PlanetGeek
№ 01

Signal com sincronização entre telemóveis

O Signal passa finalmente a permitir o uso da mesma conta em vários smartphones, incluindo entre Androids e iPhones.

O Signal anunciou uma das funcionalidades mais pedidas pelos utilizadores: a possibilidade de associar vários smartphones à mesma conta. A partir das versões 8.20 para Android e 8.22 para iPhone, passa a ser possível utilizar a mesma conta em vários telemóveis, além dos computadores e iPads já suportados.

Com esta novidade, os utilizadores podem enviar e receber mensagens em qualquer um dos dispositivos associados, mantendo a encriptação end-to-end. Durante a configuração de um novo equipamento, é possível escolher se queremos transferir uma cópia encriptada do histórico de conversas, oferecendo maior controlo sobre a privacidade e a segurança em dispositivos partilhados.
O Signal aproveitou também para melhorar a experiência em dispositivos com ecrãs de grandes dimensões. A app recebeu várias optimizações para smartphones dobráveis, além de melhorias que facilitam a utilização em tablets Android.

Ainda assim, a empresa reconhece que ainda há trabalho pela frente. A interface para tablets Android continua em desenvolvimento e o Signal está também a optimizar a aplicação para Chromebooks, para oferecer experiência mais consistente em todo o tipo de dispositivos.

Com os relatos dos abusos que podem acontecer quando se usam serviços de mensagens que são monitorizados, é indispensável que se usem serviços que assegurem a total privacidade das mensagens com o uso de encriptação end-to-end, que significa que nem sequer o próprio serviço consegue ver as mensagens dos utilizadores.

№ 02

Headphones Sony WH-1000XM5 a €252

Os headphones Sony WH-1000XM5, uma das referências em termos de cancelamento de ruído, estão disponíveis a um preço reduzido.

Sucessores dos já excelentes WH-1000XM4, esta geração XM5 vem com 8 microfones e com um processador adicional, que promete maior eficácia na redução de ruído nas frequências médias e altas. O design foi alterado mas mantêm-se os controlos via toques e swipes, e com botão físico para activar o modo de cancelamento de ruído. No capítulo sonoro, a Sony trocou os drivers de 40 mm por novos de 30 mm, que diz serem capaz de produzir som "mais natural".
Os headphones WH-1000XM5 estão disponíveis por 252 euros na Amazon Espanha - ou podem espreitar os mais recentes XM6).

Com design over-ear e autonomia para 30 horas de funcionamento, são o tipo de headphones que depressa se tornará no melhor amigo de quem gosta de eliminar os ruídos exteriores para se concentrar naquilo que está a fazer, e que serão especialmente eficazes no caso de quem gosta de aproveitar viagens de comboio ou avião para ir adiantando trabalho, ou simplesmente desfrutar de momentos de música (ou vídeo) sem se preocupar com os barulhos exteriores.


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№ 03

WhatsApp ganha @all e polls melhoradas

Os utilizadores do WhatsApp passam a ter votações melhoradas e menções para todos os membros de um grupo com o @all.

O WhatsApp anunciou um conjunto de melhorias e novas funcionalidades para os grupos, com destaque para as menções @all, melhorias nas sondagens e uma forma mais rápida de criar novos grupos a partir de conversas já existentes.

A principal novidade é a possibilidade de utilizar @all para mencionar todos os membros de um grupo de uma só vez. A funcionalidade foi criada para mensagens importantes, como alterações de última hora ou avisos urgentes. Nos grupos com mais de 32 participantes, apenas os administradores poderão utilizar esta opção. Além disso, as notificações de @all poderão ser desactivadas nas definições para quem não quiser recebê-las, resolvendo o problema para aquelas pessoas e grupos que tentem abusar desta funcionalidade.

As votações também receberam várias melhorias. Agora é possível definir uma data e hora para o encerramento automático da votação, ocultar a identidade dos participantes para garantir respostas anónimas, e editar a pergunta da sondagem até 15 minutos após a sua publicação, permitindo corrigir erros ou esclarecer o conteúdo.

Outra novidade é a opção "Criar um grupo semelhante", que permite criar rapidamente um novo grupo com os mesmos participantes de uma conversa existente. A funcionalidade é útil para iniciar discussões paralelas ou organizar eventos sem sobrecarregar o grupo principal com mensagens fora do contexto.

