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Tablet Realme Pad vai ter encaixe para stylus

03-08-2021 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

A Realme está a preparar um tablet que terá um design bastante atractivo: o Realme Pad.

Apesar das marcar estarem a fazer os possíveis para manterem os seus produtos secretos até ao lançamento, a verdade é que isso acabar por ser uma missão quase impossível, como agora aconteceu com o Realme Pad.

O Realme Pad é um tablet de 10.4" que chega com margens relativamente reduzidas e um corpo em alumínio. Vai ter 6 GB de RAM e 64 GB na versão base, com expansão via microSD e bateria de 7100 mAh. A câmara traseira será de 8 MP, enquanto a câmara frontal também de 8 MP fica posicionada numa margem lateral, privilegiando a utilização do tablet em modo horizontal (orientação em que a câmara ficará no "topo" do ecrã).
Um detalhe que será bastante apreciado, é que o tablet conta com encaixe interno para stylus, evitando a situação de ter que andar com o stylus encaixado numa capa adicional, ou dependente de um encaixe magnético que tem boas probabilidades de perder o stylus assim que se coloca o tablet numa mochila.

Agora só resta espera que este Realme Pad tenha um preço que siga a tradição de preços competitivos da marca.

MS revela preços do Windows 365

03-08-2021 | 07:00 | Aberto até de Madrugada

A MS revelou recentemente o Windows 365, uma versão do Windows na cloud, e agora dá a conhecer os preços.

O Windows 356 segue a mesma tendência já iniciada com o Office 365, disponibilizando os seus produtos via cloud com uma subscrição associada. Neste caso, os utilizadores passam a ter acesso a um computador remoto, com preço a variar em função das especificações desejadas.

Os preços começam nos $20 para as versões Windows 365 Business e Windows 365 Enterprise, com o primeiro a ter um limite máximo de 300 utilizadores. Existe também um desconto para quem já tiver licenças cloud, na modalidade que "Hybrid Benefit":
  • $20 por utilizador por um único virtual core, 2 GB RAM e 64 GB de espaço ($24 sem Windows Hybrid Benefit)
  • $158 por utilizador por 8 virtual cores, 32 GB RAM e 512 GB de espaço ($162 sem Windows Hybrid Benefit)

São preços que por agora não fazem qualquer sentido para utilizadores particulares, mas que terão que ser enquadrados por uma perspectiva empresarial, onde a a possibilidade de ter uma máquina "à medida" independentemente do hardware físico que se tiver, a partir de qualquer browser, pode facilitar imenso a gestão da sua rede.

Veremos quanto tempo irá demorar até a MS começar a tentar empurrar os consumidores domésticos para um Windows na cloud como este, potencialmente oferecendo um "mini-Windows" gratuito só para arrancar o computador e dar acesso a um browser, e depois atirando o utilizador para a versão virtual. Afinal, já o faz com os jogos através do serviço xCloud, e ter um Windows "de trabalho" não será mais complicado que isso.

Mudar de vida

02-08-2021 | 21:18 | Gonçalo Sá

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"I think we can change", repete ANIKA em "CHANGE", faixa-título e tema-chave do seu segundo álbum. E ela própria não tem sido avessa à mudança em vários momentos e âmbitos, como quando trocou o percurso de jornalista pela música ou fez as malas de Bristol para Berlim, onde tem vivido há mais de uma década. Foi, aliás, na capital alemã que a britânica gravou o novo disco, também ele alvo de vários processos de mudança ao longo da concepção, vincada por imprevistos e acessos de ansiedade.

"CHANGE" marca a estreia do projecto de Annika Henderson na ilustre Sacred Bones Records e, ao contrário do antecessor, o já distante registo homónimo (de 2010), teve como cúmplice Martin Thulin, elemento dos Exploded View (banda da qual a cantautora faz parte) que assumiu aqui as funções de co-produtor e músico, ocupando-se do baixo e da bateria. "Anika", por outro lado, tinha contado com os créditos de Geoff Barrow (dos Portishead e BEAK>) na produção, que ajudaram a gerar algum burburinho em torno do álbum.

Anika - Change.jpg

A faixa-título, que já tinha sido um dos singles de avanço, denuncia logo algumas das mudanças deste regresso. O tom afectuoso e as palavras de esperança ensaiam uma aproximação à pop que dificilmente se adivinharia na ANIKA de há dez anos (ou no EP homónimo de 2013), mesmo que boa parte do alinhamento continue a assentar num registo lacónico e enigmático, muitas vezes comparado ao de Nico. Mas há mais vozes e personalidades femininas sugeridas nas primeiras audições de "CHANGE", sobretudo a partir de uma combinação de canto e spoken word nada alheia à escola de Kim Gordon (com ou sem os Sonic Youth) ou das menos lembradas Anita Lane (na faceta mais vamp) e Anne Clark (tanto nos episódios mais urgentes como nos meditativos).

Outros singles promissores, "Finger Pies" e "Rights" também faziam antever um alinhamento menos esparso e mais imediato do que o da estreia, suspeita confirmada num conjunto de canções ao qual o rótulo de difícil segundo álbum não se aplicará.

