PlanetGeek

Apple apresenta M5 Pro e M5 Max, novos MacBooks Pro e Air, e Studio Display XDR

03-03-2026 | 18:30 | Aberto até de Madrugada

Para o segundo dia de lançamentos a Apple apresentou os chips M5 Pro e M5 Max, MacBooks Pro e Air actualizados, e ainda um novo monitor Studio Display XDR.

Depois do iPhone 17e e iPad Air M4, o dia de hoje foi dedicado aos MacBooks, com chips M5 actualizados, e também um monitor Studio Display XDR que resolve algumas das limitações do modelo original.

M5 Pro e M5 Max com Fusion Architecture

A Apple revelou os novos chips M5 Pro e M5 Max. A grande novidade é a nova Fusion Architecture, uma abordagem inédita na Apple que junta dois dies de 3ª geração de 3nm num único sistema-on-a-chip (SoC). Tanto o M5 Pro como o M5 Max contam agora com um CPU de 18 núcleos, um salto face às gerações anteriores. Este novo design inclui seis "super cores" - o novo nome da Apple para os núcleos de alto desempenho - acompanhados por 12 núcleos focados na eficiência energética. Segundo a empresa, isto traduz-se em até 30% mais desempenho em tarefas multithread face à geração M4 e até 2.5x mais rápido do que os M1 Pro e M1 Max.

No lado gráfico, o M5 Pro pode ser configurado com até 20 GPU cores, enquanto o M5 Max vai até 40. Cada núcleo gráfico inclui agora um Neural Accelerator dedicado, permitindo mais de 4x o pico de desempenho em AI comparado com a geração anterior. A Apple fala ainda em até 50% mais desempenho gráfico global, com melhorias até 35% em ray tracing. Os chips incluem shader cores melhorados com dynamic caching de segunda geração e hardware-accelerated mesh shading. O M5 Pro suporta até 64GB de memória unificada com largura de banda até 307GB/s, enquanto o M5 Max chega aos 128GB e 614GB/s. Em termos de GPU compute para AI, ambos oferecem mais de 4x o desempenho da geração anterior e mais de 6x face aos M1 Pro e M1 Max. O armazenamento também ficou mais rápido, com velocidades de leitura/escrita até 2x superiores à geração M4, atingindo até 14.5GB/s - equivalentes a um SSD PCIe 5.0.


MacBook Pro com M5 Pro e M5 Max

Os novos modelos de 14 e 16" do MacBook Pro chegam equipados com os M5 Pro e M5 Max e tiram partido da nova Fusion Architecture. Pela primeira vez no Apple silicon, os componentes - CPU, GPU, Media Engine, Neural Engine, controlador de memória e Thunderbolt 5 - estão distribuídos por dois dies interligados. Ambos os chips incluem um Neural Engine de 16 núcleos com ligação à memória mais rápida para acelerar tarefas de Apple Intelligence executadas localmente. O Media Engine passa a suportar descodificação AV1 por hardware, além de H.264, HEVC e ProRes.

A conectividade também evolui com o novo chip N1 da Apple, que traz WiFi 7 e Bluetooth 6 - um upgrade face ao WiFi 6E e Bluetooth 5.3 da geração anterior. O Thunderbolt 5 mantém-se, mas agora cada porta tem o seu próprio controlador dedicado, permitindo que as três funcionem à largura de banda máxima em simultâneo. Em monitores externos, o M5 Pro suporta até dois ecrãs de alta resolução, enquanto o M5 Max permite até quatro. A autonomia pode chegar às 24 horas no modelo de 16 polegadas. Há também carregamento rápido até 50% em 30 minutos com um adaptador USB-C de 96W ou superior.

No armazenamento, os modelos com M5 Pro passam a começar nos 1TB, enquanto as versões com M5 Max arrancam nos 2TB.
Os preços começam nos 2.599 euros para o MacBook Pro de 14" com M5 Pro e nos 3.099 euros para o de 16". As versões com M5 Max arrancam nos 4.299 e 4.599 euros, respectivamente. As pré-encomendas abrem a 4 de Março, com chegada ao mercado a 11 de Março.


MacBook Air recebe M5 e 512GB base

A Apple também actualizou o MacBook Air com o novo chip M5. Este modelo inclui um CPU de 10 núcleos e até 10 GPU cores, igualmente com Neural Accelerators em cada núcleo gráfico. A empresa promete até 4x mais desempenho em tarefas de AI face ao MacBook Air com M4.

O chip integra ainda shader cores melhorados, um motor de ray tracing de terceira geração e unified memory com largura de banda até 153GB/s - um aumento de 28% face ao M4. Tal como no MacBook Pro, o MacBook Air passa a incluir o chip N1 com Wi-Fi 7 e Bluetooth 6. A capacidade base de armazenamento sobe para 512GB, com opções até 4TB, e velocidades até 2x superiores à geração anterior.

O novo MacBook Air começa nos 1.249 euros, mais caro que o modelo anterior mas agora vindo com 512 GB de base. As pré-encomendas arrancam a 4 de Março e o lançamento está marcado para 11 de Março.


Quanto ao novo MacBook "económico" com o chip usado nos iPhones, a Apple parece ter cometido um deslize e revelado que se vai chamar MacBook Neo, mas a apresentação oficial deve ficar para amanhã.


Novo Studio Display XDR com mini-LED, 120Hz e Thunderbolt 5

A Apple revelou o novo Studio Display XDR, um monitor de 27" que passa a ocupar o lugar do antigo Pro Display XDR, agora descontinuado. A marca passa assim a ter duas versões do Studio Display: o modelo standard e a nova variante XDR, mais avançada.

O Studio Display XDR traz um ecrã Retina XDR de 27" com resolução 5K (5120x2880 a 218 ppi), retroiluminação mini-LED com 2.304 zonas de escurecimento local e taxa de actualização até 120Hz. Inclui Adaptive Sync, permitindo uma taxa variável entre 47Hz e 120Hz em jogos. Em termos de brilho, atinge até 1.000 nits em SDR e até 2.000 nits em HDR. Suporta a gama de cores P3 e Adobe RGB, com mil milhões de cores, e inclui True Tone.

