PlanetGeek
№ 01

Fish Audio S2.1 Pro cria vozes naturais em tempo real

A Fish Audio apresentou o seu impressionante S2.1 Pro, que pode replicar vozes com base em poucos segundos de amostra.

A Fish Audio apresentou o S2.1 Pro, o seu mais recente modelo de text-to-speech (TTS) para utilização em produção, destacando-se pelo suporte de 83 idiomas, latência de apenas 90 milissegundos e novas capacidades de clonagem de voz. O modelo já está disponível através da API da empresa e inclui um plano gratuito destinado a programadores e testes, sujeito a limites de utilização razoáveis.

O S2.1 Pro foi desenvolvido para conversas em tempo real, permitindo respostas de voz mais naturais em assistentes virtuais e aplicações AI. Além da latência reduzida, o modelo consegue manter a mesma identidade vocal em todos os idiomas suportados e permite controlar o tom da fala através de instruções inseridas directamente no texto, incluindo efeitos como sussurros, risos, ou diferentes emoções. Também suporta diálogos com vários interlocutores e clonagem de voz a partir de amostras de apenas 10 a 30 segundos.

Today we’ve raised $52M Seed and we are announcing the public launch of S2.1 Pro.

>It can clone a voice from 5 seconds of audio
>2x faster than Cartesia & 1/6th the cost of Eleven Labs
>most expressive model with word level control over emotion, intonation, pacing etc

We… pic.twitter.com/fxC0reL4nZ

— Fish Audio (@FishAudio) July 28, 2026
A demonstração é impressionante, não só a nível de clonagem de voz, como também de lidar com cenários reais como a compreensão de múltiplas pessoas em simultâneo, e de reagir de forma natural.

Segundo a Fish Audio, o novo modelo melhora significativamente o anterior S2-Pro, e integra-se facilmente com plataformas de agentes de IA e sistemas de atendimento por voz, tornando-o adequado para assistentes inteligentes, call centers, e outros serviços de conversação.

№ 02

Satélite de salvamento do Swift está com problemas

O satélite Link tinha por objectivo salvar o telescópio espacial Swift pode, ele próprio, necessitar de salvamento.

A missão Link, desenvolvida pela Katalyst Space Technologies para prolongar a vida útil do telescópio espacial Neil Gehrels Swift Observatory, sofreu um revés poucas semanas após o lançamento. A NASA revelou que o satélite apresentou problemas no sistema de controlo de atitude, entrando em rotação descontrolada, o que provoca falhas intermitentes nas comunicações - dificultando as tentativas de recuperação.

A investigação preliminar indica que duas das três reaction wheels deixaram de funcionar e que o sistema de propulsores a gás frio também perdeu parte da sua capacidade. Estes componentes são essenciais para controlar a orientação do satélite durante a missão, que prevê o encontro e a captura do telescópio Swift antes de elevar a sua órbita para evitar a reentrada na atmosfera terrestre. Apesar da avaria, a missão continua activa. O satélite mantém alimentação elétrica através dos painéis solares e permanece em contacto com as equipas em terra. Para estabilizar a orientação da nave, os engenheiros estão agora a recorrer aos propulsores elétricos a iões, originalmente concebidos para elevar a órbita e não para controlar a orientação do satélite.

De relembrar que esta foi uma missão "feita à pressa", e a custo (relativamente) reduzido face aos projectos tradicionais, que teriam muitos anos de planeamento. Como tal, este tipo de falhas é visto como sendo um dos riscos que se estava disposto a enfrentar numa missão deste tipo. A Katalyst e a NASA estão agora a tentar contornar os problemas actuais, para ver se ultimamente conseguirá cumprir a missão de salvar o telescópio espacial.

№ 03

Monitor portátil Arzopa S1 15.6" USB-C a €87

Expandir a área de trabalho - ou de lazer - de um computador, portátil ou consola, é mais fácil e económico que nunca. Com monitores portáteis USB-C, basta um único cabo para resolver o problema.

Hoje em dia é possível comprar monitores a preços bastante reduzidos; mas nalguns casos é mais conveniente ter algo que se possa transportar para qualquer lado com facilidade. É precisamente para esses casos que monitores USB-C como este monitor portátil Arzopa S1 de 15.6" se tornam numa solução atractiva.
Neste caso, o modelo Arzopa S1 15.6" Full HD USB-C está disponível por 87 euros na Amazon Espanha. Também está disponível uma versão gaming de 16.1" QHD a 180Hz.

