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№ 01

MotoGP em Portimão até 2029

O Autódromo Internacional do Algarve e o MotoGP Group chegaram a acordo para prolongar a presença do Grande Prémio de Portugal no calendário mundial até 2029.

A renovação garante mais três anos de motociclismo de topo em Portimão, reforçando o circuito algarvio como um dos palcos regulares de grandes eventos desportivos internacionais.

A ligação entre Portimão e o MotoGP começou em 2020, ano em que Miguel Oliveira se tornou no primeiro piloto português a vencer uma corrida do campeonato em solo nacional. O Grande Prémio do Algarve entrou definitivamente no calendário em 2021 e passou a ter lugar fixo a partir de 2023. O ponto mais alto chegou em 2025, quando a prova bateu o recorde de assistência com mais de 166 mil entradas ao longo do fim de semana, edição que coincidiu com a despedida de Miguel Oliveira da categoria rainha.

A prova tem também um impacto considerável na economia regional, ao dinamizar o alojamento, a restauração e os transportes durante um período fora da época alta. Para o Algarve, receber o MotoGP em novembro representa uma oportunidade de prolongar a actividade turística para além do Verão e de chegar a públicos de mercados muito diversificados.

Em 2026, o MotoGP Repsol Grande Prémio de Portugal realiza-se entre 20 e 22 de novembro no Autódromo Internacional do Algarve, reunindo as três categorias do Mundial de Motociclismo: MotoGP, Moto2 e Moto3. O pelotão da categoria principal conta com Marc Márquez pela Ducati Lenovo Team, Jorge Martín e Marco Bezzecchi pela Aprilia Racing, os actuais líderes do campeonato, entre outros pilotos de referência.

O Autódromo Internacional do Algarve foi inaugurado em 2008, é gerido pela Parkalgar e tem homologação de grau máximo tanto pela FIA como pela FIM. O circuito tem 4,653 km e 15 curvas, e integra um complexo que inclui kartódromo, pista todo-o-terreno, parque tecnológico e resort turístico. A prova conta com o apoio do Turismo de Portugal, do Turismo do Algarve, do Município de Portimão e da Federação de Motociclismo de Portugal com o IPDJ.

[Pela Estrada Fora]
№ 02

MotoGP em Portimão até 2029

O Autódromo Internacional do Algarve e o MotoGP Group chegaram a acordo para prolongar a presença do Grande Prémio de Portugal no calendário mundial até 2029.

A renovação garante mais três anos de motociclismo de topo em Portimão, reforçando o circuito algarvio como um dos palcos regulares de grandes eventos desportivos internacionais.

A ligação entre Portimão e o MotoGP começou em 2020, ano em que Miguel Oliveira se tornou no primeiro piloto português a vencer uma corrida do campeonato em solo nacional. O Grande Prémio do Algarve entrou definitivamente no calendário em 2021 e passou a ter lugar fixo a partir de 2023. O ponto mais alto chegou em 2025, quando a prova bateu o recorde de assistência com mais de 166 mil entradas ao longo do fim de semana, edição que coincidiu com a despedida de Miguel Oliveira da categoria rainha.

A prova tem também um impacto considerável na economia regional, ao dinamizar o alojamento, a restauração e os transportes durante um período fora da época alta. Para o Algarve, receber o MotoGP em novembro representa uma oportunidade de prolongar a actividade turística para além do Verão e de chegar a públicos de mercados muito diversificados.

Em 2026, o MotoGP Repsol Grande Prémio de Portugal realiza-se entre 20 e 22 de novembro no Autódromo Internacional do Algarve, reunindo as três categorias do Mundial de Motociclismo: MotoGP, Moto2 e Moto3. O pelotão da categoria principal conta com Marc Márquez pela Ducati Lenovo Team, Jorge Martín e Marco Bezzecchi pela Aprilia Racing, os actuais líderes do campeonato, entre outros pilotos de referência.

O Autódromo Internacional do Algarve foi inaugurado em 2008, é gerido pela Parkalgar e tem homologação de grau máximo tanto pela FIA como pela FIM. O circuito tem 4,653 km e 15 curvas, e integra um complexo que inclui kartódromo, pista todo-o-terreno, parque tecnológico e resort turístico. A prova conta com o apoio do Turismo de Portugal, do Turismo do Algarve, do Município de Portimão e da Federação de Motociclismo de Portugal com o IPDJ.

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№ 03

Nissan lança série "EV? Easy!" sobre mobilidade elétrica

A Nissan lançou uma série de vídeos, intitulada "EV? Easy!", que explicam algumas das possíveis dúvidas de quem considera a compra do seu primeiro carro eléctrico.

Quer se trate da autonomia, das baterias, do carregamento ou do funcionamento dos veículos elétricos, muitos condutores continuam a ter dúvidas sobre a transição para a mobilidade 100% elétrica. Para ajudar, a Nissan lançou a série "EV? Easy!", composta por cinco vídeos pensados para esclarecer as questões mais comuns sobre os automóveis elétricos.

Com base nas décadas de experiência da Nissan na construção de um futuro elétrico, a série aborda algumas das perguntas mais frequentes feitas quer por condutores que já conduzem um automóvel elétrico, quer por quem está a pensar fazer a transição. Cada episódio centra-se num aspeto diferente dos veículos elétricos.

A série surge num momento particularmente relevante para a Nissan, que continua a reforçar a sua oferta de viaturas elétricas na Europa. A marca acaba de apresentar o Nissan PIXO, um automóvel urbano 100% elétrico que reforça o portfólio elétrico da marca, que já inclui o novo LEAF, o novo MICRA e o ARIYA.

