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№ 01

Módulo de tomadas Tessan com 3 USB + 3 tomadas a €22

Uma excelente opção para quem tem que lidar com um número crescente de dispositivos USB para recarregar, é usar um módulo de tomada com portas USB integradas, como é o caso deste módulo cubo de tomada Tessan com 3x tomadas mais 3x USB (incluindo USB-C).

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas estes módulos de tomada com portas USB integradas acabam por ser uma solução bastante atractiva, já que permitem manter a utilidade da tomada original, mas adicionando portas USB adicionais para carregarem outros equipamentos sem necessidade de carregadores individuais.
Este módulo de tomada Tessan com 3x tomadas mais 3x USB (1x USB-C) está disponível por 22 euros na Amazon Espanha.

As portas USB-A podem fornecer até 5 V a 2.4 A (12 W) cada uma, a USB-C pode fornecer 3 A (15 W). Quanto à tomada em si, poderá suportar cargas até um máximo de 2500 W; e temos ainda a vantagem de um prático interruptor facilmente acessível para cortar completamente a energia e evitar os consumos "fantasma" em standby.

É uma opção bastante interessante, especialmente para locais como casas de banho ou cozinhas, onde será conveniente manter o acesso à tomada eléctrica, mas ainda assim arranjar forma de recarregar aparelhos via USB - não só os habituais smartphones e tablets, mas também coisas como colunas Bluetooth, relógios, iluminação recarregável, escovas de dentes e máquinas de barbear, etc.


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№ 02

Neural Dawn vai demonstrar MegaLights do Unreal Engine nos smartphones

A impressionante tecnologia MegaLights do Unreal Engine está prestes a chegar aos smartphones com o jogo Neural Dawn.

A ARM revelou o Neural Dawn, um novo jogo para Android desenvolvido em parceria com a Sumo Digital para demonstrar as capacidades das futuras GPUs Mali. O título destaca-se por ser o primeiro jogo móvel a utilizar o sistema MegaLights da Unreal Engine, uma tecnologia que permite criar cenários com um grande número de luzes dinâmicas e sombras com ray tracing, em dispositivos móveis.

Desenvolvido com a Unreal Engine 5.6.1, o jogo recorre também ao conjunto de tecnologias de gráficos neurais da ARM, incluindo Neural Super Sampling, Denoising e Neural Frame Rate Upscaling. Estas ferramentas usam inteligência artificial para melhorar a qualidade visual e aumentar o desempenho.


O Neural Dawn oferece cerca de duas horas de jogo distribuídas por quatro níveis (o que podemos considerar que faz dele mais uma "tech demo" para demonstrar as capacidades dos chips suportados do que um jogo completo), colocando os jogadores no papel de uma cientista que explora uma rede de cavernas. A iluminação desempenha um papel central na experiência, servindo não só para criar ambientes mais realistas, mas também para orientar a progressão do jogador ao longo da aventura.

A ARM confirmou que o jogo será lançado ainda em 2026 para dispositivos Android equipados com as próximas gerações de GPUs Mali. Estes chips vão incluir aceleradores dedicados para tarefas AI, permitindo combinar processamento gráfico e computação neural dentro dos limites energéticos dos smartphones.

№ 03

Tecno Pova 8 usa "câmara" traseira como ecrã

Em vez de usar apenas câmaras falsas para efeitos estéticos, no Tecno Pova 8 a marca decidiu dar um uso incomum a uma delas.

A Tecno apresentou o Pova 8, um smartphone que à primeira vista parece ter um sistema de três câmaras, mas a realidade é bem diferente. Apesar do design traseiro sugerir um conjunto fotográfico avançado, apenas uma das lentes é funcional: um sensor Sony LYT-600 de 50 MP com autofocus e zoom 2x no sensor. Os restantes círculos existem apenas por razões estéticas.

No entanto, um desses espaços não está totalmente vazio. A marca integrou o chamado Alive Matrix Display, um pequeno painel LED dot-matrix capaz de mostrar notificações, animações de chamadas e efeitos visuais durante jogos. Os utilizadores também podem personalizar as animações, dando alguma utilidade a este elemento incomum do smartphone.
Para além deste elemento visual, o Pova 8 tem características habituais para este segmento, com processador MediaTek Dimensity 7100 de 6 nm e ecrã IPS LCD de 6,76" com taxa de atualização de 144 Hz e Hi OS 16 baseado em Android 16, destaca-se por incluir uma bateria de 8.000 mAh com carregamento rápido de 45 W. Segundo a marca, a bateria foi concebida para manter um bom desempenho ao longo de mais de 2.000 ciclos de carregamento, um valor acima da média do mercado.

Embora se possa censurar a opção de usar câmaras falsas apenas para manter um design idêntico ao de modelos como os iPhone Pro, pelo menos desta vez há que reconhecer que a Tecno tentou transformar essa decisão estética em algo mais funcional.

