PlanetGeek
№ 01

Apple prolonga SOS satélite gratuito por mais um ano

Repetindo o ritual dos últimos anos, a Apple voltou a prolongar o serviço SOS via satélite gratuito nos iPhones.

A Apple parece não ter ainda encontrado forma de começar a cobrar pelo serviço SOS via satélite nos iPhones, e - tal como tem feito nos anos anteriores - voltou a prolongar por mais um ano o acesso gratuito às suas funcionalidades de comunicação por satélite para os utilizadores dos iPhone 14, iPhone 15 e iPhone 16, que tinham direito a dois anos de serviço satélite gratuito, mas que têm sido alvo de sucessivos prolongamentos.

A decisão representa mais uma renovação do período gratuito inicialmente oferecido com o lançamento do iPhone 14 em 2022. Na altura, a Apple prometeu dois anos de acesso às funcionalidades por satélite, mas acabou por prolongar a oferta em várias ocasiões. Os proprietários de iPhone 15 também beneficiam agora de uma nova extensão, enquanto os utilizadores de iPhone 16 recebem este prolongamento pela primeira vez.
Entre as funcionalidades incluídas encontram-se o Emergency SOS via Satellite, o envio de mensagens por satélite, o Find My via Satellite e o serviço de assistência em estrada através de ligação por satélite (dependendo do país). Estas ferramentas permitem comunicar, partilhar localização ou pedir ajuda quando não existe cobertura móvel ou acesso a redes WiFi.

A Apple continua sem revelar qual será o modelo de preços quando o período gratuito terminar definitivamente. Por agora, parece que a Apple considera que a oferta do serviço se revela mais benéfica do que arriscar enfrentar uma situação do tipo "utilizador de iPhone morre em montanha porque não tinha pago pela comunicação satélite". Adicionalmente, serviços como o Starlink Direct to cell, e outros serviços de 4G/5G directos via satélite estáo destinados a fazer com que as comunicações satélite se tornem comuns, passando a estar incluídos no serviço móvel básico.

№ 02

iPhone Duo enfrenta polémica com tamanho das mãos

Uma imagem do iPhone Duo apresentada pela Apple levanta questões sobre o tamanho da mão e se terá sido manipulada digitalmente.

Replicando situações do passado, em que a Apple também tinha sido acusada de usar "mãos gigantes" para disfarçar o tamanho dos iPhone Pro Max, também o novo iPhone Duo dobrável não escapa a teorias da conspiração relacionadas com o seu tamanho.

Em causa está uma imagem que mostra uma mão a segurar o iPhone Duo, e que parece ter proporções "impossíveis", que imediatamente deram origem a uma vaga de memes:

À primeira vista, as coisas parecem ser favoráveis aos que acusam a Apple de manipulação da mão, particularmente pelo facto de parecer que o dedo indicador não conseguiria chegar ao ponto em que é apresentado. Mas vejamos...

A Apple indica nas especificações do iPhone Duo que o seu dobrável tem uma dimensão de 117.8 x 164.6 mm quando aberto, com espessura de 5.2 mm. (Para comparação, um iPhone 18 Pro Max, idêntico ao 17 Pro Max, mede 163.4 x 78 mm, com espessura de 8.75 mm.)

Isto significa que, na posição apresentada na imagem, o iPhone Duo terá uma largura de 117.8 mm.
Ora, não tendo um iPhone Duo à mão (shame on you Apple!), recorri ao meu lote logístico de caixas para encontrar algo próximo: uma embalagem de cartão com 123mm de largura. Apesar de ser substancialmente mais espessa, serve para o efeito de demonstração pretendido.

Ou seja, mesmo se inicialmente se poderia ser levado a pensar que as proporções na imagem da Apple não estão correctas, na verdade não há nada de estranho. Mesmo estando a segurar uma caixa com mais alguns milímetros de largura e bastante mais profunda (mais de 15 mm vs os menos de 9mm do Duo), podemos ter os quatro dedos visíveis do lado oposto.

Há apenas que ressalvar que não tenho as mãos "pequenas" (em escala musical, consigo chegar da tecla Dó num piano ao Mi da oitava seguinte). Ainda assim, também não se está a falar de uma mão à escala de alguns gigantes do basketball. Por agora fica o mito desfeito, e daqui por mais algumas semanas todos terão oportunidade de fazer o teste ao vivo, quando o iPhone Duo chegar às lojas. O maior problema, parece-me, não será se temos mãos para segurar nele, mas sim se temos carteira para gastar 2400 euros num smartphone.

№ 03

Suporte dobrável para portátil a €8

Para auxiliar no trabalho com portáteis, tablets, ou outros equipamentos, um compacto e económico suporte pode fazer maravilhas ao posicioná-los na orientação pretendida.

Com mais pessoas a trabalhar / estudarem em casa, é mais importante que nunca fazer todos os possíveis para que essas tarefas possa ser realizadas da forma mais adequada. Por vezes, até algo tão simples como um pequeno ajuste na forma como se pousa um portátil ou tablet pode fazer toda a diferença, e daí a importância de ter um suporte que permita afinar a sua posição à vontade de cada um.


Este suporte dobrável para portátil está disponível por apenas 8 euros na Amazon Espanha.

Com um formato "transformável" retráctil, este suporte pode facilmente ser levado para qualquer lado quando fechado, mas acomodar portáteis com ecrãs até 17" quando completamente aberto. Essa mesma capacidade significa também que o podemos usar com dispositivos de diferentes tamanhos, indo de um simples smartphone, passando por tablets e livros, e qualquer outra coisa que se deseje ter inclinado - e mesmo a nível de inclinação é também ajustável, podendo ir dos 17º aos 50º com ajustes intermédios.


