PlanetGeek

Uma mulher na cidade, 20 anos depois

22-10-2020 | 19:34 | Gonçalo Sá

Stories from the City, Stories from the Sea.jpg

20 anos depois, "STORIES FROM THE CITY, STORIES FROM THE SEA" ainda é, de longe, o álbum mais directo e acessível de PJ HARVEY. Mas se noutros casos poderia ser encarada como uma cedência, esta carta de amor a Nova Iorque mantém-se entre o melhor da discografia da britânica.

Não, um músico não precisa de estar sempre amargurado para que a obra seja impactante e inspirada. E o quinto álbum de Polly Jean Harvey, o mais luminoso de um percurso que marcou como poucos o rock das últimas décadas, é dos exemplos mais claros que contrariam essa ideia feita (às vezes ainda demasiado presente).

Sucessor de "Is This Desire?" (1998), disco assombrado e atmosférico, de texturas complexas e experimentação electrónica recorrente (a denunciar ecos do trip-hop), "STORIES FROM THE CITY, STORIES FROM THE SEA" foi editado a 24 de Outubro de 2000 e desviou os horizontes da voz de "Down by the Water" para algo completamente diferente, surpreendendo muitos por ser tão melódico e polido - características pouco associadas à britânica, nem mesmo no romantismo de "To Bring You My Love" (1995).

PJ HARVEY revelou na altura a ambição de um disco que fosse a antítese do negrume dos antecessores, propondo uma viragem em direcção à beleza guiada por uma sensibilidade pop. Mas se noutros percursos essa opção poderia equivaler a facilitismo, aqui o resultado manteve as qualidades que moldaram uma das discografias mais imaculadas desde inícios dos anos 90.

Ainda há quem aponte este como o registo mais "comercial" da britânica, num sentido algo pejorativo, e é verdade que teve um papel considerável no reforço da sua popularidade - os singles mostraram-se mais compatíveis com algumas playlists radiofónicas, o aplauso crítico teve expressão particularmente forte na atribuição do Mercury Prize (o primeiro de sempre para uma artista a solo). Mas se assim foi, tanto melhor: "STORIES FROM THE CITY, STORIES FROM THE SEA" mereceu chegar ao maior público possível enquanto não deixou de ser, tal como os anteriores, um álbum com histórias que falam entre si e não apenas um conjunto de canções alinhadas no mesmo disco.

Co-produzido com os cúmplices habituais Mick Harvey e Rob Ellis, foi composto entre Nova Iorque (onde a cantora viveu alguns meses em 1999), Londres e a sua terra-natal, Dorset, na costa britânica. Mas apesar do título, a atmosfera que percorre o alinhamento é bem mais urbana do que marítima, em crónicas que deixam quase inteiramente de lado as metáforas dos discos anteriores para relatos directos, com muitas menções a espaços da cidade que nunca dorme.

PJ-Harvey.jpg

"Big Exit", com um sentido de urgência ao nível dos dias de "Rid of Me" (1993), é um arranque implacável embora pouco representativo do que se segue, menos movido pela inquietação e desespero - exceptuando "The Whores Hustle and the Hustlers Whore", outro dos picos de intensidade do álbum. A partir da segunda faixa, "Good Fortune", "STORIES FROM THE CITY, STORIES FROM THE SEA" adopta um tom mais pessoal nas letras e mais contido na descarga sonora, ao ponto de a sua autora chegar a lembrar mais uma descendente de Chrissie Hynde do que de Patti Smith (sobretudo numa canção como "You Said Something", belo momento de nostalgia amorosa ao luar num arranha-céus, ancorado num gancho de guitarra irresistível).

São quase sempre histórias vividas a dois, no presente ou no passado, e com direito a voz masculina em três momentos: a de Thom Yorke, com quem Harvey partilhou o protagonismo em "This Mess We're In" e convidou para os coros de "Beautiful Feeling" e "One Line" - esta última com o vocalista dos Radiohead a brilhar especialmente alto, num dos crescendos mais vertiginosos.

Menos essencial, "Kamikaze" destoa liricamente mas é um disparo de adrenalina eficaz e a abrir caminho para "This Is Love",  outro acesso portentoso e com Harvey a atirar-se de cabeça à luxúria enquanto sacode inquietações ("I can't believe that life's so complex/ When I just want to sit here and watch you undress"). Esse desprendimento também passa, ainda que de forma mais contemplativa, por "We Float", despedida memorável guiada pelo piano, orgão e um loop percussivo. "Take life as it comes", repete, ao encontrar uma serenidade que também marcou "A Place Called Home" ou "Horses in My Dreams", outras pérolas a (re)descobrir ao longo de "STORIES FROM THE CITY, STORIES FROM THE SEA". Só é pena que nem toda a pop brilhe assim...

Novo FSD da Tesla já rola nas estradas

22-10-2020 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

A prometida actualização com um Autopilot completamente autónomo nos Tesla já está a chegar a alguns condutores.

Embora ainda em fase beta e disponibilizada a um número bastante limitado de veículos, o novo Autopilot FSD (Full Self Driving) está finalmente a chegar aos Tesla e, como se pode imaginar, existe enorme curiosidade para saber que tal se comporta. Por agora temos apenas alguns vídeos que dão uma primeira ideia das alterações.

