PlanetGeek

Base para monitor com hub USB e RGB a €20

23-04-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

Ideal para os fãs das secretárias limpas e bem organizadas, esta base para monitores (ou portáteis) com hub USB integrado e iluminação RGB pode simplificar a vida e reduzir a confusão de cabos.

Embora muitas pessoas recorram aos teclados e ratos sem fios como forma de libertar a sua mesa de trabalho dos inestéticos cabos, há coisas às quais não podemos escapar e que continuam a necessitar de um fácil acesso às portas USB; quer seja para ligar um cabo para recarregar o smartphone, ou para ligar uma pen USB, disco externo, ou leitor de cartões. Por isso, que tal adicionar portas USB que ficam facilmente acessíveis? E, neste caso, ainda temos direito a iluminação RGB para dar um toque a combinar com um PC de jogos.
Esta base Marsgaming para monitor com hub USB está disponível por 20 euros na Amazon Espanha.

Em vez de deixar as portas USB escondidas atrás de um monitor, ou na caixa do computador que se deseja manter afastada da vista (debaixo da secretária talvez), esta base permite colocá-las sempre à mão. No processo também cria um espaço debaixo do monitor onde podemos arrumar o teclado e rato, e simultaneamente elevar ligeiramente o monitor para que fique numa posição mais ergonómica.


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Smart Concept #2 regressa às origens

23-04-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Os fãs do Smart original vão gostar de ver que a marca está a trabalhar num modelo que recupera o formato que a popularizou.

A Smart está a regressar às suas origens com um novo concept que volta a apostar na mobilidade urbana. O Concept #2 marca o regresso da marca aos carros compactos de dois lugares, depois de anos a apostar em SUVs eléctricos maiores. E embora mantenha o espírito dos clássicos Smart, este novo modelo chega com uma abordagem bastante mais moderna.

Durante anos, a Smart ficou conhecida pelos seus carros ultra compactos, ideais para cidade. Mas com o fim do Fortwo em 2024, muitos pensaram que a marca tinha abandonado esse conceito. O Concept #2 vem provar o contrário, mostrando que ainda há espaço para um verdadeiro city car eléctrico no catálogo da marca. O design foi desenvolvido pela Mercedes-Benz, enquanto a base tecnológica vem da Geely, reflectindo a parceria actual da marca. Visualmente, o carro mantém elementos familiares: duas portas, praticamente sem capôt e com as rodas posicionadas nos extremos para maximizar o espaço interior. No entanto, cresceu em dimensões. Mede agora 2.792 mm de comprimento, cerca de 30 cm mais do que o primeiro Smart e quase 10 cm mais do que o último EQ Fortwo - dimensões que deverão significar o fim do "estacionar de lado" do modelo original.

Apesar desse crescimento, continua a ser um carro extremamente compacto quando comparado com outros eléctricos do mercado. É significativamente mais pequeno do que modelos como o Fiat 500e ou o Renault Twingo E-Tech, posicionando-se numa espécie de zona intermédia entre microcarros e citadinos tradicionais. O Concept #2 também aposta num design mais arrojado e com detalhes pouco convencionais. Os faróis LED têm um visual agressivo e as luzes diurnas formam o símbolo "#2". A grelha frontal inspira-se em malas de luxo, enquanto as portas substituem puxadores tradicionais por tiras em pele. O tejadilho com acabamento dourado completa um conjunto que pretende chamar a atenção. Pelo lado positivo, fica praticamente garantido que muitos destes elementos não devam chegar à versão final de produção.
Debaixo da carroçaria está uma nova plataforma chamada Electric Compact Architecture (ECA). A Smart ainda não revelou todos os detalhes técnicos, mas aponta para uma autonomia de até 400 km (ciclo CLTC), um salto enorme face aos cerca de 135 km do antigo modelo eléctrico. O carregamento também evolui significativamente, com a possibilidade de ir dos 10% aos 80% em menos de 20 minutos.

O modelo inclui ainda tecnologia Vehicle-to-Load, permitindo usar a bateria do carro para alimentar dispositivos externos. Tal como nos Smart anteriores, o motor deverá estar montado atrás, com tracção às rodas traseiras, o que ajuda a manter um raio de viragem reduzido, perfeito para os ambientes urbanos a que se destina.

Ainda não foram divulgadas imagens do interior, mas a marca promete um habitáculo com foco no conforto e numa sensação premium. Com apenas dois lugares, os designers tiveram mais liberdade para criar um espaço mais aberto e sofisticado.

A versão de produção do novo Smart deverá ser apresentada oficialmente no Salão Automóvel de Paris, em Outubro. Com este modelo, a marca tenta equilibrar o passado com o futuro, trazendo de volta o conceito de carro urbano compacto, mas adaptado às exigências actuais da mobilidade eléctrica. Se conseguir chegar ao mercado com um preço "da China", certamente não irão faltar interessados neste Smart que materializa aquilo para que o Smart original deveria ter evoluído.

