PlanetGeek
№ 01

Starship V3 voa mas perde booster Super Heavy

O 12º lançamento de teste da SpaceX marcou a estreia da nova versão Starship V3, com resultados mistos.

A SpaceX lançou com sucesso a Starship V3, a mais recente e poderosa versão do seu gigantesco foguetão reutilizável, marcando o primeiro voo deste novo modelo numa missão de teste suborbital realizada a partir da Starbase, no Texas. Com 124 metros de altura, a Starship V3 descolou para o seu 12º voo de teste e o primeiro desde Outubro de 2025.

A nova versão introduz várias alterações destinadas a melhorar o desempenho e a preparação para missões mais exigentes. Apesar do sucesso geral, o voo não esteve livre de problemas. Um dos 33 motores Raptor do propulsor Super Heavy desligou-se durante a subida. Ainda assim, a isso é algo que está previsto poder acontecer, a a nave conseguiu alcançar o espaço e completar os principais objectivos da missão. No entanto, uma aparente explosão durante a reignição dos motores para a reentrada parece ter destruído vários dos restantes motores funcionais, fazendo com que se despenhasse no oceano a centenas de quilómetros do local planeado.

I slowed down and resynched the engine diagram during the booster engine restart, that's a pretty hard failure that damaged neighbours. pic.twitter.com/Si0cWY5gVY

— Scott Manley (@DJSnM) May 23, 2026
Tal pode ter-se devido ao design simplificado e mais "limpo" dos novos motores Raptor, sem blindagens de protecção, fazendo com que a explosão de um dos motores pudesse mais facilmente danificar os outros em redor.

A Starship em si teve melhores resultados. A missão transportou ainda 22 cargas de teste, incluindo versões simuladas dos satélites Starlink e dois satélites equipados com câmaras para avaliar o estado do escudo térmico da Starship durante o voo. A SpaceX também pretendia testar uma nova ignição de motores em órbita, uma funcionalidade essencial para futuras missões lunares e interplanetárias, mas esse teste acabou por ser cancelado.

Watch Starship's twelfth flight test https://t.co/caRB1thMlg

— SpaceX (@SpaceX) May 22, 2026
A Starship V3 conseguiu fazer a reentrada como planeada e fazer uma simulação de pouso suave sobre o oceano, mas depois, inesperadamente, explodiu quando tombou sobre a água.

Splashdown confirmed! Congratulations to the entire SpaceX team on the twelfth flight test of Starship! pic.twitter.com/XXBAtryPpL

— SpaceX (@SpaceX) May 22, 2026
O desenvolvimento da Starship continua a ser uma peça central para os planos espaciais da SpaceX e também da NASA, que pretende utilizar uma versão adaptada da nave no programa Artemis para futuras missões tripuladas à Lua. No entanto, a SpaceX ainda precisa de demonstrar capacidades fundamentais, incluindo o reabastecimento em órbita e aterragens lunares automáticas, antes de transportar astronautas.

Enquanto isso, aguardamos ansiosamente por voltar a ver o Super Heavy a ser apanhado em voo pela torre de lançamento, como fez no seu , e 8º voo em 2024 e 2025 - feito que ainda não voltou ainda a ser repetido desde então.

№ 02

Galaxy S27 pode vir com ecrãs chineses da BOE

A enorme concorrência no sector está a fazer com que a própria Samsung possa recorrer a ecrãs de um fornecedor concorrente - a BOE - no próximo Galaxy S27.

A Samsung poderá estar a considerar uma mudança inesperada na produção da futura série Galaxy S27. Um novo relatório indica que a fabricante chinesa BOE está a tentar entrar na cadeia de fornecimento da marca sul-coreana como fornecedora de ecrãs OLED para os próximos smartphones topo de gama. A empresa estará a apostar em preços mais baixos como principal argumento para conquistar o negócio.

A divisão Mobile eXperience (MX) da Samsung já terá pedido dados técnicos à BOE sobre o desenvolvimento dos painéis OLED para a linha Galaxy S27 e estará a avaliar amostras há mais de um mês. Os mesmos rumores indicam que a fabricante chinesa está a conseguir cumprir os requisitos técnicos exigidos pela Samsung, sem obstáculos significativos. O principal factor de atracção será o preço. A BOE terá proposto os seus painéis OLED por valor cinco dólares mais baixo que os ecrãs produzidos pela Samsung Display. A mudança poderia representar uma redução de custos de dezenas de milhões de dólares para a divisão móvel da Samsung - mas também gera preocupações internas, já que se essa poupança acabaria por se fazer sentir na rentabilidade da divisão de ecrãs da empresa.

Apesar da Samsung já recorrer a fornecedores externos para alguns equipamentos da gama Galaxy A de gama média, os smartphones da linha Galaxy S utilizaram historicamente painéis produzidos pela própria Samsung. Caso a parceria avance, a série Galaxy S27 poderá marcar o fim dessa tradição.

№ 03

Chromecast original deixa de funcionar?

Vários utilizadores estão a queixar-se que os seus Chromecast originais estão a deixar de funcionar, sem explicação, passados 13 anos.

O Chromecast original lançado pela Google em 2013 está a deixar de funcionar para alguns utilizadores, mais de uma década após a sua estreia. Nos últimos dias, têm surgido cada vez mais relatos de falhas no envio de conteúdos para televisores, com aplicações populares a deixarem de reconhecer o dispositivo como destino de transmissão. O problema parece afectar especificamente o Chromecast de primeira geração, um dos produtos de hardware mais bem-sucedidos da empresa.

Lançado com um preço de 35 dólares, o Chromecast simplificou a forma como as pessoas viam conteúdos na televisão, permitindo enviar vídeos e música directamente do smartphone ou computador com apenas um toque. O dispositivo teve grande sucesso e acabou por dar origem a novas gerações e à tecnologia Google Cast, que ainda hoje é amplamente utilizada. No entanto, o suporte oficial para este modelo terminou em 2023, altura em que a Google avisou que poderiam surgir perdas de desempenho ao longo do tempo.
Os relatos mais recentes indicam comportamentos estranhos, em que serviços como Spotify e Disney+ continuam a funcionar normalmente, enquanto plataformas como YouTube e HBO Max deixaram de detectar o Chromecast original. As falhas também variam de pessoa para pessoa, o que dificulta perceber a origem do problema. Durante os últimos anos já existiram problemas ocasionais, que acabaram por ser resolvidos, mas esta nova vaga de falhas parece ser mais generalizada.

Apesar da Google não ter confirmado oficialmente o fim total do Chromecast de primeira geração, tudo indica que o dispositivo está a aproximar-se do fim do seu ciclo de vida. Para muitos utilizadores, poderá estar a chegar o momento de dizer adeus a um dos gadgets mais marcantes da última década. Os modelos mais recentes, incluindo o Chromecast de segunda geração e o Chromecast Audio, continuam a funcionar... por agora.

№ 04

Zeekr estreia gama 100% elétrica em Portugal

A Zeekr chega a Portugal com uma gama 100% elétrica apresentada no Ecar Show, em Lisboa, trazendo quatro modelos focados em tecnologia, design premium, performance e segurança.

A marca, pertencente ao Geely Auto Group, estreia-se no mercado nacional com os modelos 001, X, 7X e o futuro 7GT, todos construídos sobre a plataforma SEA (Sustainable Experience Architecture) e com a classificação máxima de cinco estrelas nos testes Euro NCAP. O design de toda a gama é desenvolvido no Centro Global de Design da Zeekr, em Gotemburgo, na Suécia, conferindo à marca uma identidade com forte ligação europeia.

O Zeekr 001 posiciona-se como uma shooting brake elétrica premium com até 544 cv, aceleração dos 0 aos 100 km/h em 3,8 segundos e autonomia até 620 km (WLTP). Suporta carregamento DC rápido até 200 kW, permitindo ir dos 10 aos 80% em cerca de 30 minutos. O habitáculo conta com materiais premium, bancos com aquecimento, ventilação e massagem, e 11 câmaras de alta resolução integradas no sistema de segurança. Tem preço a começar nos 60.950 €.