№ 04

Rio de Janeiro lança AI que supera Qwen 3.7 e DeepSeek V4 Pro

O Brasil surpreendeu com o lançamento do Rio 3.5 Open 397B, um modelo AI criado pela Prefeitura do Rio de Janeiro.

A cidade do Rio de Janeiro anunciou o desenvolvimento do Rio 3.5 Open 397B, um modelo de inteligência artificial open-source que resulta de um processo de treino adicionado ao Qwen 3.5 397B. O projecto demonstra uma nova abordagem no raciocínio dos modelos de linguagem, procurando melhorar a eficiência sem comprometer o desempenho.

O principal destaque é a utilização do SwiReasoning, uma estrutura que alterna dinamicamente entre dois modos de raciocínio: o tradicional chain-of-thought, em que o modelo explicita os passos do seu pensamento, e um modo de raciocínio em espaço latente, no qual o processamento ocorre internamente sem gerar texto intermédio visível. A escolha entre os dois modos é feita através de sinais de confiança baseados em entropia. O sistema avalia o grau de incerteza da resposta e decide se precisa de "pensar em voz alta" ou se consegue resolver a tarefa internamente. Esta abordagem permite reduzir o consumo de tokens e aumentar a eficiência computacional.
Os resultados parecem validar esta aposta, com o Rio 3.5 Open 397B a superar modelos como o Qwen 3.7 e DeepSeek V4 Pro, e em certos benchmarks até se aproxima de modelos como o GPT-5.5.

O Rio 3.5 Open 397B junta-se a uma tendência crescente no sector AI: criar modelos capazes de adaptar o seu processo de raciocínio consoante a complexidade da tarefa. À medida que os custos de inferência continuam a ser um dos maiores desafios da indústria, técnicas híbridas como o SwiReasoning poderão desempenhar um papel importante na próxima geração de modelos de linguagem. Demonstra também como até entidades sem "tradição" no sector podem tirar partido dos modelos AI open-source existentes, e reduzir a dependência em serviços AI que podem ficar inacessíveis de um dia para o outro.

№ 05

Rio de Janeiro lança AI que supera Qwen 3.7 e DeepSeek V4 Pro

O Brasil surpreendeu com o lançamento do Rio 3.5 Open 397B, um modelo AI criado pela Prefeitura do Rio de Janeiro.

A cidade do Rio de Janeiro anunciou o desenvolvimento do Rio 3.5 Open 397B, um modelo de inteligência artificial open-source que resulta de um processo de treino adicionado ao Qwen 3.5 397B. O projecto demonstra uma nova abordagem no raciocínio dos modelos de linguagem, procurando melhorar a eficiência sem comprometer o desempenho.

O principal destaque é a utilização do SwiReasoning, uma estrutura que alterna dinamicamente entre dois modos de raciocínio: o tradicional chain-of-thought, em que o modelo explicita os passos do seu pensamento, e um modo de raciocínio em espaço latente, no qual o processamento ocorre internamente sem gerar texto intermédio visível. A escolha entre os dois modos é feita através de sinais de confiança baseados em entropia. O sistema avalia o grau de incerteza da resposta e decide se precisa de "pensar em voz alta" ou se consegue resolver a tarefa internamente. Esta abordagem permite reduzir o consumo de tokens e aumentar a eficiência computacional.
Os resultados parecem validar esta aposta, com o Rio 3.5 Open 397B a superar modelos como o Qwen 3.7 e DeepSeek V4 Pro, e em certos benchmarks até se aproxima de modelos como o GPT-5.5.

O Rio 3.5 Open 397B junta-se a uma tendência crescente no sector AI: criar modelos capazes de adaptar o seu processo de raciocínio consoante a complexidade da tarefa. À medida que os custos de inferência continuam a ser um dos maiores desafios da indústria, técnicas híbridas como o SwiReasoning poderão desempenhar um papel importante na próxima geração de modelos de linguagem. Demonstra também como até entidades sem "tradição" no sector podem tirar partido dos modelos AI open-source existentes, e reduzir a dependência em serviços AI que podem ficar inacessíveis de um dia para o outro.

№ 06

Os paradoxos da navegação orbital

Acelerar e desacelerar em órbita tem que ser feito de forma completamente oposta à que se poderia imaginar.

Fomos mal habituados, por décadas de filmes de ficção científica no espaço, a pensar que as coisas no espaço funcionam de forma semelhante à de voar na atmosfera da Terra. No entanto, as coisas são completamente diferentes e nem parecem fazer sentido.

