PlanetGeek
№ 01

Jailbreak de iPhone resiste a Lockdown e actualização do sistema

Hackers conseguiram fazer o jailbreak a um iPhone com o Lockdown Mode activo, e manter o acesso mesmo após uma actualização do sistema.

O grupo de hackers Calif demonstrou um novo jailbreak para iPhone, desta vez ultrapassando as protecções do Lockdown Mode da Apple e mantendo o acesso mesmo após uma actualização do iOS. Num vídeo publicado pelo grupo, é possível ver um iPhone 18 Pro com o Lockdown Mode activo a receber uma actualização para o iOS 27.2 sem perder o jailbreak.

Ainda não se sabe se o mesmo método funciona em equipamentos que já tenham o iOS 27.2 instalado. A Apple descreve o Lockdown Mode como uma medida de segurança adicional, concebida para proteger pessoas que possam ser alvo de spyware sofisticado. Esta funcionalidade limita várias opções, incluindo anexos nas mensagens, tecnologias Web, chamadas FaceTime de contactos desconhecidos, e determinados convites para serviços da Apple.

Lockdown Mode helps, until it doesn't. https://t.co/1UyxPHQUAe

— Calif (@calif_io) November 3, 2026
O vídeo mostra que o ataque começa com o envio de um ficheiro PDF malicioso para o iPhone através do AirDrop. O utilizador aceita o ficheiro, aparentemente dando início ao processo de jailbreak. No entanto, a Calif não revelou os detalhes técnicos nem explicou exactamente como funciona este exploit. No início deste ano, a Apple assegurava não ter conhecimento de ataques de spyware contra iPhones com o Lockdown Mode activo - sendo que este caso vem demonstrar que tal é tecnicamente possível.

Para desapontamento de quem esperasse ganhar total controlo sobre os iPhones e iOS mais recentes, a Calif disse que estava a comunicar as vulnerabilidades descobertas à Apple e que não pretende disponibilizar uma ferramenta de jailbreak ao público.

№ 02

Powerbank Ugreen MagFlow Pro Qi2 a €107

Já está disponível o Ugreen MagFlow Pro, um power bank MagSafe Qi2 de 10000 mAh com arrefecimento líquido.

Os powerbanks há muito que são companhia habitual de muitos utilizadores, e os modelos com MagSafe/Qi2 tornam-se ainda mais convenientes por ficarem magneticamente agarrados aos smartphones. E, no caso deste Ugreen MagFlow Pro não só temos uma capacidade generosa de 10000mAh 25W para tirar partido das capacidades do Qi2, como temos também a particularidade e curiosidade de ser o primeiro powerbank MagSafe com liquid cooling - elemento que fica proeminentemente em destaque através de uma janela transparente por onde se pode ver o líquido a circular. Conta também com um pequeno ecrã que permite acompanhar o estado do carregamento em detalhe.

Este Ugreen MagFlow Pro Qi2 de 10000mAh 25W está disponível por 10 euros na Amazon Espanha.

Quem já tiver usado powerbanks Qi MagSafe sabe que um dos principais problemas é o aquecimento (não só o processo de carregamento gera calor, como também o power bank fica a "tapar" a secção traseira do smartphone, dificultando o seu arrefecimento). Com o sistema de arrefecimento líquido, a Ugreen tenta minimizar isso, com transferência de calor mais eficiente. Mas, além dos carregamento wireless até 25W, este powerbank também suporta o seu próprio carregamento a 30W, e carregamento por cabo até 45W, pelo que se torna bastante versátil para todas as situações.


Segue as melhores promoções do dia no nosso grupo AadM Promos no Facebook.

№ 03

Google facilita transferências entre Androids e iPhones

A Google está a simplificar as transferências entre apps Android e iOS sem recorrer ao menu de partilha do sistema.

A Google vai permitir integrar o Quick Share directamente nas apps, dando aos programadores uma alternativa ao menu de partilha tradicional do Android. Anunciado durante o Android Dev Summit, o novo Quick Share SDK deverá chegar na primeira metade de 2027. A empresa está também a preparar uma versão específica para iOS, que permitirá disponibilizar a mesma funcionalidade nas apps para iPhone.

Em vez de abrir o habitual interface de partilha em ecrã inteiro, as aplicações que tirarem partido deste sistema irão apresentar um pequeno painel na parte inferior do ecrã, com pré-visualizações dos ficheiros a enviar. Desta forma, será possível partilhar conteúdos de forma mais rápida e sem sair da aplicação que está a ser utilizada. As transferências são efectuadas através de ligações locais encriptadas para total segurança. O SDK consegue criar automaticamente um hotspot quando necessário e utiliza WiFi Direct nos equipamentos compatíveis, para acelerar as transferências de maior volume. As fotografias e os vídeos mantêm a resolução original e, como não existe qualquer transferência através da cloud, a partilha funciona sem ligação à Internet e sem consumir dados móveis.

