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Have I Been Pwned passa(rá) a Open Source

08-08-2020 | 20:00 | Aberto até de Madrugada


O popular serviço de alerta e verificação de passwords expostas Have I Been Pwned vai passar a projecto open-source, disponibilizando o seu código base para que possa pertencer e ser melhorado pela comunidade.

O Have I Been Pwned começou por ser uma simples base de dados que ia acumulando todas as passwords que iam sendo divulgadas na net oriundas de bases de dados roubadas, partilhadas em fóruns de hackers; e que permitia alertar os utilizadores sempre que por lá aparecesse alguma associada ao seu email. Mas isso foi apenas o primeiro passo.

O processo evoluiu ao longo dos anos, resultando na criação de um sistema de verificação de passwords que, de forma segura, permite também determinar se também uma qualquer password já consta dessa base de dados, mas salvaguardando que o acto de perguntar se a password existe a ponha automaticamente em risco. É um sistema de segurança criado por um engenheiro da Cloudflare conhecido por k-Anonimity, e que tem sido adoptado por múltiplos serviços de gestão de passwords e browsers.

Troy Hunt, o actual responsável Have I Been Pwned já tentou encontrar um comprador para o serviço, mas não é fácil encontrar alguém que se comprometa a manter a ideologia de funcionamento e ofereça as garantias de que não irá dar mau uso ao repositório de passwords que acumulou. Daí a intenção de disponibilizar o código como open-source (o que não inclui a bade de dados com as passwords) para que, de alguma forma, o projecto se possa tornar em algo comunitário, que possa ganhar uma vida própria e dispensar a sua atenção e dedicação constante, como tem acontecido até ao momento.

Isso é algo que ainda não será feito de momento e de uma só vez, já que ele diz que o código actual é uma autêntica "manta de retalhos" impróprio para consumo. Mas, ao longo dos próximos tempos, irá sendo feito de forma faseada, por módulos, até que finalmente atinja o seu propósito.

Como fazer um candeeiro LED de mesa com Bluetooth

08-08-2020 | 17:30 | Aberto até de Madrugada


Se procuram um candeeiro LED para por ao lado da cama, ou para dar um pouco de cor a qualquer sala, espreitem este Pixel Smart Lamp com um Arduino e app de controlo via Bluetooth.

Hoje em dia é fácil adicionar um pouco de cor a qualquer local usando uma lâmpada inteligente ou fita de LEDs RGB. Mas desta vez trago-vos um projecto mais interessante, que combina vários elementos base que fornecerão um excelente percurso educativo que permitirá maiores aventuras futuras.

Este projecto Pixel Smart Lamp não só ensina a criar um candeeiro LED RGB com iluminação programável, mas adiciona-lhe também um relógio com display numérico invisível (ilumina-se através do laminado da madeira), e conta com ligação Bluetooth com uma app no smartphone que permite configurar diferentes efeitos luminosos, como simulação de chamas, modo arco-íris, e outros.

Como sempre, a melhor parte é depois sentirem-se inspirados para fazerem as alterações que bem entenderem, ou de usarem aquilo que aprenderam em projectos futuros mais ambiciosos.

Purificador de ar Xiaomi Smart Air Purifier Pro a €178

08-08-2020 | 15:30 | Aberto até de Madrugada


Ideal para quem quiser manter a sua casa com ar livre de pó e demais partículas indesejadas, o Xiaomi Smart Air Purifier Pro é uma das opções mais recomendadas para manter o ar limpo.

A Xiaomi tem vários modelos de purificadores de ar, mas neste caso trata-se do Xiaomi Smart Air Purifier Pro, o seu modelo de maiores dimensões que é adequado para divisões com até 60 m2 (existem dois modelos maiores, o ProH e o Max, para áreas de 72 m2 e 84 m2, mas que são apenas destinados ao mercado chinês).


O Xiaomi Smart Air Purifier Pro está disponível por 178 euros usando-se o código de desconto BGPROCZ8, com envio da Europa.

Contando com integração com a app Mi Home, é bastante fácil criar automações para ligar / desligar este purificador de ar; que tem como vantagem adicional contar com modo de funcionamento nocturno ultra-silencioso, que permite que seja deixado a funcionar mesmo durante a noite - e mesmo para quem for "esquisito" com os ruídos. Tenho um a funcionar diariamente há vários anos (apenas sujeito à limpeza / substituição do filtro quando necessário), e recomendo.

Podes acompanhar as melhores promoções diárias no nosso grupos AadM Promos no Facebook.

Oppo Find X2 Lite e Oppo A91 frente a frente

08-08-2020 | 15:21 | Apps do Android


A Oppo tem feito uma forte aposta no mercado ocidental, estando desde Abril disponível oficialmente em Portugal, e tivemos oportunidade de por frente a frente dois dos seus modelos mais populares: o Find X2 Lite e o A91.



Os Oppo Find X2 Lite e o A91



Estes Oppo Find X2 Lite e o A91 são curiosos, porque são smartphone que são praticamente indistinguíveis fisicamente, com as diferenças a fazerem-se sentir apenas no hardware utilizado no seu interior, com o Find X2 Lite a optar por um Snapdragon 765 com 5G, enquanto o A91 se fica por um mais modesto Helio P70 (MediaTek MT6771). À data da realização deste comparativo, o Find X2 Lite tinha o ColorOS 7, com o A91 a fica-se ainda pelo ColorOS 6.1.