Na parte traseira, o Studio Display XDR inclui duas portas Thunderbolt 5 (até 120Gb/s) e duas USB-C (até 10Gb/s). Uma das Thunderbolt 5 é upstream com carregamento até 140W, enquanto a outra permite ligar acessórios ou fazer daisy chain de monitores adicionais. Ambos os novos Studio Display mantêm o design geral da geração anterior, mas incluem agora uma câmara de 12MP com Center Stage que passa a suportar Desk View. O sistema de seis altifalantes também foi melhorado, com a Apple a prometer graves 30% mais profundos face ao modelo anterior.

O modelo standard do Studio Display foi actualizado, embora sem chegar ao nível do XDR. Continua a oferecer um painel Retina 5K de 27" (LCD sem mini-LED), resolução 5120x2880 a 218 ppi, taxa de actualização de 60Hz e brilho até 600 nits, com suporte para a gama de cores P3 e True Tone. As novidades incluem agora duas portas Thunderbolt 5 (até 120Gb/s), com uma porta upstream que fornece até 96W de carregamento passthrough e outra para acessórios ou ligação em cadeia de ecrãs. A câmara de 12MP com Center Stage também passa a suportar Desk View, e o sistema de som de seis altifalantes recebe woofers melhorados com graves 30% mais profundos.

A taxa de atualização de 120Hz, a retroiluminação mini-LED, o brilho superior e o carregamento a 140W ficam exclusivos do Studio Display XDR. De notar que, quando ligado a Macs com chips M1, M1 Pro, M1 Max, M1 Ultra, M2 ou M3, o monitor fica limitado a 60Hz.

Os novos Studio Displays podem ser pré-encomendados a partir de 4 de Março, com lançamento marcado para 11 de Março. O Studio Display XDR tem preço base de 3.499 euros (3.799 euros com vidro nanotextura anti-reflexo), e o 1.699 / 1.999 euros para o Studio Display básico.

Snapdragon Wear Elite para smartphones e wearables

03-03-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

A Qualcomm revelou o Snapdragon Wear Elite, o seu primeiro chip "Elite" que promete levar a AI para os smartwatches.

A Qualcomm apresentou o Snapdragon Wear Elite, o seu primeiro processador com selo "Elite" pensado para smartwatches e dispositivos wearables com foco na inteligência artificial. Depois das gamas Snapdragon X Elite para PCs e Snapdragon 8 Elite para smartphones, a marca leva agora esta designação para o segmento dos relógios inteligentes e gadgets como AI pins e pendentes inteligentes.

Fabricado num processo de 3 nm, o novo chip representa um salto face ao Snapdragon W5 Plus Gen 1 de 4 nm. Inclui um CPU de cinco núcleos (um núcleo principal a 2,1 GHz e quatro núcleos eficientes a 1,9 GHz) e promete até cinco vezes mais desempenho em single-thread. No campo gráfico, o GPU pode atingir até sete vezes mais FPS. A grande novidade está no reforço do processamento AI: além do NPU integrado para tarefas de baixo consumo, é o primeiro chip wearable da Qualcomm com NPU Hexagon dedicado, capaz de correr modelos AI com até 2B de parâmetros directamente no chip.
Esta capacidade abre portas a funcionalidades como respostas inteligentes, geração e resumo de texto, reconhecimento de actividade, cancelamento de ruído, e até assistentes de fitness, mais avançados - tudo processado localmente sem necessidade de uma ligação à internet ou subscrição de um serviço AI. A Qualcomm promete ainda até 30% mais autonomia face às gerações anteriores e carregamento até 50% em apenas 10 minutos. Em termos de conectividade, o Snapdragon Wear Elite suporta 5G RedCap (Reduced Capability - pensado para baixo consumo), WiFi de ultra baixo consumo, NB-NTN para comunicações via satélite, Bluetooth 6.0, GNSS e UWB. No entanto, os fabricantes poderão optar por versões sem alguns destes módulos.

Os primeiros produtos com este novo chip deverão chegar ao mercado na segunda metade de 2026, e o interesse é de tal ordem que até a Samsung deverá abdicar dos seus Exynos para equipar os seus próximos smartwatches com este chip.

Extensão tomadas Tessan com 4 USB + 2 tomadas a €26

03-03-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Uma excelente opção para quem tem que lidar com um número crescente de dispositivos USB para recarregar, é usar uma extensão de tomada com portas USB integradas, como é o caso desta Tessan com 2 tomadas mais 4 USB.

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas estas extensões de tomada com portas USB integradas acabam por ser uma solução bastante atractiva, já que permitem manter a utilidade da tomada original, mas adicionando portas USB adicionais para carregarem outros equipamentos sem necessidade de carregadores individuais.
Esta extensão de tomada Tessan com 2 tomadas mais 4 USB (2 USB-C + 2 USB-A) está disponível por 26 euros na Amazon Espanha.

As portas USB podem fornecer até 30 W (PD) no total, sendo divididos à medida que se ligam mais dispositivos. Por exemplo, se ligarmos um dispositivo na porta USB-C e outra numa porta USB-A, poderá fornecer 15W a cada um deles em simultâneo. Quanto à extensão em si, conta com um cabo de 2 metros, facilitando o processo de a colocar num ponto mais adequado em relação à tomada onde for ligada.

É uma opção bastante interessante, especialmente tendo em conta a crescente panóplia de dispositivos USB que vamos tendo, dos smartphones e tablets e coisas como smartwatches, colunas Bluetooth, escovas de dentes, máquinas de barbear, etc. E desta forma, em vez de transportamos vários carregadores, fica tudo condensado num único bloco compacto de uma extensão de tomadas.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

TCL apresenta NXTPAPER AMOLED

03-03-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Depois dos ecrãs LCD, a TCL apresentou o primeiro ecrã AMOLED com tecnologia NXTPAPER antireflexo.

