PlanetGeek
№ 01

Malware instala extensões no Chrome sem alertar utilizadores

Uma campanha de malware tira partido de tácticas engenhosas para instalar secretamente extensões no Chrome sem o utilizador se aperceber.

Investigadores de segurança descobriram uma campanha de malware bancário que está activa desde 2025 e utiliza uma ferramenta conhecida como KREMLIN para instalar extensões maliciosas no Google Chrome e Microsoft Edge. Com isso, os atacantes conseguem roubar credenciais, cookies, tokens de sessão, e outros dados sensíveis, contornando os mecanismos de protecção dos browsers baseados em Chromium.

A infecção começa através do envio de ficheiros JavaScript maliciosos disfarçados de facturas, comprovativos bancários, ou documentos empresariais. Depois de verificar que não está a ser executado num ambiente de análise, o malware descarrega componentes adicionais, estabelece persistência no sistema, e obtém instruções através de contratos inteligentes alojados na blockchain Ethereum. Apesar do nome do toolkkit aludir à Rússia, a operação está associada a um grupo criminoso que tem como principal alvo utilizadores no Brasil.
O aspecto mais invulgar do KREMLIN é a capacidade de instalar extensões no Chrome e Edge sem qualquer confirmação do utilizador. O malware copia directamente os ficheiros para os perfis do browser, activa o modo de programador, e altera ficheiros internos protegidos. Para evitar ser detectado, recria os mecanismos criptográficos de integridade utilizados pelo Chromium, fazendo com que as extensões pareçam legítimas.

Depois de instalada, a extensão maliciosa pode registar tudo o que é escrito pelo utilizador, fazer capturas de ecrã, recolher cookies e histórico de navegação, interceptar pedidos web, e modificar conteúdos de páginas visitadas. Os investigadores identificaram mais de 1.500 sistemas comprometidos e conseguiram interromper a campanha ao assumir o controlo de um domínio utilizado pelo malware para determinar se está num ambiente de teste, fazendo com que o processo não avance.

№ 02

Investigadores entraram na OpenAI usando vulnerabilidade descoberta pelo Opus

Investigadores conseguiram entrar nos sistemas da OpenAI usando uma vulnerabilidade no processamento de imagens descoberta pelo Opus da Anthropic.

Com o tópico da segurança AI a estar no centro das notícias, temos novo caso que pode servir de exemplo para a nova realidade em que vivemos, e onde nenhuma empresa está a salvo. Um grupo de investigadores de cibersegurança conseguiu obter acesso a uma conta interna de um funcionário da OpenAI utilizando ferramentas da Anthropic.

A equipa, pertencente à empresa Hacktron AI, participou num programa oficial de bug bounty da OpenAI, criado para identificar falhas antes que possam ser exploradas por atacantes maliciosos. Os investigadores aproveitaram uma falha numa biblioteca popular de processamento de imagens, usada pela plataforma Discourse usada no fórum da comunidade da OpenAI. Depois de se infiltrarem no fórum, conseguiram aproveitar a autenticação para saltar para a conta ChatGPT de um funcionário com acesso a código alojado no GitHub.

We reported the bug to Discourse and OpenAI. OpenAI fixed the SSO issue roughly 14 hours after our initial submission.

Discourse received our separate report Saturday, replied Sunday, and had a fix Monday.

OpenAI awarded us $6,500. pic.twitter.com/WeSzRtf14N

— s1r1us (@S1r1u5_) September 18, 2026
A OpenAI confirmou o incidente, agradeceu a divulgação responsável da vulnerabilidade e corrigiu o problema em menos de um dia. Como recompensa pelo trabalho, os investigadores receberam 6.500 dólares - valor módico tendo em conta o potencial impacto da falha.
Isto porque a falha, designada por HEIF Heist, na prática podia ser usado contra inúmeras plataformas: incluindo o Slack, Meta, GitHub Ent, Rails, Next.js, ImageMagick, e tornando-se na concretização de alertas que têm sido dados há anos, de como as grandes plataformas estão assentes em projectos que quase passam despercebidos, mas que se podem tornar críticos em casos deste tipo.

We’re disclosing HEIF Heist, a months-long investigation into libheif that allowed us to hack OpenAI, Slack, Meta, GitHub Ent, Rails, Next.js, ImageMagick, and many more.

It was literally xkcd #234, one obscure image library beneath a huge number of apps. 🧵 pic.twitter.com/TpX0F5TTt8

— Harsh Jaiswal (@rootxharsh) September 18, 2026
Curiosamente, a biblioteca de imagens em causa até já tinha esta vulnerabilidade corrigida, mas como não tinha sido classificada como falha de segurança, os projectos que a utilizavam não tiveram a preocupação em a actualizar.

O caso vem demonstrar como um pequeno grupo de pessoas, pode "facilmente" descobrir vulnerabilidades que têm impacto à escala mundial, se tiver acesso a modelos AI com capacidades avançadas. Isto era algo que no passado obrigaria a ter equipas de pessoas especializadas em diversas áreas, mas que agora passa a poder ser feito por qualquer curioso ou atacante sem grandes conhecimentos, desde que tenha acesso às ferramentas certas.

№ 03

Rato vertical Trust Voxx sem fios a €50

Os ratos verticais fazem parte daqueles periféricos estranhos que "primeiro se estranha mas depois se entranha", e neste caso é recomendável que se entranhe o mais rapidamente possível para minimizar potenciais problemas a longo prazo.

Para quem passa o dia a trabalhar com o computador e a usar um rato, a questão que se coloca é se já faz parte do grupo que sente dores no braço, ou se ainda faz parte do grupo que ainda está no caminho para lá chegar. Caso o queiram evitar, é fortemente recomendado que dêem uma hipótese a um rato vertical, que representa um dos melhores investimento de longo prazo na saúde de mãos e braços.
Este rato vertical Trust Voxx wireless está disponível por 50 euros na Amazon Espanha.

O formato pode parecer estranho, mas acreditem que faz uma diferença substancial a nível de uma utilização mais confortável, pois mantém a mão numa posição bastante mais natural (e o "aspecto estranho" é algo que deixa de se fazer notar de forma quase imediata). Considerando o valor em causa, é um preço extremamente reduzido a pagar pela prevenção de problemas futuros que poderão ser de recuperação bastante mais complicada.


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№ 04

Google prepara watchfaces AI para os Pixel

A Google está a preparar a criação fácil de mostradores de relógio para os Pixel, usando AI.

