PlanetGeek

Apple facilita acesso ao HomeKit via open-source

16-02-2020 | 13:00 | A Minha Alegre Casinha


No seguimento do anúncio da aliança para a uniformização das comunicações dos smart devices, a Apple voltou a surpreender com a disponibilização de partes do HomeKit como open-source.

Até aqui a criação de produtos compatíveis HomeKit era algo apenas possível com o aval da Apple, e embora não seja uma abertura completa, este passo permite que qualquer entusiasta ou curioso possa criar os seus próprios equipamentos e interligá-los com o sistema HomeKit usando as partes do HomeKit Accessory Development Kit (ADK) que foram agora disponibilizados como open-source.

A medida irá seguramente fazer com que muitos projectos "domésticos" passem a contemplar a ligação ao sistema da Apple, coisa que até ao momento não acontecia por se tratar de um ecossistema que era completamente fechado e inacessível ao comum dos mortais.

Ainda assim, importa frisar que esta abertura se destina unicamente a este tipo de projectos "domésticos", já que qualquer tentativa de comercialização de produtos compatíveis HomeKit continua a reger-se pela regras habituais da Apple e necessitará da sua aprovação através do HomeKit MFi Program.

Tesla pressiona clientes a actualizarem os automóveis

16-02-2020 | 12:00 | Aberto até de Madrugada


Embora a maioria dos clientes Tesla se apresse a instalar as actualizações assim que ficam disponíveis, quem não o fizer ficará em risco de perder acesso às funcionalidades online a partir de 1 de Maio deste ano.

Justificando a medida como sendo de "melhoria da segurança" da rede, a Tesla alerta os utilizadores que terão que ter pelo menos a versão 2019.40.2.3 instalada nos seus automóveis até 1 de Maio. A partir dessa data, as versões anteriores poderão não se conseguir ligar à rede, deixando de ter acesso às funcionalidades online, utilizar a app para controlar o automóvel, receber actualizações, e até deixar de poder utilizar funcionalidades como os comandos de voz e o "summon" para movimentar o veículo quando se está fora dele.

O número de pessoas nesta situação deverá ser reduzido, mas contará certamente com todas aquelas que têm evitado a instalação de actualizações para manterem o acesso a funcionalidades menos limitadas do AutoPilot, que nos últimos meses sofreu algumas restrições para os carros europeus; ou uma actualização que prejudicou o carregamento e autonomia nalgumas versões mais antigas do Model S.

Seja como for, os dias para poderem continuar nessa situação estão contados; sendo que a partir de 1 de Maio se arriscam a perder muitas das funcionalidades que fazem dos Tesla carros apetecíveis para os seus condutores... a não ser que aceitem manter o seu carro actualizado.

BMW explora automóveis autónomos

16-02-2020 | 11:00 | Aberto até de Madrugada


Os fabricantes automóveis estão conscientes que estamos num período de transição para uma nova era de mobilidade em que o condutor poderá nem sequer dirigir o carro, e a BMW já está a trabalhar na questão: o que irá fazer o condutor?

Os carros com capacidade de condução autónoma irão revolucionar por completo os sistemas de transporte - nem sequer sendo claro se haverá vontade de se ter um carro próprio (assumindo a existência de uma rede que possa disponibilizar qualquer tipo de veículo de forma quase instantânea, a pedido).

No caso da BMW não se está ainda nesse ponto, mas sim na de imaginar como poderá ser um carro em que o condutor não tenha que segurar no volante, ou manter os pés nos pedais.

... Seja o que for, será seguramente melhor poder ir lendo as notícias, ou falando com amigos - e acima de tudo - desfrutar de uma circulação que, à partida, estará livre de engarrafamentos que fazem desperdiçar tempo e paciência durante horas no pára-arranca do trânsito.

Renault revela novo Megane E-TECH Plug-in

16-02-2020 | 10:00 | Aberto até de Madrugada


A Renault revelou o novo Mégane, modelo de sucesso que já vendeu mais de 7 milhões de unidades, ao longo das quatro gerações que teve desde o seu lançamento em 1995, e que passa a contar com versão híbrida plug-in.

O novo Mégane, tal como os modelos Clio, Captur e ZOE, integra o novo painel de instrumentos digital de 10.2", bem como o novo e completo sistema multimédia EASY LINK 9.3". No novo Mégane estarão disponíveis novos sistemas de ajuda à condução, entre os quais, o Sistema de Assistência em Trânsito e Autoestrada, tecnologia de condução autónoma de nível 2 que também está disponível nos novos Clio e Captur).


O Mégane ganha ainda em elegância, com a introdução dos novos projectores LED Pure Vision, que reforçam as linhas dinâmicas que estão na base do sucesso do modelo.

Mas a grande novidade do Novo MÉGANE acaba por ser a versão E-TECH Plug-in, uma motorização híbrida recarregável com 160 cavalos, com tecnologia de recuperação de energia e directamente inspirada do know-how da Renault na Fórmula 1. A tecnologia E-TECH Plug-in foi desenvolvida pela Renault e integra mais de 150 patentes. O seu motor de 4 cilindros de 1,6 litros é acompanhado por dois motores eléctricos e uma caixa de velocidades multimodo, sem embraiagem, que permite um elevado rendimento e torna as passagens de caixa praticamente imperceptíveis.



Com uma bateria de 9.8 kWh (400V), o novo Mégane E-TECH Plug-in pode circular em modo 100% eléctrico até à velocidade de 135 km/h. A eficiência do seu sistema de gestão de energia permite uma autonomia, sem utilização do motor térmico, de até 50 km em ciclo misto (WLTP) e de até 65 km em ciclo urbano (WLTP City).

Independentemente do nível de carga da bateria, o Mégane E-TECH Plug-in utiliza sempre o motor eléctrico na fase de arranque, melhorando o tempo de resposta à aceleração e também reduzir de forma significativa os consumos.

A motorização E-TECH Plug-in vai estar disponível no Verão, a par do lançamento do novo Mégane Sport Tourer, e será de seguida proposto também na berlina.

