Tal como tinha indicado, a Google começou a alertar para apps com consumo excessivo de bateria na Play Store.
A Google começou a informar os utilizadores para apps na Play Store que podem consumir bateria em excesso. A novidade faz parte de uma actualização que mostra avisos para apps com actividade excessiva em background, ajudando os utilizadores a identificar mais facilmente as apps que podem reduzir a autonomia do smartphone.
Quando uma aplicação ultrapassa determinados limites de consumo energético, a Play Store passa a mostrar um aviso com a mensagem de que a app pode usar mais bateria do que o esperado. Esta informação surge directamente na página da app, permitindo aos utilizadores perceber o impacto potencial antes de instalarem o software.
A funcionalidade está ligada a um novo sistema chamado "Excessive Partial Wake Lock", que analisa o comportamento das apps no Android. Uma aplicação é considerada problemática se mantiver um partial wake lock durante pelo menos duas horas, em média, com o ecrã desligado, em mais de 5% das sessões de utilizador ao longo dos últimos 28 dias. Embora estes mecanismos sejam por vezes necessários para certas funcionalidades, a Google lamenta que muitas apps façam um uso abusivo deles, prejudicando a autonomia dos dispositivos.
Os avisos começaram a ser apresentado a partir de 1 de Março. Além de alertar para consumo excessivo de bateria, a Play Store também pode apresentar avisos para apps que apresentem problemas frequentes, como bloqueios e crashes, com base em dados recolhidos de dispositivos semelhantes aos dos utilizadores. Isto permite que cada pessoa tome uma decisão mais informada sobre se vale a pena instalar uma determinada app.
Os ficheiros do Office continuam a ser o formato habitual em muitos locais de trabalho e escolas, e as aplicações desktop são a forma mais simples de evitar surpresas estranhas de formatação e dores de cabeça de compatibilidade.
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A Microsoft começou a revelar alguns detalhes sobre o que prepara para a próxima geração de Xbox, com nome de código Project Helix.
Com a total remodelação da chefia da divisão Xbox, há grande curiosidade sobre qual irá ser o rumo para o futuro. Mas, as coisas parecem manter-se tal como estavam, com este Project Helix a aproximar a futura consola ainda mais do universo dos PCs.
Uma das novidades mais interessantes é que o Project Helix deverá conseguir executar jogos Xbox e jogos de PC, sugerindo que a próxima consola poderá funcionar como uma espécie de híbrido entre consola e PC gaming. Isto pode abrir a porta ao acesso a lojas digitais de PC directamente na consola, como Steam, Epic Games Store ou GOG. Ainda assim, também existe a possibilidade da Microsoft incentivar os estúdios a utilizarem a loja Microsoft / Xbox.
Great start to the morning with Team Xbox, where we talked about our commitment to the return of Xbox including Project Helix, the code name for our next generation console.
Project Helix will lead in performance and play your Xbox and PC games. Looking forward to chatting about… pic.twitter.com/Xx5rpVnAZI
A Microsoft diz que o Project Helix irá "liderar em desempenho", indicando um salto significativo em termos de hardware. Rumores apontam para a utilização de um CPU AMD Zen 6 e GPU AMD RDNA 5, além de NPU dedicado para tarefas de inteligência artificial. Este tipo de componente poderá permitir novas funcionalidades baseadas em AI, tanto para jogos como para o sistema, e permitir jogos 4K com ray-tracing a mais de 60 fps (claro, com ajuda das tecnologias de "aceleração" dos frames). O lado negro de tudo isto, é que se espera que a futura Xbox vá ter um preço de 1000 a 1500 dólares.
A nova consola deverá chegar ao mercado no próximo ano, numa altura em que ainda deverá sofrer com a escassez / preço elevado das memórias RAM (alguns rumores apontam para que tenha 48GB de RAM). Mas, também a Sony já veio dizer que, contrariamente aos rumores, vai manter o seu plano de lançamento da próxima PS6, argumentando que apesar do custo extra da memória, ficaria mais caro à empresa adiar a nova consola.
A Apple poderá lançar novo segmento Ultra para o iPhone, AirPods e MacBook.
A par do novo iPhone dobrável, há rumores que apontam para que a Apple possa expandir a secção "Ultra" que actualmente aplica ao Apple Watch, numa altura em que os modelos mais acessíveis já estão bem estabelecidos, e onde os modelos mais caros continuam a não ter problemas em vender acima das expectativas.
