PlanetGeek
№ 01

Falha da Dropbox deu acesso directo a contas de utilizadores

O serviço Dropbox tinha uma falha flagrante, que permitia obter acesso directo às contas dos utilizadores.

A Dropbox confirmou uma falha de segurança que permitiu o acesso não autorizado a milhares de contas através de um mecanismo de autenticação associado a contas Lenovo ID. Segundo a empresa, cerca de 5.000 contas foram comprometidas e, em 1.500 casos, os atacantes descarregaram ficheiros das contas afectadas.

A origem do incidente parece estar relacionada com um problema no processo de verificação de emails que o serviço disponibiliza à Lenovo. Os atacantes conseguiam criar contas Lenovo ID utilizando endereços de email de outras pessoas e, posteriormente, usar essas credenciais para iniciar sessão Dropbox através da opção de login com Lenovo.

If you store files on @Dropbox, it may have been compromised between August 4th and 21st.

Short version: they trusted @Lenovo to connect Dropbox accounts, and Lenovo had an email verification flaw. Allowing an attacker to create a Lenovo account, add your dropbox account, and… pic.twitter.com/amqEZFbC1z

— Justin Kalland (@justinkalland) August 31, 2026
No entanto, especialistas, a falha mais grave está do lado do Dropbox, que permitia associar automaticamente novas identidades Lenovo às contas existentes com o mesmo endereço de email, sem exigir uma validação adicional por parte do utilizador. Isto permitiu que os atacantes obtivessem acesso às contas sem conhecer a palavra-passe original nem necessitarem de acesso à caixa de correio eletrónico da vítima.

A Dropbox diz já ter corrigido esta falha e invalidado todas as sessões autenticadas através de Lenovo ID. A empresa recomenda que os utilizadores activem a autenticação de dois fatores (2FA), mas sem explicar se isso efectivamente ofereceria alguma protecção contra esta associação directa que o serviço permitia via Lenovo ID - nem se o mesmo tipo de privilégio estará a ser dado a outras empresas ou parceiros. O que é certo é que isto pode tornar-se na gota de água que leve muitos utilizadores do Dropbox a abandonarem o serviço.

№ 02

World Labs Atlas transforma imagens em mundos tridimensionais

A World Labs lançou o Atlas que consegue transformar imagens e vídeos em mundos tradicionais por onde se pode viajar sem limites.

Combinando múltiplas tecnologias já conhecidas com a mais recente magia das capacidades AI, a World Labs criou o impressionante Atlas.

Tradicionalmente, criar o efeito de vídeos "tridimensionais" ao estilo do "Bullet Time" obrigava a usar dezenas de câmaras posicionadas cuidadosamente para se obter o plano pretendido. Agora, tudo isso cai por terra, já que basta algo que pode ser uma imagem, ou vídeo captado por três ou mais câmaras, para se criar um verdadeiro mundo tridimensional pelo qual podemos viajar no espaço e no tempo, praticamente sem limites.

World Labs just introduced Atlas, an AI model that can reconstruct moving 3D scenes from as few as three cameras.

Creators can record a real moment, then view it from camera angles that were never filmed. pic.twitter.com/2CnqNv5564

— Justin Ryan (@justinryanio) September 1, 2026

The new Atlas world model is literally black magic. This shouldn't be possible from just 3 cameras 🤯 https://t.co/larhFrfnAM pic.twitter.com/SC7FtHzrXn

— Jake Steinerman 🌎 (@jasteinerman) September 1, 2026

Introducing Atlas:

The world's first multimodal world model that generates image and video frames with pixel-perfect camera control and reconstructs them in 3D.

Model the world, move the camera, and simulate space & time. pic.twitter.com/o0qeGubi19

— World Labs (@theworldlabs) September 1, 2026

I'm particularly excited by Atlas's ability to reconstruct scenes from a very small number of input image -- was able to create this flythrough of London's Natural History Museum by combining 3 input images I found from completely separate sources on Google Images pic.twitter.com/migyNTND15

— Ben Mildenhall (@BenMildenhall) September 1, 2026
Obviamente, este sistema usa tecnologia AI para "imaginar" as partes não visíveis, mas o efeito mantém-se bastante realista, sendo inacreditável que consiga ser atingido com um pequeno número de imagens ou câmaras.

As aplicações são vastas, indo muito para além dos efeitos digitais para filmes e séries. Há também aplicações para simulação, reconstrução, e preservação de espaços, e muito mais. Para os mais veteranos, é algo que poderá fazer o velhinho Photosynth da Microsoft de há quase vinte anos, que nas versões finais também entrou no campo do vídeo, mas agora levado ao extremo.

№ 03

Xiaomi expande Mijia na Europa

A Xiaomi quer trazer para a Europa todo o seu ecossistema de electrodomésticos inteligentes e smart devices Mijia.

Não são só os seus carros que a Xiaomi quer trazer para a Europa em 2027, mas sim tudo o resto. A Xiaomi prepara-se para reforçar significativamente a sua presença no mercado europeu durante a IFA 2026, em Berlim. A empresa confirmou que a sua marca de ecossistema inteligente Mijia será uma das grandes protagonistas do evento, assinalando o início de uma expansão em larga escala na Europa.