[via Pela Estrada Fora]

ZenWiFi é a nova proposta da Asus para os sistemas Mesh wiFi

16-02-2020 | 09:32 | Apps do Android





A ASUS reforça a sua aposta nos sistemas de rede sem fios com o ZenWifi, produto que oferece segundo a marca, "uma ligação extremamente rápida e confiável em toda a casa, associada a uma configuração fácil, flexível e poderosa".

Os produtos ASUS Zen são conhecidos pelo seu equilíbrio entre o design premium e um elevado desempenho, e o ZenWiFi mantém essa tradição com um design bonito e discreto, que combina perfeitamente com qualquer decoração disponibilizando uma cobertura ultrarrápida por toda a casa. Está disponível em dois modelos: o ZenWiFi AX com o mais recente WiFi 6 (802.11ax) e ZenWiFi AC com WiFi 5 (802.11ac).

Ao contrário de outros sistemas no mercado, o ZenWiFi possibilita aos utilizadores configurar nomes SSID diferentes para cada uma das três bandas WiFi, para que se possam conectar facilmente a 2,4GHz para uma ampla cobertura WiFi ou à banda de 5GHz para um elevado desempenho. Como alternativa podem apenas permitir que o recurso ASUS Smart Connection atribua automaticamente dispositivos à banda de 2,4GHz ou 5GHz dependendo da força do sinal sem fios e do tráfego detetado. Um algoritmo especialmente desenvolvido garante um roaming contínuo, juntamente com estabilidade, velocidade e uma ampla cobertura.
Outro recurso diferenciador é a capacidade de configurar uma banda WiFi completa de 5GHz como uma ligação backhaul dedicada, enquanto a outra banda 5GHz é usada para ligar dispositivos, ao contrário dos sistemas tradicionais de banda dupla que sacrificam metade da banda larga para a conexão backhaul. Com este design atualizado, é possível ter uma experiência sem fios rápida e estável, mesmo quando os dados são transferidos por vários hubs para alcançar os dispositivos conectados.
O ZenWiFi possui um compartimento vertical que contém uma antena e uma placa de circuito especialmente desenhadas para otimizar a força do sinal e fornecer um melhor fluxo de ar, o que melhora o desempenho térmico e permite uma operação confiável.
Por seu lado, o ZenWiFi AX tem o mais recente padrão WiFi 6 para uma taxa total de dados até 6600 Mbps e cobre até cerca de 510 m2 (aproximadamente seis salas). O seu CPU quad-core oferece todo o potencial de desempenho do WiFi 6, tornando-o ideal para ambientes mais densos. O ZenWiFi AC possui o padrão WiFi 5 (802.11ac), que oferece uma taxa total de dados até 3000 Mbps e cobre até 500 m2.   



Tecnologia AiMesh exclusiva e segurança AiProtection Pro
O ZenWiFi vem com AiProtection Pro da Trend Micro vitalício. Esta solução de segurança proporciona proteção abrangente e contínua para a rede e todos os dispositivos conectados apresentando atualizações regulares gratuitas, garantindo que a segurança da rede esteja sempre atualizada. Possui ainda configurações para que os pais possam manter as crianças seguras enquanto estão online e facilitar a gestão do uso da rede.
O ZenWiFi apresenta ainda a tecnologia exclusiva AiMesh, com uma app intuitiva e interface web que facilita e agiliza a instalação de uma rede doméstica. Para além disso ainda oferece aos utilizadores mais experientes um controlo total dos recursos avançados da rede, como a gestão da banda larga e configurações QoS. Flexível e escalável, o AiMesh permite aos utilizadores misturarem diferentes modelos de routers ASUS para estender o sistema sem fios. Sempre que desejarem mais cobertura ou uma nova funcionalidade, é possível adicionar outro router compatível à rede AiMesh a qualquer momento.

DISPONIBILIDADE E PREÇO
O ZenWiFi AC vai estar disponível em Portugal durante fevereiro com PVP recomendado de 219.90€ para o Pack 1 e 399.90€ para o Pack 2.
O ZenWiFi AX estará disponível brevemente para venda.

Software de cirurgia plástica expõe dados e fotos de milhares de pacientes

15-02-2020 | 21:00 | Aberto até de Madrugada


Temos mais um caso de dados expostos ao mundo, desta vez referentes a milhares de pacientes de cirurgia plástica, devido à falta de protecção de uma base de dados utilizada pelo software de gestão destas intervenções.

Bastava saber o IP correcto para ter acesso completo à base de dados usada pelo software da NextMotion. Uma base de dados com cerca de 900 mil registos, que incluía não só coisas como facturas (que permitiam identificar pacientes e saber as suas moradas), como também fotos "antes" e "depois" das operações, muitas vezes revelando zonas íntimas dos pacientes.

Os investigadores dizem que este tipo de situação é, infelizmente, bastante frequente em software relacionado com a área da saúde, e que expõe dados bastante sensíveis sobre os pacientes; dados que potencialmente poderão já ter sido roubados e fazerem parte do lote de dados que são transaccionados nos fóruns mais obscuros da especialidade.

Como sempre, o mais preocupante nestas situações é que de pouco servirá que esta, e outras empresa, se apressem a corrigir o problema. Bastará que uma única cópia tenha sido feita para que todos estes dados se possam tornar numa ameaça permanente para os visados, que não deixará de existir só porque a base de dados deixou de ficar publicamente acessível - como nunca deveria ter estado.

Scanner 3D com laser e Raspberry Pi

15-02-2020 | 18:30 | Aberto até de Madrugada


Como complemento às impressoras 3D, hoje vamos espreitar como se pode fazer um scanner 3D de baixo custo usando um Raspberry Pi e um laser.

As impressoras 3D já se popularizaram bastante, e estão disponíveis por preços bastante acessíveis. Curiosamente, já no caso dos scanners 3D que seriam um complemento lógico das mesmas, as coisas têm estado mais demoradas. Felizmente, não há motivos para isso, e não será complicado criarem o vosso próprio scanner 3D adaptado para as necessidades de cada um.