Estas melhorias já começaram a ser disponibilizadas e deverão chegar a todos os utilizadores nos próximos dias.

№ 04

Apple limita bug reports por excesso de relatórios AI

A Apple diz não conseguir lidar com o número crescente de relatos de falhas, devido às ferramentas AI.

A Apple passou a limitar o número de vulnerabilidades que cada investigador pode submeter ao seu programa de bug bounty, depois de um aumento significativo de relatórios potenciado pelo recurso a ferramentas de inteligência artificial. Segundo a empresa, muitos destes relatórios descrevem falhas inexistentes ou de baixa qualidade, dificultando a identificação de vulnerabilidades reais.

A medida está a ser criticada pela comunidade de segurança, devido aos óbvios problemas que provoca. Num caso recente, a empresa de cibersegurança Bynario disse ter utilizado o ChatGPT para identificar mais de 50 potenciais falhas no macOS em apenas três semanas. Apesar de ter descoberto uma vulnerabilidade grave que poderia permitir a escalada de privilégios num Mac, a empresa não conseguiu reportá-la por ter atingido o limite de submissões imposto pela Apple.

Why not using AI to scan AI-generated reports and classify them instead of putting a cap? Fight AI with AI. https://t.co/ENjgT5G8b5

— Mysk 🇨🇦🇩🇪 (@mysk_co) August 3, 2026
Para evitar que falhas críticas passem despercebidas, a Apple permite que os investigadores solicitem um aumento do limite de relatórios em aberto, mas isso acaba por negar o intuito do limite imposto. Mais sentido faria que a Apple aplicasse AI na análise das submissões, de forma a agilizar o seu processo de resposta e correcções - algo que a Apple diz estar a fazer (mas aparentemente não ao ponto de permitir remover qualquer limite nas submissões).

Este limite é bastante estranho, pois seria/será inevitável que alguma coisa corra mal. Bastará um único caso de uma vulnerabilidade grave que comece a ser usada em ataques, e que surja uma empresa ou investigador que diga que tentou informar a Apple da mesma mas que não o conseguiu fazer porque tinha atingido o limite.

№ 05

Apple limita bug reports por excesso de relatórios AI

A Apple diz não conseguir lidar com o número crescente de relatos de falhas, devido às ferramentas AI.

A Apple passou a limitar o número de vulnerabilidades que cada investigador pode submeter ao seu programa de bug bounty, depois de um aumento significativo de relatórios potenciado pelo recurso a ferramentas de inteligência artificial. Segundo a empresa, muitos destes relatórios descrevem falhas inexistentes ou de baixa qualidade, dificultando a identificação de vulnerabilidades reais.

A medida está a ser criticada pela comunidade de segurança, devido aos óbvios problemas que provoca. Num caso recente, a empresa de cibersegurança Bynario disse ter utilizado o ChatGPT para identificar mais de 50 potenciais falhas no macOS em apenas três semanas. Apesar de ter descoberto uma vulnerabilidade grave que poderia permitir a escalada de privilégios num Mac, a empresa não conseguiu reportá-la por ter atingido o limite de submissões imposto pela Apple.

Why not using AI to scan AI-generated reports and classify them instead of putting a cap? Fight AI with AI. https://t.co/ENjgT5G8b5

— Mysk 🇨🇦🇩🇪 (@mysk_co) August 3, 2026
Para evitar que falhas críticas passem despercebidas, a Apple permite que os investigadores solicitem um aumento do limite de relatórios em aberto, mas isso acaba por negar o intuito do limite imposto. Mais sentido faria que a Apple aplicasse AI na análise das submissões, de forma a agilizar o seu processo de resposta e correcções - algo que a Apple diz estar a fazer (mas aparentemente não ao ponto de permitir remover qualquer limite nas submissões).

Este limite é bastante estranho, pois seria/será inevitável que alguma coisa corra mal. Bastará um único caso de uma vulnerabilidade grave que comece a ser usada em ataques, e que surja uma empresa ou investigador que diga que tentou informar a Apple da mesma mas que não o conseguiu fazer porque tinha atingido o limite.

№ 06

Google Assistant dá lugar ao Gemini em Setembro

A partir de Setembro os utilizadores Android começam a despedir-se do Google Assistant e dizer olá ao Gemini.