As especificações confirmam as semelhanças visíveis a olho nu: ecrã AMOLED de 6.4" (2400x1080) com sensor de impressões digitais integrado e pequeno notch central para a câmara frontal, 8GB de RAM, 128GB (+microSD no A91), Dual SIM, e conjunto quad-cam de 48MP + 8MP ultrawide + 2MP mono + 2MP depth (embora com objectivas ligeiramente melhores nas câmaras principais do Find X2 Lite). Na câmara frontal temos uma de 32MP no Find X2 Lite, e uma de 16MP no A91, com a bateria a ter capacidade idêntica de 4025mAh mas contando com carregamento rápido VOOC 4.0 de 30W no primeiro e VOOC 3.0 de 20W no segundo.




A nível de acabamentos estamos perante smartphones que nada ficam a dever a qualquer topo de gama, e com as cores a proporcionarem um agradável efeito em função da incidência da luz. A traseira é em plástico em vez de vidro, mas até se pode considerar isso preferível em termos de resistência às inevitáveis quedas.



Também um gesto simpático: ambos incluem uma capa de protecção transparente, que permite salvaguardar contra riscos sem impedir que se aprecie a cor escolhida.


Em funcionamento



O ColorOS traz algumas alterações ao Android de base mas, na sua maior parte, não são alterações assim tão significativas ou intrusivas que impeçam uma fácil adaptação por quem vier de qualquer outra variante de Android. Entre ambos as diferenças só se notam lado a lado, e por culpa do A91 ainda ter o Color OS 6.1 baseado em Android 9, enquanto o Find X2 Lite já tem o ColorOS 7 baseado no Android 10 - com isso a fazer-se notar em coisas como o menu de atalhos lateral, ou no control panel na área das notificações.



De resto, embora ambos se comportem relativamente bem, é notório que o Find X2 Lite se consegue mexer de forma bastante mais desembaraçada, com um salto aos benchmarks a revelar isso mesmo: no Geekbench o modelo com Snapdragon 765 destaca-se claramente do modelo com o chip Mediatek, obtendo 606 vs 287 pontos no processamento single-core. Uma diferença substancial, mas que não será de todo inesperada, considerando o diferencial de preço entre os modelos.


Quanto ao 5G, é uma das mais-valias do Find X2 Lite, mas de benefício altamente dependente do local por onde andarem e da cobertura que tiverem, não sendo algo que por agora me pareça ser de importância crítica (uma vez que por aqui ainda não tenho cobertura 5G). Outro ponto que importa referir, estes modelos não vêm com o nível de DRM necessário para terem acesso aos conteúdos em Full HD na Netflix e Amazon Prime, o que também os penaliza para o uso nesses serviços.


Câmaras



A Oppo não "inventa" nas câmaras, apresentando um interface idêntico ao de outros modelos, com vários modos de fotos acessíveis de forma rápida, e uma secção que dá acesso a modos adicionais como timelapse, sobreposição de autocolantes, modo Pro com ajustes manuais, e até o Google Lens.


Os resultados são bastante bons, mas existe processamento em excesso no A91 que carrega na saturação e nos filtros de definição, tornando as imagens mais contrastadas e com maior nitidez aparente do que no Find X2 Lite. Em muitos casos, o resultado torna-se até mais "agradável" à vista, embora não signifique seja efectivamente "melhor".

Find X2 Lite à esquerda; A91 à direita 







Apreciação final



A Oppo apostou numa fórmula curiosa e bastante interessante, ao criar dois modelos que são virtualmente idênticos, mas com o "miolo" do hardware bastante diferenciado, resultando em dois modelos para segmentos completamente distintos em termos de preço. É precisamente isso que é preciso ter em conta, já que todas as limitações do A91, como o desempenho mais modesto, deixam de poder ser consideradas como um ponto negativo quando vistas por essa perspectiva. Afinal, o Oppo Find X2 Lite é um smartphone que vai para os 469 euros, enquanto o Oppo A91 se fica pelos 279 euros.

São por isso dois modelos recomendados, com o A91 a poder até sair beneficiado, por oferecer quase tudo o que o Find X2 Lite tem de bom, mas a quase metade do preço; enquanto este último já se intromete num patamar onde começam a surgir modelos com outros argumentos, como ecrãs de 90Hz, etc.


Oppo Find X2 Lite / Oppo A91
Quente / Quente

Prós (Find X2 Lite)

  • Qualidade de construção
  • Desempenho
  • Câmaras

Contras (Find X2 Lite)
  • Ausência de ecrã a 90Hz
  • Sem Netflix em Full HD


Prós (A91)
  • Qualidade de construção
  • Câmaras
  • Preço
  • Ecrã

Contras (A91)
  • Processamento excessivo nas fotos
  • Sem Netflix em Full HD



Oppo Find X2 Lite / Oppo A91

Quente (4/5)

Star Citizen começa a esgotar a paciência dos fãs

08-08-2020 | 13:30 | Aberto até de Madrugada


Em 2015 falávamos dos atrasos do Star Citizen e se este jogo alguma vez seria terminado, passados cinco anos, o jogo continua a ficar visualmente mais impressionante, mas a pergunta mantém-se: será que alguma vez teremos o Star Citizen finalizado - ou estará o projecto destinado ao fracasso assim que a frustração dos fãs se sobrepuser à expectativa das promessas?