No caso deste Scanner 3D Laser com Raspberry Pi, usa-se o princípio da triangulação laser, com uma linha laser a ser projectada sobre o objecto a digitalizar, sendo captada em ângulo por uma câmara, e com o objecto a ser rodado para se apanhar o "perfil" 3D de cada parte do objecto de modo a se poder compilar tudo num objecto 3D final.

Confesso que os resultados deste sistema foram bastante piores do que estava à espera, mas suspeito que poderiam ser bastante melhorados com um pouco mais de processamento na parte das imagens captadas. Seja como for, será um excelente projecto para se familiarizarem com este tipo de scanner 3D, e que facilmente poderá ser modificado para explorar outras técnicas ou experiências.

How to set up a simple Wireguard VPN

15-02-2020 | 17:42 | Bruno Miguel

Install Wireguard

I’m using a Debian virtual machine for the server. In Debian 10, you’ll need to install the following two packages:

apt install wireguard-dkms wireguard-tools

Set up keys

First, navigate to /etc/wireguard (If not created, run mkdir /etc/wireguard as root) and then run the following commands as root:

wg genkey | tee laptop-private.key |  wg pubkey > laptop-public.key
wg genkey | tee server-private.key |  wg pubkey > server-public.key

The first line is for the public and private keys of the client, named laptop because, well, it’ll be used on a laptop. But you can choose any other name.

Configure the Wireguard server

First, enable IP forwarding. Since we’re only using IPv4, edit the /etc/sysctl.conf file as root, locate the net.ipv4.ip_forward line, uncomment it and change the value to 1.

Now, you need to create the /etc/wireguard/wg0.conf. This will be both the name of the connection interface and the configuration file for that interface. I’m using just one for a simple setup.

[Interface]
Address = 10.200.200.1/24
ListenPort = 51820
PrivateKey = <copy private key from server-private.key>
PostUp   = iptables -A FORWARD -i %i -j ACCEPT; iptables -t nat -A POSTROUTING -o eth0 -j MASQUERADE
PostDown = iptables -D FORWARD -i %i -j ACCEPT; iptables -t nat -D POSTROUTING -o eth0 -j MASQUERADE

[Peer]
# laptop
PublicKey = <copy public key from laptop-public.key>
AllowedIPs = 10.200.200.2/32

Now you are ready to start the Wireguard daemon, so it can accept connections. Just run:

wg-quick up wg0

Some things to know

[Interface]

Address: the private IPv4 addresses (you can also use IPv6 addresses) for the Wireguard server subnet. In this example, clients connection to the server will be assigned IPs ranging from 10.200.200.1 to 10.200.200.254.

ListenPort: the port where Wireguard will listen. Don’t forget to open it in your firewall.

PrivateKey: the content from server-private.key.

PostUp and PostDown: defines steps to be run after the interface is turned on or off, respectively. In this case, iptables is used to set IP masquerade rules to allow all the clients to share the server’s IPv4 address. The rules will then be cleared once the tunnel is down. Don’t forget to change eth0 to your server’s network device.

[Peer]

PublicKey: the content from laptop-public.key.

AllowedIPs: the subnet IP assigned to that client when it connects to the server

Set up the client

On the client side, you’ll also have to install Wireguard. If you’re using Debian, Ubuntu or any distribution based on the previous two, the command will be the same (I’m assuming Ubuntu uses the same package names. If not, change it to your needs). In Arch, the distribution I’m currently using, you can install packages with:

pacman -Syuv wireguard-dkms wireguard-tools

Configure the Wireguard client

Create the /etc/wireguard/wg0.conf file and populate it with the following content:

[Interface]
Address = 10.200.200.2/24
PrivateKey = <copy private key from laptop-private.key>

[Peer]
PublicKey = <copy public key from server-public.key>
AllowedIPs = 0.0.0.0/0
Endpoint = xxx.xxx.xxx.xxx:51820 
PersistentKeepalive = 25

Some things to know

[Interface]

Addresss: the client’s IP address in Wiregard’s subnet.

PrivateKey: the content from laptop-private.key.

[Peer]

PublicKey: the content from server-public.key.

AllowedIPs: set it to 0.0.0.0/0 to forward all IPv4 traffic through Wireguard.

Endpoint: the server IP address, followed by the port to connect to.

PersistentKeepalive: the number of seconds you wish the client sends a keepalive packet to the server. This is useful if the client is behind NAT or a firewall

Test the connection

On the client side, run wg-quick up wg0. You should now have a working Wireguard connection just like any VPN.

If you found a typo or an error, please use the comment box to report it. Also, if you found the post useful, please share it on social media, so it can reach a larger audience.

LEGO "Night Mode" explora kits LED de iluminação

15-02-2020 | 16:30 | Aberto até de Madrugada


A LEGO parece estar prestes a responder aos fãs que pedem extras de iluminação para tornarem os seus conjuntos ainda mais incríveis, com kits de LEDs "Night Mode" - mas que parecem ser cópias pirateadas de um sistema de outra empresa.

Estes conjuntos Night Mode consistem apenas em kits de LEDs criados especificamente para serem utilizados em conjuntos já existentes (por agora os: LEGO Ideas Tree House, LEGO Creator Downtown Diner, LEGO Harry Potter Hogwarts Castle, e LEGO Creator Ford Mustang).


O problema é que, com estes conjuntos, a LEGO parece estar a fazer aquilo que, durante décadas se queixou (e impediu) que outros fizessem. Estes kits de iluminação LED parecem ser demasiado idênticos a kits não-oficiais já existentes feitos por outras empresas, como a Brickstuff - que aliás, já se veio queixar da LEGO estar a comprar esses componentes a uma empresa que copiou os seus produtos.


