PlanetGeek
№ 01

eMudhra lança certificados de segurança inseguros

Num embaraçoso incidente de segurança, a eMudhra lançou certificados de segurança completamente inseguros, um deles usando uma chave de segurança com valor... 4.

A Mozilla, a Google e a Apple bloquearam oito certificados comprometidos emitidos pela eMudhra, depois de se descobrir que as respectivas chaves privadas eram tão fracas que podiam ser recuperadas instantaneamente. Os certificados eram considerados fiáveis pelos principais browsers e sistemas operativos, o que poderia permitir a atacantes fazerem-se passar por sites legítimos e interceptarem comunicações encriptadas. A falha foi descoberta a 17 de Outubro, quando um investigador de segurança analisava dados de certificados disponíveis publicamente.

Os certificados utilizavam chaves privadas P-384 geradas em Abril de 2025, mas um erro fez com que a empresa usasse chaves de teste em vez de chaves seguras. Em vez de oferecerem a segurança criptográfica esperada, com 2^384 possibilidades, as chaves podiam ser descobertas em apenas 256 tentativas. Um investigador demonstrou o problema ao publicar uma das chaves privadas, cujo valor era apenas 4 (as restantes não eram melhores: 56, 66, 115, 155, 156, 230, e 237).

A eMudhra atribuiu o incidente a um erro num script utilizado para gerar os certificados. A falha criou um segundo conjunto de chaves fracas, que foram utilizadas por engano devido à semelhança dos seus identificadores com os das chaves correctas. A empresa revogou os oito certificados e suspendeu a emissão de novos certificados. Também diz que a maioria dos certificados afectados nunca foi utilizada em produção e que não encontrou provas de que tenham sido usados para emitir certificados destinados a utilizadores finais. Ainda assim, as chaves fracas poderiam ter sido exploradas desde a sua criação, embora não existam ataques conhecidos confirmados.

Os fabricantes de browsers e outros programadores já começaram a implementar medidas de protecção. A Mozilla bloqueou os certificados através do sistema OneCRL do Firefox a 17 de Outubro, enquanto a Google e a Apple também avançaram com medidas idênticas. Os utilizadores e administradores devem instalar as actualizações disponíveis e confirmar se os seus sistemas ainda confiam nos certificados comprometidos.

№ 02

VW limita carga a 80% nos ID.4 e outros

Como parte de um processo de "recall" a VW está a aplicar um limite de carga de 80% em alguns ID.4 e outros modelos para evitar risco de incêndio nas baterias.

A Volkswagen está a pedir aos proprietários de determinados modelos eléctricos ID.4 que limitem o carregamento da bateria a 80%, no âmbito de uma recolha de segurança que abrange 22.524 veículos produzidos entre 2023 a 2026. Aparentemente, a empresa alemã determinou que certos padrões de carregamento, combinados com uma carga superior a 80%, podem provocar "propagação térmica na bateria", o que é a designação corporativa de "incêndio". Até existir uma solução definitiva, os proprietários são aconselhados a não carregar os carros acima desse limite.

A Volkswagen também irá aplicar remotamente esta limitação aos veículos abrangidos. Ainda assim, caberá aos proprietários aceitar ou recusar esta configuração temporária através da app myVW. Caso não recusem, a empresa irá activar automaticamente o limite a partir de 27 de Outubro.

A recolha surge na sequência de uma investigação à segurança das baterias, durante a qual a Volkswagen pediu informações adicionais à fornecedora SK Battery America sobre a produção e as células potencialmente afectadas. O problema também afecta veículos fora dos EUA. A Volkswagen já revelou que a falha poderá afectar milhares de veículos eléctricos do Grupo Volkswagen, incluindo os ID.3, ID.4, ID.7, ID. Buzz e Cupra Born.

Este tipo de problemas, de defeitos de fabrico nas baterias, tem infelizmente dado origem a casos bastante complicados (como foi o caso dos Chevy Bolt nos EUA). Mais triste é que, em vez de assumirem a falha e procederem à troca total do pack de baterias, muitas vezes os fabricantes tentam "disfarçar o problema", aplicando limites de carga e curvas de carregamento mais lentas, penalizando os consumidores. E, parece que a VW vai optar precisamente por esta solução. Ficamos a aguardar por desenvolvimentos.