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№ 04

SwiftKey ganha reconhecimento de voz AI sem depender da cloud

O teclado SwiftKey está a testar um modo de reconhecimento de voz AI ao estilo do Rambler da Google, mas com funcionamento totalmente local.

A Microsoft está a disponibilizar uma nova funcionalidade de transcrição por voz AO na versão beta do SwiftKey no Android. O novo modo, denominado AI Voice, surge como uma alternativa ao Rambler Mode do Gboard e foi concebido para transformar discurso espontâneo em texto organizado, eliminando sons desncessários, adicionando automaticamente pontuaçã, e melhorando a estrutura das frases durante a transcrição.

A principal diferença em relação à solução da Google está na privacidade. Em vez de enviar as gravações para servidores na cloud, o SwiftKey descarrega um modelo AI directamente para o smartphone (cerca de 160MB) e processa toda a informação localmente. Isto significa que os dados de voz permanecem sempre no dispositivo, eliminando as inevitáveis preocupações relacionadas com a recolha e armazenamento de informações pessoais. Isto também significa que não fica sujeito a limites de uso como o Rambler, podendo ser usado como bem se entender.
Embora não ofereça funcionalidades AI mais avançadas, como reescrever textos ou alterar automaticamente o tom e estilo da escrita (que já iriam além do seu propósito - e poderão facilmente ser feitos com outras ferramentas), o AI Voice consegue limpar e formatar o conteúdo ditado em tempo real. Os utilizadores podem falar de forma natural e pouco estruturada, enquanto o sistema se encarrega de organizar o texto para uma apresentação mais clara e legível. A única crítica é que o texto só aparece no final, e não à medida que está a ser ditado, o que pode complicar as transcrições mais longas - algo que se espera que a MS possa melhorar no futuro.

O AI Voice está a ser distribuído na versão beta do SwiftKey para Android e já está disponível em vários dispositivos. Nesta fase apenas está disponível em inglês, mas espera-se que seja expandido a mais línguas nos próximos tempos.

№ 05

Siri Recap vai estar sempre à escuta para resumos AI

A Apple está a lançar nova funcionalidades com sérias implicações de privacidade, que estarão constantemente a escutar o que se passa.

Apesar do iPhone Duo estar a atrair todas as atenções, relegando os iPhone 18 Pro para segundo plano, há alguns aspectos importantes que importa abordar referentes aos novos Apple Watch S12 e Ultra 4. Além da Apple, ao seu melhor estilo, ter implicitamente recomendado que um Apple Watch será a melhor forma de manter o iPhone Duo desbloqueado (por ter retrocedido do Face ID para o Touch ID), a Apple apresentou também várias funcionalidades "preocupantes" de forma bastante cuidada e planeada de forma a minimizar potenciais polémicas. Refiro-me ao Live Rewind e ao Siri Recap.

Na nova geração de relógios, a Apple aplicou tecnologia de reconhecimento de sons, que permite alertar os utilizadores para coisas como campainhas a tocar, alarmes, bebés a chorar, etc. e também a possibilidade de reconhecer e identificar automaticamente músicas através do Shazam. Até aqui nada de mal. Com o Live Rewind, a Apple permite também que os utilizadores tenham acesso a uma transcrição de tudo o que foi ouvido nos últimos 15 segundos, algo que a Apple diz ser útil para revisitar coisas que não se tenha percebido, ou que não fossem de fácil memorização. E a versão expandida disso é o Siri Recap: que poderá escutar tudo o que se passa ao longo do dia, para criar resumos AI através da Siri.
Ora, como seria de esperar, a Apple frisa que esta funcionalidade está sob total controlo do utilizador, podendo ser activada apenas em certos horários, ou em certos locais, ou manualmente. Refere também que o processamento é feito de forma totalmente privada, sem que se tenha acesso directo às gravações (apenas às transcrições), e sem que seja feita a identificação de pessoas individuais. Mas a questão é que, para todos os efeitos, trata-se de um dispositivo que fica sempre à escuta e que está a fazer transcrição de tudo o que é ouvido nas imediações do utilizador.

É certo que aqui a funcionalidade é apresentada como sendo de benefício para o utilizador (ao contrário do que acontece com as transcrições feitas pelas TVs LG), mas não deixa de levantar as mesmas preocupações de privacidade que têm surgido a nível das gravações dos smart glasses, e outros.
Fica também bem claro que isto faz parte de um plano bem pensado por parte da Apple, como forma de preparação para os futuros AirPods com câmara, que aparentemente estariam prontos mas que a Apple preferiu adiar para mais tarde. Assim pode começar por habituar o público a estarem a ser continuamente escutados, e no futuro expandir isso para a visão, usando exactamente a mesma desculpa de que não se terá acesso às imagens, mas sim a resumos e transcrições AI do que for visto.
Ora, não se põe em causa que a Apple efectivamente faça tudo isto correctamente e de forma privada, com o seu Secure Exclave nos chips e o Private Cloud Compute. O problema é que, como tem ficado demonstrado ao longo dos anos, os iPhones e iOS não estão imunes a ataques de spyware. Isso significa que, quando tal acontecer, os atacantes potencialmente passarão a ter acesso a informações ainda mais vastas sobre os utilizadores. E claro que temos que considerar a possibilidade das autoridades, de alguma forma, requisitarem informação sobre tudo o que tiver sido "escutado" em determinado local em determinada data.

