PlanetGeek
№ 01

Meta lança agente AI Muse

A Meta não quer arriscar-se a ficar de fora do segmento dos agentes AI, e apresenta-nos o Muse.

A Meta apresentou o Muse, o seu novo agente de inteligência artificial concebido para executar tarefas em nome dos utilizadores. Alimentado pelo modelo Muse Spark, o sistema foi criado para automatizar actividades do dia a dia, desde escrever e enviar emails até pesquisar produtos e encontrar as melhores ofertas online, tudo com um nível reduzido de intervenção humana.

Segundo a Meta, o Muse consegue analisar um pedido, criar um plano, e executar as tarefas necessárias após obter autorização do utilizador. Para reforçar a segurança, a empresa integrou um agente adicional chamado Sentinel, responsável por monitorizar as acções do sistema e garantir que não são realizadas operações sensíveis sem aprovação explícita.

Introducing Muse, your personal AI agent from Meta that gets things done across every part of life.

Download the Muse app and get started: https://t.co/KBjYWfshGo pic.twitter.com/1exp56xj93

— Muse (@Muse) September 8, 2026
Tal como outras soluções AI, o Muse inclui funcionalidades de memória para aprender preferências e adaptar-se aos hábitos dos utilizadores ao longo do tempo. E, tendo consciência que o simples facto de ser um produto da Meta levanta questões de privacidade, o Muse funciona dentro de uma máquina virtual privada dedicada a cada utilizador, onde são armazenados os dados necessários para executar as tarefas. As comunicações entre essa máquina virtual e os dispositivos do utilizador são protegidas através de ligações encriptadas. Ainda assim, muitos utilizadores poderão preferir espoerar pela chegada do Muse Confidential VM prometido para daqui a alguns meses, uma versão onde nem a própria Meta terá acesso aos dados processados.

O serviço está disponível inicialmente para utilizadores de iOS e Android nos Estados Unidos, está também prometida uma versão para óculos inteligentes.

№ 02

Fita LED RGBIC Govee 5m a €15

Uma fita LED RGB é uma das formas mais eficazes e simples de dar um toque especial a qualquer casa, e é algo que pode ser feito a preço reduzido, como comprova esta fita LED.

Uma fita LED pode fazer milagres, bastando passá-la pela prateleiras de móveis, ou até colocada por baixo de uma mesa ou sofá, para criar um ambiente único. O único problema é que quando se compra uma fita LED RGBIC para iluminação decorativa, a impressão inicial de missão cumprida que se tem após a colocar no sítio é quase sempre seguida de um "se soubesse, tinha mandado vir mais uns metros". Pois bem, isso já não deverá acontecer com este conjunto, que desde logo disponibiliza 5 metros para que possam preencher com luz tudo aquilo que desejarem - mas disponibilizada também em versão de 2x 10 metros para quem precisar de mais.
Esta fita LED RGBIC Goovee com 5 metros e controlo remoto está disponível por apenas 15 euros na Amazon Espanha - desconto de 40% aplicado automaticamente.

Este modelo apenas pode ser controlada através da app Govee ou dos botões no controlador físico junto da fita, não tendo integração com assistentes de voz como o Google Assistant ou Amazon Alexa.


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№ 03

Gemini Daily Brief chega aos utilizadores gratuitos - nos EUA

A Google está a fazer chegar o Daily Brief do Gemini aos utilizadores gratuitos, mas só nos EUA.

A Google começou a disponibilizar o Gemini Daily Brief a utilizadores sem subscrição paga do Google AI nos Estados Unidos. A funcionalidade, que até agora estava limitada aos planos Plus, Pro e Ultra, passa a estar acessível a um público muito mais alargado, potencialmente para se antecipar a algumas funcionalidades que a Apple se prepara para apresentar.

O Gemini Daily Brief foi concebido para apresentar um resumo diário personalizado com informações relevantes, incluindo tarefas pendentes, compromissos, emails e outros dados importantes ligados à actividade do utilizador. Isto permite ter uma visão rápida do que merece atenção ao longo do dia, directamente através da aplicação Gemini ou da versão web do serviço. É algo que tem tido recepção bastante positiva dos utilizadores, sendo apenas penalizado pelo facto de, até agora, só estar disponível nos planos pagos.

Starting today, Daily Brief is available to even more Gemini app users for free in the U.S.

