PlanetGeek
№ 01

Google lança recuperação de conta por vídeo selfie

A Google está a permitir novo processo de recuperação de conta através de vídeo do rosto.

A Google lançou uma nova opção de recuperação de contas que utiliza um vídeo selfie como método de autenticação. A funcionalidade oferece uma alternativa aos métodos tradicionais, como passkeys, contactos de recuperação, e dispositivos de confiança, para ajudar os utilizadores a recuperar o acesso quando não conseguem iniciar sessão.

Para configurar esta opção, basta gravar um pequeno vídeo selfie seguindo as instruções apresentadas no ecrã, que incluem diferentes movimentos da cabeça para captar vários ângulos do rosto. O vídeo é armazenado de forma encriptada na conta Google e poderá ser utilizado futuramente para confirmar a identidade do utilizador. Quando for necessário recuperar o acesso à conta, a Google compara um novo vídeo selfie com o que foi previamente guardado. A Google assegura que o sistema utiliza várias camadas de segurança para dificultar tentativas de fraude, incluindo ataques com imagens ou vídeos gerados por AI.

A funcionalidade já tinha sido testada no Brasil e está agora a ser disponibilizada para contas Google pessoais. No entanto, não está disponível para contas Google Workspace, contas de menores de idade, ou contas protegidas pelo programa Advanced Protection Program.

シンプルな3Dモデルを操作してリアルタイムで女性へ変換
やっぱり動画生成はリアルタイムだと触っているだけで面白い
引き続きLucy 2.5 Realtimeを使用 pic.twitter.com/4bSMIzYcHM

— Hirokazu Yokohara (@Yokohara_h) July 22, 2026
O grande problema é que este suposto método de segurança pode acabar por se tornar numa nova vertente de ataque. Isto porque, como se pode ver no vídeo acima, as ferramentas AI estão cada vez mais poderosas a nível da geração de vídeo - e o exemplo mostrado é de um que faz a geração de vídeo em tempo real, permitindo manipular os movimentos e posição da cabeça, e expressões, em tempo real. Como tal, será uma questão de acreditar mais na capacidade da Google em reconhecer tais vídeos, do que na velocidade do avanço das ferramentas AI que os permitem fazer.

№ 02

Powerbank UGREEN 145W 20000mAh com Qi2 a €101

Para aqueles que procuram a máxima autonomia longe de uma tomada ou porta USB, este mega power bank de 145 W da UGREEN assegura que ficarão bem servidos.

Os powerbanks há muito que são companhia habitual de muitos utilizadores, permitindo uma utilização intensiva e despreocupada de smartphones e tablets, sabendo-se que a sua autonomia poderá ser prolongada assim que for necessário sem estar dependente da proximidade de uma tomada eléctrica ou carregador. E no caso deste powerbank UGREEN Nexode não só temos uma capacidade ultra generosa, como a possibilidade de carregamento rápido de alta potência e ainda carregamento wireless Qi2.
Este power bank UGREEN Nexode Power Bank 20000mAh 145W está disponível por 101 euros na Amazon Espanha.


Além de poder ser recarregado rapidamente a 65 W, o seu elemento de destaque é permitir o uso simultâneo das portas USB para carregamentos rápidos até um máximo total de 145W. A isto soma-se a capacidade de carregar um smartphone Qi2 (como os iPhones com MagSafe), evitando o uso de um porta e cabo - o que ajuda a compensar o facto de ter apenas uma porta USB-A e duas USB-C. Outro ponto positivo é o facto de ter um ecrã que permite acompanhar em tempo real o estado de cada porta, o que se torna bastante prático para saber se os carregamentos estão a ser feitos à velocidade pretendida, e ajudando a identificar problemas com cabos.


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№ 03

Android 17 facilita migração de iPhones

Quem tiver um iPhone e quiser mudar para um Android fica com a vida um pouco mais fácil no Android 17.

O Android 17 chega com nova ferramenta de migração que torna a passagem de um iPhone para um smartphone Android muito mais simples. A actualização permite transferir um maior número de dados directamente entre os dois dispositivos, sem necessidade de instalar apps adicionais.

Além de fotografias, vídeos, contactos, mensagens e calendários, a nova ferramenta suporta a transferência de contas Google, passwords, passkeys, credenciais WiFi, eSIM, dados de apps, histórico do iMessage, Voice Memos, conversas do WhatsApp, alarmes, definições do dispositivo, e até a disposição do ecrã inicial. Para utilizar esta funcionalidade é necessário que o iPhone esteja a executar o iOS 26.3 ou uma versão mais recente.
Esta melhoria resulta das exigências da Digital Markets Act (DMA) da União Europeia, que obriga empresas como a Apple e a Google a facilitar a portabilidade de dados entre plataformas e a reduzir a dependência num único ecossistema. A legislação também levou à implementação de um processo mais simples para transferir eSIM entre dispositivos.

A nova experiência de migração foi estreada nos recém-anunciados Samsung Galaxy Z Fold8 e Galaxy Z Flip8 com o Android 17, mas também já está a ser distribuída nos smartphones Google Pixel compatíveis (série 8, 9, e 10).