Vamos à parte positiva. O jogo tem tido evoluções constantes e com direito a comunicados regulares da equipa. Os mais recentes vídeos mostram o que tem sido feito, e não há dúvidas de que se trata de um jogo impressionante, quer em aspecto, quer em escala das suas ambições.





O grande problema é que não se pode ignorar que este era um jogo que inicialmente estava previsto para estar concluído e entregue aos apoiantes da sua campanha de crowdfunding em Novembro de 2014! E entre as coisas que vão sendo lançadas para impressionar os fãs e o constante pedido de dinheiro para manter o projecto em andamento, a paciência começa a esgotar-se.


Não tenho dúvidas que haverá um grupo de pessoas que até nem se importará de dedicar parte dos seus rendimentos mensais para ir contribuindo para o projecto, e disposto a esperar mais uma ou duas décadas pela concretização das promessas sempre crescentes que têm sido feitas. Mas, para muitos outros, este é um jogo que não verá mais um único euro seu - e infelizmente começo a suspeitar que não haja um final feliz para este Star Citizen.

Como construir uma câmara timelapse portátil com um Raspberry Pi Zero

08-08-2020 | 12:36 | A Minha Alegre Casinha


Tirando partido do tamanho diminuto do Raspberry Pi Zero, criar uma câmara portátil para colocar pendurada ao pescoço e que mantenha um registo em timelapse ao longo do dia torna-se mais simples que nunca.

Este projecto de uma câmara timelapse portátil com um Raspberry Pi Zero revela-se bastante acessível, até para iniciantes, já que praticamente tudo o que há para fazer é juntar componentes já existentes (continua a haver alguns pontos em que será necessário recorrer ao ferro de soldar, mas poucos).

Os componentes principais são: um Raspberry Pi Zero, uma Raspberry Pi Camera, uma bateria (de 500mAh neste caso) e circuito de carregamento, e o resto são "acessórios" como cabo, microSD, botões, LEDs, e caixa impressa em 3D.

Com a bateria de 500mAh a autonomia indicada é de 2 horas, pelo que quem quiser mais deverá considerar a utilização de uma bateria maior. Mas obviamente, terá também que ter em conta que isso irá fazer com que o conjunto pese mais e necessite de uma caixa mais volumosa.


Como esconder o Google Meet na app do Gmail

08-08-2020 | 11:00 | Aberto até de Madrugada


A Google fez-nos o "favor" de adicionar o Google Meet à app do Gmail, quer se queira quer não, e de desperdiçar precioso espaço no ecrã principal. Felizmente, é possível recuperar esse espaço e voltar ao aspecto anterior.

Foi completamente ridículo - para não dizer abusivo - ver a Google a utilizar a app do Gmail para impingir o Google Meet aos utilizadores, forçando-o na cara dos utilizadores e desperdiçando precioso espaço que seria usado para mostrar emails, sem sequer perguntar aos utilizadores se queriam utilizar o Meet.

Para além do mais, quem desse um salto aos settings do Gmail, esperando encontrar uma opção para recuperar o espaço ocupado pelo Google Meet, ficaria desapontado por não ver nenhuma opção imediata para o fazer... Só que ela existe, desde que se explore um pouco mais.


Em vez de apresentar a opção no local onde seria esperado, directamente no ecrã de settings do Gmail, a par de opções como o tema, densidade de apresentação e apps default, a Google optou por esconder a opção dentro das definições da conta do utilizador. Por isso, para fazerem desaparecer a barra do Google Meet no fundo da app do Gmail, será necessário:
  1. Ir aos Settings do Gmail
  2. Clicar na conta de utilizador
  3. Desactivar a opção de apresentar a barra do Google Meet
E pronto, com isto recuperamos o Gmail tal como ele deveria ser. Continua a ser um desperdício ter toda a funcionalidade do Google Meet integrada dentro da app a desperdiçar megabytes, mas pelo menos esse é um pequeno preço a pagar face ao abuso de estar a ocupar permanentemente a secção inferior do ecrã sempre que estavamos na lista de emails do Gmail.

Cientistas mudam nome de genes para evitar erros no Excel

08-08-2020 | 10:00 | Aberto até de Madrugada


Pela primeira vez, os cientistas tiveram que alterar o nome de genes do DNA para evitarem chatices com o reconhecimento automático de data no Excel.

Já houve casos em que genes tiveram o seu nome alterada, para evitar conotações negativas ou ferir susceptibilidades. Mas desta vez o motivo é bastante mais mundano e de ordem prática. Há genes cujo nome faz o Excel pensar que se trata de uma data, convertendo o texto em data.


THRILLED by this announcement by the Human Gene Nomenclature Committee. pic.twitter.com/BqLIOMm69d
— Janna Hutz (@jannahutz) August 4, 2020



Estamos a falar de genes que tinham como nome coisas como MARCH1 ou SEPT1, que compreensivelmente poderiam ser considerados datas para a maioria das pessoas, e que o Excel faz o "favor" de converter em datas, sem que haja forma fácil de o evitar. Os investigadores poderiam definir o estilo para a célula ou coluna, mas um copy-paste ou a criação de um novo documento poderia voltar a dar origem a uma série de erros que fariam perder bastante tempo.

Por isso, o comité responsável pelo nome dos genes, HUGO (Gene Nomenclature Committee) definiu uma nova regra para evitar que os genes tenham nomes que possam baralhar o Excel, com casos como o MARCH1 e SEPT1 a passarem a MARCHF1 e SEPTIN1.