Daily Brief works in the background, connecting the dots across your @Google apps to help you start each day. From your emails and calendar to your conversations and interests, Daily… https://t.co/2d4fYj0CFD

— Google Gemini (@GeminiApp) September 4, 2026
A Google também prepara novidades para o Daily Brief, incluindo uma opção de áudio para ouvir os resumos diários e a possibilidade de apresentar estas informações diretamente no lock screen dos smartphones Android, tornando o acesso ainda mais rápido e conveniente.

Esta expansão aos utilizadores gratuitos poderá não ser totalmente inocente, pois existem rumores de que a Apple se prepara para fazer coisas idênticas com a chegada do iOS 27 e Siri AI. E certamente a Google não quererá que os seus utilizadores com iPhones se comecem a habituar a usar a Siri em vez do Gemini.

№ 04

iPhone dobrável será iPhone Duo e começará nos $1999

O aguardado iPhone dobrável deverá afinal ter o nome iPhone Duo e não iPhone Ultra como se pensava.

No dia da apresentação dos novos iPhone 18 Pro e primeiro iPhone dobrável, chegam também informações "quase certas" de que afinal o iPhone dobrável - que até agora tinha vindo a ser designado por iPhone Ultra - irá afinal ter o nome oficial de iPhone Duo, e começar num patamar de preço mais baixo do que se pensava.

O nome "Ultra" usado nos rumores nunca tinha sido consensual, com diversas pessoas a dizer que o nome não se enquadrava com o posicionamento do produto, a começar pelas lacunas nas câmaras. Por outro lado, o nome Duo também levanta algumas críticas, tendo sido já usado (e abandonado) pela Microsoft no seu mini tablet dobrável.

Apple landed on the iPhone Duo name for the foldable iPhone and a $2,000 starting price, eating the additional memory costs. Storage capacities will reach 2 terabytes and roughly $3,000. It’ll ship in October, has support for the Apple Pencil and come in dark blue + white. https://t.co/58VLtVNka6

— Mark Gurman (@markgurman) September 9, 2026
Talvez de maior relevância, fala-se que o iPhone dobrável, seja lá qual for o seu nome, terá um preço a começar nos $1999, o que fica abaixo dos valores que andavam a circular, de que iria custar $1099 ou $1199. A verificar-se, isto pode significar que a Apple estará disposta a absorver uma parte substancial dos custos deste novo modelo para assegurar que o iPhone dobrável será um modelo de sucesso. Isso poderá significar que parte desse custo será transferido para os iPhone 18 Pro, que deverão sofrer aumentos, a par de outros produtos.

Saberemos tudo já ao final da tarde. E, seja qual for o nome, daqui por uns dias já ninguém achará estranho a designação, passando a ser o "nome normal" do novo iPhone dobrável.

№ 05

Smart TVs LG apanhadas a escutar utilizadores

Alguns modelos de TV da LG foram apanhados a escutar conversas e recolher dados sobre os dispositivos na rede doméstica.

Voltando a levantar preocupações de privacidade sobre as Smart TVs, uma nova investigação revelou que alguns modelos da LG estão a recolher e enviar grandes quantidades de dados dos utilizadores, mesmo quando parecem estar desligadas ou sem ligação à internet.

Os testes realizados mostram que os televisores analisam continuamente a rede doméstica, identificando dispositivos próximos como smartphones, smartwatches, impressoras, e outros equipamentos ligados ao WiFi. Os investigadores descobriram ainda que as TVs registam informações sobre redes WiFi próximas, dados de localização, e padrões de utilização, enviando essas informações para os sistemas publicitários da empresa. Outro dos pontos mais controversos é o uso do Automatic Content Recognition (ACR), uma tecnologia capaz de identificar tudo o que é exibido no ecrã, incluindo conteúdos reproduzidos através de entradas HDMI, como consolas, computadores ou boxes de televisão, ou enviado de smartphones e tablets para a TV.


Também são levantadas questões sobre a privacidade do microfone integrado. Apesar da LG assegurar que os televisores não gravam nem armazenam conversas ambiente, os testes demonstraram que o sistema converte comandos de voz em texto e mantém registos locais. Em alguns casos, foi comprovado que o microfone continuava activo durante vários segundos após um comando de voz e que ficheiros de áudio eram armazenados localmente mesmo quando a TV estava offline, enviando estes dados assim que recuperasse a ligação à internet. E nem mesmo o uso de algo como um Pi-Hole resolve, já que a TV também usa mecanismos para ultrapassar isso e comunicar directamente.