O Zeekr 7X é um SUV premium de nova geração com arquitetura elétrica de 800V. Com até 646 cv e a mesma aceleração de 3,8 segundos dos 0 aos 100 km/h, oferece autonomia até 615 km (WLTP) e carregamento dos 10 aos 80% em apenas 16 minutos. O equipamento inclui suspensão pneumática ativa, portas elétricas automáticas e sistemas ADAS avançados. Tem preço a começar nos 59.950 €.
O Zeekr X aposta na mobilidade urbana premium, com dimensões compactas, até 496 cv na versão AWD, aceleração em 3,7 segundos e autonomia até 415 km (WLTP). O carregamento rápido vai dos 10 aos 80% em 18 minutos. Integra conectividade 5G, assistente de voz, ecrã inteligente no pilar B e atualizações Over-The-Air. Tem preço a começar nos 37.000 €.

O Zeekr 7GT, previsto para chegar ao mercado nacional no início do verão, é o mais capaz da gama: até 646 cv, 0 a 100 km/h em 3,3 segundos e autonomia até 655 km (WLTP), também com arquitetura de 800V e carregamento dos 10 aos 80% em cerca de 16 minutos. Inclui head-up display de realidade aumentada e ecrã OLED de 15 polegadas. As reservas já estão abertas. Tem preço a começar nos 55.450 €.

Em Portugal, a Zeekr é representada pelo grupo Salvador Caetano Auto. Mais informações em www.zeekr.pt e configurações disponíveis em configurador.zeekr.pt.



[Pela Estrada Fora]
№ 05

Adulteração do conta-quilómetros expande-se aos eléctricos

A adulteração do conta-quilómetros é um problema conhecido nos veículos usados, e embora seja algo mais frequente nos carros a diesel, os híbridos e elétricos também estão em risco.

A fraude na quilometragem no mercado português de automóveis usados afeta sobretudo os carros a diesel, mas um estudo recente da carVertical mostra que híbridos e elétricos não estão a salvo desta prática.

Os dados, recolhidos entre janeiro de 2024 e março de 2026, revelam que cerca de 4,6% dos veículos a gasóleo analisados em Portugal apresentavam quilometragem adulterada, a percentagem mais elevada entre todos os tipos de combustível. Os carros a gasolina surgem em segundo lugar, com 3,6% dos casos a registar manipulação no conta-quilómetros.
Além da maior frequência, a fraude nos diesel tende a ser mais expressiva em termos de magnitude: em média, a quilometragem foi reduzida em cerca de 99.000 km, contra aproximadamente 74.000 km nos veículos a gasolina. A justificação é simples: os diesel costumam acumular mais quilómetros, tornando-os alvos mais apetecíveis para quem pretende inflar o seu valor de revenda.

Nos híbridos, a taxa de fraude desce para 2,6%, com uma redução média de cerca de 57.000 km. Os elétricos registam a percentagem mais baixa (1,9%), mas a adulteração média ronda ainda os 44.000 km.

As marcas mais afetadas

Entre os elétricos, a Opel lidera a lista de marcas com maior incidência de discrepâncias na quilometragem (4,3%), seguida da Renault (4,1%), BMW (3,2%), Peugeot (2%) e Smart (1,7%). No segmento dos híbridos, a Lexus surge no topo com 6,3% de casos detetados, à frente da BMW (4%), Volkswagen (3,7%), Toyota (3,5%) e Audi (3,3%).
Uma quilometragem elevada nos elétricos pode indiciar maior desgaste da bateria, com impacto direto na autonomia, o que leva alguns vendedores a manipular os registos para apresentar o veículo em melhor estado do que realmente se encontra.

Os dados reforçam que a adulteração de conta-quilómetros continua a ser uma prática transversal no mercado de usados, independentemente do tipo de motorização, e que dificilmente desaparecerá a curto prazo.


[Pela Estrada Fora]
№ 06

Mazda CX-6e estreia-se em Portugal

O novo Mazda CX-6e fez a sua estreia em Portugal no ECAR SHOW 2026, o salão do automóvel híbrido e elétrico que decorreu na FIL, em Lisboa, de 15 a 17 de maio.

Trata-se do segundo modelo 100% elétrico da Mazda a chegar à Europa, um SUV desportivo de médio segmento que combina a linguagem de design Kodo com a filosofia de condução Jinba Ittai, desenvolvido em colaboração com a parceira chinesa Changan Automobile e com design elaborado no centro de I&D da marca em Oberursel, na Alemanha.

Em termos mecânicos, o CX-6e dispõe de um motor elétrico de 190 kW (258 cv) e 290 Nm de binário, com tração traseira. A bateria LFP de 78 kWh permite uma autonomia até 484 km (WLTP) e aceita carregamento rápido DC até 165 kW, atingindo os 80% de carga em apenas 24 minutos. O consumo situa-se entre 18,9 e 19,4 kWh/100 km, com emissões nulas de CO2.
O interior é dominado por um ecrã tátil de 26 polegadas com layout dual split, reconhecimento de voz multilingue e controlo por gestos. A oferta divide-se em duas versões de equipamento, Takumi e Takumi Plus, ambas com conteúdos topo de gama. Em fase de pré-lançamento, e com uma campanha de desconto de 3.444 euros, os preços arrancam nos 41.543,55 euros para a Takumi e nos 44.543,55 euros para a Takumi Plus, a que acresce uma oferta de acessórios e cartão de carregamento. As condições estão em vigor até 30 de junho de 2026.

A chegada das primeiras unidades à rede de concessionários está prevista para este verão. Os interessados já podem configurar o seu CX-6e em mazda.pt. A garantia é de 6 anos ou 150.000 km para o veículo, e de 8 anos ou 160.000 km para a bateria de alta tensão, com capacidade mínima garantida de 70%.
No stand da Mazda no ECAR SHOW esteve também exposto o Mazda6e, a berlina elétrica que conquistou recentemente os títulos de Elétrico do Ano 2026 em Portugal e World Car Design of The Year 2026 a nível global.

[Pela Estrada Fora]
№ 07

Google volta a atormentar contas G Suite gratuitas

Vários utilizadores com contas G Suite antigas gratuitas, estão a queixar-se de estarem a ser forçados pela Google a mudarem para planos pagos - ou arriscarem-se a perder tudo.

Alguns utilizadores Google de longa data, com os planos G Suite Legacy Free Edition, estão a relatar que a Google está a classificar as suas contas gratuitas como sendo de uso comercial, obrigando-os a mudar para planos pagos do Google Workspace. Quem for identificado nesta situação poderá perder acesso a serviços como o Gmail, Drive, Calendar e Meet caso não apresente um recurso aceite ou não faça a transição para uma subscrição paga no prazo de 45 dias.

O G Suite Legacy Free Edition era o antigo serviço gratuito da Google para emails personalizados com domínio próprio, antes da chegada do Google Workspace. Apesar de a empresa ter terminado o acesso gratuito para novos utilizadores, milhões de contas existentes continuaram activas. Em 2022, a Google tentou mover estes utilizadores para planos pagos, mas acabou por recuar parcialmente e permitiu que contas pessoais e familiares continuassem gratuitas, desde que fossem usadas apenas para fins não comerciais.
Agora, vários utilizadores afirmam ter recebido avisos a indicar que as suas contas foram identificadas como sendo usadas para actividades comerciais, mesmo quando dizem utilizar os serviços apenas para fins pessoais, como partilha de conteúdos com familiares. Alguns dizem manter estas contas há quase 20 anos sem qualquer tipo de actividade comercial ligada aos respectivos domínios.

Para piorar, esta situação torna-se ainda mais frustrante devido ao suposto processo de recurso. Alguns utilizadores dizem que os pedidos de revisão são rejeitados automaticamente ou sem que seja dada qualquer explicação clara sobre os critérios usados pela Google. Do lado da Google, a posição é a de que está apenas a aplicar regras já existentes, reforçando que o G Suite Legacy Free Edition sempre foi destinado exclusivamente a utilização pessoal e não comercial. O que é certo é que não se antevê um futuro fácil (leia-se: sem pagar) para os utilizadores destes planos G Suite gratuitos que a Google, há muito, quer converter em planos Workspace pagos.