A visualização da estrada é agora bastante mais indicador do que o carro está a ver, e o sistema consegue lidar mesmo com situações complicadas, como virar à esquerda em cruzamentos, esperando pela passagem de peões e outros veículos.

It’s real... this is part of the development UI and is BETA. pic.twitter.com/SmhCrftJcc

— Brandonee916 (@brandonee916) October 22, 2020

The future is coming... FSD BETA is here, I hope @Tesla makes progress to get this out to more people soon! Full intersection rendering on the DEV UI is incredible. I didn’t have any interaction other than modifying my following distance. pic.twitter.com/eKhvmPsAt2

— Brandonee916 (@brandonee916) October 22, 2020

Very difficult to get video shot... I’ll get a better video soon... it turned on the signal, waited for the car and pedestrians... at night! Incredible work @Tesla !! ❤️❤️❤️❤️ pic.twitter.com/HL65vB1gYR

— Brandonee916 (@brandonee916) October 22, 2020

More FSD BETA. Shot in wide lens to show reactions to street lights, bicyclists and cars... amazing work @tesla! pic.twitter.com/YaUKYH8pV3

— Brandonee916 (@brandonee916) October 22, 2020

Wow here is a left turn and it safely went through the light. This is bettaaaaa people and it’s amazing. @elonmusk you savage, you have created a life hack and you have accomplished fsd. @tesla_raj pic.twitter.com/L8dPC6PhpU

— Tesla Owners Silicon Valley (@teslaownersSV) October 22, 2020


É de imaginar que as pessoas que receberem esta actualizaçâo começarão a testá-la ao limite, vendo até que ponto o seu carro consegue lidar com a infinidade de situação que surgem nas estradas; e ver se realmente a Tesla demonstra que um sistema sem LIDAR consegue ser competitivo e capaz de garantir a segurança em todas as circunstâncias.

Xiaomi Redmi Note 8 a €116

22-10-2020 | 16:30 | Aberto até de Madrugada


Hoje em dia não é preciso gastar nenhuma fortuna para ficar com um smartphone decente e com muito bom aspecto, como demonstra este Xiaomi Redmi Note 8.

O Xiaomi Redmi Note 8 é um smartphone com ecrã full-screen de 6.3" e que vem equipado com um CPU Snapdragon 665 octa-core, acompanhado por 4GB de RAM, 64GB + microSD, conjunto de quatro câmaras na traseira (48MP + 8MP + 2MP + 2MP), câmara frontal de 13MP, dual SIM (nano SIM), USB-C, MIUI 10, e bateria de 4000mAh.
Este Xiaomi Redmi Note 8 (Global Version) está disponível por apenas 116 euros usando-se o código de desconto BG10N8CL, com envio EU Priority Line por 4 euros.

É a demonstração perfeita de que não se tem que gastar valores exorbitantes para ficar com um smartphone que é capaz de lidar com todo o tipo de tarefas, e com design que não se envergonha ao lado de modelos que custam três ou quatro vezes mais.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

Notícias do dia

22-10-2020 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Anacom tem.REDE? mostra cobertura móvel em Portugal; Facebook Dating chega à Europa; Huawei apresenta nova série Mate 40; plataforma de vídeos Quibi encerra antes do 1º aniversário; iPhone 12 Pro Max com bateria mais pequena que 11 Pro Max; e opção de limpar cookies no Chrome mantinha dados da Google e YouTube.

Antes de passarmos às notícias de hoje, temos novo passatempo que te pode valer livros C# 7.0 da FCA; e está também a decorrer o passatempo 13º aniversário AadM com oferta de um Poco X3 NFC.

NOS e Vodafone vão partilhar antenas

A Vodafone e NOS anunciaram uma parceria que inclui a partilha das infraestruturas, resultando numa melhor cobertura para ambos os operadores.
  • Nas zonas de menor densidade populacional, tipicamente rurais e no interior do país, a NOS e a Vodafone farão uma utilização comum de infraestruturas de suporte às suas redes móveis (torres, mastros, etc.) e partilharão os seus equipamentos activos de rádio (antenas, amplificadores e demais equipamentos), sem que haja, porém, partilha de espectro. Deste modo, a NOS e a Vodafone prestarão os seus serviços com base nas tecnologias em utilização 2G, 3G e 4G de uma forma mais eficiente. A acomodação do 5G no presente acordo está dependente da decisão autónoma de cada operador de implementar ou não esta tecnologia.

  • Em complemento, nas zonas de maior densidade populacional, tipicamente maiores aglomerados urbanos, a NOS e a Vodafone irão explorar sinergias acrescidas na partilha de infraestrutura de suporte às redes móveis, alojando os seus equipamentos activos nessas infraestruturas.
Parcerias que há muito deveriam existir, para acabar com o "fenómeno" de se terem conglomerados de antenas de diferentes operadores em torres praticamente encostadas umas às outras.


Epic reduz 60GB no Fortnite

A Epic vai poupar os discos dos jogadores com uma actualização que irá reduzir significativamente o tamanho do Fortnite, reduzindo de mais de 90GB para menos de 30GB. Uma actualização que no entanto acaba por ter praticamente o tamanho final do jogo, pois ocupa 27GB. É caso para perguntar: mas afinal, porque é que o jogo necessitava de 90GB, se afinal fica demonstrado que bastam "apenas" 30GB?