Os programadores podem integrar esta funcionalidade com cerca de 20 linhas de código nas suas apps, sem terem que manter uma infraestrutura de servidores própria. As apps também poderão assinalar conteúdos sensíveis para os ocultar nas pré-visualizações. Com o Tap to Share, a app no equipamento que recebe os ficheiros pode até abrir automaticamente assim que a transferência termina.

№ 04

WhatsApp incentiva o envio de fotos e vídeos nas conversas

O WhatsApp começou a sugerir o envio das fotografias e vídeos mais recentes directamente nas conversas.

O WhatsApp está a disponibilizar uma nova funcionalidade que torna a partilha de fotografias e vídeos um pouco mais rápida. Já disponível para alguns utilizadores de Android e iOS com as versões mais recentes da aplicação, a alteração faz surgir um pequeno popup que sugere enviar automaticamente a última foto ou vídeo adicionada à galeria sempre que se abre uma conversa.

A sugestão pode surgir de duas formas. Alguns utilizadores vão ver uma pequena notificação por cima da barra de conversação, com uma miniatura da fotografia ou vídeo mais recente. Noutros casos, o ícone da câmara é temporariamente substituído por essa mesma miniatura. A sugestão pode ser ignorada e a notificação também inclui um botão para a fechar.
Felizmente, tocar na miniatura não envia imediatamente o conteúdo - o que seria um cenário bastante arriscado em que um pequeno toque acidental poderia enviar conteúdos indevidos. Em vez disso, o WhatsApp abre o editor, onde é possível rever a fotografia ou o vídeo, adicionar uma legenda ou sticker, e decidir se realmente se quer partilhar esse conteúdo. A funcionalidade não distingue o tipo nem a origem dos ficheiros, pelo que pode sugerir tanto uma fotografia acabada de tirar como uma captura de ecrã.

A funcionalidade fica disponível automaticamente assim que chega à conta do utilizador. No entanto, quem não quiser receber estas sugestões pode desactivá-las em Definições > Conversas, desligando a opção Sugestões de multimédia recentes. A distribuição está a ser feita de forma gradual, pelo que deverá chegar a mais utilizadores nas próximas semanas.

№ 05

SMS of Death pode bloquear Androids

Uma nova falha "SMS of Death" pode bloquear Androids com o envio de uma simples mensagem.

Década após década, há falhas que parecem recorrentes. Foi divulgada uma nova falha que permite que atacantes bloqueiem remotamente telemóveis Android através do envio de uma mensagem de texto. A vulnerabilidade, identificada como CVE-2026-58882 e baptizada SMS of Death, permite lançar um ataque sem qualquer interacção da vítima. Além disso, pode interromper chamadas em curso, incluindo chamadas de emergência, sem dar qualquer indicação evidente sobre a origem do problema.

A falha resulta de uma validação incorrecta do comprimento de um cabeçalho numa função de processamento de mensagens WAP do Android. Ao enviar uma mensagem WAP Push malformada com apenas oito bytes, um atacante consegue provocar uma tentativa de reservar memória com valor negativo, levando ao bloqueio do processo com.android.phone. Como este processo gere as funções de rede móvel, o resultado pode ser a perda de conectividade e a interrupção de chamadas. Os testes também demonstraram que o envio de várias mensagens maliciosas pode provocar bloqueios sucessivos e ciclos constantes de reinício, podendo obrigar a uma reposição de fábrica para recuperar o telemóvel.
A Google já corrigiu esta vulnerabilidade nas actualizações de segurança de Outubro de 2026 para o Android 14 a 17. Ainda assim, isto faz com que os equipamentos mais antigos permaneçam vulneráveis a este ataque (e ainda representam uma percentagem considerável dos dispositivos activos).

A correcção da Google impede os bloqueios ao tratar as excepções provocadas pelas mensagens malformadas e elimina essas mensagens da base de dados de SMS, evitando que voltem a desencadear o problema. Com a divulgação pública de um exploit funcional, os utilizadores de Android devem instalar a actualização de segurança mais recente... se estiver disponível para o seu smartphone.

№ 06

Reino Unido proíbe "asfixia sexual"

No Reino Unido, chegou-se ao ponto de se ter políticos a discutir que tipos de categorias são admissíveis nos sites para adultos.

Apesar dos muitos problemas que certamente afligirão os cidadãos do Reino Unido, o governo parece estar mais preocupado com aquilo que eles poderão ver - ou não - nos sites de entretenimento para adultos. Nomeadamente, avançando com a proibição de uma série de coisas que considera serem "extremas", e que incluem coisas como "asfixia sexual", quer seja real ou simulada.

