PlanetGeek
№ 01

Microsoft vai abandonar SMS para autenticação

Fazendo aquilo que os especialistas de segurança recomendam há muito, a Microsoft vai deixar de usar os SMS como forma de autenticação.

A Microsoft confirmou que vai eliminar gradualmente os códigos SMS como método de autenticação e recuperação para contas pessoais Microsoft. A mudança faz parte da aposta da empresa no uso de passkeys e sistemas passwordless no Windows 11 e restantes serviços do ecossistema.

Segundo a empresa, os códigos enviados por SMS tornaram-se um dos principais alvos de fraude online, especialmente através de ataques SIM swap, onde criminosos conseguem transferir o número de telefone da vítima para outro cartão SIM e receber todos os códigos de autenticação. Por esse motivo, a Microsoft considera que o futuro passa por métodos mais seguros como passkeys, códigos de autenticação temporários, e emails secundários verificados.
As passkeys utilizam autenticação biométrica através do Windows Hello, impressões digitais ou PIN local do dispositivo. Em vez de depender de passwords ou códigos temporários, o sistema cria chaves criptográficas protegidas pelo próprio hardware do computador ou smartphone, dificultando os ataques de phishing e resistindo ao vector de roubo de passwords. Vão também tendo gestão facilitada a nível de transferência para novos dispositivos.

Apesar das vantagens de segurança, a decisão poderá causar problemas para utilizadores avançados e ambientes mais técnicos. Máquinas virtuais, sistemas sem biometria ou configurações específicas podem complicar o uso de passkeys, o que fazem com que, apesar de desaconselhados, os códigos SMS continuem a ser uma solução prática. Ainda assim, a Microsoft está determinada em acelerar a transição para a era "pós-passwords", e com isso, pode ser que outras empresas sigam o exemplo.

№ 02

Google I/O 2026 começa hoje

Está prestes a começar o Google I/O 2026, com a sessão de abertura a poder ser acompanhada em directo no YouTube.

O Google I/O 2026 decorre nos dias 19 e 20 de Maio no Shoreline Amphitheatre, em Mountain View, Califórnia, com a empresa a preparar uma das conferências mais focadas em inteligência artificial da sua história. A keynote principal acontece já hoje às 18h00 em Portugal continental e será transmitida online para todo o mundo através do site oficial do evento e do canal de YouTube da Google.

O Gemini deverá ser o grande protagonista da apresentação, com rumores a apontarem para novas capacidades de agente AI e uma possível evolução para o modelo Gemini 4.0. A Google também deverá mostrar como a inteligência artificial será integrada mais profundamente no Android, Chrome, Pesquisa e restantes serviços do ecossistema.



O Android 17 será certamente outro dos grandes destaques do evento, trazendo funcionalidades como detecção de burlas através de AI, e melhorias no multitasking com novas "app bubbles". Espera-se ainda que a Google revele mais detalhes sobre o Gemini Intelligence, o conjunto de funcionalidades AI premium destinado aos dispositivos Android topo de gama - que podem deixar alguns topo de gama recentes de fora.

No lado do hardware, a empresa deverá oficializar os novos Googlebooks, além da estreia dos Android XR smart glasses desenvolvidos em parceria com a Samsung. Saberemos mais já daqui a pouco, e cá estaremos para fazer o rescaldo daquilo que for revelado.

№ 03

CMF Watch 3 Pro a €80

O mais recente Watch 3 Pro da CMF, marca económica da Nothing, já está disponível.

Os fãs Nothing continuam a poder optar pelos produtos da sua marca CMF para dispositivos mais económicos, e no caso dos smartwatches isso traduz-se no seu mais recente wearable.

O Watch 3 Pro vem com ecrã AMOLED circular de 1.43", com mais de 120 mostradores disponíveis. A moldura do relógio pode ser substituída pelos utilizadores tal como as braceletes de 22 mm, para criar uma infinidade de estilos diferentes. Pode fazer o tracking de todo o tipo de parâmetros habituais, como frequência cardíaca, nível de oxigénio no sangue, sleep tracking, mais de 120 actividades físicas, sleep tracking, fazer telefonemas, e tem GPS.
O CMF Watch Pro 3 está disponível por 80 euros na Amazon Espanha.

Se quiserem combinar com o resto da família para ficarem com o conjunto completo, podem também optar pelo CMF Phone 2 Pro e pelos CMF Buds Pro 2 - ou aguardarem pela nova geração.

Este smartwatch tem protecção IP68 para uso despreocupado em todo o tipo de ambientes, e a Nothing promete que a sua bateria é suficiente para lhe dar uma autonomia de até 13 dias de uso típico - mas que se podem reduzir para 4.5 dias em uso intensivo com o ecrã always-on ligado.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

№ 04

Apple pode regressar aos iPhones em titânio

Um rumor indica que a Apple poderá regressar ao titânio em futuros modelos dos iPhone Pro, após o ter abandonado e regressado ao alumínio.

