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Óculos Asus ROG Xreal R1 criam ecrã virtual de 171"

06-01-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

A Asus fez uma parceria com a Xreal para criar os óculos ROG Xreal R1.

A Asus revelou finalmente aquilo que queria dizer quando começou a anunciar uma "nova forma de jogar em grande". Isso materializa-se através de uma parceria com a Xreal para lançar novos óculos de realidade aumentada pensados especificamente para gaming. Os ROG Xreal R1 criam um ecrã gigante virtual que parece flutuar à frente dos olhos do utilizador, e destacam-se por disponibilizar uma taxa de actualização de 240Hz, o dobro do habitual nos óculos AR actuais.

Os ROG Xreal R1 utilizam painéis micro-OLED com resolução 1080p e ligam-se aos dispositivos através de USB-C. Incluem ainda um ROG Control Dock dedicado, com duas portas HDMI 2.0 e uma DisplayPort 1.4, garantindo compatibilidade tanto com PCs como com consolas. 
Os óculos oferecem um campo de visão de 57 graus e conseguem simular um ecrã virtual de até 171" colocado a cerca de quatro metros de distância. Suportam também três graus de liberdade, permitindo fixar a imagem no espaço ou fazê-la acompanhar os movimentos da cabeça.

O lançamento dos ROG Xreal R1 está previsto para a primeira metade de 2026, mas falta ainda saber o elemento crucial: o preço.

Nvidia lança "FSD" open-source Alpamayo e faz parceria com a Mercedes

06-01-2026 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

A Nvidia aponta ao eternamente prometido FSD da Tesla, com o seu novo Alpamayo e uma parceria com a Mercedes.

Enquanto a Tesla vai eternamente prometendo o modo FSD 100% autónomo - que, neste momento, após mais de meia década de promessas, continua a ser uma miragem (e já ficou assegurado que não chegará aos carros com HW3) - a Nvidia tira partido dos avanços para propor a sua própria solução.

A proposta da Nvidia é o modelo AI Alpamayo, que é um modelo AI open-source que, à semelhança do sistema da Tesla, utiliza unicamente câmaras para proporcionar sistemas de condução "autónoma". Trata-se se um modelo VLA (vision–language–action) com capacidade de raciocínio semelhante à de um condutor humano, e que supostamente será capaz de lidar com todo o tipo de imprevistos que possam surgir nas estradas.





E para que isto não seja apenas uma daquelas notícias teóricas, a Nvidia já fez uma parceria com a Mercedes, e anunciou que o CLA passará a contar com sistema de assistência à condução de nível 2 baseado nos seus sistemas - o mesmo tipo de capacidade disponibilizado pelo Autopilot "supervisionado" da Tesla, em que o condutor continua a ter que manter atenção permanente sobre o que o carro está a fazer.

Obviamente, são notícias que têm gerado bastante discussão entre os grupo pró/anti Tesla. De um lado, os fãs ferrenhos da Tesla desvalorizam isto, dizendo que é apenas aquilo que a Tesla "já tem há anos", e que a Tesla mantém enorme avanço sobre todos os outros fabricantes. Do outro, os que ridicularizam a Tesla por passar ano após ano a fazer promessas que não cumpre, e que agora comecem a surgir soluções open-source que permitirão a qualquer fabricante "ultrapassar" a Tesla.

Do seu lado, Elon Musk já veio referir que a Nvidia terá os mesmos problemas que a Tesla, de que será facil resolver 99% dos problemas mas que demorará a resolver o 1% final (pela primeira vez parece admitir que a Tesla tem problemas), e que sinceramente deseja a melhor sorte à Nvidia - um desejo que pode estar relacionado com o facto de não poder correr o risco de criar conflitos com Jensen Huang (CEO da Nvidia), de quem continua dependente para obter chips para o seus mega-datacenters AI; pelo menos até que a Tesla comece a produzir os seus próprios chips AI.

Govee apresenta iluminação com Matter no CES 2026

06-01-2026 | 13:02 | A Minha Alegre Casinha

A Govee, marca bem conhecida na área da liminação, tem novos produtos para o tecto e chão, com suporte Matter e Apple Home.

Para quem desejar começar o ano de 2026 bem "iluminado", a Govee tem novos produtos de iluminação inteligente para tecto e chão, sem esquercer o suporte para Matter e Apple Home. As novidades incluem a Floor Lamp 3, a Ceiling Light Ultra e a Sky Ceiling Light, pensadas para combinar efeitos visuais avançados com uma integração mais simples em casas inteligentes.

