PlanetGeek
№ 01

Google revela que Gemini também entrou em empresas externas

Durante testes de segurança, o Gemini também conseguiu entrar em empresas reais - por engano - mas parou quando se apercebeu disso.

Numa altura em que parece ser quase um ponto de honra as empresas de AI gabarem os seus modelos por estes fazerem marotices, eis que também a Google se junta ao grupo, mas apregoando uma maior moralidade por ter parado automaticamente assim que se apercebeu do erro.

O Gemini da Google esteve envolvido em vários incidentes de acesso não autorizado a sistemas reais durante uma avaliação de cibersegurança realizada em Maio. Os casos ocorreram durante exercícios controlados de segurança, mas um erro na configuração do ambiente de teste acabou por direccionar o modelo para a empresas reais. Num dos incidentes o Gemini conseguiu acesso a um sistema protegido após ter conseguido adivinhar uma password. Noutros casos, o modelo encontrou credenciais expostas e utilizou-as para entrar nos sistemas. No entanto, ao contrário de situações semelhantes envolvendo outros modelos AI, o Gemini interrompeu as suas acções assim que determinou ter entrado num ambiente real e não num cenário de teste.

A origem do problema terá sido um erro de nomenclatura durante exercícios do tipo "capture the flag" (CTF). O nome fictício utilizado para representar uma empresa coincidiu inadvertidamente com um domínio legítimo existente na Internet. A situação foi posteriormente comunicada à Google e corrigida algumas semanas depois.

O incidente surge numa altura em que os laboratórios de inteligência artificial enfrentam um escrutínio crescente sobre o comportamento autónomo dos seus agentes. Nos últimos meses, tanto a OpenAI como a Anthropic revelaram casos em que modelos avançados executaram acções "desalinhadas", incluindo a obtenção de credenciais, acesso a sistemas externos, e outras actividades fora dos limites definidos durante os testes. Vamos ver quanto tempo demorará até que os modelos AI comecem a tentar infiltrar-se nas empresas concorrentes para tentarem sabotar os modelos AI rivais e assegurar a sua supremacia.

№ 02

iPhone 18 Pro Max tem limitador de bateria para transporte

A Apple acrescentou um limite de bateria ao iPhone 18 Pro Max, para lidar com as restrições nos transportes.

O iPhone 18 Pro Max vem equipado com a maior bateria de sempre num iPhone (passou de  5.088 mAh para 5.567 mAh na versão eSIM), levando a Apple a criar uma curiosa opção. Como o dispositivo ultrapassa os 20 Wh de capacidade numa única célula, a Apple teve de implementar medidas para cumprir os requisitos internacionais de transporte.

Para resolver a situação, a empresa desenvolveu um sistema "Prepare to Ship" que limita temporariamente a capacidade da bateria durante o período de transporte entre a produção do equipamento e a sua entrega ao cliente. Assim que o iPhone é activado, esse limite é desactivado, passando a disponibilizar a capacidade total da bateria para utilização normal.

Esta capacidade pode no entanto ser reactivada manualmente através da opção "Prepare to Ship" (Definições > Geral > Transferir ou Repor iPhone), destinada a situações em que o iPhone 18 Pro Max precisa de ser enviado para reparação ou em caso de revenda. Esta opção reduz automaticamente a carga da bateria para um nível inferior ao limite exigido e impede que volte a ultrapassá-lo durante o transporte.

Este sistema poderá muito bem ser replicado pelos fabricantes chineses, que até agora têm optado por lançar baterias de grande capacidade na China mas versões de menor capacidade para o mercado europeu. Usando sistema idêntico, poderão fazer chegar à Europa as mesmas baterias que já usam no mercado doméstico.

№ 03

Figure mostra novo teste de tarefas domésticas dos seu robots

A Figure mostrou como o seu robot humanóide foi capaz de arrumar casas que que nunca tinha estado.

A Figure tem mostrado os seus robots a fazer tarefas domésticas, como tirar a louça da máquina e arrumar uma sala de estar, e agora fez nova demonstração,

Desta vez o objectivo foi demonstrar como o seu modelo AI Helix é capaz de lidar com este tipo de ambientes, sendo que desta vez os fez arrumar 30 casas em que nunca tinham estado. Isto incluia coisas como arrumar obectos espalhados pela sala, fazer camas, dobrar toalhas, etc.

The holy grail for robotics is being able to generalize: doing work in unseen places

We rented 30 homes in the Bay Area and are doing tasks without any new training pic.twitter.com/l0vekD79N8

— Brett Adcock (@adcock_brett) September 17, 2026

Watch 4 straight hours of Helix 2.5 at work in 30 homes, with no additional training. pic.twitter.com/0bwzIwmGHz

— Figure (@Figure_robot) September 18, 2026
É significativo que os robots tenham conseguido fazer estas tarefas genéricas em ambientes reais desconhecidos; mas por outro lado há que referir que taxa de sucesso das tarefas foi de apenas 50%. Os robots ainda falham muitas vezes, em coisas aparentemente tão simples como pegar num objecto.

Ainda assim, relembre-se que há apenas alguns anos estavamos com modelos AI do nível de um GPT-1 e GPT-2, e agora temos modelos AI imensamente superiores. Aplicando-se o mesmo ritmo de evolução, não irá demorar muito para que esta taxa de sucesso passe para níveis que tornem viável a sua operação comercial, e eventualmente tornarem-se nos mordomos domésticos com que se vai sonhando desde o século passado - assumindo que fica salvaguardada a hipótese de se revoltarem contra os seus donos.

№ 04

Windows 11 vai ter mudança automática para modo escuro

Uma década após o lançamento do Dark Mode no Windows, a MS prepara finalmente a mudança automática entre modo claro e escuro.

Será um pouco ridículo que tenha demorado tanto tempo, mas a Microsoft está finalmente a preparar uma funcionalidade que tem estado em falta deste que lançou o modo escuro no Windows 10 em 2016: a mudança automática entre os modos claro e escuro. Isto com base em informação descoberta nas versões de testes Windows Insider. Quando se concretizar, poderá eliminar a necessidade de recorrer a utilitários extra para automatizar esta tarefa.

Actualmente, quem pretende alternar automaticamente entre os temas tem que recorrer a ferramentas o utilitário Light Switch incluído no PowerToys. Ainda assim, isto é o tipo de coisa básica que deveria estar integrada directamente no sistema operativo.

"Schedule auto mode"
"Mode only changes when PC is idle"
"This prevents the mode from changing while you're working or in meetings"
"Turn on location services to automatically schedule dark mode. When location services are turned off, dark mode is active from [START] to [END]."

