PlanetGeek
№ 01

Cadeira ergonómica Sihoo a €172

Mais necessário do que nunca para quem passou a ficar em casa a tempo inteiro - ou simplesmente decidiu melhorar as suas condições durante o tempo que passa a trabalhar ou a jogar no computador - temos esta cadeira ergonómica de escritório Sihoo.

É habitual ver as pessoas que planeiam o seu próximo computador escolherem todo e cada componente da sua máquina com enorme cuidado; mas muita vezes esquecem-se dos componentes "extra-computador", que podem ser ainda mais importantes. A cadeira é uma dos elementos críticos que muitas vezes é descurado, mas felizmente vão surgindo propostas interessantes a preços bastante aceitáveis - tendo em conta que é algo que será usado durante longas horas, durante dias, meses e anos, e que contribui directamente para o conforto imediato do utilizador e para a sua saúde a longo prazo.
Esta cadeira Sihoo está disponível por 172 euros com envio da Amazon Espanha.

Vem com todos os ajustes esperados para uma cadeira reclinável e conta com ajuste de altura pneumático. Está disponível em branco, preto, e em versões com apoio para os pés (estas últimas sendo mais caras).


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№ 02

Yangwang U9 Extreme com 3018cv vs Ferrari Luce

Em contraste com o lançamento do pouco consensual Ferrari Luce, o Yangwang U9 Extreme com 3018cv volta a ganhar destaque.

A Ferrari apresentou finalmente o seu primeiro carro 100% eléctrico, o Luce, que está a dar que falar, mas não pelos melhores motivos. E parte da conversa passa pela comparação com modelos chineses que têm estado a ser lançados, e que melhor se enquadrariam na tradição da marca.

Por exemplo, temos o Yangwang U9 Extreme com "absurdos" 3018cv, que lhe permitem atingir quase 500 km/h e lhe valeram vários recordes no Nürburgring Nordschleife - sem esquecer a sua avançada suspensão activa que até lhe permite saltar sobre buracos, ou sistema de recuperação de energia que pode regenerar mais de 700 kW(!) durante as travagens.
Embora este seja uma versão especial e ultra-limitada do U9 (serão produzidas apenas 30 unidades), não se pode esquecer que mesmo a versão normal tem cerca de 1300 cv e custa um terço do que é pedido pelo Ferrari.

Adicionalmente, se quiserem manter espaço para cinco adultos viajarem de forma confortável, mantendo uma potência de cerca de 1000cv, e também um design que até pode passar por um Ferrari, temos a opção do Xiaomi YU7 GT, que na China tem preço a começar abaixo dos 47 mil euros. Pode não ser uma opção para a clientela alvo da Ferrari, mas não deixa de ser uma opção que permite ao "público comum" ficar com um carro capaz de envergonhar a vasta maioria dos super-desportivos e hiperdesportivos, por uma fracção insignificante do seu preço.

№ 03

Huawei revela "Tau" para chips equivalentes a 1.4nm

A Huawei diz ter criado um novo sistema que permite criar chips com densidade equivalente ao processo de fabrico de 1.4nm.

A Huawei diz ter conseguido contornar as limitações de acesso à tecnologia de produção de chips mais avançada, e que conseguirá chegar ao equivalente tecnológico dos chips de 1.4 nm até 2031. O anúncio foi feito durante o International Symposium of Circuits and Systems (ISCAS), em Xangai, onde a empresa apresentou avanços desenvolvidos ao longo dos últimos seis anos e uma nova abordagem que pretende ultrapassar as limitações actuais da indústria de fabrico de chips.

Um dos pontos centrais da apresentação foi a introdução da chamada "au (τ) Scaling Law", uma nova proposta criada pela Huawei para substituir a tradicional Lei de Moore, referência histórica que durante décadas orientou a evolução dos processadores. Em vez de se focar apenas na redução física dos componentes, a nova abordagem aposta noutras formas de aumentar o desempenho e densidade dos semicondutores. Segundo a empresa, já existem 381 chips produzidos em massa com base neste novo modelo.
A Huawei revelou também uma nova arquitetura chamada LogicFolding, criada para reduzir atrasos na transmissão de sinais e melhorar a densidade de transístores. A tecnologia poderá ser aplicada não apenas a processadores tradicionais, mas também a circuitos e outros componentes eletrónicos mais avançados. Os primeiros produtos a beneficiar desta arquitetura serão os futuros chips Kirin para smartphones previstos para 2026, que deverão chegar ao mercado ainda este ano. O objectivo mais ambicioso surge a longo prazo. A Huawei pretende atingir uma densidade de transístores comparável à encontrada em chips de 1,4 nm até 2031, um patamar que acompanharia as tecnologias mais avançadas actualmente em desenvolvimento.