Na mecânica orbital, muitas das coisas funcionam exactamente ao contrário do que se poderia pensar: é preciso desacelerar para ganhar velocidade, é preciso acelerar para andar mais devagar. E, por isso mesmo, quando um veículo como uma cápsula quer "acelerar" para apanhar um alvo como a estação espacial internacional, tem que... desacelerar. Tudo isto porque, no espaço, tudo se passa numa referência orbital, quer seja da Terra, outro planeta ou lua, ou do Sol.


É também isto que faz com que aquelas ideias de "vamos atirar o nosso lixo radioactivo para sol" sejam completamente idiotas e impraticáveis, pois seria necessária mais energia para fazer com que algo atingisse o sol, do que a energia necessária para atirar algo para fora do sistema solar (basicamente, seria necessário anular a velocidade que nos é dada pela Terra).

Para quem estiver baralhado com tudo isto - como será comum - e quiser aprender mais, recomendo seriamente espreitarem o jogo/simulador Kerbal Space Program, de que já falei há alguns anos e que aborda tudo isto de forma que se torna mais visual e fácil de entender.

№ 07

Cartões SD de 8TB prestes a chegar ao mercado

Apesar de terem sido anunciados há dois anos, os cartões SD de 8TB só agora irão começar a chegar ao mercado - numa péssima altura para os interessados.

Os primeiros cartões SD com capacidade de 8TB poderão chegar ao mercado em breve, cerca de dois anos após terem sido apresentados pela primeira vez. Vários fabricantes presentes na Computex 2026 indicaram que os novos cartões baseados no padrão SDUC (Secure Digital Ultra Capacity) estão finalmente prontos para entrar em produção.

O padrão SDUC foi criado para suportar capacidades entre 2TB e 128TB, o que significa que os 8TB representam apenas uma fração do potencial máximo da tecnologia. No entanto, tal como aconteceu com o microSD Express, a adopção deste novo formato dependerá da chegada de dispositivos compatíveis ao mercado. Uma das principais limitações é a falta de retrocompatibilidade. Ao contrário de algumas gerações anteriores de cartões SD, os modelos SDUC não funcionam em leitores ou equipamentos mais antigos. Neste momento, praticamente não existem dispositivos capazes de utilizar cartões SDUC, o que - a par dos preços elevados que temos actualmente - poderá atrasar a real adopção destes cartões por vários anos.

Os primeiros modelos deverão incluir cartões microSDUC de 4TB e cartões SDUC de 8TB, ambos com interface UHS-I. Embora as velocidades não sejam particularmente elevadas (104 MB/s), a capacidade de armazenamento é impressionante. O preço, no entanto, poderá ser igualmente impressionante: estimativas apontam para valores próximos dos 2.200 dólares para os cartões SD de 8TB, tornando-os numa solução que só será relevante para profissionais que necessitem da maior capacidade possível neste tamanho ultra-compacto.

Como curiosidade, se tivessem comprado 2.200 dólares de acções da SanDisk há dois anos, neste momento valeriam mais de 122 mil dólares - o que seria suficiente para comprar muitos destes cartões sem preocupações. :)

№ 08

WhatsApp obriga actualização em iPhones antigos até Novembro

O WhatsApp vai obrigar a que se faça uma actualização nos iPhones mais antigos para poder continuar a ser usado a partir de Novembro.

A Meta confirmou que o WhatsApp passará a exigir o iOS 15.5 ou superior a partir de 30 de Novembro de 2026. Actualmente, a aplicação funciona em dispositivos com iOS 15.1, mas a empresa decidiu aumentar os requisitos mínimos para continuar a utilizar o serviço.

A mudança afecta os utilizadores de iPhones mais antigos, incluindo o iPhone 6s, iPhone 6s Plus, iPhone SE de primeira geração, iPhone 7 e iPhone 7 Plus. No entanto, estes dispositivos continuam a ser compatíveis com o iOS 15.8.8, o que significa que basta instalar a actualização mais recente disponível para manter o acesso ao WhatsApp. Importa destacar que nenhum destes iPhones perderá suporte ao WhatsApp de forma imediata. Como todos os modelos compatíveis com iOS 15.1 também suportam a versão 15.5 do sistema, os utilizadores precisam apenas verificar se têm o sistema actualizado através das definições do dispositivo.

A Meta afirma que revê anualmente os sistemas operativos suportados, removendo versões mais antigas com menor utilização e que já não recebem actualizações de segurança. Os utilizadores afectados deverão receber notificações dentro da própria aplicação antes do fim do suporte, relembrando a necessidade de actualizar o sistema operativo para manterem o acesso ao WhatsApp.

№ 09

Volkswagen bloqueia APIs dos automóveis

A Volkswagen bloqueou o acesso de terceiros às suas APIs, limitando severamente as funcionalidades possíveis nos seus automóveis eléctricos.

A Volkswagen está a remover o acesso de aplicações e plataformas de terceiros às APIs utilizadas por vários dos seus automóveis eléctricos, uma decisão que irá afectar diversas funcionalidades avançadas de gestão energética e automação utilizadas pelos proprietários destes veículos.

