PlanetGeek

Apple apresenta iPhone 17e e iPad Air M4

03-03-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Em semana de lançamentos da Apple, ficamos a conhecer o novo iPhone 17e e iPad Air com chip M4.

iPhone 17e chega com A19, MagSafe e carregamento mais rápido


A Apple apresentou o novo iPhone 17e, equipado com o processador A19, suporte para MagSafe e melhorias no carregamento. O chip inclui um CPU e GPU capazes de oferecer até o dobro do desempenho face ao iPhone 11 (mas ligeiramente limitado face ao A19 usado nos iPhone 17), além de um Neural Engine de 16 núcleos otimizado para modelos generativos. O equipamento integra ainda o modem C1X, prometendo velocidades móveis até duas vezes superiores às do iPhone 16e. Na parte frontal, estreia o Ceramic Shield 2, com resistência a riscos até três vezes superior e menos reflexos.

Uma das principais novidades é o regresso do MagSafe, ausente na geração anterior. O iPhone 17e suporta carregamento sem fios até 15W com adaptador de 20W ou superior,. No carregamento com cabo, consegue atingir 50% de bateria em cerca de 30 minutos, mantendo a autonomia anunciada de até 26 horas. A bateria continua com 4.005 mAh, igual à geração anterior. Na fotografia, a câmara traseira recebe um Portrait mode melhorado, capaz de detetar automaticamente objetos e oferecer controlo avançado de foco e profundidade. Existem ainda alguns detalhes adicionais: apesar de usar o mesmo A19 da linha principal, esta versão conta com GPU de 4 núcleos em vez de 5.


O iPhone 17e passa também a ser eSIM-only em mais países, além dos Estados Unidos também o Canadá, México, Japão, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos dizem o adeus ao cartão SIM físico neste modelo.

Outro ponto de destaque, o modelo base passa de 128 GB para 256 GB, com um preço de 739 euros, enquanto o modelo de 512GB vai para os 939 euros. Está disponível em preto, branco e rosa suave, com pré-encomendas a arrancar a 4 de Março e chegada às lojas a 11 de Março.

iPad Air recebe chip M4, 12GB de RAM e WiFi 7


Além do iPhone 17e temos também um novo iPad Air com chip M4, que promete até 30% mais desempenho em multi-core face ao modelo anterior com M3. Mas, tal como no iPhone 17e, trata-se de um M4 menos potente que o usado nos iPad Pro, com CPU de 8 núcleos e GPU de 9 núcleos (em vez de 10 núcleos + 10 núcleos) e Neural Engine de 16 núcleos, além de um aumento na largura de banda de memória para 120GB/s. O tablet passa também a contar com 12GB de RAM, reforçando a sua posição como uma opção mais próxima do segmento Pro.

Outra actualização é a estreia do chip N1 no iPad Air, garantindo suporte para WiFi 7, Bluetooth 6 e Thread. Segundo a Apple, o N1 melhora o desempenho em redes 5GHz e torna funcionalidades como AirDrop e Personal Hotspot mais estáveis e rápidas. Nos modelos com ligação móvel, surge ainda o modem C1X desenvolvido pela própria marca, que oferece até 50% mais velocidade em 5G e LTE, consumindo menos energia do que a geração anterior com modem Qualcomm. No resto, o design mantém-se inalterado face à geração anterior. O iPad Air continua disponível em versões de 11" e 13", com ecrã LCD até 500 nits de brilho. Inclui câmara frontal de 12MP com Center Stage, câmara traseira de 12MP, botão com Touch ID, porta USB-C, colunas estéreo, dois microfones e suporte para Magic Keyboard e Apple Pencil Pro.


Os preços nos começam nos 679 euros para o modelo de 11" e 879 euros para o de 13". Vergonhosamente, e ao contrário do que fez no iPhone 17e, neste modelo a Apple continua a manter um patamar base com apenas 128GB, que se torna manifestamente inadequado para a era "AI", onde modelos locais podem facilmente ocupar dezenas e dezenas de GB. As opções de armazenamento são de 128GB, 256GB, 512GB e 1TB, e cores Azul, Roxo, Starlight e Space Gray. As pré-encomendas arrancam a 4 de Março, com disponibilidade marcada para 11 de Março.

TVs Samsung deixam de recolher dados no Texas sem consentimento

02-03-2026 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

A Samsung já chegou a acordo no Texas, prometendo não recolher dados dos utilizadores sem o seu consentimento.

A Samsung é a primeira empresa a chegar a acordo com o Estado do Texas a propósito do processo de recolha de dados de visualização nas suas smart TVs sem consentimento expresso dos utilizadores. O entendimento surge após uma acção judicial movida pelo procurador-geral do Texas, Ken Paxton, que acusou vários fabricantes de utilizarem tecnologia ACR (Automated Content Recognition) para monitorizar o que os consumidores estão a ver, sem autorização clara e informada.