Tudo isto se agrava pelo facto de não haver forma fácil ou directa de desactivar estes comportamentos, com opções que ficam espalhadas pelos complexos menus das configurações, e com nomes ou descrições que parecem ter como objectivo baralhar e confundir os utilizadores. Desta forma, e lamentavelmente, chega-se ao ponto de que a recomendação passa por descartar por completo o uso das capacidades "smart" da Smart TV, mantendo-a totalmente desligada da internet e usando-a apenas como monitor, centralizando as operações smart num dispositivo externo como uma box Android TV ou Apple TV, onde existe maior controlo sobre o que é feito a nível de recolha de dados.

É certo que alguns dos comportamentos exibidos podem ser facilmente explicados como sendo meramente funcionais para "melhorar a experiência de utilização". O grande problema é que actualmente as empresas não têm qualquer crédito moral a nível de merecerem essa confiança por parte dos utilizadores: a começar pela falta de transparência a nível de todos os dados que são recolhidos e o uso que lhes é dado.

№ 06

A importância da RAM na AI

O processamento AI necessita de imensa quantidade de memória RAM, mas nem toda a memória RAM é adequada para esta tarefa.

A revolução AI tem tido um impacto significativo no uso da RAM - que levou a um aumento brutal dos preços - e fazendo com que até placas gráficas piores possam estar mais caras que placas melhores, desde que tenham mais VRAM. Mas porquê é que isto acontece?

A AI e a memória

Quando se fala em hardware para inteligência artificial, a maioria das pessoas concentra-se na quantidade de memória disponível. No entanto, para executar modelos AI modernos, a velocidade a que os dados são transferidos acaba por ser tão, ou mais, importante do que a própria capacidade. É aqui que entra a largura de banda da memória, um dos principais factores que determina o desempenho real de AI.

Seria simples imaginar: se um modelo AI ocupa 14 GB e eu tenho 32 GB de RAM no meu computador, então está tudo resolvido. Certo? Não, longe disso. Isto porque, em termos computacionais, até a memória RAM num computador tradicional é extremamente lenta. Como se pode ver pela seguinte tabela que exibe a diferença nas velocidades de transferência dos diferentes tipos de memória.
O meu PC tambném exemplica isso perfeitamente: a memória de sistema apenas dá 62.5 GB/s, enquanto a memória cache L3 permite 143 GB/s.
As diferenças de velocidade são impressionantes. Um sistema DDR5 comum oferece normalmente entre 50 e 100 GB/s de largura de banda, enquanto plataformas desktop unificadas podem atingir cerca de 200-300 GB/s. Em comparação, a memória GDDR6 utilizada nas placas gráficas modernas fornece entre 500 e mais de 1.000 GB/s. Já as soluções HBM3 e HBM3E, presentes em aceleradores AI de topo como os NVIDIA H100 e B200, ultrapassam facilmente os 3.000 GB/s e podem chegar aos 5.000 GB/s. Isto significa que um GPU equipada com HBM pode aceder aos dados mais de 50 vezes mais rapidamente que um processador a utilizar apenas RAM convencional.

Isto ajuda a explicar porque motivo é praticamente impossível encontrar placas gráficas com 16 GB ou mais de VRAM a preço decente, já que os 16 GB se tornam no patamar "mínimo" para correr modelos AI locais de tamanho razoável (isto sem entrar no campo dos 24 GB ou 32 GB, ou uso de múltiplos GPUs para multiplicar a memória disponível). E também porque mesmo um computador equipado com 128 GB de RAM não será de grande ajuda: se tiver que aceder continuamente a um modelo de 100 GB, mesmo cabendo totalmente na RAM, demorará mais de um segundo, fazendo com que 100 acessos demorem mais de um minuto e meio - sem contar com o processamento - enquanto que um acelerador AI de topo poderia fazê-lo em menos de 5 segundos.

№ 07

XPeng anuncia produção em volume do robot IRON

Em menos de um ano a XPeng passou de um protótipo para a produção industrial do robot humanóide IRON.

Depois de no ano passado ter surpreendido com o IRON - ao ponto de receber acusações de que era uma pessoa e não um robot - a XPeng anunciou o arranque da primeira linha de produção automatizada do mundo dedicada a robots humanoides avançados.

O novo IRON saiu da linha de montagem literalmente pelo seu próprio pé, num sistema onde mais de 80% dos processos são automatizados. A empresa chinesa diz que este é o passo decisivo para transformar o projecto num produto comercial, com a produção em massa a começar no final de 2026.

This is the first IRON robot coming off XPENG Robotics’ new production line.

XPENG just started building humanoid robots like cars. And yes—it walked off by itself. The line automates 80%+ of core processes and uses automotive-grade quality control.