A TCL revelou no MWC 2026 um novo painel NXTPAPER AMOLED que promete combinar o melhor de dois mundos: o conforto visual da tecnologia NXTPAPER com o contraste e as cores vibrantes do AMOLED. A marca já tinha apostado em ecrãs LCD com este sistema, mas agora quer elevar a experiência no segmento premium, reduzindo ainda mais a fadiga ocular sem abdicar da fluidez e qualidade de imagem esperadas num topo de gama.

Segundo a empresa, as melhorias são feitas ao nível do hardware e não apenas através de filtros de software. A TCL afirma ter reduzido a emissão de luz azul em 15% e aumentado a polarização circular para 90%, tornando o ecrã mais confortável para utilização prolongada. Além disso, descreve o painel como o primeiro AMOLED verdadeiramente anti-reflexo do mundo, graças a um processo de litografia microscópica que reduz os reflexos mantendo um brilho máximo até 3.200 nits - algo que beneficiará a visibilidade no exterior. Também conta com sistema de ajuste de tonalidade em função da iluminação ambiente (de forma idêntico ao sistema True Tone da Apple).

Apesar do foco no conforto ocular, não descura o resto das especificações. Funciona a frequências de até 120Hz com taxa de actualização variável, e cobre 100% da gama de cores P3. No entanto, o desempenho final dependerá do smartphone específico onde for implementado. Por agora o NXTPAPER AMOLED continua a ser um protótipo, mas a marca já deu indicação de que irá lançar um smartphone equipado com este painel até ao final do ano.

Ecrã do Galaxy S26 Ultra com pixeis "visíveis"?

03-03-2026 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

O novo ecrã com modo de privacidade do Galaxy S26 Ultra parece ter alguns pontos negativos.

Uma das grandes novidades do Galaxy S26 Ultra é o seu ecrã com modo privado, mas apesar dos elogios que têm sido feitos a essa tecnologia, há também quem esteja a notar algumas desvantagens.

Alguns utilizadores dizem notar algum cansaço visual ao usarem o S26 Ultra, mesmo com o modo privado desligado (esse modo desliga vários pixeis, baixando a resolução do ecrã). E, segundo algumas fotos, o problema poderá estar relacionado com a taxa de preenchimento do ecrã, que parece ter sido alterada devido ao uso de novos subpixeis com ângulos de visão diferenciados. Enquanto no Galaxy S25, os conteúdos do ecrã apresentam uma área que parece ininterrupta, no ecrã do Galaxy S26 Ultra a imagem parece exibir uma maior segmentação - ao estilo dos ecrãs mais antigos com menor densidade de pixeis.
Pode dar-se o caso deste efeito se dever apenas à mudança dos subpixeis e da Samsung não ter ajustado ainda o sistema de rendering / antialiasing (lembram-se das polémicas iniciais dos ecrãs OLED com padrão pentile?) Mas, se isto for um efeito efectivo da utilização dos pixeis com maior/menor ângulo de visão, então será algo que não poderá ser corrigido por software.

Ainda assim, estamos a falar de coisas que podem ser mais perceptíveis para umas pessoas que para outras, dependendo também da sua acuidade visual e da distância a que utilizam o smartphone. Mas, antes de fazerem o (avultado) investimento, não deixa de ser boa ideia passarem numa loja para passarem alguns minutos com um Galaxy S26 Ultra, e verem se realmente notam este efeito.

UZO mente sobre condições do serviço

03-03-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

Os clientes UZO têm andado em desespero com limites de velocidade e funcionalidades no serviço - que são negados pela operadora.

Quando se pensava que, em Portugal, as operadoras de telecomunicações já tivessem aprendido a não tentarem ludribriar os clientes (não chegou a tentativa de venderem tarifários "ilimitados" com limites, ou os limites secretos das PUA?) parece que afinal estamos condenados a repetir esse ciclo.

Desta vez as reclamações surgem na UZO, que tem atirado alguns clientes para uma plataforma com limitações e restrições, e onde o suporte se parece focar em enganar os clientes em vez de resolver o problema, como relata o meu amigo Ricardo Saraiva:

Aderir à UZO uma marca "Low Cost" da Altice Portugal | MEO nos últimos meses tem sido uma lotaria para os clientes mais exigentes / informados.

Nas novas adesões à UZO a tendência tem sido com os clientes a acabarem por ficar numa nova plataforma NGIN cheia de limitações e restrições, independentemente se o cliente subscreve o tarifário de 100 GB ou o tarifário Ilimitado.

Algumas dessas limitações em relação a outros clientes sem qualquer tipo de limitações / restrições a pagarem exactamente o mesmo valor são:
  • Débitos limitados com perfil no AMBR de 170 Mbps de Download e 60 Mbps de Upload (informação disponível nas condições do serviço no momento de adesão).
  • Sem acesso aos SMS de Aviso de Contacto.
  • Sem acesso ao serviço de Voice Mail.
  • Sem acesso ao USSD *#123# que permite a consulta dos consumos.
  • Área de Cliente My UZO mais limitada, sem acesso a determinados serviços que são possíveis de activar e desactivar.
Numa sociedade em que os clientes e potenciais clientes necessitam de estar informados sobre as suas escolhas, quero agradecer ao Pedro Silva pela partilha sobre este assunto no YouTube.

Já tive a oportunidade de testar os tarifários da concorrência e seja na amigo da Vodafone, na WOO da NOS SGPS ou na DIGI Portugal em todas elas, independentemente do tarifário escolhido as condições eram iguais a nível de débitos e serviços extra disponibilizados, não senti distinção nos serviços.