Segundo o processo, a Samsung recorria ao ACR para captar imagens do ecrã das televisões e determinar os conteúdos reproduzidos, usando depois essa informação para publicidade direccionada. Um tribunal chegou a emitir uma ordem temporária para suspender a prática no Texas, ao considerar que existiam indícios de violação das leis de protecção do consumidor. Embora essa ordem tenha sido revogada no dia seguinte, o caso manteve-se ativo até agora. Como parte do acordo, a Samsung compromete-se a deixar de recolher ou processar dados ACR sem obter consentimento explícito dos utilizadores no Texas. A empresa terá ainda de actualizar os seus televisores para incluir avisos e ecrãs de consentimento mais claros e visíveis, garantindo que os consumidores compreendem que dados estão a ser recolhidos e para que finalidade.

Do lado da Samsung, a empresa mantém a posição de que nunca violou as leis existentes e insiste que os seus televisores não "espiam" os utilizadores, focando-se na questão de que os consumidores têm total controlo sobre as definições de privacidade. Obviamente, não se pronuncia sobre se essas opções são devidamente explícitas - já que a maioria delas está disfarçada de "serviços vantajosos" para o utilizador, sem indicação clara de que isso vem acompanhado de uma recolha massiva de dados. Outros fabricantes mencionados no processo, como a Sony, LG, Hisense e TCL Technology, ainda não anunciaram alterações semelhantes, mas é de esperar que sigam pelo mesmo caminho.

Qualcomm mostra chip WiFi 8 e promete 6G para 2029

02-03-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

A Qualcomm revelou um chip já preparado para o WiFi 8, e diz que terá chips 6G antes do final da década.

A Qualcomm chegou à MWC com uma série de anúncios focados no futuro da conectividade. A curto prazo, a empresa revelou dois novos chips: o modem X105 5G e a placa de rede FastConnect 8800. O X105 é o modem 5G de quinta geração da marca com processamento AI, prometendo melhor desempenho em diferentes cenários de utilização. Para os consumidores, a novidade mais relevante é o novo transceiver RF, que reduz o consumo energético em 30% face ao modelo anterior e ocupa menos 15% de espaço - algo que irá beneficiar os próximos smartphones com chips Snapdragon.

A pensar no futuro do WiFi, a Qualcomm apresentou o FastConnect 8800, que estará preparado para WiFi 8 (refira-se que o standard ainda não está finalizado). Mesmo quando o WiFi 7 ainda está a dar os primeiros passos no mercado, a empresa avança com uma solução que duplica as velocidades máximas face à geração anterior, mantendo o processo de fabrico em 6 nm. O novo design 4×4 da rádio promete até três vezes mais alcance em velocidades gigabit. O chip inclui ainda suporte para Bluetooth 7.0 e Bluetooth HDT (High Data Throughput), aumentando as velocidades de transferência até 7.5 Mbps, bem acima dos 2 Mbps do Bluetooth LE.
O FastConnect 8800 chega acompanhado por uma nova linha Dragonwing focada em IoT e mercado empresarial, também compatível com WiFi 8, com lançamento previsto para o final de 2026.

A mais longo prazo, a empresa anunciou uma coligação estratégica com parceiros da indústria para lançar redes 6G a nível global a partir de 2029. A Qualcomm pretende definir as especificações e normas do 6G até 2028, abrindo caminho para sistemas comerciais no ano seguinte. Segundo a marca, o 6G será "AI-native" e pensado para suportar conectividade avançada, sensores de larga escala e computação de alto desempenho. Mas, tudo isso ainda está a muitos anos de distância, e basta relembrar que mesmo nos dias de hoje ainda temos muitos locais sem/com rede 5G sofrível.

Xiaomi Smart Band 10 a €40

02-03-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

A Xiaomi Smart Band 10 é uma das smart bracelets mais desejadas, e pode ser encontrada a preço simpático.

A Xiaomi Smart Band 10 mantém o mesmo formato das gerações anteriores, vindo com um ecrã AMOLED maior, de 1.72", e mais luminoso, com 1500 nits, com modo Always On. Além das suas já bastante completas capacidades de tracking, inclui agora um sensor de 9 eixos para um tracking mais preciso de actividade e sono, além de contar também com um motor de vibração actualizado. A autonomia continua a ser um dos pontos fortes, com até 21 dias de uso típico e 9 dias com o ecrã sempre ligado. Vem com mais de 200 mostradores e tem resistência à água até 5 ATM.

De momento, podemos apanhar a Xiaomi Smart Band 10 por 40 euros na Amazon Espanha.

A Xiaomi anuncia uma autonomia de 21 dias de uso típico, que passam para cerca de uma semana com o ecrã em modo Always On. O carregamento é feito em apenas uma hora. Pode ser utilizada tanto em smartphones Android como iPhones, incluindo compatibilidade com o Strava, para além de outras apps. Também pode fazer a monitorização do sono.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

Xiaomi revela hipercarro Vision Gran Turismo

02-03-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

A Xiaomi revelou o Xiaomi Vision Gran Turismo, um hipercarro que por agora é puramente digital e destinado ao jogo Gran Turismo 7.

A par das muitas apresentações que fez no MWC 2026, a Xiaomi tinha também um pequeno brinde para os fãs que aguardam pela chegada dos seus carros (reais) à Europa.

O Xiaomi Vision Gran Turismo é um hipercarro digital criado para o jogo Gran Turismo 7. O modelo marca a estreia da marca no Vision Gran Turismo Project, tornando-a na primeira empresa tecnológica a juntar-se a esta iniciativa normalmente reservada a fabricantes automóveis (embora se possa dizer que a Xiaomi também já faz parte desse grupo). Depois do sucesso dos seus eléctricos SU7 e YU7, a Xiaomi quer mostrar o que consegue fazer no universo digital.

