PlanetGeek
№ 01

Search do Windows 11 vai ser um "launcher" mais capaz

A Microsoft está a transformar a caixa do Windows Search do Windows 11 naquilo que sempre deveria ter sido.

Como parte da sua reformulação do Windows 11, a Microsoft está finalmente a modernizar substancialmente a caixa do Windows Search, um dos pontos mais criticados do sistema 11. A nova versão, actualmente em testes, promete ser muito mais rápida, moderna e capaz, com melhorias significativas no desempenho, consumo de memória, e na forma como apresenta os resultados.

A interface foi reconstruída com WinUI 3 e passa a mostrar resultados directamente no ecrã, incluindo previews de fotografias, apresentações do PowerPoint e outros ficheiros. A Microsoft também melhorou a forma como a pesquisa interpreta aquilo que o utilizador procura, com maior tolerância a erros de escrita e suporte melhorado para sinónimos. Em vez de esperar vários segundos por resultados, a ideia é apresentar a informação da forma instantânea que se deseja num computador moderno.
A maior mudança, no entanto, é transformar a pesquisa numa espécie de "launcher" capaz de executar acções. A partir do Search será possível fazer coisas como: activar ou desactivar o Bluetooth e o Dark Mode, minimizar janelas, abrir apps lado a lado, e outras tarefas. Quem utiliza o Phone Link poderá até enviar mensagens para alguém através do smartphone, escrevendo algo como "manda uma mensagem ao João a dizer que já estou a caminho".

O novo Windows Search por agora está a ser testada pelos Windows Insiders mas deverá chegar ao Windows 11 ainda antes do final deste ano. Depois desta melhoria significativa, a Microsoft diz que se irá focar em modernizar e melhorar o Start Menu ao longo de 2027, para também o tornar mais rápido e funcional.

№ 02

Windows 11 a 12.25€ e Office 2024 por 19.99€ na GoDeal24


Outubro é um mês importante para os utilizadores de Windows. A 13 de outubro de 2026, as edições Home e Pro do Windows 11 version 24H2 vão chegar ao end of servicing, e o Office 2021 também vai chegar ao end of support. Embora os dois produtos continuem a funcionar, deixam de receber security updates e bug fixes regulares, por isso é uma boa altura para reveres o teu software setup.

Para quem está a pensar em fazer upgrade, o Windows 11 Pro oferece features como BitLocker drive encryption, Remote Desktop, Hyper-V e Windows Sandbox. Antes de fazeres o upgrade, verifica a hardware compatibility do teu PC e faz backup dos ficheiros importantes. A Win 11 Pro Key está neste momento disponível na Godeal24 por 12,25€.

Quem usa Office também pode planear com antecedência antes de o Office 2021 chegar ao fim do suporte. O Office 2024 Pro Plus para 1 PC custa 22,99€, e quem quiser configurar vários computadores pode optar pela licença de 5 PCs por 99,95€, o que fica a 19,99€ por PC. O Office 2024 Pro Plus inclui as aplicações de produtividade habituais, como Word, Excel e PowerPoint.

Para quem prefere uma opção baseada em account, a Office 365 Pro Plus Account para 5 devices, válida por um ano, também está disponível por 35,99€. Como os licensing models são diferentes, convém reveres os product terms relevantes antes de comprar. Com os dois prazos de support a cair a 13 de outubro, verificar a tua versão do Windows, rever as opções de licensing do Office e planear os upgrades necessários com antecedência ajuda a manter um PC setup mais seguro e atualizado.


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№ 03

Citroën 2CV vai regressar como eléctrico de 15 mil euros

A Citroën segue a fórmula do retro-revivalismo e mostrou o lendário Citroën 2CV em modelo eléctrico de 15 mil euros.

A Citroën quer recuperar um dos automóveis mais icónicos da sua história. A marca apresentou um protótipo eléctrico inspirado no lendário 2CV, com planos para colocar uma versão de produção na estrada em 2028 por cerca de 15.000 euros. O novo modelo mantém algumas das características visuais do original, mas adaptado à fórmula de um pequeno automóvel eléctrico moderno.
O novo 2CV conserva a carroçaria compacta, o grande tejadilho em lona que pode ser totalmente aberto e uma abordagem ultra-simples no interior. Com cerca de 1.000 kg, deverá ser particularmente leve para um eléctrico, ajudando a manter os custos baixos. Contrariando as tendências recentes, este modelo até é 10 centímetros mais curto que o 2CV original, revelando a aposta essencialmente urbana.
O interior segue a mesma filosofia, com pouco equipamento e bastante espaço para os ocupantes, apesar das dimensões reduzidas. Os saudosistas apreciarão também alguns detalhes inspirados directamente no 2CV original, como compartimentos preparados para transportar ovos e um elemento central que faz referência à famosa capacidade do carro para atravessar estradas rurais sem partir uma cesta de ovos. Temos também entradas de ar ao estilo do original, e o manípulo na consola central que evoca a peculiar alavanca de velocidades do modelo original.
A Citroën ainda não revelou as especificações técnicas, incluindo potência, bateria ou autonomia. No entanto, o posicionamento do modelo deverá ficar entre o pequeno Ami e o C3, com uma abordagem bastante modesta. Modelos urbanos semelhantes utilizam baterias na ordem dos 30 kWh e conseguem cerca de 250 km de autonomia, pelo que esses valores poderão servir como referência, embora nada esteja confirmado.

