PlanetGeek

ChatGPT poderá usar estilo de escrita do utilizador

05-03-2026 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

O ChatGPT poderá em breve facilitar a escrita ao estilo do utilizador, e criar animações das imagens geradas por AI.

A acompanhar a chegada do GPT 5.3 Instant, a OpenAI parece querer facilitar o acesso a algumas capacidades no ChatGPT. Imagens revelam novas funcionalidades que estão a ser preparadas em fase beta, incluindo um novo sistema de templates de escrita, pensado para ajudar o ChatGPT a replicar o estilo de escrita do utilizador (ou outro estilo que deseje replicar).

A nova ferramenta aparece como "Create a template (Beta)", permitindo carregar exemplos de textos - como emails, artigos ou documentos - e o ChatGPT passa a usá-los como referência quando gerar novo conteúdo.
Este é o tipo de coisa que já se pode fazer, mas que obriga a mais trabalho. Com esta funcionalidade a surgir directamente, permitirá dar-lhe maior visibilidade e facilitar a vida a quem desejar usar o ChatGPT para este efeito.

New ChatGPT web app improvements in the works

- Writing blocks improvements including templates ("Provide written examples - ChatGPT will reference these to match the tone, structure, and voice"), more prefilled email fields including TO/CC/BCC, fullscreen mode, and an option to… pic.twitter.com/xG3FZfalOU

— Tibor Blaho (@btibor91) March 3, 2026
A outra novidade parece replicar uma das funcionalidades que teve grande sucesso no Grok, que é a possibilidade de gerar pequenos vídeos a partir de imagens estáticas. Para isso, temos um botão "Animate" que aparece junto das imagens geradas pelo ChatGPT, e que pode resultar em animações divertidas feitas de forma rápida e fácil - mas funcionando de forma automática sem a opção de dar um prompt para a geração do vídeo (evitando as questões polémicas que têm assolado o Grok, que facilmente podia criar vídeos em que se pedia para despir uma pessoa).

Ainda assim parece pouco provável que estas novidades, por si só, sejam capazes de inverter a tendência de abandono e fuga e de utilizadores para serviços AI concorrentes, como forma de demonstrar o desagrado com a parceria com o Departamento de Defesa dos EUA.

Google abre Play Store a app stores concorrentes

05-03-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

A Google e Epic Games chegaram a acordo e anunciam mudanças nas regras da Play Store, que facilitam a vida a app stores alternativas e sistemas de pagamento externos.

A Google e a Epic Games anunciaram um novo acordo para encerrar o longo processo relacionado com a Play Store e as taxas cobradas aos developers. O caso começou em 2020, quando a Epic tentou contornar a comissão de 30% da Google nas compras dentro do Fortnite, levando à remoção do jogo da Play Store.

Depois de um tribunal dos EUA ter decidido contra a Google em 2023 e de várias medidas terem sido propostas em 2024, as duas empresas decidiram negociar uma solução. O novo acordo ainda precisa da aprovação do juiz federal James Donato, mas já inclui várias mudanças importantes no funcionamento do ecossistema Android, como a abertura a app stores alternativas e a sistemas de pagamento externos.

Google is opening up Android all the way with robust support for competing stores, competing payments, and a better deal for all developers. So, we've settled all of our disputes worldwide. THANKS GOOGLE! https://t.co/Dq6eXNnZd0

— Tim Sweeney (@TimSweeneyEpic) March 4, 2026


Taxas mais baixas para developers


Uma das maiores mudanças é a redução das comissões cobradas na Play Store. A tradicional taxa de 30% deixa de existir e passa a ser substituída por um modelo com valores mais baixos. Nas compras dentro de apps, os developers pagarão uma taxa de serviço de 20% em novas instalações. Para subscrições recorrentes, a taxa baixa para 10%. Caso os developers optem por usar o sistema de pagamentos da Google, será acrescentada uma taxa adicional de 5%.

Para compras únicas de apps ou jogos, a comissão total será de 15% em novas instalações. No caso de conteúdo dentro das apps, o modelo inclui uma taxa de facturação de 5% mais uma taxa de serviço de 15%.

Estas alterações entram em vigor até 30 de Junho de 2026 nos Estados Unidos, Reino Unido e Espaço Económico Europeu. A Austrália receberá o novo modelo em Setembro, Coreia do Sul e Japão até ao final de 2026, e o resto do mundo até Setembro de 2027.


Android vai app stores alternativas oficiais

Outro ponto central do acordo é a criação do programa Registered App Stores, que permitirá instalar app stores alternativas de forma directa, dispensando o actual processo de sideloading.