— phantomofearth 🌳 (@phantomofearth) September 8, 2026
As referências encontradas no código revelam que a Microsoft está a trabalhar numa opção chamada "Schedule auto mode". A funcionalidade deverá permitir alternar entre os modos claro e escuro de acordo com horários definidos pelo utilizador, ou com base nas horas do nascer e do pôr do sol na localização do utilizador.

Um detalhe interessante é que a mudança de tema poderá ocorrer apenas quando o computador estiver inactivo, para evitar alterações visuais bruscas durante sessões de trabalho, apresentações, ou reuniões. A Microsoft ainda não confirmou quando a funcionalidade ficará disponível, pelo que, até lá, há que continuar a recorrer ao PowerToys.

№ 05

Painel E-Ink a 60fps

Um painel E-Ink a funcionar a 60fps transforma a experiência de visualização neste tipo de ecrãs.

Tradicionalmente, estamos habituados a que os ecrãs E-Ink sejam usados apenas para conteúdos estáticos, como páginas de livros ou informação que sofre poucas actualizações, e com um processo de apagar-redesenhar relativamente lento. Mas afinal, não tem que ser assim.

Um projecto mostra que se pode usar os "lentos" painéis E-Ink de forma bem mais rápida. Neste caso, trata-se de um painel E Ink ED113TC1 de 11.3" (formato panorâmico) e 2400x1034 pixeis, que graças ao controlo directo via uma FPGA, pode funcionar a 60 fps.

turns out 60hz hi-dpi eink screens feel pretty magical pic.twitter.com/weErv1VmcO

— harley turan (@hturan) September 6, 2026

and here’s @mxsage’s lovely “36 points” running on this 60hz eink panel with the @Modostech glider driver board https://t.co/REzCjX2mbH pic.twitter.com/WkZDgSgn6D

— harley turan (@hturan) September 8, 2026

here’s a gameplay example of @dukope’s wonderful return of the obra dinn. clear ghosting here with high-contrast linework, but it has a real chalkboard feel. pic.twitter.com/9HLtCXMkja

— harley turan (@hturan) September 6, 2026
Isto abre todo um novo mundo de possibilidades, permitindo usar estes ecrãs para conteúdos rápidos, tal como um ecrã LCD ou OLED, embora possa continuar sujeito a alguns artefactos de "ghosting".

No entanto, há que ter em conta que estes painéis têm um limite no número de ciclos que podem apresentar (normalmente, cerca de 5 milhões). Normalmente, para o seu uso típico de apresentar conteúdos estáticos, isso não é um problema; mas se estivermos a falar de manter um uso constante de 60 fps, há que ter isso em consideração: pois significa que o painel se poderá gastar em apenas 2 meses de uso contínuo (24h por dia). Claro que, se apenas se usar este modo algumas horas por dia, ou por semana, a sua longevidade prolongar-se-á proporcionalmente. E mesmo que se esteja a falar de trocar de ecrã ao fim de um ano ou dois, estamos a falar de um ecrã que custa cerca de 30 euros, não sendo algo proibitivo. Por outro lado, o controlador utilizado custa perto de €200, tornando-se no maior entrave a quem se quiser aventurar nestas andanças.


Quem quiser aprofundar mais detalhadamente este assunto, pode espreitar o seguinte vídeo que serviu de inspiração a este projecto.



№ 06

Meta prepara "loja de serviços" para agentes AI

A Meta quer tentar tornar-se na nova "app store" para agentes AI, começando pelo seu Muse.

A acompanhar a popularidade do seu novo agente AI Muse, a Meta vai-se preparando para um eventual futuro "pós-apps", em que se passa das apps tradicionais para experiências centradas em agentes de inteligência artificial. Em vez dos utilizadores escolherem manualmente apps e serviços, as pessoas interagirão apenas com os agentes AI, e serão os agentes AI a escolher os melhores serviços para cada tarefa.

Nesse sentido, a Meta abre as portas a uma loja centralizada que disponibilizará todo o tipo de serviços para o Muse, esperando que, tal como as app stores se tornaram uma das principais portas de entrada para software móvel, estes "serviços" para agentes AI poderão funcionar como uma nova camada de distribuição digital.

Opening access for developers to build Muse connectors. You bring the API -- Muse brings the agent, the browser, and the context of what the person actually wants. People reach your service just by asking for it, and their agent takes it from there.

New connectors are live… pic.twitter.com/EfXqF0xf0u

— Mark Zuckerberg (@finkd) September 18, 2026
A estratégia também poderá reforçar o poder das grandes plataformas. Ao controlar este ecossistema, empresas como a Meta poderão obter dados sobre os serviços mais utilizados, e aquilo que os utilizadores estão dispostos a pagar. Permite-lhe também criar serviços concorrentes aos serviços mais populares, ou comprar aqueles que estiverem em rápida ascensão - como aliás já fez no passado (levando à compra de plataformas como o Instagram e o WhatsApp).

O que é certo é que se vive num momento curioso, em que a importância das APIs poderá superar a das apps. Depois da era em que todas as empresas e serviços acharam ser imprescindível ter a sua própria app (muitas vezes resultando em apps de qualidade duvidosa ou com funcionamento não muito apreciado pelos utilizadores), podemos entrar numa era em que o uso de muitas apps se tornará obsoleto, ficando as coisas a cargo de um agente AI que interage directamente com as APIs dos serviços.

№ 07

Meta prepara "loja de serviços" para agentes AI

A Meta quer tentar tornar-se na nova "app store" para agentes AI, começando pelo seu Muse.

A acompanhar a popularidade do seu novo agente AI Muse, a Meta vai-se preparando para um eventual futuro "pós-apps", em que se passa das apps tradicionais para experiências centradas em agentes de inteligência artificial. Em vez dos utilizadores escolherem manualmente apps e serviços, as pessoas interagirão apenas com os agentes AI, e serão os agentes AI a escolher os melhores serviços para cada tarefa.

Nesse sentido, a Meta abre as portas a uma loja centralizada que disponibilizará todo o tipo de serviços para o Muse, esperando que, tal como as app stores se tornaram uma das principais portas de entrada para software móvel, estes "serviços" para agentes AI poderão funcionar como uma nova camada de distribuição digital.

Opening access for developers to build Muse connectors. You bring the API -- Muse brings the agent, the browser, and the context of what the person actually wants. People reach your service just by asking for it, and their agent takes it from there.