Episódio 1 — Como funciona um veículo elétrico: um veículo totalmente elétrico utiliza a energia armazenada numa bateria para alimentar um motor elétrico, com menos peças móveis do que um motor de combustão. O episódio analisa como a experiência de condução difere de um automóvel a combustão.


Episódio 2 — Como funcionam as baterias: uma bateria de um veículo elétrico é composta por células individuais agrupadas em módulos. Sistemas de gestão monitorizam a temperatura e o carregamento para garantir o desempenho e a boa saúde da bateria ao longo do tempo.


Episódio 3 — Autonomia e travagem regenerativa: a autonomia real de um EV pode ser influenciada pela velocidade, pela temperatura exterior, pelas condições da estrada e pelo estilo de condução. A travagem regenerativa permite recuperar energia durante as desacelerações e devolvê-la à bateria.


Episódio 4 — Carregamento doméstico e rápido: os veículos elétricos podem ser carregados em casa, no trabalho, em pontos públicos ou em carregadores rápidos durante viagens mais longas. Tecnologias como o Intelligent Route Planner da Nissan ajudam os condutores a planear as paragens de carregamento.


Episódio 5 — Partilha de energia: a energia armazenada numa bateria compatível pode ser utilizada para mais do que conduzir. As tecnologias Vehicle-to-Load, Vehicle-to-Home e Vehicle-to-Grid permitem alimentar dispositivos, habitações e até devolver energia à rede elétrica.


A iniciativa reforça o compromisso da Nissan com a sustentabilidade e com a sua visão a longo prazo, a Nissan Ambition 2030, que tem como objetivo tornar a marca neutra em carbono em todo o ciclo de vida dos seus produtos e operações até 2050.

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№ 04

Nissan lança série "EV? Easy!" sobre mobilidade elétrica

A Nissan lançou uma série de vídeos, intitulada "EV? Easy!", que explicam algumas das possíveis dúvidas de quem considera a compra do seu primeiro carro eléctrico.

Quer se trate da autonomia, das baterias, do carregamento ou do funcionamento dos veículos elétricos, muitos condutores continuam a ter dúvidas sobre a transição para a mobilidade 100% elétrica. Para ajudar, a Nissan lançou a série "EV? Easy!", composta por cinco vídeos pensados para esclarecer as questões mais comuns sobre os automóveis elétricos.

Com base nas décadas de experiência da Nissan na construção de um futuro elétrico, a série aborda algumas das perguntas mais frequentes feitas quer por condutores que já conduzem um automóvel elétrico, quer por quem está a pensar fazer a transição. Cada episódio centra-se num aspeto diferente dos veículos elétricos.

A série surge num momento particularmente relevante para a Nissan, que continua a reforçar a sua oferta de viaturas elétricas na Europa. A marca acaba de apresentar o Nissan PIXO, um automóvel urbano 100% elétrico que reforça o portfólio elétrico da marca, que já inclui o novo LEAF, o novo MICRA e o ARIYA.

Episódio 1 — Como funciona um veículo elétrico: um veículo totalmente elétrico utiliza a energia armazenada numa bateria para alimentar um motor elétrico, com menos peças móveis do que um motor de combustão. O episódio analisa como a experiência de condução difere de um automóvel a combustão.


Episódio 2 — Como funcionam as baterias: uma bateria de um veículo elétrico é composta por células individuais agrupadas em módulos. Sistemas de gestão monitorizam a temperatura e o carregamento para garantir o desempenho e a boa saúde da bateria ao longo do tempo.


Episódio 3 — Autonomia e travagem regenerativa: a autonomia real de um EV pode ser influenciada pela velocidade, pela temperatura exterior, pelas condições da estrada e pelo estilo de condução. A travagem regenerativa permite recuperar energia durante as desacelerações e devolvê-la à bateria.


Episódio 4 — Carregamento doméstico e rápido: os veículos elétricos podem ser carregados em casa, no trabalho, em pontos públicos ou em carregadores rápidos durante viagens mais longas. Tecnologias como o Intelligent Route Planner da Nissan ajudam os condutores a planear as paragens de carregamento.


Episódio 5 — Partilha de energia: a energia armazenada numa bateria compatível pode ser utilizada para mais do que conduzir. As tecnologias Vehicle-to-Load, Vehicle-to-Home e Vehicle-to-Grid permitem alimentar dispositivos, habitações e até devolver energia à rede elétrica.


A iniciativa reforça o compromisso da Nissan com a sustentabilidade e com a sua visão a longo prazo, a Nissan Ambition 2030, que tem como objetivo tornar a marca neutra em carbono em todo o ciclo de vida dos seus produtos e operações até 2050.

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№ 05

MS abandona marca Copilot+

A Microsoft parece ter reconhecido o falhanço de tentar criar a gama "Copilot+" para os PCs com AI.

Apesar de continuar a investir na promoção do Copilot enquanto assistente e agente AI, A Microsoft parece estar a afastar-se da marca Copilot+, lançada em 2024 para identificar computadores com capacidades avançadas de inteligência artificial executadas localmente através de NPUs - e com a polémica tecla Copilot.

A alteração faz-se notar nos mais recentes modelos Surface, que apesar de continuarem a cumprir os requisitos técnicos anteriormente associados ao programa Copilot+, já não utilizam essa designação comercial. Outros dispositivos com hardware de nova geração, que anteriormente seriam classificados como Copilot, também deixaram de exibir o selo criado há pouco mais de dois anos. Isto acontece numa altura em que muitos processadores modernos já incluem NPUs capazes de atingir ou ultrapassar os requisitos mínimos definidos originalmente pela Microsoft. Com a tecnologia a tornar-se cada vez mais comum, a diferenciação proporcionada pela marca Copilot+ perde muito do seu significado. Em simultâneo, o preço elevado da memória RAM obrigou até a própria MS a recuar na quantidade de memória RAM que seria recomendável para um uso mais confortável de modelos AI locais.