№ 08

Chromecast original deixa de funcionar?

Vários utilizadores estão a queixar-se que os seus Chromecast originais estão a deixar de funcionar, sem explicação, passados 13 anos.

O Chromecast original lançado pela Google em 2013 está a deixar de funcionar para alguns utilizadores, mais de uma década após a sua estreia. Nos últimos dias, têm surgido cada vez mais relatos de falhas no envio de conteúdos para televisores, com aplicações populares a deixarem de reconhecer o dispositivo como destino de transmissão. O problema parece afectar especificamente o Chromecast de primeira geração, um dos produtos de hardware mais bem-sucedidos da empresa.

Lançado com um preço de 35 dólares, o Chromecast simplificou a forma como as pessoas viam conteúdos na televisão, permitindo enviar vídeos e música directamente do smartphone ou computador com apenas um toque. O dispositivo teve grande sucesso e acabou por dar origem a novas gerações e à tecnologia Google Cast, que ainda hoje é amplamente utilizada. No entanto, o suporte oficial para este modelo terminou em 2023, altura em que a Google avisou que poderiam surgir perdas de desempenho ao longo do tempo.
Os relatos mais recentes indicam comportamentos estranhos, em que serviços como Spotify e Disney+ continuam a funcionar normalmente, enquanto plataformas como YouTube e HBO Max deixaram de detectar o Chromecast original. As falhas também variam de pessoa para pessoa, o que dificulta perceber a origem do problema. Durante os últimos anos já existiram problemas ocasionais, que acabaram por ser resolvidos, mas esta nova vaga de falhas parece ser mais generalizada.

Apesar da Google não ter confirmado oficialmente o fim total do Chromecast de primeira geração, tudo indica que o dispositivo está a aproximar-se do fim do seu ciclo de vida. Para muitos utilizadores, poderá estar a chegar o momento de dizer adeus a um dos gadgets mais marcantes da última década. Os modelos mais recentes, incluindo o Chromecast de segunda geração e o Chromecast Audio, continuam a funcionar... por agora.

№ 09

SSD WD_BLACK 2TB a €279

Quem quiser dar o salto para os SSDs de 7 GB/s pode optar pelos WD_BLACK SN850X, que suportam PCIe 4.0 e farão maravilhas por qualquer computador.

Nos últimos anos os discos / SSDs têm sido um dos factores mais limitativos do desempenho dos computadores, e é por isso que esta tem sido uma das áreas em que mais importa apostar. No caso de terem um computador com suporte para PCIe 4.0, nada como escolher um SSD capaz de tirar o máximo partido disso, como estes WD_BLACK SN850X 2TB, com velocidades de até 7.3 GB/s em leitura e 6.6 GB/s em escrita.
O WD_BLACK SN850X 2TB está disponível por 279 euros na Amazon Espanha. Também têm disponível a versão de 8 TB se precisarem de mais espaço.

Tendo em conta a recente tendência de aumento de preços, que já fez disparar o preço da memória RAM, teme-se que esse efeito também contagie os SSDs, cujo preço também já começou a aumentar. Como tal, se estiverem a considerar o upgrade, será aconselhável fazerem-no quanto antes, ou correm o risco de ter que aguardar mais um par de anos até que a situação se regularize - ou se arrisquem a pagar muito mais por isso. Daqui por meio ano poderá parecer loucura que se pudesse comprar um SSD de 8TB por menos de mil euros.

Nota quanto ao desempenho, para quem estiver a pensar usar um destes SSDs em motherboards mais antigas: no caso de os utilizarem numa motherboard apenas com PCIe 3.0, as velocidades cairão para valores na ordem dos 3.5 GB/s em leitura e em escrita. Velocidades respeitáveis, mas que ficam aquém das suas capacidades; pelo que o melhor será utilizá-los em motherboards que suportem M.2 PCIe 4.0.


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№ 10

Investigadores prometem memória laser ultra-rápida e eficiente

Investigadores dizem ter concebido uma memória magnética ultra-rápida e eficiente, que pode revolucionar por completo toda a indústria tecnológica no futuro.

Investigadores da Universidade de Tóquio desenvolveram um novo dispositivo de memória "spintrónica" que poderá abrir caminho para computadores e sistemas de inteligência artificial muito mais eficientes. A tecnologia experimental consegue alternar estados magnéticos em apenas 40 picossegundos, cerca de 1.000 vezes mais rápido do que as memória DRAM tradicionais, simultaneamente produzindo muito menos calor e consumindo menos energia. O avanço procura responder a um dos maiores desafios actuais do sector tecnológico: o enorme consumo energético e necessidades de refrigeração dos sistemas AI modernos.

O dispositivo utiliza um material antiferromagnético chamado manganês-estanho (Mn₃Sn), capaz de armazenar informação através de estados magnéticos em vez de carga eléctrica. Ao contrário da DRAM, que precisa de actualizar constantemente os dados para evitar perdas de informação, esta abordagem mantém os dados guardados mesmo sem alimentação eléctrica. Os cientistas conseguiram alterar o estado magnético usando impulsos eléctricos ultrarrápidos e também sinais gerados a partir de laser, criando um método que poderá aproximar a computação tradicional da computação óptica.
Grande parte do calor gerado pelos computadores actuais surge não apenas do processamento, mas dos movimento constante de dados entre memória, armazenamento e processadores. O problema tornou-se ainda mais crítico com o crescimento acelerado do processamento AI, onde enormes clusters de GPUs exigem quantidades cada vez maiores de energia e sistemas avançados de arrefecimento. A nova tecnologia poderá ajudar a inverter esta tendência.

Apesar do potencial, a tecnologia ainda está longe de chegar ao mercado. Actualmente apenas existem protótipos em laboratório, de grandes dimensões e sem possibilidade de utilização comercial. Questões como o custo de produção, durabilidade e compatibilidade com os processos de fabrico de chips continuam por resolver. Ainda assim, não deixa de ser uma "luz ao fundo do túnel" que mostra um potencial caminho para o futuro dos chips.

№ 11

Spotify Studio gera podcasts AI personalizados

O Spotify entra no campo do NotebookLM com nova funcionalidade que pode criar podcasts personalizados para cada utilizador.

O Spotify entrou na corrida da inteligência artificial com uma nova aplicação desktop chamada Studio by Spotify Labs, criada para gerar conteúdos áudio personalizados. A plataforma junta-se à tendência crescente de ligar serviços como email, calendário, documentos e notas, para criar resumos diários em formato texto ou podcast. A nova ferramenta também permite aos utilizadores explorar temas através da criação automática de podcasts alimentados por AI.

Uma das novidades mais importantes é a capacidade de adicionar contexto pessoal aos podcasts gerados. A aplicação inclui um agente AI capaz de navegar na web e utilizar informação pessoal para criar episódios mais adaptados a cada utilizador. Por exemplo, é possível pedir um resumo áudio diário baseado na agenda e emails ou até criar um guia personalizado para uma viagem, incluindo recomendações de restaurantes e sugestões de podcasts para ouvir durante o percurso.
Todos os podcasts criados ficam guardados na biblioteca do Spotify e sincronizados entre dispositivos, mas não são partilhados publicamente. A empresa alertou que esta versão ainda está em fase inicial de testes e que a AI pode gerar erros ou informações pouco fiáveis. O lançamento será feito ao longo das próximas semanas em mais de 20 países, mas apenas para utilizadores com idade igual ou superior a 18 anos.

Esta funcionalidade coloca o Spotify em concorrência direta com ferramentas já conhecidas no segmento dos podcasts gerados por AI - como o NotebookLM da Google. No entanto, é bem provável que o Spotify consiga vantagem, pois será mais fácil levar podcasts AI a utilizadores que já estão a usar um serviço de streaming de música, do que esperar que eles tenham curiosidade para ir espreitar tudo o que é possível fazer no NotebookLM. No entanto, o problema final acaba por ir dar ao mesmo: será que todas estas funcionalidades AI são economicamente viáveis para as empresas que as fornecem? O futuro o dirá.

