PlanetGeek
№ 01

Discord encripta chamadas de voz e vídeo

O Discord dá mais um passo na protecção da privacidade dos utilizadores, com encriptação end-to-end nas chamadas de voz e vídeo.

O Discord anunciou que todas as chamadas de voz e vídeo passam a contar com encriptação End-to-End (E2EE) activada de origem. A implementação ficou concluída em Março, mas a empresa aguardou vários meses de testes em larga escala antes de oficializar a novidade e começar a remover a opção que ainda permitia comunicações sem encriptação.

A protecção passa a abranger mensagens directas, grupos privados, canais de voz, e transmissões Go Live, cobrindo praticamente todas as formas de comunicação em tempo real da plataforma. A única excepção são os Stage Channels, que continuam sem E2EE por serem concebidos para transmissões públicas com grandes audiências. Para tornar esta mudança possível, o Discord expandiu o protocolo de encriptação DAVE, o sistema open-source apresentado originalmente em 2024. O sistema foi adaptado para funcionar em todas as plataformas suportadas pelo serviço, incluindo Windows, macOS, Android, iPhone, browsers, PlayStation, Xbox, e integrações através do Discord SDK.
Curiosamente, não existem planos para aplicar esta protecção nas mensagens de texto comuns. O Discord diz que toda a sua arquitectura das mensagens de texto foi construída de raiz com pressupostos diferentes (sem encriptação), e que renovar todo o sistema para encriptação E2E representaria um gigantesco desafio técnico. Uma explicação que pode ser tecnicamente correcta, mas que não deveria ser usada como desculpa por uma empresa que se deu ao trabalho de aplicar a encriptação E2E às chamadas de voz e vídeo.

№ 02

Gemini passa para pagamento "por uso"

No seguimento de todas as novidades AI apresentadas no Google I/O 2026, coloca-se a questão: quanto é que isso nos irá custar?

Temos novos modelos AI, temos um Gemini com interface renovado. Mas, por trás de tudo isso há o pequeno "detalhe" de que o uso gratuito do Gemini arrisca-se a ficar cada vez mais limitado, e o uso dos planos pagos arrisca-se a ficar cada vez mais caro.

A Google está a alterar a forma como funcionam os limites de utilização do Gemini, abandonando o actual sistema baseado no número de pedidos diários em favor de um novo modelo que contabiliza o consumo de recursos (tokens). A mudança aproxima o funcionamento do Gemini ao de plataformas concorrentes como ChatGPT e Claude, que já fizeram a mesma alteração.
Até agora, o Gemini utilizava um limite diário baseado no número de interacções. Com o novo modelo "compute-used", o consumo passa a depender da complexidade das tarefas realizadas. Factores como a duração da conversa, funcionalidades utilizadas, e o tipo de pedido, irão afectar a contagem. Gerar vídeos, criar imagens, realizar Deep Research, ou usar modelos mais avançados, poderá consumir significativamente mais quota do que pedidos simples de texto. Além disso, a Google passa também a adoptar limites de utilização por janelas de cinco horas e limites semanais. Quando um utilizador atingir o limite temporário, o acesso poderá ser reduzido temporariamente ou o sistema poderá passar automaticamente para modelos AI mais básicos. Utilizadores dos planos AI Pro e AI Ultra terão ainda a possibilidade de comprar créditos adicionais para continuar as suas tarefas.

As alterações estão a gerar críticas entre alguns utilizadores. Vários utilizadores queixam-se que a contagem está a ser feita de forma exagerada mesmo em pedidos simples - uma simples pergunta de texto terá usado 13% do limite - o que faria com que bastassem oito perguntas idênticas para esgotar o limite semanal. Do lado da Google, a empresa defende que o novo sistema é mais justo e contabiliza a utilização real dos recursos.

O que é certo é que, depois de se ter tornado quase impossível manter uma conta Google sem pagar pelo espaço extra, a Google está a preparar o caminho para que seja cada vez mais difícil usar os serviços AI Google sem ter que somar mais uma subscrição à lista das mensalidades que se pagam. E neste caso, com muita maior facilidade de, a qualquer momento, alterar os limites e apresentar ao utilizador "já gastou os seus tokens da semana - compre mais para continuar a ter acesso aos serviços AI".

№ 03

UPS Green Cell 2000VA 1200W a €144

Ideal para PCs poderosos, ou até para continuar a jogar com uma consola na TV quando falta a electricidade, esta UPS de 2000 VA está apta a enfrentar qualquer falha de energia.

Indispensáveis para manter os equipamentos a salvo de picos e falhas de corrente, uma UPS de alta capacidade torna-se inevitável para quem vai acumulando cada vez mais equipamentos electrónicos em casa. Quem já tiver passado pelas UPS de baixa capacidade, que prometem dezenas de minutos de autonomia mas podem falhar em poucos minutos no caso de se estar a fazer algo mais exigente com o computador, poderá equacionar passar para algo de classe superior, como esta UPS Green Cell 2000VA que tem capacidade para aguentar cargas de até 1200W.
A UPS Green Cell 2000VA (1200W) está disponível por 144 euros na Amazon Espanha.

A UPS é completamente silenciosa enquanto há energia, ligando as ventoinhas apenas quando há falha de energia e precisa dar uso às baterias - perfeito para quem vier de uma UPS que mantém as ventoinhas a trabalhar a tempo inteiro.