Apesar de existir apenas no jogo, o Vision Gran Turismo foi desenvolvido como se fosse um carro real. A equipa de design apostou numa filosofia ultra aerodinâmica, criando uma silhueta em forma de gota vista de cima, com de entradas e saídas de ar para maximizar a eficiência aerodinâmica.



O modelo introduz ainda tecnologias como o Active Wake Control System e jantes especiais "Accretion Rims" para gerir o fluxo de ar junto às rodas. Até as luzes traseiras em formato halo funcionam como saída de ar para melhorar o arrefecimento e a estabilidade.

No interior, a abordagem é tudo menos tradicional. Em vez de um cockpit típico de competição, a Xiaomi criou o conceito "Sofa Racer", com um habitáculo em formato envolvente que parece mais uma sala lounge do que um carro de corrida. O sistema Xiaomi Pulse utiliza luz e som para interagir com o condutor e adaptar o ambiente ao seu estado de espírito, integrando-se no ecossistema inteligente da marca. O projeto surge após o sucesso do Xiaomi SU7 Ultra em Nürburgring e reforça a ambição da empresa em competir com marcas históricas no segmento dos super-carros - mesmo que, para já, apenas de forma virtual.

Pelo andar das coisas, ainda nos arriscamos a ver este hipercarro tornar-se realidade antes do prometido novo Tesla Roadster.

Claude ganha importação de memória de outros assistentes AI

02-03-2026 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

A Anthropic está a facilitar a vida a quem quiser mudar de outro chatbot AI para o Claude, com a importação de memória.

Aproveitando a polémica em curso de se ter recusado a disponibilizar os seus modelos AI para fins de espionagem dos cidadãos dos EUA e guerra - que a OpenAI acabou por aceitar - e que tem feito com que alguns utilizadores abandonem o ChatGPT e se mudem para o Claude, a Anthropic anunciou a nova funcionalidade de importação de memória.

Na prática, esta função não é nenhuma coisa "complicada", sendo apenas um prompt que o utilizador deve usar no seu chatbot AI actual, e que lhe pede a compilação de toda a informação que tem sobre si, e que de seguida poderá ser dada ao Claude (ou, na verdade, a qualquer outro serviço AI).

O prompt é:
"I'm moving to another service and need to export my data. List every memory you have stored about me, as well as any context you've learned about me from past conversations. Output everything in a single code block so I can easily copy it."


No passado já vimos este tipo de coisa aplicado a outras coisas, como serviços de armazenamento na cloud, ou até o processo de transferência de dados entre iPhones e Androids (e vice-versa). Este tipo de coisa acaba por se tornar indispensável e dá liberdade aos utilizadores para poderem mudar entre serviços concorrentes sem que fiquem "presos" a um serviço específico. Afinal, há que relembrar, por muito útil que os serviços AI sejam, e por mais que esses serviços se tentem aproveitar dos dados dos utilizadores, esses dados devem continuar a ficar sob o controlo de cada utilizador, para que os possa levar para onde quiser.

Kohler Anthem EvoCycle é um chuveiro com reaproveitamento de água

02-03-2026 | 13:22 | A Minha Alegre Casinha

Para os fãs da eficiência, a Kohler criou o chuveiro Anthem EvoCycle, capaz de reaproveitar a água usada para o duche.

A Kohler apresentou o Anthem EvoCycle, um sistema de duche inteligente que promete reduzir o consumo de água até 80% - sem recorrer a chuveiros de baixo caudal. Em vez disso, a solução reutiliza a água já usada, filtrando-a e reenviando-a para o chuveiro através de um sistema de recirculação instalado na base.

O sistema funciona em dois modos. No modo standard apenas é utilizada água limpa, assegurando que isso continua a poder ser feito. Ao se activar o "Cycle Mode", o sistema tira partido da água recolhida num reservatório integrado na base do duche, que passa por um circuito fechado de filtragem, e é misturada com a água limpa enviada para o chuveiro. Além de poupar água, a solução pode também reduzir o consumo energético, já que diminui a necessidade de aquecer constantemente nova água.
O EvoCycle liga-se à aplicação móvel da Kohler, permitindo acompanhar os níveis de poupança e activar um modo de auto-limpeza.

No entanto, a instalação não é simples. O sistema precisa de ligação eléctrica para alimentar a bomba e o controlador, além de exigir um corte no chão com cerca de 11 centímetros de profundidade para acomodar o reservatório e bomba. Mas o maior entrave será mesmo o preço, que pode passar os 6 mil euros quando se contabiliza o sistema base e os acessórios necessários.

Xiaomi prolonga actualizações HyperOS para 5 anos

02-03-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

A Xiaomi está a prolongar o suporte dos seus modelos topo de gama, abrangendo também os Poco e Redmi, até cinco anos.

stá a dar um passo importante no universo Android ao prolongar o período de suporte de software em vários dos seus smartphones topo de gama. A empresa confirmou que diversos modelos das marcas Xiaomi, POCO e REDMI passam a contar com até cinco anos de actualizações de segurança, aproximando-se das marcas com maior longevidade nas actualizações.