Seria interessante se a Epic explicasse mais em detalhe o que permitiu esta poupança de espaço, mas mais importante será saber esta medida poderá incentivar outros estúdios a terem um pouco mais de atenção ao tamanho dos jogos que criam.


Chrome 86 corta no pedidos de notificações dos sites

O Chrome vai reduzir a chatice de lidar com sites que tentam insistentemente fazer com que os visistante activem as notificações, aplicando-lhes automaticamente o tratamento silencioso. Assim, em vez do habitual popup intrusivo a pedir que aceitem as notificações, o pedido será apenas exibido através de um sinal de alerta na barra de endereço (nos desktops), ou numa pequena indicação na parte inferior do ecrã (em mobile).

A Google irá alertar os sites que forem considerados abusivos neste aspecto, dando-lhes 30 dias para reverem os pedidos de notificações que fazem e solicitarem uma revisão da sua classificação. Mas por mim, nem seria preciso tal tratamento: era activar as notificações silenciosas para todos os sites, já que 99.999% dos pedidos são para recusar (e já agora, também se podia colocar os popups de aceitação dos cookies na mesma categoria, para que não chateassem os utilizadores).


Google prepara dispensa do "Ok Google" nos smart displays

A Google está a testar uma nova funcionalidade que permitirá aos utilizadores dispensar o "Ok Google" ou "Hey Google" para activar o Google Assistant nos smart displays. Com este sistema "Blue Steel", bastará ao utilizador aproximar-se do ecrã para que o Google Assistant fique apto a ouvir os comandos.

Uma funcionalidade interessante, mas que levanta as habituais preocupações sobre as possíveis escutas não intencionais, sempre que alguém passar perto do ecrã, ou este detectar erradamente que está alguém por perto.



Curtas do dia


Resumo da madrugada


Global Privacy Control quer dar nova vida ao Do Not Track

22-10-2020 | 15:21 | Apps do Android

Depois do falhanço da opção Do Not Track, ressurge uma nova iniciativa - Global Privacy Control - que quer simplificar a privacidade dos utilizadores na web.

As preocupações com a privacidade dos utilizadores na web é algo que há muito é discutido, mas que atingiu um ponto em que simplesmente não é possível ignorar todos os abusos que foram sendo cometidos e acumulados ao longo dos anos. Por isso, surge agora uma nova iniciativa, chamada Global Privacy Control, que visa ter sucesso onde o anterior Do Not Track falhou.

Para quem ainda se recordar, há quase uma década atrás, o Do Not Track queria garantir a privacidade dos utilizadores na web, disponibilizando uma opção simples que as pessoas se limitariam a activar no browser. Infelizmente, revelou-se um falhanço completo, sendo subvertido a todos os níveis, e chegando ao cúmulo dos sites usarem essa própria opção para melhor identificarem os visitantes!

Mas agora estamos numa nova era, onde a recolha e tratamento de dados está sob maior escrutínio, com coisas como o RGPD / GDPR europeu, e medidas idênticas que vão surgindo noutros países, e que permitem criar as condições ideais para que tal ideia possa regressar à vida, como Global Privacy Control.

A sua essência é idêntica, dar aos utilizadores uma opção fácil de activar no browser, que deixe bem claro a sua intenção de não ser recolhida informação sobre si - e que desta vez, ao contrário do que aconteceu com o Do Not Track de seguimento voluntário, exista legislação que garanta que os sites terão que cumprir esse desejo.

A médio prazo, este GPC poderá tornar-se na nossa salvação quanto à enxurrada de popups e condições que temos que aceitar sempre que visitamos um qualquer site: aceita cookies, quais, muitos, poucos, quer notificações, quer subscrever por email, etc.? Ok, não todos, mas se nos poupar a pergunta dos cookies, já será um grande avanço.

How to Present a PHP Project Team in a Web Site using XOOPS CMS

22-10-2020 | 14:21 | Manuel Lemos

By Manuel Lemos
XOOPS is a versatile content management system that can be improved using third-party module.

This package provides a XOOPS module that can be used to present teams of people that collaborate in a given project.

Huawei apresenta nova série Mate 40

22-10-2020 | 13:30 | Aberto até de Madrugada

A Huawei apresentou a nova série Mate 40, que surge numa linha de continuidade com a marca chinesa a dar preponderância à inovação e desempenho, argumentos que têm marcado os equipamentos da linha Mate.

Em termos de design, o Mate 40 herda as linhas do modelo lançado em 2019, com o ecrã de 6,76" a apresentar as margens laterais com uma curvatura de 88º, onde voltam a marcar lugar os botões de volume (mantendo-se igualmente o controlo de volume através do toque na lateral do ecrã). A resolução recebe um incremento, passando para 2772x1344 pixels com suporte para as especificações DCI-P3 e HDR. A taxa de refrescamento passou para os 90Hz com a Huawei a justificar a sua opção com o consumo energético que os 120Hz iriam implicar.

A função always on (AOD), ganha uma nova opção, passando a poder ficar activa através da detecção do olhar do utilizador (Eyes only Display - EOD). O AOD também recebe novas funcionalidades, passando a poder ser configurado manualmente ou através de temas.