Se a Citroën conseguir manter parte desta personalidade, juntamente com um preço realmente próximo dos 15.000 euros, o novo 2CV poderá tornar-se num dos eléctricos mais interessantes e acessíveis do mercado, apelando directamente a todos aqueles que mantêm boas memórias dos tempos que passaram ao volante dos 2CV originais (e derivados).

№ 04

Samsung vai reduzir produção dos Galaxy?

Também a Samsung parece estar a enfrentar dificuldades para ganhar dinheiro com a família Galaxy.

A Samsung poderá estar a preparar uma redução significativa na produção de smartphones Galaxy até ao final de 2026, com cortes que poderão chegar aos 30%. Segundo um novo relatório, a empresa esperava produzir cerca de 270 milhões de smartphones durante este ano, mas poderá só atingir 200 milhões de unidades, numa altura em que os custos dos componentes continuam a aumentar.

A principal razão será o forte aumento do preço da memória RAM. Apesar da própria Samsung ser uma das maiores fabricantes mundiais de memória, a sua divisão de smartphones continua a suportar os custos elevados dos componentes. O preço dos módulos de 12 GB de RAM terá aumentado cerca de 175% face ao ano passado, sendo esperadas ainda mais subidas antes do final do ano. O cenário terá chegado ao ponto de a Samsung não estar a ter qualquer lucro efectivo com a venda de smartphones Galaxy - algo que deverá ter em consideração o contexto, em que os modelos mais caros poderão produzir lucro, mas que será absorvido pelo aumento dos custos nos restantes modelos.

A grande questão é que efeito isto irá ter para 2027. Será que a Samsung irá continua a insistir em ter uma vasta gama de smartphones Galaxy. Ou será que irá aproveitar estes resultados para fazer uma reformulação e focar-se num número mais reduzido de modelos, que possibilitem reduzir custos e maximizar o lucro. De notar que até a Apple sentiu uma procura abaixo do esperado nos iPhone 18 Pro que também já levou ao corte da produção (embora nesse caso possa dever-se à espera pelo iPhone Duo - algo que se descobrirá em breve).

№ 05

Empresa lança "electricidade gaming" na Alemanha

A SWK Energie lançou um tarifário que diz ser criado especificamente para os gamers na Alemanha.

Com os tarifários de energia destinados aos carros eléctricos a terem-se tornado comuns, uma empresa alemã de energia decidiu apostar num público pouco habitual: os gamers. A SWK Energie lançou o plano meinGAMING, que diz ser direccionado para famílias com consumos elevados de electricidade, como aquelas que utilizam vários PCs gaming potentes. Apesar do nome e da campanha promocional, a empresa felizmente não chega ao ponto de dizer que se trata de "energia especial" que aumente o desempenho dos jogos ou dos jogadores, é simplesmente um plano pensado para quem consumos elevados de electricidade.

Segundo a empresa, a tarifa começa a fazer sentido para casas com um consumo superior a 2.500 kWh por ano, seja devido a gaming, streaming ou simples utilização de muitos equipamentos. O plano tem um preço base mais elevado, pelo que pode acabar por não compensar para quem tenha um consumo reduzido. A campanha utiliza vários elementos associados à cultura gaming, incluindo comparações com a estabilidade de um "servidor favorito" e marketing através de streamers. É mais um exemplo de como as empresas tentam aproximar os seus produtos deste mercado, que já vai muito além de placas gráficas, periféricos e cadeiras. No entanto, neste caso, o objectivo é simplesmente encontrar consumidores que gastam bastante energia, independentemente de serem gamers ou não.

Note-se que não é o único caso de empresas a fornecerem electricidade "especial". No Japão já falamos dos casos em que alguns clientes pagaram por postes de electricidade privados, para terem electricidade mais pura e livre de interferências, para desfrutarem de um som audiófilo! Acho que será apenas uma questão de tempo até que algum comercializador de electricidade comece a vender electricidade gaming que diga ser mais rápida e que reduza o lag nos jogos online!

№ 06

Sony PS5 pode correr discos originais da PS2

A comunidade fez aquilo que a Sony nunca fez, e demonstra que a PS5 pode afinal correr discos originais da PS2.

Quase seis anos depois do lançamento da PlayStation 5, a Sony continua sem permitir que os jogadores utilizem discos originais da PS2 na consola. Agora, modders estão a demonstrar que a funcionalidade é possível - através de uma PS5 com jailbreak. O programador Sword, responsável pelo emulador PS5SX2, publicou um vídeo onde mostra um disco original de PS2 a ser colocado numa PS5 e utilizado para iniciar o jogo.

