PlanetGeek

Tesla desactiva remotamente FSD "pirata"

09-04-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A Tesla desactivou remotamente as activações não-oficiais do FSD.

Numa altura em que se começavam a multiplicar e popularizar "hacks" que permitiam activar o FSD em países onde a Tesla ainda não disponibiliza o FSD, a empresa surpreendeu esses clientes com uma actualização surpresa sem qualquer aviso. Os donos de Tesla que activaram o FSD de forma não-oficial acordaram para um automóvel que desactivou o FSD e diversas funcionalidades de assistência à condução - funcionalidades que só serão repostas numa "actualização futura".

Como se pode imaginar, as opiniões dividem-se. Por um lado, os que consideram que a Tesla tem todo o direito de fazer isto, como forma de garantir a segurança do sistema e de evitar que o FSD seja usado em países em que ainda não está legalmente aprovado para operar. Do outro, os utilizadores que consideram que o carro é "seu" e que não deve ser a Tesla a ditar como podem, ou não, usar o seu veículo - muito menos através de actualizações que podem fazer tais alterações sem qualquer pré-aviso.
O que é certo é que muitos destes clientes estão completamente frustrados, por terem pago por uma funcionalidade que, ano após ano, continua a ser uma miragem (mesmo a mais recente versão do FSD, que Musk dizia ser "a última peça que faltava - está a ser apanhada a cometer erros básicos como seguir por ruas de sentido único no sentido errado).

De resto a história das a modificações de carros é algo que tem longo historial: desde as reprogramações para obter maior potência, à desactivação de funcionalidades problemáticas, ou ao desbloqueio de funções que estão bloqueadas por software. É inevitável que o mesmo aconteça com a Tesla, tal como acontece com todas as restantes marcas. Mas, para quem o fizer, e numa era em que os carros mantêm comunicações directas com os fabricantes, fica-se sujeito a que a marca faça destas "surpresas".

Gemini ganha projectos com "notebooks"

09-04-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

A Google facilitou a organização de projectos no Gemini, com notebooks.

A Google está a lançar uma nova funcionalidade chamada notebooks no Gemini, pensada para ajudar a organizar projectos e informação num único local.

A orgnização de projectos era algo que há muito era pedido pelos utilizadores. Mas em vez de se limitar a adicionar as tradicionais "pastas" que existem noutros assistentes AI, a Google tirou partido da experiência ganha com o NotebookLM - desta vez fazendo a ligação em sentido contrário (o NotebookLM já tinha ganho acesso ao Gemini). Com isto, os utilizadores podem agrupar ficheiros, conversas anteriores e instruções personalizadas sobre um determinado tema, separadamente de outros tópicos e projectos que tenham. Ao centralizar tudo num só espaço, a AI consegue gerar respostas mais relevantes e consistentes, funcionando como uma base de conhecimento personalizada.

Projects in the @GeminiApp are now live, with a fun twist…. Notebooks! Enjoy the NotebookLM inspired experience. pic.twitter.com/EnOY6ve27G

— Logan Kilpatrick (@OfficialLoganK) April 8, 2026

Last year, we integrated into the @GeminiApp by allowing you to upload your notebooks as sources. Now, we’re taking our relationship to the next level 🏠 ♥️

Starting today, you can now:

— Access all of your personal, unshared notebooks directly inside the Gemini App
— Use your… pic.twitter.com/uidvuUj7uA

— NotebookLM (@NotebookLM) April 8, 2026

Os notebooks do Gemini também integram com o NotebookLM, permitindo sincronizar fontes entre os dois serviços - um bónus adicional para quem já usava o NotebookLM, e um incentivo para que os restantes utilizadores o experimentem.

A funcionalidade está a ser disponibilizada primeiro na versão web para utilizadores pagos do Gemini, incluindo os planos Ultra, Pro e Plus. Mas, a chegada aos dispositivos móveis e utilizadores gratuitos está prometido para breve, devendo chegar nas próximas semanas.