Mass production is set for… https://t.co/4d9klKsDKB pic.twitter.com/C4vVWeKYmv

— RoboHub🤖 (@XRoboHub) September 8, 2026

Today, we launched the world’s first automated production line for advanced general‑purpose humanoid robots, using robots to mass‑produce robots, autonomously.

This was uncharted territory, and we solved it from scratch. The commissioning of our production line means humanoid… pic.twitter.com/qlpeSLJx77

— Xiaopeng He (@xiaopenghexpeng) September 8, 2026

Em termos técnicos, o IRON conta com 76 graus de liberdade de movimento e 21 em cada mão. O robot é alimentado por três chips proprietários Turing AI, que oferecem até 2.250 TOPS de capacidade de processamento. Segundo a empresa, esta potência permite executar localmente modelos AI avançados, reduzindo a necessidade de controlo remoto e aumentando a autonomia nas tarefas do dia a dia.

O anúncio surge numa altura em que a corrida aos robots humanoides está a intensificar-se, e aumenta a pressão sobre empresas como a Tesla, que até encerraram as linhas de produção de alguns dos seus automóveis para as reconverterem para a produção de robots Optimus, que tem estado "desaparecido" há bastante tempo, face a todos os avanços que têm continuado a ser feitos por outras empresas de robots.

№ 08

Monitor portátil Arzopa S1 15.6" USB-C a €87

Expandir a área de trabalho - ou de lazer - de um computador, portátil ou consola, é mais fácil e económico que nunca. Com monitores portáteis USB-C, basta um único cabo para resolver o problema.

Hoje em dia é possível comprar monitores a preços bastante reduzidos; mas nalguns casos é mais conveniente ter algo que se possa transportar para qualquer lado com facilidade. É precisamente para esses casos que monitores USB-C como este monitor portátil Arzopa S1 de 15.6" se tornam numa solução atractiva.
Neste caso, o modelo Arzopa S1 15.6" Full HD USB-C está disponível por 87 euros na Amazon Espanha. Também está disponível uma versão gaming de 16.1" QHD a 180Hz.

Para além da ligação USB-C, estes monitores também permitem a ligação tradicional via HDMI e mini-HDMI, pelo que se tornam apropriados para um vasto conjunto de cenários, quer seja para expandir o ecrã de um portátil, tablet ou smartphone, ou meramente para usar como um ecrã portátil para se ligar a um media-player ou consola de jogos para facilitar a sua utilização sem necessidade de um televisor ou monitor convencional por perto.


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№ 09

GPUs ARM também apostam no "DLSS"

Sem qualquer surpresa, também a ARM vai seguir o caminho do DLSS e Neural Rendering para os seus futuros GPUs.

Nos GPU desktop os últimos anos assistiram à transição da potência efectiva real para técnicas que multiplicam os frames usando "batotas" como a interpolação de imagens e, mais recentemente, melhorando a qualidade com o neural rendering do DLSS 5. Como tal, não é surpresa que no campo dos chips Arm a estratégia passe pelo mesmo. A Arm revelou os primeiros detalhes da sua próxima plataforma móvel, a CSS for Mobile 2, que combina o novo processador C2-Ultra com o GPU Mali G2-Ultra NX. Também aqui a aposta é o uso de inteligência artificial para melhorar o desempenho gráfico, trazendo para os dispositivos móveis funcionalidades semelhantes às encontradas em tecnologias usadas nos PC.

A grande novidade é o Mali G2-Ultra NX, descrita pela Arm como o primeira GPU Mali concebido de raiz para gráficos acelerados por AI. A arquitectura integra aceleradores neurais no hardware gráfico, permitindo executar tarefas como upscaling inteligente, frame generation e ray reconstruction de forma mais eficiente.
Entre as novas capacidades estão o Neural Super Sampling, capaz de ampliar imagens de 540p para 1080p, o Neural Frame Rate Upscaling, que pode duplicar a taxa de fotogramas de 30 para 60 FPS, e o Neural Super Sampling and Denoising, que combina técnicas de supersampling com reconstrução de imagem para melhorar a qualidade visual em cenários com ray tracing. Segundo a Arm, estas tecnologias podem proporcionar até quatro vezes mais desempenho e eficiência.

No lado do processamento, o novo C2-Ultra inclui suporte para SME2, uma tecnologia destinada a acelerar cargas de trabalho de inteligência artificial executadas localmente no dispositivo. Embora ainda não tenham sido anunciados smartphones ou chips comerciais com esta plataforma, será de esperar que isso comece a acontecer já nos próximos meses e seja presença comum nos dispositivos topo de gama no próximo ano.

