PlanetGeek
№ 01

Secure Boot em risco a 24 de Junho

Os utilizadores devem actualizar os seus sistemas Windows e Linux para manterem o Secure Boot a partir de 24 de Junho de 2026.

Os utilizadores de Windows e Linux têm até 24 de Junho para garantir que os seus sistemas recebem a actualização das chaves criptográficas utilizadas pelo Secure Boot, um mecanismo de segurança para proteger os computadores contra malware que se instala antes mesmo do arranque do sistema operativo.

A actualização torna-se necessária porque três certificados digitais fundamentais para o funcionamento do Secure Boot vão expirar nesta data. Estes certificados, assinados pela Microsoft, fazem parte da cadeia de confiança que verifica a autenticidade do firmware e do software carregados durante o arranque do computador. Sem esta protecção, os sistemas ficam mais vulneráveis a ataques através de UEFI bootkits, um tipo de malware particularmente difícil de detectar e remover, e que se mantém mesmo em caso de reinstalação do sistema operativo ou troca de discos ou SSDs.
No Windows, podem verificar o estado do Secure Boot em: Windows Security settings > Device Security > Secure Boot.

A renovação das chaves surge também como resposta à descoberta da vulnerabilidade LogoFail, identificada em 2023, que permitia contornar o Secure Boot através de falhas no firmware UEFI. Para reforçar a segurança, as antigas chaves de 2011 estão a ser substituídas por novas versões emitidas em 2023.

Os sistemas que não receberem a actualização continuarão a funcionar normalmente, mas deixarão de beneficiar das proteções mais recentes. Na maioria dos computadores com Windows 10 e Windows 11, a actualização é distribuída automaticamente através das actualizações regulares do sistema. Já os utilizadores de Linux deverão certificar-se de que também aplicam as mais recentes actualizações disponíveis para a sua distro.

№ 02

Apple explica porque Apple Watches ficam sem Siri AI

A justificação da Apple para abandonar Apple Watches mais antigos no iOS 27 e watchOS 27 não convence verdadeiramente.

A Apple explicou porque motivo o watchOS 27 deixará de ser compatível com vários modelos mais antigos do Apple Watch, incluindo o Apple Watch Ultra original, lançado em 2022. A decisão surpreendeu os utilizadores, especialmente tendo em conta que se trata de um modelo relativamente recente e posicionado no segmento premium.

Segundo Cait Dooley, responsável de Marketing de Produto para Apple Watch e Saúde, a empresa pretende garantir que as novas funcionalidades ofereçam a melhor experiência possível. A Apple diz que recursos como as novas capacidades da Siri AI e os gestos avançados introduzidos no watchOS 27 exigem um nível de desempenho que apenas os modelos mais recentes conseguem proporcionar de forma satisfatória.
Com esta actualização, apenas os Apple Watch Series 9 e posteriores, Apple Watch Ultra 2 e posteriores e o Apple Watch SE 3 terão acesso ao watchOS 27. Os modelos excluídos continuarão a funcionar com iPhones actualizados e receberão atualizações de segurança, mas deixarão de ter acesso às novas funcionalidades do sistema operativo.

A questão é que a justificação dada pela Apple não convence. A maior parte do processamento da Siri AI continua a ser feito nos iPhones, e o Apple Watch serve apenas de "microfone" remoto - algo que poderia feito nos Apple Watches que vão ser abandonados. Aliás, basta referir que a Apple faz chegar o iOS 27 ao iPhone 11 de 2019 - e não se queixa de que não terá potência suficiente para tal (embora só os poucos modelos recentes com 12GB de RAM, como os iPhone 17 Pro, consigam correr os modelos AI mais avançados e suportar funções melhoradas da Siri).

Poderá dizer-se que, com os clientes a manterem os Apple Watch por mais tempo que os iPhones, a Apple quer dar uma "ajudinha" a incentivar que troquem para um Apple Watch mais recente de forma mais regular.

№ 03

Como fazer um mini teclado de 6 teclas com olhos animados

Este mini teclado com 6 teclas macro tem também um pequeno ecrã com olhos animados para maior personalização.

Já por cá falamos de incontáveis projectos de mini teclados e macropads, para as mais variedades funções e actividades - dos mais simples até aos que têm controladores 3D integrados. Desta vez temos um que junta a simplicidade a um pequeno ecrã.

Este Macropad With Animated Eyes consiste num mini-teclado com seis teclas macro, com o inevitável ESP32 como elemento central, a que se junta um pequeno ecrã de 0.9" que é usado para apresentar uns divertidos olhos animados.