Powerbank Baseus USB-C 100W 20000mAh a €53

09-04-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

Para aqueles que procuram a máxima autonomia longe de uma tomada ou porta USB, este power bank de 100 W da Baseus assegura que ficarão bem servidos.

Os powerbanks há muito que são companhia habitual de muitos utilizadores, permitindo uma utilização intensiva e despreocupada de smartphones e tablets, sabendo-se que a sua autonomia poderá ser prolongada assim que for necessário sem estar dependente da proximidade de uma tomada eléctrica ou carregador. E no caso deste powerbank Baseus não só temos uma capacidade generosa, como a possibilidade de carregamento rápido de alta potência - num formato ultra-fino que facilita o seu transporte.
Este Powerbank Baseus USB-C 100W 20000 mAh está disponível por 53 euros na Amazon Espanha - activar desconto de 25%.

Podem também espreitar a versão mais compacta de 65W ou a mais poderosa de 145W.

Além de poder ser recarregado rapidamente a 60 W, o seu elemento de destaque é permitir o uso simultâneo das portas USB para carregamentos rápidos de até 100 W (USB-C 1 e USB-C 2) e 30 W (USB 1 e USB 2). Isto permite a sua utilização para recarregar um portátil via USB-C e um smartphone (ou outro dispositivo) em simultâneo, expandindo as possibilidades de prolongamento da autonomia que normalmente se associam aos powerbanks.


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WhatsApp ganha versão Apple CarPlay

09-04-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Passa a ser mais fácil utilizar o WhatsApp enquanto se conduz, com a mais recente versão para suporte para CarPlay.

Depois da fase de testes, o WhatsApp lança finalmente o suporte para Apple CarPlay, trazendo uma experiência de mensagens muito mais completa para o ecrã do carro. Até agora, a utilização estava limitada ao uso via Siri, mas a nova app permite aceder directamente às principais funcionalidades sem depender de comandos de voz.

Com esta actualização, é possível ler e enviar mensagens, fazer e receber chamadas, e aceder aos contactos directamente no CarPlay.
A app está organizada em três secções principais: lista de chats, histórico de chamadas, e contactos favoritos. Esta estrutura facilita o acesso rápido a conversas recentes, chamadas e contactos frequentes, sem necessidade de navegar por toda a aplicação.

Para a usar basta actualizar o WhatsApp no iPhone para a versão mais recente. Ao ligar o dispositivo ao CarPlay, a app surgirá automaticamente no painel do carro.

Insta360 Snap é ecrã secundário magnético para smartphones

09-04-2026 | 07:00 | Aberto até de Madrugada

A Insta360 lançou o Snap, um ecrã secundário magnético para smartphones que transforma as câmaras traseiras em câmaras "selfie".

A Insta360 apresentou um curioso novo acessório chamado Snap, um ecrã táctil magnético de 3.5" polegadas que funciona como viewfinder para as câmaras traseiras do smartphone. O dispositivo também permite replicar o ecrã do telemóvel, dando acesso directo a apps e definições sem ter que se virar para o ecrã principal.

A ligação é feita via USB-C, com alimentação directa do smartphone, o que não só dispensa necessidade de recarregamentos como também garante um funcionamento imediato e sem atrasos (latência de apenas 30 ms, significativamente melhor que soluções baseadas em Bluetooth). A fixação é igualmente prática, através de um anel magnético compatível com MagSafe ou Qi2.
Ao nível das especificações, o ecrã tem resolução de 480×800, taxa de atualização de 60Hz e brilho até 550 nits. O acessório é compatível com iPhones e smartphones Android com USB-C e suporte para DisplayPort Alt Mode.

O Insta360 Snap está disponível em duas versões: a versão base por €87 e outra mais cara que inclui moldura com luz LED ajustável por €97. Esta variante oferece diferentes temperaturas de cor e níveis de brilho, dispensando a necessidade de um "ring LED" adicional.