A Apple poderá não ter abandonado por completo o titânio que usou nos iPhone 15 Pro e iPhone 16 Pro. Segundo novos rumores vindos da China, a empresa continua a trabalhar em ligas de titânio melhoradas para obter o melhor resultado a nível de peso, resistência e dissipação de calor.

Depois de ter lançado o corpo em titânio nos iPhone 15 Pro e 16 Pro, a Apple voltou ao alumínio na geração iPhone 17 Pro devido a preocupações relacionadas com aquecimento e eficiência térmica. Apesar das vantagens em resistência e leveza, o titânio revelou limitações na dissipação de calor, algo que gerou críticas sobre temperaturas excessivas nesses modelos. Agora, a empresa estará a trabalhar em novas ligas de titânio mais leves e eficientes, dizendo também que as críticas sobre o aquecimento se deveram à falta de optimização do sistema e de certas apps, e que isso já terá sido resolvido.

Seria um pouco estranho ver a Apple a dar nova reviravolta neste campo; mas não seria totalmente descabido. Por outro lado, isto faz parte do processo de exploração para os futuros iPhones, estando também a testar soluções baseadas em "liquid metal", que promete maior resistência, peso reduzido, e possibilidade de ser facilmente moldado. No entanto, há questões de complexidade de produção e custo, à escala que a Apple necessita para aplicação nos iPhones, não sendo previsível que isso fique resolvido nos próximos anos.

№ 05

Elon Musk perde processo contra OpenAI

O processo de Elon Musk contra a OpenAI resultou numa derrota sumária que nem chegou aos pontos principais.

Elon Musk perdeu mais uma batalha judicial contra a OpenAI depois de um júri norte-americano decidir unanimemente, em menos de duas horas, que o empresário demorou demasiado tempo a avançar com o processo. Musk acusava a OpenAI e os seus executivos de terem renegado a missão original sem fins lucrativos da empresa para benefício financeiro próprio, mas o caso acabou por ficar totalmente invalidado por ter sido apresentado após o limite de tempo para este tipo de casos.

Segundo o tribunal, Musk já tinha conhecimento dos planos de reestruturação da OpenAI pelo menos desde 2021, o que significava que ultrapassou o limite legal de três anos para apresentar o processo. Com isso, o júri concluiu que Sam Altman, Greg Brockman, e até a Microsoft, não podiam ser responsabilizados pelas acusações feitas pelo dono da xAI e da Tesla. A decisão foi rapidamente validada pela juíza responsável pelo caso. A Microsoft celebrou publicamente o resultado, reforçando o compromisso com a parceria com a OpenAI, enquanto Musk reagiu da sua forma habitual, dizendo que tanto a juíza como o júri estavam "contra si" (pelo meio, ainda teve sorte de não ter sido convocado, pois embarcou na viagem com Donald Trump à China, apesar de não ter autorização do Tribunal para se ausentar do país).

Musk já confirmou que vai recorrer da decisão e continua a insistir que a OpenAI traiu a missão original da organização sem fins lucrativos ao criar uma estrutura focada em lucro e enriquecimento dos executivos - algo que, como este caso demonstrou, ele próprio sabia logo desde cedo, e que irá certamente dificultar que obtenha um resultado diferente no futuro. Entretanto, volta a prometer que haverá milhares de Tesla autónomos - com a versão FSD totalmente autónoma sem supervisão - nas estradas até ao final do ano; algo que tem prometido todos os anos há quase uma década.

№ 06

Kit Philips Hue com bridge Pro e smart button a €175

Quem se quiser iniciar no universo da iluminação Philips Hue, pode optar por este kit com lâmpadas, bridge Pro e botão wireless.

Automatizar a iluminação é, quase sempre, aquilo que a maioria das pessoas começa por fazer em suas casas; ou que mais rapidamente associa às "casas inteligentes". E de facto, é extremamente cómodo deixar de fazer todas aquelas pequenas rotinas diárias, em que já nem pensamos, a não ser quando nos esquecemos de algo - com deixar alguma luz ligada a noite toda, ou dia todo. E embora não sejam as mais económicas (algo que começa a mudar com a mais recente geração de lâmpadas), as lâmpadas Philips Hue continuam a ser das mais populares e apreciadas. E um starter kit como este, representa um excelente ponto de partida para quem se quiser aventurar neste mundo.
Este starter kit Philips Hue com bridge Pro, três lâmpadas, e smart button, está disponível por 175 euros na Amazon Espanha.