№ 03

Adaptador de tomadas universal com 5 USB a €20

Este adaptador universal de tomadas da Lencent garante que podemos ligar qualquer aparelho a qualquer tomada, e poupar carregadores USB adicionais.

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas este adaptador universal com portas USB integradas acaba por ser uma solução bastante atractiva para quem viaja frequentemente, ou simplesmente quer estar preparado para nunca ser apanhado desprevenido em termos de formatos de tomadas - e simultaneamente evitando a necessidade de transportar até cinco carregadores USB adicionais na sua bagagem.
Este adaptador de tomadas universal da Lencent tem 5 portas USB e está disponível por apenas 20 euros na Amazon Espanha - têm também disponível uma versão de 65W.

O módulo encaixa, e permite encaixar, tomadas eléctricas de praticamente todos os formatos existente (UE, Reino Unido, EUA, Austrália, etc.) e inclui 5 práticas portas USB, 3 delas sendo USB-C até 15 W, que podem fornecer até um máximo de 2.4 A por porta, perfeitas para recarregar smartphones, câmaras e outros equipamentos quando se vai de férias.


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№ 04

Próxima Xbox "Helix" poderá custar $1800

A próxima geração da Xbox, com nome de código Helix, poderá custar até 1.800 dólares.

A sucessora da Xbox Series X, com nome de desenvolvimento "Project Helix" só deverá chegar em 2028, mas já circulam rumores de que a Microsoft estará a considerar uma consola que terá um preço de 1.200 a 1.800 dólares. Um valor que muitos consideram ser totalmente irrealista.

Até há bem pouco tempo, seria impensável que uma consola de jogos pudesse custar 1.000 dólares. E no entanto, estamos actualmente a viver uma realidade em que as consolas estão substancialmente mais caras do que custavam originalmente quando foram lançadas, devido ao aumento brutal do preço da RAM, das memórias NAND Flash, e dos GPUs. Isso já teve como efeito fazer com que o patamar dos 1.000 dólares até começasse a parecer normal; e parece ter dado à MS a justificação para que o tal preço de 1.200 a 1.800 dólares pudesse ser considerado.

Alguns tentam justificar esse valor, dizendo que poderá ser aceitável se a consola chegar com hardware competitivo face a um PC de valor idêntico, mas outros dizem que esta estratégia irá ser um desastre, pois irá fazer com que muitas poucas pessoas comprem a consola, fazendo com que a mesma se torne também menos convidativa para que os estúdios percam tempo a optimizar os seus jogos para ela - mesmo considerando que basicamente será um "PC Windows" vestido de consola.

Infelizmente, com a situação da RAM e SSDs a dever manter-se até 2030, a MS poderá não ter grandes opções de escolha, se quiser lançar uma nova Xbox antes do final da década.

№ 05

JustWatch lança serviço de streaming JustWatch TV

A JustWatch lança um serviço de streaming, mas que ainda não chega a Portugal.

A JustWatch, o popular guia de streaming que se torna indispensável para descobrir que filmes e séries estão disponiveis em cada serviço de streaming, está a lançar o seu próprio serviço de streaming. Chamada JustWatch TV, a nova plataforma vai disponibilizar conteúdos de 30 parceiros, com uma modalidade gratuita com apresentação de publicidade, uma subscrição paga sem publicidade, e uma loja de aluguer de filmes. A iniciativa representa uma mudança para a empresa, que há 12 anos se dedica a ajudar os utilizadores a descobrir onde podem ver filmes e séries.