New connectors are live… pic.twitter.com/EfXqF0xf0u

— Mark Zuckerberg (@finkd) September 18, 2026
A estratégia também poderá reforçar o poder das grandes plataformas. Ao controlar este ecossistema, empresas como a Meta poderão obter dados sobre os serviços mais utilizados, e aquilo que os utilizadores estão dispostos a pagar. Permite-lhe também criar serviços concorrentes aos serviços mais populares, ou comprar aqueles que estiverem em rápida ascensão - como aliás já fez no passado (levando à compra de plataformas como o Instagram e o WhatsApp).

O que é certo é que se vive num momento curioso, em que a importância das APIs poderá superar a das apps. Depois da era em que todas as empresas e serviços acharam ser imprescindível ter a sua própria app (muitas vezes resultando em apps de qualidade duvidosa ou com funcionamento não muito apreciado pelos utilizadores), podemos entrar numa era em que o uso de muitas apps se tornará obsoleto, ficando as coisas a cargo de um agente AI que interage directamente com as APIs dos serviços.

№ 08

IVECO BUS CROSSWAY eléctrico ultrapassa 500 km numa carga

O autocarro eléctrico CROSSWAY Low Entry ELEC da IVECO BUS conseguiu percorrer mais de 500 quilómetros durante testes em condições reais no norte da Alemanha.

Os ensaios foram conduzidos pela operadora Frölich Linie em linhas regulares da rede NVV, a entidade responsável pelos transportes públicos do norte de Hesse, numa região com um relevo particularmente exigente e diferenças de altitude assinaláveis.

Os testes fazem parte de um programa de avaliação lançado em finais de abril de 2026 e concluído no final de agosto do mesmo ano, que reúne várias empresas de transportes e fabricantes de veículos. O objectivo é analisar tecnologias alternativas de propulsão em condições do dia-a-dia e identificar as soluções mais adequadas para diferentes contextos operacionais, desde o tráfego urbano denso até aos serviços rurais e interurbanos mais exigentes. A rede NVV conta actualmente com cerca de 290 linhas regulares, operadas por mais de 600 autocarros e cerca de 30 miniautocarros.

O CROSSWAY LE ELEC foi colocado em serviço nas linhas 200 e 290. A linha 200 liga Eschwege a Kassel e percorre mais de 500 km por dia, enquanto a linha 290 serve a zona de Hoher Meißner, uma área com uma topografia particularmente acidentada. Foi precisamente nestas condições que o autocarro, equipado com uma bateria de 485 kWh, superou as expectativas da própria operadora.
O CROSSWAY LE ELEC está disponível nas versões de 12 e 13 metros, bem como nas variantes urbana e interurbana. O seu sistema modular de baterias, com entre 5 e 7 conjuntos distribuídos entre o tejadilho e o compartimento traseiro, permite uma capacidade total de até 485 kWh e pode ser configurado consoante a missão, as distâncias diárias e as condições de carregamento disponíveis. Em termos de capacidade, a versão de 12 metros acomoda até 44 passageiros sentados, enquanto a de 13 metros sobe para 48 lugares. A complementar esta oferta, a IVECO BUS disponibiliza também o CROSSWAY ELEC, nas versões de 12 e 13 metros para missões interurbanas e de transporte escolar, com uma configuração modular que permite adaptar ou preservar o compartimento de bagagem conforme as necessidades de cada operador.

Para a marca, os resultados obtidos em Hesse confirmam que a electrificação dos transportes colectivos já não é uma solução reservada aos centros urbanos, sendo igualmente viável em rotas rurais e interurbanas com perfis de percurso variados e longas distâncias diárias.

№ 09

IVECO BUS CROSSWAY eléctrico ultrapassa 500 km numa carga

O autocarro eléctrico CROSSWAY Low Entry ELEC da IVECO BUS conseguiu percorrer mais de 500 quilómetros durante testes em condições reais no norte da Alemanha.

Os ensaios foram conduzidos pela operadora Frölich Linie em linhas regulares da rede NVV, a entidade responsável pelos transportes públicos do norte de Hesse, numa região com um relevo particularmente exigente e diferenças de altitude assinaláveis.

Os testes fazem parte de um programa de avaliação lançado em finais de abril de 2026 e concluído no final de agosto do mesmo ano, que reúne várias empresas de transportes e fabricantes de veículos. O objectivo é analisar tecnologias alternativas de propulsão em condições do dia-a-dia e identificar as soluções mais adequadas para diferentes contextos operacionais, desde o tráfego urbano denso até aos serviços rurais e interurbanos mais exigentes. A rede NVV conta actualmente com cerca de 290 linhas regulares, operadas por mais de 600 autocarros e cerca de 30 miniautocarros.

O CROSSWAY LE ELEC foi colocado em serviço nas linhas 200 e 290. A linha 200 liga Eschwege a Kassel e percorre mais de 500 km por dia, enquanto a linha 290 serve a zona de Hoher Meißner, uma área com uma topografia particularmente acidentada. Foi precisamente nestas condições que o autocarro, equipado com uma bateria de 485 kWh, superou as expectativas da própria operadora.
O CROSSWAY LE ELEC está disponível nas versões de 12 e 13 metros, bem como nas variantes urbana e interurbana. O seu sistema modular de baterias, com entre 5 e 7 conjuntos distribuídos entre o tejadilho e o compartimento traseiro, permite uma capacidade total de até 485 kWh e pode ser configurado consoante a missão, as distâncias diárias e as condições de carregamento disponíveis. Em termos de capacidade, a versão de 12 metros acomoda até 44 passageiros sentados, enquanto a de 13 metros sobe para 48 lugares. A complementar esta oferta, a IVECO BUS disponibiliza também o CROSSWAY ELEC, nas versões de 12 e 13 metros para missões interurbanas e de transporte escolar, com uma configuração modular que permite adaptar ou preservar o compartimento de bagagem conforme as necessidades de cada operador.

Para a marca, os resultados obtidos em Hesse confirmam que a electrificação dos transportes colectivos já não é uma solução reservada aos centros urbanos, sendo igualmente viável em rotas rurais e interurbanas com perfis de percurso variados e longas distâncias diárias.

№ 10

Airbus começa a construir os satélites da constelação europeia IRIS²

A Airbus assinou o contrato inicial para o desenvolvimento e construção da primeira camada de satélites da constelação europeia IRIS², o programa espacial estratégico da União Europeia.

