PlanetGeek
№ 01

MS apresenta novo Copilot

A Microsoft tem nova versão do Copilot, que combina funcionalidades ao estilo "super app", para ver se é desta que consegue atrair utilizadores.

Apesar de ter sido uma das empresas que desde cedo apostou na AI, a MS não tem conseguido fazer com que o seu Copilot se torne num assistente AI tão popular quanto o ChatGPT, Claude, ou até mesmo o Gemini e Grok. Agora, espera mudar isso com um Copilot renovado, uma app que reúne conversação com AI, programação, e agentes autónomos num único sítio. A ideia é transformar o Copilot numa "super app" para todo o tipo de tarefas, e tam a ambição de fazer com que este novo Copilot seja tão importante quanto a revolução proporcionada pelo Office nas décadas passadas.

A nova aplicação está organizada em três áreas principais: Home, Code e Autopilot. A secção Home combina funcionalidades de assistência e colaboração, permitindo acompanhar emails, reuniões, conversas do Teams, e outras tarefas diárias através de um painel personalizado. A secção Code permite criar aplicações, dashboards, automatizações e outras ferramentas sem necessidade de conhecimentos avançados de programação, recorrendo à mesma tecnologia que alimenta o GitHub Copilot.



A terceira secção é destinada ao Autopilot, anteriormente conhecido como Scout. Trata-se de um agente AI que funciona na cloud e pode executar tarefas de forma autónoma, mesmo quando o utilizador não está a trabalhar. O sistema pode monitorizar canais do Teams, realizar tarefas recorrentes, acompanhar projetos e tratar de seguimentos automáticos, funcionando como um verdadeiro assistente digital dentro das organizações.

Apesar de tudo isto, a MS está a posicionar o Copilot essencialmente como uma plataforma empresarial de AI integrada com o Microsoft 365, Teams, Outlook e outros serviços da empresa. Isto significa que não será (ainda) capaz de enfrentar directamente os assistentes AI mais populares para os utilizadores domésticos, nem tão pouco o recém-lançado Muse da Meta, um assistente AI que tem conquistado sucesso viral (nem que seja pela capacidade de poder negociar contratos e afins para baixar o valor das mensalidades).

№ 02

Estação de carregamento Sabrent 252W de 8 portas a €78

Esta estação de carregamento Sabrent Voltik de 252W resolve de vez todos os problemas de carregar múltiplos dispositivos a alta-velocidade.

Hoje em dia temos a vantagem de ter estabilizado as fichas de carregamento nas fichas USB (USB-A e USB-C) ao invés dos tempos em que tinhamos que lidar com uma infinidade de fichas proprietárias e diversificadas. Mas, para quem já passou a fase de recorrer a múltiplos carregadores USB independentes, temos uma proposta que se torna bastante mais apelativa para quem procura uma solução a longo prazo. Esta estação de carregamento da Sabrent permite carregar até 8 dispositivos, com uma potência total máxima de 252W.
Esta estação de carregamento Sabrent de 8 portas e 252W está disponível por 78 euros na Amazon Espanha - activar descontos de 5% + 10%.

Embora por vezes seja vantajoso optar por carregadores mais compactos, para situações de viagem, uma estação de carregamento torna-se mais interessante para usar como solução permanente na secretária. E neste caso, temos a vantagem de ter um ecrã que apresenta informação detalhada de cada porta individual, o que permite identificar imediatamente potenciais problemas com cabos ou dispositivos, assim como assegurar que realmente se está a tirar partido das velocidades máximas de carregamento. Neste caso, as quatro portas USB-C podem fornecer até um máximo de 100W cada uma, e as quatro portas USB-A podem fornecer até 18W cada; se se usarem todas as portas simultaneamente, a potência máxima será dividida entre elas.


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№ 03

Análise ao Oppo Reno 16

Depois do Oppo Reno 15 Pro e Find X9 Ultra, espreitamos o novo Oppo Reno 16.

O Oppo Reno 16

Para a geração Reno 16 a Oppo fez alguns ajustes. Mesmo com as alterações entre o modelo chinês e o modelo global, desta vez a marca decidiu aproximar o Reno 16 dos Reno 16 Pro, com quem partilha o tamanho (ecrã AMOLED de 6.32") e alguns dos componentes. Ainda assim, como seria de esperar, vem com chipset mais limitado (um Snapdragon 7 Gen 4 - que já era usado no Reno 15), e conjunto de câmaras mais modesto, trocando a câmara principal de 200MP por uma de 50MP, mas melhorando a antiga câmara ultrawide de 8MP para uma de 50MP.

Especificações:
Corpo: 151.2x72.4x8.2mm, 188g, IP68/IP69K
Ecrã: 6.32" AMOLED, 120Hz, 3840Hz PWM, HDR10+, 3600 nits (pico), 1216x2640px, 19.54:9, 460ppi.
Chipset: Qualcomm SM7750-AB Snapdragon 7 Gen 4 (4 nm).
Memória: 8 GB ou 12 GB RAM, 256 GB ou 512 GB UFS 3.1
OS: Android 16, ColorOS 16.
Câmaras: Wide 50 MP, f/1.8, OIS; Telephoto: 50 MP, f/2.8, 80mm, OIS, 3.5x optical zoom; Ultra wide: 50 MP, f/2.0, 16mm, 116°.
Câmara frontal: 50 MP, f/2.0, 18mm, 100˚ (ultrawide).
Video: até 4K@30/60fps, 1080p@30/60/120fps
Bateria: 6000mAh; carregamento 80W, 55W PPS, 13.5W PD/QC.
Conectividade: 5G; eSIM; WiFi 6; BT 5.4, aptX HD, aptX Adaptive, LHDC 5; NFC

O Reno 16 dá uma boa sensação de qualidade, e vê-se que a Oppo mantém o cuidado com os detalhes. Dependendo da iluminação ambiente, a zona das câmaras é capaz de criar um efeito que a faz parecer "iluminada".