GPUBreach leva ataque Rowhammer aos GPUs

08-04-2026 | 20:00 | Aberto até de Madrugada

A técnica de ataque Rowhammer foi agora aplicada aos GPUs com memórias GDDR6.

Os ataques Rowhammer começaram a gerar dores de cabeça há quase uma década e não têm parado desde então, consistindo numa técnica que permite alterar conteúdo das células de memória através de "interferência" causada noutras células.

Agora, temos novo ataque chamado GPUBreach que explora GPUs modernos, demonstrando que é possível escalar privilégios e comprometer totalmente um sistema através de técnicas de Rowhammer nas memórias GDDR6. O ataque provoca alterações de bits na memória do GPU, afectando tabelas de páginas e permitindo acesso de leitura e escrita a zonas protegidas. A partir daí, os atacantes podem explorar falhas nos drivers para escalar privilégios no lado do CPU, alcançando controlo total do sistema mesmo com protecções como o IOMMU activadas.
Isto representa uma evolução significativa face a ataques anteriores. Enquanto estudos anteriores mostravam apenas corrupção de dados, o GPUBreach prova que é possível atingir acesso root sem desactivar mecanismos de segurança importantes. Os testes foram realizados em hardware como placas NVIDIA RTX A6000, amplamente utilizadas para processamento AI.

As medidas de mitigação ainda são limitadas. A memória ECC pode ajudar a detectar e corrigir alguns erros, mas não é eficaz contra falhas mais complexas, e a maioria dos GPUs de consumo nem sequer suporta ECC. Os investigadores alertam as protecções actuais não é suficiente, reforçando a necessidade de melhorias ao nível do hardware e dos drivers. Os detalhes sobre o GPUBreach serão apresentados no IEEE Symposium on Security & Privacy.

Bug no macOS encrava comunicações após 49 dias

08-04-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Um bug no macOS pode encravar as comunicações de rede caso se deixe o computador ligado por 49 dias, 17 horas, 2 minutos e 47 segundos.

Investigadores descobriram um curioso mas nefasto bug no macOS que pode causar falhas de rede após cerca de 49 de funcionamento contínuo. O problema afecta a stack TCP/IP, impedindo novas ligações de rede, apesar de as ligações existentes poderem continuar activas.

A falha foi identificada durante a análise de problemas em Macs usados em tarefas contínuas. Os sistemas aparentavam estar normais - ainda respondiam a pings - mas deixavam subitamente de estabelecer novas ligações. Na origem está um contador interno chamado "tcp_now", que mede o tempo em milissegundos com base num valor de 32 bits. Ao fim de cerca de 49.7 dias, este valor atinge o limite da contagem devido a uma implementação incorrecta no kernel do macOS. O sistema deixa de conseguir limpar ligações TCP antigas, esgotando os recursos disponíveis.

A solução é o tradicional "desliga e volta a ligar", fazendo com que o sistema volte a funcionar correctamente... por mais 49 dias. Espera-se que a Apple corrija o problema, de preferência, antes de ser necessário fazer novo reboot forçado por causa deste bug dos 49 dias.

Bloco de tomadas vertical com USB a €26

08-04-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Quem preferir ter tomadas em cima da secretária e com fácil acesso, pode fazer um 2-em-1 com este bloco de tomadas vertical com portas USB.

Todos estamos habituados às extensões de tomadas múltiplas que inevitavelmente se espalham pelo chão e servem para multiplicar as sempre concorridas tomadas na parede. Mas, por vezes, pode ser bastante mais prático ter um bloco de tomadas mais acessível em cima da secretária, e este bloco vertical coloca 12 tomadas mesmo ali à mão, e com a vantagem acrescida de que também inclui 4 portas USB (1 USB-C) e cabo extra longo de 5 metros.
Este bloco de tomadas vertical Sameriver 12 tomadas + 4 USB está disponível por 26 euros na Amazon Espanha.

