PlanetGeek

Vercel mostra riscos da autenticação OAuth

21-04-2026 | 20:00 | Aberto até de Madrugada

Uma desatenção que dê permissões excessivas num acesso OAuth a uma conta Google pode resultar numa grande dor de cabeça para uma empresa.

A Vercel confirmou ter sido alvo de um incidente de segurança após hackers alegarem estar a vender dados roubados. A empresa revelou que houve acesso não autorizado a alguns sistemas internos, afectando um número limitado de clientes, embora os serviços principais não tenham sido comprometidos.

Segundo a investigação inicial, o ataque terá começado com uma conta Google Workspace comprometida de um funcionário, através de uma aplicação OAuth ligada a uma ferramenta AI de terceiros. A partir daí, os atacantes conseguiram escalar privilégios e aceder a variáveis de ambiente não classificadas como sensíveis. A Vercel afirma que dados críticos e projetos open-source como o Next.js não foram afectados. Ainda assim, recomenda que os clientes revejam as suas variáveis de ambiente, activem a encriptação para dados sensíveis e façam rotação de credenciais como medida de precaução.

Quickest way to decrease the risk of something this happening to your company:

1. Go to https://t.co/WOro3jEvX7
2. Change your "Unconfigured third-party apps" settings

This will require an admin to approve any new apps that request potentially sensitive data like Gmail, Drive,… https://t.co/8LZ3XebbRK pic.twitter.com/Gzdt2ro9hZ

— Brendan Falk (@BrendanFalk) April 20, 2026
O incidente surge após um atacante afirmar estar a vender acessos, chaves API e outros dados internos, incluindo informação de funcionários. Embora a autenticidade dessa informação não tenha sido confirmada, a empresa diz já ter notificado as autoridades e que continua a investigar o caso.

A autenticação via OAuth é um sistema bastante funcional e interessante - permitindo dispensar a multiplicação de inúmeros registos em diferentes serviços - usando um único serviço para tal, como uma conta Google. No entanto, torna-se fundamental que se preste o devido cuidado ao tipo de acesso que é pedido. Por normal, deverá aceitar-se apenas o acesso a algo como o nome e endereço de email, e tratar com bastante suspeita/cuidado qualquer tipo de acesso adicional, como acesso a emails e conteúdos na cloud (como o Gmail e Google Drive) - e nunca aceitar permissões ainda mais perigosas, como a alteração de definições.

Tesla continua a esconder relatórios de acidentes com táxis autónomos

21-04-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

A Tesla continua a fornecer o mínimo possível de informação relativa aos acidentes com os seus "táxis autónomos".

A mais recente divulgação de dados da NHTSA, a autoridade de segurança rodoviária dos Estados Unidos, oferece um novo olhar sobre como os veículos autónomos estão a lidar com acidentes - e revela diferenças claras entre empresas como Tesla, Waymo e Zoox, não só no número de incidentes, mas também na forma como comunicam o que acontece.

Os dados resultam de uma obrigação imposta às empresas que testam ou utilizam sistemas de condução autónoma em vias públicas. Sempre que ocorre um acidente, essas empresas têm de reportar detalhes à NHTSA, criando uma base de dados pública que permite analisar o comportamento destes sistemas no mundo real. No total, foram registados 825 incidentes relacionados com sistemas autónomos. A Waymo destaca-se com larga margem, sendo responsável por 697 desses casos. Seguem-se a Avride com 41, a Zoox com 32 e a Tesla com apenas 18. À primeira vista, esta diferença pode parecer significativa, mas há contexto importante a considerar. A Waymo opera uma das maiores frotas de carros totalmente autónomos, a circular diariamente em cidades densas como São Francisco, Phoenix e Los Angeles. Com milhões de quilómetros percorridos em ambientes urbanos complexos, é natural que o número de incidentes seja mais elevado.

Já a Tesla apresenta números muito mais baixos nesta categoria específica, o que reflecte sobretudo o facto de a sua estratégia de robotáxis ainda estar numa fase inicial. Importa também sublinhar que estes dados não incluem incidentes com o sistema FSD (Full Self-Driving) em modo supervisionado, uma vez que esse sistema ainda exige intervenção humana e não fica abrangido pelas exigências dos veículos com autonomia total.