A solução também deverá funcionar com unidades DVD externas por USB, permitindo utilizar jogos físicos em modelos PS5 Digital Edition ou em consolas cujo leitor interno esteja avariado. O modder tem boas notícias adicionais, pois diz que é possível utilizar jogos de diferentes regiões. No entanto, existe uma limitação importante: o disco tem de ser convertido numa cópia digital uma primeira vez, depois desse processo, o jogo pode ser iniciado através do sistema desenvolvido pelos modders.

PS2 discs. Straight into a PS5. 20+ years of nostalgia, one disc away. PS5SX2 🎮 special thanks to @_AlAzif 🔗 https://t.co/5dJBpctESW 💬 https://t.co/0NNel5pqQt ☕ https://t.co/EypS5hoENk #PS5 #PS2 #PlayStation #PS5SX2 #Homebrew #Emulation https://t.co/mMcp41vFOX

— Sword (@sword_pdf) October 9, 2026
O PS5SX2 já consegue executar jogos de PS2 localmente em consolas com jailbreak, utilizando recompiladores de CPU do PCSX2 e um driver Vulkan modificado para tirar partido do GPU da PS5. O emulador suporta resolução até 6x na PS5 normal, com suporte para widescreen, save states, e outras funcionalidades. Naturalmente, os utilizadores precisam de ter a sua própria BIOS da PS2 e cópias dos jogos.

O mais curioso é que apesar PS5 possuir um leitor óptico compatível com DVD, a Sony limita oficialmente a retrocompatibilidade aos jogos da PS4. Os títulos da PS2 podem ser jogados através de determinados lançamentos digitais e do catálogo PlayStation Plus Classics, o que obriga a pagar por subscrições para se poder usufruir de um jogo que já se tinha comprado. Agora, fica demonstrado que afinal isso é tecnicamente possível, e a Sony desce mais um pouco na consideração dos jogadores, numa altura em que já é fortemente criticada por ter anunciado o fim dos jogos em formato físico.

№ 07

PixelBoard activa o Rambler do Gboard em qualquer Android

O PixelBoard é um teclado Gboard que dá acesso ao Rambler em qualquer smartphone Android, e nem precisa de root.

O Rambler é o novo modo de reconhecimento de voz AI do Gboard, mas que infelizmente só está disponível nos Pixel 11. Agora, surge uma versão modificada do Gboard que disponibiliza algumas dessas funcionalidades exclusivas a praticamente qualquer smartphone Android. O PixelBoard, desbloqueia o modo de escrita por voz Rambler e as AI Writing Tools, sem exigir root ou outras alterações profundas no sistema.

O projecto foi desenvolvido por Akshay Kadam a partir do trabalho de Jason Wu, que tinha iniciado um projecto para modificar o Gboard. O objectivo foi manter a experiência o mais próxima possível da versão oficial, apenas com as funcionalidades normalmente reservadas aos Pixel desbloqueadas. Assim, o PixelBoard não adiciona opções ou definições avançadas que possam "complicar" demasiado o Gboard. O Rambler consegue eliminar pausas, interjeições, e outras palavras de preenchimento, convertendo a fala num texto devidamente formatado. As Writing Tools permitem ainda rever, reformular, encurtar ou expandir um texto.

O PixelBoard está disponível através do GitHub e pode ser instalado em qualquer smartphone Android sem root e funciona em paralelo com o Gboard original, permitindo alternar entre os dois teclados. Também é possível utilizar o Morphe Manager para modificar uma instalação existente do Gboard para quem preferir essa opção. Para quem não se sentir confortável em utilizar um Gboard alterado, pode sempre equacionar o uso do SwiftKey, que recentemente também ganhou um modo de conversão de voz melhorado e que até funciona offline.

№ 08

UPS Green Cell 2000VA 1200W a €155

Ideal para PCs poderosos, ou até para continuar a jogar com uma consola na TV quando falta a electricidade, esta UPS de 2000 VA está apta a enfrentar qualquer falha de energia.

Indispensáveis para manter os equipamentos a salvo de picos e falhas de corrente, uma UPS de alta capacidade torna-se inevitável para quem vai acumulando cada vez mais equipamentos electrónicos em casa. Quem já tiver passado pelas UPS de baixa capacidade, que prometem dezenas de minutos de autonomia mas podem falhar em poucos minutos no caso de se estar a fazer algo mais exigente com o computador, poderá equacionar passar para algo de classe superior, como esta UPS Green Cell 2000VA que tem capacidade para aguentar cargas de até 1200W.
A UPS Green Cell 2000VA (1200W) está disponível por 155 euros na Amazon Espanha.

A UPS é completamente silenciosa enquanto há energia, ligando as ventoinhas apenas quando há falha de energia e precisa dar uso às baterias - perfeito para quem vier de uma UPS que mantém as ventoinhas a trabalhar a tempo inteiro.