Conhecida por reunir uma vasta gama de produtos para casa inteligente e electrodomésticos, a Mijia conta atualmente com mais de 2.000 produtos distribuídos por mais de 130 categorias. A Xiaomi pretende disponibilizar ao público europeu a mesma experiência de casa conectada que disponibiliza na China, apostando na integração entre dispositivos.

Mijia is entering Europe at scale.🔥

With "The Art of Smart Living" at the heart of the brand, Mijia is bringing its smart home experience to more consumers across Europe.

Human-centric Intelligence that adapts to you. Proven Quality that stands up to everyday life. Essential… pic.twitter.com/isQecTjgrl

— Xiaomi (@Xiaomi) September 1, 2026
Entre os produtos já confirmados para apresentação estão uma máquina de lavar roupa com três tambores independentes, um ar condicionado equipado com radar mmWave, e um frigorífico com tecnologia Cryo Fresh.

Saberemos mais detalhes depois da apresentação oficial a 3 de Setembro durante a conferência da Xiaomi na IFA. Veremos se também serão abordadas as questões de privacidade, já que inevitavelmente surgirão preocupações com a possível recolha de dados a serem enviados para servidores na China.

№ 04

Xiaomi expande Mijia na Europa

A Xiaomi quer trazer para a Europa todo o seu ecossistema de electrodomésticos inteligentes e smart devices Mijia.

Não são só os seus carros que a Xiaomi quer trazer para a Europa em 2027, mas sim tudo o resto. A Xiaomi prepara-se para reforçar significativamente a sua presença no mercado europeu durante a IFA 2026, em Berlim. A empresa confirmou que a sua marca de ecossistema inteligente Mijia será uma das grandes protagonistas do evento, assinalando o início de uma expansão em larga escala na Europa.

Conhecida por reunir uma vasta gama de produtos para casa inteligente e electrodomésticos, a Mijia conta atualmente com mais de 2.000 produtos distribuídos por mais de 130 categorias. A Xiaomi pretende disponibilizar ao público europeu a mesma experiência de casa conectada que disponibiliza na China, apostando na integração entre dispositivos.

Mijia is entering Europe at scale.🔥

With "The Art of Smart Living" at the heart of the brand, Mijia is bringing its smart home experience to more consumers across Europe.

Human-centric Intelligence that adapts to you. Proven Quality that stands up to everyday life. Essential… pic.twitter.com/isQecTjgrl

— Xiaomi (@Xiaomi) September 1, 2026
Entre os produtos já confirmados para apresentação estão uma máquina de lavar roupa com três tambores independentes, um ar condicionado equipado com radar mmWave, e um frigorífico com tecnologia Cryo Fresh.

Saberemos mais detalhes depois da apresentação oficial a 3 de Setembro durante a conferência da Xiaomi na IFA. Veremos se também serão abordadas as questões de privacidade, já que inevitavelmente surgirão preocupações com a possível recolha de dados a serem enviados para servidores na China.

№ 05

Google Pics para edição e criação de imagens AI

Desnecessariamente, a Google lançou nova ferramenta AI para criação e edição de imagens, o Google Pics.

Google anunciou o lançamento do Google Pics, uma nova ferramenta de criação e edição de imagens baseada em inteligência artificial. Apesar do nome, o serviço não está relacionado com o Google Photos nem com o Google Images, sendo apresentado como uma solução focada na geração de imagens e em edições integrada directamente nos seus serviços de produtividade.

Segundo a Google, o Google Pics oferece um conjunto de ferramentas de edição especializadas que permitem criar imagens a partir de instruções de texto e realizar alterações precisas em conteúdos existentes sem necessidade de começar do zero. A tecnologia utiliza o modelo Nano Banana.



Além de funcionar como uma plataforma independente, o Google Pics será integrado no ecossistema Google Workspace. Os utilizadores poderão criar e editar imagens directamente no Google Docs e Google Slides, enquanto a integração com o Google Drive está prevista para as próximas semanas.

O que é estranho é que isto poderia (deveria?) muito bem ser integrado através do Gemini, que já permite fazer este tipo de coisa; pelo que parece ser contraproducente - para quem tem tanto tem apostado em centralizar todas as funcionalidades AI no Gemini - estar agora a duplicar funcionalidades para um serviço redundante. Enfim. De qualquer forma, por agora o acesso fica limitado aos subscritores dos planos Google AI Pro e Google AI Ultra, pelo que passará completamente ao lado de todos os utilizadores gratuitos.

Parece-me haver boas probabilidades que este seja um dos serviços que a Google mandará para o seu sempre crescente cemitério daqui por pouco tempo... veremos.

№ 06

Xiaomi Smart Band 10 a €40

A Xiaomi Smart Band 10 é uma das smart bracelets mais desejadas, e pode ser encontrada a preço simpático.