№ 10

Project Zenith afina Windows 11 para developers

A MS quer manter o Windows 11 apelativo para developers e, nesse sentido, criou o Project Zenith.

A Microsoft apresentou na IFA 2026 o Project Zenith, uma nova iniciativa destinada a criar uma categoria de computadores especialmente preparada para programadores, com assistência de inteligência artificial local. Na prática não se trata de uma nova versão do Windows 11, mas sim de uma configuração específica do sistema operativo combinada com alguns requisitos de hardware, que acaba por ser próxima da certificação dos PCs "Copilot+".

Os dispositivos certificados como Zenith terão de cumprir determinados critérios, incluindo ter pelo menos 64 GB de memória unificada, e uma largura de banda de memória de 250 GB/s. Estes equipamentos chegarão ao mercado com os sistemas Windows 11 Home ou Pro, mas já configurados para oferecer uma experiência mais adequada ao desenvolvimento de software.
Entre as alterações incluem-se opções avançadas activadas de origem no Explorador de Ficheiros, suporte para caminhos longos, visualização de extensões e ficheiros ocultos, além da remoção de várias sugestões e notificações consideradas desnecessárias. Ferramentas populares entre programadores, como o Visual Studio e o GitHub Copilot, também virão pré-instaladas para reduzir o tempo necessário para preparar um novo computador.

Não será por acaso que muitos consideram que tudo isto nem deveria exigir um novo programa "Zenith", mas sim ser o tipo de coisa que deveria vir de origem nos Windows Standard, tornando-se menos incomodativo para todos os utilizadores (as apps extra nem incomodariam muito, tendo em conta muitas outras apps já incluídas).

A grande crítica vai para a exigência dos 64 GB de RAM nesta altura em que o preço da RAM está em valores absurdos, e os 250 GB/s de largura de banda, que fazem com que o Zenith elimine desde logo todos os sistemas desktop standard, sendo necessário usar sistemas com chips Ryzen AI Halo da AMD ou RTX Spark da Nvidia.

№ 11

Adaptador de tomadas universal com 5 USB a €20

Este adaptador universal de tomadas da Lencent garante que podemos ligar qualquer aparelho a qualquer tomada, e poupar carregadores USB adicionais.

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas este adaptador universal com portas USB integradas acaba por ser uma solução bastante atractiva para quem viaja frequentemente, ou simplesmente quer estar preparado para nunca ser apanhado desprevenido em termos de formatos de tomadas - e simultaneamente evitando a necessidade de transportar até cinco carregadores USB adicionais na sua bagagem.
Este adaptador de tomadas universal da Lencent tem 5 portas USB e está disponível por apenas 20 euros na Amazon Espanha - têm também disponível uma versão de 65W.

O módulo encaixa, e permite encaixar, tomadas eléctricas de praticamente todos os formatos existente (UE, Reino Unido, EUA, Austrália, etc.) e inclui 5 práticas portas USB, 3 delas sendo USB-C até 15 W, que podem fornecer até um máximo de 2.4 A por porta, perfeitas para recarregar smartphones, câmaras e outros equipamentos quando se vai de férias.


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№ 12

Amália AI entra na segunda fase

Portugal aprovou a segunda fase de desenvolvimento do modelo AI nacional Amália, mas demonstrando grande fosso face aos gigantes norte-americanos.

Está mais que visto que a AI é uma tecnologia fundamental para o futuro, e nenhum país se pode arriscar a ficar de fora. Em Portugal assistimos a projectos como o Amália, que agora recebeu a aprovação para entrar na segunda fase, com mais de 1.8 milhões de euros do PRR, elevando o investimento total do Estado para 7.3 milhões de euros.

São valores significativos para o nosso país, mas que rapidamente se tornam insignificantes quando vistos à escala da actual corrida AI. Para uma melhor noção, este valor que aqui foi feito em vários anos, corresponde ao que a OpenAI gasta em cerca de uma hora(!) - o que mostra desde logo a total disparidade de escalas de que se está a falar.


