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Kit Philips Hue com bridge Pro e smart button a €152

27-11-2025 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Quem se quiser iniciar no universo da iluminação Philips Hue, pode optar por este kit com lâmpadas, bridge Pro e botão wireless.

Automatizar a iluminação é, quase sempre, aquilo que a maioria das pessoas começa por fazer em suas casas; ou que mais rapidamente associa às "casas inteligentes". E de facto, é extremamente cómodo deixar de fazer todas aquelas pequenas rotinas diárias, em que já nem pensamos, a não ser quando nos esquecemos de algo - com deixar alguma luz ligada a noite toda, ou dia todo. E embora não sejam as mais económicas (algo que começa a mudar com a mais recente geração de lâmpadas), as lâmpadas Philips Hue continuam a ser das mais populares e apreciadas. E um starter kit como este, representa um excelente ponto de partida para quem se quiser aventurar neste mundo.
Este starter kit Philips Hue com bridge Pro, três lâmpadas, e smart button, está disponível por 152 euros na Amazon Espanha.

As lâmpadas e acessórios Philips Hue comunicam através de Zigbee (embora as mais recentes também funcionem via Bluetooth) e por isso é necessário uma bridge / hub para fazer a comunicação. Mas o processo de instalação e configuração é extremamente fácil, com a app a dar assistência passo a passo - e neste caso, ficamos já com a mais recente geração Hue Bridge Pro, com capacidade acrescida. Nem sequer fica esquecido que por vezes, a melhor forma de controlar algo é mesmo com um botão e não via app, com um pequeno smart button que podemos colocar em qualquer lado.

Depois, entre automatizações directamente na app, ou através de integração com o IFTTT, ou assistentes como o Google Assistant, ou até com o Spotify, todas as lâmpadas passam a estar sob nosso total controlo, até mesmo quando se está fora de casa. E depois é só ir adicionando o que se quer, como sensores de movimento, botões dimmer, luzes exteriores, etc. etc. E sem esquecer da compatibilidade assegurada com o Matter.


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ChatGPT ganha modo de voz dentro das conversas

27-11-2025 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

O ChatGPT passa a ter modo de voz integrado em todas as conversas, facilitando a interacção.

A OpenAI lançou nova actualização para o modo de voz do ChatGPT: as conversas por voz passam agora a acontecer dentro da própria conversa, sem ser necessário abrir uma janela separada dedicada apenas à voz. Na prática, as respostas surgem em tempo real juntamente com texto, imagens, mapas, e outros elementos visuais, mantendo todo o histórico e contexto da conversa.

Antes, ao activar o "Advanced Voice Mode", o ChatGPT enviava o utilizador para uma interface própria numa janela separada, interrompendo a conversa em curso. Com esta mudança, alternar entre escrever e falar torna-se muito mais fluido, sem se perder o contexto da conversa escrita.

You can now use ChatGPT Voice right inside chat—no separate mode needed.

You can talk, watch answers appear, review earlier messages, and see visuals like images or maps in real time.

Rolling out to all users on mobile and web. Just update your app. pic.twitter.com/emXjNpn45w

— OpenAI (@OpenAI) November 25, 2025

If you prefer the original experience, turn on “Separate mode” under Settings → Voice Mode.

— OpenAI (@OpenAI) November 25, 2025
Quem preferir o modo antigo, com o ícone flutuante, pode continuar a usá-lo. Basta ir a Definições > Voice Mode > Separate mode. A opção está disponível tanto nas apps móveis como na versão web.

Esta alteração vem resolver o "problema" do modo de voz funcionar numa janela separada e exclusiva, e acaba por também incentivar a que os utilizadores usem mais o modo de voz, como complemento das conversas escritas, sem serem penalizados por isso.

PowerToys PowerDisplay ajusta brilho de múltiplos monitores

27-11-2025 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

Os PowerToys estão prestes a ganhar novo utilitário para gerir o brilho de múltiplos monitores: o PowerDisplay.

Os utilizadores do Windows 11 podem finalmente ver resolvido um dos problemas mais irritantes do sistema: a gestão inconsistente do brilho em vários monitores. A Microsoft está a preparar uma nova ferramenta do PowerToys chamada PowerDisplay, pensada para unificar o ajuste de brilho e outras definições de imagem em todos os ecrãs ligados, algo que o Windows deveria ser capaz de fazer de forma nativa, mas que nunca fez de forma fácil e simples.

A funcionalidade vai adicionar um atalho na área de notificação, permitindo ajustar rapidamente o brilho e outras opções visuais de todos os monitores ao mesmo tempo. O gestor de programa da Microsoft, Niels Laute, revelou a novidade, explicando que o PowerDisplay ainda está numa fase inicial.

The PowerToys team is 🧑‍🍳🍳🔥. 🖥️ pic.twitter.com/79y3WBDuOg

— Niels Laute (@Niels9001) November 24, 2025
Segundo Laute, o objectivo é lançar o PowerDisplay em Janeiro, embora a data não esteja garantida. A ferramenta trará ao PowerToys algo que apps como DisplayBuddy e Twinkle Tray já oferecem há anos, mas de forma gratuita, oficial e integrada directamente no Windows.

Em resposta a algumas críticas, de como o interface não permite distinguir entre modelos de monitor idênticos - mostrando o mesmo nome sem indicação que permita diferenciar que monitor se trata - também já foi dito que a interface inicial tinha sido gerada por AI, sendo apenas um trabalho inicial que será redesenhado e melhorado até ao lançamento oficial. Adicionalmente, sendo um projecto open-source, todos ficam livres de contribuir com as suas próprias melhorias e sugestões.

