PlanetGeek
№ 01

Taxa de €3 nas compras fora da UE começa a 1 de Julho

A partir de 1 de Julho de 2026, a União Europeia elimina a isenção aduaneira para encomendas de valor inferior a 150 euros e passa cobrar uma taxa de 3 euros por categoria de produto incluída no pacote.

Ao longo das últimas décadas temos assistido a diversas alterações à forma como a UE lida com a proliferação das encomendas de baixo custo vindas principalmente das lojas chinesas, de plataformas como o AliExpress, Temu, e Shein. Agora, e numa medida que visa ser "temporária" até que seja encontrada uma solução definitiva, temos o fim da actual isenção aduaneira para encomendas de baixo valor (menos de 150 euros), e a aplicação de uma nova taxa de 3 euros.

A medida visa combater aquilo que é considerada uma forma de concorrência desleal, mas que não deixa de levantar muitas dúvidas quanto à sua eficácia - ou falta dela. Para começar, a medida é tudo menos simples. A taxa não se aplica apenas por encomenda, mas sim por "categorias". Uma encomenda que englobe 10 produtos, tanto poderá pagar 3 euros de taxa se todos forem da mesma categoria, como 30 euros de taxa, se todos eles forem de categorias diferentes.
No passado a grande crítica que apontávamos ao processo alfandegário não era quanto às taxas em si, mas sim à grande incerteza de todo o processo. Na altura em que comprava e recebia centenas de produtos de lojas chinesas, houve dezenas deles que ficaram "perdidos" algures pelo processo de envio de documentação e frustração pela falta de respostas no acompanhamento do processo. A minha solução foi simplesmente desistir e passar a comprar através da Amazon, sabendo que pagava mais alguns euros, mas evitava as chatices. Desde então as lojas chinesas também se foram adaptando, com a criação de armazéns europeus, etc. É mais que certo que isso continuará a acontecer, aproveitando as cadeias logísticas existentes.

Há apenas que ter em conta que as taxas não se vão ficar por aqui. Ainda antes do final do ano deverá chegar nova "taxa de manuseio" para encomendas de fora da UE com valor inferior a 150 euros, que podem elevar o custo extra destas encomendas para 5 euros por pacote.

№ 02

Netflix começa a exigir email para cada perfil

A Netflix está a testar nova exigência: que cada perfil de uma conta principal esteja associado a um email diferente.

A Netflix parece estar a preparar novas medidas para reforçar o controlo sobre a forma como os clientes usam o serviço. Vários utilizadores relatam que o serviço começou a pedir a associação de um endereço de email diferente para cada perfil existente na mesma conta, uma alteração que poderá tornar a utilização de contas partilhadas menos prática.

Segundo os relatos, surge um aviso que incentiva os utilizadores a adicionar um email próprio ao respectivo perfil, com a justificação de que isso facilita o início de sessão em novos dispositivos, a recuperação da conta, e a personalização das recomendações. Em alguns casos, a janela não pode ser fechada sem concluir o processo, embora por agora isto pareça estar a ser testado por um número limitado de utilizadores.
A justificação para esta alteração não está a convencer, uma vez que estamos a falar da criação de perfis e não de contas partilhadas. Estamos a falar de uma única conta principal, que até agora tem permitido criar diferentes perfis para diferentes membros da família, de modo a que tenham as suas recomendações e conteúdos ajustados - tudo coisas que não dependem de que estejam associados a diferentes endereços de email. Além disso, isto levanta novos problemas para quem cria perfis separados para crianças (também vão ser obrigados a ter e revelar endereços de email?) ou para quem usa os perfis para manter recomendações diferenciadas para diferentes tipos de conteúdos para si mesmo (filmes, documentários, séries, etc.)

Para já, a Netflix não confirmou oficialmente a alteração. Alguns utilizadores indicam que é possível desactivar (por agora) a funcionalidade através da opção "Feature testing" nas definições da conta. O que é certo é que esta alteração em nada beneficia os clientes da Netflix, e parece ser apenas uma tentativa clara para a Netflix multiplicar os emails publicitários que envia, para poder chegar a cada uma das pessoas teoricamente associadas a cada perfil.

№ 03

OpenAI lança GPT-5.6 - mas só para alguns

A OpenAI apresentou o novo GPT-5.6, que chega em três variantes (Sol, Terra, Luna) mas que começa por só ficar disponível para alguns parceiros.

A OpenAI iniciou o lançamento limitado da nova família GPT-5.6, composta pelos modelos Sol, Terra e Luna. O GPT-5.6 Sol assume o papel de modelo principal da empresa, enquanto o Terra procura oferecer um equilíbrio entre desempenho e custo, e o Luna aposta na rapidez e em preços mais acessíveis. Numa fase inicial, estes modelos estão disponíveis apenas para um grupo restrito de parceiros através da API e do Codex, estando previsto um lançamento mais alargado nas próximas semanas.