Vai ser interessante ver como a LEGO irá lidar com esta situação, e se optará por reconhecer a Brickstuff como criadora original desse sistema de LEDs para LEGO, ou se irá validar a utilização de cópias a nível oficial...

Xiaomi Mi 10 apresentado oficialmente, já lidera índice do DxOMark

15-02-2020 | 16:21 | Apps do Android


Enquanto por cá a apresentação e lançamento oficial do Mi 10, agendada para 23 de Fevereiro, fica adiada devido ao cancelamento do MWC; na China já se realizou a apresentação oficial do novo topo de gama da marca.


Os rumores e leaks já tinham permitido ficar a conhecer praticamente tudo o que havia para saber sobre os novos Mi 10 e Mi 10 Pro, mas agora passam a ser oficiais. Os Mi 10 chegam com ecrãs AMOLED de 90Hz de 6.67" e Snapdragon 865. No caso do Pro, as versões começam nos 8GB de RAM (LPDDR5) e 256GB de UFS 3.0, indo até aos 12GB + 512GB; o normal começa nos 8GB + 128GB e vai até aos 12GB + 256GB. Ambos contam com carregamento wireless de 30W e carregamento wireless inverso de 10W, mas quando se liga o cabo só o Pro pode acelerar para carregamentos de 50W - com o Mi 10 normal a manter-se nos 30W (no entanto, o normal vem com bateria de 4780mAh face à de 4500mAh do Pro).


No entanto, onde se verificam às maiores diferenças são nas câmaras. O Mi 10 Pro vem com um sistema quad-cam constituído por uma câmara de 108MP com objectiva de 8 elementos f/1.7 com laser AF e OIS, acompanhada por uma de 20MP f/2.2 ultrawide, uma de 12MP f/2.0 com zoom 2x, e outra de 8MP f/2.0 com zoom híbrido de 10x. Já no Mi 10 normal, o conjunto passa a ser de 108MP f/1.7 + 13 MP f/2.4 ultrawide + 2 MP f/2.4 macro + 2 MP f/2.4 para profundidade. Ambos podem gravar vídeo até 8K, e vêm com uma câmara frontal de 20MP.

Quanto aos preços, na China, são os seguinte:
  • Mi 10 8GB+128GB: €526
  • Mi 10 8GB+256GB: €565
  • Mi 10 12GB+256GB: €618
  • Mi 10 Pro 8GB+256GB: €657
  • Mi 10 Pro 12GB+256GB: €723
  • Mi 10 Pro 12GB+512GB: €790
Agora resta esperar para saber qual será o acréscimo para os preços por cá. Entretanto o DxOMark já tem os resultados dos testes às câmaras traseiras do Mi 10.


Seguindo-se aos bons resultados das câmaras do Mi Note 10 / Mi CC9 Pro, que estreou um sensor de 108MP e que também conseguiu ficar na primeira posição do DxOMark na altura, temos agora uma repetição do feito com o mais recente Mi 10 Pro.

O Xiaomi Mi 10 Pro obteve uma pontuação de 124 pontos, que o coloca na primeira posição da tabela DxOMark, à frente de modelos como o Mate 30 Pro 5G (123 pontos), Honor V30 Pro (122), Mate 30 Pro (121), Xiami Mi CC9 Pro / Mi Note 10 (121), e iPhone 11 Pro e Galaxy Note 10+ (com 117 pontos).


É mais uma confirmação do resultado do investimento da Xiaomi na parte das câmaras, que anteriormente eram uma área em que a marca não conseguia acompanhar os demais topo de gama dos seus concorrentes.

Notable PHP package: PHP Date Percent

15-02-2020 | 15:54 | Manuel Lemos

By Manuel Lemos
Some applications need to show how many days passed since the beginning of the month or from the beginning of the year.

This class goes farther and instead of returning the number of days that passed, it can return a percentage of the number of days that passed relative the whole period that is considered, which can be one month or one year.

Read this article to learn more details about how this notable PHP package works.

Apple Pro Display XDR vs Sony HX-310

15-02-2020 | 14:30 | Aberto até de Madrugada


A Apple apresentou o Pro Display XDR como sendo o "melhor monitor" de sempre, mas quando posto à prova face a um verdadeiro monitor de referência, revela as suas limitações.

Para uma pessoa comum, o Apple Pro Display XDR será um monitor de luxo - embora se possa discutir se uma pessoa "comum" irá comprar um monitor de $5000 a que se somam mais $1000 pelo seu suporte. Mas, quem o quiser utilizar para trabalho realmente profissional, poderá ficar algo desapontado por ficar demonstrado que, mesmo assim, não está ao nível dos verdadeiros monitores de referência como o Sony HX-310.

... Claro que será preciso ter em conta que este monitor da Sony custa a módica quantia de 43 mil dólares(!), mas mesmo assim, para quem precisar de confiar efectivamente em todo e cada pixel que é apresentado no ecrã, será o preço a pagar.


Como abrir dois documentos na mesma app no iPadOS

15-02-2020 | 12:00 | Aberto até de Madrugada


Com o iPadOS o iPad da Apple ficou mais capaz que nunca, mas isso não significa que será fácil para os utilizadores darem uso a essas novas capacidades.

A demonstrá-lo está a complexa sequência de coisas a fazer para se poder abrir uma app em duplicado lado a lado, por exemplo o Pages, com dois documentos diferentes.

Ora vejam:
  1. Abrir o primeiro documento na app pages (até aqui, é simples).
  2. De seguida deslizar para cima do fundo do ecrã para revelar a dock de apps (não puxar demasiado, senão entra-se no modo de mudança de apps).
  3. Voltar a carregar no icon da app Pages - acção que normalmente lançaria a app, mas quando já está aberta tem comportamento diferente.
  4. Carregar no pequeno icon "+" que aparece no lado oposto do ecrã.
  5. Entramos na segunda sessão do Pages, que é em tudo idêntica à primeira (o utilizador terá que saber que não é).
  6. Abrir o segundo documento nesta sessão da app.
  7. Voltar a deslizar a partir do fundo para chamar a dock de apps.
  8. Carregar e manter pressionado o icon da app Pages e arrastá-la para cima da janela do Pages (com o cuidado de não ficar a pressionar durante demasiado tempo, senão irá iniciar outra acção).
  9. Largar a app no meio do ecrã para iniciar uma sessão "Slide Over", ou no lado esquerdo ou direito para iniciar uma sessão com as apps lado a lado.