A Google começou a informar os utilizadores Android da data em que o Google Assistant começará a desaparecer dos smartphones. Segundo os emails enviados pela empresa, a transição terá início a 4 de Setembro, marcando a fase final do processo de mudança para o Gemini como assistente predefinido.

Esta mudança será feita de forma gradual ao longo de várias semanas. Depois de concluída em cada dispositivo, os utilizadores deixarão de poder utilizar ou voltar ao Google Assistant. A partir daí, comandos como "Hey Google" ou o pressionar prolongado do botão de energia passarão a abrir automaticamente o Gemini. A transição não se limita aos smartphones. A Google confirmou que o Gemini também passará a ser o assistente utilizado em dispositivos associados, como smartwatches com Wear OS, auscultadores compatíveis e outros acessórios ligados ao telemóvel. A Google refere que o Gemini já suporta a maioria das funcionalidades do Google Assistant e oferece uma experiência de conversação mais natural - embora seja inevitável que algumas coisas possam permanecer em falta e obriguem alguns utilizadores a mudarem os seus hábitos.

Os dispositivos que não cumpram os requisitos mínimos para executar o Gemini ou que estejam em regiões onde o serviço ainda não é suportado poderão continuar a utilizar o Google Assistant durante mais algum tempo. No entanto, a Google mantém o plano de concluir a substituição do assistente clássico em todo o ecossistema Android até ao final do ano, entrando em 2027 com o Gemini em pleno.

№ 07

Google Assistant dá lugar ao Gemini em Setembro

A partir de Setembro os utilizadores Android começam a despedir-se do Google Assistant e dizer olá ao Gemini.

A Google começou a informar os utilizadores Android da data em que o Google Assistant começará a desaparecer dos smartphones. Segundo os emails enviados pela empresa, a transição terá início a 4 de Setembro, marcando a fase final do processo de mudança para o Gemini como assistente predefinido.

Esta mudança será feita de forma gradual ao longo de várias semanas. Depois de concluída em cada dispositivo, os utilizadores deixarão de poder utilizar ou voltar ao Google Assistant. A partir daí, comandos como "Hey Google" ou o pressionar prolongado do botão de energia passarão a abrir automaticamente o Gemini. A transição não se limita aos smartphones. A Google confirmou que o Gemini também passará a ser o assistente utilizado em dispositivos associados, como smartwatches com Wear OS, auscultadores compatíveis e outros acessórios ligados ao telemóvel. A Google refere que o Gemini já suporta a maioria das funcionalidades do Google Assistant e oferece uma experiência de conversação mais natural - embora seja inevitável que algumas coisas possam permanecer em falta e obriguem alguns utilizadores a mudarem os seus hábitos.

Os dispositivos que não cumpram os requisitos mínimos para executar o Gemini ou que estejam em regiões onde o serviço ainda não é suportado poderão continuar a utilizar o Google Assistant durante mais algum tempo. No entanto, a Google mantém o plano de concluir a substituição do assistente clássico em todo o ecossistema Android até ao final do ano, entrando em 2027 com o Gemini em pleno.

№ 08

Amazon Prime Video estreia HDR10+ Advanced da Samsung

O serviço de streaming Amazon Prime Video será o primeiro a suportar o novo formato HDR10+ Advanced da Samsung.

Numa altura em que a Disney+ perdeu o 4K e o HDR, a Amazon Prime Video será o primeiro serviço de streaming a suportar o novo formato HDR10+ Advanced desenvolvido pela Samsung. A funcionalidade ficará disponível ainda este mês em conteúdos compatíveis, mas neste primeira fase só estará disponível para televisores Samsung da gama de 2026.

O HDR10+ Advanced é uma evolução do actual HDR10+ (e resposta ao Dolby Vision 2) e promete imagens mais brilhantes e precisas graças à tecnologia Enhanced Overall Brightness. Esta utiliza metadados mais detalhados para tirar melhor partido da capacidade de brilho das televisões mais recentes, oferecendo uma experiência HDR mais rica em toda a gama de tons.
Outra novidade é o tone mapping com inteligência artificial, que melhora os detalhes nas zonas mais escuras da imagem e optimiza o brilho em conteúdos como desporto e filmes de acção. O formato inclui ainda a tecnologia Intelligent Motion Smoothing, que ajusta dinamicamente o processamento de movimento com base na análise cena a cena, garantindo movimentos mais suaves sem comprometer o aspecto cinematográfico. Isto permite que cenas mais movimentadas possam ter maior fluidez, e cenas mais paradas mantenham o aspecto dos 24 fps.