Por agora é algo com que não teremos que nos preocupar, pois isto não fica disponível na UE tal como a Siri AI.

№ 06

Smart TVs LG apanhadas a escutar utilizadores

Alguns modelos de TV da LG foram apanhados a escutar conversas e recolher dados sobre os dispositivos na rede doméstica.

Voltando a levantar preocupações de privacidade sobre as Smart TVs, uma nova investigação revelou que alguns modelos da LG estão a recolher e enviar grandes quantidades de dados dos utilizadores, mesmo quando parecem estar desligadas ou sem ligação à internet.

Os testes realizados mostram que os televisores analisam continuamente a rede doméstica, identificando dispositivos próximos como smartphones, smartwatches, impressoras, e outros equipamentos ligados ao WiFi. Os investigadores descobriram ainda que as TVs registam informações sobre redes WiFi próximas, dados de localização, e padrões de utilização, enviando essas informações para os sistemas publicitários da empresa. Outro dos pontos mais controversos é o uso do Automatic Content Recognition (ACR), uma tecnologia capaz de identificar tudo o que é exibido no ecrã, incluindo conteúdos reproduzidos através de entradas HDMI, como consolas, computadores ou boxes de televisão, ou enviado de smartphones e tablets para a TV.


Também são levantadas questões sobre a privacidade do microfone integrado. Apesar da LG assegurar que os televisores não gravam nem armazenam conversas ambiente, os testes demonstraram que o sistema converte comandos de voz em texto e mantém registos locais. Em alguns casos, foi comprovado que o microfone continuava activo durante vários segundos após um comando de voz e que ficheiros de áudio eram armazenados localmente mesmo quando a TV estava offline, enviando estes dados assim que recuperasse a ligação à internet. E nem mesmo o uso de algo como um Pi-Hole resolve, já que a TV também usa mecanismos para ultrapassar isso e comunicar directamente.

Tudo isto se agrava pelo facto de não haver forma fácil ou directa de desactivar estes comportamentos, com opções que ficam espalhadas pelos complexos menus das configurações, e com nomes ou descrições que parecem ter como objectivo baralhar e confundir os utilizadores. Desta forma, e lamentavelmente, chega-se ao ponto de que a recomendação passa por descartar por completo o uso das capacidades "smart" da Smart TV, mantendo-a totalmente desligada da internet e usando-a apenas como monitor, centralizando as operações smart num dispositivo externo como uma box Android TV ou Apple TV, onde existe maior controlo sobre o que é feito a nível de recolha de dados.

É certo que alguns dos comportamentos exibidos podem ser facilmente explicados como sendo meramente funcionais para "melhorar a experiência de utilização". O grande problema é que actualmente as empresas não têm qualquer crédito moral a nível de merecerem essa confiança por parte dos utilizadores: a começar pela falta de transparência a nível de todos os dados que são recolhidos e o uso que lhes é dado.

№ 07

Investigador da Anthropic demite-se para alertar perigos da AI

Um investigador da Anthropic (que também trabalhou na OpenAI) demitiu-se para alertar os perigos existenciais da AI para o futuro da humanidade.

Temos novo caso que reacende as discussões entre os grupos "pró" e "anti" AI. Um investigador da Anthropic deixou a empresa e aproveitou a saída para lançar um alerta sobre o futuro da inteligência artificial. Jacob Coxon diz que as principais empresas do sector estão conscientes que os sistemas AI avançados poderão representar uma ameaça existencial para a humanidade ainda durante esta década, mas que não têm abrandando o seu desenvolvimento para se focarem na segurança. Segundo o investigador, o maior perigo não está nos modelos actuais, mas sim na possibilidade de surgirem sistemas capazes de se autoaperfeiçoar continuamente sem supervisão humana.

As declarações ganharam ainda mais destaque depois de Evan Hubinger, responsável pela equipa de Alignment Science da Anthropic, confirmar que considera "plausível" um cenário em que a AI possa causar danos catastróficos à civilização nos próximos dez anos.

I resigned from Anthropic today. I spent the last three years doing pretraining research at both OpenAI and Anthropic. Neither company is acting responsibly. They are racing straight to self-improving superintelligence and gambling with our lives. More thoughts below.

— Jacob Coxon (@hilbertspaess) September 9, 2026
Nos últimos meses já se tornaram comuns os relatos de que agentes AI utilizados em testes internos conseguiram escapar e realizar acções não autorizadas em plataformas externas sem instruções explícitas dos investigadores. Para alguns especialistas, estes incidentes são sinais precoces de que modelos cada vez mais autónomos poderão tornar-se difíceis de controlar à medida que as suas capacidades evoluem. Coxon apela a uma maior coordenação internacional entre laboratórios e, a potencialmente ser necessário suspender temporariamente o desenvolvimento de modelos mais avançados caso os riscos aumentem significativamente.

Obviamente, e como em tudo neste mundo (e ainda mais na internet), este caso fez surgir grupos que acusam tudo isto de ser apenas mais uma manobra patrocinada e planeada pelos grupos anti-AI, referindo coisas como a notícia ter saído imediatamente (ou até antes) da publicação feita no X, e que esta foi manipulada para ser amplificada (conta já com mais de 145 milhões de visualizações).

