PlanetGeek
№ 01

Tesla altera contractos antigos para remover promessa do FSD

A Tesla está a alterar contractos antigos, alterando a promessa do FSD comprado pelos clientes para "FSD Supervisionado".

A Tesla está a ser alvo de novas críticas depois de vários proprietários terem denunciado alterações ou dificuldades de acesso a documentos relacionados com a compra do pacote Full Self-Driving (FSD). Segundo os relatos, alguns contratos que continham promessas sobre as capacidades de condução autónoma deixaram de estar disponíveis ou apresentam agora conteúdos diferentes dos originais, designadamente, a referência ao FSD a ter sido substituída por FSD supervisionado.

O caso afecta principalmente clientes que compraram o FSD entre 2016 e 2024, período durante o qual a Tesla promovia o sistema como uma tecnologia que acabaria por permitir condução totalmente autónoma através de actualizações de software. Ao tentarem descarregar os contratos originais a partir das suas contas, encontraram erros ou ficheiros inacessíveis - mas apenas os que referiam o FSD total, enquanto outros documentos sem referência ao FSD continuavam disponíveis.
A polémica surge numa altura em que a Tesla já reconheceu os veículos equipados com o hardware HW3, produzido entre 2016 e 2023, não possuem capacidade suficiente para atingir os níveis de autonomia anteriormente prometidos. Em 2024, a empresa passou a designar o sistema como "Full Self-Driving (Supervised)", reforçando que o condutor deverá supervisionar a condução e assumir o controlo a qualquer momento.

Os documentos em causa poderão assumir importância significativa em vários processos judiciais relacionados com alegações de publicidade enganosa e falsas promessas sobre as capacidades do sistema. Especialistas jurídicos alertam que a indisponibilidade ou eventual alteração de documentação relevante durante litígios pode trazer consequências legais para qualquer empresa, especialmente quando esses documentos são considerados provas importantes nos tribunais. Como tal, é bastante estranho que a Tesla espere qualquer resultado positivo desta alteração (adulteração?) de documentos.

№ 02

Painéis solares produzem acima dos 100%

Um curioso efeito atmosférico fez com que a produção solar de um utilizador ultrapassasse os 100%.

Um utilizador de painéis solares teve uma surpresa inesperada ao verificar a produção do seu sistema fotovoltaico montado numa carrinha. Apesar de ter instalado apenas dois painéis bifaciais de 440 W, o sistema chegou a indicar uma produção superior a 1.050 W, ultrapassando os 880 W de potência "total" instalada. O caso rapidamente gerou curiosidade online, levando muitos a questionarem como seria possível produzir mais energia do que a capacidade anunciada dos próprios painéis.
O sistema em questão utiliza painéis solares bifaciais, capazes de captar luz tanto pela frente como pela parte traseira, aumentando a eficiência em determinadas condições. No entanto, a explicação principal parece estar num fenómeno atmosférico raro conhecido como "cloud edge enhancement" ou efeito de reforço de irradiância provocado pelas nuvens. Em certas situações, sobretudo após chuva ou durante períodos de mudança rápida no estado do céu, as nuvens conseguem reflectir e concentrar mais radiação solar numa determinada área do que aconteceria num dia completamente limpo.

As condições meteorológicas também desempenham um papel importante. Temperaturas mais baixas no ar e nos próprios painéis solares podem aumentar a eficiência energética, já que os módulos fotovoltaicos tendem a funcionar melhor quando não estão excessivamente quentes. A combinação entre luz adicional reflectida pelas nuvens e temperaturas favoráveis pode criar picos temporários de produção acima dos valores nominais dos equipamentos.

Mas, antes que comecem a pensar em colocar lentes de concentração à frente dos painéis, importa relembrar que os painéis solares são criados para funcionar com base em certas condições, e que levá-los além das suas especificações poderá provocar danos imediatos ou ter efeito prejudicial a nível da sua longevidade.

№ 03

Bots superam tráfego humano na internet

Segundo as estatísticas da Cloudflare, o tráfego de bots já ultrapassou o tráfego de utilizadores humanos na internet.

Pela primeira vez na história da Internet, o tráfego gerado por bots ultrapassou o tráfego humano, segundo dados divulgados pela Cloudflare. A revelação foi feita pelo CEO e cofundador da empresa, Matthew Prince, que admitiu ter ficado surpreendido pela velocidade com que este marco foi atingido - uma vez que era estimado que tal só viesse a acontecer em 2027.

De acordo com os números mais recentes da Cloudflare, os bots são agora responsáveis por 57.5% dos pedidos HTTP registados na Internet, enquanto os utilizadores humanos representam 42.5%. Grande parte deste crescimento está associado à nova geração de agentes de inteligência artificial, capazes de navegar na web e executar tarefas em nome dos utilizadores.

Welp, that happened faster than I predicted. Thought it would be end of 2027, then early 2027, but agentic traffic growing so fast that bots have now passed human traffic online for the first time in the Internet's history. https://t.co/2zX5bHdhsa

— Matthew Prince 🌥 (@eastdakota) June 3, 2026
Estes agentes são utilizados para comparar preços, pesquisar produtos, analisar conteúdos, procurar voos, realizar compras, e até interagir com serviços de apoio ao cliente. Ao contrário dos bots tradicionais utilizados para indexação de páginas ou actividades maliciosas, estes sistemas replicam comportamentos semelhantes aos de um utilizador humano durante a navegação.