Curiosamente, a empresa disponibiliza também uma variante de 2000VA 1400W com onda sinusoidal pura (não fazia ideia que já estavam disponíveis nesta gama de preços), perfeita para todos os equipamentos que não apreciem as ondas "quadradas" que a maioria das UPS utilizam. A única crítica é que o software fornecido pela Green Cell é para esquecer, mas encontrei relatos de que estas UPS serão compatíveis com o NUT (Network UPS Tools), o que tornará isso irrelevante.


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№ 04

Android replica "continuidade" da Apple

Com o Android 17, a Google promete a transferência do que se está a fazer entre smartphones, tablets e computadores, com o "Continue On".

A Google anunciou uma nova funcionalidade para o Android 17 chamada Continue On, uma novidade que aproxima o ecossistema Android da experiência de continuidade entre dispositivos há muito associada aos produtos da Apple, mais concretamente o "handoff". A funcionalidade permitirá começar uma tarefa num dispositivo Android e continuar exactamente no mesmo ponto noutro equipamento compatível.

Numa fase inicial, o Continue On vai funcionar entre smartphones e tablets Android. Se um utilizador estiver a trabalhar numa aplicação no telemóvel e depois pegar no tablet, o sistema poderá sugerir automaticamente essa mesma aplicação na barra de tarefas. Ao abrir, a aplicação salta directamente para o ponto em que o utilizador estava.
A Google explica que a funcionalidade será bidirecional, permitindo enviar e receber sessões entre dispositivos compatíveis. O objectivo passa por eliminar a necessidade de voltar a abrir aplicações manualmente, procurar separadores, ou navegar manualmente até ao mesmo conteúdo em diferentes equipamentos.

Foram mostrados exemplos com o Google Docs e Gmail. Num dos cenários, um documento aberto no telemóvel continuava exactamente no mesmo estado no tablet. Noutro caso, um email aberto no Gmail no smartphone passava automaticamente para a versão web noutro dispositivo. Caso a aplicação não esteja instalada no segundo equipamento, o Android poderá recorrer automaticamente a uma versão web para manter a continuidade.

O Continue On deverá chegar nas próximas semanas com a versão Release Candidate do Android 17. Depois, ficará dependente dos developers o implementarem nas suas próprias apps para tirarem partido dessa capacidade.

№ 05

Gemini ganha novo visual Neural Expressive

Como parte das novidades do Google I/O 2026, o Gemini passa a ter um novo visual "Neural Expressive".

A Google começou a disponibilizar o Neural Expressive, o novo aspecto visual do Gemini, que traz uma renovação focada em animações mais fluidas, cores mais vibrantes, feedback háptico e nova abordagem tipográfica. O objectivo é tornar a interacção com o assistente AI mais natural, tanto em Androids e iPhones, como na web.

Uma das maiores mudanças está na nova caixa de introdução de texto, agora com formato arredondado. No telemóvel, o menu de anexos foi simplificado e reúne fotografias, câmara e imagens recentes logo no topo, enquanto opções como ficheiros, Google Drive e notebooks ficam agrupadas numa secção adicional. As ferramentas AI, incluindo Deep Research, Canvas, criação de imagem, vídeo e música, passam também a estar mais acessíveis.

Gemini Live now opens immediately and inline in the @GeminiApp, so you can seamlessly switch between typing a quick question and diving deeper in a free-flowing conversation, and then back again. It’s smarter, faster and is less distracted by background noise. We’re also adding… pic.twitter.com/YDlG15OR7p

— Google (@Google) May 19, 2026
O Gemini Live recebeu igualmente alterações importantes. O modo de conversação por voz "Live" passa a estar activo logo na abertura da app para acesso imediato. A nova interface apresenta uma onda sonora central e controlos rápidos para vídeo, partilha de ecrã, silêncio, e encerramento da sessão.

A Google também está a mudar a forma como o Gemini apresenta respostas. Em vez de blocos longos de texto, a AI passa a destacar as informações mais importantes, com texto destacado, imagens integradas, vídeos narrados, cronologias, e visualizações interactivas, sempre que fizer sentido.

Sabendo-se que os assistentes AI se vão tornando, cada vez mais, uma ferramenta utilizada diariamente, estes pequenos detalhes podem acabar por fazer a diferença no momento em que se tenha que decidir qual passar a ter um plano pago.

№ 06

MS prepara Surface de 8GB - que ficará sem Copilot+

A Microsoft não escapa à crise da RAM, sendo obrigada a lançar um Surface Laptop com 8GB de RAM, que devido a isso perderá as funcionalidades AI Copilot+.

Depois de tanto promover e insistir nas funcionalidades Copilot+, a Microsoft vê-se na estranha posição de vender um Surface Laptop com apenas 8 GB de RAM, numa decisão motivada pelo aumento dos custos de memória RAM que tem afectado toda a indústria tecnológica. O novo Surface Laptop de 13" para 2026 terá uma versão mais acessível com 8GB, que mesmo assim irá custar 1.299 dólares, depois do modelo com 16 GB ter subido para 1.499 dólares.

