PlanetGeek
№ 01

Requisitos do Gemini Intelligence deixam de fora muitos smartphones

A Google já revelou os requisitos para o Gemini Intelligence, que fazem com que até smartphones Android topo de gama fiquem de fora.

A Google confirmou que as novas funcionalidades "Gemini Intelligence" do Android vão exigir hardware bastante avançado, o que significa que muitos smartphones Android recentes poderão ficar de fora. Apesar da estreia das novidades estar prevista para este Verão, os requisitos mínimos revelados pela empresa levantam muitas dúvidas quanto aos equipamentos que terão acesso.

As funcionalidades agrupadas sob o nome Gemini Intelligence incluem ferramentas avançadas como preenchimento automático inteligente, criação automática de widgets e novas capacidades de voz no Gboard. Segundo a Google, os dispositivos precisarão de pelo menos 12GB de RAM, suporte para AI Core e compatibilidade com Gemini Nano v3 ou superior. Além disso, será necessário um processador topo de gama recente capaz de lidar com as novas funcionalidades de inteligência artificial executadas localmente no dispositivo.
Isto, por si só, já elimina muitos smartphones Android de gama alta lançados nos últimos anos. Curiosamente, até modelos recentes como alguns Pixel (Pixel 9 Pro e anteriores) e Galaxy Fold (incluindo o Fold7) poderão não cumprir os requisitos necessários.

Além do hardware em si, a Google também exige um suporte mínimo de pelo menos 5 anos de actualizações do sistema e 6 anos de actualizações de segurança trimestrais. Outro factor que poderá impedir o suporte oficial total mesmo em equipamentos com hardware capaz.

É de esperar que, de agora em diante, os topo de gama das principais marcas tenham o cuidado de cumprir com estes requisitos para poderem anunciar o suporte do Gemini Intelligence, mas o período de transição não irá ser nada favorável aos utilizadores com smartphones Android topo de gama dos últimos anos.

№ 02

Desfragmentador falso no browser

Todos podem revisitar a experiência de desfragmentar um disco rígido, no seu browser.

Já por cá falamos da experiência hipnótica de desfragmentar os discos rígidos no século passado, algo que agora caiu maioritariamente em desuso devido aos SSDs e à optimizações dos discos feitas em background.

Ainda assim, houve quem se desse ao trabalho de replicar a experiência, com um desfragmentador falso que corre no browser, e apenas se foca em recriar a experiência visual, e sonora, sem realmente mexer nos discos.
Os utilizadores podem seleccionar entre diversos estilos visuais: o desfragmentador do MS-DOS, do Windows 3.1, do Windows 95/98, e do Windows XP; assim como definir o tempo desejado.

Pode não ser a mesma coisa, mas permite que as novas gerações fiquem com uma pequena ideia daquilo que nos podia fazer perder tempo antes do "doom scroll" se ter tornado uma prática (praga?) comum da sociedade.

№ 03

Atalho para temporizadores rápidos no iPhone

Muitos utilizadores de iPhones podem desconhecer uma forma rápida de iniciar temporizadores.

Não é incomum que, mesmo após anos de uso de um sistema, se desconheçam alguns pequenos detalhes que nos podem facilitar a vida. É precisamente isso que acontece com os temporizadores no iOS.

No iOS, os utilizadores podem definir temporizadores através da app do relógio ou através de um atalho no Control Panel, fazendo com que a definição de intervalos de tempo para lembretes esteja sempre à mão. O que podem não saber é que, em vez de tocarem no atalho para serem levados para a secção respectiva na app de relógio - onde se ajusta a duração com horas, minutos, e segundos, de forma individual, e depois se tem que iniciar manualmente o temporizador - podem fazer um toque longo sobre o atalho, para aceder a uma barra de ajuste rápido de tempo para o temporizador.
Com esta técnica, podemos definir rapidamente temporizadores entre 1 minuto e 2 horas, sem necessidade de abrir a app de relógio e a secção tradicional de definição do tempo do temporizador.