Apesar de serem mais numerosos em número de pedidos efectuados, os humanos continuam a ser os principais utilizadores da Internet em termos de tempo de utilização. Actividades como streaming de vídeo, redes sociais e apps móveis continuam a ser feitos maioritariamente por pessoas. Ainda assim, os dados mostram que a presença de agentes AI está a crescer a ritmo acelerado e poderá transformar de forma significativa a forma como os serviços online são utilizados nos próximos anos.

№ 04

Baterias de lítio-ar com densidade energética idêntica à da gasolina

A CATL diz estar a trabalhar em baterias de lítio-ar que prometem densidade energética de 12000 Wh/kg, próxima dos 13.000 Wh/kg gasolina.

No universo dos veículos eléctricos a densidade de energia das baterias é um dos elementos fundamentais, e a CATL promete grande revolução para o futuro. A CATL revelou que está a investigação a tecnologia de baterias de lítio-ar, que poderá alcançar uma densidade energética teórica muito próxima da gasolina.

Ao contrário das baterias de iões de lítio convencionais, que recorrem a materiais como níquel, cobalto e manganês, as baterias de lítio-ar utilizam oxigénio do ambiente durante o processo electroquímico. Esta configuração reduz o peso e a complexidade das células, permitindo atingir, em teoria, até 12.000 Wh/kg(!) de densidade energética, um valor próximo dos cerca de 13.000 Wh/kg associados à gasolina, e muito superior aos 500 Wh/kg prometidos pelas baterias de estado sólido.
Embora a tecnologia ainda esteja longe da produção em massa, os avanços recentes têm sido promissores. Projectos de investigação conseguiram desenvolver protótipos com mais de 1.200 Wh/kg e até 1.000 ciclos de carregamento, valores muito superiores aos das baterias actualmente utilizadas nos automóveis eléctricos.

A CATL considera que as baterias de lítio-ar representam a sua aposta de longo prazo, enquanto as baterias de estado sólido deverão desempenhar um papel intermédio nos próximos anos. A empresa já demonstrou capacidade para transformar tecnologias emergentes em produtos comerciais, como aconteceu com as baterias de sódio, já utilizadas em inúmeros modelos produzidos na China.

Passar de baterias de 250 Wh/kg para 12000 Wh/kg representaria uma transformação revolucionária no sector. Um pack de baterias de 500 kg poderia ser substituído por um com apenas 10 kg, mantendo a mesma capacidade energética!

№ 05

Apple vai abrir primeiro Developer Center da Europa em Berlim

A Apple está a preparar o seu primeiro Developer Center na Europa, que ficará situado na Alemanha, em Berlim.

A Apple anunciou a abertura do seu primeiro Developer Center na Europa, uma iniciativa destinada a apoiar programadores e fortalecer a comunidade de desenvolvimento de aplicações no continente. O novo espaço ficará localizado no distrito de Mitte, em Berlim, na Alemanha, e deverá abrir portas ainda durante este ano.

O centro irá disponibilizar workshops e sessões de formação dedicadas às várias plataformas da Apple, incluindo iOS, iPadOS, macOS, watchOS, tvOS e visionOS. O espaço ajudará os programadores a aprofundarem os seus conhecimentos e a tirarem melhor partido das ferramentas e tecnologias disponíveis no ecossistema da empresa.
Além das acções de formação, os participantes terão acesso a sessões presenciais e consultas individuais com especialistas da Apple. O espaço contará também com laboratórios dedicados e áreas de aconselhamento técnico, permitindo aos programadores obter apoio no desenvolvimento e optimização das suas apps.

A Apple já possui centros semelhantes em diversos países, em cidades como Cupertino, Bengaluru, Xangai e Singapura. Na Europa, a empresa mantém ainda uma Developer Academy em Nápoles, Itália, e programas de formação em França e Itália. Outro dado que foi revelado, é a de que as lojas Apple europeias registaram uma média de 150 milhões de utilizadores semanais ao longo do último ano, demonstrando a importância da região para a empresa.

№ 06

A casa sem papel

Há uma nova série espanhola no streaming, e não parece ser só mais uma da vasta produção de nuestros hermanos. Recém-chegada à HBO Max, "RAVALEAR" junta drama familiar, thriller e realismo social em Barcelona - mas não era difícil imaginá-la na Lisboa gentrificada destes tempos.

Ravalear 2.jpg

Depois de ter tido honras de estreia na mais recente edição do Festival de Berlim, em Fevereiro passado, "RAVALEAR" chegou sem grande alarido ao streaming, há poucos dias, e pode muito bem ser das séries que vão marcar o semestre.

Criada por Pol Rodríguez e coridirigida por Isaki Lacuesta, dois realizadores pouco divulgados nas salas portuguesas mas já com uma carreira no cinema premiada nos Goya (os "Óscares espanhóis"), inspira-se na história familiar do primeiro e essa matriz ajudará a explicar a impressão realista tão bem desenhada logo nas primeiras cenas.