Para além da ligação USB-C, estes monitores também permitem a ligação tradicional via HDMI e mini-HDMI, pelo que se tornam apropriados para um vasto conjunto de cenários, quer seja para expandir o ecrã de um portátil, tablet ou smartphone, ou meramente para usar como um ecrã portátil para se ligar a um media-player ou consola de jogos para facilitar a sua utilização sem necessidade de um televisor ou monitor convencional por perto.


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№ 04

Airbus A350-1000ULR completa voo de teste de mais de 24h

Um Airbus A350-1000ULR da Qantas fez um voo de teste de mais de 24 horas, entre a Austrália e França.

O Airbus A350-1000ULR desenvolvido para a Qantas concluiu um voo de teste histórico ao voar 24 horas e 25 minutos sem escalas entre Melbourne (Austrália) e Toulouse (França). O voo estabelece um novo marco para a aviação comercial e demonstra que a companhia australiana está cada vez mais próxima de lançar as rotas ultralongas do Project Sunrise, previstas para 2027.

O novo avião foi concebido especificamente para realizar voos directos entre Sydney e cidades como Londres ou Nova Iorque, eliminando a necessidade de escalas. Para isso, o A350-1000ULR conta com um depósito de combustível adicional, que aumenta a autonomia em cerca de 1.000 milhas náuticas, permitindo percorrer distâncias próximas das 10.000 milhas náuticas (18.520 km).
Durante os testes, a Airbus implementou um sistema de rotação de pilotos para minimizar a fadiga. A versão comercial do avião terá capacidade para 238 passageiros, mas com uma configuração de baixa densidade que privilegia o conforto. Estão previstos espaços dedicados ao bem-estar dos passageiros, incluindo zonas de self-service com bebidas e refeições, e zonas onde poderão caminhar um pouco para "esticar as pernas".

Se o calendário se mantiver, os voos comerciais do Project Sunrise deverão tornar-se os mais longos do mundo, com voos de 21h40m entre Sydney e Nova Iorque, ultrapassando os actuais serviços da Singapore Airlines entre Singapura e Nova Iorque (18-19h).

Apesar dos desafios técnicos, quando se entra nesta escala de voos ultra-longos, na maioria das vezes os problemas deixam de ser propriamente de engenharia, mas sim de logística a nível dos requisitos humanos. Ainda assim, será uma excelente notícia para quem quiser dar literalmente a volta a meio-mundo, sem ter que se preocupar com paragens intermédias.

№ 05

EUA fecham portas aos robots chineses

O Governo dos EUA vai proibir a importação de robots vindos da China - e até os populares robots aspiradores poderão ser afectados.

Os Estados Unidos anunciaram novas restrições à importação de robots fabricados no estrangeiro, numa medida que deverá afectar principalmente os fabricantes chineses. A decisão foi anunciada pela Federal Communications Commission (FCC), que justifica a proibição com preocupações relacionadas com a segurança nacional e a protecção das infraestruturas críticas.

Segundo a FCC, a medida abrange robots móveis equipados com sensores, capacidade de navegação, e ligação à rede, incluindo modelos humanoides, quadrúpedes, e que até pode aplicar-se a robots aspiradores, desde que tenham determinados critérios técnicos. Na prática, muitos equipamentos desenvolvidos na China poderão deixar de entrar no mercado norte-americano sem uma autorização especial. As restrições estendem-se também aos inversores de potência utilizados em sistemas de energia solar e outras soluções de energias renováveis. Embora a FCC diga que a decisão não visa um país específico, é óbvio que a China será a mais afectada, uma vez que tem alguns dos maiores fabricantes mundiais deste tipo de equipamentos.

Os produtos já existentes nos Estados Unidos continuarão a funcionar normalmente e poderão receber actualizações de software até, pelo menos, 1 de Janeiro de 2029. Já os fabricantes que pretendam lançar novos equipamentos no país poderão solicitar uma excepção, mas terão de apresentar planos para transferir parte da produção para território norte-americano.

№ 06

Aqara Hub M3 para domótica a €129

A Aqara tem uma das famílias mais completas e económicas para quem quer criar ou expandir uma casa inteligente.

A Aqara é uma nossa velha conhecida, dos tempos em que já disponibiliza sensores ZigBee de baixo custo que não tinham concorrência. Hoje, trago-vos o seu mais recente hub, o Aqara Hub M3, que chega preparado para lidar com todas as tecnologias do momento, incluindo Matter, Thread, Zigbee, Bluetooth, WiFi, PoE, e até IR - o que o torna numa opção extremamente versátil para lidar com todas as eventualidades. Adicionalmente, conta com ampla compatibilidade com as mais populares plataformas, incluindo o Apple Home, Google Home, Amazon Alexa e, obviamente como não podia deixar de ser, também o Home Assistant.

O Aqara Hub M3 está dispoinível por 129 euros na Amazon Espanha - desconto de 20% aplicado automaticamente no checkout.