Ainda na frente, aquilo a que a Huawei designou por Ultra Vision Selfie Camera, sendo este conjunto constituído por uma câmara frontal que suporta a detecção de gestos e uma câmara com sensor de profundidade 3D. Acções como o controlo da reprodução de música e vídeo, a visualização de fotografias e o ligar do ecrã, são algumas das funcionalidades que irão estar disponíveis.

Na traseira, o "Halo Ring" do Mate 30, dá lugar ao "Space Ring Design", que no caso do Mate 40 Pro apresenta um conjunto de câmaras constituído por um sensor principal wide (50MP RYYB), um sensor telephoto (12MP), uma "Cine-Camera" de segunda geração (20MP) e zoom óptico 7X, com o conjunto a prometer grandes melhorias na captura de imagem em contra luz, além da reconhecida qualidade nos ambientes com pouca luz.

O processador fica cargo do Kirin 9000, um CPU com modem 5G integrado, que segundo a Huawei é o primeiro a ser fabricado com um processo de fabrico com 5nm. Quando comparado com o Kirin 990 5G, a Huawei avança com um aumento no desempenho do CPU em mais de 30% , com o GPU a ter um incremento que ultrapassa os 50%.

O SuperCharge surge também com melhorias, com a Huawei a avançar com mais 60% (66W) no carregamento por cabo e 85% (50W) no carregamento sem fios, isto comparativamente aos 40/27W suportados pelo Mate 30 Pro. Feitas as contas, o carregamento wireless passará assim a ser mais rápido que anterior versão do carregamento sem fios (40W), sendo que a nova versão passa a contar com 66W de potência.


Em termos de preços para a Europa, o Mate 40 começa nos 899€ e o Mate 40 Pro no 1199€, sendo que para Portugal, estes preços deverão sofrer o habitual agravamento com as taxas do costume.

Facebook Dating chega à Europa

22-10-2020 | 13:00 | Aberto até de Madrugada

Depois de muitos meses de atraso por conta do tratamento de dados, o Facebook Dating fica disponível na Europa.

O Facebook Dating é o serviço do Facebook que promete facilitar encontrar o par ideal, sendo concorrente do Tinder e outras apps e serviços de encontros. Sendo que, com todos os dados que já acumula sobre os utilizadores, promete a capacidade de fazer as combinações mais correctas entre os utilizadores.

Ao estilo do Tinder, também permite marcar secretamente as pessoas de quem se gosta, e ser notificado no caso delas também terem marcado o mesmo.

Como se pode imaginar, este serviço chega na pior altura possível, já que estamos em período em que se dá maior atenção ao uso dos dados dos utilizadores, motivo pelo qual este serviço esteve mais de nove meses sob averiguação antes de ser disponibilizado na Europa. E também por isso, a activação deste serviço é inteiramente opcional e não será feita automaticamente para os utilizadores do Facebook.

... E ainda temos o facto de chegar num período crítico da segunda vaga de Covid-19 muito pouco propícia à socialização presencial.

Anacom tem.REDE? mostra cobertura móvel em Portugal

22-10-2020 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A Anacom disponibilizou uma ferramenta - tem.Rede? - que mostra a cobertura da Vodafone, NOS e MEO em Portugal.

A excelente cobertura que os nossos operadores de telecomunicações tanto referem frequentemente para justificar os preços elevados praticados em Portugal, continua a não chegar a todos os portugueses. Para ajudar a ficar com uma melhor ideia do verdadeiro panorama da cobertura móvel no nosso país, a Anacom lança o tem.REDE?.

O tem.REDE? (que embora tenha conseguido escapar ao inglês do StayAwayCovid mas peca por um nome infeliz, com ponto e ponto de interrogação que complicará a criação de um domínio adequado) permite visualizar as condições da rede para os principais operadores nacionais e nas diversas vertentes do serviços 2G, 3G e 4G.

Importará referir que, ao contrário dos mapas de cobertura baseados em informação recolhida pelos próprios clientes, neste caso estamos perante um mapa que se baseia unicamente nos dados fornecidos pelos próprios operadores, e que salvaguarda desde logo vários factores:
  • As coberturas disponibilizadas foram calculadas recorrendo a modelos teóricos validados pelos operadores móveis, considerando que para efeitos de recepção o equipamento do utilizador se encontra a uma altura de 1,5 metros acima do solo e no espaço exterior. Os limiares técnicos de recepção por serviço (Voz, SMS, MMS e dados móveis) foram acordados entre os operadores móveis e a ANACOM;

  • As coberturas das redes móveis podem variar em função de diversos factores tais como o local onde se encontra, a distância entre esse local e a estação de base, o número de utilizadores em simultâneo, a existência de obstáculos e as características do equipamento terminal, entre outros;

Ou seja, são resultados teóricos, que nem sempre poderão reflectir com exactidão as condições reais no terreno, e para os quais não está sequer contemplado qualquer tipo de sanção por disponibilização de dados "errados".

Seja como for, será sempre mais uma ferramenta a ter em conta para se avaliar a qualidade teórica da rede de determinado operador em determinada região. Sabendo-se que, na maior parte das vezes, isso será ainda melhor avaliado falando com as pessoas que por lá usam um ou outro operador e têm a verdadeira experiência de como a coisa se comporta no terreno.

Quibi encerra antes do 1º aniversário

22-10-2020 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Os "biliões" de Hollywood não foram capazes de garantir o sucesso do Quibi, que vai encerrar antes de celebrar o seu primeiro aniversário.

