PlanetGeek
№ 01

Discord vai partilhar mensagens na web

O Discord vai deixar que motores de pesquisa tenham acesso às mensagens e conversas em servidores públicos.

Em sentido contrário ao Reddit, que vai fechando os acesso cada vez mais a serviços externos, o Discord segue em caminho oposto e vai permitir que as conversas de servidores públicos sejam indexadas pelo Google e por outros motores de pesquisa. A ideia é facilitar o processo de encontrar discussões úteis na Internet sem precisar de ter uma conta no Discord ou de receber um convite.

A funcionalidade será exclusiva dos Discoverable Servers, comunidades públicas com pelo menos 1.000 membros. Segundo o Discord, existem cerca de 63.000 servidores que cumprem este requisito. Os servidores privados, as mensagens directas e as comunidades que não reúnem as condições necessárias ficam de fora. A partir de 16 de Novembro, os servidores abrangidos terão páginas públicas com resumos automáticos das conversas mais recentes. A partir de Dezembro, as mensagens publicadas daí em diante também poderão ser indexadas pelos motores de pesquisa.
Os administradores poderão controlar os conteúdos partilhados através do menu Server Settings > Web Presence, excluindo canais específicos ou desactivando completamente a partilha. Cada utilizador também poderá gerir as suas preferências em User Settings > Data and Privacy. No entanto, estas alterações só terão efeito desse momento em diante, pelo que os conteúdos que já tiverem sido indexados não irão ser removidos.

Importa salientar que a partilha de mensagens estará desactivada de origem na União Europeia, no Reino Unido, no Canadá, no Brasil, na Austrália e na Coreia do Sul. Nestas regiões, os utilizadores e administradores de canais terão que activar explicitamente a funcionalidade se quiserem que as suas mensagens apareçam nas páginas públicas dos servidores. Utilizadores menores de 18 anos também serão excluídos automaticamente, sem opção de activar esta funcionalidades antes de atingirem essa idade.

№ 02

Google Gemini 4 Carbon passa para a liderança na AI

A Google tem novo modelo AI de topo - o Gemini 4 Carbon - que ultrapassa os melhores modelos da concorrência.

Poucas semanas após ter apresentado o Gemini 4 Carbon, a Google volta à carga com novo modelo ainda mais poderoso, o Gemini 4 Carbon.

Materializando aquilo que já referimos por diversas vezes, que basta um lançamento para uma empresa passar de "atrasada" para "a melhor do momento", a Google apresentou o Gemini 4 Carbon, o seu mais recente modelo de inteligência artificial, que promete melhorias significativas na programação, em tarefas autónomas, e na cibersegurança. Segundo os resultados apresentados, o Carbon ocupa o primeiro lugar no Artificial Analysis Intelligence Index v5.0, à frente de concorrentes como o Claude Opus 5.5 e o GPT-6 Astra.

A cibersegurança é um dos principais pontos fortes do Carbon. O modelo lidera o SEC-bench Pro, que avalia a capacidade de uma AI para identificar vulnerabilidades reais em software, e o ExploitGym, que testa a capacidade de transformar essas falhas em exploits funcionais. O Carbon supera também o GPT-6 Astra no SEC-bench Pro, destacando o seu potencial na investigação de vulnerabilidades e na criação de código mais seguro.
O Carbon foi desenvolvido para executar tarefas de engenharia complexas, com várias etapas, que podem prolongar-se durante dias, mesmo quando surgem obstáculos. O modelo também foi melhorado para resistir a ataques de prompt injection e colaborar de forma mais eficaz com os utilizadores. Em comparação com o Argon, consegue reduzir para metade as "certezas" sem fontes fiáveis, procurando oferecer respostas mais correctas e transparentes.

No entanto, por agora tudo isto são melhorias virtuais, já que o modelo não se encontra disponível publicamente. O acesso está limitado a parceiros selecionados de cibersegurança através do programa Fairwind da Google, estando prevista uma expansão a mais clientes no futuro. O preço anunciado mantém-se igual ao do Argon: 2 dólares por milhão de tokens de entrada e 10 dólares por milhão de tokens de saída.


№ 03

Carregador INIU Qi wireless 15W (2 unid) por €30

Os carregadores wireless permitem evitar o incómodo do meter-tirar cabos na rotina diária de recarregamento dos smartphones, e não é preciso fazer um grande investimento para tirar partido deles.

Ao longo da última década (ou até mais) lá nos resignamos a que os nossos smartphones não tenham a autonomia que se desejava que tivessem, e com isso ganhamos o hábito de os recarregar diariamente. Implicitamente, aceitamos também que fosse "normal" meter e tirar a ficha do cabo de carregamento, uma ou mais vezes por dia, dia após dia, semana após semana.