Google Photos com retoques faciais

23-04-2026 | 07:00 | Aberto até de Madrugada

Passa a ser mais fácil fazer correcções aos rostos no Google Photos.

O Google Photos está a receber novas ferramentas de retoque facial para edições rápidas sem complicações. A actualização traz opções para melhorar a textura da pele, remover imperfeições, iluminar os olhos e até branquear os dentesou ajustar a cor dos lábios, tudo directamente no editor integrado da app e sem se ter que seleccionar manualmente as áreas a corrigir.

A utilização é simples: basta selecionar um rosto na fotografia e escolher entre várias opções. Depois, é possível ajustar a intensidade de cada efeito para manter um resultado natural.
A Google refere que estas ferramentas foram pensadas para dar um toque final às fotos sem exageros, seguindo a abordagem já conhecida de edição com recurso a AI. Tradicionalmente, este tipo de ferramentas ficava dependente do uso de apps externas, ou de maior intervenção manual a nível de escolher as zonas a editar.

Por agora estas novas ferramentas de edição estão a ser disponibilizadas na app Google Photos para Android, em dispositivos com Android 9.0 ou superior e pelo menos 4 GB de RAM, devendo chegar no futuro à versão iOS e web.

A complicação de medir o uso do CPU no Windows

22-04-2026 | 20:00 | Aberto até de Madrugada

Algo aparentemente simples como mostrar a percentagem de uso do CPU não é assim tão simples na era dos CPUs modernos.

O criador do Task Manager original do Windows explicou porque é que os valores de utilização do CPU nem sempre correspondem ao que os utilizadores esperam. Dave Plummer, antigo engenheiro da Microsoft responsável pela ferramenta original, partilhou que que medir a actividade do CPU é muito mais complexo do que parece. O que à primeira vista parece um simples "está a ser usado ou não", depressa se complica quando se consideram múltiplos núcleos, frequências dinâmicas, núcleos suspendos para poupar energia, e outras coisas.

O Task Manager não mostra dados em tempo real. Em vez disso, baseia-se em medições periódicas, o que significa que os valores apresentados reflectem a atividade entre os intervalos de actualização. Em vez de dividir simplesmente a utilização pelo tempo, Plummer optou por calcular o tempo total de CPU usado por cada processo e comparar com a medição anterior. O resultado é uma média mais fiável, ainda que não instantânea.



O problema é que o hardware moderno tornou estes valores mais difíceis de interpretar. Os CPUs actuais ajustam constantemente o nível de desempenho tendo em conta a gestão de energia e controlo térmico. Isto faz com que a relação entre tempo de utilização e trabalho real realizado seja menos directa do que no passado.

Segundo Plummer, o ideal seria medir a utilização do CPU com base no trabalho efectivamente realizado face ao máximo teórico possível do CPU. No entanto, haverá outras pessoas na Microsoft que terão as suas próprias ideias, e tendo em conta todas as muitas coisas mais urgentes que a MS precisa resolver no Windows, não me parece que o método de cálculo do uso do CPU seja algo que esteja na lista de prioridades.

Museu sonoro preserva som de teclados

22-04-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Agora todos podem recordar o som de teclados icónicos, e até máquinas de escrever, no "The Listening Museum".

Um grupo de entusiastas criou o The Listening Museum, um site interactivo dedicado aos sons dos teclados mecânicos, permitindo explorar como diferentes modelos soam na realidade. A plataforma inclui 36 teclados, desde clássicos como o IBM Model M até opções mais recentes de marcas como Logitech e SteelSeries. Basta clicar num teclado virtual e simular a escrita directamente no browser para ouvir cada modelo.

A experiência é simples, com um teclado virtual que permite activar teclas com o rato, ou simplesmente escrever no próprio teclado para ouvir o som do teclado escolhido. É uma forma interessante de comparar diferentes tipos de teclas e designs sem necessidade de ter o hardware físico. A colecção cobre várias décadas de evolução, incluindo diferentes tipos de switches Cherry MX e outras configurações populares.
Um dos destaques é o icónico teclado IBM Model M, frequentemente considerado como sendo o padrão dos teclados "barulhentos". O seu som característico vem de um mecanismo de mola que produz um som bastante peculiar, diferente da maioria dos teclados modernos. O museu explica como a sua construção interna amplifica esse som, ajudando a perceber porque continua a ter tantos fãs.