№ 12

Figure termina live stream dos robots a trabalhar

Ao fim de 200 horas, a Figure deu por terminada a emissão em directo dos seus robots humanóides a trabalhar.

O evento que inicialmente planeava mostrar os robots a trabalhar durante um turno de 8 horas, e que foi expandido para as 24 horas, e depois para vários dias, chegou finalmente ao fim, após 200 horas de trabalho ininterrupto e quase 250 mil encomendas orientadas.

Embora, depois dos ajustes iniciais, o fundador da Figure, Brett Adcock, tivesse dito que a emissão iria prolongar-se até algum dos robots ter algum problema - ao fim de mais de 8 dias de emissão começou a ficar claro que isso poderia demorar bastante mais tempo do que se esperava - levando à definição das 200 horas como meta para o final do evento.

We just wrapped what began as an 8-hour challenge - and it ran for 200 hours without a failure

Shoutout to the team for the hardcore engineering behind F.03 and the robust Helix models powering it pic.twitter.com/ir47UasJOn

— Brett Adcock (@adcock_brett) May 22, 2026
Pelo meio, tivemos um dia com direito a competição robots vs humano, com um estagiário da Figure a ter sido posto à prova a fazer a mesma tarefa de orientação de encomendas - prova que acabou por vencer por margem muito reduzida, mas confessando que tinha ficado "todo partido" e que não desejava passar os dias a fazer aquilo.

Para a Figure, foi um evento bem sucedido, que mostrou os seus robots a fazer trabalho efectivo, sem grandes problemas, de forma ininterrupta.

№ 13

Xiaomi lança YU7 GT e reduz preço do modelo base

A Xiaomi lançou finalmente a versão mais desportiva YU7 GT com quase 1000 cv, acompanhado de uma redução de preço do modelo YU7 base.

A Xiaomi está a reforçar a ofensiva contra a Tesla com uma reformulação da gama YU7, apostando numa estratégia que combina preços mais competitivos e versões de alto desempenho para conquistar uma maior fatia do mercado dos veículos eléctricos.

A marca chinesa reorganizou completamente a gama YU7. O anterior modelo de entrada passa agora a chamar-se "Long Range Edition", lançando uma a nova versão "Standard Edition" que assume o papel de opção mais acessível, com preço inicial de apenas 27.700 euros. Esta alteração aumenta a diferença de preço face ao Tesla Model Y mais económico na China, tornando a proposta da Xiaomi mais apelativa.

O novo Xiaomi YU7 Standard Edition utiliza um único motor eléctrico montado no eixo traseiro, capaz de produzir 235 kW de potência, o equivalente a 315 cavalos. A alimentar o conjunto está uma bateria LFP de 73 kWh fornecida pela CATL, suportada por uma arquitectura eléctrica de 752V. Ao eliminar o segundo motor eléctrico, a Xiaomi conseguiu reduzir 115 kg no peso total do SUV, fixando-o nos 2.200 kg. Segundo o ciclo de homologação chinês CLTC, a autonomia atinge os 643 quilómetros, superando em 50 quilómetros o Tesla Model Y de tracção traseira, que apresenta uma autonomia oficial de 593 quilómetros. Apesar de ser a variante mais económica, o equipamento mantém características habitualmente reservadas a versões superiores. O SUV inclui suspensão pneumática inteligente de dupla câmara, amortecedores adaptativos, sensor LiDAR, plataforma de computação Nvidia, e funcionalidades avançadas de assistência à condução. Entre elas estão navegação assistida em autoestrada, apoio à condução urbana e estacionamento automático, tudo sem custos de subscrição.

Mas, o modelo que mais atrai as atenções é o novo YU7 GT, a versão de altas prestações criada para demonstrar a capacidade tecnológica da fabricante chinesa.
O YU7 GT mede 5.015 mm de comprimento, 2.007 mm de largura e 1.597 mm de altura, contando com uma distância entre eixos de 3 metros. O sistema motriz combina dois motores eléctricos, incluindo um novo motor da Xiaomi capaz de atingir 28.000 rotações por minuto. A potência total combinada chega aos 738 kW, cerca de 990 cavalos. Os números de desempenho colocam o YU7 GT entre os SUV eléctricos mais rápidos do mercado. O modelo acelera dos 0 aos 100 km/h em apenas 2,92 segundos e alcança uma velocidade máxima de 300 km/h.

Valores que já foram validados com a obtenção de um novo recorde no circuito de Nürburgring, com um tempo de 7 minutos e 22,755 segundos.

Esta versão GT utiliza uma arquitectura eléctrica de 897V e uma bateria de 101.7 kWh. Segundo a marca, consegue recuperar autonomia equivalente a 570 quilómetros em apenas 15 minutos de carregamento ultrarrápido. A autonomia total anunciada é de 705 quilómetros.
No interior, o foco está no luxo e conforto, com revestimentos em Alcantara, função de massagem em todos os bancos, vidros com isolamento acústico e um sistema de áudio com 25 altifalantes e cancelamento activo de ruído.

Apesar do CEO da marca ter alertado que o YU7 GT teria um preço elevado, este super-carro começa nuns irresistíveis 46.200 euros, existindo ainda um pack "GT Sports Kit" por mais 1.800 euros. A versão "full extras" com todas as opções possíveis custa 53.900 euros. Um preço que infelizmente não se deverá manter quando eventualmente começar a ser comercializado por cá.

Desde o lançamento inicial da família YU7, a Xiaomi já entregou 232 mil unidades e ultrapassou as 600 mil viaturas eléctricas vendidas em menos de dois anos de actividade automóvel. Com a nova estratégia a empresa pretende atingir o objectivo ambicioso de entregar 550 mil veículos eléctricos até ao final de 2026.

№ 14

SSD externo Crucial X10 2TB a €254

Ideal para transportar até 2 TB de dados de forma rápida e compacta, ou para ser usado em aplicações onde pens USB ou cartões de memória não sejam adequados, este SSD externo Crucial X10 apresenta-se como solução eficiente e económica.

Há situações onde uma pen USB ou cartão de memória servem para transferir ou armazenar dados; outros casos há onde será conveniente optar por um suporte mais fiável e / ou de maior velocidade. Este SSD externo Crucial X10 vem com ficha USB-C e está disponível com capacidades de 1 TB, 2 TB, 4 TB, 6 TB e 8TB, mediante as necessidades.
O SSD externo Crucial X10 de 2 TB está disponível por 254 euros na Amazon Espanha.

O seu maior destaque, a par do tamanho compacto, é a velocidade das transferências que pode atingir os 2.1 GB/s (o dobro da geração X9 anterior), acelerando consideravelmente o processo de transferência de centenas de gigabytes sem grande desespero. De resto, temos ainda o descanso adicional de ser um SSD que utiliza memórias flash da Micron, o que também serve para dar alguma confiança quanto à sua fiabilidade e longevidade.


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№ 15

Produtos da Semana

A nossa rubrica de Produtos da Semana agrupa uma lista de produtos e notícias que vamos compilando ao longo da semana e que achamos que será do interesse geral.

JBL lança novas PartyBox 330 e 130

A JBL apresentou as PartyBox 330 e PartyBox 130, a nova geração da sua icónica gama de colunas para festas. Os novos modelos introduzem melhorias ao nível do desempenho acústico e do design, com graves mais profundos e agudos mais definidos graças a woofers melhorados e a uma nova tecnologia de tweeter. O JBL AI Sound Boost com modo Smart EQ otimiza automaticamente a reprodução de áudio para diferentes conteúdos.

Novo formato, novo design, nova experiência

Duas novas colunas. Um visual distintivo. A mais arrojada linguagem de design da JBL até à data apresenta um novo perfil hexagonal que permite que a luz e o som fluam em torno da grelha frontal curva. O painel superior redesenhado integra um único comando rotativo que concentra todas as funções: volume, modos de áudio e efeitos de luz. Disponível em preto ou branco com detalhes em laranja, a nova geração PartyBox reflete visualmente a potência que entrega.