Independentemente de tudo isso, e como já referimos por diversas vezes, o problema é que estes alertas se tornam inconsequentes: hoje em dia ninguém quer, ou se pode arriscar, a ficar para trás na corrida da AI, pelo que basta saber, ou suspeitar, que alguma entidade está a trabalhar em novos modelos a toda a velocidade, para que se fique "obrigado" a fazer o mesmo. Do lado positivo, há os que relembram que a melhor defesa contra uma AI "má" será ter uma AI igualmente ou mais poderosa, que seja "boa".

... Torna mesmo mais adequado rever o "Person of Interest", que parece dar um relato bastante preciso daquilo que se passa hoje em dia.

№ 08

Lexar Muse é um SSD portátil com menos de 4mm

Proposto como companhia para colocar na traseira de um smartphone, o Lexar Muse é um SSD ultra-fino com até 1 TB de capacidade.

A Lexar revelou o Muse, um novo SSD portátil que a empresa descreve como sendo "o mais fino do mundo". Com apenas 3.8 mm de espessura no ponto mais grosso e cerca de 1 mm nas extremidades, aposta num design extremamente compacto que poderá interessar a quem valorizar o volume reduzido dos acessórios.

Apesar das dimensões reduzidas, o Muse oferece velocidades de leitura de até 1.050 MB/s e escrita até 1.000 MB/s, valores comparáveis aos de muitos SSDs portáteis. A unidade também é capaz de lidar com gravação e transferência de conteúdos ProRes em 4K a 120 fps, tornando-se uma opção interessante para criadores de conteúdo que trabalham com ficheiros que rapidamente encheriam a memória de um smartphone.
No entanto, o design ultrafino obrigou a algumas concessões. Em vez de incluir uma porta USB-C tradicional, o Muse utiliza uma ligação magnética proprietária baseada em pinos de contacto (PogoPin). Isto significa que os utilizadores terão de recorrer ao cabo específico fornecido pela Lexar para ligar o SSD a smartphones, tablets ou computadores. Além disso, para fixar o dispositivo magneticamente a um telemóvel, será necessário utilizar uma capa magnética incluída para esse efeito, o que acaba anular as vantagens da sua espessura reduzida.

Pessoalmente, fico algo céptico quando à fiabilidade dos contactos PogoPin a longo prazo para transferir dados a estas velocidades, tendo em conta que estarão expostos a humidade e sujidade.

O Lexar Muse deverá chegar ao mercado durante o quarto trimestre de 2026, com versões de 512 GB e 1 TB, embora os preços ainda não tenham sido divulgados.

№ 09

Xiaomi Smart Band 9 Active a €20

A Xiaomi Smart Band 9 Active é uma das propostas mais económicas para quem desejar fazer tracking da sua actividade diárias.

A Xiaomi Smart Band 9 Active vem com um ecrã AMOLED de 1.47", com formato que fica entre o formato estreito dos "Smart Band" e o formato rectangular dos smartwatches. Além das capacidades de tracking da actividade física ao longo do dia e dezenas de desportos específicos, conta também com monitorização da frequência cardíaca e SpO2 durante todo o dia, contribuindo para a potencial detecção de situações anómalas. A autonomia continua a ser um dos pontos fortes, com até 18 dias de uso típico, contando também com resistência à água até 5 ATM e disponibilizando uma grande variedade de mostradores para que cada utilizador possa escolher aquele que prefere para cada momento.

De momento, podemos apanhar a Xiaomi Smart Band 9 Active por 20 euros na Amazon Espanha.

Pode ser utilizada tanto em smartphones Android como iPhones, incluindo compatibilidade com o Strava, para além de outras apps. Também pode fazer a monitorização do sono. E tendo em conta o seu preço extremamente acessível, torna-se numa excelente proposta para quem desejar começar a criar um registo da sua actividade física ao longo do tempo, e que - directamente ou indirectamente - poderá servir como incentivo para adoptar um estilo de vida mais saudável.


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№ 10

Preço do iPhone Duo em Portugal

Já temos os preços do novo iPhone Duo em Portugal, a par dos iPhone 18 Pro, 18 Pro Max, novos Apple Watch S12 e Ultra 4, e AirPods 5.

A Apple apresentou o seu primeiro iPhone dobrável, em formato "largo", com nome iPhone Duo.

Em vez "Ultra", o iPhone dobrável acabou por se chamar iPhone Duo, e foi apresentado a par dos iPhone 18 Pro e Pro Max, Apple Watch 12 e Apple Watch Ultra 4, e AirPods 5.

Os preços em Portugal são os seguintes:

iPhone Duo

  • iPhone Duo 256 GB: 2399 €
  • iPhone Duo 512 GB: 2649 €
  • iPhone Duo 1TB: 3149 €
  • iPhone Duo 2TB: 3899 €


iPhone 18 Pro e 18 Pro Max

  • iPhone 18 Pro 256 GB: 1499 €
  • iPhone 18 Pro 512 GB: 1749 €
  • iPhone 18 Pro 1 TB: 2249 €
  • iPhone 18 Pro 2 TB: 2999 €

  • iPhone 18 Pro Max 256 GB: 1649 €
  • iPhone 18 Pro Max 512 GB: 1899 €
  • iPhone 18 Pro Max 1 TB: 2399 €
  • iPhone 18 Pro Max 2 TB: 3149 €

Nota: Os iPhones antigos sofreram um agravamento de 100 €.