It's not a new path. It's been on the research roadmap for everyone for a decade.

— 𝐷𝑟. 𝐼𝑎𝑛 𝐶𝑢𝑡𝑟𝑒𝑠𝑠 (@IanCutress) May 25, 2026
No entanto, estes avanços "revolucionários" da Huawei são desvalorizados por especialistas da área, dizendo que a Huawei está a fazer apenas aquilo que muitas outras empresas conhecem e têm feito nas últimas décadas. Os avanços na melhoria da densidade passam pela colocação de camadas de chips empilhadas - algo já comum entre outros fabricantes - e que levanta outros problemas (como o aquecimento), não sendo equiparável a uma verdadeira redução do tamanho físico dos componentes. Ainda assim, não tendo acesso às máquinas de produção de chips com essa densidade, a Huawei tem que se "desenrascar" da forma possível.

№ 04

Ferrari revela Ferrari Luce eléctrico

A Ferrari revelou o seu primeiro automóvel 100% eléctrico, com painel interior desenhado em parceria com Jony Ive, o Ferrari Luce.

A Ferrari entrou oficialmente na era dos automóveis eléctricos com a apresentação do Luce, o primeiro modelo 100% eléctrico de produção da marca italiana. O novo veículo adopta uma carroçaria de cinco portas, cinco lugares e um formato entre hatchback e berlina desportiva - com design que tem gerado bastante polémica por ser demasiado parecido com um automóvel de uma marca "normal" (alguns equiparam-no a um Smart ou um Leaf). O projecto contou também com a participação da LoveFrom, o estúdio de design de Jony Ive, antigo responsável por alguns dos produtos mais icónicos da Apple, marcando a sua primeira colaboração no desenvolvimento visual de um automóvel.
O Ferrari Luce é também o maior modelo alguma vez produzido pela marca e aposta fortemente na eficiência aerodinâmica para maximizar a autonomia. O interior segue uma filosofia diferente da maioria dos carros elétricos actuais, privilegiando controlos físicos em alumínio em vez de depender exclusivamente de grandes ecrãs táteis. A ausência do tradicional túnel central permitiu criar o primeiro verdadeiro habitáculo de cinco lugares da Ferrari, acompanhado pela maior bagageira alguma vez oferecida num modelo da empresa.
A base técnica inclui uma arquitetura eléctrica de 800V e uma bateria de 122 kWh desenvolvida em parceria com a sul-coreana SK On. O sistema suporta carregamento rápido até 350 kW, permitindo recuperar cerca de 70 kWh em apenas 20 minutos. A autonomia estimada chega aos 530 quilómetros. A potência é fornecida por quatro motores eléctricos independentes que, em conjunto, produzem 1.036 cavalos e 1.002 Nm de binário.




As prestações mantêm o ADN desportivo da Ferrari intacto. O Luce acelera dos 0 aos 100 km/h em 2,5 segundos, alcança os 200 km/h em 6,8 segundos e atinge uma velocidade máxima de 310 km/h. Para manter uma experiência de condução mais envolvente, a marca desenvolveu sistemas específicos de controlo de potência, travagem regenerativa, e até um sistema que amplifica os sons reais dos motores eléctricos para o habitáculo. O preço arranca nos 550 mil euros e as primeiras entregas estão previstas para o próximo ano.

Veremos até que ponto esta aposta da Ferrari dará resultados, num mercado onde se vão multiplicando as pfertas de marcas chinesas, que até oferecem prestações idênticas por cerca de um décimo do preço.

№ 05

Samsung revela V-NAND Flash de 900 camadas

A Samsung criou uma memória V-NAND Flash de 900 camadas, empilhando dois módulos de 450 camadas.

A Samsung deu mais um passo importante no desenvolvimento de memória NAND Flash de próxima geração e está a aproximar-se do objectivo de criar chips com 1.000 camadas até ao final da década. A mais recente evolução passa pela combinação de dois módulos V-NAND de 450 camadas num único chip de 900 camadas, recorrendo a uma tecnologia avançada de empilhamento que poderá permitir aumentar significativamente a capacidade de armazenamento sem aumentar proporcionalmente o espaço físico ocupado.

