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Como fazer uma escultura cinética hipnótica

21-02-2026 | 18:30 | Aberto até de Madrugada

Se procuram algo para dar um toque especial em casa, podem querer espreitar esta hipnótica escultura cinética.

Perfeita para quem gosta de ilusões de óptica, esta Kinetice Sculpture V3 tem a vantagem de ser extremamente simples, podendo ser totalmente feita com recurso a uma impressora 3D.

Como o nome indica, a verdadeira magia acontece quando a mesma é posta em movimento, fazendo com que surjam padrões hipnóticos devido à forma dos seus braços e de se terem dois planos a rodar em direcções opostas.
Na verdade, nada nos impede de simplificar este projecto ao máximo e usar apenas um motor, mas neste caso trata-se de uma versão "evoluída" que recorre a um Arduino Nano para controlar um motor passo a passo, que possibilita um movimento mais controlado e - mais importante - bastante silencioso: algo que pode fazer toda a diferença entre ser apenas uma mera curiosidade para mostrar aos amigos durante alguns segundos e se desligar, e poder ser usada de forma mais prolongada.

Neste clube há luto, convidados e dança

21-02-2026 | 16:40 | Gonçalo Sá

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Através de um EP e dois álbuns, os BIBI CLUB têm moldado um cruzamento de guitarras e electrónica insinuante e prestes a conhecer um novo episódio. "AMARO", o terceiro longa-duração do projecto dos canadianos Adèle Trottier-Rivard e Nicolas Basque, é o sucessor de "Feu de garde", de 2024 (nomeado para o Polaris Music Prize, que distingue talentos dentro de portas), e um dos lançamentos da próxima sexta-feira, 27 de Fevereiro.

Ode à vida guiado pelo mantra "Quero amar, quero viver", responde à morte de dois entes queridos (incluindo o filho do casal, Tobie) com canções distantes da serenidade e elegância habituais na música da dupla até aqui. Uma viragem expectável num alinhamento com raízes no luto e no medo, ainda que a atmosfera mais turva não impeça a vontade de dançar. Pelo contrário, este promete ser o disco da banda de Montreal com o maior peso de sintetizadores: as descrições iniciais apontam heranças da EBM e da darkwave, mas também de pop vanguardista ou neofolk. 

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Os cúmplices mais recentes também dão pistas do que aí vem, já que o duo diz ter sido inspirado pelos Blonde Redhead e Circuit des yeux, com os quais partilhou digressões. E no álbum destacam-se as presenças de Helena Deland e do saxofonista Dimitri Milbrun, embora nenhum colabore nos primeiros singles.

A faixa-título, "AMARO", das mais propulsivas dos canadianos até agora, é rock atmosférico a fazer a travessia entre a pista de dança e o deserto africano, cantada por Adèle Trottier-Rivard em francês, o idioma mais frequente desta discografia. O segundo avanço, "WASHING MACHINE", opta pelo inglês rumo a um caminho ainda mais efervescente, em jogos de luz e sombra. "Where do we go after the death of our child?", indaga a vocalista numa pergunta desarmante como poucas. Parte da resposta poderá ser ouvida dentro de poucos dias.

PromptSpy é o primeiro malware Android com AI

21-02-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Foi descoberto um novo malware para Android - o PromptSpy - que parece ser o primeiro a usar tecnologia AI em tempo real.

Depois do malware criado com ajuda de AI, investigadores da ESET identificaram o que poderá ser o primeiro malware Android a integrar AI dinamicamente no seu processo de execução. A nova família, apelidada PromptSpy, utiliza o modelo Google Gemini para adaptar o seu comportamento em diferentes dispositivos e garantir persistência após a infecção.

O truque está na forma como o malware se mantém activo. Em alguns smartphones, é possível fixar apps na lista de recentes, impedindo que o sistema as encerre automaticamente. O problema é que o método para fazer isso varia entre fabricantes. Para contornar essa diversidade, o PromptSpy envia ao Gemini um pedido acompanhado de um ficheiro XML com o estado actual do ecrã, incluindo elementos da interface, textos e coordenadas. O modelo responde com instruções em formato JSON, que o malware executa através do Accessibility Service. O processo repete-se até a aplicação conseguir o que pretende, manter-se na lista de recentes de forma permanente.
Embora a utilização de um LLM em tempo real seja a parte mais inovadora, a função principal do PromptSpy é espionagem. O malware integra um módulo VNC que permite o controlo remoto total do dispositivo, desde capturas de ecrã sob pedido até gravação de actividade, incluindo a introdução de PINs e padrões de desbloqueio. Também consegue listar aplicações instaladas e monitorizar a app actualmente em uso.

Para dificultar a remoção, o malware sobrepõe botões invisíveis sobre opções como "Desinstalar" ou "Desactivar", impedindo o utilizador de o remover facilmente. Segundo a ESET, pode ser necessário reiniciar o dispositivo em Modo Seguro para conseguir eliminá-lo. Ainda não é claro se o PromptSpy está activo em larga escala ou se se trata de um teste para futuras gerações de malware. Mas, está visto que também o malware está a acompanhar a evolução dos tempos e a adoptar AI para maximizar o seu efeito.

Google Weather desaparece no Android

21-02-2026 | 14:30 | Aberto até de Madrugada

A Google está a fazer desaparecer as previsões meteorológicas do Google Weather, passando a apresentar os resultados da pesquisa do Google.

A Google está a eliminar a experiência dedicada do Google Weather no Android, redireccionando os utilizadores para resultados na Pesquisa. A mudança começou há alguns meses para um grupo reduzido de utilizadores mas está agora a acelerar, com cada vez mais dispositivos a perderem acesso ao antigo ecrã do estado do tempo em modo fullscreen.

Durante anos, o Google app ofereceu uma espécie de "app" de Meteorologia acessível através de um atalho no ecrã inicial - identificado pelo ícone do sol e nuvem com o "G". Através dele, tínhamos acesso a uma interface completa com o conhecido fundo do Froggy, temperatura actual, máximas e mínimas, sensação térmica, previsão horária, e previsão para 10 dias. Havia ainda cartões detalhados para vento, humidade, índice UV, pressão atmosférica e nascer/pôr do sol.
Agora, esse atalho limita-se a atirar os utilizadores para uma página de resultados da Pesquisa Google para "weather". A nova interface combina as condições actuais e a previsão horária num único cartão com o Froggy, inclui a previsão para 10 dias e menus expansíveis para dados adicionais como a precipitação, vento, humidade e qualidade do ar. A Google passou também a integrar resumos com AI Overviews para contextualizar as condições meteorológicas.