As lâmpadas e acessórios Philips Hue comunicam através de Zigbee (embora as mais recentes também funcionem via Bluetooth) e por isso é necessário uma bridge / hub para fazer a comunicação. Mas o processo de instalação e configuração é extremamente fácil, com a app a dar assistência passo a passo - e neste caso, ficamos já com a mais recente geração Hue Bridge Pro, com capacidade acrescida. Nem sequer fica esquecido que por vezes, a melhor forma de controlar algo é mesmo com um botão e não via app, com um pequeno smart button que podemos colocar em qualquer lado.

Depois, entre automatizações directamente na app, ou através de integração com o IFTTT, ou assistentes como o Google Assistant, ou até com o Spotify, todas as lâmpadas passam a estar sob nosso total controlo, até mesmo quando se está fora de casa. E depois é só ir adicionando o que se quer, como sensores de movimento, botões dimmer, luzes exteriores, etc. etc. E sem esquecer da compatibilidade assegurada com o Matter.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

№ 07

Microsoft vai deixar recuperar tecla Copilot

A Microsoft cedeu aos pedidos dos utilizadores e vai deixar redefinir a tecla Copilot nos teclados.

A Microsoft confirmou que o Windows 11 vai finalmente permitir alterar o comportamento da tecla dedicada ao Copilot nos novos computadores. Com uma actualização prevista para este ano, os utilizadores poderão redefinir a tecla para funcionar como Right Ctrl ou como tecla de menu de contexto, recuperando as funções clássicas das teclas que desapareceram com a chegada da tecla Copilot.

A mudança surge depois de fortes críticas relacionadas com a remoção da tecla Right Ctrl para colocar a nova tecla Copilot em muitos portáteis e teclados certificados para Windows 11. A alteração afectou especialmente atalhos e ferramentas de acessibilidade que dependem dessa tecla específica para funcionar correctamente.
A nova opção ficará disponível nas definições de teclado do Windows 11 e permitirá maior flexibilidade sem necessidade de software adicional. No entanto, mesmo isto poderá não ser a solução esperada; a própria Microsoft alerta que alguns atalhos específicos envolvendo Shift e Right Ctrl poderão não funcionar exactamente da mesma forma em todos os teclados.

Adicionar uma nova tecla, para uma funcionalidade ainda em desenvolvimento, não terá sido a opção mais sensata por parte da MS - sendo demonstrativo da fase da "loucura" AI que levou a MS a querer impingir o Copilot em todo o lado. No entanto, o resultado foi aquele que seria previsível para tudo aquilo que se tenta fazer à força: a rápida rejeição e retaliação por parte dos utilizadores. Veremos se este recuo da MS será suficiente para recuperar alguma da confiança dos utilizadores, ou se nem por isso.

№ 08

Xiaomi YU7 GT bate recorde no Nürburgring

Tal como o SU7 Ultra, também o novo Xiaomi YU7 GT mostrou o que vale obtendo um recorde no Nürburgring.

A Xiaomi está prestes a lançar a variante mais desportiva do seu SUV, o YU7 GT com perto de 1000cv, e não deixou passar a oportunidade para demonstrar que esses números não são para ficar apenas no papel. O YU7 GT estabeleceu novo recorde para SUVs de produção no circuito Nürburgring Nordschleife, completando a famosa pista alemã em apenas 7:34.931. O resultado coloca o SUV eléctrico da marca chinesa à frente de modelos como o Audi RS Q8 Performance e o Porsche Cayenne Turbo GT.

Com este tempo, o Xiaomi YU7 GT supera o anterior recorde do Audi RS Q8 Performance, que tinha registado 7:36.698 em 2024. A Xiaomi aproveitou também para destacar que o seu piloto de testes principal, Ren Zhoucan, se tornou no primeiro piloto chinês a receber certificação oficial de voltas rápidas no Nürburgring.


O recorde surge poucos dias antes do lançamento oficial do YU7 GT na China. A Xiaomi descreve o modelo como um GT de alto-desempenho, ideal para quem deseja combinar a utilização diária com o prazer de conduzir um super-desportivo. O modelo deverá chegar ao mercado com cerca de 990 cavalos de potência e velocidade máxima de 300 km/h.

Na China, deverá ter um preço próximo dos 60 mil euros. Para os europeus, ainda será necessário esperar pelo menos mais um ano, e certamente que o preço será mais próximo do dobro desse valor - a não ser que a Xiaomi esteja a preparar uma grande supresa para os seus fãs no velho continente.

№ 09

Ganha um rato Mars Gaming MMRW

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta vez a escolha recai sobre um rato Mars Gaming MMRW.