Ainda assim, os criadores alertam que estes testes têm limitações, já que factores como microfones, o estado do teclado, e as próprias colunas e headphones podem influenciar o resultado final. Mas mesmo tendo isso em conta, o Listening Museum é uma ferramenta útil para explorar o universo dos teclados mecânicos, especialmente para quem não tem a oportunidade de os experimentar ao vivo. Faz-me também ter a ideia de um utilitário que permitisse replicar o som do teclado à escolha enquanto se escreve - e que seria particularmente útil para todos os utilizadores de teclados silenciosos que, de vez em quando, quisessem variar um pouco.

UPS Green Cell 2000VA 1200W a €151

22-04-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Ideal para PCs poderosos, ou até para continuar a jogar com uma consola na TV quando falta a electricidade, esta UPS de 2000 VA está apta a enfrentar qualquer falha de energia.

Indispensáveis para manter os equipamentos a salvo de picos e falhas de corrente, uma UPS de alta capacidade torna-se inevitável para quem vai acumulando cada vez mais equipamentos electrónicos em casa. Quem já tiver passado pelas UPS de baixa capacidade, que prometem dezenas de minutos de autonomia mas podem falhar em poucos minutos no caso de se estar a fazer algo mais exigente com o computador, poderá equacionar passar para algo de classe superior, como esta UPS Green Cell 2000VA que tem capacidade para aguentar cargas de até 1200W.
A UPS Green Cell 2000VA (1200W) está disponível por 151 euros na Amazon Espanha.

A UPS é completamente silenciosa enquanto há energia, ligando as ventoinhas apenas quando há falha de energia e precisa dar uso às baterias - perfeito para quem vier de uma UPS que mantém as ventoinhas a trabalhar a tempo inteiro.

Curiosamente, a empresa disponibiliza também uma variante de 2000VA 1400W com onda sinusoidal pura (não fazia ideia que já estavam disponíveis nesta gama de preços), perfeita para todos os equipamentos que não apreciem as ondas "quadradas" que a maioria das UPS utilizam. A única crítica é que o software fornecido pela Green Cell é para esquecer, mas encontrei relatos de que estas UPS serão compatíveis com o NUT (Network UPS Tools), o que tornará isso irrelevante.


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Xbox Game Pass baixa de preço

22-04-2026 | 14:30 | Aberto até de Madrugada

A nova presidente da Xbox dá uma excelente notícia aos subscritores do Game Pass, com uma descida do preço das mensalidades.

A Microsoft está a reduzir o preço do Xbox Game Pass Ultimate e do PC Game Pass, mas com uma pequena alteração. A partir de agora, o Game Pass Ultimate passa de 26.99 euros para 20.99 eurospor mês, enquanto o PC Game Pass desce para 12.99 euros. A decisão surge após a empresa reconhecer que o serviço se tinha tornado demasiado caro para muitos jogadores - provavelmente levando a grande percentagem de desistências ou mudança para planos mais baratos.

No entanto, esta redução chega com uma alteração que poderá arreliar alguns jogadores - ou não. O Game Pass deixará de dar acesso os futuros jogos de Call of Duty no dia de lançamento. Em vez disso, passarão a ser disponibilizados apenas um ano após o lançamento. No entanto, os títulos já disponíveis no catálogo continuarão acessíveis.
A alteração deverá ser bem recebida por todos. Não fazia grande sentido por todos os subscritores a pagar pelo Call of Duty mesmo que não jogassem. Com a diferença de preço, os fãs do CoD poderão comprar o jogo se o quiserem jogar desde logo, e todos os outros poderão desfrutar de um preço mais reduzido todos os meses - e ainda assim ter acesso aos CoD um ano mais tarde.

Resta-nos esperar que outros serviços possam considerar uma abordagem idêntica e começar a reduzir a mensalidade - especialmente entre os serviços de streaming, que têm também subido para valores que fazem muitos clientes reconsiderar o regresso aos "velhos hábitos" pré-streaming.

Bateria LFP da CATL recarrega em 6 minutos

22-04-2026 | 13:00 | Aberto até de Madrugada

A nova bateria LFP da CATL pode ser recarregada a velocidade recorde, bastando seis minutos para ir de 10% a 98%.

Na China a "guerra" das baterias está ao rubro. Depois da BYD ter revelado as suas baterias ultra-rápidas, é agora a vez da CAT mostrar uma nova geração de baterias LFP (lítio-ferro-fosfato) para veículos eléctricos, capaz de atingir velocidades de carregamento extremamente rápidas (10C e 15C). A terceira geração da bateria Shenxing consegue carregar dos 10% aos 98% em pouco mais de seis minutos - mais rápido do que a Blade Battery 2.0 da BYD. Este avanço aproxima o tempo de carregamento dos EVs ao do abastecimento de um carro a combustão.

