta passa por desativar uma opção no ficheiro de configuração, no entanto, isto também previne algumas das proteções de segurança adicionadas nesta actualização, podendo expor os sistemas a vulnerabilidades que foram corrigidas recentemente. Por esse motivo, a Microsoft recomenda que isto seja feito apenas como medida temporária e em casos em que a falha de impressão ou exportação estiver a causar impacto significativo.

№ 02

PowerToys 0.101 chega com Window Hopper e outras melhorias

A MS lançou nova versão da sua colecção obrigatória de utilitários para Windows, o PowerToys 0.101, com novidades e melhorias.

A Microsoft lançou a versão 0.101 do PowerToys, trazendo várias novidades para os utilizadores Windows. Entre os destaques está o novo Window Hopper, uma ferramenta que permite alternar rapidamente entre várias janelas da mesma aplicação através de um atalho dedicado (ao estilo do ALT-TAB mas dentro da mesma app), tornando mais simples a gestão de múltiplas janelas em browsers, editores, ou File Explorer.

Outra das grandes novidades é a renovação do sistema de actualizações. Os utilizadores podem agora escolher entre os canais Stable e Insider directamente nas definições, facilitando o acesso antecipado a versões de teste. O Command Palette também recebeu um novo modo compacto, que ocupa menos espaço no ecrã e expande apenas quando são apresentados resultados de pesquisa.
A actualização continua ainda a modernização da interface com WinUI 3, abrangendo ferramentas como Quick Accent e Mouse Jump. O PowerDisplay ganhou controlo sincronizado do brilho para vários monitores, enquanto o Advanced Paste passa a suportar transformações com AI local (em PCs Copilot+), dispensando serviços na cloud para determinadas tarefas.

Além destas novidades, a versão 0.101 inclui melhorias no Shortcut Guide, ZoomIt, Mouse Highlighter, FancyZones, Keyboard Manager, Peek e várias outras utilidades. A equipa do PowerToys diz que se focou em melhorar o desempenho, a estabilidade, e a experiência geral de utilização. Um esfor;o que tem dado frutos, com algumas funconalidades planeadas para serem promovidas a funcionalidades oficiais integradas no Windows.

№ 03

Amazfit Active Max a €135

Se alguns fabricantes têm abandonado a sua presença no segmento dos smartwatches, outros há que continuam a apostar neste sector, e a Xiaomi é um desses exemplos com os seus Amazfit.

Embora não seja um smartwatch com Wear OS, o Amazfit Active Max vem com ecrã circular AMOLED de 1.5" de 3000 nits e conta com todas as funcionalidades que se esperam de um smartwatch e, para além do sensor de frequência cardíaca e SpO2, conta também com GPS - o que o torna ideal para todos os que gostam de registar o percurso de caminhadas ou corridas.
O preço deste smartwatch Amazfit Active Max é de 135 euros na Amazon Espanha.

Este smartwatch pode ser usado em combinação tanto com smartphones Android como iPhones, e tem autonomia para 25 dias em uso normal, que pode ser prolongada caso activem o modo "simplificado" de poupança de bateria. Caso recorram ao tracking contínuo de localização via GPS a autonomia irá reduzir-se, mas ainda assim promete uma autonomia de 64 horas, mais que adequada para a maioria das pessoas.


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№ 04

Apple lança Mac Mini com M6 e M5 Pro e Mac Studio com M5 Max e M5 Ultra

A Apple traz-nos novas variantes do Mac Mini e Mac Studio, com chips M5 Pro e M6 no primeiro, e M5 Max e M5 Ultra no segundo.

Depois de ter cancelado o Mac Mini de 256GB em Maio, a Apple disponibiliza agora novas versões com chips M5 Pro e M6.

O Mac Mini M6 vem com 16/24/32GB, 256GB até 2TB, e tem preço a começar nos €1079; a versão com M5 Pro (15/16c) permite até 64GB e 8TB e começa nos €2029, com o M5 Pro com (18/20c) a somar mais €220. Quem estiver interessado em maximizar todas as opções terá que pagar €7645!