Um detalhe interessante deste bloco é o facto de contar com dois interruptores que permitem ligar / desligar as tomadas ou as portas USB forma independente, para que - por exemplo - possam cortar a alimentação a produtos que não seja preciso deixarem em standby, mas manterem outros que desejem manter ligados, e tem ainda um botão de reset para evitar situações de "tira e mete" a ficha.


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WhatsApp começa a deixar escolher nomes

08-04-2026 | 14:30 | Aberto até de Madrugada

Depois de meses de espera, o WhatsApp está finalmente a começar a deixar escolher um nome de utilizador em vez de usar apenas o número de telefone.

O WhatsApp começou a disponibilizar usernames, uma funcionalidade muito aguardada que permitirá comunicar sem partilhar o número de telefone. A novidade está, para já, limitada a um pequeno grupo de utilizadores em Android e iOS, com a expansão a todos os utilizadores prevista para breve.

Os usernames foram pensados para reforçar a privacidade e facilitar a descoberta de contactos. Em vez de trocar números, será possível procurar e enviar mensagens usando um identificador único, tornando a comunicação mais simples e segura, especialmente para os utilizadores que fazem parte de comunidades ou grupos de grande dimensão com pessoas desconhecidas.
O sistema inclui várias regras e mecanismos de protecção. Os usernames têm de seguir requisitos específicos e ser únicos entre plataformas da Meta (incluindo o Instagram e Facebook). Em alguns casos, poderá ser necessário confirmar que se é o legítimo detentor desse mesmo nome através do Accounts Center. Existe ainda a possibilidade de definir uma "chave" opcional, um código de quatro dígitos, que permite restringir quem nos pode contactar usando o username - o que resolverá a questão de potencial spam por parte de quem tenha um username popular.

Por agora os utilizadores das versões beta do WhatsApp terão que ir verificando se têm acesso ao username na secção do perfil de utilizador. Quando a mesma for lançada na versão oficial da app, é de esperar que seja acompanhada de uma notificação que direccione o utilizador para a escolha do seu nome.

Sucesso do MacBook Neo surpreende a Apple?

08-04-2026 | 13:00 | Aberto até de Madrugada

A Apple poderá estar com "problemas" devido ao sucesso do MacBook Neo.

A Apple poderá estar a enfrentar um problema inesperado com o MacBook Neo, que se revelou um grande sucesso de vendas. O problema estará relacionado com os chips A18 Pro utilizados.

Para o MacBook Neo a Apple recorreu a chips A18 Pro que, devido a problemas (comuns) de fabrico, vêm com um núcleo GPU desactivado. Isto permite reaproveitar estes chips que, de outra forma, seriam descartados - fazendo com que efectivamente a Apple transforme um prejuízo em lucro. Só que, a Apple terá apenas entre 5 a 6 milhões destes chips "defeituosos", e a forte procura dos Neo poderá esgotar o stock destes chips antes do prazo estimado - de quando estivesse a preparar a próxima geração do Neo com chips A19 Pro.

É um problema que pode não ter solução fácil, pois já não existe produção activa destes A18 Pro (lançados nos iPhone 16 Pro e iPhone 16 Pro Max de 2024), e reactivar a sua produção poderá ser inviável numa altura em que a TSMS não tem mãos a medir para produzir chips mais recentes. A alternativa será antecipar o lançamento da geração seguinte, com chip A19 Pro, mas que teria custos acrescidos e/ou poderia desagradar todos aqueles que acabaram de comprar um Neo com o chip A18 Pro.

O que é certo é que actualmente os prazos de entrega do MacBook Neo ainda estão dentro dos prazos normais da Apple (2 a 3 semanas), o que indica que ainda não parece haver problemas de stock reduzido. E, adicionalmente, há quem refira que a Apple terá planos já preparados para esta eventualidade, planos que se descobrirão se/quando os MacBook Neo ficarem efectivamente sem chips A18 Pro disponíveis.