Claro que nada nos obriga a usar o ecrã para este aspecto "divertido", e podemos facilmente adaptá-lo para apresentar informação mais relevante e utilitária - tal como noutro projecto que já por cá passou do mini-teclado para copy-paste.

Como sempre, a grande vantagem destes projectos "faça você mesmo" é que cada um fica com total liberdade para o adaptar às suas próprias necessidades, podendo alterar por completo o seu aspecto físico (impresso em 3D), e também as suas funcionalidades.

№ 04

Nothing salta smartphone CMF este ano devido ao preço da memória

O preço elevado da memória RAM continua a causar estragos, levando a Nothing a não lançar um novo smartphone CMF este ano.

Enquanto a maioria dos fabricantes prepara aumentos de preço (a que nem a Apple escapa), a Nothing não deverá lançar um novo smartphone da marca CMF este ano. A informação foi avançada por Akis Evangelidis, cofundador da empresa, que explicou que o aumento dos custos dos componentes, em particular da memória, tornou inviável o desenvolvimento de um sucessor para o CMF Phone 2 Pro sem comprometer o posicionamento de preço da gama.

Os rumores apontavam para a chegada do alegado CMF Phone 3 Pro durante o terceiro trimestre de 2026, mas esses planos foram entretanto abandonados. Segundo Evangelidis, a empresa concluiu que não conseguiria criar um equipamento que oferecesse melhorias relevantes mantendo o preço competitivo que caracteriza a submarca CMF.

A lot of you have been asking when the next CMF phone is coming and as always we'd rather be transparent.

CMF Phone 2 Pro was a product we were incredibly proud of. It even won Budget Phone of the Year from MKBHD and the response from all of you made it even more special.

We…

— Akis Evangelidis (@AkisEvangelidis) June 19, 2026
A decisão surge numa altura em que o mercado enfrenta uma forte subida dos preços da memória RAM e do armazenamento, um problema que afecta sobretudo os smartphones mais acessíveis, onde esse diferencial se torna mais penalizador. Como estes dispositivos operam com margens reduzidas, qualquer aumento significativo nos custos dos componentes tem um impacto directo na sua viabilidade comercial.

Apesar do cancelamento de um novo smartphone CMF para este ano, a Nothing garante que a marca continuará activa. A empresa promete lançar vários novos produtos nos próximos meses, incluindo equipamentos em categorias totalmente novas. Além disso, Evangelidis deixou no ar a possibilidade de um novo smartphone Nothing ser apresentado em breve, alimentando especulações sobre a chegada do esperado Phone (4).

№ 05

Tesla Supercharger Matosinhos abre finalmente

A estação de carregamento Supercharger da Tesla no MAR Shopping de Matosinhos já abriu, e permite o carregamento de automóveis eléctricos de qualquer marca.

Há mais 20 postos de carregamento disponíveis no MAR Shopping, com a abertura do Tesla Supercharger de Matosinhos.

Segundo a informação da Tesla, este Supercharger disponibiliza 20 pontos de carregamento, 24h por dia, com preço base (à data) de €0.32/kWh para veículos Tesla e de €0.40/kWh para veículos de outras marcas.

New Tesla Supercharger: Matosinhos, Portugal (20 stalls) https://t.co/ctsHIlLxuR pic.twitter.com/sH6HZzRLBd

— Tesla Charging (@TeslaCharging) June 21, 2026
Há muito que a Tesla tem estado "bloqueada" a nível de abrir novos postos Supercharger por causa das exigências da Mobi.E, mas as novas regras europeias a nível de facilitar a instalação de postos e o seu uso pelos consumidores pode ter vindo dar uma ajuda.

Em vez de se ficar sujeito a ter que instalar apps e registos dependendo dos carregadores, terá que ser possível fazer pagamento directamente no posto, tal como acontece num abastecimento de combustível - eliminando também a muitos irritante questão de se ter que carregar um carro sem se saber quanto é que isso irá custar, muitas vezes com a conta a só aparecer semanas mais tarde.

Veremos se outros postos Supercharger pendentes irão abrir em breve, e permitir a expansão da rede Supercharger no nosso país - o que beneficiará não apenas os Tesla mas todos os utilizadores de veículos eléctricos, que são cada vez mais.

№ 06

AMD "remove" memória encriptada dos CPUs Ryzen

Um utilizador descobriu que o seu CPU AMD Ryzen deixou de suportar o sistema de encriptação de memória TSME sem qualquer aviso.