Com esta decisão, os utilizadores poderão manter os seus equipamentos protegidos contra novas vulnerabilidades durante muito mais tempo. Na prática, isto traduz-se em maior segurança no dia a dia, melhor fiabilidade a longo prazo e até maior valor de revenda.

Device Release Date EOL Date Remaining Lifespan
Redmi Pad 2 2025-06 2032-06-15 6 Years 3 Months
Redmi Pad 2 4G 2025-06 2032-06-15 6 Years 3 Months
Xiaomi 17 2025-02-28 2032-02-28 5 Years 11 Months
Leica Leitzphone 2025-02-28 2032-02-28 5 Years 11 Months
Xiaomi 17 Ultra 2025-02-28 2032-02-28 5 Years 11 Months
Redmi Note 15 Pro / Pro 5G / Pro+ 5G 2026-01-15 2032-01-15 5 Years 10 Months
Redmi Note 15 / 15 5G 2026-01-15 2032-01-15 5 Years 10 Months
POCO M8 5G / Pro 5G 2026-01-08 2032-01-08 5 Years 10 Months
POCO F8 Ultra / F8 Pro 2025-11-26 2031-11-26 5 Years 8 Months
Redmi 15C 5G 2025-09-30 2031-09-30 5 Years 6 Months
Xiaomi 15T / 15T Pro 2025-09-24 2031-09-24 5 Years 6 Months
POCO C85 / Redmi 15C 2025-08-28 2031-08-28 5 Years 5 Months
POCO M7 2025-08-19 2031-08-19 5 Years 5 Months
POCO F7 2025-06-24 2031-06-24 5 Years 3 Months
POCO F7 Pro / Ultra 2025-03-27 2031-03-27 5 Years
Xiaomi Pad 7 2025-03 March 2031 5 Years
Xiaomi 15 Ultra / 15 2025-03-02 2031-03-01 5 Years
Redmi Note 14 2025-01-10 2031-03-01 5 Years
Xiaomi 14T / 14T Pro 2024-09-26 2029-09-26 3 Years 6 Months
Redmi 15 2025-09-22 2029-09-22 3 Years 6 Months
Redmi Pad 2 Pro / Pro 5G 2024-09-22 2029-09-22 3 Years 6 Months
POCO Pad M1 2024-09-22 2029-09-22 3 Years 6 Months
Redmi 15 5G 2025-08 2029-08-01 3 Years 5 Months
Xiaomi MIX Flip 2024-09-26 2029-07-18 3 Years 4 Months
REDMI A5 2025-05-19 2029-04-30 3 Years 1 Month
Xiaomi Pad 7 Pro 2025-03 March 2029 3 Years
Xiaomi 14 Ultra 2024-03-15 2029-03-15 3 Years
Xiaomi 14 2024-02-25 2029-02-25 2 Years 11 Months
POCO M7 Pro 5G 2025-04-07 2029-01-09 2 Years 10 Months
Xiaomi 13T / 13T Pro 2023-10-04 2028-10-04 2 Years 7 Months
Redmi 14C / POCO C75 2024-10-10 2028-09-26 2 Years 6 Months
Xiaomi 13 Ultra 2023-06-12 2028-06-12 2 Years 3 Months
Xiaomi 13 / 13 Pro 2023-03-08 2028-03-08 2 Years
Redmi Note 13 Series 2024-01-15 2028-01-15 1 Year 10 Months
Redmi 12 2023-06-16 2027-06-16 1 Year 3 Months
Xiaomi 13 Lite 2023-03-02 2027-03-02 1 Year
Xiaomi 12T / 12T Pro 2022-10-13 2026-10-13 7 Months
Redmi Note 12 5G 2023-03-23 2026-03-23 23 days
Xiaomi 12 / 12 Pro 2022-03-17 2026-03-17 17 days
Redmi 12C 2023-03-10 2026-03-10 10 days

Cinco anos de actualizações representam um compromisso relevante no mundo Android, reduzindo a necessidade de trocar de equipamento apenas por ter deixado de receber actualizações de segurança.

Honor lança Robot Phone

02-03-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A Honor apresentou o Robot Phone no MWC 2026, com a grande surpresa de ser um smartphone que irá mesmo ser comercializado.

Depois de o ter mostrado há alguns meses - e tal como tinha prometido na altura - a Honor aproveitou o MWC 2026 para mostrar e dar mais detalhes sobre o seu curioso Robot Phone.

Este é um smartphone cujo elemento de destaque vai para um sistema de câmara gimbal de 4-eixos, idêntico ao dos estabilizadores de câmaras, mas que aqui surge em formato miniaturizado e que se pode esconder dentro do própri smartphone. No entanto, em vez de aposta apenas no sistema como forma de estabilizar o vídeo, a Honor optou por o usar como forma de dar personalidade ao seu smartphone, ao estilo de um mini Wall-E.


Ou seja, o Robot Phone pode espreitar o mundo em seu redor e reagir em conformidade, com movimentos que transmitem emoções. Mas, claro, também temos as funcionalidades práticas, como a capacidade para seguir o rosto do utilizador durante videochamadas, etc.