A decisão marca um recuo importante para a empresa. Desde a chegada dos Copilot+ PC em 2024, todos os Surface tinham pelo menos 16 GB de RAM, um requisito para suportar funcionalidades avançadas de inteligência artificial no Windows 11. Com apenas 8 GB, este novo modelo deixa de cumprir os requisitos Copilot+, ficando sem acesso a ferramentas como o Windows Recall, pesquisa semântica e outras funcionalidades baseadas em NPU que tanto têm sido promovidas pela MS. Curiosamente, o portátil mantém um processador com suporte para processamento AI capaz de atingir 50 TOPS de desempenho, o que torna esta limitação ainda mais "ridícula": o hardware para o processamento AI existe, mas a memória insuficiente impede o uso das funcionalidades Copilot+.

Depois de todas as críticas à Apple por o seu MacBook Neo ter chegado com apenas 8GB de RAM, vemos a MS a seguir pelo menos caminho. A diferença é que, mesmo assim, este Surface Laptop mais barato continua a custar perto do dobro do Neo. Veremos que tal isto irá resultar para a Microsoft.

№ 07

Google Search passa a focar-se nos resultados AI

Com o Google I/O 2026 a apostar em força nas tecnologias AI, também o motor de pesquisa da Google marca o fim da era dos resultados tradicionais com lista de links.

A Google apresentou a maior transformação da Pesquisa Google em mais de 25 anos, colocando definitivamente a inteligência artificial no centro da experiência. A principal novidade é uma nova barra de pesquisa redesenhada para a era AI, alimentada pelo recém-apresentado Gemini 3.5 Flash, que passa a ser o modelo base da Google.

A nova barra de pesquisa torna-se mais inteligente e dinâmica, expandindo automaticamente o espaço disponível para perguntas mais detalhadas e oferecendo sugestões baseadas em AI que além do tradicional preenchimento automático. Além de texto, os utilizadores podem pesquisar usando imagens, vídeos, ficheiros e até páginas abertas no Chrome.



A empresa está também a reforçar o AI Mode, que permite interacções conversacionais com a Pesquisa Google, incluindo perguntas de seguimento a partir dos AI Overviews. Durante o verão, a Google vai ainda lançar agentes de pesquisa inteligentes para subscritores Google AI Pro e Ultra. Estes agentes funcionarão continuamente em segundo plano para procurar informação específica, acompanhar temas de interesse e até realizar tarefas como marcações de serviços ou contactos com empresas. A funcionalidade Personal Intelligence também vai expandir-se para quase 200 países e 98 idiomas, permitindo integração com Gmail, Google Photos e, em breve, Google Calendar, sem necessidade de subscrição paga.

A questão das funcionalidades pagas vai tornar-se num ponto a acompanhar nos próximos meses, pois começa a tornar-se evidente que muitas das funcionalidades AI mais desejadas apenas ficarão disponíveis nos planos pagos - ou com limites bastante apertados "só para servir de demonstração" nos planos gratuitos. Fica também por ver o efeito que estes resultados AI terão nos sites web, que já se queixam de quedas drásticas nas visitas devido aos resumos AI gerados a partir dos seus conteúdos.

№ 08

Suporte para portátil com docking station e KVM a €55

Sendo extremamente útil para quem trabalha com um portátil a par de um PC, espreitem este suporte para portátil com docking station e KVM da Benfei.

Para quem usa um portátil como computador principal (ou quase principal) e prefere usá-lo com monitor e teclado externos, ou em paralelo com um computador desktop, nem sempre é fácil fazer essa gestão e escapar à confusão de cabos. Mas isso é algo que pode ser resolvido escolhendo um suporte adequado.

Este suporte multifuncional da Benfei não só coloca o portátil numa posição mais adequada, como também integra um hub USB 3.0, suporte para carregamento PD 100 W, saída HDMI 4K para monitor externo, um KVM integrado, e até um carregador wireless de 15 W.
Este suporte Benfei com docking station está disponível por 55 euros na Amazon Espanha.

Apesar de todas estas capacidades, o suporte pode ser "compactado" de forma a ficar totalmente plano, facilitando a sua arrumação e transporte. Mas, o mais importante, é que permite que se fique com um sistema pronto a funcionar de forma rápida e livre da ligação de quase uma dezenas de cabos de cada vez que se quer pousar o portátil na secretária para começar a trabalhar.


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№ 09

Google lança Gemini Omni e Gemini 3.5 Flash

A Google aproveitou a conferência Google I/O 2026 para apresentar o Gemini 3.5, a nova geração dos seus modelos de inteligência artificial, e revelar o Gemini Omni, um novo modelo que promete conseguir lidar com todo o tipo de conteúdos - começando com o vídeo.

O primeiro modelo disponível da nova família é o Gemini 3.5 Flash, que já está a chegar à aplicação Gemini e ao AI Mode da Pesquisa Google. Segundo a Google, o novo modelo oferece desempenho próximo dos sistemas mais avançados da empresa, mantendo a eficiência e rapidez característica da linha Flash. Promete que se trata do seu modelo mais forte até agora para programação, tarefas agentic AI e compreensão multimodal.
No entanto, a grande novidade foi o Gemini Omni, uma nova plataforma capaz de criar vídeos a partir de praticamente qualquer tipo de conteúdo. Imagens, áudio, texto e até vídeos existentes podem servir como ponto de partida para gerar novas cenas. A Google destaca a possibilidade de editar vídeos directamente através de conversas com a AI, permitindo fazer alterações sem perder o contexto original.