As novas leis têm feito com que vários sites para adultos sejam forçados a remover múltiplas categorias existentes, já que a disponibilização, ou simples possessão, destes conteúdos pode resultar em vários anos de cadeia.

Following the announcement of new laws in the UK surrounding ‘facesitting’, the #DoctorWho episode ‘Love and Monsters’ will sadly be removed from BBC iPlayer. https://t.co/c6OSFLipUN

— Ben Lewis 🍿 (@benwhois) October 29, 2026

This is the pro-censorship UK politician behind the anti-porn law that went into effect yesterday. Not even she knows what her bill will end up prohibiting. Enforcement will be based on vibes. Criminalizing consensual behavior ALWAYS ends up in discretionary enforcement:

— Gustavo Turner (@GustavoTurnerX) November 2, 2026
Os quatro membros ainda vivos dos Monty Python (John Cleese, Michael Palin, Eric Idle, Terry Gilliam) certamente estarão a achar imensa piada a verem políticos a discutir detalhes sobre a proibição, dizendo que não deverá abranger alguém sentar-se na cabeça do parceiro se a pessoa em baixo ainda conseguir respirar. Ou então, poderão ficar um pouco irritados por verem a realidade actual superar o surrealismo dos sketches que tanta polémica geravam na altura.

Também fica no ar a questão sobre o que acontecerá a filmes e séries onde possa ser visível algum tipo de asfixia... já que quem aprovou estas restrições parece não fazer qualquer distinção entre realidade e ficção.


Actualização: E parece que o próximo alvo é o sexo oral.

№ 07

Headphones Sony WH-1000XM5 a €242

Os headphones Sony WH-1000XM5, uma das referências em termos de cancelamento de ruído, estão disponíveis a um preço reduzido.

Sucessores dos já excelentes WH-1000XM4, esta geração XM5 vem com 8 microfones e com um processador adicional, que promete maior eficácia na redução de ruído nas frequências médias e altas. O design foi alterado mas mantêm-se os controlos via toques e swipes, e com botão físico para activar o modo de cancelamento de ruído. No capítulo sonoro, a Sony trocou os drivers de 40 mm por novos de 30 mm, que diz serem capaz de produzir som "mais natural".
Os headphones WH-1000XM5 estão disponíveis por 242 euros na Amazon Espanha - ou podem espreitar os mais recentes XM6).

Com design over-ear e autonomia para 30 horas de funcionamento, são o tipo de headphones que depressa se tornará no melhor amigo de quem gosta de eliminar os ruídos exteriores para se concentrar naquilo que está a fazer, e que serão especialmente eficazes no caso de quem gosta de aproveitar viagens de comboio ou avião para ir adiantando trabalho, ou simplesmente desfrutar de momentos de música (ou vídeo) sem se preocupar com os barulhos exteriores.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

№ 08

Raspberry Pi de 16GB chega aos $385

O popular Raspberry Pi deixa de poder ser considerado o mini-computador económico de outros tempos, com a versão de 16 GB a subir para os 385 dólares.

A Raspberry Pi anunciou uma nova ronda de aumentos de preços, com o Raspberry Pi 5 de 16 GB a tornar-se significativamente mais caro. O pequeno computador passa agora a custar 385 dólares, após um aumento de 80 dólares, enquanto o Compute Module 5 de 16 GB recebeu um agravamento de 40 dólares para $425. Segundo Eben Upton, CEO da Raspberry Pi, estas alterações são necessárias devido à forte subida dos custos da memória nos últimos anos.

Os aumentos são particularmente significativos quando se considera que o Raspberry Pi 5 de 16 GB chegou ao mercado por 120 dólares, o que significa que custa agora mais do triplo do preço original. O Compute Module 5 de 16 GB também sofreu um aumento considerável face aos 135 dólares do lançamento. Há, ainda assim, uma notícia positiva para os consumidores: o Raspberry Pi 500+ com 16 GB de memória vai manter o preço de 485 dólares. No entanto, este modelo já era bastante mais caro, e continua a representar mais do dobro do preço de lançamento de $199.

Esta não é a primeira vez que o aumento dos custos da memória obriga a Raspberry Pi a rever os preços. Ainda no mês passado, a empresa aumentou os preços dos Raspberry Pi 4 e Raspberry Pi 5 com 2 GB de RAM. Com a memória RAM cada vez mais cara, a empresa aconselha os consumidores a avaliarem cuidadosamente a quantidade de memória de que realmente necessitam para os seus projectos antes de escolherem um modelo.

A subida dos preços poderá também levar entusiastas e programadores a procurar alternativas. Para pequenos projectos DIY, os microcontroladores económicos Raspberry Pi Pico e ESP32 estão a tornar-se opções cada vez mais atractivas. Já quem precisa de maior capacidade de processamento começa a olhar para placas x86 e mini PCs, que podem ser encontrados na mesma gama de preços ou até mais baratos.