Claude Mythos levanta novas questões de segurança

08-04-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A Anthropic revelou novos detalhes sobre o seu novo modelo AI Claude Mythos, que diz ser tão "perigoso" que irá manter com acesso limitado por questões de segurança - ao abrigo do Project Glasswing.

Ao estilo do que já fez com outros modelos Claude anteriores, a Anthropic revela uma série de episódios curiosos, com o modelo AI Claude Mythos a conseguir fazer coisas surpreendentes - como escapar de um ambiente "sandboxed" (teoricamente sem acesso à internet), enviar um email a um investigador, e até gabando-se do que conseguiu fazer em alguns fóruns na net. Mas, se tudo isso eram apenas cenários de teste, o que provavelmente levanta mais preocupações imediatas é o facto do Mythos ter conseguido detectar vulnerabilidades 0-day efectivas em sistemas operativos, programas e múltiplos projectos populares.

Entre os casos descobertos estão vulnerabilidades antigas que passaram despercebidas durante anos, como um bug com 27 anos no OpenBSD e outro com 16 anos no FFmpeg. O modelo conseguiu também desenvolver autonomamente um exploit para browser que combinava quatro vulnerabilidades diferentes, permitindo escapar às protecções do sistema.

Mythos Preview has already found thousands of high-severity vulnerabilities—including some in every major operating system and web browser. pic.twitter.com/YuW484PVrr

— Anthropic (@AnthropicAI) April 7, 2026
Devido a estas capacidades, o Anthropic avançou com a criação do Project Glasswing, uma nova iniciativa que utiliza o Claude Mythos, para identificar e corrigir vulnerabilidades críticas em software, com a acesso limitado a um grupo restrito de parceiros. A ideia é a de que estas capacidades do Mythos - e outros modelos AI de última geração - sejam usadas de forma defensiva antes de poderem ser exploradas para fins maliciosos.

Isto era algo que já se previa há muito. Com as capacidades dos sistemas AI a evoluírem de mês para mês, esta evolução torna-se numa "corrida" em que se espera que os modelos AI usados para fins benéficos se mantenham à frente de modelos AI usados para ataques. Por agora a grande condicionante é a imensa quantidade de hardware e dinheiro que é necessária para treinar estes modelos AI, o que faz com que - para o bem e para o mal - por agora se tenha que acreditar que o interesse dos gigantes tecnológicos seja comum ao interesse da sociedade em geral.

YouTube testa "Auto Speed" para acelerar vídeos

08-04-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

O YouTube está a testar um modo que acelera automaticamente os vídeos nas partes "paradas".

Visto como sacrilégio por muitos, mas considerado indispensável por outros, a aceleração de vídeos é algo que está à disposição dos utilizadores, e que agora poderá contar com uma versão automática no YouTube.

O YouTube está a testar novas formas de acelerar a visualização de vídeos, mas estas funcionalidades estão limitadas aos utilizadores Premium. Entre as novidades está o "Auto Speed", que ajusta automaticamente a velocidade de reprodução ao longo do vídeo para poupar tempo sem comprometer a compreensão. Em vez de alternar manualmente entre diferentes velocidades, o Auto Speed adapta-se ao conteúdo, acelerando partes menos importantes e mantendo um ritmo mais normal nos momentos relevantes.
A par disso, o YouTube está também a testar o modo "On-the-go", pensado para conteúdos mais focados em áudio, como podcasts. Este modo simplifica a interface, removendo distrações como comentários e destacando apenas os controlos essenciais, ideal para utilização em movimento.

Ambas as funcionalidades estão disponíveis como experiências temporárias para subscritores YouTube Premium, com data de testes até 27 de Abril. Como é habitual, não há garantias de que venham a ser promovidas a funcionalidades oficiais.

