PlanetGeek

PHP News Partnership Announced Between the PHP Classes Site and PHPMagazine.net for Our PHP Newsletter

27-01-2021 | 13:44 | Manuel Lemos

By Manuel Lemos
The PHP Classes just established a partnership with the PHPMagazine.net site to lead the some of the latest more relevant news in the PHP community throughout the world.

Read this short announcement article, so you can understand what this means and what you gain from this collaboration initiative.

Google remove video player da Play Store por suportar legendas em formato ASS

26-01-2021 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

Demonstrando os riscos dos sistemas de censura automática, foi removida da Play Store uma app de video player por referir o suporte a legendas no formato ASS.

Os responsáveis pela app Just (Video) Player foram surpreendidos ao verem a sua app ser expulsa da Play Store da Google, por supostamente conter "conteúdo sexual explícito ou profanidades". Uma queixa que não parecia fazer qualquer sentido, até se perceber que aquilo que tinha incomodado os filtros da Google era incluir a palavra "ass" - mas não no sentido em que a Google o interpretou, mas sim enquanto um dos muitos e variados formatos de legendas que a app suporta.
Ao longo dos anos temos visto múltiplos abusos pelas "app stores", como o célebre caso em que a Apple removeu uma app de leitura de ebooks, por a app permitir ler livros como o Kama Sutra, que continham conteúdo sexual. Curiosamente, estas empresas parecem não achar que esse tipo de regras se deva aplicar a apps como os seus próprios browsers, por permitirem que se visitem sites para adultos; e neste caso em concreto, temos que a própria Google também exibe orgulhosamente o suporte para legendas ASS no seu ExoPlayer.

Se é aceitável que a Google tenha filtros para detectar apps com palavras potencialmente proibidas, é também completamente ridículo que não exista uma verificação manual antes de ser efectuada uma operação tão radical como a sua expulsão, em especial tendo em conta que se tratava de uma app já com historial na Play Store, e que a palavra em questão estava longe de ser uma palavra que deveria dar direito a tal tratamento. O único ponto positivo neste caso, é que desta vez a Google foi rápida a rectificar a situação e voltou a colocar o Just (Video) Player disponível passadas poucas horas - mas sendo algo que poderia / deveria ter sido completamente evitado.

What is New in PHP Type Hinting Support in PHP 8

26-01-2021 | 19:11 | Manuel Lemos

By Stefan Kientzler
Type hinting is a feature that PHP provides to declare types of class variables, function parameters and return values, so you can detect and fix programming mistakes as early as possible in your developments.

Read this article to learn about PHP version 7.4 type hinting support. You can also read about the new type hinting features of PHP version 8.0.

The article also presents a list of the kinds of type hinting that are available in each PHP version.

In the end you can learn more about type hinting in practice with code examples.

Alexa ganha acções proactivas que dispensam confirmação

26-01-2021 | 18:30 | Aberto até de Madrugada

Depois das sugestões estreadas em 2018, a Alexa passa agora a ser capaz de controlar dispositivos com base nas rotinas dos utilizadores sem necessidade de confirmação manual.

Há muito que a Amazon deu à Alexa a capacidade de analisar as rotinas dos utilizadores e fazer sugestões com base nos seus hábitos. Por exemplo, podia perguntar se desejavam apagar as luzes da sala, que tinham ficado ligadas, ao se irem deitar; ou desligar o A/C quando se sai de casa. Isto era algo a que os utilizadores tinham que responder manualmente, mas que a partir de agora poderá ser feito de forma completamente automática pela Alexa, sem necessidade de confirmação manual.


Se estão a antecipar tudo o que poderá correr mal ao se dar controlo total e absoluto dos nossos smart devices a uma A.I., há pelo menos a salvaguarda de se poder dizer quais dos equipamentos poderão ser actuados por este novo modo proactivo completamente automático, e quais deverão permanecer pendentes da confirmação manual do utilizador. Pelo menos assim poderá dar-se apenas o controlo a algo "inofensivo" como uma lâmpada, e não a coisas potencialmente mais problemáticas como portas de garagem, fechaduras, etc. (se é que estas sugestões automáticas também abrangem esse tipo de dispositivos).

Temos também a atenuante que os utilizadores da Alexa já passaram os os dois últimos anos a ver as sugestões com confirmação feitas pela Alexa e já terão uma boa ideia do tipo de acções que ela irã efectuar, e mesmo para novos utilizadores, não custará muito optar por essa modalidade durante alguns meses, antes de dar permissões de controlo directo com base no que achar melhor. Por agora, é algo que só estará disponível para EUA, pelo que também teremos tempo para perceber se a coisa funciona devidamente.

Mini smartphone Android Soyes XS11 a €37

26-01-2021 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

Numa altura em que se discute se o mercado realmente quer smartphones pequenos, que tal um smartphone Android com ecrã de 2.5", como é o caso deste Soyes XS11?

Este Soyes XS11 3G parece ter tudo o que um fã dos smartphones compactos poderia desejar, incluindo um reduzido ecrã de 2.5" que nem se digna a especificar a resolução para não assustar ninguém. Só que na prática, acaba por não ser aquilo que se poderia esperar, algo logo antecipado pelo facto da marca se dar ao trabalho de criar a ilusão de três câmaras traseiras quando na realidade tem apenas uma, com uma reduzida resolução de 2MP (na frente, temos 0.3MP). A bateria de 1000 mAh também mostra desde logo que a autonomia não deverá durar muito, e apesar de ser um smartphone com Android, trata-se de um pré-histórico Android 6.0, acompanhado por um CPU MTK6580M, 1GB de RAM e 8GB para apps. A falcatrua das câmaras também faz inspirar cautela quanto às imagens promocionais, e de facto, procurando-se fotos reais, vemos que o ecrã não é tão "full-screen" quanto o tentam fazer parecer.
Este mini Android Soyes XS11 3G está disponível por 37.97 euros com o código de desconto BGdatw5, e envio EU Priority Line por 6 euros.

A única coisa que se comprova é mesmo o seu tamanho total, de 85 x 43 x 9 mm que se revela verdadeiramente minúsculo face a qualquer smartphone moderno (para referência, um iPhone 12 Pro Max mede 160.8 x 78.1 mm, pelo que este XS11 acaba por ter quase um quarto do seu tamanho), mas sem que isso o impeça de ter dual SIM, GPS, rádio FM, BT 4.0, etc. Embora não seja um smartphone que possa propriamente "recomendar", não deixa de ser um gadget interessante para pregar uma partida a alguém, ou para oferecer a alguém que faça colecção de curiosidades, ao estilo daquele micro-telemóvel num auricular que passou por cá há anos! :)


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

Notícias do dia

26-01-2021 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Google promove FLoC como alternativa aos cookies; envios internacionais com dados alfandegários obrigatórios; Galaxy Watch e Apple Watch com medidor de glucose no sangue este ano; Sony pode recuperar Xperia Compact para este ano; Netflix adopta codec xHE-AAC para som mais eficiente nos Android; e CEO da Waymo diz que Tesla nem sequer é concorrente na condução autónoma.