A oferta da JustWatch TV será sobretudo composta por filmes e séries mais antigos, bem como produções independentes, colocando o serviço em concorrência com plataformas como a Tubi e a Plex e com serviços de subscrição mais baratos. Os utilizadores também poderão "requisitar" títulos que gostariam de ver disponíveis, influenciando os futuros conteúdos da plataforma.
A JustWatch TV será integrada no site e nas apps da empresa e ficará disponível nos EUA, o Reino Unido, a Alemanha, França, Itália, Austrália e Nova Zelândia. A modalidade gratuita terá uma selecção de conteúdos com publicidade, enquanto a JustWatch TV Plus oferecerá mais de 300 títulos sem anúncios, além de funcionalidades como filtros avançados e opções para ocultar conteúdos já vistos ou que os utilizadores não gostaram. A subscrição custará 3.99 dólares por mês, havendo também uma promoção limitada dde 49.99 dólares para acesso vitalício (embora já se saiba que estas ofertas "vitalícias" raramente durem o tempo prometido).

Infelizmente, por agora a JustWatch TV não fica disponível em Portugal, embora a empresa prometa a expansão para mais países nos próximos meses.

№ 06

Falhas críticas no PHP deixam internet em risco

Vão ser hoje reveladas duas vulnerabilidades críticas no PHP, que poderão causar grandes problemas em milhões de sites na internet.

Os administradores de sistemas PHP estão a ser aconselhados a preparar-se para aplicar actualizações de segurança urgentes, depois de terem surgido informações sobre duas vulnerabilidades críticas antes da divulgação inicialmente planeada. A equipa de desenvolvimento do PHP atribuiu a ambas uma classificação CVSS de 9.2 e prevê disponibilizar as correções durante o dia de hoje. O PHP é amplamente utilizado em sites, sistemas de gestão de conteúdos, lojas online e aplicações web, sendo por isso um alvo bastante apetecido.

Investigadores de segurança alertam que que estss vulnerabilidades, identificadas como CVE-2026-109618 e CVE-2026-109619, permitem potencialmente a execução remota de código (RCE) e poderão afectar as versões 5, 6, 7 e 8 do PHP. Os investigadores confirmaram que as falhas são reais e conseguiram reproduzir uma delas, mas estão a evitar divulgar detalhes técnicos antes das correções serem disponibilizadas. Da mesma forma, a equipa do PHP também não confirmou ainda quais as versões afectadas nem explicou como as vulnerabilidades podem ser exploradas.

The PHP security team is giving advance notice: Upcoming security release Wed, Oct 21st 2026, 14:00UTC, two critical vulnerabilities, both rated CVSSv4 9.2. PHP users are encouraged to prepare to update. Earlier release if details become public or active exploit evidence.

— The PHP Foundation (@ThePHPF) October 20, 2026
A divulgação das falhas estava originalmente prevista para quinta-feira, 22 de Outubro, mas as informações começaram a circular mais cedo que o esperado, tendo levado à sua antecipação.

Muitos sites optarem por tomar medidas preventivas e desactivar certas secções, como forma de se precaverem contra eventuais ataques até que as actualizações sejam disponibilizadas e aplicadas. Dito isto, haverá milhões de sites que usam PHP e que se mantêm sem gestão activa, e que se tornaram em alvos óbvios para atacantes nos próximos tempos.

№ 07

SpaceX vai tentar apanhar Starship no próximo voo

O público poderá ver a Starship da SpaceX a pousar directamente na torre já no próximo mês.

Elon Musk anunciou que a SpaceX planeia tentar apanhar tanto a Starship como o foguetão Super Heavy no próximo mês. Se a operação for bem-sucedida, será a primeira vez que um veículo de lançamento orbital é recuperado na sua totalidade. Musk acredita que o teste tem boas hipóteses de correr bem, embora - como habitualmente - admita que o sucesso não está garantido. Caso falhe, a empresa pretende continuar com mais lançamentos de teste até ao final do ano, e acelerar ainda mais o ritmo em 2027.

A Starship é um sistema de lançamento composto por duas etapas, com cerca de 120 metros de altura, que combina o propulsor Super Heavy com a nave Starship. Ambos utilizam motores Raptor alimentados por metano líquido e oxigénio líquido. A SpaceX concebeu o sistema para regressar ao local de lançamento, onde uma torre equipada com braços mecânicos poderá apanhar o foguete e a nave no ar, permitindo a sua reutilização (de notar que a SpaceX já o conseguiu fazer, algumas vezes, apenas para o Super Heavy).

Elon Musk has just confirmed that @SpaceX will attempt to catch Starship on flight 15 next month.