Embora tenha demorado, "CHANGE" parece chegar na altura certa, sobretudo quando, além da possibilidade (ou necessidade) de mudança, adopta uma postura assertiva e abraça o empoderamento (feminino e não só) sem agitar bandeiras, às vezes até com algum sentido de humor ("I always give my man the last word/ I always give him what he deserves/ But don't forget that little twist/ Of cyanide in his little gift", entoa a britânica em "Critical", em modo femme literalmente fatale).

Conciso e talvez mais coeso do que o antecessor, é um disco que alarga a paleta sonora ao conjugar heranças da new wave, do krautrock ou até do industrial (ouça-se a marcha obstinada de "Naysayer") numa indietronica versátil que leva a aceder à sugestão de ANIKA na faixa-título. "We could do well to a listen sometimes", aconselha. No caso de álbuns como este, uma audição atenta dificilmente será tempo perdido...

Automóveis eléctricos muito menos poluentes que automóveis a combustão

02-08-2021 | 20:00 | Aberto até de Madrugada

Como se fosse necessário constatar o óbvio, temos novo estudo que contabiliza todos os elementos do ciclo de vida dos automóveis, e dá vantagem incontestável aos carros eléctricos.

Um novo estudo vem reafirmar aquilo que alguns sectores energéticos têm tentado desacreditar, de que os automóveis eléctricos têm, de facto impacto mais reduzido no ambiente, mesmo quando se contabiliza todo o ciclo de produção de baterias e a sua posterior reciclagem.

Neste momento, os carros eléctricos actuais já são cerca de 70% menos poluentes (tendo em conta todos os aspectos da produção, circulação, manutenção, reciclagem) que os automóveis a combustão tradicionais, valor que pode aumentar para os 77% na próxima década, à medida que a eficiência de produção e utilização for aumentando. Infelizmente, não me parece que este estudo vá impedir que continuem a existir campanhas de desinformação que tentem adiar a transição para os eléctricos - mas, não se esqueçam que se está a falar da indústria que durante décadas sabia, e deliberadamente escondeu, os efeitos nocivos do chumbo nos combustíveis (entre muitas outras coisas).
A grande questão que ainda falta resolver é o "pequeno" factor do custo, mas também aí as coisas começam a ficar melhor encaminhadas, com a chegada de cada vez mais automóveis eléctricos económicos ao mercado, como o Dacia Spring que custará menos de 14 mil euros.


Google revela Pixel 6 com chip Tensor

02-08-2021 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

A Google fez uma pré-apresentação dos seus próximos Pixel 6 e Pixel 6 Pro que, para além do design original, estreiam um novo chip SoC Tensor.

A Google segue as pisadas de outros fabricantes (Apple, Samsung, Huawei) que optaram por criar chips próprios para os seus smartphones, e aplica-lhe o nome já usado nos seus aceleradores TPU (Tensor Processing Units): Tensor. Infelizmente, por agora é mesmo só o nome que ficamos a saber, com a Google a não revelar detalhes sobre que núcleos está a usar para CPU e GPU.
O Pixel 6 Pro vem com com ecrã QHD+ de 6.7" a 120 Hz, com margens ligeiramente curvas, e três câmaras na traseira (normal, ultrawide e telefoto 4x) sem revelar quantos megapixeis tem cada sensor. No Pixel 6 normal o ecrã reduz-se para um FHD+ de 6.4" a 90 Hz, e perde a câmara telefoto. Uma parte que se torna característica destes modelos, mas que não será consensual, é que em vez de um ressalto na secção das câmaras, temos um "ressalto" a toda a largura na parte traseira. É uma opção incomum e que não agradará a todos, mas que tem como grande vantagem o facto de permitir pousar o smartphone numa mesa sem que este fique a "oscilar". De resto, temos que aguardar pelas capas de protecção para ver até que ponto será possível disfarçar este elemento.

A Google diz que este seu chip permitirá avanços revolucionários, que vão além daquilo que têm sido feito com a inclusão de módulos de aceleração de processamento AI. Para já, aposta na melhoria do seu sistema de fotografia computacional, permitindo captar imagens com os diversos sensores que depois são combinados para criar uma imagem final de melhor qualidade, e também capacidade para aplicar o processamento HDR que dantes era apenas feito às fotos, a cada frame de um vídeo em tempo real. Fora da área fotográfica, a Google mostrou coisas como reconhecimento de voz e traduções, feitas sem necessidade de uma ligação à cloud.

Este é o culminar de um trabalho iniciado há quatro anos, e vai ser interessante ver em que é que isso se traduz em termos reais. Mas para isso será preciso esperar mais alguns meses, até que estes Pixel 6 sejam lançados - e esperando-se que tenham um preço que não vai ter vergonha de acompanhar os topos de gama dos outros fabricantes.

Kit powerline Devolo Magic 2 WiFi Next a €247

02-08-2021 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Ideal para quem procura fazer chegar a internet a todo o lado sem necessidade de cabos de rede, este kit powerline da Devolo vem com três módulos.