O GPT-5.6 Sol traz melhorias significativas em tarefas complexas, destacando-se nas áreas da programação, biologia e cibersegurança. A OpenAI introduziu um novo nível máximo de raciocínio, que permite ao modelo dedicar mais tempo à resolução de problemas difíceis, bem como um modo Ultra, que utiliza vários subagentes para executar tarefas mais complexas de forma colaborativa. Segundo a empresa, o Sol estabelece novos recordes em vários testes internos, superando a geração anterior com maior eficiência e menor consumo de tokens.

A OpenAI diz também ter desenvolvido o conjunto de protecções "mais avançado da sua história" para esta nova geração. Entre as novidades estão mecanismos reforçados para impedir utilizações maliciosas em áreas como a cibersegurança, verificações em tempo real durante a geração das respostas, detecção de tentativas de contornar as restrições e uma combinação de sistemas automáticos e revisão especializada. A empresa garante que o objectivo é apoiar investigadores e profissionais de segurança sem facilitar actividades ofensivas ou ilegais - promessas que, obviamente, causam bastante ceptcismo, sabendo-se que, até à data, ainda nenhum modelo resistiu aos inevitáveis "jailbreaks".
A nova família GPT-5.6 estreia as novas designações que se devem manter para o futuro, onde o número identifica a geração do modelo e os nomes Sol, Terra e Luna representam diferentes níveis de desempenho e custo. Os preços começam em 1 dólar por milhão de tokens de entrada no modelo Luna e vão até 5 dólares por milhão de tokens de entrada no Sol. A OpenAI confirmou ainda que o GPT-5.6 Sol chegará à plataforma Cerebras em Julho, oferecendo velocidades de processamento de até 750 tokens por segundo, e prevê disponibilizar toda a nova família aos utilizadores do ChatGPT num futuro próximo.

A grande questão é que este lançamento parcial volta a criar grande cenário de incerteza no sector, especialmente para as empresas fora dos EUA, de que se torna um risco depender das AI norte-americanas, que podem ser removidas a qualquer momento, ou limitadas de forma a só dar acesso aos melhores modelos às empresas norte-americanas, e restringir as restantes a modelos mais fracos ou limitados. A OpenAI diz que espera que as coisas não sejam assim, mas por agora, é o que é.

№ 04

Tesla Model S Signature Edition chega à Europa

Inesperadamente, a Tesla está a disponibilizar o Model S Signature Edition na Europa, mas em quantidade ultra-limitada e só para clientes seleccionados.

A Tesla começou a contactar directamente alguns clientes europeus para oferecer a possibilidade de comprar o Model S Signature Edition, a edição limitada que assinala o fim da produção deste modelo.

As encomendas não estão disponíveis através do configurador online da Tesla. Em vez disso, os convites estão a ser enviados directamente por consultores comerciais aos potenciais clientes, devido ao número extremamente reduzido de veículos disponíveis. As informações apontam para a chegada de apenas cerca de 20 unidades ao mercado europeu.
O Model S Signature Edition baseia-se na versão Plaid e inclui vários elementos exclusivos, como a pintura Garnet Red, detalhes dourados no exterior e interior, travões em carbono-cerâmica com pinças douradas, e uma placa iluminada no tablier que identifica cada veículo como parte da edição limitada de 250 unidades produzidas (criticado pelo facto de não dizer especificamente o número, mas sim, literalmente "1 de 250"). O modelo inclui ainda o pacote Luxe, carregamento gratuito vitalício na rede Supercharger e acesso ao sistema Full Self-Driving (Supervised).

Embora a Tesla ainda não tenha revelado os preços para a Europa, nos Estados Unidos esta edição especial foi comercializada por 159.420 dólares. As primeiras entregas aos clientes europeus deverão decorrer entre Julho e Setembro, oferecendo uma última oportunidade para adquirir um dos exemplares finais do Model S.

№ 05

Mercedes-Benz mostra eficiência dos camiões eléctricos

A transição para os veículos eléctricos também está a transformar o sector dos camiões, com a Mercedes-Benz a revelar eficiências que não deixam margem para dúvidas.

A Mercedes-Benz Trucks divulgou novos dados de utilização real que demonstram o potencial dos camiões eléctricos para o transporte pesado. A empresa analisou milhares de viagens realizadas com o eActros 600 na sua própria cadeia logística e concluiu que os veículos conseguem operar de forma fiável e economicamente competitiva, mesmo em percursos de longa distância. Actualmente, cerca de 30% das rotas de abastecimento da fábrica de Wörth am Rhein já utilizam camiões eléctricos.