Antes de passarmos às notícias do dia, temos novo passatempo gadget da semana, que desta vez te pode valer um Nokia 105.

Google detecta campanha de ataque contra investigadores de segurança

A equipa "Threat Analysis Group" (TAG) de segurança da Google detectou uma campanha de ataque norte-coreana contra investigadores de segurança, em que foram criados perfis falsos de supostos investigadores, incluindo contas de Twitter e blogs, que se tentaram aproximar de especialistas nesta comunidade para depois os tentarem infectar através de supostas vulnerabilidades que estavam a estudar e para as quais pediam ajuda, ou direccionando-os para sites com capacidade para infectar as suas máquinas.

Este último ponto mostra que o ataque está a tirar partido de alguma vulnerabilidade 0-day ainda desconhecida, pois está a conseguir instalar um serviço malicioso e backdoor nos computadores dos investigadores, que comunica com um servidor remoto, mesmo utilizando-se um Windows 10 e um browser Chrome com as últimas actualizações.


Site do YouTube instalável como PWA

Depois do YouTube Music e TV, é agora a vez do site principal do YouTube poder ser promovido a app instalada, cortesia das Progressive Web Apps (PWA). Para isso, se preferirem aceder ao YouTube com estilo de app em vez da forma tradicional numa página no browser, bastará prestarem atenção ao pequeno símbolo "+" que aparece na barra de endereço, e clicarem nela.

Isso dará acesso a uma pseudo-app que poderão usar como se fosse qualquer app normal, apesar de na realidade continuar a tratar-se de uma janela do browser - mas sem contar com a barra de endereços e outros elementos do browser. É um sistema que tenta combinar o melhor de ambos os mundos, tratando o site como app, mas permitindo ter sempre a "app" actualizada, sem complexidade adicional. É de esperar que com a melhoria das capacidades dos browsers, estas PWA se comecem a tornar cada vez mais numerosas e populares.


Mudança de engenheiros na Apple

Há remodelações na Apple que estão a fazer disparar todo o tipo de rumores. O posto de SVP de Hardware Engineering, responsável por liderar as equipas de desenvolvimento de iPhones, iPads, e Macs, passa a ser ocupado por John Ternus, que já era vice-presidente desta secção desde 2013 e que teve papel activo no desenvolvimento dos recentes iPhone 12 e do chip M1.

Mas a parte que está a intrigar tudo e todos é que o antigo SVP, Dan Riccio, que ocupava o posto desde 2012, vai passar a ser responsável por um projecto misterioso não especificado, que muitos acreditam ser o muito falado carro da Apple. Algo que ganha credibilidade quando se considera que Bob Mansfield, que ocupou o seu posto antes de si, e que estaria à frente desse projecto, saiu da Apple no final de 2020, deixando o espaço em aberto para estas substituições.


Leica relembra a importância da fotografia para registo Histórico


Tendo criado a primeira câmara fotográfica de utilização prática com película de 35mm em 1914, a Leica tem-se mantido um nome de referência na área, mesmo passado mais de 100 anos. Agora, relembra-nos a importância da fotografia como testemunho dos momentos históricos, com um curto mas marcante vídeo.

E pensar que em poucas décadas passamos da fotografia enquanto algo que nos obrigava a levar rolos de filme para um laboratório revelar e nos devolver as fotos passados alguns dias; para algo que podemos transportar num bolso, com capacidade para captar fotos praticamente ilimitadas, e que nos dá acesso imediato a todas as fotos que capturamos ao longo dos anos.



Curtas do dia


Resumo da madrugada


Honor lança 1º smartphone após separação da Huawei

26-01-2021 | 16:21 | Apps do Android

A Honor nãp perdeu tempo e já anunciou o seu primeiro smartphone da era pós-Huawei, o V40.

O Honor V40 vem equipado com um ecrã OLED de 6.72" a 120Hz, CPU MediaTek Dimensity 1000+, 8GB de RAM, 128GB ou 256GB, câmaras de 50MP com laser AF + 8MP ultrawide + 2MP macro, bateria de 4000mAh com carregamento rápido de 66W, e carregamento wireless de 50W. Características "normais" para um modelo deste segmento, mas com a principal particularidade a ser o facto de poder ser apresentado como sendo o primeiro smartphone Honor desde que a marca se separou da Huawei para tentar escapar às restrições que lhe foram aplicadas pelos EUA.


Embora seja óbvio que este modelo ainda terá sido desenvolvido sob a influência da Huawei, o facto de oficialmente ser um smartphone apenas da Honor abre as portas para que o mesmo possa vir a ser comercializado internacionalmente com as apps e serviços Google que tem estado ausentes dos smartphones Huawei (e Honor, enquanto pertencia à Huawei). Um passo indispensável para que estes modelos possam fazer frente aos demais fabricantes Android, apesar de todos os esforços da Huawei em criar os seus próprios serviços e estar a apostar fortemente na sua AppGallery como alternativa à Play Store da Google.

Na China, este V40 vai custar 457 euros para a versão de 8GB + 128GB e 508 euros para a versão de 8GB + 256GB.

Galaxy Experience 2020 em análise

26-01-2021 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Com algum tempo de atraso devido às alterações do final de ano, temos finalmente a mega análise ao Galaxy Experience, em que o nosso Luis Costa teve em mãos um verdadeiro arsenal de equipamentos da Samsung, incluindo smartphones, tablet, smartwatch e earphones.


Esta é uma análise algo diferente, pois tivemos não um, mas cinco equipamentos que nos acompanharam ao longo de algumas semanas, para que pudéssemos usufruir da Experiência Samsung. Dois smartphones, um tablet, um smartwatch e um par de auriculares bluetooth, foi este o desafio que enfrentámos estoicamente, procurando explorar os limites da experiência que a Samsung preparou para os seus clientes.

Galaxy Note 20/Note 20 Ultra


Se o início do ano começa com o lançamento de um novo modelo para a série Galaxy S, o final tem até ao momento merecido igual distinção, com a Samsung a lançar a série Galaxy Note, onde a SPen continua a desempenhar um papel fulcral. No evento de apresentação da série Galaxy Note 20, a marca fez questão de salientar o impacto que este "novo normal" teve no desenvolvimentos dos equipamentos Note, com a Samsung a optar por dar destaque a áreas que por norma eram opção para a série Galaxy S, sendo a fotografia um desses exemplos. O Galaxy Note passa assim a ser visto não só como um equipamento de apoio ao trabalho, mas também como uma ferramenta dirigida para a diversão, com o Xbox Game Pass Ultimate a dar um sinal da estratégia que a marca teve em vista para estes novos modelos.


Esta mudança de política, acaba por dar força ao movimento que defende a fusão das duas séries de equipamentos, sendo que até pode dar-se o caso do dobrável vir a ser o feliz destinatário da SPen, potenciando a utilização de um ecrã de grandes dimensões. Esta possibilidade não passa contudo de futurologia, havendo que esperar por 2021 para ficarmos a conhecer a decisão da marca Sul-Coreana.