Quem já recebeu a notificação de que "a página meteorológica mudou" deixa de ter acesso ao botão "View all details" que abria a versão antiga em ecrã completo. Em vez disso, ao deslizar para baixo surgem resultados web tradicionais. Parece que a Google quer simplificar o sistema de meteorologia, focando-se apenas naquilo que apresenta universalmente para todos os utilizadores através da pesquisa, e dizendo adeus à experiência melhorada que disponibilizava para os Android.

WhatsApp deixa novos membros verem mensagens passadas dos grupos

21-02-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

O WhatsApp está a resolver um dos problemas para quem entra num grupo tardiamente, permitindo ver as mensagens recentes.

O WhatsApp está a lançar uma nova funcionalidade chamada Group Message History, pensada para evitar que novos membros entrem num grupo sem contexto. A partir de agora, será possível partilhar mensagens recentes com quem acabou de ser adicionado ao grupo.

Quando um novo participante é incluído num grupo, surge um popup a perguntar se pretende partilhar o histórico recente. Administradores ou membros podem optar por enviar entre 25 e 100 das mensagens mais recentes, permitindo que o recém-chegado fique rapidamente a par do que foi discutido.
Segundo o WhatsApp, todo o conteúdo partilhado continua protegido por encriptação de ponta a ponta. Além disso, quando o histórico é enviado, todos os membros do grupo são notificados (para evitar surpresas inesperadas), e as mensagens mantêm informações como remetente e carimbo temporal. Quem preferir manter as coisas como dantes, poderá desactivar esta opção nas definições do grupo (se for administrador do mesmo).

A funcionalidade está a ser disponibilizada de forma faseada, pelo que poderá demorar algum tempo até chegar a todos os utilizadores.

AUDI E7X prepara estreia na China

21-02-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

Na China, a Audi prepara-se para aumentar os modelos da marca "AUDI", com um SUV de luxo de grandes dimensões: o E7X.

A Audi continua a fazer crescer a sua marca renovada para o mercado chinês. Em vez dos tradicionais quatro anéis, a marca lançou uma nova submarca chamada simplesmente AUDI, escrita em letras maiúsculas e dedicada exclusivamente a veículos eléctricos. O mais recente modelo desta aposta é o E7X, um SUV eléctrico de grandes dimensões que já foi apanhado em testes finais antes da estreia oficial.

O projecto nasce de uma parceria com a SAIC Motor, combinando engenharia alemã com tecnologia chinesa. O E7X é o segundo modelo desta colaboração, depois do E5 Sportback. Visualmente, afasta-se bastante dos Audi vendidos na Europa, com uma frente com logótipo iluminado "AUDI", barra de luz contínua, superfícies suaves e puxadores embutidos (algo que poderá ter que mudar em breve). Até as jantes incluem um detalhe curioso - o nome AUDI mantém-se sempre direito, à semelhança do que acontece nos Rolls-Royce.
Em termos de dimensões, trata-se de um SUV com 5.049 mm de comprimento, quase 2 metros de largura e uma distância entre eixos superior a 3 metros. A plataforma totalmente eléctrica possibilita um piso plano e mais espaço interior. A versão base conta com um motor traseiro de 402 cv (300 kW), enquanto a variante Quattro adiciona um segundo motor para tracção integral e 671 cv (500 kW), permitindo atingir 230 km/h.

As baterias disponíveis são de 100 kWh ou 109.3 kWh, oferecendo autonomias estimadas entre 615 km e 751 km (no optimista ciclo chinês). Graças à arquitectura elétrica de 800V, o carregamento rápido permite recuperar cerca de 320 km em apenas 10 minutos. No interior, espera-se um ecrã 4K de 27" a dominar o tablier, assistente AI integrado, e opção de espelhos digitais com câmaras. O E7X fará a estreia oficial no Salão Automóvel de Pequim 2026, a 24 de Abril, e para já é exclusivo do mercado chinês - embora não fique posta de parte uma futura expansão para o mercado internacional.

Samsung avança nas redes 6G com testes X-MIMO

21-02-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Apesar do 6G ainda estar a anos de distância, a Samsung continua a trabalhar na próxima geração das comunicações wireless.

A Samsung deu mais um passo importante rumo ao 6G. A empresa anunciou que concluiu com sucesso testes de uma tecnologia considerada essencial para a próxima geração de redes móveis: o X-MIMO (eXtreme multiple-input multiple-output).

Os testes foram realizados em parceria com a KT Corporation, utilizando a banda dos 7 GHz. Através de um sistema de antenas de alta densidade - que integra quatro vezes mais antenas sem aumentar o tamanho físico do equipamento - foi possível atingir velocidades máximas de download de 3 Gbps. O módulo mantém dimensões semelhantes às gerações anteriores, apesar da maior complexidade interna.
A tecnologia X-MIMO é considerada um dos pilares fundamentais para o 6G, já que a banda dos 7 GHz é vista como sendo capaz de combinar a maior largura de banda com a capacidade de manter uma distância de cobertura viável. Durante os testes, foram transmitidos oito fluxos de dados em simultâneo de uma estação base para um dispositivo, replicando condições reais de rede em ambiente exterior.

Por agora, teremos que nos contentar com o 5G (nas zonas em que há cobertura), que teoricamente permite velocidades de até 20 Gbps, mas que na prática nos dá velocidades que se ficam pelas centenas de Mbps.

EUA querem bloquear impressoras 3D para não imprimirem peças para armas

20-02-2026 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

Nos EUA vários estados querem que todas as impressoras 3D sejam monitorizadas para bloquearem a impressão de peças não autorizadas.

Não é segredo que os EUA têm um problema de armas (são o único país do mundo que tem mais armas do que habitantes!) e agora avançam com uma polémica medida que diz querer resolver o problema através da monitorização das impressoras 3D.

O estado de Nova Iorque, Washinton, e Califórnia, estão considerar obrigar todas as impressoras 3D a incluir tecnologia de bloqueio capaz de "detectar e impedir a impressão de peças de armas". A proposta prevê que cada ficheiro de impressão seja analisado por um "algoritmo de detecção de armas", recusando a impressão de qualquer objecto sinalizado como componente de uma arma de fogo.