Actualmente, instalar apps fora da Play Store envolve vários avisos de segurança e passos adicionais que muitas vezes desencorajam os utilizadores. Com o novo programa, lojas aprovadas pela Google poderão ser instaladas mais facilmente e funcionar de forma semelhante à loja oficial. Estas lojas terão de cumprir determinados requisitos de segurança e qualidade, como prevenir malware, respeitar direitos de autor e permitir controlos parentais. Em troca, não pagarão comissões à Google sobre as transacções realizadas dentro das suas plataformas, sendo apenas cobrada uma pequena taxa inicial de registo.

O acordo também inclui uma medida significativa: estas lojas alternativas registadas poderão ter acesso ao catálogo completo de apps disponíveis na Play Store - embora os developers tenham a opção de impedir que as suas apps apareçam noutras plataformas. A Google tinha contestado fortemente esta obrigação durante o processo judicial, mas acabou por aceitá-la como parte do acordo.


Fortnite regressa ao Android


Com o novo acordo, Fortnite deverá regressar à Play Store globalmente após quase seis anos de ausência. Para a Epic, o objetivo sempre foi criar mais concorrência nas plataformas móveis. Tim Sweeney, CEO da Epic Games, diz que as mudanças podem transformar o Android numa plataforma verdadeiramente aberta com competição entre lojas.

Do lado da Google, a empresa diz que estas alterações fazem parte de uma nova fase para o ecossistema Android, com mais opções para developers e utilizadores. Se aprovado pelo tribunal - como se prevê que aconteça - o acordo deverá resolver o conflito entre as duas empresas a nível global e marcar uma das maiores mudanças já feitas no modelo de distribuição de apps Android. Depois disto, os olhos voltar-se-ão para a App Store da Apple.

Apple melhora HDR dos ecrãs e autofocus das câmaras

05-03-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A Apple recebeu recentemente duas novas patentes que revelam possíveis melhorias futuras em ecrãs e câmaras dos seus dispositivos. As tecnologias descritas procuram resolver problemas na visualização HDR e melhorar significativamente o desempenho do autofocus nos sensores de imagem.

Melhoria nos conteúdos "misturados" HDR + SDR


Uma das patentes descreve um método de processamento de imagem pensado para resolver um problema frequente quando se apresentam conteúdos SDR e HDR simultaneamente no ecrã. Normalmente, quando surgem elementos muito brilhantes em HDR, as zonas brancas de conteúdo SDR podem parecer acinzentadas e menos luminosas por comparação. Um fenómeno que facilmente pode ser visto quando se passeia pelo Facebook e se apanha um vídeo publicitário HDR - fazendo imediatamente com que tudo o resto pareça "cinzentão".

A solução da Apple passa por um sistema adaptativo que aumenta localmente o contraste das áreas SDR próximas de destaques HDR. Em vez de ajustar o brilho global do ecrã, o sistema analisa a posição e a forma dos elementos HDR e cria um mapa dinâmico que aumenta a luminância apenas nas zonas necessárias. Desta forma, os brancos do conteúdo SDR mantêm o seu aspecto natural enquanto os elementos HDR podem continuar a aproveitar todo o alcance dinâmico do ecrã.

O sistema funciona em tempo real, processando simultaneamente conteúdos SDR e HDR. Quando são detectados elementos HDR, o algoritmo cria uma área de reforço de contraste à volta desses elementos, com um efeito mais forte perto das áreas mais brilhantes e que diminui gradualmente com a distância. Os píxeis pretos permanecem inalterados, enquanto os píxeis SDR não pretos recebem um aumento de luminosidade. A patente refere também o uso de filtros temporais para evitar mudanças abruptas quando os destaques HDR se movem.


Sistema de pixeis PDAF melhorado

A segunda patente descreve um novo design para sensores de imagem com PDAF (phase-detection autofocus), que promete melhorar o desempenho do autofocus, especialmente em condições de pouca luz. O sistema propõe substituir o método tradicional, que utiliza blindagem metálica para bloquear metade da luz que chega ao píxel, por uma abordagem baseada em microlentes parabólicas assimétricas.

Cada píxel PDAF inclui um fotodíodo, um filtro de cor, e uma microlente parabólica orientada numa direcção específica. Esta orientação permite ao sensor medir diferenças de fase, informação usada pelo sistema de autofocus para determinar se a lente está focada à frente ou atrás do ponto ideal. Como este design não bloqueia parte da luz, o píxel consegue captar mais luminosidade, melhorando o desempenho em ambientes escuros sem prejudicar a qualidade de imagem.