A escolha da Prime Video como primeira plataforma compatível não é uma surpresa. O serviço da Amazon também foi o primeiro a adoptar o HDR10+ em 2017, reforçando agora a parceria com a Samsung ao estrear esta nova geração da tecnologia HDR.

№ 09

Apple AirTag 2 a €28

Com os pequenos localizadores AirTag é mais fácil que nunca saber por onde andam os nossos produtos mais importantes.

A lei de Murphy dita que, no dia em que estivermos com mais pressa, será o dia em que teremos que andar em correrias a vasculhar a casa em busca de algo como a chave do carro ou a carteira. Felizmente, já existe solução tecnológica para esses esquecimentos, e também para auxiliar na sua descoberta caso sejam perdidas fora de casa, sob a forma dos localizadores Bluetooth. E agora, temos a oportunidade de apanhar uns AirTag 2 da Apple na sua nova geração, com alcance melhorado.
Neste momento podemos encontrar um Apple AirTag 2 a 28 euros na Amazon Espanha, com o pack de quatro AirTags a 101 euros.

Os AirTag utilizam a rede Find My da Apple, o que significa que reportam a sua localização sempre que passam ao alcance de um iPhone, iPad ou Mac. Desta forma, mesmo que fiquem longe do iPhone do dono, continua a ser possível saber por onde andam, facilitando o processo de os encontrar. Para o caso mais comum de ser necessário localizá-los em casa, a utilização de um iPhone recente com UWB permite saber exactamente a sua localização em vez de simplesmente se saber se estamos mais longe ou mais próximos como nos trackers BT comuns.


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№ 10

Nothing lança CMF Clip Pro

A Nothing tem novos earphones em formato "clip" - os CMF Clip Pro - mas que só chegam à Europa em Setembro.

A Nothing apresentou oficialmente os novos CMF Clip Pro, uns auriculares de formato clip-on, um tipo de design que tem vindo a ganhar popularidade nos últimos anos. O grande destaque é a presença de um Smart Dial integrado na caixa de carregamento, que permite controlar o volume, a reprodução de música, atender chamadas e iniciar o emparelhamento dos auriculares.

Os CMF Clip Pro estão equipados com drivers de 10,8 mm e tecnologia Ultra Bass Technology. Cada auricular inclui uma bateria de 60 mAh, oferecendo até 10 horas de reprodução de música ou 6.5 horas de chamadas. A caixa de carregamento possui uma bateria de 475 mAh e suporta carregamento rápido, permitindo obter até 4 horas de utilização com apenas 10 minutos de carga.
Em termos de conectividade, os auriculares suportam Bluetooth 5.4, codecs LDAC, AAC e SBC, ligação simultânea a dois dispositivos, Google Fast Pair, Microsoft Swift Pair e um modo de baixa latência. Contam ainda com quatro microfones e tecnologia Clear Voice para melhorar a qualidade das chamadas. Os auriculares têm certificação IP54 contra poeiras e salpicos de água, enquanto a caixa possui certificação IPX2.

Os CMF Clip Pro chegam aos Estados Unidos e ao Reino Unido no dia 15 de Agosto, com um preço de 99 dólares e 79 libras, respectivamente. A chegada ao resto da Europa está prevista para 15 de Setembro, estando disponíveis nas cores Dark Grey, Light Grey e Coral.

№ 11

Redmi K100 Pro com 200MP e 8580mAh

O próximo Redmi K100 Pro vai chegar com características bastante interessantes, incluindo câmara de 200 MP e mega-bateria dew 8.580 mAh.

A Redmi revelou mais detalhes sobre o Redmi K100 Pro antes da apresentação oficial, marcada para 11 de Agosto na China. A marca já tinha confirmado que o smartphone terá um processador Snapdragon 8 Elite Gen 5 V e um ecrã de 6.59", mas agora revelou novas informações sobre as câmaras e a bateria.