Segundo a CATL, a bateria pode ir dos 10% aos 35% em apenas um minuto e atingir 80% em menos de quatro minutos. Mesmo em condições de frio extremo, mantém um bom desempenho, conseguindo carregar de 20% a 98% em cerca de nove minutos a -30°C. Em comparação, a solução da BYD demora cerca de nove minutos em condições normais e cerca de 12 minutos em temperaturas negativas.
Um dos factores-chave para este desempenho é a resistência interna extremamente baixa, de apenas 0.25 milliohms (50% inferior à média) juntamente com uma nova tecnologia de autoaquecimento que melhora o desempenho em ambientes frios. Estas melhorias permitem manter velocidades de carregamento elevadas em diferentes condições e infraestruturas. E além das baterias de carregamento rápido, mostrou também uma bateria com densidade de 350Wh/kg a preço que diz ser viável para automóveis (com base em baterias de fabrico dispendioso que apenas se destinavam a aeronaves).

O anúncio surge numa altura de forte concorrência no sector das baterias para veículos eléctricos. A CATL continua a liderar o mercado global, seguida pela BYD, e ambas estão a explorar alternativas como baterias de sódio e de estado sólido. Com tempos de carregamento abaixo dos 10 minutos, a diferença entre veículos eléctricos e a combustão acaba por se tornar numa "não-questão" - isto sem se poder esquecer que, para a maioria do uso típico, o tempo de carregamento acaba por ser irrelevante, já que basta carregar o carro em casa para fazer a sua rotina diária.

OpenAI supera Nano Banana com ChatGPT Images 2.0

22-04-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A OpenAI está de regresso ao topo da geração de imagens AI com o novo ChatGPT Images 2.0.

Depois de ter ajudado a iniciar a era das imagens AI com o Dall-E, a OpenAI parecia ter ficado para trás face ao lançamento de modelos concorrentes - mais recentemente com o excelente Nano Banana da Google. Mas, a lentidão da OpenAI a responder mostra agora o que vale.

O novo ChatGPT Images 2.0 (a OpenAI parece abandonar de vez o nome Dall-E e centralizar tudo sobre o nome ChatGPT que facilita a sua identificação) dá um verdadeiro salto de gigante face aos modelos existentes, incluindo o Nano Banana 2. Este modelo consegue gerar visuais complexos com texto multilingua, infográficos completos, apresentações, mapas e até páginas completas de banda desenhada, tudo com elevada precisão. Também é capaz de criar layouts detalhados, como interfaces e screenshots realistas, levando a geração de imagens para além do simples aspecto visual.

Introducing ChatGPT Images 2.0

A state-of-the-art image model that can take on complex visual tasks and produce precise, immediately usable visuals, with sharper editing, richer layouts, and thinking-level intelligence.

Video made with ChatGPT Images pic.twitter.com/3aWfXakrcR

— OpenAI (@OpenAI) April 21, 2026
Esta actualização baseia-se no modelo GPT-Image-1.5 lançado no final de 2025, mas representa um salto muito maior. Os primeiros testes já destacavam a capacidade de gerar blocos longos de texto dentro de imagens, criar múltiplos painéis e até integrar resultados de pesquisas web directamente nos visuais. A OpenAI está agora a disponibilizar estas novidades a todos os utilizadores do ChatGPT, incluindo funcionalidades como plantas, grelhas de imagens e modelos de personagens com várias perspetivas, além de edição de imagens enviadas pelos utilizadores.

O ChatGPT Images 2.0 fica disponível para todos os utilizadores, mas com capacidades diferentes dependendo do seu plano - os utilizadores gratuitos poderão não conseguir gerar o mesmo tipo de imagens complexas que os utilizadores dos planos pagos.

Novo Ioniq 3 atrai as atenções a preço competitivo

22-04-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

A Hyundai revelou o mais pequeno e económico membro da família Ioniq, o Ioniq 3.

A Hyundai apresentou o novo Ioniq 3 na Europa, um modelo eléctrico compacto que vem reforçar a sua gama de veículos eléctricos. Posicionado como o irmão mais pequeno do Ioniq 5, este modelo é descrito como um "aero hatchback", combinando a versatilidade de um hatchback com um visual inspirado nos SUVs. Apesar do design futurista, partilha a mesma plataforma com os Kia EV3 e EV4, o que ajuda a reduzir custos e tempo de desenvolvimento.
O Ioniq 3 é relativamente compacto, com pouco mais de 4.1 metros de comprimento, mas a longa distância entre eixos permite aproveitar melhor o espaço interior. As rodas foram colocadas nos extremos, aumentando o espaço para os ocupantes. O design mantém alguns elementos do concept, como os faróis LED divididos e uma assinatura luminosa traseira diferenciada, mas aposta numa carroçaria prática de cinco portas. Um detalhe menos comum é o vidro traseiro dividido, que pode afectar a visibilidade, mas que pode evocar algumas memórias de modelos icónicos do passado (como o Honda CRX).
No interior, o habitáculo aposta numa abordagem moderna e tecnológica, com um grande ecrã central - de 14.6" ou 12.9", dependendo da versão - a correr o novo sistema Pleos baseado no sistema da Google. Ao contrário de alguns rivais, continuam presentes botões físicos para funções essenciais como climatização e áudio. Temos também coisas como a alavanca de velocidades na coluna de direcção a libertar espaço para arrumação, carregamento sem fios e bancos reclináveis "Relaxation Seats".