Se assumirmos que recarregam o smartphone em casa à noite, durante o dia no emprego, e também o ligam ao carregador enquanto conduzem, estamos a falar de meter e tirar fichas pelo menos quatro vezes por dia - num total de quase 1500 vezes por ano!
Este carregador INIU Qi 15W está disponível por 30 euros na Amazon Espanha - e não esquecer que se tratam de dois carregadores e não de um só.

Embora no início preferisse as bases de carregamento horizontais, posteriormente converti-me a estas inclinadas, que permitem que o smartphone fique numa posição mais útil, quer seja numa mesa de cabeceira ou em cima de uma secretária, e também minimizam o risco do smartphone deslizar para fora do sítio caso recebam alguma chamada ou notificação e ele comece a vibrar.

Para além de suportar carregamento rápido (Fast Charge) de 15 W estes suportes contam com bobinas duplas, pelo que podem recarregar um smartphone compatível Qi pousado tanto em orientação vertical como na horizontal. Contam até com o útil detalhe do brilho do LED indicador ter em conta se é dia ou noite, ficando mais brilhante de dia mas menos intenso à noite, para não se tornar incomodativo.


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№ 04

IFTTT muda planos pagos para "créditos"

O popular e útil IFTTT mudou o seu sistema de planos pagos, agora passando a contabilizar o uso das automações com créditos.

O IFTTT, o sistema de criação fácil de automações entre serviços, reformulou os seus planos. Em vez do anterior sistema que limitava funcionalidades e número de applets criados, o novo sistema passa a usar um sistema de créditos que se vão gastando em função do volume de utilização.

Já muito falamos do IFTTT ao longo dos anos, permitindo criar todo o tipo de coisas que só serão limitadas pela imaginação (e agora até com funcionalidades AI, tendo o nome oficialmente mudado para IFTTT.ai).

Today, IFTTT becomes https://t.co/M4P8V3nbvw, the easiest way to automate anything. Use every core feature and every service, on every plan. Build as many Applets as you want, and see what our new AI tools can do. 🚀 Start building: https://t.co/WVZIz2LXuk

— IFTTT (@IFTTT) October 28, 2026
Em 2020, o IFTTT começou a disponibilizar uma modalidade Pro paga, que até permitiu que tivesse preço à vontade de cada um. Agora, mais de meia década mais tarde, o serviço faz novo ajuste. Com o sistema de créditos, o objectivo é permitir que cada um possa tirar partido de todas as funcionalidades, à medida do seu volume de utilização.
A grande vantagem é que, mesmo no plano gratuito (1.000 créditos mensais) os utilizadores têm acesso a todas as funcionalidades, mesmo as funções AI que anteriormente só estavam acessíveis nos planos pagos.

De resto, a empresa contactou todos os actuais clientes pagos, e assegura que não serão penalizados face ao uso que faziam do serviço. No meu caso, mesmo pagando o valor reduzido de $2 por mês, passaram-me para o plano de topo Pro+ com 100.000 créditos mensais - sendo que, para o uso típico que faço do serviço, me chegam cerca de 15.000 créditos mensais. Ainda assim, se tivesse que subscrever um novo plano, teria que pagar o dobro do que pago actualmente (o plano Pro, de $5.49/mês, que dá 20.000 créditos).

Se forem utilizadores do IFTTT, convém ficarem atentos a esta alteração para não sofrerem interrupções inesperadas. No caso dos clientes pagos, se notarem que não conseguem fazer o que faziam, será recomendável contactarem o suporte, pois eles dizem que tratarão de tudo sem que os clientes sejam penalizados.

№ 05

Windows 11 acelera menus de contexto

A Microsoft já está a lançar os prometidos menus de contexto sem atrasos no Windows 11.

O atraso nos menus de contexto do Windows 11 têm sido um das mais frequentes motivos de críticas do sistema. Muitas vezes demorando vários segundos até ficar completamente preenchido, e mostrando opções de utilidade duvidosa. Agora, como parte do seu compromisso de melhorar o Windows ao gosto dos utilizadores, a Microsoft começou a disponibilizar a actualização KB5127936 que chega com os menus de contexto redesenhados, com abertura mais rápida, aspecto mais simples, e novas opções de personalização. Disponível como actualização opcional, esta versão faz parte da iniciativa Windows K2, através da qual a empresa pretende melhorar funcionalidades essenciais do sistema operativo e resolver problemas apontados pelos utilizadores há bastante tempo.

Os novos menus foram concebidos para reduzir a confusão visual e facilitar o acesso às opções disponíveis ao clicar com o botão direito do rato. Os utilizadores podem activar ou desativar comandos integrados, como Enviar para e Criar atalho, adicionar opções como Imprimir, e escolher quais as extensões de apps de terceiros que aparecem no menu principal ou num submenu. Também é possível ocultar completamente o submenu dedicado a essas extensões.

Windows 11’s faster, customizable context menu released, and it means you can now CHOOSE what appears when you right-click anywhere!