Entre os lançamentos esperados está um possível iPhone Ultra, que poderá marcar a estreia do primeiro iPhone dobrável da Apple (e que permitiria escapar à designação convencional "iPhone Fold" usada pela maioria dos concorrentes), embora seja discutível sobre se a designação "Ultra" conseguirá sobrepôr-se à designação popular que, muito provavelmente, continuaria a designá-lo por iPhone Fold.
Mas além do iPhone Ultra, a Apple poderá também lançar uns AirPods Ultra, posicionados acima dos actuais AirPods Pro e podendo incluir algumas das coisas que têm sido faladas, como câmaras com capacidade para recolher dados visuais que seriam utilizados para funções visuais (Visual Intelligence na futura Siri AI). E, para completar o conjunto, podemos também ter um MacBook Ultra. Este portátil deverá trazer um ecrã OLED com touch, ficando acima dos MacBook Pro com chips M5 Pro e M5 Max (com preço que deverá mesmo justificar a designação "Ultra").
A mais longo prazo, a Apple poderá expandir esta estratégia "Ultra" a outros produtos, incluindo coisas como um iPad dobrável, e até um iMac mais poderoso com ecrã maior.
It’s not a secret that I’ve always tried to self host some services. I’ve always had some trust issues with the cloud giants with my data. My HP Microserver Gen8 that just won’t die, is running hosted services for over a decade. That box has been my data safe haven while everything else around it has become more hostile, more extractive, and more controlled.
I’ve lived the last years leveraging cloud services, paying for most of them, but now, with geopolitical tensions escalating, Big Tech’s systematic erosion of privacy via services, platforms or AI, and legislation in both the US and EU that seems designed to benefit surveillance capitalism over citizens, I’m accelerating my exit from US-owned platforms and closed-source ecosystems. It’s not paranoia, it’s about risk management… I know risk when I see it.
I won’t lie to you, this transition hasn’t been trivial, but it’s not impossible either. For most of my adult life, Google and Android were my default ecosystem, paired with Windows. I dabbled in Apple gear for a while, but the walled garden mentality that pervaded Apple, never sat right with me. I couldn’t stand how closed iOS was, how forbidden upgrading a mac laptop suddenly became.
What’s worse, the innovation has stalled. iOS and macOS feel like they’re coasting on brand loyalty. Even Samsung is loosing its edge. The Galaxy S26 lineup lacked any palpable innovation. When you only get a spec bump and a privacy screen as selling points for a new generation of smartphones, you should go back to R&D urgently. Also, killing bootloader unlocking on all phones with One UI 8 is a shit move. Allied to this, Google’s Android developer verification program falls inline with all the rest of the privacy woes.
It’s getting hard not to fall into all the traps. The industry is consolidating around convenience and AI at the cost of agency, privacy and innovation.
Here’s what I’m building toward.
These aren’t preferences, they are requirements:
Privacy — Not “privacy by design” marketing speak. Actual privacy. End-to-end encryption where it matters. No telemetry. No behavioral profiling. No data being sold to the highest bidder. If I can’t audit what’s happening to my data, I don’t trust it.
Sovereignty — Both technological and data sovereignty. I want to know where my data lives, who controls the platform / solution / application / infrastructure, and what legal jurisdiction applies. Being subject to US CLOUD Act requests or EU data localization requirements without my consent isn’t acceptable. I choose my jurisdiction, not a Terms of Service agreement I didn’t negotiate.
Open Source — Closed source is a black box. Open source means I can inspect, modify, and understand the software I depend on. It means there’s a community that shares the same ethos and concerns that I do and it’s keeping a keen eye on the code. This is a difficult one. There are a lot of open source solutions out there, but not always they have all the features that I’m looking for… The bare minimum requirement is that there’s no proprietary format that can lock me out if I want to move on to another solution.
Self-Hosting Capability — If I can’t run it on my own hardware, I don’t fully own it. This doesn’t mean everything has to be “on-prem”, but if the option exists, it’s a plus point. Vendor lock-in is a form of leverage, and I refuse to give anyone leverage over my digital life.
What’s Next? This isn’t a finished project. It’s ongoing. In future posts, I’ll document the specific tools, migrations, and compromises I’m making along the way. Some will work. Some won’t. I’ll share both.
If you’re considering a similar path, start small. Pick one service. Migrate it. Learn what breaks. Then move to the next. The goal is to progress toward actual control over your digital existence.