Mas, face à polémica que se tem multiplicado nos foruns, a UZO parece já ter iniciado uma campanha de "limpeza", em que está a retirar as referências a "sem restrições de velocidade" do seu site e, talvez mais preocupante, substituindo o PDF do contrato que é enviado por link para os clientes, de modo a retirar as indicações de que o seu tarifário disponibilizava as velocidades totais - que não está a cumprir (um ponto a ter em conta para o futuro, sempre que um serviço enviar um link em vez de um documento, e que impossibilita o processo do cliente comparar com o documento original).
Veremos se a ANACOM cumpre a sua função e analisa este caso, e se aplica sanções que sejam verdadeiramente dissuasoras para que este tipo de comportamento não se repita.

Jolla Phone está de regresso para enfrentar Android e iOS

03-03-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

O Jolla Phone - smartphone europeu com Linux - quer voltar a tentar a sua sorte mais de uma década após o modelo original.

Depois do primeiro smartphone lançado em 2013, a finlandesa Jolla está de regresso com um novo Jolla Phone, apostando num discurso claro: ser a alternativa europeia ao domínio do Android e do iOS. Equipado com o Sailfish OS, um sistema baseado em Linux e não no AOSP (Android Open Source Project), o equipamento é apresentado como uma resposta à dependência de serviços digitais norte-americanos. O smartphone custa 649 euros, já ultrapassou as 10.000 pré-encomendas e começa a ser enviado no final de Junho, com montagem feita em Salo, na Finlândia.

O Sailfish OS distingue-se por não ter ligações à Google. Ainda assim, consegue executar apps Android, embora nem sempre de forma perfeita. Durante a configuração inicial, o utilizador pode optar por instalar serviços como o MicroG para melhorar a compatibilidade com aplicações dependentes da Google, mas sendo algo que fica inteiramente ao critério de cada utilizador. A proposta foca-se na soberania digital e na privacidade, apesar de enfrentar críticas por não oferecer o mesmo nível de isolamento de apps que alternativas como o GrapheneOS (que recentemente anunciou uma parceria com a Motorola).
Em termos de hardware, o Jolla Phone aposta num MediaTek Dimensity 7100 5G, com 8 ou 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, expansível via microSD. Inclui ecrã AMOLED de 6,36" com resolução 1080p, câmara principal de 50 MP, ultra grande angular de 13 MP e frontal de 32 MP. A bateria de 5.500 mAh é removível, graças à tampa traseira destacável. O regresso das capas “The Other Half” permite adicionar acessórios modulares através de pinos físicos.

A Jolla assume que este será um produto de nicho, direccionado a quem procura uma alternativa fora dos ecossistemas Android e iOS. A empresa acredita que o verdadeiro crescimento virá com novos formatos e integração futura com soluções de inteligência artificial próprias. O tempo dirá se é algo capaz de conquistar os consumidores, ou se permanecerá como uma curiosidade para um pequeno grupo de pessoas.

Ganha uma coluna Anker Soundcore Select 4 Go

03-03-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta vez é uma coluna Anker Soundcore Select 4 Go.

Para garantir que a música que têm no smartphone pode ser ouvida em alto e bom som, temos uma excelente coluna BT Soundcore Select 4 Go da Anker para vos oferecer. Esta coluna de tamanho compacto oferece autonomia até 20 horas, e promete robustez suficiente para enfrentar pó e chuva, para poder ser usada em todos os ambientes.

Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

Loading…

Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

Motorola faz parceria com GrapheneOS

03-03-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A Motorola vai disponibilizar smartphones com GrapheneOS instalado de origem, para quem valorizar a segurança e privacidade.

Foi finalmente revelado o "grande fabricante" com quem o GrapheneOS estava a negociar. A Motorola anunciou no Mobile World Congress uma parceria com o GrapheneOS, sistema operativo Android focado em privacidade e segurança. No entanto, os primeiros equipamentos compatíveis só deverão chegar em 2027, já que os modelos actuais da marca ainda não cumprem os requisitos de hardware exigidos pelo projecto - e que fazem com que, actualmente, fique limitado apenas aos smartphones Pixel da Google.

O GrapheneOS é conhecido por reforçar a protecção do Android com melhorias profundas no sandboxing, mitigação de exploits e modelo de permissões - mantendo compatibilidade com apps Android. Actualmente, o sistema oferece suporte oficial para smartphones Google Pixel, mas a ideia é expandir para futuros topos de gama da Motorola, incluindo linhas semelhantes aos actuais modelos premium e dobráveis da marca. Os equipamentos previstos para 2027 deverão cumprir requisitos como suporte prolongado para actualizações e funcionalidades de segurança ao nível do hardware. Além disso, a Motorola poderá integrar algumas das melhorias e funcionalidades do GrapheneOS no seu sistema operativo padrão, mesmo em equipamentos que não executem a versão completa do sistema.

A divisão móvel da Motorola, actualmente detida pela Lenovo, já passou por mudanças significativas ao longo dos anos, incluindo um período sob controlo da Google. Agora, esta nova parceria volta a colocar a marca no centro das atenções no que toca a software alternativo, podendo dar-lhe vantagem para quem procura um smartphone Android que não esteja totalmente sob controlo da Google, e que dê prioridade à privacidade dos utilizadores.

Apple apresenta iPhone 17e e iPad Air M4

03-03-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Em semana de lançamentos da Apple, ficamos a conhecer o novo iPhone 17e e iPad Air com chip M4.

iPhone 17e chega com A19, MagSafe e carregamento mais rápido


A Apple apresentou o novo iPhone 17e, equipado com o processador A19, suporte para MagSafe e melhorias no carregamento. O chip inclui um CPU e GPU capazes de oferecer até o dobro do desempenho face ao iPhone 11 (mas ligeiramente limitado face ao A19 usado nos iPhone 17), além de um Neural Engine de 16 núcleos otimizado para modelos generativos. O equipamento integra ainda o modem C1X, prometendo velocidades móveis até duas vezes superiores às do iPhone 16e. Na parte frontal, estreia o Ceramic Shield 2, com resistência a riscos até três vezes superior e menos reflexos.

