PlanetGeek
№ 01

Anthropic quer liberdade para matar até 50 pessoas

Segundo uma proposta da Anthropic, o governo só poderá interferir se os seus modelos AI matarem mais de 50 pessoas.

O mundo da AI tem sido, até agora, uma fronteira sem lei, com testes de modelos AI a infiltrarem redes e a fazerem coisas que, se fosse um humano a fazer, arriscaria dezenas de anos de prisão. Mas, sendo AI, tudo tem sido descartado como se não fosse nada mais que uma simples brincadeira. Agora, a Anthropic apresentou aos legisladores norte-americanos uma proposta de lei destinada a regular a segurança dos modelos de inteligência artificial avançados. O documento, que ainda não foi formalmente revelado, representa uma nova tentativa da empresa influenciar as regras aplicáveis à sua própria tecnologia, dizendo que a proposta segue o seu Advanced AI Framework.

Há pontos bastante curiosos. Segundo a proposta, o governo só poderia impedir o lançamento ou utilização de um modelo AI se este representar um risco previsível e iminente de causar mais de mil milhões de dólares em prejuízos, ou de provocar a morte ou ferimentos graves em mais de 50 pessoas. Os riscos teriam de estar relacionados com a criação de armas biológicas, o modelo AI escapar aos controlos do seu fabricante, ou através de um ciberataque. A proposta também prevê avaliações independentes dos modelos mais avançados, com os avaliadores obrigados a comunicar riscos graves ao Departamento do Comércio no prazo de 72 horas.
O documento limitaria os poderes das agências governamentais para suspender o desenvolvimento ou a implementação de sistemas AI, reservando essa autoridade ao Departamento do Comércio através de um tribunal federal. Também impediria a aplicação de algumas leis estatais relacionadas com a divulgação pública de riscos, avaliações independentes e comunicação de incidentes graves. Uma abordagem que irá gerar polémica, uma vez que os legisladores continuam divididos sobre se deve existir uma única regulamentação nacional, ou se estados como a Califórnia, e Nova Iorque poderão adoptar regras mais exigentes.

A Anthropic já se viu penalizada pela interferência governamental, quando os EUA exigiram que limitasse o acesso aos seus modelos avançados, deixando muitos clientes da empresa bloqueados sem qualquer pré-aviso. Por outro lado, é sabido que a Anthropic tem sido uma das maiores proponentes de um "iminente apocalipse AI", recentemente tendo dito que os modelos AI estão a poucos meses de conseguirem escapar para o exterior, e que muitos consideram ser uma artimanha para fazer passar legislação segundo os seus interesses; nomeadamente a nível de bloquear o acesso a modelos AI open-weight estrangeiros (especialmente da China) que, a pouco e pouco, se vão aproximando das capacidades dos seus modelos de topo.


№ 02

Muse da Meta não se recusa a conversas sexuais

O assistente AI Muse da Meta continua a dar que falar, desta vez por ser bastante desinibido em conversas sexuais.

Apesar de ter sido concebido sobretudo para ajudar a automatizar tarefas do dia a dia, como gerir emails e calendários, o agente de inteligência artificial Muse, da Meta, pode gerar conteúdo sexual explícito em resposta a pedidos dos utilizadores. Durante os testes, o agente aceitou facilmente participar em conversas de "sexting" e produziu descrições gráficas de encontros sexuais.

A Meta desvaloriza estes casos, relembrando que o Muse se destina a adultos com 18 ou mais anos e que as conversas entre adultos sobre temas sexuais são permitidas pelas suas regras. Segundo a empresa de Mark Zuckerberg, as instruções internas do Muse incentivam o agente a respeitar a autonomia sexual dos utilizadores e a manter a intensidade do conteúdo adulto solicitado. O sistema gerou descrições de encontros com dinâmicas de dominação e submissão e chegou a falar sobre as suas supostas preferências sexuais.
Organizações de defesa dos consumidores criticam esta decisão, argumentando que permitir conversas sexuais pode incentivar os utilizadores a passar mais tempo com agentes de AI, em detrimento da sua segurança e saúde mental; enquanto especialistas em privacidade alertam para que estas conversas íntimas se tornem alvos de hackers, podendo ser utilizadas para chantagem e extorsão.

Mas, há também outro grupo que se queixa. Grupos das áreas do "entretenimento para adultos" reclamam da dualidade de critérios, já que a Meta não permite que efectuem o mesmo tipo de serviço na plataforma.

O que é certo é que se tem assistido a um aumento substancial de plataformas que disponibilizam conversas sexuais, com imagens e até vídeos, com personagens AI, que podem ser criadas totalmente ao gosto da preferência de cada utilizador. Pelo que, o receio destes trabalhadores é bem real, de que também eles podem ver o seu trabalho extinguir-se devido à AI.

№ 03

Datas de entrega do iPhone Duo derrapam para 2027

Nos EUA o lançamento do iPhone Duo dobrável teve grande procura, fazendo as entregas derraparem para 2027 - e havendo quem queira lucrar com isso.