A AMD está a ser alvo de críticas após se ter descoberto que a funcionalidade de segurança TSME (Transparent Secure Memory Encryption) deixou de estar disponível nos processadores Ryzen para consumidores. A alteração não foi anunciada publicamente pela empresa e só foi identificada após alguns utilizadores verificarem que a opção deixou de funcionar em sistemas actualizados com versões mais recentes do firmware AGESA.

O TSME é uma tecnologia que permite encriptar automaticamente todos os dados armazenados na memória RAM através de uma chave gerada pelo processador durante o arranque. Esta protecção ajuda a combater ataques físicos, incluindo os chamados cold boot attacks, nos quais um atacante tenta recuperar dados da memória após desligar o sistema.
O caso veio a público quando um utilizador detectou que o seu Ryzen 7 9700X deixou de apresentar suporte para TSME após ter feito uma actualização da BIOS. Após comunicações com a própria AMD, foi confirmado que a funcionalidade passou a estar reservada exclusivamente aos processadores Ryzen PRO, destinados ao mercado empresarial.

Embora esta situação tenha sido infeliz, desta vez penso que será injusto culpabilizar a AMD. A verdade é que, embora os CPUs Ryzen tenham permitido usar o TSME, a AMD nunca garantiu isso como funcionalidade nos Ryzen de consumo; como tal, esta "remoção" está apenas a rectificar algo que nunca deveria ter estado disponível (mesmo que - como comprovado - seja algo que estes CPUs suportam). Na realidade, o impacto prático será nulo para a maioria dos utilizadores domésticos, para os poucos que levarem isto a sério, certamente acabarão por surgir BIOS modificadas que possam reactivar esta funcionalidade.


Actualização: A AMD disse que, tendo em conta o interesse do público, vai reactivar a opção Transparent Secure Memory Encryption (TSME) em Julho, mas apenas para os CPUs da série Ryzen 9000.

№ 07

LEGO lança máquina de pinball funcional

Os fãs das máquinas pinball não vão resistir à mais recente proposta da LEGO.

Conhecendo-se a carga de nostalgia das máquinas pinball (por cá também conhecidas como as máquinas de "flippers"), podemos desde já antever que a mais recente construção LEGO tenha sucesso garantido.

A LEGO Icons Máquina de Pinball Arcade (11374) é uma construção com 2274 peças que, depois de montada, resulta numa máquina pinball totalmente funcional, que proporcionará incontáveis horas de diversão. A máquina adopta uma temática espacial, onde existe uma missão para reunir um astronauta com um bebé que vagueia pelo espaço.
A máquina de pinball de mesa conta com um lançador accionado por mola, duas alavancas, amortecedores giratórios e uma ponte em rampa. Os fãs podem lançar a bola e tentar acertar nos alvos espalhados pelo campo de jogo. A barra de progresso integrada pode ser reiniciada, permitindo repetir o jogo.
O set LEGO Icons Máquina de Arcada de Pinball (11374) fica disponível para os membros LEGO Insiders com acesso antecipado, a partir de 1 de Julho de 2026, e para todos a partir de 4 de Julho de 2026, com um preço de 209,99 euros.


LEGO Icons Máquina de Pinball Arcade (11374)
Idade: 18+
Preço: 209,99 €
Número do Produto: 11374
Peças: 2.274
Dimensões: 24 cm de altura, 38 cm de comprimento e 28 cm de largura
Disponibilidade:
LEGO Insiders: 1 de julho de 2026
Lançamento geral: 4 de julho de 2026

№ 08

VSCO lança Studio Pro e prepara subscrição de $500

A VSCO tem nova app de edição profissional de fotos para iPhone, e prepara uma subscrição de $500 por ano para competir com o Adobe Creative Cloud.

A VSCO anunciou o Studio Pro, uma nova app de edição fotográfica profissional para iPhone que pretende competir directamente com as apps da Adobe. A app já está disponível para iOS e chegará ao macOS ainda este ano, trazendo ferramentas concebidas para fotógrafos que trabalham com grandes volumes de imagens.

Entre as funcionalidades disponíveis no lançamento estão a edição em lote, a capacidade de aplicar automaticamente o estilo de uma fotografia de referência a várias imagens, e a partilha de trabalhos através das VSCO Galleries. Esta também prometido o suporte para ficheiros RAW, opções de exportação mais avançadas, e novas ferramentas de edição, incluindo ajustes de proporção de image, em actualizações futuras.
O Studio Pro foi concebido especialmente para profissionais que trabalham em áreas como casamentos, retratos, eventos, fotografia desportiva, e fotografia escolar, onde a gestão eficiente de centenas ou milhares de fotografias se torna num elemento crítico.