A Govee Floor Lamp 3 sucede à Floor Lamp 2 e passa a oferecer compatibilidade Matter, permitindo ligação directa ao ecossistema Apple Home. Estreia também o novo sistema LuminBlend+, capaz de reproduzir até 281 biliões de cores e de cobrir uma ampla gama de temperaturas de cor, entre 1000K e 10000K, com cores mais fiéis e naturais.
Já a Ceiling Light Ultra, com 21 polegadas, aposta numa matriz de 616 LEDs para criar padrões detalhados e cenas animadas. Pode atingir até 5000 lúmenes, iluminando confortavelmente divisões médias, e suporta luz branca ajustável entre 2700K e 6500K, funcionando tanto como luz principal como elemento decorativo.
A Sky Ceiling Light foi desenhada para imitar a luz natural do céu, com gradientes que vão do azul diurno a tons quentes de pôr do sol. A acompanhar o novo hardware, a Govee anunciou ainda o AI Lighting Bot 2.0 e o modo DaySync, que disponibilizam efeitos de iluminação gerados por AI e iluminação circadiana que se ajusta automaticamente ao longo do dia para proporcionar um ambiente mais natural e confortável.

Por enquanto ainda não são conhecidos os preços, mas resta esperar que a Govee ofereça estes produtos a preço concorrencial.

Samsung mostra ecrã dobrável sem "vinco" visível

06-01-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

No CES 2026 a Samsung exibiu um ecrã dobrável sem marca de dobragem, que pode ser indicativo do que será usado no futuro iPhone Fold dobrável.

O CES 2026 deu o primeiro vislumbre da tecnologia de ecrã que deverá equipar o futuro iPhone dobrável da Apple (e modelos Fold da Samsung). A Samsung Display mostrou um novo painel OLED dobrável sem vinco visível, colocado lado a lado com o ecrã de um Galaxy Z Fold 7, e quem teve oportunidade de os ver ao vivo diz que efectivamente o vinco não se nota.

Os ecrãs dobráveis actuais já reduziram bastante este problema, mas o vinco continua visível em certos ângulos ou condições de luz. Segundo a Samsung Display, este novo painel oferece texto e imagem contínuos ao longo da dobra, independentemente do ângulo de visualização, um avanço particularmente para os dobráveis das próximas gerações.

De acordo com as informações que têm circulado, o segredo está numa placa metálica perfurada a laser que distribui melhor a tensão criada ao dobrar o ecrã. Este mesmo componente deverá ser usado no iPhone dobrável, embora se diga que a Apple desenvolveu a sua própria estrutura de painel e processo de laminação, o que significa que o resultado final poderá diferir do que foi visto nesta demonstração. Ao contrário dos dobráveis da Samsung, mais altos e estreitos, o iPhone Fold deverá apostar num formato mais largo e próximo de um tablet quando aberto.

Para tornar a coisa mais misteriosa, a Samsung removeu este ecrã da demonstração sem explicação, o que tem contribuído para alimentar teorias da "conspiração", desde potenciais acordos de confidencialidade com a Apple, à possibilidade não querer estragar as vendas dos seus dobráveis actuais, fazendo com que potenciais compradores optem por aguardar pelos modelos que venham com estes novos ecrãs.

Nvidia apresenta monitores G-Sync Pulsar

06-01-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A Nvidia fez melhorias ao G-Sync, com os monitores G-Sync Pulsar a poderem ajustar automaticamente a imagem em função das condições ambiente a cada instante.

A Nvidia está a lançar uma nova geração de monitores G-Sync Pulsar que, além do ajuste dinâmico do framerate, ajustam automaticamente o brilho e as cores consoante a iluminação do ambiente. Tal como acontece nos smartphones e nos portáteis mais recentes, estes ecrãs incluem um sensor de luz que permite adaptar dinamicamente a imagem ao longo do dia.

Em ambientes bem iluminados, os monitores aumentam o brilho e utilizam tons mais frios. Já em salas escuras, reduzem a intensidade e recorrem a cores mais quentes para diminuir o cansaço visual. Apesar de funcionar de forma automática, o utilizador pode ajustar ou desligar esta função, mantendo o controlo sobre o sistema.
Os primeiros modelos com esta tecnologia G-Sync Ambient Adaptive chegam ao mercado nos próximos dias, com preços a partir dos 599 dólares. A Acer, AOC, Asus e MSI são os primeiros fabricantes a adotá-la, com monitores claramente direcionados para o segmento de gaming e esports.