Sexta-feira o Conselho de Ministros aprovou a segunda fase da Amália: 1,8 M€ do PRR, acima dos 1,5 M€ anunciados em julho. A primeira fase custou 5,5 M€ e pagou 18 meses de desenvolvimento até ao lançamento de 1 de julho. O investimento direto do Estado fica em cerca de 7,3…

— ickas (@ickasdev) September 7, 2026


Isto não quer dizer que, só por causa disto, se deva desistir da tarefa. Os modelos open-weight que têm chegado da China são um bom exemplo de como é possível lutar-se com os gigantes tecnológicos norte-americanos, mesmo em posição de inferioridade de hardware. Por outro lado, sem dúvida que as empresas europeias ficam mais limitadas devido às menores liberdades de poderem usar "todo o tipo de dados" para o treino dos seus modelos (nos EUA temos os casos caricatos de estar a ser dada "carta branca" para que as empresas AI usem conteúdos "pirateados" para treinar os seus modelos, com a justificação que é tecnologia de interesse nacional - demonstrando o verdadeiro significado do "dois pesos e duas medidas" conforme der jeito).

Voltando ao modelo Amália, para a segunda fase o objectivo será passar o modelo para multimodal (texto, voz, e imagens), ter acesso aos arquivos da Biblioteca Nacional, Cinemateca e museus, ganhar modo agente, e permitir a integração com o atendimento de serviços públicos. O modelo será também expandido de 9B para 22B de parâmetros.

Num mundo ideal, veríamos todos os países a trabalhar em conjunto, potenciando as capacidades da internet para disponibilizarem todos os seus dados e poder de computação agregado para se criar um modelo AI global unificado. Estando-se longe desse cenário, ficamos condenados a ver cada país a repetir o mesmo trabalho, separadamente, cada um para si mesmo, e em que 99% deles não conseguirá acompanhar o 1% que tiver capacidades imensamente superiores.

№ 13

DLSS 5 acelerado por segundo GPU

Os projectos em torno do novo DLSS 5 não param, com novos mods que prometem acelerar o desempenho.

A recente chegada do DLSS 5 aos jogos para PC está a motivar novas experiências por parte da comunidade de modding. Dois projectos independentes procuram reduzir o impacto que esta tecnologia tem no desempenho, oferecendo diferentes abordagens para aumentar o framerate.

O primeiro mod, chamado Neural Coprocessor faz recordar os tempos do SLI (e a demonstração incial do DLSS 5), transferindo o processamento neural do DLSS 5 para uma segunda placa gráfica dedicada. Numa demonstração, um sistema equipado com duas GeForce RTX 5060 Ti conseguiu alcançar ganhos de desempenho superiores a 120% em determinados cenários. No entanto, antes de irem a correr comprar uma segunda placa gráfica, há que frisar que esta abordagem vem com uma grande desvantagem: a latência aumenta significativamente, uma vez que os fotogramas precisam de ser enviados para o segundo GPU antes de chegarem ao monitor, o que pode penalizar os jogos mais rápidos.

Já o segundo mod, Neural Upstream, segue uma estratégia diferente. Em vez de processar a imagem final completa, executa a etapa neural antes do processo de upscaling do DLSS, quando a resolução ainda é inferior. O resultado é uma redução da carga computacional e um aumento do desempenho, embora à custa de alguma perda de qualidade visual. Para muitos jogadores, este poderá revelar-se um compromisso mais equilibrado entre fluidez e fidelidade gráfica.

Claro que tudo isto acabará por se tornar irrelevante. As próximas gerações de GPUs virão com hardware ainda mais preparado para este tipo de processamento neuronal, fazendo com que o impacto acabe por se tornar irrelevante. Até lá, temos o privilégio de ir assistindo a todo este processo, tal como passamos pelas fase das VESA BIOS, dos primeiros aceleradores 3D, os primeiros GPUs, e tudo o mais que fez passar dos tempos dos jogos monocromáticos ou com 4 cores do modo CGA, até aos dias de hoje de imagens cada vez mais indistinguíveis da realidade.

№ 14

Ganha um carregador Anker Nano 3 47W USB-C

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta é um carregador Anker Nano 3 de 47W.

Faça-se o que se fizer, é garantido que nunca temos carregadores suficientes na parede para ligarmos tudo o que queremos. A prenda que temos para dar esta semana ajuda a resolver isso, consistindo num carregador Anker Nano 3 equipado com duas porta USB-C com carregamento PD até 47W.
Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

Loading…

Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

№ 15

Google Photos reduz validade do lixo para 30 dias

A Google vai passar a eliminar definitivamente as fotos apagadas ao fim de 30 dias, em vez dos anteriores 60 dias.

O Google Photos fez uma alteração na gestão de fotografias apagadas, reduzindo de 60 para 30 dias o período durante o qual os utilizadores podem recuperar imagens eliminadas que estejam guardadas na cloud.