№ 04

Nokia 123 Shield é barato e resistente

O mais recente Nokia 123 Shield é um telemóvel simples, económico e robusto.

Os Nokia sempre foram considerados "telemóveis de guerra" capazes de sobreviver a quedas e outros acidentes sem problemas (bastava voltar a encaixar as baterias e tampas), e agora temos um novo modelo que promete expandir essa robustez. A HMD apresentou o Nokia 123 Shield, um novo telemóvel básico concebido para quem procura um equipamento resistente e acessível. A empresa descreve-o como o seu modelo mais económico com protecção contra água e poeiras, sendo especialmente indicado para utilização em ambientes de trabalho no exterior.

O Nokia 123 Shield cumpre os requisitos da certificação IP65, oferecendo resistência à chuva, salpicos, areia e pó. O equipamento inclui laterais com acabamento antiderrapante e uma protecção em borracha para as portas de carregamento e dos auscultadores. A HMD refere também que o telefone foi optimizado para proporcionar chamadas mais estáveis e melhor recepção de sinal do que outros modelos 2G da marca. O uso como lanterna também foi melhorado, com luz 300% mais forte que o Nokia 110.
O telemóvel está equipado com um ecrã QVGA de 2.4", processador Unisoc SC6531E, 4MB de RAM, 4MB de armazenamento interno e suporte para cartões microSD até 32GB. Inclui ainda uma câmara traseira QVGA com flash LED, que também pode ser utilizado como lanterna, uma bateria removível de 1.750mAh com carregamento por USB-C, autonomia até 19 dias em standby e cerca de 28 horas de conversação.

O Nokia 123 Shield suporta Dual SIM, rádio FM com e sem fios e entrada para auscultadores de 3,5 mm. O modelo está disponível nas cores verde e roxo, com um preço que ronda os 35 a 40 euros, dependendo do mercado.

№ 05

Análise câmara solar Reolink

Solução perfeita para manter a vigilância no exterior quando não há electricidade por perto, as câmaras solares da Reolink são uma opção a considerar.

Longe vão os tempos em que uma câmara de vigilância era um dispositivo dispendioso e só ao alcance dos mais endinheirados. A evolução da tecnologia fez com que os preços baixassem, ao ponto de hoje em dia o factor custo ter deixado de ser um entrave. Em vez disso, as preocupações vão para outras questões, como a facilidade de instalação. Se o WiFi veio resolver a questão de nos livrar dos cabos de comunicação, as câmaras solares surgem como proposta para colocar câmaras em qualquer lugar, sem necessitarem de cabos de alimentação de energia.

A Reolink Argus PT

A Reolink enviou-me duas câmaras solares com pan-tilt, que curiosamente chegam com painéis solares diferenciados. Uma delas com um "mini" painel solar, outra com um painel solar de maior dimensão. Nas caixas, além das câmaras, temos todos os acessórios necessários para instalar a câmara e painéis solares em paredes, ou tubos (com uma cinta de aperto).
As câmaras têm microfone e coluna, para se ouvir e poder falar, e contam com sensor de movimento e iluminação IR. Também suportam cartão microSD para armazenamento local, a par de armazenamento na cloud (pago) com período de testes gratuito.


Os painéis solares

Confesso que fiquei curioso ao receber ambas as câmaras, pois desde logo se tornava visível que uma das caixas não tinha tamanho suficiente para o painel solar que recebi na primeira câmara (a não ser que a Reolink tivesse inovado com painéis solares dobráveis).
Como a produção solar está directamente relacionada com a área do painel, temos que o painel solar maior pode fornecer até 3.2W a 6V, enquanto que o mais pequeno se fica pelos 1.9W a 5.4V.
No primeiro caso o cabo de ligação é bastante extenso, facilitando a colocação do painel em locais apropriados. No segundo, a Reolink optou por outra solução: o cabo do painel é bastante curto, mas disponibiliza uma extensão (incluída) para o prolongar caso seja necessário. É algo que pode facilitar a instalação de quem coloca o painel junto à câmara.


Em funcionamento

Embora já tivesse brincado com algumas câmaras solares de baixo custo no passado (na maioria das vezes com resultados nem sempre positivos), confesso que andava bastante curioso para ver como as coisas estariam actualmente, especialmente a nível de marcas com maior reputação na área. Ora, este teste da Reolink veio mesmo a calhar para isso.