De momento, a estratégia manteve-se, com Samsung a apostar no lançamento de duas unidades, o Galaxy Note 20 e o Galaxy Note 20 Ultra. À primeira vista, tirando o tamanho, não há muitas diferenças, mas um olhar mais atento revela uma opção curiosa por parte da Samsung, dando claramente a ideia de que pretende dirigir os clientes para o modelo Ultra.


"Sim, temos aqui um modelo mais em conta, mas o que vocês querem mesmo é este Galaxy Note 20 Ultra"



É a típica situação de copo meio cheio/meio vazio. Mantém-se o processador, velocidade do armazenamento e a câmara frontal, mas temos um Note 20 com ecrã inferior em resolução e sem a taxa de actualização de 120Hz, 8GB de RAM (vs 12GB no Ultra), sem slot para cartões microSD, tripla câmara, mas com dois sensores com especificações inferiores e uma bateria com 4300 mAh (-200mAh face ao Ultra). A SPen foi revista, apresentando uma menor latência face ao disponibilizado no Note 10 (42ms), todavia a melhoria é mais acentuada no Note 20 Ultra (9ms), do que no Note 20 (26ms). De referir que ambos os modelos detectam a execução de gestos com a S Pen, pelo que se o vosso sonho era serem mágicos, já podem treinar uns movimentos com esta caneta do futuro.


O Note 20 apresenta ainda duas outras diferenças, sendo que estas acabam por ter um impacto reduzido em termos de utilização. O ecrã é plano, não apresentando nenhuma curvatura nas extremidades laterais e a traseira é em plástico, ao contrário do vidro utilizado no Note 20 Ultra. Curiosamente as traseiras não deixam antever o tipo de material de que são feitas, apresentando ambas um elevadíssimo nível de qualidade de acabamentos e um conjunto de cores muito feliz, que além de agradável à vista, facilmente garante a diferenciação de outros equipamentos no mercado, mostrando claramente que a Samsung "fez o trabalho de casa".


A traseira do Note 20 Ultra é apenas um pouco mais suave ao toque, com a mão a deslizar com maior facilidade. Ao escrever estas linhas verifiquei mais uma vez esta situação, e dei por mim a ver o Note 20 a escorregar-me da mão. Felizmente, estava sobre uma mesa, não tendo ocorrido danos no equipamento. Existe ainda outra diferença na traseira, com o dedo indicador a ficar sobre o módulo de câmaras do Note 20 Ultra, algo que não acontece no Note 20, devido à menor dimensão deste conjunto.




Pese embora exista uma diferença nas especificações, a utilização dos equipamentos foi igualmente agradável. O ecrã do Note 20 Ultra, com uma taxa de actualização de 120Hz, acabou por ficar aquém do esperado, dando a ideia que a poupança da bateria é mais importante que a fluidez do ecrã.

Opção "Suavidade de movimento" só presente no modelo Note 20 Ultra

Comparando os dois modelos, lado a lado, a diferença é notória, com o ecrã do Note 20 Ultra a mostrar-se muito mais fluído, mas numa utilização no dia a dia, fica a sensação que o comportamento do ecrã do Note 20 Ultra poderia ser ainda melhor.

Note 20 Utra

Note 20


Equilíbrio nos resultados 
 
Algo que impressionou verdadeiramente foi a velocidade do armazenamento, com a instalação de aplicações a ser ultra rápida, de tal forma que criou a dúvida se efectivamente havia sido instalada alguma coisa, pois tinham sido três as aplicações seleccionadas para instalação. Igualmente surpreendente, a rapidez com que estes dois smartphones correram os testes de benchmark, nomeadamente o 3DMark, aplicação que por norma se arrasta e no caso dos Note 20, foi rapidíssima a concluir o teste, com resultados dignos de registo.

O sensor de impressão digital está mais rápido e preciso na detecção, sendo por isso uma boa alternativa ao reconhecimento facial. Há uma clara evolução neste hardware, com a detecção da impressão digital a não ficar a dever muito aos sensores na traseira do equipamento, sendo que no caso destes últimos, o recorte na traseira ajuda a posicionar o dedo no local certo, algo que não acontece no ecrã.



O software não apresenta novidades de monta, com a OneUI a aguardar pela chegada da versão 3.0 (prevista para o início de 2021). A Samsung mantém a sua aposta no desenvolvimento desta interface, que começa mais uma vez a acumular funcionalidades, sendo que de momento este facto ainda não tem impacto no desempenho global dos equipamentos. 


A garantia de três anos de actualizações é sem dúvida um excelente cartão de visita, com a marca Sul-Coreana a recompensar a fidelidade dos seus clientes, a qual só pode sair reforçada com os patch de segurança a serem distribuídos no mesmo dia que a Google os disponibilizou para os smartphones Pixel, num desempenho que de momento não se encontra em nenhuma outra marca.

O carregamento pode ser feito através de um carregador com ou sem fios. Neste campo, salienta-se o facto de ambos os terminais permitirem a utilização do sistema de carregamento inverso, para carregar outros equipamentos. De referir que este processo, sendo interessante é no entanto limitativo, pois o calor gerado no processo, acaba muitas vezes por interromper o carregamento de forma precoce. 


O Note 20 Ultra demorou 1h38m para completar o carregamento da bateria de 4500mAh. O Note 20 demorou um pouco menos (1h35m) para atingir os 100% de carga dos 4300mAh. De referir que, segundo a marca, o sistema de carregamento de 25W permite chegar aos 50% de carga em meia hora. Nos testes efectuados com o carregador e cabo de origem, o Note 20 Ultra cumpriu, tendo atingindo os 40% de carga nos referidos 30 minutos.


As câmaras são semelhantes nos dois modelos, mas o modelo Ultra disponibiliza um zoom superior (até 50x, com a diferença de qualidade a fazer-se notar claramente nas imagens). 

Galaxy Note 20/Note 20 Ultra

Em termos globais o comportamento fica acima da média, sendo suficientemente versátil para permitir bons resultados em diferentes condições de iluminação. Há no entanto que referir que no caso de a zona a fotografar ter pouca luz, o detalhe da imagem acaba por ser inferior, com o ruído a fazer-se notar na qualidade das imagens. Considerando que estes resultados estão em linha com o disponibilizado pelo Pixel 3a, temos a garantia de qualidade, se bem que a alguma distância daquilo que os melhores conjuntos da actualidade disponibilizam.

Galeria de fotos




O Galaxy Tab S7+



O modelo lançado no ano anterior mereceu rasgados elogios na nossa análise, com o Galaxy Tab S6 a cotar-se como um dos melhores tablets no mercado. A fasquia estava assim elevada, com o Galaxy Tab S7+ a ter de, no mínimo, igualar esta prestação, para se sair bem na fotografia.


Em termos de hardware, a Samsung voltou a não olhar a meios para apresentar um equipamento de topo. O processador é simplesmente o melhor até à data, tendo a marca sul-coreana optado por apostar no Qualcomm Snapdragon 865+, ao invés de escolher um do seus Exynos, isto quando nos smartphones, são estes últimos a ser opção para o mercado Europeu.