Ideal para todos os fãs da iluminação LED RGB, este rato Mars Gaming MMRW conta com toda a sua superfície superior iluminada, para além de contar com botões adicionais que serão úteis nos jogos e no dia a dia.
Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

Loading…

Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

№ 10

XBOX Player Voice vai ouvir pedidos dos jogadores

A XBOX lançou o XBOX Player Voice, um local onde os jogadores podem deixar as suas críticas e sugestões.

A nova gestão da XBOX não tem estado parada. Desde a entrada em funções de Asha Sharma que têm sido feitas inúmera remodelações, algumas delas com efeitos práticos imediatos, como a redução de preço do Game Pass. Mas, uma das coisas que se tem feito notar é uma maior aproximação à comunidade - que já levou à alteração do nome Xbox por XBOX (tudo em maiúsculas) após um pequeno inquérito - e que agora se torna ainda mais evidente com este XBOX Player Voice.

O XBOX Player Voice é um local onde os jogadores são convidados a deixar as suas críticas e sugestões, sobre tudo o que seja relacionado com o universo XBOX. Por lá podemos ver coisas como: pedidos de mais jogos exclusivos, maior foco na retrocompatibilidade, melhorias nos achievements, pack familiar do Game Pass, não abdicar dos jogos em formato físico na próxima geração da Xbox, etc.
Mais do que um local onde os jogadores podem "despejar" os seus desejos e queixas, é um local que a equipa XBOX assegura que irá ser cuidadosamente lido e analisado, com feedback quanto à situação: quando foi lida, quando foi analisada, e se será implementada ou não.

Parece que a nova gestão da XBOX quer tirar partido do feedback dos jogadores como algo positivo, em vez de ser algo para ser ignorado. Veremos no que isto irá resultar a longo prazo, mas pelo menos por agora, as alterações feitas por Asha Sharma estão a conquistar a comunidade XBOX.

№ 11

Sony aumenta PlayStation Plus

A Sony anunciou aumentos nas mensalidades PlayStation Plus para novos jogadores.

A Sony vai aumentar os preços do serviço PlayStation Plus para novos subscritores a partir de 20 de Maio de 2026. A subida afecta os planos mensal e trimestral do serviço, levando os jogadores da PS5 a pagar até mais 12% para aceder ao modo multiplayer online e restantes vantagens da subscrição.

Com a alteração, o plano mensal passa para 9.99 euros, enquanto a subscrição de três meses para 27.99 euros. Os planos anuais, para já, mantêm os preços actuais, assim como as contas de utilizadores que já tenham uma subscrição activa. Caso os utilizadores deixem a subscrição expirar, terão de aderir novamente com os novos preços.

Starting May 20, PlayStation Plus prices for new customers will increase in select regions. Due to ongoing market conditions, prices will start at $10.99 USD / €9.99 EUR / £7.99 GBP for 1-month subscriptions and $27.99 USD / €27.99 EUR / £21.99 GBP for 3-month subscriptions.…

— PlayStation (@PlayStation) May 18, 2026
Como se pode imaginar, os jogadores não estão contentes. A Sony justifica o aumento com as actuais "condições de mercado", numa altura em que a empresa também aumentou recentemente o preço das consolas PlayStation em vários mercados. A decisão surge como forma de compensar a redução nas vendas de consolas PS5 durante 2026. Mesmo com menos vendas de hardware, a Sony espera aumentar os lucros da divisão gaming, reforçando a importância dos serviços digitais e das subscrições.

Isto chega numa altura em que a MS reduziu recentemente o preço do Xbox Game Pass, e reacende a discussão sobre a necessidade de se pagar uma mensalidade para fazer algo que deveria ser de acesso gratuito: acesso ao modo multiplayer online.

№ 12

Edge deixa de manter passwords visíveis em RAM

Depois de tentar desvalorizar o assunto, a Microsoft vai deixar de expor as passwords em RAM no Edge.

A Microsoft decidiu alterar o funcionamento do gestor de passwords do Edge depois de críticas relacionadas com a forma como o browser armazenava palavras-passe em memória. A polémica surgiu após um investigador de segurança demonstrar que credenciais guardadas no Edge podiam ser extraídas directamente da RAM caso o computador estivesse comprometido por malware.

O Edge deixará de carregar automaticamente todas as passwords na memória durante o arranque do browser. Em vez disso, as credenciais serão desencriptadas apenas no momento em que forem necessárias para preencher formulários ou iniciar sessão em websites, sendo removidas da memória logo após utilização.
O problema foi identificado pelo investigador Tom Rønning, que afirmou que o Edge era o único browser baseado em Chromium a manter passwords desencriptadas continuamente em memória. Browsers como o Chrome, e outros, apenas desencriptam credenciais quando realmente necessário, reduzindo a superfície de ataque em caso de infecção por malware.