A acompanhar o lançamento, a VSCO prepara uma nova subscrição chamada VSCO One, com um preço de 500 dólares por ano. O plano reúne várias ferramentas da empresa numa única oferta, incluindo Studio Pro, Capture, Galleries, Workspace, Sites, AI Lab e programas de apoio a fotógrafos freelancers. A estratégia pretende transformar a VSCO numa plataforma completa para gerir todo o fluxo de trabalho fotográfico, desde a captura e edição até à entrega final dos projetos aos clientes.

№ 09

VSCO lança Studio Pro e prepara subscrição de $500

A VSCO tem nova app de edição profissional de fotos para iPhone, e prepara uma subscrição de $500 por ano para competir com o Adobe Creative Cloud.

A VSCO anunciou o Studio Pro, uma nova app de edição fotográfica profissional para iPhone que pretende competir directamente com as apps da Adobe. A app já está disponível para iOS e chegará ao macOS ainda este ano, trazendo ferramentas concebidas para fotógrafos que trabalham com grandes volumes de imagens.

Entre as funcionalidades disponíveis no lançamento estão a edição em lote, a capacidade de aplicar automaticamente o estilo de uma fotografia de referência a várias imagens, e a partilha de trabalhos através das VSCO Galleries. Esta também prometido o suporte para ficheiros RAW, opções de exportação mais avançadas, e novas ferramentas de edição, incluindo ajustes de proporção de image, em actualizações futuras.
O Studio Pro foi concebido especialmente para profissionais que trabalham em áreas como casamentos, retratos, eventos, fotografia desportiva, e fotografia escolar, onde a gestão eficiente de centenas ou milhares de fotografias se torna num elemento crítico.

A acompanhar o lançamento, a VSCO prepara uma nova subscrição chamada VSCO One, com um preço de 500 dólares por ano. O plano reúne várias ferramentas da empresa numa única oferta, incluindo Studio Pro, Capture, Galleries, Workspace, Sites, AI Lab e programas de apoio a fotógrafos freelancers. A estratégia pretende transformar a VSCO numa plataforma completa para gerir todo o fluxo de trabalho fotográfico, desde a captura e edição até à entrega final dos projetos aos clientes.

№ 10

iOS 27 com mais opções na partilha da localização

Com a chegada do iOS 27 os utilizadores de iPhones ganham maior controlo sobre a partilha de localização.

A Apple adicionou várias novidades na aplicação Encontrar (Find My) do iOS 27, actualmente disponível em versão beta para programadores. As novas funcionalidades focam-se na privacidade, permitindo gerir de forma mais flexível a partilha de localização com outras pessoas.

Para começar, passamos a ter a opção Hide Location que permite ocultar temporariamente a localização a contactos específicos sem que estes recebam qualquer aviso ou notificação. A funcionalidade permite esconder a localização até ao final do dia e foi concebida para situações como a preparação de festas surpresa ou outros eventos em que o utilizador não queira revelar a sua localização - sem que tenha que recorrer à remoção completa da partilha.
O iOS 27 traz também maior controlo sobre a duração da partilha de localização. Os utilizadores poderão definir períodos personalizados entre 15 minutos e 30 dias, escolhendo exactamente o número de dias, horas e minutos, ou estabelecendo uma data e hora específicas para o fim da partilha.

É o tipo de coisa que me surpreende repetidamente, de todas as vezes que se lança uma funcionalidade com temporização que apenas disponibiliza opções limitadas pré-definidas: no iOS 26 só se pode escolher entre indefinidamente, até ao fim do dia, ou 1 hora. Porque não disponibilizar logo esta opção para escolher qualquer período? Enfim...
Por fim, temos o suporte para modo horizontal em várias aplicações nativas da Apple, incluindo o Find My. A alteração permite utilizar a aplicação em paisagem ao rodar o iPhone. É também mais um indicador claro de que a Apple se prepara para a chegada de um iPhone dobrável, onde se tornará imprescindível que se tnha suporte para o modo "normal" ou "expandido".

№ 11

Bug no Gmail para Android faz desaparecer o teclado

Um estanho bug está a impedir que os utilizadores do Gmail respondam aos emails nos Android - pois o teclado não aparece.