... Acho que todas as pessoas que já perderam horas por causa de pontos e vírgulas, ou das datas em formato europeu ou norte-americano, irão compreender bem esta decisão! :)

SpaceX fica com 40% dos lançamentos militares dos EUA

08-08-2020 | 09:00 | Aberto até de Madrugada


O Departamento de Defesa dos EUA já seleccionou as empresas que irão lançar os seus satélites até 2027, com a United Launch Alliance (ULA) a ficar com 60% dos lançamentos e a SpaceX a ficar com os demais 40%.

Com a ULA a ser uma parceira de longa data do Departamento de Defesa, a grande vitória é conseguida pela SpaceX, que assim garante um importante cliente e assegura um lucrativo lote de lançamentos até 2027, derrotando a Blue Origin de Jeff Bezos e a histórica Northrop Grumman, que também eram candidatas para este contrato.

Embora não tenha sido especificado quantos lançamentos serão feitos no total, só para 2022 estamos a falar de um valor de 316 milhões de dólares para a SpaceX e de 337 milhões para a ULA.

A SpaceX continua a apostar nos seus Falcon 9 e Falcon Heavy para os lançamentos, mas é de imaginar que até ao final do período deste contrato a empresa já tenha a sua muito aguardada Starship em estado funcional - a sua nave espacial da próxima geração, que só nos últimos dias conseguiu finalmente sair do solo com o protótipo SN5. E entretanto, lançou a 10ª missão Starlink, que adicionou mais 57 satélites à sua constelação em crescimento regular.

Watch Falcon 9 launch SpaceX’s tenth Starlink mission → https://t.co/bJFjLCzWdK https://t.co/JEq6iThstT
— SpaceX (@SpaceX) August 7, 2020

Cloudflare

08-08-2020 | 08:48 | Edgar Durão

Estamos em 2020 e decidi alterar o blog para passar a usar a Cloud Flare. Não espero uma mudança significativa, dado que não somos um gigante, nem vou mais além da pretensão de ter aqui um espaço pessoal, mas faz sentido.

Aproveita-se assim a renovação do domínio, para uso da Cloudflare que me parece ser atualmente um dos registars mais baratos que encontrei – fica por avaliar o provider do alojamento que sinceramente não me trouxe experiências muito boas passadas com confusões com os dominios.

Quanto ao alojamento já dizia alguém “se queres algo bem feito é melhor fazeres tu”, mas de momento alugar uma VM e tratar do hosting de um blog é demasiado time consumer e overkill para este blog e um pequeno fórum que mantenho por razões quase “afetivas”.

Estamos em 2020, a web evoluiu, quase a maioria dos personal blogs que conheço ou muitos já desapareceram, ou estão ao abandono – este não é uma exceção e anda mais pelo campo da segunda hipótese.

Com menos tempo e outras ferramentas mais a tender para o social networking foi a machadada final nestas plataformas “pessoais”, uma tendência como muitas outras que tem acompanhado e ditado o ciclo de vida das coisas nas internets. E isso é bem patente no ciclo de vida dos produtos de gigantes como a Google por exemplo, em que de um dia para o outro são anunciados encerramentos de serviços.

Identificadas várias falhas de segurança no TikTok

08-08-2020 | 08:32 | Apps do Android


Pese embora tenha conseguido atingir um enorme sucesso a nível mundial, o TikTok não está isento de falhas, com a Check Point Research a apresentar algumas preocupações relativamente à segurança desta app.




Os investigadores da Check Point Research, parte integrante da Check Point® Software Technologies Ltd. fornecedor líder global de soluções de cibersegurança, partilham as suas mais recentes preocupações de cibersegurança referentes à aplicação TikTok.


Lançada há 2 anos, a app TikTok continua a fazer sucesso – ocupando a sétima posição no ranking de Julho do presente ano de aplicações com maior número de utilizadores mensais (conta com 800 milhões de utilizadores ativos). É utilizada maioritariamente por adolescentes e crianças que fazem uso da aplicação para criar pequenos vídeos de entretenimento. Nos últimos meses, os investigadores da Check Point Research encontraram evidências de potenciais riscos de privacidade ao nível do utilizador. Segundo as mesmas, as vulnerabilidades da aplicação permitem a possíveis atacantes o seguinte:

·       Tomar posse de contas TikTok e manipulação do seu conteúdo;

·       Apagar vídeos;

·       Submeter vídeos não autorizados;

·       Divulgar vídeos privados, tornando-os públicos;

·       Expor informações pessoais guardadas na conta, como endereços de e-mail próprios.

A equipa da Check Point Research reportou de forma responsável as vulnerabilidades aos programadores da app TikTok e foi apresentada uma solução, no sentido de devolver aos utilizadores a segurança da aplicação.


Os holofotes estão virados para o Tik Tok


A Check Point Research não foi a única organização a aperceber-se das preocupações levantadas pela segurança da app TikTok. Empresas de diferentes escalas anunciaram já a possibilidade de banir a app das suas redes corporativas. Depois da Amazon proibir a app, foi a vez da Wells Fargo anunciar a sua eventual suspensão.

Além disso, o agudizar de relações entre os EUA e a China trouxe o TikTok de volta à ribalta, quando, no decorrer das passadas semanas, se assistiu a vários avisos por parte da administração do presidente Trump indicativos de que os EUA ponderam a proibição da aplicação no território americano. Paralelamente, consta que a Microsoft se encontra em conversações que apontam para a compra da app, num negócio multimilionário.