As câmaras

O Reno 16 pode não ter as mega-câmaras do Find X9 Ultra, mas não tem motivos para se sentir envergonhado. Tendo-se livrado da antiga câmara ultrawide de 8MP, passa a contar com conjunto mais equilibrado de câmaras de 50MP para todas as distâncias focais.
Embora não tenha o zoom óptico de modelos das gamas de topo, o recurso às tecnologias AI permite obter um nível de zoom bastante simpático - embora, obviamente, não haja milagres e se trarem de imagens que perdem os detalhes. Ainda assim, é uma opção que dá jeito ter, nem que seja para "desenrascar".



Em funcionamento

O Oppo Reno 16 não oferece surpresas a nível do funcionamento. Quem vier de um smartphone Oppo saberá com o que contar a nível do Color OS, que adiciona algumas afinações e extras ao Android de origem, incluindo um painel lateral de atalhos rápidos. Apesar de manter o chipset já usado no Reno 15 Pro, continua a manter um comportamento fluido no ecrã de 120 Hz, que acaba por ser um dos destaques desta geração, podendo atingir os 3600 nits de pico.
Uma das coisas que infelizmente não mudou é a quantidade de apps pré-instaladas (bloatware) que a Oppo insiste em manter. Seria mais simpático que, no processo de configuração inicial, fosse dada a opção ao utilizador para instalar ou não estas apps - mas, não o sendo, há que passar os primeiros minutos a rever o que interessa e não interessa, para se fazer uma limpeza.



Apreciação final

O Oppo Reno 16 mantém-se um excelente modelo para complementar a oferta da Oppo ao longo dos diferentes patamares de preço, dos modelos económicos aos topo de gama. É certo que há algumas coisas censuráveis, como manter um chipset já usado na geração anterior, mas isso acaba por ser um compromisso que se pode aceitar, tendo em conta que temos acesso a um ecrã excelente (aquilo com que se interage no dia a dia) e melhorias nas câmaras, incluindo a câmara selfie que passa a ser de 50MP, e que muitos considerarão ser um ponto chave no momento da decisão.
[Mesmo sob sol intenso, o ecrã mantém-se legível - mais legível na realidade do que parece na fotografia]

É também pena que a Oppo penalize os consumidores europeus com uma bateria mais pequena que a usada no resto do mundo, mas também isso acaba por não ser demasiado penalizador, já que mesmo assim o Reno 16 mantém uma autonomia "mais que suficiente", e é ajudado pelo carregamento rápido SuperVOOC de 80W, que rapidamente faz o subir o nível de carga.
Tendo tudo isso em consideração, o Reno 16 mantém-se num patamar equilibrado que dá continuidade á série Reno. Neste momento pode ser apanhado com preço de cerca de 660 euros na versão de 8+256GB. E sai daqui com um nosso "Quente".



Oppo Reno 16
Quente
Prós
  • Câmaras
  • Ecrã
  • Qualidade de construção

Contras

  • Chipset igual ao Reno 15 Pro
  • Bateria de 6.000 mAh na UE (6.700 mAh no resto do mundo)
  • Bloatware de apps pré-instaladas


Oppo Reno 16

Quente (4/5)
№ 04

Samsung estraga modo de recuperação nos Galaxy

A Samsung fez alterações no modo de recuperação de firmware dos Galaxy, podendo resultar em mais smartphones encravados sem solução.

De forma incompreensível e inexplicável, a Samsung alterou o funcionamento do Download Mode, o ambiente de recuperação utilizado para reinstalar firmware através da ferramenta Odin, tornando o processo de recuperação mais complicado - ou até impossível - em determinadas situações.

Os utilizadores precisam agora de activar o Maintenance Mode através do sistema operativo, ou remover as protecções do ecrã de bloqueio para terem acesso ao modo de recuperação. O problema é que isto faz com que o dito modo de recuperação se torna incapaz de lidar com situações em que uma actualização falha, deixando o sistema incapaz de arrancar. Ou seja, o modo que deveria servir de solução para problemas em que o sistema não arranca, fica impedido de funcionar precisamente no cenário em que o sistema não arranca - e se o sistema não arranca não será possível desactivar as protecções para ter acesso ao Download Mode sem arrancar o sistema.

⚠️⚠️ Every Samsung Galaxy user needs to read this—because your next interrupted update could completely brick your phone into a forced service visit.

Samsung’s new Download Mode gating is a massive architectural failure for emergency recovery.

To enter proper, functional Odin… pic.twitter.com/aluwwfbRAD

— Fahad Ali Javed (@fahadalijaved) September 25, 2026
É completamente ridículo que a Samsung, com décadas de experiência neste segmento, pareça não ter percebido isto (embora, o seu histórico a nível de actualizações de firmware não esteja a correr bem nos últimos tempos). É certo que a Samsung poderá utilizar a desculpa da "segurança" para ter feito estas alterações, mas bastaria permitir usar um código PIN durante o processo de acesso ao Download Mode, que resolveria o problema - isto para não entrar em sistemas mais complexos como o Activation Lock usado pela Apple, que não impede que o utilizador legítimo recupere um iPhone com sistema totalmente corrompido.