A Xiaomi Smart Band 10 mantém o mesmo formato das gerações anteriores, vindo com um ecrã AMOLED maior, de 1.72", e mais luminoso, com 1500 nits, com modo Always On. Além das suas já bastante completas capacidades de tracking, inclui agora um sensor de 9 eixos para um tracking mais preciso de actividade e sono, além de contar também com um motor de vibração actualizado. A autonomia continua a ser um dos pontos fortes, com até 21 dias de uso típico e 9 dias com o ecrã sempre ligado. Vem com mais de 200 mostradores e tem resistência à água até 5 ATM.

De momento, podemos apanhar a Xiaomi Smart Band 10 por 40 euros na Amazon Espanha.

A Xiaomi anuncia uma autonomia de 21 dias de uso típico, que passam para cerca de uma semana com o ecrã em modo Always On. O carregamento é feito em apenas uma hora. Pode ser utilizada tanto em smartphones Android como iPhones, incluindo compatibilidade com o Strava, para além de outras apps. Também pode fazer a monitorização do sono.


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№ 07

Xiaomi expande Mijia na Europa

A Xiaomi quer trazer para a Europa todo o seu ecossistema de electrodomésticos inteligentes e smart devices Mijia.

Não são só os seus carros que a Xiaomi quer trazer para a Europa em 2027, mas sim tudo o resto. A Xiaomi prepara-se para reforçar significativamente a sua presença no mercado europeu durante a IFA 2026, em Berlim. A empresa confirmou que a sua marca de ecossistema inteligente Mijia será uma das grandes protagonistas do evento, assinalando o início de uma expansão em larga escala na Europa.

Conhecida por reunir uma vasta gama de produtos para casa inteligente e electrodomésticos, a Mijia conta atualmente com mais de 2.000 produtos distribuídos por mais de 130 categorias. A Xiaomi pretende disponibilizar ao público europeu a mesma experiência de casa conectada que disponibiliza na China, apostando na integração entre dispositivos.

Mijia is entering Europe at scale.🔥

With "The Art of Smart Living" at the heart of the brand, Mijia is bringing its smart home experience to more consumers across Europe.

Human-centric Intelligence that adapts to you. Proven Quality that stands up to everyday life. Essential… pic.twitter.com/isQecTjgrl

— Xiaomi (@Xiaomi) September 1, 2026
Entre os produtos já confirmados para apresentação estão uma máquina de lavar roupa com três tambores independentes, um ar condicionado equipado com radar mmWave, e um frigorífico com tecnologia Cryo Fresh.

Saberemos mais detalhes depois da apresentação oficial a 3 de Setembro durante a conferência da Xiaomi na IFA. Veremos se também serão abordadas as questões de privacidade, já que inevitavelmente surgirão preocupações com a possível recolha de dados a serem enviados para servidores na China.

№ 08

Anthropic lança Claude Fable 5.1 e Claude Mythos 5.1

Procurando recuperar da má imagem que tem tido recentemnte, a Anthropic lançou o Claude Fable 5.1 e Claude Mythos 5.1.

A Anthropic anunciou os novos modelos Claude Fable 5.1 e Claude Mythos 5.1, apresentados pela empresa como as suas soluções mais avançadas para programação, análise de informação e resolução de problemas complexos. A nova geração oferece melhor desempenho em várias áreas, mas a melhor notícia é que promete reduzir os custos de utilização.

De acordo com a Anthropic, o Claude Fable 5.1 consegue igualar ou superar os resultados do Fable 5 com níveis de esforço baixos e médios, apresentando ganhos ainda mais significativos em tarefas que exigem raciocínio prolongado. A empresa diz também que o modelo supera versões anteriores da família Claude e alguns dos seus principais concorrentes em vários benchmarks de referência. Os modelos Fable 5.1 e Mythos 5.1 partilham a mesma base tecnológica, diferenciando-se sobretudo pelos níveis de proteção implementados. Enquanto o Fable 5.1 estará disponível para todos os utilizadores, o Mythos 5.1 ficará reservado a empresas e utilizadores norte-americanos integrados nos programas de acesso controlado da Anthropic.
A actualização promete reduzir em cerca de 60% as recusas indevidas relacionados com cibersegurança para utilizadores do Claude Code. Além disso, o Fable 5.1 promete custos até 25% inferiores em cargas de trabalho típicas e reduções que podem atingir os 45% em tarefas mais avançadas baseadas em agentes AI.

I wrote this post without checking my timelines first.

It seems everyone's experiencing the same thing. Fable 5.1 is even worse than Fable 5 when it comes to rate usage.

I'm speechless.

At the same time, I'm running GPT-5.6 Sol Ultra right now and have hardly any problems with… https://t.co/ZcKhNLHl0b

— Chubby♨️ (@kimmonismus) September 1, 2026
Infelizmente, passados os momentos iniciais, os problemas relacionados com o uso excessivo de tokens parecem permanecer e já estar a causar a mesma dose de frustração nos utilizadores que tem acontecido nas últimas semanas - levando a que muitos ameacem, ou concretizem - o fim das suas subscrições do Claude e a mudança para modelos da concorrência que têm tido melhor receptividade.

Enquanto isso, também parece estar iminente a chegada de novos modelos da OpenAI, da Google, e da China já chegou nova versão do Qwen3.8 Max que o deixa ao nível do Fable 5.