JBL PartyBox 330: Som potente, pensado para acompanhar o ritmo

A JBL PartyBox 330 oferece 280 W de potência total. Graves profundos são impulsionados por dois woofers de 6,5 polegadas, enquanto os agudos são reproduzidos com clareza através de dois tweeters de cúpula PEN: tecnologia de nível profissional utilizada nos sistemas JBL para grandes eventos, agora introduzida na gama PartyBox.

O novo design, com painéis laterais em efeito ondulado, inspirados em miniaturas de cornetas JBL, e um espetáculo de luz reinventado com sincronização ao ritmo da música, reforçam a componente visual da experiência sonora.

Até 18 horas de autonomia e carregamento rápido garantem reprodução prolongada, enquanto a bateria facilmente substituível* permite maior flexibilidade de utilização. A pega telescópica com bloqueio e as rodas largas todo-o-terreno permitem um transporte fácil.

Entradas duplas para microfone e guitarra permitem utilização em diferentes contextos. Para sessões de karaoke, a ligação pode ser feita através da entrada ótica para TV ou via USB-C para áudio sem perdas. Para eventos de maior dimensão, a tecnologia Auracast™ permite emparelhar várias colunas JBL, criando um sistema de som escalável.

JBL PartyBox 130: Energia de festa em formato portátil

Compacta, potente e portátil, a PartyBox 130 leva 200W de som lendário JBL a qualquer ambiente. Os woofers melhorados de 5,25 polegadas e os tweeters de cúpula em seda de 25 mm proporcionam graves intensos e agudos cristalinos. Um espetáculo de luz reinventado, com strobe nas extremidades e efeitos dinâmicos sincronizados com a música, cria a atmosfera ideal em qualquer lugar.

Até 15 horas de autonomia permitem utilização prolongada, com carregamento rápido que garante 80 minutos adicionais de reprodução com apenas 10 minutos de carga. A nova pega dobrável e ergonómica facilita o transporte, enquanto a certificação IPX4 resistente a salpicos protege contra derrames e imprevistos.

As JBL PartyBox 330 estarão disponíveis a partir de julho e a PartyBox 130 a partir de maio, em preto e branco, em JBL.com, por 599,99€ e 399,99€, respetivamente.

Principais características da JBL PartyBox 330:
  • 280 W RMS de potência total; dois woofers de 6,5”; dois tweeters de cúpula PEN de 25 mm
  • JBL AI Sound Boost com modo Smart EQ
  • Espetáculo de luz reinventado: efeitos ripple, strobes e iluminação dinâmica sincronizada com o ritmo
  • Painel superior redesenhado com comando central único e interface intuitiva para controlo de áudio e iluminação
  • Até 18 horas de autonomia; carregamento rápido (10 min = 2 h, em média); bateria substituível
  • Pega telescópica com bloqueio; rodas largas todo-o-terreno; certificação IPX4 resistente a salpicos
  • Entradas duplas para microfone e guitarra; preparado para karaoke; áudio sem perdas via USB-C; entrada ótica; entrada auxiliar 3,5 mm
  • Bluetooth 6.0 e conectividade multi-coluna Auracast™; aplicação JBL One para controlo total
  • Compatível com microfones JBL EasySing
  • Construída com 70% de plástico reciclado pós-consumo e ímanes de tweeter reciclados; embalagem certificada FSC com tinta à base de soja

Principais características da JBL PartyBox 130:
  • 200 W RMS de potência total; dois woofers de 5,25”; dois tweeters de cúpula em seda de 25 mm
  • JBL AI Sound Boost com modo Smart EQ
  • Espetáculo de luz redesenhado: iluminação strobe nas extremidades e efeitos vibrantes sincronizados com o ritmo
  • Até 15 horas de autonomia; carregamento rápido (10 min = 80 min, em média); bateria substituível
  • Painel superior redesenhado com comando central único e interface intuitiva para controlo de áudio e iluminação
  • Pega ergonómica dobrável redesenhada; certificação IPX4 resistente a salpicos
  • Entradas duplas para microfone e guitarra; preparado para karaoke; áudio sem perdas via USB-C; entrada ótica; entrada auxiliar 3,5 mm
  • Bluetooth 6.0 e conectividade multi-coluna Auracast™; aplicação JBL One para controlo total
  • Compatível com microfones JBL EasySing
  • Construída com 82% de plástico reciclado pós-consumo e ímanes de tweeter reciclados; embalagem certificada FSC com tinta à base de soja


DREAME anuncia série X60 Pro e CYBER X o robot aspirador que sobe escadas

A Dreame Technology anunciou o lançamento da nova série X60 Pro que vai ter lugar no seu evento oficial, marcado para 27 de maio. Esta série X60 Pro representa a linha de robots aspiradores mais potente e inteligente, que foi criada pela marca, até à data.

Baseada nas tecnologias já consolidadas da Dreame, a série X60 Pro inclui três modelos: X60 Pro Ultra Complete, X60 Pro Ultra Matrix e X60 Pro Master. Cada um deles concebidos para responder a diferentes necessidades dos utilizadores. Com funcionalidades avançadas de limpeza de superfícies planas e cantos, a série X60 Pro surge acompanhada pelo Cyber X, o primeiro robot aspirador biónico do mundo com sistema de subida de escadas através de quatro esteiras. Esta inovação permite limpar escadas e deslocar-se entre diferentes níveis da casa de forma autónoma.

X60 Pro Ultra Complete: Super Cover. Super Discover.

O Dreame X60 Pro Ultra Complete foi desenvolvido para oferecer uma limpeza de elevada precisão, cobrindo mais áreas e identificando mais sujidade, em toda a casa.

Braços Dual UltraExtend™ — o primeiro braço robótico de dupla articulação da Dreame
Como pioneira mundial na introdução das tecnologias MopExtend™ e SideReach™, a Dreame atualizou-as agora para a UltraExtend™ nesta série. A escova lateral pode estender-se até 12 cm e a almofada da mopa até 18 cm . Isto é possível graças ao braço robótico biónico de dupla articulação da Dreame — também uma novidade da marca.

Durante o funcionamento, a primeira articulação estende-se como o seu ombro. Em seguida, o braço oscilante de segundo nível estende-se para a frente como o seu antebraço. Esta inovação permite que o robô alcance rodapés, recantos de móveis, pernas de cadeiras e outros cantos apertados aos quais os aspiradores robóticos anteriores não conseguiam aceder, reduzindo drasticamente os pontos difíceis de alcançar e que ficavam por limpar.

Sistema AI OmniSight 3.0: Deteção Precisa, Resposta Inteligente
Equipado com o Sistema AI OmniSight 3.0, que consiste em duas câmaras AI de 120° e navegação Versalift, este robot consegue reconhecer mais de 320 tipos de objetos, detetar obstáculos tão pequenos quanto 10 mm e reagir em 0,1 segundos, mais rápido do que um ser humano. A sua luz azul proativa deteta manchas de líquidos transparentes, difíceis de distinguir tanto para os olhos humanos como para as gerações anteriores de robots, ativando um modo apenas de mopa para as limpar completamente.

PowerMaster: Até 1 000 m², sem interrupções
A tecnologia PowerMaster integrada no X60 Pro Ultra Complete inclui carregamento de alta velocidade de 11 A. Recupera 24 % da capacidade da bateria em apenas 5,5 minutos e permite limpar até 1 000 m² com uma única carga. A gestão inteligente da energia e a proteção de segurança da bateria em várias camadas garantem um funcionamento fiável e ininterrupto, proporcionando tranquilidade.

HyperStream Detangling DuoBrush 2.0 + Sucção de 42 000 Pa
Equipado com uma sucção Vormax de 42 000 Pa, um HyperStream Detangling DuoBrush 2.0 e um sistema Thermal Deep Mop de 280 RPM, este robot aspirador foi concebido para remover detritos incrustados e manchas difíceis numa única passagem. Proporcionando uma limpeza sem emaranhados e sem riscos em vários tipos de pavimentos, estabelece um novo padrão de referência para uma limpeza inteligente, sem esforço e de alto desempenho.