Todos os modelos partilham especificações semelhantes: painéis IPS de 27", resolução 1440p e taxas de actualização até 360Hz. A nova linha marca também a evolução do G-Sync, que deixa de depender de módulos dedicados e passa a usar controladores integrados desenvolvidos em parceria com a MediaTek - algo que, teoricamente, facilitará a disponibilização de monitores G-Sync a preços mais acessíveis.

Ganha um tapete RGB para rato

06-01-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta vez a escolha recai sobre um tapete para rato de tamanho XL com iluminação RGB.

Milhões de pessoas usam um rato durante grande parte do dia, e milhões de pessoas lidam também constantemente com pequenas questões de ordem prática como: usar o rato numa superfície onde nem sempre funciona bem; ou usando um tapete de rato diminuto que está sempre a escorregar para onde não deve (ou a desintegrar-se com o tempo). Para resolver o problema de uma vez por todas, esta semana temos para vos oferecer um tapete para rato de tamanho XL com uma dimensão de 800 x 300 mm, espessura de 4 mm e iluminação LED RGB no rebordo. É o tapete ideal para cobrir toda a área de trabalho e nunca mais se preocuparem com o rato chegar ao limite do tapete.
Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

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Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

Nvidia lança DLSS 4.5

06-01-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A Nvidia apresentou o DLSS 4.5, que promete maior qualidade e velocidade para os jogos.

Sendo inevitável recorrer aos métodos para "falsificar" frames nos jogos, a Nvidia revelou o novo DLSS 4.5 no CES 2026, que chega com melhorias na qualidade de imagem para todas as placas RTX e desempenho melhorado nos GPUs mais recentes. A actualização inclui o novo modelo transformer de segunda geração para Super Resolution e um modo de Multi Frame Generation 6x exclusivo das RTX 50.

O novo modelo DLSS fica disponível hoje para todos os utilizadores RTX e foca-se sobretudo na melhoria da qualidade de imagem. Segundo a Nvidia, o sistema passa a compreender melhor as cenas dos jogos, reduzindo os artefactos de ghosting, e melhorando o anti-aliasing, a iluminação, e a nitidez em movimento. As melhorias são mais evidentes nas RTX 40 e 50, mas todas as gerações RTX beneficiam desta nova versão.
Já para quem tem uma RTX 50, a Nvidia prepara um salto extra de desempenho com o modo 6x Multi Frame Generation. Este sistema gera até cinco frames artificiais por cada frame real, sendo pensado para jogos em 4K a 240Hz. Haverá ainda um modo dinâmico que ajusta automaticamente o número de frames gerados em função da carga gráfica do momento.


O DLSS 4.5 passa a estar disponível hoje em mais de 400 jogos e aplicações através da app/driver da Nvidia, permitindo forçar o novo modelo mesmo em títulos mais antigos. As funcionalidades avançadas de geração de frames 6x e dinâmica deverão chegar às RTX 50 nos próximos meses.

Nvidia apresenta chips Vera Rubin

06-01-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

A Nvidia aproveitou o CES 2026 para revelar a mais recente plataforma Vera Rubin, para processamento AI mais poderoso e eficiente.

A Nvidia apresentou oficialmente a sua nova plataforma de computação AI, Vera Rubin, durante o CES 2026. O lançamento acontece mais cedo do que o previsto e surge após um ano recorde impulsionado pela forte procura pelos GPUs Blackwell, no centro do recente boom da inteligência artificial.

Segundo a Nvidia, a Vera Rubin é composta por seis chips que formam um supercomputador para AI. A plataforma junta o novo CPU Vera, o GPU Rubin, o switch NVLink de sexta geração, a rede ConnectX-9, o DPU BlueField-4 e o Spectrum-X 102.4T CPO. Em conjunto, formam aquilo que a empresa descreve como sendo a primeira plataforma de "computação fiável à escala de rack, com suporte para computação confidencial de terceira geração". O grande destaque vai para o desempenho. A Nvidia diz que o GPU Rubin oferece até cinco vezes mais capacidade de treino AI que a geração Blackwell. A nível de sistema, a arquitectura Vera Rubin consegue treinar grandes modelos de IA do tipo MoE (mixture-of-experts) usando apenas um quarto dos GPUs necessários anteriormente e com um custo por token cerca de sete vezes inferior.