№ 09

Nanoleaf na Philips Hue com algumas limitações

Vai ser possível adicionar painéis Nanoleaf ao sistema Philips Hue, mas com algumas limitações.

A Philips Hue está a preparar uma série de novidades para breve, incluindo nova caixa HDMI e sistema Ambilight com câmara, e também o inesperado suporte para painéis Nanoleaf. Detalhes dsta última integração foram também revelados através de uma página de suporte (entretanto removida), que indicam como tudo irá funcionar.

A interligação com os painéis Nanoleaf será disponibilizada através de um novo módulo de parede ainda não anunciado, que permitirá controlar painéis Nanoleaf diretamente a partir da app Hue. A integração será compatível com os modelos Nanoleaf Hexagons, Triangles e Mini Triangles. Depois de configurados, os painéis poderão ser adicionados a divisões, zonas, cenas, e automações do ecossistema Hue, tal como qualquer lâmpada Hue. Além de poderem ser controlados através da app, também podem ser usados através dos restantes acessórios (botões, sensores de movimento, etc.) e também assistentes de voz.
Os painéis Nanoleaf irão comportar-se de forma semelhante ao das fita LED Gradient. Isso significa que os utilizadores poderão alterar cores e integrar os painéis em ambientes de iluminação sincronizados com o restante sistema Hue, criando uma experiência mais unificada.

No entanto, existirão algumas limitações. Funcionalidades exclusivas da Nanoleaf, como efeitos dinâmicos, visualizações de música, gestos tácteis, e cenas próprias, não poderão ser geridas através da app Hue. Além disso, quando uma automação, alerta ou sincronização de entretenimento da Hue for activada, qualquer efeito activo da Nanoleaf será interrompido e não será retomado automaticamente após o evento terminar.

Ou seja, a integração dos painéis Nanoleaf será uma forma dos utilizadores Hue exapandirem a sua iluminação decorativa, mas poderá não ser um substituto total para quem quiser usar os seus painéis Nanoleaf com todas as suas funcionalidades.

№ 10

Extensão tomadas Tessan com 4 USB + 2 tomadas a €23

Uma excelente opção para quem tem que lidar com um número crescente de dispositivos USB para recarregar, é usar uma extensão de tomada com portas USB integradas, como é o caso desta Tessan com 2 tomadas mais 4 USB.

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas estas extensões de tomada com portas USB integradas acabam por ser uma solução bastante atractiva, já que permitem manter a utilidade da tomada original, mas adicionando portas USB adicionais para carregarem outros equipamentos sem necessidade de carregadores individuais.
Esta extensão de tomada Tessan com 2 tomadas mais 4 USB (2 USB-C + 2 USB-A) está disponível por 23 euros na Amazon Espanha.

As portas USB podem fornecer até 30 W (PD) no total, sendo divididos à medida que se ligam mais dispositivos. Por exemplo, se ligarmos um dispositivo na porta USB-C e outra numa porta USB-A, poderá fornecer 15W a cada um deles em simultâneo. Quanto à extensão em si, conta com um cabo de 2 metros, facilitando o processo de a colocar num ponto mais adequado em relação à tomada onde for ligada.

É uma opção bastante interessante, especialmente tendo em conta a crescente panóplia de dispositivos USB que vamos tendo, dos smartphones e tablets e coisas como smartwatches, colunas Bluetooth, escovas de dentes, máquinas de barbear, etc. E desta forma, em vez de transportamos vários carregadores, fica tudo condensado num único bloco compacto de uma extensão de tomadas.


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№ 11

Android Feature Drop de Setembro com Motion Assist e outras novidades

A Google já disponibilizou a mais recente ronda de melhorias que chegará aos Androids compatíveis no Feature Drop de Setembro.

A Google anunciou a mais recente actualização Android Feature Drop de Setembro, trazendo um conjunto de novas funcionalidades focadas em produtividade, acessibilidade e personalização. As novidades serão disponibilizadas gradualmente para dispositivos Android compatíveis ao longo das próximas semanas.

Uma das principais novidades é a integração entre o Gemini e o Find Hub, permitindo aos utilizadores pedir ao assistente para memorizar a localização de objectos importantes, como passaportes ou chaves suplentes. Posteriormente, será possível consultar essa informação através do Gemini ou directamente no Find Hub, sem necessidade de utilizar dispositivos de rastreamento dedicados. Poderá ser o fim daquelas questões "onde é que deixei as chaves extra do carro?"
O Android 17 recebe também (finalmente) o Motion Assist, a funcionalidade concebida para reduzir o enjoo durante viagens. O sistema utiliza pontos animados sobrepostos ao ecrã que se movem de acordo com o movimento do veículo, ajudando a diminuir o conflito entre a percepção visual e o movimento físico. É algo que a Apple já tinha implementado nos iPhones com efeito positivo, e será certamente também apreciado pelos utilizadores Android que queiram usar o seu smartphone durante as viagens.