№ 09

Satélite "data center" da Google já funciona

A Google diz que o seu primeiro satélite "Suncatcher" para processamento AI está a funcionar - mas demonstrando as dificuldades de operar no espaço.

Tal como tinha prometido, a Google apressou-se a ser uma das primeiras empresas a lançar um satélite experimental para avaliar a colocação de data centers no espaço, como parte do projecto Suncatcher. O primeiro satélite experimental já está operacional e a comunicar com a Terra. O satélite conta com quatro Tensor Processing Units (TPUs) da Google e consegue gerar até 1 kW de electricidade, servindo de base para futuras redes de satélites destinadas a executar tarefas AI em órbita.

Depois de três semanas de testes e preparação, os engenheiros enviaram a primeira instrução ao satélite, pedindo ao modelo Gemma 4 da Google DeepMind que escrevesse um haiku sobre o espaço. O resultado foi um pequeno poema sobre a Terra, os fluxos de dados e a luz das estrelas:
Blue marble below
Data streams in silent grace
Starlight feeds my core.



Embora muitos se tenham apressado a apresentar este sucesso como uma validação total da ambição de colocar data centers no espaço, outros apressaram-se a frisar as limitações que os críticos têm referido logo desde o início. O satélite da Google apenas consegue colocar um único TPU em funcionamento de cada vez, e o chip apenas consegue funcionar durante 15 minutos antes de ter que ser desligado devido a questões de energia e aquecimento. A questão da dissipação tem sido um dos pontos críticos, bastando referir que para um satélite "data center" a sério, seria necessário ter uma área de dissipação muito superior à que a ISS tem actualmente (com mais de 1100 m2), o que continua a ser um tópico de discussão quanto à sua viabilidade.

A próxima fase vai avaliar a capacidade das TPUs para resistirem às temperaturas extremas e à radiação espacial. Se o hardware apresentar os resultados esperados, a Google planeia lançar mais dois satélites em 2027, com maior capacidade de produção de energia e ligações ópticas para comunicação entre si.

№ 10

IFTTT muda planos pagos para "créditos"

O popular e útil IFTTT mudou o seu sistema de planos pagos, agora passando a contabilizar o uso das automações com créditos.

O IFTTT, o sistema de criação fácil de automações entre serviços, reformulou os seus planos. Em vez do anterior sistema que limitava funcionalidades e número de applets criados, o novo sistema passa a usar um sistema de créditos que se vão gastando em função do volume de utilização.

Já muito falamos do IFTTT ao longo dos anos, permitindo criar todo o tipo de coisas que só serão limitadas pela imaginação (e agora até com funcionalidades AI, tendo o nome oficialmente mudado para IFTTT.ai).

Today, IFTTT becomes https://t.co/M4P8V3nbvw, the easiest way to automate anything. Use every core feature and every service, on every plan. Build as many Applets as you want, and see what our new AI tools can do. 🚀 Start building: https://t.co/WVZIz2LXuk

— IFTTT (@IFTTT) October 28, 2026
Em 2020, o IFTTT começou a disponibilizar uma modalidade Pro paga, que até permitiu que tivesse preço à vontade de cada um. Agora, mais de meia década mais tarde, o serviço faz novo ajuste. Com o sistema de créditos, o objectivo é permitir que cada um possa tirar partido de todas as funcionalidades, à medida do seu volume de utilização.
A grande vantagem é que, mesmo no plano gratuito (1.000 créditos mensais) os utilizadores têm acesso a todas as funcionalidades, mesmo as funções AI que anteriormente só estavam acessíveis nos planos pagos.

De resto, a empresa contactou todos os actuais clientes pagos, e assegura que não serão penalizados face ao uso que faziam do serviço. No meu caso, mesmo pagando o valor reduzido de $2 por mês, passaram-me para o plano de topo Pro+ com 100.000 créditos mensais - sendo que, para o uso típico que faço do serviço, me chegam cerca de 15.000 créditos mensais. Ainda assim, se tivesse que subscrever um novo plano, teria que pagar o dobro do que pago actualmente (o plano Pro, de $5.49/mês, que dá 20.000 créditos).

Se forem utilizadores do IFTTT, convém ficarem atentos a esta alteração para não sofrerem interrupções inesperadas. No caso dos clientes pagos, se notarem que não conseguem fazer o que faziam, será recomendável contactarem o suporte, pois eles dizem que tratarão de tudo sem que os clientes sejam penalizados.

№ 11

Hackers atacam frigoríficos industriais em mais países europeus

Diversos países europeus sofreram uma segunda ronda de ataques direccionados aos frigoríficos industriais, e que também terão atingido algumas unidades em Portugal.