Curiosamente, a empresa disponibiliza também uma variante de 2000VA 1400W com onda sinusoidal pura (não fazia ideia que já estavam disponíveis nesta gama de preços), perfeita para todos os equipamentos que não apreciem as ondas "quadradas" que a maioria das UPS utilizam. A única crítica é que o software fornecido pela Green Cell é para esquecer, mas encontrei relatos de que estas UPS serão compatíveis com o NUT (Network UPS Tools), o que tornará isso irrelevante.


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№ 09

Apple lança guia para controlos parentais do iOS 27

A Apple lançou um guia para ajudar as famílias a utilizar os novos controlos parentais do iOS 27.

A Apple publicou um novo guia para ajudar os pais a utilizarem as ferramentas de segurança infantil do iOS 27, iPadOS 27 e macOS 27. O documento apresenta seis passos para ajudar as famílias a criar hábitos digitais mais equilibrados e saudáveis, tendo em conta o tempo de ecrã, sono, exercício, escola, e convívio com familiares e amigos.

O primeiro passo passa por conversar com as crianças sobre o tempo de utilização dos dispositivos e estabelecer regras em conjunto. O guia recomenda ainda a criação de uma Child Account, que activa proteções adequadas à idade e permite aos pais gerir várias definições. Também é possível controlar o acesso a websites e apps, incluindo funcionalidades como o Ask to Buy e Ask to Browse, em que os pedidos para efectuar compras ou visitar certos sites ficam sujeitos à aprovação dos pais.
Os pais podem ainda criar horários específicos através das novas opções Time Allowances e Schedules, permitindo equilibrar o tempo passado online com outras actividades. O sistema também permite controlar com quem os filhos podem comunicar e inclui o Communication Safety, activado de origem para menores de 18 anos, que ajuda a impedir a visualização ou partilha de conteúdos sensíveis nas mensagens.

A Apple recomenda que estas regras sejam revistas à medida que as crianças crescem, em vez de se manterem sempre as mesmas limitações. O guia inclui ainda recomendações sobre o tempo de ecrã para diferentes idades. As novas funcionalidades de Screen Time permitem controlar todos os aspectos de utilização, mas exigem que todos os dispositivos de um grupo Family Sharing usem as versões mais recentes dos sistemas da Apple.

№ 10

Mercedes EQS ganha steer-by-wire

O novo Mercedes EQS ganha a opção de ter steer-by-wire, por uns módicos 2.500 euros.

A Mercedes anunciou que vai ser possíel encomendar o novo EQS com um sistema de steer-by-wire, a tecnologia que elimina a ligação mecânica tradicional entre o volante e a direção das rodas. A opção custa 2.500 euros e inclui não só o novo volante de aspeto futurista, mas também a capacidade de virar as rodas traseiras até 10 graus - na direção oposta às dianteiras a baixa velocidade, facilitando as manobras; e na mesma direção a alta-velocidade, para maior estabilidade e comforto.

O volante tem um formato semelhante a um yoke e roda apenas 170 graus de um extremo ao outro, evitando rotações ou ficar numa posição desconfortável para as mãos. O sistema adapta a resposta da direção à velocidade e às condições de condução, o que significa que são necessários movimentos muito menores do volante durante as manobras. Outra particularidade está na forma como o sistema lida com o feedback da estrada. Como não existe uma ligação mecânica directa, a Mercedes pode controlar electronicamente a quantidade de vibrações, ressaltos e outras reacções transmitidas ao volante. A marca afirma ter conseguido manter a sensação de precisão característica dos seus automóveis, ao mesmo tempo que elimina grande parte das irregularidades que normalmente chegam às mãos do condutor.

Como se poderia imaginar, a segurança também foi uma prioridade. O sistema possui múltiplos sistemas de redundância em todos os níveis, assegurando que o condutor nunca ficará "sem volante". A Mercedes diz que a sua tecnologia já foi testada durante mais de um milhão de quilómetros e passou os testes de segurança da empresa. Com esta opção, a Mercedes juntas-se à Tesla e Lexus, que já utilizam steer-by-wire em alguns modelos.

№ 11

Empresas tentam criar domínio .con

Quatro empresas candidataram-se à gestão de um polémico domínio .con.

Na mais recente vaga de candidaturas para novos domínios de topo (gTLD) da ICANN, além de domínios como o .agent e muitos outros relacionados com AI, temos também quatro candidaturas para a criação do .con. O problema é óbvio: ".con" é um erro de digitação extremamente comum de ".com", o que pode criar uma nova oportunidade para campanhas de phishing e outros esquemas online.

A preocupação é que os utilizadores possam escrever acidentalmente um endereço com .con em vez de .com e acabar num website completamente diferente. Aliás, temos também a situação de que alguns browsers, como o Firefox, até corrigem automaticamente este erro, por ser uma troca tão frequente. Com um domínio .con oficial, deixaria de se poder assumir que o pequeno deslize numa tecla tivesse sido puramente acidental.
Na melhor das hipóteses, a nova extensão seria uma forma de "extorsão" para todos os detentores de domínios .com, para se protegerem contra quem quisesse lucrar facilmente com a criação das versões ".con" dos seus sites. Na pior das hipóteses, o .con poderia tornar-se uma ferramenta particularmente conveniente para phishing e fraude, tirando partido da confusão com os endereços .com.