Para quem lida com múltiplos monitores em Windows, o início de 2026 deverá trazer motivos para que instalem o PowerToys; uma recomendação que se aplica a todos os utilizadores, tendo em conta as muitas melhorias que estes "brinquedos" trazem ao Windows.

OpenAI recusa responsabilidade em suicídio "incentivado" pelo ChatGPT

27-11-2025 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

A OpenAI já oficializou a sua posição no caso do suicídio de um jovem de 16 anos, dizendo que ele deliberadamente contornou as protecções existentes no ChatGPT.

A OpenAI contestou a acção judicial que responsabiliza o ChatGPT pelo suicídio de um adolescente de 16 anos, argumentando que não pode ser responsabilizada pela morte. Os pais de Adam Raine culpam o chatbot, dizendo que forneceu instruções detalhadas sobre métodos de suicídio e desincentivando a procura de ajuda. Na sua resposta legal, a OpenAI refere que, ao longo de nove meses de conversa, o ChatGPT lhe sugeriu procurar ajuda mais de 100 vezes, e que a conversa só evoluiu para o ponto a que chegou depois do jovem contornar os mecanismos de segurança existentes, violando os termos de utilização do serviço.

Segundo a empresa, os registos das conversas mostram que o jovem já sofria de depressão e pensamentos suicidas antes de usar o chatbot e que tomava medicação. Mas o advogado da família acusa a empresa de tentar desviar responsabilidades, sem explicar o que aconteceu nas últimas horas de vida do adolescente, quando o ChatGPT alegadamente o encorajou e até se ofereceu para escrever uma nota de suicídio. O que é certo é que este não é um caso isolado, a OpenAI enfrenta sete outras acções judiciais, com acusações de contribuir para mais três suicídios e vários episódios psicóticos induzidos pelo seu chatbot AI. Em dois casos semelhantes, o ChatGPT terá mantido conversas longas imediatamente antes das mortes e falhado em desencorajar as intenções. Num dos casos o ChatGPT até tera mentido ao dizer que iria passar a conversa para um assistente humano, coisa que depois confessou não ter capacidade para fazer.

Entretanto, a OpenAI diz já ter aplicado mais restrições a nível de detectar situações problemáticas e incentivar os utilizadores a procurarem ajuda. Ainda assim, haverá sempre forma de contornar as protecções - como demonstrado pelos "jailbreaks" que surgem invariavelmente numa questão de horas após o lançamento de qualquer novo modelo AI. Embora as empresas devam fazer todos os possíveis para acautelar estas situações com utilizadores vulneráveis, a verdade é que dificilmente se conseguirá implementar uma solução 100% fiável. O ponto de equilíbrio para que se evitem tragédias idênticas, ficará por determinar.

Sony revela sensor Lytia 901 de 200MP

27-11-2025 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

Além da Samsung, também a Sony promove o uso de sensores de 200 MP nas câmaras dos smartphones com o novo Lytia 901.

A Sony entrou na corrida dos sensores de 200MP para smartphones com o novo Lytia 901, que se apresenta como alternativa aos sensores de alta resolução da Samsung. O Lytia 901 é um sensor grande de 1/1.12", com diagonal de 14.3 mm e pixels de 0.7 μm, permitindo um zoom interno "lossless" até 4x.

O sensor utiliza um sistema Quad-Quad Bayer Coding (QQBC), agrupando 16 pixels da mesma cor e processando-os como uma imagem de 12.5MP. Durante o zoom, um sistema de remosaicing assistido por AI, integrado diretamente no sensor (uma estreia nestes chips), reconstrói a matriz de píxeis tradicional. Segundo a Sony, isto garante detalhes mais nítidos, texto mais limpo e vídeo 4K até 30fps mesmo com zoom.
A gama dinâmica também recebeu especial atenção. O Lytia 901 integra DCG-HDR e Fine12bit ADC para melhorar tons, evitar sobreexposição e sombras demasiado escuras. Com o Hybrid Frame HDR, atinge mais de 100 dB de alcance dinâmico em modo QQBC, produzindo imagens mais próximas do que o olho humano realmente vê.

Em termos de desempenho, o sensor suporta vídeo 8K30 e 4K120, além de disparo contínuo a 60fps (12.5MP), 30fps (50MP) e 10fps na resolução total de 200MP. A Sony diz que já está a fornecer este senor a vários clientes, sendo esperado que chegue em breve ao mercado em modelos como o Oppo Find X9 Ultra e o vivo X300 Ultra.

Logitech MX Ergo M575 a €38

27-11-2025 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Para quem procura precaver-se contra as dores de pulso por utilizar um rato durante todo o dia, a mudança para uma trackball pode ser a solução.

Embora este tipo de ratos trackball continue a ser bastante menos popular que os ratos tradicionais, há toda uma legião de fãs que nem sequer consideraria outra coisa, permitindo reduzir os efeitos dos movimentos repetitivos feitos ao longo do dia a arrastar os ratos convencionais. Como vantagem adicional, é também perfeito para utilização em espaços mais limitados.
Este Logitech ERGO M575 Trackball está disponível por 38 euros na Amazon Espanha; e quem tiver orçamento mais alargado pode espreitar o Logitech MX Ergo normal.

Infelizmente, neste modelos mais económico os utilizadores não poderão contar com o sistema de ajuste do ângulo de inclinação, de 0 a 20º, que existe no modelo mais caro. Mas ainda assim, o seu formato já será bastante mais ergonómico que a maioria dos ratos. Além das vantagens na redução do movimento dos pulsos e antebraço, tem também a vantagem adicional de ser perfeito para trabalhar em espaços reduzidos - leia-se: sem espaço. Bastará apenas um pequeno período de habituação para quem vier de um rato convencional, e em breve nunca mais irão querer outro tipo de rato.