A Hyundai vai disponibilizar duas opções de motorização. A versão Standard Range oferece 144 cv e até 344 km de autonomia, enquanto a Long Range aumenta a capacidade da bateria para alcançar até 496 km, apesar de ter ligeiramente menos potência. Está também prevista uma versão N Line com visual mais desportivo, e não está excluída uma variante N de alto desempenho.

A produção será feita na Turquia, com lançamento na Europa previsto para o final deste ano. Com base nos preços de outros países, espera-se que o Ioniq 3 seja disponibilizado com preço que poderá ficar abaixo dos 30 mil euros para o modelo base.

Suporte para portátil com docking station e KVM a €60

22-04-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

Sendo extremamente útil para quem trabalha com um portátil a par de um PC, espreitem este suporte para portátil com docking station e KVM da Benfei.

Para quem usa um portátil como computador principal (ou quase principal) e prefere usá-lo com monitor e teclado externos, ou em paralelo com um computador desktop, nem sempre é fácil fazer essa gestão e escapar à confusão de cabos. Mas isso é algo que pode ser resolvido escolhendo um suporte adequado.

Este suporte multifuncional da Benfei não só coloca o portátil numa posição mais adequada, como também integra um hub USB 3.0, suporte para carregamento PD 100 W, saída HDMI 4K para monitor externo, um KVM integrado, e até um carregador wireless de 15 W.
Este suporte Benfei com docking station está disponível por 60 euros na Amazon Espanha.

Apesar de todas estas capacidades, o suporte pode ser "compactado" de forma a ficar totalmente plano, facilitando a sua arrumação e transporte. Mas, o mais importante, é que permite que se fique com um sistema pronto a funcionar de forma rápida e livre da ligação de quase uma dezenas de cabos de cada vez que se quer pousar o portátil na secretária para começar a trabalhar.


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Samsung facilita uso de dispositivos IKEA no SmartThings

22-04-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Quem utilizar o Samsung SmartThings poderá usar smart devices IKEA directamente sem um hub adicional.

A Samsung anunciou uma nova integração que simplifica a ligação de dispositivos IKEA ao ecossistema SmartThings. A principal novidade é que já não é necessário um hub da IKEA; os equipamentos podem agora ligar-se directamente ao hub SmartThings.

Ao todo, são suportados cerca de 25 dispositivos IKEA, incluindo lâmpadas inteligentes, sensores (movimento, temperatura, qualidade do ar, água), tomadas e até comandos remotos. Isto permite criar automações mais completas dentro de casa, combinando produtos de diferentes marcas num único sistema. Um exemplo prático passa por usar sensores da IKEA para controlar equipamentos da Samsung. Por exemplo, um sensor de humidade pode activar automaticamente o modo de desumidificação de um ar condicionado quando os níveis ficam elevados.

Esta integração é possível graças ao protocolo Matter, que facilita a comunicação entre diferentes plataformas smart home. É mais um passo na concretização da universalidade dos dispositivos smart home que se procura há anos, fazendo com que seja indiferente comprar produtos de "qualquer marca" para os usar com o sistema que já se utiliza.

Honor 600 e 600 Pro com câmara de 200MP

22-04-2026 | 07:00 | Aberto até de Madrugada

Os mais recentes Honor 600 e 600 Pro chegam com câmara principal de 200MP e um design que não esconde as semelhanças com os iPhone 17 Pro.

A Honor apresentou os novos Honor 600 e 600 Pro, que chegam ao mercado global com um design renovado e reforço das capacidades fotográficas. Os equipamentos destacam-se pelo módulo de câmaras de grandes dimensões e por opções de cores mais arrojadas, além de certificação IP69K para maior resistência a água e poeiras.