Até agora, estas interfaces permitiam integrar os veículos em sistemas domésticos inteligentes através de ferramentas open-source e serviços externos. Entre as funcionalidades disponíveis encontravam-se o carregamento automático para aproveitar excedentes de energia solar, a gestão inteligente da carga da bateria, o pré-condicionamento automático do veículo e, em alguns casos, a integração com sistemas de energia domésticos para optimizar o consumo eléctrico - por exemplo, carregar apenas com o nível de carga necessário para a condução no dia seguinte.
Com a desactivação do acesso às APIs, muitas destas soluções deixam de funcionar. Utilizadores e programadores referem que as plataformas dependiam dos dados em tempo real fornecidos pelos veículos para automatizar estes processos e criar integrações que não eram disponibilizadas oficialmente pela própria Volkswagen.

Embora a fabricante não tenha detalhado publicamente os motivos da alteração, a medida está a gerar fortes críticas entre os proprietários e comunidades de desenvolvimento. Alguns utilizadores receiam que a estratégia tenha como objectivo concentrar os serviços no ecossistema oficial da marca, reduzindo a compatibilidade com soluções externas - algo que se torna ainda mais criticável quando a marca nem sequer disponibiliza funcionalidades idênticas que pudessem servir de alternativa ao que já se podia fazer. Esperemos não ter que chegar ao ponto de ser necessária mais legislação europeia para obrigar as marcas a ceder acesso aos dados dos veículos, por culpa dos fabricantes não o fazerem de forma voluntária.

№ 10

Volkswagen bloqueia APIs dos automóveis

A Volkswagen bloqueou o acesso de terceiros às suas APIs, limitando severamente as funcionalidades possíveis nos seus automóveis eléctricos.

A Volkswagen está a remover o acesso de aplicações e plataformas de terceiros às APIs utilizadas por vários dos seus automóveis eléctricos, uma decisão que irá afectar diversas funcionalidades avançadas de gestão energética e automação utilizadas pelos proprietários destes veículos.

Até agora, estas interfaces permitiam integrar os veículos em sistemas domésticos inteligentes através de ferramentas open-source e serviços externos. Entre as funcionalidades disponíveis encontravam-se o carregamento automático para aproveitar excedentes de energia solar, a gestão inteligente da carga da bateria, o pré-condicionamento automático do veículo e, em alguns casos, a integração com sistemas de energia domésticos para optimizar o consumo eléctrico - por exemplo, carregar apenas com o nível de carga necessário para a condução no dia seguinte.
Com a desactivação do acesso às APIs, muitas destas soluções deixam de funcionar. Utilizadores e programadores referem que as plataformas dependiam dos dados em tempo real fornecidos pelos veículos para automatizar estes processos e criar integrações que não eram disponibilizadas oficialmente pela própria Volkswagen.

Embora a fabricante não tenha detalhado publicamente os motivos da alteração, a medida está a gerar fortes críticas entre os proprietários e comunidades de desenvolvimento. Alguns utilizadores receiam que a estratégia tenha como objectivo concentrar os serviços no ecossistema oficial da marca, reduzindo a compatibilidade com soluções externas - algo que se torna ainda mais criticável quando a marca nem sequer disponibiliza funcionalidades idênticas que pudessem servir de alternativa ao que já se podia fazer. Esperemos não ter que chegar ao ponto de ser necessária mais legislação europeia para obrigar as marcas a ceder acesso aos dados dos veículos, por culpa dos fabricantes não o fazerem de forma voluntária.

№ 11

NVIDIA aumenta preço da RTX PRO 6000 Blackwell

A NVIDIA aumentou o preço da RTX PRO 6000 Blackwell para quase o dobro do seu preço original, e sem explicar porquê.

A NVIDIA passou a listar a RTX PRO 6000 Blackwell Workstation Edition por 13.250 dólares(!) na sua loja oficial, um valor significativamente superior aos preços registados no início de 2025. Embora a placa gráfica esteja actualmente esgotada, o preço apresentado é geralmente considerado o valor de referência oficial da fabricante, e seguido pelos restantes parceiros comerciais.

Quando surgiu no início de 2025, a RTX PRO 6000 Blackwell tinha um preço que começava no 7.600 dólares. Mesmo no início deste ano, a placa (constantemente indisponível/esgotada) tinha um preço de 8.000 dólares.
Destinada ao mercado profissional, a placa utiliza o GPU GB202 com 24.064 núcleos CUDA e 96 GB de memória GDDR7 ECC. O modelo inclui um sistema de ventilação com design Double Flow Through e um consumo energético de até 600 W, posicionando-se como sucessora das antigas placas Quadro para visualização profissional e processamento AI.