They've released a new simulation video of what it will look like: pic.twitter.com/cAheevK6kD

— Sawyer Merritt (@SawyerMerritt) October 20, 2026
[vídeo demonstrativo de como se espera que o teste decorra]

O último lançamento da Starship alcançou dois marcos importantes: colocou a nave em órbita terrestre e lançou, pela primeira vez, os satélites V3 da Starlink, maiores e mais avançados. No entanto, a missão enfrentou problemas quando um dos motores Raptor se desligou prematuramente durante a subida. A SpaceX adaptou o plano de voo e continuou com os motores restantes, mas reduziu a missão prevista de 10 horas para cerca de três horas e apenas duas órbitas.

Nenhuma das etapas foi recuperada após o lançamento. O propulsor Super Heavy caiu no Golfo do México, enquanto a etapa superior da Starship realizou uma manobra de saída de órbita antes de terminar numa amaragem no oceano Pacífico. A próxima tentativa da SpaceX será, por isso, um passo importante para concretizar o objectivo de recuperar e reutilizar todo o sistema de lançamento.

№ 08

Xiaomi Smart Band 11 Active a €30

A Xiaomi Smart Band 9 Active é uma das propostas mais económicas para quem desejar fazer tracking da sua actividade diárias.

A Xiaomi Smart Band 11 Active vem com um ecrã AMOLED de 1.47", com formato que fica entre o formato estreito das "Smart Band" e o formato rectangular dos smartwatches. Além das capacidades de tracking da actividade física ao longo do dia e dezenas de desportos específicos, conta também com monitorização da frequência cardíaca e SpO2 durante todo o dia, contribuindo para a potencial detecção de situações anómalas. A autonomia continua a ser um dos pontos fortes, com até 21 dias de uso típico, contando também com resistência à água até 5 ATM e disponibilizando uma grande variedade de mostradores para que cada utilizador possa escolher aquele que prefere para cada momento.

De momento, podemos apanhar a Xiaomi Smart Band 11 Active por 30 euros na Amazon Espanha.

Pode ser utilizada tanto em smartphones Android como iPhones, incluindo compatibilidade com o Strava, para além de outras apps. Também pode fazer a monitorização do sono. E tendo em conta o seu preço extremamente acessível, torna-se numa excelente proposta para quem desejar começar a criar um registo da sua actividade física ao longo do tempo, e que - directamente ou indirectamente - poderá servir como incentivo para adoptar um estilo de vida mais saudável.


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№ 09

RAM e SSDs vão subir ainda mais até ao final do ano

O preço da memória RAM e memórias NAND Flash deverá subir ainda mais nestes últimos meses do ano.

Más notícias para quem estivesse a pensar comprar um novo computador ou fazer upgrades nesta fase final de 2026. Os preços da RAM estão a subir novamente, com os analistas a preverem aumentos de 10 a 15% na DRAM e de 15 a 20% na NAND (SSDs) durante o quarto trimestre de 2026. A escassez, provocada pela forte procura dos centros de dados de inteligência artificial, já fez subir os preços da memória entre 400 e 500% desde meados de 2025.

O principal motivo é a crescente procura por infraestrutura de inteligência artificial. A Samsung, a SK Hynix e outros fabricantes estão a dar prioridade à memória HBM (High Bandwidth Memory) e à RAM para servidores, produtos em que têm margens de lucro mais elevadas, deixando menor capacidade de produção para os produtos destinados ao mercado de consumo. A saída da Micron do mercado de memória para consumidores e a redução da produção de standards mais antigos, como a DDR4, agravaram ainda mais esta escassez.

Os consumidores já estão a sentir os efeitos, com os preços dos PCs, portáteis e smartphones a aumentar significativamente. Fabricantes chineses como a YMTC e a CXMT poderão ajudar a aliviar a situação, mas não se espera que a sua produção tenha um impacto significativo antes de 2028 ou 2029. As perspectivas continuam pouco animadoras. Os fabricantes estão a ter dificuldades em aumentar a produção ao ritmo necessário para acompanhar a procura, pelo que não são esperadas descidas significativas dos preços antes do final década. Até lá, quem tiver mesmo que fazer upgrade à RAM, terá que pagar valores cada vez mais exorbitantes por isso.