Do recurso à câmara à mão à montagem ágil e engenhosa, passando pelo sentido de espaço - no caldeirão cultural do bairro Raval, em Barcelona -, não demora distanciar-se do estilo publicitário e impessoal de subprodutos como "La Casa de Papel" e outros enlatados da produção televisiva espanhola da era do streaming.

Ravalear.jpg

Por outro lado, o primeiro contacto com esta história de seis episódios talvez sugira uma comparação tentadora com a norte-americana "The Bear" (disponível no Disney+), a mistura de drama e comédia que se tornou um sucesso surpreendente nos últimos anos.

Afinal, "RAVALEAR" também nasce de um impasse em torno de um restaurante: no caso, Can Mosques, estabelecimento centenário ameaçado pela tentativa de compra por parte um fundo de investimento. Os protagonistas da série arriscam-se a ser despejados ou a pagar uma renda exorbitante para continuarem a explorar um negócio que é mais do que isso: afirma-se como coração da dinâmica familiar e componente essencial da identidade do bairro.

Mas se a forma trepidante e por vezes tensa como os realizadores captam o dia a dia na cozinha fará pensar em "The Bear", a acção não passa assim tanto tempo no restaurante. O retrato alarga-se à comunidade local e não prescinde de migrantes de várias origens para se atirar a tensões da Europa contemporânea.

Ravalear.3.jpg

A gentrificação de Barcelona, principal responsável pelo conflito dramático de "RAVALEAR", não está longe da que tem atormentando Lisboa, e nesse sentido este olhar tem tanto de particular como de universal. Mesmo que o "salero" do elenco, garantido por nomes como Enric Auquer, María Rodríguez Soto, Francesc Orella ou Sergi López, seja, naturalmente, muito espanhol.

O efeito imersivo desta ficção ancorada na realidade completa-se com a participação de actores não profissionais (a maioria estrangeiros) e com instantes que captam, de forma próxima do documentário, o quotidiano das ruas de Raval. E a banda sonora de Eloi Caballé, que cruza música electrónica e sons locais, também tem o seu peso na força sensorial destes primeiros episódios inesperadamente promissores.   

"RAVALEAR" estreou-se na HBO Max a 22 de Maio. A plataforma de streaming estreia novos episódios às sextas.

№ 07

Falha no GitHub permite roubo de tokens com um só clique

Temos novo caso de uma vulnerabilidade revelada sem o habitual pré-aviso, devido à forma como a MS tem tratado os investigadores.

No seguimento do polémico caso do investigador Nightmare Eclipse, que acusa a Microsoft de o atacar pessoalmente e publicamente, temos mais um investigador que diz ter optado pela revelação pública da falha para não ter que enfrentar a péssima experiência de lidar com o sistema de envio de vulnerabilidades.

O investigador de segurança, Ammar Askar, revelou publicamente uma vulnerabilidade crítica no GitHub que pode permitir o roubo de tokens de acesso através de um simples clique num link malicioso. A falha afecta o GitHub.dev, a versão baseada no browser do editor VS Code, e poderá dar a atacantes acesso de leitura e escrita a todos os repositórios associados à conta da vítima, incluindo projectos privados.

O problema estará relacionado com os chamados "webviews" do VS Code, que conseguem transmitir eventos do teclado para o editor principal. Através de um repositório especialmente preparado, um atacante pode simular sequências de teclas, instalar uma extensão local, e contornar verificações de confiança do VS Code para obter o token de autenticação do utilizador.

‼️🚨 BREAKING: Another researcher skipped coordinated disclosure entirely and dropped a critical 1-click GitHub token theft in public because he doesn't want to deal with MSRC. In his own words: "I really don't want to deal with MSRC on VSCode bugs."

The bug: just clicking a… pic.twitter.com/6Hmtjja1MY

— International Cyber Digest (@IntCyberDigest) June 2, 2026
O investigador diz ter optado por revelar a vulnerabilidade sem seguir o processo tradicional de divulgação de falhas devido às (más) experiências anteriores com o Microsoft Security Response Center (MSRC) e com o GitHub, que o levaram a perder a confiança no processo. Algumas das falhas reportadas anteriormente foram corrigidas sem reconhecimento do seu trabalho, ou foram consideradas com estando "fora do âmbito" dos programas de recompensa.

A publicação de uma prova de conceito funcional reacendeu o debate sobre os processos de divulgação de vulnerabilidades e a relação entre investigadores independentes e as grandes empresas tecnológicas. Até ao momento, não são conhecidos detalhes sobre uma correcção oficial para a falha, sendo necessário cautela redobrada ao abrir repositórios ou links desconhecidos no GitHub.dev até que a situação seja esclarecida.

№ 08

Gemini com "Extended Thinking" para todos

Todos os utilizadores passam a poder tirar partido do modo de raciocínio avançado (Extended Thinking) do Gemini.

A Google começou a disponibilizar o modo "Extended Thinking" do Gemini para todos os utilizadores, incluindo aqueles que utilizam a versão gratuita do serviço. A funcionalidade permite que a inteligência artificial dedique mais tempo à análise de um pedido antes de gerar uma resposta, para fornecer resultados mais completos e detalhados.

A nova opção passa a estar disponível tanto na versão web como nas aplicações para Android e iOS. Os utilizadores podem escolher entre os modos "Standard" e "Extended" nas definições dos modelos Gemini 3.5 Flash e Gemini 3.5 Flash-light, independentemente de terem uma subscrição paga ou gratuita.