Depois dos ataques em França no mês passado, assiste-se a novo dirigido aos sistemas de refrigeração de supermercados que afectou mais de 115 lojas na Bélgica, Holanda, Suécia, Luxemburgo, Irlanda, Estónia, e também Portugal. Os atacantes terão conseguido aceder remotamente aos sistemas de arrefecimento e congelação, alterando as temperaturas, desligando equipamentos e activando funções de descongelação. Em alguns casos, as temperaturas terão chegado aos 50 °C, obrigando as lojas a deitar fora produtos congelados e refrigerados para evitar a venda de alimentos potencialmente impróprios para consumo.

Várias grandes cadeias de supermercados confirmaram os incidentes, incluindo o Carrefour, Ahold Delhaize, Coop, ICA, Spar Colruyt, Intermarché, SuperValu e Selver. Apesar da dimensão da ocorrência, a maioria dos supermercados afectados conseguiu manter-se em funcionamento depois de implementar medidas de emergência. Acredita-se que os atacantes tenham explorado a mesma vulnerabilidade utilizada nos ataques ocorridos em França no mês passado, activando remotamente as funções de descongelação.

Este incidente volta a demonstrar os riscos de segurança associados aos equipamentos industriais ligados à Internet, sobretudo quando controlam sistemas essenciais, como a conservação de alimentos. Os ataques anteriores em França afectaram centenas de lojas que utilizavam controladores de refrigeração da Danfoss, Copeland e Dixell. Embora ainda não seja claro qual foi a dimensão total dos ataques mais recentes ou se todos fazem parte da mesma operação, os supermercados e os fornecedores dos equipamentos estão a trabalhar para recuperar o funcionamento normal e evitar novas interrupções. Mais do que a actualização do software, torna-se também essencial evitar a exposição directa destes equipamentos à internet, criando redes privadas que dificultem a vida a futuros ataques.

№ 12

Yangwang U9 Xtreme despista-se durante teste de velocidade

O hipercarro Yangwang U9 Xtreme da BYD sofreu um aparatoso acidente durante um teste de alta-velocidade.

Com mais de 3.000 cv, o Yangwang U9 Xtreme tem batido recordes desde que foi revelado, tanto a nível do sinuoso circuito do Nurburgring como em termos de velocidade pura, tendo já atingido os 496.22 km/h.

Agora, certamente numa tentativa de superar a barreira dos 500 km/h, as coisas correram mal, demonstrando que apesar dos avanços da tecnologia, existe sempre um risco elevado quando se tenta levar as coisas ao limite.

BYD’s $3M hypercar suffered a major crash.

The Yangwang U9 Xtreme was undergoing high-speed testing when the driver lost control of the car.

Thankfully, he walked away without major injuries. pic.twitter.com/C4fWB5b3n9

— Motor1 (@Motor1com) November 3, 2026

O piloto terá perdido controlo do carro a alta-velocidade, fazendo com que o Yangwang U9 Xtreme colidisse contra os rails de protecção. Felizmente, o carro manteve-se colado ao solo e foi apenas "rodopiando", tendo ficado totalmente destruído mas com a célula de protecção estrutural incólume, permitindo que o piloto escapasse ileso ao acidente.
... Pode também ser descrito como uma forma de fazer desaparecer 2.7 milhões de euros em poucos segundos!

№ 13

Ganha um tapete RGB para rato

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta vez a escolha recai sobre um tapete para rato de tamanho XL com iluminação RGB.

Milhões de pessoas usam um rato durante grande parte do dia, e milhões de pessoas lidam também constantemente com pequenas questões de ordem prática como: usar o rato numa superfície onde nem sempre funciona bem; ou usando um tapete de rato diminuto que está sempre a escorregar para onde não deve (ou a desintegrar-se com o tempo). Para resolver o problema de uma vez por todas, esta semana temos para vos oferecer um tapete para rato de tamanho XL com uma dimensão de 800 x 300 mm, espessura de 4 mm e iluminação LED RGB no rebordo. É o tapete ideal para cobrir toda a área de trabalho e nunca mais se preocuparem com o rato chegar ao limite do tapete.
Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

Loading…

Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

№ 14

iPhone Duo continua com entregas só para Janeiro de 2027

O novo CEO da Apple confirma que as datas de entrega do iPhone Duo continuam a estar complicadas.

A Apple está a ter dificuldades em acompanhar a procura pelo novo iPhone Duo, e os consumidores poderão ter de esperar vários meses até que a oferta consiga acompanhar a procura. O CEO John Ternus confirmou que o smartphone dobrável continua com limitações de stock, apesar de o aumento da produção estar a decorrer conforme planeado. Ternus admitiu que a empresa ainda não consegue prever quando a oferta e a procura ficarão equilibradas.