Microsoft previously admitted that the Windows 11 context menu had become "cluttered and sluggish," and I couldn't agree more.

Before the update,… pic.twitter.com/5tUAV7vBE8

— Windows Latest (@WindowsLatest) October 29, 2026
A Microsoft introduziu ainda mais flexibilidade na organização do menu. Acções comuns, como Cortar, Copiar, Colar, Mudar o nome, Eliminar e Partilhar, podem surgir directamente na lista vertical, em vez de ficarem agrupadas numa fila de ícones na parte superior. A opção Propriedades também pode ser deslocada para o final do menu, permitindo adaptar a organização às preferências de cada utilizador.

No entanto, a Microsoft está a disponibilizar estas funcionalidades de forma gradual, pelo que a instalação da actualização não garante que se fique imediatamente com os novos menus activos. Para quem não quiser esperar, é possível forçar a sua activação usando o ViveTool com o parâmetro: vivetool /enable /id:60813048.

№ 06

Carregador BONAI com 8 pilhas recarregáveis a €17

Para evitar a troca infindável das pilhas, nada como usar pilhas recarregáveis e este pack da BONAI com carregador e 8 pilhas é uma excelente forma de começar.

Vivemos num mundo "mobile" em que assumimos que as coisas funcionam sem necessidade de estarem agarradas a cabos de alimentação, e isso faz com que exista uma dependência crítica em baterias e pilhas. No caso das pilhas, que continuam a ser comuns em coisas como controlos remotos, gamepads, teclados wireless e muitas outras coisas, uma das melhores opções é trocar as pilhas convencionais por pilhas recarregáveis reutilizáveis, e o investimento não é assim tão avultado quanto se possa pensar.
Este carregador BONAI já traz 8 pilhas recarregáveis (4x AA de 2800 mAh + 4x AAA de 1100 mAh) e custa apenas 17 euros.

Quem quiser mais pilhas, pode também optar pelo pack de 24 pilhas recarregáveis AA 2800 mAh adicionais.

As pilhas incluídas são de 2800 mAh no caso das AA, e de 1100 mAh no caso das AAA; e este carregador tem a vantagem de usar uma comum ficha USB e permitir carregar pilhas individualmente (alguns só permitem carregar pares). Tenho um carregador há vários anos e tem funcionado sem chatices, o que me tem permitido evitar gastar pilhas descartáveis, e recomendo. :)


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№ 07

Incentivo para carros eléctricos vai pagar 80% para famílias carenciadas

O governo vai reforçar os incentivos para a compra de carros eléctricos, com benefícios extra para as famílias mais carenciadas.

Num momento em que assiste a preços recorde nos combustíveis fósseis, o governo português vai aumentar substancialmente a verba destinada a incentivar a compra de carros eléctricos. Em 2027 esse valor irá passar de 20 para 50 milhões de euros, e com condições especiais para os mais carenciados.

Embora ainda não sejam conhecidas as condições de acesso a este programa - nem os limites de preço para os veículos - será de esperar que se mantenham próximos das campanhas anteriores. A última das quais permitiu receber um incentivo de até 4 mil euros na aquisição de veículos 100% eléctricos novos, com preço máximo de 38.500 euros (ou 55 mil euros no caso de modelos com mais de cinco lugares).

A grande novidade estará no programa adicional para as famílias carenciadas, em que aparentemente o programa poderá suportar até 80% do valor do automóvel, mas ficando limitado a carros 100% eléctricos com preço máximo de 16 mil euros mais IVA (19.680 euros). Um limite que reduzirá fortemente as opções disponíveis, a modelos como o Dacia Spring ou Renault Twingo E-Tech, embora se possa antever que os fabricantes criem ofertas e configurações ajustadas especificamente para encaixarem neste limite.

Resta aguardar para ficar a conhecer as condições em concreto para beneficiar destes incentivos prometidos, e esperar que realmente cumpram com o intuito de acelerar a transição para a mobilidade eléctrica e deixar que os tempos dos veículos a combustão se torne numa daquelas memórias para contar aos filhos e netos.

№ 08

Placas RTX 5080 sobem acima dos €2500

A loucura dos preços nas placas gráficas não abranda, com as RTX 5080 a subirem acima dos 2500 euros.

As placas gráficas GeForce RTX 5080 da Nvidia estão a sofrer forte agravamento nos preços, chegando a ultrapassar os 2.500 euros. Os preços têm subido significativamente nas últimas semanas, em aparente resposta ao desaparecimento das RTX 5090 que tem sido praticamente impossível encontrar (se excluirmos aquele carregamento roubado no Brasil).

Por exemplo, a GIGABYTE GeForce RTX 5080 Aero OC, que custava 1.450 euros há poucos meses, custa agora 2.584 euros! Isto para uma placa que, relembre-se, teve um preço de lançamento recomendado de 1000 euros.
Isto faz com que as RTX 5080 já estejam mais caras que o preço oficial de lançamento da RTX 5090, mostrando o total descalabro que se verifica neste sector.