Adaptador de tomadas universal com 5 USB a €17

08-04-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

Este adaptador universal de tomadas da Lencent garante que podemos ligar qualquer aparelho a qualquer tomada, e poupar carregadores USB adicionais.

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas este adaptador universal com portas USB integradas acaba por ser uma solução bastante atractiva para quem viaja frequentemente, ou simplesmente quer estar preparado para nunca ser apanhado desprevenido em termos de formatos de tomadas - e simultaneamente evitando a necessidade de transportar até cinco carregadores USB adicionais na sua bagagem.
Este adaptador de tomadas universal da Lencent tem 5 portas USB e está disponível por apenas 17 euros na Amazon Espanha - têm também disponível uma versão de 65W.

O módulo encaixa, e permite encaixar, tomadas eléctricas de praticamente todos os formatos existente (UE, Reino Unido, EUA, Austrália, etc.) e inclui 5 práticas portas USB, 3 delas sendo USB-C até 15 W, que podem fornecer até um máximo de 2.4 A por porta, perfeitas para recarregar smartphones, câmaras e outros equipamentos quando se vai de férias.


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OpenNOW quer ser um GeForce NOW melhorado

08-04-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

O OpenNOW quer ser uma alternativa open-source ao GeForce NOW, sem tracking e com qualidade melhorada.

Um novo projecto open-source chamado OpenNOW está a tentar oferecer uma nova experiência desktop para utilizadores do GeForce NOW. Desenvolvido de forma independente pela comunidade, o software funciona como um cliente alternativo para o serviço de cloud gaming da Nvidia, exigindo na mesma uma conta válida.

Construído com Electron, React e TypeScript, o OpenNOW é compatível com Windows, macOS e Linux. Entre as funcionalidades estão a gestão de sessões baseada na biblioteca e controlos avançados de streaming, incluindo resolução, codec, FPS, proporção e região. Inclui ainda um overlay de diagnóstico para monitorizar o desempenho durante o jogo.



Um dos principais destaques é o foco na privacidade e flexibilidade. Os developers apontam para uma abordagem sem telemetria, com todas as definições guardadas localmente. O OpenNOW também parece contornar algumas limitações do cliente oficial, adicionando funcionalidades como capturas de ecrã, gravação, controlo de microfone e melhor navegação com comandos.

Ainda assim, o futuro do projeto é incerto. Por não ter qualquer ligação oficial à Nvidia, não é claro como a empresa poderá reagir a um cliente de terceiros, especialmente se este ganhar popularidade entre os utilizadores. Há também a questão inevitável de se estar a usar as credenciais da conta Nvidia a um programa não-oficial que, mesmo sendo open-source, não fica livre de poder ser modificado maliciosamente no futuro de forma a recolher essa informação.

Chrome expande "lazy loading" a mais elementos

08-04-2026 | 07:00 | Aberto até de Madrugada

O Chrome vai aplicar o "lazy loading" a elementos de vídeo e áudio para melhorar o carregamento das páginas.

A Google está a expandir o lazy loading no Chrome para incluir elementos de vídeo e áudio, para melhorar o desempenho e os tempos de carregamento das páginas. A funcionalidade está actualmente em testes e deverá chegar com o Chrome 148, tanto no desktop como na versão mobile.

O lazy loading não é uma novidade no Chrome. O browser já suporta esta funcionalidade desde 2019 para imagens e iframes, adiando o carregamento até o utilizador se aproximar desses elementos ao fazer scroll.
Com esta actualização, o mesmo conceito passa a aplicar-se a conteúdos multimédia incorporados através de tags de vídeo e áudio. Embora menos comuns, estes elementos podem ter um peso significativo, pelo que o seu carregamento diferido pode melhorar a experiência, especialmente em ligações mais lentas (ou páginas mal feitas).