Apesar do desaparecimento da marca nos computadores, isto não parece afectar a aposta da Microsoft no Copilot enquanto plataforma de inteligência artificial. A recente actualização aproxima o assistente de um agente com capacidades alargadas, que se está a tornar na nova etapa para os assistentes AI - uma etapa em que a Meta tem estado a atacar em força, e com excelentes resultados, com o Muse.

№ 06

Como fazer um gamepad Xbox com ESP32

Com um ESP32 e peças impressas em 3D, é possível criar um controlador estilo Xbox para jogar num PC e no Steam.

Se estão fartos de gamepads caros, ou que avariam frequentemente, ou que não têm a disposição dos botões ou una dimensão que achem confortável, a solução que resta é criar o nosso próprio controlador. É precisamente isso que podemos fazer ao seguir este projecto DIY XBOX Controller.

Recorrendo ao infinitamente versátil ESP32 como base, apoiado pela igualmente ilimitada possibilidade dada pela impressão 3D, não fica assim tão complicado criar um gamepad Bluetooth.




Há apenas que realçar que, sendo um dispositivo que depende directamente da qualidade e "toque" dos elementos utilizados, o resultado fica directamente associado ao tipo de peças e componentes que se utilizarem. Neste caso, o próprio criador do projecto refere que o "feeling" deste controlador é bastante fraco e não se torna numa verdadeira alternativa a um gamepad comercial. No entanto, isso pode facilmente ser alterado, bastando usar botões e thumbsticks de maior qualidade.

A grande vantagem é que pode ser facilmente adaptado. Por exemplo, podemos criar um painel com joysticks mais robustos e botões a sério, para jogar jogos estilo Mortal Kombat numa experiência mais próxima daquela das máquinas arcade tradicionais.

№ 07

Óculos inteligentes Inmo Air3 podem queimar utilizadores

Nem os óculos inteligentes escapam aos problemas, com os Inmo Air3 a poderem provocar queimaduras nos utilizadores.

A Inmo anunciou a recolha dos seus óculos inteligentes Air3 após terem sido identificados problemas de sobreaquecimento numa das hastes do equipamento. A haste esquerda pode atingir temperaturas excessivas durante uma utilização prolongada, representando um risco de queimaduras para os utilizadores.

Até ao momento, foram registadas dez ocorrências de utilizadores que relataram sensação de queimadura no rosto e na zona da orelha esquerda enquanto utilizavam os óculos. O programa de recolha abrange mais de 1.600 unidades vendidas nos Estados Unidos e Canadá entre Dezembro de 2025 e Agosto de 2026, através do site da Inmo, da Amazon e de uma campanha no Kickstarter.
Os Inmo Air3 podem ser identificados pelas armações pretas e pela inscrição "Air3" e "Inmo" presente na haste direita. Os preços dos equipamentos variavam entre 900 e 1.300 dólares dependendo da configuração.

A empresa recomenda que os utilizadores parem imediatamente de utilizar os óculos e contactem o apoio ao cliente para receber uma actualização de software gratuita destinada a corrigir o problema. Curiosamente - ou não - este era um problema que já era conhecido há algum tempo. Análises aos óculos já tinham referido aquecimento "desconfortável" da haste esquerda, tendo até sido algo para o qual a Inmo lançou uma proteção física para minimizar o contacto directo da área com a cabeça do utilizador. Agora, a solução parece passar pela limitação do hardware (o conhecido thermal throttling), que reduzirá o desempenho para manter as temperaturas em níveis aceitáveis.

№ 08

WiCi One é uma placa gráfica externa via WiFi

A WiCi tem uma proposta curiosa: uma placa gráfica externa com GeForce RTX 5060 Ti que usa apenas uma ligação WiFi.

A WiCi apresentou a WiCi One, uma solução que poderá muito bem ser a primeira placa gráfica externa (eGPU) sem fios disponível comercialmente. O sistema vem com uma GeForce RTX 5060 Ti com 16 GB de memória e liga-se a portáteis, tablets e outros dispositivos através de WiFi 7, eliminando a necessidade de cabos Thunderbolt ou OCuLink.

O conjunto base inclui uma RTX 5060 Ti, processador Intel Core 3 100U e SSD NVMe de 1 TB. Está também prevista uma versão mais potente equipada com uma RTX 5090, Intel Core Ultra 7 255H e até 4 TB de armazenamento. Os preços começam nos 1.999 dólares para os primeiros compradores, depois devendo subir para os 2.599 dólares.



Apesar da inovação, a largura de banda continua a ser um dos principais desafios. Embora o WiFi 7 ofereça velocidades elevadas, continua atrás das ligações Thunderbolt 5 e OCuLink utilizadas pelos eGPU tradicionais. Para minimizar essa limitação, a WiCi recorre a tecnologias como compressão de dados, cache, deduplicação e optimizações de transmissão, para reduzir a quantidade de informação enviada pela ligação sem fios.

A empresa já demonstrou o sistema a correr jogos exigentes como o Cyberpunk 2077 e Black Myth: Wukong em resolução 4K com DLSS activado, mas mantêm-se as preocupações a nível da latência em cenários de utilização real. Algo que certamente ficará esclarecido quando comecerem as entregas, ainda antes do final do ano.

№ 09

Ataque à Hugging Face revela novas tácticas dos agentes AI

O caso da infiltração de agentes AI à plataforma Hugging Face vai revelando cada vez mais detalhes "preocupantes" das capacidades dos agentes AI.