Outras funcionalidades incluídas:
  • Superação de obstáculos até 10 cm: O robot consegue ultrapassar soleiras de camada única até 5,2 cm e soleiras de camada dupla até 10 cm.
  • Sistema de mopa térmica profunda: Água a 100 °C enxagua as almofadas da mopa através de 20 bicos de pulverização na tábua de lavagem, garantindo uma limpeza profunda e remoção de bactérias. As almofadas térmicas de mudança de fase mantêm a temperatura acima dos 40 °C durante pelo menos 4 minutos de lavagem, juntamente com uma força de pressão de 15 N, combatendo a gordura e as manchas mais difíceis.

X60 Pro Ultra Matrix & X60 Pro Master

O X60 Pro Ultra Matrix e o X60 Pro Master partilham as mesmas funcionalidades avançadas do X60 Pro Ultra Complete, enquanto introduzem inovações adicionais.

O X60 Pro Ultra Matrix inclui a premiada base de troca de múltiplas mopas e um compartimento para três soluções, adaptando-se automaticamente a diferentes áreas com as mopas e a solução de limpeza adequada. Isto garante mopas específicas para zonas específicas e evita a contaminação cruzada. Tem capacidade para até três tipos de mopas, alternando consoante o tipo de divisão ou as necessidades de limpeza: mopa com cerdas de nylon para gordura na cozinha, mopa de esponja com retenção de água para casas de banho e mopas térmicas para outras divisões, mantendo uma temperatura constante para uma limpeza melhorada.

O X60 Pro Ultra Matrix está disponível nas versões padrão e vision. A versão vision apresenta um painel de base transparente e uma iluminação Soft Dot Matrix, com um design estético excecional que se integra elegantemente em casas modernas.

O X60 Pro Master é a versão com recarga e escoamento automáticos, eliminando a limpeza complicada após a utilização. Apresenta um design compacto – a estação de carregamento mede apenas 416 × 443 × 249 mm – mais pequena do que muitas torradeiras – pelo que se adapta facilmente a qualquer casa. É necessária instalação profissional.

Cyber X: Climb Beyond Limits
Após a sua estreia na IFA 2025, o Cyber X regressa agora com melhorias significativas e um lançamento oficial, para que a limpeza de escadas já não fique para trás. Para celebrar o lançamento, os primeiros 20 compradores da Série X60 Pro terão a oportunidade de ganhar um Cyber X gratuito, dando aos utilizadores selecionados a oportunidade de experimentar, em primeira mão, a solução de limpeza de espaços completos da Dreame.

Sistema Adaptativo de Subida de Escadas: Concebido para Vários Tipos de Escadas

Criado para uma mobilidade doméstica versátil, o seu sistema adaptativo de subida de escadas consegue lidar com vários designs de escadas, incluindo escadas em L, retas, em espiral e com degraus abertos. Consegue subir inclinações até 42° e funciona eficazmente em escadas alcatifadas. A altura máxima do primeiro degrau é de 30 cm, e consegue superar obstáculos até 35 cm.

Sistema biónico de subida de escadas com quatro esteiras: Estável, seguro e rápido

Equipado com um sistema biónico de subida de escadas com quatro esteiras, o Cyber X move-se a uma velocidade de 0,2 m/s e leva apenas 27 segundos para subir um degrau. As esteiras de borracha de nível industrial, uma estrutura anti-cisalhamento e um sistema de travagem triplo proporcionam uma forte aderência em qualquer tipo de piso, garantindo simultaneamente a segurança dos utilizadores, dos animais de estimação e da própria escadaria. O robot obteve certificações comerciais e de segurança. A sua estrutura de aterragem amortecida permite uma descida mais suave e delicada que não danifica os pisos.

Outras funcionalidades incluídas:
  • Bateria de 5 200 mAh: Com a sua bateria de 5 200 mAh, o Cyber X garante uma limpeza em vários pisos, em casas de maiores dimensões.
  • Visão 3D ToF independente para uma navegação mais eficiente: Esta tecnologia fornece dados 3D completos das escadas numa única varredura vertical ampla, garantindo a deteção precisa de cada degrau, borda, mudança de inclinação e localização de obstáculos.
  • Compatibilidade: O Cyber X integra-se perfeitamente com a Série X60 Pro através de módulos dedicados e compatíveis para subir escadas, com compatibilidade futura planeada para os próximos modelos de aspiradores robóticos Dreame.


ASUS anuncia a placa gráfica ProArt GeForce RTX 5090

A ASUS revelou a ProArt GeForce RTX 5090, uma placa gráfica concebida para oferecer desempenho de topo em IA (Inteligência Artificial) e criação de conteúdos num formato extremamente compacto de 2,5 slots. Desenvolvida para criadores profissionais, programadores de IA e entusiastas de PCs de formato compacto, esta placa combina a arquitetura NVIDIA Blackwell com soluções de arrefecimento inovadoras e funcionalidades orientadas para criadores. A nova ProArt GeForce RTX 5090 estará disponível brevemente em Portugal.

Libertar a criatividade da próxima geração com desempenho de IA

A ProArt GeForce RTX 5090 posiciona-se na linha da frente da criatividade e da aceleração por IA. O impressionante desempenho de 3352 TOPS de IA torna-a ideal para modelos de linguagem de grande dimensão e projetos complexos de criação de conteúdos, enquanto o DLSS 4.5 ajuda a proporcionar uma experiência de jogo premium em 4K. Com 32 GB de memória GDDR7, esta placa oferece ainda a maior capacidade de VRAM do mercado de placas gráficas de consumo, garantindo aos criadores a largura de banda de memória necessária para recursos em alta resolução e aplicações exigentes. O acesso ao conjunto completo de tecnologias NVIDIA RTX — incluindo Multi Frame Generation, Ray Reconstruction melhorado, Super Resolution e Reflex 2 com Frame Warp — assegura uma fidelidade visual e uma capacidade de resposta incomparáveis.

Arrefecimento potente num design fino e versátil

A ProArt GeForce RTX 5090 marca um novo patamar ao tornar-se a primeira placa RTX 5090 de 2,5 slots da ASUS. Este formato compacto é essencial para profissionais criativos que utilizam várias ranhuras de expansão ou constroem PCs de formato reduzido. A sua solução de arrefecimento inovadora inclui composto térmico de metal líquido no chip da GPU, uma câmara de vapor e uma placa traseira com dupla ventilação e zonas de fluxo contínuo. Além disso, as ventoinhas Axial-tech de 115 mm de maior dimensão melhoram ainda mais o fluxo de ar. Este design de fluxo duplo permite uma eficiência de arrefecimento aproximadamente 11% superior e um tamanho 27% mais reduzido em comparação com designs de fluxo simples, garantindo desempenho sustentado ao mais alto nível,mesmo sob cargas intensas.

As placas gráficas estarão disponíveis brevemente em Portugal:
PROART-RTX5090-O32G – MSRP: 3.989,99 €
PROART-RTX5090-32G – MSRP: 3.979,99 €


Xiaomi apresenta REDMI Watch 6

A Xiaomi apresentou o REDMI Watch 6, um smartwatch de última geração, concebido para elevar a experiência do utilizador, combinando um ecrã impressionante, funcionalidades avançadas de monitorização de saúde e uma autonomia líder no seu segmento. O REDMI Watch 6 estabelece um novo padrão nos ecrãs de wearables graças ao amplo ecrã AMOLED de 2,07 polegadas. Com uma relação ecrã/corpo de 82% e molduras ultrafinas de apenas 2 mm em todos os lados, proporciona uma experiência visual verdadeiramente envolvente. O brilho máximo de 2000 nits garante uma visibilidade nítida mesmo sob luz solar direta e a taxa de atualização de 60 Hz assegura uma navegação ainda mais fluída e responsiva.