Como a alteração está a ser integrada no código do Chromium, é esperado que também chegue a outros browsers que o utilizam, como o Microsoft Edge, Brave, e outros, abrangendo mais utilizadores.

Apple actualiza apps de terceiros sem dizer porquê

07-04-2026 | 20:00 | Aberto até de Madrugada

A Apple actualizou diversas apps na App Store, como o VLC, sem explicar porquê.

A Apple lançou actualizações para várias apps na App Store, sem explicar o motivo. Utilizadores têm reportado que tanto aplicações antigas como recentes estão a receber actualizações directamente da Apple, sem mudanças visíveis em funcionalidades ou desempenho.

As notas de actualização são idênticas em todos os casos, referindo apenas "melhorias de funcionamento sem introdução de novas funcionalidades". Até ao momento não foram detectadas alterações significativas no código das apps, o que sugere que estas actualizações possam estar relacionadas com ajustes de compatibilidade com o sistema, mas obviamente que levantam preocupações.
No passado a Apple já actualizou apps de terceiros no passado para garantir que continuam a funcionar com novas versões do iOS, ou para cumprir requisitos da plataforma. Ainda assim, a falta de transparência neste caso levanta dúvidas sobre o que está realmente a ser alterado. Se uns descartam por completo as preocupações assumindo que se tratam de simples ajustes menores, outros avançam com coisas mais sombrias, como actualizações que estejam a acrescentar capacidade de monitorização das apps.

Seja como for, no mínimo exige-se que a Apple seja mais transparente quando às alterações que fez. Mas, mesmo que o faça, acaba apenas por confirmar a necessidade de se ter uma forma de poder instalar e executar apps no iOS que escapem às interferências da Apple, para evitar situações como esta.

Google AI Edge Eloquent converte voz sem depender da cloud

07-04-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

A Google lançou a app Google AI Edge Eloquent para iOS, que converte voz para texto sem depender da cloud.

A Google lançou uma nova app de transcrição de voz com AI chamada Google AI Edge Eloquent, que consegue transformar fala em texto limpo e estruturado. O destaque vai para a capacidade de não só transcrever, mas também remover automaticamente palavras de enchimento e corrigir frases, gerando resultados mais profissionais em tempo real, sem necessidade de edição manual posterior.

Um dos principais focos é a privacidade e o desempenho. A app executa modelos AI directamente no dispositivo, permitindo funcionar offline sem enviar dados para a cloud. Mas, quem quiser, poderá também usar um modo opcional na cloud que usa os modelos Gemini em vez dos modelos Gemma locais.
Para além da transcrição básica, a app consegue transformar o discurso em diferentes formatos, como resumos, pontos-chave ou textos mais completos. Inclui ainda dicionários personalizados e aprendizagem do vocabulário do utilizador ao longo do tempo, melhorando a precisão.

Para já, o Google AI Edge Eloquent só está disponível em alguns países (infelizmente Portugal ainda não é um deles) e apenas para iOS. Resta esperar que a Google rapidamente faça chegar a app a mais países e também ao Android. Até lá, os utilizadores portugueses com iPhones podem ir brincando com os modelos Gemma 4 através da app Google AI Edge Gallery - que está disponível na App Store em Portugal.

Headphones Corsair HS80 RGB a €75

07-04-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Se gostam de ouvir todos os detalhes nos jogos, sem limitações de volume independentemente da hora do dia ou da noite, uns headphones gaming wireless como estes Corsair HS80 RGB podem fazer toda a diferença.

Quer seja para poderem jogar jogos de guerra recheados de explosões às altas horas de madrugada, ou para facilmente comunicarem com os demais jogadores da vossa equipa, uns headphones gaming com microfone tornam-se num acessório indispensável. No caso destes Corsair HS80 RGB, temos direito às almofadas com espuma visco-elástica para maior conforto, e com banda de suporte para que o arco superior dos headphones não fique em contacto directo com a cabeça, aumentando a comodidade em sessões mais prolongadas.
Estes Corsair HS80 RGB Wireless estão disponível por 75 euros na Amazon Espanha.