Os dados revelam também com que tipo de obstáculos estes veículos mais frequentemente colidem. No caso da Waymo, a maioria dos acidentes envolve outros veículos típicos de ambiente urbano, como carros de passageiros e SUVs, além de camiões e autocarros. Isto reflecte o tipo de utilização intensiva em cidades movimentadas. Já nos 18 incidentes reportados pela Tesla, o padrão é diferente. O tipo de colisão mais comum foi com objectos fixos, seguido por impactos com SUVs, além de casos isolados envolvendo um ciclista, um animal e um autocarro.
No que diz respeito a consequências, a maioria dos acidentes resultou apenas em danos materiais. Nos casos da Tesla, 16 dos 18 incidentes não envolveram feridos. Foram registadas apenas duas lesões ligeiras, uma das quais exigiu hospitalização. Em todos os acidentes reportados pela Tesla, o sistema autónomo estava activo no momento do impacto. Já a Waymo, devido ao maior volume de incidentes, apresenta maior diversidade de resultados, incluindo dezenas de feridos ligeiros, alguns casos que exigiram hospitalização e até uma fatalidade.

Mas o ponto que mais chama a atenção não está nos números, mas sim na forma como as empresas comunicam os detalhes dos acidentes. A NHTSA permite que cada empresa inclua uma descrição detalhada de cada incidente. Empresas como a Waymo e a Zoox aproveitam esse espaço para fornecer explicações completas das circunstâncias, comportamento dos veículos e até açcões de outros condutores envolvidos. Já a Tesla segue uma abordagem totalmente diferente. Em todos os relatórios públicos, a empresa ocultou completamente essas descrições, substituindo-as por uma nota genérica que indica a remoção de informação por motivos de confidencialidade. Na prática, isto impede qualquer análise mais profunda sobre o que realmente aconteceu nos seus acidentes, contrastando fortemente com a transparência das restantes empresas - algo que muitos podem considerar não estar em linha com tudo aquilo que a Tesla apregoa a nível das capacidades do seu FSD.

A Tesla tem estado também sob nova vaga de críticas por, numa altura em que se aproxima a apresentação de resultados, volta a fazer manobra mediática com uma suposta expansão do seu serviço robotaxi para uma nova cidade, onde colocou um único veículo autónomo a prestar serviço, deixando os clientes horas à espera, até lhes ser dito que é melhor arranjarem outro transporte.

CMF Watch 3 Pro a €74

21-04-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

O Watch 3 Pro da CMF, marca económica da Nothing, está agora disponível a preço bastante atractivo.

Os fãs Nothing continuam a poder optar pelos produtos da sua marca CMF para dispositivos mais económicos, e no caso dos smartwatches isso traduz-se no seu mais recente wearable.

O Watch 3 Pro vem com ecrã AMOLED circular de 1.43", com mais de 120 mostradores disponíveis. A moldura do relógio pode ser substituída pelos utilizadores tal como as braceletes de 22 mm, para criar uma infinidade de estilos diferentes. Pode fazer o tracking de todo o tipo de parâmetros habituais, como frequência cardíaca, nível de oxigénio no sangue, sleep tracking, mais de 120 actividades físicas, sleep tracking, fazer telefonemas, e tem GPS.
O CMF Watch Pro 3 está disponível por 74 euros na Amazon Espanha.

Se quiserem combinar com o resto da família para ficarem com o conjunto completo, podem também optar pelo CMF Phone 2 Pro e pelos CMF Buds Pro 2 - ou aguardarem pela nova geração.

Este smartwatch tem protecção IP68 para uso despreocupado em todo o tipo de ambientes, e a Nothing promete que a sua bateria é suficiente para lhe dar uma autonomia de até 13 dias de uso típico - mas que se podem reduzir para 4.5 dias em uso intensivo com o ecrã always-on ligado.


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Nvidia acelera Path Tracing

21-04-2026 | 14:30 | Aberto até de Madrugada

A NVidia acelerou substancialmente a sua tecnologia de path tracing, que agora fica 2 a 3 vezes mais rápida, com benefícios substanciais para os jogos.

A NVIDIA apresentou uma nova evolução da sua tecnologia de path tracing com o ReSTIR PT Enhanced, um método que promete tornar o rendering em tempo real mais rápido e eficiente. Segundo a empresa, esta versão pode aumentar o desempenho entre 2 a 3 vezes, ao mesmo tempo que reduz erros visuais e melhora a estabilidade da imagem.