Com 6 ou 8GB de RAM,  armazenamento (UFS 3.0) a variar entre os 128 e os 512MB, podendo este ainda ser expandido através da utilização de um cartão microSD, 4 colunas AKG e uma bateria de 10090mAh, não há nada que se possa apontar, ficando o utilizador com um conjunto de hardware de elevadíssima qualidade, tendo nas actualizações de software um apoio fundamental, com os mesmos 3 anos de updates do Android e patch de segurança a tempo e horas (pelo menos para já).


O ecrã Super AMOLED HDR10+, com 12,4" e uma taxa de actualização de 120Hz, é mais uma vez um deleite para o consumo de conteúdos multimédia, sendo acompanhado ao mais alto nível, pelas quatro colunas acima referidas. Haverá contudo de contar com o formato alongado, com o Galaxy Tab S7+ a apresentar dimensões generosas, sobretudo em termos de largura, com 285 x 185 x 5,7 mm. 



Com esta espessura, não se pode considerar que este seja um equipamento "gordo", mas as arestas vivas do corpo, associadas à sua dimensão, acabam por tornar o tablet pouco prático em utilização (na mão), tanto em modo paisagem, como em modo retrato. Como ponto menos positivo, o alumínio escovado das laterais, o qual transmite um look que não se coaduna com o equipamento, sendo menos conseguido que a traseira, essa sim com um tom e acabamento ao nível de um equipamento premium. 


Com uma área de ecrã tão generosa, o Galaxy Tab S7+ chama por acessórios que possam maximizar a experiência de utilização. A SPen é um começo, mas uma capa é fundamental para posicionar o tablet numa mesa de trabalho. 


O Android tarda em conseguir apresentar um layout que permita potenciar os tablets, mas há já um conjunto simpático de aplicações que permite tirar partido quer da dimensão do ecrã, quer dos acessórios acima referidos. Um teclado, ou capa/teclado, surge assim como um complemento a ter em vista por quem pretenda utilizar o tablet com ferramenta de trabalho. Haverá que adaptar processos, escolher novas aplicações, mas com algum esforço, o Galaxy S7+ poderá ser um bom complemento aos PC/portáteis, não podendo contudo ser visto como um substituto. 


Tal como no caso dos smartphones, também este Galaxy S7+ não apresenta um processo de carregamento verdadeiramente rápido, havendo que esperar cerca de 3h (2h55min, nos testes efectuados) para completar uma carga completa.


A bateria de 10090mAh permite, segundo a Samsung, navegar 8h na internet ou ver até 14h de vídeo, pelo que a autonomia não será um problema, com o ecrã AMOLED e o Snapdragon 865+ a portarem-se muito bem neste campo (assim como no desempenho global, diga-se). Atendendo ao tempo de carregamento, o melhor mesmo será utilizar um período morto, ou até mesmo a noite para este feito. Foi precisamente esta a política utilizada ao longo do período de testes, utilizar sem preocupações, carregar quando oportuno. 

Imagem captada num ambiente com pouca luz (modo noite activo)

Câmaras, sim, duas na traseira para todos aqueles que são fãs de utilizar um tablet para este afeito, com a Samsung a disponibilizar um interface em linha com o que apresenta nos smartphones. A qualidade das imagens vai estar directamente dependente da iluminação disponível na zona a fotografar, sendo que zonas com boa luz, são garante de imagens com bom detalhe. A câmara frontal, com 8MP será suficiente para videochamadas, mas o nível de qualidade vai estar igualmente dependente da luz disponível.

Galeria de fotos




Galaxy Buds Live

Este é mais um caso em que o design leva a melhor sobre o desempenho, com a Samsung a apostar todos os seus trunfos num modelo extremamente arrojado em termos estéticos. Os "feijões", como rapidamente foram baptizados, não passam despercebidos a ninguém, com o seu formato icónico a ter um impacto agri-doce. Se por um lado os auriculares são muito bonitos, de fácil colocação na cavidade auricular, acabam no entanto por ser pouco confortáveis quando utilizados por longos períodos. A opção por uma peça maciça em lugar das comuns borrachas, acaba por reduzir o conforto em utilização ao fim de pouco tempo. 


Esta questão do formato, tem igualmente impacto no cancelamento de ruído activo, que acaba por se ficar por uma atenuação de ruído, capaz de reduzir o som ambiente numa viagem de comboio. As vozes de quem vá sentado nos lugares próximos, continuarão a ser um incómodo com que terão lidar, não havendo muito a fazer quanto a esta questão (a não ser aumentar o volume, dentro dos limites aceitáveis). De referir que o desempenho do cancelamento de ruído não tem impacto na qualidade sonora, com os Galaxy Buds Live a disponibilizarem uma experiência cheia de musicalidade, suportada por uns graves inesperadamente robustos. 



Caso o tom não seja do agrado do utilizador, a app Galaxy Wearable, através do plugin Galaxy Buds Live (mais um...), permite ajustar o som, disponibilizando para isso 5 configurações pré-definidas (baixos amplificados, suave, dinâmico, cristalino e amplificação de agudos).

A app permite igualmente consultar a configuração dos controlos através do toque nos auriculares, havendo apenas possibilidade de configurar manualmente o toque prolongado. Neste caso, cada auricular tem uma função distinta, ao contrário do que se passa nas acções com um, dois ou três toques, onde a funcionalidade activada é igual para os dois auriculares (reproduzir/pausa, faixa seguinte/atender e desligar chamada, faixa anterior). A detecção dos toques é efectuada de forma bastante eficiente, mas terão de utilizar a zona definida para o efeito, o que nos primeiros tempos poderá ser um problema, obrigando a alguma habituação.


Em termos de autonomia, segundo a Samsung podemos contar com uma média de 6 horas de autonomia. A caixa de transporte, com uma bateria interna de de 472mAh permite até 3 cargas completas dos auriculares, pelo que dificilmente irão ficar sem carga durante o dia, bastando que durante um intervalo, aproveitem para carregar os auriculares. 


A caixa de transporte, facilmente poderia ser confundida com um elemento para guardar joias, graças ao tom rosa gold, que dá um tom de requinte ao plástico. De referir que os auriculares se encontram posicionados correctamente na caixa, não havendo que andar com truques de Kung-Fu para os instalar no devido lugar. Basta retirar da orelha e instalar directamente no local respectivo, algo que infelizmente nem sempre acontece neste tipo de equipamentos.

O Galaxy Watch 3


O smartwatch acaba por ser o mais bem conseguido dos equipamentos em análise, talvez pelo facto de ser aquele que representa uma aposta na continuidade, não havendo uma investida em áreas passíveis de ser mais ou menos criticadas.


Para se emparelhar o relógio com o smartphone, é necessário instalar uma série de plugins. Primeiro o Galaxy Wearable para gestão dos equipamentos e de seguida o Galaxy Watch 3 Plugin, para a configuração inicial do smartwatch. Depois, há ainda o Samsung Health, para monitorização das actividades desportivas.



