PlanetGeek
№ 01

OpenAI diz que não engana utilizadores na partilha de dados

Perante relatos que estaria a enganar utilizadores que escolhessem não partilhar dados para treino do ChatGPT, a OpenAI assegura que não é o caso.

No seguimento do polémico caso de potencial "roubo" de dados para resolução de um problema matemático de longa data, surgiram também críticas quanto à possibilidade da OpenAI estar a enganar os utilizadores do ChatGPT na opção de não partilhar dados para treino do modelo.

A acusação dizia que, apesar do ChatGPT disponibilizar uma opção para que os dados dos utilizadores não sejam usados para treino de modelos AI, a OpenAI teria escondido a verdadeira opção de recusa num local menos acessível na sua documentação, e que obrigava a fazer um pedido "oficial" de não utilização dos dados.

Worth clarifying that this is flatly false and the two options are just two independent ways to opt-out.

We respect our users' choice whether to use their data to “improve our models for everyone” regardless of where they express that choice. Users can opt out in the in-app… https://t.co/Qn1lVuWmGY

— Tibo (@thsottiaux) September 9, 2026
Ora, a OpenAI já veio dizer que esta acusação é completamente falsa, e que na verdade se tratam apenas de duas formas dos utilizadores informarem a OpenAI de que os seus dados não devem ser usados para treino de modelos AI; mas em que basta fazê-lo de uma forma ou outra, e que ambas têm exactamente o mesmo efeito.

Portanto, para quem não quiser ceder os seus dados à OpenAI (acreditando que essa opção seja cumprida), o método mais fácil será ir ao Settings do ChatGPT, à secção Data Controls, e desactivar a opção "Improve the model for everyone".

№ 02

T-Mobile vai cobrar $5/mês pelo iPhone Handoff

Usar o mesmo número de telefone em dois iPhones precisa do suporte dos operadores, e a T-Mobile vai cobrar $5 por mês por isso.

Usar o mesmo número de telefone / plano móvel em vários dispositivos é algo que se começou a popularizar com a chegada dos tablets e smartwatches com ligação celular. Do lado dos consumidores, não fazia sentido pagar por planos extra separados para cada dispositivo, quando tudo o que queriam fazer era "partilhar" aquilo que já tinham entre os seus produtos. Isso volta a acontecer agora com o iPhone Handoff do iOS 27, que expande esse tipo de uso a dois iPhones (a Apple está confiante que os seus clientes já não se sentem satisfeitos com um único iPhone).

Com o iPhone Handoff será possível usar o mesmo número / plano em dois iPhones, mas em que apenas um está activo (aquele que se desbloquear). Infelizmente, é algo que continua a estar dependente do suporte e activação por parte da operadora, e - tal como seria de esperar - a T-Mobile já revelou que irá cobrar $5 por mês por isso. Na Europa, a única operadora confirmada por agora é a Deutsche Telekom na Alemanha, mas que ainda não revelou quanto irá cobrar por isso.

O que se sabe é que, para o lado da operadora, não existem custos efectivos para esta funcionalidade, uma vez que não se trata de ter dois números activos e a ser usados em simultâneo, sendo o equivalente a trocar um cartão SIM de um smartphone para o outro (que teoricamente seria ainda mais directo usando-se o eSIM - embora existam restrições e limitações aplicadas, que complicam esse tipo de uso face ao uso dos cartões SIM físicos).

Não sendo de esperar que os grandes operadores facilitem a vida aos consumidores, resta esperar que pelos os operadores de telecomunicações low-cost possam usar isso como mais uma forma de atrair clientela, não cobrando pela opção iPhone Handoff para usar o mesmo número em dois iPhones.

№ 03

Promoção de regresso às aulas CdKeysales com Windows 11 a €14.99 e Office a €17.80

O Windows 11 está a receber atualizações interessantes, e tudo se resume a tornar o teu PC mais rápido e agradável de usar. A atualização de agosto de 2026 trouxe um Low Latency Profile expandido que dá um boost de velocidade - as apps abrem mais depressa e tudo parece mais imediato. Nos últimos meses também se ganhou o suporte para Shared Audio para que várias pessoas possam ouvir o mesmo stream de áudio Bluetooth ao mesmo tempo, além de suporte Multi-App Camera que permite que diferentes programas usem a câmara de forma fluida sem conflitos. O Search também está mais rápido e inteligente, finalmente encontrando coisas mesmo que se escrevam alguns erros no nome das coisas, e o point-in-time restore permite uma recuperação fácil em caso de problemas. Ideal para quem depende diariamente de ferramentas como o MS Office 2024 e Office 2024 LTSC.

No geral, a Microsoft tem-se concentrado em ajustes de performance, fiabilidade e aqueles pequenos detalhes de qualidade que tornam o uso diário mais suave. É o resultado de ouvir o feedback dos utilizadores e a entregar um Windows mais moderno, eficiente e sem complicações.


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O processo de compra é bastante simples, bastando ir adicionando os produtos pretendidos ao carrinho de compras, e inserir o código de desconto no campo respectivo antes de prosseguir para o checkout.
Como activar o código de desconto AB30
Depois de adicionado ao carrinho (botão Comprar Agora), antes de confirmar a encomenda, deverá inserir o código AB30 na caixa "Código de promoção" e clicar em "Aplicar".

É possível fazer o pagamento via PayPal - o que é sempre recomendado como medida de protecção adicional em todas as compras online - e temos à disposição o serviço de suporte via live chat no site ou através do email [email protected].


Como activar a licença do Windows 10 / 11
Para activar a licença do Windows 10 ou Windows 11, basta aceder às configurações do Windows e, na secção "Ativação" clicar no botão "Alterar chave do produto". Surgirá uma janela onde se pode inserir o código de activação do Windows que acabou de adquirir.
Ao concluir, será apresentada uma mensagem informando que a licença está activa e validada.
É possível fazer o pagamento via PayPal - o que é sempre recomendado como medida de protecção adicional.

Não se esqueçam que no caso dos Windows e Office, o download continuará a ser feito do site da Microsoft, com a compra a disponibilizar apenas as chaves para activar os produtos:

[Artigo patrocinado por Mediamz]


№ 04

Google lança app Gemini para Windows

Depois dos Macs, é a vez dos computadores Windows terem acesso directo ao Gemini através da nova app da Google.

A Google anunciou o lançamento da app Gemini para computadores com Windows, alguns meses após a estreia da versão para macOS. A nova app foi concebida para oferecer acesso rápido ao assistente de inteligência artificial, permitindo aos utilizadores obter ajuda sem interromper o fluxo de trabalho.

Uma das principais funcionalidades é a possibilidade de abrir o Gemini instantaneamente através do atalho de teclado Alt + Espaço. Segundo a Google, isto permite realizar tarefas rápidas, como verificar informações num documento, gerar ideias para apresentações ou obter respostas a perguntas, sem necessidade de abrir um browser ou alternar entre várias janelas. A app inclui também acesso ao Gemini Spark, o agente AI pessoal da empresa, capaz de interagir com aplicações e serviços ligados à conta do utilizador. Entre as funcionalidades disponíveis estão ainda a geração de imagens através do modelo Nano Banana e a criação de vídeos utilizando o Gemini Omni.

Visualmente, a app mantém uma experiência semelhante à versão web do Gemini, mas adiciona uma barra lateral dedicada para acesso rápido a conteúdos recentes e blocos de notas. A Google promete ir expandindo as funcionalidades nativas para desktop gradualmente. O Gemini para Windows já está disponível para computadores com Windows 10 e Windows 11, em: gemini.google/desktop.

№ 05

Apple explica funcionamento da "escuta" sempre activa nos Apple Watch

A Apple está a fazer o que pode para tentar demonstrar a escuta dos Apple Watch como sendo "privada".

Os novos Apple Watch 12 e Ultra 4 vêm com novas capacidades que permitem escutar e resumir tudo o que se passa em redor, levantando óbvias preocupações de privacidade. Mas obviamente que a Apple tem o trabalho de casa feito e tem um longo documento a justificar e explicar como tudo é feito.