Se acham um pouco idiota que um smartwatch de umas dezenas de euros disponibilize dezenas ou centenas de mostradores, mas os relógios nos smartphones continuem incrivelmente limitados, eis que isso poderá estar prestes a ser resolvido. A Google continua a trabalhar numa nova funcionalidade de personalização para smartphones Pixel que permitirá criar relógios para o lockscren através de AI. Embora essa capacidade ainda não esteja funcional, têm sido apanhadas referências no código das versões de desenvolvimento.

A funcionalidade permitirá aos utilizadores gerar estilos de relógio personalizados através de prompts de texto e também utilizar imagens como referência. Será possível editar relógios já criados, o que faz antever todo um novo mundo de criação, troca, e ajuste de relógios. Também está contemplada a sua inclusão nas cópias de segurança na cloud, facilitando o processo de transferência para um novo smartphone durante o processo de configuração.

Infelizmente, ainda não há qualquer data previsível para o lançamento desta nova funcionalidade. O que é certo é que, quando acontecer, irá certamente revitalizar o sector dos mostradores de relógio, que até agora se tem mantido de forma quase exclusiva nos smartwatches, apesar de grande parte dos smartphones já contar com ecrãs always-on que ainda mais justificam estarem em pé de igualdade a este nível.

№ 05

Signal prepara contas sem número de telefone associado

Vai ser possível criar uma conta no Signal sem associar qualquer número de telefone.

O Signal começou a testar uma das funcionalidades mais pedidas pelos utilizadores: a possibilidade de criar uma conta sem associar um número de telefone. Embora ainda esteja em fase beta, o sistema permite concluir o registo utilizando apenas um identificador de conta e uma palavra-passe.

Para criar uma conta sem número de telefone, os utilizadores terão de pagar uma taxa única de 3 dólares. Segundo a equipa do Signal, este valor destina-se a desincentivar a criação em massa de contas falsas e reduzir actividades de spam e fraude na plataforma. Para não derrotar o propósito de manter o anonimato das contas, o pagamento é efectuado de forma anónima através do mesmo sistema "zero knowledge" já utilizado nas doações ao serviço, impedindo qualquer associação entre o pagamento e a conta criada.
O processo de registo gera um ID único e uma palavra-passe que devem ser guardados com cuidado. Como não existe um número de telefone associado à conta, perder estas credenciais significa perder permanentemente o acesso. Os utilizadores têm também a opção para usar autenticação de dois factores nas contas sem número de telefone, para segurança acrescida.

Após o registo, os utilizadores podem criar um nome de utilizador para que outras pessoas os encontrem na plataforma. Caso optem por não criar um username, apenas poderão participar em conversas iniciadas por si próprios, uma vez que não haverá forma de outros utilizadores procurarem ou iniciarem contacto com essa conta.

№ 06

Amazon confessa perda de dados nos ataques a data centers

Apesar de ter assegurado a total segurança dos dados, a Amazon veio agora confessar que alguns dados de clientes terão sido destruídos nos ataques aos seus data centers.

A Amazon confirmou que alguns dados de clientes alojados nos seus centros de dados no Bahrein e nos Emirados Árabes Unidos foram perdidos após os ataques com drones lançados pelo Irão no início deste ano. A empresa explicou que os danos sofridos pela infraestrutura "ultrapassaram aquilo para que os seus sistemas de redundância e recuperação estavam preparados"; o que levanta questões sobre a real segurança dos dados na "cloud".

Segundo a actualização mais recente da Amazon Web Services (AWS), não foi possível recuperar dados armazenados numa das zonas de disponibilidade dos Emirados Árabes Unidos. A empresa continua a trabalhar na recuperação dos restantes serviços da região, substituindo equipamentos e reconstruindo a infraestrutura afectada.

Amazon exec: you wouldn't notice [if someone blew up a datacenter]. I mean, we might be a bit upset, but you wouldn't notice! [laughs]

Amazon after DCs blown up: After a thorough assessment, we have determined that we are unable to restore access to the resources and data ... pic.twitter.com/CzyJ3efMzE

— Dan Luu (@danluu) September 16, 2026
A situação revelou-se ainda mais grave no Bahrein. A AWS indicou que não conseguiu recuperar recursos e dados em todas as zonas de disponibilidade da região, admitindo que a destruição se estendeu por múltiplos centros de dados. A empresa já tinha suspendido a facturação dos clientes afectados e passou os últimos seis meses a tentar restabelecer as operações.

Os primeiros ataques ocorreram a 1 de Março, durante os primeiros dias do conflito entre os Estados Unidos, Israel e o Irão. Desde então, novas ofensivas atingiram instalações adicionais da Amazon na região. A empresa aconselhou os clientes a migrar os seus serviços para outras regiões cloud e a restaurar sistemas através de cópias de segurança remotas, enquanto prosseguem os trabalhos de recuperação que deverão prolongar-se até 2027.

№ 07

Siri do iOS 27 poderá usar modelos AI externos

Tal como era esperado, no iOS 27 a Apple está a expandir a capacidade de interligar a Siri com modelos AI externos além do ChatGPT.

Referências no código do iOS 27 e do macOS Golden Gate confirmam que a Apple está a preparar a Siri para funcionar com modelos de inteligência artificial externos de forma mais profunda do que se pensava. As referências mostram uma arquitectura flexível que permitirá aos utilizadores escolher entre diferentes assistentes AI, incluindo ChatGPT e Claude.

Uma das funcionalidades identificadas, chamada "Model Delegation", permite que modelos externos sejam integrados na Siri de forma semelhante à actual extensão do ChatGPT. Na prática, um utilizador poderá pedir à Siri para executar uma tarefa através de outro modelo AI. Se a acção exigir acesso a funcionalidades do sistema, como criar lembretes ou interagir com aplicações da Apple, o modelo externo poderá encaminhar o pedido de volta para a Siri, que tratará da sua execução.

And here’s an app extension replacing Siri AI’s server model with GPT-5.6 Terra. It uses the Inference Providing protocol in Model Manager Services.

GPT-5.6 receives Apple’s native Siri planner prompt and tool definitions. It can make tool calls that perform system actions, and… pic.twitter.com/cz88kyq3io

— pdfu (@itspdfu) September 13, 2026
Mas será possível ir mais longe. Um novo sistema "Model Manager Services" indica que será possível substituir completamente o modelo AI da Siri por outro serviço, como o GPT-5.6 ou outros. Nesse cenário, o modelo externo recebe instruções, ferramentas, e permissões da Siri para executar acções no sistema, aceder a dados autorizados pelo utilizador, e devolver respostas através da interface e da voz da assistente da Apple. Embora estas funcionalidades ainda não estejam disponíveis ao público, a sua presença no código indica que a Apple está a preparar a Siri para um futuro mais aberto e interoperável.