A situação tem estado a aferctar os prazos de entrega desde o momento de lançamento. Os clientes que encomendarem um iPhone Duo nesta altura recebem previsões de entrega para final de Janeiro de 2027, enquanto as lojas físicas dispõem de poucas unidades, e apenas para reservas online. Quanto aos problemas nos ecrãs que têm surgido, o CEO assegura que se trata apenas de uma "percentagem muito reduzida" e que a Apple tem disponibilizado unidades de substituição aos clientes afectados.

Entretanto, e apesar dos preços crescentes dos seus produtos, a Apple anunciou receitas recorde de 114.5 mil milhões de dólares no trimestre que terminou em Setembro, um aumento de 12% face ao mesmo período do ano passado. Ainda assim, diz estar a sofrer com a situação "inédita" do aumento substancial dos preços da memória RAM e memória flash, não tendo respondido a se isso poderá obrigar a novos aumentos de preço nos próximos meses.

№ 15

Telescópio espacial Swift vai cair nos próximos dias

Depois da missão de salvamento falhada, o telescópio espacial Swift vai reentrar na atmosfera e cair nos próximos dias.

Enquanto a NASA pede ajuda para salvar o Hubble, temos também a demonstração do que lhe poderá acontecer caso isso não aconteça. O observatório espacial Neil Gehrels Swift da NASA deverá reentrar na atmosfera terrestre nos próximos dias. O satélite, com cerca de 1450 kg, tem vindo a perder altitude gradualmente e já se encontra demasiado próximo da Terra para continuar as suas observações científicas. Embora alguns componentes possam sobreviver à reentrada, os especialistas consideram que o risco para a população é extremamente reduzido.

Lançado a 20 de Novembro de 2004, o Swift foi desenvolvido para detectar e estudar gamma-ray bursts, algumas das explosões mais poderosas do universo. Equipado com três telescópios, o observatório também ajudou os cientistas a investigar supernovas e estrelas destruídas por buracos negros. Inicialmente concebido para uma missão de apenas dois anos, manteve-se em funcionamento durante mais de 22 anos, observando mais de 2000 explosões de raios gama e contribuindo para a publicação de mais de 7000 artigos científicos.

O fim da missão foi antecipado pelo aumento da actividade solar em 2024, que aqueceu e expandiu as camadas superiores da atmosfera terrestre, aumentando a resistência atmosférica e acelerando a descida do satélite. Em Julho de 2026, a NASA tentou salvar o observatório através de uma missão de resgate utilizando uma nave robótica chamada LINK. O plano passava por elevar a órbita do Swift em cerca de 240 quilómetros, mas problemas técnicos no sistema de controlo da nave acabaram por obrigar ao cancelamento da missão. O Swift realizou a sua última observação a 20 de Outubro, tendo a NASA encerrado oficialmente as operações pouco depois.

Segundo a Força Espacial dos Estados Unidos, o satélite deverá atingir a Terra por volta de 6 de Novembro, embora ainda não seja possível determinar o local exacto da queda. A maior parte da estrutura deverá desintegrar-se durante a reentrada na atmosfera, mas alguns componentes mais resistentes, incluindo as rodas de reacção e partes dos telescópios, poderão chegar à superfície. A zona potencial de impacto abrange regiões de África, Austrália, Índia, Sudeste Asiático e América Central e do Sul. Ainda assim, espera-se que a maioria dos destroços que não se desintegrem caia no oceano, pelo que o risco para a população deverá ser reduzido.

№ 16

Claude recusa "reverse engineering" e frustra utilizadores

A Anthropic está a limitar o uso do Claude para clonagem de jogos e reverse-engineering, mas isso acaba por afectar tarefas legítimas.

Nos últimos tempos tem-se assistido a um aumento substancial do uso das ferramentas AI para reverse-engineering de jogos e programas, incluindo o Reverse Engineer Anything (REA), facilitando o processo de criar réplicas. Em resposta, a Anthropic tem aplicado novas limitações para travar a clonagem de jogos e apps, mas o problema é que, embora a empresa assegure que o Claude continua a poder ajudar na criação de jogos originais, muitos clientes estão a deparar-se com recusas cada vez mais frequentes do Claude mesmo quando estão a trabalhar nos seus próprios jogos.

Estas restrições poderão também estar relacionadas com as políticas de cibersegurança mais abrangentes da Anthropic. Alguns utilizadores relatam que o Claude também recusa tarefas inofensivas, como analisar ficheiros de crash do Windows. Há também quem se queixe que o Claude começou a recusar alterar o software de Smart TVs, relacionado com os projectos que visam eliminar a espionagem abusiva que muitos modelos fazem. Nalguns casos, os clientes estão a ser confrontados até com o cancelamento de contas, ou ameaça disso, por estarem a "violar os termos de utilização", quando pedem coisas tão simples como analisar riscos de segurança dos seus próprios projectos.