Ambos os modelos contam com ecrãs AMOLED de 6.57" (2728x1264p), taxa de actualização de 120Hz, 3840Hz PWM dimming, e até 8000 nits de brilho HDR. No interior, o Honor 600 utiliza o Snapdragon 7 Gen 4, enquanto o modelo Pro sobe de nível com o Snapdragon 8 Elite, oferecendo desempenho de topo, com 12GB RAM e até 512GB de capacidade.
Na fotografia, o destaque vai para o sensor principal de 200MP presente nos dois dispositivos. O modelo Pro adiciona ainda uma lente telefoto periscópica de 50MP com zoom óptico de 3.5x, além de partilhar uma ultrawide de 12MP e uma câmara frontal de 50MP.
A autonomia também é um ponto forte, com baterias até 7.000mAh nalguns mercados (que provavelmente não chegará à Europa) e suporte para carregamento rápido de 80W. O Honor 600 Pro inclui ainda carregamento wireless. Ambos chegam com MagicOS 10 baseado em Android 16 e várias funcionalidades de AI, incluindo um botão dedicado.

O lançamento na Europa arranca em breve, com preços que deverão começar perto dos 600 euros para o modelo base.

Vercel mostra riscos da autenticação OAuth

21-04-2026 | 20:00 | Aberto até de Madrugada

Uma desatenção que dê permissões excessivas num acesso OAuth a uma conta Google pode resultar numa grande dor de cabeça para uma empresa.

A Vercel confirmou ter sido alvo de um incidente de segurança após hackers alegarem estar a vender dados roubados. A empresa revelou que houve acesso não autorizado a alguns sistemas internos, afectando um número limitado de clientes, embora os serviços principais não tenham sido comprometidos.

Segundo a investigação inicial, o ataque terá começado com uma conta Google Workspace comprometida de um funcionário, através de uma aplicação OAuth ligada a uma ferramenta AI de terceiros. A partir daí, os atacantes conseguiram escalar privilégios e aceder a variáveis de ambiente não classificadas como sensíveis. A Vercel afirma que dados críticos e projetos open-source como o Next.js não foram afectados. Ainda assim, recomenda que os clientes revejam as suas variáveis de ambiente, activem a encriptação para dados sensíveis e façam rotação de credenciais como medida de precaução.

Quickest way to decrease the risk of something this happening to your company:

1. Go to https://t.co/WOro3jEvX7
2. Change your "Unconfigured third-party apps" settings

This will require an admin to approve any new apps that request potentially sensitive data like Gmail, Drive,… https://t.co/8LZ3XebbRK pic.twitter.com/Gzdt2ro9hZ

— Brendan Falk (@BrendanFalk) April 20, 2026
O incidente surge após um atacante afirmar estar a vender acessos, chaves API e outros dados internos, incluindo informação de funcionários. Embora a autenticidade dessa informação não tenha sido confirmada, a empresa diz já ter notificado as autoridades e que continua a investigar o caso.

A autenticação via OAuth é um sistema bastante funcional e interessante - permitindo dispensar a multiplicação de inúmeros registos em diferentes serviços - usando um único serviço para tal, como uma conta Google. No entanto, torna-se fundamental que se preste o devido cuidado ao tipo de acesso que é pedido. Por normal, deverá aceitar-se apenas o acesso a algo como o nome e endereço de email, e tratar com bastante suspeita/cuidado qualquer tipo de acesso adicional, como acesso a emails e conteúdos na cloud (como o Gmail e Google Drive) - e nunca aceitar permissões ainda mais perigosas, como a alteração de definições.

Tesla continua a esconder relatórios de acidentes com táxis autónomos

21-04-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

A Tesla continua a fornecer o mínimo possível de informação relativa aos acidentes com os seus "táxis autónomos".

A mais recente divulgação de dados da NHTSA, a autoridade de segurança rodoviária dos Estados Unidos, oferece um novo olhar sobre como os veículos autónomos estão a lidar com acidentes - e revela diferenças claras entre empresas como Tesla, Waymo e Zoox, não só no número de incidentes, mas também na forma como comunicam o que acontece.

Os dados resultam de uma obrigação imposta às empresas que testam ou utilizam sistemas de condução autónoma em vias públicas. Sempre que ocorre um acidente, essas empresas têm de reportar detalhes à NHTSA, criando uma base de dados pública que permite analisar o comportamento destes sistemas no mundo real. No total, foram registados 825 incidentes relacionados com sistemas autónomos. A Waymo destaca-se com larga margem, sendo responsável por 697 desses casos. Seguem-se a Avride com 41, a Zoox com 32 e a Tesla com apenas 18. À primeira vista, esta diferença pode parecer significativa, mas há contexto importante a considerar. A Waymo opera uma das maiores frotas de carros totalmente autónomos, a circular diariamente em cidades densas como São Francisco, Phoenix e Los Angeles. Com milhões de quilómetros percorridos em ambientes urbanos complexos, é natural que o número de incidentes seja mais elevado.