Uma das principais novidades é o regresso do MagSafe, ausente na geração anterior. O iPhone 17e suporta carregamento sem fios até 15W com adaptador de 20W ou superior,. No carregamento com cabo, consegue atingir 50% de bateria em cerca de 30 minutos, mantendo a autonomia anunciada de até 26 horas. A bateria continua com 4.005 mAh, igual à geração anterior. Na fotografia, a câmara traseira recebe um Portrait mode melhorado, capaz de detetar automaticamente objetos e oferecer controlo avançado de foco e profundidade. Existem ainda alguns detalhes adicionais: apesar de usar o mesmo A19 da linha principal, esta versão conta com GPU de 4 núcleos em vez de 5.


O iPhone 17e passa também a ser eSIM-only em mais países, além dos Estados Unidos também o Canadá, México, Japão, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos dizem o adeus ao cartão SIM físico neste modelo.

Outro ponto de destaque, o modelo base passa de 128 GB para 256 GB, com um preço de 739 euros, enquanto o modelo de 512GB vai para os 939 euros. Está disponível em preto, branco e rosa suave, com pré-encomendas a arrancar a 4 de Março e chegada às lojas a 11 de Março.

iPad Air recebe chip M4, 12GB de RAM e WiFi 7


Além do iPhone 17e temos também um novo iPad Air com chip M4, que promete até 30% mais desempenho em multi-core face ao modelo anterior com M3. Mas, tal como no iPhone 17e, trata-se de um M4 menos potente que o usado nos iPad Pro, com CPU de 8 núcleos e GPU de 9 núcleos (em vez de 10 núcleos + 10 núcleos) e Neural Engine de 16 núcleos, além de um aumento na largura de banda de memória para 120GB/s. O tablet passa também a contar com 12GB de RAM, reforçando a sua posição como uma opção mais próxima do segmento Pro.

Outra actualização é a estreia do chip N1 no iPad Air, garantindo suporte para WiFi 7, Bluetooth 6 e Thread. Segundo a Apple, o N1 melhora o desempenho em redes 5GHz e torna funcionalidades como AirDrop e Personal Hotspot mais estáveis e rápidas. Nos modelos com ligação móvel, surge ainda o modem C1X desenvolvido pela própria marca, que oferece até 50% mais velocidade em 5G e LTE, consumindo menos energia do que a geração anterior com modem Qualcomm. No resto, o design mantém-se inalterado face à geração anterior. O iPad Air continua disponível em versões de 11" e 13", com ecrã LCD até 500 nits de brilho. Inclui câmara frontal de 12MP com Center Stage, câmara traseira de 12MP, botão com Touch ID, porta USB-C, colunas estéreo, dois microfones e suporte para Magic Keyboard e Apple Pencil Pro.


Os preços nos começam nos 679 euros para o modelo de 11" e 879 euros para o de 13". Vergonhosamente, e ao contrário do que fez no iPhone 17e, neste modelo a Apple continua a manter um patamar base com apenas 128GB, que se torna manifestamente inadequado para a era "AI", onde modelos locais podem facilmente ocupar dezenas e dezenas de GB. As opções de armazenamento são de 128GB, 256GB, 512GB e 1TB, e cores Azul, Roxo, Starlight e Space Gray. As pré-encomendas arrancam a 4 de Março, com disponibilidade marcada para 11 de Março.

TVs Samsung deixam de recolher dados no Texas sem consentimento

02-03-2026 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

A Samsung já chegou a acordo no Texas, prometendo não recolher dados dos utilizadores sem o seu consentimento.

A Samsung é a primeira empresa a chegar a acordo com o Estado do Texas a propósito do processo de recolha de dados de visualização nas suas smart TVs sem consentimento expresso dos utilizadores. O entendimento surge após uma acção judicial movida pelo procurador-geral do Texas, Ken Paxton, que acusou vários fabricantes de utilizarem tecnologia ACR (Automated Content Recognition) para monitorizar o que os consumidores estão a ver, sem autorização clara e informada.

Segundo o processo, a Samsung recorria ao ACR para captar imagens do ecrã das televisões e determinar os conteúdos reproduzidos, usando depois essa informação para publicidade direccionada. Um tribunal chegou a emitir uma ordem temporária para suspender a prática no Texas, ao considerar que existiam indícios de violação das leis de protecção do consumidor. Embora essa ordem tenha sido revogada no dia seguinte, o caso manteve-se ativo até agora. Como parte do acordo, a Samsung compromete-se a deixar de recolher ou processar dados ACR sem obter consentimento explícito dos utilizadores no Texas. A empresa terá ainda de actualizar os seus televisores para incluir avisos e ecrãs de consentimento mais claros e visíveis, garantindo que os consumidores compreendem que dados estão a ser recolhidos e para que finalidade.

Do lado da Samsung, a empresa mantém a posição de que nunca violou as leis existentes e insiste que os seus televisores não "espiam" os utilizadores, focando-se na questão de que os consumidores têm total controlo sobre as definições de privacidade. Obviamente, não se pronuncia sobre se essas opções são devidamente explícitas - já que a maioria delas está disfarçada de "serviços vantajosos" para o utilizador, sem indicação clara de que isso vem acompanhado de uma recolha massiva de dados. Outros fabricantes mencionados no processo, como a Sony, LG, Hisense e TCL Technology, ainda não anunciaram alterações semelhantes, mas é de esperar que sigam pelo mesmo caminho.

Qualcomm mostra chip WiFi 8 e promete 6G para 2029

02-03-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

A Qualcomm revelou um chip já preparado para o WiFi 8, e diz que terá chips 6G antes do final da década.

A Qualcomm chegou à MWC com uma série de anúncios focados no futuro da conectividade. A curto prazo, a empresa revelou dois novos chips: o modem X105 5G e a placa de rede FastConnect 8800. O X105 é o modem 5G de quinta geração da marca com processamento AI, prometendo melhor desempenho em diferentes cenários de utilização. Para os consumidores, a novidade mais relevante é o novo transceiver RF, que reduz o consumo energético em 30% face ao modelo anterior e ocupa menos 15% de espaço - algo que irá beneficiar os próximos smartphones com chips Snapdragon.