A grande surpresa é que este Honor Robot Phone vai mesmo ser comercializado, ainda este ano, não se limitando a ser um dos (muitos) protótipos que são mostrados mas que nunca têm oportunidade de chegar à mão dos consumidores. Mas, por agora ainda não se sabe o preço, nem se irá ser disponibilizado fora da China.

Estabilizador gimbal DJI Osmo Mobile 7 a €76

02-03-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Os smartphones têm feitos avanços incríveis em termos de qualidade das câmaras, mas por vezes nada substitui uma ajuda externa como a que é providenciada por um sistema de estabilização de 3-eixos.

Os estabilizadores "gimbal" de 3-eixos eram o tipo de produto que, durante muito (muito) tempo, estavam apenas disponíveis para profissionais e com preços exorbitantes. Felizmente, nos últimos anos têm descido consideravelmente de preço, ao ponto de agora poderemos ter um estabilizador de 3-eixos para smartphone a um preço bastante acessível.


Este estabilizador gimbal DJI Osmo Mobile 7 de 3-eixos para smartphone está disponível por 76 euros na Amazon Espanha.

Para quem ainda não tiver visto estes estabilizadores em funcionamento, o efeito parece quase magia, pois permitem manter o smartphone estabilizado por mais que se "abane" a mão. As diferenças na gravação de vídeo são dramáticas, e não é preciso muito tempo para se dominarem os diferentes modos de funcionamento (full-lock, semi-lock, follow mode) para captarem as imagens pretendidas em função das necessidades.

O estabilizador conta com um mini-tripé, para que possa ser pousado em qualquer superfície, e tem também a vantagem de poder ser dobrado sobre si mesmo para ficar com um tamanho compacto que facilita o transporte. É até possível utilizá-lo para automatizar a captura de imagens panorâmicas, em time-lapse, seguimento de pessoas, etc. Depois de verem as diferenças nas filmagens, nunca mais vão querer gravar vídeos sem ele.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

Tecno mostra smartphone modular ultra fino no MWC

02-03-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A Tecno recuperou a ideia de um smartphone modular com peças de encaixe no MWC 2026, embora seja apenas um protótipo sem planos concretos de comercialização.

Repescando uma ideia que foi explorada há alguns anos por diversos fabricantes (lembram-se do Project Ara da Google) - mas que nunca se materializou em produtos reais - a Tecno revelou o Tecno Modular Phone no MWC 2026, um protóripo de um smartphone modular com design ultra fino.

Baseado na nova Modular Magnetic Interconnection Technology da marca, o objectivo é permitir que utilizador simplesmente encaixe módulos diferentes conforme as necessidades. Para já, trata-se de uma plataforma de demonstração tecnológica e não de um produto final.

Existem duas versões do conceito: a Atom Edition, com acabamento em prateado e vermelho, e a Moda Edition, em cinzento escuro e dourado. Ambas têm apenas 4,9 mm de espessura, tornando-se ainda mais finas do que o Tecno Spark Slim. Na traseira, um conjunto magnético mantém os módulos firmemente fixos. Ao contrário do MagSafe da Apple, a Tecno utiliza pinos físicos (pogo pins) para alimentação eléctrica, garantindo maior eficiência e menor aquecimento face ao carregamento sem fios.
Entre os módulos apresentados destaca-se uma Power Bank com 4,5 mm de espessura, capaz de duplicar a autonomia mantendo o conjunto relativamente fino. A transmissão de dados é feita sem fios: Bluetooth para acessórios simples como um comando ou bateria extra, e WiFi ou até mmWave para módulos mais exigentes, como uma Action Camera ou uma Telephoto Lens, que necessitam transmitir imagem em tempo real com baixa latência.

Curiosamente, a Atom Edition inclui apenas um conjunto de conectores de energia, enquanto a Moda Edition conta com dois, sugerindo diferentes possibilidades de expansão. Alguns módulos ocupam toda a traseira, o que limita a utilização simultânea. Para já, trata-se apenas de um protótipo, mas se chegar à fase comercial e ganhar adesão, a Tecno poderá abrir o ecossistema a outros fabricantes.

Xiaomi Pad 8 chega à Europa

02-03-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Depois do lançamento na China, a Xiaomi faz chegar a família Xiaomi Pad 8 e Pad 8 Pro à Europa, com preços a começar nos 449 euros.

O Xiaomi Pad 8 Pro está a chegar a mais mercados alguns meses depois da estreia na China, e apresenta-se mais fino do que nunca. Com apenas 5,8 mm de espessura e 485 gramas, é 0,4 mm mais fino e 15 gramas mais leve do que o modelo anterior. Pode parecer uma diferença pequena, mas ao longo das gerações estas melhorias acumulam-se - especialmente tendo em conta que a maioria das pessoas utiliza tablets com capa. Apesar do corpo mais fino, não há compromissos na autonomia: inclui agora uma bateria de 9.200 mAh, com suporte para carregamento rápido de 67W e carregamento reverso de 22,5W.