Entre as restantes novidades destacam-se o Guided Vision, que utiliza a câmara do smartphone e o Gemini Live para ajudar a ler textos e identificar objectos, bem como novas funcionalidades para o Google Messages. A app passa a permitir a colaboração em listas e notas do Google Keep directamente nas conversas e também disponibiliza temas personalizados para cada chat, incluindo fundos e cores ajustáveis individualmente. Felizmente, a Google diz também já ter corrigido o embaraçoso bug do Google Messages que estava a enviar mensagens aleatórias antigas.

№ 12

Xiaomi 18 Fold apresentado a 7 de Setembro

A Xiaomi antecipa-se à Apple e revelará o seu iPhone 18 Fold de formato largo antes do iPhone dobrável.

A Xiaomi já revelou o design do seu próximo smartphone dobrável, o Xiaomi 18 Fold, confirmando também que o lançamento na China está marcado para 7 de Setembro. Isto significa que a Xiaomi apresentará o seu dobrável de formato largo dois dias antes da apresentação do esperado iPhone "Ultra", o primeiro iPhone dobrável da Apple, marcada para 9 de Setembro.

As imagens divulgadas pela fabricante mostram o Xiaomi 18 Fold na nova cor Nishino Red. O equipamento destaca-se por apostar num formato mais largo que o habitual nos dobráveis até à data - algo que também é esperado para o modelo da Apple - mas aqui não descurando a parte das câmaras, já que o módulo fotográfico horizontal em formato de cápsula do Xiaomi 18 Fold mantém três câmaras traseiras, evitando aquela que parecer ser uma das principais lacunas do novo iPhone que deverá ter apenas duas câmaras e abdicar da câmara telefoto.
A Xiaomi também confirmou que o seu dobrável contará com um ecrã exterior de 5.38" e um ecrã dobrável interno de 7.58".

Segundo informações reveladas anteriormente, o Xiaomi 18 Fold deverá estar equipado com os novos processadores Xring O3 da própria Xiaomi, ter versões com até 16 GB de memória RAM, e vir com o mais recente Android 17 de origem. No entanto, sendo esta apresentação destinada ao mercado doméstico, poderemos ter que esperar ainda alguns meses até que a Xiaomi disponibilize o Xiaomi 18 Fold para o mercado global - a não ser que a Xiaomi tenha outros planos e queira oferecer a sua alternativa ao iPhone dobrável na Europa mais rapidamente.

№ 13

Extensão tomadas Tessan com 4 USB + 2 tomadas a €23

Uma excelente opção para quem tem que lidar com um número crescente de dispositivos USB para recarregar, é usar uma extensão de tomada com portas USB integradas, como é o caso desta Tessan com 2 tomadas mais 4 USB.

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas estas extensões de tomada com portas USB integradas acabam por ser uma solução bastante atractiva, já que permitem manter a utilidade da tomada original, mas adicionando portas USB adicionais para carregarem outros equipamentos sem necessidade de carregadores individuais.
Esta extensão de tomada Tessan com 2 tomadas mais 4 USB (2 USB-C + 2 USB-A) está disponível por 23 euros na Amazon Espanha.

As portas USB podem fornecer até 30 W (PD) no total, sendo divididos à medida que se ligam mais dispositivos. Por exemplo, se ligarmos um dispositivo na porta USB-C e outra numa porta USB-A, poderá fornecer 15W a cada um deles em simultâneo. Quanto à extensão em si, conta com um cabo de 2 metros, facilitando o processo de a colocar num ponto mais adequado em relação à tomada onde for ligada.

É uma opção bastante interessante, especialmente tendo em conta a crescente panóplia de dispositivos USB que vamos tendo, dos smartphones e tablets e coisas como smartwatches, colunas Bluetooth, escovas de dentes, máquinas de barbear, etc. E desta forma, em vez de transportamos vários carregadores, fica tudo condensado num único bloco compacto de uma extensão de tomadas.


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№ 14

iPhone dobrável terá MagSafe?

A poucos dias da apresentação oficial, mantém-se a dúvida sobre se o primeiro iPhone dobrável terá suporte para carregamento wireless MagSafe.

Os mais recentes rumores apontam para que primeiro iPhone dobrável da Apple mantenha uma das funcionalidades mais populares dos iPhones actuais. O esperado iPhone Ultra deverá chegar com suporte para carregamento wireless MagSafe, apesar das imagens que têm surgido não mostrarem o habitual anel magnético presente nos modelos da marca.

A grande questão é saber se a Apple conseguiu incluir o sistema num modelo que deverá ter apenas 4.5 mm de espessura (quando aberto), tornando-o um dos smartphones dobráveis mais finos do mercado. Para referência, o iPhone Air vem com MagSafe mas tem uma espessura de 5.64 mm. Também se pensa que a espessura reduzida tenha feito com que a Apple não usasse o FaceID habitual nos iPhones, em vez disso regressando a um sensor TouchID no botão de power, tal como fez nos iPads.

Pessoalmente, vejo outros potenciais problemas relacionados com o MagSafe neste iPhone dobrável, já que o seu formato mais largo significa que poderá não ser compatível com muitos carregadores pensados para os iPhones; e fica também a questão do "equilíbrio" quando se tiver o iPhone aberto e colocado num suporte magnético, que o segurará apenas num dos lados, podendo levar a potenciais quedas - por exemplo, quando se passa num buraco ou lomba num suporte magnético montado no carro.