Como dica bónus, relembro que é possível definir legendas para os temporizadores, útil quando se quer usar múltiplos temporizadores em simultâneo; e que também é possível utilizar o temporizador para parar a reprodução multimédia de vídeos ou músicas ao fim do tempo pretendido.
Para tal basta mudar a acção do que fazer no final do temporizador, para "Stop Playing" em vez de escolher um som de alerta.

№ 04

SwitchBot lança fechaduras com reconhecimento facial 3D

As novas fechaduras Lock Vision da SwitchBot integram reconhecimento facial 3D para maior conveniência e segurança.

A SwitchBot apresentou duas novas fechaduras inteligentes compatíveis com Matter e HomeKit que apostam na biometria. Os novos modelos, chamados Lock Vision e Lock Vision Pro, incluem reconhecimento facial 3D para desbloqueio quase instantâneo da porta sem necessidade de chaves, códigos, ou impressões digitais.

O sistema utiliza tecnologia de luz estruturada semelhante à usada em smartphones, projectando mais de 20 mil pontos infravermelhos para criar um mapa facial tridimensional. A SwitchBot diz que o sistema consegue reconhecer utilizadores autorizados em menos de um segundo e resiste a tentativas de desbloqueio com fotos ou vídeos. Adicionalmente, as fechaduras suportam vários métodos de acesso, incluindo NFC, passwords, Apple Watch, app, comandos de voz, geofencing e chaves físicas tradicionais. A versão Pro adiciona ainda desbloqueio através de impressão digital e leitura das veias da palma da mão, funcionando mesmo com mãos molhadas ou sujas.
Além da bateria recarregável principal, as fechaduras contam com uma pilha adicional substituível para funcionar como backup, caso os utilizadores não liguem aos pedidos de recarregamento - suficiente para 500 aberturas.

Os dois modelos funcionam via Matter-over-WiFi, permitindo integração directa com Apple Home e outros sistemas sem necessidade de hubs adicionais. A SwitchBot promete até 12 meses de autonomia de bateria e armazenamento local dos dados biométricos para maior privacidade. O Lock Vision chega ao mercado por 170 dólares, enquanto o modelo Pro custará 230 dólares. Agora é esperar pelos preços na Europa.

№ 05

Dashboard E-Paper com Raspberry Pi Zero 2

Hoje vamos ver como criar um dashboard com ecrã E-Paper de 7.5" e um Raspberry Pi Zero 2.

Quem quiser complementar a sua casa com uma forma de ver informação em modo wireless e com longa autonomia, pode espreitar como criar um destes dashboards PiPaper.

O PiPaper usa um ecrã e-Paper de 7.5", com a parte do processamento a ficar a cargo de um compacto Raspberry Pi Zero 2. Graças ao consumo reduzido de ambos, basta uma única célula 18650 para se assegurar o seu funcionamento longe de uma tomada.
O elemento central é o ecrã Waveshare 7.5-inch e-Paper HAT (800×480). Do lado do software é usado o InkyPi, que facilita imensamente transformar qualquer ideia em realidade neste ecrã: quer seja para apresentar coisas como a previsão do estado do tempo, as últimas notícias, ou até fotos.

A caixa é impressa em 3D, mas poderá ser facilmente adaptada ou ajustada às necessidade de cada um - pode até considerar-se instalar o sistema numa moldura tradicional.

№ 06

Dashboard E-Paper com Raspberry Pi Zero 2

Hoje vamos ver como criar um dashboard com ecrã E-Paper de 7.5" e um Raspberry Pi Zero 2.

Quem quiser complementar a sua casa com uma forma de ver informação em modo wireless e com longa autonomia, pode espreitar como criar um destes dashboards PiPaper.