A pior parte é que não há qualquer previsão para que as coisas voltem à normalidade "pré-AI", com a Nvidia a focar a sua atenção no fornecimento de GPUs para as placas aceleradoras de AI, que pode vender a preços bastante mais elevados, do que a fornecer os fabricantes de placas gráficas para gaming - especialmente sabendo que muitas dessas placas acabam por ser usadas para AI de qualquer forma. Como tal, o cenário adivinha-se bastante complicado para os gamers durante os próximos anos.

№ 09

Powerbank 26800mAh com Qi wireless a €28

Para aqueles que procuram a máxima autonomia longe de uma tomada ou porta USB, este power bank de 26800 mAh assegura que ficarão bem servidos.

Os powerbanks há muito que são companhia habitual de muitos utilizadores, permitindo uma utilização intensiva e despreocupada de smartphones e tablets, sabendo-se que a sua autonomia poderá ser prolongada assim que for necessário sem estar dependente da proximidade de uma tomada eléctrica ou carregador. E no caso deste powerbank não só temos uma capacidade generosa, como uma grande diversidade de formas de carregamento, incluindo carregador wireless Qi.

Este Powerbank de 26800 mAh com PD 25W e Qi wireless está disponível por 28 euros na Amazon Espanha.

O powerbank vem com duas portas USB-A, uma porta USB-C, e ainda uma porta micro-USB para facilitar o carregamento com cabos dos smartphones mais antigos. Suporta carregamento rápido PD de 25 W na ficha USB-C, e ainda carregamento rápido wireless Qi de 15 W. Pelo que, qualquer que seja o dispositivo, fica praticamente assegurado que teremos sempre forma de o recarregar no menor espaço de tempo possível.


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№ 10

Mac Studio com 512 GB de RAM

Já é possível configurar o Mac Studio com 512 GB de RAM, embora isso implique pagar mais que dois Mac Studios com 256 GB.

A Apple passou a disponibilizar uma configuração do Mac Studio com chip M5 Ultra e 512 GB de RAM, que se tornará apelativo para processamento AI. A opção já está disponível na loja online da empresa, cumprindo a promessa de lançamento feita para o final de Outubro.

No entanto, aumentar a memória para 512 GB tem um custo bastante elevado. O Mac Studio com M5 Ultra, equipado com um CPU de 36 núcleos e um GPU de 80 núcleos, começa nos 8.129 euros. A opção de 512 GB de RAM acrescenta mais 17.050 euros(!), atirando o preço para os 25.179 euros! E isto mantendo-se 1 TB de capacidade de armazanemento, optar pelos 16 TB de capacidade máxima atira o preço final para os 33.433 euros!
A versão com M5 Ultra é a única do Mac Studio que permite escolher 512GB de RAM. O modelo equipado com M5 Max continua limitado a um máximo de 128GB.

Curiosamente, fica mais em conta optar por dois Mac Studios com 256 GB de RAM, que custam 12.529 euros cada, ficando o total em 25.058 euros. Para muitas cargas de trabalho, o resultado até poderá ser benéfico por se contar com o dobro do poder de processamento, embora obviamente não se tenha acesso aos 512 GB de memória unificada directa mas sim a dois blocos de 256 GB. Mas, para quem estiver a pensar comprar máquinas nesta ordem de valores, a diferença poderá tornar-se irrelevante.

№ 11

MacBook Pro com OLED e touchscreen

A Apple expandiu a gama MacBook Pro com modelos equipados com touchscreen OLED, com logo iluminado na traseira.

Depois de ter passado anos a gozar com a aplicação de touchscreens nos portáteis, dizendo que não fazia sentido, a Apple aposta numa dose de amnésia colectiva para tentar passar a ideia de que afinal é uma excelente ideia. Os novos MacBook Pro, que vão coexistir com a gama actual, vêm equipados com ecrãs OLED e suporte para touch num Mac pela primeira vez. Os novos ecrãs, com "nome artístico" PROLED XDR, utilizam tecnologia Tandem OLED, semelhante à dos iPad Pro, combinando duas camadas OLED para aumentar a luminosidade. Atingem um pico de brilho de 2.000 nits, suportam taxas de actualização variáveis entre 10Hz e 120Hz e cobrem os espaços de cor P3 e Adobe RGB.

O ecrã táctil foi concebido para complementar o teclado e o trackpad, em vez de os substituir, mas as impressões iniciais estão a gerar bastante cepticismo, havendo até quem receio que as adaptações para o toque acabem por prejudicar o uso habitual com o rato. Outra alteração é a substituição do notch pela Dynamic Island, embora o Face ID continue ausente e o Touch ID permaneça como método de autenticação segura - o que poderá ser apenas uma alteração estética, ou um prenúncio de que futuros modelos possam adoptar o Face ID.