Na prática, isso significaria integrar software de verificação em todas as máquinas antes da impressão. No entanto, críticos apontam problemas técnicos graves. A identificação baseada apenas em geometria é altamente falível: tubos, suportes e inúmeras formas legítimas podem partilhar características com peças de armas. Um sistema deste tipo arriscaria gerar inúmeros falsos positivos e, ao mesmo tempo, poderia ser facilmente contornado por utilizadores mal-intencionados, nem que fosse pelo uso de impressoras 3D "livres" sem este tipo de restrições. Estas propostas vão também além das impressoras 3D domésticas, abrangendo fresadoras CNC e qualquer equipamento capaz de modificar objectos tridimensionais a partir de ficheiros digitais. As multas previstas podem chegar aos 10.000 dólares por infracção.
Para os defensores da comunidade maker, a proposta levanta preocupações sérias sobre vigilância e viabilidade técnica. É certo que os EUA tem um problema com as chamadas "ghost guns" (armas modificadas e sem qualquer registo), mas parecem esquecer que essas armas usam como base componentes comprados directamente aos vendedores de armas, com a parte da impressão 3D a limitar-se a pequenas peças que desbloqueiam ou acrescentam as funcionalidades pretendidas. Só que, em vez de tentarem resolver o problema pela parte que realmente teria impacto (controlar a venda dessas peças, vendidas legalmente como "peças de armas"), parecem querer entrar pelo caminho mediático de limitar aquilo que será completamente impossível de concretizar - apenas penalizando aqueles que usam as impressoras 3D de forma legal.

Dito isto, não nos podemos esquecer que até as nossas inofensivas impressoras 2D imprimem em todas as páginas um código quase invisível que permite às autoridades saberem precisamente que impressora imprimiu o quê.

MS Silica guarda dados em vidro por 10 mil anos

20-02-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

Sendo ainda um projecto de investigação, a Microsoft revelou o Project Silica que usa vidro para guardar dados por mais de dez mil anos.

Numa altura em que se vai percebendo a importância da longevidade dos dados, com coisas como CDs e DVDs com poucas décadas que se tornam ilegíveis, ou os mais recentes SSDs que podem perder dados ao fim de alguns anos se estiverem desligados, a Microsoft revelou novos detalhes do Project Silica, um sistema de armazenamento que grava dados em placas de vidro com potencial para durar mais de 10.000 anos. A tecnologia utiliza lasers ultra-rápidos (femtossegundos) para escrever informação no interior do vidro com uma densidade superior a um gigabit por milímetro cúbico, com a grande vantagem de não necessitar de energia para preservar os dados ao longo do tempo.
Ao contrário dos discos rígidos ou SSD, o Silica grava dados criando microestruturas tridimensionais (voxels) dentro do vidro, recorrendo a lasers. Estes alteram as propriedades ópticas do material, como o índice de refracção, permitindo armazenar vários bits em cada voxel. A leitura é feita com microscopia de contraste de fase e apoiada por redes neuronais que interpretam as subtis variações visuais nas camadas gravadas. Na prática, acaba por ser um sistema muito mais evoluído do que aquele que é usado para criar imagens 3D nos blocos de vidro para efeitos decorativos.
[Quase como isto, mas elevado "ao cubo"!]

Cada placa de vidro, com 12 x 12 centímetros e 2 milímetros de espessura, pode armazenar até 4.84 TB de dados. No entanto, a escrita ainda é relativamente lenta: cerca de 66 megabits por segundo usando quatro lasers em paralelo, o que significa que preencher totalmente uma placa pode demorar mais de 150 horas. A Microsoft acredita que poderá aumentar a velocidade adicionando mais lasers ao sistema. Mas o seu grande trunfo é a durabilidade. Utilizando vidro de borossilicato, os testes de envelhecimento acelerado indicam que os dados podem manter-se estáveis por mais de 10.000 anos à temperatura ambiente. Para dar uma ideia de tal escala de tempo, há 10 mil anos, a humanidade estava a transitar do Paleolítico para o Neolítico!
Por agora, a utilidade prática ainda é diminuta. Mas, assumindo que se possa criar um sistema comercial a preço competitivo, pode ser que no futuro se venha mesmo a poder usar blocos de vidro como sistema de armazenamento de muito longa duração, ao estilo do que foi imaginado por filmes de ficção científica.

Coluna BT Tronsmart Mirtune C2 a €39.99

20-02-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Quem já tiver passado pelas colunas Bluetooth de baixo custo e agora procurar algo com um pouco mais de potência, irá ficar satisfeito com esta Tronsmart Mirtune C2.

O desaparecimento da ficha dos headphones tem fomentado a utilização de colunas BT em cada vez mais situações (muitas vezes torna-se a única opção possível, a não ser que se recorra a adaptadores BT para ficha de 3.5mm). Em muitos casos acaba também por se revelar uma solução mais conveniente, permitindo que se chegue a casa e se comece a ouvir a música na coluna em vez de se sofrer com a tentativa do smartphone reproduzir os sons graves com os seus altifalantes diminutos. E no caso desta Tronsmart Mirtune C2, temos volume com fartura mas mantendo um tamanho relativamente compacto.
Esta coluna BT Tronsmart Mirtune C2 está disponível por 33.99 euros na Amazon Espanha - activar desconto de 15%.

Vem com uma bateria generosa para garantir que as sessões de música podem prolongar-se por 24 horas com o volume a 50%, demorando cerca de 3 a 4 horas a recarregá-la. Conta também com porta USB-C, microfone para funcionar como sistema mãos livres ao efectuar chamadas telefónicas, cartão de memória para reprodução de músicas, e para quem quiser duplicar a potência sonora, pode emparelhar-se com uma coluna adicional para funcionar em modo stereo real.

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Google lança Gemini 3.1 Pro para problemas complexos

20-02-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

A Google lançou nova versão dos seus modelos AI - Google Gemini 3.1 Pro - destinado a raciocínio avançado e a resolver problemas complexos.