Para alcançar este resultado, a empresa está a utilizar uma técnica proprietária chamada Cell Multi-Bonding (CMB). O processo cria uma ligação permanente entre dois chips de silício através da união de pequenas ligações metálicas microscópicas, permitindo que funcionem como uma única unidade. Esta abordagem torna-se especialmente importante numa altura em que aumentar simplesmente o número de camadas dentro de um único chip se está a tornar cada vez mais difícil do ponto de vista de fabrico e das taxas de sucesso (uma falha numa única camada pode arruinar todo o chip).
A Samsung já tinha apresentado no ano passado a sua 10ª geração de V-NAND, capaz de ultrapassar as 400 camadas por chip individual. No entanto, produzir estruturas tão densas cria desafios técnicos significativos, incluindo deformações físicas das superfícies de silício e problemas de alinhamento durante o empilhamento. Ao empilhar módulos já verificados, aumenta-se significativamente as taxas do chip final ser totalmente funcional.

Infelizmente, nada disto se traduz, de forma imediata, em benefício directo para os consumidores. Estes chips permitirão criar SSDs de alta-densidade, potencialmente com petabytes, em volumes compactos, que serão destinados ao segmento dos data centers. Eventualmente poderão chegar a produtos como SSDs de consumo, mas isso ainda estará a muitos anos de distância.

№ 06

Ganha uma ventoinha de mesa portátil

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta vez a escolha recai sobre uma ventoinha de mesa portátil.

Perfeita para os dias de maior calor, esta mini-ventoinha de mesa permite criar uma brisa fresca para refrescar o utilizador. Ainda por cima, conta com bateria recarregável (via USB) que permite que seja levada para qualquer lado para maior conveniência.
Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

Loading…

Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

№ 07

iOS 27 pode vir com Google Cast

O futuro iOS 27 poderá vir com suporte para Google Cast em alternativa ao AirPlay da Apple.

A Apple poderá estar a preparar uma mudança importante no iPhone com o futuro iOS 27. Segundo rumores, a empresa está a trabalhar na integração de alternativas ao AirPlay no sistema operativo, permitindo pela primeira vez utilizar protocolos concorrentes de transmissão sem fios, incluindo o Google Cast.

Actualmente, o AirPlay é a única tecnologia integrada no iOS para enviar conteúdos sem fios para televisores, colunas e outros dispositivos compatíveis. Com o iOS 27, os utilizadores poderão supostamente escolher outras opções e até definir serviços como o Google Cast como método padrão para transmitir áudio e vídeo a partir do iPhone. A mudança estará relacionada com as exigências do DMA europe (Digital Markets Act)u, criada para aumentar a concorrência e reduzir limitações impostas pelas grandes plataformas tecnológicas. A Apple tem vindo gradualmente a adaptar os seus produtos às novas regras europeias, e esta poderá ser mais uma alteração nesse sentido.

Resta ver se a Apple implementará esta capacidade de forma devida ou - como tem feito noutras ocasiões - da "pior forma possível". No caso da obrigação de permitir que smartwatches concorrentes também pudessem apresentar notificações, a Apple fez questão de fazer com que, se se activar essa opção, se fica sem notificações num Apple Watch.

№ 08

Google Wallet ganha partilha de chaves digitais

Os utilizadores Google vão ter maior controlo sobre como podem usar as chaves digitais na sua Google Wallet.

A Google está a melhorar a funcionalidade de partilha de chaves digitais de automóveis no Google Wallet, lançando novas opções de controlo e permissões para os utilizadores. Esta capacidade chega através da mais recente actualização dos serviços do sistema Android e torna a gestão de acesso aos veículos mais flexível e personalizada.

A principal novidade passa pela possibilidade de atribuir diferentes níveis de acesso às pessoas com quem a chave digital é partilhada. Os utilizadores podem agora definir funções como "co-proprietário", "convidado", ou "assistência técnica", permitindo adaptar as permissões consoante cada situação. As novas opções também incluem controlos adicionais de segurança e utilização. Dependendo do perfil atribuído, será possível limitar funcionalidades do veículo, incluindo velocidade máxima, aceleração, e até o volume máximo do sistema de áudio. Todas estas definições podem ser ajustadas directamente através da opção "Partilhar chave do carro" dentro do Google Wallet.

Além disso, a Google simplificou o processo de sincronização das chaves digitais entre diferentes dispositivos, facilitando a utilização em equipamentos como smartwatches. Com as chaves digitais a tornarem-se cada vez mais populares, este tipo de opções ajudará a tirar partido das suas vantagens e potencialidades face às chaves físicas tradicionais.

№ 09

Mensagens do WhatsApp podem ser lidas pela Meta

O WhatsApp promete mensagens com encriptação total, mas as mensagens podem afinal ser acedidas pela Meta usando vias alternativas.