Até que o sistema seja revisto, a recomendação é a de desactivar as protecções antes de fazer qualquer actualização do sistema/firmware num Samsung Galaxy, para a eventualidade de algo correr mal e ser necessário recorrer ao Download Mode. É que se não o fizerem e algo correr mal, a única solução é recorrer à assistência técnica para subsituir o smartphone ou a motherboard do mesmo.

№ 05

Google vai lançar satélite AI para o espaço

A Google vai lançar o primeiro satélite "Suncatcher" para avaliar o processamento AI no espaço.

Apenas um ano após ter anunciado o Project Suncatcher, a Google vai lançar o seu primeiro satélite "data center AI" para o espaço. No entanto, há que referir que se trata apenas de um satélite experimental, com capacidade de computação bastante modesta, e com bastantes limitações.

O satélite conta com apenas quatro Tensor Processing Units (TPUs) e uma capacidade semelhante à de um único servidor terrestre. A energia será fornecida por painéis solares capazes de gerar cerca de 1.000 watts, suficientes para alimentar os chips durante as operações. Mas, como apontado pelos críticos, um dos maiores desafios continua a ser o controlo da temperatura: os processadores apenas poderão funcionar por períodos de 15 minutos seguidos, antes de terem que parar para arrefecerem.





Apesar das limitações, o satélite deverá processar pedidos de AI durante cerca de um ano e permanecer em órbita até seis anos antes de reentrar na atmosfera terrestre, recolhendo dados valiosos a nível da resistência à radiação espacial.

A Google planeia ir lançando mais satélites de testes nos próximos anos, mas acredita que poderão ser necessários mais de 15 anos até que verdadeiros "data centers espaciais" se tornem uma realidade. Um prazo bastante mais realista do que as promessas rápidas de alguimas empresas/pessoas, de que os data centers espaciais AI chegarão já no próximo ano.

№ 06

Actualização da Samsung deixa frigoríficos encravados

Num novo caso que relembra os riscos dos smart devices, uma actualização da Samsung inutilizou milhares de frigoríficos na Coreia do Sul.

Uma actualização de firmware SmartThings lançada pela Samsung para os seus frigoríficos inteligentes na Coreia do Sul tornou-se num pesadelo, deixando milhares de electrodomésticos inutilizáveis. O problema surgiu após uma actualização de testes ter sido enviada por engano, fazendo com que os frigoríficos ficassem bloqueados no processo de instalação e - pior que tudo - deixassem de funcionar por completo.

Os clientes começaram a relatar que as portas automáticas deixaram de abrir, a iluminação interior parou de funcionar, e a temperatura começou a subir, deixando os alimentos armazenados em risco. A situação tornou-se ainda mais problemática porque aconteceu poucos dias antes do Chuseok, um dos feriados mais importantes da Coreia do Sul e um fim-de-semana prolongado, celebrado entre 24 e 26 de Setembro. Muitas famílias já tinham armazenado grandes quantidades de alimentos para a ocasião, aumentando os riscos de deterioração de carne, peixe e outros produtos.

Perante a dimensão do problema, a Samsung entrou em modo de emergência e comprometeu-se a restaurar todos os frigoríficos afectados até 24 de Setembro, mobilizando equipas de assistência de emergência para os casos mais urgentes (aparentemente alguns frigoríficos necessitaram de trocar a motherboard). A empresa está também a analisar compensações para os clientes que perderam alimentos.

O incidente volta a levantar questões sobre a crescente dependência de software e funcionalidades inteligentes em electrodomésticos, já que uma simples actualização pode transformar uma casa de sonho num verdadeiro inferno digital, com impacto directo no dia a dia dos consumidores.

№ 07

Photopea alvo de ataque DDoS

O popular "photoshop no browser" - Photopea - está a ser alvo de um ataque DDoS que pede 10 mil dólares de resgate.

Os utilizadores do Photopea, o poderoso programa de edição de imagens que corre inteiramente no browser, têm estado impossibilitados de o utilizar desde ontem. As tentativas de aceder ao site resultam em falhas ou no carregamento parcial, mas sem que seja dado acesso ao site funcional.

O seu criador, Ivan Kutskir, já veio revelar que o site tem estado sob um ataque DDoS de grandes dimensões, e que os atacantes estão a pedir 10 mil dólares de resgate para terminar o ataque e permitir que seja retomado o funcionamento normal.

They are asking me for $10,000 :/ pic.twitter.com/Q7o4JnbHoM

— Photopea (@photopeacom) September 25, 2026
Não se sabe se o ataque terá tido alguma coisa a ver com o facto do developer ser ucrâniano - fazendo suspeitar que se possa tratar de um ataque de um grupo russo de hackers - mas neste tipo de coisas normalmente o dinheiro acaba por o ser o principal motivador, mais que as questões geopolíticas.

Entretanto o site parece ter começado a recorrer à Cloudflare para se tentar proteger contra o ataque, mas até ao momento isso ainda não permitiu regressar à normalidade: o site continua a estar inacessível mesmo após a página de validação da Cloudflare, ou carregando apenas algumas secções do Photopea.

Como não existe nenhuma versão "offline" ou site alternativo, não há muito que se possa fazer, restando apenas esperar que o ataque termine em breve, ou que o Photopea arranje forma de resistir a este ataque.


№ 08

Aqara Hub M3 para domótica a €130

A Aqara tem uma das famílias mais completas e económicas para quem quer criar ou expandir uma casa inteligente.