O primeiro modelo desta nova linha chama-se Gemini Omni Flash e promete maior realismo em elementos físicos como gravidade, movimento e dinâmica de fluidos. A plataforma suporta ainda a criação de avatares personalizados, com o rosto e voz do próprio utilizador. Para fazer face aos inevitáveis "deepfakes" que esta tecnologia possibilita, a Google relembra que os conteúdos gerados incluem marcação digital SynthID para identificar material criado por inteligência artificial. O Gemini Omni Flash já está disponível para subscritores Google AI Plus, Pro e Ultra, além de começar a chegar também ao YouTube Shorts e YouTube Create.

Fica a questão sobre a questão dos "custos", sendo desde já previsível que grande parte destas funcionalidades só fiquem disponíveis para quem tiver planos pagos - e falta saber com que limites.

№ 10

Resumo do Google I/O 2026: Gemini 3.5, AI Search, Óculos Android XR e Mais

Como era previsível, o Google I/O 2026 foi dominado pelas tecnologias AI, com novos modelos Gemini, mas também mudanças na pesquisa e novidades Android.

A Google realizou o seu evento anual Google I/O, lançando novos produtos AI e antecipando o que está para vir no futuro próximo. Algumas das novidades vão ter direito a artigo dedicado, mas em jeito de resumo, ficam os principais pontos do que foi revelado no primeiro dia do evento.

Gemini

Gemini Omni: O Gemini Omni é um novo modelo capaz de criar qualquer conteúdo a partir de qualquer input, apresentando melhorias na simulação de gravidade e energia cinética. Combina a inteligência do Gemini com modelos generativos como o Nano Banana e o Veo. Suporta edição de vídeo através de linguagem conversacional e permite aos utilizadores carregar vídeos e editar qualquer elemento no vídeo. O Omni está a começar pelo vídeo, mas Demis Hassabis, da Google, afirma que eventualmente será capaz de criar qualquer output a partir de qualquer input.

Gemini Omni Flash: É o primeiro modelo Omni que a Google está a lançar, estando disponível a partir de hoje na app Gemini.

Gemini 3.5 Flash: Um novo modelo que Sundar Pichai, CEO da Google, referiu combinar inteligência melhorada com acções mais complexas. O Flash é melhor em quase todos os benchmarks em comparação com o 3.1 Pro, sendo comparável aos melhores modelos" mas mais rápido. O Gemini 3.5 Flash está disponível a partir de hoje para todos os utilizadores, em todos os produtos e APIs da Google.

Gemini 3.5 Pro: A Google está a testar o Gemini 3.5 Pro internamente, com lançamento previsto para o próximo mês.

Gemini App: A Google redesenhou a app Gemini com uma nova linguagem de design, a Neural Expressive, que começa a ser disponibilizada hoje para desktop, iOS e Android. Inclui animações fluidas, cores vibrantes, haptic feedback e nova tipografia. Irá também receber dialectos regionais personalizados nos próximos meses. O Gemini Omni está disponível hoje na app Gemini para subscritores pagos do Plus, Pro e Ultra, facilitando a criação e edição de vídeos.

AI Agents para o Gemini: O Gemini vai receber AI agents, como o agente Daily Brief, que apresenta aos utilizadores um resumo diário personalizado. O Daily Brief fica disponível hoje para subscritores pagos.

Gemini Mac App: Os utilizadores de Mac poderão seleccionar um conjunto de imagens e documentos no Finder e, em seguida, premir a tecla de Função para dar um comando de voz ao Gemini sobre o que fazer com os ficheiros. A demonstração da Google envolveu o envio de um email para um hotel de animais com as informações e a imagem do cão, recorrendo a dados extraídos do Finder para gerar um email através do Gmail no Chrome. O suporte de voz e o Gemini Spark chegam à app Gemini para Mac este verão.

Gemini for Science: O Gemini for Science é uma colecção de ferramentas científicas, que inclui também o Co-Scientist, um parceiro colaborativo de investigação em AI.

Identificação de Conteúdo por AI

Identificação de Imagens Geradas por AI: As credenciais de conteúdo C2PA estão a caminho do Gemini e do Chrome. As ferramentas da Google conseguem identificar se uma imagem foi captada com uma câmara ou criada com AI, e podem determinar se uma imagem captada com uma câmara foi editada com AI. Os utilizadores poderão clicar com o botão direito do rato numa imagem no Chrome e perguntar ao Gemini se esta foi gerada por AI.

Antigravity

Antigravity 2.0: A Google está a lançar uma nova app desktop agent-first, o Antigravity 2.0, que utiliza o Gemini 3.5 Flash. O Antigravity é a ferramenta de programação da Google, sendo o equivalente ao Copilot, Codex e Claude Code. O Gemini 3.5 Flash é 12x mais rápido no Antigravity, o que optimiza o uso de tokens. O Antigravity 2.0 está disponível globalmente para todos.