Claro que é extremamente provável que tudo isto resulte das exigências da Lei dos Mercados Digitais da União Europeia, que obriga a empresa a permitir um acesso mais justo às funcionalidades do iOS por parte de serviços e plataformas concorrentes. Esta capacidade de escolher um modelo AI concorrente seria uma excelente opção para contornar o facto da Apple ainda não disponibilizar a nova Siri AI na UE; mas será mais que previsível que a Apple disponibilizará a Siri AI por cá assim que este sistema de abertura a modelos concorrentes seja implementado.

Na prática, será cada vez mais comum (e obrigatório), que os utilizadores escolham o modelo AI a usar pelo sistema, da mesma forma que podem escolher o browser e motor de pesquisa.

№ 08

Coluna BT Soundcore Select 4 Go a €25

Quem já tiver passado pelas colunas Bluetooth de baixo custo e agora procurar algo com um pouco mais de potência, irá ficar satisfeito com esta Soundcore Select 4 Go.

O desaparecimento da ficha dos headphones tem fomentado a utilização de colunas BT em cada vez mais situações (muitas vezes torna-se a única opção possível, a não ser que se recorra a adaptadores BT para ficha de 3.5mm). Em muitos casos acaba também por se revelar uma solução mais conveniente, permitindo que se chegue a casa e se comece a ouvir a música na coluna em vez de se sofrer com a tentativa do smartphone reproduzir os sons graves com os seus altifalantes diminutos. E no caso desta Tronsmart T8 Mini, temos volume com fartura mas mantendo um tamanho compacto.
Esta coluna BT Anker Soundcore Select 4 Go está disponível por 25 euros na Amazon Espanha.

Vem com uma bateria suficiente para proporcionar sessões de música até 20 horas com o volume a 50%, demorando cerca de 3 horas a recarregá-la. Conta também com protecção IPX7 para uso mais descontraído no exterior. Quem quiser duplicar a potência sonora, pode ainda emparelhar uma coluna adicional para funcionar em modo stereo real (TWS) - ter apenas em atenção que as versões mais recentes com Bluetooth 6.0 não podem emparelhar-se neste modo com os modelos anteriores com BT 5.0.

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№ 09

Produtos da Semana

A nossa rubrica de Produtos da Semana agrupa uma lista de produtos e notícias que vamos compilando ao longo da semana e que achamos que será do interesse geral.

Razer Tartarus V2 Pro


A Razer anunciou o Razer Tartarus V2 Pro, a nova evolução da sua linha de keypads gaming Tartarus. Concebido para dar continuidade à precisão e à rapidez que os jogadores esperam do nome Tartarus, o Tartarus V2 Pro integra pela primeira vez num keypad dedicado a tecnologia de switches de topo da Razer e HyperPolling a 8000 Hz reais, a par de um apoio de pulso concebido para acompanhar os movimentos do jogador.

Equipado com 31 controlos programáveis, um thumbstick de tamanho normal sem drift e um apoio de pulso ergonómico totalmente ajustável, o Tartarus V2 Pro foi concebido para oferecer aos jogadores competitivos de MMOs e FPS uma personalização praticamente infinita, sem sacrificar o conforto durante sessões prolongadas.

No coração do Tartarus V2 Pro está o Switch Razer Ótico Analógico de 2ª geração, a tecnologia de switches de topo da Razer, agora integrada no Tartarus V2 Pro. Oferece um intervalo de atuação totalmente ajustável de 0.1–4.0mm e sensibilidade do Rapid Trigger a partir de 0.1mm, para acionamentos repetidos ultrarrápidos. Cada switch é lubrificado individualmente e assenta numa camada de espuma densa, com uma vida útil de 100 milhões de pressões e uma afinação que proporciona um som limpo e agradável, mantendo os jogadores plenamente concentrados no jogo.

Com 31 controlos programáveis, o Tartarus V2 Pro permite aos jogadores reunir num único keypad todos os comandos de uma barra de habilidades, de um conjunto de macros ou de uma configuração específica de um género de jogo. O elemento-chave deste conjunto é um thumbstick TMR de tamanho normal e sem drift, dos premiados comandos da Razer, que permite navegar com fluidez por menus circulares ou executar ações precisas no jogo, complementado por três botões dedicados para se adaptar a qualquer estilo de jogo.

Cada mão assenta num keypad de forma diferente, pelo que o apoio de pulso do Tartarus V2 Pro foi concebido para se adaptar ao jogador, e não o contrário. Desliza para fora e roda para a esquerda e para a direita, permitindo a cada jogador encontrar o seu ângulo natural, em vez de se limitar a uma posição fixa. O resultado é uma superfície de apoio que se adapta à mão, mantendo o pulso alinhado e livre de fadiga durante sessões prolongadas, sem obrigar o jogador a alterar a posição da mão para se adaptar ao equipamento.

O Tartarus V2 Pro oferece HyperPolling até 8000 Hz, uma taxa oito vezes mais rápida do que o padrão da indústria, em combinação com o conjunto de funcionalidades Advanced Input Control da Razer, incluindo Razer™ Snap Tap, Razer™ Snap Flex e Dynamic Keystroke, para uma execução mais rápida e precisa sob pressão. Os jogadores podem configurar até 24 mapas de teclas distribuídos por 3 perfis de memória integrada através do Razer Synapse, para diferentes jogos e géneros, e ajustar a atuação ou o Rapid Trigger em tempo real, diretamente no dispositivo, através de um conjunto de LEDs integrado, sem necessidade de software. As teclas em PBT de dupla injeção, com superfície texturada, completam a construção, garantindo durabilidade e um toque agradável mesmo após utilização prolongada.

PREÇO E DISPONIBILIDADE

Razer Tartarus V2 Pro
219.99€ PVP recomendado
Já disponível em Razer.com, nas lojas físicas RazerStore e em revendedores selecionados em todo o mundo.


HUAWEI MatePad Air

A Huawei acaba de apresentar a nova série de tablets HUAWEI MatePad Air. Concebida para utilizadores que procuram leveza, criatividade e uma forma de expressão autêntica, esta linha de dispositivos apresenta melhorias no que toca ao ecrã, à experiência criativa e às ferramentas de produtividade. O HUAWEI MatePad Air combina produtividade, conforto e tecnologia de ponta, assumindo-se como o companheiro ideal para trabalho e lazer.