Há nova polémica no mundo da AI e da consciência virtual, com a criação de uma mosca com cérebro AI e corpo virtual.
Investigadores dizem ter criado a primeira mosca virtual com "upload" do seu cérebro para um modelo AI, ligado a um corpo virtual, e que se comporta como uma mosca verdadeira quando colocada num mundo virtual.
Este trabalho expande projectos anteriores, como o que fez o scan detalhado de parte do cérebro de uma mosca, e da criação de moscas "AI". Mas existe uma grande discussão sobre a semântica do que representa o suposto "upload de cérebros" para um computador.
We've uploaded a fruit fly. We took the @FlyWireNews connectome of the fruit fly brain, applied a simple neuron model (@Philip_Shiu Nature 2024) and used it to control a MuJoCo physics-simulated body, closing the loop from neural activation to action.
Em causa estão algumas declarações que insinuavam que esta mosca AI teria "consciência", avançando coisas como a necessidade de ter cuidado em lhe dar um mundo "variado" em que a mosca pudesse viver sem se sentir encurralada numa caixa. Coisa que rapidamente despoletou um coro de críticas, dizendo que se está muito longe de replicar um cérebro (complexo) na totalidade, e muito menos de conseguir determinar se é capaz de ter "auto-consciência digital".
O que é certo é que, independentemente da semântica, este tipo de projecto será cada vez mais frequente no futuro, e eventualmente se chegará a um ponto em que se tenha realmente uma réplica total de um cérebro biológico complexo em formato digital. E aí sim, será impossível escapar a esta discussão sobre o que poderá constituir a vida/consciência digital.
A Kawasaki revelou um curioso sistema de quadro modular para acelerar o desenvolvimento de motos eléctricas.
A entrada da veterana Kawasaki na era das motos eléctricas pode não ter sido a melhor mas a marca parece estar disposta a aprender com os erros.
Segundo uma patente, a Kawasaki poderá estar a preparar uma nova abordagem para as suas futuras motos eléctricas. Actualmente, a maioria das motos eléctricas são projectadas com o motor e a bateria integrados directamente na estrutura do quadro. Em vários casos, estes componentes tornam-se elementos estruturais da própria moto, o que ajuda na rigidez e desempenho mas limita a flexibilidade. Quando um fabricante quer criar versões diferentes com motores distintos, muitas vezes precisa de redesenhar grande parte da estrutura.
A patente da Kawasaki propõe uma solução mais modular. O conceito baseia-se num sistema de montagem que permite instalar diferentes tipos de motor no mesmo chassis. O design geral é semelhante ao das motos eléctricas actuais da marca, com um quadro em treliça de aço, baterias removíveis posicionadas entre os tubos do chassis, e o motor montado perto do pivot do braço oscilante.
A grande diferença está num subquadro intermédio colocado entre o quadro principal e o conjunto do motor e transmissão. Na prática, isto permitiria à Kawasaki usar o mesmo quadro em vários modelos eléctricos, mudando apenas o sistema de montagem do motor. Uma plataforma modular deste tipo pode simplificar a produção, aumentar a partilha de componentes entre modelos e reduzir custos de desenvolvimento.
Veremos se a próxima geração de motos eléctricas Kawasaki já tirará partido deste sistema.
Precisam de um hub USB 3.0 com quantidade generosa de portas, mas que também permita desligá-las individualmente sem tirar / meter fichas? Então espreitem este hub.
Os hubs USB tornaram-se uma necessidade da vida moderna, especialmente para acompanharem os portáteis que vêm equipados com poucas portas USB, que rapidamente se esgotam assim que ligamos um teclado e rato externo. Adicionalmente, há casos particulares, de pessoas que precisam de um número superior de portas USB. Este hub da Vkusra tem 7 portas que permitem maior liberdade na quantidade de dispositivos USB que podemos utilizar, mas o que o torna mais especial é o facto de todas as portas contarem com o seu próprio botão para que possam ser ligadas ou desligadas individualmente.
Pode ser o companheiro ideal para quem tiver que fazer a replicação de pens USB em média escala (se precisar de mais, pode sempre investir num hub de 16 portas, também com interruptores), ou simplesmente que tenha uma série de equipamentos USB que deseje manter acessíveis (por exemplo: gravador CDs externo, scanner, câmaras digitais, webcam, discos externos, etc.) mas com a possibilidade de os poder desligar sem retirar a ficha - algo que até pode funcionar como medida de protecção, prevenindo que uma infecção de ransomware se possa espalhar a um disco externo de backup, que apenas se ligue para os backups e depois se mantenha desligado.