O PiPaper usa um ecrã e-Paper de 7.5", com a parte do processamento a ficar a cargo de um compacto Raspberry Pi Zero 2. Graças ao consumo reduzido de ambos, basta uma única célula 18650 para se assegurar o seu funcionamento longe de uma tomada.
O elemento central é o ecrã Waveshare 7.5-inch e-Paper HAT (800×480). Do lado do software é usado o InkyPi, que facilita imensamente transformar qualquer ideia em realidade neste ecrã: quer seja para apresentar coisas como a previsão do estado do tempo, as últimas notícias, ou até fotos.

A caixa é impressa em 3D, mas poderá ser facilmente adaptada ou ajustada às necessidade de cada um - pode até considerar-se instalar o sistema numa moldura tradicional.

№ 07

iPhone 17 Pro vence na velocidade de carregamento

O iPhone 17 Pro venceu num teste de velocidade de carregamento, mas com a ser beneficiado pela sua bateria mais pequena face aos rivais.

O iPhone 17 Pro foi considerado o smartphone com carregamento mais rápido no ranking geral de um teste realizado pela CNET, que analisou 33 smartphones topo de gama. O modelo da Apple destacou-se na combinação entre carregamento com fios e carregamento wireless, enquanto o Samsung Galaxy S26 Ultra liderou apenas na velocidade de carregamento por cabo.

No entanto, há que ter em conta que este teste se focou apenas na percentagem de bateria, o que desde logo penaliza smartphones com baterias de maior capacidade, e também contabiliza a velocidade de carregamento wireless, o que ajuda a explicar esta vitória face a smartphones que suportam carregamentos de muito maior potência.

Nos testes, o iPhone 17 Pro conseguiu recuperar 74% da bateria em apenas 30 minutos através de carregamento com fios e atingiu 55% em carregamento sem fios, os melhores resultados globais da comparação. Este resultado deve-se à bateria relativamente compacta de 4.252 mAh - para referência, o OnePlus 15 ficou-se pelos 72% ao fim de 30 minutos, mas estamos a falar de uma bateria de 7.300 mAh. Mas no carregamento por cabo, a vitória foi para o Galaxy S26 Ultra que atingiu 76% com o seu carregamento de 60W. Só quando contabilizado o carregamento wireless de 25W via Qi2.2 no iPhone 17 Pro é que este ficou com a melhor classificação geral.

Como sempre, são testes que valem o que valem. Desde logo se pode achar injusto estar a comparar percentagens em vez de capacidade efectiva (por esta lógica, um smartphone com bateria de 1.000 mAh poderia vencer o teste enchendo a bateria a 100% em 15 minutos). Ainda assim, não deixa de ser um indicador daquilo que os utilizadores irão sentir na prática ao fazerem uma sessão de carregamento rápida de 30 minutos - embora talvez fosse oportuno que, em vez de usar apenas a percentagem da bateria, fosse indicado o tipo de autonomia média (em tempo) que poderiam obter ao fim deste carregamento de 30 minutos.

№ 08

A dificuldade da Starship chegar à Lua

Mesmo a poderosa Starship da SpaceX não pode violar as leis da física, e revela como é extremamente difícil (e dispendioso) chegar à Lua.

Com a NASA e a SpaceX alinhadas no regresso à Lua como passo intermédio antes de se aventurarem em missões tripuladas a Marte, vemos como esse objectivo mais "fácil" não é nada fácil. Além de muitos outros problemas, a maior preocupação tem a ver com a necessidade da Starship necessitar ser reabastecida em órbita para poder ir - e voltar - até à Lua, algo que pode obrigar a mais de uma dezena de lançamentos adicionais só paracombustível.

É algo que por agora parece ser extremamente inviável. Se assumirmos que para montar uma base na Lua serão necessárias dezenas de viagens, e cada uma delas necessitar de 15+ lançamentos para reabastecimento, estamos a falar de muitas centenas de lançamentos.