Entre Novembro de 2025 e Março de 2026, a Mercedes-Benz avaliou mais de 3.000 viagens e 3.100 carregamentos, utilizando dados recolhidos de mais de 15 camiões. No total, cerca de 80 eActros elétricos já percorreram mais de 9,6 milhões de quilómetros em operações diárias. Os resultados mostram que percursos de aproximadamente 600 quilómetros por dia podem ser realizados de forma consistente, recorrendo tanto a carregamento em instalações próprias como a postos públicos. Além da autonomia, a marca destaca as vantagens económicas. Em algumas rotas, os operadores conseguem poupar mais de 4.000 euros por mês em portagens, enquanto as emissões de CO2 são reduzidas em cerca de 90 toneladas por ano por veículo. Em operações de transporte entre centros logísticos, o carregamento é efectuado durante as operações de carga e descarga, evitando tempos de paragem adicionais e tornando o custo total de utilização competitivo face aos camiões a diesel.
Mais concretamente, numa das rotas com 600 km, e com carga completa de 36 toneladas, o camião registou um consumo de apenas 100 kWh por 100 km, o que se traduz num consumo equivalente a 11 litros de gasóleo aos 100 km.

O Mercedes-Benz eActros 600 está equipado com uma bateria LFP de 621 kWh, oferecendo uma autonomia de até 500 quilómetros sem carregamento intermédio e podendo ultrapassar os 1.000 quilómetros por dia com recargas durante as pausas obrigatórias dos motoristas. A Mercedes-Benz anunciou ainda que irá expandir a gama com mais de 40 variantes, incluindo novas configurações de cabina, baterias e eixos, reforçando a aposta na electrificação do transporte rodoviário pesado.

№ 06

Memória RAM aumentou de $200 para $1000 em 10 meses

O custo de 64GB de memória DDR5 passou de $200 para $1000 (5x mais) em menos de um ano.

A situação do preço da memória RAM é bem conhecida, e que temos acompanhado nos últimos meses. Infelizmente, ainda não há sinais de melhoria, e a tendência continua a ser de aumento, embora em menor grau do que se assistiu no final de 2025.

Para se ficar com uma melhor ideia do diferencial que temos, em Agosto de 2025 era possível comprar 64GB de memória DDR5 por cerca de $200. Actualmente, esses mesmos 64GB podem custar $1000 ou até mais!
Posto de outra forma, pelo actual preço de 64GB seria possível ter comprado 320GB de RAM em meados do ano passado, e que agora custarão cerca de 5 mil dólares.

O impacto destes aumentos têm-se feito sentir por todo o lado (nem a Apple escapou, com os recentes aumentos nos iPads e MacBooks) e faz antever um cenário complicado para o resto do ano e, potencialmente, por todo o ano de 2027. Muitos fabricantes já reajustaram os patamares de memória para os seus computadores, recuando dos 16GB que se tinham tornado comuns para os 8GB - e a própria MS fez ajuste idêntico: depois de dizer que 16GB eram o "ideal" para correr o Windows 11, agora diz que 8GB são perfeitamente suficientes.

Penso que será inevitável que, a seu tempo, o preço da memória (e SSDs, e placas gráficas, etc.) voltará para os patamares do início de 2025. Infelizmente, é impossível prever-se quando é que isso poderá acontecer. Até lá, quem precisar comprar um computador ou portátil será fortemente penalizado pelo açambarcamento das encomendas de memória para os datacenters AI, que estão a reservar mais de metade da capacidade de produção anual actual.

№ 07

Kia PV5 com esterilização UV

A Hyundai e Kia estão a testar tecnologia de desinfecção UV para automóveis que elimina 99.9% das bactérias e odores.

A Hyundai e a Kia apresentaram um curioso sistema de desinfecção para o interior dos automóveis. O sistema foi testado com sucesso na carrinha eléctrica Kia PV5 e utiliza luz UV para eliminar bactérias, vírus e odores, sem representar riscos para os ocupantes do veículo.

O sistema, denominado Plasma Care UVC, recorre a luz ultravioleta com um comprimento de onda entre os 200 e os 230 nanómetros. Segundo as marcas, esta gama é eficaz na destruição de microrganismos, mas não penetra na camada superficial da pele humana nem provoca os efeitos associados à exposição à radiação UV convencional, tornando possível a sua utilização mesmo com pessoas no interior do veículo.



Nos testes realizados em parceria com o Korea Automotive Technology Institute, a tecnologia eliminou 99.9% da bactéria E. coli após 40 minutos de funcionamento. Além da desinfecção, o sistema também ajuda a remover substâncias responsáveis pelos maus cheiros, contribuindo para melhorar a qualidade do ar no habitáculo.

A Hyundai acredita que esta solução poderá ser especialmente útil em futuros veículos autónomos e modelos comerciais, incluindo autocarros escolares, ambulâncias e carrinhas de transporte de passageiros. Tivesse isto sido lançado durante a pandemia Covid-19 e sem dúvida que teria tido sucesso imediato. Mesmo com esse tempo a distancar-se como memória que não deixa saudades, sem dúvida que não irão faltar interessados.