Parece que o Android se está a deixar contagiar pela constante tradição de bugs do Windows, desta vez afectando os smartphones Pixel e impedindo a resposta a emails no Gmail. O erro faz com que o teclado virtual não apareça quando o utilizador tenta responder ou escrever uma nova mensagem, tornando impossível introduzir texto normalmente.

Os relatos indicam que o campo de resposta é apresentado juntamente com a funcionalidade de inteligência artificial “Help me write”, mas o teclado nunca surge no ecrã. O problema parece afectar sobretudo dispositivos Pixel, embora também já tenham sido relatados problemas idênticos em smartphones Samsung, sugerindo que a origem da falha poderá estar no próprio Gmail e não num bug do sistema.
A causa exacta ainda não foi identificada, mas os utilizadores afectados referem que o teclado continua a funcionar normalmente nas outras apps. Alguns descobriram soluções temporárias, como tocar no botão normalmente utilizado para ocultar o teclado, o que parece repor o comportamento correcto e fazer o teclado voltar a aparecer. Outra solução provisória passa por rodar o smartphone para o modo horizontal, o que força o teclado a surgir novamente. No entanto, o problema tende a regressar quando o utilizador tenta responder a outro email, tornando estes processos bastante frustrantes.

Com bugs deste tipo, é natural que aumentem as acusações de que as empresas andam a depender demasiado do "vibe coding" (programação assistida por AI) e já nem dedicam tempo a verificar se as coisas funcionam como deviam.

№ 12

Recalls pendentes dão direito a chumbo na IPO

Os condutores portugueses têm que ter atenção aos recalls que afectam os seus veículos, para não reprovarem nas inspecções periódicas obrigatórias.

Desde 1 de março, qualquer veículo com um recall por realizar é automaticamente reprovado na Inspeção Periódica Obrigatória, independentemente do seu estado geral. A regra é do Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) e aplica-se a todos os veículos em circulação no país, num contexto em que se estima que cerca de 90.000 automóveis têm acções de chamada à oficina por resolver.

Para ajudar os proprietários a perceber se o seu veículo está abrangido por alguma destas acções, foi criada uma plataforma de verificação gratuita, acessível em recall.motordata.pt, onde basta introduzir a matrícula ou o número VIN para obter a resposta. A iniciativa conta com o apoio da Associação Automóvel de Portugal (ACAP), em parceria com o IMT e a Direcção-Geral do Consumidor, e a consulta é recomendada antes de cada inspecção.
Relembre-se que todas as acções de recall são aplicáveis a todas as marcas, sempre que é identificado um problema relacionado com segurança, regulamentos ou emissões. As marcas são obrigadas a comunicar as mesmas aos proprietários dos veículos, e as respectivas intervenções são totalmente gratuitas.

A obrigatoriedade de ter os recalls resolvidos para passar a inspecção pode revelar-se algo inoportuna para os condutores que forem apanhados de surpresa no momento da inspecção, mas não deixa de ser um passo necessário para que marcas e condutores levem as operações de recolha a sério.

[Pela Estrada Fora]
№ 13

Rede MOBI.E bate recorde com quase 1M de carregamentos em Maio

Mantendo a tendência dos últimos anos, Maio voltou a bater recordes na rede Mobi.E, atingindo quase um milhão de carregamentos.

A rede de carregamento de veículos eléctricos conectada à MOBI.E registou em maio de 2026 o seu melhor mês de sempre. Com mais de 968 mil carregamentos realizados ao longo do mês, a plataforma aproxima-se da marca simbólica de um milhão de sessões mensais e confirma uma trajectória de crescimento consistente da mobilidade eléctrica em Portugal.

Face a maio de 2025, o número de carregamentos cresceu 36%, um resultado que por si só é expressivo, mas que fica ainda mais relevante quando se olha para o lado dos utilizadores. Em maio, mais de 238 mil pessoas distintas recorreram à infra-estrutura conectada à MOBI.E, seja através de cartão ou de aplicação, o que representa um crescimento homólogo de 106%. Este dado sugere que a adesão à mobilidade eléctrica está a ganhar uma dimensão muito mais alargada do que apenas os primeiros adoptantes.