A Microsoft defendeu inicialmente que o cenário exigia já acesso ao computador por parte de malware, mas acabou por recuar após as críticas da comunidade de segurança. Agora diz que a alteração faz parte do "esforço contínuo para reforçar a segurança do Windows e do Edge", referindo também que irá rever a forma como responde a relatórios de investigadores de segurança no futuro.

№ 13

Amazon abandona Kindles mais antigos

Os utilizadores com Kindles mais antigos perdem o suporte a 20 de Maio, levando a que muitos deles tenham que recorrer ao "jailbreak" para se manterem funcionais.

A Amazon vai terminar o suporte técnico para vários modelos antigos do Kindle a partir de 20 de Maio de 2026, levando muitos utilizadores a procurar alternativas para manter os dispositivos vivos. Entre os modelos afectados estão os primeiros Kindle, Kindle DX, Kindle Keyboard, Kindle Touch, Paperwhite original e alguns tablets Kindle Fire mais antigos.

Depois do fim do suporte, estes dispositivos continuarão a permitir a leitura de livros já descarregados, mas as funcionalidades ligadas à cloud e aos serviços online da Amazon deixarão de funcionar. Isto tem reacendido o interesse em "jailbreaks" dos Kindle, para instalar software alternativo e escapar às limitações impostas pela Amazon.
Uma das soluções mais populares entre a comunidade é o KOReader, uma aplicação alternativa que oferece mais opções de personalização, suporte para formatos adicionais, estatísticas de leitura, e maior controlo sobre a experiência de leitura. Muitos utilizadores descrevem o jailbreak como uma forma de dar uma segunda vida aos Kindle, algo que acaba por ser "forçado" pelo fim do suporte da Amazon.


Apesar das vantagens, o processo traz os riscos habituais. Instalar software não oficial pode causar instabilidade, problemas de bateria ou até inutilizar permanentemente o dispositivo em casos mais graves. Ainda assim, este episódio levanta novamente o debate sobre a longevidade dos equipamentos tecnológicos modernos e a dependência crescente de serviços online para manter produtos funcionais após a compra.

Desta vez, falta saber se o intuito da Amazon de levar os clientes a comprarem Kindles mais recentes não tem o efeito oposto, levando os clientes a descobrirem que ficam melhor servidos com as opções "jailbreak".

№ 14

Kit Philips Hue com bridge Pro e smart button a €175

Quem se quiser iniciar no universo da iluminação Philips Hue, pode optar por este kit com lâmpadas, bridge Pro e botão wireless.

Automatizar a iluminação é, quase sempre, aquilo que a maioria das pessoas começa por fazer em suas casas; ou que mais rapidamente associa às "casas inteligentes". E de facto, é extremamente cómodo deixar de fazer todas aquelas pequenas rotinas diárias, em que já nem pensamos, a não ser quando nos esquecemos de algo - com deixar alguma luz ligada a noite toda, ou dia todo. E embora não sejam as mais económicas (algo que começa a mudar com a mais recente geração de lâmpadas), as lâmpadas Philips Hue continuam a ser das mais populares e apreciadas. E um starter kit como este, representa um excelente ponto de partida para quem se quiser aventurar neste mundo.
Este starter kit Philips Hue com bridge Pro, três lâmpadas, e smart button, está disponível por 175 euros na Amazon Espanha.

As lâmpadas e acessórios Philips Hue comunicam através de Zigbee (embora as mais recentes também funcionem via Bluetooth) e por isso é necessário uma bridge / hub para fazer a comunicação. Mas o processo de instalação e configuração é extremamente fácil, com a app a dar assistência passo a passo - e neste caso, ficamos já com a mais recente geração Hue Bridge Pro, com capacidade acrescida. Nem sequer fica esquecido que por vezes, a melhor forma de controlar algo é mesmo com um botão e não via app, com um pequeno smart button que podemos colocar em qualquer lado.

Depois, entre automatizações directamente na app, ou através de integração com o IFTTT, ou assistentes como o Google Assistant, ou até com o Spotify, todas as lâmpadas passam a estar sob nosso total controlo, até mesmo quando se está fora de casa. E depois é só ir adicionando o que se quer, como sensores de movimento, botões dimmer, luzes exteriores, etc. etc. E sem esquecer da compatibilidade assegurada com o Matter.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

№ 15

Análise ao Oppo Reno 15 Pro 5G

O Oppo Reno 15 Pro 5G chega com grande aposta na melhoria das capacidades fotográficas, com nova câmara principal de 200MP e tamanho mais compacto.