O caso do ataque à Hugging Face deu que falar na altura, mas desde então tem-se vindo a descobrir cada vez mais detalhes. Só se tinha descoberto que tinham usado um sistema colaborativo com múltiplos agentes, e que até usarem sites públicos para comunicarem. Agora, está a descobrir-se que as suas tácticas iam muito além disso.

Investigadores descobriram quase um milhão de URLs públicos criados pelos agentes durante o ataque, contendo informações que poderiam expôr credenciais, detalhes da operação e outros dados sensíveis a qualquer pessoa que encontrasse essas ligações.

Inicialmente, os agentes tinham acesso muito limitado à Internet e apenas conseguiam abrir páginas web sem enviar dados. Para contornar essa restrição, criaram uma complexa cadeia de URLs através de um serviço de encurtamento de ligações, permitindo executar código remotamente. Os agentes também exploraram um serviço público de capturas de ecrã que executa páginas web num browser virtual antes de gerar imagens; mas em vez de o usarem para esse propósito, usaram-no para executar instruções instruções e interagir com sistemas externos.

To read the result of the requests they made, agents used many different techniques, such as converting a server’s response into a grid of pixels within the screenshot service’s own browser. The screenshot would then capture this grid and return it back as an image. pic.twitter.com/H89e1bnscX

— Jeffrey Ladish (@JeffLadish) September 25, 2026
A investigação concluiu que os agentes chegaram a criar cadeias com mais de 900 ligações interligadas para transportar e executar grandes quantidades de código. Para recolher informações dos sistemas visados, utilizaram métodos criativos, incluindo a conversão de respostas dos servidores em imagens geradas pelo serviço de screenshots. Os investigadores descobriram também scripts utilizados para procurar credenciais AWS, segredos internos e outros dados valiosos, organizados numa lista apropriadamente chamada "LOOT".

Os relatórios indicam também que os agentes também terão recorrido a outros modelos AI para contornaram sistemas CAPTCHA, e terão também tentado apagar vestígios das suas actividades, eliminando ficheiros e componentes utilizados durante o ataque - algo que, a par de outras tácticas (como alteração constante dos nomes dos agentes para dificultar a sua detecção), pode fazer com que nunca se descubra a real dimensão deste incidente.

№ 10

Nissan PIXO é um eléctrico compacto para as cidades europeias

A Nissan apresentou o PIXO, um novo citadino 100% eléctrico desenvolvido especificamente para as cidades europeias.

Com 3.796 mm de comprimento e 1.790 mm de largura, o modelo combina dimensões compactas com um habitáculo que a marca descreve como surpreendentemente espaçoso, capaz de acomodar confortavelmente quatro adultos.

A autonomia declarada chega aos 259 km em ciclo WLTP, suportada por uma bateria de fosfato de ferro e lítio (LFP) de 27,5 kWh, a primeira desta tecnologia num Nissan comercializado na Europa. O carregamento rápido DC de 50 kW é de série em toda a gama, permitindo passar dos 15% aos 80% em cerca de 28 minutos. O carregamento AC bidirecional de 11 kW facilita a utilização em casa ou no local de trabalho, integrando-se nas rotinas diárias sem grande esforço.

A motorização eléctrica desenvolve 60 kW, o equivalente a 82 cv, com entrega imediata de potência característica dos eléctricos. O diâmetro de viragem de 9,9 metros ajuda nas manobras em ruas estreitas, e a tecnologia e-Pedal permite arrancar, acelerar, desacelerar e imobilizar o carro usando apenas o pedal do acelerador, o que simplifica bastante a condução em trânsito urbano intenso. A lista de assistências inclui controlo de velocidade adaptativo com Stop & Go, aviso de saída de faixa e estacionamento mãos-livres.
No interior, os bancos traseiros são independentes e deslizantes, uma das características que distingue o PIXO no segmento. A bagageira tem 356 litros de capacidade VDA, com um compartimento específico de 50 litros para os cabos de carregamento. Com os bancos rebatidos, o volume total sobe para 1.221 litros. Há ainda 18 litros de espaços de arrumação distribuídos pelo habitáculo. O painel conta com instrumentação digital de 7 polegadas e um ecrã tátil central de infoentretenimento de 10 polegadas.

Em termos de conectividade, o PIXO integra o Google de série, com navegação em tempo real e acesso a serviços digitais. O assistente Gemini, uma estreia no segmento A, responde a comandos de voz em 16 línguas e variantes linguísticas disponíveis desde o lançamento, e vai adaptando-se progressivamente às preferências do condutor através do histórico de conversações. O reconhecimento facial Face ID identifica o condutor e recupera automaticamente as suas configurações pessoais, enquanto a aplicação MyNissan permite gerir o carregamento e várias funções a partir do telemóvel.

No plano do design, a Nissan optou por proporções cúbicas com superfícies simples e linhas bem definidas. A assinatura luminosa inspirada em pixéis e a frente com referências ao rosto de um robô reforçam o carácter urbano e algo irreverente do modelo. Escondidos pelo carro há 23 pequenos detalhes gráficos, uma referência ao número 23 cuja pronúncia em japonês remete para o nome Nissan. As cores exteriores incluem opções como Wonder Purple e Gear Blue. “O PIXO demonstra que as grandes ideias também podem surgir em formatos pequenos. As suas dimensões compactas tornam-no particularmente adequado às cidades europeias, mas trabalhámos intensamente para aproveitar ao máximo o espaço disponível, criando um habitáculo aberto, funcional e surpreendentemente espaçoso”, afirmou Masato Koyama, responsável de Design Exterior da Nissan Global Design.
O PIXO foi concebido pela Nissan e será produzido na fábrica europeia da Aliança em Novo Mesto, na Eslovénia. O modelo vem juntar-se ao LEAF e ao MICRA na gama eléctrica da marca na Europa. As entregas estão previstas para o início de 2027, altura em que serão também divulgados os preços e as especificações por mercado.