Gemini Spark

Gemini Spark: É um agente AI pessoal que ajuda os utilizadores a navegar na sua vida digital. O Gemini Spark corre em máquinas virtuais através da Google Cloud e é capaz de operar 24/7, sem necessidade de ter um portátil aberto para funcionar. É acessível através da app Gemini, mas haverá também opções para lhe enviar emails ou mensagens. Utiliza o Gemini 3.5 Flash e o Antigravity para trabalhar em tarefas de longa duração em segundo plano. Actualmente integra-se com as ferramentas da Google, e a Google irá estrear o suporte MCP para apps de terceiros nas próximas semanas. O Gemini Spark consegue realizar tarefas contínuas de vários passos, planeando subtarefas e executando as etapas. O Gemini Spark estará disponível para subscritores do Google AI Ultra nos EUA na próxima semana, e funcionará com o Chrome mais à frente neste verão.

Google Search

Google Search: O AI Mode e as AI Overviews do Google Search utilizam agora o Gemini 3.5 Flash. "O Google Search é AI Search" foi a mensagem da Google. Existe uma nova caixa do Google Search que foi reimaginada com AI, mudando com base na forma como está a ser utilizada e indo "além do autocomplete" para ajudar a formular melhor as perguntas. A caixa de pesquisa suporta imagens, ficheiros, vídeos e separadores do Chrome como input, além de texto. Pichai afirmou ser a maior actualização da caixa de pesquisa em mais de 25 anos, começando a ser implementada hoje. A Google está também a combinar as AI Overviews e o AI Mode numa única interface.

Agents no Search: A pesquisa ganha suporte para criar e gerir múltiplos AI agents. Pode manter os utilizadores actualizados sobre o que se passa no mundo, como alterações na bolsa de valores, e enviar alertas. O Search será capaz de monitorizar alterações em páginas web, permitindo aos utilizadores receber alertas sobre eventos como lançamentos de sapatilhas (sneaker drops). Os Information Agents chegam ao Search no verão, e a Google planeia adicionar mais agentes.

Coding no Search: Capacidades de agentic coding estão a caminho do Search. O Search será capaz de construir uma resposta personalizada no momento, com layouts dinâmicos, widgets interactivos e muito mais para as consultas. Utiliza o Antigravity e o 3.5 Flash. O Search pode criar ferramentas, trackers, widgets e dashboards. A Generative UI no Search será implementada este verão para todos, sem custos. O Antigravity no Search para construir experiências personalizadas chega no verão, primeiro para subscritores.

Shopping no Search: A Google tem um novo Universal Cart (carrinho universal) a caminho do Search e da app Gemini este verão. É um carrinho de compras inteligente que funciona entre diferentes comerciantes e serviços. Pode adicionar artigos ao carrinho enquanto lê o Gmail, vê o YouTube ou navega na web, e depois efectuar o pagamento (check-out) no Google ou nos sites de retalhistas terceiros. A Google dispõe de um Universal Commerce Protocol e de um Agents Payment Protocol para compras automatizadas por agentes. A funcionalidade de pagamentos permite que os AI agents façam pagamentos em seu nome, utilizando parâmetros definidos por si, como a marca e o preço. Chegará ao Gemini Spark mais à frente este ano.

YouTube

Ask YouTube: O YouTube vai receber a funcionalidade Ask YouTube, semelhante à funcionalidade Ask Maps AI. Utiliza o Gemini e permite aos utilizadores fazer perguntas. Suporta contexto e perguntas de seguimento, estando actualmente em fase de testes. Será lançado nos Estados Unidos este verão.

Google Docs

Docs Live: Com a integração de AI no Docs Live, os utilizadores podem falar ou escrever os parâmetros do que necessitam, e o Gemini cria o documento. Sundar Pichai referiu que os utilizadores podem fazer um despejo de ideias (brain dump) e deixar o Gemini "fazer o resto". A funcionalidade suporta comandos baseados em texto para criar e editar conteúdo.

Hardware

Óculos de Áudio Android XR: Os primeiros óculos de áudio Android XR chegam este outono, proporcionando acesso ao Gemini durante todo o dia, com as respostas a serem transmitidas de forma privada ao ouvido do utilizador. Os óculos podem ser usados para tirar fotografias, ouvir música, fazer chamadas e aceder a apps. A Google colaborou com a Gentle Monster e a Warby Parker no design dos óculos, e com a Samsung no hardware. Os óculos farão emparelhamento com dispositivos Android e iOS.

Outros anúncios

Plano Google AI Ultra: A Google tem um novo plano Ultra de 100$ e está a reduzir o preço do seu plano Ultra de topo de 250$ para 200$.

Android AI Agents: O Android Halo permite aos utilizadores de Android acompanhar os AI agents, mostrando a actividade no topo do dispositivo Android. Chegará ao Android mais à frente este ano.

Google Pics: É a nova ferramenta de criação e edição de imagens da Google no Google Workspace. Consegue criar posters, folhetos, infográficos e muito mais, de forma semelhante ao Canva. O conteúdo inclui uma marca de água com o SynthID. O Pics será lançado este verão.

Stitch: O Stitch é a ferramenta da Google semelhante ao Figma que permite aos utilizadores construir apps e websites. Este ano, a Google está a adicionar design colaborativo em tempo real com o Stitch Agent, exportações para o Antigravity e publicação directa no Netlify.

Google Flow: O Google Flow, o "estúdio criativo de AI" da Google para criativos, vai receber o Gemini Omni, AI agents para executar múltiplas acções em simultâneo, e ferramentas personalizadas com as Flow Tools. As novas funcionalidades do Google Flow estão disponíveis hoje.