O Oppo Reno 15 Pro 5G

O Reno 15 Pro 5G é um smartphone curioso, em que a Oppo fez algumas decisões curiosas - e incomuns. Face à anterior geração, o Reno 15 Pro 5G contraria a tendência de crescimento habitual e reduziu o ecrã de 6.83" para 6.32", o que o torna bastante mais compacto e manejável. O peso baixa dos 201 g para os 187 g, e não deixa de ser de destacar que a bateria se mantém intocada nos 6200 mAh. A grande surpresa é que a Oppo optou por lançar o Reno 15 Pro 5G precisamente com o mesmo chipset já usado no Reno 14 Pro: o mesmo Mediatek Dimensity 8450 (4nm) acompanhado por 12GB de RAM. Isto faz com que a grande melhoria deste modelo sejam as câmaras, mais concretamente a câmara principal que passa de 50MP para 200MP, a par das restantes 50MP telefoto, 50MP ultrawide, e 50MP frontal.

A nível da qualidade de ecrã e de fabrico, não há nada a apontar, sendo aquilo que se esperaria de um smartphone da gama média-alta.
Um pequeno detalhe que (pessoalmente) me irrita, é a de termos um protector de ecrã pré-instalado. Acho que nesta gama de dispositivos as marcas deviam investir num ecrã com vidro que oferecesse protecção adequada sem ter que recorrer a películas. Mas, sei que muita gente não abdica da película, pelo que se torna num elemento de preferência pessoal.


As câmaras

Com a câmara a ser a grande alteração neste modelo, superando até (em resolução) o conjunto disponibilizado no Find X9, começamos por aqui.
A app mantém a estrutura habitual utilizada pela maioria dos fabricantes Android, disponibilizando uma série de modos - incluindo um modo "Pro" com acesso a todas as definições que se possa desejar. Dito isto, a maioria das pessoas contentar-se-á com o habitual: apontar, ajustar o zoom, e disparar.
A qualidade está ao nível do que se esperaria, resultando em fotos bem expostas e com detalhe adequado. Ainda assim, os modos de "mega-zoom" digital acabam por ser uma mera curiosidade, já que perdem todo o detalhe - levantando até a questão se fazem razão de existir (certamente o marketing dirá que sim, para poder anunciar coisas como "zoom até 100x", apesar de na prática só ser utilizável algo como os 30x).


Em funcionamento

Em funcionamento, o Reno 15 Pro 5G também não traz grandes surpresas, nem negativas nem positivas. As coisas decorrem com fluidez suficiente para tirar partido do seu ecrã de 120Hz, e a bateria de 6200mAh assegura que poderá ser usado sem grandes preocupações com a autonomia. Ainda a propósito da bateria, o smartphone suporta bypass charging, o que será vantajoso para quem gosta de jogar durante horas com o smartphone ligado ao carregador, sem dar uso à bateria. Pena é que não venha com um chipset actualizado.
É também criticável que a Oppo continue a incluir toda uma série de jogos e apps pré-instalados (o chamado bloatware), que aqui incluem apps como o Facebook, Instagram, TikTok, LinkedIn, Temu, Spotify, Autodoc, e outras. É certo que podemos desinstalá-las, mas não deixa de ser um passo que deveria ser desnecessário. Mais uma vez, relembro que não estamos a falar de um smartphone de 100 ou 200 euros, onde isso poderia ser usado com a desculpa do preço reduzido, mas sim de um smartphone que custa perto de 800 euros.
Tirando isso, o ColorOS é um Android bastante limpo e fluido, e que se mantém bastante próximo do uso do Android standard - com alguns acrescentos como uma dock com atalhos para apps de acesso rápido. Tem também a promessa de cinco anos de actualizações de sistema e seis anos de actualizações de segurança.


Apreciação final

O Oppo Reno 15 Pro 5G parece ser um smartphone feito a pedido para quem está frustrado com o tamanho dos smartphones topo de gama. A redução do ecrã faz com que se torne num smartphone bastante mais fácil de usar no dia a dia, e isto não abdicando de uma bateria bastante generosa de 6200mAh (com carregamento SuperVOOC de 80W) nem da protecção IP68/69. As melhorias nas câmaras também serão bem recebidas - a grande questão é saber se isso será suficiente para fazer esquecer o uso do mesmo chipset usado no Reno 14 Pro.

A Oppo também fornece toda uma série de funcionalidades AI, mas que ficam dependentes do uso de uma conta Oppo - algo que acaba por ser cada vez mais comum, já que todas as marcas fazem os possíveis por "obrigar" os clientes a criarem conta nos seus respectivos serviços.

A experiência com o Reno 15 Pro 5G é maioritariamente positiva, pelo - tendo em conta que pode ser encontrado abaixo dos 800 euros - sai daqui com um "Quente".