Até agora, as fotografias com cópia de segurança no Google Photos permaneciam no lixo durante 60 dias antes de serem removidas definitivamente. Uma segurança adicional face às fotos armazenadas localmente nos dispositivos, que tinham um prazo de recuperação de 30 dias. Com esta mudança, ambos os cenários passam a seguir a mesma regra.

A medida permitirá à Google poupar potencialmente centenas de petabytes, evitando manter "lixo" durante 30 dias adicionais, e faz com que o período de permanência seja igual em todas as situações, independente de serem fotos na cloud ou locais. De resto, também as pastas de lixo e spam no Gmail seguem o mesmo período de 30 dias, pelo que a maioria das pessoas já poderá estar "habituada" a que os 30 dias sejam o período padrão para recuperação de coisas eliminadas.

№ 16

Play Store prepara pausa dos downloads

A Play Store está a preparar maior controlo sobre o download de apps e actualizações, permitindo pausar e retomar à vontade do utilizador.

A Google está a desenvolver uma nova funcionalidade para a Play Store que permitirá aos utilizadores pausar e retomar downloads de apps sem terem que cancelar o processo. Algo que já deveria ter sido feito há muito, mas que mais vale tarde do que nunca.

Actualmente, quando uma app está a ser descarregada através da Play Store, os utilizadores têm apenas a opção de cancelar o download. Com esta nova opção, surge um botão de pausa que interrompe temporariamente a transferência e permite retomá-la mais tarde a partir do ponto onde ficou. A capacidade será integrada no gestor de downloads da própria Play Store, que passará a apresentar as transferências em pausa, permitindo reiniciar um download sem necessidade de procurar novamente pela app respectiva.

A funcionalidade torna-se particularmente útil para cenários em que se está a descarregar uma app de grande dimensão e, por qualquer motivo, se tem que sair da rede WiFi e não se quer gastar dados móveis. Em vez de se ser forçado a cancelar e desperdiçar tudo o que já foi descarregado, podemos suspender o download para retomar mais tarde. É o tipo de coisa que deveria ter sido integrado logo desde o início da Play Store!

№ 17

ChatGPT prepara escrita ao estilo do utilizador

Vai ser mais fácil ensinar o ChatGPT a escrever com o estilo de cada utilizador.

A OpenAI está a preparar nova funcionalidade chamada "Writing Style" para o ChatGPT, que permite ao assistente aprender a forma como cada utilizador escreve através de conteúdos existentes em serviços ligados à conta. Por agora isto está a ser testado com um grupo limitado de utilizadores, mas espera-se que rapidamente possa chegar a todos.

Com esta capacidade o ChatGPT poderá analisar exemplos de escrita provenientes de diferentes categorias, incluindo mensagens, documentos e emails. Entre os serviços suportados encontram-se o Slack, o Google Drive, e o Gmail, permitindo ao sistema compreender melhor o tom, o vocabulário e o estilo de comunicação de cada pessoa.
A funcionalidade recorda a ferramenta Styles da Anthropic, disponível no Claude, mas vai mais longe ao recorrer directamente a conteúdos existentes em serviços em vez de disponibilizar documentos. O objectivo é facilitar o processo de fazer com que o assistente consiga produzir textos mais personalizados sem que o utilizador tenha de explicar repetidamente as suas preferências ou fornecer exemplos sempre que inicia uma nova conversa. Desta forma, o ChatGPT poderá adaptar automaticamente respostas, emails ou documentos ao estilo habitual de quem o utiliza.

Resta saber se permitirá gerir múltiplos estilos e/ou ter a inteligência suficiente para perceber quando tal acontece. Pois será natural que os utilizadores utilizem estilos bastante diferentes dependendo da situação.

№ 18

RPCS3 já corre jogos PS3 dos discos originais

Passa a ser possível jogar jogos PS3 directamente dos discos originais no RPCS3.

A comunidade de emulação PlayStation tem estado bastante activa ultimamente, e agora há mais boas notícias. O emulador RPCS3 recebeu uma actualização que permite executar jogos PlayStation 3 directamente a partir dos discos Blu-ray originais, eliminando a necessidade de copiar todo o conteúdo do jogo para o disco rígido ou SSD do computador. A funcionalidade já estava disponível no Windows desde Abril, e foi agora alargada a Linux, macOS e FreeBSD.

Desta forma, os utilizadores podem iniciar os seus jogos físicos directamente através do emulador, tornando o processo mais simples e próximo da experiência original da consola. No entanto, continua a ser necessário possuir um leitor Blu-ray compatível, capaz de ler discos da PlayStation 3, além da respectiva chave de desencriptação Redump para cada jogo. O emulador procura automaticamente essa chave na sua pasta dedicada antes de carregar o título, permitindo depois utilizar a unidade Blu-ray.