A Google anunciou o Gemini 3.1 Pro, uma nova versão do seu modelo AI orientada para lidar com tarefas onde uma resposta simples "não é suficiente". Depois de ter apresentado o Gemini 3 Pro em preview no final do ano passado e o 3 Flash pouco depois, a empresa avança agora com o salto para a versão ".1", quebrando o padrão anterior em que as actualizações intermédias usavam a designação ".5".

Mas a redução da numeração não está proporcionalmente associada ao avanço do modelo: o Gemini 3.1 Pro atingiu um resultado de 77.1% no benchmark ARC-AGI-2, mais do dobro do que era possível com o Gemini 3 Pro.
Na prática, esta melhoria traduz-se em maior capacidade para explicar temas complexos de forma clara e visual, sintetizar grandes volumes de dados, ou apoiar projectos criativos mais exigentes. O modelo é pensado para desafios que exigem vários passos de raciocínio e análise aprofundada, aproximando-se cada vez mais de fluxos de trabalho "agentic".

O Gemini 3.1 Pro fica disponível via app Gemini e NotebookLM para subscritores Google AI Pro e Ultra, e via API através do Google AI Studio, Vertex AI, Gemini Enterprise, Gemini CLI e Android Studio. Para já, é lançado em "preview", enquanto a Google valida melhorias adicionais antes da disponibilização geral. Espera-se que, quando isso acontecer, também os utilizadores gratuitos possam ter acesso a este novo modelo, embora com os habituais limites de uso.

Google prepara simplificação do Gemini

20-02-2026 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

A interface da app Gemini tem ficado cada vez mais confusa, mas a Google está a trabalhar na sua simplificação.

A Google está a reformular a interface do Gemini numa tentativa de melhor organizar o número crescente de funcionalidades. Em vez do actual layout com quatro botões fixos (Câmara, Galeria, Ficheiros e Drive), está a ser testado um novo painel com estrutura mais flexível e que mais facilmente permitirá acrescentar novas capacidades no futuro.

Isto ainda está em desenvolvimento, sendo visíveis alguns ajustes. Numa versão anterior a Google tentou adicionar mais opções em destaque na secção superior, mas o resultado foi um conjunto de ícones demasiado pequenos e confusos. Agora, uma versão mais recente apresenta uma solução que parece ser mais equilibrada.
No novo design, os principais atalhos - Fotos (antiga Galeria), Câmara e Ficheiros - passam a ter ícones maiores e mais visíveis. Já ferramentas adicionais como o Drive, NotebookLM e Maps surgem numa segunda linha, que pode ser percorrida horizontalmente. Esta abordagem permite adicionar mais opções no futuro sem sobrecarregar visualmente o ecrã, embora as funcionalidades escondidas atrás do scroll possam passar despercebidas a alguns utilizadores.

As mudanças aplicam-se tanto à app principal do Gemini como à interface sobreposta que surge por cima de outras apps ao tocar no botão "+". Num contexto em que o Gemini ganha novas capacidades a um ritmo acelerado (ainda recentemente ganhou a capacidade para gerar música), esta reorganização torna-se essencial para não sobrecarregar as pessoas com excesso de elementos, mantendo o acesso rápido às ferramentas mais usadas.

AirMIDI converte movimentos das mãos em música

20-02-2026 | 13:18 | A Minha Alegre Casinha

O AirMIDI utiliza sensores Time-of-Flight para transformar movimentos das mãos feitos no ar, em música.

Evocando memórias do clássico Theremin, ou das harpas laser, este AirMIDI é um curioso projecto que pode apelar a todos os que procuram uma nova forma de interacção musical.

Desta vez não precisamos de lasers nem de antenas, já que o elemento central deste AirMIDI são três sensores VL53L0X Time of Flight, capazes de medir distâncias de 30-1000 mm, ligados ao habitual e versátil ESP32. Temos também uma fita LED RGBIC (WS2812B) que permite controlar os LEDs individualmente, para efeito visual acrescido.



O resto, como se diz, fica apenas limitado pela criatividade do utilizador. Usando os dados destes sensores podemos combiná-los de inúmeras formas, tanto para criar zonas de detecção específicas onde a distância da mão controla os parâmetros MIDI, como combiná-los para efeitos ainda mais criativos.

Obviamente, nada obriga a que este mesmo projecto seja usado apenas para fins musicais. Facilmente pode ser convertido num controlador original para coisas como a intensidade das luzes, o volume da música, ajustar os estores, ou mil e uma outra coisas que se possa desejar controlar com "gestos no ar". Tendo em conta o baixo custo dos ESP32 e destes sensores, as possibilidades são infinitas.

Chrome testa incentivo para se tornar browser predefinido no Windows

20-02-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

O Chrome está a testar alguns ajustes para incentivar os utilizadores a escolherem-no como browser predefinido no Windows.

Vivemos numa era em que os browsers lutam entre si para se tornarem no browser predefinido do sistema, algumas vezes recorrendo a tácticas não muitos honestas, e a Google está a planear algumas alterações na forma como o Chrome o faz. No Chrome Canary está a ser testado um novo ecrã de configuração inicial que torna ainda visível o pedido para definir o Chrome como browser predefinido - e agora com, um toque extra.

Até agora, ao instalar o Chrome pela primeira vez, os utilizadores eram convidados a defini-lo como browser padrão através de uma mensagem destacada mas com o botão relativamente discreto. Na versão experimental Canary, a Google está a experimentar um novo design onde o botão para tornar o Chrome predefinido é apresentado de forma mais visível.
Além disso, o novo ecrã não se limita a sugerir a definição como browser padrão. Passa também a oferecer a opção de afixar automaticamente (pin) o Chrome na barra de tarefas do Windows, garantindo acesso rápido e permanente.

Embora este teste não esteja a ser apresentado a todos os utilizadores, pode ser forçado através das chrome://flags em "#first-run-desktop-refresh".

Não se trata de nenhuma alteração que se possa considerar abusiva, sendo apenas uma forma de facilitar essa escolha por parte das pessoas que já estariam predispostas a fazê-lo. Afinal, para passarem por isto têm primeiro que tomar a iniciativa de instalarem o Chrome. Adicionalmente, se estiverem interessados em usar o Chrome como browser predefinido no Windows, será também quase certo que irão querer meter o Chrome fixado na barra de tarefas - pelo que este novo sistema, se for efectivamente aprovado e aplicado à versão pública do Chrome, apenas irá facilitar a vida aos utilizadores.