Finalmente são conhecidos mais detalhes sobre o processo que acusa o WhatsApp de enganar os utilizadores com a promessa de mensagens totalmente encriptadas. O que se passa não é qualquer falha no uso da encriptação end-to-end, mas sim no facto da app do WhatsApp para iOS e macOS manter bases de dados com as mensagens em formato não encriptado - e que podem ser acedidas por outras apps da Meta, como o Facebook e Instagram. Para piorar, este acesso pode ser feito sem qualquer indicação para o utilizador, que assim pode ignorar por completo que o Instagram/Facebook tenha acesso a todas as suas mensagens do WhatsApp.

On iOS and macOS, WhatsApp stores chat databases unencrypted in an app group container accessible to apps from the same developer. So all Meta apps on the same iPhone (e.g., Facebook) can read WA chats in plaintext without permission, and users wouldn't be notified. Demo👇 https://t.co/X4rWekWte3 pic.twitter.com/K4qtYRaQ6L

— Mysk 🇨🇦🇩🇪 (@mysk_co) May 24, 2026



Esta descoberta teve algumas críticas, pois para que o Facebook e o Instagram tenham acesso a esta base de dados partilhada do WhatsApp, têm que registar essa permissão do lado do developer - coisa que actualmente não fazem. No entanto, isso é algo que a Meta pode alterar a qualquer momento, o que faz com que as preocupações sejam reais.

Sure, and you’ll hear about it from us when they do 😬

The facts are:
1) WhatsApp, FaceBook, and Instagram have a common group container that is used to share data between them locally on device (we won’t speculate as to what is being shared)

2) Adding WhatsApp group container…

— Mysk 🇨🇦🇩🇪 (@mysk_co) May 25, 2026
O resultado prático é que, para todos os efeitos, as mensagens encriptadas do WhatsApp não estão assim tão a salvo da leitura pela Meta - ou pelas autoridades - como o WhatsApp faz tentar passar. A solução é fácil, bastando passar a guardar as mensagens em formato encriptado nesta base de dados local que pode ser partilhada com as restantes apps da Meta. Resta saber se isso será feito de forma voluntária, ou apenas quando a isso for forçada após o caso em tribunal.

№ 10

Copilot em coluna lateral no Windows 11

A Microsoft quer o Copilot sempre acessível no Windows, e agora coloca-o numa barra lateral no ambiente de trabalho.

A Microsoft pode ter recuado no botão intrusivo do Copilot no Office, mas não deixa de o querer deixar sempre à vista no Windows 11, colocando o Copilot numa barra lateral no ambiente de trabalho. A alteração está a ser lançada gradualmente e permite que o Copilot seja afixado no lado esquerdo ou direito do ecrã, reorganizando automaticamente as restantes aplicações para criar espaço para o assistente.

De origem, o Copilot continua a abrir como uma app independente, mas uma nova opção disponível na barra superior permite aceder a diferentes modos de apresentação. Entre eles temos novas opções de encaixe semelhantes ao sistema Snap Layouts do Windows 11. Ao fixar o Copilot lateralmente, o sistema ajusta automaticamente o ambiente de trabalho e redimensiona janelas abertas para acomodar a presença permanente do assistente no ecrã.
A ideia faz lembrar a primeira versão do Copilot lançada originalmente no Windows 11, quando o assistente funcionava como uma barra lateral integrada no sistema operativo. Na altura, o objectivo era permitir que os utilizadores interagissem com o assistente AI enquanto trabalhavam noutras aplicações, mas a implementação acabou por receber críticas devido à integração limitada e forte dependência de tecnologias web.

Desde a chegada do Copilot ao Windows, a Microsoft já alterou o design e funcionamento da ferramenta várias vezes, numa tentativa contínua de encontrar o formato ideal para integrar inteligência artificial no sistema operativo. A nova abordagem parece aproximar-se novamente da visão original da empresa, oferecendo agora maior flexibilidade para personalizar a forma como o Copilot ocupa espaço no ambiente de trabalho do Windows 11. No entanto, esta implementação continua a ter como base as tecnologias web - veremos se desta vez o resultado é diferente, ou apenas uma repetição daquilo que já foi tentado (e falhou) no passado.

№ 11

Copilot em coluna lateral no Windows 11

A Microsoft quer o Copilot sempre acessível no Windows, e agora coloca-o numa barra lateral no ambiente de trabalho.