O objetivo não é reinventar o path tracing, mas sim torná-lo mais leve e fiável, aproximando-o de uma implementação prática em motores gráficos e ferramentas profissionais. E algumas das melhorias já começaram a ser disponibilizadas nas bibliotecas RTX de motores como o Unreal Engine, o que pode fazer com que estas melhorias possam ser aproveitadas pelos jogos num futuro não muito distante.
A base continua a ser o reaproveitamento de amostras de luz entre pixels e frames, uma técnica introduzida em versões anteriores. Agora, a NVIDIA melhorou esse processo, reduzindo custos de cálculo, evitando reutilizações incorretas e diminuindo problemas como o ruído, flickering e inconsistências em cenas em movimento.

Apesar dos avanços, o path tracing em tempo real continua exigente e depende de técnicas auxiliares como denoising e upscaling para funcionar no hardware actual. Ainda assim, estas melhorias podem ser um passo importante para tornar gráficos mais realistas acessíveis a mais sistemas no futuro. Teoricamente, mesmo em GPUs onde o Path Tracing reduzisse o framerate para cerca de 20 fps, poderão, com este sistema, aproximar-se dos 60 fps

How a Web Agency Can Be More Productive by Using a AI Based Website Builder

21-04-2026 | 13:23 | Manuel Lemos

By Manuel Lemos
Many developers work for agencies that serve customers developing websites that serve several purposes related to their business.

Often the sites developed by agencies follow patterns to implement common features in customer websites. This is the kind of application that is ideal to be implemented with the help of automated tools.

Read this article to learn how you can quickly implement websites for customers using the Duda website builder.

WhatsApp testa subscrição de €2.49

21-04-2026 | 13:00 | Aberto até de Madrugada

A modalidade paga do WhatsApp já está em testes - o WhatsApp Plus - focando-se principalmente em diferenças estéticas.

O WhatsApp começou a testar um novo serviço de subscrição chamado WhatsApp Plus, marcando uma mudança na estratégia da plataforma. O plano está a ser disponibilizado a um número limitado de utilizadores e custa 2.49€ por mês na Europa.

A subscrição foca-se sobretudo na personalização e funcionalidades adicionais. Os utilizadores têm acesso a stickers exclusivos, novos temas com várias cores, e possibilidade de alterar o ícone da app no smartphone. Mas, há também algumas vantagens funcionais, como poder fixar até 20 conversas, em vez das três actuais.
Outras diferenças incluem toques exclusivos e ferramentas para aplicar definições em grupo a várias conversas ou grupos. Por exemplo, é possível definir um tema para uma lista específica de chats e aplicá-lo automaticamente a novas conversas adicionadas.

Para já, o WhatsApp Plus está em fase de testes e parece focado no Android, com suporte para iOS a dever chegar mais tarde. As funcionalidades principais da app, incluindo a encriptação end-to-end, continuam gratuitas - mas, é de imaginar que, a médio e longo prazo, o serviço comece a diferenciar cada vez mais a modalidade paga da gratuita, oferecendo funcionalidades extras apenas para os clientes pagantes (sendo desde já previsível que a versão gratuita vá começar a ter carga de publicidade adicional, como forma de tentar "incentivar" os utilizadores a pagarem para se verem livres disso).

Fita LED Govee TV Ambilight com câmara a €53

21-04-2026 | 12:15 | A Minha Alegre Casinha

É mais fácil que nunca recriar o efeito "ambilight", com este conjunto de fita LED RGB com câmara, capaz de ajustar as cores em função do que estiver no ecrã.

Há muito que recomendamos a utilização de uma fita LED para colocar atrás de um televisor ou monitor, para criar uma luminosidade que reduz o cansaço visual, especialmente numa sala completamente às escuras. Fitas LED RGB para TV arranjam-se por cerca de 10 euros ou pouco mais, e mais recentemente começaram a surgir conjuntos com um sensor de cor por menos de 20 euros que podem ir mudando de cor. Mas se querem a experiência ambilight completa, com cores diferentes ao longo das margens do ecrã, então será preciso um modelo mais evoluído, como este da Govee.
Esta fita LED Govee com câmara está disponível por 53 euros na Amazon Espanha.

Em vez de um simples sensor de cor, este conjunto vem com uma câmara que se deve colocar no topo do ecrã, e que vai analisar as imagens do que quer que se estiver a ver, fazendo sincronizar as cores da fita LED apropriadamente para cada secção das margens - e não apenas uma única cor como nas propostas anteriores. É também, apesar dos projectos open-source ambilight que dependem de uma entrada HDMI, uma das poucas soluções para quem quer o efeito ambilight mesmo quando utiliza apps internas da Smart TV, como Netflix, Disney, etc. já que este sistema funciona para todo e qualquer conteúdo que aparecer no ecrã, independentemente da sua origem.