Apple Watch S12 e Watch Ultra 4

  • Apple Watch S12 Alumínio 42 mm: Desde 459 €
  • Apple Watch S12 Alumínio 46 mm: Desde 509 €
  • Apple Watch S12 Alumínio 42 mm + Celular: Desde 579 €
  • Apple Watch S12 Alumínio 46 mm + Celular: Desde 629 €

  • Apple Watch S12 Titânio 42 mm + Celular: Desde 809 €
  • Apple Watch S12 Titânio 46 mm + Celular: Desde 859 €

  • Apple Watch S12 Cerâmica 42 mm + Celular: Desde 1059 €
  • Apple Watch S12 Cerâmica 46 mm + Celular: Desde 1109 €


AirPods 5

  • AirPods 5 (com ANC): 149,00 €
  • AirPods 5 com Caixa de carregamento wireless: 169,00 €
(A versão com caixa de carregamento wireless inclui sensor de força para mudar o volume e maior autonomia)

№ 11

iOS 27 chega a 14 de Setembro - sem Siri AI na UE

O próximo iOS 27 fica disponível no dia 14 de Setembro - mas deixando os europeus sem acesso à nova Siri AI.

A par da apresentação do iPhone Duo dobrável e novos iPhone 18 Pro e 18 Pro Max, a Apple também confirmou que o iOS 27 ficará disponível para todos os iPhones compatíveis a partir de 14 de Setembro.

O iOS 27 tem estado em testes há vários meses, disponível em beta tanto para developers como para o público mais aventureiro. A grande novidade desta versão é a nova Siri AI, uma versão renovada da assistente virtual da Apple, capaz de compreender melhor o contexto, manter conversas mais naturais e executar tarefas mais avançadas. No entanto, é algo que passará totalmente ao lado dos utilizadores europeus, já que a Apple não a irá disponibilizar na UE - algo que será difícil de não ser visto como uma forma de pressão quanto às exigências que a UE tem feito a nível de abertura do iOS e App Store - já que, será complicado explicar porque motivos temos todos os grandes assistentes AI disponíveis na UE, como o ChatGPT, Claude, Gemini, etc. mas não a nova Siri AI.
Mesmo com essa grande ausência (que muitos poderão considerar como sendo justificativo suficiente para não comprar um iPhone este ano e esperar até 2027), o iOS 27 vem com melhorias de desempenho, novas opções de personalização da interface Liquid Glass, edição de fotografias com AI, melhorias no Safari, e diversas optimizações que deverão tornar o sistema operativo mais rápido e agradável de usar.

O lançamento do iOS 27 será acompanhado pelas versões finais do iPadOS 27, macOS 27, watchOS 27, tvOS 27 e visionOS 27. A actualização estará disponível para todos os iPhone compatíveis com o iOS 26, incluindo a série iPhone 11.

№ 12

Bing Wallpaper passa a apresentar publicidade

A Microsoft não resistiu a adicionar publicidade explícita nas imagens de fundo do Bing Wallpaper.

A Microsoft está a enfrentar novas críticas após ter começado a injectar publicidade explícita no Bing Wallpaper. O caso mais recente envolve uma imagem dedicada à colecção de 11 filmes de Harry Potter e Fantastic Beasts, que inclui texto publicitário visível e uma mensagem de destaque a indicar que o conteúdo está "disponível agora" - só faltando mesmo passar a incluir um link para compra!

O Bing Wallpaper é uma app opcional que actualiza automaticamente o fundo do ambiente de trabalho com fotografias e imagens seleccionadas pela Microsoft, sendo uma das poucas apps Bing que, até agora, até tinha boa opinião por parte dos utilizadores. Embora a plataforma já tivesse utilizado imagens relacionadas com filmes, séries ou videojogos no passado, muitos consideram que a nova abordagem ultrapassa a linha da publicidade excessiva.
As queixas têm-se multiplicado em fóruns e redes sociais, onde vários utilizadores demonstram o desagrado por verem o seu ambiente de trabalho transformado num espaço promocional.

Apesar do Bing Wallpaper não fazer parte do sistema operativo e poder ser removido a qualquer momento, o episódio reacende o debate sobre a crescente presença de conteúdos promocionais no Windows. Com a insistência na publicidade no Bing Wallpapers, a MS arrisca-se a afugentar os utilizadores da app, fazendo com que app fique conotada com as más experiências associadas à marca Bing.

№ 13

Apple apresenta iPhone Duo dobrável

A Apple apresentou o seu primeiro iPhone dobrável, em formato "largo", com nome iPhone Duo.

Em vez "Ultra", o iPhone dobrável acabou por se chamar iPhone Duo, e foi apresentado a par dos iPhone 18 Pro e Pro Max, Apple Watch 12 e Apple Watch Ultra 4, e AirPods 5.

O primeiro iPhone dobrável da história da empresa aposta num formato de livro com dois ecrãs e uma dobradiça de alta precisão. Quando totalmente aberto, o iPhone Duo revela um ecrã interno de 7.6", enquanto o ecrã exterior mede 5.4" (ambos mantêm a mesma proporção, e usam um bem conseguido efeito visual de transição que "transfere" o ecrã.

The iPhone Duo’s dreamlike transition animation. This is a level of elegance Samsung will never be able to surpass.