Embora pessoalmente recomende que, para instalações permanentes, se coloquem as câmaras nos suportes (como na imagem acima) e a câmara posicionada para baixo - permitindo uma maior protecção contra a chuva - no caso deste teste limitei-me a deixar as câmaras em posição "webcam" orientadas para cima. É algo que não tem qualquer impacto a nível do funcionamento ou captação de imagens, mas que poderá ter efeito a longo prazo. Adicionalmente, para a aplicação típica, de vigilância, isso também permite uma melhor actuação do sensor de movimento integrado, em coisas como vigilância de portas, garagens, ou terrenos.
Começando pelo início, o processo de instalação é feito através de uma app, e tudo decorreu sem incidentes a nível de detectar as câmaras e ligá-las à rede WiFi. Dito isso, nem tudo foi perfeito, nomeadamente a nível da criação da conta Reolink. Embora o processo dissesse que era possível fazer login com uma conta Google, tentar fazê-lo direccionava-me continuamente para uma página inexistente, o que não permitiu essa opção. Felizmente, criar uma conta da forma tradicional funcionou, e deu para avançar.
A app é de uso simples mas disponibiliza funções práticas, incluindo atalhos para se configurar como se quer receber diferentes tipos de alerta (notificação, email, etc.) assim como métodos para os desactivar - por exemplo, quando se está em casa.

Algo que me surpreendeu, pela positiva, é a existência de uma página bastante detalhada referente à bateria. Aqui podemos não só ver o nível de uso de energia da câmara (com diferenciação para as activações automáticas como o uso manual), como também a do carregamento do painel solar, tanto nas últimas 24 horas como nas últimas 4 semanas. É excelente para se ficar com uma boa ideia do uso da câmara e comportamento dos painéis.
Quanto à qualidade de imagem em si, há que ter em consideração que estamos a falar de câmaras de segmento "económico" (cerca de 100 euros), pelo que não há milagres. Ainda assim, têm qualidade mais que suficiente para se ver o que se passa, de noite ou de dia, e perfeitamente adequadas para a função principal de vigiar coisas a curta/média distância.

Apreciação final

Ao contrário de experiências anteriores, desta vez a experiência com as câmaras solares revelou-se bastante positiva. A grande questão para um produto deste tipo é saber se a câmara efectivamente é capaz de funcionar a tempo inteiro exclusivamente com painel solar, e a resposta é: sim. A Reolink promete que basta 1 hora de sol por dia para que a câmara acumule energia para cerca de 3 meses de uso. Não pus isso à prova (e pode ser que se trate dos habituais excessos das equipas de marketing), mas a verdade é que, começando com as câmaras com bateria a nível reduzido, as mesmas chegaram a 100% ao fim de 1 ou 2 dias. Por outro lado, há que ter em conta que estamos na época de Verão e com dias cheios de sol, e vai ser interessante ver qual o comportamento na fase de inverno. Mas, pelos testes que fiz a tapar os painéis, as coisas são positivas - mas são situações que podem variar: se se colocar a câmara num ponto com movimentos frequentes ao longo dia ou da noite, é certo que irá ter um consumo maior.

A sua grande vantagem é que, sem dependência de cabos de electricidade por perto, se fica totalmente livre para poder posicionar a câmara onde bem se entender (dentro do raio de cobertura da rede WiFi claro; se não houver WiFi, a Reolink tem outros modelos com ligação 4G). Pode apenas criticar-se que a Reolink não disponibilize uma modalidade grátis - mesmo que limitada - para o armazenamento na cloud. Isto limita os utilizadores a verem os alertas logo no momento, ou a que instalem um cartão de memória (que se torna irrelevante em casos em que a própria câmara seja danificada ou roubada).

Como ponto positivo é que, mesmo tratando-se de câmaras solares, o seu funcionamento é idêntico ao das câmaras com cabo: podemos aceder à visão em tempo real a qualquer instante, sem atrasos na ligação. Como tal, e tendo em conta que se tratam de câmaras com preço relativamente acessível, são merecedoras do nosso "Escaldante".

Câmara solar Reolink

Escaldante

Prós
  • Autonomia
  • Simplicidade de instalação e uso
  • Preço

Contras
  • Configuração inicial não aceitou conta Google
  • Armazenamento na cloud pago


Câmara solar Reolink

Escaldante (5/5)
№ 06

Chrome com pedidos de notificação menos intrusivos

O Chrome está a preparar um pedido de notificações menos intrusivo para os sites na web.

Os pedidos de notificações nos sites são uma das pragas que rivaliza com os popups dos cookies, mas que felizmente vão ficar menos incomodativos. A Google está a preparar uma alteração no Chrome para Android que promete tornar a navegação menos incómoda. A partir do Chrome 155, os pedidos de autorização para enviar notificações deixarão de surgir como janelas popup que ocupam o ecrã, passando a ser apresentados de forma mais discreta.

Com o novo sistema, o pedido de notificações aparece num formato compacto e desaparece automaticamente caso o utilizador não interaja com ele. Esta mudança pretende reduzir a chamada "fadiga das notificações", mantendo uma experiência mais fluida.
Outra novidade é que os utilizadores poderão activar as notificações de um site mais tarde através das Site Controls do Chrome, sem terem de esperar que a página volte a apresentar o pedido. Isto oferece maior controlo sobre as permissões concedidas durante a navegação.

Ainda assim, poderá criticar-se que este novo mini-popup apresente somente a opção de "aceitar" de forma imediatamente visível, sendo necessários toques adicionais (ou aguardar) para dizer que não se querem notificações. O melhor mesmo é optar pela opção nuclear, e bloquear totalmente os pedidos de notificações no Chrome, resolvendo o problema pela raiz. No Chrome mobile isso pode ser feito em Settings > Site Settings > Notifications; no Chrome desktop está em Settings > Privacy and security > Site settings > Notifications.