Para o Live Rewind, que dá acesso a uma transcrição do que foi dito nos últimos 15 segundos, a Apple diz que isso não poderá ser usado secretamente, porque o Apple Watch vai emitir um aviso sonoro (mesmo que esteja em modo de silêncio) para sinalizar essa operação, com uma animação no ecrã. Adicionalmente, a informação apresentada só será mantida temporariamente, a não ser que o utilizador a grave expressamente. Parecem explicações que apenas existem para tentar "sossegar" o público, sem abordarem a questão principal, ao estilo da Meta dizer que os seus óculos têm um LED para indicar quando estão a gravar. Mas o Live Rewind não é sequer a questão mais preocupante, mas sim o Siri Recap.

O Siri Recap é o elemento que verdadeiramente gera maior preocupação, pois poderá estar à escuta a tempo inteiro, ao longo de todo o dia - e sem qualquer indicação visual ou sonora de que está activada, o que desde logo deita por terra as explicações usadas para o Live Rewind.

Para o Recap a Apple foca-se em dizer que é uma funcionalidade que está sob total controlo do utilizador, que pode activá-la manualmente só para momentos específicos, ou só em determinado horário, ou só em determinados locais. Novamente, nada disso dá qualquer descanso, não havendo forma de saber se alguém perto de nós, poderá ter um Apple Watch a escutar tudo o que dizemos. A Apple prossegue com outras tentativas de minimizar a situação, dizendo que o sistema não identifica pessoas específicas, que censura automaticamente informação "sensível" (fica por determinar o que fica de fora ou será registado), que as conversas são fortemente resumidas (equiparando-as à tomada de notas após uma conversação), e que todo o processamento é feito de forma segura, tanto no dispositivo como através do Private Cloud Compute, com todos os resumos a terem encriptação end-to-end, e a serem eliminados ao fim de 7 dias a não ser que sejam gravados pelo utilizador.

Ora, isto vem ao encontro das preocupações que já tínhamos referido anteriormente. Mesmo que a Apple esteja a fazer tudo isto da forma mais segura e privada possível, nada disso elimina o facto de que, quando activado, o Siri Recap se torna num verdadeiro sistema de escuta a tempo inteiro que manterá resumos de tudo o que ouviu nos últimos sete dias, e que ficarão disponíveis a atacantes (campanhas de spyware como as da Pegasus já demonstraram ser possível obter controlo remoto de iPhones através do envio de uma simples mensagem, sem intervenção do utilizador) ou às autoridades. Os cenários de potencial abuso do sistema são por isso, infinitos, indo dos mais imediatos (um suspeito que tenha um Apple Watch ser forçado a revelar todos os resumos) aos mais distópicos (autoridades a exigirem todos os resumos disponíveis de um determinado local numa determinada data).

Este tipo de tecnologia arrisca-se a ficar tão comum que todos passarão a usá-la sem "pensar nisso", e no processo, acabarão por ter resumos de coisas que não só se passaram no trabalho, mas também quando vão a uma consulta médica, uma sessão com um psicólogo, quando se confessam religiosamente, ou tudo mais que façam. E esta é ainda a primeira fase, já que no próximo ano deveremos começar a ter os AirPods com câmara, que passarão a adicionar toda uma nova dimensão visual a estas preocupações.

№ 06

Oukitel apresenta tablet e portátil robustos, e baterias para casa e outdoors

A Oukitel tem vários produtos interessantes, incluindo novos tablets robustos, um portátil com painel solar integrado, e novas soluções de energia para casa e não só.

A Oukitel revelou vários novos produtos focados em resistência, produtividade e energia sustentável. Para além dos seus conhecidos smartphones robustos, a empresa apresentou um tablet industrial de 11", um portátil equipado com um painel solar integrado, e várias soluções de armazenamento de energia destinadas tanto ao uso doméstico como actividades ao ar livre.

Oukitel RT10: tablet industrial para ambientes extremos

O destaque na categoria dos tablets é o novo Oukitel RT10, um modelo industrial com ecrã de 11", leitor de impressões digitais e scanner de códigos de barras 2D. O equipamento conta com um painel Full HD 1080p a 120 Hz e altifalantes estéreo de 5 W capazes de ultrapassar os 130 dB. No interior encontra-se o processador MediaTek Dimensity 7400X, acompanhado por 12 GB de RAM, 512 GB de armazenamento interno expansível e uma enorme bateria de 25.000 mAh.

A versão industrial inclui carregamento através de pogo pins e disponibiliza várias ligações profissionais, incluindo USB-A, RJ45 e RS-232. O dispositivo possui certificações IP68, IP69K e MIL-STD-810H, podendo operar em ambientes com temperaturas entre os -45°C e os 75°C. Para utilizadores comuns existirá também uma versão simplificada, sem algumas das funcionalidades industriais. No departamento fotográfico, o RT10 integra uma câmara principal de 64 MP e uma câmara de visão noturna de 20 MP.


RG14-P: portátil robusto com painel solar incorporado

A Oukitel também apresentou o RG14-P, um portátil de 14.1" concebido para utilização no exterior. O ecrã oferece um brilho máximo de 1.000 nits, garantindo boa visibilidade mesmo sob luz solar direta. O equipamento inclui ainda uma câmara magnética rotativa de 180 graus e dois altifalantes de 5 W. O elemento mais invulgar deste portátil é o painel solar de 10 W integrado na parte traseira do ecrã. Em condições ideais, este painel consegue carregar até 50% da bateria de 95 Wh em cerca de seis horas.

A bateria utiliza um sistema híbrido composto por uma bateria interna de 3.000 mAh e uma bateria removível de 5.200 mAh. Esta última pode ser substituída sem desligar o equipamento, permitindo transportar baterias adicionais para aumentar significativamente a autonomia. O RG14-P não é propriamente leve, pesando 3,7 kg, mas inclui uma pega de transporte para facilitar a deslocação. Tal como outros produtos da marca, possui certificações IP68 e IP69K para resistência a água, poeira e condições adversas. O portátil foi claramente pensado para utilização profissional e industrial, disponibilizando portas RS-232, RJ45 Ethernet, múltiplas ligações HDMI, NFC e leitor de impressões digitais. No interior encontra-se um processador Intel Core i7 de 14.ª geração, acompanhado por 16 GB de RAM e um SSD de 512 GB.

A empresa revelou ainda uma variante denominada RG14-L. Neste modelo, o painel solar foi removido e substituído por uma potente luz LED integrada na traseira do ecrã.


BP3000: estação de energia portátil

No segmento da energia portátil, a Oukitel apresentou a BP3000 Portable Power Station. A unidade oferece uma capacidade inicial de 2.048 Wh e uma potência de saída de 3.200 W, podendo ser expandida até 16,384 kWh através de baterias adicionais B2000L, cada uma com 2.048 Wh de capacidade. O sistema suporta carregamento AC até 1.800 W e carregamento solar até 1.000 W. Quando ambas as fontes são utilizadas em simultâneo, é possível carregar a bateria interna até 80% em apenas 45 minutos.

Para quem procura uma solução mais compacta, a Oukitel revelou a P1000 Plus Portable Power Station. Este modelo oferece uma capacidade de 1.024 Wh e utiliza células LiFePO4, conhecidas pela sua durabilidade superior, com mais de 4.000 ciclos de carregamento. A estação integra um inversor de onda sinusoidal pura de 1.800 W e pesa cerca de 12 kg. Também pode funcionar como UPS (Uninterruptible Power Supply), com um tempo de comutação inferior a 10 milissegundos em caso de falha elétrica. Além do suporte para carregamento solar, disponibiliza várias opções de ligação, incluindo USB-C, USB-A, conetor DC e tomada para automóvel.

A completar a nova gama está o EP2500 Balcony Energy Storage System, uma solução destinada ao armazenamento de energia solar para utilização residencial. O sistema começa com uma bateria de 2.048 Wh, mas pode ser expandido até 16,384 kWh através das baterias adicionais WP2000. Tal como a restante gama energética da marca, utiliza tecnologia LiFePO4 com mais de 4.000 ciclos de carga. O EP2500 suporta até 4.000 W de entrada solar através de quatro controladores MPPT independentes. Também oferece entrada off-grid até 2.500 W e saída on-grid entre 800 W e 2.500 W, dependendo das regulamentações aplicáveis em cada região.

Com estes lançamentos, a Oukitel reforça a sua aposta em equipamentos robustos para utilização profissional e em soluções energéticas pensadas para utilizadores que procuram maior autonomia, seja em casa, em ambientes industriais ou em atividades ao ar livre.
№ 07

Oukitel apresenta tablet e portátil robustos, e baterias para casa e outdoors

A Oukitel tem vários produtos interessantes, incluindo novos tablets robustos, um portátil com painel solar integrado, e novas soluções de energia para casa e não só.