A Devolo é uma marca que dispensa apresentações, sendo considerada a marca de referência no segmento powerline, com a muito prática capacidade de utilizar a rede eléctrica para expandir a rede doméstica e fazer chegar a internet a locais que, de outra forma, obrigariam a obras mais complicadas. A sua mais recente família de produtos é a série Magic 2, e é precisamente um kit mais completo que agora aparece em promoção a preço mais reduzido.


Este kit powerline Devolo Magic 2 WiFi Next está disponível por 247.50 euros na Amazon Espanha.

Este conjunto inclui um módulo principal que fica instalado perto do router principal com acesso à internet, e depois temos dois módulos adicionais que se podem colocar em qualquer ponto da casa, cada um deles expandindo a rede WiFi de forma automática e com funcionalidades como o "access point steering", para garantir que os dispositivos ficam ligados ao módulo com sinal WiFi mais forte. Cada módulo conta ainda com duas fichas Ethernet, que também são práticas para ligar dispositivos adicionais sem saturar o WiFi (por exemplo, uma Smart TV, ou consola de jogos); e, também como é habitual na marca, os módulos têm uma tomada de passagem, para que se possa continuar a usar a tomada eléctrica para o seu efeito original.


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Notícias do dia

02-08-2021 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Vacinas Covid-19 podem não ser suficientes para o "regresso ao normal"; Android 2.3.7 perde login Google em Setembro; YouTube testa subscrição Premium Lite mais barata na Europa; Telegram com vídeochamadas em grupo para 1000 pessoas; Google direccionou pessoas para browser Brave com malware; Blue Origin perde reclamação na corrida à Lua; SpaceX acelera produção do Super Heavy booster; Hino do Rickroll "Never Gonna Give You Up" supera os mil milhões no YouTube; e Find My‌ deixa encontrar iPhones desligados no iOS 15.

Antes de passarmos às notícias do dia, temos novo passatempo gadget da semana que desta vez te pode valer cartões Lycamobile com 20GB de dados, mesmo à medida de quem quer ir de férias descansado quanto ao uso da internet no smartphone. E sendo início do mês, é também o momento perfeito para aderires ao Clube AadM+ que te oferece descontos exclusivos e prémios mensais adicionais.

Jungle Cruise marca novo sucesso nas estreias no Disney+

Apesar de Scarlett Johansson não gostar, o mais recente Jungle Cruise da Disney voltou a fazer sucesso com a estreia em simultâneo nos cinemas e no Disney+, obtendo cerca de um terço dos lucros totais de lançamento.

Com o Premier Access a Disney dá aos subscritores do Disney+ a possibilidade de verem um filme logo desde o dia de estreia nos cinemas, mediante o pagamento de um valor adicional (além da subscrição) - ou em alternativa, aguardarem alguns meses até que o filme passe a fazer parte do catálogo que está disponível para todos os clientes, sem pagamentos adicionais. É uma táctica que parece estar a dar resultado (o anterior Black Widow também fez sucesso neste sistema) e que deverá começar a tornar-se na nova forma de estreias para a era pós-Covid, em que muitas pessoas continuam sem confiança para se enfiarem numa sala de cinema.


Chromebooks continuam a crescer - iPad domina nos tablets

A IDC revelou as suas estatísticas para o sector dos portáteis e tablets, e não há grandes surpresas. A HP, Lenovo e Acer continuam a dominar o segmento dos Chromebooks, que continuam a ter crescimento bastante positivo de quase 69% (continuo a dizer que ainda se vão tornar no cavalo de Tróia que pode por em rico o Windows a longo prazo); enquanto na parte dos tablets, a Apple continua a ter o mercado controlado com os seus iPads.

Nos tablets, temos nas três primeiras posições a Apple, Samsung e Lenovo, com a Apple a conseguir um terço do mercado só para si (31.9%) face aos 19.6% e 11.6% das marcas seguintes respectivamente. Veremos se com a chegada do Android 12 a Google começa finalmente a dar um pouco mais de atenção aos tablets, potencialmente até começando a fazê-lo divergir ligeiramente do Android para smartphones, como a Apple fez com o iPadOS, e talvez convergindo num misto de Android + Chrome OS.


Intel prepara Thunderbolt 5 de 80 Gbps

A Intel descuidou-se e publicou uma imagem que revela que está a trabalhar numa nova geração do Thunderbolt, o Thunderbolt 5, capaz de atingir os 80 Gbps, o dobro da largura de banda do Thunderbolt actual (Thunderbolt 4, 40 Gbps). Apesar de se ter apressado a eliminar a foto, já se sabe que a internet não perdoa neste tipo de coisas.

Curiosamente, para esta versão a Intel parece adoptar um sistema de modulação PAM-3 que permitirá transmitir 1.5 bits em cada ciclo, em vez de dar o salto directamente para o PAM-4, que permitirá transmitir 2 bits por cada ciclo mas apresenta complexidade adicional.