Este lançamento antecipado surge pouco tempo depois da Nvidia ter anunciado um crescimento anual de 66% nas receitas de data centers, impulsionado pela procura pelos chips Blackwell e Blackwell Ultra. As primeiras soluções baseadas na Vera Rubin deverão chegar ao mercado através dos parceiros da Nvidia na segunda metade de 2026, marcando o próximo grande passo da empresa na infraestrutura AI que não dá sinais de abrandar.

Dito isto, não deixa de ser discutível que a Nvidia tenha decidido fazer esta revelação durante o CES, um evento que, teoricamente, deveria ser dedicado a produtos para o "consumidor" - coisa que seguramente não se aplica a este tipo de material dedicado a grandes datacenters.

Notepad++ corrige falha de segurança

05-01-2026 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

Quem usar o Notepad++ deverá actualizar para a versão mais recente para evitar riscos.

O Notepad++ lançou a versão 8.8.9 (entretanto já disponibilizou a versão 8.9) para corrigir uma falha de segurança grave no seu sistema de actualizações, que podia permitir a distribuição de ficheiros maliciosos em vez de actualizações legítimas. O problema foi identificado após relatos de utilizadores que detectaram a execução de um ficheiro suspeito na pasta Temp, responsável por recolher informação do sistema.

De acordo com os relatos, o malware executava comandos de reconhecimento, guardava os dados localmente, e enviava-os para um serviço externo. Como o WinGUp não utiliza estes métodos nem recolhe este tipo de informação, levantaram-se suspeitas sobre a possibilidade de intercepção do sistema de actualização, que podia ser desviado de forma a descarregar uma versão infectada com malware - embora tal também se pudesse dever à instalação directa de versões adulteradas do Notepad++, que infelizmente proliferam na net.
Como primeira medida, o criador do projecto, Don Ho, passou a limitar as actualizações a downloads feitos exclusivamente a partir do GitHub na versão 8.8.8. A correção mais robusta chegou com a versão 8.8.9, que valida a assinatura digital e o certificado dos instaladores descarregados, bloqueando qualquer actualização que não esteja assinada devidamente.

Já foram detectados vários incidentes em organizações onde o Notepad++ terá sido usado como porta de entrada para ataques direccionados. Como tal, é fortemente recomendado que todos os utilizadores do Notepad++ façam a actualização para a versão mais recente - actualmente a 8.9 - e a verificar se existem programas ou processos suspeitos no seu sistema.

Belkin lança adaptador HDMI wireless

05-01-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

A Belkin tem um novo adaptador HDMI wireless, perfeito para fazer chegar vídeo a projectores e televisores sem cabos por perto.

A Belkin apresentou um novo adaptador de vídeo sem fios que permite ligar computadores, tablets ou smartphones a ecrãs sem cabos HDMI, aplicações ou sequer uma rede Wi-Fi. O ConnectAir Wireless HDMI Display Adapter aposta numa ligação directa entre emissor e receptor para transmitir vídeo à distância.

O conjunto inclui um transmissor USB-C, que se liga ao dispositivo de origem, e um receptor HDMI que se liga ao televisor, monitor, ou projector. Desde que o equipamento suporte saída de vídeo por USB-C e o ecrã tenha HDMI, o sistema funciona sem drivers, com suporte para vídeo até 1080p a 60 Hz.
Um dos pontos fortes deste adaptador é o alcance. A Belkin diz que é possível manter a ligação até 40 metros, mesmo atravessando paredes (embora a fiabilidade dependa da espessura e dos materiais - pelo que, na prático, é o habitual "funciona até deixar de funcionar"). O adaptador foi pensado para ambientes como hotéis, salas de reuniões e apresentações, onde passar cabos pode ser inconveniente ou impossível.

O ConnectAir Wireless HDMI Display Adapter deverá chegar ao mercado no primeiro trimestre de 2026, com um preço anunciado de 150 dólares. O maior problema é que de momento já existem adaptadores HDMI wireless bastante mais económicos, que também prometem alcances razoáveis.

Xiaomi Smart Band 9 Active a €15

05-01-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

A Xiaomi Smart Band 9 Active é uma das propostas mais económicas para quem desejar fazer tracking da sua actividade diárias.