Muitas das novas funcionalidades da Google começam a ser implementadas hoje, estando as restantes planeadas para mais tarde este ano.

№ 11

Microsoft vai abandonar SMS para autenticação

Fazendo aquilo que os especialistas de segurança recomendam há muito, a Microsoft vai deixar de usar os SMS como forma de autenticação.

A Microsoft confirmou que vai eliminar gradualmente os códigos SMS como método de autenticação e recuperação para contas pessoais Microsoft. A mudança faz parte da aposta da empresa no uso de passkeys e sistemas passwordless no Windows 11 e restantes serviços do ecossistema.

Segundo a empresa, os códigos enviados por SMS tornaram-se um dos principais alvos de fraude online, especialmente através de ataques SIM swap, onde criminosos conseguem transferir o número de telefone da vítima para outro cartão SIM e receber todos os códigos de autenticação. Por esse motivo, a Microsoft considera que o futuro passa por métodos mais seguros como passkeys, códigos de autenticação temporários, e emails secundários verificados.
As passkeys utilizam autenticação biométrica através do Windows Hello, impressões digitais ou PIN local do dispositivo. Em vez de depender de passwords ou códigos temporários, o sistema cria chaves criptográficas protegidas pelo próprio hardware do computador ou smartphone, dificultando os ataques de phishing e resistindo ao vector de roubo de passwords. Vão também tendo gestão facilitada a nível de transferência para novos dispositivos.

Apesar das vantagens de segurança, a decisão poderá causar problemas para utilizadores avançados e ambientes mais técnicos. Máquinas virtuais, sistemas sem biometria ou configurações específicas podem complicar o uso de passkeys, o que fazem com que, apesar de desaconselhados, os códigos SMS continuem a ser uma solução prática. Ainda assim, a Microsoft está determinada em acelerar a transição para a era "pós-passwords", e com isso, pode ser que outras empresas sigam o exemplo.

№ 12

Google I/O 2026 começa hoje

Está prestes a começar o Google I/O 2026, com a sessão de abertura a poder ser acompanhada em directo no YouTube.

O Google I/O 2026 decorre nos dias 19 e 20 de Maio no Shoreline Amphitheatre, em Mountain View, Califórnia, com a empresa a preparar uma das conferências mais focadas em inteligência artificial da sua história. A keynote principal acontece já hoje às 18h00 em Portugal continental e será transmitida online para todo o mundo através do site oficial do evento e do canal de YouTube da Google.

O Gemini deverá ser o grande protagonista da apresentação, com rumores a apontarem para novas capacidades de agente AI e uma possível evolução para o modelo Gemini 4.0. A Google também deverá mostrar como a inteligência artificial será integrada mais profundamente no Android, Chrome, Pesquisa e restantes serviços do ecossistema.



O Android 17 será certamente outro dos grandes destaques do evento, trazendo funcionalidades como detecção de burlas através de AI, e melhorias no multitasking com novas "app bubbles". Espera-se ainda que a Google revele mais detalhes sobre o Gemini Intelligence, o conjunto de funcionalidades AI premium destinado aos dispositivos Android topo de gama - que podem deixar alguns topo de gama recentes de fora.

No lado do hardware, a empresa deverá oficializar os novos Googlebooks, além da estreia dos Android XR smart glasses desenvolvidos em parceria com a Samsung. Saberemos mais já daqui a pouco, e cá estaremos para fazer o rescaldo daquilo que for revelado.

№ 13

CMF Watch 3 Pro a €80

O mais recente Watch 3 Pro da CMF, marca económica da Nothing, já está disponível.

Os fãs Nothing continuam a poder optar pelos produtos da sua marca CMF para dispositivos mais económicos, e no caso dos smartwatches isso traduz-se no seu mais recente wearable.

O Watch 3 Pro vem com ecrã AMOLED circular de 1.43", com mais de 120 mostradores disponíveis. A moldura do relógio pode ser substituída pelos utilizadores tal como as braceletes de 22 mm, para criar uma infinidade de estilos diferentes. Pode fazer o tracking de todo o tipo de parâmetros habituais, como frequência cardíaca, nível de oxigénio no sangue, sleep tracking, mais de 120 actividades físicas, sleep tracking, fazer telefonemas, e tem GPS.
O CMF Watch Pro 3 está disponível por 80 euros na Amazon Espanha.

Se quiserem combinar com o resto da família para ficarem com o conjunto completo, podem também optar pelo CMF Phone 2 Pro e pelos CMF Buds Pro 2 - ou aguardarem pela nova geração.

Este smartwatch tem protecção IP68 para uso despreocupado em todo o tipo de ambientes, e a Nothing promete que a sua bateria é suficiente para lhe dar uma autonomia de até 13 dias de uso típico - mas que se podem reduzir para 4.5 dias em uso intensivo com o ecrã always-on ligado.


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№ 14

Apple pode regressar aos iPhones em titânio

Um rumor indica que a Apple poderá regressar ao titânio em futuros modelos dos iPhone Pro, após o ter abandonado e regressado ao alumínio.

A Apple poderá não ter abandonado por completo o titânio que usou nos iPhone 15 Pro e iPhone 16 Pro. Segundo novos rumores vindos da China, a empresa continua a trabalhar em ligas de titânio melhoradas para obter o melhor resultado a nível de peso, resistência e dissipação de calor.