A produtividade é uma das grandes apostas deste modelo. O Focus Keyboard opcional apresenta um design com dobradiça flutuante que aproxima a experiência da de um portátil, permitindo ajustar facilmente o ângulo e incluindo touchpad integrado. O tablet melhora também os modos de ecrã dividido, com novas opções 5:5 e 9:1, enquanto o Workstation Mode permite adicionar mais aplicações à Dock inferior. O browser suporta separadores, clique com o botão direito e pré-visualizações ao passar o rato, tornando-o mais prático de usar. Já a nova Focus Pen Pro abandona os botões físicos, basta apertar a caneta para aceder a atalhos rápidos.
O ecrã continua a ser um dos pontos fortes. O Pad 8 Pro integra um painel LCD de 11,2" no formato 3:2, com resolução de 3.200 x 2.136 píxeis e taxa de atualização de 144Hz. Suporta Dolby Vision e Adaptive HDR, podendo atingir até 800 nits de brilho. No áudio, conta com quatro colunas compatíveis com Dolby Atmos, além de suporte para Hi-Res e Hi-Res Wireless Audio para quem prefere auscultadores.

No desempenho, o salto é significativo graças ao Snapdragon 8 Elite, que oferece ganhos claros face à geração anterior. A marca indica que o CPU é até 81% mais rápido, o GPU mais do que duplica o desempenho e os resultados em benchmarks sobem de forma expressiva. O tablet pode ser configurado com até 12GB de RAM e 512GB de armazenamento, recorrendo a LPDDR5T e UFS 4.1 nas versões superiores. Inclui ainda leitor de impressões digitais lateral, câmara traseira de 50MP e câmara frontal ultra grande angular de 32MP, ideal para videochamadas com melhor enquadramento.
Os preços começam nos 449.90 euros para o Xiaomi Pad 8, enquanto o Xiaomi Pad 8 Pro começa nos 559.90 euros para a versão normal e nos 769.90 euros para a versão com ecrã com vidro mate. A Xiaomi Focus Pen Pro custa 99.90 euros.

Windows 11 combina botão de rede e volume

01-03-2026 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

A Microsoft decidiu combinar os botões de volume e rede na barra de tarefas do Windows 11.

A MS tinha dito que iria ouvir os utilizadores e focar-se na melhoria do Windows 11, mas parece que a sua interpretação de "melhorias" não coincide com a da maioria dos utilizadores.

Com as mais recentes actualizações, o Windows 11 passou a combinar o botão do volume e de definições de rede que aparecem no system tray - uma opção que se pode considerar incompreensível, já que não faz qualquer sentido combinar elementos que nada têm em comum: ajustes de som, com ajustes de definições de rede.
Poderia argumentar-se que o objectivo seria poupar espaço, mas isso não explica esta alteração, já que a área ocupada continua a ser a mesma, com os dois ícones visíveis.

Para tornar as coisas ainda mais inexplicáveis, embora o novo elemento tenha combinado os dois icones num só botão, as acções do botão direito do rato continuam a ser diferenciadas dependendo de se clicar sobre o icon de volume (dando acesso às definições de volume) ou sobre o icon da rede (com acesso às definições da rede). Ou seja, não há mesmo qualquer lógica para esta tentativa de combinação de funções.

Enfim, um destes dias toda a barra de tarefas passa a ser um botão único, que faz surgir uma aberração como a página "Discover" no extremo esquerdo da barra do sistema, com tudo amontoado numa coisa que só se abre por acidente (caso não se tenham dado ao trabalho de a desactivar por completo e passado o "Start / Pesquisa" para o lado esquerdo.

Nos bastidores do backdoor que podia ter destruído a internet

01-03-2026 | 18:30 | Aberto até de Madrugada

O caso do backdoor que podia ter infectado milhões de sistemas em todo o mundo, e que foi apanhado por acidente devido a um atraso de 500 ms.

O canal Veritasium faz mais uma excelente exposição, desta vez do caso do backdoor na biblioteca de compressão xz que ocorreu em 2024 - e que, se tivesse passado indetectado, teria criado uma porta aberta para milhões de sistemas críticos em todo o mundo; o tipo de coisa que mais parece saído de uma história de um filme de hackers e espiões.

Agora sabe-se que se tratou de um projecto cuidadosamente planeado ao longo de vários anos, com o propósito de atingir esse objectivo usando um pequeno projecto mantido por uma só pessoa. No processo, passamos também pelas origem do software livre, do Linux, e também da compressão por trás dos ficheiros ZIP.


Felizmente, neste caso foi também uma única pessoa que, "chateada" com o facto da versão infectada atrasar um processo em cerca de meio segundo, decidiu investigar o que se passava e desmascarar toda a operação antes que tivesse tido oportunidade de chegar "a todo o mundo".

Quanto a como as coisas poderiam ter resultado caso este backdoor não tivesse sido detectado, fica algo que poderá continuar a ser explorado em filmes e séries... sem que fique invalidada a possibilidade de (quase seguramente) existirem outros backdoors actualmente em actividade, que ainda não foram descobertos.

Anthropic acusa empresas AI chinesas de "copiarem" o Claude

01-03-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

A Anthropic acusa várias empresas de AI chinesas de copiarem o Claude usando milhares de contas falsas.

A Anthropic está a acusar três empresas chinesas - DeepSeek, Moonshot AI e MiniMax - de criarem mais de 24 mil contas falsas para extrair conhecimento do seu modelo Claude. Segundo a empresa, foram feitas mais de 16 milhões de interacções com o objectivo de melhorar os próprios modelos através de uma técnica conhecida como "distillation".