A Aqara é uma nossa velha conhecida, dos tempos em que já disponibiliza sensores ZigBee de baixo custo que não tinham concorrência. Hoje, trago-vos o seu mais recente hub, o Aqara Hub M3, que chega preparado para lidar com todas as tecnologias do momento, incluindo Matter, Thread, Zigbee, Bluetooth, WiFi, PoE, e até IR - o que o torna numa opção extremamente versátil para lidar com todas as eventualidades. Adicionalmente, conta com ampla compatibilidade com as mais populares plataformas, incluindo o Apple Home, Google Home, Amazon Alexa e, obviamente como não podia deixar de ser, também o Home Assistant.

O Aqara Hub M3 está disponível por 130 euros na Amazon Espanha - activar desconto de 20%.

Há toda uma vasta lista de sensores e dispositivos Aqara, que vão de sensores de movimento, presença, água, temperatura e humidade, a micro-módulos de controlo, interruptores, passando por sensores de fumo, videoporteiros, câmaras, fechaduras electrónicas, lâmpadas, e muito mais - tudo normalmente disponível a preços bastante concorrenciais. O facto do hub contar com integração Matter e Thread também facilita a interoperabilidade com outros dispositivos, pelo que se torna numa excelente opção para quem quiser começar de forma simples, e no futuro contemplar a expansão para cenários mais complexos.


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№ 09

Actualização de Setembro estraga File History no Windows 11

Além de outros problemas, a actualização de Setembro do Windows 11 impede o funcionamento do File History.

É sempre irritante ver qualquer actualização do Windows trazer qualquer bug que seja, mas o caso torna-se ainda mais frustrante quando interfere com funcionalidades de segurança e backup dos ficheiros. A Microsoft confirmou que a actualização de segurança de Setembro de 2026 para o Windows 11 fez com que o File History deixasse de funcionar correctamente em muitos computadores. O problema afecta a atualização KB5124008 e impede a criação ou actualização automática de cópias de segurança, mesmo quando as unidades externas ou localizações de rede estão correctamente configuradas.

O File History é uma das ferramentas integradas do Windows para proteger ficheiros pessoais, criando cópias de segurança automáticas e permitindo restaurar versões anteriores de documentos, fotografias, vídeos e outras pastas importantes. No entanto, após a instalação da actualização, muitos utilizadores começaram a receber avisos para voltar a ligar a unidade de backup, apesar de não haver qualquer problema com elas.
Além disso, a falha também afecta a informação apresentada pelo sistema. Em alguns casos, a data da última cópia de segurança está incorrecta ou desactualizada, dificultando a recuperação de versões anteriores dos ficheiros. A Microsoft refere ainda que alguns sistemas podem registar erros relacionados com os ficheiros FileHistory.exe e KERNELBASE.dll no Event Viewer.

Entretanto foram lançadas novas actualizações para corrigir vários problemas introduzidos em setembro, incluindo falhas no Remote Desktop e áudio USB. A actualização opcional KB5124010 já resolve parte dos problemas do File History, mas alguns utilizadores continuam a reportar comportamentos incorretos. A esperança é que tudo fique devidamente corrigido na actualização cumulativa de Outubro, embora se torne natural temer que novos bugs irão chegar com essa actualização.

№ 10

Actualização de Setembro estraga File History no Windows 11

Além de outros problemas, a actualização de Setembro do Windows 11 impede o funcionamento do File History.

É sempre irritante ver qualquer actualização do Windows trazer qualquer bug que seja, mas o caso torna-se ainda mais frustrante quando interfere com funcionalidades de segurança e backup dos ficheiros. A Microsoft confirmou que a actualização de segurança de Setembro de 2026 para o Windows 11 fez com que o File History deixasse de funcionar correctamente em muitos computadores. O problema afecta a atualização KB5124008 e impede a criação ou actualização automática de cópias de segurança, mesmo quando as unidades externas ou localizações de rede estão correctamente configuradas.

O File History é uma das ferramentas integradas do Windows para proteger ficheiros pessoais, criando cópias de segurança automáticas e permitindo restaurar versões anteriores de documentos, fotografias, vídeos e outras pastas importantes. No entanto, após a instalação da actualização, muitos utilizadores começaram a receber avisos para voltar a ligar a unidade de backup, apesar de não haver qualquer problema com elas.
Além disso, a falha também afecta a informação apresentada pelo sistema. Em alguns casos, a data da última cópia de segurança está incorrecta ou desactualizada, dificultando a recuperação de versões anteriores dos ficheiros. A Microsoft refere ainda que alguns sistemas podem registar erros relacionados com os ficheiros FileHistory.exe e KERNELBASE.dll no Event Viewer.

Entretanto foram lançadas novas actualizações para corrigir vários problemas introduzidos em setembro, incluindo falhas no Remote Desktop e áudio USB. A actualização opcional KB5124010 já resolve parte dos problemas do File History, mas alguns utilizadores continuam a reportar comportamentos incorretos. A esperança é que tudo fique devidamente corrigido na actualização cumulativa de Outubro, embora se torne natural temer que novos bugs irão chegar com essa actualização.

№ 11

Discord começa a estimar idade dos utilizadores

O Discord começou a fazer a estimativa de idades dos utilizadores, com bastantes erros pelo meio.

Depois do desastroso sistema anterior que resultou no roubo de informação privada dos utilizadores, e de meses de adiamento, o Discord começou a implementar um novo sistema de verificação de idade que promete estimar automaticamente a faixa etária dos utilizadores para limitar o acesso a conteúdos para adultos. A implementação está a decorrer gradualmente e deverá chegar a todas as contas nos próximos dias. A mudança surge após críticas ao plano original da plataforma, que exigia a muitos utilizadores o envio de documentos de identificação ou digitalizações faciais.