Não é segredo que as placas gráficas têm sofrido forte aumento de preços, especialmente no segmento com mais de 16GB de VRAM - que as torna mais apetecíveis para processamento AI. Ainda assim, este tipo de aumento não é explicado totalmente pelo aumento do preço da memória RAM, mas sim pelo facto da procura superar a oferta (algo que também pode ser verificado pelos preços "absurdos" que são pedidos pelas placas em segunda mão das gerações anteriores, que chegam a ter preços equivalentes às das placas mais recentes).

É uma curiosa (e infeliz) situação em que faz com que, ao contrário do que era habitual, temos o custo do hardware a aumentar de ano para ano, em vez de desvalorizar.

№ 12

One UI 9 ganha opção de mostrar velocidade da rede

A Samsung decidiu adicionar finalmente um indicador de velocidade da rede no One UI 9.

A Samsung está finalmente a disponibilizar uma das funcionalidades mais pedidas pelos utilizadores Android: um indicador de velocidade da rede directamente na barra de estado. A novidade chega com o One UI 9 e permite acompanhar em tempo real as velocidades de download e upload em ligações WiFi ou de dados móveis.

Até agora, os utilizadores de smartphones Galaxy que pretendiam esta funcionalidade tinham de recorrer a apps de terceiros ou a soluções mais avançadas que exigiam acesso root. Com o One UI 9, a funcionalidade passa a estar disponível oficialmente através do sistema de utilitários Good Lock da Samsung.
O indicador é activado através de uma versão actualizada do módulo QuickStar e surge ao lado dos ícones já existentes na barra de estado. O sistema ajusta automaticamente a unidade apresentada - KB/s, MB/s ou GB/s - consoante o volume de tráfego de dados, facilitando a monitorização do desempenho da ligação à internet.

A nova funcionalidade não substitui os indicadores tradicionais de WiFi ou rede móvel, mas oferece uma forma rápida de perceber se problemas como downloads lentos, vídeos a parar, ou apps com atrasos estão relacionados com a velocidade da ligação. O One UI 9 encontra-se actualmente em fase beta para a série Galaxy S26, devendo chegar a mais dispositivos Galaxy nos próximos meses.

№ 13

BYD revela Denza Z com 1582cv

A BYD tem novo superdesportivo eléctrico, o Denza Z com mais de 1500cv e que chega em duas variantes.

A BYD revelou novos detalhes do Denza Z, o futuro topo de gama da sua marca premium Denza. O modelo representa uma mudança radical na estratégia da fabricante chinesa, que até agora estava mais focada em monovolumes e SUV familiares. Com até 1.582 cavalos de potência, o Denza Z pretende competir com os superdesportivos eléctricos de alto desempenho que têm chegado ao mercado.

O veículo utiliza uma configuração com três motores eléctricos: um no eixo dianteiro e dois no traseiro. Em conjunto, debita 1.180 kW de potência, permitindo acelerar dos 0 aos 100 km/h em apenas 2 segundos, segundo a BYD. A marca prepara duas versões distintas para o lançamento em Julho: um descapotável de quatro lugares com capota em lona e um roadster de tecto rígido.
A versão descapotável alcança uma velocidade máxima de 300 km/h, enquanto o modelo com pacote desportivo pode atingir os 350 km/h graças a melhorias aerodinâmicas, incluindo um spoiler traseiro fixo e pneus de maiores dimensões (21" em vez de 20"). Apesar do elevado desempenho, ambos os modelos mantêm uma configuração de quatro lugares, algo pouco comum neste segmento - mas que revela a versatilidade das arquitecturas eléctricas (embora não seja de esperar milagres nos lugares traseiros).

O Denza Z utiliza baterias LFP desenvolvidas pela própria BYD e será compatível com a tecnologia de carregamento ultrarrápido da empresa. O desportivo contará ainda com suspensão activa DiSus-M e o sistema de assistência à condução DiPilot 5.0. É esperado que o preço na China fique abaixo dos 100 mil euros, embora seja necessário aguardar até mais perto do lançamento para ficarmos a saber os valores oficiais.

№ 14

Malware usa textos "perigosos" para escapar a análises AI

Foi descoberta uma campanha de malware usa prompts "problemáticos" para tentar enganar análises feitas por ferramentas AI.

Investigadores de segurança identificaram uma nova versão da campanha de malware Hades que utiliza uma técnica invulgar para tentar escapar a sistemas de análise AI. Os atacantes inseriram comentários no código com pedidos relacionados com armas biológicas e nucleares, sabendo que grande parte dos modelos AI tem mecanismos de segurança que interrompem a conversação assim que se abordam estes tópicos sensíveis.