A coroa circular continua a ser um elemento de destaque, garantindo uma diferenciação da concorrência, ao mesmo tempo que disponibiliza um sistema de controlo bastante simples e prático de utilizar. Um toque para a esquerda, mostra as notificações, o mesmo movimento para a direita, permite navegar nos diferentes ecrãs, onde podem encontrar informações sobre a actividade diária, atalhos para aplicações, selecção de actividades desportivas, informação sobre a meteorologia, agenda, controlo da reprodução de conteúdos multimédia, resumo da condição física, sendo ainda possível adicionar outros ecrãs/aplicações. De referir que a navegação também pode ser feita no ecrã, através de gestos de swipe para a esquerda/direita.


O Galaxy Watch 3 segue as pisadas dos seus antecessores, sendo um relógio muito prático de utilizar, dando acesso rápido a aplicações e notificações, permitindo uma interacção com respostas directamente através do smartwatch, dispensado por isso o recurso ao smartphone para este efeito. As respostas às notificações podem ser efectuadas de diversas formas, desde o reconhecimentos de voz, passando por respostas curtas pré-definidas, smiles, reconhecimento de letras, teclado T9, teclado numérico e símbolos. A possibilidade de atender uma chamada directamente no relógio, dispensando a utilização do smartphone, não sendo algo que se utilize com frequência, acaba por ser uma funcionalidade muito útil. Além de atender, é possível falar e ouvir através do smartwatch, com o processo a desenrolar-se de forma bastante prática.

O Twitter comprou a Revue

26-01-2021 | 15:03 | Zone41

Este ano de 2021 começa de forma auspiciosa para o mercado das newsletters, como se percebe com a noticia de hoje.
“O Twitter quer ser o melhor sítio para os criadores”, é esta a tradução livre do título do comunicado de Kayvon Beykpour e Mike Park, que dá conta da compra da Holandesa revue por parte do Twitter. Ainda não são conhecidos os valores da transação.

Twitter is where people go to see and talk about what’s happening in the world.

Existem vozes que dizem que nunca teriamos tantas newsletters activas neste momento, se o Google não tivesse tirado a ficha ao Google Reader. Não partilho da mesma opinião.
Continuámos a ter outras opções para ler feeds RSS, o problema está a montante, os muitos milhares de blogs que alimentavam os nossos leitores de RSS secaram, e o micro blogging floresceu!

É preciso comunicar com a tribo de uma forma produtiva e o modelo da newsletter, responde bem a esta necessidade.
Mas a meu ver o motivo principal para esta nova febre das newsletter, é que existe um cada vez maior número de criadores a pretender monetizar a produção própria dos seus conteúdos de uma forma mais eficaz.
E ferramentas como a Revue foram pensadas para responder a esta necessidade de uma forma simples e sem a necessidade de recorrer a serviços de terceiros.

Assim sendo se neste momento estão a pensar em criar uma newsletter e querem chegar a uma determinada audiência que está no Twitter, não há dúvidas que é com os serviços da revue que devem avançar.

A helloweek.news, newsletter do Armando Alves, sobre notícias de marketing digital e e-commerce, é distribuída através da revue, vai ser fácil saber através dele que melhorias sentiu em termos de tráfego vindo do Twitter nos próximos meses.

Revue makes it easy for writers and publishers to send editorial newsletters — and get paid.

O Twitter irá disponibilizar para a revue novas funcionalidades que vão tornar a vida mais fácil para os criadores e a sua audiência. Permitindo que os utilizadores se inscrevam nas newsletters de pessoas que seguem no Twitter de uma forma mais fácil.
“Tudo irá funcionar perfeitamente entre a revue e o Twitter”, escrevem Kayvon Beykpour e Mike Park, no comunicado.
A revue, irá continuar como uma marca independente e vão começar a contratar mais pessoas, até ao momento a empresa tinha apenas cinco funcionários.

Como vão reagir as seguintes empresas:

Da lista de investidores da revue, está entre outros Robert Gaal, recordo-me dele pois foi um dos fundadores da Wakoopa!
A comunidade Holandesa está de parabéns, o trabalho de reinvestimento na comunidade deu frutos.

Fontes para este artigo:
Axios – Twitter acquiring newsletter publishing company Revue;
Twitter – Making Twitter a better home for writers;
Crunchbase;

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Tesla recorre à Samsung para produzir chip Autopilot em 5nm

26-01-2021 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

A Tesla deverá manter-se com a sua actual parceira Samsung, para produzir a próxima geração de chips Autopilot com tecnologia de 5nm.

Em 2019 a Tesla revelou o seu próprio chip para gerir as funções do Autopilot no HW 3.0, com desempenho e eficiência significativamente superiores aos chips da Nvidia que a Tesla estava a usar até então. Já nessa altura Elon Musk referiu que já estavam a trabalhar na próxima geração desse chip, que deveria estar pronto daí por dois anos, e agora começam a aumentar os rumores sobre o que a Tesla está a preparar.

Depois de alguns rumores indicarem que a Tesla estaria a planear usar a TSMC para produzir o novo chip em processo de 7nm, surge agora informação mais credível de que a Tesla deverá optar por se manter com a Samsung, que já produz o seu chip actual. No entanto, em vez de um chip com tecnologia de 14nm como o que actualmente equipa os Tesla, o novo chip deverá ser fabricado com tecnologia de 5nm, com todas as vantagens inerentes em termos de desempenho acrescido e consumo reduzido.

O problema é que estes chips só deverão começar a ficar prontos no início de 2022, o que significa que as remodelações do Model S e Model X que são esperadas para este ano, continuarão a ser lançados com o HW 3.0, embora possam vir a contar com um programa de actualização para o hardware 4.0. Por outro lado, sabendo-se que a tecnologia não pára, é preciso ter em conta que no próximo ano a TSMC já deverá ter capacidade para produção em volume de chips em 3nm!

Se Musk disser que o HW 4.0 é essencial para a condução autónoma total que tem prometido, então isto faz com que essas promessas fiquem automaticamente adiadas por mais um ano, dando razão ao CEO da Waymo.

Kit Powerline D-Link Gigabit a €46.99

26-01-2021 | 13:30 | A Minha Alegre Casinha

Fazer chegar a rede ou internet a qualquer local com uma tomada eléctrica é fácil usando módulos powerline como estes da D-Link com capacidade gigabit a preço acessível.

Dita a lei de Murphy que, por mais fichas de rede que se tenha espalhadas pela casa, vamos acabar por precisar de uma exactamente no local onde não não existe nenhuma. Embora o WiFi tenha vindo resolver muitos dos problemas de ligação à rede doméstica e internet, por vezes há situações onde poderia ser mais conveniente ter uma ligação ethernet por cabo, ou onde o WiFi nem sequer possa ser uma opção (por exemplo, no caso de um apartamento que queira fazer chegar a rede à garagem no subsolo) - e é aí que entram as soluções powerline como as deste kit D-Link.
Este kit powerline D-Link DHP-P601AV/E está disponível por €46.99 com envio da Amazon Espanha.