A nível das alterações recentes no Chrome, temos a funcionalidade split-view para ver páginas lado a lado, e anotações nos PDF sem necessidade de extensões ou apps extra.

Tesla lança Cybertruck AWD por 60 mil dólares

20-02-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

Para tentar melhorar as vendas, a Tesla lançou uma versão AWD do Cybertruck por 60 mil dólares e baixou o preço da versão Cyberbeast.

O Cybertruck da Tesla tem sido um desastre, com vendas que nem sequer chegaram às 70 mil unidades, e que já levaram a Elon Musk a fazer algumas "manobras", fazendo com que a SpaceX comprasse muitos deles para despachar as unidades que estavam acumuladas. Agora, e já tardiamente, a Tesla está a ajustar a estratégia para o Cybertruck.

A marca lançou uma nova versão base com tracção integral (AWD) a partir de 60.000 dólares, resolvendo a questão dos que criticavam que o modelo base tivesse apenas tracção traseira, e reduziu o preço do modelo topo de gama Cyberbeast de 115 mil para 100 mil dólares.

Quando foi apresentado em 2019, o Cybertruck prometia começar nos 40.000 dólares. No entanto, quando chegou ao mercado em 2023, a realidade revelou-se bem diferente, estreando-se com a "Foundation Series" a cerca de 120.000 dólares. Desde então, surgiram variantes mais acessíveis, como a versão RWD de 70.000 dólares, que acabou por ser descontinuada após fraca procura. A nova versão AWD posiciona-se como a opção mais acessível até agora, mantendo mais equipamento que o antigo modelo RWD. Inclui dois motores (dianteiro e traseiro), e mantém funcionalidades como tomadas na caixa de carga e cobertura da mesma - mas não incluindo coisas como a suspensão pneumática ajustável.

Apesar de ainda estar bastante distante do preço inicialmente prometido, torna-se na proposta mais atractiva para o Cybertruck até à data. Resta saber se, com toda a má fama que ganhou desde o seu lançamento, conseguirá conquistar novos clientes ou se se irá manter como uma espécie de "emblema de mérito" para os super-fãs de Musk e da Tesla demonstrarem o seu apoio incondicional.


Actualização: Afinal Elon Musk diz que isto será apenas temporário, durante os próximos 10 dias.

Carregador Anker 200 W GaN 6 portas a €54

20-02-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Os carregadores podem acompanhar-nos por anos e anos, e este Anker GaN 200 W com 6 portas garante que estamos preparados para tirar partido do USB-C até para carregar portáteis.

Com a transição para o USB-C e alguns fabricantes a deixarem de incluir carregadores com os seus produtos, torna-se mais importante que nunca escolher um carregador que nos dê algumas garantias a longo prazo. Este carregador Anker pode fornecer um total de 200 W e tem seis portas USB, mas mantendo um tamanho bastante compacto em formato "charging station" para desktop, graças à tecnologia GaN.
Este carregador Anker GaN 200 W 6-portas está disponível por 54 euros na Amazon Espanha - activar desconto de 10%.

Vem equipado com quatro portas USB-C e duas portas USB-A, significando que está preparado para lidar com os equipamentos mais recentes mas também lida sem dificuldade com cabos USB da geração anterior (que ainda são bastante populares). Pode fornecer até 100 W simultanteamente em duas portas USB-C quando se quer carregar múltiplos dispositivos, o que significa que poderá suportar com facilidade o carregamento de dois portatéis ao mesmo tempo. E não se esqueçam de juntar um cabo USB-C que permita tirar partido destas potências.


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Produtos da Semana

20-02-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A nossa rubrica de Produtos da Semana agrupa uma lista de produtos e notícias que vamos compilando ao longo da semana e que achamos que será do interesse geral.

Novos ratos gaming GXTrust Felox+

A GXTrust expande a sua extensa linha gaming com o lançamento de dois novos ratos de altodesempenho. Criados para trazer precisão, velocidade e estilo a cada sessão, o rato gaming com fioFelox+ e o rato gaming iluminado sem fio Felox+ Dual oferecem aos gamers o controlo e a precisãonecessários para dominar todos os jogos.

Prepara-te para a liberdade sem compromissos com o rato gaming iluminado sem fio duplo Felox+Dual. Equipado com um sensor PixArt PAW3311 de 12.000 DPI e uma taxa de relatório de 1000 Hz,garante precisão e velocidade, quer jogues com ou sem fios. Os gamers podem escolher a sualigação preferida através do recetor USB-A de latência ultrabaixa de 2,4 GHz ou Bluetooth edesfrutar de um tempo de utilização de até 40 horas graças à bateria recarregável integrada. Existeainda a opção de continuar a jogar enquanto carrega com o cabo de 1,5 m incluído. Este elegante rato gaming pode ser personalizado. A fita adesiva incluída oferece estilo e maisaderência, enquanto o software dedicado permite aos gamers programar cada botão para seadequar ao seu estilo. Além disso, um contorno LED multicolorido com duas configurações e trêscores deixa este rato pronto para melhorar qualquer setup.

O rato gaming com fio Felox+ oferece um desempenho fiável e extremamente rápido. Com umsensor PixArt PAW3327 e uma taxa de relatório de 1000 Hz, garante que cada movimento éregistado instantaneamente. O seu sensor ótico de 10.000 DPI oferece uma precisão máxima,enquanto o cabo USB-A trançado extra longo de 1,8 m mantém-te ligado, independentemente deonde decorre a ação. Por fim, tal como a respetiva versão sem fios, também vem com seis botõesprogramáveis, almofadas de aderência incluídas e iluminação LED multicolorida para dar um toquevibrante a cada movimento. Combinando facilmente precisão com estilo, os novos ratos gaming Felox+ oferecem aos gamerstodas as ferramentas para desenvolver as suas competências.

Já disponível, o rato gaming com fio está à venda pelo preço recomendado de 29,99 euros, e o ratogaming iluminado está à venda pelo preço recomendado de 34,99 euros.


Veja e partilhe o seu ângulo de inclinação com o novo zūmo XT3 de Garmin

A Garmin anuncia o seu mais recente equipamento de navegação GPS por satélite para motociclos, zūmo XT3.