Tradicionalmente, o iPhone e iPad (e o iOS) eram conhecidos por serem "intuitivos" de utilizar. Com o iPadOS e o aumento das funcionalidades, a Apple está a ter dificuldade em fazê-lo de forma a que a tal simplicidade seja mantida. O facto de poucas pessoas conseguirem abrir a mesma app lado a lado num iPad torna-se um exemplo de que será preciso fazer algo quanto a isso (ou arriscarem-se a que tal seja um "segredo" apenas utilizado por alguns poucos especialistas).

Satélite SAR promete imagens em tempo real do espaço

15-02-2020 | 11:00 | Aberto até de Madrugada


A Capella Space diz estar pronta para revolucionar os sistemas de observação a partir do espaço, com uma nova tecnologia que permite fazer satélites compactos capazes de mostrar o que se passa na Terra em tempo real usando SAR de alta-resolução.

A tecnologia SAR (Synthetic Aperture Radar) já é utilizada há muito, permitindo ver a Terra independentemente da existência de nuvens, nevoeiro, ser de noite, etc. No entanto, a Capella Space diz que a sua tecnologia permite manter uma resolução inferior a de 0.5m por pixel, que será suficiente para obter imagens de alta-qualidade em tempo real, de qualquer ponto do planeta.

Será o tipo de coisa que há muito se espera desde que a vista de satélite do Google Maps e Google Earth se popularizou, mas que neste caso permitiria ver aquilo que se está a passar nesse mesmo instante, em vez de serem imagens estáticas captadas há meses ou anos.

Como se poderá imaginar, este é o tipo de tecnologia que terá como principal cliente os militares e agências de inteligência; mas suspeito que será apenas uma questão de tempo até que comece a ficar acessível a serviços comerciais e, posteriormente, ao público em geral.

NASA aponta mira a Vénus, Io e Triton

15-02-2020 | 10:00 | Aberto até de Madrugada


A NASA já revelou os finalistas das missões candidatas de exploração do sistema solar que serão lançadas nesta década, e que revelam um particular interesse por Vénus e também a actividade vulcânica e geológica em Io e Triton.

De ente mais de uma dúzia de propostas, a NASA seleccionou os seguintes quatro finalistas, que terão oportunidade de passar para à fase final, de onde deverão sair apenas duas missões a concretizar.

DAVINCI+

Esta missão pretende analisar a atmosfera de Vénus, e para isso vai contar com uma cápsula de descida ultra-resistente, que lhe permita recolher dados com maior precisão e durante mais tempo do que alguma vez foi feito. Incluirá também câmaras para nos mostrar o planeta, quer visto de órbita, quer a partir da cápsula de descida.

Io Volcano Observer

Sendo um dos elementos de maior interesse no sistema solar, esta missão pretende explorar a lua de Júpiter Io com os seus vulcões. O objectivo será tentar perceber como é gerado e expelido o magma, e que contribuirá para perceber mais sobre a formação e evolução de outras luas e planetas.

Trident

A missão Trident define como alvo a gélida lua Triton de Neptuno. Também bastante activa, o objectivo seria perceber se por baixo do seu manto gelado se esconde um oceano interior, e ver mais de perto as plumas que ejecta para a sua potencial atmosfera.

VERITAS

Esta missão também coloca Vénus como destino, mas desta vez usando um radar de alta precisão para criar o mais completo e detalhado mapa tridimensional da superfície do planeta. Uma mapa que seria indispensável para melhor se compreender se ainda existe actividade tectónica e como funcionarão os processos meteorológicos venusianos.


A última missão a Vénus foi lançada em 1989, sendo que a última que penetrou na atmosfera remonta a 1978. Com duas missões apontadas a Vénus, há boas probabilidades para que lá se possa regressar esta década.

CEO do YouTube aborda os 15 anos de YouTube

15-02-2020 | 09:32 | Apps do Android


A plataforma Youtube acaba de completar 15 anos e o seu CEO aproveitou a oportunidade para fazer um retrospectiva sobre os acontecimentos mais importantes, que marcaram a  sua evolução.



“Normalmente, atualizo os criadores a cada trimestre sobre as minhas prioridades e os destaques dos últimos meses. Este ano, e tendo em conta que o YouTube comemora o seu 15º aniversário quero dirigir-me a toda a comunidade do YouTube e apresentar a nossa visão para o ano que já se iniciou. 



Faz hoje (ed: ontem) 15 anos que o YouTube deu um pequeno passo em direção ao que iria ser algo grande. A 14 de fevereiro de 2005, o YouTube foi registado como um website. Os seus fundadores queriam criar uma forma das pessoas de todo o mundo partilharem vídeos. Pouco tempo depois, foi carregado o primeiro vídeo - "Me at the zoo" - e, antes do final do ano, o website recebia milhões de visualizações por dia.

A apenas alguns quilómetros da sede do Google, começava também a trabalhar com colegas para vermos como as pessoas poderiam utilizar o vídeo online. Para grande surpresa nossa, os utilizadores de todo o mundo queriam carregar os seus vídeos e partilharem as suas histórias. Mas o que me surpreendeu ainda mais foi o facto de tantos outros quererem ver esses vídeos sobre a vida quotidiana, tais como, danças engraçadas, crianças a fazer algo inesperado e, é claro, muitos vídeos de gatos. Estes vídeos  divertiam-nos, mas também mostravam que havia algo de muito humano na conexão através do vídeo online. Enquanto que os media tradicionais mostravam frequentemente versões refinadas e aperfeiçoadas da vida, este meio era diferente; tinha um sentimento cru, honesto e autêntico. 