Este modelo desafia os limites da espessura e da leveza. Utiliza uma estrutura de ecrã OLED invertida sem suporte interno, o que permite a montagem direta do ecrã com a estrutura do dispositivo. O resultado é um equipamento notavelmente fino e leve. O corpo metálico conta com um acabamento perolado que cria um efeito subtil de reflexão da luz. Disponível no tom azul, a estética do dispositivo opta por tons intemporais, reforçando o seu carácter premium e adaptando-se a diferentes estilos e preferências.

Para uma experiência visual superior, a série HUAWEI MatePad Air transitou de LCD para OLED em toda a linha. A nova edição PaperMatte apresenta um ecrã OLED PaperMatte de 12 polegadas com alta resolução de 2,8K, uma taxa de atualização máxima de 144 Hz1, um brilho máximo de 1.200 nits e uma gama de cores de nível cinematográfico P3. Assim, proporciona uma experiência visual mais refinada e vibrante para ler, ver vídeos, desenhar e trabalhar. A pensar nos problemas de reflexo que podem ocorrer em ecrãs mate, o HUAWEI MatePad Air introduz um processo de gravura de nível nanométrico de alta precisão. Esta tecnologia reduz os reflexos, mantendo uma sensação de escrita e toque semelhante à do papel, melhorando significativamente a clareza para uma experiência de visualização superior.

Direcionado a criadores, estudantes e profissionais em constante movimento, o HUAWEI MatePad Air refina continuamente o seu ecossistema e os acessórios. Aplicações como a HUAWEI Notes e a GoPaint permitem tirar notas, pintar e editar documentos, de forma rápida e intuitiva. Desta forma, o tablet deixa de ser apenas um dispositivo de consumo de conteúdos para assumir também o papel de uma verdadeira ferramenta de produtividade. Em conjunto com a caneta HUAWEI M-Pencil Pro2 e o teclado HUAWEI Smart Magnetic3, o tablet alterna perfeitamente entre cenários de aprendizagem, trabalho de escritório e criatividade. Seja para registar atas de reuniões, notas de aulas, esboçar rascunhos ou lidar com documentação, os utilizadores podem traduzir ideias em conteúdo de forma fluida.

Além da estrutura fina e leve, o HUAWEI MatePad Air oferece um desempenho consistente e altamente eficiente, respondendo com facilidade a cenários de multitarefa, criação de conteúdo e utilização de aplicações exigentes. No que diz respeito ao áudio, o HUAWEI MatePad Air está equipado com um sistema de seis altifalantes e uma unidade de graves de quatro drivers. Isto proporciona graves mais ricos e um som mais envolvente num tablet fino e leve. Em termos de autonomia, a bateria de grande capacidade de 10.100 mAh suporta até 16 horas de reprodução de vídeo HDR local4, ideal para horas de entretenimento, trabalho e estudo. O modo HUAWEI SuperCharge Turbo de 66 W permite carregar a bateria até 42%5 em apenas 30 minutos.

HUAWEI MatePad Air
PVR: 799,99€
Oferta de lançamento: 50€ de desconto + HUAWEI M-Pencil Pro de oferta


ASUS anuncia primeiros routers Wi-Fi 8

A ASUS apresentou a série ROG Rapture GT-BN98, que inclui o único router WiFi 8 de quatro bandas do mundo atualmente disponível. A série ROG Rapture GT-BN98 tem lançamento mundial previsto para outubro, estando os detalhes relativos ao lançamento nos EUA previstos para serem divulgados em breve. Também com lançamento previsto para outubro, o ASUS ZenWiFi BN12 WiFi 8 é o primeiro ecossistema Mesh WiFi 8 dedicado a chegar ao mercado, concebido para casas com elevada capacidade e famílias com um elevado número de dispositivos ligados.

Desenvolvida com base na arquitetura do WiFi 8, a série ROG Rapture GT-BN98 traz as vantagens das redes de próxima geração aos dispositivos atuais e futuros. Os testes realizados pelos engenheiros da ROG indicam que o router pode proporcionar ganhos de desempenho mensuráveis quando emparelhado com dispositivos cliente WiFi 7 existentes, ajudando os utilizadores a melhorar o desempenho da rede antes de os dispositivos WiFi 8 estarem amplamente disponíveis.

As simulações indicam também que funcionalidades do WiFi 8, como UEQM (Unequal Modulation) e NPCA (Non-Primary Channel Access), podem ajudar, respetivamente, a melhorar a estabilidade da ligação e a reduzir o impacto das interferências à medida que forem chegando ao mercado dispositivos cliente compatíveis. O resultado é uma plataforma de rede concebida para se adaptar ao congestionamento das redes em condições reais e responder às necessidades cada vez maiores das casas conectadas.

Concebido para casas de grandes dimensões e habitações com muitos dispositivos ligados, o ASUS ZenWiFi BN12 será o primeiro sistema Mesh WiFi 8 de três bandas e 12 streams do mundo. O lançamento para consumidores está previsto para outubro, estando a disponibilidade nos EUA prevista para ser anunciada em breve. A sua tecnologia de penetração através de paredes 2x LDPC permite uma cobertura de até 7 000 pés quadrados, enquanto as duas portas de 10 Gbps possibilitam uma ligação de backhaul com fios de alta velocidade entre os nós.

O ASUS ZenWiFi BN12 inclui também o ASUS AiProtection Pro, sem necessidade de subscrição, e controlos parentais personalizáveis. Estas funcionalidades ajudam a reforçar a segurança da rede e a gerir o tempo de utilização dos dispositivos, sem custos recorrentes. A interoperabilidade com o ASUS AiMesh permite ainda a integração com configurações ASUS compatíveis já existentes.

O ASUS ROG Rapture GT-BN98 Pro (BN30000) já está disponível no Canadá. O ASUS ROG Rapture GT-BN98 (BN25000) estará disponível noutras regiões a partir de outubro. Os detalhes sobre a disponibilidade nos EUA serão anunciados em breve. O ASUS ZenWiFi BN12 e a restante gama ASUS WiFi 8 têm disponibilidade mundial prevista a partir de outubro, com a disponibilidade nos EUA a ser anunciada separadamente.