Depois de ter lançado o corpo em titânio nos iPhone 15 Pro e 16 Pro, a Apple voltou ao alumínio na geração iPhone 17 Pro devido a preocupações relacionadas com aquecimento e eficiência térmica. Apesar das vantagens em resistência e leveza, o titânio revelou limitações na dissipação de calor, algo que gerou críticas sobre temperaturas excessivas nesses modelos. Agora, a empresa estará a trabalhar em novas ligas de titânio mais leves e eficientes, dizendo também que as críticas sobre o aquecimento se deveram à falta de optimização do sistema e de certas apps, e que isso já terá sido resolvido.

Seria um pouco estranho ver a Apple a dar nova reviravolta neste campo; mas não seria totalmente descabido. Por outro lado, isto faz parte do processo de exploração para os futuros iPhones, estando também a testar soluções baseadas em "liquid metal", que promete maior resistência, peso reduzido, e possibilidade de ser facilmente moldado. No entanto, há questões de complexidade de produção e custo, à escala que a Apple necessita para aplicação nos iPhones, não sendo previsível que isso fique resolvido nos próximos anos.

№ 15

Elon Musk perde processo contra OpenAI

O processo de Elon Musk contra a OpenAI resultou numa derrota sumária que nem chegou aos pontos principais.

Elon Musk perdeu mais uma batalha judicial contra a OpenAI depois de um júri norte-americano decidir unanimemente, em menos de duas horas, que o empresário demorou demasiado tempo a avançar com o processo. Musk acusava a OpenAI e os seus executivos de terem renegado a missão original sem fins lucrativos da empresa para benefício financeiro próprio, mas o caso acabou por ficar totalmente invalidado por ter sido apresentado após o limite de tempo para este tipo de casos.

Segundo o tribunal, Musk já tinha conhecimento dos planos de reestruturação da OpenAI pelo menos desde 2021, o que significava que ultrapassou o limite legal de três anos para apresentar o processo. Com isso, o júri concluiu que Sam Altman, Greg Brockman, e até a Microsoft, não podiam ser responsabilizados pelas acusações feitas pelo dono da xAI e da Tesla. A decisão foi rapidamente validada pela juíza responsável pelo caso. A Microsoft celebrou publicamente o resultado, reforçando o compromisso com a parceria com a OpenAI, enquanto Musk reagiu da sua forma habitual, dizendo que tanto a juíza como o júri estavam "contra si" (pelo meio, ainda teve sorte de não ter sido convocado, pois embarcou na viagem com Donald Trump à China, apesar de não ter autorização do Tribunal para se ausentar do país).

Musk já confirmou que vai recorrer da decisão e continua a insistir que a OpenAI traiu a missão original da organização sem fins lucrativos ao criar uma estrutura focada em lucro e enriquecimento dos executivos - algo que, como este caso demonstrou, ele próprio sabia logo desde cedo, e que irá certamente dificultar que obtenha um resultado diferente no futuro. Entretanto, volta a prometer que haverá milhares de Tesla autónomos - com a versão FSD totalmente autónoma sem supervisão - nas estradas até ao final do ano; algo que tem prometido todos os anos há quase uma década.

№ 16

Kit Philips Hue com bridge Pro e smart button a €175

Quem se quiser iniciar no universo da iluminação Philips Hue, pode optar por este kit com lâmpadas, bridge Pro e botão wireless.

Automatizar a iluminação é, quase sempre, aquilo que a maioria das pessoas começa por fazer em suas casas; ou que mais rapidamente associa às "casas inteligentes". E de facto, é extremamente cómodo deixar de fazer todas aquelas pequenas rotinas diárias, em que já nem pensamos, a não ser quando nos esquecemos de algo - com deixar alguma luz ligada a noite toda, ou dia todo. E embora não sejam as mais económicas (algo que começa a mudar com a mais recente geração de lâmpadas), as lâmpadas Philips Hue continuam a ser das mais populares e apreciadas. E um starter kit como este, representa um excelente ponto de partida para quem se quiser aventurar neste mundo.
Este starter kit Philips Hue com bridge Pro, três lâmpadas, e smart button, está disponível por 175 euros na Amazon Espanha.

As lâmpadas e acessórios Philips Hue comunicam através de Zigbee (embora as mais recentes também funcionem via Bluetooth) e por isso é necessário uma bridge / hub para fazer a comunicação. Mas o processo de instalação e configuração é extremamente fácil, com a app a dar assistência passo a passo - e neste caso, ficamos já com a mais recente geração Hue Bridge Pro, com capacidade acrescida. Nem sequer fica esquecido que por vezes, a melhor forma de controlar algo é mesmo com um botão e não via app, com um pequeno smart button que podemos colocar em qualquer lado.

Depois, entre automatizações directamente na app, ou através de integração com o IFTTT, ou assistentes como o Google Assistant, ou até com o Spotify, todas as lâmpadas passam a estar sob nosso total controlo, até mesmo quando se está fora de casa. E depois é só ir adicionando o que se quer, como sensores de movimento, botões dimmer, luzes exteriores, etc. etc. E sem esquecer da compatibilidade assegurada com o Matter.


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№ 17

Microsoft vai deixar recuperar tecla Copilot

A Microsoft cedeu aos pedidos dos utilizadores e vai deixar redefinir a tecla Copilot nos teclados.