Além das vantagens óbvias a nível do ecrã OLED, os novos modelos também chegam com peso bastante mais leve, com uma redução de peso entre 200 e 300 gramas, o que será sentido de forma imediata por quem carrega o portátil diariamente. Outra novidade é o regresso do logótipo da Apple iluminado na parte traseira do ecrã, uma característica presente em modelos antigos de MacBook. Mas se anteriormente isso era feito tirando partido do backlight existente nos ecrãs LCD, como agora temos um ecrã OLED que não emite luz para trás, a Apple teve mesmo que criar um logotipo iluminado para este propósito.

Estes novos MacBook Pro mantêm os chips M5 Pro e M5 Max, as mesmas opções de memória e armazenamento, as funcionalidades de conectividade e a autonomia da gama actual. Os modelos PROLED XDR começam nos 3.399 euros para a versão de 14 polegadas com M5 Pro e nos 3.999 dólares para a versão de 16 polegadas. As configurações com M5 Max custam a partir de 5.299 e 5.699 dólares, respectivamente. Carregue-se nas opções, como 128 GB de RAM e 16 TB de armazenamento, e o preço pode chegar aos 16.368 euros. As pré-encomendas já estão disponíveis, com as entregas a começar a 6 de Novembro.


№ 12

Smart TVs Samsung contam choros de bebés e cães a ladrar

As capacidades de monitorização das Smart TVs voltam a gerar polémica, depois de um investigador analisar o que o seu televisor Samsung estava a fazer.

Um investigador levantou preocupações sobre a privacidade das Smart TVs da Samsung (e outras), ao ter descoberto que alguns modelos, mesmo que não tenham microfone integrado, podem aceder aos microfones de soundbars e dispositivos Bluetooth ligados ao televisor. O investigador, conhecido como log4j, descobriu ainda outros comportamentos que podem ser considerados abusivos, como registar todos os dispositivos na mesma rede, ou fazer a análise de reconhecimento de imagem para enviar relatórios de tudo o que está a ser apresentado no ecrã, mesmo de fontes externas.

A investigação terá começado depois do investigador reparar em anúncios direccionados num televisor Samsung de 2025. Após obter acesso root ao sistema operativo do televisor, ficou surpreendido ao descobrir que o televisor não só escutava o som ambiente, como até diferenciava eventos como cães a ladrar e bebés a chorar. Isto são coisas que a Samsung não esconde, apresentando-as como funcionalidades de inteligência artificial do seu Pet Care e Family Care, mas que podem passar despercebidos a muitos utilizadores, e que podem ser usados para publicidade direccionada (apresentar publicidade relacionada com animais de estimação, ou bebés).

turns out it classifies what audio it hears, before reporting back to samsung. sensor preferences, dog-barking and baby-crying event counters, and camera streaming duration are built into telemetry paths. https://t.co/rT3dinugiV

— log4j (@log4j) October 23, 2026
O televisor também utiliza um modelo "AI" básico para tentar reconhecer conteúdos de imagens no ecrã, coisa que faz continuamente a cada poucos segundos, e que envia para os servidores da Samsung e parceiros publicitários. Ridiculamente, quanto os utilizadores desactivam estas funcionalidades, o televisor continua a desperdiçar processamento fazendo o reconhecimento, e só no final, aparentemente, não envia os dados para a Samsung.

À conta de casos como este e outros idênticos, e tirando partido das ferramentas AI, têm aumentado substancialmente os projectos de "hacking" de Smart TVs que se focam em desactivar todos estes processos indesejados. Nalguns casos, televisores cujo interface era extremamente lento passou a ficar totalmente fluido. E, tendo em conta que há Smart TVs que continuam a enviar dados mesmo quando os utilizadores desactivam essas opções, parece que isto começará a ser algo cada vez mais necessário.

№ 13

Home Assistant 26.10 facilita automações

O Home Assistant 26.10 vem facilitar as automações com trigger IDs automáticos.

Depois da mudança de nome do Home Assistant Cloud para Home Assistant Link, o Home Assistant 26.10 chega com uma melhoria há muito aguardada nos trigger IDs, tornando a criação de automatizações mais simples e acessível.

Até agora, os utilizadores tinham de atribuir identificadores manualmente e memorizar a que trigger correspondia cada um, sendo que a funcionalidade estava escondida na interface. Com a nova actualização, passa a existir uma interface visual dedicada, que permite selecionar os triggers a utilizar nas condições, enquanto o Home Assistant trata automaticamente dos identificadores. Quem preferir configurar automatizações através de YAML pode continuar a utilizar os seus próprios IDs, tal como antes.