№ 10

WhatsApp prepara browser integrado

O WhatsApp está a preparar um browser integrado na app, evitando o uso de browsers externos.

À semelhança de muitas outras apps, também o WhatsApp parece estar a querer transitar para o uso de um browser integrado na app. Depois de o ter feito apenas para alguns sites, a mais recente versão beta para iOS expande o seu uso para todos os links que se cliquem nas mensagens.

O uso de um browser integrado na app pode tornar a experiência mais fluída, evitando o salto para o browser do sistema, mas também levanta algumas preocupações.
As apps que usam browsers integrados podem recolher bastantes mais informações sobre tudo o que os utilizadores fazem nas páginas visitadas. E, se mal implementados, podem também resultar em coisas como o que acontece com o X, onde se vai acumulando centenas ou milhares de sessões abertas.

Pelo menos, com base nesta versão beta, esta opção no WhatsApp continuará a ser uma opção, permitindo que os utilizadores continuem a manter o uso do browser predefinido do sistema quando clicarem num link.

№ 11

Google associa telefone a todas as contas usadas no mesmo dispositivo

Num aparente atropelo à privacidade, a Google está a associar números de telefone a todas as contas iniciadas no mesmo dispositivo Android.

A Google está a associar automaticamente os números de telefone a todas as contas Google com sessão iniciada no mesmo dispositivo Android, incluindo contas profissionais secundárias, e perfis que os utilizadores podem querer manter separados.

A funcionalidade pretende facilitar a utilização dos serviços da Google, mas o facto de estar activada de origem está a levantar preocupações de privacidade, sobretudo entre quem mantém contas pessoais e profissionais separadas e as deseja manter totalmente separadas e independentes.

Alguns utilizadores relatam ter recebido emails inesperados da Google a confirmar que os seus números de telefone foram verificados, apesar de nunca terem dado autorização explícita para esse processo. Segundo a documentação da empresa, a verificação automática permite à Google e às operadoras confirmar periodicamente os números de telefone, garantindo o funcionamento de funcionalidades como a recuperação de contas, mensagens RCS, serviços de emergência, e Quick Share. No entanto, o processo também pode associar um número a várias contas presentes no mesmo dispositivo.

É possível desactivar este comportamento em Definições > Google > Todos os serviços > Verificação do número de telefone, desligando a opção "Verificar números de telefone automaticamente" - com os nomes dos menus a poderem variar consoante o dispositivo. Para piorar a situação, alguns utilizadores dizem que opção por vezes se volta a activar automaticamente depois de ser desligada.

Adicionalmente, desactivar a verificação automática não elimina os números de telefone que já estão associados às contas. Para os remover, é necessário aceder à página de informações pessoais da Conta Google, abrir Informações de contacto > Telefone e apagar o número das contas em que não se queira o número associado.

Portanto, fica o alerta: quem quiser manter os seus perfis totalmente separados, deverá verificar estas definições manualmente, e voltar a confirmá-las de forma regular.

№ 12

X mantém centenas de sessões abertas

O X (Twitter) pode manter centenas ou milhares de sessões abertas, que convém serem fechadas manualmente.

A app do X tem uma particularidade pouco conhecida que pode causar alguns dissabores. Uma vez que a app há muito que passou a utilizar um browser integrado quando se clica num link nos tweets - em vez de mandar para browser do sistema - tem também mantido sessões abertas de cada vez que se clica num link.

O resultado, é que uma visita à página de informação sobre a conta, pode revelar que existem centenas ou milhares de sessões abertas, dependendo da frequência com que abrem links na app!
Para fazer a limpeza, será necessário irem a (no browser): More > Settings and Privacy > Security and account access > Apps and sessions > Sessions.

Aí poderão ver as sessões activas da vossa conta (também podem procurar a secção equivalente nas apps), potencialmente mostrando centenas ou milhares de entradas. Felizmente, existe a opção "Log out of all other sessions" para limpar todas essas sessões, mantendo apenas aquela em que se está.