№ 08

Chrome ganha pesquisa do ecrã no Gemini

O Chrome recebe nova ferramenta de pesquisa do Gemini que não esconde a inspiração no Circle to Search.

A Google adicionou uma nova funcionalidade ao Gemini no Chrome que torna mais simples fazer perguntas sobre qualquer conteúdo apresentado numa página web. Chamada Select from Screen, a ferramenta permite seleccionar uma área específica do ecrã e enviá-la diretamente para o Gemini, oferecendo uma experiência semelhante ao Circle to Search disponível em dispositivos Android.

Para a utilizar basta abrir o painel do Gemini no Chrome (opção que a Google ainda não fez chegar oficialmente à UE), seleccionar a opção Select from Screen e marcar a área da página que pretende analisar. Depois de se fazer a selecção, o utilizador pode escrever uma pergunta relacionada com o conteúdo capturado, seja texto, imagens, gráficos, ou outros elementos. A área seleccionada pode também ser ajustada facilmente antes do envio.
A Google destaca vários cenários de utilização, como comparar produtos apresentados numa página, pedir explicações sobre diagramas ou documentos, ou até ^pedir sugestões para redesenhar ou transformar objetos e imagens. O processo facilita a interacção com o Gemini sem necessidade de copiar texto ou guardar capturas de ecrã manualmente.

A funcionalidade já está disponível no Chrome 149, e reforça as intenções da Google de tornar o Gemini cada vez mais prático e acessível para os utilizadores - excepto se estiverem na UE. Considerando que o Gemini a solo está disponível, não há grande desculpa para que a Google não active o Gemini no Chrome na UE - a não ser que não queira enfrentar a possibilidade da UE exigir que os utilizadores possam escolher outro assistente AI concorrente.

№ 09

IBM mostra chip de 0.7nm

A IBM mostrou o primeiro chip com tecnologia sub-1nm, prometendo ganhos de até 70% em eficiência energética face aos chips de 2nm.

A IBM revelou os seus mais recentes desenvolvimentos na indústria dos semicondutores ao apresentar o primeiro chip de teste baseado numa tecnologia de fabrico da classe 0.7 nm (7 angstroms). Trata-se do primeiro processo de fabrico abaixo de 1 nanómetro desenvolvido pela empresa, prometendo ganhos significativos de desempenho, eficiência energética e densidade face ao seu processo experimental de 2 nm apresentado em 2021.

A nova tecnologia utiliza uma arquitectura denominada nanostack que empilha verticalmente os transístores do tipo N e P em duas camadas distintas. Esta abordagem difere dos métodos tradicionais, onde ambos os tipos de transístores são colocados lado a lado na mesma camada. Segundo a IBM, este design permite aumentar drasticamente a densidade dos transístores (666 milhões de transístores por mm2) sem depender apenas da redução das dimensões físicas.
De acordo com os testes da empresa, o novo processo pode oferecer até 50% mais desempenho, 70% melhor eficiência energética, e uma densidade de memória SRAM cerca de 40% superior quando comparado com a tecnologia de 2 nm da IBM. No entanto, este arquitectura levanta novos desafios ao nível da produção, incluindo custos mais elevados, maior complexidade no arrefecimento, e maior taxa de erros.

Apesar destes obstáculos, a IBM acredita que esta arquitectura poderá chegar à produção comercial dentro dos próximos cinco anos, especialmente para chips destinados a centros de dados e aplicações de inteligência artificial, onde a eficiência e a densidade são factores críticos. Como é habitual com as tecnologias de investigação da IBM, o projecto servirá como base para futuras implementações por fabricantes de semicondutores, em vez de ser utilizado directamente em linhas de produção próprias.

Esclarecimento: Note-se que esta tecnologia de "0.7nm" não usa elementos com esta dimensão. Como se pode ver na imagem acima, temos elementos que continuam a ter cerca de 100nm de largura. O que se passa é que, com a evolução para componentes com montagem vertical e outras técnicas, os fabricantes começaram a usar designações virtuais de tamanho. Esta arquitectura da IBM permite atingir densidades que seriam teoricamente equivalentes às que se obteriam com transístores tradicionais se fossem feitos numa tecnologia de 0.7nm. O mesmo se aplica a todos os chips dos últimos vinte anos, quer digam ser feitos com tecnologias de "10nm", "5nm", ou "3nm".

№ 10

YouTube TV remove background play

Uma actualização do YouTube TV remove a reprodução em segundo plano de dispositivos mais antigos.

Uma alteração recente no YouTube TV está a provocar forte descontentamento entre os clientes. Vários relatos indicam que a funcionalidade de reprodução em segundo plano deixou de funcionar em determinados equipamentos, impedindo que o vídeo continue a ser reproduzido enquanto o utilizador navega por menus como o guia de canais. Agora o vídeo é interrompido sempre que se acede ao guia.