I’d even tell Samsung this: you might as well give up on the foldable market. You don’t stand a chance anymore. pic.twitter.com/U9E4MZ6CFp

— Ice Universe (@UniverseIce) September 9, 2026

A dobradiça usa mais de 100 componentes de precisão e utiliza um sistema de laminação multicamada concebido para reduzir o desgaste provocado pelas dobragens ao longo do tempo. Para minimizar a visibilidade da dobra no ecrã, a Apple recorreu a uma superfície nanotexturizada que reduz reflexos e melhora a experiência de utilização (veremos que tal se comporta na prática). Também temos suporte para Apple Pencil nos dois ecrãs, mas que só chegará através de uma actualização prevista para o final do ano (confirmando que estamos continuamente no habitual estado de lançamento de produtos inacabados).
O iOS 27 foi adaptado a este novo formato. O iOS ajusta automaticamente a interface entre os ecrãs interno e externo, permite executar duas apps em simultâneo ou até abrir duas instâncias da mesma app ao mesmo tempo. O equipamento pode também ser utilizado parcialmente dobrado para videochamadas, visualização de conteúdos ou utilização em modo de secretária. Quando usado como relógio de secretária, até temos alguns detalhes curiosos, como usar o ecrã interior para efeitos luminosos. A Apple também adicionou novas funcionalidades exclusivas para FaceTime, multitarefa e fotografia, aproveitando a flexibilidade do formato dobrável.
No interior, o iPhone Duo utiliza o mesmo processador A20 Pro presente nos iPhone 18 Pro e estreia o novo modem C2, que promete maior velocidade e eficiência energética. O sistema fotográfico inclui duas câmaras traseiras de 48 megapíxeis e duas câmaras frontais, sendo que a interior fica escondida sob o ecrã interno (em antecipação ao que é esperado para os iPhones do próximo ano). Tal como indicado nos rumores, o FaceID fica ausente, regressando ao Touch ID no botão de power, como nos iPads. A autonomia pode atingir até 24 horas de utilização, graças a duas baterias distribuídas por ambas as metades do dispositivo, e com suporte para carregamento wireless MagSafe.

O iPhone Duo estará disponível nas cores Star White e Night Sky, com preços a partir dos 2.399 euros para a versão de 256 GB e opções até 2 TB de armazenamento (3.899 euros) . As reservas arrancam a 16 de Outubro, com chegada ao mercado marcada para 23 de Outubro.


Actualização: O iOS 27 fica disponível a 14 de Setembro.

Actualização 2: Já temos os preços do iPhone Duo e iPhone 18 Pro em Portugal.

№ 14

Apple apresenta iPhone 18 Pro e Pro Max

A Apple apresentou a nova geração iPhone 18 Pro e Pro Max, com chip A20 de 2nm e câmara principal com abertura variável.

A Apple revelou os novos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, mantendo os ecrãs de 6.3" e 6.9" respetivamente, mas introduzindo várias melhorias em desempenho, autonomia e fotografia. Os novos modelos contam com uma Dynamic Island mais compacta, que possibilita apresentar até três Live Activities em simultâneo, e chegam equipados com o novo processador A20 Pro, o primeiro chip da Apple fabricado com tecnologia de 2 nm.

O A20 Pro integra um CPU de seis núcleos, GPU de sete núcleos e um Neural Engine de 32 núcleos. Segundo a Apple, o novo chip oferece até 40% mais desempenho sustentado face ao A19 Pro, graças não só à nova arquitectura, mas também a um sistema melhorado de dissipação com câmara de vapor. A empresa destaca ainda melhorias a nível do processamento local de modelos de inteligência artificial, permitindo executar tarefas mais complexas diretamente no dispositivo, algo que beneficiará as capacidades Apple Intelligence e da nova Siri AI - sendo que esta última não estará disponível na UE (sem que fosse dada uma possível data para tal).
Na fotografia, ambos os modelos recebem uma nova câmara principal Fusion de 48 megapíxeis com abertura variável. O sistema utiliza seis lâminas que ajustam automaticamente a entrada de luz consoante a cena, permitindo melhorar a captura em ambientes escuros e oferecer maior controlo sobre a profundidade de campo. Também há novos controlos para os Estilos Fotográficos, e a possibilidade de se configurar a app da câmara para se ter acesso aos modos mais usados (algo que quase parece uma desculpa face à anterior remodelação em que muitos utilizadores ficaram "perdidos" sem saber para onde tinham ido os modos adicionais).
A autonomia também foi melhorada. O iPhone 18 Pro agora promete até 24 horas de utilização por carga, enquanto o iPhone 18 Pro Max alcança até 30 horas, representando o maior salto geracional de sempre na bateria de um modelo Pro Max. Ambos suportam carregamento rápido, atingindo 50% da bateria em apenas 15 minutos.

Os novos smartphones estarão disponíveis nas cores Preto, Prateado, Glacier e Borgonha, com capacidades até 2 TB. Os preços começam nos 1.499 euros para o iPhone 18 Pro (256GB) e 1.649 euros dólares para o iPhone 18 Pro Max (256GB), com lançamento marcado para 18 de Setembro e reservas a abrirem no dia 12.


Actualização: O iOS 27 fica disponível a 14 de Setembro.

Actualização 2: Já temos os preços do iPhone Duo e iPhone 18 Pro em Portugal.

№ 15

Apple revela Apple Watch 12 e Apple Watch Ultra 4

Os novos Apple Watch 12 e Apple Watch Ultra 4 apostam na monitorização de saúde mais detalhada, e na escuta de tudo e todos.

A Apple revelou os novos Apple Watch Series 12 e Apple Watch Ultra 4, ambos equipados com o novo processador S11 e um sistema de monitorização de saúde significativamente melhorado. Entre as principais novidades estão sensores mais precisos para medição da frequência cardíaca e ECG, além de novas funcionalidades de análise física e bem-estar. O Apple Watch Series 12 chega com novos acabamentos em alumínio, titânio e cerâmica, enquanto o Ultra 4 mantém a construção em titânio e aposta numa autonomia muito superior.