No vídeo acima vemos essas e outras questões serem discutidas, assim como de algumas eventuais soluções de compromisso - como fazer lançamentos "sem reutilização", em que se dão os Super Heavy ou Starships como perdidos - mas que iria contra a pressuposto primordial da SpaceX, da reutilização ser essencial para manter o custo mais reduzido.

Infelizmente, a física não perdoa, e sair da Terra e viajar até ao corpo celeste mais próximo, é extremamente complicado. O que por outro lado nos ajuda a dar mais valor aos "malucos" que o arriscaram fazer no final da década de 60.

№ 09

Robots da Figure continuam a orientar encomendas após 4 dias

A emissão em directo dos robots humanóides F.03 da Figure entra no quarto dia.

A demonstração que inicialmente iria ter apenas 8 horas - a duração de um turno - continua e entrou agora no quarto dia, com mais de 111 mil encomendas processadas. A Figure diz que isto irá continuar até que algum dos robots apresente uma falha, o que significa que poderá prolongar-se por muitos mais dias.

Entretanto, têm sido dadas várias explicações. Para o facto de isto poder não ser a forma mais eficiente de lidar com as encomendas, é dito que o objectivo não foi optimizar o processo em causa, mas sim o de demonstrar a capacidade dos robots fazerem o trabalho manual que actualmente é feito por trabalhadores humanos - relembrando que este tipo de tarefa é extremamente frequente nas cadeias logísticas, e continua a ser um trabalho chato feito diariamente por muitas pessoas. A tarefa de colocar a embalagem com um código de barras para baixo também não poderia ser facilmente feita com mais câmaras noutras orientações, uma vez que o objectivo é passar numa máquina que pressiona uma nova etiqueta do lado de cima.

We're now on Day 4 of nonstop autonomous operations with F.03 humanoid robots running 24/7 until failure https://t.co/8rwx3c4Uf3

— Figure (@Figure_robot) May 16, 2026
Entretanto, a conversa também já passou do robots de volta aos trabalhadores humanos. Os robots têm conseguido manter uma cadência de orientação de uma embalagem a cada 3 segundos, e o próximo desafio é saber se uma pessoa "comum" conseguiria acompahar este ritmo, algo que irá ser posto à prova.

Tomorrow 10am PT: Man vs Machine pic.twitter.com/8I46PqEdpp

— Brett Adcock (@adcock_brett) May 17, 2026
Não deixa de ser uma manobra mediática para dar visibilidade aos seus robots, mas não deixa de ser o tipo de coisa que se arrisca a multiplicar-se nos próximos anos, à medida que os robots humanóides se forem viabilizando como alternativa aos trabalhadores humanos.

№ 10

Windows 11 vai deixar de insistir em drivers antigos

A MS promete resolver a frustrante situação do Windows update substituir drivers recentes por drivers mais antigos dos fabricantes.

A Microsoft confirmou que o Windows 11 tem estado a substituir drivers gráficos instalados manualmente por versões mais antigas distribuídas através do Windows Update. O problema afecta utilizadores que instalam drivers directamente a partir da Intel, AMD ou Nvidia para obter as versões mais recentes, apenas para verem essas versões serem posteriormente revertidas pelo sistema operativo.

Segundo a empresa, o comportamento acontece devido à forma como o Windows Update classifica os drivers disponíveis. O sistema utiliza identificadores de hardware para decidir qual o melhor driver para determinado componente, mas esse método pode dar prioridade a um driver mais antigo disponibilizado pelo fabricante do PC, mesmo quando o utilizador já instalou uma versão mais recent.
A situação tem gerado frustração entre utilizadores há vários anos, especialmente em casos onde o downgrade remove funcionalidades de software associadas aos drivers mais recentes. Nalguns cenários, o Windows 11 chega a substituir drivers de 2026 por versões de 2024 ou anteriores.