✅ Papercut fixed: Thinking Levels are now available on Gemini across Web, iOS, and Android. pic.twitter.com/aF02kkUekW

— Josh Woodward (@joshwoodward) June 3, 2026
O modo Extended foi concebido para tarefas mais complexas, onde uma análise mais aprofundada pode resultar em respostas de maior qualidade. No entanto, há que ter em conta que esta opção também exige mais recursos computacionais, podendo consumir mais rapidamente os limites de utilização. Além disso, os utilizadores do plano AI Ultra continuam a ter acesso a uma opção ainda mais avançada, denominada "Deep Think", disponível no modelo Gemini 3.1 Pro.

Apesar das vantagens dos modos de raciocínio mais profundos, a Google recomenda a utilização do modo Standard para as pesquisas simples e tarefas do dia a dia, reservando a opção "Extended Thinking" apenas para questões que realmente beneficiem de uma análise mais detalhada e que não sejam resolvidas adequadamente pelo modo normal.

№ 09

Xiaomi Smart Band 9 Active a €20

A Xiaomi Smart Band 9 Active é uma das propostas mais económicas para quem desejar fazer tracking da sua actividade diárias.

A Xiaomi Smart Band 9 Active vem com um ecrã AMOLED de 1.47", com formato que fica entre o formato estreito dos "Smart Band" e o formato rectangular dos smartwatches. Além das capacidades de tracking da actividade física ao longo do dia e dezenas de desportos específicos, conta também com monitorização da frequência cardíaca e SpO2 durante todo o dia, contribuindo para a potencial detecção de situações anómalas. A autonomia continua a ser um dos pontos fortes, com até 18 dias de uso típico, contando também com resistência à água até 5 ATM e disponibilizando uma grande variedade de mostradores para que cada utilizador possa escolher aquele que prefere para cada momento.

De momento, podemos apanhar a Xiaomi Smart Band 9 Active por 20 euros na Amazon Espanha.

Pode ser utilizada tanto em smartphones Android como iPhones, incluindo compatibilidade com o Strava, para além de outras apps. Também pode fazer a monitorização do sono. E tendo em conta o seu preço extremamente acessível, torna-se numa excelente proposta para quem desejar começar a criar um registo da sua actividade física ao longo do tempo, e que - directamente ou indirectamente - poderá servir como incentivo para adoptar um estilo de vida mais saudável.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

№ 10

ASUS mostra RTX 5090 a 48V a atingir 1000 W com um único cabo

A ASUS mostrou uma solução interessante para a potência crescente das placas gráficas, com uma RTX 5090 a 48V.

ASUS mostra RTX 5090 a consumir mais de 1.000 W através de um único cabo de alimentação A ASUS aproveitou a Computex 2026 para apresentar um conceito tecnológico que poderá antever o futuro das placas gráficas de alto desempenho. A empresa demonstrou uma GeForce RTX 5090 a funcionar com alimentação de 48 volts, atingindo um consumo superior a 1.000 watts, e usando um único cabo e ficha de 16 pinos.

Ao contrário das placas gráficas actuais, que utilizam alimentação de 12 V, o sistema experimental da ASUS opera a 48 V. Esta alteração reduz significativamente a corrente eléctrica necessária para fornecer a mesma potência, diminuindo a geração de calor, as perdas energéticas e o desgaste dos cabos. Segundo os dados apresentados, a placa chegou a consumir mais de 1.030 W mantendo valores de corrente relativamente baixos para cada ligação individual, apenas 3.5A por pino - menos de metade dos 8.3A que são necessários para atingir 600W com alimentação de 12 V - e que tantas vezes resultam em fichas derretidas ou placas a arder.
A demonstração utilizou uma versão especial da RTX 5090 equipada com sistema de arrefecimento líquido e fonte de alimentação personalizada. A ASUS diz que o sistema foi concebido para responder às crescentes exigências energéticas das futuras GPUs destinadas a inteligência artificial e computação avançada, podendo fornecer até 1.200 W através de uma única ligação.

Apesar do potencial da tecnologia, por agora é apenas de um conceito experimental sem qualquer previsão para chegar ao mercado. Uma migração para sistemas de 48V nos PCs poderá ser inevitável a longo prazo, mas será algo que certamente irá demorar longos anos até se concretizar - por outro lado, bem que podia fazer parte do futuro padrão ATX12VO V3.

№ 11

Google Photos com exportações automáticas de novos conteúdos

O Google Photos vai facilitar os backups com nova função de exportação automáticas de novos conteúdos.

A Google lançou nova funcionalidade no Google Photos que facilita a criação de cópias de segurança da colecção de fotografias e vídeos. Os utilizadores podem agendar exportações automáticas através do Google Takeout, incluindo apenas os ficheiros adicionados ou alterados desde a última exportação.

Até agora, os utilizadores que pretendiam exportar os seus conteúdos do Google Photos tinham de descarregar a biblioteca completa sempre que utilizavam o serviço. Dependendo da quantidade de fotografias e vídeos armazenados, este processo podia consumir muito tempo e espaço de armazenamento.
Com a nova opção, a primeira exportação continua a incluir todos os conteúdos selecionados, mas as seguintes passam a conter apenas as novas fotografias, vídeos ou ficheiros editados desde a última cópia realizada com sucesso. Desta forma, torna-se mais simples manter uma cópia actualizada da biblioteca sem necessidade de descarregar repetidamente os mesmos dados.