O Redmi K100 Pro contará com um sistema de três câmaras traseiras, liderado por um sensor principal de 200 MP com estabilização óptica de imagem (OIS). O conjunto inclui ainda uma câmara ultra grande angular e uma teleobjetiva com capacidade para fotografias macro a apenas 10 cm de distância.
Outro dos destaques é a bateria de 8.580 mAh, construída com uma tecnologia que utiliza 26% de silício-carbono, permitindo aumentar a capacidade sem aumentar o tamanho do dispositivo. O smartphone suportará carregamento rápido de 100 W por cabo e 50 W sem fios, além de carregamento inverso de 27 W por cabo e 22.5 W sem fios.

A Redmi irá apresentar também o Redmi K100 Pro Max, que já foi confirmado com o processador Snapdragon 8 Elite Gen 5, um ecrã AMOLED de 6.9" e três câmaras traseiras. Ambos os modelos serão oficialmente revelados durante o evento da marca no próximo dia 11 de Agosto. Como sempre, fica a dúvida sobre se a Redmi irá manter estas baterias nos modelos destinados ao mercado europeu.

№ 12

Desabafo privado de professora no Snapchat leva polícia à escola

Demonstrando os riscos dos sistemas de vigilância em larga escala, uma professora estagiária foi detida após ter enviado uma mensagem no Snapchat a dois amigos.

Uma professora estagiária nos Estados Unidos foi detida depois de uma mensagem privada enviada no Snapchat ter sido automaticamente sinalizada pelos sistemas de segurança da plataforma. O caso aconteceu em Janeiro de 2025, quando a jovem, frustrada após um aluno interromper a sua aula e apagar o plano de trabalho do computador, enviou uma mensagem a três pessoas próximas a dizer que até ficou com vontade de lhe dar um tiro - o tipo de desabafo que se pode ter quando as coisas correm mal, e que tinha sido feito em ambiente de conversa entre amigos.

Mesmo assim, a mensagem foi analisada pelos sistemas automáticos do Snapchat e classificada como potencial ameaça, alertando as autoridades. Cerca de uma hora depois estavam polícias na escola para investigar a situação. Apesar de rapidamente reconhecerem que não havia qualquer risco, isso não evitou que a jovem fosse detida por alegada "conduta desordeira", levando também à perda do seu estágio de ensino.

A 22-year-old student teacher in Illinois sent a private Snapchat message to her boyfriend and two roommates.

A student had walked up to her laptop and deleted her lesson plan mid-class. frustrated, she typed something like "should I shoot him" with a gun emoji. venting. four… https://t.co/67drJc9jJj pic.twitter.com/dMaSCIhZMq

— IT Guy (@T3chFalcon) August 1, 2026
O caso reacendeu o debate sobre a forma como as plataformas digitais monitorizam mensagens privadas para identificar possíveis ameaças. Embora aplicações como o Signal utilizem encriptação de ponta a ponta, impedindo o acesso ao conteúdo das mensagens pela própria plataforma, serviços como o Snapchat conseguem analisar determinados conteúdos para cumprir políticas de segurança e comunicar situações consideradas de risco às autoridades.

A rápida resposta das autoridades foi vista por alguns como um exemplo da importância destes sistemas na prevenção de potenciais actos de violência. No entanto, também levantou preocupações sobre privacidade e transparência, já que muitos utilizadores desconhecem até que ponto mensagens privadas podem ser analisadas e partilhadas com as forças de segurança sem aviso prévio quando existe uma suspeita de perigo iminente. Se toda a gente gostaria de ouvir notícias de que "tiroteio foi evitado devido a mensagens analisadas", qual será a fasquia aceitável de falsos casos que aconteçam, e que podem ter consequência bem reais, que vão desde a perda de emprego (como neste caso), a outros bem mais graves e potencialmente mortais.

№ 13

OpenAI responde às acusações da Apple - em público

A Apple revelou um lote de detalhes sobre o processo da Apple que a acusa de roubar informação confidencial, que deixa a Apple em posição embaraçosa.

A OpenAI contra-ataca o processo apresentado pela Apple, rejeitando as acusações de que terá obtido segredos comerciais através de antigos funcionários da empresa. Num comunicado publicado no seu site, a criadora do ChatGPT diz que a Apple está "completamente errada" e garante que não possui nem pretende utilizar qualquer informação confidencial da fabricante do iPhone.