Quem quiser mais, poderá optar pelo Mac Studio. O modelo com M5 Max começa nos €3049 com 36GB e 512GB, permitindo até 128GB e 8TB; o modelo M5 Ultra começa nos €6699 com 96GB de RAM e 1TB de armazenamento, podendo ir até 256GB e 16TB - variante que custará uns módicos €20.783! A Apple diz que disponibilizará uma versão com 512GB de RAM no final de Outubro, que será obviamente muito procurada para processamento AI.

São preços "absurdos", mas se olharmos para um Mac Studio com M5 Ultra e 256GB de RAM, que tem uma largura de banda de 1.2TB/s, fica por cerca de 12.500 euros - valor bastante competitivo face a algo como uma placa Nvidia RTX PRO 6000, que disponibiliza 1.7GB/s mas tem "apenas" 96GB VRAM, e que agora custa 16 mil dólares.

№ 05

Siri AI terá lista de espera no iOS 27

O acesso à nova Siri AI do iOS 27 poderá demorar a chegar a todos - e isto sem falar dos utilizadores europeus.

Parece que a Apple se quer precaver contra a eventual falta de capacidade dos servidores AI, e prepara um sistema de lista de espera para o acesso à nova Siri AI quando o iOS 27, iPadOS 27 e macOS Golden Gate forem lançados ao público nas próximas smanas. ReferÊncias encontradas nas versões beta mais recentes dos sistemas operativos revelam que a empresa está a preparar um mecanismo para gerir o acesso inicial à aguardada nova versão da Siri com inteligência artificial.

Segundo as informações descobertas, os utilizadores terão de aderir a uma lista de espera antes de poderem utilizar a Siri AI. O sistema incluirá mensagens dinâmicas que indicarão o tempo estimado de espera, permitindo à Apple actualizar esses valores de acordo com a procura e a capacidade disponível dos seus serviços. Quando o acesso estiver disponível, os utilizadores receberão uma notificação.

Isto não será propriamente novidade. A Apple já usou sistema idêntico durante o período de testes, com alguns utilizadores a aguardarem vários dias para obter acesso. No entanto, será uma total incógnita tentar prever quanto tempo as coisas poderão demorar no lançamento oficial dos novos sistemas em Setembro, para centenas de milhões de pessoas. E claro, permanece a incógnita de se/quando a Apple irá dignar-se a dar acesso aos utilizadores Europeus: já que as desculpas não convencem, sabendo-se que empresas como a OpenAI, Google, e outras, disponibilizam assistentes AI avançados por cá sem qualquer problema burocrático.

№ 06

ChatGPT com acesso às mensagens no macOS gera polémica

Diversas pessoas dizem estar "horrorizadas" com o acesso do ChatGPT às mensagens dos utilizadores no macOS.

A OpenAI lançou recentemente um novo plugin para o ChatGPT que permite interagir directamente com a aplicação Mensagens no macOS. Com isso o popular assistente AI ganha a capacidade de pesquisar conversas, analisar mensagens, sugerir respostas, e enviar iMessages, SMS e mensagens RCS a partir de um Mac.

O plugin pode ser instalado através da secção de Plugins do ChatGPT e está disponível para todos os utilizadores que possuam um Mac com processador Apple Silicon. Entre as funcionalidades destacadas pela OpenAI estão a possibilidade de procurar mensagens importantes, identificar potenciais mensagens de spam, encontrar datas de aniversário em conversas, e responder automaticamente a contactos com base na agenda do utilizador.

Everyday conversations just got easier with the new Apple Messages plugin.

Search messages, catch up on conversations, draft and send replies—all with ChatGPT on your Mac.

Now available in ChatGPT Work and Codex on desktop. pic.twitter.com/nicfZMuxZc

— ChatGPT (@ChatGPT) August 20, 2026
Por questões de segurança, o envio de mensagens requer aprovação do utilizador por predefinição. A OpenAI recomenda que não seja concedida autorização permanente para esta função. Para que a integração funcione, é necessário atribuir ao ChatGPT permissões de Acesso Total ao Disco no macOS, além de acesso aos contactos e às ferramentas de automação do sistema.