HUAWEI FreeBuds Neo já disponíveis em Portugal

A Huawei fez o lançamento da sua nova série de auriculares HUAWEI FreeBuds Neo. Disponíveis a partir de hoje nos retalhistas portugueses habituais, assim como na HUAWEI Store, os novos auriculares combinam uma arquitetura de cancelamento de ruído excecional com um design inovador e elegante. Os HUAWEI FreeBuds Neo destacam-se pela performance sonora de topo e pelo equilíbrio perfeito entre estilo e funcionalidade, proporcionando uma experiência auditiva totalmente imersiva.

Equipados com o chip de áudio de terceira geração e algoritmos adaptativos avançados, os HUAWEI FreeBuds Neo reagem às alterações de ruído em milissegundos e ajustam-se dinamicamente para uma experiência mais natural e fluida, eliminando o desconforto das variações de pressão no ouvido. Isto permite desfrutar de uma experiência de cancelamento de ruído naturalmente mais confortável, pura e imersiva.

Inspirados numa estética pioneira com o máximo conforto, oferecendo quatro opções de cores elegantes – Stellar Silver, Nebula Pink, Ice White e Starry Black – para responder a diferentes gostos e estilos. O novo design Light mini stem equilibra o centro de gravidade para um ajuste mais estável e confortável. Cada auricular pesa apenas 4,8 gramas, proporcionando uma experiência de utilização quase impercetível. Adicionalmente, com base num conjunto significativo dados de anatomia auricular humana, os HUAWEI FreeBuds Neo proporcionam um ajuste ergonómico de alívio de pressão, garantindo uma distribuição uniforme do peso para evitar desconforto em utilizações prolongadas. Através de testes de simulação que replicam condições de utilização em atividades de alta frequência, foram efetuados ajustes direcionados ao design de cada auricular nas áreas propensas a folgas, reforçando a estabilidade dinâmica durante o uso diário ou na prática de exercício.

Os HUAWEI FreeBuds Neo oferecem um som autêntico, recriando a sensação de uma performance em direto com texturas ricas, detalhes precisos e um palco sonoro imersivo. Estão equipados com um novo driver, que permite uma reprodução ultra-ampla que vai dos 10 Hz aos 48 kHz, tornando as batidas de bateria e os graves profundos e potentes, enquanto as vozes e os instrumentos permanecem nítidos e expansivos. Quando emparelhados com dispositivos da marca, os HUAWEI FreeBuds Neo suportam transmissão sem perdas em alta resolução até 2,3 Mbps. Quando ligados a outros dispositivos, a taxa de transmissão atinge até 990 kbps, preservando a informação sonora para que as nuances vocais e os harmónicos instrumentais sejam claramente percetíveis. Além disso, suportam áudio espacial ilimitado através de algoritmos desenvolvidos pela Huawei, proporcionando uma experiência de som envolvente a 360° sem limitações de dispositivo ou de fonte de áudio.

Os utilizadores podem utilizar a aplicação HUAWEI Audio Connect no smartwatch para ligar os auriculares pela primeira vez, alternar entre modos de cancelamento de ruído ou efeitos sonoros, localizar os auriculares e verificar os níveis de bateria sem ter de tirar o smartphone do bolso. Além disso, os HUAWEI FreeBuds Neo eliminam as barreiras entre ecossistemas, sendo compatíveis com Android, iOS e Windows, e suportando ligação dupla entre dispositivos em diferentes sistemas para uma transição rápida e simples.

ear Loss Care totalmente gratuito para os compradores dos HUAWEI FreeBuds Neo. Este serviço permite que clientes elegíveis adquiram um auricular de substituição individual com desconto de 50% sobre o preço de venda ao público oficial caso um dos auriculares seja perdido ou danificado.

HUAWEI FreeBuds Neo
PVR: 129,99 €
Oferta de lançamento: 30€ de desconto até 25 de outubro, na HUAWEI Store
Cores: Stellar Silver, Nebula Pink, Ice White e Starry Black


№ 10

iPhone 18 Pro com carregamentos muito mais rápidos

Uma das melhorias nos novos iPhone 18 Pro e Pro Max irá ser sentida no momento de recarregar as baterias, bastando 15 minutos para carregar 50%.

Se a nível visual será praticamente impossível distinguir um iPhone 18 Pro dos anteriores 17 Pro, há uma área em que os utilizadores irão sentir grande diferença, numa das áreas em que a Apple costumava ficar atrás da concorrência: a velocidade de carregamento. De acordo com testes independentes, o novo topo de gama consegue atingir 34% de bateria em apenas 10 minutos e chegar aos 50% em 15 minutos, completando uma carga total em cerca de 55 minutos.

Os resultados colocam o iPhone 18 Pro Max no mesmo patamar dos seus concorrentes Android, aproximando a Apple dos níveis de carregamento rápido que há muito são comuns noutros smartphones. Para os utilizadores, isto significa menos tempo ligado à tomada e recargas mais rápidas durante o dia.
Grande parte desta melhoria parece estar relacionada com o novo sistema de arrefecimento adoptado pela Apple. O dispositivo utiliza uma câmara de vapor maior e mais eficiente, permitindo dissipar o calor de forma mais eficaz durante o carregamento (e também durante o funcionamento, motivo que levou a Apple a frisar o desempenho "sustentado"). O controlo térmico é um dos principais desafios das baterias com carregamento rápido, já que as temperaturas elevadas podem limitar a potência e acelerar a degradação da mesma.

Na prática, faz com que deixe de ser indispensável o tradicional ritual de deixar o iPhone a carregar durante a noite. Mesmo que se esqueçam de o fazer, bastará carregá-lo enquanto tomam o pequeno almoço ou almoçam, para ficar com o assunto resolvido.

№ 11

OpenAI revela mais "marotices" dos seus modelos AI

A OpenAI divulgou mais alguns comportamentos inesperados dos seus modelos AI durante a fase de testes.

Demonstrando que o abrandamento pedido pela Anthropic não irá ter qualquer efeito prático (tal como a China e Trump pretendem), temos novo lote de casos revelados pela OpenAI que podem ser vistos como "preocupantes" ou "curiosidades" dependendo do campo em que se estiver.