Com uma estrutura em liga de alumínio de alta resistência, o novo relógio destaca-se pelo design ultrafino, com 9,9 mm de espessura e um peso de apenas 31 g (sem bracelete). O design versátil com dois botões, incluindo uma coroa rotativa premium em aço inoxidável, proporciona uma resposta tátil precisa.

Equipado com uma bateria de alta capacidade de 550 mAh, este smartwatch foi desenvolvido para acompanhar até os estilos de vida mais exigentes:
  • Modo Padrão: até 12 dias de autonomia;
  • Modo de Poupança de Energia: até 24 dias de utilização para viagens prolongadas;
  • Modo Always-On Display (AOD): até 7 dias de visualização contínua.
Para quem valoriza o desporto e a atividade física, o relógio suporta mais de 150 modos de treino, contando ainda com resistência à água de 5 ATM e deteção avançada da frequência cardíaca debaixo de água, tornando-o no companheiro ideal para a prática de natação.

Além das funcionalidades de fitness, o REDMI Watch 6 oferece uma monitorização abrangente e multidimensional das métricas de saúde, incluindo:
  • Monitorização da frequência cardíaca e dos níveis de oxigénio no sangue (SpO₂);
  • Monitorização científica do sono e dos níveis de stress;
  • Sensores integrados, incluindo sensores geomagnéticos, de luz ambiente e giroscópicos, para uma recolha de dados mais precisa.
Graças ao novo Xiaomi HyperOS, o REDMI Watch 6 oferece mais do que apenas notificações, incluindo Bluetooth® 5.4 para chamadas de telefone estáveis e controlo de música. Entre as funcionalidades inteligentes para o dia a dia, destacam-se:
  • Controlo remoto da câmara: permite tirar fotografias ou gravar vídeos no smartphone diretamente a partir do pulso;
  • Smart Home Link: permite controlar dispositivos IoT da Xiaomi e receber alertas em todo o ecossistema;
  • GNSS independente: posicionamento de banda dupla (L1) com suporte a cinco sistemas de navegação, para um acompanhamento preciso do percurso sem necessidade de utilizar o smartphone.
Quer em utilização normal, quer no modo Always-On Display, o dispositivo otimiza o consumo de energia, assegurando uma experiência de utilização inteligente e completa.

O REDMI Watch 6 está disponível em três cores: Obsidian Black, Silver Gray e Glacier Blue, com PVP de 99,99€.

№ 16

Xiaomi 17 Max chega com 200MP e 8000mAh

O mais recente Xiaomi 17 Max abdica do ecrã secundário traseiro mas melhora a câmara principal para 200MP e aposta numa bateria de 8000 mAh.

A Xiaomi apresentou o Xiaomi 17 Max, o quarto elemento da nova série Xiaomi 17. O modelo chega como alternativa menos extravagante ao Xiaomi 17 Pro Max, abandonando o ecrã traseiro secundário, mas adoptando uma câmara principal de 200 MP e uma enorme bateria de silício-carbono de 8.000 mAh.

Segundo a marca, o Xiaomi 17 Max consegue oferecer mais de dois dias de utilização normal com uma única carga. A bateria foi concebida para manter até 80% da capacidade original após 1.600 ciclos de carregamento, o equivalente a mais de quatro anos de utilização diária. O carregamento rápido suporta até 100W por cabo e 50W sem fios, estando ainda disponível carregamento inverso com fios até 22.5W para alimentar outros equipamentos.
O Xiaomi 17 Max vem com ecrã AMOLED de 6.9" com resolução de 2.608 × 1.200 píxeis a 120 Hz. O painel alcança um brilho máximo de 3.500 nits e integra uma câmara frontal de 32 MP num pequeno orifício central, além de um sensor ultrassónico de impressões digitais. No interior encontra-se o novo Snapdragon 8 Elite Gen 5 da Qualcomm, acompanhado por até 16 GB de memória LPDDR5X e armazenamento UFS 4.1 até 512 GB.

Na traseira destaca-se o sensor principal Samsung HP9 de 200 MP, equipado com estabilização ótica de imagem (OIS), abertura f/1.65 e capacidade para atingir 13,5 EV de alcance dinâmico. A acompanhar surge uma teleobjetiva de 50 MP com zoom óptico 3x e suporte para fotografia macro, bem como uma ultra grande angular de 50 MP equivalente a 17 mm.
O novo smartphone chega com HyperOS 3 baseado em Android 16 e conta com certificações IP68 e IP69 para resistência à água e poeiras.

O Xiaomi 17 Max estará disponível nas cores preto, branco e azul. Na China, a versão com 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento começa nos 609 euros, enquanto a configuração topo de gama com 16 GB e 512 GB sobe para os 735 euros.

№ 17

Modelo da OpenAI resolve problema matemático com 80 anos

Um novo modelo da OpenAI - que se assume ser o futuro GPT-5.6 - fez um avanço importante na área da matemática, superando um problema com quase 80 anos.

A OpenAI alcançou um marco histórico na inteligência artificial ao anunciar que um dos seus modelos internos de raciocínio conseguiu resolver autonomamente um problema matemático aberto há quase 80 anos, contrariando uma famosa conjectura proposta por Paul Erdős em 1946. O resultado representa a primeira vez que um modelo AI resolve sozinho um problema de investigação matemática relevante e central para uma área científica.

O problema em causa é conhecido como o "unit distance problem", uma questão clássica de geometria discreta que procura maximizar a disposição de pares de pontos a uma distância unitária quando se distribuem n pontos num plano. Durante décadas, a comunidade matemática acreditou que as construções baseadas em grelhas quadradas eram a melhor solução possível, como defendido pelo próprio Erdős. No entanto, o modelo da OpenAI conseguiu demonstrar que essa suposição estava errada, encontrando uma nova família de construções matemáticas que melhora os resultados conhecidos por uma margem significativa.


O mais surpreendente foi a forma como a descoberta aconteceu - a OpenAI disponibiliza um resumo da linha de raciocínio do modelo (link PDF), que se estente por mais de 100 páginas. Em vez de recorrer a abordagens tradicionais da geometria combinatória, o modelo ligou o problema a áreas diferentes da matemática, incluindo teoria algébrica dos números e outras, ferramentas que os especialistas não consideravam relevantes para este desafio. A prova produzida pela AI foi depois verificada por matemáticos independentes, incluindo especialistas de topo da área. O medalhado Fields Tim Gowers classificou o resultado como sendo um marco na matemática feita com AI.

A OpenAI sublinha que o modelo não escolheu o problema sozinho - a empresa definiu previamente os desafios matemáticos usados nos testes. Ainda assim, a própria prova e a estratégia surgiram de forma autónoma dentro do sistema de raciocínio do modelo, com o ponto adicional de se tratar de um modelo genérico que não foi criado especificamente para matemática nem treinado apenas para este problema. Este caso vem reacender as discussões sobre os críticos que acusam os modelos AI de serem simplesmente modelos "auto-complete" melhorados que apenas podem produzir coisas que já constam nos seus dados de treino, e aqueles que defendem que os modelos AI conseguem raciocinar coisas completamente novas.

№ 18

Tesla prepara tecto de vidro ventilado

Uma patente da Tesla revela que está a trabalhar num tecto panorâmico de vidro com capacidade de ventilação.

Os tectos panorâmicos em vidro nos automóveis tornaram-se numa das tendências da última década, mas com isso chegaram também problemas relacionados com a exposição solar acrescida e o aquecimento que isso provoca no habitáculo. Agora, uma patente da Tesla revela como a marca está a trabalhar num novo tecto panorâmico em vidro perfurado com integração directa no sistema de climatização, permitindo controlar melhor o calor solar e até reduzir o ruído dentro do veículo.