O kit consiste em dois módulos e conta com capacidade de comunicação gigabit, embora como em todas as soluções powerline, as prestações dependam da rede eléctrica e distância, por norma ficando bastante abaixo destes valores máximos teóricos. Em casos práticos reais, é habitual conseguirem-se velocidades de 200-400 Mbps, o que já será mais que suficiente para a maioria das situações, e uma boa alternativa considerando que não ficará sujeita às interferências de um local com redes WiFi saturadas.

Outra excelente vantagem de ordem prática, é que estes módulos contam com tomada de passagem, pelo que é possível ligá-los na parede sem perder o acesso a uma tomada eléctrica, dispensando a necessidade de blocos de tomadas múltiplas.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

Galaxy Watch e Apple Watch com medidor de glucose no sangue este ano?

26-01-2021 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

Depois da frequência cardíaca, ECGs, SPO2 e pressão sanguínea nos smartwatches, este ano poderemos começar a ver modelos com sensor de glucose no sangue.

A componente de medição de parâmetros de saúde tem sido uma dos principais razões para a adopção dos smartwatches entre alguns grupos etários ou com factores de risco, que dão especial valor a um dispositivo que lhes possa avisar precocemente de algum potencial problema, e também contribuir para uma vida mais activa que ajude a adiar o aparecimento desses mesmos problemas. E este ano, os smartwatches poderão tornar-se no novo melhor amigo dos diabéticos, se passarem a incluir a capacidade de monitorizar o nível de glucose no sangue.

Tanto a Samsung como a Apple deverão estrear a leitura dos níveis de glucose no sangue nos seus novos Galaxy Watch e Apple Watch, usando apenas sensores ópticos que dispensariam a habitual "picada no dedo" dos testes de glucose tradicionais.

Se isto se concretizar, teremos centenas de milhões de diabéticos com um forte incentivo para comprarem um destes smartwatches, e com impacto directo na sua qualidade de vida. Além disso, seria também de importância extrema para detectar precocemente potenciais casos de risco, evitando que chegasse ao ponto de se tornarem diabéticos.


Actualização: Mesmo a propósito, a Samsung lançou uma actualização que activou o ECG e leitura de pressão sanguínea em Portugal.

Netflix adopta codec xHE-AAC para som mais eficiente

26-01-2021 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

Ver Netflix com uma ligação à internet com largura de banda reduzida vai soar melhor, com a adopção do novo codec áudio xHE-AAC que começará por ser implementado na app Android.

Esta variante mais eficiente Extended HE-AAC (xHE-AAC) tem diversas vantagens face aos codecs anteriores, a começar pela sua incrível capacidade de produzir som com qualidade perceptível equivalente com bitrates bastante mais reduzidos. Enquanto outros codecs precisam de 32 kbit/s ou 64 kbit/s para terem uma qualidade sonora considerada boa, este HE-AAC consegue aproximar-se disso com apenas 16 kbit/s, e até dá som considerado razoável com apenas 8 kbit/s.
As vantagens em termos de poupança de megabytes são imediatas, mas este xHE-AAC conta ainda com vantagens adicionais. Este codec suporta a criação de diferentes perfis com informação sobre a gama dinâmica e volume em função do tipo de equipamento usado (headphones, colunas do smartphones, sistema surround 5.1 em casa) resultando numa experiência bastante mais apelativa, que permite dispensar o recurso aos headphones quando se tenta ver um episódio de uma série no smartphone, já que o som estará optimizado para continuar a ter os diálogos audíveis.

Por agora a Netflix passou a utilizar o xHE-AAC na sua app Android (para equipamentos com Android 9.0 ou mais recente), mas considerando que este codec já é suportado em todas as principais plataformas, como iOS, macOS e Windows, é de esperar que não demore muito para que isso seja expandido a todas as versões da app.

Ganha um Nokia 105

26-01-2021 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta é um telemóvel Nokia 105.

Ideal como telemóvel secundário, ou para todos aqueles que não se importam de dispensar as funcionalidades adicionais dos smartphones, trocando-as por uma autonomia para várias semanas, este "Nokia" 105 (que na verdade é um clone feito por um fabricante chinês) torna-se adequado para diversos cenários (e actualmente até pode ser apanhado por €15 com o código BGDARER).

Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

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Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

Principais destaques da EMUI 11

26-01-2021 | 09:32 | Apps do Android



Estas são algumas das principais novidades que a EMUI 11 disponibiliza.

A EMUI 11,  a nova versão da interface de utilizador da Huawei, lançada em Setembro de 2020, traz uma série de novas funcionalidades de software, melhorias na privacidade e segurança e, ainda uma experiência de utilização mais suave e intuitiva, contribuindo para um melhor desempenho dos dispositivos Huawei. Além disso, esta nova versão da EMUI 11 permite ainda conectar vários dispositivos Huawei, prometendo aos seus utilizadores uma experiência melhorada em todos os cenários.

 

1.       Galeria de imagens permite uma experiência mais intuitiva  

Na era da Internet móvel, as pessoas utilizam cada vez mais os seus smartphones para registar a sua vida diária e captar os melhores momentos. Com a atualização da Galeria: os separadores de “Álbuns”, ”Destaques” e “Descobrir” foram aperfeiçoados para garantir uma experiência mais imersiva.

Agora, nos “Álbuns” da Galeria, o utilizador pode adotar um layout tipo revista que permite uma apresentação mais concisa e atrativa. Além disso, os álbuns são automaticamente organizados de acordo com a sua frequência de utilização, tornando a navegação mais fácil e rápida para os utilizadores.

Mas as mudanças não terminam aqui. Esta nova atualização também garante que o utilizador possa usufruir de uma gama mais ampla de estilos de fontes artísticas para retratar os seus “Destaques”. E com a nova funcionalidade "Mudar a capa" poderá definir uma determinada fotografia como capa dos seus “Destaques” na Galeria.

 

Também o separador “Descobrir” é agora uma ferramenta mais intuitiva para “Criar vídeos” de raiz ou “Fazer colagens”. Este separador conta ainda com a inovadora funcionalidade “Criar histórias” que permitirá ao utilizador produzir os seus próprios vídeos com um aspeto altamente profissional e sem limites à sua criatividade.

 

2.       Usufrua de uma interface mais inteligente e flexível com a funcionalidade Multi-Ecrã da EMUI 11


A nova versão da EMUI 11 introduz uma atualização do recurso Multi-Ecrã, concebido para oferecer aos utilizadores uma experiência multitarefa mais abrangente e eficiente, seja para trabalho, estudo ou apenas para entretenimento. Neste momento, o utilizador pode alternar as suas diversas tarefas através da nova funcionalidade App Bubble que se encontra posicionada em ambos os lados do ecrã do smartphone.

