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Microsoft Teams prepara "modo eficiente"

23-04-2026 | 20:00 | Aberto até de Madrugada

A Microsoft vai acelerar o Teams de modo a que corra melhor em computadores mais limitados.

Sendo mais um exemplo de como as coisas andam na Microsoft, a empresa está a preparar um novo Efficiency Mode no Teams, pensado para melhorar o desempenho em PCs com CPU e memória limitadas. A funcionalidade vai optimizar automaticamente o uso de recursos, tornando a aplicação mais fluida sem comprometer a qualidade das reuniões.

Quando activo, o Efficiency Mode ajusta o comportamento do Teams para reduzir a carga no sistema. A resolução de vídeo nas reuniões passa a adaptar-se dinamicamente aos recursos disponíveis, e a app arranca num modo mais leve, sem abrir uma conversa. O objectivo é garantir maior rapidez, sobretudo em hardware mais modesto. Além das melhorias de desempenho, a Microsoft está também a reforçar a segurança no Teams. Entre as novidades estão uma ferramenta para reportar utilizadores externos suspeitos, um relatório centralizado de detecção de ameaças para administradores e a identificação automática de bots de terceiros nas salas de espera. Estas mudanças juntam-se a funcionalidades recentes de proteção contra fraude em chamadas.
Embora a melhoria da eficiência seja sempre positiva, o que se torna criticável é o facto de que o Teams (e todo o software em geral), deveria desde logo partir do princípio de que deveria funcionar "bem" mesmo em computadores com hardware limitado - especialmente quando se tem em conta que, por "hardware limitado" estamos a falar de máquinas que continuam a ter hardware milhões de vezes mais rápido do que os computadores que nos permitiram chegar à Lua. O Temas não devia ter um "modo especial" de eficiência, deveria ser um software eficiente de raiz, funcionando bem em todo o tipo de computadores sem necessidade de diferenciação entre PCs de primeira classe e de segunda categoria.

Não o sendo, a recomendação acaba por ser a mesma de sempre, deixem de o instalar e usem apenas o Teams no browser - embora seja verdade que também os browsers podiam ser alvo do mesmo tipo de críticas, mas isso seria uma conversa para outra altura.

X com Custom Timelines - e move comunidades para o XChat

23-04-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

O X lançou timelines personalizadas por tópicos, e encerra as comunidades, passando-as para conversas em grupo no XChat.

O X está a lançar as Custom Timelines, pensada para dar mais controlo aos utilizadores sobre o conteúdo que vêem na plataforma. Alimentadas pelo Grok, estes feeds permitem explorar mais de 75 tópicos através de timelines personalizadas que surgem ao lado do separador principal, num máximo de dez categorias.

Ao contrário dos feeds tradicionais baseadas em hashtags ou palavras-chave, estas timelines utilizam AI para analisar e compreender os conteúdos antes de os categorizar. Segundo o X, o Grok interpreta cada publicação no seu contexto e atribui etiquetas internas de tema, criando feeds mais ajustados aos interesses de cada utilizador. Em sentido oposto, é também possível "silenciar" alguns temas indesejados, embora inexplicavelmente apenas por 24h e não de forma permanente.

Ladies and gentlemen, today we're launching one of our biggest changes to 𝕏

Introducing Custom Timelines

This feature allows you to pin a specific topic to your home tab. With support for over 75 topics, you can dive deep into your favorite niche on X.

It's powered by Grok's… pic.twitter.com/9jkIEXvubj

— Nikita Bier (@nikitabier) April 21, 2026

Today we're also rolling out a tool to snooze topics on your For You tab—if you ever want to crank up or turn down the slop.

Rolling out now on iOS and Web for Premium subscribers. https://t.co/fXIHmwhKO4 pic.twitter.com/xESabDu295

— Nikita Bier (@nikitabier) April 22, 2026
O lançamento das as Custom Timelines coincide também com o fim do X Communities, a funcionalidade que permitia criar grupos em torno de interesses comuns, mas que o X diz que perdeu popularidade e era pouco utilizado. Agora, isso passa a ser atirado para o XChat, onde são disponibilizadas conversas em grupo para até 350 pessoas (com promessa de expansão para mais pessoas no futuro).

Today we're announcing two product changes for organizing communities on X:

1. XChat now supports joinable links for groupchats. Create a public link & share direct to Timeline. With support for 350 members per chat (and growing), Groupchat Links are the fastest way to bring… pic.twitter.com/GNcRB99Opc

— Nikita Bier (@nikitabier) April 22, 2026
Como seria de esperar, quem investiu na criação de comunidades no X não está nada satisfeito com esta alteração, sendo que as comunidades que acumularam milhares e milhares de pessoas vêem todo o seu esforço deitado por terra, tendo que recomeçar novamente numa nova plataforma.


Actualização: O X diz ter ouvido as "queixas", e vai adiar a transição das comunidades até ao fim de Maio e aumentar os grupos no XChat para 500 pessoas, e 1000 pessoas nas próximas semanas.

Carregador INIU Qi wireless 15W (2 unid) por €30

23-04-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Os carregadores wireless permitem evitar o incómodo do meter-tirar cabos na rotina diária de recarregamento dos smartphones, e não é preciso fazer um grande investimento para tirar partido deles.