A solução utiliza uma estrutura de vidro de camada dupla. A parte exterior mantém um vidro tradicional para proteção, enquanto a camada interior inclui milhares de microperfurações distribuídas pela superfície. Entre ambas existe uma área que permite a circulação de ar.
Segundo a patente, ar frio, ou quente, pode circular entre as duas camadas e ser distribuído de forma uniforme através das perfurações do vidro interior. Isto permite criar uma barreira térmica junto ao vidro panorâmico, reduzindo o aquecimento provocado pela exposição solar. Actualmente, os fabricantes recorrem sobretudo a películas e tratamentos UV para minimizar este efeito, com algumas marcas a recorrerem também a vidro electromático que pode mudar o nivel de escurecimento.

A Tesla diz que este mesmo sistema também poderá trazer melhorias ao nível acústico. O design perfurado permite ajustar a absorção de frequências específicas de ruído, algo particularmente importante nos veículos eléctricos, onde a ausência do motor de combustão torna os ruídos aerodinâmicos e dos pneus mais percetíveis.

Se chegar aos modelos de produção, a solução poderá permitir interiores ainda mais minimalistas, reduzindo a necessidade de elementos visíveis de ventilação no habitáculo, com o ar frio a cair directamente do tecto, e evitando o habitual fenómeno do "tecto a escaldar" que é bem sentido por todos os que têm um carro com tejadilho em vidro, nos dias de sol.

№ 19

Carregador INIU Qi wireless 15W (2 unid) por €30

Os carregadores wireless permitem evitar o incómodo do meter-tirar cabos na rotina diária de recarregamento dos smartphones, e não é preciso fazer um grande investimento para tirar partido deles.

Ao longo da última década (ou até mais) lá nos resignamos a que os nossos smartphones não tenham a autonomia que se desejava que tivessem, e com isso ganhamos o hábito de os recarregar diariamente. Implicitamente, aceitamos também que fosse "normal" meter e tirar a ficha do cabo de carregamento, uma ou mais vezes por dia, dia após dia, semana após semana.

Se assumirmos que recarregam o smartphone em casa à noite, durante o dia no emprego, e também o ligam ao carregador enquanto conduzem, estamos a falar de meter e tirar fichas pelo menos quatro vezes por dia - num total de quase 1500 vezes por ano!
Este carregador INIU Qi 15W está disponível por 30 euros na Amazon Espanha - e não esquecer que se tratam de dois carregadores e não de um só.

Embora no início preferisse as bases de carregamento horizontais, posteriormente converti-me a estas inclinadas, que permitem que o smartphone fique numa posição mais útil, quer seja numa mesa de cabeceira ou em cima de uma secretária, e também minimizam o risco do smartphone deslizar para fora do sítio caso recebam alguma chamada ou notificação e ele comece a vibrar.

Para além de suportar carregamento rápido (Fast Charge) de 15 W estes suportes contam com bobinas duplas, pelo que podem recarregar um smartphone compatível Qi pousado tanto em orientação vertical como na horizontal. Contam até com o útil detalhe do brilho do LED indicador ter em conta se é dia ou noite, ficando mais brilhante de dia mas menos intenso à noite, para não se tornar incomodativo.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

№ 20

Análise ao Huawei Watch Fit 5

A Huawei lançou a nova geração Huawei Watch Fit 5 e Fit 5 Pro, alternativas para quem não quiser usar um smartwatch da série Watch GT.

A Huawei tem uma vasta série de smartwatches e wearables para todos os gostos e estilos. Isso inclui smartwatches com aspecto de relógio tradicional, e também wearables mais discretos. A gama Watch Fit fica posicionada algures pelo meio, o que pode tornar-se num factor de atracção para quem quer algo um pouco mais discreto mas mantendo o acesso a todas as funcionalidades avançadas.


O Huawei Watch Fit 5

O Watch Fit 5 vem com um ecrã AMOLED de 1.82" (480x408 pixels) com brilho máximo de 2500 nits que permite a sua fácil legibilidade no exterior, e com capacidade always-on. Temos toda a panóplia de sensores para tracking de actividades e desportos, incluindo capacidade de leitura de ECG, monitorização da rigidez arterial, e temperatura do corpo. A marca promete uma autonomia de até 10 dias, que fica mais em linha com os produtos estilos "smart band" do que os smartwatches considerados "completos", como Apple Watch e afins, que normalmente têm que ser recarregados diariamente de poucos em poucos dias.
A qualidade de construção é excelente, com um corpo de alumínio que conta com uma pequena tira colorida em redor do ecrã. Esta tira acaba por ser bastante discreta em modelos como o que foi testado (azul), mas torna-se num elemento mais vistoso no caso dos modelos mais coloridos (como o Fit 5 Pro em laranja). É algo que ficará ao critério de cada um, escolhendo aquele que melhor se adapta ao seu estilo.
O carregamento é totalmente wireless (evitando o uso de pinos expostos), mas poderá criticar-se que, para um produto de última geração, a base de carregamento ainda venha com um cabo USB-A.


Em funcionamento

Para quem nos acompanha e já leu as análises anteriores aos wearables mais recentes da Huawei, como o Watch GT6 Pro e GT Runner 2, não há grandes alterações. A interacção com o Huawei Watch Fit 5 é feito sem hesitações e de forma totalmente fluida - algo que fica mais que demonstrado quando, depois de o usar por alguns dias, se regressa a um smartwatch mais antigo, e imediatamente se fica frustrado com a sua "lentidão". E temos toda a série de elementos de tracking que os seus utilizadores esperam.
Um dos elementos diferentes face aos outros wearables da marca, é que no Watch Fit 5 temos um pequeno panda que serve como assistente pessoal "fofinho". Em vez dos tradicionais avisos de "está sentado há muito tempo", que facilmente podem ser descartados e ignorados, aqui torna-se mais difícil dizer que não ao simpático assistente, cujo comportamento também se vai ajustando em função da nossa actividade ao longo do dia. É algo que posso comprovar que acaba por ter o seu efeito, tendo sido o primeiro wearable que realmente me incentivou a "mexer" em vez de ignorar esses alertas. :)
Pelo lado negativo, temos a velha questão dos mostradores. O Watch Fit 5 vem com uma série de mostradores disponíveis, de estilos variados e configuráveis. No entanto, a loja da Huawei continua a disponibilizar muita mais variedade, e infelizmente quase todos os mostradores mais atractivos são mostradores que têm que ser comprados à parte. É uma questão que levantei junto da Huawei, e que a marca explica como sendo parte do seu desejo de criar um ecossistema saudável junto dos developers - que assim podem lucrar com o seu trabalho e ficam incentivados a criar mostradores de qualidade - mas que continuo a achar que não faz muito sentido. Ter os mostradores pagos faria sentido se se estivesse a falar de um wearable de 25 ou 50 euros; mas aqui estamos a falar de wearables que custam 200 ou 300 euros.


Apreciação final

Tendo recentemente testado os mais recentes smartwatches da marca, o Watch Fit 5 acaba por ser "mais do mesmo". A nível de funcionalidades acabamos por ter tudo aquilo que já temos nos Huawei Watch, mas com formato físico diferente. Tendo em conta que nos wearables a questão "estilo" acaba por ser um elemento de peso, faz todo o sentido que a Huawei disponibilize a maior variedade possível de formatos, para que tenha algo ao gosto de cada um.

Com um ecrã excelente e funcionamento fluido, não há nada de negativo a apontar, e temos acesso a tudo aquilo que se pode pedir num wearable - até mesmo e leitura de ECG. O único ponto contra acaba por ser o preço, que acaba por ser penalizado devido a tudo o isso: o Huawei Watch Fit 5 tem preços a começar nos 200 euros para a série base, e nos 300 euros para a gama Watch Fit 5 Pro (com ecrã de 1.92" mais brilhante e com vidro safira).

Mesmo com a penalização do preço, consegue ainda assim conquistar o nosso "escaldante", sendo que idealmente, poderá ser preferível aguardar um pouco e tentar esperar por promoções que façam reduzir o seu preço.

Huawei Watch Fit 5

Escaldante

Prós
  • Autonomia
  • Qualidade de construção
  • Ecrã luminoso com Always On

Contras
  • Preço
  • Insistência nos mostradores pagos


Huawei Watch Fit 5

Escaldante (5/5)