R2-D2 ganha versão Tamagotchi

Se perderam a vaga de Tamagotchis que contagiou o mundo no final do século passado, poderão em breve revivê-la parcialmente com a chegada de um dos robots mais simpáticos da história do cinema, o R2-D2 do Star Wars em versão Tamagotchi.

De resto, apesar das décadas passadas, não esperem capacidades mais avançadas deste mini animal de estimação digital, já que a mecânica de cuidar e ensinar mantém-se idêntica à dos tamagotchi originais, e com dois mini-jogos a acompanhar (que dificilmente terão capacidade de atrair a atenção de um público que agora está habituado a ter um super-computador com ecrã Full HD no seu bolso, ligado ao mundo). Dito isso, não deixará de ser uma boa peça de colecção, ou prenda para dar aos fãs do Star Wars - dependendo de não ter um preço exorbitante. Relembre-se que há quase uma década, a Bandai também tentou transpor os tamagotchi para app Android.


Curtas do dia


Resumo da madrugada






Curiosidade do dia: O Korsør Biograf Teater na Dinamarca é o cinema mais antigo a manter-se em actividade sem interrupções, realizando sessões de cinema desde Agosto de 1908.

Apple recebe convite para adoptar o RCS

02-08-2021 | 15:21 | Apps do Android

A Google tenta dar o impulso final para a adopção dos RCS, a nova geração dos SMS, convidando a Apple a aderir.

A Google tem feito um trabalho notável para acelerar o processo de transição dos SMS para o RCS, tendo feito num par de anos aquilo que as operadoras de telecomunicações pareciam não ter qualquer vontade em fazer numa década. Actualmente os RCS já estão disponíveis na maioria dos smartphones Android, mas resta ainda um pequeno entrave, que a Apple também adira a este sistema.

A Apple muito se tem apoiado no seu iMessages como forma de diferenciação (sofrendo de conveniente "amnésia" relativamente à promessa de Steve Jobs de que o iMessage seria um sistema aberto), mas agora a Google aproveita a preocupação com a segurança que a Apple tanto faz questão de promover, para relembrar que quando um utilizador Apple quer enviar uma mensagem para um utilizador com Android, a mensagem é enviada via SMS tradicional, com toda a falta de segurança que isso representa - e por isso mesmo, convida / desafia a Apple a também aderir ao RCS, que permite mensagens com encriptação end-to-end e todas as demais vantagens associadas aos serviços de mensagens modernos.

É um desafio que deixa a Apple numa posição complicada. Como promotora da segurança, será inevitável que, mais cedo ou mais tarde a Apple tenha que ceder e adoptar o RCS, pois será ridículo estar a tentar defender a permanência nos SMS; por outro lado, ao fazê-lo, reduz o factor de dependência no iMessages. Muito provavelmente, ainda se irá arrepender de não ter lançado um iMessage para Android enquanto ainda ia a tempo de poder tornar-se no serviço de mensagens universal que poderia ter enfrentado WhatsApp, Messenger e afins.

YouTube testa subscrição Premium Lite mais barata na Europa

02-08-2021 | 14:30 | Aberto até de Madrugada

Querem livrar-se da publicidade no YouTube mas não estão dispostos a pagar pelo YouTube Premium? O YouTube propõe o YouTube Premium Lite mais barato.

Pagar 11.99 euros por mês pelo YouTube Premium é algo a que muitos poderão não estar dispostos, potencialmente preferindo pagar antes pela Netflix, Disney+, ou Amazon Prime. Por isso, o YouTube tenta a táctica habitualmente eficaz de "baixar o preço". O YouTube Premium Lite está a ser testado nalguns países no norte da Europa, e em vez de 11.99 euros mensais fica-se pelos 6.99 euros.

Actualização: a subscição do YouTube Premium cá em Portugal fica por €8.48/mês, pelo que este Premium Lite oferece uma redução ridícula.

Claro que a redução de preço vem também acompanhada por uma redução das funcionalidades, pelo a modalidade YouTube Premium Lite acaba por se resumir à remoção da publicidade, sem dar acesso a coisas como os downloads para visualização de vídeos em modo offline, nem tão pouco a funcionalidade de playback em background (é tão ridículo que o YouTube restrinja isso). E isso, como muitos utilizadores saberão, é algo que já conseguem ter utilizado ad-blockers ou apps alternativas, sem qualquer subscrição.

Por agora o YouTube Premium Lite está a ser testado na Bélgica, Dinamarca, Finlândia, Luxemburgo, Holanda, Noruega e Suécia; sendo que os resultados lá obtidos ditarão se a modalidade irá ser expandida ao resto da Europa, ou nem por isso.

Google Play com etiquetas de privacidade em Abril 2022

02-08-2021 | 13:00 | Aberto até de Madrugada

Depois da Apple, também a Google se prepara para tornar obrigatórias etiquetas de privacidade nas apps na Google Play Store a partir de Abril de 2022.