A Oukitel revelou vários novos produtos focados em resistência, produtividade e energia sustentável. Para além dos seus conhecidos smartphones robustos, a empresa apresentou um tablet industrial de 11", um portátil equipado com um painel solar integrado, e várias soluções de armazenamento de energia destinadas tanto ao uso doméstico como actividades ao ar livre.

Oukitel RT10: tablet industrial para ambientes extremos

O destaque na categoria dos tablets é o novo Oukitel RT10, um modelo industrial com ecrã de 11", leitor de impressões digitais e scanner de códigos de barras 2D. O equipamento conta com um painel Full HD 1080p a 120 Hz e altifalantes estéreo de 5 W capazes de ultrapassar os 130 dB. No interior encontra-se o processador MediaTek Dimensity 7400X, acompanhado por 12 GB de RAM, 512 GB de armazenamento interno expansível e uma enorme bateria de 25.000 mAh.

A versão industrial inclui carregamento através de pogo pins e disponibiliza várias ligações profissionais, incluindo USB-A, RJ45 e RS-232. O dispositivo possui certificações IP68, IP69K e MIL-STD-810H, podendo operar em ambientes com temperaturas entre os -45°C e os 75°C. Para utilizadores comuns existirá também uma versão simplificada, sem algumas das funcionalidades industriais. No departamento fotográfico, o RT10 integra uma câmara principal de 64 MP e uma câmara de visão noturna de 20 MP.


RG14-P: portátil robusto com painel solar incorporado

A Oukitel também apresentou o RG14-P, um portátil de 14.1" concebido para utilização no exterior. O ecrã oferece um brilho máximo de 1.000 nits, garantindo boa visibilidade mesmo sob luz solar direta. O equipamento inclui ainda uma câmara magnética rotativa de 180 graus e dois altifalantes de 5 W. O elemento mais invulgar deste portátil é o painel solar de 10 W integrado na parte traseira do ecrã. Em condições ideais, este painel consegue carregar até 50?bateria de 95 Wh em cerca de seis horas.

A bateria utiliza um sistema híbrido composto por uma bateria interna de 3.000 mAh e uma bateria removível de 5.200 mAh. Esta última pode ser substituída sem desligar o equipamento, permitindo transportar baterias adicionais para aumentar significativamente a autonomia. O RG14-P não é propriamente leve, pesando 3,7 kg, mas inclui uma pega de transporte para facilitar a deslocação. Tal como outros produtos da marca, possui certificações IP68 e IP69K para resistência a água, poeira e condições adversas. O portátil foi claramente pensado para utilização profissional e industrial, disponibilizando portas RS-232, RJ45 Ethernet, múltiplas ligações HDMI, NFC e leitor de impressões digitais. No interior encontra-se um processador Intel Core i7 de 14.ª geração, acompanhado por 16 GB de RAM e um SSD de 512 GB.

A empresa revelou ainda uma variante denominada RG14-L. Neste modelo, o painel solar foi removido e substituído por uma potente luz LED integrada na traseira do ecrã.


BP3000: estação de energia portátil

No segmento da energia portátil, a Oukitel apresentou a BP3000 Portable Power Station. A unidade oferece uma capacidade inicial de 2.048 Wh e uma potência de saída de 3.200 W, podendo ser expandida até 16,384 kWh através de baterias adicionais B2000L, cada uma com 2.048 Wh de capacidade. O sistema suporta carregamento AC até 1.800 W e carregamento solar até 1.000 W. Quando ambas as fontes são utilizadas em simultâneo, é possível carregar a bateria interna até 80% em apenas 45 minutos.

Para quem procura uma solução mais compacta, a Oukitel revelou a P1000 Plus Portable Power Station. Este modelo oferece uma capacidade de 1.024 Wh e utiliza células LiFePO4, conhecidas pela sua durabilidade superior, com mais de 4.000 ciclos de carregamento. A estação integra um inversor de onda sinusoidal pura de 1.800 W e pesa cerca de 12 kg. Também pode funcionar como UPS (Uninterruptible Power Supply), com um tempo de comutação inferior a 10 milissegundos em caso de falha elétrica. Além do suporte para carregamento solar, disponibiliza várias opções de ligação, incluindo USB-C, USB-A, conetor DC e tomada para automóvel.

A completar a nova gama está o EP2500 Balcony Energy Storage System, uma solução destinada ao armazenamento de energia solar para utilização residencial. O sistema começa com uma bateria de 2.048 Wh, mas pode ser expandido até 16,384 kWh através das baterias adicionais WP2000. Tal como a restante gama energética da marca, utiliza tecnologia LiFePO4 com mais de 4.000 ciclos de carga. O EP2500 suporta até 4.000 W de entrada solar através de quatro controladores MPPT independentes. Também oferece entrada off-grid até 2.500 W e saída on-grid entre 800 W e 2.500 W, dependendo das regulamentações aplicáveis em cada região.

Com estes lançamentos, a Oukitel reforça a sua aposta em equipamentos robustos para utilização profissional e em soluções energéticas pensadas para utilizadores que procuram maior autonomia, seja em casa, em ambientes industriais ou em atividades ao ar livre.
№ 08

Anthropic revela que empresas chinesas têm "roubado" a sua AI

A Anthropic revelou um relatório arrasador, que mostra empresas chinesas e nações inimigas a usarem os seus modelos, e no processo revelando informação sensível e confidencial.

A Anthropic publicou um novo relatório de segurança onde denuncia várias campanhas de destilação, e uso directo, conduzidas por empresas chinesas de inteligência artificial, incluindo a Alibaba, Moonshot AI e DeepSeek. Segundo a empresa norte-americana, estas operações terão aumentado significativamente nos últimos meses, com o objectivo de recolher capacidades avançadas dos modelos Claude para acelerar o desenvolvimento de sistemas concorrentes.

De acordo com o relatório, a Anthropic identificou cerca de 200 milhões de interacções associadas a cinco campanhas distintas. Estas tentativas procuravam obter acesso aos processos internos de raciocínio dos modelos, conhecidos como "chain of thought", que normalmente não são disponibilizados aos utilizadores. A empresa diz que os atacantes recorreram a técnicas engenhosas para contornar as protecções existentes e induzir os modelos a revelar informações que poderiam posteriormente ser utilizadas para treinar outros sistemas AI.
A maior operação terá sido atribuída à Alibaba. Entre Maio e Julho de 2026, a Anthropic registou cerca de 151 milhões de pedidos relacionados com uma única campanha, distribuídos por aproximadamente 3.500 contas. Segundo a investigação, todos os pedidos utilizavam padrões semelhantes para extrair capacidades de raciocínio avançado, levando a empresa a associar a actividade ao desenvolvimento da família de modelos Qwen. Outra campanha, atribuída à Moonshot AI, criadora do modelo Kimi, utilizou milhares de contas para encaminhar pedidos para os sistemas Claude.

No processo, utilizadores chineses, e de outros países, acabaram por inadvertidamente enviar informação sensível para a Anthropic - pensando que estavam a usar um modelo AI chinês. Isso incluiu documentos com informação sensível, dados de acesso a sistemas na China, Rússia, e outros países, vídeos de vigilância que tinham fornecidos ao modelo AI para analisar padrões de movimento suspeitos de um indivíduo, e até análise de testes de armas e campanhas de propaganda.

Infelizmente, isto acabar por se tornar uma inevitabilidade. Noutros tempos (e ainda hoje), utilizavam-se aviões espiões, satélites, (e também espiões humanos), para espiar e obter os segredos de empresas e nações; hoje em dia isso passou a englobar o uso de ataques informáticos, e a exploração dos sistemas AI disponíveis obviamente que não será excepção. Por outro lado, o caso vem relembrar o velhinho aviso que aparecia nos primeiros browsers e que alertava os utilizadores: "cuidado com tudo o que enviarem para a internet", pois fica demonstrado que irá ser visto e analisado de uma forma ou de outra.

№ 09

Android facilita transferência entre gestores de passwords

Os utilizadores de Android vão ter a vida facilitada caso queiram trocar de gestor de passwords.