O consumo de energia associado à utilização da rede superou os 22 mil MWh em maio, mais 42% do que no mesmo período do ano anterior. A electricidade fornecida pela rede permitiu percorrer mais de 666 milhões de quilómetros em veículos eléctricos carregados em todo o país.
Do lado da infra-estrutura, o crescimento também tem sido contínuo. No final de maio, a rede pública contava com 7.972 postos de carregamento distribuídos pelo território nacional, correspondendo a mais de 15.090 pontos de carregamento. Só face a abril, foram acrescentados 350 novos pontos. Destes, mais de 3.100 postos já disponibilizam carregamento rápido, com potência superior a 22 kW e inferior a 150 kW, ou ultrarrápido, com potência igual ou superior a 150 kW, representando cerca de 39% da rede pública conectada à MOBI.E.

O impacto ambiental deste crescimento é igualmente significativo. Apenas em maio, a mobilidade eléctrica evitou a emissão de mais de 18 mil toneladas de CO2, um volume equivalente à capacidade anual de retenção de carbono de mais de 299 mil árvores urbanas com dez anos. Para ter outra referência de escala, este valor corresponde às emissões anuais de aproximadamente 3.700 habitantes ou 1.480 famílias portuguesas, e ainda a mais de 6,7 milhões de litros de gasóleo que deixaram de ser consumidos.

A rede conectada à MOBI.E integra actualmente 36 Comercializadores de Electricidade para a Mobilidade Eléctrica e 110 Operadores de Pontos de Carregamento. A MOBI.E é uma empresa pública desde 2015 e actua como Entidade Gestora da Rede de Mobilidade Eléctrica, assegurando a interoperabilidade entre todos os operadores e parceiros de roaming presentes na plataforma.

[Pela Estrada Fora]
№ 14

Google recusa recompensa em falha crítica que vai corrigir

Temos novo caso de um investigador de segurança que critica a Google por se recusar a pagar a recompensa de uma falha de segurança crítica.

No seguimento de casos anteriores com a Microsoft e com a Apple, temos um investigador de segurança a acusa a Google de ignorar uma vulnerabilidade grave no Config Connector, uma ferramenta utilizada para gerir recursos do Google Cloud através do Kubernetes. Segundo Justin O'Leary, a falha permitiria a utilizadores com acesso a determinados espaços de nomes do Kubernetes contornar os controlos de permissões do Google Cloud e obter acesso total a recursos de uma organização.

De acordo com o investigador, a vulnerabilidade resulta da ausência de uma verificação de autorização adequada no Config Connector. Um atacante poderia explorar a falha para elevar privilégios e obter permissões de administrador ao mais alto nível dentro de uma infraestrutura Google Cloud. Após receber o relatório em Março, a equipa de segurança da Google classificou inicialmente o problema como P1 (prioridade máxima) e S1 (gravidade máxima), descrevendo-o como um caso importante.
No entanto, poucos dias depois, a empresa alterou a sua posição. A Google informou o investigador de que o comportamento observado era considerado "funcionamento conforme previsto" e que a falha não cumpria os critérios para receber uma recompensa através do programa de bug bounty. Apesar disso, o relatório continua marcado internamente como aceite e em progresso, sem que tenha sido divulgada qualquer correcção ou atribuído um identificador CVE.

O caso está a gerar novas críticas na comunidade de segurança, sobretudo porque esta não é a primeira vez que investigadores lidam com grandes empresas que classificam inicialmente um problema como vulnerabilidade, para depois recusarem recompensas ou não comunicarem publicamente as correcções. Embora seja natural que por vezes as falhas reportadas não sejam verdadeiramente falhas, ou que possam já ter sido reportadas por outros investigadores, a frequência crescente destes relatos faz com que seja necessário reavaliar estes programas, para que haja maior transparência e não se corra o risco de hostilizar as relações entre empresas e investigadores. É que, se assim for, passa-se de um cenário "win-win" em que todos têm a ganhar, para um cenário "lose-lose" em que todos ficam a perder.
№ 15

Google recusa recompensa em falha crítica que vai corrigir

Temos novo caso de um investigador de segurança que critica a Google por se recusar a pagar a recompensa de uma falha de segurança crítica.

No seguimento de casos anteriores com a Microsoft e com a Apple, temos um investigador de segurança a acusa a Google de ignorar uma vulnerabilidade grave no Config Connector, uma ferramenta utilizada para gerir recursos do Google Cloud através do Kubernetes. Segundo Justin O'Leary, a falha permitiria a utilizadores com acesso a determinados espaços de nomes do Kubernetes contornar os controlos de permissões do Google Cloud e obter acesso total a recursos de uma organização.