№ 07

WhatsApp melhora integração com CarPlay e Android Auto

A mais recente ronda de melhorias do WhatsApp foca-se no uso no carro, partilha de música, e outras coisas.

O WhatsApp anunciou várias novidades que melhoram a experiência da app em diferentes plataformas. Entre as principais actualizações estão melhorias na integração com Apple CarPlay e Android Auto, a possibilidade de criar uma conta diretamente no iPad, além de novas funcionalidades para partilha de música e visualização de documentos.

A integração com os sistemas de infoentretenimento dos automóveis foi expandida, permitindo agora não só enviar mensagens e fazer chamadas, mas também ouvir e responder a mensagens, consultar o histórico de chamadas, e aceder rapidamente aos contactos favoritos. No iPad, os utilizadores passam a poder criar uma conta directamente na app, sem necessidade de a associar previamente a um smartphone - embora continue a ser obrigatório um número de telefone para concluir o registo inicial.

Outra novidade permite partilhar músicas do Apple Music e Spotify directamente no Estado do WhatsApp, tornando as publicações mais personalizadas. Além disso, os ficheiros PDF podem agora ser abertos directamente na app para desktop e na versão web, com suporte para pequenas edições, como destacar texto e adicionar anotações.

Estas novidades juntam-se às funcionalidades lançadas nos últimos meses, como os nomes de utilizador, que permitem partilhar o perfil sem divulgar o número de telefone, e o plano de subscrição WhatsApp Plus, que adiciona opções de personalização e outras funcionalidades exclusivas para os utilizadores.

№ 08

Fita LED Govee TV Ambilight com câmara a €53

É mais fácil que nunca recriar o efeito "ambilight", com este conjunto de fita LED RGB com câmara, capaz de ajustar as cores em função do que estiver no ecrã.

Há muito que recomendamos a utilização de uma fita LED para colocar atrás de um televisor ou monitor, para criar uma luminosidade que reduz o cansaço visual, especialmente numa sala completamente às escuras. Fitas LED RGB para TV arranjam-se por cerca de 10 euros ou pouco mais, e mais recentemente começaram a surgir conjuntos com um sensor de cor por menos de 20 euros que podem ir mudando de cor. Mas se querem a experiência ambilight completa, com cores diferentes ao longo das margens do ecrã, então será preciso um modelo mais evoluído, como este da Govee.
Esta fita LED Govee com câmara está disponível por 53 euros na Amazon Espanha - activar desconto de 25%.

Em vez de um simples sensor de cor, este conjunto vem com uma câmara que se deve colocar no topo do ecrã, e que vai analisar as imagens do que quer que se estiver a ver, fazendo sincronizar as cores da fita LED apropriadamente para cada secção das margens - e não apenas uma única cor como nas propostas anteriores. É também, apesar dos projectos open-source ambilight que dependem de uma entrada HDMI, uma das poucas soluções para quem quer o efeito ambilight mesmo quando utiliza apps internas da Smart TV, como Netflix, Disney, etc. já que este sistema funciona para todo e qualquer conteúdo que aparecer no ecrã, independentemente da sua origem.


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№ 09

Samsung apresenta óculos inteligentes com Android XR

Além dos novos Fold8 e Watch9, a Samsung também aposta nos óculos inteligentes.

A Samsung apresentou os seus primeiros óculos inteligentes com AI, desenvolvidos em parceria com a Google e a Qualcomm. O novo dispositivo utiliza o Android XR e foi concebido para oferecer assistência inteligente no dia a dia, sem recorrer a um ecrã integrado, privilegiando a interação por voz e áudio.

Os óculos usam o processador Snapdragon AR1 Gen 1 e incluem o Google Gemini, optimizado para dispositivos wearable. Graças à câmara incorporada, a AI consegue analisar o ambiente em tempo real, tirar fotografias, gravar vídeo na perspectiva do utilizador, e até organizar automaticamente notas a partir de imagens de um quadro ou documento.
Entre as funcionalidades disponíveis estão a leitura e resumo de mensagens, tradução em tempo real, navegação passo a passo e informações sobre locais de interesse durante viagens. Os utilizadores podem controlar os óculos através de comandos de voz, gestos nas hastes sensíveis ao toque, ou através do smartphone.

Ao contrário dos futuros óculos de realidade aumentada, este modelo não possui qualquer ecrã, focando-se exclusivamente em feedback por áudio. Para o design, a Samsung colaborou com as marcas Gentle Monster e Warby Parker, que criaram diferentes estilos para tornar os novos óculos inteligentes mais adequados à utilização diária.

№ 10

Sony apresenta FX5 para cinema digital

A Sony revelou a FX5, uma câmara que poderá gravar vídeo até 5K a 120fps usando a totalidade do sensor.