A Google anunciou uma nova funcionalidade para Android que simplifica a mudança entre gestores de passwords. Isto permite transferir passwords e passkeys directamente entre apps compatíveis, eliminando a necessidade de recorrer a ficheiros CSV não encriptados ou de inserir manualmente dezenas de dados de acesso.

O novo sistema funciona inteiramente no dispositivo através do Android e exige apenas que as apps de origem e destino estejam instaladas e sincronizadas. Para iniciar o processo, os utilizadores devem procurar a opção de importação no gestor de palavras-passe para o qual pretendem migrar. Depois disso, o sistema verifica a identidade do utilizador e confirma a transferência antes de mover os dados de forma segura.

Today, we’re making transferring your password and passkeys between password managers easier and safer on Android — no file downloads required.

Here’s how you can make the switch on compatible managers:

1️⃣ Start the move

Open your new password manager app and choose the option… pic.twitter.com/baRxCTi8vL

— Google (@Google) September 10, 2026
Actualmente, a funcionalidade é compatível com o Google Password Manager, 1Password, Bitwarden e Dashlane. Além das passwords tradicionais, o sistema consegue também transferir passkeys, tecnologia cada vez mais utilizada (e recomendada) como alternativa mais segura aos métodos de autenticação convencionais.

A funcionalidade baseia-se na Credential Transfer API e está integrada nos Google Play Services, não exigindo actualização do sistema operativo. Isto significa que pode ser utilizada em praticamente todos os dispositivos certificados pela Google, mesmo em versões tão antigas quanto o Android 8.0 Oreo. A Google diz que mais gestores de passwords deverão adicionar-se ao lote actual, bastando que passem a suportar a respectiva API.

№ 10

UPS Green Cell 2000VA 1200W a €162

Ideal para PCs poderosos, ou até para continuar a jogar com uma consola na TV quando falta a electricidade, esta UPS de 2000 VA está apta a enfrentar qualquer falha de energia.

Indispensáveis para manter os equipamentos a salvo de picos e falhas de corrente, uma UPS de alta capacidade torna-se inevitável para quem vai acumulando cada vez mais equipamentos electrónicos em casa. Quem já tiver passado pelas UPS de baixa capacidade, que prometem dezenas de minutos de autonomia mas podem falhar em poucos minutos no caso de se estar a fazer algo mais exigente com o computador, poderá equacionar passar para algo de classe superior, como esta UPS Green Cell 2000VA que tem capacidade para aguentar cargas de até 1200W.
A UPS Green Cell 2000VA (1200W) está disponível por 162 euros na Amazon Espanha.

A UPS é completamente silenciosa enquanto há energia, ligando as ventoinhas apenas quando há falha de energia e precisa dar uso às baterias - perfeito para quem vier de uma UPS que mantém as ventoinhas a trabalhar a tempo inteiro.

Curiosamente, a empresa disponibiliza também uma variante de 2000VA 1400W com onda sinusoidal pura (não fazia ideia que já estavam disponíveis nesta gama de preços), perfeita para todos os equipamentos que não apreciem as ondas "quadradas" que a maioria das UPS utilizam. A única crítica é que o software fornecido pela Green Cell é para esquecer, mas encontrei relatos de que estas UPS serão compatíveis com o NUT (Network UPS Tools), o que tornará isso irrelevante.


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№ 11

Produtos da Semana

A nossa rubrica de Produtos da Semana agrupa uma lista de produtos e notícias que vamos compilando ao longo da semana e que achamos que será do interesse geral.

Sony apresenta os auscultadores sem fios WH-1000XM4C

A Sony anunciou a atualização de um dos seus auscultadores circum-aurais mais populares. Os auscultadores sem fios com cancelamento de ruído WH-1000XM4C têm por base os populares WH-1000XM4 da Sony, combinando o lendário cancelamento de ruído da Série 1000X, a reconhecida qualidade de som premium e o design intemporal apreciado por muitos.

Os WH-1000XM4 continuam a herdar o lendário sistema de cancelamento de ruído da série 1000X — capaz de atenuar eficazmente ruídos do dia a dia, como multidões, sons de viagem e o barulho da cidade — proporcionando uma experiência de audição rica e envolvente. Mantém também o design confortável e intemporal que envolve as orelhas, característico da gama, mas traz como principal novidade um ajuste de som atualizado, acompanhado de um equalizador de 10 bandas, pensado para se adaptar melhor aos gostos musicais mais recentes. A nível estético, os WH-1000XM4C passam a estar disponíveis em três opções de cor — lavanda, preto e prata platina — alargando as escolhas face ao modelo original. Sendo leves e dobráveis, continuam a ser uma opção prática para quem viaja com frequência, faz deslocações diárias, trabalha remotamente ou simplesmente procura uma experiência de audição sem distrações, seja para ouvir música, estudar ou trabalhar. No fundo, este modelo funciona como uma forma de a Sony levar o desempenho topo de gama da série 1000X a um público mais alargado, sem se afastar da fórmula que tornou o WH-1000XM4 num dos auscultadores mais aclamados da marca.

Os WH-CH730N chegam como uma opção mais acessível na gama da Sony, sem abdicar de um cancelamento de ruído eficaz graças à tecnologia Dual Noise Sensor, nem de uma boa qualidade de som, agora com definições de áudio totalmente personalizáveis. Face ao modelo anterior, apresentam um design renovado, leve e dobrável, com auscultadores que cobrem as orelhas para maior conforto ao longo do dia, disponíveis em cinco cores — branco, rosa, azul, preto e a nova opção bege. Destacam-se ainda pela autonomia alargada, até 50 horas com cancelamento de ruído ativado, com carregamento rápido que dá uma hora de reprodução em apenas 3 minutos de carga, e por uma qualidade de chamada melhorada, assegurada pela tecnologia Precise Voice Pickup, que combina microfones com beamforming, posicionamento otimizado e redução de ruído por IA. A isto somam-se funcionalidades práticas do dia a dia, como LE Audio, ligação multiponto e Fast Pair/Swift Pair. No conjunto, são pensados para quem se desloca diariamente para o trabalho, trabalha em regime híbrido, estuda ou simplesmente ouve música de forma ocasional, procurando um equilíbrio entre bom desempenho, conforto e um preço mais acessível.

Os WH-CH530 posicionam-se como a entrada de gama da Sony, pensados para quem compra auscultadores sem fios pela primeira vez, para aprendizagem online e para audição e streaming no dia a dia, apostando numa experiência fiável a um preço acessível. Destacam-se pelo design leve e compacto, com almofadas macias que garantem conforto mesmo em uso prolongado, e chegam numa variedade de seis cores divertidas — as novas cobalto, coral e menta, além de rosa, branco e preto. A autonomia da bateria foi melhorada face ao modelo anterior, alcançando agora até 55 horas, com carregamento rápido que dá 1,5 horas de reprodução em apenas 3 minutos de carga. O som é nítido e equilibrado, com definições de equalização personalizáveis, e o controlo de volume máximo oferece 5 níveis ajustáveis para proteção auditiva. Para chamadas, contam com redução de ruído por IA que garante clareza mesmo em ambiente mãos-livres, ideal para aulas e reuniões online. Completam a experiência funcionalidades práticas como controlos intuitivos por botões, assistente de voz integrado, ligação multiponto, Fast Pair/Swift Pair e compatibilidade com LE Audio.

Os WH-1000XM4C estarão disponíveis nas cores preto, prata platina e lavanda a partir de setembro de 2026, com um preço de aproximadamente 280 euros. Os WH-CH730N estarão disponíveis em preto, branco, rosa, bege e azul a partir de setembro de 2026, com um preço de aproximadamente 150 euros e os WH-CH530 estarão disponíveis nas cores preto, cobalto, branco, rosa, coral e menta a partir de setembro de 2026, com um preço de aproximadamente 69 euros.


RAZER apresenta o RECLUSA X MINI 65%

A Razer anunciou o Razer Reclusa X Mini 65%, o primeiro teclado da nova gama Reclusa, pensado para entusiastas que valorizam o som, a sensação e o desempenho de cada toque nas teclas.

Com a filosofia "O Seu Teclado. As Suas Regras.", a gama Reclusa abre um novo capítulo na história dos teclados Razer: qualidade desde a primeira utilização e liberdade para personalizar o teclado e fazê-lo evoluir ao longo do tempo. O Reclusa X Mini 65% oferece qualidade desde o primeiro dia e liberdade para o personalizar ao seu ritmo, combinando uma experiência pronta a usar com a possibilidade de expressar o seu estilo. Com personalização hot-swappable, acústica afinada, funcionalidades orientadas para gaming e um formato compacto de 65%, os utilizadores podem adaptar o teclado às suas preferências sem terem de começar do zero.