Isto tem feito surgir dois campos opostos: de um lado temos utilizadores que dizem que dar à OpenAI o acesso a todo o histórico de mensagens - que pode ter anos de mensagens - constitui um abuso de privacidade; especialmente porque vão dar acesso a mensagens com pessoas que poderiam não aceitar este tipo de acesso; do outro lado, aqueles que recordam que nunca se teve qualquer controlo sobre aquilo que pode ser feito com uma mensagem assim que chega ao destinatário, e que é um direito do utilizador decidir como as usar.

Personal liberty must be the determining principle. The owner of a device must have freedom to decide how to use it.

Neither Apple nor government should be allowed to trample this right either by blocking, surveilimg, or introducing anticompetitive friction to disadvantage AI…

— Tim Sweeney (@TimSweeneyEpic) August 25, 2026
Pode dizer-se que é algo inevitável, da mesma forma que se torna impossível evitar que o nosso contacto e número de telefone seja partilhado com o Facebook (ou outros serviços) quando outra pessoa que o tenha aceita partilhar a sua lista de contactos com determinada app. A alternativa, ao estilo do que acontece no iOS, é uma empresa assumir-se como "protectora dos utilizadores", impedindo que serviços externos tenham acesso a essas mensagens, removendo qualquer opção de escolha aos utilizadores - ficando ela própria com todos os direitos sobre isso.

№ 07

Windows 11 prepara-se para sistemas com memória unificada

O Windows está a preparar novas opções para lidar com sistemas com memória unificada, como os baseados no RTX Spark da Nvidia.

A Microsoft está a testar uma nova funcionalidade para o Windows 11 que permitirá aos utilizadores definir quanta memória unificada deve ser reservada para o GPU. Isto acontece numa altura em que se aproxima o lançamento dos primeiros portáteis equipados com chips NVIDIA RTX Spark, que usam memória unificada.

Conhecida internamente como "IntelligentCarveout", a funcionalidade permitirá ao Windows reservar memória adicional para jogos e apps de inteligência artificial mais exigentes. A descrição presente na versão de testes indica que a memória reservada para o GPU deixará de estar disponível para outras aplicações, ficando inteiramente e exclusivamente reservada.
A mudança faz sentido tendo em conta as características da RTX Spark, que pode incluir até 128 GB de memória LPDDR5X unificada partilhada entre CPU e GPU. Com este tipo de arquitectura, a possibilidade de ajustar manualmente a quantidade de memória atribuída à componente gráfica poderá ser essencial para executar modelos AI de grande dimensão e aplicações avançadas sem limitações.

Ainda assim, podemos dizer que se esperava mais. O Windows já tem capacidade de partilhar memória do sistema com o GPU (nos GPUs integrados) de forma dinâmica, e esperava-se que o mesmo pudesse acontecer com a RTX Spark, evitando a necessidade de ajustar manualmente a memória frequentemente.

Por outro lado, este chip da Nvidia arrisca-se a não ter o interesse esperado, pois a sua largura de banda de 273GB/s fica bastante abaixo do obtido por GPUs de gama média e alta (que facimente superam 1TB/s) e penaliza fortemente o seu desempenho - algo demonstrado pelo facto de estar actualmente a baixar de preço, em sentido oposto ao que tem acontecido com os GPUs.

№ 08

Ganha uma coluna Anker Soundcore Select 4 Go

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta vez é uma coluna Anker Soundcore Select 4 Go.

Para garantir que a música que têm no smartphone pode ser ouvida em alto e bom som, temos uma excelente coluna BT Soundcore Select 4 Go da Anker para vos oferecer. Esta coluna de tamanho compacto oferece autonomia até 20 horas, e promete robustez suficiente para enfrentar pó e chuva, para poder ser usada em todos os ambientes.

Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

Loading…

Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

№ 09

Google Pulse destina-se a monitorizar os Android

Alguns utilizadores Android podem ter notado uma nova app "Pulse" da Google que misteriosamente surgiu nos seus smartphones.