A Xiaomi Smart Band 9 Active vem com um ecrã AMOLED de 1.47", com formato que fica entre o formato estreito dos "Smart Band" e o formato rectangular dos smartwatches. Além das capacidades de tracking da actividade física ao longo do dia e dezenas de desportos específicos, conta também com monitorização da frequência cardíaca e SpO2 durante todo o dia, contribuindo para a potencial detecção de situações anómalas. A autonomia continua a ser um dos pontos fortes, com até 18 dias de uso típico, contando também com resistência à água até 5 ATM e disponibilizando uma grande variedade de mostradores para que cada utilizador possa escolher aquele que prefere para cada momento.

De momento, podemos apanhar a Xiaomi Smart Band 9 Active por 15 euros na Amazon Espanha.

Pode ser utilizada tanto em smartphones Android como iPhones, incluindo compatibilidade com o Strava, para além de outras apps. Também pode fazer a monitorização do sono. E tendo em conta o seu preço extremamente acessível, torna-se numa excelente proposta para quem desejar começar a criar um registo da sua actividade física ao longo do tempo, e que - directamente ou indirectamente - poderá servir como incentivo para adoptar um estilo de vida mais saudável.


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YPlasma mostra ventilação por "plasma" sem partes móveis

05-01-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

A YPlasma diz ter um sistema de arrefecimento sem partes móveis, usando tecnologia de plasma.

A YPlasma vai marcar presença no CES 2026 com uma proposta ambiciosa: portáteis sem ventoinhas. A empresa vai apresentar um sistema de arrefecimento solid-state baseado em plasma DBD (Dielectric Barrier Discharge), uma tecnologia até agora mais comum em contextos científicos e aeroespaciais.

Em vez de ventoinhas tradicionais, a solução da YPlasma recorre a plasma frio para gerar "vento iónico", movimentando o ar sem quaisquer peças móveis. O resultado é um funcionamento praticamente silencioso, cerca de 17 dBA, mas ainda assim capaz de arrefecer portáteis de elevado desempenho, ocupando menos espaço do que um sistema convencional.


Todo o sistema está integrado numa película com apenas 200 microns de espessura, o que pode abrir caminho a portáteis ainda mais finos e a novas soluções de dissipação térmica.

Tentativas anteriores deste tipo de arrefecimento enfrentaram problemas como produção de ozono e desgaste dos eléctrodos. Problemas que a YPlasma diz ter superado, assegurando que a sua solução elimina o ozono e utiliza um design de eléctrodos protegidos, pensados para durar tanto quanto o próprio portátil. Infelizmente, a empresa não revela dados concretos sobre a longevidade do sistema ou os consumos.

Embora nesta fase o foco esteja na aplicação do sistema em portáteis, a sua ambição é que esta tecnologia silenciosa possa chegar a muitas outras áreas onde a necessidade de ventilação sem ventoinhas seja essencial.

GNU ddrescue melhora recuperação de dados

05-01-2026 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

O novo GNU ddrescue 1.30 promete facilitar a recuperação de dados de discos avariados.

Embora os backups sejam aquelas coisas que normalmente só se passa a fazer depois de já ser tarde demais (não queiram passar pelo desespero que é ter informação importante, ou décadas de fotos e vídeos da família, num disco que deixa de funcionar), quando o azar acontece há que recorrer a todas as ferramentas possíveis para recuperar os dados.

O GNU ddrescue é uma das ferramentas gratuitas mais usadas para recuperação de dados a partir de discos danificados, e a mais recente versão 1.30 traz melhorias substanciais na recuperação automática de discos com cabeças de leitura avariadas.

A principal novidade está na forma como o ddrescue lida com estes cenários. Num exemplo prático, a nova versão consegue recuperar todos os dados legíveis de um disco de 1 TB com uma cabeça morta após apenas 283 erros de leitura. Na versão 1.29, o mesmo processo exigia superar quase 3.8 milhões de erros, a menos que fossem usados parâmetros avançados ajustados manualmente. Na prática, isto reduz drasticamente a necessidade de conhecimentos técnicos avançados, permitindo que utilizadores menos experientes passem a obter resultados que antes estavam reservados apenas a quem dominava as opções mais complexas da ferramenta.