O novo sistema classifica os utilizadores em três grupos: adultos (18+), adolescentes (13-17 anos) e contas sem idade confirmada. O Discord diz que "mais de 90%" dos utilizadores não terão que verificar manualmente a idade, com o sistema a analisar padrões de utilização, como os servidores frequentados, a actividade da conta e a sua antiguidade, etc. sem aceder a mensagens, chamadas ou outros conteúdos privados. No entanto, o resultado prático está a ser bem diferente, não faltando casos em que utilizadores adultos se vêm classificados "sem idade" e sem acesso aos servidores e canais que usam regularmente.

Discord auto age profiling is starting great.
🤦‍♂️💩 pic.twitter.com/2nizpFglVw

— Carlos Martins (@ptnik) September 24, 2026
Também eu levei com classificação errada, e para piorar, a app nem sequer dava qualquer opção para avançar com a validação da idade (só depois indo ao Discord na web é que aquilo lá acabou por reconhecer que afinal "tenho idade").

Google verifies your age by reading your search history and YouTube watch habits.

Discord verifies your age by reading your community activity and interaction patterns.

Neither asks for your ID for most users.

Both point existing behavioral surveillance at a new compliance… pic.twitter.com/wZsMR5OpHV

— Nym (@nym) September 23, 2026
Quando tal acontece, os utilizadores terão que confirmar a idade através de vários métodos, incluindo cartão de crédito, informações fornecidas pela App Store, Google Play, ou Google Wallet, ou através de serviços especializados de verificação de idade. Tudo coisas que poderão ser encaradas como uma invasão de privacidade, ainda para mais tendo em conta os episódios anteriores do Discord que resultaram no roubo de dados privados de identificação - apesar de agora o Discord assegurar que esse sistema foi totalmente abandonado e agora usa sistemas muito mais seguros.

Claro que, há também quem relembre que o facto do Discord (e também o YouTube) estarem a fazer passar a ideia de que são "amigos dos utilizadores" ao tentarem não pedir documentos para validar a idade, apenas vem dar visibilidade ao tipo de análises que as plataformas fazem sobre os utilizadores, e que lhes permite saber muito mais do que aquilo que a maioria dos utilizadores assume. Basta relembrar todas as categorias de coisas que o Facebook acumulava sobre os utilizadores, há mais de uma década atrás.

№ 12

Elgato Stream Deck MK.2 a €136

Perfeito para quem quer automatizar e ter acesso imediato a inúmeras funções, o Stream Deck MK.2 da Elgato vem com 15 teclas programáveis.

O Stream Deck da Elgato tem sido uma opção popular entre streamers ou pessoas que apreciam a verstilidade de uma série de botões programáveis com mini-ecrãs que facilitam saber o que cada faz. Este novo Stream Deck MK.2 traz algumas melhorias face ao modelo anterior, com um design mais cuidado e profissional, suporte amovível, painéis frontais substituíveis, e cabo USB-C amovível.
O Elgato Stream Deck MK.2 está disponível por 136 euros na Amazon Espanha.

Mesmo sabendo-se que a Elgato disponibiliza a sua app que, de certa forma, permite replicar o funcionamento do Stream Deck num smartphone ou tablet, há quem não dispense a capacidade de ter esses botões programáveis em formato físico e sempre disponíveis sem "prender" o uso do seu smartphone/tablet. Adicionalmente, embora seja um dispositivo muito apreciado por streamers, acaba por poder ser usado em inúmeros outros casos, até mesmo em cenários de trabalho onde se possa ter necessidade recorrente de repetir operações complexas, que aqui poderão ficar acessíveis através de uma só tecla.


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№ 13

iOS 27 vai deixar bloquear acesso aos sensores de movimento

Devido ao comportamento abusivo de certas apps, o iOS 27 vai deixar bloquear o acesso aos sensores de movimento nos iPhones.

Na longa lista de restrições de acesso ao hardware e outras capacidades, o iOS 27.2 (ainda em beta) prepara-se para adicionar mais uma. A Apple está a testar uma nova opção no iPhone que permite bloquear o acesso das apps aos sensores de movimento dos iPhones.

A nova definição, chamada "Restrict Motion Data", impede que as apps utilizem dados do acelerómetro e do giroscópio. Embora a Apple não tenha explicado oficialmente o motivo da novidade, muitos utilizadores acreditam que a medida foi criada para combater os populares anúncios "shake-to-open" presentes em algumas aplicações chinesas, suspeita que parece ser validada pelo facto da opção, por agora, apenas estar disponível para utilizadores com contas da App Store da China.
Estes têm-se tornado numa autêntica praga entre as apps chinesas, com a desculpa de que se precisa "abanar o iPhone" para serem activados; mas que na prática fazem com que a publicidade seja apresentada por coisas tão simples quanto pegar no smartphone, caminhar com ele no bolso, ou durante um solavanco numa viagem de carro - levando à abertura indesejada de páginas promocionais, ou transferências para outras apps.

A prática abusiva tem sido alvo de bastantes críticas, ao ponto de ter levado a Apple a criar mais uma opção de restrição a estes dados. A coisa não vai tão longe quanto bloquear de origem esta permissão (como acontece no acesso à localização, câmaras e microfone) com um pedido expresso de acesso, mas dá aos utilizadores uma forma de impedir que apps abusivas o façam.

№ 14

Google Vids com vídeos AI gratuitos para todos

A Google está a tentar cativar mais utilizadores com vídeos AI gratuitos no Google Vids.