A Microsoft confirmou que o Windows 11 vai finalmente permitir alterar o comportamento da tecla dedicada ao Copilot nos novos computadores. Com uma actualização prevista para este ano, os utilizadores poderão redefinir a tecla para funcionar como Right Ctrl ou como tecla de menu de contexto, recuperando as funções clássicas das teclas que desapareceram com a chegada da tecla Copilot.

A mudança surge depois de fortes críticas relacionadas com a remoção da tecla Right Ctrl para colocar a nova tecla Copilot em muitos portáteis e teclados certificados para Windows 11. A alteração afectou especialmente atalhos e ferramentas de acessibilidade que dependem dessa tecla específica para funcionar correctamente.
A nova opção ficará disponível nas definições de teclado do Windows 11 e permitirá maior flexibilidade sem necessidade de software adicional. No entanto, mesmo isto poderá não ser a solução esperada; a própria Microsoft alerta que alguns atalhos específicos envolvendo Shift e Right Ctrl poderão não funcionar exactamente da mesma forma em todos os teclados.

Adicionar uma nova tecla, para uma funcionalidade ainda em desenvolvimento, não terá sido a opção mais sensata por parte da MS - sendo demonstrativo da fase da "loucura" AI que levou a MS a querer impingir o Copilot em todo o lado. No entanto, o resultado foi aquele que seria previsível para tudo aquilo que se tenta fazer à força: a rápida rejeição e retaliação por parte dos utilizadores. Veremos se este recuo da MS será suficiente para recuperar alguma da confiança dos utilizadores, ou se nem por isso.

№ 18

Xiaomi YU7 GT bate recorde no Nürburgring

Tal como o SU7 Ultra, também o novo Xiaomi YU7 GT mostrou o que vale obtendo um recorde no Nürburgring.

A Xiaomi está prestes a lançar a variante mais desportiva do seu SUV, o YU7 GT com perto de 1000cv, e não deixou passar a oportunidade para demonstrar que esses números não são para ficar apenas no papel. O YU7 GT estabeleceu novo recorde para SUVs de produção no circuito Nürburgring Nordschleife, completando a famosa pista alemã em apenas 7:34.931. O resultado coloca o SUV eléctrico da marca chinesa à frente de modelos como o Audi RS Q8 Performance e o Porsche Cayenne Turbo GT.

Com este tempo, o Xiaomi YU7 GT supera o anterior recorde do Audi RS Q8 Performance, que tinha registado 7:36.698 em 2024. A Xiaomi aproveitou também para destacar que o seu piloto de testes principal, Ren Zhoucan, se tornou no primeiro piloto chinês a receber certificação oficial de voltas rápidas no Nürburgring.


O recorde surge poucos dias antes do lançamento oficial do YU7 GT na China. A Xiaomi descreve o modelo como um GT de alto-desempenho, ideal para quem deseja combinar a utilização diária com o prazer de conduzir um super-desportivo. O modelo deverá chegar ao mercado com cerca de 990 cavalos de potência e velocidade máxima de 300 km/h.

Na China, deverá ter um preço próximo dos 60 mil euros. Para os europeus, ainda será necessário esperar pelo menos mais um ano, e certamente que o preço será mais próximo do dobro desse valor - a não ser que a Xiaomi esteja a preparar uma grande supresa para os seus fãs no velho continente.

№ 19

Ganha um rato Mars Gaming MMRW

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta vez a escolha recai sobre um rato Mars Gaming MMRW.

Ideal para todos os fãs da iluminação LED RGB, este rato Mars Gaming MMRW conta com toda a sua superfície superior iluminada, para além de contar com botões adicionais que serão úteis nos jogos e no dia a dia.
Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

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Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

№ 20

XBOX Player Voice vai ouvir pedidos dos jogadores

A XBOX lançou o XBOX Player Voice, um local onde os jogadores podem deixar as suas críticas e sugestões.

A nova gestão da XBOX não tem estado parada. Desde a entrada em funções de Asha Sharma que têm sido feitas inúmera remodelações, algumas delas com efeitos práticos imediatos, como a redução de preço do Game Pass. Mas, uma das coisas que se tem feito notar é uma maior aproximação à comunidade - que já levou à alteração do nome Xbox por XBOX (tudo em maiúsculas) após um pequeno inquérito - e que agora se torna ainda mais evidente com este XBOX Player Voice.

O XBOX Player Voice é um local onde os jogadores são convidados a deixar as suas críticas e sugestões, sobre tudo o que seja relacionado com o universo XBOX. Por lá podemos ver coisas como: pedidos de mais jogos exclusivos, maior foco na retrocompatibilidade, melhorias nos achievements, pack familiar do Game Pass, não abdicar dos jogos em formato físico na próxima geração da Xbox, etc.
Mais do que um local onde os jogadores podem "despejar" os seus desejos e queixas, é um local que a equipa XBOX assegura que irá ser cuidadosamente lido e analisado, com feedback quanto à situação: quando foi lida, quando foi analisada, e se será implementada ou não.

Parece que a nova gestão da XBOX quer tirar partido do feedback dos jogadores como algo positivo, em vez de ser algo para ser ignorado. Veremos no que isto irá resultar a longo prazo, mas pelo menos por agora, as alterações feitas por Asha Sharma estão a conquistar a comunidade XBOX.