Há toda uma vasta lista de sensores e dispositivos Aqara, que vão de sensores de movimento, presença, água, temperatura e humidade, a micro-módulos de controlo, interruptores, passando por sensores de fumo, videoporteiros, câmaras, fechaduras electrónicas, lâmpadas, e muito mais - tudo normalmente disponível a preços bastante concorrenciais. O facto do hub contar com integração Matter e Thread também facilita a interoperabilidade com outros dispositivos, pelo que se torna numa excelente opção para quem quiser começar de forma simples, e no futuro contemplar a expansão para cenários mais complexos.


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№ 07

Google Photos com atalho directo para a câmara

A Google continua a incentivar o uso das ferramentas AI no Google Photos, agora com acesso directo à câmara.

O Google Photos recebeu nova actualização que facilita a utilização das suas ferramentas de edição com inteligência artificial. A app passa agora a incluir um botão flutuante de câmara que permite captar uma fotografia e utilizá-la directamente nas funcionalidades AI, sem que seja necessário sair da app.

Isto fica disponível em ferramentas como Photo Remix e Photo to Video, permitindo tirar uma nova fotografia directamente a partir do ecrã de selecção de imagens. Segundo a Google, a funcionalidade foi criada para quem pretende gerar rapidamente uma imagem de base para experimentar efeitos e edições com AI, tornando todo o processo mais simples e rápido, sem necessidade de andar a saltar continuamente entre as apps.
Além de eliminar a necessidade de alternar entre o Google Photos e a app da câmara, isto resulta num fluxo de trabalho mais eficiente para quem utiliza frequentemente as ferramentas criativas da plataforma. No entanto, as fotografias captadas desta forma são automaticamente guardadas e sincronizadas na biblioteca do Google Photos, pelo que poderá ser necessário rever e apagar as imagens originais caso tenham sido tiradas apenas com o objectivo da edição AI.

Como é habitual, o novo botão flutuante está a ser disponibilizado de forma gradual e poderá demorar algumas semanas até que fique disponível para todos os utilizadores.

№ 08

Como configurar o Point in Time Restore do Windows 11

O novo Point in Time Restore do Windows 11 pode frustrar os utilizadores por não dar opções de configuração directamente acessíveis.

A Microsoft implementou no Windows 11 um novo sistema de segurança chamado Point in Time Restore, que basicamente cria um backup / ponto de restauro a cada dia, de modo a facilitar a recuperação do PC em caso de problemas, para o estado em que estava no dia anterior ou alguns dias antes. É algo positivo, que apenas peca pela habitual tradição da Microsoft em retirar o controlo aos utilizadores.

Alguns utilizadores poderão não se sentir confortáveis com esta funcionalidade estar a gravar diversos gigabytes diariamente no seu SSD e querer fazer alguns ajustes. Infelizmente, ao darem um salto à secção das definições referentes ao Point in Time Restore (em Settings- System - Recovery), vão descobrir que esses ajustes estão bloqueados!
A Microsoft, na sua imensa preocupação com os utilizadores, achou por bem apenas permitir os ajustes para quem tem o Windows 11 Enterprise, deixando os utilizadores com Windows 11 Home e Pro perante ajustes de tempo que estão desactivados. A única opção que podem mexer é activar/desactivar por completo o Point in Time Restore, ou definir o espaço máximo que a funcionalidade poderá ocupar no seu SSD/disco (de origem 2% do espaço). Alterar a frequência e período de retenção dos pontos de restauro não está disponível... de forma directa.

Como alterar os tempos do Point in Time Restore no Windows 11

Continua a ser possível alterar estes valores nos Windows 11 domésticos, mas através da manipulação de valores no Registry Editor.

Para tal teremos que ir até:
HKEY_LOCAL_MACHINE\\SOFTWARE\\Microsoft\\Windows\\CurrentVersion\\Setup\\Recovery\\PITR\\Settings

E alterar/criar a DWORD com nome SnapshotInterval_UX para o número (decimal) desejado de minutos entre pontos de restauro (720 para 12h, 1440 para 24h, 2880 para 48h, etc.).

E a DWORD com nome SnapshotRetention_UX para o período de retenção (que de origem são 72h).

Teria sido extremamente simples para a MS deixar que estes parâmetros ficassem directamente ajustáveis através dos Settings do Windows... mas pronto, é como as coisas são. Assim, podemos mudar as coisas, para só fazer um ponto de restauro a cada 2, 3, ou 4 dias, reduzindo a frequência com o sistema irá escrever potencialmente dezenas de gigabytes no SSD. Ter apenas em conta que, como é um ajuste "não oficial", os valores podem ser alterados automaticamente pelo Windows após uma actualização; pelo que convirá ir espreitando para ver se se mantêm nos valores pretendidos, de tempos a tempos.