Para tentar resolver o problema, a Microsoft vai implementar um novo sistema de identificação mais específico para drivers gráficos. A empresa passará a usar uma combinação de IDs de hardware e identificadores específicos do computador para evitar que drivers sejam distribuídos de forma demasiado genérica. O problema é que isto apenas deverá começar a fazer-se sentir no final de 2026, pelo que, até lá, os utilizadores continuarão a enfrentar o ritual do costumem, de ter cuidado redobrado para garantirem que estão a usar os drivers mais recentes, e que estes não foram removidos pelo Windows Update.

№ 11

Dashboard E-Paper com Raspberry Pi Zero 2

Hoje vamos ver como criar um dashboard com ecrã E-Paper de 7.5" e um Raspberry Pi Zero 2.

Quem quiser complementar a sua casa com uma forma de ver informação em modo wireless e com longa autonomia, pode espreitar como criar um destes dashboards PiPaper.

O PiPaper usa um ecrã e-Paper de 7.5", com a parte do processamento a ficar a cargo de um compacto Raspberry Pi Zero 2. Graças ao consumo reduzido de ambos, basta uma única célula 18650 para se assegurar o seu funcionamento longe de uma tomada.
O elemento central é o ecrã Waveshare 7.5-inch e-Paper HAT (800×480). Do lado do software é usado o InkyPi, que facilita imensamente transformar qualquer ideia em realidade neste ecrã: quer seja para apresentar coisas como a previsão do estado do tempo, as últimas notícias, ou até fotos.

A caixa é impressa em 3D, mas poderá ser facilmente adaptada ou ajustada às necessidade de cada um - pode até considerar-se instalar o sistema numa moldura tradicional.

№ 12

Xiaomi mostra YU7 GT "Crimson Red"

Em preparação para o lançamento oficial este mês, a Xiaomi mostrou o YU7 GT na cor "Crimson Red", que não deverá ter falta de interessados.

A Xiaomi revelou novas imagens do YU7 GT, a versão de alta performance do SUV eléctrico da marca, antes do lançamento marcado para o final de Maio. O destaque vai para a nova cor "Crimson Red", um vermelho intenso que será acompanhado por um interior "Track Red" com detalhes desportivos e acabamentos exclusivos.
O YU7 GT chega com números impressionantes para um SUV familiar eléctrico. Segundo a Xiaomi, o modelo debita 990 cavalos de potência e consegue atingir uma velocidade máxima de 300 km/h. A marca chinesa afirma ainda que o veículo poderá alcançar até 705 km de autonomia no ciclo CLTC, colocando-o diretamente em competição com alguns dos modelos eléctricos mais rápidos e avançados do mercado.
A Xiaomi também reforçou a vertente desportiva do SUV ao revelar que realizou testes intensivos no circuito alemão de Nürburgring Nordschleife, seguindo a mesma estratégia utilizada anteriormente com o SU7 Ultra. O objectivo é posicionar o YU7 GT não apenas como um SUV eléctrico premium, mas também como um veículo capaz de oferecer comportamento dinâmico ao nível dos modelos mais desportivos.
O lançamento do novo GT surge numa altura importante para a divisão automóvel da Xiaomi. Apesar do forte arranque comercial do YU7 em 2025, as vendas começaram recentemente a desacelerar no mercado chinês, caindo abaixo das 10 mil unidades mensais em Abril de 2026. A marca espera que a nova versão GT consiga recuperar o interesse dos consumidores e revitalizar as vendas num segmento de veículos elétricos cada vez mais competitivo.

Embora ainda não tenha sido revelado o preço, espera-se que o YU7 GT tenha um preço que fique perto dos 60 mil euros, na China.

№ 13

ChatGPT Finance promete facilitar gestão do dinheiro

Os fãs do ChatGPT podem deixar que passe a assisti-los na gestão das suas contas bancárias - nos EUA.

A OpenAI lançou uma nova funcionalidade chamada ChatGPT Finance que permite ligar contas bancárias directamente ao ChatGPT. A novidade está disponível para utilizadores do ChatGPT Pro nos Estados Unidos e funciona através de uma parceria com a plataforma financeira Plaid, compatível com mais de 12 mil instituições bancárias.