A pensar no futuro do WiFi, a Qualcomm apresentou o FastConnect 8800, que estará preparado para WiFi 8 (refira-se que o standard ainda não está finalizado). Mesmo quando o WiFi 7 ainda está a dar os primeiros passos no mercado, a empresa avança com uma solução que duplica as velocidades máximas face à geração anterior, mantendo o processo de fabrico em 6 nm. O novo design 4×4 da rádio promete até três vezes mais alcance em velocidades gigabit. O chip inclui ainda suporte para Bluetooth 7.0 e Bluetooth HDT (High Data Throughput), aumentando as velocidades de transferência até 7.5 Mbps, bem acima dos 2 Mbps do Bluetooth LE.
O FastConnect 8800 chega acompanhado por uma nova linha Dragonwing focada em IoT e mercado empresarial, também compatível com WiFi 8, com lançamento previsto para o final de 2026.

A mais longo prazo, a empresa anunciou uma coligação estratégica com parceiros da indústria para lançar redes 6G a nível global a partir de 2029. A Qualcomm pretende definir as especificações e normas do 6G até 2028, abrindo caminho para sistemas comerciais no ano seguinte. Segundo a marca, o 6G será "AI-native" e pensado para suportar conectividade avançada, sensores de larga escala e computação de alto desempenho. Mas, tudo isso ainda está a muitos anos de distância, e basta relembrar que mesmo nos dias de hoje ainda temos muitos locais sem/com rede 5G sofrível.

Xiaomi Smart Band 10 a €40

02-03-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

A Xiaomi Smart Band 10 é uma das smart bracelets mais desejadas, e pode ser encontrada a preço simpático.

A Xiaomi Smart Band 10 mantém o mesmo formato das gerações anteriores, vindo com um ecrã AMOLED maior, de 1.72", e mais luminoso, com 1500 nits, com modo Always On. Além das suas já bastante completas capacidades de tracking, inclui agora um sensor de 9 eixos para um tracking mais preciso de actividade e sono, além de contar também com um motor de vibração actualizado. A autonomia continua a ser um dos pontos fortes, com até 21 dias de uso típico e 9 dias com o ecrã sempre ligado. Vem com mais de 200 mostradores e tem resistência à água até 5 ATM.

De momento, podemos apanhar a Xiaomi Smart Band 10 por 40 euros na Amazon Espanha.

A Xiaomi anuncia uma autonomia de 21 dias de uso típico, que passam para cerca de uma semana com o ecrã em modo Always On. O carregamento é feito em apenas uma hora. Pode ser utilizada tanto em smartphones Android como iPhones, incluindo compatibilidade com o Strava, para além de outras apps. Também pode fazer a monitorização do sono.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

Xiaomi revela hipercarro Vision Gran Turismo

02-03-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

A Xiaomi revelou o Xiaomi Vision Gran Turismo, um hipercarro que por agora é puramente digital e destinado ao jogo Gran Turismo 7.

A par das muitas apresentações que fez no MWC 2026, a Xiaomi tinha também um pequeno brinde para os fãs que aguardam pela chegada dos seus carros (reais) à Europa.

O Xiaomi Vision Gran Turismo é um hipercarro digital criado para o jogo Gran Turismo 7. O modelo marca a estreia da marca no Vision Gran Turismo Project, tornando-a na primeira empresa tecnológica a juntar-se a esta iniciativa normalmente reservada a fabricantes automóveis (embora se possa dizer que a Xiaomi também já faz parte desse grupo). Depois do sucesso dos seus eléctricos SU7 e YU7, a Xiaomi quer mostrar o que consegue fazer no universo digital.

Apesar de existir apenas no jogo, o Vision Gran Turismo foi desenvolvido como se fosse um carro real. A equipa de design apostou numa filosofia ultra aerodinâmica, criando uma silhueta em forma de gota vista de cima, com de entradas e saídas de ar para maximizar a eficiência aerodinâmica.



O modelo introduz ainda tecnologias como o Active Wake Control System e jantes especiais "Accretion Rims" para gerir o fluxo de ar junto às rodas. Até as luzes traseiras em formato halo funcionam como saída de ar para melhorar o arrefecimento e a estabilidade.

No interior, a abordagem é tudo menos tradicional. Em vez de um cockpit típico de competição, a Xiaomi criou o conceito "Sofa Racer", com um habitáculo em formato envolvente que parece mais uma sala lounge do que um carro de corrida. O sistema Xiaomi Pulse utiliza luz e som para interagir com o condutor e adaptar o ambiente ao seu estado de espírito, integrando-se no ecossistema inteligente da marca. O projeto surge após o sucesso do Xiaomi SU7 Ultra em Nürburgring e reforça a ambição da empresa em competir com marcas históricas no segmento dos super-carros - mesmo que, para já, apenas de forma virtual.

Pelo andar das coisas, ainda nos arriscamos a ver este hipercarro tornar-se realidade antes do prometido novo Tesla Roadster.

Claude ganha importação de memória de outros assistentes AI

02-03-2026 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

A Anthropic está a facilitar a vida a quem quiser mudar de outro chatbot AI para o Claude, com a importação de memória.

Aproveitando a polémica em curso de se ter recusado a disponibilizar os seus modelos AI para fins de espionagem dos cidadãos dos EUA e guerra - que a OpenAI acabou por aceitar - e que tem feito com que alguns utilizadores abandonem o ChatGPT e se mudem para o Claude, a Anthropic anunciou a nova funcionalidade de importação de memória.

Na prática, esta função não é nenhuma coisa "complicada", sendo apenas um prompt que o utilizador deve usar no seu chatbot AI actual, e que lhe pede a compilação de toda a informação que tem sobre si, e que de seguida poderá ser dada ao Claude (ou, na verdade, a qualquer outro serviço AI).

O prompt é:
"I'm moving to another service and need to export my data. List every memory you have stored about me, as well as any context you've learned about me from past conversations. Output everything in a single code block so I can easily copy it."