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Suno faz parceria com Warner Music - mas nem tudo é positivo

27-11-2025 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A plataforma de geração de música AI Suno anunciou uma parceria com a Warner Music Group, mas o efeito imediato não é positivo para os utilizadores.

O Suno tem dado que falar, posicionando-se como referência no campo da geração de música AI, com uma qualidade que torna os resultados praticamente indistinguíveis de músicos e cantores reais. Mas, o cenário é de preocupação.

A Suno anunciou uma parceria com a Warner Music Group, que apresenta como sendo um passo importante e indispensável para o seu futuro. Isso até pode ser verdade, na vertente de que as grandes editoras podem facilmente dedicar dezenas de milhões de euros em processos legais contra estas plataformas, acusando de "copiar" estilos de artistas conhecidos, e que, com validade legal ou não, se prolongariam por anos e anos de dispendiosos processos que significariam uma destruição praticamente assegurada de qualquer startup nesta área. Por isso, sim, é um importante passo para a Suno. O problema é o que isso representa para os utilizadores e clientes.

Enquanto a Suno prefere focar-se nos pontos positivos deste acordo, que lhe dará acesso a uma vasta colecção musical para treinar futuros modelos AI de geração de música, aquilo que a maioria dos utilizadores notará de imediato é uma severa restrição: fazer o download das músicas criadas é algo que só fica disponível para as contas pagas, e com limites mensais!

A paid Suno account will be required to download songs now, with each paid tier enabling a specific number of downloads each month.

— CHRIS FIRST (@chrisfirst) November 25, 2025
É uma restrição que a Suno diz ter sido necessária para viabilizar o acordo, mas que muitos utilizadores vêem como uma verdadeira traição. Afinal, ferramenta AI ou não, a música foi criada com base nos pedidos dos utilizadores, que a vêem como sendo "sua". E com esta alteração, a música deixa de ser "sua" para ser algo que nem sequer têm o direito de fazer download.

Também não ajudará que, nos grupos de suporte, a Suno esteja a remover sumariamente toda e qualquer discussão sobre o assunto, o que não é propriamente o tipo de atitude que dê grande confiança aos utilizadores / clientes para o futuro.

Veremos no que isto resulta, se o Suno se tornará numa pseudo plataforma criativa que na verdade apenas serve os interesses das grandes editoras, levando os utilizadores a procurar plataformas alternativas, ou se conseguirá manobrar o difícil equilíbrio de agradar a todos. Mas para isso, terá que fazer algumas mudanças em breve, para apaziguar os utilizadores que contribuíram para a sua visibilidade.

Microsoft melhora Store e actualização de apps

27-11-2025 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

A Microsoft fez algumas melhorias, permitindo desinstalar apps directamente da MS Store, e também de manter apps actualizadas mesmo sem a Store instalada.

A Microsoft está finalmente a tornar mais fácil desinstalar aplicações no Windows 11, graças a uma pequena alteração na Microsoft Store. Os utilizadores no programa Windows Insider já podem remover apps directamente da página Biblioteca da Store - uma funcionalidade tão lógica que muitos assumiam que já existia. Até agora, a Store apenas permitia instalar e actualizar apps, obrigando os utilizadores a ir às Definições ou a recorrer a outros métodos para as remover.

A nova opção está a chegar de forma gradual aos Insiders com a Microsoft Store na versão 22510.1401.x.x ou superior. A Microsoft mencionou a novidade num comunicado recente, embora tenha passado quase despercebida devido a novidades sobre a experiência Xbox em ecrã completo para PC. Mesmo assim, é mais um passo na evolução da Store, que passou de um início atribulado para uma plataforma bastante mais útil e fiável.
Ao mesmo tempo, o Windows 11 também recebeu uma nova página chamada "Actualizações de aplicações" nas Definições. Esta secção permite procurar actualizações para apps que suportem o processo através do Windows Update, tornando-se numa alternativa importante para sistemas onde a Microsoft Store está bloqueada, removida ou limitada por políticas empresariais. A funcionalidade ainda não está totalmente funcional, mas faz parte do plano da Microsoft para unificar e simplificar todo o processo de actualizações no Windows.

Com estas melhorias, a Microsoft Store está lentamente a transformar-se numa plataforma bastante mais completa, e começa a habituar os utilizadores a terem uma "app store" oficial ao estilo daquelas que já estão habituadas a ter nos sistemas mobile. Esperemos é que não se chegue ao ponto da MS, com a eterna desculpa da "segurança", se lembre de começar a bloquear a instalação de programas que não passem pelos seus processos de verificação.

Moderação AI do YouTube cancela canais injustamente

26-11-2025 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

O YouTube continua a ser acusado de usar sistemas de moderação AI que cancelam canais por motivos absurdos, deixando os YouTubers em desespero.

O YouTube é responsável pela ascenção de milhares e milhares de criadores que conquistaram popularidade mundial, mas é também uma enorme fonte de frustração para muitas pessoas que dedicaram anos da sua via a fazer crescer um canal, e que o vêem desaparecer de um dia para o outro, por motivos desconhecidos ou, nalguns casos com explicação surreal.

Num dos casos mais recentes, um YouTuber que viu o o seu canal terminado há quase um ano, conseguiu finalmente recuperar a sua conta e perceber o motivo. O sistema do YouTube tinha dado como justificação a de que ele tinha tentado "contornar" uma proibição anterior, que ele não percebia como poderia ser o caso. Afinal, veio a descobrir-se que o sistema do YouTube o associou a uma conta que ele tinha criado quando tinha 13 anos - e agora, uma década mais tarde! - decidiu que o seu novo canal ainda merecia ser penalizado por isso.