Independentemente destas questões, as preocupações levantadas pela insegurança cibernética no que respeita a privacidade dos dados dos utilizadores da app TikTok parecem estar frequentemente em debate, o que deixa incertezas referentes à segurança das informações coletadas pelo aplicativo. “Apaguem de imediato esta aplicação”, declarou o grupo hacktivista Anonymous, a partir de uma conta Twitter.


NonsenseBB no YouTube!

07-08-2020 | 23:42 | Luís Nabais

Depois de muito trabalho (e de múltiplos crashes do iMovie) finalmente acabei uma ideia que tinha tido há algum tempo de adaptar o meu artigo sobre 5 JRPG para sobreviver à pandemia para o formato de vídeo.

Podem agora ver o resultado no novíssimo canal de YouTube do NonsenseBB:

Portanto já sabem: é ver o video, deixar comentários, likes, partilhar, subscrever ou simplesmente dizerem-me o que acharam no Facebook ou Twitter.

Geração X ultrapassa Millennials no tempo passado na net devido ao Covid-19

07-08-2020 | 20:00 | Aberto até de Madrugada


Que alterações teve o Covid-19 na vossa rotina de utilização dos computadores? Pelo menos num aspecto tivemos uma alteração substancial, com os mais velhos a ultrapassarem os mais novos no tempo passado na internet.

Um estudo da Kaspersky sobre os hábitos digitais da sociedade revela dados curiosos, incluindo o impacto que o Covid-19 teve no tempo passado online. Antes do Covid-19 os Millennials eram os que mais tempo passavam online, com uma média de 5.32 horas por dia, seguidos pela Geração Z com 5.21 horas, e só depois surgindo a Geração X com 4.79 horas. Mas com o Covid-19 tivemos uma curiosa inversão.


Tal como seria de esperar, o confinamento e encerramento de espaços fez com que todas as gerações passassem mais tempo na internet, mas o mais inesperado é que foi a Geração X a ter o maior aumento, passando para as 7.38 horas diárias e ultrapassando as demais gerações, que se ficaram pelas 7.10 horas (Millennials) e 6.93 horas (Geração Z).

Bate certo com as vossas próprias observações? (Quanto ao tempo online não me posso pronunciar, que garantidamente será um valor elevado - bastando para isso contabilizar todo o tempo passado a manter o Aberto até de Madrugada -  mas dou-me por feliz por, no smartphone, ter conseguido reduzir a utilização diária das mais de 4 horas para uma média de menos de 3 horas!)

Apple fecha as portas ao xCloud e Stadia nos iPhones

07-08-2020 | 17:30 | Aberto até de Madrugada


A desistência da Microsoft do xCloud no iOS deve-se às proibições impostas pela Apple, que agora se tenta justificar com desculpas que não convencem ninguém.

Diz a Apple que serviços de streaming de jogos como o Google Stadia e o xCloud da Microsoft violam as regras da App Store, uma vez que dão acesso a jogos que a Apple não consegue controlar - e ao qual a MS respondeu prontamente dizendo que os jogos seguem todos os trâmites exigidos a nível de indicações de classificação etária, pelo que não seria isso o elemento impeditivo - e que na verdade é simplesmente a Apple a querer limitar aquilo que os utilizadores podem fazer com os seus iPhones e iPads.

Foi uma desculpa verdadeiramente infeliz, já que bastaria usar como exemplo qualquer app de streaming (como a Netflix) que nos dá acesso a filmes que também podem não ser recomendados para os mais pequenos; e que dizer então do Safari, que sem qualquer problemas permite que qualquer utilizador, independentemente da sua idade, também se aventure pelo inesgotável mundo dos sites com conteúdos para adultos.

A verdade é que a Apple tem uma série de limitações no acesso a apps de acesso remoto, para evitar perder o controlo da app store. No entanto, com cada vez mais serviços na cloud (também o Facebook se queixa que teve que tirar os jogos da app Facebook Gaming para iOS), será apenas uma questão de tempo até que essas limitações se tornem insustentáveis; e isto para não falar de que, todas estas limitações acabam por ser "lenha" a juntar-se à fogueira dos casos que estão a ser preparados contra a Apple referente ao abuso de posição dominante na disponibilização de apps para o iOS. Parece-me ser cada vez mais certo que a Apple venha a ser obrigada a permitir a instalação de apps por fora da App Store, tal como o Android permite - a grande questão é saber quando é que isso irá acontecer?

Windows 10 e Office em saldo desde €10 na Goodoffer

07-08-2020 | 16:30 | Aberto até de Madrugada


Bem a propósito do aumento do número de pessoas que passou a trabalhar a partir de casa por causa do coronavirus, temos nova mega-promoção da Goodoffer com diversas versões do Windows e Office a preço reduzido.

A Goodoffer24 está a levar a cabo uma nova promoção que dá acesso a descontos para todos os seus produtos de software. Para começar, temos os descontos habituais, de até 30% para a maioria dos produtos de software usando o código: AB30.