No passado já vimos este tipo de coisa aplicado a outras coisas, como serviços de armazenamento na cloud, ou até o processo de transferência de dados entre iPhones e Androids (e vice-versa). Este tipo de coisa acaba por se tornar indispensável e dá liberdade aos utilizadores para poderem mudar entre serviços concorrentes sem que fiquem "presos" a um serviço específico. Afinal, há que relembrar, por muito útil que os serviços AI sejam, e por mais que esses serviços se tentem aproveitar dos dados dos utilizadores, esses dados devem continuar a ficar sob o controlo de cada utilizador, para que os possa levar para onde quiser.

Kohler Anthem EvoCycle é um chuveiro com reaproveitamento de água

02-03-2026 | 13:22 | A Minha Alegre Casinha

Para os fãs da eficiência, a Kohler criou o chuveiro Anthem EvoCycle, capaz de reaproveitar a água usada para o duche.

A Kohler apresentou o Anthem EvoCycle, um sistema de duche inteligente que promete reduzir o consumo de água até 80% - sem recorrer a chuveiros de baixo caudal. Em vez disso, a solução reutiliza a água já usada, filtrando-a e reenviando-a para o chuveiro através de um sistema de recirculação instalado na base.

O sistema funciona em dois modos. No modo standard apenas é utilizada água limpa, assegurando que isso continua a poder ser feito. Ao se activar o "Cycle Mode", o sistema tira partido da água recolhida num reservatório integrado na base do duche, que passa por um circuito fechado de filtragem, e é misturada com a água limpa enviada para o chuveiro. Além de poupar água, a solução pode também reduzir o consumo energético, já que diminui a necessidade de aquecer constantemente nova água.
O EvoCycle liga-se à aplicação móvel da Kohler, permitindo acompanhar os níveis de poupança e activar um modo de auto-limpeza.

No entanto, a instalação não é simples. O sistema precisa de ligação eléctrica para alimentar a bomba e o controlador, além de exigir um corte no chão com cerca de 11 centímetros de profundidade para acomodar o reservatório e bomba. Mas o maior entrave será mesmo o preço, que pode passar os 6 mil euros quando se contabiliza o sistema base e os acessórios necessários.

Xiaomi prolonga actualizações HyperOS para 5 anos

02-03-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

A Xiaomi está a prolongar o suporte dos seus modelos topo de gama, abrangendo também os Poco e Redmi, até cinco anos.

stá a dar um passo importante no universo Android ao prolongar o período de suporte de software em vários dos seus smartphones topo de gama. A empresa confirmou que diversos modelos das marcas Xiaomi, POCO e REDMI passam a contar com até cinco anos de actualizações de segurança, aproximando-se das marcas com maior longevidade nas actualizações.

Com esta decisão, os utilizadores poderão manter os seus equipamentos protegidos contra novas vulnerabilidades durante muito mais tempo. Na prática, isto traduz-se em maior segurança no dia a dia, melhor fiabilidade a longo prazo e até maior valor de revenda.

Device Release Date EOL Date Remaining Lifespan
Redmi Pad 2 2025-06 2032-06-15 6 Years 3 Months
Redmi Pad 2 4G 2025-06 2032-06-15 6 Years 3 Months
Xiaomi 17 2025-02-28 2032-02-28 5 Years 11 Months
Leica Leitzphone 2025-02-28 2032-02-28 5 Years 11 Months
Xiaomi 17 Ultra 2025-02-28 2032-02-28 5 Years 11 Months
Redmi Note 15 Pro / Pro 5G / Pro+ 5G 2026-01-15 2032-01-15 5 Years 10 Months
Redmi Note 15 / 15 5G 2026-01-15 2032-01-15 5 Years 10 Months
POCO M8 5G / Pro 5G 2026-01-08 2032-01-08 5 Years 10 Months
POCO F8 Ultra / F8 Pro 2025-11-26 2031-11-26 5 Years 8 Months
Redmi 15C 5G 2025-09-30 2031-09-30 5 Years 6 Months
Xiaomi 15T / 15T Pro 2025-09-24 2031-09-24 5 Years 6 Months
POCO C85 / Redmi 15C 2025-08-28 2031-08-28 5 Years 5 Months
POCO M7 2025-08-19 2031-08-19 5 Years 5 Months
POCO F7 2025-06-24 2031-06-24 5 Years 3 Months
POCO F7 Pro / Ultra 2025-03-27 2031-03-27 5 Years
Xiaomi Pad 7 2025-03 March 2031 5 Years
Xiaomi 15 Ultra / 15 2025-03-02 2031-03-01 5 Years
Redmi Note 14 2025-01-10 2031-03-01 5 Years
Xiaomi 14T / 14T Pro 2024-09-26 2029-09-26 3 Years 6 Months
Redmi 15 2025-09-22 2029-09-22 3 Years 6 Months
Redmi Pad 2 Pro / Pro 5G 2024-09-22 2029-09-22 3 Years 6 Months
POCO Pad M1 2024-09-22 2029-09-22 3 Years 6 Months
Redmi 15 5G 2025-08 2029-08-01 3 Years 5 Months
Xiaomi MIX Flip 2024-09-26 2029-07-18 3 Years 4 Months
REDMI A5 2025-05-19 2029-04-30 3 Years 1 Month
Xiaomi Pad 7 Pro 2025-03 March 2029 3 Years
Xiaomi 14 Ultra 2024-03-15 2029-03-15 3 Years
Xiaomi 14 2024-02-25 2029-02-25 2 Years 11 Months
POCO M7 Pro 5G 2025-04-07 2029-01-09 2 Years 10 Months
Xiaomi 13T / 13T Pro 2023-10-04 2028-10-04 2 Years 7 Months
Redmi 14C / POCO C75 2024-10-10 2028-09-26 2 Years 6 Months
Xiaomi 13 Ultra 2023-06-12 2028-06-12 2 Years 3 Months
Xiaomi 13 / 13 Pro 2023-03-08 2028-03-08 2 Years
Redmi Note 13 Series 2024-01-15 2028-01-15 1 Year 10 Months
Redmi 12 2023-06-16 2027-06-16 1 Year 3 Months
Xiaomi 13 Lite 2023-03-02 2027-03-02 1 Year
Xiaomi 12T / 12T Pro 2022-10-13 2026-10-13 7 Months
Redmi Note 12 5G 2023-03-23 2026-03-23 23 days
Xiaomi 12 / 12 Pro 2022-03-17 2026-03-17 17 days
Redmi 12C 2023-03-10 2026-03-10 10 days

Cinco anos de actualizações representam um compromisso relevante no mundo Android, reduzindo a necessidade de trocar de equipamento apenas por ter deixado de receber actualizações de segurança.