This is wild.

YouTuber gets channel nuked. The reason? Ban evasion.

The AI linked him to an account he used when he was 13, which was banned for a typical 13 year old comment.

The AI decided that years later, perhaps a decade later, that his current account was evading and… https://t.co/92dSuyEouz

— Grummz (@Grummz) November 26, 2025

HOLY SHIT, WE ARE SO BACK!!! 🎉@TeamYouTube JUST CONFIRMED MY TERMINATION WAS A MISTAKE!

After almost a year of fighting, and being told just days ago that “the original decision stands” my 108K channel is FINALLY reinstated.

Thank you to everyone who liked, reposted, and… https://t.co/YYHe4WuUx8 pic.twitter.com/Fubsm0sUBy

— norse797 (@bjr2730) November 26, 2025
Felizmente, neste caso a coisa ficou resolvida - como sempre, apenas somente de ter começado a dar que falar nas redes sociais. Mas, são muitos os criadores que não têm a mesma sorte e continuam a ter que lutar.

Hey @TeamYouTube, I'm really confused and honestly don’t know what to do anymore.

Today I finally received a reply through email… and support advised me to use another active channel (mine or someone else’s) to access the Creator Support Chat.

My 40k+ true crime channel was… pic.twitter.com/gEimaJpOxC

— Final Verdict (@FinalVerdictYT) November 26, 2025

Um deles, totalmente frustrado, até se dedicou a tentar demonstrar como o sistema de moderação e suporte do YouTube é totalmente automatizado e sem dar forma de se chegar a uma pessoa real.

I just exposed something HUGE about @TeamYouTube’s system…

I posted a sarcastic tweet saying my Google account was “hacked by YouTube’s AI”… and guess what?

The YouTube AI immediately replied with a full automated “account recovery” message — no human review, no context, no… https://t.co/ldvwEAdw0j pic.twitter.com/LLfzLM8D56

— ramy ibrahim (@rame_ebrahem) November 25, 2025

This isn’t just about a broken AI anymore this is about accountability

My last tweet exposing @TeamYouTube’s automated system went viral (175K+ impressions)
But here’s the REAL question everyone is asking:

Why does YouTube’s AI respond instantly to a sarcastic “hacked” joke… https://t.co/DzX6kxHiqz pic.twitter.com/jpCiSgE28x

— ramy ibrahim (@rame_ebrahem) November 26, 2025

My situation is now critical.
After exposing YouTube’s automated system yesterday, my tweet reached thousands of people yet @TeamYouTube still hasn’t given me a single real explanation for why my 3 channels were terminated without any violations.

I’ve been fighting for 103 days,… pic.twitter.com/mbOfDJ6Ib0

— ramy ibrahim (@rame_ebrahem) November 26, 2025
No fundo, acaba por ser essa a principal crítica. O sistema de moderação AI do YouTube tem estado a tomar opções bastante discutíveis - ao ponto de cancelar canais com tutoriais e outros conteúdos que não se percebe porque poderiam ser motivo para terminar um canal - e não há qualquer forma fácil ou directa de recorrer destes erros para uma pessoa humana. A maioria dos recursos é igualmente tratada pelo sistema AI, que se limita a repetir o motivo idiota que foi inicialmente usado.

Há quem argumente que isto viola o DSA europeu, que obriga as plataformas digitais a revelar as provas e os motivos para cancelamento de uma conta, e disponibilizar um processo de recurso "adequado".

"YouTube is banning creators without providing proof of violations. According to the EU Digital Services Act, platforms must give clear evidence and a proper appeal process. Ignoring these obligations is a serious breach of EU law, putting creators’ livelihoods at risk. #DSA pic.twitter.com/HMcCT17RLL

— Banned channel on YouTube (@PostacTV) November 24, 2025
Infelizmente, é um dos lados negros da presença digital. Não importa quantos anos se tenha trabalhado para fazer crescer um projecto, fica-se totalmente sujeito a que tudo isso possa desaparecer de um momento para o outro, quer devido a alterações de política (como o encerramento de serviços), quer devido a novas ferramentas AI que assumem a tarefa de moderar os conteúdos e podem achar as justificações mais disparatadas para o fazer - sem que passem por um aval final de um moderador humano que pudesse rapidamente identificar essas idiotices e as evitasse antes de prejudicar as pessoas afectadas.

MS estraga Notepad com funcionalidades AI

26-11-2025 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

A MS continua a insistir em acrescentar funcionalidades AI a tudo, e nem o Notepad escapa.

A Microsoft está a testar mais novidades para o Notepad do Windows 11, e muitos utilizadores não estão nada satisfeitos. O editor de texto, outrora conhecido pela simplicidade absoluta, tem recebido cada vez mais funcionalidades, e a versão Insider dos canais Canary e Dev traz duas novas funcionalidades que não se esperariam: suporte para tabelas e ferramentas de escrita com IA. Para muitos, é mais um sinal de que o Notepad se está a afastar da sua essência.

A actualização alarga as opções de formatação ao permitir inserir tabelas diretamente no documento, quer através da barra de ferramentas, quer usando sintaxe Markdown. Junta-se a outras funcionalidades adicionadas recentemente, como negrito, itálico, hiperligações, listas e cabeçalhos. Em paralelo, as ferramentas de Escrever, Reescrever e Resumir passam a mostrar respostas em streaming, tornando os resultados AI mais rápidos.
Mas a receção não tem sido positiva. Utilizadores do Reddit e de outras plataformas queixam-se de que o Notepad está a ficar pesado e cheio de extras desnecessários, perdendo o papel de editor minimalista e rápido. Alguns chegam a dizer que, depois de eliminar o WordPad, a Microsoft está agora a transformar o Notepad numa versão simplificada do Word.