Uma das possíveis razões para estas medidas passa por reduzir os riscos legais associados à violação de direitos de autor e à clonagem de software. Sendo que até já se começam a multiplicar casos de pequenos estúdios de videojogos que estão a ser ameaçados com a clonagem das suas demos inacabadas e a sua transformação em jogos completos antes dos lançamentos oficiais. No entanto, o efeito que estas limitações acabam por ter, é a de levar os utilizadores a mudarem-se para modelos IA open-weight, executados localmente ou na cloud, mas que deixam de estar sujeitos às regras em constante mutação das empresas AI.

№ 17

Karpathy cria HackerTube após frustração com o YouTube

Andrej Karpathy ficou frustrado ao usar o YouTube e criou o HackerTube com ajuda das ferramentas AI.

Andrej Karpathy, um dos co-fundadores da OpenAI e que esteve à frente do departamento AI da Tesla, veio revelar como a frustração com o uso do YouTube o levou a criar o HackerTube.

Apesar de ser um dos nomes mais marcantes na área da AI, é uma pessoa como todos nós, e que sofre com as opções que as empresas vão fazendo para tentar maximizar o tempo dos utilizadores nas suas plataformas em vez de se focarem naquilo que eles realmente querem. Neste caso em concreto, Karpathy atingiu o seu limite ao ser bombardeado com as recomendações do YouTube, e criou o HackerTube, que vai buscar os vídeos mais recomendados no HackerNews, e que os apresenta num interface mais limpo e sem lixo desnecessário. O sistema até dispensa logins, com o estado a ser guardado localmente no browser de cada visitante.

Weekend hack: HackerTube. I was annoyed with YouTube's recommendations so I had Claude filter down 43M comments over 20 years of HN to 6,454 videos that keep being recommended. *Significantly* better viewing experience, ~2 hours with Opus 5.5: https://t.co/JIhXN7OSh1 - Excellent recs without any logins (state is kept in local browser session) - Thumbnail is a representative frame from middle of the video instead of the super duper A/B test hyper-optimized user uploads - Underlying data from the comment analysis as one zip file, point your Claude at it and ask for your own version - HackerTube Longs ✊ A bit more on the process: I use Claude Code (desktop app for Mac), Opus 5.5 on Medium effort as my default. I only talk to Claude and have it do everything, the only "manual work" I helped with in tandem was in the browser (reminiscent of MenuGen): 1) I had to create some kind of API key from Google Cloud UI to query YouTube for video metadata, 2) I booted up a VPS box for serving and 3) I bought the domain name. Once the box was up I gave Claude the IP and told it update, secure, harden, deploy and optimize the code, and it did the whole thing. Many awesome projects that would have normally taken weeks/months even can now be few-shotted for breakfast. What else are we not thinking of.

— Andrej Karpathy (@karpathy) November 1, 2026
Embora neste caso se trate de um caso com grande visibilidade por ter sido feito por Andrej Karpathy, isto é algo que se tem tornado cada vez mais comum, e que aos poucos vai chegando a cada vez mais pessoas - independentemente dos seus conhecimentos técnicos.

Gostam de uma app mas acham que apresenta publicidade excessiva ou cobra subscrições abusivas? Podem muito bem replicá-la numa versão feita especialmente para vocês, com aquilo que mais querem e sem as coisas que não vos interessam. Gostavam de revisitar um jogo que entretanto foi removido das lojas de apps e já nem sequer existe? Podem recriá-lo, com a vantagem de o poderem modernizar em vez de lidarem com potenciais gráficos ou bugs do passado. Etc. etc. Por muito que isto assuste as empresas, esta é a nova realidade, e não há como voltar a meter a Pandora da AI de volta na caixa.

№ 18

Apple AirPods Pro 3 a €218

Para os utilizadores de iPhones que procurarem a máxima qualidade sonora, os AirPods Pro 3 estão disponíveis a preço reduzido.

A Apple teve um papel importante no abandono da ficha dos headphones, incentivando (obrigando) o uso de headphones e earphones Bluetooth (bem, tecnicamente, podemos continuar a usar headphones com cabo, via Lightning ou USB-C). E para tal, lançou uma série de earphone Bluetooth a acompanhar, os AirPods. Destes, o modelo topo de gama são os AirPods Pro 3, que além do cancelamento de ruído também têm Spatial Audio capaz de criar uma experiência sonora 3D que tem em consideração os movimentos da cabeça do utilizador, podendo servir como "aparelho auditivo" e, na mais recente actualização, também tendo capacidade para monitorizar a frequência cardíaca.


Os Apple AirPods Pro 3 estão disponíveis por 218 euros na Amazon Espanha.