You can now play your PS3 games on PC... DIRECTLY FROM THE DISC DRIVE!

💿 PLUG AND PLAY! Owning your games as physical media allows you to play games released as far back as 20 years ago without relying on any servers!

See compatible disc drive models at https://t.co/nSzG5S954L pic.twitter.com/d1uKE7Bpyr

— RPCS3 (@rpcs3) September 6, 2026
A actualização traz também melhorias na instalação de conteúdos a partir de suportes ópticos, especialmente em jogos que necessitam de copiar dados do disco durante a instalação. Para os colecionadores de jogos físicos da PlayStation 3, esta mudança torna o acesso à sua biblioteca mais conveniente, dispensando a criação de cópias completas dos jogos no armazenamento local - e acaba por ser também bastante simbólica, numa altura em que a Sony está decidida a terminar os discos físicos.

Falando de emulações mais recentes, e potencialmente impulsionado pelo desejo de se poder ter o GTA VI (que tem lançamento exclusivo em consolas) a correr nos PCs, também a emulação da PS5 tem tido bastantes avanços nas últimas semanas - já sendo capaz de correr o GTA V, a um ritmo que faz com que esse objectivo possa mesmo tornar-se uma realidade.

№ 19

Poupa SSD e espaço desactivando a hibernação no Windows

Desactivar a hibernação recupera dezenas de gigabytes no disco e evita a escrita frequente que penaliza a longevidade do SSD.

O Windows 11 cria automaticamente um ficheiro chamado hiberfil.sys, utilizado pelas funcionalidades de hibernação e Fast Startup. Em computadores com 32 GB, 64 GB ou mais de memória RAM, este ficheiro pode ocupar entre 16 GB e 32 GB de armazenamento no SSD, consumindo espaço valioso sem que muitos utilizadores se apercebam da sua existência.

Além da ocupação de espaço, o ficheiro é actualizado sempre que o sistema utiliza a hibernação ou o Fast Startup, gravando gigabytes de dados da memória RAM no SSD. Embora os SSDs modernos tenham uma elevada durabilidade, estas escritas frequentes contribuem para o desgaste natural da unidade ao longo do tempo. Isto torna-se ainda mais desnecessário em computadores de secretária, onde a função de hibernação nem sequer faz sentido para a maioria das pessoas.
Para quem pretende recuperar todo o espaço ocupado, existe uma solução simples. Basta abrir o Terminal ou PowerShell com privilégios de administrador e executar o comando powercfg.exe /hibernate off. A operação desactiva a hibernação e remove imediatamente o ficheiro hiberfil.sys, recuperando dezenas de gigabytes no disco sem necessidade de reiniciar o sistema.

Os utilizadores que preferem manter o Fast Startup podem optar por uma solução intermédia através do comando powercfg /type reduced. Esta opção reduz significativamente o tamanho do ficheiro de hibernação (para 3-6GB), mantendo algumas funcionalidades de arranque rápido. Em sistemas equipados com SSDs NVMe modernos, a diferença de velocidade entre um arranque normal e o Fast Startup tende a ser mínima, fazendo com que a desactivação do modo de hibernação seja uma forma simples de recuperar dezenas de gigabytes e reduzir escritas desnecessárias no SSD.

№ 20

Adaptador de tomadas universal com 5 USB a €20

Este adaptador universal de tomadas da Lencent garante que podemos ligar qualquer aparelho a qualquer tomada, e poupar carregadores USB adicionais.

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas este adaptador universal com portas USB integradas acaba por ser uma solução bastante atractiva para quem viaja frequentemente, ou simplesmente quer estar preparado para nunca ser apanhado desprevenido em termos de formatos de tomadas - e simultaneamente evitando a necessidade de transportar até cinco carregadores USB adicionais na sua bagagem.
Este adaptador de tomadas universal da Lencent tem 5 portas USB e está disponível por apenas 20 euros na Amazon Espanha - têm também disponível uma versão de 65W.

O módulo encaixa, e permite encaixar, tomadas eléctricas de praticamente todos os formatos existente (UE, Reino Unido, EUA, Austrália, etc.) e inclui 5 práticas portas USB, 3 delas sendo USB-C até 15 W, que podem fornecer até um máximo de 2.4 A por porta, perfeitas para recarregar smartphones, câmaras e outros equipamentos quando se vai de férias.


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