Outra vantagem é a possibilidade de detectar diferenças de fase em dois eixos. As microlentes podem ser orientadas para a esquerda, direita, cima ou baixo, permitindo ao sensor identificar variações horizontais e verticais. Isto ajuda o sistema de autofocus a focar com maior rapidez em cenas complexas, independentemente da orientação das linhas ou objectos na imagem, ou da orientação do próprio sensor.

Como acontece com muitas patentes, não há garantia de que estas tecnologias cheguem a produtos comerciais, mas dão uma ideia clara das áreas em que a Apple está a investir para futuras gerações de dispositivos.

Xiaomi Smart Band 9 Active a €20

05-03-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

A Xiaomi Smart Band 9 Active é uma das propostas mais económicas para quem desejar fazer tracking da sua actividade diárias.

A Xiaomi Smart Band 9 Active vem com um ecrã AMOLED de 1.47", com formato que fica entre o formato estreito dos "Smart Band" e o formato rectangular dos smartwatches. Além das capacidades de tracking da actividade física ao longo do dia e dezenas de desportos específicos, conta também com monitorização da frequência cardíaca e SpO2 durante todo o dia, contribuindo para a potencial detecção de situações anómalas. A autonomia continua a ser um dos pontos fortes, com até 18 dias de uso típico, contando também com resistência à água até 5 ATM e disponibilizando uma grande variedade de mostradores para que cada utilizador possa escolher aquele que prefere para cada momento.

De momento, podemos apanhar a Xiaomi Smart Band 9 Active por 20 euros na Amazon Espanha.

Pode ser utilizada tanto em smartphones Android como iPhones, incluindo compatibilidade com o Strava, para além de outras apps. Também pode fazer a monitorização do sono. E tendo em conta o seu preço extremamente acessível, torna-se numa excelente proposta para quem desejar começar a criar um registo da sua actividade física ao longo do tempo, e que - directamente ou indirectamente - poderá servir como incentivo para adoptar um estilo de vida mais saudável.


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Google Photos para Android ganha "stack photos" manual

05-03-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A Google está finalmente a fazer chegar algumas das funcionalidades do Google Photos iOS à versão Android.

Há várias apps em que a Google parece dar prioridade às versões iOS, parecendo esquecer-se de actualizar as versões para Android, e o Google Photos é uma delas. Felizmente, a Google está agora a fazer chegar funcionalidades ao Google Photos no Android que já existem na versão para iOS. Código descoberto na versão 7.66 da app indica que a chegada de Photo Stacks manuais, uma funcionalidade que permite agrupar fotos semelhantes.

A funcionalidade Photo Stacks foi lançada em 2023 para organizar automaticamente imagens semelhantes captadas na mesma altura, reduzindo a confusão na galeria de fotos. No entanto, a versão automática nem sempre agrupa as fotos da forma ideal. Com os stacks manuais, os utilizadores podem seleccionar várias imagens e agrupá-las manualmente através da opção "Stack photos". Algo que podia ser feito na versão iOS mas tem estado ausente da versão Android.
Outra novidade em preparação é uma interface mais imersiva com barra de navegação flutuante. Este elemento já existe na versão para iOS, mas é mais uma das coisas que ainda não chegou ao Android. A nova interface também inclui uma barra de estado com gradiente, criando um efeito visual mais moderno.

A actualização inclui também mudanças relacionadas com o design Expressive UI do Android, que deverá chegar a mais secções da app, incluindo o menu de backup. Embora estas funcionalidades ainda não estejam oficialmente disponíveis, o estado avançado do código sugere que o lançamento público deverá acontecer em breve.

Yangwang U7 estreia bateria com mais de 1.000 km de autonomia

05-03-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

O Yangwang U7 vai estrear uma nova versão das baterias Blade da BYD, proporcionando autonomia superior a 1000 km e carregamento ainda mais rápido.

A BYD apresentou uma nova versão da sua bateria Blade que promete resolver um dos maiores desafios dos carros eléctricos: equilibrar potência, autonomia e carregamento rápido. O primeiro modelo a usar a nova bateria é o Yangwang U7, um sedan eléctrico de luxo que poderá atingir até 1.006 km de autonomia com uma única carga.