A app Pulse, da Google, começou a surgir como actualização disponível na Play Store, deixando muitos utilizadores curiosos sobre a sua função. Apesar de ter passado despercebida para a maioria das pessoas, a app já foi instalada em mais de 10 milhões de dispositivos e está presente em versões do Android desde pelo menos Março deste ano.

O Android Pulse funciona em background e tem como principal objectivo monitorizar o consumo de recursos do sistema. A ferramenta analisa comportamentos anormais, como aplicações que começam subitamente a consumir demasiada bateria, memória, ou capacidade de processamento, ajudando a identificar problemas que possam afectar o desempenho do smartphone.
Na prática, isto poderá permitir ao Android identificar mais rapidamente apps problemáticas e reduzir abusos por parte de apps e processos que em segundo plano.

Embora agora esteja mais visível devido à actualização através da Play Store, o Android Pulse não foi concebido para ser utilizado diretamente pelos utilizadores. Trata-se de mais um serviço da Google que funciona de forma "invisível" nos bastidores para melhorar a estabilidade e a fiabilidade do Android, contribuindo para uma melhor experiência sem exigir qualquer intervenção do utilizador.

№ 10

iPhone dobrável impressiona - mas falta a câmara telefoto

O novo iPhone dobrável tem qualidade ao nível do melhor do momento, mas a falta da câmara telefoto deixa-o atrás dos modelos Pro nas fotos e vídeo.

Estamos a poucas semanas da apresentação oficial do primeiro iPhone dobrável, conhecido nos rumores como iPhone Ultra. As mais recentes informações revelam os pensamentos dos funcionários que já puderam testar o dobrável, com opiniões bastante positivas, especialmente no que diz respeito ao design e à experiência de utilização.

Os utilizadores destacaram o formato compacto do dispositivo quando está fechado, referindo que cabe facilmente no bolso apesar de oferecer um ecrã de grandes dimensões quando aberto. A dobradiça também recebeu elogios pela sua robustez, enquanto o ecrã interior, com uma interface semelhante à de um iPad, foi considerado prático para produtividade e multitarefa. No entanto, nem tudo é positivo, a ausência de uma câmara teleobjetiva poderá desapontar alguns utilizadores que vierem dos modelos iPhone Pro, sobretudo tendo em conta o preço esperado de cerca de 2.000 dólares (ou mais).

Espera-se que este iPhone "Ultra" venha com ecrã exterior de 5.5" em formato mais quadrado e um ecrã interior dobrável de 7.76". O equipamento deverá incluir uma câmara principal de 48 MP e câmara ultra grande angular, e à semelhança dos iPads, optar por um sensor Touch ID integrado no botão de power em vez do Face ID. A apresentação oficial é esperada para o próximo mês.


№ 11

Campanha de phishing usa Google Docs para tentar enganar hackers

Uma campanha de phishing está a tentar enganar hackers usando documentos partilhados via Google Docs como vector de ataque.

Investigadores de segurança descobriram uma nova campanha de phishing que está a visar participantes das conferências Black Hat e DEF CON. Os atacantes utilizam mensagens privadas na rede social X, fazendo-se passar por organizadores de eventos, para ganhar a confiança das vítimas e levá-las a abrir documentos aparentemente legítimos via Google Docs.

O ataque destaca-se pela utilização de um Google Apps Script malicioso que transforma um simples documento numa ferramenta de infecção. Depois da vítima introduzir uma suposta chave de acesso fornecida pelos atacantes, o documento apresenta uma mensagem de erro e uma série de instruções para "resolver o problema" com supostas actualizações de software, que na realidade fazem a instalação de malware. No macOS, a campanha distribui o conhecido infostealer Atomic macOS Stealer (AMOS), enquanto no Windows são instalados componentes como o NetSupport RAT, malware direccionado para carteiras Ledger e ferramentas capazes de interceptar tráfego de rede.
Os investigadores descobriram ainda uma segunda fase do esquema. Quando as vítimas não caem na primeira tentativa, os atacantes enviam um novo documento que imita o serviço DocSend. Este conduz ao download de instaladores falsos para Windows e macOS, disfarçados de aplicações legítimas, mas que acabam por descarregar mais malware e abrir portas de acesso remoto aos sistemas comprometidos.