A crescente sensibilização pública para as questões da privacidade têm pressionado os gigantes tecnológicos a dedicarem mais atenção a essa questão - que tradicionalmente poderiam preferir deixar ficar longe do escrutínio público. A Apple foi a primeira a adicionar etiquetas de privacidade às apps na App Store, e em breve o mesmo acontecerá com a Play Store da Google, mais concretamente, a partir de Abril de 2022.

A ideia é dar aos utilizadores uma visão mais clara sobre o tipo de dados que são recolhidos, com que objectivo, e potencialmente partilhados, pelas apps.

A medida é sempre positiva, apesar da maioria das pessoas tratar esta informação como mais uma das muitas coisas que opta por ignorar. Pelo menos deixarão ter a "desculpa" de dizer que não sabiam que determinada app recolhia tudo e mais alguma coisas sobre si, por isso não estar indicado de forma facilmente visível. Algo que nos leva à questão seguinte: de que a existência destas etiquetas não é garantia de que as empresas estejam a dizer a verdade. Uma app pode dizer que só recolhe uma coisa e que não partilha esses dados, e na verdade recolher muito mais informação e estar a vender isso a dezenas de empresas de tracking.

As etiquetas acabam por ser apenas tão válidas quanto a confiança que acharem que o developer que criou a app merece.

Google direccionou pessoas para browser Brave com malware

02-08-2021 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

Foi detectada uma campanha que usava publicidade da Google para direccionar os utilizadores para uma versão do Brave com malware.

É incrível como, com tanta conversa sobre a preocupação com a segurança, empresas como a Google (e não só) pareçam deixar essas preocupações de lado quando se trata de ganhar dinheiro com isso. Foi precisamente isso que estava a acontecer com quem pesquisasse pelo browser Brave no motor de pesquisa da Google, que lhes podia apresentar publicidade fraudulenta sobre o browser (melhor posicionada que o resultado para o site oficial), e que direccionava as potenciais vítimas para um site falso bravē.com (usando um e com acento para tentar apanhar os mais distraídos) - e que até contava com certificado de segurança para inspirar maior confiança.
Uma investigação revelou que o mesmo servidor estava também a alojar outros sites fraudulentos com domínios registados pela mesma empresa, que também tinham como objectivo fazerem-se passar por sites populares, como: screēncast.com, flīghtsimulator.com, ēxodus.com, torbrōwser.com, tēlegram.com, etc. Todos eles usando a táctica de usar domínios com letras com acentos, para se fazerem passar pelos sites legítimos.

A grande diferença é que quando os visitantes fizerem o download dos programas nestes sites, receberão versões modificadas com malware incluído, que permitirá espiar tudo aquilo que fazem nos seus computadores.

Tenham muito cuidado com aquilo em que clicam para chegar a um site supostamente oficial, até mesmo quando se trata de algo que é apresentado pela Google - que, como aqui ficou demonstrado, até pode estar a promover sites maliciosos com maior proeminência do que os sites oficiais.

Windows 11 já disponível em versão beta

02-08-2021 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Os fãs do Windows que sejam ligeiramente menos aventureiros já podem experimentar o Windows 11 em versão beta.

O Windows 11, que até agora só estava disponível em versão "Dev Channel" pouco recomendada para a maioria dos utilizadores, passa agora a estar disponível em versão beta - uma versão que continua a ser de desenvolvimento e com grade probabilidade de conter bugs, mas mais aceitável para utilização regular (desde que tenham aderido ao Microsoft Insider Program). E, curiosamente, a Microsoft até está a permitir que os actuais utilizadores da versão Dev Channel possam migrar para a versão beta sem terem que fazer uma reinstalação completa, como normalmente acontece quando se quer mudar de versão.
Se já estiverem a usar o Windows 11 Dev Channel, tudo o que terão que fazer é ir a Settings > Windows Update > Windows Insider Program e mudar do Dev Channel para o Beta Channel.

Enquanto isso, a MS diz que continua a avaliar o funcionamento do Windows 11 nos CPUs Intel de 7ª geração e AMD Zen 1, embora por agora a informação oficial seja a de que o Windows 11 na sua versão final precisará de CPUs Intel e AMD mais recentes, o que tem sido alvo de bastantes críticas por parte de utilizadores e empresas.

Earphones BT Soundpeats Truengine 3 SE a €34

02-08-2021 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

Quem for fã dos auriculares bluetooth de tamanho diminuto tem uma gama crescente de opções, onde se incluem estes Soundpeats Truengine 3 SE.

A tendência da remoção das fichas tradicionais de 3.5mm tem obrigado cada vez mais utilizadores a trocar os seus headphones e earphones com cabo por versões Bluetooth. Embora a oferta nesta área tenha tido um crescimento explosivo nos últimos anos graças a isto, há também a constatação de que há uma enorme variedade em termos de qualidade - a todos os níveis - mesmo entre produtos na mesma gama de preços. Modelos como estes Soundpeats Truengine 3 SE têm sido dos que mais se destacam na relação qualidade / preço, com drivers duplos por auricular.
Os Soundpeats Truengine 3 SE estão disponíveis por 34.67 euros na Amazon Espanha.