A Sony apresentou a nova FX5, uma câmara de cinema compacta que chega com várias melhorias face à FX3 e aposta em funcionalidades avançadas para criadores de vídeo profissionais. Entre as principais novidades destaca-se o suporte para open gate recording, permitindo gravar utilizando toda a área do sensor em formato 3:2.

A FX5 está equipada com um novo sensor full-frame Exmor RS CMOS de 16.6MP e com o processador BIONZ XR2 com capacidades de AI. A câmara permite gravar vídeo em 5K a 60fps e 4K a 120fps, estando já prometida uma actualização de firmware que irá possibilitar a gravação em 5K a 120fps e 4K a 240fps. Outra novidade importante é a gravação interna em 16-bit linear RAW, sem necessidade de um gravador externo.



Entre as restantes funcionalidades encontram-se o sistema Dual Gain Shooting, três ISOs base (800, 4000 e 12800), mais de 15 stops de dynamic range, autofocus com reconhecimento de postura humana através de AI, novo ecrã táctil articulado de 3.5", ventoinha integrada para arrefecimento, bateria de maior capacidade, e novas opções de conectividade, incluindo porta LAN.

A Sony disponibiliza ainda um visor electrónico destacável opcional e um punho com entradas XLR para captação de áudio profissional. A Sony FX5 estará disponível a partir de meados de Agosto, com um preço a começar nos 5.400 euros.

№ 11

TreeSize abandona clientes com licença "perpétua"

Os clientes do utilitário TreeSize são os mais recentes a descobrir que as licenças "vitalícias" e "perpétuas" só duram até certo ponto.

A JAM Software alterou as condições do uso do TreeSize, passando a exigir uma subscrição para continuar a receber actualizações e assistência técnica, apesar de ter vendido "licenças perpétuas". A decisão faz parte da transição da empresa para um modelo de negócio baseado em subscrições.

A empresa brinca com as palavras para se tentar escapar ao que tinha prometido, dizendo que os utilizadores mantêm o direito de utilizar indefinidamente a versão do TreeSize que compraram; apesar de não disponibilizar instaladores nem chaves de licença após o fim desse período, recomendando que os clientes façam cópias de segurança antes do período de manutenção expirar.
A mudança gerou críticas por parte dos utilizadores e clientes, que obviamente consideram injusto perder o acesso aos ficheiros de instalação de um software já adquirido. Em resposta, a JAM Software justifica a decisão com questões de "segurança", de que as versões antigas podem conter vulnerabilidades e que manter esse conteúdo disponível indefinidamente representaria riscos adicionais.

Segundo a empresa, o modelo das subscrições é necessário para garantir o desenvolvimento contínuo do TreeSize num contexto económico mais exigente. Algo que faz todo o sentido; só não faz sentido é que só se lembre disso depois de ter vendido licenças "perpétuas" aos clientes, que acabam por ser totalmente falsas e enganadoras.

№ 12

Claude Code ganha suporte para simulador iOS

Criar apps iOS passa a ser mais fácil no Claude Code, com o suporte para o simulador iOS da Apple.

A Anthropic actualizou o Claude Code para desktop com suporte para o iOS Simulator da Apple, permitindo aos programadores criar, testar, e aperfeiçoar app iOS directamente a partir da ferramenta. A nova integração encontra-se disponível na versão beta pública para utilizadores macOS.

Com esta funcionalidade, o Claude consegue abrir apps em desenvolvimento no iOS Simulator, executá-las, interagir com a interface, e analisar o resultado em tempo real. O modelo pode repetir este processo automaticamente até concluir a tarefa, enquanto o programador continua a utilizar o simulador em simultâneo. Ao contrário de outras funcionalidades que simulam acções humanas no ecrã, esta integração controla directamente o iOS Simulator, dispensando permissões de Acessibilidade e de Gravação de Ecrã no macOS. No entanto, a Anthropic alerta que as capturas de ecrã geradas durante a utilização são enviadas para os seus servidores e armazenadas de acordo com a política de retenção das conversas, recomendando que não sejam utilizadas contas pessoais no simulador.

Como se pode imaginar, a integração está disponível apenas no Claude Code Desktop para macOS e requer o Xcode com o iOS Simulator instalado.

№ 13

Carregador Baseus 65W USB-C GaN a €24

Ideal para todos os que precisam de maior potência do que a habitualmente disponibilizada pelos carregadores compactos, este Baseus com tecnologia GaN disponibiliza 2 portas USB-C + 1 porta USB-A e até 65 W.

Os carregadores com tecnologia GaN vieram permitir que os fabricantes criassem carregadores compactos com capacidade de fornecer potências que anteriormente só seria possíveis usando fontes de alimentação mais volumosas (os tradicionais "tijolos"). E este carregador da Baseus é disso exemplo. Parecendo-se com um carregador compacto mais prolongado, pode fornecer até 65W na porta USB-C principal, ou fazendo uma distribuição automática de potência quando se usam as três portas USB em simultâneo.

Este carregador Baseus 65W USB-C GaN de 3 portas está disponível por 24 euros na Amazon Espanha.