Windows

Windows 10 Pro Professional CD-KEY (32/64 Bit) 10,77€
Windows 10 Enterprise 2019 LTSC 9,86€
Windows 10 Pro Professional CD-KEY (32/64 Bit) (2 PC) 15,39 €
Windows 10 Home (32/64 Bit)  10,31€

Office

Microsoft Office 2016 Pro Professional Plus CD-KEY (1 PC)  32.19€
Microsoft Office 2019 Professional Plus CD-KEY (1PC)  30,09€

Bundles Windows + Office

Windows 10 Pro + Office 2016 Pro -Bundle 38,49€
Windows 10 Home + office 2016 Pro - Bundle  39.69€
Windows 10 Pro + Office 2019 Pro - Bundle 36,39€



O processo de compra é bastante simples, bastando ir adicionando os produtos pretendidos ao carrinho de compras, e inserir o código de desconto no campo respectivo antes de prosseguir para o checkout.


É possível fazer o pagamento via PayPal - o que é sempre recomendado como medida de protecção adicional - e que também demonstra que a Goodoffer24 não tem receio de dar essa facilidade aos seus clientes. Um dos nossos leitores disse recentemente que uma das chaves que tinha tentado utilizar (alguns meses após a compra) estava a dizer que era inválida, e que bastou contactar o suporte em [email protected] para que rapidamente lhe enviassem uma nova chave, funcional, sem qualquer complicação.

Não se esqueçam que no caso dos Windows 10 e Office, o download continuará a ser feito do site da Microsoft, com a compra a disponibilizar apenas as chaves para activar os produtos:

Notícias do dia

07-08-2020 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Trump bloqueia TikTok e WeChat nos EUA a 20 de Setembro; Microsoft desiste xCloud nos iPhones por causa da Apple; temos a batalha Oppo Find X2 Lite vs Oppo A91; Tesla facilita a abertura das portas nos Model 3 e Y; nas promoções temos um portátil Teclast F7S 14.1" a €186 e uma fita LED RGB 5m a €6; Android ganha avaliações das apps in-app; e a Microsoft está interessada no TikTok na totalidade.

Antes de passarmos às notícias do dia, não deixem de participar no passatempo gadget da semana que vos pode valer uma estação meteorológica YUIHome; e sendo início do mês, é também a altura ideal para aderires ao nosso Clube AadM+ que te dá acesso a ofertas exclusivas.

Facebook Gaming sem jogos no iOS por causa da Apple



O Facebook junta-se ao grupo de críticos da Apple e das restrições que impões na App Store, que nos últimos dias levaram a MS a desabafar que foram forçados a abandonar o xCloud para iOS. No caso do Facebook a forma de protesto torna-se ainda mais criativa, já que o Facebook lançou a app Facebook Gaming para iOS... mas sem os jogos!

É certo que a maior parte dos utilizadores do Facebook Gaming o usam para seguir o streaming de jogos de outros jogadores, mas uma das suas funcionalidades era dar acesso aos Instant Games, jogos bastante simples mas suficientes para passar o tempo. Uma capacidade que a Apple simplesmente se recusou a aceitar, não permitindo a entrada da app na App Store até que o Facebook a removesse.


Intel investiga roubo de 20GB de dados confidenciais



Estão a circular na internet 20GB de informações pertencentes à Intel, com muitas delas marcadas como sendo confidenciais, e que revelam dados internos de design sobre CPUs e sistemas. Não se sabe ainda até que ponto é que estes dados serão relevantes, mas no pior caso poderão ser utilizados para descobrir novas vulnerabilidades que possam vir a ser utilizadas para ataques.

Considerando os recentes casos de ransomware com pagamento de resgates de milhões de dólares, é fácil perceber como o incentivo para esmiuçar todos estes dados seja bastante elevado, potencialmente pondo em risco milhões de máquinas e pessoas.


DSPs vulneráveis deixam smartphones em risco



Mesmo a propósito da notícia anterior, investigadores revelaram um novo risco de segurança que afecta milhões de smartphones e outros equipamentos com chips Qualcomm - mas potencialmente alargando-se a muitos mais. Estes investigadores focaram-se nos DSPs (Digital Signal Processors)  existentes na maioria dos equipamentos actuais, que na prática são micro-computadores optimizados para fazer o processamento de sinais sem sobrecarregar o CPU principal; mas que também podem ser abusados para comprometer o sistema.

Segundo este relatório, só nos chips Snapdragon da Qualcomm foram encontradas mais de 400 vulnerabilidades(!) - vulnerabilidades que podem ser usadas por apps maliciosas para se infiltrarem no sistema e por lá permanecerem, indetectáveis. Não foram dados muitos detalhes, uma vez que podem por em risco centenas de milhões de smartphones, mas está agendada uma demonstração na DEFCON para revelar o que é possível fazer.


Facebook prolonga trabalho remoto até Julho de 2021



O Facebook volta a prolongar o prazo para o período de trabalho remoto a partir de casa, agora prolongando-o até Julho de 2021 (igualando o prazo que a Google já tinha adoptado).Um prolongamento que nos faz perguntar se, por esta altura, não seria mais simples manter permanentemente as condições para trabalho remoto, e focarem-se em continuar a fazê-lo da forma mais eficiente possível.

Um pequeno gesto que também será apreciado: o Facebook vai disponibilizar $1000 aos seus trabalhadores, para que possam investir na melhoria do seu espaço de trabalho em casa. Um exemplo que poderia ser seguido pela empresas tecnológicas nacionais. :)


Curtas do dia


Resumo da madrugada


Headphones Sony WH-1000XM4 com cancelamento de ruído mais eficiente

07-08-2020 | 15:21 | Apps do Android


A Sony actualizou um dos mais populares (e eficazes) headphones com cancelamento activo de ruído, e o novo WH-1000XM4 chega com a promessa de ser ainda mais eficiente a silenciar o ruído indesejado, e agora a permitir o emparelhamento com dois dispositivos em simultâneo.