Ao longo da última década (ou até mais) lá nos resignamos a que os nossos smartphones não tenham a autonomia que se desejava que tivessem, e com isso ganhamos o hábito de os recarregar diariamente. Implicitamente, aceitamos também que fosse "normal" meter e tirar a ficha do cabo de carregamento, uma ou mais vezes por dia, dia após dia, semana após semana.

Se assumirmos que recarregam o smartphone em casa à noite, durante o dia no emprego, e também o ligam ao carregador enquanto conduzem, estamos a falar de meter e tirar fichas pelo menos quatro vezes por dia - num total de quase 1500 vezes por ano!
Este carregador INIU Qi 15W está disponível por 30 euros na Amazon Espanha - e não esquecer que se tratam de dois carregadores e não de um só.

Embora no início preferisse as bases de carregamento horizontais, posteriormente converti-me a estas inclinadas, que permitem que o smartphone fique numa posição mais útil, quer seja numa mesa de cabeceira ou em cima de uma secretária, e também minimizam o risco do smartphone deslizar para fora do sítio caso recebam alguma chamada ou notificação e ele comece a vibrar.

Para além de suportar carregamento rápido (Fast Charge) de 15 W estes suportes contam com bobinas duplas, pelo que podem recarregar um smartphone compatível Qi pousado tanto em orientação vertical como na horizontal. Contam até com o útil detalhe do brilho do LED indicador ter em conta se é dia ou noite, ficando mais brilhante de dia mas menos intenso à noite, para não se tornar incomodativo.


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Análise ao Huawei Watch GT Runner 2

23-04-2026 | 14:30 | Aberto até de Madrugada

O Huawei Watch GT Runner 2 é um smartwatch criado especificamente para corredores, mas pode atrair outras pessoas que valorizem um smartwatch com peso reduzido.

Depois de por cá ter passado o Huawei Watch GT 6 Pro generalista, tivemos oportunidade de experimentar uma versão mais especializada, que se foca nos fãs do atletismo e das corridas.

O Huawei Watch GT Runner 2

O Huawei Watch GT Runner 2 é um smartwatch que - finalmente - actualiza o anterior modelo de corrida lançado em final de 2021. Vem com um ecrã AMOLED de 1.32" (466x466) com vidro Kunlun, NFC, e todo o tipo de sensores que se esperam de um wearable moderno, como acelerómetros, giroscópio, sensor de frequência cardíaca, barómetro, temperatura, profundidade, ECG, etc. Vem também com GPS (GPS, Glonass, Beidou, Galileo) com sistema de antena melhorada, que a Huawei diz assegurar maior precisão face aos restantes smartwatches.

Este é um modelo que foi concebido especialmente para corridas, e como tal conta com algumas características destinadas a não importunar quem se aventura nessa actividade, nomeadamente um peso de apenas 35.5 gramas graças ao corpo em titânio (mais leve que o Watch GT 6 mais pequeno), a par de uma bracelete AirDry de secagem rápida. Isto sem sacrificar a protecção IP68 e capacidade de mergulho até 40 metros.
Temos o posicionamento e numero de botões habituais, incluindo um botão rotativo; tudo com acabamentos de máxima qualidade.
Vem com HarmonyOS e pode ser emparelhado tanto com Androids como com iPhones, embora nestes últimos com algumas capacidades mais limitadas devido ao sistema da Apple.


Em funcionamento

Começo desde já por dizer que, embora seja utilizador frequente de smartwatches, não posso dizer que seja a pessoa mais indicada para testar este Watch GT Runner 2 pelo simples facto de não correr (se tivesse aparecido há alguns - muitos - anos, teria sido diferente :). Actualmente a minha actividade desportiva é dedicada a outras modalidades, onde infelizmente nem sequer é recomendável o uso de smartwatches. Como tal, passam-me completamente ao lado muitas das suas especificidades.

O Watch GT Runner 2 vem com uma série de sistemas optimizados para as corridas e para os treinos, que certamente serão apreciados pelos corredores "a sério" que procuram maximizar o seu desempenho, incluindo coisas como algoritmos que inferem o nível de lactato, para melhor planeamento das corridas de longo curso, como meias-maratonas, maratonas, e ultra-maratonas. Ainda, assim, o resto do público em geral, pode continuar a desfrutar das suas capacidades de smartwatch generalistas, tirando partido do seu peso ultra-leve e espessura reduzida para o máximo conforto diário.
A nível de funcionamento, temos um desempenho super-fluido e sem hesitações, tal como já acontecia no Watch GT 6 Pro, com inúmeras capacidades de personalização e registo de todo o tipo de parâmetros de actividade.

Apreciação final

Se não tive oportunidade (cof cof) de correr uma maratona para testar o relógio, pude pelo menos testar algumas das coisas que a Huawei disse ter melhorado neste relógio. Uma delas era a precisão GPS, graças a um novo sistema de antena 3D flutuante que promete melhor recepção. Embora isso pareça bastante positivo na teoria, esses resultados não se materializaram na prática. Mesmo em percursos com boa visbilidade, o Watch GT Runner 2 não mostrou melhorias significativas face ao Watch GT 6 Pro. Um resultado que no entanto pode ser parcialmente explicado pelo facto da Huawei ter optimizado este tracking para provas "citadinas", em que se corre em estradas, e não para provas "off-road" (o tracking da localização tem tendência para se colar às estradas). Ainda assim, é algo que poderá ser melhorado pelo Huawei através de actualizações futuras.