A Google anunciou que a geração de vídeos AI no Google Vids passa a estar disponível gratuitamente para qualquer pessoa com uma conta Google pessoal ou Workspace. A plataforma de criação de vídeos com inteligência artificial, lançada inicialmente para utilizadores empresariais, ganha agora acesso alargado graças à integração do novo modelo Gemini Omni 1.1 Flash-Lite.

Com esta atualização, os utilizadores podem criar vídeos em resolução 1080p sem qualquer custo. Para utilizar a ferramenta, basta aceder ao serviço através do computador e escolher a opção de criação de vídeos com AI. A Google não revelou quais são os limites para os utilizadores gratuitos, embora refira que os planos Google AI oferecem limites de geração superiores e acesso a funcionalidades adicionais.
Todos os vídeos gerados incluem o habitual SynthID, permitindo identificar que o conteúdo foi criado com inteligência artificial. A empresa confirmou também que irá disponibilizar em breve o modelo Gemini 3.8 Flash-Lite Text-to-Speech no Google Vids, que permitirá transformar automaticamente um guião em narração para os vídeos criados pela plataforma, em mais de 100 idiomas.

Embora os modelos de geração de vídeo AI ocidentais pareçam ter ficado para trás face aos modelos chineses (como o MiniMax H3 que tem dado que falar nos últimos tempos), parece que a Google não quer facilitar, relembrando que os utilizadores podem gerar vídeos AI usando as suas ferramentas, sem preocupações em terem ou não hardware capaz para correr localmente os modelos AI da moda.

№ 15

Frigoríficos Samsung encravados por actualização errada

Num novo caso que relembra os riscos dos smart devices, uma actualização da Samsung inutilizou milhares de frigoríficos na Coreia do Sul.

Uma actualização de firmware SmartThings lançada pela Samsung para os seus frigoríficos inteligentes na Coreia do Sul tornou-se num pesadelo, deixando milhares de electrodomésticos inutilizáveis. O problema surgiu após uma actualização de testes ter sido enviada por engano, fazendo com que os frigoríficos ficassem bloqueados no processo de instalação e - pior que tudo - deixassem de funcionar por completo.

Os clientes começaram a relatar que as portas automáticas deixaram de abrir, a iluminação interior parou de funcionar, e a temperatura começou a subir, deixando os alimentos armazenados em risco. A situação tornou-se ainda mais problemática porque aconteceu poucos dias antes do Chuseok, um dos feriados mais importantes da Coreia do Sul e um fim-de-semana prolongado, celebrado entre 24 e 26 de Setembro. Muitas famílias já tinham armazenado grandes quantidades de alimentos para a ocasião, aumentando os riscos de deterioração de carne, peixe e outros produtos.

Perante a dimensão do problema, a Samsung entrou em modo de emergência e comprometeu-se a restaurar todos os frigoríficos afectados até 24 de Setembro, mobilizando equipas de assistência de emergência para os casos mais urgentes (aparentemente alguns frigoríficos necessitaram de trocar a motherboard). A empresa está também a analisar compensações para os clientes que perderam alimentos.

O incidente volta a levantar questões sobre a crescente dependência de software e funcionalidades inteligentes em electrodomésticos, já que uma simples actualização pode transformar uma casa de sonho num verdadeiro inferno digital, com impacto directo no dia a dia dos consumidores.

№ 16

Meta VR Glasses e Muse Charm

No Meta Connect 2026, ficamos a conhecer os novos óculos Meta VR Glasses, óculos Ray-Ban Meta Audio sem câmara, e um divertido Muse Charm.

A Meta aproveitou o evento Connect 2026 para revelar vários novos dispositivos de hardware, incluindo novos óculos de realidade virtual ultra-leves, uma nova versão dos Ray-Ban Meta sem câmaras e um curioso assistente portátil AI chamado Muse Charm.
A principal novidade são os Meta VR Glasses, os primeiros óculos de realidade virtual da empresa concebidos com um design dividido em dois componentes. Os óculos apenas alojam os ecrãs e sensores, enquanto uma pequena unidade concentra todo o processamento e a bateria. Graças a esta abordagem, os óculos pesam apenas 100 gramas. O dispositivo utiliza painéis micro OLED com resolução 5K (2412x2288 por olho) e densidade de 37 pixels por grau, oferecendo também suporte para Dolby Vision - pelo lado negativo, o campo visual reduz-se dos 110°x96° dos Quest 3 para apenas 70°x66°. O sistema de áudio está integrado nas hastes e inclui compatibilidade com Dolby Atmos para som espacial.

Os Meta VR Glasses são usam o novo processador Snapdragon Reality Elite e oferecem até três horas de utilização por carga. A unidade externa suporta carregamento rápido de 45 W. Desta vez a Meta optou por não incluir controladores, apostando na interação feita através do movimentos dos olhos e gestos das mãos. Entre as funcionalidades destacadas encontram-se suporte para filmes 3D, certificação IMAX Enhanced e acesso a jogos através do Xbox Cloud Gaming. A Meta também apresentou a funcionalidade Hologram Calling, que cria uma representação fotorealista do utilizador durante videochamadas, reproduzindo expressões faciais e reações em tempo real.

Os Meta VR Glasses chegarão ao mercado na Primavera de 2027, com preços a partir de 1.299 dólares nos Estados Unidos.