Apesar de terem RGB no nome, importa realçar que se trata de um modelo bastante discreto, apenas com o logotipo iluminado nos headphones e um pequeno aro luminoso no microfone - que até serve para indicar quando está em mute.

Se procurarem algo mais em conta podem espreitar os Corsair HS55; ou podem considerar os Corsair HS60 Haptic com vibrações que se podem sentir - que já por cá passaram e nos surpreenderam pela positiva. Todos eles têm controlos (mute, volume, etc.) directamente nos headphones, evitando a necessidade de um dongle pendurado no cabo.


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Colorful recupera motherboards com DDR3

07-04-2026 | 14:30 | Aberto até de Madrugada

A Colorful poderá reforçar o stock de algumas motherboards com DDR3, demonstrando o panorama desesperado que existe devido às memórias.

Enquanto alguns fabricantes têm optado por prolongar a vida das motherboards com DDR4 como forma de escaparem aos preços exagerados das memórias DDR5, há marcas que parecem querer ir ainda mais além no "regresso ao passado". A Colorful poderá estar a preparar o reabastecimento de motherboards baseadas em DDR3, numa altura em que a escassez destes modelos começa a afectar o mercado. Segundo informações recentes, a fábrica da empresa ficou sem stock de boards D3, criando alguma preocupação em segmentos que ainda dependem de hardware mais antigo.

Para responder a esta situação, a Colorful deverá avançar com uma reposição limitada, com novas unidades a chegar em breve. Entre os modelos referidos está o chipset H81, com um lote reduzido previsto para o início de maio. Esta plataforma remonta a 2013 e suporta processadores Intel Core de 4ª geração no socket LGA1150.

Isto não representa um regresso em força do DDR3, mas sim um reabastecimento pontual para responder a necessidades específicas. O foco deverá estar em mercados ou empresas que ainda utilizam sistemas antigos e onde a transição para DDR4 ou DDR5 não é viável. Apesar de invulgar em 2026, esta decisão mostra que ainda existe procura por componentes "obsoletos". Para alguns utilizadores e organizações, manter ou reparar sistemas existentes continua a ser mais económico do que investir em novas plataformas - especialmente numa altura em que as memórias DDR5, e também as DDR4, estão a preços muito superiores aos que tinham há um ano.

Chrome faz ajustes ao "Split View" para reduzir enganos

07-04-2026 | 13:00 | Aberto até de Madrugada

A equipa do Chrome está a fazer alterações ao modo Split View para reduzir as activações acidentais.

O Chrome ganhou recentemente a funcionalidade Split View, que há muito era pedida, mas que não foi implementada da forma mais apreciada. Lançada na versão 145 do Chrome, o maior problema é referente à sua activação acidental.

Uma das maiores frustrações deriva da posição em que a funcionalidade foi colocada no menu de contexto (clique direito do rato). A opção "Split View" foi colocada perto do topo, na posição em que estava abrir um link numa nova janela (quando se clica num link) ou adicionar tab a um novo grupo (quando se clica numa tab), interferindo com os gestos "memorizados" dos utilizadores de longa data. Agora, a Google vai reposicionar essa opção abaixo do "Abrir ligação numa nova janela", o que deverá reduzir os erros.
Outra situação comum acontecia ao arrastar separadores. A funcionalidade era activada com demasiada facilidade ao mover tabs, dividindo o ecrã sem intenção. Para resolver isso, a Google vai ajustar a sensibilidade, exigindo um gesto mais intencional para activar o Split View através do arrasto.

Para já, não haverá qualquer opção para desactivar o split view por completo - como alguns utilizadores pediam. Resta esperar que, com estes ajustes, a coisa fique resolvida e deixe de se tornar intrusiva no uso diário.

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