De acordo com o investigador, a vulnerabilidade resulta da ausência de uma verificação de autorização adequada no Config Connector. Um atacante poderia explorar a falha para elevar privilégios e obter permissões de administrador ao mais alto nível dentro de uma infraestrutura Google Cloud. Após receber o relatório em Março, a equipa de segurança da Google classificou inicialmente o problema como P1 (prioridade máxima) e S1 (gravidade máxima), descrevendo-o como um caso importante.
No entanto, poucos dias depois, a empresa alterou a sua posição. A Google informou o investigador de que o comportamento observado era considerado "funcionamento conforme previsto" e que a falha não cumpria os critérios para receber uma recompensa através do programa de bug bounty. Apesar disso, o relatório continua marcado internamente como aceite e em progresso, sem que tenha sido divulgada qualquer correcção ou atribuído um identificador CVE.

O caso está a gerar novas críticas na comunidade de segurança, sobretudo porque esta não é a primeira vez que investigadores lidam com grandes empresas que classificam inicialmente um problema como vulnerabilidade, para depois recusarem recompensas ou não comunicarem publicamente as correcções. Embora seja natural que por vezes as falhas reportadas não sejam verdadeiramente falhas, ou que possam já ter sido reportadas por outros investigadores, a frequência crescente destes relatos faz com que seja necessário reavaliar estes programas, para que haja maior transparência e não se corra o risco de hostilizar as relações entre empresas e investigadores. É que, se assim for, passa-se de um cenário "win-win" em que todos têm a ganhar, para um cenário "lose-lose" em que todos ficam a perder.
№ 16

Snap mostra óculos SPECS para realidade aumentada

Depois dos Spectacles, a Snap aposta nos SPECS como os óculos verdadeiramente criados para realidade aumentada.

A promessa da revolução dos óculos de realidade aumentada ainda não se materializou mas a Snap espera que os novos SPECS possam dar mais um passo nesse sentido. Apresentados durante o evento AWE 2026 pelo CEO Evan Spiegel, os Specs apostam numa experiência de computação espacial completa, aproximando-se mais da visão prometida por produtos como o Apple Vision Pro do que dos actuais óculos com AI disponíveis no mercado.

Os novos óculos funcionam de forma autónoma e usam dois processadores Qualcomm Snapdragon: um dedicado às aplicações e experiências de realidade aumentada e outro responsável pela visão computacional. A tecnologia de projecção através de waveguides permite exibir imagens a cores directamente no campo de visão do utilizador, criando o equivalente a um monitor virtual de 24" para trabalho ou um ecrã de 115" para entretenimento (tecnicamente falando, 51° de campo de visão, o que ainda fica um pouco abaixo do que seria desejado, mas já se trabalha em lentes finas com 70° de campo de visão).



A Snap destaca ainda funcionalidades como rastreamento de mãos, notificações por Bluetooth, assistente AI, reprodução de vídeo via USB e compatibilidade com lentes graduadas. Os Specs utilizam lentes eletrocrómicas capazes de alternar entre transparentes e escurecidas, enquanto a bateria oferece cerca de quatro horas de autonomia. Para contornar esta limitação, os óculos podem ser carregados durante a utilização através de um cabo magnético.

O maior problema é que, com um preço um preço de 2.195 dólares, os Specs continuam a estar longe do patamar de preços de um produto para o público em geral. Dito isto, não deixam de ser um passo no bom sentido, de serem algo bastante mais próximos de óculos que possam ser usados "na rua", ao contrário do que acontece com os Vision Pro da Apple. Com mais alguns anos de evolução, com maior campo de visão, autonomia melhorada, e um preço que desça para o patamar dos 999 euros, as coisas podem finalmente começar a mudar.

№ 17

Cadeira ergonómica Sihoo a €172

Mais necessário do que nunca para quem passou a ficar em casa a tempo inteiro - ou simplesmente decidiu melhorar as suas condições durante o tempo que passa a trabalhar ou a jogar no computador - temos esta cadeira ergonómica de escritório Sihoo.

É habitual ver as pessoas que planeiam o seu próximo computador escolherem todo e cada componente da sua máquina com enorme cuidado; mas muita vezes esquecem-se dos componentes "extra-computador", que podem ser ainda mais importantes. A cadeira é uma dos elementos críticos que muitas vezes é descurado, mas felizmente vão surgindo propostas interessantes a preços bastante aceitáveis - tendo em conta que é algo que será usado durante longas horas, durante dias, meses e anos, e que contribui directamente para o conforto imediato do utilizador e para a sua saúde a longo prazo.
Esta cadeira Sihoo está disponível por 172 euros com envio da Amazon Espanha.