Felizmente, a existência de candidaturas não significa que a extensão seja aprovada, e a polémica que se está a gerar em torno deste caso deverá ser suficiente para que a ICANN não aceite criar um domínio cujo nome é um erro comum do mais popular TLD da internet.

№ 12

Como transformar uma moldura digital num dashboard para a família

Usar uma moldura digital barata pode ser a opção mais económica para criar um dashboard doméstico para toda a família.

Quer se queira um interface para uma casa inteligente ou um dashboard para organizar a vida familia, é comum começar esse projecto com a procura de algo como um Raspberry Pi e um ecrã. Mas, este projecto mostra-nos como é possível aproveitar algo como uma moldura digital económica, que normalmente apenas serviria para mostrar fotos, para cumprir esse objectivo.

Neste caso um programador estava prestes a deitar fora uma moldura digital que deixou de reconhecer a ligação WiFi, quando decidiu algo mais interessante. Em vez de a atirar para o lixo, recorreu à ajuda de ferramentas AI para obter acesso ao sistema, descobrir um modo de debug escondido e fazer root ao equipamento. Com um pequeno adaptador USB WiFi económico, conseguiu recuperar a ligação wireless. Inspirado pelo sucesso, decidiu repetir todo o processo com uma moldura digital aleatória de 50 euros comprada na Amazon. A experiência mostrou que muitos destes dispositivos são essencialmente pequenos tablets Android, com hardware relativamente aberto a modificações. O objectivo passou a ser remover o software original e transformar o equipamento numa plataforma aberta para se poder correr o que se quiser.


O processo passa por colocar os dispositivos em recovery/debug mode, ligá-los através de ADB, obter root e substituir o software de origem. Depois, foi instalado um Chrome WebView mais recente, permitindo executar um dashboard web personalizado.

O resultado final é um dashboard familiar que utiliza um agente AI para transformar emails da escola em eventos do calendário, lembretes, e até pesquisas de palavras para exercícios de ortografia. O sensor de movimento também foi integrado para reduzir o brilho do ecrã quando ninguém está por perto. O projecto mostra como hardware barato que normalmente estaria limitado por software proprietário pode ganhar uma segunda vida quando os utilizadores têm acesso ao sistema e às ferramentas certas, e revelando o tipo de coisa que se vai tornando acessível a cada vez mais pessoas graças aos agentes AI.

№ 13

O que é a memória HBM?

Muito se fala da memória HBM que se tornou imprescindível na era AI, mas o que é este tipo memória?

Com a loucura da AI a ter assolado o mundo e a ter tido um impacto particularmente relevante no sector da memória RAM, levando a um aumento tão brutal dos preços das memórias DDR4 que a AMD e Intel estão a retroceder e a recuperar o uso das memórias DDR4 antigas, torna-se interessante ver o que terá contribuido para isso.

Há muitos tipos de memória RAM, sendo que praticamente já todos terão ouvido falar das memórias "DDR" (DDR4, DDR5), assim como "GDDR" (destinadas às placas gráficas - a "VRAM"), e "LPDDR" (Low Power, destinadas a dispositivos móveis). Mas então, se a memória é apenas memória, porque não temos apenas um tipo de memória? A questão é que, como os próprios nomes acima referidos indicam, as memórias são ajustadas e optimizadas dependendo do tipo de função a que se destinam.

As memórias "normais", como as actuais DDR5, visam oferecer uma proposta equilibrada em termos de densidade, desempenho, latência, e consumo, adequada para o uso genérico num computador. Mas, por exemplo, para um GPU, a largura de banda torna-se mais importante, o que levou à criação da "variante" GDDR; e para um smartphone, o elemento principal torna-se o consumo, tendo dado origem à LPDDR.

Fazendo-se uma analogia com veículos e estradas, temos muitas formas de levar mercadoria do ponto A até ao ponto B. No sistema mais básico temos um carro que faz o transporte de um armazém até ao destino usando uma estada com uma única via de circulação. Se quisermos receber essa carga mais depressa, temos várias opções. A mais simples passa por aumentar o limite de velocidade, para que o carro possa circular mais rapidamente, mas eventualmente chegamos a um limite máximo da velocidade que o carro consegue atingir. Nessa altura, podemos começar a considerar outras hipóteses, como alargar a estrada e começar a usar mais carros. Mas também aqui se chega a um ponto em que as coisas começam a complicar-se, pois também existem limites físicos à largura e número de vias que cabem fisicamente em determinado espaço... e são precisamente esses os dilemas que atormentam o sector da memória, e que levaram à criação das memórias HBM (High Bandwith Memory) que tentam satisfazer a necessidade da máxima largura de banda que é necessário para o processamento AI.