O lançamento do primeiro iPhone dobrável, o iPhone Duo, está a gerar as polémicas que já eram esperadas. Bastou um par de horas para que as estimativas de entrega se fossem prolongado para lá do final do ano - algo que poderá resultar de uma forte procura e/ou também de uma quantidade bastante limitada de unidades disponíveis para o lançamento (como tinha sido referido por diversos rumores, relacionados com a dificuldade em assegurar um volume adequado de ecrãs dobráveis).

O que é certo é que, também como se fazia prever, não houve falta de pessoas a tentarem aproveitar-se desta procura, havendo quem anunciasse publicamente ter comprado 400 mil dólares em iPhone Duos, para agora os revenderem a preço inflacionado com umas centenas de dólares adicionais por unidade.
Assumindo que é verdade. Nos EUA o iPhone Duo começa nos 1.999 dólares. Os 400 mil dólares seriam suficientes para comprar 200 unidades do modelo base. Assumindo uma "taxa modesta" de 200 dólares em cima, representaria um lucro potencial de 40 mil dólares, o que não seria nada mau para um lucro feito em poucos dias (facilmente se imagina que haverá 80 pessoas que não se importem de pagar esse valor extra para terem um iPhone Duo "já", sem terem que esperar até ao próximo ano).

Mas, o facto deste "scalper" se ter gabado publicamente poderá acabar por lhe estragar o negócio, já que rapidamente deu origem a queixas e reclamações dirigidas à Apple, a perguntar como é que permitia isto - ao ponto do respectivo se ter apressado a tornar a sua conta privada e esconder as publicações. Veremos se isso resulta em algo, ou nem por isso.

Em Portugal, o preço do iPhone Duo começa nos 2.399 euros, com a versão mais apetecível de 512 GB a ir para os 2.649 euros(!). As entregas oficialmente iniciam-se a 32 de Outubro, mas os prazos indicados actualmente referem que a estimativa de entrega para 25 de Janeiro de 2027 - mesmo no caso do modelo de 2 TB que custa uns exorbitantes 3.899 euros!


№ 04

Gemini 4 Argon cria sintetizador Moog na web

Em menos de 30 minutos, o Gemini 4 Argon criou um poderoso sintetizador Moog/Jupiter que corre no browser.

Quando se fala de AI quase sempre se dá destaque a coisas como a geração de imagens e de vídeo, mas também há coisas fascinantes que se podem fazer na música. Desta vez não me refiro a criar músicas completas ao estilo do Suno, mas sim a nível de assistir os músicos.

Alex Patrascu decidiu pôr à prova as capacidades do mais recente modelo AI Gemini 4 Argon da Google, e os resultados não desapontaram. Em menos de 30 minutos o modelo AI gerou um poderoso sintetizador híbrido polifónico que combina a síntese do Moog e do Jupiter, com as suas sonoridades características: o Argon Poly-8, que qualquer pessoa pode utilizar directamente no browser.

I can't believe this worked... Gemini 4 Argon made a Jupiter/Moog combo synth in under 30 minutes. It's all in a single HTML file, and you can play with it here: https://t.co/8nmGXCxBmd https://t.co/tkMuSqkJmi

— Alex Patrascu (@maxescu) October 13, 2026
Podem brincar com ele usando o rato ou o teclado do computador - ou - preferencialmente, utilizando um teclado MIDI.

Desde então, já converteu este Argon Poly-8 num plugin VST, que permite utilizá-lo nos softwares de música/áudio, para ainda maior versatilidade. E assim, aqui temos mais um exemplo das potencialidades das ferramentas AI, que permitem que qualquer pessoa "materialize" as suas ideias em realidade, sem necessitar de conhecimentos técnicos de como fazer essas coisas.

№ 05

Como transformar uma moldura digital num dashboard para a família

Usar uma moldura digital barata pode ser a opção mais económica para criar um dashboard doméstico para toda a família.

Quer se queira um interface para uma casa inteligente ou um dashboard para organizar a vida familia, é comum começar esse projecto com a procura de algo como um Raspberry Pi e um ecrã. Mas, este projecto mostra-nos como é possível aproveitar algo como uma moldura digital económica, que normalmente apenas serviria para mostrar fotos, para cumprir esse objectivo.

Neste caso um programador estava prestes a deitar fora uma moldura digital que deixou de reconhecer a ligação WiFi, quando decidiu algo mais interessante. Em vez de a atirar para o lixo, recorreu à ajuda de ferramentas AI para obter acesso ao sistema, descobrir um modo de debug escondido e fazer root ao equipamento. Com um pequeno adaptador USB WiFi económico, conseguiu recuperar a ligação wireless. Inspirado pelo sucesso, decidiu repetir todo o processo com uma moldura digital aleatória de 50 euros comprada na Amazon. A experiência mostrou que muitos destes dispositivos são essencialmente pequenos tablets Android, com hardware relativamente aberto a modificações. O objectivo passou a ser remover o software original e transformar o equipamento numa plataforma aberta para se poder correr o que se quiser.