O carregador pode fornecer uma série de relações de energia, que vão dos 3.3-12V a 3A, 15V a 3A, e 20V a 3.25A. Também suporta diversos protocolos de carregamento para maximizar a compatibilidade com smartphones de todas as marcas, além do standard PD 3.0.

Um carregador versátil que pode tornar-se no substituto perfeito para múltiplos carregadores com uma só porta, e que não só pode ser usado com smartphones como até para carregar portáteis.

№ 14

Samsung apresenta Galaxy Watch Ultra2 e Watch9

Além da nova geração Fold8, a Samsung revelou também os novos smartwatches Galaxy Watch Ultra2 e Watch9.

A Samsung apresentou os novos Galaxy Watch Ultra2 e Galaxy Watch9 (a par dos novos Fold8 e Flip8), apostando num processador mais potente, ecrãs mais brilhantes, e baterias de maior capacidade. Este ano não foi revelado um novo modelo Classic, com a marca a concentrar-se apenas nas versões Ultra e standard.

O Galaxy Watch Ultra2 destaca-se por ser 12% mais fino do que o modelo anterior, mantendo a caixa em titânio de 47 mm. O smartwatch estreia uma bateria de 800mAh, um aumento de cerca de 35%, e um ecrã OLED de 1.52" capaz de atingir 5.000 nits de brilho. Está equipado com o novo Snapdragon Wear Elite, 2GB de RAM, 64GB de armazenamento e chega com One UI 9 Watch. O modelo conta ainda com certificação EN13319 para mergulho, resistência 10 ATM, e novas funcionalidades para corrida em trilhos e monitorização da hidratação.

Já o Galaxy Watch9 estará disponível em versões de 40 mm e 44 mm, com caixas em alumínio e ecrãs OLED de até 3.000 nits. Ambos utilizam o mesmo processador Snapdragon Wear Elite, oferecem 2GB de RAM e 32GB de armazenamento, além de melhorias na autonomia, com destaque para a bateria de 390mAh na versão de 40 mm. Os modelos contam com certificação IP68 e resistência à água de 5 ATM, sendo indicados para natação, mas não para mergulho.

Os novos smartwatches já podem ser reservados e chegam às lojas a 7 de agosto. A Samsung também revelou novas braceletes para ambas as gamas, e oferece aos compradores um período experimental de 60 dias do Strava e dois meses do iFIT, reforçando a aposta nas funcionalidades de saúde e desporto.


Preços dos Galaxy Watch Ultra2 e Watch9 em Portugal

Galaxy Watch Ultra2: 749€
Galaxy Watch9: a partir de 409€

№ 15

Samsung apresenta Galaxy Z Fold8, Fold8 Ultra, e Flip8

A Samsung apresentou a sua 8ª geração de dobráveis, com os Galaxy Z Fold8, Fold8 Ultra, e Flip8, estreando um novo formato alargado.

A Samsung apresentou os Galaxy Z Fold8 e Galaxy Z Fold8 Ultra, dois novos dobráveis com abordagens distintas. O grande destaque vai para o Galaxy Z Fold8, que estreia um formato mais largo, enquanto o Fold8 Ultra aposta em especificações premium para competir no segmento topo de gama.
O Galaxy Z Fold8 conta com um ecrã exterior OLED LTPO de 5.5" e um painel interior de 7.6" com formato 4:3, pensado para oferecer uma melhor experiência na leitura, produtividade, e visualização de fotografias (e que replica o formato que é esperado para o primeiro iPhone dobrável que deverá chegar em Setembro). No interior encontramos o Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy, até 16GB de RAM, bateria de 4.800mAh com carregamento rápido de 45W e um sistema de câmaras composto por um sensor principal de 50MP, ultra grande angular de 50MP e duas câmaras frontais de 10MP.
Já o Galaxy Z Fold8 Ultra mantém o formato mais tradicional, mas reforça a aposta na fotografia com uma câmara principal de 200MP, ultra grande angular de 50MP e gravação de vídeo em 8K. O modelo inclui ainda uma bateria de 5.000mAh, carregamento rápido de 45W, carregamento sem fios de 20W, Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy e melhorias no sistema de dissipação de calor. Ambos os modelos chegam com Android 17, One UI 9, suporte para WiFi 7, Bluetooth 6.0 e certificação IP48.

Outra das novidades é a tecnologia Flex Titanium, que combina uma liga de titânio com uma nova estrutura para tornar o ecrã mais resistente a impactos e reduzir o desgaste provocado pela dobra ao longo do tempo. Os novos Galaxy Z Fold8 e Z Fold8 Ultra já podem ser reservados e incluem uma oferta de seis meses do Google AI Pro, que disponibiliza 5TB de armazenamento na cloud e acesso às funcionalidades avançadas de AI da Google.
O Galaxy Z Flip8 está equipado com o Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy nos Estados Unidos e com o Exynos 2600 nos restantes mercados. Mantém o ecrã principal Dynamic AMOLED 2X de 6.9" com taxa de atualização de 120Hz, bem como o ecrã exterior AMOLED de 4.1" que também suporta até 120Hz e passa a integrar novas funcionalidades como o Now Brief através do FlexWindow.