Há alguns meses tivemos o caso do ataque de agentes AI à Hugging Face, que acabou por ser seguido de mais casos em que agentes AI tinham utilizado indevidamente a a web para superaram os desafios e problemas que lhes eram apresentados. Agora, descobre-se que afinal isso não foram meros casos isolados, e que há bastantes mais casos em que os agentes AI de modelos em desenvolvimento da OpenAI tiveram comportamentos indevidos. As empresas AI chamam a isso "misalignment", e acho que em português se deveriam traduzir isso como "comportamentos marotos":

Foram descobertas situações em que os modelos criaram instruções não-relacionadas com a tarefa, que visavam fazer com que os novos agentes ignorassem as regras impostas e contribuíssem para completar a tarefa do agente original. Noutros casos, foram dadas instruções para que os modelos escondessem possíveis enganos ou comportamentos indesejados. Noutra situação, um modelo usou uma chave de API sem autorização para tentar obter acesso a dados; quando mesmo assim não conseguiu os dados, inventou-os mas dizendo que eram dados oficiais da fonte a que não conseguiu aceder. Também foram apanhados a usar canais não oficiais para partilharem informação entre agentes - ao estilo do caso de uso de páginas wiki que já era conhecido.
Mas, aquele que certamente se destaca e é mais cómico, é o caso em que foi pedido a um agente AI para identificar os lagos com área superior a 5 milhões de metros quadrados. O agente respondeu correctamente, mas como o pedido original pedia para que o agente fornecesse citações de uma fonte na net, o agente decidiu ele próprio fazer o upload dessa informação, para a apresentar como comprovativo da sua resposta! :)

Mais do que a aparente preocupação, estamos numa fase em que vemos as empresas AI usarem estes exemplos de "marotices" quase como um emblema de honra que serve para demonstrar as capacidades avançadas dos seus modelos AI. Aliás, tem-se visto que, assim que uma empresa anuncia este tipo de coisas, pouco tempo depois vem outra empresa concorrente dizer que os seus agentes AI também são "marotos" e fazem coisas idênticas. Desta vez, e surgindo isto numa altura em que uns apelam ao abrandamento (fictício) dos modelos AI, há também que suspeite que o verdadeiro intuito seja rapidamente fazer esquecer o recente caso da OpenAI ter aparentemente roubado o trabalho de um utilizador para resolver um problema matemático.

№ 12

iPhone 18 Pro muda Face ID para debaixo do ecrã

A geração iPhone 18 Pro conta com Dynamic Island mais pequena, conseguida à custa da passagem da câmara IR do Face ID para debaixo do ecrã.

No lançamento deste ano a atenção têm sido dominada pelo novo iPhone Duo dobrável, que estreia a primeira câmara selfie invisível sob o ecrã interior, mas também os iPhone 18 Pro tiram partido desta tecnologia.

Nos modelos não dobráveis a Apple não arriscou usar uma câmara selfie debaixo do ecrã interior - com o impacto na qualidade a já ser alvo de críticas no iPhone Duo (minimizadas pelo facto de ter uma câmara selfie com furo no ecrã exterior) - mas também utiliza a mesma tecnologia: na câmara IR do sistema Face ID. Em vez do rasgo alargado da Dynamic Island, a geração iPhone 18 Pro reduz o tamanho, passando a câmara IR para debaixo do ecrã. Para muitas pessoas a transição poderá passar despercebida, mas a nova câmara pode tornar-se mais aparente dependendo do ângulo de incidência da luz ou dos conteúdos no ecrã.
A um nível microscópico, e ao estilo do que já era conhecido noutros smarthones que usaram câmaras sob o ecrã, a zona da câmara tem uma disposição diferente de subpixels para permitir uma maior passagem da luz; com a Apple a ter calibrado aquela secção de forma diferente para manter a mesma luminosidade e cor. Ainda assim, há quem se queixe de que agora "nota os píxeis" em redor dos números centrais do relógio, que ficam precisamente nessa área.
Acabará por ser um compromisso que será aceitável face à alternativa, que seria ter a Dynamic Island mais alargada sem píxeis funcionais. Servirá também de beta testing para o aguardado iPhone de celebração dos 20 anos (em 2027), em que se espera que a Apple adopte um sistema totalmente sob o ecrã sem Dynamic Island, potencialmente apenas com um pequeno furo para a câmara selfie, para evitar as questões de perda de qualidade.


Mas esta não é a única alteração nos iPhone 18 Pro deste ano que tem dado que falar. A nova câmara com abertura variável consegue obter melhores resultados em ambientes de baixa luminosidade, mas está também a ser criticada por ser bastante mais susceptível ao "lens flare".

Okay so the iPhone 18 Pro series' lens flare got worse 💀

It's already been bad in my experience, but now it looks like you can't avoid it when shooting against strong light with aperture wide open

The only solution is to stop down the aperture... pic.twitter.com/0KVYrJDsQP

— Out of Galaxy (@OutofGalaxyy) September 16, 2026
Pelo lado positivo, o novo chip A20 Pro tem sido bastante elogiado, por ser extremamente potente e eficiente, possibilitando um aumento de desempenho e também de autonomia (o iPhone 18 Pro fica ao nível do iPhone 17 Pro Max do ano passado em bateria). Em contrapartida, os utilizadores europeus continuam sem acesso à Siri AI, que supostamente seria a maior novidade do iOS 27 - pelo que a compra de um iPhone 18 Pro este ano poderá não ser o melhor investimento, até que a Apple esclareça quando é que isso será resolvido.


Nota: A maioria das notícias está a referir-se ao sensor IR do Face ID, mas é provável que o que tenha passado para baixo do ecrã seja o iluminador/projector IR, e que a câmara permaneça na Dynamic Island. Temos que aguardar por mais testes ou esclarecimentos.

№ 13

Drone DJI Mini 3 a €344

Os quadcopters da DJI são considerados a referência no segmento, e temos a oportunidade de apanhar um Mini 3 comando DJI RC a preço bastante tentador.

Quem já se aventurou no mundo dos drones de baixo custo e ficou desapontado pela dificuldade em controlá-los, poderá estar dispostos a dar o salto para um segmento superior, onde esse controlo é feito da forma que imaginava que fosse feito - sem que o drone esteja constantemente a "lutar" contra o utilizador. É isso mesmo que se sente nos modelos mais económicos da DJI, e ainda de melhor forma neste Mini 3 que fica agora disponível a um preço irresistível.
Este DJI Mini 3 com DJI RC está disponível por apenas 344 euros com envio da Amazon Espanha. Está também disponível no pack Fly More por 469 euros.

Há alguns anos rendi-me à promoção do DJI Spark e fiquei maravilhado a todos os níveis, ficando apenas com pena de não trazer o controlador dedicado (o que o limita ao alcance WiFi do smartphone), tendo depois feito a actualização para um Mini 2. Neste caso, este Mini 3 já resolve isso com o controlador com ecrã incluído, permitindo controlá-lo a até 10 km de distância - o que me arrisco a dizer que será bastante assustador (mesmo a umas centenas de metros já dá "medo"! :)

Os 38 minutos de autonomia são também um dos pontos fortes, assim como a câmara 4K com gimbal de estabilização. O pack Fly More inclui mais baterias, carregador, mais hélices de substituição, e bolsa de transporte.