O Reclusa X Mini 65% assenta numa ideia simples: um teclado deve ser agradável de usar assim que é ligado e estar preparado para evoluir com quem o utiliza. Dos switches táteis e da acústica afinada ao design distinto em três tons, cada detalhe foi pensado para causar uma boa impressão desde o primeiro contacto. Para os entusiastas que querem ir mais longe, o design hot-swappable torna a personalização simples e acessível. O Reclusa X Mini 65% vem equipado de origem com Switches Razer Laranja Mecânicos Táteis de 3ª geração, que proporcionam uma resposta tátil gratificante com uma atuação mais silenciosa. Lubrificados de fábrica para garantir toques mais suaves e consistentes, estão prontos a usar assim que o teclado sai da caixa.

Para melhorar a sensação e o som de cada toque nas teclas, o teclado incorpora um sistema de amortecimento com duas camadas de silicone na sua estrutura interna. Desenvolvido para reduzir ressonâncias indesejadas e sons ocos, cria um perfil sonoro mais limpo e controlado, mantendo a capacidade de resposta esperada de um teclado gaming. A completar a experiência, as resistentes teclas em ABS de dupla injeção apresentam um design distinto em três tons, conferindo ao teclado uma identidade própria e garantindo que as inscrições se mantêm nítidas e resistem ao desgaste ao longo do tempo.

Para quem pretende personalizar a sua experiência, o Reclusa X Mini 65% inclui um PCB hot-swappable compatível com a maioria dos switches mecânicos de 3 e 5 pinos que seguem o padrão da indústria. Os utilizadores podem trocar facilmente os switches para explorar diferentes características de escrita e perfis sonoros, sem necessidade de soldadura ou experiência especializada em modding. Os LEDs orientados a sul asseguram compatibilidade com uma maior variedade de teclas de substituição, enquanto a iluminação Razer Chroma RGB individual por tecla permite personalizar o setup com 16.8 milhões de cores e efeitos de iluminação dinâmicos. Seja para pequenos ajustes ou para transformar o teclado ao longo do tempo, o Reclusa X Mini 65% foi pensado para se adaptar às preferências de cada entusiasta.

O Razer Reclusa X Mini 65% está disponível por um preço de venda recomendado de 69,99 euros.


Smartwatch Hama Kids mostra onde os filhos andam

A Hama anunciou o lançamento em Portugal do seu novo smartwatch infantil Hama Kids. Desenvolvido especificamente para famílias com crianças dos 5 aos 12 anos, este dispositivo inteligente surge como a solução ideal para os pais que desejam manter o contacto e assegurar a proteção dos seus filhos no dia a dia, sem a necessidade de lhes confiar um smartphone completo.

Apresentado globalmente na passada semana em Berlim, o Hama Kids foca-se no equilíbrio perfeito entre a segurança, a usabilidade e a autonomia das crianças, promovendo um crescimento independente e vigiado, quer no caminho para a escola, quer nos momentos de lazer. O relógio inteligente destaca-se por um conjunto de funcionalidades técnicas e práticas focadas na proteção e tranquilidade das famílias, entre elas a possibilidade de realizar chamadas de voz e vídeo diretas, sem smartphone. Ou seja, pais e filhos podem comunicar de forma simples a qualquer momento, diretamente a partir do pulso, sem necessidade de intermediação de telemóveis adicionais, o que é ideal para escolas que não permitam a utilização de smartphones pelas crianças.

O Hama Kids também inclui localização GPS integrada com a possibilidade de criar "áreas seguras" (geofencing). Sem necessidade de sincronização com smartphone, este smartwatch dispõe de localização GPS precisa e em tempo real; através da aplicação móvel Hama Protect, disponível para Android e iOS, os pais podem definir "Áreas Seguras" (como a escola ou o clube desportivo) e receber uma notificação automática caso a criança entre ou saia desses limites. Outra funcionalidade interessante é a presença de um botão físico de SOS no smartwatch. Em situações de perigo real, a criança só precisa de pressionar o botão SOS vermelho e o relógio liga imediatamente para até três contactos de emergência predefinidos até obter resposta. Finalmente, existe o modo "Escola Inteligente": para garantir a concentração total durante as aulas, os pais podem definir horários de bloqueio. Neste modo, o smartwatch desativa todas as funções recreativas, mostrando apenas as horas e mantendo ativo o botão SOS para emergências.

Numa época em que a segurança digital é uma prioridade, a Hama diferencia-se pelo compromisso rigoroso com a proteção de dados. Ao contrário de outras soluções no mercado, todos os dados recolhidos pelo smartwatch e pela aplicação móvel associada são encriptados e guardados exclusivamente em servidores localizados na Alemanha. Esta infraestrutura assegura a total conformidade com o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD) da União Europeia e com o Regulamento de Dados da UE (EU Data Act). Desta forma, garante-se que nenhuma informação pessoal das crianças ou dados de localização são expostos a terceiros ou processados fora do espaço europeu. Outro dos grandes atrativos do Smartwatch Infantil da Hama é a ausência de contratos de fidelização ou taxas periódicas. A aplicação móvel Hama Protect, utilizada pelos pais para configurar e monitorizar o relógio, é completamente gratuita e funciona sem qualquer subscrição ou custos adicionais ocultos. As famílias beneficiam de todas as funcionalidades de localização, chamadas e geofencing de forma vitalícia. Para colocar o relógio a funcionar, basta adquirir um cartão Nano-SIM convencional com o tarifário e operadora de telecomunicações à escolha dos pais, sem qualquer vinculação à Hama.

Desenhado para resistir ao ritmo enérgico das crianças, o relógio é feito de plástico resistente com uma confortável bracelete de silicone e conta com certificação IP67 de resistência à água, protegendo o dispositivo contra chuva, poças ou salpicos entusiasmados. A nível técnico, o relógio inclui um ecrã tátil AMOLED a cores de 1,19 polegadas (resolução nítida de 390x390 píxeis) de fácil utilização. A bateria integrada de 680 mAh oferece uma autonomia média de até dois dias sem recarregar, garantindo que o relógio se mantém ativo mesmo nos dias mais agitados de escola e atividades extracurriculares. O relógio inclui ainda funções lúdicas e práticas como pedómetro, calculadora, álbum de fotos e despertador. Como garantia adicional de qualidade, todos os smartwatches da marca são desenvolvidos e submetidos a controlos de qualidade extremamente rigorosos diretamente na Alemanha, cumprindo as mais altas normas de segurança europeias.

O smartwatch infantil Hama Kids está disponível nas cores Berry, Azul e Preto. O preço de venda recomendado é de 129 euros para qualquer das referências, uma alternativa acessível, duradoura e muito segura aos telemóveis tradicionais.


Comando GXTrust Rovix sem fios para smartphones

Com o lançamento do novo comando móvel sem fios Bluetooth Rovix, a GXTrust abre um mundo de possibilidades para os gamers que querem desfrutar dos seus títulos favoritos onde quer que estejam. Seja nas deslocações diárias, em viagem ou simplesmente a relaxar em casa, o Rovix transforma qualquer smartphone num verdadeiro dispositivo de gaming.

Concebido para proporcionar uma experiência de gaming móvel fluida, este prático comando conta com ligação Bluetooth 5.0, sendo compatível com smartphones iPhone e Android. Os utilizadores podem jogar de três formas diferentes: desfrutar de qualquer jogo para iOS e Android compatível com comandos, recorrer ao cloud gaming para jogar os seus títulos favoritos da PlayStation ou Xbox, ou transmitir jogos de PC diretamente para o telemóvel enquanto estão fora de casa. Os jogadores podem ainda contar com todas as funcionalidades de qualidade características dos produtos GXTrust, incluindo gatilhos Hall Effect sensíveis à pressão e joysticks Hall Effect, que eliminam o stick drift e proporcionam uma precisão duradoura. Em conjunto com 20 botões de resposta rápida, incluindo dois botões traseiros programáveis, o Rovix oferece controlo total em qualquer situação.