Tirando isso, não é difícil encontrar motivos para gostar deste Watch GT Runner 2. Oferece uma autonomia para cerca de 10 dias em uso normal. O seu peso reduzido e tamanho compacto não penalizam o desempenho, e tornam-se bastante cómodos tanto para quem vai correr longos quilómetros com ele como para quem o usa na sua rotina do dia a dia. O único senão é que o peso que se poupa no pulso acaba por se fazer sentir na carteira, já que tem um preço de cerca de 399 euros, quase 100 euros mais que o (mais volumoso e pesado) Watch GT6 Pro. Mesmo assim, e tendo em conta que se trata de um modelo especializado para um segmento específico onde há smartwatches concorrentes a custar bastante mais, sai daqui com a nossa melhor classificação: escaldante.

Huawei Watch GT Runner 2

Escaldante

Prós
  • Peso reduzido
  • Qualidade de construção
  • Ecrã luminoso com Always On

Contras
  • Precisão GPS não é tão boa quanto se esperava
  • Preço (face ao Watch GT6 Pro)


Huawei Watch GT Runner 2

Escaldante (5/5)

Elon Musk promete "mini-fábricas" para converter HW3 em AI4

23-04-2026 | 13:00 | Aberto até de Madrugada

Elon Musk voltou a abordar a questão dos Tesla com HW3 a quem foi prometido o FSD, mas novamente prometendo soluções "no futuro" sem quaisquer datas concretas.

Durante a apresentação de resultados da Tesla, que os fãs viram como "inspiradoras" e que os críticos acusam de ser mera manobra financeira para esconder os resultados desastrosos, Musk não conseguiu escapar à questão dos clientes que compraram carros com o HW3 com a promessa de que teriam a capacidade de conduzirem sozinhos - e que, após mais de meia década, continuam à espera (ao ponto de avançarem com um processo contra a Tesla).

Musk confirmou aquilo que há muito se sabia, que os carros com HW3 não têm hardware capaz para o FSD, mas a sua proposta poderá não agradar a todos. A proposta de Musk é a de oferecer descontos na compra de um novo Tesla com hardware mais moderno - assumindo que os clientes estão dispostos a acreditar novamente nas suas promessas - e de que os carros com HW3 acabarão por ser alvo de conversão para o novo hardwre - em "mini-fábricas" que a Tesla instalará em diversas cidades: isto porque o processo de conversão do HW3 para o AI4 não é fácil nem rápido, implicando não só a troca do computador mas também das câmaras e cablagem.

Seven years of ‘later this year’ just became ‘in a factory we haven’t built yet’.

Elon Musk, tonight on Tesla’s Q1 earnings call:

‘Hardware 3 simply does not have the capability to achieve unsupervised FSD.’

‘Memory bandwidth is the choke point.’

‘It would make sense to…

— Mischa Sigtermans (@mischamartijn) April 23, 2026
Ou seja, para quem tem um Tesla com HW3 e que pagou pelo FSD, a opção passa por um eventual desconto na compra de um novo Tesla, ou de aguardar mais uns (muitos?) anos, pela possibilidade de conversão do carro, que - mesmo que venha a acontecer - acontecerá numa altura em que o carro se arrisca a ter mais de uma década de idade.

E, isto sem esquecer que mesmo os actuais carros com hardware AI4 estão a salvo. A Tesla diz que vai lançar uma versão melhorada AI4.5 ou AI4+, com o dobro da memória RAM e melhor desempenho, que inevitavelmente também irá criar diferenciação no tipo de FSD que é disponbibilizado - isto antes sequer da chegada do prometido AI5.

A conclusão é a de que Musk continua a fazer aquilo que tem feito desde sempre: a de fazer promessas que, invariavelmente, nunca chegam no momento prometido. Tal como o Roadster, que devia ter sido revelado a 1 de Abril e agora fica, talvez, para o próximo mês, ou a nova versão do robot Optimus, que Musk diz que não quer mostrar para os concorrentes "não o copiarem" - parecendo esquecer que, enquanto o Optimus anda a dar pipocas em modo telecomandado, os concorrentes andam a correr maratonas em modo autónomo e a arrumar cozinhas e salas de estar.

Samsung facilita uso de dispositivos IKEA no SmartThings

23-04-2026 | 12:26 | A Minha Alegre Casinha

Quem utilizar o Samsung SmartThings poderá usar smart devices IKEA directamente sem um hub adicional.

A Samsung anunciou uma nova integração que simplifica a ligação de dispositivos IKEA ao ecossistema SmartThings. A principal novidade é que já não é necessário um hub da IKEA; os equipamentos podem agora ligar-se directamente ao hub SmartThings.

Ao todo, são suportados cerca de 25 dispositivos IKEA, incluindo lâmpadas inteligentes, sensores (movimento, temperatura, qualidade do ar, água), tomadas e até comandos remotos. Isto permite criar automações mais completas dentro de casa, combinando produtos de diferentes marcas num único sistema. Um exemplo prático passa por usar sensores da IKEA para controlar equipamentos da Samsung. Por exemplo, um sensor de humidade pode activar automaticamente o modo de desumidificação de um ar condicionado quando os níveis ficam elevados.

Esta integração é possível graças ao protocolo Matter, que facilita a comunicação entre diferentes plataformas smart home. É mais um passo na concretização da universalidade dos dispositivos smart home que se procura há anos, fazendo com que seja indiferente comprar produtos de "qualquer marca" para os usar com o sistema que já se utiliza.