O acordo foi celebrado no âmbito do International Space Summit, realizado em Paris nos dias 9 e 10 de Setembro de 2026, e foi possível graças à Eutelsat, responsável pelo segmento em órbita baixa do consórcio SpaceRISE, que autorizou a Airbus e a Thales Alenia Space a avançarem com os trabalhos.

O IRIS², sigla para Infrastructure for Resilience, Interconnectivity and Security by Satellite, é o programa espacial da UE para uma Europa mais digital, resiliente e segura. Através de uma constelação de satélites em múltiplas órbitas, o projecto vai fornecer soluções de conectividade segura a governos para proteger os cidadãos europeus, disponibilizar serviços comerciais às economias do continente, e reforçar as parcerias externas da União através da disponibilização da sua infraestrutura além-fronteiras.

No quadro industrial do projecto, a Airbus e a Thales Alenia Space são responsáveis pela primeira camada do segmento em órbita baixa terrestre, composta por pelo menos 66 satélites, com entrega prevista para 2029. Esta camada constitui um dos pilares principais do IRIS², assegurando bandas Ka militares aos futuros utilizadores europeus. A Airbus vai produzir as plataformas e integrar os satélites com os sitemas produzidos pela Thales Alenia Space, aproveitando a sua unidade de produção em série em Toulouse, que já está a construir os satélites OneWeb para a Eutelsat.

№ 11

Airbus começa a construir os satélites da constelação europeia IRIS²

A Airbus assinou o contrato inicial para o desenvolvimento e construção da primeira camada de satélites da constelação europeia IRIS², o programa espacial estratégico da União Europeia.

O acordo foi celebrado no âmbito do International Space Summit, realizado em Paris nos dias 9 e 10 de Setembro de 2026, e foi possível graças à Eutelsat, responsável pelo segmento em órbita baixa do consórcio SpaceRISE, que autorizou a Airbus e a Thales Alenia Space a avançarem com os trabalhos.

O IRIS², sigla para Infrastructure for Resilience, Interconnectivity and Security by Satellite, é o programa espacial da UE para uma Europa mais digital, resiliente e segura. Através de uma constelação de satélites em múltiplas órbitas, o projecto vai fornecer soluções de conectividade segura a governos para proteger os cidadãos europeus, disponibilizar serviços comerciais às economias do continente, e reforçar as parcerias externas da União através da disponibilização da sua infraestrutura além-fronteiras.

No quadro industrial do projecto, a Airbus e a Thales Alenia Space são responsáveis pela primeira camada do segmento em órbita baixa terrestre, composta por pelo menos 66 satélites, com entrega prevista para 2029. Esta camada constitui um dos pilares principais do IRIS², assegurando bandas Ka militares aos futuros utilizadores europeus. A Airbus vai produzir as plataformas e integrar os satélites com os sitemas produzidos pela Thales Alenia Space, aproveitando a sua unidade de produção em série em Toulouse, que já está a construir os satélites OneWeb para a Eutelsat.

№ 12

Malware instala extensões no Chrome sem alertar utilizadores

Uma campanha de malware tira partido de tácticas engenhosas para instalar secretamente extensões no Chrome sem o utilizador se aperceber.

Investigadores de segurança descobriram uma campanha de malware bancário que está activa desde 2025 e utiliza uma ferramenta conhecida como KREMLIN para instalar extensões maliciosas no Google Chrome e Microsoft Edge. Com isso, os atacantes conseguem roubar credenciais, cookies, tokens de sessão, e outros dados sensíveis, contornando os mecanismos de protecção dos browsers baseados em Chromium.

A infecção começa através do envio de ficheiros JavaScript maliciosos disfarçados de facturas, comprovativos bancários, ou documentos empresariais. Depois de verificar que não está a ser executado num ambiente de análise, o malware descarrega componentes adicionais, estabelece persistência no sistema, e obtém instruções através de contratos inteligentes alojados na blockchain Ethereum. Apesar do nome do toolkkit aludir à Rússia, a operação está associada a um grupo criminoso que tem como principal alvo utilizadores no Brasil.
O aspecto mais invulgar do KREMLIN é a capacidade de instalar extensões no Chrome e Edge sem qualquer confirmação do utilizador. O malware copia directamente os ficheiros para os perfis do browser, activa o modo de programador, e altera ficheiros internos protegidos. Para evitar ser detectado, recria os mecanismos criptográficos de integridade utilizados pelo Chromium, fazendo com que as extensões pareçam legítimas.

Depois de instalada, a extensão maliciosa pode registar tudo o que é escrito pelo utilizador, fazer capturas de ecrã, recolher cookies e histórico de navegação, interceptar pedidos web, e modificar conteúdos de páginas visitadas. Os investigadores identificaram mais de 1.500 sistemas comprometidos e conseguiram interromper a campanha ao assumir o controlo de um domínio utilizado pelo malware para determinar se está num ambiente de teste, fazendo com que o processo não avance.

№ 13

Investigadores entraram na OpenAI usando vulnerabilidade descoberta pelo Opus

Investigadores conseguiram entrar nos sistemas da OpenAI usando uma vulnerabilidade no processamento de imagens descoberta pelo Opus da Anthropic.

Com o tópico da segurança AI a estar no centro das notícias, temos novo caso que pode servir de exemplo para a nova realidade em que vivemos, e onde nenhuma empresa está a salvo. Um grupo de investigadores de cibersegurança conseguiu obter acesso a uma conta interna de um funcionário da OpenAI utilizando ferramentas da Anthropic.

A equipa, pertencente à empresa Hacktron AI, participou num programa oficial de bug bounty da OpenAI, criado para identificar falhas antes que possam ser exploradas por atacantes maliciosos. Os investigadores aproveitaram uma falha numa biblioteca popular de processamento de imagens, usada pela plataforma Discourse usada no fórum da comunidade da OpenAI. Depois de se infiltrarem no fórum, conseguiram aproveitar a autenticação para saltar para a conta ChatGPT de um funcionário com acesso a código alojado no GitHub.

We reported the bug to Discourse and OpenAI. OpenAI fixed the SSO issue roughly 14 hours after our initial submission.

Discourse received our separate report Saturday, replied Sunday, and had a fix Monday.

OpenAI awarded us $6,500. pic.twitter.com/WeSzRtf14N

— s1r1us (@S1r1u5_) September 18, 2026
A OpenAI confirmou o incidente, agradeceu a divulgação responsável da vulnerabilidade e corrigiu o problema em menos de um dia. Como recompensa pelo trabalho, os investigadores receberam 6.500 dólares - valor módico tendo em conta o potencial impacto da falha.
Isto porque a falha, designada por HEIF Heist, na prática podia ser usado contra inúmeras plataformas: incluindo o Slack, Meta, GitHub Ent, Rails, Next.js, ImageMagick, e tornando-se na concretização de alertas que têm sido dados há anos, de como as grandes plataformas estão assentes em projectos que quase passam despercebidos, mas que se podem tornar críticos em casos deste tipo.