A Microsoft pode ter recuado no botão intrusivo do Copilot no Office, mas não deixa de o querer deixar sempre à vista no Windows 11, colocando o Copilot numa barra lateral no ambiente de trabalho. A alteração está a ser lançada gradualmente e permite que o Copilot seja afixado no lado esquerdo ou direito do ecrã, reorganizando automaticamente as restantes aplicações para criar espaço para o assistente.

De origem, o Copilot continua a abrir como uma app independente, mas uma nova opção disponível na barra superior permite aceder a diferentes modos de apresentação. Entre eles temos novas opções de encaixe semelhantes ao sistema Snap Layouts do Windows 11. Ao fixar o Copilot lateralmente, o sistema ajusta automaticamente o ambiente de trabalho e redimensiona janelas abertas para acomodar a presença permanente do assistente no ecrã.
A ideia faz lembrar a primeira versão do Copilot lançada originalmente no Windows 11, quando o assistente funcionava como uma barra lateral integrada no sistema operativo. Na altura, o objectivo era permitir que os utilizadores interagissem com o assistente AI enquanto trabalhavam noutras aplicações, mas a implementação acabou por receber críticas devido à integração limitada e forte dependência de tecnologias web.

Desde a chegada do Copilot ao Windows, a Microsoft já alterou o design e funcionamento da ferramenta várias vezes, numa tentativa contínua de encontrar o formato ideal para integrar inteligência artificial no sistema operativo. A nova abordagem parece aproximar-se novamente da visão original da empresa, oferecendo agora maior flexibilidade para personalizar a forma como o Copilot ocupa espaço no ambiente de trabalho do Windows 11. No entanto, esta implementação continua a ter como base as tecnologias web - veremos se desta vez o resultado é diferente, ou apenas uma repetição daquilo que já foi tentado (e falhou) no passado.

№ 12

Monitor portátil Arzopa S1 15.6" USB-C a €87

Expandir a área de trabalho - ou de lazer - de um computador, portátil ou consola, é mais fácil e económico que nunca. Com monitores portáteis USB-C, basta um único cabo para resolver o problema.

Hoje em dia é possível comprar monitores a preços bastante reduzidos; mas nalguns casos é mais conveniente ter algo que se possa transportar para qualquer lado com facilidade. É precisamente para esses casos que monitores USB-C como este monitor portátil Arzopa S1 de 15.6" se tornam numa solução atractiva.
Neste caso, o modelo Arzopa S1 15.6" Full HD USB-C está disponível por 87 euros na Amazon Espanha. Também está disponível uma versão gaming de 16.1" QHD a 180Hz.

Para além da ligação USB-C, estes monitores também permitem a ligação tradicional via HDMI e mini-HDMI, pelo que se tornam apropriados para um vasto conjunto de cenários, quer seja para expandir o ecrã de um portátil, tablet ou smartphone, ou meramente para usar como um ecrã portátil para se ligar a um media-player ou consola de jogos para facilitar a sua utilização sem necessidade de um televisor ou monitor convencional por perto.


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№ 13

Monitor portátil Arzopa S1 15.6" USB-C a €87

Expandir a área de trabalho - ou de lazer - de um computador, portátil ou consola, é mais fácil e económico que nunca. Com monitores portáteis USB-C, basta um único cabo para resolver o problema.

Hoje em dia é possível comprar monitores a preços bastante reduzidos; mas nalguns casos é mais conveniente ter algo que se possa transportar para qualquer lado com facilidade. É precisamente para esses casos que monitores USB-C como este monitor portátil Arzopa S1 de 15.6" se tornam numa solução atractiva.
Neste caso, o modelo Arzopa S1 15.6" Full HD USB-C está disponível por 87 euros na Amazon Espanha. Também está disponível uma versão gaming de 16.1" QHD a 180Hz.

Para além da ligação USB-C, estes monitores também permitem a ligação tradicional via HDMI e mini-HDMI, pelo que se tornam apropriados para um vasto conjunto de cenários, quer seja para expandir o ecrã de um portátil, tablet ou smartphone, ou meramente para usar como um ecrã portátil para se ligar a um media-player ou consola de jogos para facilitar a sua utilização sem necessidade de um televisor ou monitor convencional por perto.


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№ 14

Forza Horizon 6 bate recordes

O Forza Horizon 6 está a conquistar os jogadores, tendo já vendido mais de 5 milhões de unidades e entrado no top 5 do Steam.

O Forza Horizon 6 é o mais recente capítulo da saga Forza Horizon iniciada em 2012, e derivada dos jogos de corridas tradicionais de automóveis "Forza", com a premissa: e se os jogadores pudessem sair das pistas e circular por onde quisessem?