Estes earphones suportam Bluetooth 5.0 graças ao chip Qualcomm QOC3020, assim como o codec aptX para a máxima qualidade sonora. Também como é habitual neste tipo de produtos, a sua caixa de transporte tem uma bateria interna e permite recarregá-los sempre que lá são colocados. Desta forma, a sua autonomia de 6.5 horas pode ser expandida com mais de 3 carregamentos até um total de 30 horas, com carregamento da caixa via USB-C. Conta ainda com 4 microfones para efeitos de cancelamento de ruído durante as chamadas; e cada auricular tem um peso ultra-diminuto de apenas 5g para o máximo conforto em utilização.


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MeeTime já disponível para Portugal

02-08-2021 | 08:32 | Apps do Android


A MeeTime da Huawei chega ao mercado nacional, estando disponível para instalação nos mais recentes equipamentos da marca chinesa.

A Huawei revela que a Huawei MeeTime, uma aplicação desenvolvida pela Huawei que permite fazer videochamadas entre dispositivos Huawei compatíveis, já está disponível em Portugal. A MeeTime é a primeira aplicação de videochamadas que se aplica a qualquer cenário, uma vez que permite fazer chamadas entre portáteis, tablets e smartphones Huawei.

"No contexto atual, onde a ligação com os nossos entes queridos ou a realização de reuniões onde quer que estejamos se transformou numa parte integrante do nosso dia-a-dia, as aplicações de videoconferência passaram elas mesmas a ter um papel importante nas nossas vidas. Na Huawei desenvolvemos a Huawei MeeTime, a aplicação de videochamadas gratuita, que está agora disponível em Portugal, e que acreditamos que, com as funcionalidades que disponibiliza, será uma excelente ferramenta de trabalho ou, simplesmente, uma forma de nos aproximar de familiares ou amigos, mesmo que seja através de um ecrã”, refere Ana Lorena, Head of Marketing e Comunicação da Huawei Consumo em Portugal.

Partilha de ecrã através da MeeTime traz mais conectividade

Além de possibilitar que, mesmo sem um cartão SIM, um smartphone possa estabelecer uma videochamada em 1080P com outro dispositivo através de Wi-Fi, a MeeTime permite aos utilizadores partilharem os seus ecrãs para que quem está connosco em videochamada possa ver e assinalar no seu próprio ecrã notas e comentários que, de forma simples e rápida, serão mostrados para ambos os intervenientes. Esta funcionalidade, que pode ser utilizada para discutir compras ou itinerários com amigos, ou mesmo ensinar os seus pais a usar uma determinada função no seu telemóvel, torna a experiência de utilização muito mais fácil e divertida. Basta desenhar e marcar no ecrã e quem está do outro lado poderá seguir o processo a cada passo, como se estivesse a ver um vídeo pré-gravado.

Por exemplo, num cenário em que o utilizador e um amigo precisam de escolher um voo, sem recurso à MeeTime seria necessário encontrar os voos disponíveis, fazer uma captura de ecrã, e enviá-la antes de a discutir. Com a MeeTime, basta tocar no botão ‘Mais’ no canto inferior direito do ecrã e selecionar a opção ‘Partilhar ecrã’ para que quem está do outro lado consiga acompanhar as nossas pesquisas e, assim, em tempo real, escolher a opção de voo que mais se adequa a ambos. Possibilita ainda que o utilizador desenhe um círculo à volta do voo que prefere, o que torna as conversas mais eficientes para tomar decisões.

A opção de Partilha de Ecrã através da Huawei MeeTime é também uma ferramenta eficiente em contexto de teletrabalho e telescola, uma vez que os professores podem utilizar esta plataforma para supervisionar os trabalhos de casa dos alunos online ou explicar questões complexas de forma mais intuitiva.

Da mesma maneira, as equipas que estejam distribuídas por diferentes locais podem também colaborar de forma remota e visual com a opção de Partilha de Ecrã. Quando uma equipa que está a preparar um  projeto precisa de ‘encontrar-se’ para rever um documento, por exemplo um PowerPoint, a MeeTime oferece a possibilidade de abrir o documento e partilhar o ecrã, de modo a que ambas as partes na chamada o possam editar em simultâneo e de forma colaborativa no seu ecrã. Se o utilizador pretender sublinhar, apagar ou acrescentar alguma informação, pode fazê-lo, diretamente, através do seu ecrã, para que a reunião se torne mais eficiente.

AI ajuda a melhorar condições de fraca luminosidade ou de rede na videochamada

A Huawei MeeTime é diferente de outras aplicações de videochamada, isto porque a Huawei criou um conceito chamado comunicação em todos os cenários, onde estão envolvidos diferentes dispositivos, entre eles smartphones, portáteis e tablets, que podem, com esta aplicação, comunicar entre si. Em comparação com outras aplicações, a MeeTime permite que os utilizadores alternem com suavidade entre smartphones e tablets Huawei durante uma videochamada. Além disso, a plataforma está integrada com reconhecimento facial e algoritmos inteligentes de otimização facial para melhorar significativamente a resolução do retrato quando há pouca luz. Por outro lado, com o apoio da colaboração multi-ecrã, um smartphone pode aceder, diretamente, ao microfone e à câmara de um PC, para que o utilizador possa receber chamadas telefónicas pela MeeTime diretamente no seu portátil.