[Pela Estrada Fora]
№ 11

Leapmotor B05 conquista 5 estrelas Euro NCAP

O Leapmotor B05 recebeu a classificação máxima de cinco estrelas nos crash tests da Euro NCAP.

O resultado é expressivo e coloca este eléctrico chinês entre os modelos mais seguros da sua categoria, num momento em que a marca está a ganhar terreno nos mercados europeus com uma proposta que combina tecnologia avançada e preços acessíveis.

Os números obtidos nas avaliações da Euro NCAP falam por si. O B05 alcançou 92% na Proteção contra Colisões, com pontuações perfeitas de 100% tanto no impacto lateral contra barreira como contra poste, dois dos testes mais exigentes do protocolo. A Euro NCAP destacou a capacidade do veículo para proteger regiões críticas do corpo e elogiou a eficácia da tecnologia de airbag central na redução de lesões em impactos laterais.

No domínio da segurança activa, o desempenho foi igualmente forte. O B05 registou 99% na Prevenção de Colisões por Saída da Faixa de Rodagem e atingiu os 100% tanto na Assistência à Direcção como na Assistência à Mudança de Faixa. Completam o quadro os 98% na Protecção contra Impactos Traseiros e os 89% na Segurança Pós-Colisão, esta última a avaliar o apoio prestado às equipas de emergência e salvamento após um acidente.




O pacote de sistemas de assistência ao condutor é abrangente. O B05 inclui travagem de emergência autónoma, cruise control adaptativo, detecção de ângulo morto, assistência à manutenção da faixa em situações de emergência, monitorização do condutor e prevenção de acidentes com ciclistas causados pela abertura de portas. O sistema AEB, segundo a Euro NCAP, excede os requisitos legais em vigor e apresenta resultados sólidos numa vasta gama de cenários de teste avançados.

A Leapmotor é uma marca fundada em 2015 em Hangzhou, China, com forte vocação tecnológica. Desenvolve e fabrica internamente os principais componentes dos seus veículos, incluindo os sistemas eléctricos e inteligentes, numa proporção que representa 65% do custo total do veículo. Em 2023, o Grupo Stellantis investiu na empresa, e em maio de 2024 as duas partes criaram a joint-venture Leapmotor International, sediada em Amesterdão, para gerir a expansão nos mercados internacionais. A marca iniciou operações na Europa em setembro de 2024 e está a alargar a sua presença à Índia, Ásia-Pacífico, Médio Oriente, África e América do Sul.

Em Portugal, o B05 está disponível a partir de 24.445 euros na versão LIFE PRO, equipada com a bateria de 56,2 kWh. A versão topo de gama DESIGN PRO MAX, com a bateria maior de 67,1 kWh, tem um preço de 28.165 euros. Face aos resultados agora obtidos na Euro NCAP, a relação entre o preço pedido e o nível de segurança oferecido é um dos argumentos mais difíceis de ignorar neste segmento.

[Pela Estrada Fora]
№ 12

Actualização do Windows faz desaparecer ambiente de trabalho

Há mais problemas relacionados com as actualizações do Windows 11, que podem fazer desaparecer o ambiente de trabalho.

Além dos problemas com a funcionalidade de backup File History, a Microsoft confirmou a existência de outro problema em várias actualizações recentes do Windows 11 e que podem impedir a apresentação do ambiente de trabalho após o início de sessão. A falha pode resultar num ecrã preto e, em alguns casos, provocar o encerramento inesperado do Windows Explorer, deixando os utilizadores sem acesso ao desktop.

A única atenuante é que este bug não deverá ser sentido pelos utilizadores domésticos, já que parece afectar principalmente sistemas Azure Virtual Desktop (AVD) que utilizam a tecnologia FSLogix para gerir perfis de utilizador. No entanto, os sintomas incluem falhas visíveis no carregamento do ambiente de trabalho, obrigando alguns utilizadores a iniciar manualmente os processos necessários para restaurar a sessão. A Microsoft que o problema poderá estar relacionado com as actualizações KB5120996, KB5120998, KB5124008 e KB5122880. Como solução temporária, os utilizadores podem abrir o Gestor de Tarefas através da combinação Ctrl+Shift+Esc, selcecionar "Executar nova tarefa", escrever "explorer.exe" e confirmar para voltar a carregar o ambiente de trabalho.

Para clientes empresariais, a Microsoft já disponibilizou uma correcção temporária através do sistema Known Issue Rollback (KIR), que permite remover automaticamente actualizações problemáticas. A correcção definitiva fica prometida para uma "futura actualização" sem qualquer data concreta indicada.

№ 13

Actualização do Windows faz desaparecer ambiente de trabalho

Há mais problemas relacionados com as actualizações do Windows 11, que podem fazer desaparecer o ambiente de trabalho.

Além dos problemas com a funcionalidade de backup File History, a Microsoft confirmou a existência de outro problema em várias actualizações recentes do Windows 11 e que podem impedir a apresentação do ambiente de trabalho após o início de sessão. A falha pode resultar num ecrã preto e, em alguns casos, provocar o encerramento inesperado do Windows Explorer, deixando os utilizadores sem acesso ao desktop.