 

Com esta nova atualização, o utilizador poderá também tornar-se o mestre da sua própria interface,  a partir da funcionalidade Janela Flutuante. Se achar que a atual janela do seu ecrã é demasiado grande e o atrapalha, pode agora ajustar o tamanho às suas necessidades e obter a melhor experiência para qualquer que seja a tarefa.

 

3.        “Bloco de Notas” está agora mais eficaz

 

Ainda sente dificuldade em utilizar aplicações de terceiros para digitalizar ficheiros? Ou passa horas a escrever cada palavra de um texto retirado de uma imagem? Com a atualização da EMUI 11, o “Bloco de Notas” introduziu mais funcionalidades nos dispositivos Huawei. Além da popular funcionalidade de tirar notas foi adicionada um novo recurso de extração de texto que vem resolver estes problemas.

 

Uma vez atualizado o seu smartphone para a EMUI 11, a funcionalidade “Extrair Texto” no “Bloco de Notas” vai ajudar a digitalizar imagens que contêm texto. Tão simples como prático, o “Bloco de Notas” na EMUI 11 é ótimo para qualquer pessoa que precise de digitalizar ficheiros.

 

4.       Ter várias tarefas é agora mais fácil do que nunca com a Colaboração Multi-Ecrã



A Colaboração Multi-Ecrã, que chegou com as versões EMUI 10 e EMUI 10.1, veio remover muitas barreiras físicas entre PC’s e smartphones, permitindo que um computador portátil e um smartphone fossem controlados no mesmo ecrã. Agora, com a EMUI 11 a Huawei continua a explorar esta tecnologia, onde podem ser exibidas e controladas até três janelas de aplicações móveis na interface do portátil ao mesmo tempo[1]. Isto significa que os utilizadores podem agora interagir com várias aplicações em simultâneo, obtendo uma maior eficiência e produtividade, através de uma experiência única.

 

Poupando tempo e esforço, a Colaboração Multi-Ecrã da EMUI 11 permite tratar facilmente de várias tarefas. Desde conversar com os seus amigos enquanto assiste a uma reunião a, simplesmente, partilhar com o seus colegas de trabalho o mais recente projeto diretamente entre o computador e o smartphone, nunca a partilha de multitarefas foi tão fácil.

 

A Huawei continua empenhada em desenvolver os seus serviços com o objetivo de melhorar a experiência de utilização e ir ao encontro das necessidades dos seus consumidores. Com esta nova atualização, da EMUI 11, os utilizadores da Huawei vão poder usufruir de funcionalidades capazes de melhorar o seu dia-a-dia em qualquer que seja o cenário.



[1] Esta funcionalidade requer um portátil Huawei com a versão 11.0 ou posterior do PC Manager. A compatibilidade pode variar consoante o modelo do smartphone


Envios internacionais com dados alfandegários obrigatórios

26-01-2021 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

Existem novas regras para os envios internacionais desde o início do ano, e passa a ser obrigatório o preenchimento de um formulário online com os dados alfandegários para envios para países extracomunitários.

Quem quiser enviar qualquer tipo de produto para um país fora da UE passa a estar obrigado a burocracia acrescida, com a exigência do preenchimento de um formulário online chamado EAD – Eletronic Advance Data (Informação Electrónica em Avanço) que pode ser acedido em Criar Envio de Correio Internacional.

Depois, temos duas opções à escolha: imprimir a documentação aduaneira CN22/23 gerada através do preenchimento do formulário e anexar no exterior do pacote ou envelope, juntamente com a restante documentação aduaneira, se existir; ou, para quem não tiver impressora, pedir que isso seja feito no posto dos correios, indicando o código do objecto que será enviado por email após o preenchimento do formulário online.

Os CTT alertam que no caso desta regra não ser seguida, o envio poderá ser devolvido. A ter em conta por todos os que queiram enviar algo para um país de fora da UE - que agora, por conta do Brexit, também inclui o Reino Unido.

Sony pode recuperar Xperia Compact para este ano

26-01-2021 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

A Sony pode lançar um novo Xperia Compact este ano, para os fãs dos smartphones pequenos, competindo com o iPhone 12 mini da Apple.

A tendência de crescimento sempre crescente dos smartphones faz com que, hoje em dia, seja difícil encontrar um smartphone topo de gama com tamanho compacto, mas a Sony parece interessada em voltar a tentar. Depois de ter abandonado a linha "Compact" com o XZ2 Compact em 2018, parece que a Sony está a preparar um novo Xperia Compact para este ano.

Segundo os rumores, este modelo contaria com um ecrã de 5.5" (que devido ao design full-screen acabaria por ser equivalente aos smartphones de 5" da geração com margens), dupla câmara traseira, câmara frontal de 8MP em notch, ficha de 3.5mm para os headphones, e sensor de impressões digitais no botão de power lateral. O CPU não foi especificado, mas é de imaginar que, para manter um equilíbrio saudável com a bateria, a melhor opção seria optar por um chipset de gama média-alta como um Snapdragon 730 - que também teria o benefício adicional de o deixar num patamar de preço mais acessível face aos chipsets topo de gama.

A grande questão é que nem o iPhone 12 mini parece estar a conseguir cativar uma percentagem significativa dos compradores, com as vendas estimadas a ficarem-se por uns reduzidos 6%. Será que se justifica estar a investir num modelo "mini" se o mercado continuar a demonstrar a sua preferência pelos smartphones gigantes? Veremos o que a Sony acha, já que os rumores falam que este modelo poderá ser apresentado em Fevereiro.

Asas de liberdade (e uma amizade que voa para outras direcções)

25-01-2021 | 23:34 | Gonçalo Sá

A história de um primeiro amor entre dois rapazes tornou-se, inesperadamente, o maior êxito de bilheteira em Taiwan no ano passado e dos filmes LGBTQ+ asiáticos mais populares dos últimos tempos. Estreado em Portugal na Netflix, "O TEU NOME GRAVADO EM MIM" é das novidades a guardar na lista da plataforma de streaming.

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A segunda longa-metragem de Kuang-Hui Liu tem sido descrita como o trabalho mais pessoal de um realizador que se afasta aqui do tom ligeiro de "22nd Catch" (2016) e das séries pelas quais passou, num retrato com maior peso dramático e também com muito de auto-biográfico.

Ambientado em Taiwan no final dos anos 80, pouco depois de ter sido levantada a lei marcial, "O TEU NOME GRAVADO EM MIM" desenvolve um modelo reconhecível de histórias coming of age (e coming out) num contexto particular e que se inspira em episódios verídicos da adolescência do realizador. É a história de dois rapazes de um colégio interno católico e de uma amizade que vai ganhando outros contornos, embora nenhum dos protagonistas consiga encarar de frente os sentimentos que uma relação cada vez mais cúmplice vai despertando.

Apesar de decorrer numa época em que começava a ser possível alguma abertura à comunidade LGBTQ+ no país, o filme dá sempre conta do peso da tradição e do conservadorismo político, social e religioso, que tende a limitar a identidade e a postura dos protagonistas. Sobretudo a de Jia-han, perfeitamente integrado no ambiente escolar, ao contrário de 'Birdy', cuja atitude mais irreverente o torna num estudante olhado de lado pela maioria dos colegas e candidato a agressões físicas ou verbais, ecos de um clima de homofobia ainda dominante.