 

Já quando a qualidade da rede é má, a tecnologia de super-resolução incorporada na MeeTime através da largura de banda compensa a qualidade de vídeo em tempo real, o que permite uma imagem HD suave mesmo em más condições de rede, tais como garagens subterrâneas.

 

Um dos princípios centrais do design da Huawei MeeTime é a encriptação de ponta a ponta, que assegura que quando há um pedido de partilha de ecrã, a plataforma verifica duas vezes com o utilizador para obter o seu consentimento, oferecendo aos seus utilizadores diversas garantias: se o pedido for de uma aplicação de terceiros, a partilha de ecrã será limitada à aplicação; se o utilizador sair da aplicação, o outro lado só poderá ver o último frame, e, por fim, se o utilizador receber uma mensagem de texto enquanto partilha a aplicação, o outro lado não conseguirá ver essa mensagem. Todos estes aspetos contribuem para que quando se está a fazer uma chamada de vídeo, a privacidade de cada utilizador esteja protegida.

 

A partilha de ecrã através da Huawei MeeTime revoluciona a interação tradicional baseada em voz/vídeo. Tudo o que é necessário fazer é atualizar o smartphone Huawei para o sistema operativo EMUI 10.1, para que cada vez mais utilizadores Huawei possam desfrutar da eficiente e conveniente comunicação de voz e vídeo em todos os cenários, e experimentar uma nova interação interpessoal num mundo totalmente conectado.

 

Os smartphones que suportam a aplicação MeeTime são: Mate 40 Pro, P40 Pro+, P40 Pro, P40, P40 lite, P40 lite E, Mate 30 Pro, P30 Pro New Edition, P30 Pro, P30, Nova 5T, Mate 20 Pro, Mate 20, P Smart 2021 e P Smart S.

Relativamente aos tablets, a Huawei MeeTime é suportada pelos modelos MatePad, MatePad Pro e MatePad 11. 

Huawei P50 Pro bate recorde no DxOMark

02-08-2021 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

O novo Huawei P50 Pro pode não ter 5G, mas volta a demonstrar o seu valor na área da fotografia.

Continuando a sofrer com as restrições dos EUA, que a impede de ter acesso a algumas tecnologias e coisas como os serviços da Google nos seus smartphones, a Huawei continua a fazer tudo o que pode para tentar não cair no esquecimento. Como tem sido imagem de marca há muito tempo, também este novo P50 Pro volta a marcar um salto evolutivo nas câmaras, atingindo uma nova pontuação recorde de 144 pontos no DxOMark.

A câmara principal de 50 MP e o sensor monocromático de 40 MP demonstraram ser uma escolha acertada, e até a câmara frontal de 13 MP conseguiu acompanhar as boas prestações, com 106 pontos.
Estes resultados colocam o P50 Pro no topo da tabela DxOMark mobile, à frente do Xiaomi Mi 11 Ultra (143 pontos) e Huawei Mate 40 Pro+ e Pro (139 e 136 pontos respectivamente).

Tendo sido este o último Huawei a contar com parceria com a Leica (que vai passar a colaborar com a Sharp), pode dizer-se que é uma despedida em grande, que deixa motivos para celebração, mas também de alguma preocupação quanto ao que ao que se poderá esperar da geração P60 do próximo ano.

Android 2.3.7 perde login Google em Setembro

02-08-2021 | 07:00 | Aberto até de Madrugada

O velhinho Android 2.3.7 Gingerbread vai deixar de conseguir fazer login nos serviços Google a partir de 27 de Setembro de 2021.

Dez anos após o seu lançamento, a Google acha que está na altura de cortar o acesso ao velho Android Gigerbread, que começou por ser lançado como Android 2.3 em Dezembro de 2010, e teve como versão final o Android 2.3.7 em Setembro de 2011. Foi a versão do Android que acompanhou o Nexus S, e que também estreou o suporte para NFC na plataforma. Mas, como se pode imaginar, há muito que deixou de ser aconselhável a sua utilização.

Numa altura em que até os Android mais recentes estão dependentes de imprescindíveis actualizações de segurança mensais, facilmente se podem imaginar os riscos de usar um sistema com 10 anos de idade. E precisamente essa (falta de) segurança que leva a Google a dizer o adeus ao Android 2.3.7 e mais antigos, deixando de ser possível utilizar esses equipamentos para fazer sign-in nos seviços Google como o Gmail, Google Maps ou YouTube, a partir de 27 de Setembro (2021).

Isto não quer dizer que tudo esteja perdido. Quem tiver um desses equipamentos, por muito desaconselhado que seja, poderá continuar a utilizá-los, mas só até à proxima vez que tiver necessidade de validar a sua conta, ou fizer um reset do smartphone. E apesar de, por agora, o Android 3.0 ainda se manter funcional, será muito mais recomendado que considerem a troca para um smartphone com uma versão do Android bastante mais actualizada.