A única atenuante é que este bug não deverá ser sentido pelos utilizadores domésticos, já que parece afectar principalmente sistemas Azure Virtual Desktop (AVD) que utilizam a tecnologia FSLogix para gerir perfis de utilizador. No entanto, os sintomas incluem falhas visíveis no carregamento do ambiente de trabalho, obrigando alguns utilizadores a iniciar manualmente os processos necessários para restaurar a sessão. A Microsoft que o problema poderá estar relacionado com as actualizações KB5120996, KB5120998, KB5124008 e KB5122880. Como solução temporária, os utilizadores podem abrir o Gestor de Tarefas através da combinação Ctrl+Shift+Esc, selcecionar "Executar nova tarefa", escrever "explorer.exe" e confirmar para voltar a carregar o ambiente de trabalho.

Para clientes empresariais, a Microsoft já disponibilizou uma correcção temporária através do sistema Known Issue Rollback (KIR), que permite remover automaticamente actualizações problemáticas. A correcção definitiva fica prometida para uma "futura actualização" sem qualquer data concreta indicada.

№ 14

MS apresenta novo Copilot

A Microsoft tem nova versão do Copilot, que combina funcionalidades ao estilo "super app", para ver se é desta que consegue atrair utilizadores.

Apesar de ter sido uma das empresas que desde cedo apostou na AI, a MS não tem conseguido fazer com que o seu Copilot se torne num assistente AI tão popular quanto o ChatGPT, Claude, ou até mesmo o Gemini e Grok. Agora, espera mudar isso com um Copilot renovado, uma app que reúne conversação com AI, programação, e agentes autónomos num único sítio. A ideia é transformar o Copilot numa "super app" para todo o tipo de tarefas, e tem a ambição de fazer com que este novo Copilot seja tão importante quanto a revolução proporcionada pelo Office nas décadas passadas.

A nova aplicação está organizada em três áreas principais: Home, Code e Autopilot. A secção Home combina funcionalidades de assistência e colaboração, permitindo acompanhar emails, reuniões, conversas do Teams, e outras tarefas diárias através de um painel personalizado. A secção Code permite criar aplicações, dashboards, automatizações e outras ferramentas sem necessidade de conhecimentos avançados de programação, recorrendo à mesma tecnologia que alimenta o GitHub Copilot.



A terceira secção é destinada ao Autopilot, anteriormente conhecido como Scout. Trata-se de um agente AI que funciona na cloud e pode executar tarefas de forma autónoma, mesmo quando o utilizador não está a trabalhar. O sistema pode monitorizar canais do Teams, realizar tarefas recorrentes, acompanhar projetos e tratar de seguimentos automáticos, funcionando como um verdadeiro assistente digital dentro das organizações.

Apesar de tudo isto, a MS está a posicionar o Copilot essencialmente como uma plataforma empresarial de AI integrada com o Microsoft 365, Teams, Outlook e outros serviços da empresa. Isto significa que não será (ainda) capaz de enfrentar directamente os assistentes AI mais populares para os utilizadores domésticos, nem tão pouco o recém-lançado Muse da Meta, um assistente AI que tem conquistado sucesso viral (nem que seja pela capacidade de poder negociar contratos e afins para baixar o valor das mensalidades).

№ 15

Estação de carregamento Sabrent 252W de 8 portas a €78

Esta estação de carregamento Sabrent Voltik de 252W resolve de vez todos os problemas de carregar múltiplos dispositivos a alta-velocidade.

Hoje em dia temos a vantagem de ter estabilizado as fichas de carregamento nas fichas USB (USB-A e USB-C) ao invés dos tempos em que tinhamos que lidar com uma infinidade de fichas proprietárias e diversificadas. Mas, para quem já passou a fase de recorrer a múltiplos carregadores USB independentes, temos uma proposta que se torna bastante mais apelativa para quem procura uma solução a longo prazo. Esta estação de carregamento da Sabrent permite carregar até 8 dispositivos, com uma potência total máxima de 252W.
Esta estação de carregamento Sabrent de 8 portas e 252W está disponível por 78 euros na Amazon Espanha - activar descontos de 5% + 10%.

Embora por vezes seja vantajoso optar por carregadores mais compactos, para situações de viagem, uma estação de carregamento torna-se mais interessante para usar como solução permanente na secretária. E neste caso, temos a vantagem de ter um ecrã que apresenta informação detalhada de cada porta individual, o que permite identificar imediatamente potenciais problemas com cabos ou dispositivos, assim como assegurar que realmente se está a tirar partido das velocidades máximas de carregamento. Neste caso, as quatro portas USB-C podem fornecer até um máximo de 100W cada uma, e as quatro portas USB-A podem fornecer até 18W cada; se se usarem todas as portas simultaneamente, a potência máxima será dividida entre elas.


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№ 16

Análise ao Oppo Reno 16

Depois do Oppo Reno 15 Pro e Find X9 Ultra, espreitamos o novo Oppo Reno 16.

O Oppo Reno 16

Para a geração Reno 16 a Oppo fez alguns ajustes. Mesmo com as alterações entre o modelo chinês e o modelo global, desta vez a marca decidiu aproximar o Reno 16 dos Reno 16 Pro, com quem partilha o tamanho (ecrã AMOLED de 6.32") e alguns dos componentes. Ainda assim, como seria de esperar, vem com chipset mais limitado (um Snapdragon 7 Gen 4 - que já era usado no Reno 15), e conjunto de câmaras mais modesto, trocando a câmara principal de 200MP por uma de 50MP, mas melhorando a antiga câmara ultrawide de 8MP para uma de 50MP.