A autonomia anunciada é de 8 horas para cada sessão (com cancelamento de ruído), que se pode prolongar om o carregamento na caixa. A caixa pode ser carregada via USB-C ou carregamento wireless MagSafe / Qi, e também conta com localização Find My de alta precisão via UWB e uma pequena coluna que toca um som para facilitar a tarefa.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos no Facebook.

№ 19

Googlebooks com root perdem app casting

Fazer root num Googlebook desactiva a funcionalidade de app casting de apps do smartphone.

Os recém-apresentados Googlebooks oferecem várias funcionalidades interessantes, incluindo uma integração profunda com o Gemini, suporte para apps Android e diversas ferramentas de ligação entre dispositivos. No entanto, os utilizadores que decidirem fazer root aos seus computadores portáteis vão perder acesso a uma das funcionalidades mais importantes da plataforma: a transmissão de apps dos seus smartphones (App Casting). Segundo John Wu, criador do Magisk e conhecido programador Android, os Googlebooks com root deixam de conseguir receber apps transmitidas directamente a partir de um smartphone Android.

Esta limitação parece estar relacionada com um mecanismo de segurança que verifica se o hardware e o software de um dispositivo são considerados "seguros". Quando um Googlebook tem root, deixa de passar esta verificação, levando o smartphone Android a rejeitar a transmissão de apps - e fazendo com que utilizadores deixam de poder aproveitar uma das funcionalidades que distingue estes computadores dos portáteis tradicionais.

I just discovered that a phone will reject app casting from a Googlebook that does not pass hardware key attestation... That explained why app casting never worked on my Magisk rooted Googlebook 😅

— John Wu (@topjohnwu) November 1, 2026
A perda de funcionalidades após se fazer root não é propriamente uma novidade. Apps bancárias, o Google Wallet e alguns serviços de streaming já limitam o acesso em dispositivos Android modificados devido a possíveis "riscos de segurança". Neste caso, porém, a restrição é particularmente inconveniente, uma vez que a transmissão de apps é um dos principais argumentos de venda dos novos computadores da Google.

Esta descoberta surge pouco depois dos Googlebooks terem tido um lançamento recebido com bastantes críticas. Entre os problemas iniciais estavam falhas na transmissão de apps, a ausência de suporte para vários perfis no Chrome, e funcionalidades Linux bastante limitadas. Entretanto, a Google já corrigiu alguns destes problemas e confirmou que está a preparar soluções para os restantes. Ainda assim, é mais um exemplo de um produto que parece ter sido lançado à pressa, obrigando os primeiros clientes a fazerem o papel de beta testers à força - algo que infelizmente se tem tornado cada vez mais comum.

№ 20

Como personalizar menus de contexto no Windows 11

Os utilizadores passam a ter maior controlo sobre os menus de contexto no Windows 11.

Depois de muitos anos de espera, a MS finalmente acelerou os menus de contexto no Windows 11, mas além da velocidade acrescida os utilizadores passam a ter maior controlo sobre os comandos e as opções disponíveis ao clicar com o botão direito do rato em ficheiros e pastas. A funcionalidade está disponível através da actualização KB5127936 e procura resolver as críticas do design anterior. Embora a organização predefinida já seja mais simples, agora é possível configurar o menu exactamente como se deseja.

A nova página de definições encontra-se em Definições > Personalização > Menu de contexto, ou pode ser aberta através de um clique com o botão direito do rato, seguido da opção Personalizar menu. Na secção File actions, é possível activar ou desactivar comandos como Send to, Print, Create shortcut, Copy as path e Rotate image. Existe ainda uma opção App extensions, que permite controlar a apresentação de comandos adicionados por apps de terceiros. Como tal, as opções disponíveis dependem dos programas que se tiver instalado no computador.
Uma segunda secção, denominada Additional options, oferece maior controlo sobre a organização e o aspecto do menu. Os utilizadores podem colocar os comandos Cortar, Copiar, Colar, Mudar o nome, Partilhar, e Eliminar, directamente no menu principal, em vez de ficarem na barra de ícones. Também é possível manter os comandos dos serviços de armazenamento na cloud numa secção separada, mover Propriedades para o final do menu e activar a opção Show more options. Esta última permite recuperar o menu de contexto anterior do Windows 11 sem ser necessário clicar nessa opção sempre que se pretende utilizá-lo.

Importa referir que nem todos os comandos aparecem para todos os ficheiros ou pastas, uma vez que o Windows apresenta automaticamente as opções relevantes para cada elemento seleccionado. Embora estas ferramentas de personalização possam não agradar a todos, representam uma melhoria face à versão anterior. Mas, mesmo para quem não quiser mexer nisso, poderá sempre usufruir da velocidade acrescida que eram o maior elemento de frustração nos menus anteriores.