O processo passa por colocar os dispositivos em recovery/debug mode, ligá-los através de ADB, obter root e substituir o software de origem. Depois, foi instalado um Chrome WebView mais recente, permitindo executar um dashboard web personalizado.

O resultado final é um dashboard familiar que utiliza um agente AI para transformar emails da escola em eventos do calendário, lembretes, e até pesquisas de palavras para exercícios de ortografia. O sensor de movimento também foi integrado para reduzir o brilho do ecrã quando ninguém está por perto. O projecto mostra como hardware barato que normalmente estaria limitado por software proprietário pode ganhar uma segunda vida quando os utilizadores têm acesso ao sistema e às ferramentas certas, e revelando o tipo de coisa que se vai tornando acessível a cada vez mais pessoas graças aos agentes AI.

№ 06

19 anos de Aberto até de Madrugada

O Aberto até de Madrugada aproxima-se do fim da adolescência, celebrando os 19 anos de idade.

E, com uma velocidade impressionante, passou-se mais um ano. São 19 anos de Aberto até de Madrugada, com a auto-imposta dose habitual de posts diários que me comprometi a manter, e que - quase inacreditavelmente - tenho conseguido cumprir ao longo destas quase duas décadas.

E se por um lado acho que me posso auto-congratular por manter o AadM diariamente (bem, com a excepção do apagão em 2025), por outro lado tenho que agradecer ainda mais a todos vocês que, desse lado, continuam a visitar o site diariamente (ou semanalmente, ou ocasionalmente), e a resistir à crescente tendência de deixar que sejam os resumos AI a dar-vos toda a informação.

Este ano tem sido a AI a dominar os tópicos, de forma cada vez mais impressionante (e assustadora, dirão alguns). Além das imensas possibilidades que a AI potencia, temos também os efeitos secundários que infelizmente não são assim tão benéficos, a começar pelos aumentos absurdos que se registaram no preço das memórias RAM, GPUs, e SSDs, e que complicam a compram de um novo computador, ou outro material, como consolas de jogos, ou simples mini-PCs como os Raspberry Pi. É infelizmente um cenário que poderá demorar anos até se regularizar, com algumas previsões a dizerem que talvez só lá para 2030 é que isso acontecerá.

Mas, os tempos que vivemos continuam a ser excitantes, e deixam-me com grandes expectativas para o que poderá vir (não entrando na área da "geopolítica" e das guerras, conflitos, e políticas que vemos certos países a inventar quase diariamente). Pela parte que me toca, o compromisso mantém-se, de continuar a fazer o que gosto, e esperar que, desse lado, também continuem a gostar disso. Um muito obrigado a todos pela vossa presença e apoio! Venha mais um ano, ou dez! :)


Dito isto, passo para o nosso habitual passatempo de aniversário, em que este ano vos vai deixar cheios de cor: uma mega-vistosa lâmpada de tecto Govee.

Loading…



P.S. Manda a tradição que deixe um link para o post do aniversário anterior; e também para o primeiro post do AadM em 2007.

№ 07

Set Up a Mac for Development

A starting point for you to customize your own Mac setup for development and automate it for the future. I will also share my dotfiles and explain what they contain and how to customize them to your needs.
№ 08

Posto de carregamento Ionity estoura 6 carros na Noruega

Uma falha num posto de carregamento fez disparar os fusíveis de protecção de seis automóveis (pyrofuse) que pode custar mais de 10 mil euros a ser substituído.

A Ionity confirmou uma falha no equipamento de carregamento da sua estação em Elverum, na Noruega, depois de vários veículos eléctricos terem sofrido danos durante o carregamento. A empresa confirmou o problema e que os carregadores afectados serão substituídos. A Ionity recebeu seis relatos de incidentes no local, mas ainda não revelou quais os modelos envolvidos nem a origem da falha.

Os danos afectaram os pyrofuses dos veículos, dispositivos de segurança que desligam a bateria de alta tensão do resto do sistema eléctrico em caso de qualquer anomalia. Um Volkswagen ID. Buzz terá deixado de funcionar após cerca de 10 minutos de carregamento em Junho, juntamente com outros dois veículos. A carrinha continua numa oficina desde essa data e os proprietários ainda aguardam uma solução. O custo estimado da substituição do pyrofuse é de 115 mil coroas norueguesas, quase 11 mil euros. Pode dizer-se que é ridículo que os fabricantes automóveis não facilitem o processo de substituição de um "fusível", mas isso será tema para outra altura.

An IONITY station in Norway killed several EVs by blowing their pyrofuses. 6 cars in total were affected. The site is IONITY's only Ekoenergetyka pilot site in Norway. I just checked, and all the Ekoenergetyka chargers there are unavailable, while the Alpitronic charger at the same site is still live. Source and photo: https://t.co/q4aeJhUQWy

— William Jarbeaux (@RoamingNorway) October 15, 2026
Os incidentes ocorreram na estação-piloto da Ionity equipada com carregadores da Ekoenergetyka, capazes de distribuir 800 kW por seis pontos e fornecer até 500 kW a um único veículo. Segundo os relatos, os seis pontos da Ekoenergetyka ficaram indisponíveis após os incidentes, enquanto outros dois carregadores da estação continuaram a funcionar. A Ionity prevê substituir os equipamentos afectados esta semana, mas nem a empresa nem o fabricante explicaram o que levou os sistemas de segurança dos veículos a desligarem a bateria.