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A Nvidia poderá estar a preparar uma actualização invulgar para a sua placa gráfica de entrada de gama, a GeForce RTX 5050, com uns incaracterísticos 9GB de RAM.
Em altura de escassez de memória RAM (açambarcada para os GPUs AI), a Nvidia aposta numa táctica curiosa. Segundo rumores recentes, a empresa planeia lançar uma RTX 5050 com 9GB de memória GDDR7, substituindo a configuração actual de 8GB baseada em GDDR6.
Em vez de utilizar quatro chips de 2GB GDDR6, a nova configuração usaria três chips de 3GB GDDR7. Esta alteração permite aumentar a capacidade total para 9GB e também melhorar a largura de banda da memória - isto apesar do barramento ser reduzido de 128-bit para 96-bit. A velocidade superior da GDDR7 permite atingir uma largura de banda de 336 GB/s, acima dos 320 GB/s do modelo actual.
New product: RTX5050 9GB GDDR7 96Bit NV knows they can give you a 5050/5060 128-bit 12G with the new 3G GDDR7 dies. But no, you got a 5050 9G💀
Na prática, isto significa que a RTX 5050 com 9GB seria uma melhoria directa (mesmo que modesta) face à versão de 8GB. Ainda assim, a decisão levanta algumas dúvidas. Seria tecnicamente possível, e até possivelmente mais simples, criar versões com 12GB de memória, tanto para a RTX 5050 como para modelos superiores como a RTX 5060 ou a RTX 5060 Ti, usando quatro chips de 3GB e mantendo um barramento de 128-bit para ainda melhor desempenho.
Algumas fontes indicam que a Nvidia poderá ter cancelado os planos para esta variantes de 12GB, possivelmente adiando esses modelos para mais tarde, ao estilo do que fez com os aguardados modelos "Super". A grande questão é: se a Nvidia está mesmo assim com tão grande constrangimento nos chips de memória GDDR7, então porque motivo não deixa a gama RTX 5050 com as memórias GDDR6 que já usava, poupando os chips GDDR7 para os modelos mais potentes?
Os fãs do design desportivo da Cupra têm bons motivos para esperar pela chegada do novo Cupra Born.
A Cupra está a preparar uma grande actualização para o Born, o seu hatchback eléctrico mais popular. O modelo sempre foi visto como a alternativa mais desportiva ao Volkswagen ID.3, já que ambos partilham a mesma base técnica, mas o Born aposta num visual mais agressivo. Para 2026, a marca decidiu refrescar o design e corrigir algumas das coisas criticadas pelos clientes.
A mudança mais visível está na frente do carro, que passa a adotar um design "shark-nose" mais pontiagudo e agressivo. O modelo recebe também novos faróis Matrix LED com um padrão triangular, alinhado com a linguagem visual mais recente da marca. Na traseira, uma barra de luz atravessa toda a tampa da bagageira e, pela primeira vez, o logótipo da Cupra no centro dessa barra também é iluminado. As novas jantes de 19" e 20" vêm agora com pneus mais largos, de 235 mm.
No interior, a Cupra ouviu as críticas dos proprietários. Os botões "touch" no volante, que muitos consideravam difíceis de usar, foram substituídos por botões físicos tradicionais. Esta mudança torna mais fácil ajustar o volume ou controlar o cruise control sem tirar os olhos da estrada. O painel digital cresce para 10.25", enquanto o ecrã central passa a ter 12.9", funcionando com um novo sistema baseado em Android que promete ser mais rápido e intuitivo.
A marca também melhorou os materiais do habitáculo, com painéis de porta mais suaves e bancos feitos com tecidos reciclados, incluindo plásticos recolhidos do oceano. Além disso, os passageiros traseiros passam finalmente a ter saídas de ar dedicadas. Em termos de condução, o modelo passa a incluir modo de one-pedal driving.
A versão base tem bateria de 58 kWh e autonomia até 450 km, enquanto a variante Endurance com bateria de 79 kWh pode chegar aos 600 km. No topo da gama está o Born VZ, com 240 kW (322 cv) e a mesma autonomia de 600 km. O modelo actualizado deverá chegar aos concessionários durante o Verão. Ainda este ano, a marca deverá lançar ainda um novo modelo - Raval - mais económico.
O prometido "modo adulto" do ChatGPT voltou a ser adiado, sem indicação de qualquer data em concreto.