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Fita LED RGBIC Goovee 5m a €21

21-04-2026 | 12:14 | A Minha Alegre Casinha

Uma fita LED RGB é uma das formas mais eficazes e simples de dar um toque especial a qualquer casa, e é algo que pode ser feito a preço reduzido, como comprova esta fita LED.

Uma fita LED pode fazer milagres, bastando passá-la pela prateleiras de móveis, ou até colocada por baixo de uma mesa ou sofá, para criar um ambiente único. O único problema é que quando se compra uma fita LED RGBIC para iluminação decorativa, a impressão inicial de missão cumprida que se tem após a colocar no sítio é quase sempre seguida de um "se soubesse, tinha mandado vir mais uns metros". Pois bem, isso já não deverá acontecer com este conjunto, que desde logo disponibiliza 5 metros para que possam preencher com luz tudo aquilo que desejarem - mas disponibilizada também em versão de 2x 15 metros para quem precisar de mais.
Esta fita LED RGBIC Goovee com 5 metros e controlo remoto está disponível por apenas 21 euros na Amazon Espanha - activar cupão de desconto de 22%.

Ter apenas em atenção que este modelo apenas pode ser controlada através da app Govee ou dos botões no controlador físico junto da fita, estando também disponível a integração com assistentes de voz como o Google Assistant ou Amazon Alexa.


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Mercedes C-Class eléctrico chega com até 762 km de autonomia

21-04-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A Mercedes faz chegar a transição eléctrica à sua gama mais popular, os modelos da Classe C, com autonomias bastante generosas.

A Mercedes-Benz revelou o novo C-Class totalmente eléctrico, marcando uma evolução significativa no modelo que durante anos foi visto como a porta de entrada da marca. Agora, o foco está no desempenho e autonomia, com a versão C 400 4MATIC a prometer até 762 km graças a uma bateria de 94 kWh.
Além da autonomia, o novo modelo aposta forte na eficiência. O design aerodinâmico com coeficiente de 0,22 ajuda a maximizar o alcance, enquanto o carregamento rápido permite adicionar cerca de 325 km em apenas 10 minutos. Em termos de desempenho, os dois motores totalizam 489 cv e permitem acelerar dos 0 aos 100 km/h em cerca de 4 segundos.
No interior, a Mercedes aposta numa experiência premium com tecnologia de ponta. Destaca-se o MBUX Hyperscreen, que cobre praticamente todo o painel frontal, além de integração com AI como ChatGPT e Google Gemini para interacções por voz mais naturais. Há ainda funcionalidades de conforto como bancos com massagem, climatização avançada e suspensão AIRMATIC inteligente. O tecto panorâmico em vidro conta com "efeito estrelado" com centenas de pequenos LEDs.
O novo C-Class eléctrico também cresce em dimensões, oferecendo mais espaço interior, bagageira de 470 litros e um compartimento adicional à frente. A chegada ao mercado está prevista para 2027, com uma versão adicional de tracção traseira a prometer ainda mais autonomia. Os preços ainda não são conhecidos, mas é de esperar que se mantenham num patamar ao nível de modelos rivais de marcas como a BMW e Audi.

Casely relembra recall de power bank MagSafe perigoso

21-04-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

A Caselyu está a reforçar o anúncio de recolha do powerbank modelo E33A, depois de uma fatalidade.

Um power bank MagSafe que já tinha sido retirado do mercado continua a causar problemas - e, infelizmente, até vítimas mortais - mais de um ano depois do recall inicial. O modelo E33A da Casely, com capacidade de 5.000mAh, voltou a estar sob alerta após novos incidentes reportados.

Segundo as autoridades de segurança dos EUA, foram registados pelo menos 28 novos casos de sobreaquecimento ou incêndio desde o anúncio de recolha feito em 2025. Entre eles está uma morte associada a queimaduras graves, além de outros episódios recentes, incluindo uma explosão durante um voo.
O problema está relacionado com as baterias de iões de lítio, que podem entrar em combustão em condições adversas. No caso deste modelo específico, defeitos de fabrico aumentam significativamente o risco, tornando o uso do dispositivo perigoso. As autoridades recomendam que qualquer pessoa com este power bank deixe de o utilizar imediatamente e verifique o número do modelo.

Este caso serve também como alerta de como ignorar os programas de recolhas pode ter consequências sérias, mesmo quando se tratam de produtos com baterias com capacidade "reduzida", e que muitos podem sentir-se tentados a continuar a usar.