Segundo a análise, o objectivo final parece ser o roubo de credenciais, dados pessoais, e criptomoedas. Obviamente, o simples acto de alguém estranho estar a pedir para se fazer copy-paste de comandos no Terminal, instalar actualizações manuais, ou executar scripts PowerShell dever\\ao ser suficientes para que qualquer pessoa pense bem naquilo que está a fazer. É bastante optimista destes atacantes acharem que estas tácticas funcionarão contra hackers e investigadores de segurança mas, como se costuma dizer, "no melhor pano cai a nódoa", e não têm nada a perder: na pior hipótese não conseguem nada, em caso de qualquer desatenção ou alvo mais ingénuo, somam mais uma vítima.

№ 12

Smart App Control com activação sem reinstalação do Windows

A MS facilitou o uso do Smart App Control, sendo agora possível activá-lo sem que se tenha que reinstalar o Windows de raiz.

Os utilizadores do Windows 11 já não precisam de fazer uma instalação limpa do sistema para activar o Smart App Control, uma funcionalidade de segurança que pode melhorar o desempenho do PC, particularmente nas máquinas mais modestas. Esta alteração elimina uma das maiores limitações da ferramenta e torna-a mais acessível para quem quiser tirar partido dos seus benefícios, ou simplesmente experimentá-la para ver o efeito.

Lançado com o Windows 11 22H2, o Smart App Control utiliza análise na cloud e informações de assinatura de código para bloquear aplicações potencialmente perigosas antes de serem executadas. Segundo a MS, como este sistema impede a execução de software malicioso logo desde o início, reduz a necessidade de verificações constantes em segundo plano, consumindo menos recursos que soluções de seguranºa tradicionais.

O maior problema é que até agora, a Microsoft exigia uma instalação limpa do Windows 11 para activar esta funcionalidade, algo que afastava muitos utilizadores. No entanto, a empresa começou a remover essa exigência, sendo agora possível activar ou desactivar o Smart App Control nas definições do sistema sem necessidade de reinstalação do sistema.

A opção está disponível em Definições > Segurança do Windows > Controlo de aplicações e navegador > Smart App Control. Com esta mudança, qualquer computador com o Windows 11 22H2 ou mais recente pode experimentar a funcionalidade. No entanto há que ter em conta que para tal também terão que aceitar o envio de dados adicionais para a Microsoft.

№ 13

Headphones Corsair HS80 RGB a €71

Se gostam de ouvir todos os detalhes nos jogos, sem limitações de volume independentemente da hora do dia ou da noite, uns headphones gaming wireless como estes Corsair HS80 RGB podem fazer toda a diferença.

Quer seja para poderem jogar jogos de guerra recheados de explosões às altas horas de madrugada, ou para facilmente comunicarem com os demais jogadores da vossa equipa, uns headphones gaming com microfone tornam-se num acessório indispensável. No caso destes Corsair HS80 RGB, temos direito às almofadas com espuma visco-elástica para maior conforto, e com banda de suporte para que o arco superior dos headphones não fique em contacto directo com a cabeça, aumentando a comodidade em sessões mais prolongadas.
Estes Corsair HS80 RGB Wireless estão disponível por 71 euros na Amazon Espanha.

Apesar de terem RGB no nome, importa realçar que se trata de um modelo bastante discreto, apenas com o logotipo iluminado nos headphones e um pequeno aro luminoso no microfone - que até serve para indicar quando está em mute.

Se procurarem algo mais em conta podem espreitar os Corsair HS55; ou podem considerar os Corsair HS60 Haptic com vibrações que se podem sentir - que já por cá passaram e nos surpreenderam pela positiva. Todos eles têm controlos (mute, volume, etc.) directamente nos headphones, evitando a necessidade de um dongle pendurado no cabo.


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№ 14

Xiaomi revela Xring O3, D100 e O100

A Xiami revelou os primeiros chips Xring com forte aposta no desempenho e no processamento AI, os Xring O3, Xring D100 e Xring O100.