À medida que o YouTube levantava voo ficou claro que a companhia iria precisar de um investimento de capital significativo para suportar o seu crescimento e por isso o YouTube decidiu a venda a outra companhia. Eu, juntamente com o Salar Kamangar, decidimos juntar as duas empresas. Após a aquisição, o fundador Chad Hurley tornou-se CEO, depois o Salar, e eu fiquei incrivelmente honrada quando me tornei na terceira pessoa a desempenhar funções de CEO no YouTube, há seis anos. 

Num avanço rápido até ao presente, o YouTube já conta com mais de dois mil milhões de utilizadores mensais por todo o mundo e, a cada minuto, 500 horas de vídeo são carregadas na plataforma. Olhando para 2020 estamos focados em tornar o YouTube um local onde todos possam ter voz e possam ver o mundo como nós: 

  • Aumentar o ecossistema de criadores para ser o melhor local para criadores. Os criadores são o coração do YouTube e são pioneiros em novos conteúdos ao filmarem e partilharem as suas vidas, cobrindo tópicos como jogos, fitness, comédia, hobbies, tutoriais de maquilhagem e todo o tipo de vídeos Faça Você Mesmo. Quer reparar a arca frigorífica que já tem 10 anos ou o seu carro? O YouTube provavelmente tem o vídeo para substituir todas as partes e em vários idiomas! Os criadores estão na vanguarda da cultura e também estão a tornar-se nas empresas de media da próxima geração, impulsionando as economias locais com novos empregos. Comparado com o ano passado, o número de criadores que ganha cinco dígitos anualmente aumentou mais de 40%. E mais de 170.000 canais do YouTube em todo o mundo têm mais de 100.000 subscritores - são centenas de milhares de pequenas empresas a crescer através da plataforma. O YouTube é único como plataforma, pois partilhamos a maior parte das receitas com os nossos criadores. No futuro, o nosso objetivo é continuar a aumentar a receita e as audiências dos criadores do YouTube. Agradecemos tudo o que os criadores de conteúdo fazem para inspirar, educar e divertir a sua audiência  Sabemos que os fãs também os apreciam e hoje estamos a lançar a terceira campanha anual #LoveNotes. Clique aqui para mostrar o quanto gosta dos seus criadores favoritos.

  • Parcerias com a indústria da música para aumentar a receita, lançar novos artistas e promover a música. O YouTube oferece dois mecanismos de receita através de publicidade e subscritores. Em 2019 pagámos mais de 3 mil milhões de dólares à indústria da música através de anúncios e assinaturas. Também fazemos parcerias com artistas para apoiar e ampliar o seu trabalho em todas as fases das suas carreiras. Dua Lipa esteve presente no primeiro programa Foundry do YouTube - a nossa iniciativa para desenvolver música independente. Justin Bieber e  Billie Eilish  construíram uma enorme audiência global ligando-se e interagindo diretamente com os fãs no YouTube. Com apenas 18 anos, Billie é uma das maiores estrelas do mundo e venceu recentemente cinco das principais categorias dos Prémios Grammy E desde os primeiros dias, que o YouTube tem sido a casa dos artistas que encontraram maneiras criativas de usarem a plataforma para ajudar a expandir o seu alcance. Em 2005, a banda norte americana OK Go teve um dos primeiros hits virais com o seu videoclipe, A Million Ways. Os fãs publicaram as suas próprias versões da coreografia inspirada na boys band, e a banda OK Go decidiu oficializar a coreografia com um desafio de dança no YouTube. Continuamos a assistir ao crescimento de artistas desconhecidos com um único hit viral.  No ano passado, o hit" Old Town Road, do rapper americano Lil Nas X tornou-se um fenómeno do YouTube e o single com mais presenças consecutivas no primeiro lugar da tabela da Billboard Hot 100

  • Trabalhar com empresas de media para ampliar as suas audiências através de mudanças de horários, novas geografias e novos utilizadores. Também estamos a aumentar a notoriedade dos serviços de subscrição, desportos e destaques de notícias, conteúdos de formato longo e filmes com trailers e clipes. Estamos a ligar as redes e parceiros de media a uma base de consumidores que está, cada vez mais, a trocar o sistema de subscrições multi-canais no cabo. Hoje o YouTube TV  tem mais de 2 milhões de subscritores e o nosso serviço expandiu-se nos Estados Unidos oferecendo acesso a mais de 70 canais, incluindo redes por cabo, desportos em directo e programação on demand.

  • Ajudar os pequenos e grandes anunciantes a encontrar mais clientes. Os anunciantes reconhecem o alcance e a eficácia do YouTube para criar notoriedade, melhorar a consideração e gerar resultados. Em 2020, vamos continuar a tornar as nossas soluções simples e mais eficazes mantendo o sentido de responsabilidade. Passámos os últimos três anos a trabalhar para encontrar o equilíbrio certo entre o que os anunciantes consideram segurança de marca e o que os criadores consideram uma desmonetização. Vamos continuar a desenvolver ferramentas que dão aos anunciantes confiança sobre onde os seus anúncios são exibidos. Também estamos a trabalhar para oferecer maior transparência e certeza aos criadores, com mais orientações sobre as nossas diretrizes para conteúdos adequados para publicidade e a expansão do nosso programa de autocertificação para criadores.

  • Continuar a ser o local onde utilizadores vão para se divertir e aprender. O YouTube tornou-se na maior biblioteca de vídeos do mundo, um local onde as pessoas vão para se divertir, assistir aos vídeos dos seus criadores favoritos, receber ajuda nos trabalhos de casa, aprender um novo hobby, assistir ao videoclipe mais recente e encontrar uma comunidade. Vimos como o vídeo é um meio eficaz para aprender - os utilizadores podem ver como fazer algo e repetir a lição as vezes que acharem necessárias! Seja para ajudar numa aula de matemática  ou para aprender a costurar e tornar-se num empreendedor, sabemos que o YouTube é uma força motriz para a aprendizagem. Para ampliar este impacto positivo, estamos a investir em conteúdo familiar de qualidade, incluindo o nosso fundo de 100 milhões de dólares dedicado à criação de conteúdo original para crianças no YouTube e no YouTube Kids. 