Isto porque, quando se começa a aumentar a memória para lá dos 16 GB ou 32 GB, se começa a perceber que a memória RAM não é assim "tão rápida" quanto se pensa. Usando valores médios de referência, um sistema com memória DDR5 Dual Channel tem uma largura de banda de cerca de 100 GB/s. Parece muito, mas se imaginarmos um jogo a correr a 100 fps, significa que, no tempo para gerar cada frame (0.01s ou 10ms), o sistema tem apenas tempo para aceder a um máximo de 1GB da memória do sistema, quer tenha 64 GB ou 128 GB. No caso do processamento AI, em que se tem que aceder continuamente a modelos que podem ter dezenas ou centenas de GB, esse tempo torna-se crítico. Se tivermos que aceder 1000 vezes na totalidade a um modelo com 100 GB, à velocidade de 100 GB/s estamos a falar de 1000 segundos (quase 17 minutos).

Com memória HBM, que usa barramentos ultra largos complementados pelo empilhamento das memórias, é possível atingir velocidades de perto de 3 TB/s no caso das HBM4. Aceder mil vezes a 100 GB é algo que passa a poder ser feito em apenas 33 segundos - e que explica porque motivo existe a louca procura pelo hardware dedicado ao processamento AI.

O infeliz efeito secundário é que, devido a esta louca procura, os fabricantes dão prioridade a essas encomendas, deixando o mercado de consumo asfixiado com falta de chips de memória, num cenário que infelizmente ainda deverá durar vários longos anos até voltar a regularizar-se....

№ 14

Intel e AMD voltam a acolher DDR4

Perante o cenário que se vive, a Intel e a AMD estão a adicionar o suporte para as velhas memórias DDR4 aos seus novos CPUs.

A crise no mercado da RAM está a obrigar Intel e AMD a repensar as suas plataformas e a recuperar uma tecnologia que parecia estar a caminho da reforma: a DDR4. Com os preços da memória DDR5 a atingirem valores cada vez mais elevados, os dois fabricantes estão a preparar novos processadores e plataformas compatíveis com a memória da geração anterior, permitindo actualizar o PC sem que isso obrigue a substituir também a RAM.

A Gigabyte revelou que duas das suas gamas de motherboards vão suportar futuros processadores Intel baseados no socket LGA 1700, com lançamento previsto para o início de 2027. Esta plataforma estreou em 2021 com os processadores Alder Lake de 12ª geração e tinha a particularidade de suportar tanto DDR4 como DDR5. A Intel abandonou posteriormente essa compatibilidade dupla, mas a subida dos preços da memória está a obrigar a rever essa abordagem. A AMD está a seguir um caminho semelhante, com novas motherboards para a plataforma AM4, compatível com DDR4, a que se juntou o relançamento do Ryzen 7 5800X3D para assinalar o décimo aniversário da arquitectura Ryzen. Embora comprar hardware novo baseado numa tecnologia com mais de dez anos pareça estranho, não deixa de ser uma forma de lidar com a situação actual.

A diferença pode ser enorme: um kit DDR5 de 32 GB pode custar actualmente mais de 500 euros, enquanto um kit DDR4 equivalente se pode encontrar por menos de 250 euros. Além disso, tem a grande vantagem de permitir a reutilização da memória que eventualmente já se tiver no sistema antigo.

Esta solução não será atractiva para quem procura o máximo desempenho, já que a DDR5 continua a oferecer velocidades superiores, mas para muitas pessoas, a diferença de preço poderá não compensar a diferença de desempenho para o "uso normal" do dia a dia.

№ 15

Cyberleek ameaça lançar GTA 6 jogável

O infame leaker Cyberleek voltou à carga, ameaçando disponibilizar o GTA 6 completo e jogável.

Quando se pensava que o caso Cyberleek estaria encerrado, com o leaker a preocupar-se em escapar às tentativas de identificação por parte da Rockstar e Take Two, eis que ele volta à carga. O indivíduo (ou grupo) diz ter uma versão jogável completa do jogo, que possibilita jogar toda a campanha, e que poderá disponibilizar antes do lançamento oficial.

O Cyberleek colocou duas condições para não publicar o suposto "jogo completo". A primeira passa por elevar a sua criptomoeda para um valor de 30 milhões de dólares. A alternativa, para manter a sua justificação de "boas intenções para os jogadores", seria a Take-Two Interactive pedir publicamente desculpa e lançar o GTA 6 em discos físicos - algo que obviamente não irá acontecer.

More GTA 6 leaked gameplay footage...

Shit looks crazy! pic.twitter.com/kwvzT7GVWv

— ViceCity Media (@ViceCity_Media) October 10, 2026
A dar credibilidade a esta ameaça, o Cyberleek tem continuado a disponibilizar vídeos que vão revelando partes ainda não vistas do jogo, incluindo a promessa a de lançar vídeos com a protagonista feminina do jogo nua - algo que muitos acusam como sendo apenas mais uma táctica de ganhar visibilidade e inflacionar a sua criptomoeda.

Até ao momento, nem a Rockstar nem a Take-Two responderam publicamente à nova ameaça. Se a versão completa realmente existir e for divulgada, o impacto poderá ser enorme, já que toda a história, incluindo o final, ficaria disponível antes do lançamento. Com cerca de um mês até ao lançamento do GTA 6, a Rockstar certamente estará a usar todos os recursos à sua disposição para tentar evitar este cenário.