A Xiaomi apresentou na China a sua nova plataforma Xring, composta pelos chips Xring O3, Xring D100 e Xring O100. A estrela do anúncio é o Xring O3, um processador topo de gama orientado para inteligência artificial que promete um grande salto em desempenho e eficiência para smartphones e tablets da marca.

O Xring O3 conta com um CPU de dez núcleos de alto desempenho, um novo GPU G2-Ultra NX, e NPU capaz de atingir 200 TOPS de capacidade de processamento AI. Segundo a Xiaomi, o chip alcançou mais de 5.22 milhões de pontos no AnTuTu e oferece melhorias significativas tanto no desempenho gráfico como na eficiência energética. O processador também estreia suporte para memória LPDDR6, tornando-se o primeiro chip móvel do mundo a suportar esta memória.
Xring O3:
- 10 cores CPU
2 x 4.35 GHz C1-Ultra
4 x 3.68 GHz C1-Premium
4 x 3.15 GHz C1-Pro

- 16-core G2-Ultra NX GPU
- 4-core NPU de 200 TOPS
- TSMC 3nm
- LPDDR6 RAM
- 5.22 milhões no AnTuTu
- Geekbench: 3.945 single-core e 15.221 multi-core

Xring O100:
- 6nm wafer-level vertical stacking (wafer on wafer)
- AI accelerator chip for large-scale edge computing
- Ultra-high bandwidth of 1.22 TB/s
- Edge inference speed up to 330 TPS

Xring D100:
- 3nm AI chip for intelligent autonomous driving with high computing power
- 20-core high-performance CPU
- 16-core high-performance NPU
- 160GB unified memory that can deploy ultra-large models with up to 200B parameters

Além do novo SoC para dispositivos móveis, a Xiaomi apresentou o Xring D100, um chip de 3 nm destinado à condução inteligente e aplicações avançadas de AI, e o Xring O100, uma solução de aceleração AI com elevada largura de banda para utilização em smartphones, automóveis e robôs. Os dois chips já estão concluídos e deverão entrar em comercialização durante o próximo ano.

Para tirar partido de tudo isto, a Xiaomi também revelou um AI Cube, um PC equipado com estes três chips, destinado a correr modelos AI localmente, mas sem indicação se será lançado como produto comercial ou será apenas um "devkit" de acesso limitado.
O Xiaomi 18 Fold será o primeiro equipamento a chegar ao mercado com o Xring O3, seguido pelo Xiaomi Pad 9 Pro Max. Ambos os dispositivos têm lançamento previsto para o próximo mês na China, e depressa revelarão se os números apresentados pela Xiaomi se confirmarão em testes de uso real - jã que teremos que ver também os aspectos da eficiência energética e aquecimento.


№ 15

MS tenta forçar uso do Edge em Android

A MS tem nova táctica discutível para tentar forçar o uso do Edge em Android, restringindo o uso de temas.

A Microsoft está a testar uma nova forma de "incentivar" a utilização do Edge no Android. Nas versões mais recentes do Edge Canary, os utilizadores podem experimentar novos temas visuais com imagens de fundo personalizadas, mas existe uma condição: os utilizadores têm que definir o Edge como browser predefinido do sistema.

A restrição foi identificada na versão de testes do browser e, por agora, ainda não chegou às versões estáveis do Edge. Isto significa que a Microsoft ainda poderá alterar ou remover este requisito antes de disponibilizar a funcionalidade ao público em geral.

Microsoft has added new image themes in Edge Canary for Android, but to use them as your NTP background, you have to set Edge as your default browser. All browsers use tactics to motivate you to make them your default, and Edge is no exception 🤷 https://t.co/sK1xv7W0RC pic.twitter.com/VVIPywivm2

— Leopeva64 (@Leopeva64) August 21, 2026
A empresa tem um longo historial de tentativas para forçar a adopção do Edge. Algumas delas são positivas, como a aposta em funcionalidades exclusivas; mas outras são bastante criticáveis, como as muitas formas que tentaram dificultar a mudança para outros browser prédefinido no Windows 11. No Android, o desafio é diferente, começando pelo facto do Edge nem sequer estar de origem no sistema, tendo primeiro que convencer os utilizadores a instalá-lo nos seus smartphones e tablets.