A funcionalidade está disponível através do Google Takeout ao seleccionar apenas o Google Photos como origem dos dados. Os utilizadores podem programar exportações automáticas de dois em dois meses durante um período de um ano, com ficheiros que podem atingir até 50 GB por exportação. Esta alteração deverá ser particularmente útil para quem mantém cópias locais das suas fotografias ou utiliza serviços de armazenamento alternativos.

№ 12

MS revela novidades na Build 2026

Na Build 2026, a Microsoft reforça a sua aposta na AI e em fazer com que o Windows 11 seja um sistema atractivo para os developers.

A Microsoft aproveitou a conferência Build 2026 para revelar uma série de novidades centradas na inteligência artificial. O evento ficou marcado por novos equipamentos Surface, avanços em modelos AI próprios, ferramentas para programadores e até uma nova visão para sistemas operativos orientados por agentes inteligentes.
Uma das principais novidades foi a apresentação do Surface RTX Spark Dev Box, um mini PC desenvolvido especificamente para programadores que pretendem executar modelos de inteligência artificial localmente. O equipamento surge como alternativa ao kit de desenvolvimento anteriormente previsto pela Qualcomm e inclui o novo processador Nvidia Spark RTX baseado em arquitectura ARM, acompanhado por 128 GB de memória unificada. A Microsoft revelou ainda que o dispositivo chegará com aplicações como Visual Studio Code e GitHub Copilot pré-instaladas, bem como uma versão optimizada do Windows 11 Pro. A empresa não divulgou ainda o preço nem todas as especificações técnicas, mas confirmou que o lançamento acontecerá nos Estados Unidos ainda este ano.

A Microsoft também anunciou várias melhorias para tornar o Windows mais atractivo para programadores. Entre as novidades está a integração do Coreutils, um conjunto de ferramentas inspiradas no Linux que passam a funcionar nativamente no Windows 11. A empresa adicionou ainda suporte melhorado para contentores Linux através do Windows Subsystem for Linux (WSL), bem como um novo Intelligent Terminal capaz de fornecer contexto adicional a agentes AI utilizados pelos programadores.

Outra das revelações foi o Project Solara, um novo sistema operativo baseado em Android concebido para permitir que agentes de inteligência artificial funcionem em vários dispositivos de forma integrada. O projecto está a ser desenvolvido em parceria com a Qualcomm e a MediaTek e pretende facilitar a transferência de tarefas entre equipamentos. Durante a apresentação foram mostrados protótipos de dispositivos compatíveis, incluindo um hub de secretária e um crachá digital inteligente.



No campo dos assistentes inteligentes, a Microsoft apresentou o Scout, um assistente permanente baseado na plataforma open-source OpenClaw, que ganhou popularidade ao longo dos últimos meses. O Scout integra-se com aplicações do Microsoft 365, incluindo Outlook, OneDrive e Teams, e foi desenvolvido para executar tarefas em segundo plano. Entre as funções demonstradas estão a gestão de calendários, organização de despesas, criação de emails e outras tarefas administrativas. Este assistente faz parte de uma nova família de agentes denominada Autopilot, onde cada agente terá capacidades e funções específicas. Numa fase inicial, o Scout ficará disponível em versão preview nos Estados Unidos.



A empresa aproveitou ainda o evento para reforçar a sua aposta em modelos de inteligência artificial desenvolvidos internamente. Ao todo foram apresentados sete novos modelos, incluindo o MAI-Thinking-1, descrito como o primeiro modelo de raciocínio avançado criado pela Microsoft. O modelo conta com 35 mil milhões de parâmetros activos e uma janela de contexto de 128 mil tokens, tendo sido concebido para lidar com tarefas complexas que envolvem múltiplas etapas, raciocínio avançado e geração de código. A empresa anunciou também melhorias nos seus modelos dedicados à criação de imagens, síntese de voz, programação e transcrição de conteúdos.

Com a crescente popularidade dos agentes autónomos, a Microsoft revelou igualmente novas ferramentas de segurança para controlar melhor o seu comportamento dentro do Windows. A principal novidade chama-se Microsoft Execution Containers (MXC), um sistema que permite aos programadores definir limites claros sobre os recursos e dados a que os agentes podem aceder. Foi ainda apresentada uma aplicação complementar para OpenClaw que permitirá criar ou ligar agentes personalizados num ambiente isolado e protegido.

Por fim, a Microsoft mostrou a nova geração do seu chip de computação quântica, o Majorana 2. Segundo a empresa, o novo processador oferece qubits mil vezes mais precisos do que os utilizados anteriormente, graças a uma nova composição de materiais que inclui chumbo e outros compostos avançados. A gigante tecnológica acredita que este avanço poderá acelerar significativamente o desenvolvimento de computadores quânticos práticos, mantendo o objectivo de alcançar essa meta até 2029.

№ 13

MS revela novidades na Build 2026

Na Build 2026, a Microsoft reforça a sua aposta na AI e em fazer com que o Windows 11 seja um sistema atractivo para os developers.