E agora, antes que tenham que pôr à prova as capacidades do ddrescue, nada como fazer um pequeno investimento e assegurar que a informação importante é mantida a salvo em vários discos e/ou serviços cloud, consoante as preferências. O elemento crítico é que não esteja apenas num único dispositivo. E tendo em conta que se pode arranjar um disco externo de 2TB por menos de 100 euros, é um pequeno valor a pagar.

Corsair aumenta preço de PC encomendado - mas volta atrás

05-01-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

A Corsair evitou má publicidade ao recuar na decisão de aumentar drasticamente o preço de um PC já encomendado.

O sector do hardware tem estado em caos, especialmente devido à subida desmesurada do preço das memórias DDR5. Mas, mesmo quem pensava já ter assegurado a compra de um PC a preço decente fica em risco, como relatou um utilizador que viu a sua encomenda de um PC Corsair cancelada, para ser reposta com um aumento de 800 dólares.

Um cliente tinha feito a encomenda de um PC por 3.499 dólares, que foi cancelada sem justificação e actualizada para os 4.299 dólares, gerando enorme frustração. A publicação ganhou destaque no Reddit, levando um representante da comunidade da Corsair a intervir.
Segundo a empresa, a encomenda foi cancelada por engano após ter sido sinalizada pelos sistemas de detecção de fraude - e a alteração de preço deveu-se ao fim da promoção de final de ano, fazendo com que o preço sofresse aquele aumento. Mas, reconhecendo que a falha tinha sido sua, a Corsair enviou um cupão de desconto ao comprador, permitindo-lhe comprar o PC pelo preço promocional original.

É um pequeno gesto que servirá para amenizar a sua relação com os clientes, especialmente tendo em conta os últimos acontecimentos, como ter disponibilizando um kit de 48 GB de RAM DDR5 por 240 dólares, que muitos clientes se apressaram a comprar - apenas para cancelar todas as encomendas dizendo que tal tinha sido um erro na sua loja online.

Govee apresenta iluminação com Matter no CES 2026

05-01-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A Govee, marca bem conhecida na área da liminação, tem novos produtos para o tecto e chão, com suporte Matter e Apple Home.

Para quem desejar começar o ano de 2026 bem "iluminado", a Govee tem novos produtos de iluminação inteligente para tecto e chão, sem esquercer o suporte para Matter e Apple Home. As novidades incluem a Floor Lamp 3, a Ceiling Light Ultra e a Sky Ceiling Light, pensadas para combinar efeitos visuais avançados com uma integração mais simples em casas inteligentes.

A Govee Floor Lamp 3 sucede à Floor Lamp 2 e passa a oferecer compatibilidade Matter, permitindo ligação directa ao ecossistema Apple Home. Estreia também o novo sistema LuminBlend+, capaz de reproduzir até 281 biliões de cores e de cobrir uma ampla gama de temperaturas de cor, entre 1000K e 10000K, com cores mais fiéis e naturais.
Já a Ceiling Light Ultra, com 21 polegadas, aposta numa matriz de 616 LEDs para criar padrões detalhados e cenas animadas. Pode atingir até 5000 lúmenes, iluminando confortavelmente divisões médias, e suporta luz branca ajustável entre 2700K e 6500K, funcionando tanto como luz principal como elemento decorativo.
A Sky Ceiling Light foi desenhada para imitar a luz natural do céu, com gradientes que vão do azul diurno a tons quentes de pôr do sol. A acompanhar o novo hardware, a Govee anunciou ainda o AI Lighting Bot 2.0 e o modo DaySync, que disponibilizam efeitos de iluminação gerados por AI e iluminação circadiana que se ajusta automaticamente ao longo do dia para proporcionar um ambiente mais natural e confortável.

Por enquanto ainda não são conhecidos os preços, mas resta esperar que a Govee ofereça estes produtos a preço concorrencial.

Apple AirTag a €31

05-01-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Com os pequenos localizadores AirTag é mais fácil que nunca saber por onde andam os nossos produtos mais importantes.

A lei de Murphy dita que, no dia em que estivermos com mais pressa, será o dia em que teremos que andar em correrias a vasculhar a casa em busca de algo como a chave do carro ou a carteira. Felizmente, já existe solução tecnológica para esses esquecimentos, e também para auxiliar na sua descoberta caso sejam perdidas fora de casa, sob a forma dos localizadores Bluetooth. E agora, temos a rara oportunidade de apanhar uns AirTag da Apple em promoção a preço reduzido.
Neste momento podemos encontrar um Apple AirTag a 31 euros na Amazon Espanha, com o pack de quatro AirTags a 85 euros.