A reação revela uma fadiga crescente em relação à AI, com empresas tecnológicas a introduzem estes recursos até em apps onde muitos consideram que não fazem falta. A evolução do Notepad tornou-se em mais um ponto de atrito, e dando "lenha" para todos os que criticam a postura da MS de não ouvir os seus utilizadores.

Da pop electrónica ao paraíso vai um disco

26-11-2025 | 16:38 | Gonçalo Sá

Ladytron.jpg

Numa altura em que celebram os 20 anos de "Witching Hour", álbum superlativo numa discografia sempre consistente, os LADYTRON anunciam também o seu oitavo longa-duração.

"PARADISES" está agendado para 20 de Março de 2026 e será o primeiro da banda de Liverpool sem Reuben Wu, que abandonou o então quarteto em 2023 para se dedicar ao percurso de artista multidisciplinar (com especial ênfase na fotografia).

Mas a ausência de um membro de uma formação imutável desde o "604" (2001), não é a única particularidade deste capítulo. Daniel Hunt, principal compositor do grupo e produtor do álbum (ao lado do cúmplice habitual Jim Abbiss), aponta este como o conjunto de canções mais assente nas heranças disco - "embora disco tenha um significado ligeiramente diferente no nosso contexto", ressalva nas declarações iniciais partilhadas online.

Paradises.jpg

Tanto o britânico como as colegas Helen Marnie e Mira Aroyo sublinham a vertente particularmente lúdica das gravações (decorridas em Liverpool, São Paulo, Montrose, Dalston e Londres), que ajudou a tornar "PARADISES" num álbum refrescante, apresentado como uma "colagem luminosa" de "primitivismo tecnológico, soul espectral e noir baleárico".

Mas nada como o ouvir, e três dos 16 (!) temas já são conhecidos. "I BELIEVE IN YOU", o primeiro single, trouxe uma inesperada aproximação à acid house que o mais recente "KINDOM UNDERSEA" reforça com um acréscimo de beleza etérea. Já "I SEE RED" segue modelos electro reconhecíveis neste percurso, mas com uma alta voltagem que finta uma veterania acomodada. Boas notícias depois de "Time's Arrow" (2023), o disco anterior, ter sido o menos essencial de uma obra sem grandes paralelos na pop electónica dos últimos 25 anos.

Powerbank Baseus EnerGeek 145W 20800mAh a €45

26-11-2025 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Para aqueles que procuram a máxima autonomia longe de uma tomada ou porta USB, este power bank de 145 W da Baseus assegura que ficarão bem servidos.

Os powerbanks há muito que são companhia habitual de muitos utilizadores, permitindo uma utilização intensiva e despreocupada de smartphones e tablets, sabendo-se que a sua autonomia poderá ser prolongada assim que for necessário sem estar dependente da proximidade de uma tomada eléctrica ou carregador. E no caso deste powerbank Baseus não só temos uma capacidade generosa, como a possibilidade de carregamento rápido de alta potência.
Este power bank Baseus EnerGeek 145W 20800mAh está disponível por 45 euros na Amazon Espanha.

Podem também espreitar o modelo mais compacto de 65W.

Além de poder ser recarregado rapidamente a 65 W, o seu elemento de destaque é permitir o uso simultâneo das portas USB para carregamentos rápidos de até 100 W + 45 W nas portas USB-C. Isto permite a sua utilização para recarregar um portátil via USB-C e um smartphone (ou outro dispositivo) em simultâneo, expandindo as possibilidades de prolongamento da autonomia que normalmente se associam aos powerbanks. Conta ainda com mais duas portas USB-A (até 33 W), para carregar até quatro dispositivos em simultâneo.


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Google Aluminium OS quer juntar Chrome OS e Android nos PCs

26-11-2025 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

A Google parece finalmente ter definido o rumo para combinar o ChromeOS e Android para os computadores desktop com o Aluminium OS.

Os planos da Google para unir ChromeOS e Android parecem finalmente ganhar forma mais concreta, e já têm nome oficial: Aluminium OS. A designação surgiu num anúncio de emprego para um gestor de produto sénior, onde é confirmado que a empresa está a desenvolver um novo sistema operativo baseado em Android para portáteis e tablets. Tal como "Chromium", o nome mantém o tradicional sufixo "-ium", mas este projecto vai muito além de uma simples mudança de designação.

Segundo o anúncio, o Aluminium OS está a ser criado com foco na AI no centro, reforçando a intenção da Google de levar toda a sua plataforma Gemini para um ambiente de desktop. Isto inclui assistentes mais avançados, funcionalidades inteligentes ao nível do sistema, e fluxos de trabalho potenciados por AI. E apesar dos receios iniciais de que um OS baseado em Android pudesse ficar limitado a hardware barato, a Google afasta essa ideia ao mencionar várias gamas - de "AL Entry" a "AL Mass Premium" e "AL Premium" - fazendo antever uma aposta em dispositivos de topo para competir com Windows e macOS.

O calendário também aponta para um grande leque de formatos: portáteis tradicionais, equipamentos destacáveis, tablets e até mini-PCs. O Aluminium OS pretende, assim, cobrir tudo o que o ChromeOS fazia, com mais flexibilidade e ambições de hardware mais amplas. A Google quer claramente transformar o Android num verdadeiro sistema operativo de desktop, e não apenas num sistema operativo móvel adaptado a ecrãs maiores.