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A alusão a "Birdy" ("Asas da Liberdade", na tradução portuguesa), filme de Alan Parker, está longe de ser coincidência: "O TEU NOME GRAVADO EM MIM" não só menciona directamente essa outra história de amizade masculina na adolescência como pode ser vista, pelo menos na primeira metade, como uma descendente espiritual da ligação memorável entre Nicolas Cage e Matthew Modine. Até porque os dois actores principais, Edward Chen e Jing-Hua Tseng, têm uma química palpável e são dirigidos por um realizador que sabe captar olhares e gestos, decisivos neste olhar sobre a insolência, a vulnerabilidade e o desconforto juvenil.

Além de contar com a energia dramática dos protagonistas, Kuang-Hui Liu consegue tornar seu o que poderia ser só o enésimo relato boy meets boy num contexto opressivo. Cenas como a da intromissão dos dois rapazes numa sala de cinema fechada, com direito a projecção de sombras chinesas, ou a do improviso desafiante durante uma coreografia militar, a lembrar a desconstrução dos rituais de "And Then We Danced", sugerem um cineasta a seguir. Mas a mais forte talvez seja a de um encontro não planeado no duche, um dos picos sensoriais e emocionais do filme - e daquelas para ficar entre as de antologia do cinema queer dos últimos anos.

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Momentos como esses, ou como o do encontro da dupla com o activista LGBTQ+ Chi Chia-wei quando este é detido pela polícia, ajudam a aceitar os desequilíbrios que "O TEU NOME GRAVADO EM MIM" também vai revelando. Se o realizador convence nas sequências contidas, parece perder-se em demasiados episódios histriónicos ao longo de quase duas horas irregulares - e excessivas, já que poderiam dispensar ou encurtar algumas cenas. O subenredo que segue a conversa de um dos rapazes com o padre da escola, que vai marcando a alternância temporal da acção, parece estar aqui a mais e impede que o filme alcance outros voos. O pároco é, aliás, a única personagem secundária sobre a qual o argumento se debruça, mas o retrato poderia ter outra ressonância dramática se a família ou uma colega próxima dos protagonistas tivessem espaço para mostrar as suas razões.

Em todo o caso, o gesto político de Kuang-Hui Liu não sai comprometido e a fotografia de Hung-I Yao (premiada nos Golden Horse Awards, o evento mais prestigiado para cinema em língua chinesa, no qual o filme também ganhou o galardão de Melhor Canção) contribui para que o resultado seja visualmente impressionante, dos contrastes cromáticos de algumas cenas de interiores a mergulhos numa piscina. Já é mais do que o que se pode dizer de muitas apostas que vão chegando ao streaming com outras honras de estreia...

3/5

Google promove FLoC como alternativa aos cookies

25-01-2021 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

Com a chegada iminente do bloqueio de cookies de sites terceiros a todos os browsers, a Google anuncia estar a trabalhar numa nova tecnologia para os substituir, prometendo conjugar os interesses dos anunciantes com a privacidade dos utilizadores.

Os cookies têm sido uma praga que se tornou visível por conta dos irritantes mas legalmente obrigatórios popups de consentimento, e que ao longo dos anos lá permitiu ir ficando com uma ideia da escala da recolha de dados sobre os utilizadores na web. É graças a estes cookies 3rd party que, quando visitamos um site sobre um qualquer produto, logo de seguida passamos a ser bombardeados com publicidade referente ao mesmo - e esta informação personalizada sobre cada um dos biliões de utilizadores é continuamente leiloada entre dezenas ou centenas de redes de anúncios.

O fim dos cookies 3rd party, que alguns browsers mais amigos da privacidade já começaram a bloquear há algum tempo, vem dificultar imensamente esta tarefa; pelo que não é surpresa ver a Google a avançar com uma alternativa. A alternativa aos cookies 3rd party promovida pela Google é o FLoC - Federated Learning of Cohorts, que em vez de disponibilizar a criação de perfis individuais de interesses para cada utilizador, cria grupos de interesses para pessoas que visitam determinados sites, mas que são agrupados em conjuntos de milhares de pessoas. Isto permite que os anunciantes continuem a fazer chegar a sua publicidade às pessoas que mais provavelmente estarão interessadas nela, mas sem que seja possível criar publicidade direccionada para cada indivíduo específico.

Sendo a Google uma das principais interessadas em que a publicidade online continue a render, há obviamente a questão sobre se isto não constituirá um conflito de interesses. Mas por outro lado, devido a essa mesma posição que a Google detém no sector, é também válido aceitar que seja uma das empresas melhor qualificada para encontrar forma de resolver o problema de uma forma que seja equilibrada e tenha em conta a protecção dos utilizadores. Só é pena que isso se torne um pouco mais difícil de acreditar quando vem de uma empresa que removeu o "don't be evil" do seu código de conduta...

CEO da Waymo diz que Tesla nem sequer é concorrente na condução autónoma

25-01-2021 | 18:30 | Aberto até de Madrugada

O CEO da Waymo, John Krafcik, voltou a dizer que não considera a Tesla uma "concorrente" no campo da condução autónoma, e que duvida que a marca de Elon Musk consiga cumprir com as promessas que tem feito para o seu Autopilot.

Ao longo dos últimos anos a Tesla tem sido repetidamente referida como referência a nível do seu Autopilot, mas é também verdade que a capacidade de condução autónoma total tem sido prometida por Elon Musk ao longo de todos estes anos sem que, até à data, tenha sido cumprida (embora pareça lá começar a chegar). Numa entrevista, John Krafcik não poupou críticas e disse que nem sequer considera a Tesla uma concorrente a nível de condução autónoma, dizendo que a Waymo é uma empresa que tem carros com capacidade de condução autónoma, enquanto a Tesla é uma empresa que disponibiliza um bom sistema de assistência à condução. E, como se isso não bastasse, expressa também sérias dúvidas sobre se sequer será possível a Tesla cumprir a promessa de condução autónoma total nos seus carros com o hardware que estes têm.

Palavras que voltam a reacender o debate sobre se Elon Musk e a Tesla terão feito a melhor opção ao apostar essencialmente nas câmaras para a sua capacidade de condução, enquanto todas as demais empresas envolvidas neste sector optam por utilizar sensores adicionais, como o LIDAR. E, mesmo que Elon não queira dar o braço a torcer nesta questão, a verdade é que recentemente a Tesla tem mostrado interesse numa tecnologia de "radar 4D" que acaba por dar resultados aproximados do de um LIDAR (com menor resolução).

Esta mini-batalha entre Waymo e Tesla sobre o sistema de condução autónoma não é recente, mas parece que teremos que esperar mais um ano ou dois para ver se a Tesla realmente cumpriu com a prometida capacidade de condução autónoma total que tem estado a vender aos clientes há anos, ou se continuará a dizer que está "para breve".