Ficará por demonstrar se esta exigência de defini-lo como browser do sistema para poder usar temas irá funcionar, ou se poderá acabar por ter o efeito contrário, chateando os utilizadores ao ponto de acharem que está no momento de o desinstalarem.

№ 16

Fita LED Govee TV Ambilight com câmara a €53

É mais fácil que nunca recriar o efeito "ambilight", com este conjunto de fita LED RGB com câmara, capaz de ajustar as cores em função do que estiver no ecrã.

Há muito que recomendamos a utilização de uma fita LED para colocar atrás de um televisor ou monitor, para criar uma luminosidade que reduz o cansaço visual, especialmente numa sala completamente às escuras. Fitas LED RGB para TV arranjam-se por cerca de 10 euros ou pouco mais, e mais recentemente começaram a surgir conjuntos com um sensor de cor por menos de 20 euros que podem ir mudando de cor. Mas se querem a experiência ambilight completa, com cores diferentes ao longo das margens do ecrã, então será preciso um modelo mais evoluído, como este da Govee.

Esta fita LED Govee com câmara está disponível por 53 euros na Amazon Espanha.

Em vez de um simples sensor de cor, este conjunto vem com uma câmara que se deve colocar no topo do ecrã, e que vai analisar as imagens do que quer que se estiver a ver, fazendo sincronizar as cores da fita LED apropriadamente para cada secção das margens - e não apenas uma única cor como nas propostas anteriores. É também, apesar dos projectos open-source ambilight que dependem de uma entrada HDMI, uma das poucas soluções para quem quer o efeito ambilight mesmo quando utiliza apps internas da Smart TV, como Netflix, Disney, etc. já que este sistema funciona para todo e qualquer conteúdo que aparecer no ecrã, independentemente da sua origem.


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№ 17

PINE64 suspende produção por custo da RAM

O custo elevado da memória RAM obrigou a PINE64 a suspender a produção dos seus mini-computadores.

Muitos utilizadores já sentiram na pele os aumentos nos Raspberry Pi, mas em vez de seguir o mesmo caminho a PINE64 vai optar por interromper a produção dos seus SBC devido ao aumento significativo dos preços da memória DRAM e do armazenamento eMMC. Tal como todos nós, também eles dizem não saber quando é que as coisas poderão voltar ao normal, atirando para 2027 uma reavaliação da situação.

A escassez e o elevado custo destes componentes tornaram economicamente inviável continuar a produzir dispositivos como o PineNote e o PineTab2 sem aumentar os preços para níveis considerados inaceitáveis (por exemplo, um RPI5 de 16GB custa actualmente 338 euros, e mesmo a versão de 4GB está nos 120 euros - bem longe dos valores em que o RPI era considerado um mini-PC de baixo custo). As unidades em stock deverão esgotar nos próximos meses e, quando isso acontecer, não estão previstos novos lotes de produção. Embora não referindo directamente a culpa da AI, é sabido que tem sido esse sector da indústria a açambarcar a quase totalidade da produção disponível de RAM, penalizando tanto os consumidores como os fabricantes de hardware de pequena dimensão.


Apesar da decisão, a PINE64 não está a abandonar o mercado tecnológico. A empresa continuará a produzir equipamentos menos dependentes destes componentes. Produtos como o smartwatch PineTime, a estação de alimentação PinePower, e o ferro de soldar Pinecil continuarão disponíveis.

№ 18

Apple corta no Vision Pro

Parecendo confirmar os rumores de cepticismo no Vision Pro, o novo CEO da Apple está a fazer limpeza quase total nalgumas equipas.

Os efeitos do novo CEO John Ternus parecem já estar a fazer-se sentir no interior da Apple. Uma reestruturação resultou na eliminação de cerca de 200 postos de trabalho ligados ao Vision Pro. A medida faz parte de uma reorganização estratégica destinada a concentrar recursos nas áreas consideradas mais importantes para o futuro da empresa, com especial destaque para a inteligência artificial.