Honor lança Robot Phone

02-03-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A Honor apresentou o Robot Phone no MWC 2026, com a grande surpresa de ser um smartphone que irá mesmo ser comercializado.

Depois de o ter mostrado há alguns meses - e tal como tinha prometido na altura - a Honor aproveitou o MWC 2026 para mostrar e dar mais detalhes sobre o seu curioso Robot Phone.

Este é um smartphone cujo elemento de destaque vai para um sistema de câmara gimbal de 4-eixos, idêntico ao dos estabilizadores de câmaras, mas que aqui surge em formato miniaturizado e que se pode esconder dentro do própri smartphone. No entanto, em vez de aposta apenas no sistema como forma de estabilizar o vídeo, a Honor optou por o usar como forma de dar personalidade ao seu smartphone, ao estilo de um mini Wall-E.


Ou seja, o Robot Phone pode espreitar o mundo em seu redor e reagir em conformidade, com movimentos que transmitem emoções. Mas, claro, também temos as funcionalidades práticas, como a capacidade para seguir o rosto do utilizador durante videochamadas, etc.

A grande surpresa é que este Honor Robot Phone vai mesmo ser comercializado, ainda este ano, não se limitando a ser um dos (muitos) protótipos que são mostrados mas que nunca têm oportunidade de chegar à mão dos consumidores. Mas, por agora ainda não se sabe o preço, nem se irá ser disponibilizado fora da China.

Estabilizador gimbal DJI Osmo Mobile 7 a €76

02-03-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Os smartphones têm feitos avanços incríveis em termos de qualidade das câmaras, mas por vezes nada substitui uma ajuda externa como a que é providenciada por um sistema de estabilização de 3-eixos.

Os estabilizadores "gimbal" de 3-eixos eram o tipo de produto que, durante muito (muito) tempo, estavam apenas disponíveis para profissionais e com preços exorbitantes. Felizmente, nos últimos anos têm descido consideravelmente de preço, ao ponto de agora poderemos ter um estabilizador de 3-eixos para smartphone a um preço bastante acessível.


Este estabilizador gimbal DJI Osmo Mobile 7 de 3-eixos para smartphone está disponível por 76 euros na Amazon Espanha.

Para quem ainda não tiver visto estes estabilizadores em funcionamento, o efeito parece quase magia, pois permitem manter o smartphone estabilizado por mais que se "abane" a mão. As diferenças na gravação de vídeo são dramáticas, e não é preciso muito tempo para se dominarem os diferentes modos de funcionamento (full-lock, semi-lock, follow mode) para captarem as imagens pretendidas em função das necessidades.

O estabilizador conta com um mini-tripé, para que possa ser pousado em qualquer superfície, e tem também a vantagem de poder ser dobrado sobre si mesmo para ficar com um tamanho compacto que facilita o transporte. É até possível utilizá-lo para automatizar a captura de imagens panorâmicas, em time-lapse, seguimento de pessoas, etc. Depois de verem as diferenças nas filmagens, nunca mais vão querer gravar vídeos sem ele.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

Tecno mostra smartphone modular ultra fino no MWC

02-03-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A Tecno recuperou a ideia de um smartphone modular com peças de encaixe no MWC 2026, embora seja apenas um protótipo sem planos concretos de comercialização.

Repescando uma ideia que foi explorada há alguns anos por diversos fabricantes (lembram-se do Project Ara da Google) - mas que nunca se materializou em produtos reais - a Tecno revelou o Tecno Modular Phone no MWC 2026, um protóripo de um smartphone modular com design ultra fino.

Baseado na nova Modular Magnetic Interconnection Technology da marca, o objectivo é permitir que utilizador simplesmente encaixe módulos diferentes conforme as necessidades. Para já, trata-se de uma plataforma de demonstração tecnológica e não de um produto final.

Existem duas versões do conceito: a Atom Edition, com acabamento em prateado e vermelho, e a Moda Edition, em cinzento escuro e dourado. Ambas têm apenas 4,9 mm de espessura, tornando-se ainda mais finas do que o Tecno Spark Slim. Na traseira, um conjunto magnético mantém os módulos firmemente fixos. Ao contrário do MagSafe da Apple, a Tecno utiliza pinos físicos (pogo pins) para alimentação eléctrica, garantindo maior eficiência e menor aquecimento face ao carregamento sem fios.
Entre os módulos apresentados destaca-se uma Power Bank com 4,5 mm de espessura, capaz de duplicar a autonomia mantendo o conjunto relativamente fino. A transmissão de dados é feita sem fios: Bluetooth para acessórios simples como um comando ou bateria extra, e WiFi ou até mmWave para módulos mais exigentes, como uma Action Camera ou uma Telephoto Lens, que necessitam transmitir imagem em tempo real com baixa latência.

Curiosamente, a Atom Edition inclui apenas um conjunto de conectores de energia, enquanto a Moda Edition conta com dois, sugerindo diferentes possibilidades de expansão. Alguns módulos ocupam toda a traseira, o que limita a utilização simultânea. Para já, trata-se apenas de um protótipo, mas se chegar à fase comercial e ganhar adesão, a Tecno poderá abrir o ecossistema a outros fabricantes.