Manter a concentração durante o jogo também não será um problema, graças ao robusto suporte para smartphone com revestimento em borracha e mecanismo de mola, que mantém dispositivos de diferentes tamanhos firmemente no lugar. Além disso, o comando integra uma bateria recarregável que proporciona até 12 horas de autonomia, permitindo jogar durante horas sem interrupções. A proteção e a personalização completam a proposta deste versátil comando. O Rovix inclui um estojo rígido de proteção para um transporte seguro, bem como dois pares de placas frontais magnéticas intercambiáveis e um D-pad substituível, permitindo aos jogadores personalizar o aspeto e a experiência de utilização do comando de acordo com as suas preferências. Com o comando móvel sem fios Bluetooth Rovix, a GXTrust redefine o conceito de jogar em qualquer lugar e a qualquer momento. Ao levar o nível de controlo e personalização das consolas para o universo do gaming móvel, o Rovix apresenta-se como um acessório indispensável para o gamer moderno.

Já disponível, o comando móvel sem fios Bluetooth Rovix encontra-se à venda por um preço de 59,99 euros.


Navegação gps Garmin Drive com ecrã panorâmico

A Garmin anunciou os equipamentos de navgeção GPS Garmin Drive completamente redesenhados – uma solução fácil de usar para simplificar a vida na estrada para todos os tipos de condutores. Com um ecrã ultra-panorâmico único e de alta resolução em dois tamanhos – 7,1 ou 8,8 polegadas – o design discreto do dispositivo foi concebido para não ser intrusivo na linha de visão do condutor. Motoristas profissionais de camiões e condutores de autocaravanas também podem aceder a funcionalidades premium de navegação com uma compra única do Truck and Camper Pack premium, que inclui características especializadas para o percurso e pontos de interesse para a viagem.

Repletos de funcionalidades para todos os tipos de condutores, os novos GPS Garmin Drive estão prontos para guiar todas as viagens, desde uma viagem diária até uma expedição pelo país. O novo ecrã ultra-panorâmico de alta resolução permite visualizar claramente o percurso, enquanto rotas e destinos podem ser escolhidos facilmente diretamente da vista do mapa, com comandos de voz e opções de toque e deslizar que permitem aos utilizadores orientar-se no seu caminho. Ao longo do percurso, é possível verificar semáforos e sinais de stop para aumentar a consciência, recebendo também alertas sobre curvas apertadas, mudanças de velocidade, zonas escolares e muito mais. Para condutores de veículos elétricos, é fácil encontrar estações de carregamento na rota, filtrando por energia de carregamento e vendo a disponibilidade em tempo real. Os condutores ficam ainda atentos a potenciais atrasos devido às condições meteorológicas e a dados de trânsito em tempo real ao longo do percurso, podendo pesquisar e partilhar pontos de interesse de forma fluida a partir de um smartphone ligado ao GPS. É também possível procurar hotéis, restaurantes e atrações melhor avaliados por viajantes no TripAdvisor. No fim, os condutores podem conduzir com confiança graças a rotas pré-instaladas, atualizando facilmente mapas e software quando ligados a Wi-Fi.

Os condutores na Europa podem adquirir o Truck and Camper Pack, para ativar o acesso contínuo a um conjunto de funcionalidades exclusivas, concebidas especificamente para condutores de camiões e autocaravanas. Podem receber rotas personalizadas para camiões e autocaravanas com base na altura, peso, comprimento e carga do veículo, e preparar-se para o percurso à frente com alertas ao condutor, incluindo inclinações acentuadas, curvas apertadas, limites de peso e muito mais. É possível planear uma chegada tranquila com imagens de satélite de alta resolução para vistas aéreas das docas de carga, entradas de camiões, portões de segurança e áreas de campismo, e encontrar um diretório pré-instalado de acampamentos, utilizando informações da ASCI, Campercontact, o Guia Verde Michelin e muito mais. Os condutores podem ainda receber informação meteorológica sobre velocidade do vento, que aparece no mapa e fornece alertas quando são detetados ventos fortes na rota, e consultar as avaliações da comunidade dēzl para locais populares ou mais usados por camionistas, encontrando as melhores áreas de estacionamento disponíveis e avaliando a experiência com a comunidade.

Os GPS Garmin Drive já estão disponíveis, com preços recomendados que variam entre 299,99 euros e 349,99 euros. O pacote premium Truck and Camper Pack tem uma tarifa única de 149,99 euros e está disponível exclusivamente na Garmin. Compre o pacote separadamente, com um GPS Garmin Drive, ou ative mais tarde a partir do seu dispositivo através da aplicação Garmin Drive.


№ 12

Apple Watch 12 reduziu ecrãs e aumentou tamanho

Uma das coisas que a Apple não destacou na apresentação do Apple Watch 12, é que os ecrãs foram reduzidos e o corpo cresceu ligeiramente.

Depois de nos anos anteriores a Apple ter destacado o crescimento dos ecrãs e a redução das margens, na série Apple Watch 12 assistimos a um ligeiro retrocesso. Apesar de manter a mesma resolução dos modelos anteriores, o relógio apresenta ecrãs ligeiramente mais pequenos que os modelos Series 10 e Series 11. Ao mesmo tempo, as dimensões da caixa aumentaram, resultando em margens mais visíveis em redor do ecrã.

Segundo as especificações técnicas divulgadas pela Apple, a versão de 46 mm passa a oferecer uma área de visualização de 1.196 mm², uma redução de cerca de 2% face aos 1.220 mm² dos modelos anteriores. A variante de 42 mm segue a mesma tendência, com a área do ecrã a diminuir de 989 mm² para 970 mm². Apesar desta alteração, a resolução mantém-se inalterada nas duas versões.
Em sentido oposto, a caixa dos relógios cresceu ligeiramente. O modelo de 46 mm aumentou a largura de 39 mm para 40 mm, enquanto a versão de 42 mm passou de 36 mm para 37 mm. A espessura permanece nos 9.7 mm em ambas as variantes. Esta combinação de uma área de ecrã mais reduzida com uma estrutura maior resulta num aumento das margens visíveis que rodeiam o painel.

A mudança faz lembrar a transição entre o Apple Watch Series 9 e o Series 10, quando alterações semelhantes acabaram por tornar as molduras mais percetíveis. Embora o impacto visual possa passar despercebido à maioria dos utilizadores, os mais perfeccionistas poderão notar a diferença.

O Apple Watch Series 12 fica disponível a partir de 18 de Setembro, com preço a começar nos €459 em Portugal - mas podendo chegar a mais de €1000 para os modelos em cerâmica.

№ 13

Apple prolonga SOS satélite gratuito por mais um ano

Repetindo o ritual dos últimos anos, a Apple voltou a prolongar o serviço SOS via satélite gratuito nos iPhones.

A Apple parece não ter ainda encontrado forma de começar a cobrar pelo serviço SOS via satélite nos iPhones, e - tal como tem feito nos anos anteriores - voltou a prolongar por mais um ano o acesso gratuito às suas funcionalidades de comunicação por satélite para os utilizadores dos iPhone 14, iPhone 15 e iPhone 16, que tinham direito a dois anos de serviço satélite gratuito, mas que têm sido alvo de sucessivos prolongamentos.

A decisão representa mais uma renovação do período gratuito inicialmente oferecido com o lançamento do iPhone 14 em 2022. Na altura, a Apple prometeu dois anos de acesso às funcionalidades por satélite, mas acabou por prolongar a oferta em várias ocasiões. Os proprietários de iPhone 15 também beneficiam agora de uma nova extensão, enquanto os utilizadores de iPhone 16 recebem este prolongamento pela primeira vez.
Entre as funcionalidades incluídas encontram-se o Emergency SOS via Satellite, o envio de mensagens por satélite, o Find My via Satellite e o serviço de assistência em estrada através de ligação por satélite (dependendo do país). Estas ferramentas permitem comunicar, partilhar localização ou pedir ajuda quando não existe cobertura móvel ou acesso a redes WiFi.

A Apple continua sem revelar qual será o modelo de preços quando o período gratuito terminar definitivamente. Por agora, parece que a Apple considera que a oferta do serviço se revela mais benéfica do que arriscar enfrentar uma situação do tipo "utilizador de iPhone morre em montanha porque não tinha pago pela comunicação satélite". Adicionalmente, serviços como o Starlink Direct to cell, e outros serviços de 4G/5G directos via satélite estáo destinados a fazer com que as comunicações satélite se tornem comuns, passando a estar incluídos no serviço móvel básico.