Com estas novas oportunidades, surgiram novos desafios em torno da responsabilidade. Desde os primeiros dias do YouTube que percebemos a importância de definir regras da viagem através das Regras da Comunidade. Ao longo dos anos, estabelecemos o compromisso de proteger a comunidade do YouTube. Embora o YouTube seja claramente uma plataforma - o nosso foco como empresa é distribuir o conteúdo produzido por outras pessoas - não significa que não temos responsabilidade. Este é o meu foco número um e vamos continuar a trabalhar veementemente de forma a garantir que estamos do lado certo da história.

Os nossos esforços de responsabilidade assentam nos 4 Rs:

- Removemos conteúdo que viola as nossas políticas tão rapidamente quanto possível. No terceiro trimestre de 2019 removemos mais de 8.7 milhões de vídeos.
- Aumentamos (Raise) as vozes autorizadas nas pesquisas e recomendações para notícias ou outro tipo de informação mais sensíveis.
- Reduzimos as nossas recomendações de conteúdo que se opõem às nossas políticas. Reduzimos em mais de 70% o tempo de exibição de conteúdo que está na fronteira entre o aceitável e o que viola as regras (borderline) proveniente de recomendações não subscritas nos EUA. Em 2019 levámos a cabo estes esforços noutros mercados, incluindo Brasil, França, Alemanha e México. E iniciámos o ano de 2020 a expandir os nossos esforços na Itália e no Japão, e com previsões de expansão ao longo do ano.

- E recompensamos o conteúdo que vai ao encontro dos nossos parâmetros de monetização.

Estamos orgulhosos do trabalho que fizemos nos últimos três anos para elevar a fasquia da responsabilidade. Nos últimos dois anos, fizemos mais de 50 alterações nas nossas políticas, regularmente com consultas a especialistas externos relevantes em todo o mundo que nos ajudam a criar as linhas mestras que irão proteger a nossa comunidade no longo prazo. Hoje, o conteúdo problemático é apenas uma fração de um por cento do que é visualizado no YouTube, e queremos diminuir ainda mais este número. E à medida que as eleições presidenciais dos EUA se aproximam, vamos continuar a equilibrar a abertura com responsabilidade garantindo que o YouTube é uma fonte confiável de informação. Os nossos esforços incluem o aumento de notícias confiáveis sobre as eleições e a remoção dos chamados maus atores e dos conteúdos enganosos.

Nos próximos meses, vamos celebrar os momentos que levaram ao lançamento público do YouTube em maio de 2005. À medida que me vou recordando do meu percurso no video online nos últimos 15 anos, sinto-me incrivelmente privilegiada por fazer parte destes momentos-chave. O que me inspira como CEO do YouTube são as histórias que ouço todos os dias sobre como o YouTube permitiu que alguém construísse um negócio, adquirisse novas competências, o que riu, o que chorou e o que o ligou aos outros. Embora eu não saiba o que os próximos 15 anos vão trazer, tenho a certeza de que o YouTube vai continuar a capacitar a próxima geração de contadores de estórias e a enriquecer todas as nossas vidas.


Susan Wojcicki

EUA avançam com processo contra a Huawei

14-02-2020 | 21:00 | Aberto até de Madrugada


A novela EUA vs Huawei prossegue, agora - finalmente- com uma acusação formal contra o fabricante chinês por parte do Departamento de Estado norte-americano e do FBI.

Depois da mais recente troca de acusações e contra-acusações, os EUA formalizaram o processo contra a Huawei, com acusações que vão da espionagem industrial à venda de equipamentos a países sob sanções (como a Coreia do Norte), utilização de empresas afiliadas para esconder os seus negócios, violação de acordos de confidencialidade, entre outras coisas.

Ao menos chegamos ao ponto em que se terão que começar a mostrar provas concretas (de ambas as partes) em vez de se ficarem pela guerra mediática da opinião pública com recurso a palavras. Seja como for, fica desde logo praticamente garantido que ninguém sairá a ganhar: por muito grande e poderosa que a Huawei seja, terá imensas dificuldades em combater em "terreno inimigo", provavelmente estando desde já a trabalhar numa campanha de minimização de dados para aplicar ao resto do mundo, onde ainda conta com clientes e potenciais aliados. Pelo seu lado, tudo o que os EUA façam não irá apagar as memórias de que também eles têm espiado tudo e todos, ao longo de décadas.

Venha de lá já o "rescaldo" de toda esta situação, que deixe bem claro a necessidade de sistemas de encriptação livres de qualquer suspeita, que garantam a segurança e privacidade dos dados independentemente de quem os puder estar a espiar.

EUA querem GPS mais seguro

14-02-2020 | 18:30 | Aberto até de Madrugada


Replicando as preocupações que também têm afectado toda a indústria tecnológica, também o GPS se prepara para começar a dar prioridade à questão da segurança.

Enquanto serviço estratégico, o GPS norte-americano desde sempre contou com a capacidade de fornecer resultados de alta-precisão para algumas aplicações (militares, etc.) e com precisão propositadamente reduzida para o público (uma prática que posteriormente veio a ser abandonada, quando o GPS se começou a popularizar e servir de base a muitos mais serviços). Ainda assim, a sua idade faz com que se torne vulnerável a múltiplos estilos de ataque, e é isso que se pretende evitar.

O GPS pode ser alvo de interferências propositadas que impeçam o seu funcionamento, e - pior ainda - pode ser manipulado de forma relativamente simples, fazendo com que veículos ou dispositivos pensem estar num local onde não estão. Por isso mesmo, os EUA estão a dar início a uma nova fase em que pretendem rever o sistema e reforçar a sua segurança, embora o impacto prático possa estar a muitos anos de distância.