A principal questão por resolver é quem vai pagar as reparações. A seguradora dos proprietários do ID. Buzz terá classificado os danos como uma avaria mecânica, excluída da cobertura do seguro contra todos os riscos, enquanto a seguradora da Ionity está a investigar o caso. O incidente levanta dúvidas sobre a responsabilidade quando uma estação pública danifica um veículo, numa altura em que as redes de carregamento continuam a instalar equipamentos cada vez mais potentes por toda a Europa.

Eu acrescentaria também a preocupação adicional de futuros ataques de hackers visarem a rede de carregamento, ao estilo do que fizeram com os frigoríficos industriais em França, "fritando" milhares de veículos e deixando-os imobilizados por semanas ou meses!

№ 09

Lamborghini Temerario junta-se à polícia no Dubai

A polícia do Dubai adicionou um Lamborghini Temerario à sua já célebre frota de patrulha de luxo, acrescentando mais um superdesportivo híbrido ao serviço do emirado.

Com 920 cv de potência combinada e uma aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 2.7 segundos, o Temerario é um dos carros mais rápidos do mundo, e actualmente o único a estar incorporados numa frota de polícia.

A parceria foi estabelecida com a Lamborghini Abu Dhabi e Dubai, e o objectivo vai além da performance pura. A frota de luxo da polícia do Dubai tornou-se, ao longo dos anos, uma das atracções mais fotografadas do emirado, funcionando como uma ferramenta de aproximação entre as autoridades e o público, tanto residentes como turistas.
Do ponto de vista técnico, o Temerario é um caso de estudo em engenharia de alta performance. O sistema de propulsão HPEV combina um motor V8 biturbo de 4.0 litros, completamente novo, com três motores eléctricos, atingindo 920 cv de potência combinada. É esta combinação de tecnologia híbrida que faz do Temerario uma adição que dificilmente passará despercebida nas ruas do Dubai.

A polícia do Dubai será certamente uma das candidatas a poder receber um Roadster voador... se alguma vez chegar a existir.

[Pela Estrada Fora]
№ 10

Campanha rouba ligações internet das vítimas

Uma empresa de segurança descobriu uma campanha que rouba as ligações internet das vítimas para ganhar dinheiro.

Foi descoberta uma campanha em que hackers comprometeram routers de marcas como a D-Link e Ubiquiti para vender secretamente a largura de banda das ligações das vítimas. A campanha, identificada pelos investigadores de cibersegurança da GreyNoise, afectou centenas de dispositivos em 34 países. Os atacantes instalaram a aplicação Pawns.app, um serviço legítimo de partilha de largura de banda, sem o conhecimento dos proprietários, permitindo encaminhar tráfego de terceiros através dos sistemas comprometidos, sendo pagos por isso.

A Pawns.app permite aos utilizadores ganhar dinheiro ao partilhar a sua ligação à Internet desde que os respectivos endereços IP cumpram determinados requisitos. No entanto, nesta campanha, o software foi instalado sem autorização nos dispositivos das vítimas, ganhando dinheiro à custa das suas ligações.
A GreyNoise identificou várias vulnerabilidades exploradas para aceder aos dispositivos, incluindo falhas em sistemas NAS D-Link ShareCenter, gravadores de vídeo Ubiquiti UniFi, e no SAP NetWeaver Visual Composer. Os investigadores também registaram tentativas de ataque a equipamentos de videovigilância Hikvision e Dahua, embora não tenham conseguido confirmar quais as vulnerabilidades utilizadas. Nalguns casos, os atacantes configuraram autenticação por SSH para manter o acesso aos dispositivos comprometidos.

Para além de estar a usar indevidamente as ligação de internet afectadas, as vítimas podem acabar por ficar com os endereços IP bloqueados devido a actividade maliciosa, ou até ser acusadas de envolvimento em actividades criminosas, dependendo daquilo que for feito usando a sua ligação.

Mais uma vez, importa ter particular cuidado em manter os equipamentos principais da rede (routers, etc.) e todos os demais que tenham ligação à internet, actualizados, para reduzir os riscos, assim como utilizar passwords fortes e restringir o acesso remoto. Também é aconselhável evitar software de origem duvidosa, especialmente serviços que prometem dinheiro fácil em troca da partilha da sua ligação.

№ 11

Smart HDR Manager controla o HDR no Windows

O Smart HDR Manager ajuda quem está cansado de ligar e desligar o HDR no Windows.

O Smart HDR Manager é uma ferramenta gratuita e open-source para Windows que activa automaticamente o HDR ao iniciar determinados jogos ou reproduzir vídeos HDR, regressando ao SDR quando o conteúdo termina. A app funciona na área de notificação do sistema e dispensa a alteração manual das definições de imagem do Windows ou a utilização do atalho Win + Alt + B.