O processo, apresentado em Julho, identifica como arguidos a OpenAI, a io Products e dois antigos engenheiros da Apple: Tang Tan, ex-vice-presidente de design de produto, e Chang Liu, antigo engenheiro sénior. A Apple diz que estes terão levado informação confidencial relacionada com o desenvolvimento de hardware e pediu uma providência cautelar para impedir qualquer utilização desses segredos comerciais enquanto o caso decorre. Na sua resposta, a OpenAI revela que muitas das acusações resultam de informações incorretas e mal-entendidos, incluindo o envio de emails para os endereços errados, e contactos e pedidos de ajuda dos próprios funcionários da Apple aos ex-funcionários depois destes já terem saído da empresa. Também caricato é a situação dos advogados da Apple dizerem que tinham discutido a situação com executivos da OpenAI - algo que depois vieram a confessar que nunca chegou a acontecer.

É certo que este relato demonstra os acontecimentos vistos pela perspectiva da OpenAI, e nada disto significa que a Apple possa não ter razão. No entanto, gera dúvidas suficientes para que os grupos anti-Apple e/ou pró-OpenAI tenham material suficiente para se irem entretendo nas redes sociais. E, como bem se sabe, a pressão da opinião pública acaba por poder ter efeito nas decisões dos tribunais.

№ 14

Xiaomi Smart Band 10 a €40

A Xiaomi Smart Band 10 é uma das smart bracelets mais desejadas, e pode ser encontrada a preço simpático.

A Xiaomi Smart Band 10 mantém o mesmo formato das gerações anteriores, vindo com um ecrã AMOLED maior, de 1.72", e mais luminoso, com 1500 nits, com modo Always On. Além das suas já bastante completas capacidades de tracking, inclui agora um sensor de 9 eixos para um tracking mais preciso de actividade e sono, além de contar também com um motor de vibração actualizado. A autonomia continua a ser um dos pontos fortes, com até 21 dias de uso típico e 9 dias com o ecrã sempre ligado. Vem com mais de 200 mostradores e tem resistência à água até 5 ATM.

De momento, podemos apanhar a Xiaomi Smart Band 10 por 40 euros na Amazon Espanha.

A Xiaomi anuncia uma autonomia de 21 dias de uso típico, que passam para cerca de uma semana com o ecrã em modo Always On. O carregamento é feito em apenas uma hora. Pode ser utilizada tanto em smartphones Android como iPhones, incluindo compatibilidade com o Strava, para além de outras apps. Também pode fazer a monitorização do sono.


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№ 15

Sandisk e a SK hynix revelam High Bandwidth Flash (HBF)

Depois da HBM para a RAM, a Sandisk e a SK hynix revelam a High Bandwidth Flash (HBF) para acelerar o processamento AI.

A Sandisk e a SK hynix anunciaram a primeira especificação técnica da High Bandwidth Flash (HBF), uma nova tecnologia de memória desenvolvida para acelerar cargas de trabalho de inteligência artificial. O padrão foi publicado através do Open Compute Project e conta também com a participação da Google e da Tenstorrent, que se juntaram ao consórcio nos últimos meses.

A HBF utiliza memória NAND empilhada verticalmente para oferecer uma capacidade muito superior à da atual HBM (High Bandwidth Memory). Em vez de substituir a HBM, a nova tecnologia foi concebida para trabalhar em conjunto com ela, permitindo armazenar modelos AI de grande dimensão e outros dados utilizados em tarefas de inferência, enquanto a HBM (RAM) continua responsável pelas operações que exigem menor latência.
Segundo a Sandisk, uma pilha de 16 camadas de HBF poderá disponibilizar até 512 GB de capacidade num encapsulamento semelhante ao da HBM. Esta tecnologia poderá oferecer entre 8 e 16 vezes mais capacidade por um custo semelhante, mantendo um desempenho muito próximo de sistemas equipados com grandes quantidades de HBM. Um GPU que tenha acesso a 192GB de HBM poderá ter 4096GB de HBF!

As primeiras amostras de High Bandwidth Flash continuam previstas para a segunda metade de 2026, enquanto os primeiros aceleradores AI equipados com esta tecnologia deverão começar a surgir em 2027. Entretanto, a publicação da especificação aberta permitirá que fabricantes de chips, memória e sistemas comecem desde já a desenvolver produtos compatíveis.

Para os consumidores, a notícia é agridoce: por um lado isto pode permitir mais e maiores modelos AI disponíveis a custo mais reduzido; mas por outro lado significa que haverá menos memórias NAND disponíveis para os produtos de consumo, alastrando o fenómeno da escassez de RAM também para os SSDs.