Além dos óculos de realidade virtual (e algumas novidades nos óculos Ray-Ban com ecrã), a Meta revelou os novos Ray-Ban Meta Audio, a primeira versão dos seus óculos inteligentes sem câmaras integradas. O objectivo é oferecer uma alternativa mais discreta para quem pretende usufruir das funcionalidades de áudio e da assistente Meta AI, esquivando-se a todas as polémicas e preocupações relacionadas com a captação de imagens.

Os Ray-Ban Meta Audio pesam apenas 43 gramas e prometem até 12 horas de autonomia, que podem chegar às 48 horas quando utilizados com o estojo de carregamento. Estarão disponíveis em 23 combinações de cores e lentes, incluindo os estilos Clubmaster e Burbank.

Os novos óculos inteligentes chgeam a 13 de outubro por 349 dólares.

Por fim, e em estilo "one more thing", a Meta também aproveitou o evento para mostrar o Muse Charm, um pequeno dispositivo portátil dedicado ao assistente Muse AI que se antecipa a produtos AI esperados de empresas como a Apple e OpenAI. Com dimensões semelhantes às de um smartwatch, o pequeno acessório inclui um avatar interactivo inspirado nos clássicos Tamagotchi e foi concebido para permitir conversas rápidas com o assistente AI da empresa.

O Muse Charm integra toda a experiência do Muse AI, incluindo o modelo de voz em tempo real e o avatar animado, num dispositivo suficientemente pequeno para ser transportado num porta-chaves. O utilizador apenas precisa de tocar no sensor de impressões digitais integrado para iniciar uma conversa, sem necessidade de desbloquear um smartphone ou abrir apps.

A Meta ainda não revelou especificações técnicas nem preços para o Muse Charm, mas confirmou que pretende lançar o dispositivo a tempo da época de Natal deste ano.


№ 17

Earphones Anker Soundcore P31i a €40

Quem for fã dos auriculares bluetooth de tamanho diminuto tem uma gama crescente de opções, onde se incluem estes Anker Soundcore P31i com cancelamento de ruído.

A remoção das fichas de 3.5mm dos smartphones, em tempos uma ficha comum mas que agora se tornou uma raridade, tem obrigado os utilizadores a trocar os seus headphones e earphones com cabo por versões wireless Bluetooth. Embora a oferta nesta área tenha tido um crescimento explosivo nos últimos anos graças a isto, há também uma enorme variedade em termos de qualidade - a todos os níveis - mesmo entre produtos na mesma gama de preços. Modelos como estes Soundcore P31i têm sido dos que mais se destacam na relação qualidade / preço, oferecendo cancelamento de ruído activo - algo que, em tempos, só estava disponível em modelos que custavam substancialmente mais.
Os Anker Soundcore P31i estão disponíveis por apenas 40 euros na Amazon Espanha.

Estes earphones suportam LDAC e Hi-Res Audio para a máxima qualidade, Spatial Audio, e até coisas mais avançadas como a tradução em tempo real (através de app, obviamente). Também como é habitual neste tipo de produtos, a sua caixa de transporte tem uma bateria interna e permite recarregá-los sempre que lá são colocados. Desta forma, a sua autonomia de 10 horas pode ser expandida até um total de 50 horas (40h com o cancelamento de ruído ligado). Também não terão problemas em enfrentar chuva ou sessões de treino mais intenso, graças à sua protecção IP55.


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№ 18

Xiaomi 18 Pro e Xiaomi 18 Pro Max chegam com ecrã privado

Confirmando os rumores, os novos Xiaomi 18 Pro e Xiaomi 18 Pro Max chegam com ecrã de privacidade e os mais recentes chips da Qualcomm.

A Xiaomi apresentou os novos Xiaomi 18 Pro e Xiaomi 18 Pro Max, os primeiros smartphones do mercado a estrearem os mais recentes processadores topo de gama da Qualcomm. O Xiaomi 18 Pro é o primeiro equipamento equipado com o Snapdragon 8 Elite Gen 6, enquanto o Xiaomi 18 Pro Max utiliza o mais potente Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6.

Além dos novos processadores, a série Xiaomi 18 Pro traz várias melhorias importantes, incluindo baterias de maior capacidade, ecrãs de privacidade, câmaras teleobjectivas renovadas, e os característicos ecrãs traseiros que continuam a diferenciar estes modelos da concorrência.
A Xiaomi expandiu significativamente as capacidades do ecrã traseiro, que agora - como não podia deixar de ser - ganham capacidades de inteligência artificial. Os utilizadores podem criar mini apps personalizadas através do assistente Xiao AI. Entre os exemplos demonstrados pela empresa encontram-se lembretes para beber água, temporizadores para cozinhar, e até aplicações de sugestões de receitas. O pequeno ecrã traseiro também pode apresentar widgets, fundos personalizados gerados por AI, e servir como interface para interagir com o Xiao AI. Naturalmente, continua a funcionar como visor para tirar selfies utilizando as câmaras traseiras, facilitando o enquadramente para se obterem fotografias de maior qualidade.