A OpenAI voltou a adiar o lançamento do chamado "adult mode" do ChatGPT, uma funcionalidade que deverá permitir a utilizadores adultos verificados aceder a conteúdos para maiores de idade. A novidade tinha sido inicialmente anunciada pelo CEO Sam Altman em Outubro do ano passado.
O plano original era lançar a funcionalidade em Dezembro (de 2025), juntamente com um sistema mais robusto de verificação de idade. No entanto, o lançamento começou por ser adiado para o início de 2026, após a empresa ter dado prioridade a "melhorias na experiência principal do ChatGPT". Agora, a OpenAI volta a anunciar novo adiamento, para que as equipas possam "concentrar-se em áreas consideradas mais importantes para a maioria dos utilizadores". Entre essas prioridades estão melhorias na inteligência do modelo, no tom das respostas, e em novas capacidades que tornam o chatbot mais proactivo.
Para já, não existe uma nova data prevista para o lançamento do adult mode, mas não se pode excluir a possibilidade da OpenAI não querer envolver-se em novas polémicas depois de ter ficado com a sua imagem bastante penalizada devido ao contrato que fez com o Departamento de Defesa dos EUA, em que basicamente dá autorização para que os seus modelos AI possam ser usados para fins militares e de espionagem global, incluindo dos próprios cidadãos dos EUA.
Enquanto isso, vão proliferando versões "sem censura" de modelos AI open-source, tanto a nível de chatbots, como de geração de imagens e vídeo - e que acabam por dar resposta a quem bate nos limites do "não posso fazer isso" nos modelos AI comerciais.
Nem sempre é fácil diferenciar entre as diferentes tecnologias de ecrã, mas o seguinte vídeo explica tudo em detalhe.
Embora muitas pessoas conheçam as diferenças entre ecrãs LCD e OLED, nem todos estão informados. Para complicar, temos muitos fabricantes que propositadamente baralham as coisas com nomes como "QLED", ou outras coisas do mesmo estilo.
Mas, de forma simplificada, apesar dos muitos e variados nomes, a grande maioria das ecrãs actuais divide-se entre LCDs e OLED, sendo que depois temos diversas tecnologias que foram sendo criadas para contornar as limitações dos LCD de forma a que se aproximem dos OLED, como o "local dimming" (muitas vezes chamados Mini-LED), enquanto nos OLED se evoluiu para os QD-OLED e Tandem OLED.
Dito isto, apesar de actualmente termos ecrãs LCD e OLED excelentes, a evolução não pára, e há novas tecnologias que têm estado a ser desenvolvidas, como os ecrãs QDEL, e que poderão acabar por substituir os LCD e OLED no futuro.
O fabricante chinês Yangtze Memory Technologies (YMTC) lançou o seu primeiro SSD PCIe 5.0, o PC550.
A Yangtze Memory Technologies (YMTC) revelou o PC550, o seu primeiro SSD comercial com interface PCIe 5.0. O novo modelo utiliza a ligação PCIe 5.0 x4 e o protocolo NVMe 2.0. O dispositivo foi concebido para PCs com foco em inteligência artificial e sistemas empresariais.
O SSD utiliza memória 3D NAND baseada na arquitectura Xtacking 4.0 da própria YMTC, combinada com um design de quatro canais. Esta abordagem permite reduzir o consumo energético e a geração de calor em comparação com controladores de oito canais normalmente usados em unidades PCIe 5.0. O PC550 estará disponível nos formatos M.2 2242 e M.2 2280 e em versões de 512GB, 1TB e 2TB.
Em termos de desempenho, a versão de 2TB pode atingir até 10.500 MB/s de leitura sequencial e 10.000 MB/s de escrita sequencial. Embora seja mais rápido do que muitos SSDs PCIe 4.0 (que se ficam pelos 7.000 MB/s), não atinge ainda os níveis de algumas unidades PCIe 5.0 concorrentes, que conseguem aproximar-se dos 15.000 MB/s.
O modelo base de 512GB oferece até 880 mil IOPS de leitura aleatória e 1.1M de IOPS de escrita, com durabilidade de 300 TBW. As versões de 1TB e 2TB chegam a 1.3M de IOPS e até 1.200 TBW de resistência. O consumo energético fica abaixo de 3 mW em modo idle e menos de 6 W em utilização activa.