№ 16

LEGO Insiders chega a Portugal

O programa LEGO Insiders fica finalmente disponível de forma oficial em Portugal.

O programa de fidelidade LEGO Insiders chegou a Portugal, dando acesso antecipado a sets, experiências e ofertas aos fãs da marca. A partir de 4 de Agosto, os pontos passam a ser redimíveis nas quatro Lojas Certificadas LEGO, em Lisboa, Porto e Coimbra.

A partir de 4 de agosto, os pontos LEGO Insiders passam a poder ser utilizados nas Lojas Certificadas LEGO em Portugal, que ficam abrangidas pelo programa de fidelidade do Grupo LEGO, uma medida há muito aguardada pelos fãs portugueses, que agora podem ganhar pontos ao comprar sets. Ao registá-los na plataforma poderão, posteriormente, trocar os pontos por recompensas, artigos especiais, e experiências.
Para além dos pontos ganhos em cada compra, cada set digitalizado vale 20 pontos extra, independentemente do preço ou do número de peças. Os pontos podem ser posteriormente trocados, na loja ou online, por descontos imediatos ou recompensas, tais como sets exclusivos, cartazes, artigos de coleção, páginas para colorir ou bilhetes para os parques LEGOLAND. Os membros também podem ter acesso antecipado aos sets, o que lhes dá a oportunidade de adquirir novos lançamentos antes da data de lançamento geral.

O registo pode ser feito na loja através de um código QR ou em LEGO.com/Insiders, e os novos membros podem registar os seus sets através de um código QR exclusivo, disponível nos manuais de instruções dos sets, presente na maioria dos conjuntos lançados desde 2018. Isto significa que os membros podem resgatar pontos por conjuntos antigos, desde que tenham guardado o manual e este ainbda não tenha sido registado noutra conta.

Com quatro lojas certificadas em Portugal, no Centro Colombo, no Norteshopping, nos Armazéns do Chiado e, desde Março de 2026, no Fórum Coimbra, os membros podem aproximar-se ainda mais da marca e usufruir das vantagens do programa de fidelização, a partir de 4 de Agosto de 2026.


№ 17

Estação de carregamento Sabrent 252W de 8 portas a €82

Esta estação de carregamento Sabrent Voltik de 252W resolve de vez todos os problemas de carregar múltiplos dispositivos a alta-velocidade.

Hoje em dia temos a vantagem de ter estabilizado as fichas de carregamento nas fichas USB (USB-A e USB-C) ao invés dos tempos em que tinhamos que lidar com uma infinidade de fichas proprietárias e diversificadas. Mas, para quem já passou a fase de recorrer a múltiplos carregadores USB independentes, temos uma proposta que se torna bastante mais apelativa para quem procura uma solução a longo prazo. Esta estação de carregamento da Sabrent permite carregar até 8 dispositivos, com uma potência total máxima de 252W.
Esta estação de carregamento Sabrent de 8 portas e 252W está disponível por 82 euros na Amazon Espanha.

Embora por vezes seja vantajoso optar por carregadores mais compactos, para situações de viagem, uma estação de carregamento torna-se mais interessante para usar como solução permanente na secretária. E neste caso, temos a vantagem de ter um ecrã que apresenta informação detalhada de cada porta individual, o que permite identificar imediatamente potenciais problemas com cabos ou dispositivos, assim como assegurar que realmente se está a tirar partido das velocidades máximas de carregamento. Neste caso, as quatro portas USB-C podem fornecer até um máximo de 100W cada uma, e as quatro portas USB-A podem fornecer até 18W cada; se se usarem todas as portas simultaneamente, a potência máxima será dividida entre elas.


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№ 18

Apple remove Telegram da App Store durante 40 minutos

A Apple retirou o Telegram da App Store, supostamente com base nos conteúdos de um único utilizador.

A Apple removeu temporariamente o Telegram da App Store depois de ter identificado conteúdos que violavam as regras da empresa relativas a material de abuso sexual infantil (CSAM). A app esteve indisponível em todo o mundo durante cerca de 40 minutos, mas regressou à loja depois do Telegram ter intervido.

Segundo a Apple, a remoção ocorreu porque foi detectada uma conta a partilhar conteúdo proibido. O Telegram agiu de imediato, eliminando o conteúdo e banindo o utilizador responsável, o que levou à reposição da app na App Store. A empresa acrescentou que, só em 2026, já removeu mais de 337 mil grupos e canais relacionados com este tipo de conteúdos.