Vem com todos os ajustes esperados para uma cadeira reclinável e conta com ajuste de altura pneumático. Está disponível em branco, preto, e em versões com apoio para os pés (estas últimas sendo mais caras).


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

№ 18

Google Calendar expande cores dos eventos

Após muitos anos de espera, o Google Calendar passa finalmente a dar maior liberdade na escolha de cores para os eventos.

A Google está a lançar uma actualização para o Google Calendar que aumenta significativamente as opções de personalização dos eventos. Até agora, os utilizadores estavam limitados a apenas 12 cores predefinidas, mas a plataforma passa agora a suportar até 200 cores personalizadas, facilitando a organização visual de compromissos e tarefas.

Oo Google Calendar disponibilizará 24 cores principais em todas as plataformas, enquanto a versão web e a API do serviço terão acesso a uma caixa de selecção de cores RGB para criar cores personalizados. Esta era uma das funcionalidades mais pedidas pelos utilizadores, tanto a nível doméstico como empresarial.
Para quem depende do Google Calendar para organizar os eventos do seu dia a dia, esta expansão de cores será bastante apreciada, permitindo criar uma maior separação visual entre tipos de eventos e diferentes calendários.

O único ponto negativo, como é habitual nas actualizações dos serviços Google, é que isto está a ser feito de forma gradual, o que significa que poderá demorar algumas semanas até que chegue a todos os utilizadores. Por outro lado, para quem já esperou anos, é aguardar apenas mais um pouco.

№ 19

ChatGPT ganha tarefas agendadas e recorrentes

O ChatGPT torna-se mais útil com a possibilidade de agendar tarefas recorrentes, mas que por agora só ficam disponíveis nos planos pagos.

A OpenAI começou a disponibilizar uma nova funcionalidade para o ChatGPT que permite criar lembretes, agendar tarefas recorrentes e acompanhar determinados temas ao longo do tempo. Isto transforma o chatbot numa espécie de assistente pessoal, capaz de executar acções futuras em vez de responder apenas a pedidos no momento.

Os utilizadores podem programar lembretes pontuais ou recorrentes directamente no ChatGPT. Isto inclui tarefas simples, como lembrar aniversários ou compromissos, ou acções automáticas mais avançadas, como receber resumos diários ou acompanhamentos regulares de determinados assuntos.

New in ChatGPT: a better way to schedule tasks.

Scheduled tasks are faster, more reliable, and easier to manage from the new Scheduled page.

The new scheduled tasks experience is rolling out to Go, Plus, Pro, Business, and Enterprise users on web and mobile. pic.twitter.com/YC7JON6Hxn

— ChatGPT (@ChatGPTapp) June 17, 2026
Uma das capacidade é monitorizar tópicos específicos e enviar notificações quando existirem novidades relevantes. O sistema pode acompanhar eventos, lançamentos de produtos, ou notícias sobre temas definidos pelo utilizador, alertando apenas quando surgirem mudanças significativas.

A funcionalidade não está disponível para utilizadores gratuitos e exige uma subscrição paga do ChatGPT. O número de tarefas activas varia consoante o plano: utilizadores Go podem manter até três tarefas, utilizadores do Plus podem ter até cinco, Business e Edu até dez, enquanto os planos Pro e Enterprise suportam até quinze tarefas em simultâneo. Todas as tarefas podem ser geridas através de uma nova secção "Scheduled" na coluna lateral.

№ 20

Adaptador de tomadas universal com 5 USB a €20

Este adaptador universal de tomadas da Lencent garante que podemos ligar qualquer aparelho a qualquer tomada, e poupar carregadores USB adicionais.

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas este adaptador universal com portas USB integradas acaba por ser uma solução bastante atractiva para quem viaja frequentemente, ou simplesmente quer estar preparado para nunca ser apanhado desprevenido em termos de formatos de tomadas - e simultaneamente evitando a necessidade de transportar até cinco carregadores USB adicionais na sua bagagem.
Este adaptador de tomadas universal da Lencent tem 5 portas USB e está disponível por apenas 20 euros na Amazon Espanha - têm também disponível uma versão de 65W.

O módulo encaixa, e permite encaixar, tomadas eléctricas de praticamente todos os formatos existente (UE, Reino Unido, EUA, Austrália, etc.) e inclui 5 práticas portas USB, 3 delas sendo USB-C até 15 W, que podem fornecer até um máximo de 2.4 A por porta, perfeitas para recarregar smartphones, câmaras e outros equipamentos quando se vai de férias.


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