O suporte HDR no Windows ainda é algo que deixa bastante a desejar. Há apps que lidam bem com esse modo, outras nem por isso, fazendo com que, na maioria das vezes, os utilizadores optem por se manter no modo SDR, activando o HDR apenas para os jogos e apps que o suportam adequadamente. Esta ferramenta consegue detectar bibliotecas de jogos do Steam, Epic Games Store, GOG, Xbox e outros, permitindo escolher quais os títulos que devem activar o modo HDR. A versão mais recente disponibiliza a opção "Launch with HDR", que activa o HDR antes de iniciar um jogo, que se torna essencial para os títulos que só disponibilizam as respectivas definições quando o HDR do Windows já está ligado.

Além dos jogos, o Smart HDR Manager suporta vídeos HDR do YouTube através de um script para o Tampermonkey, além de leitores de vídeo locais como o VLC, mpv e PotPlayer. Também é compatível com o NVIDIA RTX Video HDR, que converte vídeos SDR em HDR em placas gráficas GeForce RTX compatíveis. A ferramenta pode activar automaticamente o HDR do Windows, mas é necessário ligar primeiro o RTX Video HDR na NVIDIA App.

Para quem tiver um computador com suporte para HDR, é um utilitário a considerar.

№ 12

Internet Archive preserva GIFs animados do início da web

O Internet Archive tem nova secção dedicada aos GIFs animados dos primórdios da web.

Quem acompanhou o início da web, certamente achará fascinante como, naquela altura, se achava fantástico poder ver páginas com texto e imagens em simultâneo, e que rapidamente começaram a ser assoladas pela capacidade do formato GIF suportar imagens animadas.

Dos pequenos icons a mover-se ou a piscar, a imagens que antecipavam os memes do futuro, os GIFs animados alastraram-se por toda a web a velocidade alucinante - nem que fosse um simples símbolo animado a indicar uma "página em construção" que poderia nunca chegar a sair desse estado. É um legado que o Internet Archive passou a preservar, numa nova secção especialmente dedicada a eles: o GifCities.
Quer seja por nostalgia, curiosidade, ou simplesmente por precisarem de um GIF animado que dê um toque "retro" às vossas páginas, fica à disposição para explorar.

... E sim, não falta o famoso bebé a dançar e muitos, muitos mais...
№ 13

JPEG XL perde para o AVIF

O JPEG XL está finalmente a ganhar suporte mais abrangente nos browsers, mas pode ter chegado tarde de mais.

Bem sabemos como é complicado tentar mudar qualquer um dos pilares fundamentais na web, e isso aplica-se aos formatos de imagem - como demonstrado exemplarmente pela persistência do velhinho e obsoleto formato GIF para as imagens animadas.

Agora, temos o JPEG XL, a versão melhorada do JPEG que anda a ser preparada há quase uma década, mas que se arrisca a ter chegado tarde demais. O problema, é que esta nova versão continua a perder em quase todos os aspectos para o AVIF, o formato "estático" do codec AV1 para vídeo.

Tudo aquilo que o JPEG XL faz, o AVIF faz melhor: tamanho de imagens mais pequeno para imagens com qualidade idêntica, suporte para transparência, suporte para apresentação progressiva, e tudo o mais. Uma notável excepção surge no caso de se querer imagens lossless, em que o JPEG XL supera o AVIF, o que será algo a ter em conta. No entanto, para a esmagadora maioria dos casos, como a apresentação de imagens na web, o AVIF parece ser uma melhor opção que o JPEG XL, pelo menos por agora.
Em suma, embora seja uma bem-vinda melhoria do formato JPEG, o JPEG XL deverá ter dificuldade em se assumir como formato dominante para quem valorizar a eficiência da compressão de imagens. E, apesar de também suportar imagens animadas, o JPEG XL continua a ser extremamente ineficiente, e não será capaz de fazer frente ao pré-histórico GIF que se mantém dominante nessa área até aos dias de hoje.

№ 14

Withings começa a cobrar €99 por ano para sincronizar dados

Quem quiser sincronizar os dados dos seus produtos Withings com o Apple Health, ou outros, terá que pagar €99.50 por ano.

A Withings passou a exigir o pagamento de uma subscrição para sincronizar automaticamente os seus dados de saúde com serviços de terceiros, incluindo o Apple Health. Quem criar uma conta Withings a partir agora terá de subscrever o Withings+ para utilizar a sincronização automática, acrescentando um custo extra substancial para manter os seus dados de saúde ligados entre diferentes plataformas.

Na Europa o Withings+ custa 99.50 euros por ano. A subscrição abrange a sincronização automática com serviços de terceiros, o que significa que os clientes que utilizam a aplicação Saúde da Apple para acompanhar as medições das balanças inteligentes e de outros dispositivos Withings terão que pagar por esta funcionalidade. A única atenuante é que a alteração não afecta os clientes existentes. Quem já tinha uma conta Withings continuará a ter acesso gratuito à sincronização automática. A nova política depende da data de criação da conta e não do dispositivo utilizado, pelo que os clientes existentes podem comprar novas balanças ou outros produtos da marca sem perder este acesso gratuito.