A Google diz que a mudança afecta dispositivos e televisores inteligentes "menos potentes", e que decidiu desactivar a funcionalidade para reduzir problemas de desempenho, incluindo bloqueios e falhas da aplicação, procurando oferecer uma experiência mais estável.
Obviamente, a explicação não satisfez os clientes afectados, que - logicamente - referem que a funcionalidade funcionou perfeitamente até agora, e que não há qualquer justificação lógica para remover coisas que funcionavam, a não ser...

Como se poderia imaginar, a recomenda a compra de dispositivos de streaming mais recentes para garantir o acesso a todas as funcionalidades do YouTube TV. Algo que pode tornar-se a uma recomendação difícil de seguir, sabendo-se que a qualquer momento os clientes poderão levar com novo corte de funcionalidades para incentivar a compra de modelos futuros.

Um destes dias ainda vamos precisar de nova legislação europeia, que garanta que as empresas não possam remover funcionalidades existentes por meio de actualizações. É ridículo comprar-se algo com certas capacidades, e depois vê-las removidas.

№ 11

EUA vão deixar de exigir pedal de travão em veículos totalmente autónomos

Os EUA propõem eliminar a obrigatoriedade dos pedais de travão em veículos totalmente autónomos.

A evolução dos veículos autónomos é muitas vezes abrandada pela legislação automóvel existente, mas nos EUA isso poderá mudar em breve com uma proposta para alterar as regras federais aplicáveis aos veículos autónomos, eliminando a obrigatoriedade de incluir um pedal de travão em modelos concebidos para funcionar exclusivamente com sistemas de condução autónoma. Se aprovada, a medida poderá acelerar o desenvolvimento de veículos sem volante nem pedais por parte de empresas como a Tesla, Zoox, Waymo, e outras.

Actualmente, os fabricantes que pretendem colocar na estrada veículos sem os controlos tradicionais exigidos pelas normas federais de segurança têm de solicitar uma autorização especial ao governo norte-americano. Mesmo quando essa excepção é concedida, o número de veículos autorizados continua limitado. A proposta pretende remover esse obstáculo, facilitando a homologação de novos modelos totalmente autónomos.
Segundo a Administração Nacional para a Segurança no Tráfego Rodoviário (NHTSA), esta alteração faz parte de uma estratégia para modernizar a regulamentação e acompanhar a evolução da tecnologia automóvel. A agência considera que os requisitos de segurança devem centrar-se no desempenho dos sistemas autónomos, em vez de obrigarem à presença de comandos destinados à condução humana.

A mudança beneficiará directamente a Tesla, que tem estado a produzir o Cybercab, um robotáxi de dois lugares sem volante nem pedais, bem como a Zoox, propriedade da Amazon, que também aposta em veículos concebidos exclusivamente para condução autónoma. Empresas como a Waymo têm utilizado automóveis convencionais adaptados que mantêm os comandos manuais, como forma de lidar com as exigências actuais, mas a alteração afectaria certamente os seus futuros modelos.

№ 12

Mazda CX-6e aposta num interior japonês

Para o Mazda CX-6e a marca aposta num estilo visual que agradará aos fãs da cultura nipónica.

O novo Mazda CX-6e chega com um interior que tenta conjugar a tecnologia de um veículo 100% eléctrico com a estética e o artesanato tipicamente japoneses. A marca apostou num habitáculo que vai além da aparência, focando-se na forma como os materiais se sentem ao toque e na sua capacidade de manter a qualidade ao longo do tempo.

No centro desta abordagem está o conceito japonês de Ma, que valoriza o espaço e o equilíbrio. No CX-6e, isso traduz-se num interior limpo, sem elementos supérfluos, com um painel de instrumentos de linha horizontal e um elemento de assinatura iluminado que reforça a sensação de amplitude. O tecto de vidro panorâmico, que se estende por toda a sua extensão, traz luz natural para o habitáculo e acentua ainda mais essa percepção de espaço.
A plataforma eléctrica dedicada sobre a qual o CX-6e assenta permitiu repensar por completo a arquitectura interior, com um contributo europeu significativo no seu desenvolvimento. Os comandos e os ecrãs foram posicionados de forma lógica, com o objectivo de reduzir distrações e tornar a experiência de condução mais natural e intuitiva. Este layout simplificado melhora também o espaço disponível tanto para os ocupantes da frente como para os da retaguarda, tornando o CX-6e adequado tanto para o uso quotidiano como para viagens mais longas.
Nas cores e acabamentos, a Mazda disponibiliza três opções para o interior do CX-6e, todas elas enraizadas nos princípios japoneses de harmonia e equilíbrio: Maztex Warm Beige (Takumi), Maztex Black (Takumi) e Amethyst com Maztex White (Takumi Plus). O Maztex é a alternativa vegan da Mazda ao couro, descrita como durável, fácil de limpar e pensada para o conforto.
Em termos técnicos, o Mazda CX-6e desenvolve 190 kW, equivalentes a 258 cv, com um consumo de energia entre 18,9 e 19,4 kWh por 100 km e emissões de CO2 de zero gramas por quilómetro, enquadrando-se na classe A de eficiência. Com este modelo, a Mazda procura demonstrar que os interiores dos veículos eléctricos podem combinar tecnologia, funcionalidade e design de forma coerente, sem abdicar de uma identidade própria.