Novo TPU 8 da Google chega em duas variantes

23-04-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A mais recente geração de TPUs da Google chega em versões diferenciadas - TPU 8t e TPU 8i - optimizadas para o treino e para a inferência de modelos AI.

A Google acaba de apresentar uma nova geração dos seus chips de inteligência artificial, mas desta vez com uma abordagem diferente: em vez de um único modelo, a empresa lançou dois TPUs distintos, cada um pensado para uma fase específica do processamento AI: o treino e a inferência.

Os novos chips chamam-se TPU 8t e TPU 8i. O primeiro foi concebido para treinar modelos AI, enquanto o segundo é focado na execução desses modelos depois de estarem prontos - ou seja, gerar respostas, conteúdo ou acções em tempo real.
No caso do TPU 8t, o objectivo foi acelerar drasticamente o treino de modelos avançados. Segundo a Google, tarefas que antes demoravam meses podem agora ser concluídas em semanas. Os "pods" podem incluir até 9.600 chips com dois petabytes de memória partilhada, numa arquitectura que permite combinar até um milhão de chips num único cluster lógico, em preparação para o treino de modelos AI cada vez maiores.

Em termos de desempenho, cada pod com TPU 8t pode atingir até 121 FP4 EFlops de capacidade de cálculo, quase três vezes mais que a geração anterior. A Google destaca também uma taxa de "goodpute" de 97%, ou seja, a maior parte da energia e recursos são efectivamente utilizados em computação útil, com menor desperdício. Melhorias na gestão de memória, detecção automática de falhas e monitorização em tempo real ajudam a manter o máximo desempenho do sistema durante o processo de treino.

Já o TPU 8i foi desenvolvido para a fase de inferência, onde o foco é eficiência e a rapidez na execução de tarefas. Como esta fase não exige tanto poder bruto, faz mais sentido usar hardware optimizado para lidar com múltiplos agentes e pedidos simultâneos. Estes chips operam em pods com até 1.152 chips, oferecendo cerca de 11.6 EFlops por cluster.
Uma das principais melhorias do TPU 8i está na memória integrada. Cada chip inclui agora 384 MB de SRAM, três vezes mais do que na geração anterior, permitindo manter mais dados directamente no chip e acelerar tarefas com contextos longos. Além disso, esta nova geração abandona completamente os CPUs x86 usados para a gestão, passando a usar exclusivamente CPUs ARM Axion da Google. Cada CPU serve dois TPUs, o que melhora a eficiência global do sistema. A eficiência é, aliás, um dos grandes focos desta nova geração. A Google indica que os novos TPUs oferecem o dobro do desempenho por watt em comparação com a geração anterior. Nos centros de dados, a integração entre rede e computação, bem como melhorias no design dos clusters, terá permitido aumentar em até seis vezes a capacidade de processamento por unidade de energia.

Estes novos TPUs vão servir de base para os sistemas AI da própria Google, incluindo os agentes baseados no Gemini, mas também estão disponíveis para developers externos, com compatibilidade com frameworks populares como PyTorch, JAX, vLLM e SGLang.

Numa altura em que muitas empresas continuam a lutar com os custos do processamento AI - e a elevar o preço das mensalidades / uso - estes chips poderão dar uma vantagem importante à Google a nível de fornecer serviços AI a custo reduzido a centenas de milhões de utilizadores.

iOS 26.4.2 corrige falha que permitiu recuperar notificações do Signal

23-04-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

A Apple lançou o iOS 26.4.2 com correcções de segurança, incluindo a falha que permitiu recuperar mensagens do Signal.

A Apple lançou novas actualizações de software (iOS 26.4.2, iPadOS 26.4.2, iOS 18.7.8, e iPadOS 18.7.8) para corrigir uma falha de segurança que permitiu aceder a mensagens do Signal nas notificações, mesmo após serem apagadas e a app ter sido eliminada.

A vulnerabilidade estava ligada a um erro nos serviços de notificações, que fazia com que conteúdos que deveriam ser eliminados continuassem armazenados no dispositivo. Isto significava que, mesmo ao usar mensagens temporárias encriptadas, e mesmo que se eliminasse a app por completo, o conteúdo das mensagens podia permanecer na base de dados interna de notificações - como aconteceu no caso que deu visibilidade a esta falha (apesar de ser algo que alguns analistas de segurança já tinham apontado como sendo problemático há alguns anos).

A Apple diz que corrigiu o problema ao melhorar a forma como os dados sensíveis são tratados e guardados nos registos do sistema, mas não explicou se o fez por via de encriptação da base de dados das notificações, ou se se limitou a eliminar devidamente os dados assim que as notificações são limpas ou a app é removida.

Base para monitor com hub USB e RGB a €20

23-04-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

Ideal para os fãs das secretárias limpas e bem organizadas, esta base para monitores (ou portáteis) com hub USB integrado e iluminação RGB pode simplificar a vida e reduzir a confusão de cabos.

Embora muitas pessoas recorram aos teclados e ratos sem fios como forma de libertar a sua mesa de trabalho dos inestéticos cabos, há coisas às quais não podemos escapar e que continuam a necessitar de um fácil acesso às portas USB; quer seja para ligar um cabo para recarregar o smartphone, ou para ligar uma pen USB, disco externo, ou leitor de cartões. Por isso, que tal adicionar portas USB que ficam facilmente acessíveis? E, neste caso, ainda temos direito a iluminação RGB para dar um toque a combinar com um PC de jogos.
Esta base Marsgaming para monitor com hub USB está disponível por 20 euros na Amazon Espanha.