O Quibi surgiu em Abril, com uma dupla sonante de Hollywood por trás - Jeffrey Katzenberg e Meg Whitman - e com um investimento bilionário de $1.75B para revolucionar o vídeo de curta duração nos smartphones, apostando num curioso sistema que mostrava edições diferentes caso se estivesse a ver em formato horizontal ou vertical. Era uma nova plataforma que até poderia ter sucesso, mas em vez disso serviu para demonstrar o completo desfasamento entre a procura de lucro imediato e o mercado real.

O serviço foi lançado funcionado apenas em smartphones, e disponibilizando modalidades absurdas: $8/mês para ver os vídeos sem publicidade, e mesmo quem estivesse disposto a ver publicidade teria que pagar $5/mês! Escusado será dizer que, depois do período promocional de 90 dias, o número de clientes pagantes que se mantiveram reduziu-se a poucos milhares.

Nos últimos tempos a plataforma tentou desesperadamente encontrar compradores, mas ninguém esteve disposto a ficar com este desastre megalómano, e como tal, irá encerrar em vez de continuarem a gastar milhões em algo que ficará para a história como a (dispendiosa) demonstração de que não se pode comprar o sucesso garantido, nem mesmo com biliões.

iPhone 12 usa Qualcomm X55 para o 5G

22-10-2020 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

Um teardown confirma que os iPhone 12 da Apple usam o modem 5G X55 da Qualcomm, e que continuarão a fazê-lo durante os próximos anos.

Embora a Apple esteja a trabalhar no desenvolvimento dos seus próprios chips 5G (tendo comprado a divisão da Intel que se dedicava a essa função), nos próximos anos continuará a depender da Qualcomm para esse componente crítico. E no caso dos iPhone 12 a opção recaiu pelo modem X55, revelado por um teardown a um iPhone 12.

Os rumores de que a Apple usaria o X55 de 7nm remontam a 2019, mas como a Qualcomm lançou um novo modem 5G mais eficiente, o X60 de 5nm, em Fevereiro deste ano, havia a hipótese da Apple ter saltado directamente para a nova geração. Infelizmente, quer por ter surgido demasiado tarde no processo de desenvolvimento desta geração de iPhones, ou por qualquer outro motivo, isso não veio a acontecer - o que teria ajudado a reduzir os consumos e o espaço necessário para o chip, potencialmente permitindo uma bateria maior.

E isto é algo que deverá manter-se ao longo dos próximos anos, pois no processo de acordo entre a Apple e Qualcomm, ficou registado que a Apple irá lançar produtos com o Snapdragon X60 entre Junho de 2021 e Maio de 2022, e futuros X65 e X70 entre Junho de 2022 e Maio de 2024. Portanto, a transição para modems 5G da Apple é algo que não deverá acontecer antes de 2025.

As cinco principais ameaças para smartphones e tablets

22-10-2020 | 08:32 | Apps do Android




A segurança móvel deixou de ser opcional, havendo obrigatoriamente que estar sempre alerta.


Ao longo da última década, a utilização de dispositivos BYOD (Bring Your Own Device) em ambientes corporativos tornou-se tendência. Apesar das múltiplas vantagens que oferecem, é necessário estar consciente dos perigos que representam para a segurança da informação, devido ao baixo grau de proteção de equipamentos como smartphones, tablets, entre outros. Neste âmbito, a Check Point Software Technologies Ltd. (NASDAQ: CHKP), fornecedor líder global especializado em soluções de cibersegurança a nível mundial, identifica, com vista a otimizar a sua proteção, as 5 ciberameaças mais críticas que ameaçam a segurança dos dispositivos móveis. 

 

“Não há dúvida que, nos últimos tempos, os dispositivos móveis (Android e iOS) têm-se tornado parte integral da vida das pessoas, tanto a nível pessoal, como profissional. Entre as suas principais características, destaca-se a mobilidade e acessibilidade da informação a partir de qualquer lugar”, assinala Rui Duro, Country Manager da Check Point Portugal. “Contudo, a normalização do uso de dispositivos móveis, juntamente com o seu baixo nível de segurança faz destes dispositivos os alvos preferidos dos cibercriminosos. A conclusão é evidente: proteger os dispositivos móveis já não é opcional, é uma necessidade, independentemente do sistema operativo que utilizam”, conclui Duro.

 

Segundo o Security Report 2019, 6 em cada 10 profissionais de segurança TI tem dúvidas quanto à capacidade das suas empresas de evitar falhas de segurança móvel. Por este motivo, os investigadores da Check Point assinalam as 5 ciberameaças mais críticas:

1.       Apps maliciosas. Instalar aplicações pode resultar numa infinidade de riscos. Este tipo de programas expõe os dispositivos a agentes maliciosos, como o malware, uma das principais tendências de entre as ciberameaças este ano, agentes de roubo de credenciais, keyloggers, troianos de acesso remoto, entre muitos outros. A implementação de vírus desta natureza é uma forma simplificada dos cibercriminosos lançarem ataques sofisticados e direcionados de geração VI. Por outro lado, é fundamental destacar que outro dos principais perigos reside na tendência dos utilizadores aceitarem, sem uma leitura prévia, as condições e termos de utilização, permitindo às aplicações ter acesso a um conjunto de informações sensíveis armazenadas nos dispositivos.