[Pela Estrada Fora]
№ 13

Novo Kia Niro europeu só em versão híbrida

A Kia apresenta o novo Niro para a Europa, em versão exclusivamente híbrida.

A Kia opta por uma estratégia diferente para o novo Niro para o mercado europeu, focando-se num CUV (Crossover Utility Vehicle) exclusivamente hibrido, abandonando as variantes elétrica e plug-in hybrid.

A decisão reflete a aposta da marca coreana na tecnologia híbrida convencional como porta de entrada para a mobilidade eletrificada na Europa. Com mais de 620.000 unidades vendidas no continente desde o seu lançamento, o Niro tornou-se um dos modelos de maior sucesso da Kia na Europa, e os dados internos confirmavam que a versão híbrida era, de longe, a preferida pelos clientes.
O novo modelo mantém o motor 1.6 litros híbrido e apresenta um desenho renovado, alinhado com a linguagem estética mais recente da marca, o tema "Opposites United", com uma frente mais compacta e os característicos faróis Starmap Signature Lighting, semelhantes aos do EV3. As passagens de roda ganham novos revestimentos e as jantes de 18 polegadas têm um perfil mais futurista. Na traseira, a assinatura luminosa LED é mais fina e cria um efeito tridimensional.

No interior, o painel de instrumentos digital de 12,3 polegadas e o sistema de infoentretenimento de igual dimensão aproximam o Niro à família dos mais recentes elétricos da marca. O volante foi redesenhado e a consola central ganha nova disposição, com maior funcionalidade.
A estratégia por detrás desta transformação é clara: com o EV3 a assumir o papel de EV compacto de referência na Europa, tornando-se mesmo o veículo elétrico mais vendido no Reino Unido e líder de vendas da Kia na Europa no primeiro trimestre do ano, o Niro deixa de precisar de cumprir esse papel. A marca concentra assim os seus esforços na plataforma dedicada de elétricos, reservando ao Niro o segmento dos compradores que procuram eficiência sem necessidade de carregar.

Detalhes adicionais sobre preços e equipamentos para o mercado europeu serão revelados em breve.


[Pela Estrada Fora]
№ 14

Windows 11 ganha Point-in-Time Restore

Com a mais recente actualização o Windows 11 ganha novo sistema Point-in-Time Restore que permite o restauro rápido em caso de problemas.

A Microsoft começou a disponibilizar a actualização opcional KB5095093 para o Windows 11 24H2 e 25H2, trazendo várias correções de erros e novas funcionalidades. O grande destaque é a estreia do Point-in-Time Restore, um novo sistema que permite restaurar rapidamente o computador para um estado anterior, incluindo o sistema operativo, aplicações e ficheiros.

A nova funcionalidade utiliza pontos de restauro criados através do Volume Shadow Copy Service (VSS) e permite recuperar o PC para qualquer estado registado nas últimas 72 horas. Nos computadores pessoais, o Windows cria automaticamente pontos de restauro a cada 24 horas, eliminando-os após três dias ou quando o espaço reservado se esgota. Nas versões empresariais, os administradores podem definir intervalos mais frequentes e reservar mais espaço de armazenamento para conservar um maior número de pontos de restauro.
Esta versão também corrige um bug que apresentava nomes "estranhos" nos ficheiros na caixa de reciclagem quando se tentava apagá-los permanentemente - era apenas um bug visual que mostrava o nome codificado do ficheiro, não afectando o funcionamento.

A actualização faz parte das versões de pré-visualização disponibilizadas no final de cada mês, destinadas a testar funcionalidades que serão incluídas na próxima Patch Tuesday. Por isso, a KB5095093 é opcional e pode ser instalada através do Windows Update ou descarregada manualmente a partir do Microsoft Update Catalog.

A Microsoft alerta, no entanto, para um problema conhecido nesta versão. Alguns programas de terceiros podem deixar de conseguir abrir aplicações do Microsoft Office ou documentos associados. Enquanto a correção não é disponibilizada, a empresa recomenda abrir os documentos directamente nas aplicações do Office em vez de os iniciar através de outros programas.

№ 15

YouTube Shorts perde dislikes mas ganha vídeo 2X

O YouTube Shorts recebeu algumas alterações, incluindo um modo sem distracções, reprodução a 2x, mas também dizendo adeus ao botão "dislike".