Em vez de deixar as portas USB escondidas atrás de um monitor, ou na caixa do computador que se deseja manter afastada da vista (debaixo da secretária talvez), esta base permite colocá-las sempre à mão. No processo também cria um espaço debaixo do monitor onde podemos arrumar o teclado e rato, e simultaneamente elevar ligeiramente o monitor para que fique numa posição mais ergonómica.


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Smart Concept #2 regressa às origens

23-04-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Os fãs do Smart original vão gostar de ver que a marca está a trabalhar num modelo que recupera o formato que a popularizou.

A Smart está a regressar às suas origens com um novo concept que volta a apostar na mobilidade urbana. O Concept #2 marca o regresso da marca aos carros compactos de dois lugares, depois de anos a apostar em SUVs eléctricos maiores. E embora mantenha o espírito dos clássicos Smart, este novo modelo chega com uma abordagem bastante mais moderna.

Durante anos, a Smart ficou conhecida pelos seus carros ultra compactos, ideais para cidade. Mas com o fim do Fortwo em 2024, muitos pensaram que a marca tinha abandonado esse conceito. O Concept #2 vem provar o contrário, mostrando que ainda há espaço para um verdadeiro city car eléctrico no catálogo da marca. O design foi desenvolvido pela Mercedes-Benz, enquanto a base tecnológica vem da Geely, reflectindo a parceria actual da marca. Visualmente, o carro mantém elementos familiares: duas portas, praticamente sem capôt e com as rodas posicionadas nos extremos para maximizar o espaço interior. No entanto, cresceu em dimensões. Mede agora 2.792 mm de comprimento, cerca de 30 cm mais do que o primeiro Smart e quase 10 cm mais do que o último EQ Fortwo - dimensões que deverão significar o fim do "estacionar de lado" do modelo original.

Apesar desse crescimento, continua a ser um carro extremamente compacto quando comparado com outros eléctricos do mercado. É significativamente mais pequeno do que modelos como o Fiat 500e ou o Renault Twingo E-Tech, posicionando-se numa espécie de zona intermédia entre microcarros e citadinos tradicionais. O Concept #2 também aposta num design mais arrojado e com detalhes pouco convencionais. Os faróis LED têm um visual agressivo e as luzes diurnas formam o símbolo "#2". A grelha frontal inspira-se em malas de luxo, enquanto as portas substituem puxadores tradicionais por tiras em pele. O tejadilho com acabamento dourado completa um conjunto que pretende chamar a atenção. Pelo lado positivo, fica praticamente garantido que muitos destes elementos não devam chegar à versão final de produção.
Debaixo da carroçaria está uma nova plataforma chamada Electric Compact Architecture (ECA). A Smart ainda não revelou todos os detalhes técnicos, mas aponta para uma autonomia de até 400 km (ciclo CLTC), um salto enorme face aos cerca de 135 km do antigo modelo eléctrico. O carregamento também evolui significativamente, com a possibilidade de ir dos 10% aos 80% em menos de 20 minutos.

O modelo inclui ainda tecnologia Vehicle-to-Load, permitindo usar a bateria do carro para alimentar dispositivos externos. Tal como nos Smart anteriores, o motor deverá estar montado atrás, com tracção às rodas traseiras, o que ajuda a manter um raio de viragem reduzido, perfeito para os ambientes urbanos a que se destina.

Ainda não foram divulgadas imagens do interior, mas a marca promete um habitáculo com foco no conforto e numa sensação premium. Com apenas dois lugares, os designers tiveram mais liberdade para criar um espaço mais aberto e sofisticado.

A versão de produção do novo Smart deverá ser apresentada oficialmente no Salão Automóvel de Paris, em Outubro. Com este modelo, a marca tenta equilibrar o passado com o futuro, trazendo de volta o conceito de carro urbano compacto, mas adaptado às exigências actuais da mobilidade eléctrica. Se conseguir chegar ao mercado com um preço "da China", certamente não irão faltar interessados neste Smart que materializa aquilo para que o Smart original deveria ter evoluído.

Google Photos com retoques faciais

23-04-2026 | 07:00 | Aberto até de Madrugada

Passa a ser mais fácil fazer correcções aos rostos no Google Photos.

O Google Photos está a receber novas ferramentas de retoque facial para edições rápidas sem complicações. A actualização traz opções para melhorar a textura da pele, remover imperfeições, iluminar os olhos e até branquear os dentesou ajustar a cor dos lábios, tudo directamente no editor integrado da app e sem se ter que seleccionar manualmente as áreas a corrigir.

A utilização é simples: basta selecionar um rosto na fotografia e escolher entre várias opções. Depois, é possível ajustar a intensidade de cada efeito para manter um resultado natural.
A Google refere que estas ferramentas foram pensadas para dar um toque final às fotos sem exageros, seguindo a abordagem já conhecida de edição com recurso a AI. Tradicionalmente, este tipo de ferramentas ficava dependente do uso de apps externas, ou de maior intervenção manual a nível de escolher as zonas a editar.

Por agora estas novas ferramentas de edição estão a ser disponibilizadas na app Google Photos para Android, em dispositivos com Android 9.0 ou superior e pelo menos 4 GB de RAM, devendo chegar no futuro à versão iOS e web.

A complicação de medir o uso do CPU no Windows

22-04-2026 | 20:00 | Aberto até de Madrugada

Algo aparentemente simples como mostrar a percentagem de uso do CPU não é assim tão simples na era dos CPUs modernos.