A segunda geração da Blade Battery tem capacidade de 150 kWh e baseia-se na química LFP (lítio ferro fosfato), conhecida pela segurança e durabilidade. Segundo a BYD, a nova arquitectura melhora significativamente a gestão térmica, permitindo armazenar mais energia, e lidar melhor com cargas rápidas sem sobreaquecimento - habitualmente um dos principais problemas nas baterias de grande capacidade.
O Yangwang U7 também se destaca pela configuração "Super Quad-Motors" com quatro motores eléctricos, um em cada roda. Normalmente, este tipo de sistema é reservado para os modelos mais desportivos, mas a BYD diz que é a solução mais eficiente para tirar partido da nova bateria - e com isso permitindo obter mais um galardão: o primeiro carro com quatro motores eléctricos a ultrapassar os 1.000 km de autonomia.

A BYD deverá revelar mais detalhes num evento dedicado em Shenzhen, onde também irá apresentar uma nova tecnologia de flash-charging de 1500 kW(!) pensada para reduzir drasticamente o tempo de carregamento. Como vantagem adicional, utilizam um sistema estilo Tesla, em que basta ligar o cabo ao carro, com todo o processo de autenticação e pagamento a ser feito de forma automática, sem necessidade de pegar no smartphone e usar apps, ou fazer scan de códigos QR.

Gemini 3.1 Flash-Lite promete ser modelo "bom e barato"

04-03-2026 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

A Google revelou o Gemini 3.1 Flash-Lite, focado na velocidade e custo reduzido.

Depois do Gemini 2.5 Flash-Lite é agora a vez de chegar o mais poderoso Gemini 3.1 Flash-Lite. Mantendo o foco na velocidade e eficiência de custos, este modelo foi criado para tarefas de grande volume e está disponível em preview para developers através da Gemini API no Google AI Studio e também para empresas via Vertex AI.

Segundo a Google, o Gemini 3.1 Flash-Lite foi criado para oferecer bom desempenho com custos muito reduzidos. O modelo custa cerca de 0.25 dólares por milhão de tokens de entrada e 1.50 dólares por milhão de tokens de saída. Além disso, apresenta melhorias de velocidade significativas face ao Gemini 2.5 Flash, incluindo até 2.5 vezes menos tempo até à primeira resposta e cerca de 45% mais rapidez na geração de conteúdo.
Apesar de ser um modelo mais leve, os testes indicam resultados competitivos. O Gemini 3.1 Flash-Lite alcançou um score Elo de 1432 no Arena.ai Leaderboard e apresentou bons resultados em benchmarks de raciocínio e compreensão multimodal, incluindo 86,9% no teste GPQA Diamond e 76,8% no MMMU Pro.
Outra característica importante é o controlo do nível de "thinking", disponível no AI Studio e no Vertex AI. Isto permite aos developers ajustar a capacidade de raciocínio que o modelo utiliza em cada tarefa, em função do desempenho e custo pretendido.

Ainda assim, o preço competitivo que a Google refere representa um aumento substancial face ao Gemini 2.5 Flash-Lite ($0.10/$0.40 para $25/$1.50), algo que é considerado justo por alguns - tendo em conta a melhoria das capacidades - mas que é criticado por outros.

Elgato Stream Deck Plus XL chega com mais botões e ecrã maior

04-03-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

A Elgato tem um novo Stream Deck Plus XL para quem achar que o modelo Plus não tinha botões suficientes.

A Elgato apresentou o Stream Deck Plus XL, uma versão maior e mais poderosa do seu popular controlador para streamers e criadores de conteúdo. O novo modelo mantém o conceito do Stream Deck Plus original, mas aumenta significativamente o número de teclas, botões rotativos, e ecrã.

A principal diferença está nos controlos disponíveis. O Stream Deck Plus XL inclui 36 botões LCD programáveis em vez dos oito do modelo anterior, permitindo activar muito mais atalhos e macros directamente. Além disso, passa a contar com seis botões rotativos personalizáveis (mais dois do que o modelo original) que podem ser usados para ajustar parâmetros como volume, ganho de áudio, ou níveis de iluminação.
Tal como no modelo anterior, um ecrã táctil alongado fica posicionado acima dos botões rotativos e mostra as funções atribuídas a cada controlo. Este ecrã também pode funcionar como botão adicional, expandindo ainda mais as possibilidades de automação para streaming, edição de vídeo, ou controlo de software em tempo real.

O novo Stream Deck Plus XL ocupa mais espaço na secretária, mas oferece muito mais controlos num único dispositivo, evitando a necessidade de ligar vários Stream Deck em cadeia. O único problema é o preço, que também sobe significativamente: enquanto o Stream Deck Plus original continua a custar 229.99 euros, a nova versão XL chega ao mercado por 349.99 euros.