We’re disclosing HEIF Heist, a months-long investigation into libheif that allowed us to hack OpenAI, Slack, Meta, GitHub Ent, Rails, Next.js, ImageMagick, and many more.

It was literally xkcd #234, one obscure image library beneath a huge number of apps. 🧵 pic.twitter.com/TpX0F5TTt8

— Harsh Jaiswal (@rootxharsh) September 18, 2026
Curiosamente, a biblioteca de imagens em causa até já tinha esta vulnerabilidade corrigida, mas como não tinha sido classificada como falha de segurança, os projectos que a utilizavam não tiveram a preocupação em a actualizar.

O caso vem demonstrar como um pequeno grupo de pessoas, pode "facilmente" descobrir vulnerabilidades que têm impacto à escala mundial, se tiver acesso a modelos AI com capacidades avançadas. Isto era algo que no passado obrigaria a ter equipas de pessoas especializadas em diversas áreas, mas que agora passa a poder ser feito por qualquer curioso ou atacante sem grandes conhecimentos, desde que tenha acesso às ferramentas certas.

№ 14

Rato vertical Trust Voxx sem fios a €50

Os ratos verticais fazem parte daqueles periféricos estranhos que "primeiro se estranha mas depois se entranha", e neste caso é recomendável que se entranhe o mais rapidamente possível para minimizar potenciais problemas a longo prazo.

Para quem passa o dia a trabalhar com o computador e a usar um rato, a questão que se coloca é se já faz parte do grupo que sente dores no braço, ou se ainda faz parte do grupo que ainda está no caminho para lá chegar. Caso o queiram evitar, é fortemente recomendado que dêem uma hipótese a um rato vertical, que representa um dos melhores investimento de longo prazo na saúde de mãos e braços.
Este rato vertical Trust Voxx wireless está disponível por 50 euros na Amazon Espanha.

O formato pode parecer estranho, mas acreditem que faz uma diferença substancial a nível de uma utilização mais confortável, pois mantém a mão numa posição bastante mais natural (e o "aspecto estranho" é algo que deixa de se fazer notar de forma quase imediata). Considerando o valor em causa, é um preço extremamente reduzido a pagar pela prevenção de problemas futuros que poderão ser de recuperação bastante mais complicada.


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№ 15

Google prepara watchfaces AI para os Pixel

A Google está a preparar a criação fácil de mostradores de relógio para os Pixel, usando AI.

Se acham um pouco idiota que um smartwatch de umas dezenas de euros disponibilize dezenas ou centenas de mostradores, mas os relógios nos smartphones continuem incrivelmente limitados, eis que isso poderá estar prestes a ser resolvido. A Google continua a trabalhar numa nova funcionalidade de personalização para smartphones Pixel que permitirá criar relógios para o lockscren através de AI. Embora essa capacidade ainda não esteja funcional, têm sido apanhadas referências no código das versões de desenvolvimento.

A funcionalidade permitirá aos utilizadores gerar estilos de relógio personalizados através de prompts de texto e também utilizar imagens como referência. Será possível editar relógios já criados, o que faz antever todo um novo mundo de criação, troca, e ajuste de relógios. Também está contemplada a sua inclusão nas cópias de segurança na cloud, facilitando o processo de transferência para um novo smartphone durante o processo de configuração.

Infelizmente, ainda não há qualquer data previsível para o lançamento desta nova funcionalidade. O que é certo é que, quando acontecer, irá certamente revitalizar o sector dos mostradores de relógio, que até agora se tem mantido de forma quase exclusiva nos smartwatches, apesar de grande parte dos smartphones já contar com ecrãs always-on que ainda mais justificam estarem em pé de igualdade a este nível.

№ 16

Signal prepara contas sem número de telefone associado

Vai ser possível criar uma conta no Signal sem associar qualquer número de telefone.

O Signal começou a testar uma das funcionalidades mais pedidas pelos utilizadores: a possibilidade de criar uma conta sem associar um número de telefone. Embora ainda esteja em fase beta, o sistema permite concluir o registo utilizando apenas um identificador de conta e uma palavra-passe.

Para criar uma conta sem número de telefone, os utilizadores terão de pagar uma taxa única de 3 dólares. Segundo a equipa do Signal, este valor destina-se a desincentivar a criação em massa de contas falsas e reduzir actividades de spam e fraude na plataforma. Para não derrotar o propósito de manter o anonimato das contas, o pagamento é efectuado de forma anónima através do mesmo sistema "zero knowledge" já utilizado nas doações ao serviço, impedindo qualquer associação entre o pagamento e a conta criada.
O processo de registo gera um ID único e uma palavra-passe que devem ser guardados com cuidado. Como não existe um número de telefone associado à conta, perder estas credenciais significa perder permanentemente o acesso. Os utilizadores têm também a opção para usar autenticação de dois factores nas contas sem número de telefone, para segurança acrescida.

Após o registo, os utilizadores podem criar um nome de utilizador para que outras pessoas os encontrem na plataforma. Caso optem por não criar um username, apenas poderão participar em conversas iniciadas por si próprios, uma vez que não haverá forma de outros utilizadores procurarem ou iniciarem contacto com essa conta.

№ 17

Amazon confessa perda de dados nos ataques a data centers

Apesar de ter assegurado a total segurança dos dados, a Amazon veio agora confessar que alguns dados de clientes terão sido destruídos nos ataques aos seus data centers.

A Amazon confirmou que alguns dados de clientes alojados nos seus centros de dados no Bahrein e nos Emirados Árabes Unidos foram perdidos após os ataques com drones lançados pelo Irão no início deste ano. A empresa explicou que os danos sofridos pela infraestrutura "ultrapassaram aquilo para que os seus sistemas de redundância e recuperação estavam preparados"; o que levanta questões sobre a real segurança dos dados na "cloud".

Segundo a actualização mais recente da Amazon Web Services (AWS), não foi possível recuperar dados armazenados numa das zonas de disponibilidade dos Emirados Árabes Unidos. A empresa continua a trabalhar na recuperação dos restantes serviços da região, substituindo equipamentos e reconstruindo a infraestrutura afectada.