You'd think the world's most valuable company could figure out how to google 'Telegram Moderation' pic.twitter.com/6AkPfN5AEP

— Telegram Messenger (@telegram) August 4, 2026

I'm sure this stance will be applied equally to all other apps in the store, in the future right? @Apple

(btw: https://t.co/ZRYqIGaxVH)

— Telegram Messenger (@telegram) August 4, 2026
Durante a interrupção, apenas a página da aplicação deixou de estar disponível na App Store. Os utilizadores que já tinham o Telegram instalado puderam continuar a utilizá-lo normalmente, e a aplicação permaneceu acessível na Mac App Store; embora não o pudessem instalar ou reinstalar, se tivessem necessidade disso.

O episódio também gerou críticas por parte de Tim Sweeney, CEO da Epic Games, que voltou a defender uma maior concorrência na distribuição de apps para dispositivos Apple. Segundo Sweeney, a remoção temporária do Telegram levanta questões sobre a (falta de) consistência da política da App Store e sobre a forma como plataformas de comunicação de grande dimensão são avaliadas. Também o próprio Telegram levantou a questão sobre se a Apple aplicará os mesmos critérios e medidas a todas as restantes apps na App Store - numa clara alusão à improvável possibilidade da Apple suspender o iMessage se/quando detectar algum conteúdo ilegal partilhado através do seu próprio serviço.

Este tipo de medida levanta também preocupações quanto à possibilidade de ser usado como forma de ataque para suspender e remover apps e serviços. Uma entidade mal intencionada poderá publicar este tipo de conteúdos numa plataforma, reportá-los, e levar à sua remoção da App Store, num momento que poderá ser crucial e coincidir com campanhas de distribuição de versões maliciosas ou outros tipos de ataque.

№ 19

Apple vai permitir copy paste do iPhone para Windows - mas só no iOS 28

Devido às exigência do DMA da UE, a MS quer ter acesso ao "copy-paste" entre iPhones e Windows, tal como a Apple faz com os Macs.

A Apple está a desenvolver uma funcionalidade que permitirá copiar e colar conteúdos entre um iPhone e um computador com Windows, uma novidade que surgiu após um pedido da Microsoft no âmbito das regras de interoperabilidade impostas pela Digital Markets Act (DMA) da União Europeia.

A funcionalidade deverá funcionar de forma semelhante ao Universal Clipboard existente entre dispositivos Apple, permitindo copiar texto ou outros conteúdos num iPhone e colá-los num PC com Windows, e vice-versa. Para garantir a privacidade, os utilizadores terão de conceder uma autorização única para cada computador emparelhado antes de poderem utilizar a sincronização da área de transferência. Segundo a Apple, a implementação exige "alterações profundas" ao sistema e será baseada no AccessorySetupKit, a mesma tecnologia utilizada para integrar acessórios de terceiros. Actualmente, as apps no iPhone só podem aceder à área de transferência quando estão activas e após autorização do utilizador, o que impede a sincronização contínua em segundo plano, uma limitação que a Apple terá que remover para oferecer igualdade de acesso.

No entanto, será preciso esperar para tal. A Apple diz que prevê concluir esta funcionalidade apenas no Outono de 2027 (por isso, por altura do iOS 28), e que o lançamento público poderá acontecer apenas no início de 2028. Ao estilo de outras funcionalidades "exigidas" pela UE, tudo indica que a novidade ficará limitada apenas aos utilizadores da União Europeia - a não ser que, por essa altura, já outras regiões tenham também implementadas exigências idênticas, como tem acontecido a nível das App Stores alternativas.

№ 20

Ganha uns Xiaomi Redmi Buds 6 Play

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta vez a escolha recai sobre uns earphones Xiaomi Redmi Buds 4 Lite.

Goste-se ou não, os earphones Bluetooth tornaram-se numa inevitabilidade do abandono das fichas de 3.5mm dos headphones, que durante décadas se mantiveram como um standard inquestionável. Felizmente, modelos como estes Xiaomi Redmi Buds 6 Play fazem com que não seja preciso gastar uma fortuna para se continuar a ouvir a nossa música favorita em privacidade e sem incomodar quem nos rodeia.
Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

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Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.