Infelizmente, não foi revelado o preço, mas espera-se que fique bastante abaixo de modelos como o Samsung 9100 PRO 2TB (de 14.8 GB/s) que actualmente custa cerca de 300 euros, e também abaixo de modelos como o
Crucial P510 2TB (com velocidades mais próximas, de 10.000 MB/s) que custa 247 euros neste momento.
O novo sistema Aluminium OS da Google que irá substituir o Chrome OS, continua a ter data de lançamento prevista para 2026.
A Google confirmou que o desenvolvimento do Aluminium OS continua em curso e que o novo sistema operativo deverá chegar ainda este ano. A informação foi partilhada por Sameer Samat durante o Mobile World Congress, onde indicou que a empresa está bastante entusiasmada com o lançamento (previsto) lá mais para o final de 2026.
O Aluminium OS deverá ser uma nova plataforma pensada para portáteis, combinando a base do Android com funcionalidades de produtividade e ferramentas de inteligência artificial. A ideia é tirar partido de ecrãs maiores, teclado físico e multitarefa mais avançada, numa altura em que a Google procura expandir o Android para mais tipos de dispositivos.
Apesar disso, a empresa deixou claro que o novo sistema não substituirá de imediato o Chrome OS. Segundo Samat, o Chrome OS continuará a ser desenvolvido normalmente, especialmente para sectores como educação e empresas, onde a gestão de dispositivos e o foco em aplicações baseadas no browser continuam a ser vantagens importantes.
O processo de transição será feito de forma gradual ao longo de quase uma década, já que o fim do Chrome OS só deverá acontecer em 2034, o que reduzirá os inconvenientes e evitará que, quem tiver máquinas Chrome OS, se sinta enganado ou abandonado. Dito isto, assim que as primeiras máquinas Aluminium OS começarem a chegar ao mercado, será natural que a maioria dos consumidores comece a optar por elas face às máquinas com Chrome OS - mesmo que isso signifique enfrentar as dores habituais de uma nova plataforma.
Se procuram algo para dar um toque especial em casa, podem querer espreitar esta hipnótica escultura cinética.
Perfeita para quem gosta de ilusões de óptica, esta Kinetice Sculpture V3 tem a vantagem de ser extremamente simples, podendo ser totalmente feita com recurso a uma impressora 3D.
Como o nome indica, a verdadeira magia acontece quando a mesma é posta em movimento, fazendo com que surjam padrões hipnóticos devido à forma dos seus braços e de se terem dois planos a rodar em direcções opostas.
Na verdade, nada nos impede de simplificar este projecto ao máximo e usar apenas um motor, mas neste caso trata-se de uma versão "evoluída" que recorre a um Arduino Nano para controlar um motor passo a passo, que possibilita um movimento mais controlado e - mais importante - bastante silencioso: algo que pode fazer toda a diferença entre ser apenas uma mera curiosidade para mostrar aos amigos durante alguns segundos e se desligar, e poder ser usada de forma mais prolongada.
Após pressão dos utilizadores, o X vai recuperar a opção para escolher o modo escuro dentro da app.
Não faltam polémicas em torno do X de Elon Musk, mas uma das mais curiosas e recentes tem a ver com a remoção da opção de modo escuro da app.
A app disponibilizava uma opção para os utilizadores escolherem a opção "clara", "escura", ou "igual ao sistema" - mas, por algum motivo, alguns responsáveis acharam que era uma opção supérflua, removendo a opção. A ideia era a de que a app automaticamente (e obrigatoriamente) seguisse a opção escolhida no sistema, com a justificação de "não fazia sentido que fosse de outra forma" e que, adicionalmente, também "causasse diversos problemas" na app.
Nikita once again not understanding a single thing about neither software nor their user base. If supporting in-app dark mode created “issues” then you have much larger problems. Perhaps drop the vibe coding and fix the problem properly. https://t.co/1hOPHZeOJ6
Ora, não demorou para que esta decisão fosse duramente criticada pelos utilizadores. Não só faz total sentido que se possa escolher a opção diferenciada do sistema (pode querer-se manter o sistema "claro" e a app no modo "escuro", ou vice-versa), como também manter a app sempre num mesmo modo sem que fique dependente da eventual alteração automática do sistema (para quem tem isso activado para o dia/noite). Adicionalmente, e não menos preocupante, eram as implicações de que ter esta opção disponível "causava problemas na app" - como se isso pudesse ser uma desculpa plausível!