Ganha um carregador Anker Nano 3 47W USB-C

21-04-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta é um carregador Anker Nano 3 de 47W.

Faça-se o que se fizer, é garantido que nunca temos carregadores suficientes na parede para ligarmos tudo o que queremos. A prenda que temos para dar esta semana ajuda a resolver isso, consistindo num carregador Anker Nano 3 equipado com duas porta USB-C com carregamento PD até 47W.
Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

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Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

HUDIMM promete memória DDR5 mais barata

21-04-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Há uma nova proposta para ajudar a conter os custos das memórias DDR5 - as HUDIMM - que basicamente usam metade da capacidade dos DIMMs actuais.

A nova especificação HUDIMM para memória DDR5 promete reduzir custos, mas com impacto significativo no desempenho. Desenvolvida em parceria entre a Intel, TeamGroup e ASRock, esta abordagem utiliza apenas um subcanal de 32 bits, em vez dos dois habituais (64 bits), o que reduz para metade o número de chips necessários, mas que também corta a largura de banda para metade.

Testes recentes confirmam esse impacto: ao simular um módulo HUDIMM, as velocidades de leitura, escrita e cópia caem cerca de 50% face a um módulo DDR5 convencional. A latência mantém-se praticamente inalterada, o que indica que a principal perda está mesmo na largura de banda e não no tempo de resposta.
Na prática, dois módulos HUDIMM oferecem desempenho semelhante a um único módulo DDR5 tradicional em single channel. A vantagem está no custo, já que estes módulos usam menos chips de memória, tornando-os mais baratos de produzir, mas com um compromisso claro em termos de desempenho.
Uma das propostas curiosas é a de se poder combinar um módulo DIMM tradicional com um HUDIMM, por exemplo, 16 + 8 GB, para um total de 24 GB de RAM, que ficaria acessível através de 64 + 32 bits, com melhor desempenho que um único módulo de 24 GB. Ainda assim, ficando a perder face ao uso de 16 + 8 GB em módulos convencionais (64+64 bits).

Este tipo de memória deverá ser direccionado para sistemas mais económicos, como PCs de escritório, em que os utilizadores não se preocupem com as questões de desempenho. Por outro lado, há que ficar atento para não comprar "gato por lebre", especialmente no mercado de material usado, onde as falcatruas com as memórias RAM têm atingido níveis histórios devido aos preços elevados destes compoenentes.

Tim Cook dá lugar a John Ternus como CEO da Apple

21-04-2026 | 07:00 | Aberto até de Madrugada

Marcando o início de uma nova era na Apple, Tim Cook anuncia o fim do seu tempo como CEO, cargo que passará a ser ocupado pot John Termus.

A Apple anunciou uma mudança histórica na liderança: Tim Cook vai deixar o cargo de CEO ainda este ano, com John Ternus a assumir a posição a partir de 1 de Setembro de 2026. Cook continuará no comando durante o Verão para garantir a transição e passará depois a desempenhar funções como Executive Chairman do conselho de administração.

Tim Cook lidera a Apple desde 2011 e foi responsável por uma das fases de maior crescimento da empresa. Durante o seu mandato, a Apple expandiu lançou novos produtos como o Apple Watch, AirPods e Vision Pro, além de apostar fortemente em serviços e na transição para o Apple Silicon. Pelo lado negativo, alguns projectos falhados, como o carregador wireless apresentado e que nunca se materializou, o projecto de criar um automóvel, e o falhanço da renovação da Siri e atraso no acompanhamento das tecnologias AI. Ainda assim, a empresa passou de uma valorização de cerca de 350 mil milhões para aproximadamente 4 biliões de dólares.

O sucessor, John Ternus, é actualmente Senior VP de Hardware Engineering e está na Apple desde 2001. Teve um papel central no desenvolvimento de produtos como os iPhone, iPad, Mac e AirPods, sendo visto como uma escolha natural para liderar a próxima fase da empresa.

Além desta mudança, a Apple também anunciou uma reorganização interna. Johny Srouji passa a Chief Hardware Officer, assumindo a liderança da engenharia de hardware, enquanto Arthur Levinson transita para o papel de Lead Independent Director.

O comunicado de Tim Cook à comunidade Apple:
To the Apple community:

For the past 15 years I've started just about every morning the same way. I open my email and I read notes I received the day before from Apple's users all over the world.