№ 14

iPhone Duo enfrenta polémica com tamanho das mãos

Uma imagem do iPhone Duo apresentada pela Apple levanta questões sobre o tamanho da mão e se terá sido manipulada digitalmente.

Replicando situações do passado, em que a Apple também tinha sido acusada de usar "mãos gigantes" para disfarçar o tamanho dos iPhone Pro Max, também o novo iPhone Duo dobrável não escapa a teorias da conspiração relacionadas com o seu tamanho.

Em causa está uma imagem que mostra uma mão a segurar o iPhone Duo, e que parece ter proporções "impossíveis", que imediatamente deram origem a uma vaga de memes:

À primeira vista, as coisas parecem ser favoráveis aos que acusam a Apple de manipulação da mão, particularmente pelo facto de parecer que o dedo indicador não conseguiria chegar ao ponto em que é apresentado. Mas vejamos...

A Apple indica nas especificações do iPhone Duo que o seu dobrável tem uma dimensão de 117.8 x 164.6 mm quando aberto, com espessura de 5.2 mm. (Para comparação, um iPhone 18 Pro Max, idêntico ao 17 Pro Max, mede 163.4 x 78 mm, com espessura de 8.75 mm.)

Isto significa que, na posição apresentada na imagem, o iPhone Duo terá uma largura de 117.8 mm.
Ora, não tendo um iPhone Duo à mão (shame on you Apple!), recorri ao meu lote logístico de caixas para encontrar algo próximo: uma embalagem de cartão com 123mm de largura. Apesar de ser substancialmente mais espessa, serve para o efeito de demonstração pretendido.

Ou seja, mesmo se inicialmente se poderia ser levado a pensar que as proporções na imagem da Apple não estão correctas, na verdade não há nada de estranho. Mesmo estando a segurar uma caixa com mais alguns milímetros de largura e bastante mais profunda (mais de 15 mm vs os menos de 9mm do Duo), podemos ter os quatro dedos visíveis do lado oposto.

Há apenas que ressalvar que não tenho as mãos "pequenas" (em escala musical, consigo chegar da tecla Dó num piano ao Mi da oitava seguinte). Ainda assim, também não se está a falar de uma mão à escala de alguns gigantes do basketball. Por agora fica o mito desfeito, e daqui por mais algumas semanas todos terão oportunidade de fazer o teste ao vivo, quando o iPhone Duo chegar às lojas. O maior problema, parece-me, não será se temos mãos para segurar nele, mas sim se temos carteira para gastar 2400 euros num smartphone.

№ 15

Suporte dobrável para portátil a €8

Para auxiliar no trabalho com portáteis, tablets, ou outros equipamentos, um compacto e económico suporte pode fazer maravilhas ao posicioná-los na orientação pretendida.

Com mais pessoas a trabalhar / estudarem em casa, é mais importante que nunca fazer todos os possíveis para que essas tarefas possa ser realizadas da forma mais adequada. Por vezes, até algo tão simples como um pequeno ajuste na forma como se pousa um portátil ou tablet pode fazer toda a diferença, e daí a importância de ter um suporte que permita afinar a sua posição à vontade de cada um.


Este suporte dobrável para portátil está disponível por apenas 8 euros na Amazon Espanha.

Com um formato "transformável" retráctil, este suporte pode facilmente ser levado para qualquer lado quando fechado, mas acomodar portáteis com ecrãs até 17" quando completamente aberto. Essa mesma capacidade significa também que o podemos usar com dispositivos de diferentes tamanhos, indo de um simples smartphone, passando por tablets e livros, e qualquer outra coisa que se deseje ter inclinado - e mesmo a nível de inclinação é também ajustável, podendo ir dos 17º aos 50º com ajustes intermédios.


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№ 16

SwiftKey ganha reconhecimento de voz AI sem depender da cloud

O teclado SwiftKey está a testar um modo de reconhecimento de voz AI ao estilo do Rambler da Google, mas com funcionamento totalmente local.

A Microsoft está a disponibilizar uma nova funcionalidade de transcrição por voz AO na versão beta do SwiftKey no Android. O novo modo, denominado AI Voice, surge como uma alternativa ao Rambler Mode do Gboard e foi concebido para transformar discurso espontâneo em texto organizado, eliminando sons desncessários, adicionando automaticamente pontuaçã, e melhorando a estrutura das frases durante a transcrição.

A principal diferença em relação à solução da Google está na privacidade. Em vez de enviar as gravações para servidores na cloud, o SwiftKey descarrega um modelo AI directamente para o smartphone (cerca de 160MB) e processa toda a informação localmente. Isto significa que os dados de voz permanecem sempre no dispositivo, eliminando as inevitáveis preocupações relacionadas com a recolha e armazenamento de informações pessoais. Isto também significa que não fica sujeito a limites de uso como o Rambler, podendo ser usado como bem se entender.
Embora não ofereça funcionalidades AI mais avançadas, como reescrever textos ou alterar automaticamente o tom e estilo da escrita (que já iriam além do seu propósito - e poderão facilmente ser feitos com outras ferramentas), o AI Voice consegue limpar e formatar o conteúdo ditado em tempo real. Os utilizadores podem falar de forma natural e pouco estruturada, enquanto o sistema se encarrega de organizar o texto para uma apresentação mais clara e legível. A única crítica é que o texto só aparece no final, e não à medida que está a ser ditado, o que pode complicar as transcrições mais longas - algo que se espera que a MS possa melhorar no futuro.

O AI Voice está a ser distribuído na versão beta do SwiftKey para Android e já está disponível em vários dispositivos. Nesta fase apenas está disponível em inglês, mas espera-se que seja expandido a mais línguas nos próximos tempos.

№ 17

Siri Recap vai estar sempre à escuta para resumos AI

A Apple está a lançar nova funcionalidades com sérias implicações de privacidade, que estarão constantemente a escutar o que se passa.

Apesar do iPhone Duo estar a atrair todas as atenções, relegando os iPhone 18 Pro para segundo plano, há alguns aspectos importantes que importa abordar referentes aos novos Apple Watch S12 e Ultra 4. Além da Apple, ao seu melhor estilo, ter implicitamente recomendado que um Apple Watch será a melhor forma de manter o iPhone Duo desbloqueado (por ter retrocedido do Face ID para o Touch ID), a Apple apresentou também várias funcionalidades "preocupantes" de forma bastante cuidada e planeada de forma a minimizar potenciais polémicas. Refiro-me ao Live Rewind e ao Siri Recap.

Na nova geração de relógios, a Apple aplicou tecnologia de reconhecimento de sons, que permite alertar os utilizadores para coisas como campainhas a tocar, alarmes, bebés a chorar, etc. e também a possibilidade de reconhecer e identificar automaticamente músicas através do Shazam. Até aqui nada de mal. Com o Live Rewind, a Apple permite também que os utilizadores tenham acesso a uma transcrição de tudo o que foi ouvido nos últimos 15 segundos, algo que a Apple diz ser útil para revisitar coisas que não se tenha percebido, ou que não fossem de fácil memorização. E a versão expandida disso é o Siri Recap: que poderá escutar tudo o que se passa ao longo do dia, para criar resumos AI através da Siri.
Ora, como seria de esperar, a Apple frisa que esta funcionalidade está sob total controlo do utilizador, podendo ser activada apenas em certos horários, ou em certos locais, ou manualmente. Refere também que o processamento é feito de forma totalmente privada, sem que se tenha acesso directo às gravações (apenas às transcrições), e sem que seja feita a identificação de pessoas individuais. Mas a questão é que, para todos os efeitos, trata-se de um dispositivo que fica sempre à escuta e que está a fazer transcrição de tudo o que é ouvido nas imediações do utilizador.