Os mapas também receberam uma actualização importante depois dp anterior fornecedor ter começado a exigir uma chave API, causando problemas no funcionamento dos mapas da plataforma. O Home Assistant passa a utilizar o OpenStreetMap, disponibilizando mapas vectoriais mais nítidos, marcadores redesenhados, e uma vista geral dos locais por onde passaram os membros da casa. Estas alterações irão tornar a navegação e o acompanhamento da localização mais úteis.

A actualização inclui ainda uma página de perfil mais organizada, um painel dedicado à gestão de ligações Modbus, e uma forma mais simples de ligar serviços AI com apenas um clique. Estas novidades procuram facilitar a gestão do Home Assistant e alargar as suas capacidades para quem utiliza automatizações e dispositivos ligados. A interface também reduz a necessidade de percorrer vários menus para encontrar funcionalidades importantes.

№ 14

Carregador BONAI com 8 pilhas recarregáveis a €17

Para evitar a troca infindável das pilhas, nada como usar pilhas recarregáveis e este pack da BONAI com carregador e 8 pilhas é uma excelente forma de começar.

Vivemos num mundo "mobile" em que assumimos que as coisas funcionam sem necessidade de estarem agarradas a cabos de alimentação, e isso faz com que exista uma dependência crítica em baterias e pilhas. No caso das pilhas, que continuam a ser comuns em coisas como controlos remotos, gamepads, teclados wireless e muitas outras coisas, uma das melhores opções é trocar as pilhas convencionais por pilhas recarregáveis reutilizáveis, e o investimento não é assim tão avultado quanto se possa pensar.
Este carregador BONAI já traz 8 pilhas recarregáveis (4x AA de 2800 mAh + 4x AAA de 1100 mAh) e custa apenas 17 euros.

Quem quiser mais pilhas, pode também optar pelo pack de 24 pilhas recarregáveis AA 2800 mAh adicionais.

As pilhas incluídas são de 2800 mAh no caso das AA, e de 1100 mAh no caso das AAA; e este carregador tem a vantagem de usar uma comum ficha USB e permitir carregar pilhas individualmente (alguns só permitem carregar pares). Tenho um carregador há vários anos e tem funcionado sem chatices, o que me tem permitido evitar gastar pilhas descartáveis, e recomendo. :)


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№ 15

Nvidia lança Driver 621.12 para corrigir bugs

Há novo driver Nvidia com correcções de emergência para corrigir bugs do Game Ready Driver 621.01.

A Nvidia parece querer competir com a Microsoft a nível de lançar actualizações que chegam com bugs indesejados. À semelhança do que tem acontecido nos últimos lançamentos, a Nvidia apressou-se a lançar o GeForce/RTX Spark Hotfix Driver 621.12 para corrigir bloqueios na reprodução de vídeo e ecrãs negros do Game Ready Driver 621.01. O problema afectava algumas placas gráficas GeForce RTX 50 Series e sistemas RTX Spark, podendo fazer com que os ecrãs ligados ao computador ficassem negros durante vários segundos ao reproduzir vídeos no Chrome, Edge ou VLC.

A NVIDIA confirmou o problema depois de vários utilizadores terem relatado estas falhas. A empresa chegou a pedir registos de diagnóstico aos utilizadores afectados para ajudar a investigar a origem do problema. O novo hotfix chega seis dias depois do lançamento do driver que introduziu as falhas.

NVIDIA GeForce/RTX Spark Hotfix Driver v621.12 is now available. This update resolves the following: ✅Fixed an issue where video playback may freeze or black screen on some GeForce RTX 50 Series GPUs/RTX Spark after updating to GRD 621.01. ✅Unreal Engine 5.8 may crash when Ray Lighting Mode is set to Hit Lighting ✅[RTX Spark] HDMI monitor connected to StarTech Thunderbolt 3 to HDMI 2.0 adapter may show corruption ✅[MSI N16 Flip] Intermittent flickering may be observed ⤵️Learn more: https://t.co/jHa1ODZzHq Select Download: Windows 10/11 (x64) - https://t.co/tR77EHsntD Windows 11 (ARM64) - https://t.co/jToDZYO7gU

— NVIDIA Customer Care (@nvidiacc) October 27, 2026
A actualização inclui ainda três correções adicionais. Resolve falhas no Unreal Engine 5.8 quando o Ray Lighting Mode está configurado para Hit Lighting, problemas de imagem em sistemas RTX Spark que utilizam um adaptador StarTech Thunderbolt 3 para HDMI 2.0, e cintilação intermitente do ecrã em portáteis MSI N16 Flip.

O novo driver está disponível para Windows 10 e Windows 11 em sistemas x64, além de uma versão específica para Windows 11 ARM64 destinada aos dispositivos RTX Spark. Trata-se de uma actualização beta opcional, pelo que terá que ser instalada manualmente, não aparecendo como nova actualização disponível na Nvidia App. A NVIDIA irá integrar estas correções no próximo driver oficial, mas quem estiver a sofrer com estes problemas poderá instalar esta versão 621.12 desde já.