You share little pieces of your lives with me and tell me things you want me to know about how Apple has touched you. About the moment your mom was saved by her Apple Watch. About the perfect selfie you captured at the summit of a mountain that seemed impossible to climb. You thank me for the ways Mac has changed what you can do at work and sometimes give me a hard time because something you care about isn't working like it should.

In every one of those emails I feel the beating heart of our shared humanity. I feel a sense of deepening obligation to work harder and push further. But most of all, I feel a gratitude that I cannot put into words, that I somehow got to be the person on the other end of those emails, the leader of a company that ignites imaginations and enriches lives in such profound ways it defies description. What an honor and a privilege it has been.

Today we announced that I'm taking the next step in my journey at Apple. Over the coming months I will be transitioning into a new role, leaving the CEO job behind in September and becoming Apple's executive chairman. A new person will be stepping into what I know in my heart is the best job in the world. That leader is John Ternus, a brilliant engineer and thinker who has spent the past 25 years building the Apple products our users love so much, obsessed with every detail, focused on every possible way we can make something better, bolder, more beautiful, and more meaningful. He is the perfect person for the job.

John cares so much about who we are at Apple, what we do at Apple, who we reach at Apple, and he has the heart and character to lead with extraordinary integrity. I am so proud to call him Apple's next CEO. This company will reach such incredible heights under his leadership, and you will feel his impact in every bit of delight and discovery that grows out of the products and services to come. I can't wait for you to get to know him like I do.

This is not goodbye. But at this moment of transition, I wanted to take the opportunity to say thank you. Not on behalf of the company, this time, though there is a wellspring of gratitude for you that overflows inside our walls. But simply on behalf of me. Tim. A person who grew up in a rural place in a different time and, for these magical moments, got to be the CEO of the greatest company in the world. Thank you for the confidence and kindness you've shown me. Thank you for saying hi to me on the street and in our stores. Thank you for cheering alongside me when we unveiled a new product or service. Thank you, most of all, for believing in me to lead the company that has always put you at the center of our work. Every day we get up and think about what we can do to make your life a little bit better. And every day, you've made mine the best I could have asked for.

Toshiba recusa troca de disco de 20TB - oferece reembolso do preço de compra

20-04-2026 | 20:00 | Aberto até de Madrugada

A Toshiba recusou trocar um disco rígido empresarial de 20TB, oferecendo o valor de compra original que agora nem permite comprar um disco equivalente.

Os preços crescentes das memórias e discos rígidos estão a gerar chatices para consumidores e empresas. Agora, temos novo caso de um utilizador que relata que a Toshiba recusou substituir um disco rígido empresarial de mais de 20TB, mesmo estando ainda dentro do período de garantia.

Segundo o relato, após a falha do disco, o equipamento foi enviado para a Toshiba, que disse não ter stock disponível para substituição. Em vez disso, ofereceu o reembolso pelo valor original de compra, apesar de o preço actual de mercado ser significativamente mais elevado. A suposta obrigação de substituição por um dispositivo idêntico fica também descartada, pois a Toshiba diz que só o poderá fazer daqui por um ano.

A situação levanta questões, sobretudo em contexto empresarial, onde factores como fiabilidade e suporte pós-venda são determinantes. No entanto, e para se precaverem contra os aumentos, tem-se tornado comum que o contrato de garantia diga que, em caso de reembolso, será devolvido o preço original de compra e não o preço actual de mercado. O que é pena é que, com isto, as marcas e fabricantes pareçam estar a arranjar todas as desculpas para escaparem à opção de troca por um produto idêntico, já que a devolução do valor original se torna bastante mais vantajosa para si. Quanto aos consumidores e empresas, ficam com uma devolução de valor que os obrigará a gastar mais dinheiro para comprarem um produto idêntico actual.

... Poderá argumentar-se que, nestas condições, a "garantia" pouco garante...

2.3TB de RAM DDR4 salvas de irem para o lixo

20-04-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Numa altura em que o preço da memória RAM está em valores super-elevados, uma pessoa teve a boa notícia de receber 72 módulos de 32GB que iam para o lixo.

Um conjunto de módulos de RAM que estava prestes a ir para o lixo acabou por se transformar num verdadeiro tesouro. Um utilizador do Reddit revelou que conseguiu salvar 72 módulos de memória DDR4 ECC de 32GB que tinham ficado encostados após uma actualização aos servidores numa empresa.