Os AirTag utilizam a rede Find My da Apple, o que significa que reportam a sua localização sempre que passam ao alcance de um iPhone, iPad ou Mac. Desta forma, mesmo que fiquem longe do iPhone do dono, continua a ser possível saber por onde andam, facilitando o processo de os encontrar. Para o caso mais comum de ser necessário localizá-los em casa, a utilização de um iPhone recente com UWB permite saber exactamente a sua localização em vez de simplesmente se saber se estamos mais longe ou mais próximos como nos trackers BT comuns.


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VW ID. Polo aposta no regresso aos botões físicos

05-01-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A VW anunciou um regresso aos botões físicos, que se fará sentir no novo ID. Polo.

A Volkswagen está a mudar significativamente a abordagem ao interior dos seus próximos veículos eléctricos. A marca revelou um novo design para a sua futura gama de EV acessíveis, com mais botões físicos, um sistema de infotainment redesenhado, e vários ajustes feitos com base no feedback dos condutores.

Este novo interior estreia-se no ID. Polo, o primeiro de quatro modelos eléctricos de entrada planeados pela Volkswagen. O cockpit inclui um ecrã digital de 10.25" para o condutor e um ecrã central de 13", acompanhados por botões físicos dedicados para a climatização e outras operações imediatas - como ligar os quatro piscas. Há ainda mais controlos físicos no volante e um selector rotativo na consola central para o áudio.
Pela primeira vez, o sistema ID. Light foi alargado, passando a percorrer o painel de instrumentos, a base do para-brisas, e as portas. O novo software traz também a mais recente geração do Travel Assist, que irá reconhecer semáforos e sinais de stop. Como bónus, existe um modo de visualização retro que transforma os ecrãs digitais num painel de instrumentos inspirado no Golf I dos anos 80.

Apesar de ter dimensões semelhantes às do Polo a combustão, o ID. Polo oferece mais espaço interior graças à plataforma eléctrica e à bateria plana. O preço começa nos 25.000 euros, com várias opções de potência e baterias LFP e NMC, oferecendo até 450 km de autonomia WLTP. No entanto, é esperado que a Volkswagen comece por lançar modelos melhor equipados (leia-se: mais caros), antes de efectivamente disponibilizar a versão base com o preço mais reduzido.

Clicks Communicator revive nostalgia dos BlackBerry

05-01-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

A Clicks tem uma proposta curiosa - o Clicks Communicator - um smartphone com teclado físico ao estilo dos BlackBerry.

Além do seu powerbank MagSafe com teclado a Clicks decidiu apostar forte na nostalgia BlackBerry com o Clicks Communicator, um novo smartphone Android com teclado físico. Anunciado antes do CES 2026, o dispositivo combina um teclado físico com um ecrã AMOLED de 4" polegadas e resolução de 1080 × 1200, pensado para quem ainda prefere escrever em teclas reais.

O Communicator corre Android 16 com um Niagara Launcher personalizado, sendo focado quase exclusivamente em apps de mensagens e produtividade, como o WhatsApp, Slack, Telegram e Gmail. Um detalhe curioso é o "Signal Light", que combina um anel luminoso para notificações no botão lateral, que pode ser configurado com cores e padrões diferentes consoante a app ou o contacto.
Esse botão pode ser usado para anotações por voz. Já o teclado físico suporta gestos tácteis, permitindo fazer scroll em mensagens, páginas web, e menus, sem tocar no ecrã. Na fotografia, o smartphone aposta num conjunto simples, com uma câmara traseira de 50MP com OIS e uma câmara frontal de 24MP.
A bateria de 4.000mAh usa tecnologia de silício-carbono e suporta carregamento sem fios Qi2, além de USB-C. O telefone inclui extras cada vez mais raros, como entrada para fichas de 3.5 mm, expansão por MicroSD, e capas traseiras substituíveis para maior personalização.

O seu maior problema estará no preço, de 499 dólares, com reservas antecipadas a 399 dólares. É um preço que permite comprar um smartphone "normal" com características bastante superiores.

Os algoritmos abusivos dos serviços de entrega de comida

04-01-2026 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

Um (alegado) ex-funcionário de um serviço de entrega de comida denuncia as tácticas abusivas implementadas nos seus sistemas.