O resultado: esses "problemas" parecem ter sido milagrosamente resolvidos, e a opção "que não fazia sentido" parece voltar a ter feito sentido (se calhar com ajuda de uns posts antigos de Musk que elogiavam a opção de modo escuro na app), e a app do X vai fazer regressar a selecção do modo claro/escuro/sistema tal como existia.
A BYD divulgou um vídeo a demonstrar a sua tecnologia de carregamento ultrarrápido Flash Charging num teste realizado com o BYD Seal 07 EV, um dos primeiros modelos equipados com a nova geração da Blade Battery 2.
Segundo a marca, a tecnologia permite carregar o veículo de 10% a 70% em apenas cinco minutos. No vídeo divulgado pela empresa, o Seal 07 eléctrico atingiu esse nível de carga em 4 minutos e 51 segundos, possibilitando quase 500 km de autonomia. Para quem precisar de mais, chegar aos 97% de bateria demorou apenas 8 minutos e 44 segundos (686 km de autonomia), e resolvendo de uma vez por todas a questão da "demora" dos carregamentos - desde que se tenha acesso a um destes carregadores, claro.
O Seal 07 EV é um sedan eléctrico de dimensão semelhante ao Toyota Camry e está equipado com um motor traseiro de 240 kW (322 cv) e uma bateria de 69 kWh. Dependendo da versão, oferece até 705 km de autonomia no ciclo CLTC. Durante o mesmo evento, a BYD também apresentou o SUV eléctrico BYD Sealion 06 EV, que utiliza a mesma tecnologia de bateria e carregamento rápido.
Introducing BYD FLASH Charging Technology, enabling a charge from 10% to 70% in just 5 minutes.
To accelerate the transition to electric mobility, BYD also announced the rollout of FLASH Charging Stations, starting with 20,000 across China by the end of 2026.#BYD#BladeBattery… pic.twitter.com/3Cd1ZmypFP
O sistema funciona em conjunto com novas estações capazes de fornecer até 1.500 kW de potência. Estas infraestruturas fazem parte de um plano da BYD para instalar cerca de 20.000 pontos de Flash Charging na China até ao final de 2026, criando uma rede de carregamento rápido semelhante a estações de combustível tradicionais.
E, para quem estiver algo céptico sobre a viabilidade destes postos de carregamento, os postos estão devidamente dimensionados com packs de baterias que permitem disponibilizar estas potências a todos os pontos de carregamento, sem que isso implique uma sobrecarga excessiva na rede eléctrica.
A BYD anunciou o lançamento em Portugal do novo Super Híbrido Plug-in BYD ATTO 2 DM-i e do novo SUV 100% elétrico BYD ATTO 2 Comfort, modelos com elevada autonomia, tecnologia renovada, habitáculo prático, e repletos de inovações úteis.
Enquanto se aguarda pela eventual chegada do novo Grand Tang, os portuguese podem desde já optar por dois novos modelos da BYD.
O novo BYD ATTO 2 DM-i, recorre à tecnologia Super Híbrida Plug-in com Dual Mode para oferecer uma combinação de experiência de condução elétrica e autonomia total de até 1000 km, oferecendo aos clientes a possibilidade de dar um passo confiante em direção à condução puramente elétrica, enquanto desfrutam da segurança de um híbrido plug-in.
Com estética refrescada, o novo BYD ATTO 2 DM-i distingue-se do novo BYD ATTO 2 Comfort pela inclusão de uma grelha dianteira maior, novo elemento decorativo inferior no para-choques dianteiro, e emblemas reposicionados na porta traseira que confere acesso à bagageira com 425 litros de capacidade.
Em Portugal, o novo BYD ATTO 2 DM-i está disponível na versão Boost com bateria de 18 kWh e uma potência máxima do sistema de 212 CV (156 kW). Esta versão oferece uma autonomia WLTP em modo puramente elétrico de 90 km, juntamente com uma autonomia WLTP combinada de 1000 km e um consumo combinado de até 1,8 l/100 km (WLTP).
O novo BYD ATTO 2 Comfort utiliza uma Blade Battery com uma capacidade útil de 64,8 kWh, um aumento de cerca de 20 kWh em relação às anteriores versões 100% elétricas do BYD ATTO 2. Isto proporciona uma impressionante autonomia de 430 km (ciclo combinado WLTP) e mais de 600 km de autonomia em ciclo urbano. Para além disso conta com um motor mais potente, com 150 kW e 310 Nm de binário, garante que o BYD ATTO 2 Comfort tenha o mesmo desempenho das outras versões.