Na altura, estes módulos tinham pouco valor no mercado, com preços a rondar os 30 a 35 dólares por unidade. No entanto, cada módulo pode agora custar cerca de 280 dólares, elevando o valor total para mais de 20.000 dólares. Apesar do valor, há uma limitação importante: este tipo de RAM ECC registada não é compatível com PCs convencionais, exigindo plataformas com CPUs de nível empresarial, como os Intel Xeon ou AMD EPYC. Ainda assim, poderá haver interessados - ou talvez até justificar montar uma máquina de raiz para tirar partido desta memória gratuita.
Enquanto isso, quem quiser comprar memórias DDR5 enfrenta actualmente um panorama bastante desolador, com 32GB de RAM a custarem mais de 400 euros, 64GB a obrigarem a gastar mais de 600 euros, e 128GB a custarem mais de 1000 euros. Valores que se tornam "ridículos" quando, se olha para os preços que tinham há menos de um ano. Um kit de 2x 32GB DDR5 que agora custa 770 euros, custava menos de 190 euros(!) em Junho do ano passado.

Coluna BT Tronsmart Bang SE a €63

20-04-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Há quem procure colunas Bluetooth dando preferência ao factor mobilidade; há quem o faça para obter os graves e volume que ficam a faltar quando se ouve música a partir do smartphone. Esta Tronsmart Bang de 40 W é uma coluna que resolve ambos os problemas.

A Tronsmart Bang SE de 40 W é uma versão renovada e melhorada da anterior Mega Pro, adoptando um novo aspecto que adiciona detalhes práticos, como uma pega de transporte e iluminação RGB, mantendo a qualidade de construção acima da média. Acima de tudo, é capaz de impressionar com a sua qualidade sonora mesmo a elevados níveis sonoros, que lhe permite enfrentar todo o tipo de situações: quer seja para situações de uso individual para melhor apreciar música, uma festa com amigos, ou para fortalecer uma apresentação feita a partir de um portátil ou tablet.
A coluna Bluetooth Tronsmart Bang SE está disponível por 63 euros na Amazon Espanha - activar desconto de 10%.

Conta com protecção IPX6 contra poeiras e salpicos, permitindo-lhe enfrentar uma maior variedade de ambientes, autonomia para até 24 horas de diversão, pode funcionar como power bank para recarregar outros dispositivos, e também permite emparelhar colunas adicionais para festas sem limites.

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Blue Origin aterra com sucesso mas falha posicionamento de satélite da AST

20-04-2026 | 14:30 | Aberto até de Madrugada

A Blue Origin de Jeff Bezos conseguiu levantar e pousar o New Glenn com sucesso, mas o satélite da AST que transportava não atingiu a órbita pretendida.

O mais recente lançamento da Blue Origin teve um desfecho agridoce. Apesar de a empresa ter conseguido recuperar com sucesso o primeiro estágio reutilizado do foguete New Glenn, o satélite colocado em órbita acabou por não atingir a posição correcta.

O satélite BlueBird 7, da AST SpaceMobile, separou-se normalmente do foguetão e chegou a ser activado, mas foi colocado numa órbita demasiado baixa - e os pequenos motores que usa, destinados apenas a fazer pequenos ajustes orbitais, não têm capacidade para o elevar para a órbita correcta. Como resultado, a empresa confirmou que o satélite será dado com perdido e desintegrar-se-á na atmosfera. Os próximos satélites, BlueBird 8, 9, e 10, estão em processo de finalização e ficarão prontos já no próximo mês.

pic.twitter.com/0WzaWjjjL9

— Jeff Bezos (@JeffBezos) April 19, 2026
Este satélite faz parte de um ambicioso projeto para criar uma rede de comunicações móveis directamente do espaço, permitindo ligação a smartphones comuns. O BlueBird 7 é um dos maiores satélites deste tipo, com uma gigantesca antena com mais de 220m2 destinada a reforçar a cobertura global.

Para já, ainda se sabe como este "semi-sucesso/semi-falhanço" irá afectar os próximos lançamentos do New Glenn, incluindo missões futuras ligadas ao programa lunar. Ainda assim, o sucesso na recuperação do foguetão marca um passo importante para a estratégia de reutilização de foguetes da Blue Origin, que se quer assumir como alternativa à SpaceX de Elon Musk.

Falta de RAM pode durar por vários anos

20-04-2026 | 13:00 | Aberto até de Madrugada

Os preços elevados da memória RAM poderão manter-se por vários anos, afectando computadores e muitos outros dispositivos.

As previsões para um rápido regresso das memórias RAM aos preços anteriormente considerados "normais" não são animadores. As últimas informações indicam que escassez global de RAM pode prolongar-se por vários anos. Mesmo com o aumento da produção, os fabricantes deverão conseguir fornecer apenas cerca de 60% da procura até 2027, havendo estimativas ainda mais pessimistas que apontam para falta de RAM até ao final da década.