№ 09

Bloco de tomadas vertical com USB a €28

Quem preferir ter tomadas em cima da secretária e com fácil acesso, pode fazer um 2-em-1 com este bloco de tomadas vertical com portas USB.

Todos estamos habituados às extensões de tomadas múltiplas que inevitavelmente se espalham pelo chão e servem para multiplicar as sempre concorridas tomadas na parede. Mas, por vezes, pode ser bastante mais prático ter um bloco de tomadas mais acessível em cima da secretária, e este bloco vertical coloca 12 tomadas mesmo ali à mão, e com a vantagem acrescida de que também inclui 4 portas USB (1 USB-C) e cabo extra longo de 5 metros.
Este bloco de tomadas vertical Sameriver 12 tomadas + 4 USB está disponível por 28 euros na Amazon Espanha.

Um detalhe interessante deste bloco é o facto de contar com dois interruptores que permitem ligar / desligar as tomadas ou as portas USB forma independente, para que - por exemplo - possam cortar a alimentação a produtos que não seja preciso deixarem em standby, mas manterem outros que desejem manter ligados, e tem ainda um botão de reset para evitar situações de "tira e mete" a ficha.


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№ 10

WhatsApp ganha chamadas na web

O WhatsApp na web ganha finalmente a capacidade para fazer chamadas de voz e vídeo a partir do browser.

O WhatsApp Web passou finalmente a suportar chamadas de voz e vídeo, eliminando uma das limitações mais pedidas pelos utilizadores da versão para browser. Isto dispensa qualquer instalação adicional e chega acompanhada de outras funcionalidades, como partilha de ecrã, reações durante as chamadas, e um novo separador dedicado ao histórico e favoritos das chamadas.

Tal como acontece nas restantes versões da app, todas as chamadas efectuadas através do WhatsApp Web são protegidas por encriptação de ponta a ponta, não têm limite de duração, e não implicam custos adicionais. Outra novidade é a possibilidade de transferir uma chamada entre dispositivos sem interromper a conversa, permitindo alternar entre o smartphone, o WhatsApp Web, e a app para computador de forma contínua.

O WhatsApp implementou também uma sala de espera para chamadas criadas através de links de convite. Quando a opção "Require approval to join" estiver activa, os participantes terão que aguardar pela aprovação do anfitrião antes de poderem entrar na chamada. A plataforma passa também a disponibilizar supressão de ruído, reduzindo os sons de fundo para melhorar a qualidade da voz durante as conversas. Por fim, as videochamadas em HD passam a estar disponíveis desde os primeiros segundos da ligação, eliminando o atraso habitual até a qualidade máxima ser atingida.

A funcionalidade de chamadas no WhatsApp web está a ser disponibilizada de forma gradual, podendo demorar algumas semanas a chegar a todos os utilizadores.

№ 11

Apple prepara Home Hub com ecrã

Depois de vários anos de rumores, é esperado que a Apple lance finalmente o seu Home Hub com ecrã ainda este ano.

Segundo os mais recentes rumores, a Apple poderá lançar o novo Home Hub perto do final deste ano ou no início de 2027. O dispositivo será um smart speaker com um ecrã de 7" e terá como principal destaque a nova Siri AI, assumindo-se como o centro do ecossistema de casa inteligente da empresa (HomeKit).

O Home Hub deverá estrear um novo sistema operativo baseado no tvOS, combinando elementos do iOS, watchOS e tvOS. A interface incluirá uma grelha de aplicações, widgets e mostradores personalizáveis. A Apple espera que os utilizadores instalem vários destes ecrãs pela casa, estando previstas versões para colocar sobre uma superfície ou fixar na parede. Outra das novidades será a integração de câmaras com reconhecimento facial, permitindo identificar quem está a utilizar o dispositivo e apresentar informações personalizadas. A interface também deverá adaptar-se automaticamente à distância do utilizador, aumentando ou reduzindo o tamanho dos elementos no ecrã conforme a pessoa se aproxima ou afasta - algo que também já tem sido explorado pelos smarts screens da Google / Nest.

O Home Hub suportará ainda chamadas FaceTime, monitorização de segurança doméstica e uma função de intercomunicador entre vários dispositivos instalados na mesma casa. Além disso, a Apple estará a desenvolver uma versão mais avançada com um ecrã de 9" montado num braço robótico, bem como uma nova câmara de segurança para competir com as soluções da Ring. É também esperada uma nova Apple TV 4K, e um HomePod mini actualizado, que deverão chegar também ainda este ano.