Em termos de design os Sony WH-1000XM4 parecem não ter qualquer alteração face ao modelo anterior, e no interior o processador é também o mesmo Q1N. Mas nesta versão a Sony adicionou um chip adicional e conta com algoritmo melhorado, que faz a análise do som 700 vezes por segundo, usando os cinco microfones integrados nos headphones, para silenciar todos os barulhos.

Os botões e autonomia (30 horas) permanecem inalterados face ao XM3, mas há pelo menos uma funcionalidade que muitos irão apreciar para além do silêncio: a possibilidade de emparelhar com dois dispositivos Bluetooth simultaneamente. Uma função que tardou em chegar (headphones concorrentes já o permitiam fazer há algum tempo), mas que será de extrema utilidade para quem os quer usar com um portátil e smartphone, por exemplo.

Os Sony WH-1000XM4 ficam disponíveis em Agosto, com um preço aproximado de 380 euros.

Oppo Find X2 Lite vs Oppo A91

07-08-2020 | 14:30 | Aberto até de Madrugada


A Oppo tem feito uma forte aposta no mercado ocidental, estando desde Abril disponível oficialmente em Portugal, e tivemos oportunidade de por frente a frente dois dos seus modelos mais populares: o Find X2 Lite e o A91.

Os Oppo Find X2 Lite e o A91



Estes Oppo Find X2 Lite e o A91 são curiosos, porque são smartphone que são praticamente indistinguíveis fisicamente, com as diferenças a fazerem-se sentir apenas no hardware utilizado no seu interior, com o Find X2 Lite a optar por um Snapdragon 765 com 5G, enquanto o A91 se fica por um mais modesto Helio P70 (MediaTek MT6771). À data da realização deste comparativo, o Find X2 Lite tinha o ColorOS 7, com o A91 a fica-se ainda pelo ColorOS 6.1.




As especificações confirmam as semelhanças visíveis a olho nu: ecrã AMOLED de 6.4" (2400x1080) com sensor de impressões digitais integrado e pequeno notch central para a câmara frontal, 8GB de RAM, 128GB (+microSD no A91), Dual SIM, e conjunto quad-cam de 48MP + 8MP ultrawide + 2MP mono + 2MP depth (embora com objectivas ligeiramente melhores nas câmaras principais do Find X2 Lite). Na câmara frontal temos uma de 32MP no Find X2 Lite, e uma de 16MP no A91, com a bateria a ter capacidade idêntica de 4025mAh mas contando com carregamento rápido VOOC 4.0 de 30W no primeiro e VOOC 3.0 de 20W no segundo.




A nível de acabamentos estamos perante smartphones que nada ficam a dever a qualquer topo de gama, e com as cores a proporcionarem um agradável efeito em função da incidência da luz. A traseira é em plástico em vez de vidro, mas até se pode considerar isso preferível em termos de resistência às inevitáveis quedas.



Também um gesto simpático: ambos incluem uma capa de protecção transparente, que permite salvaguardar contra riscos sem impedir que se aprecie a cor escolhida.


Em funcionamento



O ColorOS traz algumas alterações ao Android de base mas, na sua maior parte, não são alterações assim tão significativas ou intrusivas que impeçam uma fácil adaptação por quem vier de qualquer outra variante de Android. Entre ambos as diferenças só se notam lado a lado, e por culpa do A91 ainda ter o Color OS 6.1 baseado em Android 9, enquanto o Find X2 Lite já tem o ColorOS 7 baseado no Android 10 - com isso a fazer-se notar em coisas como o menu de atalhos lateral, ou no control panel na área das notificações.



De resto, embora ambos se comportem relativamente bem, é notório que o Find X2 Lite se consegue mexer de forma bastante mais desembaraçada, com um salto aos benchmarks a revelar isso mesmo: no Geekbench o modelo com Snapdragon 765 destaca-se claramente do modelo com o chip Mediatek, obtendo 606 vs 287 pontos no processamento single-core. Uma diferença substancial, mas que não será de todo inesperada, considerando o diferencial de preço entre os modelos.


Quanto ao 5G, é uma das mais-valias do Find X2 Lite, mas de benefício altamente dependente do local por onde andarem e da cobertura que tiverem, não sendo algo que por agora me pareça ser de importância crítica (uma vez que por aqui ainda não tenho cobertura 5G). Outro ponto que importa referir, estes modelos não vêm com o nível de DRM necessário para terem acesso aos conteúdos em Full HD na Netflix e Amazon Prime, o que também os penaliza para o uso nesses serviços.


Câmaras



A Oppo não "inventa" nas câmaras, apresentando um interface idêntico ao de outros modelos, com vários modos de fotos acessíveis de forma rápida, e uma secção que dá acesso a modos adicionais como timelapse, sobreposição de autocolantes, modo Pro com ajustes manuais, e até o Google Lens.


Os resultados são bastante bons, mas existe processamento em excesso no A91 que carrega na saturação e nos filtros de definição, tornando as imagens mais contrastadas e com maior nitidez aparente do que no Find X2 Lite. Em muitos casos, o resultado torna-se até mais "agradável" à vista, embora não signifique seja efectivamente "melhor".