Amazon exec: you wouldn't notice [if someone blew up a datacenter]. I mean, we might be a bit upset, but you wouldn't notice! [laughs]

Amazon after DCs blown up: After a thorough assessment, we have determined that we are unable to restore access to the resources and data ... pic.twitter.com/CzyJ3efMzE

— Dan Luu (@danluu) September 16, 2026
A situação revelou-se ainda mais grave no Bahrein. A AWS indicou que não conseguiu recuperar recursos e dados em todas as zonas de disponibilidade da região, admitindo que a destruição se estendeu por múltiplos centros de dados. A empresa já tinha suspendido a facturação dos clientes afectados e passou os últimos seis meses a tentar restabelecer as operações.

Os primeiros ataques ocorreram a 1 de Março, durante os primeiros dias do conflito entre os Estados Unidos, Israel e o Irão. Desde então, novas ofensivas atingiram instalações adicionais da Amazon na região. A empresa aconselhou os clientes a migrar os seus serviços para outras regiões cloud e a restaurar sistemas através de cópias de segurança remotas, enquanto prosseguem os trabalhos de recuperação que deverão prolongar-se até 2027.

№ 18

Siri do iOS 27 poderá usar modelos AI externos

Tal como era esperado, no iOS 27 a Apple está a expandir a capacidade de interligar a Siri com modelos AI externos além do ChatGPT.

Referências no código do iOS 27 e do macOS Golden Gate confirmam que a Apple está a preparar a Siri para funcionar com modelos de inteligência artificial externos de forma mais profunda do que se pensava. As referências mostram uma arquitectura flexível que permitirá aos utilizadores escolher entre diferentes assistentes AI, incluindo ChatGPT e Claude.

Uma das funcionalidades identificadas, chamada "Model Delegation", permite que modelos externos sejam integrados na Siri de forma semelhante à actual extensão do ChatGPT. Na prática, um utilizador poderá pedir à Siri para executar uma tarefa através de outro modelo AI. Se a acção exigir acesso a funcionalidades do sistema, como criar lembretes ou interagir com aplicações da Apple, o modelo externo poderá encaminhar o pedido de volta para a Siri, que tratará da sua execução.

And here’s an app extension replacing Siri AI’s server model with GPT-5.6 Terra. It uses the Inference Providing protocol in Model Manager Services.

GPT-5.6 receives Apple’s native Siri planner prompt and tool definitions. It can make tool calls that perform system actions, and… pic.twitter.com/cz88kyq3io

— pdfu (@itspdfu) September 13, 2026
Mas será possível ir mais longe. Um novo sistema "Model Manager Services" indica que será possível substituir completamente o modelo AI da Siri por outro serviço, como o GPT-5.6 ou outros. Nesse cenário, o modelo externo recebe instruções, ferramentas, e permissões da Siri para executar acções no sistema, aceder a dados autorizados pelo utilizador, e devolver respostas através da interface e da voz da assistente da Apple. Embora estas funcionalidades ainda não estejam disponíveis ao público, a sua presença no código indica que a Apple está a preparar a Siri para um futuro mais aberto e interoperável.

Claro que é extremamente provável que tudo isto resulte das exigências da Lei dos Mercados Digitais da União Europeia, que obriga a empresa a permitir um acesso mais justo às funcionalidades do iOS por parte de serviços e plataformas concorrentes. Esta capacidade de escolher um modelo AI concorrente seria uma excelente opção para contornar o facto da Apple ainda não disponibilizar a nova Siri AI na UE; mas será mais que previsível que a Apple disponibilizará a Siri AI por cá assim que este sistema de abertura a modelos concorrentes seja implementado.

Na prática, será cada vez mais comum (e obrigatório), que os utilizadores escolham o modelo AI a usar pelo sistema, da mesma forma que podem escolher o browser e motor de pesquisa.

№ 19

Coluna BT Soundcore Select 4 Go a €25

Quem já tiver passado pelas colunas Bluetooth de baixo custo e agora procurar algo com um pouco mais de potência, irá ficar satisfeito com esta Soundcore Select 4 Go.

O desaparecimento da ficha dos headphones tem fomentado a utilização de colunas BT em cada vez mais situações (muitas vezes torna-se a única opção possível, a não ser que se recorra a adaptadores BT para ficha de 3.5mm). Em muitos casos acaba também por se revelar uma solução mais conveniente, permitindo que se chegue a casa e se comece a ouvir a música na coluna em vez de se sofrer com a tentativa do smartphone reproduzir os sons graves com os seus altifalantes diminutos. E no caso desta Tronsmart T8 Mini, temos volume com fartura mas mantendo um tamanho compacto.
Esta coluna BT Anker Soundcore Select 4 Go está disponível por 25 euros na Amazon Espanha.

Vem com uma bateria suficiente para proporcionar sessões de música até 20 horas com o volume a 50%, demorando cerca de 3 horas a recarregá-la. Conta também com protecção IPX7 para uso mais descontraído no exterior. Quem quiser duplicar a potência sonora, pode ainda emparelhar uma coluna adicional para funcionar em modo stereo real (TWS) - ter apenas em atenção que as versões mais recentes com Bluetooth 6.0 não podem emparelhar-se neste modo com os modelos anteriores com BT 5.0.

Acompanha as melhores promoções diárias no nosso canal AadM Promos.

№ 20

Produtos da Semana

A nossa rubrica de Produtos da Semana agrupa uma lista de produtos e notícias que vamos compilando ao longo da semana e que achamos que será do interesse geral.

Razer Tartarus V2 Pro


A Razer anunciou o Razer Tartarus V2 Pro, a nova evolução da sua linha de keypads gaming Tartarus. Concebido para dar continuidade à precisão e à rapidez que os jogadores esperam do nome Tartarus, o Tartarus V2 Pro integra pela primeira vez num keypad dedicado a tecnologia de switches de topo da Razer e HyperPolling a 8000 Hz reais, a par de um apoio de pulso concebido para acompanhar os movimentos do jogador.

Equipado com 31 controlos programáveis, um thumbstick de tamanho normal sem drift e um apoio de pulso ergonómico totalmente ajustável, o Tartarus V2 Pro foi concebido para oferecer aos jogadores competitivos de MMOs e FPS uma personalização praticamente infinita, sem sacrificar o conforto durante sessões prolongadas.