Já a Tesla apresenta números muito mais baixos nesta categoria específica, o que reflecte sobretudo o facto de a sua estratégia de robotáxis ainda estar numa fase inicial. Importa também sublinhar que estes dados não incluem incidentes com o sistema FSD (Full Self-Driving) em modo supervisionado, uma vez que esse sistema ainda exige intervenção humana e não fica abrangido pelas exigências dos veículos com autonomia total.

Os dados revelam também com que tipo de obstáculos estes veículos mais frequentemente colidem. No caso da Waymo, a maioria dos acidentes envolve outros veículos típicos de ambiente urbano, como carros de passageiros e SUVs, além de camiões e autocarros. Isto reflecte o tipo de utilização intensiva em cidades movimentadas. Já nos 18 incidentes reportados pela Tesla, o padrão é diferente. O tipo de colisão mais comum foi com objectos fixos, seguido por impactos com SUVs, além de casos isolados envolvendo um ciclista, um animal e um autocarro.
No que diz respeito a consequências, a maioria dos acidentes resultou apenas em danos materiais. Nos casos da Tesla, 16 dos 18 incidentes não envolveram feridos. Foram registadas apenas duas lesões ligeiras, uma das quais exigiu hospitalização. Em todos os acidentes reportados pela Tesla, o sistema autónomo estava activo no momento do impacto. Já a Waymo, devido ao maior volume de incidentes, apresenta maior diversidade de resultados, incluindo dezenas de feridos ligeiros, alguns casos que exigiram hospitalização e até uma fatalidade.

Mas o ponto que mais chama a atenção não está nos números, mas sim na forma como as empresas comunicam os detalhes dos acidentes. A NHTSA permite que cada empresa inclua uma descrição detalhada de cada incidente. Empresas como a Waymo e a Zoox aproveitam esse espaço para fornecer explicações completas das circunstâncias, comportamento dos veículos e até açcões de outros condutores envolvidos. Já a Tesla segue uma abordagem totalmente diferente. Em todos os relatórios públicos, a empresa ocultou completamente essas descrições, substituindo-as por uma nota genérica que indica a remoção de informação por motivos de confidencialidade. Na prática, isto impede qualquer análise mais profunda sobre o que realmente aconteceu nos seus acidentes, contrastando fortemente com a transparência das restantes empresas - algo que muitos podem considerar não estar em linha com tudo aquilo que a Tesla apregoa a nível das capacidades do seu FSD.

A Tesla tem estado também sob nova vaga de críticas por, numa altura em que se aproxima a apresentação de resultados, volta a fazer manobra mediática com uma suposta expansão do seu serviço robotaxi para uma nova cidade, onde colocou um único veículo autónomo a prestar serviço, deixando os clientes horas à espera, até lhes ser dito que é melhor arranjarem outro transporte.

CMF Watch 3 Pro a €74

21-04-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

O Watch 3 Pro da CMF, marca económica da Nothing, está agora disponível a preço bastante atractivo.

Os fãs Nothing continuam a poder optar pelos produtos da sua marca CMF para dispositivos mais económicos, e no caso dos smartwatches isso traduz-se no seu mais recente wearable.

O Watch 3 Pro vem com ecrã AMOLED circular de 1.43", com mais de 120 mostradores disponíveis. A moldura do relógio pode ser substituída pelos utilizadores tal como as braceletes de 22 mm, para criar uma infinidade de estilos diferentes. Pode fazer o tracking de todo o tipo de parâmetros habituais, como frequência cardíaca, nível de oxigénio no sangue, sleep tracking, mais de 120 actividades físicas, sleep tracking, fazer telefonemas, e tem GPS.
O CMF Watch Pro 3 está disponível por 74 euros na Amazon Espanha.

Se quiserem combinar com o resto da família para ficarem com o conjunto completo, podem também optar pelo CMF Phone 2 Pro e pelos CMF Buds Pro 2 - ou aguardarem pela nova geração.

Este smartwatch tem protecção IP68 para uso despreocupado em todo o tipo de ambientes, e a Nothing promete que a sua bateria é suficiente para lhe dar uma autonomia de até 13 dias de uso típico - mas que se podem reduzir para 4.5 dias em uso intensivo com o ecrã always-on ligado.


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Nvidia acelera Path Tracing

21-04-2026 | 14:30 | Aberto até de Madrugada

A NVidia acelerou substancialmente a sua tecnologia de path tracing, que agora fica 2 a 3 vezes mais rápida, com benefícios substanciais para os jogos.

A NVIDIA apresentou uma nova evolução da sua tecnologia de path tracing com o ReSTIR PT Enhanced, um método que promete tornar o rendering em tempo real mais rápido e eficiente. Segundo a empresa, esta versão pode aumentar o desempenho entre 2 a 3 vezes, ao mesmo tempo que reduz erros visuais e melhora a estabilidade da imagem.