Especificações:
Corpo: 151.2x72.4x8.2mm, 188g, IP68/IP69K
Ecrã: 6.32" AMOLED, 120Hz, 3840Hz PWM, HDR10+, 3600 nits (pico), 1216x2640px, 19.54:9, 460ppi.
Chipset: Qualcomm SM7750-AB Snapdragon 7 Gen 4 (4 nm).
Memória: 8 GB ou 12 GB RAM, 256 GB ou 512 GB UFS 3.1
OS: Android 16, ColorOS 16.
Câmaras: Wide 50 MP, f/1.8, OIS; Telephoto: 50 MP, f/2.8, 80mm, OIS, 3.5x optical zoom; Ultra wide: 50 MP, f/2.0, 16mm, 116°.
Câmara frontal: 50 MP, f/2.0, 18mm, 100˚ (ultrawide).
Video: até 4K@30/60fps, 1080p@30/60/120fps
Bateria: 6000mAh; carregamento 80W, 55W PPS, 13.5W PD/QC.
Conectividade: 5G; eSIM; WiFi 6; BT 5.4, aptX HD, aptX Adaptive, LHDC 5; NFC

O Reno 16 dá uma boa sensação de qualidade, e vê-se que a Oppo mantém o cuidado com os detalhes. Dependendo da iluminação ambiente, a zona das câmaras é capaz de criar um efeito que a faz parecer "iluminada".


As câmaras

O Reno 16 pode não ter as mega-câmaras do Find X9 Ultra, mas não tem motivos para se sentir envergonhado. Tendo-se livrado da antiga câmara ultrawide de 8MP, passa a contar com conjunto mais equilibrado de câmaras de 50MP para todas as distâncias focais.
Embora não tenha o zoom óptico de modelos das gamas de topo, o recurso às tecnologias AI permite obter um nível de zoom bastante simpático - embora, obviamente, não haja milagres e se trarem de imagens que perdem os detalhes. Ainda assim, é uma opção que dá jeito ter, nem que seja para "desenrascar".



Em funcionamento

O Oppo Reno 16 não oferece surpresas a nível do funcionamento. Quem vier de um smartphone Oppo saberá com o que contar a nível do Color OS, que adiciona algumas afinações e extras ao Android de origem, incluindo um painel lateral de atalhos rápidos. Apesar de manter o chipset já usado no Reno 15 Pro, continua a manter um comportamento fluido no ecrã de 120 Hz, que acaba por ser um dos destaques desta geração, podendo atingir os 3600 nits de pico.
Uma das coisas que infelizmente não mudou é a quantidade de apps pré-instaladas (bloatware) que a Oppo insiste em manter. Seria mais simpático que, no processo de configuração inicial, fosse dada a opção ao utilizador para instalar ou não estas apps - mas, não o sendo, há que passar os primeiros minutos a rever o que interessa e não interessa, para se fazer uma limpeza.



Apreciação final

O Oppo Reno 16 mantém-se um excelente modelo para complementar a oferta da Oppo ao longo dos diferentes patamares de preço, dos modelos económicos aos topo de gama. É certo que há algumas coisas censuráveis, como manter um chipset já usado na geração anterior, mas isso acaba por ser um compromisso que se pode aceitar, tendo em conta que temos acesso a um ecrã excelente (aquilo com que se interage no dia a dia) e melhorias nas câmaras, incluindo a câmara selfie que passa a ser de 50MP, e que muitos considerarão ser um ponto chave no momento da decisão.
[Mesmo sob sol intenso, o ecrã mantém-se legível - mais legível na realidade do que parece na fotografia]

É também pena que a Oppo penalize os consumidores europeus com uma bateria mais pequena que a usada no resto do mundo, mas também isso acaba por não ser demasiado penalizador, já que mesmo assim o Reno 16 mantém uma autonomia "mais que suficiente", e é ajudado pelo carregamento rápido SuperVOOC de 80W, que rapidamente faz o subir o nível de carga.
Tendo tudo isso em consideração, o Reno 16 mantém-se num patamar equilibrado que dá continuidade á série Reno. Neste momento pode ser apanhado com preço de cerca de 660 euros na versão de 8+256GB. E sai daqui com um nosso "Quente".



Oppo Reno 16
Quente
Prós
  • Câmaras
  • Ecrã
  • Qualidade de construção

Contras

  • Chipset igual ao Reno 15 Pro
  • Bateria de 6.000 mAh na UE (6.700 mAh no resto do mundo)
  • Bloatware de apps pré-instaladas


Oppo Reno 16

Quente (4/5)
№ 17

Samsung estraga modo de recuperação nos Galaxy

A Samsung fez alterações no modo de recuperação de firmware dos Galaxy, podendo resultar em mais smartphones encravados sem solução.

De forma incompreensível e inexplicável, a Samsung alterou o funcionamento do Download Mode, o ambiente de recuperação utilizado para reinstalar firmware através da ferramenta Odin, tornando o processo de recuperação mais complicado - ou até impossível - em determinadas situações.

Os utilizadores precisam agora de activar o Maintenance Mode através do sistema operativo, ou remover as protecções do ecrã de bloqueio para terem acesso ao modo de recuperação. O problema é que isto faz com que o dito modo de recuperação se torna incapaz de lidar com situações em que uma actualização falha, deixando o sistema incapaz de arrancar. Ou seja, o modo que deveria servir de solução para problemas em que o sistema não arranca, fica impedido de funcionar precisamente no cenário em que o sistema não arranca - e se o sistema não arranca não será possível desactivar as protecções para ter acesso ao Download Mode sem arrancar o sistema.

⚠️⚠️ Every Samsung Galaxy user needs to read this—because your next interrupted update could completely brick your phone into a forced service visit.

Samsung’s new Download Mode gating is a massive architectural failure for emergency recovery.