O novo sistema de sensores utiliza eléctrodos maiores, LEDs mais eficientes, e uma disposição renovada dos fotodíodos para aumentar a precisão das leituras. A Apple diz que se trata do sistema de monitorização cardíaca mais preciso alguma vez integrado num wearable. Os relógios introduzem ainda a funcionalidade Readiness, que avalia diariamente factores como atividade física, sono e sinais vitais para indicar se o utilizador deve descansar, moderar o esforço, ou intensificar os treinos.
Outra das grandes novidades é a reformulação da app Saúde, que passa a integrar funcionalidades alimentadas por Apple Intelligence. Entre elas está o novo indicador Health Age, que compara dados recolhidos pelo relógio, como VO2 Max e padrões de sono, com marcadores biológicos provenientes de análises clínicas. A app contará ainda com uma secção dedicada à longevidade e novas ferramentas para acompanhar indicadores de saúde de forma mais abrangente.

O chip S11 introduz também funcionalidades de Audio Intelligence. Os relógios conseguem reconhecer sons importantes, como alarmes, campainhas ou o choro de um bebé, enquanto a função Live Rewind apresenta uma transcrição dos últimos 15 segundos de conversa (tentando esquivar-se às questões de privacidade dizendo que não se tem acesso directo às gravações mas só às transcrições). O Siri Recap cria automaticamente resumos e pontos-chave das conversas para consulta posterior, sendo também algo que a Apple apresentou casualmente, como se não existissem inúmeras preocupações com a privacidade.

O Apple Watch 12 mantém dois tamanhos (42 mm e 46 mm) e versões GPS e GPS + Celular, com preço a começar nos €459 (alumínio), €809 (titânio), e €1059 (cerâmica). O Apple Watch Ultra 4 tem um preço a começar nos €909, estando disponível apenas num único tamanho, em preto ou em titânio natural.


№ 16

AirPods 5 chegam com ANC

Para a nova geração AirPods 5 a Apple disponibiliza o cancelamento de ruído no modelo base.

A Apple apresentou os novos AirPods 5, trazendo melhorias importantes à sua gama de auriculares sem fios mais acessível. Pela primeira vez, o modelo de entrada passa a incluir cancelamento activo de ruído (ANC), com um preço base de 149 euros.

Os AirPods 5 conseguem eliminar até 50% mais ruído exterior em comparação com os AirPods 4 equipados com ANC, com melhorias no sistema Adaptive EQ e arquitectura acústica que prometem um som mais rico, detalhado e equilibrado. O modo Transparência também foi actualizado para reproduzir vozes e sons do ambiente de forma mais natural.
Os novos auriculares incluem funcionalidades como Adaptive Audio, que alterna automaticamente entre o cancelamento de ruído e o modo Transparência, e Conversation Awareness, capaz de reduzir o volume da reprodução quando o utilizador começa a falar. A Apple adicionou ainda suporte para tradução em tempo real quando os AirPods são utilizados com um iPhone compatível com Apple Intelligence.

A versão de 169 euros inclui uma caixa de carregamento sem fios e adiciona controlos de volume por gestos directamente nas hastes dos auriculares. Este modelo oferece até cinco horas de reprodução com o cancelamento de ruído activado e até 22 horas de autonomia total com a caixa de carregamento. Os AirPods 5 já podem ser reservados e chegam ao mercado a 18 de Setembro.

№ 17

Suno V6 facilita edições AI

O Suno chegou à versão 6, prometendo as mais avançadas capacidades de geração e edição de música AI de sempre.

O Suno apresentou oficialmente a versão v6 da sua plataforma de criação musical por inteligência artificial, descrevendo-a como a maior evolução da tecnologia desde o lançamento do serviço. Desenvolvida em colaboração com parceiros da indústria, incluindo a Warner Music Group, BMG e Believe (o que ajudará a minimizar o risco de processos) a nova geração promete músicas de maior qualidade, tempos de resposta mais rápidos, e um nível de controlo criativo significativamente melhorado para os artistas e utilizadores.

A nova versão 6 chega com três modelos distintos. O v6 será a versão principal para subscritores Pro e Premier, oferecendo resultados mais precisos e consistentes. O v6-wild aposta numa abordagem mais experimental, gerando composições mais criativas. Já o v6-mini foi concebido para os utilizadores gratuitos, disponibilizando uma experiência mais rápida e acessível sem sacrificar a qualidade. A actualização traz também novas ferramentas de edição e criação. Os utilizadores podem agora modificar secções específicas de uma música através de linguagem natural, criar mashups a partir de várias faixas, isolar instrumentos, gerar novas bases musicais e até criar músicas recorrendo a imagens ou vídeo.



Uma das funcionalidades que será particularmente apreciada: é agora possível alterar apenas uma palavra ou frase numa letra sem necessidade de recriar toda a composição - algo que era uma das grandes lacunas dos modelos anteriores.

Para navegar no difícil oceano dos direitos musicais, a empresa está também a desenvolver experiências opcionais centradas em artistas específicos, de adesão voluntária, que permitirá que sejam remunerados quando os fãs utilizarem essas ferramentas. Dito isto, há que relembrar que o campo da música AI tem ficado cada vez mais concorrido. A Google acabou de lançar o Lyria 3.5, e no mundo do open-source vão surgindo cada vez mais opções.