O objetivo não é reinventar o path tracing, mas sim torná-lo mais leve e fiável, aproximando-o de uma implementação prática em motores gráficos e ferramentas profissionais. E algumas das melhorias já começaram a ser disponibilizadas nas bibliotecas RTX de motores como o Unreal Engine, o que pode fazer com que estas melhorias possam ser aproveitadas pelos jogos num futuro não muito distante.
A base continua a ser o reaproveitamento de amostras de luz entre pixels e frames, uma técnica introduzida em versões anteriores. Agora, a NVIDIA melhorou esse processo, reduzindo custos de cálculo, evitando reutilizações incorretas e diminuindo problemas como o ruído, flickering e inconsistências em cenas em movimento.

Apesar dos avanços, o path tracing em tempo real continua exigente e depende de técnicas auxiliares como denoising e upscaling para funcionar no hardware actual. Ainda assim, estas melhorias podem ser um passo importante para tornar gráficos mais realistas acessíveis a mais sistemas no futuro. Teoricamente, mesmo em GPUs onde o Path Tracing reduzisse o framerate para cerca de 20 fps, poderão, com este sistema, aproximar-se dos 60 fps

How a Web Agency Can Be More Productive by Using a AI Based Website Builder

21-04-2026 | 13:23 | Manuel Lemos

By Manuel Lemos
Many developers work for agencies that serve customers developing websites that serve several purposes related to their business.

Often the sites developed by agencies follow patterns to implement common features in customer websites. This is the kind of application that is ideal to be implemented with the help of automated tools.

Read this article to learn how you can quickly implement websites for customers using the Duda website builder.

WhatsApp testa subscrição de €2.49

21-04-2026 | 13:00 | Aberto até de Madrugada

A modalidade paga do WhatsApp já está em testes - o WhatsApp Plus - focando-se principalmente em diferenças estéticas.

O WhatsApp começou a testar um novo serviço de subscrição chamado WhatsApp Plus, marcando uma mudança na estratégia da plataforma. O plano está a ser disponibilizado a um número limitado de utilizadores e custa 2.49€ por mês na Europa.

A subscrição foca-se sobretudo na personalização e funcionalidades adicionais. Os utilizadores têm acesso a stickers exclusivos, novos temas com várias cores, e possibilidade de alterar o ícone da app no smartphone. Mas, há também algumas vantagens funcionais, como poder fixar até 20 conversas, em vez das três actuais.
Outras diferenças incluem toques exclusivos e ferramentas para aplicar definições em grupo a várias conversas ou grupos. Por exemplo, é possível definir um tema para uma lista específica de chats e aplicá-lo automaticamente a novas conversas adicionadas.

Para já, o WhatsApp Plus está em fase de testes e parece focado no Android, com suporte para iOS a dever chegar mais tarde. As funcionalidades principais da app, incluindo a encriptação end-to-end, continuam gratuitas - mas, é de imaginar que, a médio e longo prazo, o serviço comece a diferenciar cada vez mais a modalidade paga da gratuita, oferecendo funcionalidades extras apenas para os clientes pagantes (sendo desde já previsível que a versão gratuita vá começar a ter carga de publicidade adicional, como forma de tentar "incentivar" os utilizadores a pagarem para se verem livres disso).

Fita LED Govee TV Ambilight com câmara a €53

21-04-2026 | 12:15 | A Minha Alegre Casinha

É mais fácil que nunca recriar o efeito "ambilight", com este conjunto de fita LED RGB com câmara, capaz de ajustar as cores em função do que estiver no ecrã.

Há muito que recomendamos a utilização de uma fita LED para colocar atrás de um televisor ou monitor, para criar uma luminosidade que reduz o cansaço visual, especialmente numa sala completamente às escuras. Fitas LED RGB para TV arranjam-se por cerca de 10 euros ou pouco mais, e mais recentemente começaram a surgir conjuntos com um sensor de cor por menos de 20 euros que podem ir mudando de cor. Mas se querem a experiência ambilight completa, com cores diferentes ao longo das margens do ecrã, então será preciso um modelo mais evoluído, como este da Govee.
Esta fita LED Govee com câmara está disponível por 53 euros na Amazon Espanha.

Em vez de um simples sensor de cor, este conjunto vem com uma câmara que se deve colocar no topo do ecrã, e que vai analisar as imagens do que quer que se estiver a ver, fazendo sincronizar as cores da fita LED apropriadamente para cada secção das margens - e não apenas uma única cor como nas propostas anteriores. É também, apesar dos projectos open-source ambilight que dependem de uma entrada HDMI, uma das poucas soluções para quem quer o efeito ambilight mesmo quando utiliza apps internas da Smart TV, como Netflix, Disney, etc. já que este sistema funciona para todo e qualquer conteúdo que aparecer no ecrã, independentemente da sua origem.


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