№ 16

Animates lança avatars 3D com ecrã da Sony

A Animates anunciou que os seus companheiros virtuais vão passar para o mundo real, graças a um ecrã "holográfico" da Sony.

A Animates, que ficou conhecida por criar os companheiros virtuais do Grok (entretanto removidos), anunciou que os utilizadores poderão trazer esses personagens virtuais para mais perto de si no mundo real.

Ainda não se trata de criar robots humanóides, mas sim de recorrer ao ecrã 3D ELF-MN1 da Sony.

Together with Sony XYN, we’re bringing Animates AI Companions into physical spaces. Your favorite companions can finally feel truly there with you and become part of everyday life. Pre-orders open today. https://t.co/a8TaFJGe16

— Animates (@animates) October 28, 2026



Há que referir que a Sony toma algumas (demasiadas!) liberdades artísticas para promover este ecrã "holográfico", incluindo mostrar coisas que parecem sair do próprio ecrã. Na realidade tal não acontece.

Estamos perante um ecrã perfeitamente convencional, mas que utiliza uma câmara para determinar a posição dos olhos do utilizador, e ajustar a perspectiva em conformidade, criando a ilusão "holográfica". Como tal, o efeito só será devidamente sentido por uma única pessoa, em frente ao dispositivo. e sem que realmente sejam projectados para fora do ecrã.

№ 17

Smart TVs continuam a espiar utilizadores após opções desligadas

A má fama das Smart TVs continua, com muitas delas a serem apanhadas a "espiar" os utilizadores mesmo após se desligar todas as opções possíveis.

Um novo estudo da Northeastern University revela que algumas Smart TVs continuam a enviar dados para serviços de reconhecimento automático de conteúdos (ACR), mesmo depois dos utilizadores desactivarem essa monitorização nas definições. A investigação analisou 12 televisores de 10 fabricantes, abrangendo oito sistemas operativos, e encontrou tráfego de rede suspeito em televisores com Samsung Tizen, Vizio OS e Roku OS. A tecnologia ACR identifica aquilo que está a ser apresentado no ecrã, através da análise de vídeo e áudio, permitindo fazer o tracking das preferências dos utilizadores e apresentar publicidade direccionada.

Os investigadores efectuaram cerca de 6.000 experiências controladas, testando diferentes cenários de utilização, incluindo apps de streaming, ligações HDMI, e emissões de televisão tradicional por antena. O Samsung Tizen e o Vizio OS continuaram a enviar tráfego para servidores ACR identificados em vários cenários, mesmo depois de se ter desactivado a monitorização. O Roku OS também apresentou actividade semelhante, mas apenas durante a utilização do serviço de streaming integrado (The Roku Channel). A Roku esclareceu que este tipo de recolha está explicado nos seus termos de serviço, e que também é mencionado nas definições dos televisores.
O estudo não conseguiu determinar exactamente que informações estão a ser transmitidas, uma vez que o tráfego estava encriptado. Por isso, não se pode acusar expressamente que os fabricantes estejam a ignorar as escolhas de privacidade dos utilizadores, mas, isso não significa que esta actividade persistente não seja bastante suspeita e altamente indicadora de que algo estranho está a ser feito.

A monitorização em Smart TVs já deu origem a processos judiciais. A Vizio já pagou 2,2 milhões de dólares para resolver acusações da Comissão Federal do Comércio dos EUA relacionadas com a recolha de dados de visualização sem consentimento, enquanto a Samsung e outros fabricantes também foram acusados de monitorização ACR ilegal. Para prevenir, e embora seja algo verdadeiramente ridículo, a opção recomendada é a de manter as Smart TVs completamente desligadas da internet, usando-se uma box de TV que ofereça melhores garantias de privacidade.

Tirando partido da vaga de vibe-coding AI, também têm surgido projectos e ferramentas que se focam em dar aos utilizadores total controlo sobre as suas Smart TV, desactivando todos esses serviços abusivos, e resultando em televisores bastante mais rápidos, tal como deveriam ser de origem!

№ 18

DIGI ameaça sair de Portugal se ANACOM não permitir a concorrência

A DIGI está a demonstrar o seu profundo desagrado perante o bloqueio de uma concorrência justa por parte da ANACOM.

Muitos portugueses acolheram de braços abertos a chegada da DIGI ao nosso país, que serviu como uma "pedrada no charco" que veio - finalmente - alterar o cenário de pseudo-concorrência que tínhamos com os três grandes operadores nacionais de telecomunicações. No entanto, e apesar de já ter superado muitas manobra de bloqueio (como tentativas de bloquear o acesso a certos canais de TV), avizinha-se outra que se torna mais preocupante.