No departamento fotográfico, os dois modelos partilham exactamente o mesmo conjunto de câmaras. O sensor principal é um Light Hunter 960 de 200 MP com tamanho de 1/1.28" e distância focal equivalente a 23 mm. A este junta-se uma câmara periscópica de 200 MP com sensor de 1/1.56" com zoom óptico 3.2x e distância focal equivalente a 75 mm. O conjunto fica completo com uma câmara ultra grande angular de 50 MP com campo de visão de 102 graus.
Na frente encontramos painéis LTPO AMOLED com resolução 2K e taxa de actualização adaptativa entre 1 Hz e 120 Hz. O Xiaomi 18 Pro passa agora a contar com um ecrã de 6.4", enquanto o Xiaomi 18 Pro Max mantém as 6.9". Ambos oferecem um brilho máximo de 4.000 nits e proteção Xiaomi Dragon Crystal Glass 3. Os ecrãs passam a ter sistema de privacidade integrado no hardware do ecrã que reduz significativamente a visibilidade do conteúdo quando observado de ângulos laterais, dificultando que outras pessoas vejam o que está no ecrã. Segundo a Xiaomi, a solução é mais avançada do que a utilizada no Galaxy S26 Ultra da Samsung, permitindo activação automática com base na localização e ocultando notificações, janelas flutuantes, e modos de ecrã dividido. Este modo pode ainda ser activado rapidamente através do novo botão dedicado à AI na lateral do equipamento.

A autonomia também recebeu melhorias. O Xiaomi 18 Pro está equipado com uma bateria de 7.000 mAh, representando um aumento de 11% face à geração anterior. Já o Xiaomi 18 Pro Max inclui uma bateria de 8.500 mAh, cerca de 13% superior à do modelo que substitui. Ambos os smartphones suportam carregamento rápido com fios de 100 W, carregamento sem fios de 50 W e carregamento sem fios reverso de 27 W. Os equipamentos chegam de fábrica com o HyperOS 4 e contam com certificação IP69 para resistência à água e poeiras.
A série Xiaomi 18 Pro fica disponível nas cores preto, branco, rosa e azul. Existe ainda uma edição especial vermelha com elementos transparentes na traseira, para quem se quiser diferenciar.

Na China, os preços começam nos 5.999 yuan (cerca de 785 euros) para o Xiaomi 18 Pro com 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. O Xiaomi 18 Pro Max começa nos 6.999 yuan (aproximadamente 915 euros) na mesma configuração. Há versões com até 16 GB + 1 TB. Resta agora esperar pelo lançamento das versões globais.

№ 19

Motorola apresenta Signature 27

O Motorola Signature 27 é um dos primeiros smartphones equipado com os novos chips Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6 da Qualcomm.

A Motorola apresentou o novo Signature 27 durante a Snapdragon Summit da Qualcomm. O smartphone será um dos primeiros modelos do mercado a chegar equipado com o novo processador Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6, posicionando-se como o próximo topo de gama da marca.

Apesar de ser apenas o segundo equipamento da linha Signature, a Motorola aproveitou a oportunidade para fazer ajustes à nomenclatura. A partir de agora, os dispositivos desta gama passarão a utilizar os dois últimos dígitos do ano em que serão lançados, o que explica a designação Signature 27.

No interior, o novo processador da Qualcomm é acompanhado por um sistema de dissipação ArcticMesh com câmara de vapor 40% maior do que a utilizada na geração anterior. A empresa promete um melhor controlo das temperaturas durante sessões prolongadas de jogos, gravação de vídeo, e outras tarefas exigentes.
No departamento fotográfico, o Signature 27 destaca-se pela presença de um sensor principal Sony LYT-910 de 50 MP com estabilização óptica de imagem (OIS). Temos também uma câmara teleobjetiva periscópica de 200 MP, embora os restantes detalhes do conjunto fotográfico ainda não tenham sido divulgados.
O novo smartphone marca igualmente a estreia da parceria de longo prazo entre a Motorola e a Bang & Olufsen. O Signature 27 será o primeiro equipamento da marca a incluir a tecnologia Audio by B&O, prometendo uma experiência sonora mais premium. O dispositivo estará disponível nas cores Pantone Coal Smoke e Pantone Capulet Olive. Ambas as versões apresentam um acabamento texturizado na traseira. A Motorola confirmou ainda que o Signature 27 receberá sete anos de actualizações do sistema operativo, reforçando o compromisso da empresa com o suporte a longo prazo.

A disponibilidade global está prevista para o final deste ano. A data de lançamento, as especificações completas e os preços serão anunciados pela Motorola nas próximas semanas.

№ 20

Pequim proíbe posse e uso de drones

No China, os residentes de Pequim vêem-se obrigados a desfazer-se dos seus drones.

Podemos associar a China aos impressionantes espectáculos aéros com milhares de drones, mas na capital as regras passam a ser diferentes. A cidade de Pequim vai proibir a posse e uso de drones dentro dos seus limites administrativos a partir de 15 de Novembro. A medida faz parte de um reforço das regras de segurança aérea na capital chinesa, que já tinha proibido a venda destes equipamentos em Maio e restringido fortemente os voos não autorizados (a entrada de drones em Pequim por visitantes e turistas já era proibida.).

As autoridades chinesas justificam as restrições com motivos de segurança, considerando toda a área administrativa de Pequim como espaço aéreo controlado. A decisão surge poucos meses após um acidente, quando uma pequena aeronave colidiu com um arranha-céus da cidade, provocando uma vítima mortal e vários feridos.
Até agora, os proprietários podiam manter os seus drones desde que os registassem com a sua identidade real e cumprissem requisitos específicos. Com as novas regras, mesmo os drones já registados deixarão de ser permitidos dentro da cidade. Quem não cumprir sujeita-se a multas e ter os equipamentos confiscados pelas autoridades.

Para facilitar a transição, estão a ser disponibilizados subsídios para que os proprietários vendam os seus drones em pontos de recolha autorizados - embora com um limite de cerca de 400€, que não agradará a quem tiver drones mais dispendiosos. Como alternativa não muito prática, os utilizadores também poderão transferir os drones para outras regiões da China, onde os drones continuam a ser permitidos (mediante registo obrigatório).