Até que o X reveja o comportamento de abertura dos links nas suas apps, será conveniente ir espreitando esta secção de tempos a tempos, para ir limpando as sessões manualmente.


№ 13

Webcam Anker PowerConf C200 2K a €60

Melhorar a qualidade de vídeo nas video-conferências ganhou uma importância fundamental, e por isso hoje trazemos-vos uma webcam Anker PowerConf C200 que poderá fazer isso e está disponível para entrega imediata.

Depois do período de confinamento COVID ter promovido o tele-trabalho, aulas remotas, e muitas videoconferências, passou a dar-se valor a um componente que até aqui era quase sempre ignorado: a câmara utilizada. E se a webcam de baixo custo integrada no portátil ou que usam no computador desktop não satisfizer, há opções de melhor qualidade, como é o caso desta webcam da Anker com qualidade 2K e microfones com cancelamento de ruído. Uma câmara que está disponível a preço interessante, fazendo esquecer a época dos preços inflacionados da pandemia.
Esta Anker PowerConf C200 2K está disponível por 60 euros com envio da Amazon Espanha.

A câmara conta com um sistema de clip que lhe permite ser posicionada na parte superior de um monitor ou ecrã de um portátil. Conta também com um obturador integrado para total de privacidade, cobrindo a objectiva quando não estiver a ser usada.

Se quiserem algo ainda melhor, podem dar o salto para uma webcam 4K, mas será discutível se efectivamente compensa em relação custo/benefício.


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№ 14

iPhone Duo tem ecrã demasiado mole?

Com os iPhone Duo a chegarem aos primeiros clientes, surgem relatos que o ecrã é "mole" na zona da dobra.

Apesar de muitas pessoas poderem ter que esperar até 2027 para receberem os seus iPhone Duo, outros têm tido mais sorte. E com os primeiros contactos de clientes reais, chegam também informações adicionais sobre o seu ecrã dobrável.

Apesar de já ter sido bastante discutida a questão de se o vinco da dobra é vísivel ou não, agora surge a indicação de que a parte do ecrã nessa zona é extremamente mole e maleável, ao ponto de criar ondulações visíveis ao se pressionar com os dedos.

BREAKING!A shocking new discovery about the iPhone Duo's foldable display!

According to Weibo user Kang, the screen around the iPhone Duo's crease is surprisingly SOFT to the touch. When pressed with a finger, the surface can even develop visible WRINKLES!

This is something… pic.twitter.com/iBZSd7gF4t

— Ice Universe (@UniverseIce) October 20, 2026
Isto poderá indicar que a táctica da Apple para minimizar a marca do vinco tenha sido maximizar a flexibilidade do ecrã nessa área, de modo a melhor resistir ao uso a médio e longo prazo.

De notar que, tal como nos smartphones com ecrãs dobráveis já no mercado, o vinco se torna bastante menos visível com o ecrã ligado a apresentar conteúdos, e que normalmente só se torna visível sob condições de iluminação específicas. No caso do Duo, o efeito também é minimizado pelo recurso a um acabamento mate do ecrã, que minimiza os reflexos. Dito isto, e apesar de tirar partido dos anos de experiência da Samsung no fabrico destes ecrãs, continua a ser um ecrã de "primeira geração" para um iPhone, e como tal, será de imaginar que tenha os seus pontos fracos.

№ 15

Google Home com controlo Matter local para lâmpadas Hue

O Google Home passa a suportar o controlo de lâmpadas Philips Hue via Matter localmente.

A Google está a melhorar a aplicação Google Home com suporte para controlo local através do Matter nas luzes Philips Hue (e outros dispositivos), tornando a iluminação inteligente mais rápida e fácil de usar. As Hue Bridges existentes serão actualizadas automaticamente para permitir o controlo local através de hubs Google Home compatíveis, sem que os utilizadores tenham de voltar a emparelhar os dispositivos.