A Microsoft aproveitou a conferência Build 2026 para revelar uma série de novidades centradas na inteligência artificial. O evento ficou marcado por novos equipamentos Surface, avanços em modelos AI próprios, ferramentas para programadores e até uma nova visão para sistemas operativos orientados por agentes inteligentes.
Uma das principais novidades foi a apresentação do Surface RTX Spark Dev Box, um mini PC desenvolvido especificamente para programadores que pretendem executar modelos de inteligência artificial localmente. O equipamento surge como alternativa ao kit de desenvolvimento anteriormente previsto pela Qualcomm e inclui o novo processador Nvidia Spark RTX baseado em arquitectura ARM, acompanhado por 128 GB de memória unificada. A Microsoft revelou ainda que o dispositivo chegará com aplicações como Visual Studio Code e GitHub Copilot pré-instaladas, bem como uma versão optimizada do Windows 11 Pro. A empresa não divulgou ainda o preço nem todas as especificações técnicas, mas confirmou que o lançamento acontecerá nos Estados Unidos ainda este ano.

A Microsoft também anunciou várias melhorias para tornar o Windows mais atractivo para programadores. Entre as novidades está a integração do Coreutils, um conjunto de ferramentas inspiradas no Linux que passam a funcionar nativamente no Windows 11. A empresa adicionou ainda suporte melhorado para contentores Linux através do Windows Subsystem for Linux (WSL), bem como um novo Intelligent Terminal capaz de fornecer contexto adicional a agentes AI utilizados pelos programadores.

Outra das revelações foi o Project Solara, um novo sistema operativo baseado em Android concebido para permitir que agentes de inteligência artificial funcionem em vários dispositivos de forma integrada. O projecto está a ser desenvolvido em parceria com a Qualcomm e a MediaTek e pretende facilitar a transferência de tarefas entre equipamentos. Durante a apresentação foram mostrados protótipos de dispositivos compatíveis, incluindo um hub de secretária e um crachá digital inteligente.



No campo dos assistentes inteligentes, a Microsoft apresentou o Scout, um assistente permanente baseado na plataforma open-source OpenClaw, que ganhou popularidade ao longo dos últimos meses. O Scout integra-se com aplicações do Microsoft 365, incluindo Outlook, OneDrive e Teams, e foi desenvolvido para executar tarefas em segundo plano. Entre as funções demonstradas estão a gestão de calendários, organização de despesas, criação de emails e outras tarefas administrativas. Este assistente faz parte de uma nova família de agentes denominada Autopilot, onde cada agente terá capacidades e funções específicas. Numa fase inicial, o Scout ficará disponível em versão preview nos Estados Unidos.



A empresa aproveitou ainda o evento para reforçar a sua aposta em modelos de inteligência artificial desenvolvidos internamente. Ao todo foram apresentados sete novos modelos, incluindo o MAI-Thinking-1, descrito como o primeiro modelo de raciocínio avançado criado pela Microsoft. O modelo conta com 35 mil milhões de parâmetros activos e uma janela de contexto de 128 mil tokens, tendo sido concebido para lidar com tarefas complexas que envolvem múltiplas etapas, raciocínio avançado e geração de código. A empresa anunciou também melhorias nos seus modelos dedicados à criação de imagens, síntese de voz, programação e transcrição de conteúdos.

Com a crescente popularidade dos agentes autónomos, a Microsoft revelou igualmente novas ferramentas de segurança para controlar melhor o seu comportamento dentro do Windows. A principal novidade chama-se Microsoft Execution Containers (MXC), um sistema que permite aos programadores definir limites claros sobre os recursos e dados a que os agentes podem aceder. Foi ainda apresentada uma aplicação complementar para OpenClaw que permitirá criar ou ligar agentes personalizados num ambiente isolado e protegido.

Por fim, a Microsoft mostrou a nova geração do seu chip de computação quântica, o Majorana 2. Segundo a empresa, o novo processador oferece qubits mil vezes mais precisos do que os utilizados anteriormente, graças a uma nova composição de materiais que inclui chumbo e outros compostos avançados. A gigante tecnológica acredita que este avanço poderá acelerar significativamente o desenvolvimento de computadores quânticos práticos, mantendo o objectivo de alcançar essa meta até 2029.

№ 14

Google facilita a criação de pulseiras personalizadas para o Fitbit Air

A Google dá uma ajuda na criação de braceletes e pulseiras para o Fitbit Air, disponibilizando as dimensões exactas do tracker.

A Google disponibilizou documentação oficial que permite a fabricantes, criadores independentes, ou simples entusiastas da impressão 3D, desenvolverem as suas próprias pulseiras para o Fitbit Air. A iniciativa inclui desenhos técnicos em CAD e orientações detalhadas para a criação de acessórios compatíveis com o dispositivo.