 

2.       Vulnerabilidades dos dispositivos. De acordo com o Security Report 2019 da Check Point, 27% das empresas a nível mundial foram vítimas de ataques que comprometiam a segurança dos seus dispositivos móveis. As vulnerabilidades presentes nos próprios sistemas operativos (Android ou iOS) representam um grave risco para a segurança dos dados. Além das falhas de segurança que se podem encontrar, as configurações de segurança débeis que pautam estes dispositivos são aproveitados pelos cibercriminosos para aceder à informação armazenada.

 

3.       Phishing. O phishing mantém-se a ameaça com maior taxa de sucesso. Segundo um estudo da Verizon90% de todos os ciberataques começam com uma campanha de phishing. Não é surpreendente que os cibercriminosos façam uso das numerosas aplicações disponíveis para direcionar os utilizadores a páginas falsas. Por norma, ataques por phishing difundem-se através de correio eletrónico privado e corporativo, SMS e aplicações de mensagens como Slack, Facebook, Messenger, Whatsapp, entre outras.

 

4.       Ataques Man-in-the-Middle (MitM)Os dispositivos móveis eliminam barreiras físicas e oferecem a possibilidade de conexão e comunicação a partir de qualquer lugar. Cada dia são trocadas milhões de mensagens que contêm informação sensível. Os ataques MitM tratam-se de métodos que permitem a interceção dos dados entre o dispositivo e o servidor. Por exemplo, um ciberataque deste tipo que vitimasse um serviço de online banking permitiria o atacante alterar os dados de uma transferência bancária.

 

5.       Ataques baseados na rede. É fundamental analisar as comunicações que os dispositivos móveis recebem e emitem de forma a evitar uma grande quantidade de ataques. A maioria das variantes do malware móvel necessita de estabelecer conexão com o servidor C&C do dispositivo para ter sucesso e intercetar dados. Assim, detetar estes canais de comunicação maliciosos permite bloquear as comunicações e, por isso, prevenir múltiplos ataques.

 

Gestão e proteção de dispositivos móveis não são sinónimos. Não há sistemas operativos impenetráveis

 

Existe a falsa crença de que a segurança de um dispositivo móvel é influenciada pelo sistema operativo a ser utilizado. Apesar do Android e iOS disporem ambos de ferramentas próprias de proteção, nenhum sistema operativo é impenetrável por si mesmo, sendo ambos suscetíveis a sofrer falhas de segurança. Face este panorama, a Check Point assinala que os dispositivos móveis devem ser vistos como qualquer outro ponto de conexão a uma rede corporativa, no que respeita a segurança, a gestão de riscos e a visibilidade das ameaças.

Beneficiar dos mais altos padrões de segurança significa, necessariamente, cumprir com algumas medidas de segurança como o bloqueio dos dispositivos, a implementação de soluções como a eliminação remota de dados, entre muitas outras. Do lado da Check Point destaca-se a SandBlast Mobile, uma solução de defesa contra ameaças móveis que protege os dispositivos dos trabalhadores de aplicações afetadas, ataques Man-in-the-Middle por meio do Wi-Fi, exploits do sistema operativo e links maliciosos em mensagens de SMS. A SandBlast Mobile é uma ferramenta que mais do que proteger, previne, deteta e evita os mais sofisticados ciberataques. 

Dropbox lança plano familiar para 6 pessoas

22-10-2020 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

O Dropbox parece estar a tomar consciência que não tem os preços mais competitivos, e avança com um plano familiar.

Embora o Dropbox pareça estar mais interessado em se expandir noutras áreas do que se manter focado no simples serviço de armazenamento sincronizado pela cloud que o tornou popular, é ainda esse o seu maior trunfo. Trunfo que só é penalizado pela ausência de planos pagos competitivos, com o plano mais barato a começar logo nos €9.99 por mês.

Agora, avança com um plano familiar para seis pessoas por 19.99 euros mensais.

Este plano dá acesso a 2TB de espaço partilhado pelas seis pessoas que fizeram parte do grupo familiar, sendo equivalente ao plano Plus individual.

É uma modalidade bastante mais atractiva do que os planos individuais, sem dúvida, mas ainda assim continua a ficar bastante aquém de serviços concorrentes. O Microsoft 365 Familiar fica por €10/mês, assim como o Google One de 2TB - metade do preço do plano familiar da Dropbox.

... Um passo no bom sentido, mas ainda não suficiente para o tornar apelativo em termos monetários.

Vídeo da sonda OSIRIS-REx a recolher amostra de asteróide

22-10-2020 | 07:00 | Aberto até de Madrugada

Depois dos dados indicarem que a sonda OSIRIS-REx recolheu uma amostra do asteróide Bennu com sucesso, temos o vídeo que mostra como tudo se passou.

Ao contrário do que os filmes de ficção científica mostram, o envio de dados de milhões de quilómetros de distância é algo que demora tempo, especialmente quando se tratam de dados suficientes para compilar um vídeo. Por isso mesmo, só agora podemos ver como é que decorreu o arriscado processo da sonda tocar no asteróide e de seguida fazer um disparo de alta-pressão para fazer voar poeira e outras partículas de modo a que fossem capturadas no braço de recolha.