Oppo Reno 15 Pro 5G
Quente
Prós
  • Tamanho compacto
  • Câmaras
  • Bateria de 6200 mAh

Contras

  • Chipset igual ao Reno 14 Pro
  • Falta de carregamento wireless
  • Bloatware de apps pré-instaladas


Oppo Reno 15 Pro 5G

Quente (4/5)
№ 16

Windows 11 ganha barra de Start em qualquer lado

As versões de teste do Windows 11 já têm acesso à barra de Start redimensionável e reposicionável em qualquer lado do ecrã.

A Microsoft está finalmente a trazer de volta várias opções de personalização para o Windows 11, incluindo mudanças importantes na Taskbar e no menu Iniciar. Estas alterações chegaram aos utilizadores Insider e às versões experimentais do sistema, com distribuição mais ampla prevista para os próximos meses.

Uma das maiores alterações é o regresso da possibilidade de mover a Taskbar para diferentes posições do ecrã. Os utilizadores poderão voltar a colocar a barra no topo do ecrã, de lado, ou manter a posição tradicional em baixo. Recorde-se que isto era algo que era possível nos Windows mais antigos, mas que a MS removeu no Windows 11. Também será possível alterar o alinhamento dos ícones e activar uma Taskbar mais compacta para ganhar espaço útil no ecrã.
O menu Iniciar também recebe melhorias na personalização. A Microsoft vai permitir esconder secções específicas, além de oferecer controlo independente sobre recomendações de ficheiros recentes. Os utilizadores poderão ainda escolher diferentes tamanhos para o menu Iniciar e esconder o nome e fotografia de perfil para maior privacidade durante partilhas de ecrã ou apresentações.
Isto eram coisas que, anteriormente, a MS tentou descartar dizendo que eram alterações "extremamente complexas" - apesar de coisas como o reposicionamento e redimensionamento da taskbar serem coisas que existiam nas versões anteriores - agora, felizmente, a Microsoft parece ter decidido dar prioridade aos pedidos dos utilizadores em vez de se focar nas desculpas. Resta esperar que, até que isto chegue ao Windows público, os utilizadores não se esqueçam que esta capacidade existia e poderá voltar a ser usada.

№ 17

X muda regras e desvaloriza publicações frequentes

O X revelou as mais recentes alterações ao seu algoritmo, revelando que passou a penalizar quem publicar múltiplas vezes por dia.

O X (eterno Twitter para os veteranos), faz questão de referir que é a única rede social "totalmente transparente" por publicar o seu algoritmo como open-source. Isto, apesar de todas as dúvidas e acusações de que continua a privilegiar algumas contas especiais, como a de Elon Musk, que parece estar imune às regras que aplica aos outros.

De qualquer forma, com a mais recente alteração do algoritmo, descobrem-se novas regras a seguir caso não se queira ser prejudicado. Depois de no passado já se terem penalizado as publicações com links (levando à táctica idiota de publicar um curto resumo e depois colocar o link num comentário a essa publicação), agora a nova vítima são os publicadores frequentes.

Fazer mais de quatro publicações por dia garante que essas publicações fiquem escondidas do público em geral. E também são (supostamente) penalizadas as republições, e até publicações que tenham likes por pessoas que não comentem / respondam.
Apesar das promessas de "praça pública", o X continua a decidir unilateralmente aquilo que os seus utilizadores devem fazer (se quiserem ter visibilidade na plataforma). Por um lado, está no seu direito, e é certo que os utilizadores podem simplesmente ignorar o algoritmo e optar pelo feed "following" que mostra as pessoas que seguem, sem intereferências; por outro lado, não deixa de ser triste que desincentive o uso do do feed "sugerido" que, por vezes, permite descobrir conteúdos interessantes. E se por um lado justifica estas alterações para ser uma rede "de maior qualidade", essa desculpa cai por terra quando, nos vídeos, adopta uma postura totalmente à TikTok, impingindo vídeos "virais" com o único propósito de tentar manter o utilizador agarrado à app por mais alguns minutos.

Enquanto isso, para lidar com o problema dos bots e spam - que Elon Musk tem dito que é um "problema resolvido" desde o momento que comprou o Twitter, há anos - o X aplicou novos limites. Nas contas não verificadas (gratuitas) passa a haver um limite de 50 publicações e 200 respostas por dia, e 500 mensagens directas. Essas contas também só podem seguir um máximo de 5000 pessoas. Adicionalmente, há um novo sistema que pode pedir verificação biométrica da palma das mãos, para contas suspeitas de violar os termos de serviço.

Enquanto isso, todos os bots e spam de contas "verificadas" (pagas) parece continuar a ter caminho livre para inundar a rede como tem feito. Aparentemente, nem com toda a mega-inteligência do Grok o X consegue diferenciar utilizadores reais dos bots e spam.

Se andarem por lá, podem encontrar-me em @ptnik (a conta do AadM caiu em desuso devido às dificuldades que o X criou para as publicações automáticas), sendo recomendável usarem a tab "following" em vez da "for you" decidida pelo algoritmo.