A grande dúvida é o futuro do ChromeOS. Embora os dois sistemas coexistam numa fase inicial, o anúncio menciona explicitamente o desenvolvimento de uma estratégia para a transição "do ChromeOS para Aluminium OS", garantindo continuidade para empresas e utilizadores. Isto sugere fortemente que o ChromeOS acabará por ser substituído. É uma mudança enorme, e pode redefinir o futuro dos portáteis Android e dos Chromebooks, só é pena que não chegue a tempo de se aproveitar da actual onda de desontentamento com o fim do Windows 10 e rumo do Windows 11.

Zorin OS chega a 1M de downloads em 5 semanas

26-11-2025 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

Estamos longe do "ano do Linux" nos desktop, mas o Zorin OS agradece o descontentamento com o Windows, tendo atingido um milhão de downloads em pouco mais de um mês.

A equipa do Zorin OS revelou que a nova versão, Zorin OS 18, ultrapassou um milhão de downloads em apenas cinco semanas - e, não menos importante, mais de 780 mil vieram de máquinas Windows. Embora estes números não garantam migrações completas, sendo comum que muitas pessoas possam fazer o download só para "experimentar", não se pode ignorar que é algo que acontece numa altura em que o fim de suporte ao Windows 10 leva muitos utilizadores a procurar alternativas. Com a crescente frustração em torno dos requisitos de hardware do Windows 11, serviços invasivos e funcionalidades AI pouco populares, o Zorin OS está a tornar-se um dos grandes beneficiados deste descontentamento crescente.

O Zorin OS 18 reforça a sua fama de distro Linux amigável para utilizadores de Windows. A actualização traz uma interface renovada que combina elementos familiares do Windows 11 com um toque visual ao estilo macOS, animações mais fluídas e um layout moderno. A gestão de janelas funciona agora de forma nativa, sem necessidade de extensões, e o sistema alerta quando o utilizador tenta instalar software Windows com suporte fraco, sugerindo alternativas adequadas.
Outra aposta forte está na integração com serviços web. O novo instalador de apps PWA permite "instalar" o Office 365, Teams, Google Docs ou até Photoshop Web como se fossem apps nativas. Melhorias na compatibilidade com apps Windows via Wine e o crescimento do gaming no Linux graças ao Proton, a transição torna-se muito menos intimidante do que há alguns anos - e nem sequer falta suporte para o OneDrive.

O Zorin OS 18 inclui ainda melhorias práticas, como uma pesquisa universal na app Ficheiros, suporte RDP integrado para aceder remotamente a PCs Windows, e melhor áudio Bluetooth graças ao PipeWire. Sendo uma versão LTS com suporte até 2029, oferece estabilidade numa fase em que muitos utilizadores estão desconfortáveis com o rumo do Windows. O Linux poderá nãoi destronar o Windows de um dia para o outro, mas estes números podem muito bem revelar o início de uma tendência que se venha a multiplicar no futuro, tendo em conta o rumo que a MS está a seguir com o Windows.

Tesla recolhe baterias Powerwall 2 nos EUA

26-11-2025 | 13:13 | A Minha Alegre Casinha

A Tesla alargou o programa de recolha das baterias Powerwall 2 aos EUA após relatos de incêndios.

A Tesla está a recolher mais de 10.000 Powerwall 2 vendidas nos Estados Unidos, após quase duas dezenas de casos confirmados em que as baterias sobreaqueceram, libertaram fumo, ou pegaram fogo.

A decisão surge poucos meses depois de uma recolha semelhante na Austrália, motivada também por incêndios em unidades Powerwall 2. Nessa altura, foi revelado que as células das baterias tinham sido fabricadas por um fornecedor externo não identificado. A Tesla ainda não confirmou se as unidades afectadas nos EUA têm células deste mesmo fornecedor.

Segundo a CPSC (Consumer Product Safety Commission), cinco Powerwalls pegaram fogo, causando danos materiais ligeiros, seis libertaram fumo, e onze apresentaram sinais de sobreaquecimento. As unidades afectadas foram vendidas entre Novembro de 2020 e Dezembro de 2022. Os proprietários podem verificar na app Tesla se a sua Powerwall 2 está incluída na recolha. É igualmente importante garantir que a bateria está ligada à internet, para que a Tesla possa proceder ao seu descarregamento de forma remota, para minimizar os riscos até que proceda à sua substituição (gratuita).

A Powerwall 2 é uma bateria doméstica concebida para armazenar energia solar excedente, permitindo alimentar a casa em períodos de menor produção. Embora a Tesla ainda não tenha revelado a causa exacta dos incidentes, os problemas de segurança com baterias de grande capacidade têm vindo a aumentar em todo o sector - algo que também se multiplica devido à popularidade que este tipo de produtos vai tendo, sendo uma proposta atractiva para quem tem painéis solares e quer armazenar a energia gerada durante o dia para a consumir à noite.

Neste momento a Tesla já comercializa a geração seguinte, a Powerwall 3, que também está disponível em Portugal.

Qualcomm apresenta Snapdragon 8 Gen 5

26-11-2025 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

A Qualcomm revelou o Snapdragon 8 Gen 5, que promete desempenho de topo a preço mais económico.

A Qualcomm apresentou o Snapdragon 8 Gen 5, um novo chipset da série 8 que fica logo abaixo do topo de gama Snapdragon 8 Elite Gen 5. O objectivo é oferecer desempenho de nível superior, mas em dispositivos com preço mais acessível, herdando muitas capacidades do modelo Elite com alguns cortes estratégicos.