No departamento fotográfico, o smartphone inclui uma câmara principal de 50MP com estabilização óptica (OIS), acompanhada por uma ultra grande angular de 12MP. A câmara frontal continua a oferecer 10MP, enquanto a bateria mantém os 4.300mAh, com suporte para carregamento rápido de 25W por cabo e 15W sem fios.

O Galaxy Z Flip8 chega com Android 17 e One UI 9, oferecendo suporte para 5G, WiFi 7, Bluetooth 5.4, NFC e certificação IP48 contra água e poeiras. O equipamento estará disponível nas versões 12GB + 256GB e 12GB + 512GB, nas cores Cream, Graphite e Pink, com uma edição exclusiva Mint reservada à loja online da Samsung.


Os preços dos Galaxy Z Fold8, Fold8 Ultra, e Flip8 para Portugal são:

Galaxy Z Fold8 Ultra 256GB: 2269,9€
Galaxy Z Fold8 Ultra 512GB: 2469,9€
Galaxy Z Fold8 Ultra 1TB: 2869,9€

Galaxy Z Fold8 256GB: 2069,9€
Galaxy Z Fold8 512GB: 2269,9€
Galaxy Z Fold8 1TB: 2669,9€

Galaxy Z Flip8 256GB: 1349,9€
Galaxy Z Flip8 512GB: 1549,9€

№ 16

Google remodela a sua página de notícias

A Google remodelou a sua página de notícias, abandonando o nome "The Keyword" e adoptando um mais genérico "News from Google".

A Google remodelou o seu blog oficial, abandonando a marca The Keyword em favor do novo nome News from Google. A mudança já está visível em blog.google e faz parte de uma renovação da imagem e do layout da página.

Lançado em 2016, o The Keyword tornou-se o centro das principais notícias, anúncios e lançamentos da empresa, substituindo vários blogues dedicados a produtos específicos. O nome fazia referência ao universo da pesquisa da Google e era visto como uma marca distinta e facilmente reconhecível. Agora, perde um pouco dessa identidade para adoptar um nome mais genérico; e além da mudança de nome, a Google redesenhou a página inicial, dando maior destaque a imagens de grande dimensão e a secções organizadas por categorias. Embora o novo visual seja mais moderno, a navegação pelas notícias mais recentes tornou-se menos directa, exigindo mais scroll e tornando mais difícil encontrar rapidamente os anúncios do dia.

Será talvez um sinal dos tempos, numa altura em que a Google investe cada vez mais nos resumos AI, que fazem com que menos pessoas visitem os sites de destino - um efeito que poderá ela própria estar a sentir na sua própria página de notícias, que pode começar a desvalorizar a funcionalidade para visitantes humanos, e a dar priorridade a um formato mais eficiente para os resumos AI.

№ 17

Ataque à Hugging Face foi feito por teste da OpenAI

Numa reviravolta inesperada, a OpenAI disse que o recente ataque à Hugging Face foi inadvertidamente feito por modelos AI seus durante testes de segurança.

A OpenAI confirmou que o ataque à Hugging Face foi provocada por modelos AI seus durante um teste interno de cibersegurança. Segundo a OpenAI, os modelos conseguiram escapar do ambiente isolado onde estavam a ser avaliados e acederam à internet através de uma vulnerabilidade inesperada, acabando por comprometer os sistemas da plataforma.

Os modelos envolvidos incluíam o GPT-5.6 Sol e outro modelo ainda em pré-lançamento, ambos configurados com menos restrições para testar capacidades avançadas de cibersegurança. O desafio era resolver problemas do ExploitGym, um benchmark público utilizado para avaliar a capacidade dos modelos em explorar vulnerabilidades conhecidas. No entanto, os modelos encontraram uma forma de contornar as limitações impostas, inicialmente ultrapassando os sistemas da OpenAI e posteriormente os sistemas da Hugging Face, onde esperavam obter as respostas que precisavam para os testes.

We suspected last week's cyberattack might have come from a frontier lab, given the sophistication of the agent. Turns out it did!

We've spent the past 24 hours working closely with the @OpenAI team (thanks!), and we strongly believe there was no malicious intent on their part.… https://t.co/XWxGMeMGje

— clem 🤗 (@ClementDelangue) July 21, 2026
Após o incidente, a OpenAI corrigiu a vulnerabilidade explorada, notificou a Hugging Face e anunciou novas medidas de segurança para impedir que situações semelhantes voltem a acontecer. O caso levanta novas questões sobre os riscos associados aos modelos AI mais avançados e reforça o debate em torno da necessidade de mecanismos de controlo mais robustos durante testes de cibersegurança.

№ 18

Facebook volta a ficar inacessível

O Facebook voltou a ficar indisponível na web, repetindo os problemas sentidos nos últimos dias.

Após problemas registados nos últimos dias, o Facebook voltou a ficar indisponível na web, com relatos de dificuldades no acesso à plataforma, problemas de login e falhas na actualização do feed. Os primeiros sinais da indisponibilidade começaram a surgir ao final da manhã, levando a um aumento significativo de notificações em serviços de monitorização de falhas.