№ 18

Base para monitor com hub USB e RGB a €21

Ideal para os fãs das secretárias limpas e bem organizadas, esta base para monitores (ou portáteis) com hub USB integrado e iluminação RGB pode simplificar a vida e reduzir a confusão de cabos.

Embora muitas pessoas recorram aos teclados e ratos sem fios como forma de libertar a sua mesa de trabalho dos inestéticos cabos, há coisas às quais não podemos escapar e que continuam a necessitar de um fácil acesso às portas USB; quer seja para ligar um cabo para recarregar o smartphone, ou para ligar uma pen USB, disco externo, ou leitor de cartões. Por isso, que tal adicionar portas USB que ficam facilmente acessíveis? E, neste caso, ainda temos direito a iluminação RGB para dar um toque a combinar com um PC de jogos.
Esta base Marsgaming para monitor com hub USB está disponível por 21 euros na Amazon Espanha.

Em vez de deixar as portas USB escondidas atrás de um monitor, ou na caixa do computador que se deseja manter afastada da vista (debaixo da secretária talvez), esta base permite colocá-las sempre à mão. No processo também cria um espaço debaixo do monitor onde podemos arrumar o teclado e rato, e simultaneamente elevar ligeiramente o monitor para que fique numa posição mais ergonómica.


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№ 19

Eufy lança câmara para janelas

A Eufy (da Anker) apresentou uma curiosa câmara de vigilância para janelas, e nova video-campainha.

A Eufy - que em breve assumirá a designação Anker - revelou duas novas soluções de segurança doméstica durante a IFA 2026, destacando-se a Window Camera E10, uma câmara concebida especialmente para apartamentos e habitações onde a instalação de equipamentos no exterior não é uma opção. Em vez de ser montada fora de casa, a câmara fixa-se no lado interior da janela e grava o exterior, utilizando um sistema de óptica antirreflexo para minimizar os reflexos causados pelo vidro.
A Window Camera E10 grava vídeo em resolução 2.5K, possui inclinação ajustável até 25 graus e inclui detecção local de pessoas, animais, veículos e ruídos. A alimentação é feita através de uma ligação USB-C e as gravações são armazenadas localmente num cartão microSD com capacidade até 256 GB. A câmara é compatível com Google Home e Amazon Alexa, mas não oferece suporte oficial para outras plataformas de domótica.

A marca apresentou também a Video Doorbell S4, uma nova campainha inteligente equipada com uma câmara 3K e um campo de visão de 180 graus. A principal novidade é o chamado "VR Mode", que permite ao utilizador mover o smartphone para explorar diferentes áreas da imagem panorâmica, oferecendo uma experiência semelhante à visualização de vídeos em realidade virtual.

A Video Doorbell S4 suporta alimentação por bateria, energia solar ou ligação eléctrica tradicional e inclui detecção de pessoas, reconhecimento facial e identificação de encomendas. Conta ainda com visão nocturna a cores, gravação contínua 24 horas por dia, e 64 GB de armazenamento interno.

A Window Camera E10 deverá chegar ao mercado ainda este ano por menos de 100 euros, enquanto a Video Doorbell S4 deverá custar perto de 300 euros, incluindo uma unidade de campainha dedicada.

№ 20

DaVinci Resolve 21.1 abre as portas à edição de vídeo AI


O poderoso (e gratuito) editor de vídeo DaVinci Resolve, da Blackmagic Design, chegou à versão 21.1 e chega com novidades, incluindo AI.

A Blackmagic Design anunciou o lançamento do DaVinci Resolve 21.1, uma actualização que estreia a integração nativa com assistentes de inteligência artificial como o ChatGPT, Claude, ou outros. Esta capacidade permite utilizar linguagem natural para executar tarefas como organizar ficheiros multimédia, ajustar definições, criar vídeos de destaques a partir de gravações longas, ou realizar exportações em lote, reduzindo o tempo gasto em tarefas repetitivas e permitindo que os criadores se concentrem na edição e pós-produção.

A atualização expande também o suporte para câmaras e formatos fotográficos, incluindo modelos das gamas Fujifilm GFX e X Series, Leica SL e Sony A7R V. Além disso, o módulo de fotografia recebe controlos mais avançados através dos painéis de cor da Blackmagic e melhorias nas ferramentas de edição de imagem, incluindo uma versão mais avançada do sistema de substituição de céu para fotografias.


Os fluxos de trabalho multicâmara foram também significativamente melhorados, com novas opções para sincronização de gravações, suporte para até 25 ângulos de câmara através de atalhos de teclado, e uma gestão mais intuitiva durante a edição. O DaVinci Resolve 21.1 traz ainda melhorias no Color Page para projetos HDR, permitindo ajustes independentes para formatos como Dolby Vision, HDR10+ e HDR Vivid, além de suporte nativo para novos espaços de cor e perfis de imagem utilizados por marcas como a GoPro, Leica, DJI e Vivo.

Na área de efeitos visuais, o Fusion recebe mais de 25 novas ferramentas Krokodove para criação de gráficos e elementos 3D, juntando-se a mais de 100 novas funcionalidades e optimizações distribuídas por todo o software. A actualização inclui ainda melhorias no Blackmagic Cloud para colaboração remota, aceleração por GPU para mais formatos de vídeo e imagem, compatibilidade com sistemas NVIDIA RTX Spark, e novas APIs para automação.

O DaVinci Resolve 21.1 já está disponível gratuitamente para download.