Concebido para suportar vibrações do guiador, conduções irregulares e condições meteorológicas extremas, o dispositivo apresenta um ecrã brilhante e de alta resolução de 4,7" ou 6", compatível com luvas. O novo medidor de ângulo inclinado permite aos pilotos ver em tempo real quanto inclinaram-se em cada curva. Os dados após cada aventura estarão disponíveis na aplicação Tread para smartphones. Concebido para a ação, o zūmo XT3 foi desenvolvido para enfrentar condições meteorológicas extremas e terrenos exigentes. Cumpre a norma MIL-STD-810, tem resistência à água IPX7 e suporta vibrações intensas do guiador. Inclui mapas de ruas pré-carregados e mapas topográficos de alta definição, com possibilidade de descarregar imagens de satélite diretamente para o dispositivo. Para maior detalhe, está disponível o plano Outdoor Maps+, com acesso a Estradas de Aventura e Trilhos para navegação fora de estrada com indicações curva a curva.

Permite visualizar e partilhar dados como ângulo de inclinação, força G e velocidade máxima através da aplicação Tread. Com funcionalidades como Group Tracking, planeador visual de rotas (incluindo importação de ficheiros GPX, KML e KMZ) e rotas específicas para motos — como Garmin Adventurous Route, Great Rides e Rotas Populares — oferece uma experiência de condução personalizada e emocionante. Pode ainda ser integrado num ecossistema de dispositivos compatíveis, como o radar Zumo R1, controlador de guiador ou comunicador por satélite inReach, garantindo maior controlo, segurança e comunicação mesmo fora da rede móvel. Os aficionados para as corridas de aceleração podem usar o seu zūmo XT3 para ativar um plano Garmin Performance Package com acesso a um cronómetro de volta, funções de corrida de aceleração e mais. Com um plano ativo, os pilotos podem registar os seus tempos e distâncias em arrancadas, incluindo o tempo de 0-60 mph e tempos a 1/8 de milha e 1/4 de milha na pista de drag. Os utilizadores podem rever os seus tempos por volta e delta, bem como aceder a tabelas de classificação para ver como os seus tempos se comparam com os de outros.

Disponível para compra a partir de 20 de fevereiro de 2026, o novo zūmo XT3 com ecrã de 4,7" inclui um kit de montagem para guiador, ideal para motos mais pequenas, e tem um preço recomendado de 499,99 euros. O modelo maior, com ecrã de 6", inclui um kit de montagem em U para guiador e tem um preço recomendado de 599,99 euros.


Dyson PencilWash - a mopa elétrica mais fina e ultraleve

A Dyson apresentou o Dyson PencilWash, uma solução mais leve, mais fina e mais compacta para limpeza com água, sem comprometer a higiene.

O Dyson PencilWash combina a experiência da Dyson em tecnologia de limpeza com água com um forte enfoque na higiene, integrando um formato revolucionário, fino como um lápis, concebido pela marca. O resultado é uma manobrabilidade sem esforço e um desempenho de limpeza higiénico, pensado para responder às necessidades das casas modernas. A nova pega ultrafina e leve, com apenas 38 mm de diâmetro, facilita a limpeza húmida sem comprometer a higiene e o desempenho de limpeza. O Dyson PencilWash pesa apenas 2,2 kg e 380 g na mão, sendo altamente fácil de manobrar, pois move-se naturalmente com um simples movimento giratório. Inclina-se até 170° para limpar debaixo de móveis baixos e alcançar espaços apertados sem perder desempenho.

Ao contrário das máquinas de limpeza a húmido convencionais, o Dyson PencilWash não possui filtro que retenha sujidade, promova a proliferação de bactérias, emita odores ou seja difícil e desagradável de limpar. O seu design sem filtro elimina o risco de acumulação de resíduos, bloqueios ou perda de desempenho, garantindo uma limpeza eficaz e consistente em todas as utilizações. O novo Dyson PencilWash foi concebido para limpar todos os tipos de sujidade de uma só vez, incluindo resíduos húmidos e manchas. Possui um rolo de microfibra de alta densidade, com 64.000 filamentos por cm2 para remover rapidamente resíduos húmidos e secos, simultaneamente.

A água suja e os resíduos são continuamente extraídos do rolo de microfibra a cada rotação. Combinado com um sistema de hidratação de 8 pontos projetado com precisão, que fornece um abastecimento consistente de água fresca ao rolo, os utilizadores estão sempre a usar água fresca para limpar os pavimentos – para que a sua próxima limpeza seja sempre tão higiénica quanto a primeira. O Dyson PencilWash oferece dois modos de hidratação para um controlo preciso da humidade do piso. Seja para lidar com pequenas manchas ou manchas difíceis, os utilizadores podem ajustar o fluxo de água para se adequar a diferentes superfícies e necessidades de limpeza, garantindo resultados otimizados com um acabamento de piso de rápida secagem.

O Dyson PencilWash estará disponível nas próximas semanas, com o preço de 349 euros.


Optimize o tempo em pista com o Garmin Catalyst 2

A Garmin anunciou o Garmin Catalyst 2, um dispositivo de condução compacto que ajuda condutores de alto desempenho a alcançar melhores tempos em circuito.

Concebido com um ecrã brilhante de 3" e câmara incorporada, o Garmin Catalyst 2 é facilmente montado no para-brisas e traz funcionalidades de treino em pista, incluindo o True Optimal Lap da Garmin, que mostra aos ciclistas o seu melhor tempo possível com um vídeo composto das linhas que percorreram. Inclui também sinais de áudio em tempo real e comparação de dados de desempenho pós-sessão para ajudar os passageiros a perceber onde podem poupar tempo. O Garmin Catalyst 2 inclui funcionalidades únicas de treino de desporto motorizado que podem ajudar os pilotos a melhorar na pista. Após uma sessão de pista, os pilotos podem usar a app Garmin Catalyst num smartphone ou tablet compatível para rever análises detalhadas de desempenho, dados de comparação de condutores e muito mais.