Estes textos não têm qualquer relação com o funcionamento do malware em si, destinando-se exclusivamente a activar os mecanismos de protecção dos assistentes AI, com a expectativa que isso permita que o código malicioso passe despercebido em verificações superficiais.
Embora esta abordagem não seja eficaz contra ferramentas de segurança mais avançadas, pode ser o suficiente para enganar pessoas que utilizem assistentes AI para fazer uma análise rápida de pacotes de software ou código suspeito.

A campanha Hades também evoluiu noutras áreas, recorrendo a binários pré-compilados, separação do código malicioso por múltiplos pacotes e activação apenas durante a execução do software. Além disso, o malware expandiu os seus objectivos e procura agora roubar credenciais de serviços de desenvolvimento, chaves SSH, configurações Docker, ficheiros .env e tokens de plataformas cloud, aumentando significativamente o risco para programadores e empresas que sejam visados por estes ataques.

№ 15

Como fazer um mini teclado de 6 teclas com olhos animados

Este mini teclado com 6 teclas macro tem também um pequeno ecrã com olhos animados para maior personalização.

Já por cá falamos de incontáveis projectos de mini teclados e macropads, para as mais variedades funções e actividades - dos mais simples até aos que têm controladores 3D integrados. Desta vez temos um que junta a simplicidade a um pequeno ecrã.

Este Macropad With Animated Eyes consiste num mini-teclado com seis teclas macro, com o inevitável ESP32 como elemento central, a que se junta um pequeno ecrã de 0.9" que é usado para apresentar uns divertidos olhos animados.



Claro que nada nos obriga a usar o ecrã para este aspecto "divertido", e podemos facilmente adaptá-lo para apresentar informação mais relevante e utilitária - tal como noutro projecto que já por cá passou do mini-teclado para copy-paste.

Como sempre, a grande vantagem destes projectos "faça você mesmo" é que cada um fica com total liberdade para o adaptar às suas próprias necessidades, podendo alterar por completo o seu aspecto físico (impresso em 3D), e também as suas funcionalidades.

№ 16

Xiaomi apresenta braço robot para carregar carros eléctricos em casa

Em breve, será possível evitar o ritual de ligar o cabo de carregamento ao carro em casa, graças ao braço robot da Xiaomi.

A Xiaomi está a concretiza aquilo que em tempos foi mostrado pela Tesla mas que nunca se materializou: um braço robótico capaz de ligar e desligar automaticamente o cabo de carregamento de um veículo eléctrico quando se chega à garagem.

O sistema utiliza um braço motorizado compacto, numa base com apenas 152 mm de largura, concebido para instalação em garagens domésticas com espaço reduzido. Recorre a visão por computador para localizar a porta de carregamento do veículo, inserir a ficha e removê-la automaticamente quando o carregamento termina.

Xiaomi launches home-charging robotic arm

The arm can connect with the vehicle and automatically insert and unplug the charger during charging, requiring no manual operation throughout the charging process.

The charger is operated via the Xiaomi app.

The robotic arm and… pic.twitter.com/FoHBBPdYo9

— Tycho de Feijter (@TychodeFeijter) June 11, 2026
Além disso, o carregador integra-se no ecossistema inteligente da Xiaomi, permitindo monitorização e controlo através do smartphone. O sistema pode também comunicar com o veículo para abrir e fechar automaticamente a tampa da porta de carregamento, tornando todo o processo completamente autónomo.

A proposta da Xiaomi surge como uma alternativa ao carregamento sem fios. Embora o carregamento por indução elimine a necessidade de cabos, apresenta geralmente menor eficiência energética do que uma ligação física. Ao manter uma ligação por cabo, o braço robótico da Xiaomi elimina as desvantagens dos sistemas wireless mantendo a conveniência dum carregamento totalmente "mãos-livres" - e com a vantagem de poder funcionar com qualquer carro eléctrico com ficha convencional. A empresa ainda não revelou preços, mas diz que este braço robot será lançado antes do final do ano.

№ 17

Elon Musk é o primeiro "trilionário" do mundo

Com a entrada em bolsa da SpaceX, Elon Musk torna-se o primeiro "trilionário" do mundo.

Elon Musk tornou-se, em termos de património estimado, a primeira pessoa a ultrapassar a marca de um bilião de dólares norte-americanos (um "trilião" na numeração deles) com a entrada da SpaceX em bolsa. A valorização das acções da empresa elevou significativamente o valor da participação de Musk, somando-se aos valores que já detinha de empresas como a Tesla.

A SpaceX estreou-se no Nasdaq com uma valorização próxima dos 1.8 "triliões" de dólares, tendo as acções registado uma forte subida no primeiro dia de negociação (começaram a $135, terminaram perto dos $161). O desempenho da empresa transformou milhares de funcionários em milionários, graças aos programas de opções sobre ações atribuídos ao longo dos anos. A empresa espacial de Musk apresenta aos investidores uma visão ambiciosa para o futuro, centrada não apenas no sector espacial, mas também na área da AI, com os pouco consensuais centros de dados em órbita. Segundo a própria SpaceX, estas actividades poderão representar uma parte significativa do seu potencial de crescimento, ultrapassando em importância negócios como a constelação Starlink e os contratos governamentais.