Depois de associar as contas, o ChatGPT passa a mostrar um painel com informações como despesas, subscrições, pagamentos futuros e desempenho financeiro geral. A ideia é permitir que o chatbot responda a perguntas sobre poupança, gestão de dinheiro e hábitos de consumo com base na situação financeira real do utilizador.
Os utilizadores podem gerir ou remover ligações bancárias a qualquer momento e também apagar os dados financeiros armazenados pelo sistema. A funcionalidade está disponível através da nova secção "Finances" na barra lateral do ChatGPT, tanto na versão web como na aplicação para iPhone.

Segundo a OpenAI, mais de 200 milhões de pessoas já utilizam o ChatGPT mensalmente para questões relacionadas com finanças pessoais. Com esta integração, a empresa quer transformar o chatbot num assistente financeiro mais contextual e personalizado, embora a novidade também levante preocupações inevitáveis sobre privacidade e acesso a dados bancários sensíveis. De qualquer modo, por agora o foco parece manter-se apenas sobre a parte da análise de dados, sem que seja dado acesso para operações potencialmente mais perigosas, como transferências ou cancelamento de pagamentos.

№ 14

Rede Mobi.E regista quase 900 mil carregamentos em Abril

Mantendo a tendência, a rede Mobi.E bateu novos recordes com quase 900 mil carregamentos em Abril.

A rede de carregamento de veículos elétricos conectada à Mobi.E registou em abril de 2026 o melhor desempenho de sempre, consolidando a trajetória de crescimento da mobilidade elétrica em Portugal. Foram realizados mais de 898 mil carregamentos durante o mês, um aumento de 35% face ao mesmo período de 2025 - o maior número mensal alguma vez registado.

Mais de 233 mil utilizadores distintos recorreram à infraestrutura, um crescimento homólogo de 102%. O dia mais movimentado foi 30 de abril, véspera de fim de semana prolongado, com mais de 34 mil sessões - sinal de que o veículo elétrico é já uma opção habitual também nas grandes viagens. O consumo de energia superou os 20 mil MWh, mais 40% do que em abril de 2025, e a energia disponibilizada permitiu percorrer mais de 535 milhões de quilómetros em toda a rede nacional.

A infraestrutura continua a crescer: no final de abril, a rede pública contava com 7.800 postos de carregamento e 14.747 pontos de carregamento, com uma potência instalada total de 539 mil kW, cerca de 5% acima da meta definida pelo regulamento europeu AFIR. Mais de 3.030 postos oferecem carregamento rápido ou ultrarrápido, representando 39% da rede pública.

No plano ambiental, a mobilidade elétrica evitou em abril a emissão de mais de 16 mil toneladas de CO2, equivalente à capacidade de retenção de carbono de cerca de 272 mil árvores urbanas com 10 anos, ou às emissões anuais de aproximadamente 3.375 habitantes portugueses.

[Pela Estrada Fora]
№ 15

Humble Hauler: o reboque autónomo que dispensa o camião

A Humble Robotics leva o conceito de camião autónomo ao limite, dispensando o camião e apostando em reboques autónomos.

Uma startup norte-americana, a Humble Robotics, apresentou uma plataforma de transporte de mercadorias totalmente autónoma, elétrica e sem cabine, o Humble Hauler. A solução foi desenvolvida de raiz a pensar no chassis do reboque, e não no trator convencional.

Ao contrário da maioria das abordagens ao transporte autónomo de longa distância, a Humble Robotics não tentou adaptar um camião existente. Em vez disso, redesenhou o chassis do reboque como um veículo independente, eliminando a cabine, o motor de combustão e tudo o que não seja estritamente necessário para mover carga de armazém para armazém.
O resultado é uma plataforma mais leve, com melhor eficiência de carga útil e pensada especificamente para operação dock-to-dock. A ausência de cabine permite um sistema de sensores com visão a 360 graus sem obstruções, combinando câmaras, lidar e radar. A bordo, modelos AI ajudam o sistema a lidar com cenários imprevistos.