Algumas coisas consistirão em mudanças de hardware (utilização de múltiplas frequências simultâneas, mais difíceis de interferir), outras de software (enviando streams de dados com protocolos de segurança, que permitam detectar se se tratam de dados legítimos ou não). No fundo, acabará por ser algo equivalente à transição do HTTP para o HTTPS na web; e que, infelizmente, no mundo actual, se torna praticamente indispensável.

Cartão microSD BlitzWolf BW-TF1 32GB a €4

14-02-2020 | 17:30 | Aberto até de Madrugada


Os microSD continuam a ser indispensáveis para armazenar fotos e vídeos nas câmaras digitais, ou para expandir a capacidade de um smartphone, e podemos adicionar múltiplos gigabytes de capacidade extra a preço cada vez mais reduzido.

Ideais para smartphones ou câmaras fotográficas digitais, estes cartões de memória microSD BlitzWolf BW-TF1 com 32GB deverão ser capaz de aguentar com mais algumas fotos e vídeos das férias, festas com amigos, músicas MP3 para ouvir em offline, e demais coisas que se foram acumulando no smartphone sem que se tenha que estar constantemente a gerir o espaço livre no smartphone - nem chegar ao ponto de se ser obrigado a apagar algumas apps para libertar espaço.


Neste momento podemos apanhar este microSD BlitzWolf BW-TF1 32GB por apenas 4 euros usando o código BGN1259BWL2. Inclui também o adaptador para formato SD.

Estão também disponíveis em capacidades de:
  • 64GB - €7
  • 128GB - €16
  • 256GB - €27
(preços já com portes)


Estes cartões têm classificação Class 10 e UHS-3, pelo que poderemos contar garantidamente com velocidades acima dos 30MB/s (por norma, bastante mais).

Embora alguns fabricantes estejam a deixar de incluir slots microSD nos seus smartphones, é ainda algo bastante popular entre os fabricantes chineses; para não falar que continuam a ser indispensáveis para quem usa câmaras digitais, action cams, dash cams, MP3 players, e outros produtos.

Notícias do dia

14-02-2020 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Xiaomi apresenta oficialmente o Mi 10 e Mi 10 Pro; Facebook vai usar Reuters para verificação de notícias; Drop.lol transfere ficheiros na rede local usando o browser; TerraMaster lança NAS económico F2-210 com CPU ARM; a primeira parte do comparativo Xiaomi Redmi Note 4X vs Redmi Note 8 Pro que vai mostrar o que mudou em três anos; e Huawei devolve acusações de espionagem aos EUA.

Antes de passarmos às notícias de hoje, já temos novo passatempo da semana que desta vez te pode valer um ano de Xbox Game Pass Ultimate.

Tesla reactiva Autopilot que tinha desactivado em carro usado



A novela do modo Full Self Driving removido de um Tesla comprado em segunda mão parece ter chegado ao fim, com as funcionalidades a serem reactivadas pela Tesla, mas sem que tenha sido dada qualquer explicação.

Oficialmente, a Tesla continua a dizer que as funcionalidades compradas / activadas nos carros permanecem mesmo no caso de serem vendidos a outra pessoa, com a excepção do caso das condições de acesso aos carregamentos Supercharger, que ficam associadas ao cliente e não ao veículo. No entanto, isto não invalidade que por vezes surjam casos como estes, que seriam completamente dispensáveis.


Ex-condutor da Waymo causa acidente com carro autónomo



Comprovando que o maior risco nas estradas são os condutores, temos mais um caso de um acidente envolvendo um carro autónomo da Waymo - mas que foi provocado por um ex-funcionário descontente, que propositadamente se colocou à frente do veículo e travou (depois de já ter feito várias manobras perigosas).

... Curiosamente, o carro da Waymo estava naquele momento a ser conduzido em modo manual, ficando agora a questão: será que se estivesse em modo autónomo teria conseguido detectar as intenções e evitar o acidente? :)




Facebook em busca dos makers com nova app Hobbi



Do grupo experimental do Facebook surge uma nova app de partilha de fotos e vídeo chamada Hobbi. Uma app que, como o próprio nome indica, é dedicada a quem faz todo o tipo de projectos como hobby e deseja documentar e partilhar como os faz.

É certo que isso já poderia ser feito usando o Facebook, ou até o Instagram, mas o Facebook parece querer explorar como poderá atrair pessoas que estejam a usar outros serviços, como o Pinterest, ou até outras mais dedicadas a esse segmento, como o Instructables. Por agora está apenas disponível para iOS, e em alguns países (EUA, Espanha, Bélgica, Colômbia e Ucrânia).


Sony com dificuldade em manter preço "acessível" na PS5



O desejo de criar a mais poderosa consola de sempre não está a ser fácil para a Sony, especialmente num dos aspectos mais críticos: manter um preço acessível. Os mais recentes rumores indicam que a Sony tem estado com dificuldade em definir o preço final da próxima PlayStation 5, cujo preço de fabrico parece posicionar-se perto dos 450 dólares.

Com a PS4, a Sony começou a vendê-la praticamente ao preço de custo ($399 com custo estimado de $381), pelo que se a fórmula se mantiver, a PS5 poderá ir para os $470, ou até ser arredondada para os $499. Valores que, mesmo num mercado onde os smartphones topo de gama já superam frequentemente os $1000, não deixam de ser preocupantes. Um mau lançamento, com poucos interessados, poderá ter um efeito catastrófico a nível de cativar os estúdios e developers, resultando em ainda menos interessados, e entrando num ciclo vicioso complicado (ao estilo que aconteceu com a Wii U).

No final, tudo poderá depender de haver suficientes jogos no lançamento que demonstrem as capacidades da consola, e que façam os jogadores querer comprá-la, independentemente de custar 400, ou 500, ou 600 euros. Por mim, se cumprirem com a promessa de acabar com os tempos de carregamento dos jogos, isso vale todo e qualquer valor que venha a custar!


Curtas do dia


Resumo da madrugada

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