A nova realidade da SpaceX poderá também influenciar as suas prioridades estratégicas. Embora a empresa continue a desempenhar um papel fundamental em programas da NASA, incluindo o Artemis, os contratos ligados à AI e aos serviços comerciais têm vindo a crescer rapidamente, levantando questões sobre quais as áreas em que se irá focar a médio e longo prazo - e até já há quem vá dando a entender que em breve também a Tesla poderá ser absorvida pela SpaceX. Terá que ser o tempo a demonstrar se realmente a SpaceX tem o futuro que "vendeu" aos investidores, ou se se tornará numa das maiores bolhas de sempre.

№ 18

EUA bloqueiam acesso ao Fable 5 e Mythos da Anthropic

O governo dos EUA exigiu a suspensão do acesso aos mais poderosos modelos AI Fable 5 e Mythos 5 por motivos de segurança nacional.

Numa medida que levanta novas preocupações sobre o uso de modelos AI de empresas dos EUA, a Anthropic anunciou a suspensão global do acesso aos modelos de inteligência artificial Fable 5 e Mythos 5, após ter recebido uma directiva do governo dos Estados Unidos relacionada com controlos de exportação e de segurança nacional. Segundo a empresa, a ordem exige o bloqueio do acesso a estes modelos por cidadãos estrangeiros, incluindo funcionários da própria Anthropic.

De acordo com a empresa, cumprir a directiva de forma parcial seria tecnicamente inviável a curto prazo, levando à desactivação temporária dos modelos para todos os utilizadores a nível mundial. Os restantes modelos da Anthropic, incluindo o Claude Opus 4.8, continuam disponíveis e não foram afectados.

The US government, citing national security authorities, has issued an export control directive to suspend all access to Fable 5 and Mythos 5 by any foreign national, whether inside or outside the United States, including foreign national Anthropic employees.

The net effect of…

— Anthropic (@AnthropicAI) June 13, 2026
A suspensão surge poucos dias após o lançamento do Fable 5, que tinha sido disponibilizado gratuitamente para clientes dos planos Pro, Max e Enterprise até 22 de Junho (e também piorado secretamente). O Fable 5 é uma versão do Mythos equipada com mecanismos de segurança adicionais para limitar pedidos relacionados com áreas sensíveis, como cibersegurança, biologia e química.

A Anthropic discorda da decisão das autoridades norte-americanas, argumentando que as preocupações estão relacionadas com um possível "jailbreak" que permite contornar algumas proteções do modelo. A empresa considera que aplicar este tipo de restrições de forma generalizada poderá dificultar significativamente o desenvolvimento e lançamento de futuros sistemas avançados de AI. O que é certo é que também vem demonstrar ao resto do mundo que não podem confiar no acesso - mesmo que pago (e bem pago) - a modelos AI de empresas dos EUA, pois a qualquer momento poderão perder o acesso aos mesmos, sem qualquer pré-aviso.

№ 19

Mercedes-AMG GT Coupé reforça aposta nos motores axial flux

O novo Mercedes-AMG GT Coupé demonstra que a Mercedes está mesmo empenhada nos motores axial flux ultra compactos.

Quando se fala de carros eléctricos, a maioria das discussões tem a ver com a autonomia e velocidade de carregamento. No entanto, há revoluções tecnológicas que ficam escondidas do olhar dos condutores e passageiros, no coração mecânico do veículo. A Mercedes-Benz quer demonstrar isso mesmo com o início da produção em volume dos seus novos motores eléctricos axial flux que tem estado a desenvolver há vários anos.

A maioria dos veículos eléctricos actuais utiliza motores de fluxo radial (radial flux), nos quais o campo magnético se expande para o exterior, de forma semelhante aos raios de uma roda de bicicleta. Os novos motores axial flux funcionam de forma diferente. Nestes motores, o fluxo electromagnético move-se paralelamente ao eixo de rotação, permitindo um design mais compacto e em forma de disco. A estrutura inclui dois rotores magnéticos posicionados em ambos os lados de um estator central. Esta configuração permite reduzir significativamente as dimensões do motor e, ao mesmo tempo, aumentar a sua potência. A estreia comercial desta tecnologia acontece no novo Mercedes-AMG GT Coupé de quatro portas, totalmente eléctrico.
Graças ao design ultrafino, o motor dianteiro mede menos de 9 centímetros de largura. Os dois motores traseiros são ainda mais compactos, com cerca de 8 centímetros cada. Estes motores estão integrados numa unidade denominada High Performance Electric Drive Unit, que combina os motores com uma caixa planetária compacta para maximizar o aproveitamento do espaço. Apesar das dimensões reduzidas, o desempenho está longe de ser modesto. O motor do eixo dianteiro ultrapassa as 15.000 rotações por minuto, enquanto o sistema completo permite ao desportivo acelerar dos 0 aos 100 km/h em apenas 2.1 segundos.
A base desta tecnologia foi criada pela empresa britânica YASA, especializada em motores elétricos avançados. A Mercedes-Benz adquiriu a empresa em 2021 após identificar o potencial da tecnologia. Antes do início da produção em série, a marca testou o sistema através do protótipo CONCEPT AMG GT XX. O veículo realizou um teste de resistência no circuito de Nardo, em Itália, onde circulou continuamente durante 7 dias e 13 horas. Durante esse período, percorreu mais de 40.000 quilómetros e estabeleceu 25 recordes de velocidade e resistência para veículos eléctricos.