A ANACOM está a considerar prorrogar o espectro dos operadores existentes até à década de 2040, o que beneficiará os três grandes operadores e penalizará fortemente a DIGI. Isto porque, em vez de permitir novo leilão para distribuição das tão desejadas frequências, congelaria a estrutura tal como está:
A diferença no acesso é dramática, particularmente nas faixas abaixo de 1 GHz, que permitem maior alcance e melhor cobertura no interior de edifícios:
"Abaixo de 1 GHz, a DIGI detém apenas 5,6 % do espectro total em utilização, e os três operadores incumbentes 94,4 %. Para compensar, a DIGI instala 437,6 estações por cada MHz que detém abaixo de 1 GHz, contra uma média de 99,7 dos incumbentes, ou seja, 4,39 vezes mais. Além disso, nas principais faixas de capacidade para tráfego de dados (1800, 2100 e 2600 MHz), a DIGI detém apenas 12 %."

Perante um cenário tão desiquilibrado, num sector crítico e onde se deveria promover uma saudável concorrência de mercado, não há qualquer justificação para que a ANACOM opte pode manter as coisas "como estão". Se estamos num suposto mercado de livre concorrência, então que permitam que essa concorrência exista e beneficie os consumidores, em vez de artificialmente bloquear o único operador que efectivamente veio criar concorrência no sector de forma notória.

Caso contrário, arriscamos-nos a ver a DIGI sair de Portugal, demonstrando que o suposto cenário de "concorrência" existe apenas no papel, e onde o nosso bem conhecido trio de operadores apenas faz questão de se contentar em dividir o bolo entre si.

№ 19

Recall das baterias chega aos Audi Q4

Depois dos modelos VW, a limitação de carga a 80% nas baterias foi expandida aos Audi Q4 de 2024 e 2025.

Como já era de suspeitar, o recall devido a um problema nas baterias da Volkswagen foi alargada à Audi, abrangendo 9.048 unidades dos modelos Q4 E-Tron e Q4 Sportback E-Tron dos anos de 2024 e 2025. A situação surge depois de uma recolha semelhante que envolveu 22.524 Volkswagen ID.4, estando ambos os casos relacionados com o risco de incêndio da bateria em determinadas condições de carregamento.

Segundo a Volkswagen, determinados perfis de carregamento, combinados com um nível de carga superior a 80%, podem desencadear "propagação térmica", o que, em linguagem comum, se traduz por incêndio da bateria. A causa do problema ainda não foi identificada, mas a Audi refere que os veículos afectados partilham características das baterias e dos processos de produção com outros eléctricos do Grupo Volkswagen envolvidos nestes incidentes. Até existir uma solução definitiva, a Audi recomenda aos proprietários que limitem o carregamento a 80% da capacidade da bateria. Os veículos podem ser levados a um concessionário autorizado para uma verificação de diagnóstico e, se necessário, será aplicado um limite temporário de carregamento.

Este mesmo problema também afecta outros veículos do Grupo Volkswagen. Três recalls distintos na Alemanha abrangem 72.668 veículos eléctricos em todo o mundo, incluindo Volkswagen ID. Buzz, ID.3, ID.4 e ID.7 produzidos entre 2022 e 2025, além de unidades do Cupra Born fabricadas entre 2022 e 2024. A Audi diz que irá enviar avisos provisórios de segurança aos proprietários afectados até ao final do ano, seguindo-se novas comunicações quando estiver disponível uma solução definitiva. Será previsível que a marca tente aplicar uma solução de software (com limites de carga, ou curvas de carregamento mais lentas) para tentar evitar a troca física do pack de baterias.

№ 20

Logitech MX Ergo M575 a €36

Para quem procura precaver-se contra as dores de pulso por utilizar um rato durante todo o dia, a mudança para uma trackball pode ser a solução.

Embora este tipo de ratos trackball continue a ser bastante menos popular que os ratos tradicionais, há toda uma legião de fãs que nem sequer consideraria outra coisa, permitindo reduzir os efeitos dos movimentos repetitivos feitos ao longo do dia a arrastar os ratos convencionais. Como vantagem adicional, é também perfeito para utilização em espaços mais limitados.
Este Logitech ERGO M575 Trackball está disponível por 36 euros na Amazon Espanha; e quem tiver orçamento mais alargado pode espreitar o Logitech MX Ergo normal.

Infelizmente, neste modelos mais económico os utilizadores não poderão contar com o sistema de ajuste do ângulo de inclinação, de 0 a 20º, que existe no modelo mais caro. Mas ainda assim, o seu formato já será bastante mais ergonómico que a maioria dos ratos. Além das vantagens na redução do movimento dos pulsos e antebraço, tem também a vantagem adicional de ser perfeito para trabalhar em espaços reduzidos - leia-se: sem espaço. Bastará apenas um pequeno período de habituação para quem vier de um rato convencional, e em breve nunca mais irão querer outro tipo de rato.


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