O BYD ATTO 2 Comfort também melhora na velocidade de carregamento, com uma potência de carregamento DC aumentada de 155 kW. Isto significa que, apesar da sua capacidade de bateria substancialmente maior, o BYD ATTO 2 Comfort é a versão mais rápida do modelo quando é necessário carregar. Pode carregar a bateria de 10 a 80% em 25 minutos e para ir de 30 a 80% são necessários apenas 19 minutos, tornando o BYD ATTO 2 Comfort ainda mais adequado para viagens longas.
Em Portugal, o novo Super Híbrido Plug-in BYD ATTO 2 DM-i está disponível para venda, a partir de 33.990 euros (*) e o novo SUV compacto 100% elétrico BYD ATTO 2 Comfort está acessível a partir de 37.990 euros (*).
Os novos modelos vêm com o pacote de garantia alargada da BYD - seis anos ou 150 000 km para o veículo e oito anos ou 250 000 km de cobertura para a bateria.
(*) Acresce despesas e pintura metalizada, se aplicável.
As capacidades de análise de código do Claude permitiram descobrir mais de uma centena de bugs no Firefox, incluindo mais de dez vulnerabilidades de segurança graves.
A Mozilla corrigiu mais de 100 bugs no Firefox após vulnerabilidades terem sido identificadas pelo modelo AI Claude da Anthropic. Entre os problemas reportados estavam 22 falhas de segurança oficialmente registadas com identificadores CVE, incluindo 14 classificadas como de alta gravidade.
As descobertas surgiram durante testes realizados com o modelo Claude Opus 4.6, que analisou projectos open-source à procura de vulnerabilidades. Em apenas duas semanas, a Anthropic enviou 112 relatórios para a Mozilla, muitos relacionados com problemas de memória, falhas em limites de acesso, e outros mecanismos de segurança do browser.
Além das falhas de segurança, o Claude identificou cerca de 90 problemas adicionais, como erros de lógica ou crashes que afectavam o uso do browser. A Mozilla atribuiu várias equipas para validar os relatórios e desenvolver correcções. As correcções foram incluídas no lançamento do Firefox 148 em Fevereiro.
Apesar de algumas vulnerabilidades serem consideradas graves, tirar partido delas em ataques reais implicaria combinar várias falhas para contornar as múltiplas camadas de segurança existentes. Ainda assim, é mais um exemplo da transformação que as ferramentas AI estão a ter no desenvolvimento de software, ajudando a descobrir mais falhas num único mês do que em qualquer mês ao longo de todo o ano de 2025.
O projecto de hoje mostra como usar um Raspberry Pi Pico como "cofre" para passwords com selector rotativo e ecrã.
Este Password Safe / Keyboard Injector que usa um Raspberry Pi Pico como sistema para introdução automática de passwords, que pode ficar escondido num mecanismo deslizante sob o tampo de uma secretária. Ou seja, quando chega o momento de introduzir uma password, pode simplesmente puxar-se o módulo, escolher a password desejada, e vê-la ser introduzida automaticamente no PC.
O processo de configuração e alteração das passwords (ou outros textos) é extremamente simples, já que podemos fazer com que o dispositivo apareça como uma "pen USB", bastando editar os ficheiros directamente no PC.
Dito isto, alguns alertas importantes. Este sistema, embora conveniente, não oferece qualquer segurança para as passwords, sendo - na prática - o equivalente a ter as passwords anotadas em post-it's colados no monitor. Qualquer pessoa com acesso físico ao dispositivo poderá ter acesso às passwords. Uma das formas de resolver isso seria adicionar uma qualquer camada de encriptação e autenticação ao dispositivo, para que só pudesse ser usado pelo utilizador legítimo - mas isso adicionaria bastante complexidade ao projecto. Como alternativa mais simples, podem considerar adicionar uma validação tipo PIN no processo de arranque, para desbloquear o dispositivo (embora isso não evitasse que o potencial acesso à base de dados das passwords no dispositivo por quem soubesse fazê-lo).
Portanto, será talvez melhor considerar isto como uma espécie de "macro keyboard", que pode ser usado para introduzir qualquer tipo de texto, e não como sistema "seguro" destinado a passwords. Tendo em conta a ampla capacidade de memória, podemos usá-lo para escrever automaticamente coisas mais longas, como moradas, assinaturas (com nome, email, e links adicionais), ou qualquer outro tipo de texto que se escreva regularmente e obrigue a perder bastante tempo.