Os documentos (PDF) fornecem informações essenciais sobre dimensões, tolerâncias, pontos de encaixe e força necessária para fixar ou remover o sensor. A empresa explica ainda como garantir que os sensores mantêm um contacto adequado com a pele, algo fundamental para assegurar a precisão das medições de actividade física e saúde.
Embora os ficheiros disponibilizados não sejam modelos prontos para impressão 3D, incluem detalhes suficientes para que os utilizadores possam recriar os componentes em software de desenho técnico e produzir as suas próprias versões personalizadas. A Google refere também que o material usado deve permitir a flexibilidade necessária facilitar a instalação e remoção do Fitbit Air. Além das especificações técnicas, a empresa faz algumas recomendações sobre os materiais mais adequados para utilização prolongada em contacto com a pele, incluindo têxteis, couro e metais, testados para garantir o maior conforto e segurança.

Embora isto seja o tipo de coisa que inevitavelmente seria feito pela comunidade, não deixa de ser um bom gesto por parte da Google - embora, se quisesse ser mesmo, mesmo, amiga, poderia/deveria desde logo ter disponibilizado alguns modelos 3D em formato pronto a imprimir, para facilitar a vida aos interessados (algo que deverá rapidamente ser feito pela comunidade).

№ 15

Google facilita a criação de pulseiras personalizadas para o Fitbit Air

A Google dá uma ajuda na criação de braceletes e pulseiras para o Fitbit Air, disponibilizando as dimensões exactas do tracker.

A Google disponibilizou documentação oficial que permite a fabricantes, criadores independentes, ou simples entusiastas da impressão 3D, desenvolverem as suas próprias pulseiras para o Fitbit Air. A iniciativa inclui desenhos técnicos em CAD e orientações detalhadas para a criação de acessórios compatíveis com o dispositivo.

Os documentos (PDF) fornecem informações essenciais sobre dimensões, tolerâncias, pontos de encaixe e força necessária para fixar ou remover o sensor. A empresa explica ainda como garantir que os sensores mantêm um contacto adequado com a pele, algo fundamental para assegurar a precisão das medições de actividade física e saúde.
Embora os ficheiros disponibilizados não sejam modelos prontos para impressão 3D, incluem detalhes suficientes para que os utilizadores possam recriar os componentes em software de desenho técnico e produzir as suas próprias versões personalizadas. A Google refere também que o material usado deve permitir a flexibilidade necessária facilitar a instalação e remoção do Fitbit Air. Além das especificações técnicas, a empresa faz algumas recomendações sobre os materiais mais adequados para utilização prolongada em contacto com a pele, incluindo têxteis, couro e metais, testados para garantir o maior conforto e segurança.

Embora isto seja o tipo de coisa que inevitavelmente seria feito pela comunidade, não deixa de ser um bom gesto por parte da Google - embora, se quisesse ser mesmo, mesmo, amiga, poderia/deveria desde logo ter disponibilizado alguns modelos 3D em formato pronto a imprimir, para facilitar a vida aos interessados (algo que deverá rapidamente ser feito pela comunidade).

№ 16

Hub USB 3.0 Vkusra 7-portas com interruptores individuais a €24

Precisam de um hub USB 3.0 com quantidade generosa de portas, mas que também permita desligá-las individualmente sem tirar / meter fichas? Então espreitem este hub.

Os hubs USB tornaram-se uma necessidade da vida moderna, especialmente para acompanharem os portáteis que vêm equipados com poucas portas USB, que rapidamente se esgotam assim que ligamos um teclado e rato externo. Adicionalmente, há casos particulares, de pessoas que precisam de um número superior de portas USB. Este hub da Vkusra tem 7 portas que permitem maior liberdade na quantidade de dispositivos USB que podemos utilizar, mas o que o torna mais especial é o facto de todas as portas contarem com o seu próprio botão para que possam ser ligadas ou desligadas individualmente.
O hub USB 3.0 Vkusra 7-portas com interruptores está disponível por apenas 24 euros na Amazon Espanha, e inclui fonte de alimentação de 15W - activar desconto de 10%.

Pode ser o companheiro ideal para quem tiver que fazer a replicação de pens USB em média escala (se precisar de mais, pode sempre investir num hub de 16 portas, também com interruptores), ou simplesmente que tenha uma série de equipamentos USB que deseje manter acessíveis (por exemplo: gravador CDs externo, scanner, câmaras digitais, webcam, discos externos, etc.) mas com a possibilidade de os poder desligar sem retirar a ficha - algo que até pode funcionar como medida de protecção, prevenindo que uma infecção de ransomware se possa espalhar a um disco externo de backup, que apenas se ligue para os backups e depois se mantenha desligado.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

№ 17

Hub USB 3.0 Vkusra 7-portas com interruptores individuais a €24

Precisam de um hub USB 3.0 com quantidade generosa de portas, mas que também permita desligá-las individualmente sem tirar / meter fichas? Então espreitem este hub.

Os hubs USB tornaram-se uma necessidade da vida moderna, especialmente para acompanharem os portáteis que vêm equipados com poucas portas USB, que rapidamente se esgotam assim que ligamos um teclado e rato externo. Adicionalmente, há casos particulares, de pessoas que precisam de um número superior de portas USB. Este hub da Vkusra tem 7 portas que permitem maior liberdade na quantidade de dispositivos USB que podemos utilizar, mas o que o torna mais especial é o facto de todas as portas contarem com o seu próprio botão para que possam ser ligadas ou desligadas individualmente.
O hub USB 3.0 Vkusra 7-portas com interruptores está disponível por apenas 24 euros na Amazon Espanha, e inclui fonte de alimentação de 15W - activar desconto de 10%.