№ 18

Google Messages vai perder emparelhamento via QR Code?

Os utilizadores poderão deixar de usar o método do QR Code para ligar o Google Messages aos seus computadores.

A Google está prestes a eliminar uma das formas mais simples de ligar o Google Messages ao computador. A empresa começou a remover o sistema de emparelhamento através de QR code, obrigando gradualmente os utilizadores a iniciar sessão com a conta Google para usar o serviço na web.

A mudança foi descoberta na versão beta mais recente da aplicação Google Messages para Android, onde a opção de cósigo QR desapareceu completamente. Embora o QR code ainda continue visível na versão web, os utilizadores já não conseguem fazer o emparelhamento tradicional através do smartphone.
Até agora, o método por QR code era uma das funcionalidades mais práticas do Google Messages, permitindo ligar rapidamente o telemóvel ao computador sem necessidade de passwords ou login adicional. Com o seu desaparecimento, o acesso ao serviço passará a depender exclusivamente da autenticação através da conta Google.

A Google ainda não revelou quando a remoção será definitiva para todos os utilizadores, mas tudo indica que a empresa pretende abandonar completamente o sistema antigo nas próximas semanas ou meses. A alteração aproxima o Google Messages de outros serviços da empresa que já dependem totalmente do ecossistema Google e da sincronização baseada em conta.

№ 19

Earphones CMF by Nothing Buds Pro 2 a €50

Quem for fã dos auriculares bluetooth de tamanho diminuto tem uma gama crescente de opções, onde se incluem estes CMF Buds Pro 2.

A remoção das fichas de 3.5mm dos smartphones, em tempos uma ficha comum mas que agora se tornou uma raridade, tem obrigado os utilizadores a trocar os seus headphones e earphones com cabo por versões wireless Bluetooth. Embora a oferta nesta área tenha tido um crescimento explosivo nos últimos anos graças a isto, há também uma enorme variedade em termos de qualidade - a todos os níveis - mesmo entre produtos na mesma gama de preços. Modelos como estes CMF by Nothing Buds Pro 2 têm sido dos que mais se destacam na relação qualidade / preço, com protecção IP55 contra água e pó, Bluetooth 5.3, e autonomia de até 43 horas.
Os CMF by Nothing Buds Pro 2 estão disponíveis por 50 euros na Amazon Espanha.

Estes earphones suportam o mais recente Bluetooth 5.3, LDAC oara música com a máxima qualidade, e o cada vez mais indispensável modo de cancelamento de ruído, perfeito para quem procura a máxima concentração livre do barulho ambiente. Também como é habitual neste tipo de produtos, a sua caixa de transporte tem uma bateria interna e permite recarregá-los sempre que lá são colocados - a que se junta um original e prático botão rotativo para ajustes rápidos. Desta forma, a sua autonomia de 11 horas pode ser expandida até um total de 43 horas. Também não terão problemas em enfrentar chuva ou sessões de treino mais intenso, graças à sua protecção IPX5; nem de lidar com atraso do som nos jogos graças a um modo especial de baixa latência.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos no Facebook.

№ 20

Google prepara importação e exportação de passkeys

O Google Password Manager vai facilitar o processo de importar e exportar passkeys, facilitando o uso das mesmas como alternativa às passwords.

A Google está a preparar a importação e exportação de passkeys no Google Password Manager para Android. A capacidade ainda não foi anunciada oficialmente, mas foi encontrada em versões recentes da aplicação e poderá facilitar bastante a migração de credenciais entre dispositivos e gestores de passwords.

As passkeys são apresentadas como a alternativa mais segura (e simples) às passwords tradicionais, utilizando chaves criptográficas armazenadas localmente no dispositivo. Em vez de memorizar passwords, o utilizador apenas precisa de autenticar-se através da impressão digital ou reconhecimento facial, para iniciar sessão em websites e apps.
O grande desafio das passkeys sempre foi a transferência segura entre dispositivos, especialmente quando o utilizador troca de smartphone ou perde acesso ao equipamento original - como em caso de avaria ou roubo. Para resolver isso, está a ser criado o Credential Exchange Protocol (CXP), um padrão criado pela FIDO Alliance que permite transferir passkeys entre plataformas e serviços de forma segura.

Embora empresas como a Apple, Bitwarden e 1Password já suportem o sistema, a Google ainda não disponibilizou oficialmente a funcionalidade no Android. No entanto, esta descoberta reforça a ideia de que - tal como era esperado - isso deverá ficar resolvido em breve. A mudança poderá contribuir também para que mais pessoas comecem a usar as passkeys como substituto das passwords tradicionais, sabendo que as mesmas poderão ser facilmente transferidas.