A sonda permaneceu em contacto com o asteróide durante seis segundos, com o processo de recolha da amostra a demorar cinco segundos, tempo após o qual se voltou a afastar.

Nos próximos dias a NASA irá fazer uma operação para avaliar a quantidade de material que efectivamente foi recolhido, fazendo a sonda girar com o braço esticado, e através disso determinar a massa da amostra. Se tiver recolhido 60g ou mais, a sonda terá material suficiente para regressar à Terra, caso contrário, poderá ser necessário fazer nova recolha (a sonda foi concebida para fazer até três tentativas de recolha). Esperemos que tenha recolhido material suficiente, para evitar nova manobra arriscada.

A chegada à Terra, com as primeiras amostras recolhidas da superfície de um asteróide, está programada para 2023.

Opção de limpar cookies no Chrome mantinha dados da Google e YouTube

21-10-2020 | 20:00 | Aberto até de Madrugada

Numa altura em que a Google enfrenta novo processo anti-monopólio, descobre-se que o Chrome não limpa os cookies de dados da Google e YouTube.

O Chrome, à semelhança de vários outros browsers, disponibiliza uma opção que promete limpar todos os cookies quando se encerra o browser, de forma a contribuir um pouco para a privacidade dos utilizadores. Só que nem todos os dados tinham tratamento igual, e o Chrome mantinha informação referente aos sites da Google e YouTube.

Quem se desse ao trabalho de espreitar se realmente toda a informação tinha sido eliminada após encerrar e reabrir o Chrome, poderia comprovar que por lá permanecia informação referente a local storage, database storage e service workers.

Tecnicamente, isto significa que o Chrome estava a limpar os cookies como prometido, mas não o resto da informação que é mantida sobre o utilizador, e que também se esperaria ser eliminada de forma idêntica à dos cookies - como de resto acontece para todos os demais sites (com excepção dos sites que expressamente se disser que se quer manter de forma permanente).

Embora bastante conveniente, a Google já veio dizer publicamente que se trata apenas de um bug e que será rectificado numa das próximas actualizações ao Chrome.

iPhone 12 Pro Max com bateria mais pequena que 11 Pro Max

21-10-2020 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

O novo iPhone 12 Pro Max vem com bateria mais pequena que o anterior 11 Pro Max, ajudando a perceber porque é que a autonomia poderá ser mais reduzida neste novo iPhone.

Apesar de vir com o novo chip A14 de 5nm, bastante mais poupado, as primeiras análises ao iPhone 12 Pro Max revelam uma autonomia inferior ao do modelo anterior, que em grande parte poderá ser explicada pelo 5G mais gastador, apesar do iPhone se manter em 4G sempre que possível, para reduzir o consumo.

Isso passará a fazer mais sentido ao se descobrir que o iPhone 12 Pro Max vem equipado com uma bateria de 3687 mAh, inferior à bateria de 3969 mAh do iPhone 11 Pro Max da anterior geração. Redução que também se aplica no resto da gama, com bateria de 2815 mAh nos iPhone 12 e 12 Pro (face à de 3046 mAh do iPhone 11 Pro), e de 2227 mAh no iPhone 12 mini.

Teremos que esperar pelos teardowns para perceber o que estará a ocupar mais espaço no interior dos iPhones (provavelmente o hardware para o 5G) e fazer com que a bateria tivesse que ser reduzida, mas fica explicado porque é que a Apple optou por adiar a implementação dos 120Hz nos ecrãs dos iPhones. Esperemos que para o modelo do próximo ano, o 5G já tenha uma pegada física (e consumo) mais reduzida, e permita regressar a uma bateria mais generosa e também a implementação dos 120Hz.

Carregador Baseus Super Si 20W USB-C PD a €6

21-10-2020 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Acelerar os carregamentos e dar o salto para a geração USB-C pode ser feito a preço reduzido com este carregador Baseus Super Si 20W.

Com a Apple a deixar de incluir carregador com os iPhone 12, haverá muitas pessoas que terão que comprar um carregador para tirar partido do carregamento rápido dos iPhones - algo que na verdade já tinham que fazer também com os modelos anteriores, pois a Apple apenas incluia carregadores "lentos". Sem entrar em exageros de potências ultra-elevadas, um carregador de 20W é mais que suficiente para acelerar os carregamentos sem afectar demasiado a longevidade da bateria.

Este Baseus Super Si 20W USB-C PD está disponível por apenas 6.85 euros com o código de desconto BGSuperSiCharger.

Com tamanho compacto, pouco maior que carregadores de 5W, este carregador já vem com ficha USB-C, e suporta carregamentos via Power Delivery a 5V/3A, 9V/2A, 9V/2.22A, 12V/1.67A, e 15V/1.3A, num máximo de 20W. É compatível com uma série de protocolos de carregamento rápido, e pode ser usado com iPhones e smartphones da Samsung, Huawei, Xiaomi, etc.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

AutoCad - Rotinas Autolisp - Lee Mac

21-10-2020 | 16:23 | Teknomatika Team

 Lee Mac é um mestre de programação em AutoLisp, membro da comunidade Autodesk Expert Elite e participa em diversos fóruns da especialidade, como o Cadtutor, AUGI, The Swamp, etc, onde tem ajudado muitos utilizadores que procuram rotinas para agilizar tarefas, muitas delas específicas.Para além do mais tem um sítio próprio onde disponibiliza tutoriais e muitas rotinas e funções que podem ser

Notícias do dia

21-10-2020 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

EUA processam Google por monopólio nas pesquisas; Xiaomi mantém carregadores nas caixas mas reduz plástico; YouTube prepara ajuste de qualidade global; GMC apresenta Hummer EV eléctrico; Photoshop 22 pode ajustar idades e expressões; e bots no Telegram despem mulheres com deepfakes.