№ 12

Project Panama da Anthropic destruiu milhões de livros para treinar AI

A Anthropic e outras empresas, estão a destruir livros no processo de treino dos seus modelos AI.

Embora a Google possa levar vantagem devido ao projecto Google Books iniciado há mais de duas décadas, surgem relatos preocupantes do que as novas empresas de AI - como a Anthropic - estão a lidar com os livros para obter dados de treino.

Várias empresas de inteligência artificial estarão a comprar milhões de livros em papel para os digitalizar e utilizar como dados de treino para os seus modelos, recorrendo a empresas intermediárias para evitar atenção pública. Segundo uma investigação recente, estas aquisições em massa têm aumentado significativamente nos últimos tempos, com livreiros a reportarem encomendas invulgares que chegam a incluir centenas de milhares de livros de uma só vez.

O interesse nestas obras deve-se ao facto dos modelos AI necessitarem de conteúdos escritos por humanos, com procura especial para os livros da era pré-AI, que ficam automaticamente livres do risco de poderem ter sido eles próprios escritos com auxílio de ferramentas inteligência artificial. Estes livros são considerados fontes de dados de maior qualidade e menos "contaminadas". Mas o maior problema é o processo de digitalização em si: em vez de ser feito de forma cuidada, estes livros são submetidos a processos industriais destrutivos, com a lombada cortada para facilitar a separação e digitalização das páginas, resultando na destruição de livros raros.

🦔AI companies are bulk-buying rare books, scanning them through high-speed machines that cut the spines off, and shredding the originals. A service called ISBNdb facilitates orders of up to a million books and keeps buyers anonymous. Pre-2022 books are premium because they're… pic.twitter.com/0YPd8N2oi5

— Hedgie (@HedgieMarkets) July 27, 2026

I'm a second-generation bookseller. My family runs Houston's largest used & rare bookstore and I'm building an AI tool for used bookstores. We got hit by exactly these orders, including a single order for 70 obscure books that made us pause online sales entirely. So I dug in. I… https://t.co/IK7OE8f1DG

— Charlie D. Becker (@charliedbecker) July 28, 2026

btw anthropic's internal document on this literally said "we don't want it to be known that we are working on this.”

it was called project panama.

here's exactly what happened:

1: anthropic concluded that books were the cheapest way to build a world-class model because they… https://t.co/27sUAVVnkL

— Ole Lehmann (@itsolelehmann) July 27, 2026

Some folks don’t believe that a “principled AI company” would destroy books after they suck out all the information for their models, even one-of-a-kind books and manuscripts.

Here it is admitted in open court. https://t.co/Wh4ONvsjbi pic.twitter.com/PHrqYFCjOG

— Brian Roemmele (@BrianRoemmele) July 27, 2026
Curiosamente, Elon Musk reagiu rapidamente, dizendo que a SpaceXAI perservará livros raros, digitalizando-os sem os destruir:

I’ve asked the SpaceXAI team to preserve any rare books in a library and scan them the hard way vs just cutting off the spine and scanning

— Elon Musk (@elonmusk) July 27, 2026
Como se pode imaginar, a destruição de livros está a gerar polémica, e não ajudará que empresas como a Anthropic tenham visto documentos internos a frisar deliberadamente que este tipo de processo deveria ser mantido em segredo e longe do conhecimento público. Por outro lado, isto acaba por ser um reflexo das leis de copyright, com editores e autores a exigirem que, quando um livro é "usado", então não deverá poder ser revendido ou reutilizado - o mesmo tipo de problema que a Google enfrentou durante décadas e que acabou por praticamente levar ao fim do projecto Google Books.

Agora, chegamos a um ponto em que, vez do foco da digitalização dos livros ser a sua preservação e disponibilização ao público, essa informação ficará fechada em modelos AI proprietários, com o cúmulo de que, tal poderá ter sido feito sacrificando o último exemplar de um livro físico que nunca mais ficará disponível para a posteridade.

№ 13

SignalRGB cria mini PC feito de RAM

A SignalRGB fez um pequeno mini-PC inspirado na Steam Machine, mas com memória com fartura.

A SignalRGB criou um invulgar mini PC gaming que brinca com o facto da Steam Machine da Valve ter chegado com memória que alguns consideram insuficiente. Aqui os módulos de memória RAM tornam-se no elemento principal do design. Baptizado de RAM Machine, o sistema utiliza 36 módulos de RAM como revestimento da caixa, incluindo 16 módulos RGB sincronizados através do SignalRGB, criando um visual único que dificilmente passará despercebido.