Ainda assim, é uma decisão que naturalmente está a gerar bastantes queixas e reclamações. Se a Withings não revir esta política, arrisca-se a afastar potenciais novos clientes, e/ou incentivar a criação de sistemas não oficiais que façam esta sincronização - ainda mais numa época em que o "vibe coding AI" tem servido para dar aos utilizadores a capacidade de fazerem tudo aquilo que as empresas não fazem da forma desejada.

№ 15

Tesla alerta que Roadster poderá nem existir

A demonstração do Tesla Roadster voador está a gerar bastantes perguntas, e maior delas é a da própria Tesla admitir que o carro poderá nem existir.

A Tesla fez uma impressionante demonstração do muito esperado Roadster na sua versão voadora. Desde então, e como praticamente tudo na internet, não têm faltado perguntas, análises, discussões, acusações, e até teorias de conspiração.

Desde logo, há quem refira que o Roadster não é "voador" mas sim "saltador". Sabe-se agora que o carro apenas consegue manter-se no ar durante um máximo de cerca de 5 segundos antes que o depósito de alta-pressão se esgote. Recarregar o depósito para nova utilização é algo que actualmente demora entre 7 a 8 horas, mas que a Tesla espera reduzir para 30 minutos na versão final.
Essa questão da versão final também gera polémica, pois tudo indica que os carros que foram utilizados para a demonstração do voo foram veículos "despidos" - com estrutura totalmente diferente da que seria necessária para o veículo final - levantando questões sobre se o sistema conseguirá fazer o mesmo quando tiver o peso acrescido do pack de baterias total.

Há também quem critique que o carro venha apenas com tracção traseira (dois motores, um para cada roda) e sem motor dianteiro. Algo que uns tentam minimizar dizendo que, com a sucção das ventoinhas a tracção dianteira deixa de ser necessária; mas que outros relembram que não será possível circular normalmente com as ventoinhas ligadas (o barulho provocado é "ensurdecedor", mesmo para quem estava a assistir à demonstração a centenas de metros de distância). E... há a questão dos limpa-pára-brisas inexistentes.


Mas, parte mais curiosa é que, apesar da Tesla estar a pedir, desde já, um depósito de 250 mil dólares para o Roadster com ventoinhas (a versão voadora só estará disponível para alguns poucos convidados da Tesla), a empresa de Elon Musk ressalva que, não só o carro poderá afinal não estar pronto na data prometida de 2028, como poderá nunca chegar a ser entregue!
É um surpreendente toque de realismo e humildade, por parte de uma empresa que começou a aceitar as pré-reservas do Tesla há quase uma década e tem feito os clientes esperar desde então - e continuarem a esperar até 2028, por um carro totalmente diferente do que tinha sido mostrado inicialmente. Quase seguramente, é uma cláusula que pretende evitar futuros processos, no caso da data de 2028 também não ser concretizada.

... Talvez não tivesse sido má ideia de tivesse incluído uma indicação idêntica na venda da opção FSD... que continuam a aguardar, ano após ano, pela chegada da tão prometida função que ia chegar "brevemente", e que ainda não chegou (nem nunca chegará aos carros com HW3, apesar de na altura a Tesla ter assegurado que tinham todo o hardware necessário para tal).

№ 16

Hyundai IONIQ 3 em Portugal a partir de 33.500 euros

A Hyundai lança em Portugal o IONIQ 3, um compacto de cinco portas 100% eléctrico com preços a partir de 33.500 euros.

Desenvolvido especificamente para o mercado europeu e produzido na fábrica da Hyundai Motor Türkiye, em İzmit, o novo modelo chega com duas opções de bateria, uma plataforma digital inédita na marca e sete anos de garantia sem limite de quilómetros.