Gigantes como Samsung, SK Hynix e Micron estão a investir em novas fábricas, mas a maioria dessas unidades só deverá entrar em funcionamento em 2028 ou mais tarde. Para equilibrar o mercado, seria necessário um crescimento anual da produção na ordem dos 12%, sendo que os fabricantes estão a crescer a metade desse valor. Outro factor a agravar a situação é a prioridade dada à memória HBM, destinada a data centers e processamento AI. Isto significa que a produção de DRAM tradicional - usada em PCs, smartphones e outros dispositivos - fica relegada para segundo plano.

Os poucos sinais animadores que tinham surgido, com abrandamento do preço da RAM nalguns países, já se estão a inverter. Na Alemanha, onde as memórias tinham chegado mesmo a baixar ligeiramente de preço, já começaram a sentir-se os aumentos. E com isto, vai ser complicado não só comprar um novo computador (com quantidade de memória "generosa"), como também placas gráficas, e outros produtos. Isto também poderá complicar a vida à próxima geração das consolas da Microsoft e Sony - que no entanto poderão usar a desculpa de que "a culpa é da RAM" para as lançarem a preços perto dos mil euros.

iPhone escapa às baterias substituíveis da UE

20-04-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A UE vai exigir baterias facilmente substituíveis a partir de 2027, mas os iPhones tirarão partido das excepções existentes.

A partir de 18 de Fevereiro de 2027 os smartphones comercializados na UE terão que permitir a fácil substituição das baterias pelos utilizadores, como forma de promover a sua durabilidade a longo prazo. No entanto, embora alguns tenham desde logo saltado para a conclusão de que isto obrigaria a Apple a fazer alterações significativas aos iPhones, a Apple limitou-se a ler as exigências e tirar partido das excepções à regra.

O Artigo 11 de 2023/1542 inclui excepções. Se a bateria mantiver uma capacidade de pelo menos 80% após 1000 ciclos de carga e se tratar de um smartphone com protecção contra água (IP6x), deixa de se aplicar a exigência da bateria facilmente substituível. Ora, a Apple acautelou-se quanto isso já há vários anos: até à geração iPhone 14 a Apple assegurava a bateria por 500 ciclos, a partir do iPhone 15 passou a garantir os 80% de carga durante os 1000 ciclos que se tornam necessários para usufruir deste regime de excepção. Como tal, a Apple não terá que fazer qualquer alteração, e os iPhones do próximo ano manter-se-ão tal como estão, a nível das baterias.

Ainda assim, será inevitável que outros fabricantes tenham que proceder a alterações. Mas, devido a estas excepções, essas alterações serão principalmente sentidas nos smartphones de gama baixa, e não nos modelos topo de gama, onde será mais fácil encontrar-se a protecção contra água e mais facilmente se pode suportar o custo das baterias de maior longevidade.

Hesai apresenta primeiro LIDAR a cores

20-04-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

A Hesai revelou o primeiro chip LIDAR RGB que permite captar imagens tridimensionais e a cores em simultâneo.

A Hesai apresentou um novo chip LIDAR que promete mudar a forma como os veículos autónomos vêem o mundo. Chamado Picasso, é o primeiro chip do género capaz de captar informação de cor e distância em simultâneo, criando modelos 3D com cor nativa sem necessidade de combinar dados de câmaras adicionais.
Ao contrário dos sistemas LIDAR tradicionais - que funcionam com um laser monocromático (habitualmente na gama dos infra-vermelhos) que devolve uma imagem "a preto e branco" - este novo chip permite identificar directamente elementos como semáforos, sinais ou marcações na estrada. O chip suporta até 4.320 canais laser e permite captar imagens em resolução 4K, com uma eficiência de detecção de fotões superior a 40%, o que se traduz em maior alcance e precisão.
A tecnologia será integrada na próxima geração de sensores ETX da empresa, com várias configurações disponíveis, e deverá entrar em produção em volume ainda este ano. A Hesai acredita que esta evolução pode reduzir a necessidade de processamento adicional nos sistemas de condução autónoma, tornando-os mais eficientes e rápidos.

O lançamento surge numa fase de forte crescimento da empresa, impulsionada pelo aumento das vendas de sensores LIDAR e pela redução dos custos de produção. Além do sector automóvel, a Hesai está também a expandir para novas áreas como a robótica.

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