Apesar do aspeto extravagante, o hardware é bastante convencional. No interior encontra-se um Intel Core Ultra 5, uma GeForce RTX 5060, uma motherboard B860-I, uma fonte de alimentação de 750 W, 32 GB de memória DDR5-8200 da Patriot e um SSD Patriot de 2 TB com velocidades até 7.400 MB/s. Como curiosidade, apesar da profusa iluminação RGB das memórias RAM da caixa, a memória no interior não possui iluminação RGB.
A estrutura exterior, composta pelos 36 módulos de RAM decorativos, pode ser removida por completo para facilitar o acesso aos componentes internos. Um ventilador RGB de grandes dimensões instalado na parte inferior ajuda a manter o sistema fresco, compensando o espaço reduzido típico de um formato mini-ITX.

Este mini-PC não está disponível para compra directa; em vez disso está a ser oferecido através de um passatempo que decorre até 7 de Setembro de 2026. Importa frisar que os módulos de RAM instalados no exterior são apenas decorativos e não aumentam a capacidade de memória nem estão ligados ao sistema, servindo apenas como elemento decorativos - caso contrário, seria quase certo que a "caixa" valeria bastante mais que o PC em si.

№ 14

Módulo de tomadas Aonoka com 3 USB + 3 tomadas a €22

Uma excelente opção para quem tem que lidar com um número crescente de dispositivos USB para recarregar, é usar um módulo de tomada com portas USB integradas, como é o caso deste módulo de tomada Aonoka com 3 tomadas mais 3 USB.

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas estes módulos de tomada com portas USB integradas acabam por ser uma solução bastante atractiva, já que permitem manter a utilidade da tomada original, mas adicionando portas USB adicionais para carregarem outros equipamentos sem necessidade de carregadores individuais.
Este módulo de tomada Aonoka com 3 tomadas mais 3 USB (2x USB-C, 1x USB-A) está disponível por apenas 22 euros na Amazon Espanha.

As portas USB podem fornecer até 20W PD e 18W QC, suficiente para assegurar um carregamento rápido na maioria dos dispositivos sem necessidade de ocupar uma tomada com um carregador USB dedicado. Como particularidade adicional, a ficha rotativa na traseira permite colocar o módulo na horizontal ou vertical, conforme seja mais conveniente, e ainda conta com práticos interruptores individuais para cada tomada e para as portas USB, para eliminar os chamados consumos "fantasma" de equipamentos em standby.

É uma opção bastante interessante, especialmente para locais como casas de banho ou cozinhas, onde será conveniente manter o acesso à tomada eléctrica, mas ainda assim arranjar forma de recarregar aparelhos via USB - não só os habituais smartphones e tablets, mas também coisas como colunas Bluetooth, relógios, iluminação recarregável, escovas de dentes e máquinas de barbear, etc.


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№ 15

Módulo de tomadas Aonoka com 3 USB + 3 tomadas a €22

Uma excelente opção para quem tem que lidar com um número crescente de dispositivos USB para recarregar, é usar um módulo de tomada com portas USB integradas, como é o caso deste módulo de tomada Aonoka com 3 tomadas mais 3 USB.

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas estes módulos de tomada com portas USB integradas acabam por ser uma solução bastante atractiva, já que permitem manter a utilidade da tomada original, mas adicionando portas USB adicionais para carregarem outros equipamentos sem necessidade de carregadores individuais.
Este módulo de tomada Aonoka com 3 tomadas mais 3 USB (2x USB-C, 1x USB-A) está disponível por apenas 22 euros na Amazon Espanha.

As portas USB podem fornecer até 20W PD e 18W QC, suficiente para assegurar um carregamento rápido na maioria dos dispositivos sem necessidade de ocupar uma tomada com um carregador USB dedicado. Como particularidade adicional, a ficha rotativa na traseira permite colocar o módulo na horizontal ou vertical, conforme seja mais conveniente, e ainda conta com práticos interruptores individuais para cada tomada e para as portas USB, para eliminar os chamados consumos "fantasma" de equipamentos em standby.

É uma opção bastante interessante, especialmente para locais como casas de banho ou cozinhas, onde será conveniente manter o acesso à tomada eléctrica, mas ainda assim arranjar forma de recarregar aparelhos via USB - não só os habituais smartphones e tablets, mas também coisas como colunas Bluetooth, relógios, iluminação recarregável, escovas de dentes e máquinas de barbear, etc.


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№ 16

Falha na Xbox deixou jogadores sem jogos

Uma falha que durou quase um dia impediu os jogadores Xbox de usarem as suas consolas.

A Microsoft confirmou que os serviços Xbox Live já foram totalmente restaurados após uma falha que impediu milhares de jogadores de iniciarem sessão e acederem às suas bibliotecas de jogos, ou efectuarem compras na plataforma. Segundo a actualização mais recente da empresa, a maioria dos utilizadores já consegue utilizar os serviços normalmente.