Esta actualização deverá reduzir significativamente os tempos de resposta e tornar o controlo das luzes Hue através da app Google Home mais fiável. Embora as luzes já respondam de forma relativamente rápida em circunstâncias normais, o controlo local irá tornar a utilização diária ainda mais fluida, ao ligar e desligar as luzes, e principalmente, ou ajustar a intensidade da iluminação. Outra grande vantagem será a possibilidade de controlar as luzes Hue através do Google Home mesmo quando a ligação à Internet falha, desde que os dispositivos continuem ligados à mesma rede local. Desta forma, o sistema passa a depender menos dos serviços na cloud e mantém-se mais útil quando há problemas com a ligação à Internet.

A Google está também a melhorar o controlo local de outros dispositivos compatíveis com Matter, prometendo respostas mais rápidas e maior fiabilidade. Além disso, a actualização inclui uma renovação visual dos controlos principais para luzes, tomadas inteligentes, e interruptores de outras marcas, proporcionando uma interface mais moderna para gerir os dispositivos da casa inteligente.

№ 16

Revolut em baixo deixa clientes encravados

Os serviços da Revolut estão em baixo, impossibilitando pagamentos e transferências.

A Revolut está a trabalhar para recuperar os seus serviços depois de uma falha de grande dimensão ter afectado as operações bancárias online a nível mundial. Milhares de utilizadores têm relatado problemas na app, serviços de banca móvel, e nas transferências entre contas, enquanto a página de estado da empresa assinalava perturbações em 28 serviços.

A falha afectou várias funcionalidades essenciais, incluindo o início de sessão nas contas, pagamentos com cartão, transferências de dinheiro, câmbio de moeda, negociação de acções, e o próprio chat de apoio ao cliente. A Revolut confirmou que estava a investigar o incidente e pediu desculpa pelos inconvenientes, mas ainda não revelou a causa da interrupção.

We are currently experiencing a service disruption affecting multiple services. We can confirm that all our customers’ money and data are safe. We’ve been working to fix the issue since it was identified this morning and apologise to anyone affected and for any inconvenience caused.

— Revolut (@Revolut) October 20, 2026
Apesar dos problemas generalizados, a Revolut garante que o dinheiro e os dados pessoais dos clientes estão seguros.

Este incidente surge poucas semanas depois da Revolut ter revelado uma outra violação de dados, na qual informações pessoais de um número não revelado de clientes foram partilhadas com alguém que se fazia passar por uma entidade governamental. A empresa conta com mais de 80 milhões de clientes em mais de 160 países, tornando esta falha uma perturbação significativa para utilizadores em todo o mundo.

№ 17

Spotify combate partilha de contas

O Spotify está a endurecer o combate à partilha de contas entre amigos, com novos métodos de validação.

Não é segredo que existem muitas pessoas que partilham os planos de família do Spotify com amigos, como forma de reduzirem o custo mensal do serviço. No entanto, ao estilo que já foi feito por muitos outros serviços de streaming, também o Spotify parece estar a começar a combater esta prática.

Segundo as equipas de suporte do Spotify, poderá surgir um pedido de "verificação" nos dispositivos suspeitos, sendo necessário fazer a leitura de um QR Code no smartphone principal para certificar a conta familiar. Isto por si só não seria problema (poderia manter-se a imagem para um amigo), mas o processo complica-se pois a imagem do QR Code irá mudar a cada poucos segundos, e ambos os smartphones terão que estar na mesma localização.

Também existe um prazo máximo de 7 dias para que essa verificação seja efectuada, caso contrário o utilizador em causa será relegado para uma conta Spotify gratuita. E, no caso de falhar esta verificação, a conta ficará impedida de se associar a outro plano Família ou Duo durante 12 meses.

Isto não irá impedir que os grupos de partilha do Spotify continuem a existir, nomeadamente entre amigos que estejam juntos regularmente, mas poderá complicar partilhas com pessoas que estejam distantes fisicamente.

№ 18

VW lança ID.Cross de €28.000

A VW disponibiliza finalmente a variante mais económica do ID.Cross, com bateria de 37 kWh e preço a começar nos 28 mil euros.

A Volkswagen lançou na Europa a versão de entrada do seu SUV eléctrico ID.Cross, com um preço inicial abaixo dos 28 mil euros. A nova configuração combina uma bateria de 37 kWh com um motor de 116 cv e custa 27.995 euros, tornando-se uma opção mais acessível para quem procura um eléctrico para as deslocações do dia a dia.