Do ponto de vista económico, a propulsão elétrica reduz a exposição às flutuações dos preços dos combustíveis e promete custos de manutenção mais baixos - dois argumentos com peso crescente num setor sob pressão para descarbonizar. Os testes autónomos em programas-piloto com parceiros logísticos deverão arrancar em breve.


[Pela Estrada Fora]
№ 16

Dacia AR mostra os carros em realidade aumentada

Os interessados podem explorar toda a gama Dacia no conforto das suas casas usando realidade aumentada.

A Dacia está a promover a Dacia AR, uma app que permite explorar todos os modelos da marca em realidade aumentada, directamente num smartphone ou tablet.

A ferramenta mostra os modelos à escala real, no interior e no exterior, e permite personalizar cor, acessórios e versões de forma simples e intuitiva.
Disponível em 17 países, incluindo Portugal, a aplicação foi distinguida com o prémio de ouro na categoria Innovative Retailer, na Connected Commerce Night. Desde 2022, já atraiu mais de 260 mil utilizadores.

Além de ser útil para os clientes, a Dacia AR também funciona como apoio à rede de concessionários, ajudando a apresentar modelos e versões que possam não estar disponíveis em showroom. A aplicação Dacia AR está disponível para download na App Store da Apple e na Google Play Store.


[Pela Estrada Fora]
№ 17

Adaptador de tomadas universal com 5 USB a €20

Este adaptador universal de tomadas da Lencent garante que podemos ligar qualquer aparelho a qualquer tomada, e poupar carregadores USB adicionais.

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas este adaptador universal com portas USB integradas acaba por ser uma solução bastante atractiva para quem viaja frequentemente, ou simplesmente quer estar preparado para nunca ser apanhado desprevenido em termos de formatos de tomadas - e simultaneamente evitando a necessidade de transportar até cinco carregadores USB adicionais na sua bagagem.
Este adaptador de tomadas universal da Lencent tem 5 portas USB e está disponível por apenas 20 euros na Amazon Espanha - têm também disponível uma versão de 65W.

O módulo encaixa, e permite encaixar, tomadas eléctricas de praticamente todos os formatos existente (UE, Reino Unido, EUA, Austrália, etc.) e inclui 5 práticas portas USB, 3 delas sendo USB-C até 15 W, que podem fornecer até um máximo de 2.4 A por porta, perfeitas para recarregar smartphones, câmaras e outros equipamentos quando se vai de férias.


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№ 18

Carregador Powerowl com 8 pilhas recarregáveis a €23

Para evitar a troca infindável das pilhas, nada como usar pilhas recarregáveis e este pack da Powerowl com carregador e 8 pilhas é uma excelente forma de começar.

Vivemos num mundo "mobile" em que assumimos que as coisas funcionam sem necessidade de estarem agarradas a cabos de alimentação, e isso faz com que exista uma dependência crítica em baterias e pilhas. No caso das pilhas, que continuam a ser comuns em coisas como controlos remotos, gamepads, teclados wireless e muitas outras coisas, uma das melhores opções é trocar as pilhas convencionais por pilhas recarregáveis reutilizáveis, e o investimento não é assim tão avultado quanto se possa pensar.
Este carregador Powerowl já traz 8 pilhas recarregáveis e custa apenas 23 euros.

As pilhas AA incluídas são de 2800 mAh, e este carregador tem a vantagem de usar uma comum ficha USB e permitir carregar pilhas individualmente (alguns só permitem carregar pares). Podem apanhar um pack de mais 8 pilhas AA de 2800 mAh por 12 euros.


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№ 19

Falha Dirty Frag dá root em Linux

Depois do Copy Fail, surge nova vulnerabilidade - Dirty Frag - que permite obter acesso root na maioria das distro Linux.