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№ 14

VW ID.3 GTI chega com potência real e barulho falso

A VW apresentou o ID.3 GTI, que chega com 322 cv de potência (mas que o Golf GTI) e tracção traseira, e onde nem falta o ruído falso do escape.

A Volkswagen revelou o novo ID.3 GTI, um hatchback eléctrico desportivo que se torna no GTI mais potente alguma vez produzido pela marca. Para assinalar os 50 anos da icónica designação GTI, o novo modelo chega com 322 cavalos de potência e 545 Nm de binário, superando ligeiramente os números do Golf GTI Edition 50. O modelo acelera dos 0 aos 100 km/h em 5.6 segundos e é também o primeiro GTI com tracção traseira.

O ID.3 GTI foi desenvolvido para oferecer uma experiência de condução mais dinâmica, incluindo suspensão adaptativa DCC, direção progressiva, Launch Control, e um novo modo GTI. Esta configuração ajusta automaticamente o motor, direcção, e chassis para o desempenho máximo. Tal como alguns rivais eléctricos desportivos, o modelo também simula o som de um motor de combustão para amenizar a transição para um EV.
No exterior, o novo eléctrico adopta vários elementos inspirados nos GTI clássicos, incluindo a tradicional faixa vermelha na dianteira e novas jantes de 20". O design apresenta uma postura mais longa e agressiva do que o anterior ID.3 GTX. No habitáculo, destacam-se os bancos desportivos premium, detalhes em vermelho, um novo volante multifunções, e o regresso dos botões físicos, tal como era pedido que muitos condutores.
O novo ID.3 GTI utiliza uma bateria de 79 kWh que oferece até 601 quilómetros de autonomia no ciclo WLTP. O sistema suporta carregamento rápido DC até 183 kW, permitindo carregar a bateria de 10% a 80% em cerca de 29 minutos.

A Volkswagen deverá abrir as pré-reservas no início de 2027, enquanto os preços serão anunciados mais perto do lançamento oficial. Desde já se poderá assumir que ficarão acima dos 39.000 euros pedidos pelo ID. Polo GTI.

№ 15

Philips Hue Bridge Pro aumenta para os €149

O aumento de preços do hardware está a chegar aos produtos Philips Hue, com a Bridge Pro a aumentar mais 50%.

A Signify está a aumentar o preço de vários produtos Philips Hue na Europa, com o Hue Bridge Pro a registar a subida mais significativa. O hub inteligente, lançado há cerca de um ano por 89.99 euros, passou primeiro para 99.99 euros em Março e vai agora passar para 149.99 euros(!) na maioria dos países europeus, representando um aumento acumulado de cerca de 66% face ao preço no início do ano.

O aumento é especialmente relevante para os utilizadores que pretendem tirar partido de futuras funcionalidades exclusivas do Hue Bridge Pro. Entre elas encontra-se a aguardada ferramenta "Backup & Restore", que não será disponibilizada para o antigo Hue Bridge branco. Apesar da subida no preço oficial, ainda é possível apanhar o Hue Bridge Pro ao preço antigo nalgumas lojas, uma vez que ainda não aplicaram os novos preços recomendados.
Na Amazon Espanha ainda é possível apanhar o Hue Bridge Pro por 91 euros - sendo recomendável aproveitarem enquanto dura.

A subida não se limita ao Hue Bridge Pro. Vários outros produtos da família Hue também ficaram mais caros nas últimas semanas, embora com aumentos menos agressivos entre 10 e 20 euros face ao preço original. Entre eles estão os packs de quatro lâmpadas e focos Hue Essential, que passaram de 59.99 para 69.99 euros. As fitas LED Hue Flux para interior e exterior, bem como a fita luminosa Hue OmniGlow de três metros, também sofreram aumentos de preço, tornando a entrada e expansão no sistema Philips Hue mais cara para os consumidores europeus.

№ 16

Philips Hue Bridge Pro aumenta para os €149

O aumento de preços do hardware está a chegar aos produtos Philips Hue, com a Bridge Pro a aumentar mais 50%.

A Signify está a aumentar o preço de vários produtos Philips Hue na Europa, com o Hue Bridge Pro a registar a subida mais significativa. O hub inteligente, lançado há cerca de um ano por 89.99 euros, passou primeiro para 99.99 euros em Março e vai agora passar para 149.99 euros(!) na maioria dos países europeus, representando um aumento acumulado de cerca de 66% face ao preço no início do ano.

O aumento é especialmente relevante para os utilizadores que pretendem tirar partido de futuras funcionalidades exclusivas do Hue Bridge Pro. Entre elas encontra-se a aguardada ferramenta "Backup & Restore", que não será disponibilizada para o antigo Hue Bridge branco. Apesar da subida no preço oficial, ainda é possível apanhar o Hue Bridge Pro ao preço antigo nalgumas lojas, uma vez que ainda não aplicaram os novos preços recomendados.
Na Amazon Espanha ainda é possível apanhar o Hue Bridge Pro por 91 euros - sendo recomendável aproveitarem enquanto dura.

A subida não se limita ao Hue Bridge Pro. Vários outros produtos da família Hue também ficaram mais caros nas últimas semanas, embora com aumentos menos agressivos entre 10 e 20 euros face ao preço original. Entre eles estão os packs de quatro lâmpadas e focos Hue Essential, que passaram de 59.99 para 69.99 euros. As fitas LED Hue Flux para interior e exterior, bem como a fita luminosa Hue OmniGlow de três metros, também sofreram aumentos de preço, tornando a entrada e expansão no sistema Philips Hue mais cara para os consumidores europeus.

№ 17

Bloco de tomadas vertical com USB a €42

Quem preferir ter tomadas em cima da secretária e com fácil acesso, pode fazer um 2-em-1 com este bloco de tomadas vertical com 12 tomadas e 6 portas USB.

Todos estamos habituados às extensões de tomadas múltiplas que inevitavelmente se espalham pelo chão e servem para multiplicar as sempre concorridas tomadas na parede. Mas, por vezes, pode ser bastante mais prático ter um bloco de tomadas mais acessível em cima da secretária, e este bloco vertical coloca 12 tomadas mesmo ali à mão, e com a vantagem acrescida de que também inclui 6 portas USB.
Este bloco de tomadas vertical Koosla 12 tomadas + 6 USB está disponível por 42 euros na Amazon Espanha.