Saberemos em breve, a apresentação dos iPhone 18 Pro e iPhone dobrável está marcada já para a próxima semana, a 9 de Setembro.

№ 15

Oukitel apresenta tablet e portátil robustos, e baterias para casa e outdoors

A Oukitel tem vários produtos interessantes, incluindo novos tablets robustos, um portátil com painel solar integrado, e novas soluções de energia para casa e não só.

A Oukitel revelou vários novos produtos focados em resistência, produtividade e energia sustentável. Para além dos seus conhecidos smartphones robustos, a empresa apresentou um tablet industrial de 11", um portátil equipado com um painel solar integrado, e várias soluções de armazenamento de energia destinadas tanto ao uso doméstico como actividades ao ar livre.

Oukitel RT10: tablet industrial para ambientes extremos

O destaque na categoria dos tablets é o novo Oukitel RT10, um modelo industrial com ecrã de 11", leitor de impressões digitais e scanner de códigos de barras 2D. O equipamento conta com um painel Full HD 1080p a 120 Hz e altifalantes estéreo de 5 W capazes de ultrapassar os 130 dB. No interior encontra-se o processador MediaTek Dimensity 7400X, acompanhado por 12 GB de RAM, 512 GB de armazenamento interno expansível e uma enorme bateria de 25.000 mAh.

A versão industrial inclui carregamento através de pogo pins e disponibiliza várias ligações profissionais, incluindo USB-A, RJ45 e RS-232. O dispositivo possui certificações IP68, IP69K e MIL-STD-810H, podendo operar em ambientes com temperaturas entre os -45°C e os 75°C. Para utilizadores comuns existirá também uma versão simplificada, sem algumas das funcionalidades industriais. No departamento fotográfico, o RT10 integra uma câmara principal de 64 MP e uma câmara de visão noturna de 20 MP.


RG14-P: portátil robusto com painel solar incorporado

A Oukitel também apresentou o RG14-P, um portátil de 14.1" concebido para utilização no exterior. O ecrã oferece um brilho máximo de 1.000 nits, garantindo boa visibilidade mesmo sob luz solar direta. O equipamento inclui ainda uma câmara magnética rotativa de 180 graus e dois altifalantes de 5 W. O elemento mais invulgar deste portátil é o painel solar de 10 W integrado na parte traseira do ecrã. Em condições ideais, este painel consegue carregar até 50% da bateria de 95 Wh em cerca de seis horas.

A bateria utiliza um sistema híbrido composto por uma bateria interna de 3.000 mAh e uma bateria removível de 5.200 mAh. Esta última pode ser substituída sem desligar o equipamento, permitindo transportar baterias adicionais para aumentar significativamente a autonomia. O RG14-P não é propriamente leve, pesando 3,7 kg, mas inclui uma pega de transporte para facilitar a deslocação. Tal como outros produtos da marca, possui certificações IP68 e IP69K para resistência a água, poeira e condições adversas. O portátil foi claramente pensado para utilização profissional e industrial, disponibilizando portas RS-232, RJ45 Ethernet, múltiplas ligações HDMI, NFC e leitor de impressões digitais. No interior encontra-se um processador Intel Core i7 de 14.ª geração, acompanhado por 16 GB de RAM e um SSD de 512 GB.

A empresa revelou ainda uma variante denominada RG14-L. Neste modelo, o painel solar foi removido e substituído por uma potente luz LED integrada na traseira do ecrã.


BP3000: estação de energia portátil

No segmento da energia portátil, a Oukitel apresentou a BP3000 Portable Power Station. A unidade oferece uma capacidade inicial de 2.048 Wh e uma potência de saída de 3.200 W, podendo ser expandida até 16,384 kWh através de baterias adicionais B2000L, cada uma com 2.048 Wh de capacidade. O sistema suporta carregamento AC até 1.800 W e carregamento solar até 1.000 W. Quando ambas as fontes são utilizadas em simultâneo, é possível carregar a bateria interna até 80% em apenas 45 minutos.

Para quem procura uma solução mais compacta, a Oukitel revelou a P1000 Plus Portable Power Station. Este modelo oferece uma capacidade de 1.024 Wh e utiliza células LiFePO4, conhecidas pela sua durabilidade superior, com mais de 4.000 ciclos de carregamento. A estação integra um inversor de onda sinusoidal pura de 1.800 W e pesa cerca de 12 kg. Também pode funcionar como UPS (Uninterruptible Power Supply), com um tempo de comutação inferior a 10 milissegundos em caso de falha elétrica. Além do suporte para carregamento solar, disponibiliza várias opções de ligação, incluindo USB-C, USB-A, conetor DC e tomada para automóvel.

A completar a nova gama está o EP2500 Balcony Energy Storage System, uma solução destinada ao armazenamento de energia solar para utilização residencial. O sistema começa com uma bateria de 2.048 Wh, mas pode ser expandido até 16,384 kWh através das baterias adicionais WP2000. Tal como a restante gama energética da marca, utiliza tecnologia LiFePO4 com mais de 4.000 ciclos de carga. O EP2500 suporta até 4.000 W de entrada solar através de quatro controladores MPPT independentes. Também oferece entrada off-grid até 2.500 W e saída on-grid entre 800 W e 2.500 W, dependendo das regulamentações aplicáveis em cada região.