Os utilizadores reportaram sobretudo erros ao aceder ao website, dificuldades em iniciar sessão e problemas na visualização da timeline. Em alguns casos, surgiu a mensagem de que a conta estava temporariamente indisponível devido a um problema no serviço, levando muitos a acreditar, inicialmente, que as respectivas contas tinham sido bloqueadas. No entando, desta vez, o Facebook via app parece continuar a funcionar, assim como os serviços de envio de códigos 2FA para a autenticação (embora isso não permita fazer o login ou aceder ao Facebook na web).
Até ao momento a Meta ainda não deu qualquer explicação oficial, nem sequer sinalizou a falha na sua página de estado. No entanto, os problema têm estado a ser sentidos pelos utilizadores. Se for uma réplica do que aconteceu nos últimos dias, é de esperar que o serviço resolva os problemas daqui por uma horas. Até lá, os utilizadore podem ir visitando outros sites na web e entretendo-se noutras redes sociais.

№ 19

Carregador INIU Qi wireless 15W (2 unid) por €28

Os carregadores wireless permitem evitar o incómodo do meter-tirar cabos na rotina diária de recarregamento dos smartphones, e não é preciso fazer um grande investimento para tirar partido deles.

Ao longo da última década (ou até mais) lá nos resignamos a que os nossos smartphones não tenham a autonomia que se desejava que tivessem, e com isso ganhamos o hábito de os recarregar diariamente. Implicitamente, aceitamos também que fosse "normal" meter e tirar a ficha do cabo de carregamento, uma ou mais vezes por dia, dia após dia, semana após semana.

Se assumirmos que recarregam o smartphone em casa à noite, durante o dia no emprego, e também o ligam ao carregador enquanto conduzem, estamos a falar de meter e tirar fichas pelo menos quatro vezes por dia - num total de quase 1500 vezes por ano!
Este carregador INIU Qi 15W está disponível por 28 euros na Amazon Espanha - e não esquecer que se tratam de dois carregadores e não de um só.

Embora no início preferisse as bases de carregamento horizontais, posteriormente converti-me a estas inclinadas, que permitem que o smartphone fique numa posição mais útil, quer seja numa mesa de cabeceira ou em cima de uma secretária, e também minimizam o risco do smartphone deslizar para fora do sítio caso recebam alguma chamada ou notificação e ele comece a vibrar.

Para além de suportar carregamento rápido (Fast Charge) de 15 W estes suportes contam com bobinas duplas, pelo que podem recarregar um smartphone compatível Qi pousado tanto em orientação vertical como na horizontal. Contam até com o útil detalhe do brilho do LED indicador ter em conta se é dia ou noite, ficando mais brilhante de dia mas menos intenso à noite, para não se tornar incomodativo.


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№ 20

Google lança novos Gemini 3.5 e 3.6 Flash

A Google lançou três novos modelos Gemini Flash (3.5 e 3.6), mas o esperado modelo 3.5 Pro continua desaparecido.

Não querendo ficar para trás numa semana repleta de novos lançamentos, a Google anunciou três novos modelos da família Gemini: o Gemini 3.6 Flash, Gemini 3.5 Flash-Lite e Gemini 3.5 Flash Cyber. Modelos que prometem melhorar o desempenho em diversas tarefas AI, desde programação e análise de dados até cibersegurança.

O Gemini 3.6 Flash é apresentado como o novo modelo de referência da empresa para utilização geral, oferecendo melhor desempenho em programação, processamento multimodal e trabalho com documentos. Segundo a Google, o modelo destaca-se em tarefas como análise de gráficos, interpretação de dados, e criação de relatórios, ao mesmo tempo que é mais eficiente do que a geração anterior.
Já o Gemini 3.5 Flash-Lite foi desenvolvido para cenários que exigem baixa latência e elevado volume de processamento. A Google afirma que é o modelo mais rápido da série 3.5 e que oferece melhorias significativas em fluxos de trabalho como pesquisa baseada em agentes de AI e processamento de documentos.


A empresa revelou ainda o Gemini 3.5 Flash Cyber, uma versão especializada na deteção e correção de vulnerabilidades de cibersegurança. Este modelo foi optimizado para reduzir os custos por token e estará inicialmente disponível apenas para governos e parceiros de confiança, através de um programa de acesso limitado.

the goal was to make it more efficient, more usable, and lower cost (and we still landed some performance gains)

— Logan Kilpatrick (@OfficialLoganK) July 21, 2026
Muitos criticaram estes modelos por, nalguns casos, nem sequer melhorarem as pontuações em diversos benchmarks face aos modelos anteriores, mas a Google defende-se dizendo que não treina os modelos para os benchmarks mas sim para fazer trabalho real, e que os utilizadores irão notar as melhorias. Disse também que continua a trabalhar no muito aguardado (e atrasado) Gemini 3.5 Pro - que os rumores dizem não estar à altura dos modelos AI concorrentes, e daí estar atrasado - algo que poderá ser validado pelo facto da Google também dizer que já começou a treinar a próxima geração Gemini 4.0.