A distillation é um método comum para treinar versões mais pequenas e eficientes de modelos AI, mas pode também ser usada para replicar capacidades de concorrentes. A Anthropic diz que os ataques visaram funcionalidades diferenciadoras do Claude, como raciocínio agentic, uso de ferramentas, e programação. No caso da MiniMax, a empresa diz ter assistido a um uso substancial de tráfego para inspeccionar capacidades do modelo mais recente logo após o seu lançamento. Além da concorrência tecnológica, a Anthropic levanta preocupações de segurança nacional, e apela a uma resposta coordenada entre indústria, fornecedores cloud e decisores políticos.

Mas, isto surge numa altura em que a Anthropic tem muitas outras coisas em cima da mesa. Por um lado, a própria Anthropic enfrenta acusações de ter usado uma imensa quantidade de conteúdo "ilegal/roubado" para treinar os seus modelos. E, nos últimos dias, viu-se no centro de nova polémica ao recusar que os seus modelos AI fossem usados pelos serviços militares dos EUA para "matar pessoas" - algo que despoletou a tradicional resposta da administração Trump, que por um lado ameaçou classificar a empresa como hostil e de risco para a segurança nacional, e por outro lado ameaçou apoderar-se da sua tecnologia à força, invocando esses mesmos motivos de segurança nacional.

Entretanto, as atenções voltaram-se para a OpenAI, que começou por dizer que estava solidária com a Anthropic por se manter fiel aos seus princípios de não se usar AI para matar pessoas; para pouco depois dizer que afinal chegou a acordo com as ditas entidades para disponibilizar os seus modelos AI (dizendo que assegurou que os modelos AI nunca teriam decisão final para matar humanos, e que isso seria sempre responsabilidade de uma pessoa real).

Google Photos prepara atalho para pastas locais

01-03-2026 | 14:30 | Aberto até de Madrugada

O Google Photos para Android vai facilitar o acesso às pastas locais no dispositivo.

A Google está a lançar uma pequena, mas útil, melhoria no Google Photos para Android, passando a incluir um atalho directo para as pastas locais. O novo atalho surge com um icon de pasta na barra superior da app, ao lado do botão "+" e do sino de notificações.

Ao tocar nesse ícone, o utilizador é levado directamente para a secção "No dispositivo" (On this device), onde estão listadas pastas como Screenshots, Quick Share, vídeos, e outras imagens guardadas localmente. Até agora, era necessário ir ao separador "Coleções" e depois abrir esse agrupamento manualmente.
O novo atalho está disponível em todos os quatro separadores da app, tornando o acesso às pastas locais muito mais rápido. Ainda assim, isto começar a fazer com que a barra superior comece a ficar algo sobrecarregada, especialmente com o indicador permanente de backup também visível; pelo que é provavél que, em breve, se assistam a mais alterações neste elemento.

A funcionalidade está a ser distribuída com a versão 7.64 do Google Photos para Android, mas a sua activação parece estar a ser feita de forma faseada, não aparecendo ainda para todos os utilizadores.

Android 17 poderá tratar do PIN do cartão SIM automaticamente

01-03-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

O Android 17 poderá facilitar a vida aos utilizadores que estiverem fartos de introduzir o código PIN do cartão SIM quando reiniciam o smartphone.

A Google está a preparar uma alteração no Android 17 que pode evitar a "chatice" de reintroduzir o código PIN do cartão. A novidade foi descoberta na versão beta 2 do sistema e aponta para um novo mecanismo de desbloqueio automático do SIM no arranque do smartphone.

O SIM PIN é um código que protege o cartão SIM. Mesmo que alguém consiga remover o SIM do teu telefone bloqueado e colocá-lo noutro dispositivo, não poderá aceder a chamadas, SMS ou dados - incluindo códigos enviados por SMS - sem esse PIN. O problema sempre foi a conveniência; ter que introduzir dois PIN seguidos sempre que o telemóvel reinicia - o do smartphone e o do cartão SIM - é algo que irrita alguns utilizadores. Com o Android 17, a ideia é deixar que seja o smartphone a tratar disso: o utilizador guarda o SIM PIN dentro do sistema, e o próprio Android trata de o usar automaticamente após o arranque.

Embora isto pareça reduzir um pouco a segurança, torna-se mais seguro do que simplesmente desactivar o PIN do cartão SIM (algo que alguns utilizadores podem fazer para evitar a chatice do duplo PIN no arranque). Por outro lado, para todos os que raramente reiniciarem o smartphone, a maior chatice poderá ser o aumento da probabilidade de se esquecerem do código PIN do cartão SIM - algo que muitos "resolvem" usando um PIN igual tanto para o smartphone como para o cartão SIM.

Sonda Lunar Trailblazer falhou devido a bug

01-03-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

Um relatório da NASA revela que o falhanço da sonda Lunar Trailblazer se deveu a um bug no software que virou os painéis solares para o lado oposto ao sol.

Por cada missão bem sucedida na exploração espacial, temos outras que falharam espectacularmente, algumas vezes devido a problemas de hardware, outras vezes devido a embaraçosos bugs no software. E no caso da sonda Lunar Trailblazer lançada em Fevereiro de 2025, o problema foi precisamente esse.