Os serviços "ride hailing" tipo Uber, Glovo, e outros, vieram transformar um sector da sociedade, por um lado dando maior conveniência a quem os utiliza e, do outro lado, prometendo maior versatilidade a quem procura fazer uns trabalhos extra (por cá nem tanto, devido à legislação - mas sendo a ideia de que "qualquer pessoa" poderia fazer este tipo de trabalho, como e quando quisesse, sem grandes constrangimentos).

No entanto, no papel de intermediários, estes serviços ficam com bastante poder na forma como podem gerir clientes e trabalhadores, e o risco para abusos não é apenas teórico. Depois de na Uber já terem surgido inúmeros relatos de tácticas duvidosas, surge agora um suposto relato na primeira pessoa, de um ex-funcionário que conta o tipo de coisas que se viu forçado a implementar ao trabalhar para um serviço de entrega de comida.

Começa por revelar que a opção de "entrega expresso", disponível mediante uma taxa adicional, na verdade não tem qualquer efeito real. Na verdade, a forma como a empresa lida com isso não é acelerando esses pedidos, mas sim atrasando todos os outros! Também revela que uma taxa que dá a entender que seria uma gorjeta para o entregador, na realidade reverte na totalidade para a empresa - tendo sido uma alteração feita depois de ter sido processada por se apropriar das gorjetas efectivas dos trabalhadores.

Mas a pior parte consiste no cálculo de um "factor de desespero" atribuído aos trabalhadores. Se um trabalhador aceita encomendas de baixo valor a altas horas da noite, passa a ser marcado como "desesperado" e, em resultado disso, o sistema deixa de lhes mostrar trabalhos mais bem pagos - tirando partido de ser uma pessoa que aceita os trabalhos de valor reduzido. Os trabalhos mais bem pagos são direccionados para trabalhadores mais casuais, como forma de os incentivar a voltarem mais frequentemente.

A suspeita inicial é a de que se tratasse do DoorDash, mas o seu CEO já veio negar por completo as alegações, dizendo que são totalmente contrárias aos princípios da empresa, e tendo até feito uma publicação oficial - no entanto, o serviço já levou com um processo por se apropriar das gorjetas, pelo que, vale o que vale.

Independentemente do serviço que for, mostra como é extremamente fácil haver abusos num mundo onde os "algoritmos" mandam. Quer seja a nível de calcular "factores de desespero", ou de apresentar preços mais elevados numa loja online a quem a visita usando um iPhone versus um smartphone Android ou que tenha estado a visitar lojas concorrentes (como já aconteceu no passado). Sendo que, a culpa não é verdadeiramente do algoritmo, mas sim das pessoas responsáveis que optaram por tomar essas decisões.

Unitree mostra treino do seu robot humanóide

04-01-2026 | 18:30 | Aberto até de Madrugada

A Unitree mostrou como o seu robot humanóide vai treinando a cada dia, com capacidades impressionantes.

Depois de ter feito crescer o seu robot humanóide para uns imponentes 1.80m de altura, a Unitree mostra algumas das suas capacidades atléticas - que já superarão a maioria dos comuns humanos.

A empresa propõe que o robot possa tornar-se num parceiro de treino, mas depois de vermos as suas capacidades ficamos um pouco preocupados sobre o estado do parceiro humano caso levasse um dos pontapés demonstrados no vídeo.

Unitree Humanoid Robot Daily Training 🥳
Have you exercised today? How about training together with a robot?
Please use robots in a friendly and safe manner, and keep a safe distance. pic.twitter.com/RCltImbkAU

— Unitree (@UnitreeRobotics) January 4, 2026

Também não deixará de ser um pouco irónico que, enquanto por um lado avança a ideia de se treinar com um destes parceiros robóticos, simultaneamente pede para que se mantenha uma distância de segurança adequada - o que desde logo invalidaria qualquer tipo de treino de proximidade.

Resta esperar que, até ao momento em que estes robots humanóides começarem a popularizar-se para uso "doméstico", os sistemas AI de controlo tenham avançado para um ponto em que os robots tenham a capacidade de antecipar e evitar qualquer acção que possa resultar em risco físico para os humanos - caso contrário, parece-me que será uma questão de tempo até que se tenha uma manchete com título trágico (independentemente de tal ter sido devido a culpa ou descuido da componente humana da equação).

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