Uma das áreas particularmente afectadas foi a dos óculos Vision Pro. A Apple terá encerrado grande parte da equipa dedicada a jogos para o headset e reduzido significativamente os recursos destinados à produção de conteúdos imersivos. Segundo as informações disponíveis, a decisão está relacionada com a utilização limitada destas funcionalidades pelos utilizadores e com os elevados custos de produção, que podiam atingir milhões de dólares por projecto. A ideia será continuar a disponibilizar experiências imersivas para o Vision Pro, mas apostando em conteúdos desenvolvidos por terceiros. Apesar dos cortes, a Apple garantiu aos funcionários que o Vision Pro e o sistema operativo visionOS continuam a fazer parte dos seus planos de longo prazo.

Isto parece espelhar as informações que têm circulado hã muito, de que John Ternus nunca foi um grande fã dos Vision Pro. Apesar de publicamente "vestir a camisola" e dizer que é um excelente produto, internamente sempre manteve uma postura contrária, acreditando que era uma má aposta para a Apple. Apesar dos Vision Pro serem considerados dos melhores óculos VR disponíveis actualmente, o seu preço elevado continuar a fazer dele um produto de nicho apenas para um pequeno grupo de pessoas - e ainda menos as que lhe dão uso regular.

№ 19

Webcam Anker PowerConf C200 2K a €55

Melhorar a qualidade de vídeo nas video-conferências ganhou uma importância fundamental, e por isso hoje trazemos-vos uma webcam Anker PowerConf C200 que poderá fazer isso e está disponível para entrega imediata.

Depois do período de confinamento COVID ter promovido o tele-trabalho, aulas remotas, e muitas videoconferências, passou a dar-se valor a um componente que até aqui era quase sempre ignorado: a câmara utilizada. E se a webcam de baixo custo integrada no portátil ou que usam no computador desktop não satisfizer, há opções de melhor qualidade, como é o caso desta webcam da Anker com qualidade 2K e microfones com cancelamento de ruído. Uma câmara que está disponível a preço interessante, fazendo esquecer a época dos preços inflacionados da pandemia.
Esta Anker PowerConf C200 2K está disponível por 55 euros com envio da Amazon Espanha - desconto de 8% aplicado automaticamente.

A câmara conta com um sistema de clip que lhe permite ser posicionada na parte superior de um monitor ou ecrã de um portátil. Conta também com um obturador integrado para total de privacidade, cobrindo a objectiva quando não estiver a ser usada.

Se quiserem algo ainda melhor, podem dar o salto para uma webcam 4K, mas será discutível se efectivamente compensa em relação custo/benefício.


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№ 20

Substituição da câmara do Honor Robot Phone é cara - mas motherboard custa muito mais

Trocar a câmara gimbal do Honor Robot Phone custa mais de 390 euros, mas até fica barato face a trocar a motherboard do smartphone.

A Honor revelou os preços oficiais de reparação dos diversos componentes do seu curioso Robot Phone na China, e os valores mostram que a inovadora câmara com gimbal integrado poderá tornar-se um problema caro em caso de acidente; mas não o mais caro.

Devido à complexidade do mecanismo e ao grande número de componentes móveis, a substituição do módulo de câmara gimbal é uma das reparações mais dispendiosas do equipamento. Segundo a tabela divulgada pela fabricante, a troca da câmara principal com gimbal custa 391 euros. Em comparação, a substituição da câmara teleobjetiva tem um custo de 111 euros, enquanto a câmara ultra grande angular custa apenas 25 euros.

Outros componentes de substituição habitual estão dentro dos valores esperados. A substituição do ecrã está fixada nos 175 euros, enquanto uma nova bateria custa 40 euros. No entanto, a peça mais cara, começando nos 585 euros para o modelo de 12/512GB, e podendo chegar aos 840 euros(!) na versão com 16 GB de RAM e 1 TB de armazenamento - mais de metade do preço do preço total de venda (€1654).