Antes de passarmos às notícias de hoje, temos novo passatempo que te pode valer livros C# 7.0 da FCA; e está também a decorrer o passatempo 13º aniversário AadM com oferta de um Poco X3 NFC.

Windows 10 com Start Menu renovado

Já está disponível a actualização de Outubro para o Windows 10, que chega com um start menu retocado em que as apps perdem o fundo colorido, e com o novo sistema alt+tab que passa a incluir as janelas do browser Edge como processos independententes - mas permitindo que se mantenha o funcionamento anterior, de manter o Edge como processo único.

A outra grande vantagem será sentida pelos utilizadores de monitores com refresh rate mais elevado, como os de 144Hz ou 165Hz, pois passa a ser possível ajustar isso directamente do painel de ajuste de monitor do Windows 10 sem ter que se entrar em opções avançadas ou nos paineis de controlo da Nvidia ou AMD.

Esta actualização está a ser disponibilizada de forma faseada, pelo que poderá demorar alguns dias até que fique disponível para todos.


Netflix vai testar fim-de-semana gratuito na Índia

Com o fim dos 30 dias gratuitos, a Netflix vai testar outras formas de promoção, e uma delas é disponibilizar um fim-de-semana gratuito em Dezembro, na Índia. Se demonstrar ter boa adesão, e tudo indica que seja o caso, é de imaginar que este "StreamFest" seja expandido aos restantes mercados, como forma de compensar o fim do período gratuito.

Ao contrário do período gratuito à descrição dos utilizadores, este formato permitirá à Netflix ter um maior controlo sobre aquilo que disponibiliza e quando, podendo agendar o Streamfest para coincidir com a chegada de novas temporadas, por forma a incentivar os potenciais clientes a aderirem ao serviço, nem que seja por um mês, para conseguirem ver aquilo que começaram a ver no fim-de-semana.


Vivo chega oficialmente à Europa

Tal como a Xiaomi e a Oppo, também a Vivo reforça a aposta no mercado europeu com a presença oficial em vários países, incluindo o Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Polónia e Espanha. E para marcar o arranque desta nova fase, aposta numa série de modelos de gama média, que representam o sector de maiores vendas ne Europa: os Vivo Y70, Y20s e Y11s.

Por agora Portugal ainda não está contemplado, mas o simples facto de chegar ao país vizinho irá facilitar o acesso, quer através das lojas online, como através das lojas que contam com cadeia de distribuição que passe por lá.


Sonda OSIRIS-REx fez recolha bem sucedida no asteróide Bennu

A arriscada missão de recolher uma amostra de um asteróide distante parece ter corrido bem, com a primeira tentativa de recolha da OSIRIS-REx a ter sido completada com sucesso. Embora ainda sejam precisos vários dias para determinar de forma definitiva se tudo correu como planeado, por agora é momento de celebração, pois a sonda sobreviveu à operação que se revelou mais complicada do que se previa, com a superfície do asteróide a ser mais acidentada do que se esperava, reduzindo significativamente a margem de erro para o ponto de recolha.

Mas felizmente, mesmo a milhões de quilómetros de distância, tudo correu bem, e agora é esperar até 2023 para que a sonda traga as amostras até nós.

Actualização: já temos vídeo a mostrar o momento da recolha.



Curtas do dia


Resumo da madrugada


Spotify proíbe apps de transferência para serviços concorrentes

21-10-2020 | 15:21 | Apps do Android

Demonstrando que as empresas só se preocupam com o seu próprio umbigo, temos o caso do Spotify que proíbe que sejam criadas apps que facilitem o processo de transferência das suas músicas e playlists para serviços concorrentes.

Os criadores da app SongShift, que facilita o processo de transferência de playlists entre diferentes serviços de música, recebeu um aviso preocupante do Spotify, que basicamente ameaçou que lhes iria remover o acesso à sua API, caso não removessem a opção de transferir dados do Spotify para serviços de música concorrentes.

O caso torna-se particularmente pertinente, pois o Spotify está também em luta contra a Apple por aquilo que diz ser abuso de posição dominante; e neste caso, poderá argumentar-se que é precisamente o que está a acontecer em relação ao próprio Spotify.

Deveria estar mais que garantido que os utilizadores / clientes deverão ter direito aos seus dados e de os guardar ou transferir para novos serviços. E, para além de ser bastante estranho que neste caso se tenha uma empresa europeia a fazer exactamente o oposto, o caso torna-se ainda mais ridículo por o Spotify em nada se sentir incomodado que a app em questão continue a permitir transferências em sentido oposto, de dados de outros serviços para o Spotify.

Uma péssima jogada por parte do Spotify, que bem mereceria que desta vez fosse ele alvo de uma queixa contra abuso da sua posição dominante sobre os dados que deveriam pertencer aos utilizadores e clientes.

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