A Google anunciou várias novidades no YouTube Shorts, com o objectivo de "tornar a experiência de visualização mais simples e personalizada". As alterações começam a ser disponibilizadas a partir de hoje e incluem um novo modo de visualização sem elementos na interface, controlo de velocidade de reprodução, e mudanças na forma como os utilizadores interagem com os vídeos.

A principal novidade é o Clear Screen, um modo que oculta temporariamente todos os ícones, botões e texto apresentados no ecrã, permitindo ver os vídeos sem distracções. A opção pode ser activada através do menu no canto superior direito do Shorts. Outra funcionalidade muito pedida pelos utilizadores é a reprodução a 2x, que permite acelerar os vídeos que, mesmo sendo "curtos", se arrastam desnecessariamente. A plataforma também simplificou o processo para silenciar o áudio, bastando pausar o vídeo e tocar no novo ícone de som.




O YouTube também substituiu o tradicional botão de "Gosto" por um ícone de coração, procurando incentivar uma interacção considerada mais expressiva. Em contrapartida, o botão "Não gosto" foi removido da interface do Shorts, o que poderá deixar algumas saudades para quem gosta de penalizar conteúdos de fraca qualidade.

Felizmente, passam a estar disponíveis novas opções como "Não recomendar este canal" e "Não tenho interesse", acessíveis através do menu do vídeo. Esta última permite ainda indicar motivos específicos, como conteúdo irrelevante ou aborrecido, ajudando o algoritmo a adaptar melhor as recomendações apresentadas a cada utilizador. Dito isto, continua a faltar um modo que permita bloquear totalmente determinados canais, tanto no Shorts como no YouTube normal.

№ 16

Carregador 1000W 10 portas a €58

Os carregadores podem acompanhar-nos por anos e anos, e este carregador de 10 portas garante que estamos preparados para tirar partido do USB-C para carregamentos rápidos de múltiplos dispositivos.

Com a transição para o USB-C e alguns fabricantes a deixarem de incluir carregadores com os seus produtos, torna-se mais importante que nunca escolher um carregador que nos dê algumas garantias a longo prazo. Este mega carregador pode fornecer um total de até 1000 W e tem 10 portas USB, mantendo um tamanho bastante compacto em formato "charging station" para desktop.

Mais concretamente, temos 8 portas USB-C de carregamento rápido PD (4 de 140 W + 4 de 100 W) e 2 portas USB-A QC de 20 W.
Este carregador 1000W de 10 portas está disponível por 58 euros na Amazon Espanha.

Toda esta variedade significa que está preparado para lidar com os equipamentos mais recentes mas também lida sem dificuldade com cabos USB da geração anterior (que ainda são bastante populares). As portas de 140 W são mais que suficientes para lidar com dispositivos de maior potência, como portáteis, e possibilitam carregar múltiplos portatéis em simultâneo sem que haja preocupações em manter múltiplos carregadores dedicados. Só não se esqueçam de juntar um cabo USB-C que permita tirar partido destas potências.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

№ 17

Carregador 1000W 10 portas a €58

Os carregadores podem acompanhar-nos por anos e anos, e este carregador de 10 portas garante que estamos preparados para tirar partido do USB-C para carregamentos rápidos de múltiplos dispositivos.

Com a transição para o USB-C e alguns fabricantes a deixarem de incluir carregadores com os seus produtos, torna-se mais importante que nunca escolher um carregador que nos dê algumas garantias a longo prazo. Este mega carregador pode fornecer um total de até 1000 W e tem 10 portas USB, mantendo um tamanho bastante compacto em formato "charging station" para desktop.

Mais concretamente, temos 8 portas USB-C de carregamento rápido PD (4 de 140 W + 4 de 100 W) e 2 portas USB-A QC de 20 W.
Este carregador 1000W de 10 portas está disponível por 58 euros na Amazon Espanha.

Toda esta variedade significa que está preparado para lidar com os equipamentos mais recentes mas também lida sem dificuldade com cabos USB da geração anterior (que ainda são bastante populares). As portas de 140 W são mais que suficientes para lidar com dispositivos de maior potência, como portáteis, e possibilitam carregar múltiplos portatéis em simultâneo sem que haja preocupações em manter múltiplos carregadores dedicados. Só não se esqueçam de juntar um cabo USB-C que permita tirar partido destas potências.


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№ 18

Google Finance ganha portefólios e nova app

A Google renovou o Google Finance, com funcionalidades AI, portefólios, e nova app dedicada.

A Google anunciou uma grande remodelação do Google Finance, que passa a contar com uma app dedicada para Android e novas funcionalidades baseadas em inteligência artificial. A plataforma abandona oficialmente a fase beta e pretende facilitar a gestão de investimentos, oferecendo uma experiência mais completa para quem acompanha os mercados financeiros.