Com estes lançamentos, a Oukitel reforça a sua aposta em equipamentos robustos para utilização profissional e em soluções energéticas pensadas para utilizadores que procuram maior autonomia, seja em casa, em ambientes industriais ou em atividades ao ar livre.
№ 16

Android 17 com ECH para maior privacidade

Para maior privacidade, o Android 17 suportará ECH, que evita que os operadores de internet possam saber que sites são visitados.

O Android 17 vai reforçar a privacidade online com o suporte nativo para Encrypted Client Hello (ECH), uma tecnologia concebida para dificultar o tracking da actividade dos utilizadores durante a navegação na internet. O sistema permite ocultar informações que até agora podiam ser registadas pelos operadores de rede, fornecedores de internet, e administradores de redes WiFi.

O ECH funciona como uma extensão de privacidade do protocolo TLS utilizado nas ligações HTTPS. Ao encriptar a informação que identifica o website ou serviço acedido logo no início da ligação, impede que terceiros consigam identificar facilmente os domínios visitados. Embora browsers como o Chrome e Firefox já suportem esta funcionalidade há algum tempo, o Android 17 passa a integrá-la directamente no sistema operativo.
A Google explica que o ECH será activado automaticamente em apps desenvolvidas para Android 17 que utilizem bibliotecas de rede compatíveis. Nos casos em que os servidores ainda não suportem esta tecnologia, o sistema utilizará outro mecanismo chamado ECH GREASE, criado para tornar mais difícil distinguir ligações protegidas de ligações convencionais.

Além do ECH, o Android 17 conta com outras melhorias de segurança. Entre elas estão novas restrições ao acesso de apps à rede local, sistema Certificate Transparency para ajudar a detectar certificados falsificados, e opção para os operadores móveis desactivarem automaticamente redes 2G para reduzir riscos associados a esta tecnologia mais antiga, incluindo ataques através de estações base falsas e mensagens maliciosas.

Como sempre, a grande questão é: quanto tempo irá demorar até que o Android 17 chegue a um número relevante de dispositivos Android.

№ 17

Nanoleaf na Philips Hue com algumas limitações

Vai ser possível adicionar painéis Nanoleaf ao sistema Philips Hue, mas com algumas limitações.

A Philips Hue está a preparar uma série de novidades para breve, incluindo nova caixa HDMI e sistema Ambilight com câmara, e também o inesperado suporte para painéis Nanoleaf. Detalhes dsta última integração foram também revelados através de uma página de suporte (entretanto removida), que indicam como tudo irá funcionar.

A interligação com os painéis Nanoleaf será disponibilizada através de um novo módulo de parede ainda não anunciado, que permitirá controlar painéis Nanoleaf diretamente a partir da app Hue. A integração será compatível com os modelos Nanoleaf Hexagons, Triangles e Mini Triangles. Depois de configurados, os painéis poderão ser adicionados a divisões, zonas, cenas, e automações do ecossistema Hue, tal como qualquer lâmpada Hue. Além de poderem ser controlados através da app, também podem ser usados através dos restantes acessórios (botões, sensores de movimento, etc.) e também assistentes de voz.
Os painéis Nanoleaf irão comportar-se de forma semelhante ao das fita LED Gradient. Isso significa que os utilizadores poderão alterar cores e integrar os painéis em ambientes de iluminação sincronizados com o restante sistema Hue, criando uma experiência mais unificada.

No entanto, existirão algumas limitações. Funcionalidades exclusivas da Nanoleaf, como efeitos dinâmicos, visualizações de música, gestos tácteis, e cenas próprias, não poderão ser geridas através da app Hue. Além disso, quando uma automação, alerta ou sincronização de entretenimento da Hue for activada, qualquer efeito activo da Nanoleaf será interrompido e não será retomado automaticamente após o evento terminar.

Ou seja, a integração dos painéis Nanoleaf será uma forma dos utilizadores Hue exapandirem a sua iluminação decorativa, mas poderá não ser um substituto total para quem quiser usar os seus painéis Nanoleaf com todas as suas funcionalidades.

№ 18

Apple AirPods Pro 3 a €222

Para os utilizadores de iPhones que procurarem a máxima qualidade sonora, os AirPods Pro 3 estão disponíveis a preço reduzido.

A Apple teve um papel importante no abandono da ficha dos headphones, incentivando (obrigando) o uso de headphones e earphones Bluetooth (bem, tecnicamente, podemos continuar a usar headphones com cabo, via Lightning ou USB-C). E para tal, lançou uma série de earphone Bluetooth a acompanhar, os AirPods. Destes, o modelo topo de gama são os AirPods Pro 3, que além do cancelamento de ruído também têm Spatial Audio capaz de criar uma experiência sonora 3D que tem em consideração os movimentos da cabeça do utilizador, podendo servir como "aparelho auditivo" e, na mais recente actualização, também tendo capacidade para monitorizar a frequência cardíaca.