How to Generate PHP Documentation from Comments in PHPDoc Format to Create a Github Wiki

02-08-2021 | 06:32 | Manuel Lemos

By Stefan Kientzler
Github Wikis provide a means to create documentation for a package in a simple way. This way, developers can update documentation easily while the versions of documentation wiki are maintained also in Git repository.

Read this article to learn how to create documentation automatically for your PHP packages using phpDocumentor and then have that documentation updated in a Github wiki.

Repositório PyPI com malware

01-08-2021 | 20:00 | Aberto até de Madrugada

Investigadores descobriram código open-source infectado com malware no repositório PyPI, que foi descarregado por milhares de pessoas.

As vantagens do open-source, que permitem que qualquer pessoa possa ver exactamente aquilo que está a descarregar e executar, podem também funcionar em sentido contrário, quando atacantes disponibilizam módulos com "extras" indesejados. Foi precisamente isso o que aconteceu com vários módulos disponibilizados através do repositório PyPI, e que já foram descarregados cerca de 30 mil vezes.

As objectivos do malware variavam, mas tinha como objectivo coisas como: roubar os cookies de autenticação de contas Discord; roubar passwords e dados de pagamento guardados por browsers; recolher informação sobre o PC infectado, incluindo o IP, nome do computador e nome de utilizador. Havia ainda um malware adicional que se tentava ligar a um computador remoto, e que podia executar qualquer código que o atacante desejasse, no computador da vítima.

Com muitos developers a optarem por confiar em módulos destes repositórios como forma de acelerarem os seus próprios projectos, será perfeitamente natural que este se torne num vector de ataque cada vez mais popular para hackers. À semelhança dos cuidados que se devem ter ao fazer qualquer download de um programa ou app, será também de importância crítica só fazer download de repositórios que garantam total confiança - e mesmo assim, há sempre que considerar a potencialidade de um atacante conseguir apoderar-se de um repositório legítimo e adulterá-lo para incluir malware.

O misterioso problema 3n+1

01-08-2021 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

Por vezes, as coisas mais simples podem revelar-se as mais complicadas, e é precisamente isso que há quase um século tem feito desesperar os matemáticos que se aventuram na conjectura de Collatz, ou o problema "3n+1".

A conjectura de Collatz / problema 3n+1 é algo tão simples que até uma criança entende. A ideia é pegar num número e aplicar-lhe a seguinte regra:
  • se for um número ímpar multiplica-se por 3 e adiciona-se 1;
  • se for um número par, divide-se por 2;
  • e repetir o processo.

A parte curiosa é que os números seguem trajectórias aparentemente aleatórias, mas acabam por descer até finalmente atingirem o número 1, a partir dai ficando preso num ciclo "4, 2, 1, 4, 2, 1..."

A grande questão é, até à data, ainda ninguém conseguiu provar matematicamente que isto acontecerá para todos os números positivos - apesar de já se terem testado todos os números até 2^68 (ou seja, 295147905179352825856, um número tão grande que seriam precisos mais de 9 mil milhões de anos para o contar... a mil números por segundo). Ficando sempre em dúvida se existirá algum número que gerará uma sequência que seja sempre crescente até ao infinito, ou que entre num ciclo diferente do 4, 2, 1.

Talvez seja um de vocês a resolver este mistério matemático; ao estilo daqueles problemas de longa data que depois são resolvidos por um estudante, que não sabia que o problema era suposto ser "impossível" de resolver! :)



Scarlett Johansson processa Disney pela estreia do Black Widow em streaming

01-08-2021 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Apesar de ter marcado um sucesso no streaming, Scarlett Johansson quer processar a Disney por não ter estreado o Black Widow exclusivamente nas salas de cinema.

Com muitas salas de cinema ainda fechadas pelo mundo, a Disney voltou a fazer um "2-em-1", estreando o Black Widow nos cinemas mas também no seu serviço Disney+, através do sistema Premier Access, em que os interessados podem desbloquear o filme mediante um pagamento adicional (com o filme a ficar disponível gratuitamente para os subscritores a partir de 6 de Outubro). Só que Scarlett Johansson diz que a Disney violou o seu contrato ao estrear o filme também em streaming, quando supostamente deveria tê-lo feito apenas nas salas de cinema.

Se o caso não for resolvido fora dos tribunais, tudo se irá resumir à interpretação da "estreia nos cinemas", para se saber se isso significa que tenha que ser uma estreia exclusiva, ou se será suficiente que estreie nas salas de cinema, apesar de também ficar disponível via streaming.

Quem, obviamente, não tem dúvidas é a Disney, que diz que não violou qualquer cláusula, aproveitando para dizer que os lucros da estreia no streaming já lhe permitiram receber compensação "substancial" adicional, face ao que recebeu com a estreia nas salas de cinema. Agora só falta ver até que ponto este incidente poderá por em causa futuros projectos da Scarlett Johansson na Disney, não só a nível dos filmes Marvel, mas de todos os outros que pudessem vir a surgir.

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