No coração do Tartarus V2 Pro está o Switch Razer Ótico Analógico de 2ª geração, a tecnologia de switches de topo da Razer, agora integrada no Tartarus V2 Pro. Oferece um intervalo de atuação totalmente ajustável de 0.1–4.0mm e sensibilidade do Rapid Trigger a partir de 0.1mm, para acionamentos repetidos ultrarrápidos. Cada switch é lubrificado individualmente e assenta numa camada de espuma densa, com uma vida útil de 100 milhões de pressões e uma afinação que proporciona um som limpo e agradável, mantendo os jogadores plenamente concentrados no jogo.

Com 31 controlos programáveis, o Tartarus V2 Pro permite aos jogadores reunir num único keypad todos os comandos de uma barra de habilidades, de um conjunto de macros ou de uma configuração específica de um género de jogo. O elemento-chave deste conjunto é um thumbstick TMR de tamanho normal e sem drift, dos premiados comandos da Razer, que permite navegar com fluidez por menus circulares ou executar ações precisas no jogo, complementado por três botões dedicados para se adaptar a qualquer estilo de jogo.

Cada mão assenta num keypad de forma diferente, pelo que o apoio de pulso do Tartarus V2 Pro foi concebido para se adaptar ao jogador, e não o contrário. Desliza para fora e roda para a esquerda e para a direita, permitindo a cada jogador encontrar o seu ângulo natural, em vez de se limitar a uma posição fixa. O resultado é uma superfície de apoio que se adapta à mão, mantendo o pulso alinhado e livre de fadiga durante sessões prolongadas, sem obrigar o jogador a alterar a posição da mão para se adaptar ao equipamento.

O Tartarus V2 Pro oferece HyperPolling até 8000 Hz, uma taxa oito vezes mais rápida do que o padrão da indústria, em combinação com o conjunto de funcionalidades Advanced Input Control da Razer, incluindo Razer™ Snap Tap, Razer™ Snap Flex e Dynamic Keystroke, para uma execução mais rápida e precisa sob pressão. Os jogadores podem configurar até 24 mapas de teclas distribuídos por 3 perfis de memória integrada através do Razer Synapse, para diferentes jogos e géneros, e ajustar a atuação ou o Rapid Trigger em tempo real, diretamente no dispositivo, através de um conjunto de LEDs integrado, sem necessidade de software. As teclas em PBT de dupla injeção, com superfície texturada, completam a construção, garantindo durabilidade e um toque agradável mesmo após utilização prolongada.

PREÇO E DISPONIBILIDADE

Razer Tartarus V2 Pro
219.99€ PVP recomendado
Já disponível em Razer.com, nas lojas físicas RazerStore e em revendedores selecionados em todo o mundo.


HUAWEI MatePad Air

A Huawei acaba de apresentar a nova série de tablets HUAWEI MatePad Air. Concebida para utilizadores que procuram leveza, criatividade e uma forma de expressão autêntica, esta linha de dispositivos apresenta melhorias no que toca ao ecrã, à experiência criativa e às ferramentas de produtividade. O HUAWEI MatePad Air combina produtividade, conforto e tecnologia de ponta, assumindo-se como o companheiro ideal para trabalho e lazer.

Este modelo desafia os limites da espessura e da leveza. Utiliza uma estrutura de ecrã OLED invertida sem suporte interno, o que permite a montagem direta do ecrã com a estrutura do dispositivo. O resultado é um equipamento notavelmente fino e leve. O corpo metálico conta com um acabamento perolado que cria um efeito subtil de reflexão da luz. Disponível no tom azul, a estética do dispositivo opta por tons intemporais, reforçando o seu carácter premium e adaptando-se a diferentes estilos e preferências.

Para uma experiência visual superior, a série HUAWEI MatePad Air transitou de LCD para OLED em toda a linha. A nova edição PaperMatte apresenta um ecrã OLED PaperMatte de 12 polegadas com alta resolução de 2,8K, uma taxa de atualização máxima de 144 Hz1, um brilho máximo de 1.200 nits e uma gama de cores de nível cinematográfico P3. Assim, proporciona uma experiência visual mais refinada e vibrante para ler, ver vídeos, desenhar e trabalhar. A pensar nos problemas de reflexo que podem ocorrer em ecrãs mate, o HUAWEI MatePad Air introduz um processo de gravura de nível nanométrico de alta precisão. Esta tecnologia reduz os reflexos, mantendo uma sensação de escrita e toque semelhante à do papel, melhorando significativamente a clareza para uma experiência de visualização superior.

Direcionado a criadores, estudantes e profissionais em constante movimento, o HUAWEI MatePad Air refina continuamente o seu ecossistema e os acessórios. Aplicações como a HUAWEI Notes e a GoPaint permitem tirar notas, pintar e editar documentos, de forma rápida e intuitiva. Desta forma, o tablet deixa de ser apenas um dispositivo de consumo de conteúdos para assumir também o papel de uma verdadeira ferramenta de produtividade. Em conjunto com a caneta HUAWEI M-Pencil Pro2 e o teclado HUAWEI Smart Magnetic3, o tablet alterna perfeitamente entre cenários de aprendizagem, trabalho de escritório e criatividade. Seja para registar atas de reuniões, notas de aulas, esboçar rascunhos ou lidar com documentação, os utilizadores podem traduzir ideias em conteúdo de forma fluida.

Além da estrutura fina e leve, o HUAWEI MatePad Air oferece um desempenho consistente e altamente eficiente, respondendo com facilidade a cenários de multitarefa, criação de conteúdo e utilização de aplicações exigentes. No que diz respeito ao áudio, o HUAWEI MatePad Air está equipado com um sistema de seis altifalantes e uma unidade de graves de quatro drivers. Isto proporciona graves mais ricos e um som mais envolvente num tablet fino e leve. Em termos de autonomia, a bateria de grande capacidade de 10.100 mAh suporta até 16 horas de reprodução de vídeo HDR local4, ideal para horas de entretenimento, trabalho e estudo. O modo HUAWEI SuperCharge Turbo de 66 W permite carregar a bateria até 42%5 em apenas 30 minutos.

HUAWEI MatePad Air
PVR: 799,99€
Oferta de lançamento: 50€ de desconto + HUAWEI M-Pencil Pro de oferta


ASUS anuncia primeiros routers Wi-Fi 8

A ASUS apresentou a série ROG Rapture GT-BN98, que inclui o único router WiFi 8 de quatro bandas do mundo atualmente disponível. A série ROG Rapture GT-BN98 tem lançamento mundial previsto para outubro, estando os detalhes relativos ao lançamento nos EUA previstos para serem divulgados em breve. Também com lançamento previsto para outubro, o ASUS ZenWiFi BN12 WiFi 8 é o primeiro ecossistema Mesh WiFi 8 dedicado a chegar ao mercado, concebido para casas com elevada capacidade e famílias com um elevado número de dispositivos ligados.