To enter proper, functional Odin… pic.twitter.com/aluwwfbRAD

— Fahad Ali Javed (@fahadalijaved) September 25, 2026
É completamente ridículo que a Samsung, com décadas de experiência neste segmento, pareça não ter percebido isto (embora, o seu histórico a nível de actualizações de firmware não esteja a correr bem nos últimos tempos). É certo que a Samsung poderá utilizar a desculpa da "segurança" para ter feito estas alterações, mas bastaria permitir usar um código PIN durante o processo de acesso ao Download Mode, que resolveria o problema - isto para não entrar em sistemas mais complexos como o Activation Lock usado pela Apple, que não impede que o utilizador legítimo recupere um iPhone com sistema totalmente corrompido.

Até que o sistema seja revisto, a recomendação é a de desactivar as protecções antes de fazer qualquer actualização do sistema/firmware num Samsung Galaxy, para a eventualidade de algo correr mal e ser necessário recorrer ao Download Mode. É que se não o fizerem e algo correr mal, a única solução é recorrer à assistência técnica para subsituir o smartphone ou a motherboard do mesmo.

№ 18

Google vai lançar satélite AI para o espaço

A Google vai lançar o primeiro satélite "Suncatcher" para avaliar o processamento AI no espaço.

Apenas um ano após ter anunciado o Project Suncatcher, a Google vai lançar o seu primeiro satélite "data center AI" para o espaço. No entanto, há que referir que se trata apenas de um satélite experimental, com capacidade de computação bastante modesta, e com bastantes limitações.

O satélite conta com apenas quatro Tensor Processing Units (TPUs) e uma capacidade semelhante à de um único servidor terrestre. A energia será fornecida por painéis solares capazes de gerar cerca de 1.000 watts, suficientes para alimentar os chips durante as operações. Mas, como apontado pelos críticos, um dos maiores desafios continua a ser o controlo da temperatura: os processadores apenas poderão funcionar por períodos de 15 minutos seguidos, antes de terem que parar para arrefecerem.





Apesar das limitações, o satélite deverá processar pedidos de AI durante cerca de um ano e permanecer em órbita até seis anos antes de reentrar na atmosfera terrestre, recolhendo dados valiosos a nível da resistência à radiação espacial.

A Google planeia ir lançando mais satélites de testes nos próximos anos, mas acredita que poderão ser necessários mais de 15 anos até que verdadeiros "data centers espaciais" se tornem uma realidade. Um prazo bastante mais realista do que as promessas rápidas de alguimas empresas/pessoas, de que os data centers espaciais AI chegarão já no próximo ano.

№ 19

Actualização da Samsung deixa frigoríficos encravados

Num novo caso que relembra os riscos dos smart devices, uma actualização da Samsung inutilizou milhares de frigoríficos na Coreia do Sul.

Uma actualização de firmware SmartThings lançada pela Samsung para os seus frigoríficos inteligentes na Coreia do Sul tornou-se num pesadelo, deixando milhares de electrodomésticos inutilizáveis. O problema surgiu após uma actualização de testes ter sido enviada por engano, fazendo com que os frigoríficos ficassem bloqueados no processo de instalação e - pior que tudo - deixassem de funcionar por completo.

Os clientes começaram a relatar que as portas automáticas deixaram de abrir, a iluminação interior parou de funcionar, e a temperatura começou a subir, deixando os alimentos armazenados em risco. A situação tornou-se ainda mais problemática porque aconteceu poucos dias antes do Chuseok, um dos feriados mais importantes da Coreia do Sul e um fim-de-semana prolongado, celebrado entre 24 e 26 de Setembro. Muitas famílias já tinham armazenado grandes quantidades de alimentos para a ocasião, aumentando os riscos de deterioração de carne, peixe e outros produtos.

Perante a dimensão do problema, a Samsung entrou em modo de emergência e comprometeu-se a restaurar todos os frigoríficos afectados até 24 de Setembro, mobilizando equipas de assistência de emergência para os casos mais urgentes (aparentemente alguns frigoríficos necessitaram de trocar a motherboard). A empresa está também a analisar compensações para os clientes que perderam alimentos.

O incidente volta a levantar questões sobre a crescente dependência de software e funcionalidades inteligentes em electrodomésticos, já que uma simples actualização pode transformar uma casa de sonho num verdadeiro inferno digital, com impacto directo no dia a dia dos consumidores.

№ 20

Photopea alvo de ataque DDoS

O popular "photoshop no browser" - Photopea - está a ser alvo de um ataque DDoS que pede 10 mil dólares de resgate.

Os utilizadores do Photopea, o poderoso programa de edição de imagens que corre inteiramente no browser, têm estado impossibilitados de o utilizar desde ontem. As tentativas de aceder ao site resultam em falhas ou no carregamento parcial, mas sem que seja dado acesso ao site funcional.

O seu criador, Ivan Kutskir, já veio revelar que o site tem estado sob um ataque DDoS de grandes dimensões, e que os atacantes estão a pedir 10 mil dólares de resgate para terminar o ataque e permitir que seja retomado o funcionamento normal.

They are asking me for $10,000 :/ pic.twitter.com/Q7o4JnbHoM

— Photopea (@photopeacom) September 25, 2026
Não se sabe se o ataque terá tido alguma coisa a ver com o facto do developer ser ucrâniano - fazendo suspeitar que se possa tratar de um ataque de um grupo russo de hackers - mas neste tipo de coisas normalmente o dinheiro acaba por o ser o principal motivador, mais que as questões geopolíticas.

Entretanto o site parece ter começado a recorrer à Cloudflare para se tentar proteger contra o ataque, mas até ao momento isso ainda não permitiu regressar à normalidade: o site continua a estar inacessível mesmo após a página de validação da Cloudflare, ou carregando apenas algumas secções do Photopea.

Como não existe nenhuma versão "offline" ou site alternativo, não há muito que se possa fazer, restando apenas esperar que o ataque termine em breve, ou que o Photopea arranje forma de resistir a este ataque.


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