Durante a interrupção, várias funcionalidades essenciais ficaram indisponíveis, incluindo Account & Profile, Store & Subscriptions, Games & Gaming e Apps & Mobile. Algumas horas antes da resolução completa, a Microsoft já tinha indicado que a recuperação estava em curso e que a maioria dos jogadores voltava gradualmente a conseguir iniciar jogos. A Xbox Status Page confirma que todos os principais serviços voltaram a estar operacionais. No entanto, alguns utilizadores continuaram a relatar dificuldades ocasionais, embora em número bastante inferior ao registado durante o pico da falha, indicando que os problemas podem ter-se mantido por mais algum tempo. A MS promete para breve um relato detalhado do que aconteceu, e medidas para que não se volte a repetir.

Esta falha acontece num momento crítico em que tem havido grande polémica sobre a intenção da Sony de acabar com discos físicos na futura geração PlayStation 6, e demonstra que não é por se ter um jogo em formato físico que se fica automaticamente com a garantia de que o mesmo poderá ser jogado: nesta falha, os jogadores Xbox não puderam jogar os jogos, mesmo que tivessem os discos respectivos.

№ 17

Falha na Xbox deixou jogadores sem jogos

Uma falha que durou quase um dia impediu os jogadores Xbox de usarem as suas consolas.

A Microsoft confirmou que os serviços Xbox Live já foram totalmente restaurados após uma falha que impediu milhares de jogadores de iniciarem sessão e acederem às suas bibliotecas de jogos, ou efectuarem compras na plataforma. Segundo a actualização mais recente da empresa, a maioria dos utilizadores já consegue utilizar os serviços normalmente.

Durante a interrupção, várias funcionalidades essenciais ficaram indisponíveis, incluindo Account & Profile, Store & Subscriptions, Games & Gaming e Apps & Mobile. Algumas horas antes da resolução completa, a Microsoft já tinha indicado que a recuperação estava em curso e que a maioria dos jogadores voltava gradualmente a conseguir iniciar jogos. A Xbox Status Page confirma que todos os principais serviços voltaram a estar operacionais. No entanto, alguns utilizadores continuaram a relatar dificuldades ocasionais, embora em número bastante inferior ao registado durante o pico da falha, indicando que os problemas podem ter-se mantido por mais algum tempo. A MS promete para breve um relato detalhado do que aconteceu, e medidas para que não se volte a repetir.

Esta falha acontece num momento crítico em que tem havido grande polémica sobre a intenção da Sony de acabar com discos físicos na futura geração PlayStation 6, e demonstra que não é por se ter um jogo em formato físico que se fica automaticamente com a garantia de que o mesmo poderá ser jogado: nesta falha, os jogadores Xbox não puderam jogar os jogos, mesmo que tivessem os discos respectivos.

№ 18

Kimi K3 disponibilizado em open-source

Tal como tinha prometido, o mais recente Kimi K3 foi disponibilizado (parcialmente) como open-source.

Depois do seu lançamento mediático, a Moonshot AI cumpriu o compromisso de disponibilizar os pesos do seu novo modelo Kimi K3, permitindo que empresas e programadores executem o modelo AI nos seus próprios servidores ou façam alterações. A medioda reacende a discussão entre modelos AI fechados de empresas como a OpenAI e a Anthropic, e os modelos abertos, especialmente porque este modelo atinge um desempenho próximo dos modelos fechados mais avançados do mercado.

Segundo a Moonshot AI, o Kimi K3 consegue rivalizar com modelos de última geração, aproximando-se do desempenho do GPT-5.6 Sol e do Claude Fable nalgumas tarefas, superando gerações modelos AI ocidentais lançados há poucos meses. Adicionalmente, o modelo é susbtancialmente mais barato de executar, podendo ser até dez vezes mais económico graças a um sistema de cache que reduz o custo de processamento.

Releasing the model weights and technical report of Kimi K3.

Kimi K3 is our most capable model: a 2.8T MoE model with native visual understanding and a 1M-token context window.

New model architecture: 2.5x the intelligence per unit of compute, not just more params.

Alongside… pic.twitter.com/Yz5uWeMbIm

— Kimi.ai (@Kimi_Moonshot) July 27, 2026
Parte desta eficiência resulta da arquitectura utilizada. O Kimi K3 recorre a um sistema Mixture of Experts (MoE), activando apenas 104.2 mil milhões dos seus 2.8 biliões de parâmetros em cada tarefa. Além disso, utiliza formatos de baixa precisão para reduzir o consumo de memória, e uma nova tecnologia chamada Kimi Delta Attention que substitui os métodos tradicionais de gestão de memória, diminuindo ainda mais os requisitos de hardware e o tempo de execução.