O criador do Task Manager original do Windows explicou porque é que os valores de utilização do CPU nem sempre correspondem ao que os utilizadores esperam. Dave Plummer, antigo engenheiro da Microsoft responsável pela ferramenta original, partilhou que que medir a actividade do CPU é muito mais complexo do que parece. O que à primeira vista parece um simples "está a ser usado ou não", depressa se complica quando se consideram múltiplos núcleos, frequências dinâmicas, núcleos suspendos para poupar energia, e outras coisas.

O Task Manager não mostra dados em tempo real. Em vez disso, baseia-se em medições periódicas, o que significa que os valores apresentados reflectem a atividade entre os intervalos de actualização. Em vez de dividir simplesmente a utilização pelo tempo, Plummer optou por calcular o tempo total de CPU usado por cada processo e comparar com a medição anterior. O resultado é uma média mais fiável, ainda que não instantânea.



O problema é que o hardware moderno tornou estes valores mais difíceis de interpretar. Os CPUs actuais ajustam constantemente o nível de desempenho tendo em conta a gestão de energia e controlo térmico. Isto faz com que a relação entre tempo de utilização e trabalho real realizado seja menos directa do que no passado.

Segundo Plummer, o ideal seria medir a utilização do CPU com base no trabalho efectivamente realizado face ao máximo teórico possível do CPU. No entanto, haverá outras pessoas na Microsoft que terão as suas próprias ideias, e tendo em conta todas as muitas coisas mais urgentes que a MS precisa resolver no Windows, não me parece que o método de cálculo do uso do CPU seja algo que esteja na lista de prioridades.

Museu sonoro preserva som de teclados

22-04-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Agora todos podem recordar o som de teclados icónicos, e até máquinas de escrever, no "The Listening Museum".

Um grupo de entusiastas criou o The Listening Museum, um site interactivo dedicado aos sons dos teclados mecânicos, permitindo explorar como diferentes modelos soam na realidade. A plataforma inclui 36 teclados, desde clássicos como o IBM Model M até opções mais recentes de marcas como Logitech e SteelSeries. Basta clicar num teclado virtual e simular a escrita directamente no browser para ouvir cada modelo.

A experiência é simples, com um teclado virtual que permite activar teclas com o rato, ou simplesmente escrever no próprio teclado para ouvir o som do teclado escolhido. É uma forma interessante de comparar diferentes tipos de teclas e designs sem necessidade de ter o hardware físico. A colecção cobre várias décadas de evolução, incluindo diferentes tipos de switches Cherry MX e outras configurações populares.
Um dos destaques é o icónico teclado IBM Model M, frequentemente considerado como sendo o padrão dos teclados "barulhentos". O seu som característico vem de um mecanismo de mola que produz um som bastante peculiar, diferente da maioria dos teclados modernos. O museu explica como a sua construção interna amplifica esse som, ajudando a perceber porque continua a ter tantos fãs.

Ainda assim, os criadores alertam que estes testes têm limitações, já que factores como microfones, o estado do teclado, e as próprias colunas e headphones podem influenciar o resultado final. Mas mesmo tendo isso em conta, o Listening Museum é uma ferramenta útil para explorar o universo dos teclados mecânicos, especialmente para quem não tem a oportunidade de os experimentar ao vivo. Faz-me também ter a ideia de um utilitário que permitisse replicar o som do teclado à escolha enquanto se escreve - e que seria particularmente útil para todos os utilizadores de teclados silenciosos que, de vez em quando, quisessem variar um pouco.

UPS Green Cell 2000VA 1200W a €151

22-04-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Ideal para PCs poderosos, ou até para continuar a jogar com uma consola na TV quando falta a electricidade, esta UPS de 2000 VA está apta a enfrentar qualquer falha de energia.

Indispensáveis para manter os equipamentos a salvo de picos e falhas de corrente, uma UPS de alta capacidade torna-se inevitável para quem vai acumulando cada vez mais equipamentos electrónicos em casa. Quem já tiver passado pelas UPS de baixa capacidade, que prometem dezenas de minutos de autonomia mas podem falhar em poucos minutos no caso de se estar a fazer algo mais exigente com o computador, poderá equacionar passar para algo de classe superior, como esta UPS Green Cell 2000VA que tem capacidade para aguentar cargas de até 1200W.
A UPS Green Cell 2000VA (1200W) está disponível por 151 euros na Amazon Espanha.

A UPS é completamente silenciosa enquanto há energia, ligando as ventoinhas apenas quando há falha de energia e precisa dar uso às baterias - perfeito para quem vier de uma UPS que mantém as ventoinhas a trabalhar a tempo inteiro.

Curiosamente, a empresa disponibiliza também uma variante de 2000VA 1400W com onda sinusoidal pura (não fazia ideia que já estavam disponíveis nesta gama de preços), perfeita para todos os equipamentos que não apreciem as ondas "quadradas" que a maioria das UPS utilizam. A única crítica é que o software fornecido pela Green Cell é para esquecer, mas encontrei relatos de que estas UPS serão compatíveis com o NUT (Network UPS Tools), o que tornará isso irrelevante.


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Xbox Game Pass baixa de preço

22-04-2026 | 14:30 | Aberto até de Madrugada

A nova presidente da Xbox dá uma excelente notícia aos subscritores do Game Pass, com uma descida do preço das mensalidades.