Find X2 Lite à esquerda; A91 à direita 







Apreciação final



A Oppo apostou numa fórmula curiosa e bastante interessante, ao criar dois modelos que são virtualmente idênticos, mas com o "miolo" do hardware bastante diferenciado, resultando em dois modelos para segmentos completamente distintos em termos de preço. É precisamente isso que é preciso ter em conta, já que todas as limitações do A91, como o desempenho mais modesto, deixam de poder ser consideradas como um ponto negativo quando vistas por essa perspectiva. Afinal, o Oppo Find X2 Lite é um smartphone que vai para os 469 euros, enquanto o Oppo A91 se fica pelos 279 euros.

São por isso dois modelos recomendados, com o A91 a poder até sair beneficiado, por oferecer quase tudo o que o Find X2 Lite tem de bom, mas a quase metade do preço; enquanto este último já se intromete num patamar onde começam a surgir modelos com outros argumentos, como ecrãs de 90Hz, etc.


Oppo Find X2 Lite / Oppo A91
Quente / Quente

Prós (Find X2 Lite)

  • Qualidade de construção
  • Desempenho
  • Câmaras

Contras (Find X2 Lite)
  • Ausência de ecrã a 90Hz
  • Sem Netflix em Full HD


Prós (A91)
  • Qualidade de construção
  • Câmaras
  • Preço
  • Ecrã

Contras (A91)
  • Processamento excessivo nas fotos
  • Sem Netflix em Full HD



Oppo Find X2 Lite / Oppo A91

Quente (4/5)

Microsoft interessada no TikTok na totalidade

07-08-2020 | 13:00 | Aberto até de Madrugada


Depois das intenções iniciais de ficar apenas com a secção do TikTok que operava nos EUA, a Microsoft aumenta as suas ambições e diz que está interessada em ficar também com as operações na Europa e outras regiões.

O TikTok tem estado sob forte pressão para ceder o controlo das operações nos EUA a uma empresa norte-americana, sob a ameaça pendente e pessoal do Donald Trump que já assinou a ordem para proibir o TikTok e WeChat nos EUA a 20 de Setembro. A empresa que neste momento parece mais bem posicionada para essa aquisição é a Microsoft, depois da Apple desmentir rumores de que também estaria interessada na plataforma que tem tido um sucesso viral (com a ajuda de uns "biliões" investidos em publicidade). E agora surgem relatos que a MS está interessada não só no TikTok nos EUA, mas algo mais abrangente.

Segundo os últimos relatos, a Microsoft quer ficar com o TikTok a nível global, incluindo as operações na Europa e Índia (onde de momento está banido), potencialmente deixando apenas de fora o TikTok na China.

É um negócio que faz bastante mais sentido, já que não tem muita lógica estar a "partir" o TikTok em regiões, pelo menos no que diz respeito ao sector ocidental. Por outro lado, isso é algo que garantidamente irá inflacionar os biliões deste potencial negócio - mas, nesse aspecto, a iminente ameaça de proibição por parte de Trump pode funcionar para reduzir um pouco a factura final, embora à custa de antagonizar ainda mais o governo Chinês (que facilmente poderá contrapor que também as empresas norte-americanas que operem na China tenham que ser vendidas a empresas locais). Veremos no que esta grande confusão resulta...

Trump bloqueia TikTok e WeChat nos EUA a 20 de Setembro

07-08-2020 | 11:00 | Aberto até de Madrugada


Depois das ameaças Trump passa aos actos, assinando uma ordem executiva para proibir o TikTok nos EUA, e também o WeChat e potencialmente outras apps do gigante Tencent, potencialmente podendo afectar coisas tão variadas quanto os jogos League of Legends e o Fortnite.

Embora nos EUA continuem as discussões sobre a eventual (i)legalidade da medida, Trump avançou mesmo com as ameaças e, enquanto vão decorrendo as conversações sobre a Microsoft potencialmente comprar a parte internacional do TikTok, fica desde já oficializada a ameaça pendente do bloqueio do TikTok a 20 de Setembro - poucos dias depois do anterior prazo dado para que as negociações com ficassem concluídas. Só que o bloqueio não se aplica apenas ao TikTok...

Trump ordenou também o bloqueio ao WeChat, mas fê-lo de uma forma ambígua que refere simplesmente os serviços da Tencent - o que teria um impacto que até seria difícil de contabilizar, já que a Tencent detém participações, ou controla, inúmeras empresas, e ultimamente isso poderia significar o bloqueio de jogos como o League of Legends, Fortnite e muitos outros.

MORE: @realDonaldTrump has also signed a similar order banning transactions with WeChat. pic.twitter.com/Y4nVlCVBke
— Andrew Feinberg (@AndrewFeinberg) August 7, 2020


Venha ou não a ser cumprida, o que é certo é que a medida teve desde já um efeito imediato, levando a uma queda de 10% das acções da Tencent (num valor de 45 mil milhões de dólares!) e que certamente não irá passar sem retaliação por parte da empresa e / ou do governo chinês. Imaginem que a China diz que nessa mesma data passará a aplicar uma taxa de exportação de 30% a todos os produtos produzidos para empresas norte-americanas?

Depois da guerra comercial, está bem claro que também vamos assistir a uma guerra "digital" a passar-se nas app stores. Sendo que a melhor esperança de resolução será que, em Novembro, o novo ocupante da Casa Branca seja alguém com melhor sensibilidade diplomática.