Um ano depois da perda da missão Lunar Trailblazer, a NASA revelou o que correu mal. A sonda, lançada a 26 de Fevereiro de 2025 com o objectivo de mapear a presença de água na Lua, perdeu contacto com a Terra um dia depois do lançamento e nunca mais respondeu. Um relatório revela que a falha se deveu a um erro crítico no software de orientação.

O sistema que deveria apontar os painéis solares para o Sol fez exactamente o oposto: rodou-os 180 graus na direcção contrária. Sem energia suficiente, a sonda ficou condenada desde logo.

Para piorar, o relatório também identificou múltiplas falhas no sistema de gestão de erros a bordo que, em conjunto com o problema principal, tornariam impossível recuperar o controlo do veículo. A NASA classificava a Lunar Trailblazer como missão "Class D", um modelo de baixo custo que aceita mais risco que o habitual para reduzir despesas e acelerar o desenvolvimento (a sonda foi construída pela Lockheed Martin por "apenas" 72 milhões de dólares). A agência diz ter aprendido "lições importantes" do incidente e espera que futuras missões, como a Escapade rumo a Marte, beneficiem da experiência.

NASA aproveita chip Snapdragon no Perseverance para "GPS" visual em Marte

01-03-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

A NASA decidiu reaproveitar um chip Snapdragon no rover Perseverance para melhorar a navegação em Marte.

Ao longo das décadas da história da exploração espacial têm havido vários exemplos de soluções criativas para resolver problemas em coisas que estão a milhões de quilómetros de distância. Agora, podemos juntar mais um a essa lista.

A NASA conseguiu melhorar significativamente a navegação autónoma do rover Perseverance em Marte ao reaproveitar um chip Snapdragon 801 que estava parado no sistema de base do helicóptero Ingenuity. Como o helicóptero foi retirado em 2024, o SoC da Qualcomm ficou sem uso - até agora. O problema estava relacionado com a navegação do rover. O Perseverance conseguia identificar a área geral onde estava, mas precisava de instruções da Terra para confirmar a localização exacta e evitar terrenos perigosos. Como a comunicação entre Marte e a Terra pode demorar cerca de 24 minutos em cada sentido e ocorre apenas uma vez por dia, isso limitava bastante a autonomia do rover.

A solução passou por reprogramar remotamente o Snapdragon 801. Agora, o rover capta imagens panorâmicas do terreno, converte-as numa perspectiva aérea através do chip e compara-as com mapas orbitais detalhados da superfície marciana. Este sistema, chamado Mars Global Localization, funciona como um "GPS marciano" sem necessitar de uma constelação com dezenas de satélites, permitindo determinar a posição com uma precisão de cerca de 25 centímetros.


Não é a primeira vez que a NASA reprograma hardware no espaço profundo, já o fez com a Voyager 1 após falhas de memória décadas depois do lançamento. Mas reutilizar um processador "antigo" para melhorar substancialmente a autonomia de um rover em Marte mostra como a criatividade e engenharia podem prolongar a vida útil da tecnologia, mesmo a milhões de quilómetros da Terra.

Nvidia retira driver GeForce GRD 595.59

28-02-2026 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

A Nvidia passou vergonha, ao lançar, e imediatamente retirar, o GeForce Game Ready Driver 595.59, por conter bugs graves.

Estamos habituados a que toda e qualquer actualização do Windows venha com uma nova dose de bugs, mas desta vez foi a Nvidia a deixar ficar mal os utilizadores com placas gráficas com os seus GPUs.

O GeForce Game Ready Driver 595.59 foi lançado com a indicação de que continha optimizações para o recém lançado Resident Evil Requiem e várias correcções de erros, só que não demorou para que começassem a surgir relatos de problemas graves. Vários utilizadores começaram por se queixar de ecrãs pretos e bloqueados e redução significativa de desempenho em diversos jogos. Algumas pessoas notaram também que as ventoinhas das sua placas gráficas deixavam de funcionar - o que levava a temperaturas excessivas do GPU, causando problemas.
A resposta da Nvidia foi suspender a distribuição desta versão, e recomendar que quem já a tivesse instalado fizesse a limpeza do driver do sistema e repusesse a versão anterior (591.86).

Enquanto se aguarda pela explicação da Nvidia, não faltam acusações por parte dos utilizadores afectados, dizendo que este pode ser o resultado da Nvidia ter começado a aplicar "vibecoding" (programação feita por AI) nos seus drivers, resultando neste lançamento infeliz. Mesmo que tenha sido o caso, não há grande desculpa para que estes bugs não fossem apanhados na fase de controlo de qualidade que seria esperado.

Regressando a um tópico recorrente, este driver marca novamente o aumento de tamanho do driver, que cresceu para os 912 MB - isto apesar da Nvidia ter abandonado gerações de GPUs mais antigos e também as versões do Windows anteriores ao Windows 10.

A conclusão e recomendação, cada vez mais válida: não se apressem a instalar actualizações assim que são lançadas. Esperem um dia ou dois, para evitarem fazer parte do grupo de pessoas que tem que lidar com estes problemas.

|