A Microsoft está a reduzir o preço do Xbox Game Pass Ultimate e do PC Game Pass, mas com uma pequena alteração. A partir de agora, o Game Pass Ultimate passa de 26.99 euros para 20.99 eurospor mês, enquanto o PC Game Pass desce para 12.99 euros. A decisão surge após a empresa reconhecer que o serviço se tinha tornado demasiado caro para muitos jogadores - provavelmente levando a grande percentagem de desistências ou mudança para planos mais baratos.

No entanto, esta redução chega com uma alteração que poderá arreliar alguns jogadores - ou não. O Game Pass deixará de dar acesso os futuros jogos de Call of Duty no dia de lançamento. Em vez disso, passarão a ser disponibilizados apenas um ano após o lançamento. No entanto, os títulos já disponíveis no catálogo continuarão acessíveis.
A alteração deverá ser bem recebida por todos. Não fazia grande sentido por todos os subscritores a pagar pelo Call of Duty mesmo que não jogassem. Com a diferença de preço, os fãs do CoD poderão comprar o jogo se o quiserem jogar desde logo, e todos os outros poderão desfrutar de um preço mais reduzido todos os meses - e ainda assim ter acesso aos CoD um ano mais tarde.

Resta-nos esperar que outros serviços possam considerar uma abordagem idêntica e começar a reduzir a mensalidade - especialmente entre os serviços de streaming, que têm também subido para valores que fazem muitos clientes reconsiderar o regresso aos "velhos hábitos" pré-streaming.

Bateria LFP da CATL recarrega em 6 minutos

22-04-2026 | 13:00 | Aberto até de Madrugada

A nova bateria LFP da CATL pode ser recarregada a velocidade recorde, bastando seis minutos para ir de 10% a 98%.

Na China a "guerra" das baterias está ao rubro. Depois da BYD ter revelado as suas baterias ultra-rápidas, é agora a vez da CAT mostrar uma nova geração de baterias LFP (lítio-ferro-fosfato) para veículos eléctricos, capaz de atingir velocidades de carregamento extremamente rápidas (10C e 15C). A terceira geração da bateria Shenxing consegue carregar dos 10% aos 98% em pouco mais de seis minutos - mais rápido do que a Blade Battery 2.0 da BYD. Este avanço aproxima o tempo de carregamento dos EVs ao do abastecimento de um carro a combustão.

Segundo a CATL, a bateria pode ir dos 10% aos 35% em apenas um minuto e atingir 80% em menos de quatro minutos. Mesmo em condições de frio extremo, mantém um bom desempenho, conseguindo carregar de 20% a 98% em cerca de nove minutos a -30°C. Em comparação, a solução da BYD demora cerca de nove minutos em condições normais e cerca de 12 minutos em temperaturas negativas.
Um dos factores-chave para este desempenho é a resistência interna extremamente baixa, de apenas 0.25 milliohms (50% inferior à média) juntamente com uma nova tecnologia de autoaquecimento que melhora o desempenho em ambientes frios. Estas melhorias permitem manter velocidades de carregamento elevadas em diferentes condições e infraestruturas. E além das baterias de carregamento rápido, mostrou também uma bateria com densidade de 350Wh/kg a preço que diz ser viável para automóveis (com base em baterias de fabrico dispendioso que apenas se destinavam a aeronaves).

O anúncio surge numa altura de forte concorrência no sector das baterias para veículos eléctricos. A CATL continua a liderar o mercado global, seguida pela BYD, e ambas estão a explorar alternativas como baterias de sódio e de estado sólido. Com tempos de carregamento abaixo dos 10 minutos, a diferença entre veículos eléctricos e a combustão acaba por se tornar numa "não-questão" - isto sem se poder esquecer que, para a maioria do uso típico, o tempo de carregamento acaba por ser irrelevante, já que basta carregar o carro em casa para fazer a sua rotina diária.

OpenAI supera Nano Banana com ChatGPT Images 2.0

22-04-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A OpenAI está de regresso ao topo da geração de imagens AI com o novo ChatGPT Images 2.0.

Depois de ter ajudado a iniciar a era das imagens AI com o Dall-E, a OpenAI parecia ter ficado para trás face ao lançamento de modelos concorrentes - mais recentemente com o excelente Nano Banana da Google. Mas, a lentidão da OpenAI a responder mostra agora o que vale.

O novo ChatGPT Images 2.0 (a OpenAI parece abandonar de vez o nome Dall-E e centralizar tudo sobre o nome ChatGPT que facilita a sua identificação) dá um verdadeiro salto de gigante face aos modelos existentes, incluindo o Nano Banana 2. Este modelo consegue gerar visuais complexos com texto multilingua, infográficos completos, apresentações, mapas e até páginas completas de banda desenhada, tudo com elevada precisão. Também é capaz de criar layouts detalhados, como interfaces e screenshots realistas, levando a geração de imagens para além do simples aspecto visual.

Introducing ChatGPT Images 2.0

A state-of-the-art image model that can take on complex visual tasks and produce precise, immediately usable visuals, with sharper editing, richer layouts, and thinking-level intelligence.