№ 16

XPeng quer vender condução autónoma a outros fabricantes

A XPeng espera ter melhor sorte que a Tesla e vender a sua tecnologia de condução autónoma a outros fabricantes.

A XPeng está a tentar transformar a sua tecnologia de condução autónoma e smart cockpit num negócio de licenciamento, procurando fabricantes de automóveis interessados em utilizar a sua tecnologia. A oferta inclui a arquitectura electrónica dos veículos, sistemas ADAS, software de condução autónoma, chips Turing desenvolvidos internamente, e até tecnologia para robotaxis e robots humanóides. A estratégia vai além do actual acordo com a Volkswagen, que já utiliza tecnologia da XPeng nos seus veículos eléctricos para o mercado chinês.

A parceria com a Volkswagen serve como principal exemplo do que a XPeng pretende replicar. A fabricante alemã investiu cerca de 700 milhões de euros na empresa chinesa em 2023 e passou a utilizar a sua tecnologia em veículos destinados à China. A estratégia tem algumas semelhanças com o que a Tesla tenta fazer há vários anos com o Full Self-Driving, mas existe uma diferença importante: enquanto a Tesla não conseguiu fechar qualquer acordo de licenciamento com outro fabricante, a XPeng já tem um cliente de referência com veículos produzidos em série. A empresa chinesa também mantém sensores adicionais, como radar e ultrassons, para funções de segurança independentes. As câmaras continuam a ser responsáveis pela condução, mas estes sensores funcionam como uma camada redundante para sistemas como travagem e direção de emergência.

Ainda assim, a XPeng terá de ultrapassar um grande obstáculo que se tem tornado cada vez mais complicado: o facto de ser uma empresa chinesa. Para fabricantes europeus e norte-americanos, utilizar software de condução autónoma e chips de AI provenientes da China poderá levantar questões relacionadas com a segurança dos dados, regulamentação, e tarifas. Por isso, os primeiros clientes poderão surgir sobretudo entre fabricantes chineses, e empresas de mercados emergentes. O que é certo, é que isto vem também relembrar o quanto os "grandes" fabricantes europeus estão para trás nesta área: num recente certame automóvel em Paris, as únicas demonstrações de condução autónoma estavam a ser feitas apenas pela Tesla e pela XPeng.

№ 17

Nio atinge 1.2M de trocas de baterias numa semana

A aposta na troca de bateria nos automóveis eléctricos parece estar a resultar para a Nio.

A Nio volta a demonstrar a escala que a tecnologia de troca de baterias pode atingir, tendo efectuado 1.192.221 trocas de baterias durante apenas sete dias na China. Entre 1 e 7 de Outubro, as 4.100 estações de troca da marca registaram uma média diária quase 22% superior à do mesmo período no ano anterior, estabelecendo novos recordes durante as celebrações do National Day.

As estações localizadas junto às principais estradas tiveram uma procura particularmente elevada, com mais de 24.83 milhões de kWh de electricidade utilizados durante as trocas. O resultado mostra que o sistema pode lidar com enormes volumes de utilizadores durante períodos de viagens intensas, aproximando a experiência de abastecimento tradicional à que muitos condutores esperam de um posto de combustível. Para o condutor, a principal vantagem está na rapidez e simplicidade. O automóvel entra na estação, a bateria descarregada é retirada automaticamente e uma unidade carregada é instalada, num processo que demora entre três a cinco minutos.


Embora alguns fabricantes anunciem tempos de carregamento "tradicionais" que se aproximam dos 5 minutos, isso ainda fica limitado a modelos mais recentes e ao uso de postos que suportem as potencias necessárias. Adicionalmente, esta experiência da Nio é algo totalmente "sem mãos", em que os utilizadores não têm que sair do carro e lidar com cabos, calor, frio, chuva, ou neve.

O grande problema é que isto continua a ser um sistema proprietário, que funciona apenas com os veículos da marca (e sub-marcas: Onvo e Firefly). Apesar da Nio ter parcerias com outros fabricantes e estar a tentar que também eles adoptem o sistema, não é certo que estejam dispostos a fazê-lo. Pelo que, continuaremos a ter que aguardar para ver se a aposta na troca de baterias é algo que terá futuro, ou será apenas uma "curiosidade" no processo de transição para os carros eléctricos.

№ 18

Agente AI da Anthropic dá pistas falsas em caso de homicídio

A Anthropic revelou que um dos seus agentes AI enviou informação falsa para a polícia durante os testes.

Não há semana em que não se descubram novos casos de comportamentos "impróprios" por agentes AI, e a Anthropic revelou mais alguns casos. O caso mais curioso, que a Anthropic descreve apenas como "submissão indevida de um formulário", é a que está a dar mais que falar, já que se tratava de um formulário da polícia de Filadélfia para envio de informação relacionada com crimes por resolver, que o agente se entreteve a preencher.