É certo que aqui a funcionalidade é apresentada como sendo de benefício para o utilizador (ao contrário do que acontece com as transcrições feitas pelas TVs LG), mas não deixa de levantar as mesmas preocupações de privacidade que têm surgido a nível das gravações dos smart glasses, e outros.
Fica também bem claro que isto faz parte de um plano bem pensado por parte da Apple, como forma de preparação para os futuros AirPods com câmara, que aparentemente estariam prontos mas que a Apple preferiu adiar para mais tarde. Assim pode começar por habituar o público a estarem a ser continuamente escutados, e no futuro expandir isso para a visão, usando exactamente a mesma desculpa de que não se terá acesso às imagens, mas sim a resumos e transcrições AI do que for visto.
Ora, não se põe em causa que a Apple efectivamente faça tudo isto correctamente e de forma privada, com o seu Secure Exclave nos chips e o Private Cloud Compute. O problema é que, como tem ficado demonstrado ao longo dos anos, os iPhones e iOS não estão imunes a ataques de spyware. Isso significa que, quando tal acontecer, os atacantes potencialmente passarão a ter acesso a informações ainda mais vastas sobre os utilizadores. E claro que temos que considerar a possibilidade das autoridades, de alguma forma, requisitarem informação sobre tudo o que tiver sido "escutado" em determinado local em determinada data.

Por agora é algo com que não teremos que nos preocupar, pois isto não fica disponível na UE tal como a Siri AI.

№ 18

Smart TVs LG apanhadas a escutar utilizadores

Alguns modelos de TV da LG foram apanhados a escutar conversas e recolher dados sobre os dispositivos na rede doméstica.

Voltando a levantar preocupações de privacidade sobre as Smart TVs, uma nova investigação revelou que alguns modelos da LG estão a recolher e enviar grandes quantidades de dados dos utilizadores, mesmo quando parecem estar desligadas ou sem ligação à internet.

Os testes realizados mostram que os televisores analisam continuamente a rede doméstica, identificando dispositivos próximos como smartphones, smartwatches, impressoras, e outros equipamentos ligados ao WiFi. Os investigadores descobriram ainda que as TVs registam informações sobre redes WiFi próximas, dados de localização, e padrões de utilização, enviando essas informações para os sistemas publicitários da empresa. Outro dos pontos mais controversos é o uso do Automatic Content Recognition (ACR), uma tecnologia capaz de identificar tudo o que é exibido no ecrã, incluindo conteúdos reproduzidos através de entradas HDMI, como consolas, computadores ou boxes de televisão, ou enviado de smartphones e tablets para a TV.


Também são levantadas questões sobre a privacidade do microfone integrado. Apesar da LG assegurar que os televisores não gravam nem armazenam conversas ambiente, os testes demonstraram que o sistema converte comandos de voz em texto e mantém registos locais. Em alguns casos, foi comprovado que o microfone continuava activo durante vários segundos após um comando de voz e que ficheiros de áudio eram armazenados localmente mesmo quando a TV estava offline, enviando estes dados assim que recuperasse a ligação à internet. E nem mesmo o uso de algo como um Pi-Hole resolve, já que a TV também usa mecanismos para ultrapassar isso e comunicar directamente.

Tudo isto se agrava pelo facto de não haver forma fácil ou directa de desactivar estes comportamentos, com opções que ficam espalhadas pelos complexos menus das configurações, e com nomes ou descrições que parecem ter como objectivo baralhar e confundir os utilizadores. Desta forma, e lamentavelmente, chega-se ao ponto de que a recomendação passa por descartar por completo o uso das capacidades "smart" da Smart TV, mantendo-a totalmente desligada da internet e usando-a apenas como monitor, centralizando as operações smart num dispositivo externo como uma box Android TV ou Apple TV, onde existe maior controlo sobre o que é feito a nível de recolha de dados.

É certo que alguns dos comportamentos exibidos podem ser facilmente explicados como sendo meramente funcionais para "melhorar a experiência de utilização". O grande problema é que actualmente as empresas não têm qualquer crédito moral a nível de merecerem essa confiança por parte dos utilizadores: a começar pela falta de transparência a nível de todos os dados que são recolhidos e o uso que lhes é dado.

№ 19

Investigador da Anthropic demite-se para alertar perigos da AI

Um investigador da Anthropic (que também trabalhou na OpenAI) demitiu-se para alertar os perigos existenciais da AI para o futuro da humanidade.

Temos novo caso que reacende as discussões entre os grupos "pró" e "anti" AI. Um investigador da Anthropic deixou a empresa e aproveitou a saída para lançar um alerta sobre o futuro da inteligência artificial. Jacob Coxon diz que as principais empresas do sector estão conscientes que os sistemas AI avançados poderão representar uma ameaça existencial para a humanidade ainda durante esta década, mas que não têm abrandando o seu desenvolvimento para se focarem na segurança. Segundo o investigador, o maior perigo não está nos modelos actuais, mas sim na possibilidade de surgirem sistemas capazes de se autoaperfeiçoar continuamente sem supervisão humana.

As declarações ganharam ainda mais destaque depois de Evan Hubinger, responsável pela equipa de Alignment Science da Anthropic, confirmar que considera "plausível" um cenário em que a AI possa causar danos catastróficos à civilização nos próximos dez anos.

I resigned from Anthropic today. I spent the last three years doing pretraining research at both OpenAI and Anthropic. Neither company is acting responsibly. They are racing straight to self-improving superintelligence and gambling with our lives. More thoughts below.

— Jacob Coxon (@hilbertspaess) September 9, 2026
Nos últimos meses já se tornaram comuns os relatos de que agentes AI utilizados em testes internos conseguiram escapar e realizar acções não autorizadas em plataformas externas sem instruções explícitas dos investigadores. Para alguns especialistas, estes incidentes são sinais precoces de que modelos cada vez mais autónomos poderão tornar-se difíceis de controlar à medida que as suas capacidades evoluem. Coxon apela a uma maior coordenação internacional entre laboratórios e, a potencialmente ser necessário suspender temporariamente o desenvolvimento de modelos mais avançados caso os riscos aumentem significativamente.

Obviamente, e como em tudo neste mundo (e ainda mais na internet), este caso fez surgir grupos que acusam tudo isto de ser apenas mais uma manobra patrocinada e planeada pelos grupos anti-AI, referindo coisas como a notícia ter saído imediatamente (ou até antes) da publicação feita no X, e que esta foi manipulada para ser amplificada (conta já com mais de 145 milhões de visualizações).

Independentemente de tudo isso, e como já referimos por diversas vezes, o problema é que estes alertas se tornam inconsequentes: hoje em dia ninguém quer, ou se pode arriscar, a ficar para trás na corrida da AI, pelo que basta saber, ou suspeitar, que alguma entidade está a trabalhar em novos modelos a toda a velocidade, para que se fique "obrigado" a fazer o mesmo. Do lado positivo, há os que relembram que a melhor defesa contra uma AI "má" será ter uma AI igualmente ou mais poderosa, que seja "boa".

... Torna mesmo mais adequado rever o "Person of Interest", que parece dar um relato bastante preciso daquilo que se passa hoje em dia.

№ 20

Lexar Muse é um SSD portátil com menos de 4mm

Proposto como companhia para colocar na traseira de um smartphone, o Lexar Muse é um SSD ultra-fino com até 1 TB de capacidade.

A Lexar revelou o Muse, um novo SSD portátil que a empresa descreve como sendo "o mais fino do mundo". Com apenas 3.8 mm de espessura no ponto mais grosso e cerca de 1 mm nas extremidades, aposta num design extremamente compacto que poderá interessar a quem valorizar o volume reduzido dos acessórios.

Apesar das dimensões reduzidas, o Muse oferece velocidades de leitura de até 1.050 MB/s e escrita até 1.000 MB/s, valores comparáveis aos de muitos SSDs portáteis. A unidade também é capaz de lidar com gravação e transferência de conteúdos ProRes em 4K a 120 fps, tornando-se uma opção interessante para criadores de conteúdo que trabalham com ficheiros que rapidamente encheriam a memória de um smartphone.
No entanto, o design ultrafino obrigou a algumas concessões. Em vez de incluir uma porta USB-C tradicional, o Muse utiliza uma ligação magnética proprietária baseada em pinos de contacto (PogoPin). Isto significa que os utilizadores terão de recorrer ao cabo específico fornecido pela Lexar para ligar o SSD a smartphones, tablets ou computadores. Além disso, para fixar o dispositivo magneticamente a um telemóvel, será necessário utilizar uma capa magnética incluída para esse efeito, o que acaba anular as vantagens da sua espessura reduzida.

Pessoalmente, fico algo céptico quando à fiabilidade dos contactos PogoPin a longo prazo para transferir dados a estas velocidades, tendo em conta que estarão expostos a humidade e sujidade.

O Lexar Muse deverá chegar ao mercado durante o quarto trimestre de 2026, com versões de 512 GB e 1 TB, embora os preços ainda não tenham sido divulgados.