Os Apple AirPods Pro 3 estão disponíveis por 222 euros na Amazon Espanha.

A autonomia anunciada é de 8 horas para cada sessão (com cancelamento de ruído), que se pode prolongar om o carregamento na caixa. A caixa pode ser carregada via USB-C ou carregamento wireless MagSafe / Qi, e também conta com localização Find My de alta precisão via UWB e uma pequena coluna que toca um som para facilitar a tarefa.


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№ 19

Novo Mac Studio sem PCIe 6.0

A Apple está a remover as referências que o novo Mac Studio vinha com SSD PCIe 6.0.

A Apple poderá ter cometido um erro na apresentação do novo Mac Studio equipado com os processadores M5 Max e M5 Ultra. Pouco depois de publicar o comunicado oficial de lançamento, a empresa removeu a referência que indicava a presença um SSD PCIe 6.0, levantando algumas questões sobre as especificações reais do equipamento.

Na versão actual do comunicado, a Apple continua a dizer que o novo Mac Studio utiliza uma arquitectura de armazenamento de "nova geração" capaz de oferecer velocidades até duas vezes superiores às da geração anterior. No entanto, não é feita qualquer menção ao padrão PCIe 6.0, que desapareceu do texto sem qualquer explicação.
Tudo indica que a referência ao PCIe 6.0 terá sido um erro. Os modelos MacBook Pro equipados com o mesmo processador M5 Max utilizam unidades SSD baseadas em PCIe 5.0 e a Apple promove ganhos de desempenho semelhantes nesses equipamentos. Além disso, apesar de já começarem a existir SSDs PCIe 6.0 (que permitem transferências de 28 GB/s), estes destinam-se ao sector dos data centers, não havendo sequer suporte para tais ligações no mercado doméstico.

O que é possível é que a Apple tenha melhorado o SSD do novo Mac Studio de modo a mazimizar a capacidade de 14-15 GB/s do PCIe 5.0 ou, eventualmente, usar uma ligação de canal duplo para atingir os 28-30 GB/s, equivalentes ao que seria possível com o PCIe 6.0.

Seja como for, os rumores indicam que novos Mac Mini e Mac Studio têm tido enorme procura devido à sua memória unificada (até 512GB no modelo topo de gama), e que estão a ser comprados "aos milhares" pelas empresas AI.

№ 20

Pixel 11 pode afinal ter MTE

A equipa do GrapheneOS revelou que o Pixel 11 pode afinal ter suporte para MTE, mas possivelmente com desempenho inadequado.

Com o lançamento dos Pixel 11 gerou-se nova polémica, com a equipa do GrapheneOS a anunciar que a Google parecia ter feito grande retrocesso na segurança, removendo o suporte para o MTE (Memory Tagging Extension) que tem estado presente nos Pixel desde os Pixel 8, e que se torna num dos elemento base para a segurança promovida pelo sistema. Mas após mais alguma análise, surgem notícias positivas. Embora a funcionalidade venha desactivada de origem, os mais recentes testes indicam que o hardware mantém pelo menos suporte básico para esta tecnologia de segurança.

O Android MTE (Memory Tagging Extension) é uma funcionalidade de segurança por hadware que verifica se os processos podem efectivamente aceder às zonas de memória que tentam aceder, sendo uma protecção contra a maioria dos ataques (e bugs) de buffer overflows, e outros acessos de memória indevidos. Com isto a ser feito por hardware, evita-se a perda de desempenho que seria significativa se fosse feita por software.

We have good news about the Pixel 11. It still has at least bare minimum support for MTE at a hardware level. We think they removed most of the hardware acceleration from the CPU cache to save money. They ruined the performance so it ended up being fully disabled in firmware. It…

— GrapheneOS (@GrapheneOS) September 1, 2026
Então, porquê a Google ter desactivado isto nos Pixel 11? Actualmente, o Android 17 QPR2 Beta 4 continua a desactivar totalmente o MTE ao nível do sistema operativo e do firmware, mas inclui componentes necessários para activar a funcionalidade. Os testes realizados mostram que é possível activar o MTE utilizando comandos específicos e um kernel modificado. No entanto, a equipa do GrapheneOS teme que a Google só tenha removido o suporte de forma tão abrangente caso o impacto no desempenho fosse realmente significativo ou existissem problemas técnicos mais profundos relacionados com o processador.

Além das dúvidas em torno do MTE, o GrapheneOS refere que a série Pixel 11 apresenta algumas reduções de especificações face à geração anterior, incluindo alterações no GPU e menos memória RAM em determinados modelos Pro. A equipa queixa-se também que tem sido cada vez mais difícil lidar com a Google desde a remoção do suporte aos dispositivos Pixel do AOSP em 2025. Com tal, a sua recomendação é a de que os utilizadores se mantenham nos Pixel 10 ou anteriores, e contempla a hipótese de passar a dedicar-se quase exclusivamente aos futuros modelos Motorola com GrapheneOS que chegarão no próximo ano, e que contam com as características de hardware desejadas para a máxima segurança do sistema.