O agente da Anthropic disse que "se lembrava de ter visto alguém" parecido com a descrição dada, na zona e hora do crime, disponibilizando-se para ser contactado se as autoridades achassem a informação relevante.
Felizmente, a submissão acabou por ficar bloqueada pelos filtros de spam da polícia, nem sequer chegando aos investigadores. Mas, igualmente preocupante, é que isto aconteceu a 18 de Julho mas a Anthropic só descobriu o incidente a 28 de Setembro, 72 dias mais tarde(!) e demorando mais de uma semana até finalmente informarem a polícia do sucedido - um atraso de 81 dias que as autoridades de Filadélfia consideraram ser totalmente inaceitável, porque se tratava de uma comunicação falsa relacionada com um possível homicídio.

É perfeitamente plausível que a informação pudesse ter atrasado ou atrapalhado uma investigação real, ou até causado sérios transtornos a eventuais suspeitos, tudo por causa de uma "alucinação" de um modelo AI.

Nas empresas tecnológicas temos assistido ao fim dos programas de recompensas de bugs devido à avalanche de submissões feitas por AI. Parece que em breve muitos mais serviços que aceitam informações do público terão que rever a sua viabilidade, caso comecem a ser igualmente inundados por submissões, sugestões, queixas, e tudo o mais, feitas por agentes AI sedentos de fazerem tudo aquilo que podem para agradar aos seus donos.

№ 19

Reparação de DDR5 de 256GB e 128GB

Devido ao elevado preço das memórias, torna-se obrigatório olhar para a sua reparação como algo a ter em conta.

Em tempos que agora parecem distantes, um módulo de memória avariado seria algo que simplesmente se "atirava para o lixo" e trocava por um novo. Mas com os preços da memória nos níveis exorbitantes que estão devido à AI, as coisas mudam de figura. Foi o que aconteceu com dois módulos RDIMM DDR5 de 128 GB e 256 GB, cujo valor do mercado actual ultrapassa a dezena de milhar de euros.

O módulo de 128 GB apresentava falhas durante o processo de DDR5 training no arranque, um comportamento que pode indicar problemas nas ligações de solda dos chips DRAM BGA. Depois de vários testes, um simples ciclo de reflow foi suficiente para recuperar o módulo. Após a intervenção, a memória passou novamente pelo processo de training sem problemas num sistema de teste. Já o módulo de 256 GB parecia completamente morto. Uma das primeiras suspeitas foi o PMIC, responsável por fornecer a alimentação necessária aos chips DRAM, ou a memória SPD que guarda as informações de configuração do módulo. O chip SPD foi substituído e reprogramado com uma cópia do conteúdo original, mas isso não resolveu o problema. Foram depois realizados vários processos de reflow e reballing em diferentes componentes.



A verdadeira causa acabou por ser mais simples, mas também mais difícil de encontrar: um condensador MLCC em curto-circuito e um PMIC danificado. O módulo terá sido deixado cair no chão, o que poderá ter provocado danos tanto no condensador como nas soldas. MLCC rachados são uma causa relativamente comum de falhas em placas electrónicas, pelo que procurar curtos nestes componentes pode acelerar bastante o diagnóstico.

No final... deu trabalho, mas certamente terá compensado face à alternativa, de gastar perto de 15 mil euros em dois módulos novos.

№ 20

Apps like Adobe

Recentemente apareceu pelo Reddit um conjunto de alternativas às apps da Adobe em modo opensource.

Parece que recentemente um programador lançou mãos à obra e decidiu, implementar em Rust clones das apps da Adobe, sem licenças, e neste momento até já do Word e software Autocad. Assim surge o ArtCraft, que já têm bastantes apps prontas para usar.

O programador Brandon Thomas lançou o Artcraft, uma suite de aplicações gratuitas e de código aberto, programadas em Rust com a ajuda de inteligência artificial (Claude Opus 5.5), criadas especificamente para substituir ferramentas centrais da Adobe.

A Suite Artcraft, têm já um conjunto de alternativas Gratuitas à Adobe.

  • Alternativa ao Photoshop: Ferramenta gratuita para edição de imagens rasterizadas.
  • Alternativa ao Illustrator: Software para criação de gráficos vetoriais.
  • Alternativa ao Premiere: Editor de vídeo completo.
  • O conjunto inclui ainda mais quatro aplicações complementares que fecham esta suite criativa de sete ferramentas.

O programador aceita ainda várias sugestões no Reddit, dado que recentemente sugeriram o Word e rapidamente ficou disponível.

O código fonte, dado que são Open Source está disponível no GitHub em https://github.com/storytold.

O LightCraft é a apicação similar ao Adobe LightRoom, e que até abre os catálogos do LightRoom.

E não é só para Windows. Para Mac existem, e até funcionam muito bem. Abaixo um exemplo do LightRoom – estou mesmo a repensar continuar com a licença que tenho do LighRoom – não é igual, não tem o Storage, e créditos AI claro, mas, é gratuito.

Screenshot