O design segue a filosofia “Art of Steel”, inspirada nas propriedades e transformação do aço, com superfícies depuradas, proporções equilibradas e a assinatura luminosa em píxeis característica da família IONIQ. A silhueta enquadra-se numa nova tipologia de carroçaria denominada “Aero Hatch”, que combina eficiência aerodinâmica, com um coeficiente previsto de 0,263, com um interior generoso. Com 4,16 metros de comprimento e 2,68 metros de distância entre eixos, o IONIQ 3 acomoda cinco ocupantes e oferece uma bagageira de 441 litros, a que se soma um compartimento adicional Megabox de 119 litros.
No interior, o conceito “Furnished Space” inspira-se no mobiliário contemporâneo para criar um ambiente funcional e acolhedor, com piso plano, comandos físicos para as funções mais utilizadas e materiais reciclados. A versão N Line acrescenta um carácter mais desportivo, com elementos exteriores específicos, jantes de 18 polegadas e acabamentos exclusivos no habitáculo.
A arquitectura mecânica assenta na plataforma K3, com sistema eléctrico de 400 volts e tracção dianteira. A versão Standard Range equipa uma bateria de 42,2 kWh e um motor de 147 cv, com autonomia WLTP prevista superior a 344 km. A versão Long Range sobe para 61 kWh e 135 cv, ultrapassando os 497 km em ciclo combinado e podendo atingir 687 km em ciclo urbano. O carregamento rápido em corrente contínua permite recuperar dos 10 aos 80% da bateria em aproximadamente 29 minutos em condições ideais. O carregamento em corrente alternada está disponível até 11 kW, consoante o equipamento.
O IONIQ 3 é também o primeiro modelo europeu da Hyundai a integrar o sistema de infoentretenimento Pleos Connect, baseado no Android Automotive OS. Conforme a versão, o ecrã central tem 12,9 ou 14,6 polegadas e disponibiliza navegação conectada, planeamento de rotas optimizado para veículos eléctricos, aplicações integradas e actualizações remotas de software. O assistente de voz Gleo AI permite interagir com determinadas funções através de linguagem natural, e a conectividade estende-se ao Apple CarPlay e Android Auto sem fios, aos serviços Bluelink e ao Plug & Charge para simplificar o carregamento em postos compatíveis.
Em matéria de segurança e assistência à condução, o IONIQ 3 incorpora o pacote Hyundai SmartSense, que inclui, consoante a versão, a Assistência à Condução em Autoestrada 2, o Cruise Control Inteligente com base na Navegação 2 e a Assistência Remota Inteligente ao Estacionamento. A Assistência à Marcha-atrás com Memória, a câmara de 360 graus e a Monitorização do Ângulo Morto facilitam as manobras no dia a dia, enquanto sete airbags de série asseguram a protecção dos ocupantes.
A gama nacional está disponível nas versões Trend, com bateria de 42 ou 61 kWh, Select, com 61 kWh, e N Line, igualmente com 61 kWh.

O preço de entrada é de 33.500 euros para o IONIQ 3 Trend Standard Range 42 kWh, a que acrescem despesas de legalização e pintura metalizada. Todas as versões incluem sete anos de garantia sem limite de quilómetros, sete anos de assistência em viagem e sete anos de check-ups. As configurações e preços completos estão disponíveis em www.hyundai.pt.

[Pela Estrada Fora]
№ 17

Leapmotor B05 tem 482 km de autonomia

A Leapmotor apresentou o B05, um sedan eléctrico compacto com 4430 mm de comprimento e uma autonomia WLTP declarada de 482 quilómetros.

Com motor de tracção traseira a debitar 160 kW e 240 Nm de binário, o B05 acelera dos 0 aos 100 km/h em 6,7 segundos e atinge uma velocidade máxima de 170 km/h, tudo com um consumo médio de 15,9 kWh por 100 km.
A bateria tem uma capacidade de 67,1 kWh e suporta carregamento rápido em corrente contínua até 168 kW, o que permite passar dos 30% aos 80% de carga em apenas 17 minutos. Em corrente alternada, o carregador embarcado aceita até 11 kW. São números que colocam o B05 numa posição competitiva face a rivais já estabelecidos no segmento.
As dimensões são generosas para a categoria: 1880 mm de largura, 1520 mm de altura e uma distância entre eixos de 2735 mm que a Leapmotor descreve como proporcionando um espaço lateral de referência na classe. A bagageira oferece 345 litros com os bancos traseiros no lugar e expande até 1400 litros com o banco rebatido, enquanto a altura ao solo de 154 mm garante uma utilização quotidiana sem constrangimentos.
No capítulo do chassis, a suspensão combina McPherson na frente com Multi-Link atrás, e as travagens são asseguradas por discos nos dois eixos. O conjunto de rodas inclui jantes de liga leve de 19 polegadas calçadas com pneus 225/45 R19 à frente e 235/45 R19 atrás. A tracção é exclusivamente traseira, o que é uma opção pouco comum neste tipo de proposta de mercado de massas.
O interior aposta num ecrã central de 14,6 polegadas em alta resolução, acompanhado por um cluster LCD de 8,8 polegadas, navegação online, Apple CarPlay, Android Auto e um sistema de som com 12 altifalantes. A ligação à internet permite actualizações remotas via OTA, controlo remoto do veículo por aplicação móvel, comandos de voz e localização do carro. Os bancos em pele ECO são reguláveis e aquecidos na frente, e o traseiro reclina até 27 graus. O volante em pele artificial também é aquecido, e o tecto panorâmico inclui uma cortina eléctrica. A iluminação ambiente, os vidros traseiros com película de privacidade e as portas sem estrutura em redor dos vidros completam um equipamento que tenta impressionar pelo volume de série.
Em termos de segurança, o B05 conta com sete airbags, incluindo frontais, laterais, de cortina e extremos, e oferece 21 sistemas de assistência à condução. O estacionamento é assistido por câmera de 360 graus com guias dinâmicas e sensores traseiros. A iluminação é integralmente em LED, com faróis e luzes traseiras de nevoeiro incluídos, e o sistema ajusta automaticamente os médios e máximos. A condução pode ser configurada em três modos de aceleração, três modos de condução e três níveis de travagem regenerativa, com Auto Hold e Launch Control disponíveis. A entrada no veículo faz-se por chave NFC ou por chave virtual na aplicação móvel. O B05 está disponível em cinco cores exteriores, Lightning Yellow, Starry Night Blue, Windy Grey, Metallic Black e Galaxy Silver, com dois acabamentos interiores em pele ECO, Shadow Grey e Light Grey.