Video made with ChatGPT Images pic.twitter.com/3aWfXakrcR

— OpenAI (@OpenAI) April 21, 2026
Esta actualização baseia-se no modelo GPT-Image-1.5 lançado no final de 2025, mas representa um salto muito maior. Os primeiros testes já destacavam a capacidade de gerar blocos longos de texto dentro de imagens, criar múltiplos painéis e até integrar resultados de pesquisas web directamente nos visuais. A OpenAI está agora a disponibilizar estas novidades a todos os utilizadores do ChatGPT, incluindo funcionalidades como plantas, grelhas de imagens e modelos de personagens com várias perspetivas, além de edição de imagens enviadas pelos utilizadores.

O ChatGPT Images 2.0 fica disponível para todos os utilizadores, mas com capacidades diferentes dependendo do seu plano - os utilizadores gratuitos poderão não conseguir gerar o mesmo tipo de imagens complexas que os utilizadores dos planos pagos.

Novo Ioniq 3 atrai as atenções a preço competitivo

22-04-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

A Hyundai revelou o mais pequeno e económico membro da família Ioniq, o Ioniq 3.

A Hyundai apresentou o novo Ioniq 3 na Europa, um modelo eléctrico compacto que vem reforçar a sua gama de veículos eléctricos. Posicionado como o irmão mais pequeno do Ioniq 5, este modelo é descrito como um "aero hatchback", combinando a versatilidade de um hatchback com um visual inspirado nos SUVs. Apesar do design futurista, partilha a mesma plataforma com os Kia EV3 e EV4, o que ajuda a reduzir custos e tempo de desenvolvimento.
O Ioniq 3 é relativamente compacto, com pouco mais de 4.1 metros de comprimento, mas a longa distância entre eixos permite aproveitar melhor o espaço interior. As rodas foram colocadas nos extremos, aumentando o espaço para os ocupantes. O design mantém alguns elementos do concept, como os faróis LED divididos e uma assinatura luminosa traseira diferenciada, mas aposta numa carroçaria prática de cinco portas. Um detalhe menos comum é o vidro traseiro dividido, que pode afectar a visibilidade, mas que pode evocar algumas memórias de modelos icónicos do passado (como o Honda CRX).
No interior, o habitáculo aposta numa abordagem moderna e tecnológica, com um grande ecrã central - de 14.6" ou 12.9", dependendo da versão - a correr o novo sistema Pleos baseado no sistema da Google. Ao contrário de alguns rivais, continuam presentes botões físicos para funções essenciais como climatização e áudio. Temos também coisas como a alavanca de velocidades na coluna de direcção a libertar espaço para arrumação, carregamento sem fios e bancos reclináveis "Relaxation Seats".

A Hyundai vai disponibilizar duas opções de motorização. A versão Standard Range oferece 144 cv e até 344 km de autonomia, enquanto a Long Range aumenta a capacidade da bateria para alcançar até 496 km, apesar de ter ligeiramente menos potência. Está também prevista uma versão N Line com visual mais desportivo, e não está excluída uma variante N de alto desempenho.

A produção será feita na Turquia, com lançamento na Europa previsto para o final deste ano. Com base nos preços de outros países, espera-se que o Ioniq 3 seja disponibilizado com preço que poderá ficar abaixo dos 30 mil euros para o modelo base.

Suporte para portátil com docking station e KVM a €60

22-04-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

Sendo extremamente útil para quem trabalha com um portátil a par de um PC, espreitem este suporte para portátil com docking station e KVM da Benfei.

Para quem usa um portátil como computador principal (ou quase principal) e prefere usá-lo com monitor e teclado externos, ou em paralelo com um computador desktop, nem sempre é fácil fazer essa gestão e escapar à confusão de cabos. Mas isso é algo que pode ser resolvido escolhendo um suporte adequado.

Este suporte multifuncional da Benfei não só coloca o portátil numa posição mais adequada, como também integra um hub USB 3.0, suporte para carregamento PD 100 W, saída HDMI 4K para monitor externo, um KVM integrado, e até um carregador wireless de 15 W.
Este suporte Benfei com docking station está disponível por 60 euros na Amazon Espanha.

Apesar de todas estas capacidades, o suporte pode ser "compactado" de forma a ficar totalmente plano, facilitando a sua arrumação e transporte. Mas, o mais importante, é que permite que se fique com um sistema pronto a funcionar de forma rápida e livre da ligação de quase uma dezenas de cabos de cada vez que se quer pousar o portátil na secretária para começar a trabalhar.


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Samsung facilita uso de dispositivos IKEA no SmartThings

22-04-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Quem utilizar o Samsung SmartThings poderá usar smart devices IKEA directamente sem um hub adicional.

A Samsung anunciou uma nova integração que simplifica a ligação de dispositivos IKEA ao ecossistema SmartThings. A principal novidade é que já não é necessário um hub da IKEA; os equipamentos podem agora ligar-se directamente ao hub SmartThings.

Ao todo, são suportados cerca de 25 dispositivos IKEA, incluindo lâmpadas inteligentes, sensores (movimento, temperatura, qualidade do ar, água), tomadas e até comandos remotos. Isto permite criar automações mais completas dentro de casa, combinando produtos de diferentes marcas num único sistema. Um exemplo prático passa por usar sensores da IKEA para controlar equipamentos da Samsung. Por exemplo, um sensor de humidade pode activar automaticamente o modo de desumidificação de um ar condicionado quando os níveis ficam elevados.

Esta integração é possível graças ao protocolo Matter, que facilita a comunicação entre diferentes plataformas smart home. É mais um passo na concretização da universalidade dos dispositivos smart home que se procura há anos, fazendo com que seja indiferente comprar produtos de "qualquer marca" para os usar com o sistema que já se utiliza.