Uma das principais novidades é o suporte para portefólios, permitindo reunir todos os investimentos num único painel. Os utilizadores podem criar portefólios através da importação de ficheiros como CSV ou PDF, ou até utilizando capturas de ecrã com os detalhes das suas posições. A aplicação apresenta depois informações sobre desempenho, distribuição de ativos e outros indicadores relevantes.




A inteligência artificial assume um papel central nesta atualização. Os utilizadores podem fazer perguntas sobre os seus investimentos em linguagem natural, como identificar sectores com menor exposição na carteira ou perceber de que forma a distribuição dos seus investimentos influencia o potencial de crescimento a longo prazo. O objectivo é tornar a análise financeira mais simples e acessível - sempre com a salvaguarda de que a AI pode cometer erros.

A Google lança ainda uma nova ferramenta de briefings personalizados, capaz de gerar resumos automáticos sobre temas específicos em horários definidos pelo utilizador. Por exemplo, será possível receber diariamente um resumo antes da abertura dos mercados com os principais acontecimentos da noite anterior ou acompanhar sectores específicos em tempo real. A nova app Google Finance já está disponível para Android, enquanto a versão para iPhone deverá ser lançada nos próximos meses. Pode também aceder-se ao Google Finance na web.

№ 19

Microsoft prolonga actualizações de segurança do Windows 10 até 2027

A Microsoft prolongou gratuitamente as actualizações de segurança do Windows 10 até Outubro de 2027.

Boas notícias para quem se mantém no Windows 10. A Microsoft prolongou o programa gratuito de Extended Security Updates (ESU) para o Windows 10, permitindo que os utilizadores continuem a receber actualizações de segurança até 12 de Outubro de 2027. A alteração não foi anunciada oficialmente e surgiu apenas através da atualização da documentação da empresa e de uma nota adicionada ao blogue oficial do Windows.

O Windows 10 terminou o suporte oficial a 14 de Outubro de 2025, deixando de receber novas funcionalidades, assistência técnica, e actualizações de segurança. Para ajudar quem ainda não conseguiu migrar para o Windows 11, a Microsoft tinha criado um programa ESU gratuito válido durante um ano, inicialmente previsto para terminar em Outubro de 2026. Com este prolongamento, os utilizadores passam a beneficiar de mais um ano de proteção.

Segundo a Microsoft, a extensão pretende dar mais tempo aos consumidores para escolherem um novo computador compatível com o Windows 11, mantendo os seus dispositivos protegidos durante esse período de transição. As licenças ESU para utilizadores particulares podem ser utilizadas em até 10 dispositivos associados à mesma conta Microsoft, e quem já aderiu ao programa continuará automaticamente abrangido até à nova data.

Tendo em conta que se está numa péssima altura para mudar de computador devido aos elevados custos da memória RAM, SSDs, e placas gráficas, é uma excelente notícia para quem quer manter o seu PC Windows 10 durante mais algum tempo, com a expectativa de que as coisas possam melhorar a esse nível - embora haja quem acredite que este cenário se irá manter pelos próximos anos, e até de que "nunca" se voltará aos patamares de preço anteriores num futuro previsível.

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Apple salta M6 para se focar no M7

A Apple poderá "saltar" por cima dos chips M6 para se focar na futura série M7.

A Apple parece estar a pensar numa mudança inesperada de estratégia para os seus processadores Apple Silicon. Segundo rumores, a empresa pretende acelerar o desenvolvimento da geração M7, mais orientada para cargas de trabalho de inteligência artificial, e cancelar os planos para os chips M6 Pro e M6 Max, algo inédito desde a introdução da família M.

Isto significaria que a Apple lançaria apenas o chip M6 base, para os modelos de entrada do Mac no final de 2026, trazendo melhorias na largura de banda da memória, um novo Neural Engine, GPU redesenhado, e sendo o primeiro chip com processo de fabrico de 2 nanómetros da Apple. O chip deverá equipar equipamentos como o MacBook Pro de entrada, Mac mini, iMac e futuros iPad Pro e iPad Air.

Já os utilizadores que procuram modelos mais potentes terão de esperar pela família M7. que chegará durante a primeira metade de 2027, com os mais poderosos M7 Pro e M7 Max a chegar no final desse ano. O M7 Ultra ficaria reservado para 2028.

A Apple pretende que esta nova geração ofereça um desempenho significativamente superior em inteligência artificial executada localmente, tirando partido da sua arquitectura de memória unificada. Fala-se também que a Apple deverá apresentar o M5 Ultra, destinado ao próximo Mac Studio, com 36 núcleos de CPU, 80 núcleos de GPU, e suportando até 768 GB de memória unificada - um suporte teórico que não se deverá concretizar na prática, tendo em conta a escassez e custo da memória.