Tal como o seu irmão premium, o Snapdragon 8 Gen 5 é fabricado em processo de 3 nm e utiliza a terceira geração da arquitetura Oryon, com dois núcleos prime a 3.8GHz e seis núcleos de desempenho a 3.32GHz. A Qualcomm compara-o ao Snapdragon 8 Gen 3, prometendo melhorias de 36% em tarefas de CPU, 11% em GPU, 46% em desempenho AI, e uma poupança de energia de 13%.
O chip integra uma versão mais limitada do GPU Adreno 840 com Frame Motion Engine 3.0, mas sem a Adreno High-Performance Memory presente no Elite. A vertente AI é assegurada pelo NPU Hexagon actualizado, que também possibilitar aumento de 46% face ao Gen 3, com suporte para AI no dispositivo e input multimodal. O 8 Gen 5 inclui ainda o ISP Spectra e o modem X80 5G usado no Snapdragon 8 Elite do ano passado.

A OnePlus será a primeira marca a lançar um smartphone com o Snapdragon 8 Gen 5, estreando-o no futuro OnePlus Ace 6T/15R. Outras fabricantes, como a iQOO, Motorola e vivo, deverão seguir-se em breve com modelos equipados com este novo chipset "quase de topo".

Audi melhora A6 e-tron e Q6 e-tron com actualização

26-11-2025 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

Aos poucos, a Audi quer mudar a (má) imagem que tem a nível do software dos seus automóveis, lançando várias melhorias nas gamas A5, A6, Q5 e Q6.

A Audi está a lançar uma das maiores actualizações tecnológicas de sempre, trazendo melhorias de hardware e software aos A6 e-tron, Q6 e-tron e ainda a modelos a combustão como o A5, Q5 e A6.

Os modelos mais desportivos, como o S6 e-tron e o S5, recebem um novo modo "dynamic plus" que torna a condução mais imediata e envolvente. O S6 e-tron beneficia ainda de melhorias no sistema eléctrico quattro, agora com brake torque vectoring para maior precisão em curva e ligeiro "drift" controlado quando o ESC passa para o modo desportivo. A eficiência também melhora graças ao sistema de travagem regenerativa actualizado, capaz de parar totalmente o veículo sem recorrer aos travões mecânicos, resultando em maior suavidade e maior autonomia.
A Audi expandiu igualmente os seus sistemas de assistência. O Adaptive Cruise Assist agora mantém o veículo na faixa e pode realizar mudanças de faixa automáticas quando se liga o pisca. Em cidade, o reconhecimento de sinais ajusta a velocidade para limites, stops e avisos de estrada. O estacionamento recebe um grande upgrade com o Park Assist Pro, incluindo Reverse Assist (que replica os últimos 50 metros de condução em modo inverso de forma automática), Maneuver Assist para espaços apertados e Trained Parking, que memoriza até cinco trajectos de 200 metros para estacionamentos totalmente autónomos (mas que só podem ser usados em propriedade privada e não na via pública). Há também um modo de garagem controlado pelo smartphone.
A iluminação e o interior foram actualizados. O A6 e-tron recebe faróis Digital Matrix LED com micro-LEDs que além de adaptarem a iluminação às condições do momento, também podem projectar setas de orientação ou alertas de gelo directamente na estrada. As luzes traseiras OLED digitais oferecem oito variantes personalizáveis para diferenciação. No habitáculo, a interface ganha ícones mais simples, um Audi virtual cockpit com três layouts e o regresso de botões físicos no volante. O assistente de voz agora usa AI com integração ChatGPT, permitindo pedidos naturais como encontrar "um restaurante italiano junto ao rio", gerir emails, eventos, e tarefas.

Veremos se são melhorias suficientes para manter o interesse dos consumidores europeus, ou se os preços das marcas chinesas continuarão a ter prioridade sobre as preferências.

Huawei lança MatePad Edge e MateBook Fold Extraordinary Master Edition

26-11-2025 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A Huawei revelou os seus mais recentes tablets, o MatePad Edge e um impressionante MateBook Fold Extraordinary Master Edition.

Juntamente com a série Mate 80 e o dobrável Mate X7, a Huawei apresentou também dois novos dispositivos na China: o MatePad Edge, um tablet 2-em-1, e um impressionante MateBook Fold Extraordinary Master Edition que materializa o conceito de mega tablet dobrável em versão ainda mais premium. O MatePad Edge é a resposta da Huawei à linha Surface da Microsoft - um tablet pensado para substituir o portátil - e corre HarmonyOS 5 com suporte total para aplicações em modo desktop.

O MatePad Edge vem com ecrã OLED de 14.2" integrado num corpo de alumínio com 6.85 mm de espessura e 789 g de peso. Inclui uma suporte ajustável a 175 graus que permite usá-lo em múltiplos ângulos. No interior, está disponível com os chips Kirin X90 ou X90A, 16-32 GB de RAM e até 2 TB de armazenamento. A Huawei diz que o desempenho se aproxima do Apple M5, com um salto de 3.8x face ao Kirin T92. Há ainda uma opção de arrefecimento líquido com duas câmaras de vapor.
O ecrã OLED apresenta resolução de 3.120x2.080, taxa de 120Hz, brilho de 1.000 nits e suporte para a caneta M-Pencil Pro. O tablet integra seis altifalantes, quatro microfones, câmaras traseiras de 50MP + 8MP e uma câmara frontal de 32MP. A bateria é de 12.900 mAh com carregamento de 140W, embora a conectividade se limite a uma porta USB-C (USB 3.1 Gen 1). Há também um teclado destacável com teclas com curso de 1.8 mm e touchpad sensível à pressão.
O MatePad Edge chega em Space Gray e Bright Moon Silver, com preços a partir de 733 euros (na China).




Depois, temos o impressionante MateBook Fold Extraordinary Master Edition, que vem com um ecrã OLED de 18" dobrável, que será a resposta a todos os que procuram um mega tablet que possa ser facilmente transportado "dobrado" para qualquer lado. O único senão é o preço, já que este MateBook Fold Extraordinary Master Edition chega com um preço de 3300 euros - na China.
Veremos se a Huawei se arrisca a lançar este mega dobrável na Europa, onde certamente chegaria com um preço ainda mais elevado.