[Pela Estrada Fora]
№ 18

Withings começa a cobrar €99 por ano para sincronizar dados

Quem quiser sincronizar os dados dos seus produtos Withings com o Apple Health, ou outros, terá que pagar €99.50 por ano.

A Withings passou a exigir o pagamento de uma subscrição para sincronizar automaticamente os seus dados de saúde com serviços de terceiros, incluindo o Apple Health. Quem criar uma conta Withings a partir agora terá de subscrever o Withings+ para utilizar a sincronização automática, acrescentando um custo extra substancial para manter os seus dados de saúde ligados entre diferentes plataformas.

Na Europa o Withings+ custa 99.50 euros por ano. A subscrição abrange a sincronização automática com serviços de terceiros, o que significa que os clientes que utilizam a aplicação Saúde da Apple para acompanhar as medições das balanças inteligentes e de outros dispositivos Withings terão que pagar por esta funcionalidade. A única atenuante é que a alteração não afecta os clientes existentes. Quem já tinha uma conta Withings continuará a ter acesso gratuito à sincronização automática. A nova política depende da data de criação da conta e não do dispositivo utilizado, pelo que os clientes existentes podem comprar novas balanças ou outros produtos da marca sem perder este acesso gratuito.

Ainda assim, é uma decisão que naturalmente está a gerar bastantes queixas e reclamações. Se a Withings não revir esta política, arrisca-se a afastar potenciais novos clientes, e/ou incentivar a criação de sistemas não oficiais que façam esta sincronização - ainda mais numa época em que o "vibe coding AI" tem servido para dar aos utilizadores a capacidade de fazerem tudo aquilo que as empresas não fazem da forma desejada.

№ 19

GTA VI já tem trailer de lançamento

A Rockstar Games disponibilizou o trailer de lançamento do GTA VI.

A cerca de um mês do lançamento, e numa altura em que aparentemente já não terá que se preocupar com o Cyberleek, a Rockstar Games lança o launch trailer do muito aguardado Grand Theft Auto VI.

Apesar de ser apresentado como um trailer de lançamento, o vídeo de 90 segundos não revela muitas novidades face ao que já tinha sido mostrado antes, concentrando-se sobretudo na atmosfera soalheira inspirada em Miami, nas ruas dominadas pelo crime, e na relação entre os dois protagonistas - embora esteja a ser dissecado em detalhe, frame a frame, pelos fãs.



O trailer inclui um novo tema da dupla francesa de música electrónica Justice, demonstrando a importância da música no próximo jogo. Tal como nos títulos anteriores da série, GTA VI deverá contar com uma extensa banda sonora, contribuindo para dar vida ao seu mundo fictício, onde os NPCs (os personagens virtuais do jogo) também prometem dar toda uma nova ilusão de realismo.

A Rockstar divulgou também uma breve descrição da história, que acompanha Jason e Lucia depois de um assalto aparentemente correr mal. Os dois acabam envolvidos numa conspiração criminosa que se estende por Leonida e terão de confiar um no outro para sobreviver. A relação entre as personagens e as situações perigosas em que se veem envolvidas serão os elementos centrais da narrativa.

Grand Theft Auto VI tem lançamento previsto para 19 de Novembro na PlayStation 5 e na Xbox Series X|S, marcando o regresso da série após mais de uma década de espera.

№ 20

Coluna BT Soundcore Select 4 Go a €25

Quem já tiver passado pelas colunas Bluetooth de baixo custo e agora procurar algo com um pouco mais de potência, irá ficar satisfeito com esta Soundcore Select 4 Go.

O desaparecimento da ficha dos headphones tem fomentado a utilização de colunas BT em cada vez mais situações (muitas vezes torna-se a única opção possível, a não ser que se recorra a adaptadores BT para ficha de 3.5mm). Em muitos casos acaba também por se revelar uma solução mais conveniente, permitindo que se chegue a casa e se comece a ouvir a música na coluna em vez de se sofrer com a tentativa do smartphone reproduzir os sons graves com os seus altifalantes diminutos. E no caso desta Tronsmart T8 Mini, temos volume com fartura mas mantendo um tamanho compacto.
Esta coluna BT Anker Soundcore Select 4 Go está disponível por 25 euros na Amazon Espanha.

Vem com uma bateria suficiente para proporcionar sessões de música até 20 horas com o volume a 50%, demorando cerca de 3 horas a recarregá-la. Conta também com protecção IPX7 para uso mais descontraído no exterior. Quem quiser duplicar a potência sonora, pode ainda emparelhar uma coluna adicional para funcionar em modo stereo real (TWS) - ter apenas em atenção que as versões mais recentes com Bluetooth 6.0 não podem emparelhar-se neste modo com os modelos anteriores com BT 5.0.

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