Levar esta tecnologia da fase experimental para a produção em massa revelou-se um enorme desafio de engenharia. A fábrica de Berlim dedicou cerca de 30.000 metros quadrados ao projeto, distribuídos por três pavilhões e sete linhas de produção. O processo de montagem envolve 98 etapas diferentes. Dessas, 65 foram desenvolvidas especificamente para esta tecnologia e 35 representam processos completamente novos para a indústria automóvel mundial. Uma das maiores dificuldades prende-se com a utilização de cabos de cobre planos e retangulares em vez dos tradicionais cabos redondos. Esta solução permite aumentar a densidade de cobre no interior do motor, mas torna a produção muito mais complexa, já que dobrar cobre espesso sem danificar o isolamento obrigou a desenvolver novos processos.
Outros dos momentos complexos da montagem é conhecido internamente como o "casamento" ("wedding"). Nesta fase, braços robóticos posicionam o estator central entre dois rotores magnéticos extremamente potentes. A força magnética gerada atinge cerca de 9 kN, cerca de 900 quilogramas. O sistema robótico tem de posicionar os componentes com uma margem de erro inferior a 0.1 milímetros, enquanto software dedicado realiza correcções em tempo real.

O lançamento destes motores coincide também com um momento histórico para a marca: 2026 assinala os 140 anos desde que Carl Benz patenteou o seu primeiro automóvel, em 1886.

De notar que a Mercedes não é a única empresa a dar uso a este tipo de motores. Marcas como a Ferrari, Lamborghini, McLaren, Aston Martin, e Koenigsegg já usam motores axiais da YASA nos seus supercarros híbridos; e na China também temos marcas commo a VOYAH, Xiaomi, BYD, Geely, Chery, e Huawei que já revelaram estar a trabalhar em motores deste tipo.

№ 20

Audi revela Nuvolari com 1001cv

A Audi aposta no Nuvolari como supercarro híbrido mais potente da história da marca.

A Audi apresentou o Nuvolari, o primeiro supercarro da marca com propulsão híbrida de alto desempenho e o veículo de série mais rápido e potente de sempre da marca de Ingolstadt.

Com 1.001 CV, velocidade máxima superior a 350 km/h e produção limitada a 499 unidades, o Nuvolari é uma declaração de intenções sobre o futuro da Audi. O nome presta homenagem a Tazio Nuvolari, uma das figuras mais marcantes da história do desporto automóvel, recordado pela sua audácia, engenho e vontade inquebrável de vencer.
O CEO da Audi, Gernot Döllner, foi claro sobre o significado do modelo: “O Audi Nuvolari é uma declaração para o futuro da Audi, para uma nova forma de desempenho, e para o ‘Vorsprung durch Technik’ na era da eletrificação.” Já o responsável pelo desenvolvimento técnico, Rouven Mohr, destaca que “o Nuvolari é o primeiro supercarro da Audi com tração híbrida de alto desempenho e define um novo referencial em termos de performance, dinamismo e eficiência.”

O Nuvolari é também o primeiro modelo de série a expressar integralmente a nova filosofia de design da Audi: superfícies tensas, linhas precisas e uma presença monolítica e poderosa. Cada elemento tem uma função clara. O interior é igualmente focado na experiência de condução, refinado e sem distração. “O Audi Nuvolari incorpora o ‘Vorsprung durch Technik’ na sua forma mais visceral: progresso através da tecnologia”, afirma o diretor criativo Massimo Frascella.
A tração híbrida de inspiração Fórmula 1, o quattro predictive ride, a aerodinâmica ativa e o inovador Audi Space Frame em carbono são algumas das tecnologias de ponta que chegam diretamente à estrada. As entregas estão previstas para a primeira metade de 2027. Como é habitual, é um carro para aquela clientela que não se preocupa com detalhes como o "preço".

[Pela Estrada Fora]

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