Powerbank 26800mAh com Qi wireless a €24

26-11-2025 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Para aqueles que procuram a máxima autonomia longe de uma tomada ou porta USB, este power bank de 26800 mAh assegura que ficarão bem servidos.

Os powerbanks há muito que são companhia habitual de muitos utilizadores, permitindo uma utilização intensiva e despreocupada de smartphones e tablets, sabendo-se que a sua autonomia poderá ser prolongada assim que for necessário sem estar dependente da proximidade de uma tomada eléctrica ou carregador. E no caso deste powerbank não só temos uma capacidade generosa, como uma grande diversidade de formas de carregamento, incluindo carregador wireless Qi.

Este Powerbank de 26800 mAh com PD 25W e Qi wireless está disponível por 24 euros na Amazon Espanha.

O powerbank vem com duas portas USB-A, uma porta USB-C, e ainda uma porta micro-USB para facilitar o carregamento com cabos dos smartphones mais antigos. Suporta carregamento rápido PD de 25 W na ficha USB-C, e ainda carregamento rápido wireless Qi de 15 W. Pelo que, qualquer que seja o dispositivo, fica praticamente assegurado que teremos sempre forma de o recarregar no menor espaço de tempo possível.


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Huawei apresenta nova série Mate 80

26-11-2025 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A Huawei revelou a mais recente geração Mate 80, com modelos Mate 80, Mate 80 Pro, Mate 80 Pro Max, e ainda edição Mate 80 RS.

A Huawei apresentou oficialmente os Mate 80 e Mate 80 Pro, dois modelos que partilham grande parte do hardware - incluindo uma bateria de 5.750 mAh (que fica abaixo das mega-baterias que têm sido lançadas noutros modelos) e o mesmo ecrã de topo. Ambos trazem um painel OLED LTPO de 6.75" com taxa variável de 1-120Hz, resolução de 1280×2832, PWM dimming de 1440 Hz. Segundo a Huawei, este é o ecrã mais brilhante alguma vez colocado num smartphone, atingindo impressionantes 8.000 nits, protegido por vidro Kunlun de segunda geração.
Os dois modelos incluem ainda câmara 3D ToF para reconhecimento facial, sensor de impressões digitais lateral, e suporte para comunicações por satélite. A diferença principal está nos processadores: o Mate 80 usa o Kirin 9020, enquanto o Mate 80 Pro passa para o Kirin 9030 que, segundo a Huawei, é 35% mais rápido. Ambos começam com 12GB de RAM, podendo ir até 16GB.

A bateria é idêntica nos dois modelos, com 5.750mAh, mas as velocidades de carregamento variam. O Mate 80 oferece 66W por cabo e 50W sem fios, enquanto o Mate 80 Pro acelera para 100W por cabo e 80W wireless. Ambos estreiam o HarmonyOS 6, com design renovado e novas capacidades de IA.
As câmaras também são semelhantes, embora o modelo Pro tenha uma teleobjectiva mais avançada. Ambos incluem uma câmara principal de 50MP com abertura variável (f/1.4–f/4.0), uma ultragrande angular de 40MP e uma selfie de 13MP com autofocus. No Mate 80, a telefoto é de 12MP com zoom 5.5x; no Mate 80 Pro, passa para 48MP com zoom 4x e abertura f/2.1 mais luminosa. O processamento de imagem fica a cargo do chip Red Maple de 2ª geração, presente em toda a gama.


Para quem procura modelos nas variantes superiores, a Huawei propõe duas versões premium: o Mate 80 Pro Max e o Mate 80 RS Ultimate Design. Ambos posicionam-se acima dos Mate 80 e Mate 80 Pro, destacando-se pelas câmaras telefoto duplas e por uma bateria maior de 6.000mAh, tornando-os os modelos mais avançados da série.
O Mate 80 Pro Max inclui um ecrã OLED LTPO de dupla camada com 6.9", taxa de 120Hz e brilho máximo de 8.000 nits. É equipado com o chipset Kirin 9030 Pro, até 16 GB de RAM e 1 TB de armazenamento, e corre o HarmonyOS 6 com melhorias de interface e novas funcionalidades AI. Na traseira, apresenta um módulo quadruplo composto por um sensor principal de 50MP com abertura variável, uma ultragrande angular de 40MP, uma telefoto macro de 50MP e uma telefoto periscópica de 50MP com zoom óptico de 6.2x - com processamento a cargo do chip de imagem Red Maple de 2ª geração.

A bateria de 6.000mAh suporta carregamento de 100W por cabo e 80W sem fios. As restantes especificações incluem certificações IP68/IP69, WiFi 6 dual-band, Bluetooth 6.0, comunicações por satélite, USB-C 3.1, altifalantes stereo, NFC e sensor infravermelhos. O Pro Max está disponível em Aurora Blue, Polar Day Gold, Polar Region Silver e Polar Night Black, tem 8.25 mm de espessura e pesa 239 g.
O Mate 80 RS Ultimate Design partilha praticamente todas as especificações do Pro Max, mas aposta num design mais luxuoso, com estrutura em titânio, módulo fotográfico redesenhado e vidro Kunlun temperado de 3ª geração. Traz ainda 20GB de RAM de série. Fica disponível em Hibiscus Purple, Jet Black e Pure White, e pesa 249 g.


Os preços (na China) começam nos €573 para o Mate 80, nos €730 para o Mate 80 Pro, €977 para o Mate 80 Pro Max, e €1466 para o Mate 80 RS.

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