Pode ser o companheiro ideal para quem tiver que fazer a replicação de pens USB em média escala (se precisar de mais, pode sempre investir num hub de 16 portas, também com interruptores), ou simplesmente que tenha uma série de equipamentos USB que deseje manter acessíveis (por exemplo: gravador CDs externo, scanner, câmaras digitais, webcam, discos externos, etc.) mas com a possibilidade de os poder desligar sem retirar a ficha - algo que até pode funcionar como medida de protecção, prevenindo que uma infecção de ransomware se possa espalhar a um disco externo de backup, que apenas se ligue para os backups e depois se mantenha desligado.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

№ 18

Google Flow Music chega a Portugal

Já está disponível a app Google Flow Music para iOS para gerar música AI num iPhone ou iPad.

A Google fez chegar finalmente à Europa a app Google Flow Music para iOS - parte da sua colecção Flow de ferramentas de crição AI.

Embora serviços como o Suno se tenham tornado na referência a nível da geração de música AI, e já existam modelos AI open-source para geração de música - como o ACE-Step 1.5 - não se pode ignorar que, o simples facto do Flow Music ser um serviço da Google lhe dá, automaticamente, maior visibilidade.

The Flow Music iOS mobile app is now available to users in the UK, EU, and Switzerland! 🌍

We’ve expanded access to give more artists across the world the ability to create any music, anywhere.

Download the app today: https://t.co/WqpjdNGV99

— Google Flow Music (@googleflowmusic) June 2, 2026
Com o Flow Music os utilizadores podem criar músicas, instumentos, canções, assim como explorar diferentes sonoridades, tudo assistido por tecnologias AI. Mesmo que se esteja sem inspiração, não faltam músicas de outros utilizadores que poderão ser usadas como inspiração, não faltando - ao estilo do que acontece no Suno - a opção de poder fazer "remix" das mesmas noutros estilos.

Quem preferir, pode também explorar o Google Flow Music directamente no browser, não ficando dependente de adicionar mais uma app ao seu smartphone ou tablet.

№ 19

Google Flow Music chega a Portugal

Já está disponível a app Google Flow Music para iOS para gerar música AI num iPhone ou iPad.

A Google fez chegar finalmente à Europa a app Google Flow Music para iOS - parte da sua colecção Flow de ferramentas de crição AI.

Embora serviços como o Suno se tenham tornado na referência a nível da geração de música AI, e já existam modelos AI open-source para geração de música - como o ACE-Step 1.5 - não se pode ignorar que, o simples facto do Flow Music ser um serviço da Google lhe dá, automaticamente, maior visibilidade.

The Flow Music iOS mobile app is now available to users in the UK, EU, and Switzerland! 🌍

We’ve expanded access to give more artists across the world the ability to create any music, anywhere.

Download the app today: https://t.co/WqpjdNGV99

— Google Flow Music (@googleflowmusic) June 2, 2026
Com o Flow Music os utilizadores podem criar músicas, instumentos, canções, assim como explorar diferentes sonoridades, tudo assistido por tecnologias AI. Mesmo que se esteja sem inspiração, não faltam músicas de outros utilizadores que poderão ser usadas como inspiração, não faltando - ao estilo do que acontece no Suno - a opção de poder fazer "remix" das mesmas noutros estilos.

Quem preferir, pode também explorar o Google Flow Music directamente no browser, não ficando dependente de adicionar mais uma app ao seu smartphone ou tablet.

№ 20

Amazon Prime Day 2026 de 23 a 26 de Junho

A Amazon já revelou os dias promoção Prime Day para este ano, que se realizam de 23 a 26 de Junho, com quatro dias de descontos.

A Amazon confirmou o regresso do Prime Day 2026, que este ano decorrerá entre os dias 23 e 26 de Junho. A campanha começa às 23h00 de 22 de junho e prolonga-se até às 22h59 de 26 de junho, oferecendo aos subscritores Amazon Prime acesso a milhares de promoções nas mais diversas categorias.

Durante os quatro dias do evento, os clientes poderão encontrar descontos em produtos de tecnologia, electrónica, artigos para o verão, material escolar, produtos para a casa, e muito mais. Tal como nas edições anteriores, as ofertas estarão disponíveis exclusivamente para membros do programa Amazon Prime - algo que não será demasiado problemático pois podem tirar partido do período experimental de subscrição do plano.
Além do acesso a estes Prime Day, ser cliente Prime dá acesso a descontos exclusivos ao longo de todo o ano, além de entregas gratuitas e outras vantagens: como o acesso ao serviço Prime Video.

Dito isto, e tal como acontece noutras grandes campanhas, continua a ser necessário estar atento ao historial de preços para nos certificarmos de que as promoções são realmente "promoções" e não apenas uma reciclagem dos preços que habitualmente são praticados. Não é incomum que se assista a um aumento de preços na fase pré-campanha, para que depois na campanha se possa anunciar uma "descida de preços" ou "descontos" de maior percentagem.

Dito isto, para quem estiver a pensar fazer compras para o Verão (ou outras coisas), será vantajoso aguardar por estes Prime Day para ver se pode poupar alguns dos seus euros. Como sempre, vamos fazendo a partilha das melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos, além das referências diárias aqui no AadM.