Foi descoberta uma nova vulnerabilidade zero-day no Linux chamada "Dirty Frag" que permite a atacantes locais obter privilégios de root em praticamente todas as grandes distribuições Linux através de um único comando. A falha afecta sistemas como o Ubuntu, Fedora, Red Hat Enterprise Linux, CentOS, AlmaLinux e openSUSE, e neste momento ainda não existem patches oficiais disponíveis.

A vulnerabilidade foi revelada pelo investigador de segurança Hyunwoo Kim, que publicou também uma prova de conceito funcional. Segundo o investigador, o problema existe há cerca de nove anos no kernel Linux e explora falhas relacionadas com interfaces criptográficas e manipulação de memória. O Dirty Frag combina duas vulnerabilidades diferentes para modificar ficheiros protegidos directamente na memória do sistema sem autorização.
Ao estilo de vulnerabilidades como o Dirty Pipe e Copy Fail, o Dirty Frag permite escalar privilégios até se ter acesso total ao sistema. No entanto, o investigador destaca que este exploit é bastante fiável porque não depende de condições de corrida nem provoca crashes do kernel caso falhe, aumentando significativamente a taxa de sucesso dos ataques.

Enquanto as distribuições Linux não disponibilizam correcções oficiais, os utilizadores podem mitigar temporariamente o problema ao desactivar módulos específicos do kernel ligados ao exploit. Contudo, esta solução pode também impedir funcionalidades como VPNs IPsec e sistemas de ficheiros distribuídos AFS. A descoberta surge numa altura em que administradores Linux ainda estão a lidar com o impacto do "Copy Fail", que tem sido já explorado activamente em ataques reais.

№ 20

Gemini Omni traz raciocínio para o vídeo AI

A Google tem novo modelo "Omni" para geração de vídeo no Gemini, que parece replicar as melhorias de raciocínio do Nano Banana Pro para aplicação em vídeo.

A Google poderá estar prestes a lançar um novo modelo de geração de vídeo para o Gemini chamado “Omni”. A funcionalidade ainda não foi anunciada oficialmente, mas alguns utilizadores já começaram a encontrar referências ao novo sistema dentro da plataforma, juntamente com demonstrações que mostram resultados bastante avançados.

Segundo as descrições encontradas, o Gemini Omni permitirá criar e editar vídeos directamente no chat, remisturar conteúdos existentes, e utilizar templates automáticos. Embora ainda não esteja totalmente claro como o Omni se diferencia do modelo Veo, tudo indica que será uma evolução ou extensão da tecnologia de geração de vídeo que a Google já vinha a desenvolver.

Holllllyyyyyyyy @GeminiApp cooked 😳😳

🚨 Gemini Omni: New video model

Here is the first output and see the text coherence , if this is not nano banana moment of video then what is ??

direct link for those who believes otherwise in comments pic.twitter.com/LUqJLXUxrf

— Chetaslua (@chetaslua) May 11, 2026
Os primeiros exemplos partilhados impressionaram especialmente pela forma como o sistema lida com texto e movimento em simultâneo. Numa das demonstrações, a AI gerou um vídeo de um professor a resolver fórmulas matemáticas num quadro, mantendo o texto relativamente consistente e com aspecto bastante realista. Com a "qualidade" em si a ser um problema já resolvido, as melhorias são na vertente da interpretação dos pedidos e geração de resultados mais consistentes com isso e com compreensão do que se deseja.

Também surgiram referências aos limites de utilização dentro dos planos pagos do Gemini, sugerindo que a geração de vídeo poderá consumir uma grande parte da quota diária disponível nos Planos Pro. A Google ainda não revelou detalhes sobre o Omni, mas será de esperar que se fiquem a conhecer mais detalhes durante o Google I/O 2026 (a 19 e 20 de Maio), onde a empresa deverá revelar todas estas novidades AI.