Desenvolvida com base na arquitetura do WiFi 8, a série ROG Rapture GT-BN98 traz as vantagens das redes de próxima geração aos dispositivos atuais e futuros. Os testes realizados pelos engenheiros da ROG indicam que o router pode proporcionar ganhos de desempenho mensuráveis quando emparelhado com dispositivos cliente WiFi 7 existentes, ajudando os utilizadores a melhorar o desempenho da rede antes de os dispositivos WiFi 8 estarem amplamente disponíveis.

As simulações indicam também que funcionalidades do WiFi 8, como UEQM (Unequal Modulation) e NPCA (Non-Primary Channel Access), podem ajudar, respetivamente, a melhorar a estabilidade da ligação e a reduzir o impacto das interferências à medida que forem chegando ao mercado dispositivos cliente compatíveis. O resultado é uma plataforma de rede concebida para se adaptar ao congestionamento das redes em condições reais e responder às necessidades cada vez maiores das casas conectadas.

Concebido para casas de grandes dimensões e habitações com muitos dispositivos ligados, o ASUS ZenWiFi BN12 será o primeiro sistema Mesh WiFi 8 de três bandas e 12 streams do mundo. O lançamento para consumidores está previsto para outubro, estando a disponibilidade nos EUA prevista para ser anunciada em breve. A sua tecnologia de penetração através de paredes 2x LDPC permite uma cobertura de até 7 000 pés quadrados, enquanto as duas portas de 10 Gbps possibilitam uma ligação de backhaul com fios de alta velocidade entre os nós.

O ASUS ZenWiFi BN12 inclui também o ASUS AiProtection Pro, sem necessidade de subscrição, e controlos parentais personalizáveis. Estas funcionalidades ajudam a reforçar a segurança da rede e a gerir o tempo de utilização dos dispositivos, sem custos recorrentes. A interoperabilidade com o ASUS AiMesh permite ainda a integração com configurações ASUS compatíveis já existentes.

O ASUS ROG Rapture GT-BN98 Pro (BN30000) já está disponível no Canadá. O ASUS ROG Rapture GT-BN98 (BN25000) estará disponível noutras regiões a partir de outubro. Os detalhes sobre a disponibilidade nos EUA serão anunciados em breve. O ASUS ZenWiFi BN12 e a restante gama ASUS WiFi 8 têm disponibilidade mundial prevista a partir de outubro, com a disponibilidade nos EUA a ser anunciada separadamente.


HUAWEI FreeBuds Neo já disponíveis em Portugal

A Huawei fez o lançamento da sua nova série de auriculares HUAWEI FreeBuds Neo. Disponíveis a partir de hoje nos retalhistas portugueses habituais, assim como na HUAWEI Store, os novos auriculares combinam uma arquitetura de cancelamento de ruído excecional com um design inovador e elegante. Os HUAWEI FreeBuds Neo destacam-se pela performance sonora de topo e pelo equilíbrio perfeito entre estilo e funcionalidade, proporcionando uma experiência auditiva totalmente imersiva.

Equipados com o chip de áudio de terceira geração e algoritmos adaptativos avançados, os HUAWEI FreeBuds Neo reagem às alterações de ruído em milissegundos e ajustam-se dinamicamente para uma experiência mais natural e fluida, eliminando o desconforto das variações de pressão no ouvido. Isto permite desfrutar de uma experiência de cancelamento de ruído naturalmente mais confortável, pura e imersiva.

Inspirados numa estética pioneira com o máximo conforto, oferecendo quatro opções de cores elegantes – Stellar Silver, Nebula Pink, Ice White e Starry Black – para responder a diferentes gostos e estilos. O novo design Light mini stem equilibra o centro de gravidade para um ajuste mais estável e confortável. Cada auricular pesa apenas 4,8 gramas, proporcionando uma experiência de utilização quase impercetível. Adicionalmente, com base num conjunto significativo dados de anatomia auricular humana, os HUAWEI FreeBuds Neo proporcionam um ajuste ergonómico de alívio de pressão, garantindo uma distribuição uniforme do peso para evitar desconforto em utilizações prolongadas. Através de testes de simulação que replicam condições de utilização em atividades de alta frequência, foram efetuados ajustes direcionados ao design de cada auricular nas áreas propensas a folgas, reforçando a estabilidade dinâmica durante o uso diário ou na prática de exercício.

Os HUAWEI FreeBuds Neo oferecem um som autêntico, recriando a sensação de uma performance em direto com texturas ricas, detalhes precisos e um palco sonoro imersivo. Estão equipados com um novo driver, que permite uma reprodução ultra-ampla que vai dos 10 Hz aos 48 kHz, tornando as batidas de bateria e os graves profundos e potentes, enquanto as vozes e os instrumentos permanecem nítidos e expansivos. Quando emparelhados com dispositivos da marca, os HUAWEI FreeBuds Neo suportam transmissão sem perdas em alta resolução até 2,3 Mbps. Quando ligados a outros dispositivos, a taxa de transmissão atinge até 990 kbps, preservando a informação sonora para que as nuances vocais e os harmónicos instrumentais sejam claramente percetíveis. Além disso, suportam áudio espacial ilimitado através de algoritmos desenvolvidos pela Huawei, proporcionando uma experiência de som envolvente a 360° sem limitações de dispositivo ou de fonte de áudio.

Os utilizadores podem utilizar a aplicação HUAWEI Audio Connect no smartwatch para ligar os auriculares pela primeira vez, alternar entre modos de cancelamento de ruído ou efeitos sonoros, localizar os auriculares e verificar os níveis de bateria sem ter de tirar o smartphone do bolso. Além disso, os HUAWEI FreeBuds Neo eliminam as barreiras entre ecossistemas, sendo compatíveis com Android, iOS e Windows, e suportando ligação dupla entre dispositivos em diferentes sistemas para uma transição rápida e simples.

ear Loss Care totalmente gratuito para os compradores dos HUAWEI FreeBuds Neo. Este serviço permite que clientes elegíveis adquiram um auricular de substituição individual com desconto de 50% sobre o preço de venda ao público oficial caso um dos auriculares seja perdido ou danificado.

HUAWEI FreeBuds Neo
PVR: 129,99 €
Oferta de lançamento: 30€ de desconto até 25 de outubro, na HUAWEI Store
Cores: Stellar Silver, Nebula Pink, Ice White e Starry Black