Embora os pesos do Kimi K3 sejam públicos, o modelo não é totalmente open-source, já que o processo de treino e os conjuntos de dados continuam proprietários. A licença também não permite um uso totalmente livre, ressalvando que grandes empresas ou serviços de grande dimensão possam ter que pagar por ele em vez de o usarem de forma totalmente gratuita.

№ 19

Kimi K3 disponibilizado em open-source

Tal como tinha prometido, o mais recente Kimi K3 foi disponibilizado (parcialmente) como open-source.

Depois do seu lançamento mediático, a Moonshot AI cumpriu o compromisso de disponibilizar os pesos do seu novo modelo Kimi K3, permitindo que empresas e programadores executem o modelo AI nos seus próprios servidores ou façam alterações. A medioda reacende a discussão entre modelos AI fechados de empresas como a OpenAI e a Anthropic, e os modelos abertos, especialmente porque este modelo atinge um desempenho próximo dos modelos fechados mais avançados do mercado.

Segundo a Moonshot AI, o Kimi K3 consegue rivalizar com modelos de última geração, aproximando-se do desempenho do GPT-5.6 Sol e do Claude Fable nalgumas tarefas, superando gerações modelos AI ocidentais lançados há poucos meses. Adicionalmente, o modelo é susbtancialmente mais barato de executar, podendo ser até dez vezes mais económico graças a um sistema de cache que reduz o custo de processamento.

Releasing the model weights and technical report of Kimi K3.

Kimi K3 is our most capable model: a 2.8T MoE model with native visual understanding and a 1M-token context window.

New model architecture: 2.5x the intelligence per unit of compute, not just more params.

Alongside… pic.twitter.com/Yz5uWeMbIm

— Kimi.ai (@Kimi_Moonshot) July 27, 2026
Parte desta eficiência resulta da arquitectura utilizada. O Kimi K3 recorre a um sistema Mixture of Experts (MoE), activando apenas 104.2 mil milhões dos seus 2.8 biliões de parâmetros em cada tarefa. Além disso, utiliza formatos de baixa precisão para reduzir o consumo de memória, e uma nova tecnologia chamada Kimi Delta Attention que substitui os métodos tradicionais de gestão de memória, diminuindo ainda mais os requisitos de hardware e o tempo de execução.

Embora os pesos do Kimi K3 sejam públicos, o modelo não é totalmente open-source, já que o processo de treino e os conjuntos de dados continuam proprietários. A licença também não permite um uso totalmente livre, ressalvando que grandes empresas ou serviços de grande dimensão possam ter que pagar por ele em vez de o usarem de forma totalmente gratuita.

№ 20

Apple lança iOS 26.6

A Apple lançou o iOS 26.6, com melhorias de segurança e que prepara a chegada do iOS 27.

A Apple começou a disponibilizar o iOS 26.6 e o iPadOS 26.6, actualizações que corrigem 78 vulnerabilidades de segurança - um número elevado que, ao estilo do que aconteceu com a recente actualização do Windows - se deve à ajuda da AI na detecção de falhas. Devido ao elevado número de correçcões, é recomendado que os utilizadores instalem a actualização o mais rapidamente possível através de Definições > Geral > Actualização de Software.

Além das correções de segurança, o iOS 26.6 prepara os dispositivos para a chegada do iOS 27, introduzindo optimizações no índice de pesquisa do Spotlight - o processo que tem sido criticado por ser demasiado demorado no iOS 27. Estas alterações são essenciais para suportar as novas funcionalidades do Spotlight e da Siri, que passarão a utilizar um sistema de indexação mais avançado para pesquisar conteúdos armazenados no dispositivo. A Apple optou por começar a fazer este processo antecipadamente, porque os testes com a versão beta do iOS 27 mostraram que a reindexação pode demorar vários dias, ou até mais de uma semana, dependendo da quantidade de dados existente. Ao iniciar parte deste trabalho agora, a empresa pretende tornar a atualização para o iOS 27 mais rápida e transparente.

O iOS 26.6 inclui ainda um novo aviso chamado "Blocked Contacts Limit Reached", que informa o utilizador quando for atingido o limite de contactos bloqueados (algo que antes nunca se conseguia saber), a par de algumas melhorias como a limpeza da contagem do número de "copy-pastes" (que se tornou mais visível graças à app Loupe) e que podia ser usado para ajudar a identificar iPhones através das técnicas de fingerprinting.

Para quem for mais aventureiro, o iOS 27 está diponível em versão beta pública, para quem o quiser experimentar desde já.