A bateria mais pequena também pode ser combinada com um motor mais potente de 135 cv, enquanto a versão com bateria de 52 kWh melhora as prestações com um motor dianteiro de 211 cv. Segundo a Volkswagen, o modelo de 37 kWh e 116 cv oferece uma autonomia WLTP de até 324 km e consegue carregar dos 10% aos 80% em 23 minutos. A velocidade máxima é de 160 km/h, o que permite utilizá-lo tanto em cidade como em autoestrada - embora a autonomia se deva esgotar rapidamente a essas velocidades.
O ID.Cross está disponível em três níveis de equipamento: Trend, Life e Style. A versão de entrada Trend inclui Park Distance Control, integração com smartphones através do App Connect, e um ecrã central de infotainment de grandes dimensões, oferecendo as funcionalidades essenciais sem aumentar demasiado o preço.

As versões Life e Style acrescentam mais tecnologia e conforto, incluindo o Connected Travel Assist, com assistência à condução preditiva, sistema de som Harman Kardon, tejadilho panorâmico, e bancos com regulação eléctrica em 12 posições e funções de massagem.

Este é um modelo que chega numa altura importante, em que muitos europeus procuram carros eléctricos como forma de escaparem à subida acentuada do preço dos combustíveis.

№ 19

Ganha um hub USB 3.0 Anker 4-portas

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta é um hub USB compacto da Anker.

A moda do minimalismo faz com que muitos portáteis venham com um número reduzido de portas USB, que obriga ao uso de hubs USB. No entanto, há muitos outros cenários em que estes multiplicadores de portas são convenientes: por exemplo, em Smart TVs em que se queira evitar ter que tentar acertar nas fichas USB que ficam escondidas na traseira. É por isso garantido que todos poderão dar uso a um destes hubs USB Anker de 4 portas.
Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

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Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

№ 20

Xiaomi 18 Pro deverá começar nos €1499 na Europa

Os novos Xiaomi 18 Pro e 18 Pro Max deverão chegar à Europa com preços bastante elevados.

Novos rumores revelam os preços esperados e as capacidades das baterias do Xiaomi 18 Pro e Xiaomi 18 Pro Max na Europa, indicando que ambos poderão ser bastante mais caros que os seus antecessores. Caso as informações se confirmem, o Xiaomi 18 Pro com 256 GB de armazenamento poderá custar 1.449 euros, enquanto a versão de 512 GB deverá chegar aos 1.649 euros.

O Xiaomi 18 Pro Max poderá ser ainda mais caro, com um preço anunciado de 1.849 euros para a versão de 512 GB. Este valor colocá-lo-ia ao mesmo nível do iPhone 18 Pro Max com a mesma capacidade de armazenamento. Na Europa, o Pro Max deverá também ser comercializado apenas numa configuração de armazenamento.

As capacidades das baterias, como tem sido habitual, poderão ser inferiores às dos modelos chineses. O Xiaomi 18 Pro europeu deverá incluir uma bateria de 6.000 mAh, em vez dos 7.000 mAh da versão chinesa, enquanto o Pro Max poderá ver a sua capacidade reduzida de 8.500 mAh para 7.050 mAh. Uma má notícia, especialmente tendo em conta que a Apple já mostrou como se pode contornar esta questão, com uma "limitação de carga" durante o transporte, que assegura que as baterias ficam dentro dos limites permitidos pelas empresas de transportes. As velocidades de carregamento deverão continuar competitivas, com o Xiaomi 18 Pro a suportar carregamento com fios de 90 W e o Pro Max a chegar aos 100 W. Ambos deverão manter o carregamento sem fios de 50 W.

Os rótulos energéticos europeus dos dois modelos já foram publicados, indicando que a Xiaomi espera que as baterias de ambos os telemóveis suportem pelo menos 1.000 ciclos de carregamento antes da capacidade descer abaixo dos 80% do valor original. Embora os preços e as especificações ainda não sejam oficiais, a publicação dos rótulos energéticos aponta para uma chegada iminente ao mercado europeu.