A tecnologia patenteada TRUE OPTIMAL LAP mostra o melhor tempo possível com base nas linhas traçadas na pista que se podem repetir. No treino em pista, os avisos de áudio em tempo real adaptam-se ao desempenho, com indicações sobre velocidade, travagem e mais, transmitidas através de auscultadores Bluetooth® ou do estéreo do carro. O Garmin Catalyst 2 Track Driving Performance Optimizer interpreta automaticamente os dados de desempenho e, após cada sessão, identifica as três principais oportunidades de melhoria. Os pilotos podem consultar classificações com os melhores tempos por volta, ordenados por sessão, dia, ano, marca ou modelo do carro. Permite visualizar vídeos em HD com sobreposições de dados, como mapa de circuitos, velocidade, tempo delta e força G, e partilhá-los nas redes sociais (requer ligação à internet; recomenda-se Wi-Fi). A aplicação Garmin Catalyst possibilita o acesso a dados detalhados de desempenho, gráficos animados e tempos de comparação. O True Track Positioning melhorado utiliza múltiplos sensores e posicionamento multi-GNSS a 25 Hz para maior precisão na linha de corrida. Com uma subscrição ativa do plano Vault, as melhores voltas de cada sessão são guardadas automaticamente e ficam disponíveis na aplicação Garmin Catalyst.

Disponível para compra a partir de 20 de fevereiro de 2026, o otimizador de desempenho de condução Garmin Catalyst 2 tem um preço de venda recomendado de 1.199,99 euros.


Chrome ganha split-view, anotações PDF e gravação no Google Drive

20-02-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

A mais recente ronda de melhorias do Chrome adiciona split view, anotações em PDF, e gravação directa no Google Drive.

O Google está a reforçar as capacidades produtivas do Chrome com três novas funcionalidades que muitos utilizadores pediam há anos.

A mais visível é o novo modo split view, que permite visualizar duas páginas em simultâneo lado a lado. Para quem passa o dia a alternar entre páginas, esta novidade pode poupar bastante tempo - e coloca finalmente o Chrome ao nível de outros browsers que já ofereciam funcionalidade idêntica.
A segunda novidade chega ao visualizador de PDFs integrado. O Chrome passa agora a incluir uma ferramenta de anotações, permitindo sublinhar, escrever notas e adicionar assinaturas directamente no browser. Até aqui, era necessário recorrer a apps externas para para fazer este tipo de alterações simples.

Por fim, surge a opção "Save to Google Drive", que facilita o processo de guardar documentos na cloud. Em vez de descarregar o PDF e depois enviá-lo manualmente para o Google Drive, passa a ser possível guardá-lo directamente a partir do visualizador, através do ícone do Google Drive.

Não são melhorias revolucionárias, mas acabam por ser bastante práticas e poupar precioso tempo aos utilizadores.

Reino Unido quer impedir menores de usar VPNs

19-02-2026 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

Do Reino Unido chega nova preocupação que pode por em causa um dos pressupostos da utilização de VPNs.

O governo do Reino Unido está a estudar formas de restringir o acesso de menores às VPN, levantando receios de que possa vir a ser exigida verificação etária para utilizar estes serviços. A discussão surge no âmbito de uma consulta pública sobre o bem-estar das crianças online, num contexto em que o Online Safety Act já impõe verificação de idade nas redes sociais de grande dimensão.

O primeiro-ministro Keir Starmer referiu recentemente que as VPN são usadas por alguns menores para contornar sistemas de verificação etária. As autoridades estão agora a analisar possíveis limitações ao uso de VPN por menores de 16 anos, bem como restrições a chatbots de AI e alterações à idade de consentimento digital, com o objectivo de fechar lacunas na legislação actual.

Organizações ligadas à privacidade alertam para as consequências. A Mullvad VPN defende que a chamada "verificação de idade" obrigaria, na prática, à verificação de identidade dos utilizadores, obrigando as empresas a recolher dados pessoais dos utilizadores. Tal medida poderia comprometer denunciantes e fragilizar o anonimato que as tradicionalmente se associa ao uso de VPNs.

O que é certo e sabido é que a exigência da verificação de idades tem sido ultrapassada em inúmeros casos, havendo até ferramentas online que disponibilizam "rostos" que podem ser manipulados em tempo real para ultrapassar as ferramentas de verificação de idade por reconhecimento facial. Ainda assim, não deixará de parecer um sketch dos Monty Python que os britânicos se arrisquem a precisar de uma VPN para poderem aceder a uma VPN de forma anónima...

O meu PC 2026

19-02-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

Passados mais de 15 anos, fui "forçado" a fazer upgrade do meu PC principal.

Em 2009 relatei o processo de montagem do meu PC principal, que se tem mantido perfeitamente capaz. Mas, o tempo não perdoa, e foi altura de passar para uma máquina nova mais actual - e que espero que possa durar tanto tempo como o anterior.

O plano não concretizado

Antes de mais umas considerações iniciais. O meu "velho PC" foi levando vários upgrades ao longo do tempo, passando para o melhor CPU que a motherboard permitia, passando para 48GB de RAM, vários SSD (SATA), e passando por várias placas gráficas. A máquina mantém-se totalmente funcional e mais que capaz de lidar com o Windows 10 com total fluidez. O meu plano inicial - tendo em conta que o momento não é propício para a montagem de novos PCs devido ao custo da memória e SSD - era simplesmente aplicar-lhe uma placa gráfica RTX 5060 ou 5070, que mesmo sendo "desaproveitada" num sistema tão antigo, permitiria aguentar mais um par de anos. Mas, a Nvidia baralhou-me os planos.

Embora tecnicamente devesse ser possível meter uma RTX 5070 neste PC, a Nvidia passou a exigir um mínimo de PCIe 3.0 para as RTX 50xx, e apesar da minha velha board ter levado muitos remendos para prolongar a sua vida (havendo até modificações da BIOS para permitir o boot de discos SSD M.2 em placas PCIe), quanto a poder levar uma RTX 50xx não havia nada a fazer. Com essa porta fechada, e tendo em conta que os preços das RTX 30xx e RTX 40xx usadas têm preços absurdos (por vezes até mais caros que as RTX 50xx novas), tive que respirar fundo e dizer que "tinha que ser".


O plano "forçado" pela Nvidia

Ora, fazendo juz ao tradicional "casa de ferreiro, espeto de pau", apesar de diariamente vos trazer notícias de tecnologia, não estava necessariamente por dentro, em detalhe extremo, dos CPUs e chipsets mais recentes. Pelo que, foi necessário fazer algum trabalho de investigação. A primeira decisão prendeu-se com a escolha da plataforma: Intel ou AMD. E aí a escolha não foi demorada nem complicada, com a AMD a levar vantagem sobre a Intel. Inicialmente o plano era ir para um dos recém lançados Ryzen 7 9850X3D mais rápidos, mas depois de alguma consideração, acabei por optar pelo Ryzen 9 9950X3D - já que o objectivo é ter uma máquina que se aguente pelo máximo de tempo possível, para todo o tipo de tarefas.