Um detalhe interessante deste bloco é o facto de contar com três interruptores que permitem ligar / desligar as tomadas e portas USB de forma independente, um para grupo de tomadas e portas USB por patamar, para que - por exemplo - possam cortar a alimentação a produtos que não seja preciso deixarem em standby, mas manterem outros que desejem manter ligados.


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№ 18

Gmail muda de estrelas e marcadores amarelos para azuis

O Gmail decidiu mudar a cor dos marcadores de importância e estrelas, de amarelo para azul.

Milhões de utilizadores do Gmail estão a deparar-se com um aspecto inesperado nas suas inbox. A Google decidiu mudar as cores dos marcadores de importância e estrela, do tradicional amarelo para azul. Uma alteração que a equipa do Gmail diz que se deve a seguir os standards de acessibilidade, no sentido em que a cor azul é mais facilmente visível em todo o tipo de ecrãs do que a cor amarela.

No entanto, a explicação de pouco servirá para acalmar todos os utilizadores que se sentem "traídos" ao olhar para a sua inbox, especialmente nos casos em que já tinham as coisas configuradas com códigos de cores diferentes e já usavam estrelas azuis para outras coisas.

We updated our default star and “Important” label colors from yellow to blue to meet modern accessibility standards. This change ensures inboxes are clearer, easier to read, and more inclusive for everyone.

Thanks for your support in building a better, more accessible Gmail 💙

— Gmail (@gmail) September 16, 2026
Embora a Google possa ter boas intenções, a verdade é que o Gmail possibilita a configuração de cores das estrelas há mais de uma década, e não há grande desculpa para que esteja a fazer todos os seus utilizadores passarem por esta mudança abrupta e forçada.

Podiam muito bem implementar esta alteração apenas para as novas contas, e apresentar um aviso a sugerir a actualização para os utilizadores existentes - mas desde logo seria previsível que a maioria dos utilizadores preferisse manter-se no sistema a que já estava habituado. Afinal, quem não estivesse satisfeito com a cor amarela há muito que já a teria alterado para outra cor; e agora, teremos centenas de milhões de utilizadores do Gmail a levar com a alteração, quer queiram ou não.

№ 19

Snap aposta na AI para os óculos SPECS

A Snap vai apostar na AI para tentar tornar os óculos SPECS mais atractivos.

A Snap (criadora do Snapchat) apresentou novas funcionalidades, apps, e parcerias para os Specs, os seus primeiros óculos de realidade aumentada que mostrou em Junho. O dispositivo chegará aos Estados Unidos, Reino Unido e França no outono com um preço de 2.195 dólares, e aposta fortemente na inteligência artificial para complementar as experiências imersivas.

A principal novidade é o Specs Intelligence, um serviço AI que a empresa descreve como "antecipatório" e que cuidará das necessidades dos utilizadores. O agente AI foi concebido para funcionar em conjunto com os óculos, mas poderá ser também utilizador sem eles num iPhone e Mac, analisando apps e serviços ligados à conta do utilizador para apresentar informações relevantes. A Snap garante que os dados pessoais não serão utilizados para treinar modelos AI nem para publicidade personalizada, recorrendo a processamento local e infraestrutura cloud protegida.

Meet SPECS Intelligence.

It knows what’s important to you: your people, priorities, and what you’re working toward, so it can anticipate your needs before you have to ask.

Get Early Access on Mac + iPhone. No glasses required.https://t.co/CzEsVbftC0 pic.twitter.com/GNuMpJTp4F

— SPECS (@specs) September 17, 2026
Os óculos também vão oferecer acesso a várias experiências de entretenimento, educação, e desporto. Entre as novidades estão streaming de serviços de vídeo num ecrã virtual equivalente a uma tela de cinema de 115", integração com Spotify, tradução em tempo real em 60 idiomas, navegação aumentada, e informações turísticas sobre locais próximos. A empresa revelou ainda parcerias para experiências interactivas relacionadas com basquetebol, futebol, golfe, astronomia, e até missões espaciais históricas.

With SPECS, we can bring computing into the field, onto the store floor, or inside a factory.

In these moments, people need their hands free and their eyes up. Get to know some of the enterprise partners that we’re already working with. pic.twitter.com/0XBCVOkAZ7

— SPECS (@specs) September 17, 2026

Together with the @NBA, we built an experience that brings the energy of the game into every practice. pic.twitter.com/I8AevtzTVf

— SPECS (@specs) September 17, 2026
Além disso, os Specs suportam experiências partilhadas entre dois utilizadores através das chamadas Connected Lenses, permitindo jogar xadrez, ténis de mesa, ou dominó, em realidade aumentada em conjunto. Os óculos podem ainda funcionar como um ecrã para PC ou Mac e incluem um indicador LED para assinalar quando estão a gravar. A Snap apresentou também uma nova caixa de carregamento com ligação móvel integrada, que adiciona autonomia extra e conectividade celular para utilização longe do smartphone.

A grande questão é, estando a Snap associada ao Snapchat - mais popular entre o público mais jovem - será que tem o que é preciso para conquistar a confiança do público adulto do segmento que esteja disposto a gastar mais de 2 mil dólares nums óculos? Ou será que é uma aposta a longo prazo, para quando os seus actuais utilizadores crescerem e puderem comprar este tipo de dispositivo, por agora tentando fazer com que comecem a usar o Specs Intelligence antes de se converterem a outros agentes AI?

№ 20

Bloco de tomadas vertical com USB a €42

Quem preferir ter tomadas em cima da secretária e com fácil acesso, pode fazer um 2-em-1 com este bloco de tomadas vertical com 12 tomadas e 6 portas USB.

Todos estamos habituados às extensões de tomadas múltiplas que inevitavelmente se espalham pelo chão e servem para multiplicar as sempre concorridas tomadas na parede. Mas, por vezes, pode ser bastante mais prático ter um bloco de tomadas mais acessível em cima da secretária, e este bloco vertical coloca 12 tomadas mesmo ali à mão, e com a vantagem acrescida de que também inclui 6 portas USB.
Este bloco de tomadas vertical Koosla 12 tomadas + 6 USB está disponível por 42 euros na Amazon Espanha.

Um detalhe interessante deste bloco é o facto de contar com três interruptores que permitem ligar / desligar as tomadas e portas USB de forma independente, um para grupo de tomadas e portas USB por patamar, para que - por exemplo - possam cortar a alimentação a produtos que não seja preciso deixarem em standby, mas manterem outros que desejem manter ligados.


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