Desde o início que a saga tem atraído uma legião de fãs, com cada versão do jogos a retratar diferentes países e regiões do globo. No Forza Horizon 6, a viagem é feita pelo Japão, numa diversidade de ambientes que inclui cidades densas como Tóquio, zonas suburbanas, zonas rurais, florestas, campos, e não faltando estranhas de montanha e zonas cobertas de neve. Enfim, cenários para todos os gostos que continuam a poder ser explorados sem restrições pelos jogadores, quer seja nas estradas ou fora delas.



É também positivo ver que a equipa não se focou em acrescentar coisas "só porque sim" e a tornar o jogo injogável em tudo o que não seja um PC de topo. O Forza Horizon 6 está extremamente bem optimizado e funciona em praticamente todos os PCs de forma mais que adequada (tal como nas consolas). É certo que nos PCs de topo se pode tirar partido de coisas como o Ray Tracing, mas o seu impacto visual não é assim tão diferente, especialmente quando se está a atravessar o cenário a mais de 300 km/h, e onde o foco do jogador é apenas tentar ver por onde tem que seguir.

A evolução no jogo é feita - tal como nos anteriores - de forma faseada e com alguns eventos especiais para desbloquear novas áreas e desafios. Aqui temos coisas como uma corrida contra aviões, a acompanhar o lançamento de um foguetão, e até uma corrida contra um mech gigante. Temos também alguns eventos novos, como a possibilidade de trabalharmos a entregar comida, que tem que ser entregue dentro de um prazo limite.

Nesta fase inicial o jogo está a dominar, tendo já registado mais de 300 mil jogadores simultâneos no Steam e tendo ascendido à quarta posição de jogos mais jogados, à frente de jogos como Apex Legends. Deu também já origem a inúmeros guias sobre como "ganhar dinheiro fácil" usando desafios criados pelos jogadores e a prática capacidade "auto drive" que pode ser usada mesmo durante as corridas - o que permite que se possam fazer longas sessões de jogo de forma automática.

Mas, a grande questão é saber como o jogo irá amadurecer. No Forza Horizon 5 o jogo também arrancou relativamente bem, mas apesar de muitos conteúdos extra lançados posteriormente, acabou por não conseguir ir mantendo o interesse dos jogadores. Essa será a verdadeira prova de fogo, saber se o FH6 conseguirá manter o interesse ao longo dos próximos meses e anos. Por agora, estamos na fase da euforia inicial, a descobrir todas as ruas e caminhos (eventualmente utilizando um utilitário externo para descobrir as ruas que falta percorrer no mapa, já que o jogo continua a não facilitar essa tarefa quando faltam apenas alguns poucos metros de um qualquer rua impossível de ver facilmente no seu complexo mapa).

№ 15

Star Citizen ultrapassa $1B de donativos

Após quase 15 anos, o eternamente inacabado jogo Star Citizen ultrapassou a marca dos mil milhões de dólares ($1 "bilião") de donativos dos jogadores.

O Star Citizen ultrapassou os mil milhões de dólares em financiamento vindo dos jogadores, mais de uma década após o início do desenvolvimento do ambicioso simulador espacial. O projecto foi anunciado em 2012 pela Cloud Imperium Games, liderado por Chris Roberts, e começou com uma campanha no Kickstarter que arrecadou mais de 2 milhões de dólares, evoluindo depois para um modelo de financiamento contínuo através da própria plataforma da empresa.

Ao longo dos anos, os jogadores têm apoiado o desenvolvimento através da compra de acesso antecipado, naves espaciais e outros conteúdos digitais dentro do universo do jogo. Segundo a Cloud Imperium Games, todo o dinheiro angariado é direccionado para a produção e expansão do projeto, que se tornou no maior exemplo de financiamento colectivo alguma vez visto na indústria dos videojogos.




Apesar do enorme investimento acumulado, Star Citizen continua em fase alpha e ainda não possui uma data oficial para lançamento da versão final. O jogo tinha inicialmente previsão de lançamento em 2014, mas o calendário foi sendo sucessivamente adiado. Já Squadron 42, a campanha narrativa single player integrada no mesmo universo, continua a ter data de lançamento prevista para este ano (2026).

Enquanto a versão final não chega, o estúdio continua a expandir a experiência jogável através de actualizações regulares. Nos últimos meses foram adicionadas novas funcionalidades ligadas à engenharia das naves, incluindo gestão de energia, reparações, substituição de componentes e controlo de incêndios a bordo. Mesmo sem lançamento definitivo à vista, o interesse da comunidade mantém-se, parecendo assegurar que, daqui por mais uma década, se esteja a falar de novos recordes de valor angariado para um jogo em eterno estado de desenvolvimento.