Para a motherboard, apesar de tradicionalmente ter preferência pelas placas da ASUS, os relatos de vários CPUs queimados nessas motherboards fez-me ir para uma MSI Mag X870E Tomahawk MAX WiFi PZ - um chipset que oferece bastante versatilidade nas ligações e expansões, quase sem restrições a nível da partilha de dispositivos (nalguns chipsets o uso de coisas como SSDs M.2 em certos slots faz com que se deixe de poder usar certas fichas PCIe, ou reduzir a velocidade). E falando de SSDs, este tornou-se no primeiro PC sem qualquer disco rígido tradicional, ficando apenas com um SSD Crucial T710 de 2TB (15GB/s) como disco principal, e um SSD Samsung 980 Pro 2TB como disco secundário. O conjunto ficou completo com uma fonte Corsair RM1000x, caixa Corsair 3500X RS-R ARGB, Artic Liquid Freezer III Pro 360, e uma gráfica MSI RTX 5070 de 12GB (embora o objectivo fosse uma gráfica de 16GB para as experiências AI, o preço exorbitante das 5070 Ti e 5080 não era justificável, sendo algo que posso revisitar quando sair a geração RTX 60xx). Para a memória, consegui encontrar uma promoção decente para um kit de 96GB de DDR5 - o sonho de meter 128GB ou 256GB fica adiado para daqui a uns anos!


A montagem

Ora, com tanto tempo de distância para o meu velho PC, a chegada dos componentes revelou as evoluções que foram feitas desde então. As motherboards estão agora mais limpas e, no caso de não se adicionarem acessórios, permitem a criação daqueles visuais que se popularizam nos "setups" de gaming. No meu caso, apesar de ter ido para uma caixa com vidro à frente e de lado, optei por limitar os elementos luminosos - que na verdade se limitam a três ventoinhas RGB que já vinham pré-instaladas na caixa. Para as restantes, assim como para o watercooler, optei pelas versões não luminosas.
Um salto à parte de trás da motherboard revela o verdadeiro segredo da "limpeza" das motherboards. Basicamente, varreu-se tudo o que são cabos e fichas para "debaixo do tapete", que neste caso é "debaixo da motherboard". Fichas de alimentações, ligações aos botões e portas USB, ligações das ventoinhas (power e iluminação) fica tudo escondido na parte de trás da motherbard.
Quando se tem tudo montado, ficamos com um sistema que não dá vergonha mostrar - desde que se mostre a parte da frente. A parte de trás continua a ser o habitual amontoado de cabos, mesmo que se faça a melhor organização de cabos possível.


Em funcionamento

Depois de tudo, o momento da verdade: saber se o sistema arrancaria ou obrigaria a entrar numa espiral de desespero para tentar perceber o que estava mal. Mas, ao estilo do "andar de bicicleta", tudo funcionou à primeira - embora com momento de tensão dramática devido aos segundos que o sistema demora a arrancar (estes chipsets fazem uma "calibração" inicial para melhorar a estabilidade do acesso às memórias). Por momentos fui também induzido em erro, pois a motherboard tem um pequeno display que apresenta códigos numéricos de erro e, no início, pensei que tivesse ficado encravado num desses erros - até descobrir que afinal o número apresentado era a temperatura do CPU (que passa a ser mostrado neste display depois do processo de boot bem sucedido).

Com o sistema a funcionar, foi tempo de passar à habitual dose de "stress test" a que sujeito todos os meus PCs, para assegurar que estão minimamente estáveis para funcionar sem surpresas inesperadas. Isso passa por um dia de testes de memória, outro de testes do CPU, e outro de testes do GPU. Felizmente, tudo foi superado com sucesso.

Vindo de um PC em que o acesso aos SSDs estava limitado pelo interface SATA, e mesmo o SSD M.2 num slot PCIe estava limitado a uma velocidade máxima de 1.5 GB/s, foi gratificador ver que nesta máquina finalmente posso tirar partido dos SSDs na sua plenitude, atingindo velocidades de mais de 14GB/s no SSD PCIe 5.0, e mais de 6 GB/s no SSD "lento".
Também para se ficar com uma ideia da diferença de desempenho de cada nível de acesso à memória nos CPUs actuais. Enquanto o Ryzen 9 9950X3D pode aceder à sua cache L1 a mais de 588 GB/s, o acesso à cache L2 baixa essa velocidade para cerca de 256 GB/s, sendo que a cache L3 baixa ainda mais para perto de 143 GB/s - ainda assim, mais do dobro dos meros 62.5 GB/s da velocidade da RAM DDR5 do sistema.

Como passo final das optimizações, não podia deixar de faltar a criação de um RAM disk para funcionar como disco temporário para o Windows, prática que mantenho desde sempre nos meus PCs, e que também ajuda a evitar uma quantidade considerável de escritas desnecessárias nos SSDs (mesmo hoje em dia estes sejam capazes de lidar com isso).


Conclusão final

Com esta nova máquina posso finalmente aventurar-me nas explorações dos modelos AI locais sem ter que passar a maior parte do tempo a pesquisar por patches de como correr esses modelos em GPUs não suportados (imagens no Z-Image Turbo e músicas no ACE-Step 1.5 são feitas em segundos). Ainda assim, é bastante desolador sentir que, mesmo com um sistema topo de gama, é perfeitamente notório que o Windows 11 está pessimamente optimizado - melhor dizendo: não optimizado. É totalmente vergonhoso que um clique no botão direito do rato faça surgir um menu que demora visivelmente a surgir, quase parecendo que se trata de uma mini página web a carregar (eu sei, podemos afinar as coisas para apresentar o menu tradicional instantâneo - mas tal não devia ser preciso).

Veremos se as promessas da MS de se focar na optimização e melhoria do Windows 11 ao longo deste ano se irá materializar... caso contrário, lá teremos que andar constantemente a mexericar em afinações e regedits para tentar compensar as más opções da Microsoft.