№ 16

SwitchBot lança fechaduras com reconhecimento facial 3D

As novas fechaduras Lock Vision da SwitchBot integram reconhecimento facial 3D para maior conveniência e segurança.

A SwitchBot apresentou duas novas fechaduras inteligentes compatíveis com Matter e HomeKit que apostam na biometria. Os novos modelos, chamados Lock Vision e Lock Vision Pro, incluem reconhecimento facial 3D para desbloqueio quase instantâneo da porta sem necessidade de chaves, códigos, ou impressões digitais.

O sistema utiliza tecnologia de luz estruturada semelhante à usada em smartphones, projectando mais de 20 mil pontos infravermelhos para criar um mapa facial tridimensional. A SwitchBot diz que o sistema consegue reconhecer utilizadores autorizados em menos de um segundo e resiste a tentativas de desbloqueio com fotos ou vídeos. Adicionalmente, as fechaduras suportam vários métodos de acesso, incluindo NFC, passwords, Apple Watch, app, comandos de voz, geofencing e chaves físicas tradicionais. A versão Pro adiciona ainda desbloqueio através de impressão digital e leitura das veias da palma da mão, funcionando mesmo com mãos molhadas ou sujas.
Além da bateria recarregável principal, as fechaduras contam com uma pilha adicional substituível para funcionar como backup, caso os utilizadores não liguem aos pedidos de recarregamento - suficiente para 500 aberturas.

Os dois modelos funcionam via Matter-over-WiFi, permitindo integração directa com Apple Home e outros sistemas sem necessidade de hubs adicionais. A SwitchBot promete até 12 meses de autonomia de bateria e armazenamento local dos dados biométricos para maior privacidade. O Lock Vision chega ao mercado por 170 dólares, enquanto o modelo Pro custará 230 dólares. Agora é esperar pelos preços na Europa.

№ 17

PowerToys prepara modo de poupança de memória

O conjunto de utilitários PowerToys poderá em breve usar menos memória RAM com um modo de poupança de memória.

A Microsoft está a preparar uma nova funcionalidade para o PowerToys que poderá ajudar os utilizadores do Windows 11 a reduzir o consumo de memória RAM. O conhecido conjunto de ferramentas avançadas para utilizadores mais exigentes vai receber um novo modo de poupança de memória capaz de encerrar automaticamente processos em segundo plano quando determinadas funcionalidades não estão a ser utilizadas.

Actualmente, várias ferramentas do PowerToys mantêm processos permanentemente em memória para garantir uma abertura instantânea através de atalhos de teclado. Embora esta abordagem torne funcionalidades como o Color Picker, Text Extractor, Advanced Paste ou Peek mais rápidas de utilizar, também faz com que o software continue a ocupar memória do sistema mesmo que estas capacidades nunca sejam utilizadas.
A nova funcionalidade, desenvolvida com contributos da comunidade, permitirá activar um modo opcional que encerra automaticamente esses processos quando não estão a ser usados. Quando o utilizador voltar a chamar a ferramenta através do atalho habitual, o PowerToys volta a iniciar o respectivo processo automaticamente e a terminá-lo quando deixar de ser necessário. As funcionalidades continuarão acessíveis, o único compromisso é que se irá notar um pequeno atraso ao abri-las.

Inicialmente, o modo de poupança de memória deverá chegar a quatro ferramentas: Text Extractor, Color Picker, Advanced Paste e Peek. A Microsoft está também a trabalhar numa integração visual alinhada com o design do Windows 11, incluindo um novo menu de definições com um ícone semelhante ao modo de eficiência do Gestor de Tarefas. A opção poderá ser activada globalmente para todas as ferramentas compatíveis ou configurada individualmente.

É certo que se torna um pouco ridículo estar a optimizar processos que podem ocupar entre 50 a 200 MB de RAM, quando "ali ao lado" temos coisas como os browsers que podem ocupar gigabytes de RAM sem qualquer preocupação. Ainda assim, é bom ver que há quem ainda continue a preocupar-se com a optimização de recursos e as boas práticas de programação. Esperemos que possa incentivar outros a fazerem o mesmo.

№ 18

Windows suspende música ao fechar portátil

A Microsoft fez alterações ao modo standby, passando a suspender a reprodução de música quando se fecha o portátil.

A Microsoft alterou o comportamento do Windows 11 nas versões 24H2 e 25H2 com uma mudança que pode surpreender alguns utilizadores. Depois das actualizações mais recentes, o sistema operativo deixa de reproduzir áudio quando o portátil entra intencionalmente em modo de suspensão, seja ao fechar a tampa, carregar no botão de energia, ou selecionar manualmente a opção "Suspender" no menu Iniciar.

Anteriormente, era possível continuar a ouvir música ou outros conteúdos áudio mesmo com o portátil fechado, algo útil para quem utilizava auscultadores ou colunas externas. No entanto, a Microsoft confirma que o novo comportamento faz parte das melhorias introduzidas no Modern Standby, a tecnologia de gestão de energia do Windows que tem vindo a ser ajustada nos últimos anos para melhorar eficiência energética e autonomia da bateria.
A alteração aplica-se apenas quando o utilizador coloca o computador em suspensão de forma deliberada. No caso do modo de poupança de energia em que o ecrã se desliga automaticamente devido à inactividade, o áudio continua a funcionar normalmente. A Microsoft explica também que a alteração afecta tanto as colunas internas como dispositivos externos como colunas Bluetooth, independentemente de o computador estar ligado à corrente ou a funcionar apenas com bateria.

Quem preferir manter a reprodução de áudio activa ao fechar a tampa do portátil terá que ajustar manualmente as definições de energia do Windows para alterar este novo comportamento e manter as coisas como estavam dantes.

№ 19

Disco externo Seagate de 16TB a €426

Com os ataques de ransomware em alta, é mais importante que nunca garantir que os nossos dados estão a salvo - e mesmo que se trate de informação em quantidade considerável, continua a ser possível manter backups de muitos terabytes em casa.

Um disco externo USB 3.0 como este Seagate de 16TB permitirá guardar os dados críticos da maioria dos utilizadores, incluindo toda a sua colecção de fotos digitais e vídeos, sem necessidade de depender a 100% nos backups na cloud - que continuarão a ser uma opção adicional a ter em conta, além dos backups locais.

Este disco externo Seagate de 16TB está actualmente disponível por 426 euros na Amazon Espanha.

É o tipo de valor que se torna facilmente justificável tendo em conta a possibilidade de ver os nossos preciosos dados desaparecerem por culpa de uma avaria num disco ou SSD, ou pela famigerada acção dos ransomwares que facilmente podem pedir milhares de euros pelo seu resgate.

Depois bastará usar um programa de backup e ficar descansado sabendo que se tem uma dose extra de protecção em caso de qualquer imprevisto. Esta é daquelas coisas onde definitivamente convém prevenir em vez de remediar, já que muitas vezes nem sequer há hipóteses de recuperação possível, e nessa altura não nos importaríamos de pagar fosse o que fosse para voltar a ter coisas como fotos que desapareceram para sempre.


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№ 20

MS recua no botão Copilot flutuante no Office

As críticas dos utilizadores levaram a Microsoft a recuar no botão flutuante do Copilot no Office / Microsoft 365.

A Microsoft recuou numa das alterações mais polémicas feitas recentemente ao Microsoft 365 e vai permitir que os utilizadores escondam ou reposicionem o botão flutuante do Copilot no Word, Excel e PowerPoint. A mudança surge depois de uma forte vaga de críticas por parte dos utilizadores, que consideravam que o atalho para o assistente AI estava a prejudicar a experiência de utilização, especialmente no Excel, onde o botão podia sobrepor-se a células e conteúdos importantes.

O botão do Copilot começou a ser distribuído de forma mais alargada no final de 2025 como parte da estratégia da Microsoft para aumentar a utilização do seu assistente AI. Atualmente, apenas uma pequena percentagem dos utilizadores do Microsoft 365 paga pelo Copilot (menos de 4%), levando a empresa a apostar numa integração mais agressiva dentro das aplicações Office. O objectivo da MS é tornar o seu assistente AI mais visível e incentivar uma maior utilização através de um botão sempre acessível no ecrã.
No entanto, a reacção dos utilizadores foi bastante negativa. Muitos consideraram que a funcionalidade interrompia o seu fluxo de trabalho em vez de ajudar. Perante as críticas, a Microsoft reconheceu que a implementação nem sempre funcionava como esperado e decidiu dar aos utilizadores maior controlo sobre a interface. Com a mais recente actualização, passa a ser possível clicar com o botão direito no ícone do Copilot e movê-lo novamente para a barra superior tradicional das aplicações.

Apesar da mudança, a Microsoft não vai remover totalmente a funcionalidade flutuante. Os utilizadores poderão escolher entre manter o Copilot como botão flutuante, fixá-lo lateralmente ou colocá-lo novamente na faixa de ferramentas clássica - como sempre deveria ter acontecido.