Powerbank Baseus EnerGeek 145W 20800mAh a €50

04-03-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Para aqueles que procuram a máxima autonomia longe de uma tomada ou porta USB, este power bank de 145 W da Baseus assegura que ficarão bem servidos.

Os powerbanks há muito que são companhia habitual de muitos utilizadores, permitindo uma utilização intensiva e despreocupada de smartphones e tablets, sabendo-se que a sua autonomia poderá ser prolongada assim que for necessário sem estar dependente da proximidade de uma tomada eléctrica ou carregador. E no caso deste powerbank Baseus não só temos uma capacidade generosa, como a possibilidade de carregamento rápido de alta potência.
Este power bank Baseus EnerGeek 145W 20800mAh está disponível por 40 euros na Amazon Espanha - activar cupão de desconto de 20%.

Podem também espreitar o modelo mais compacto de 65W.

Além de poder ser recarregado rapidamente a 65 W, o seu elemento de destaque é permitir o uso simultâneo das portas USB para carregamentos rápidos de até 100 W + 45 W nas portas USB-C. Isto permite a sua utilização para recarregar um portátil via USB-C e um smartphone (ou outro dispositivo) em simultâneo, expandindo as possibilidades de prolongamento da autonomia que normalmente se associam aos powerbanks. Conta ainda com mais duas portas USB-A (até 33 W), para carregar até quatro dispositivos em simultâneo.


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Apple revela MacBook Neo de €699

04-03-2026 | 14:30 | Aberto até de Madrugada

O novo MacBook Neo marca o modelo de entrada nos MacBooks, equipado com o chip A18 Pro usado nos iPhone 16.

Tal como era esperado, a Apple revelou finalmente o MacBook Neo, um novo portátil de entrada que aposta num chip originalmente desenvolvido para iPhone como forma de reduzir custos. O modelo utiliza o processador A18 Pro, lançado originalmente na série iPhone 16, e chega ao mercado com um preço inicial de 699 euros. A estratégia permite à Apple reutilizar hardware já produzido em grande escala e melhor competir com portáteis Windows de baixo custo e Chromebooks.

O MacBook Neo inclui um ecrã de 13", 8GB de RAM e opções de armazenamento de 256GB ou 512GB. Entre as restantes especificações estão o Magic Keyboard (com Touch ID na variante de 512GB), trackpad multi-touch, câmara de 1080p, duas portas USB-C e ficha para auscultadores. O portátil integra ainda novas colunas laterais com suporte para áudio espacial e Dolby Atmos.



A Apple aposta também em design e cores para diferenciar o modelo. O MacBook Neo chega em quatro opções - prateado, rosado, cítrico (amarelo esverdeado), e índigo (azul) - cada uma com teclado em cor a condizer. Apesar de ser um modelo de entrada, mantém várias características típicas dos portáteis da marca, incluindo a habitual espessura reduzida.
Este lançamento marca o regresso de um MacBook mais acessível no catálogo da Apple, algo que não acontecia desde a descontinuação do MacBook de 12" em 2019. Com a gama actual dominada pelos MacBook Air e Pro, o Neo surge como alternativa "económica", especialmente numa altura em que a empresa também apresentou o novo MacBook Air com chip M5, que chega ao mercado com um preço mais elevado. Só é pena a Apple não ter apostado num chip mais recente e mais memória RAM, o que faz com que este Neo fique desde já bastante limitado a nível de funcionalidades AI para os próximos anos.

O MacBook Neo tem preço a começar nos 699 euros para a versão de 256GB, e 799 euros para a versão de 512GB (com Touch ID no teclado), com as entregas a começarem a 11 de Março.

YouTube com anúncios "obrigatórios" em fullscreen

04-03-2026 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

Um suposto "bug" está a fazer com que o YouTube apresente publicidade que não pode ser removida ao ver vídeos em fullscreen.

Vários utilizadores têm-se deparado com um bug irritante no YouTube que coloca anúncios impossíveis de remover durante a reprodução de vídeos em ecrã inteiro. O problema afecta utilizadores tanto em Android como em iOS e tem sido relatado com maior frequência nos últimos dias.

Segundo os relatos, os anúncios aparecem no canto do ecrã enquanto o vídeo está a ser reproduzido. Embora exista a opção para fechar o anúncio, o botão simplesmente não funciona. Na prática, o anúncio permanece visível durante cerca de 30 segundos antes de desaparecer automaticamente.
Isto não afecta os anúncios tradicionais que aparecem antes do início do vídeo, mas sim os anúncios de canto que normalmente podem ser fechados manualmente, mas que assim acabam por ficar "presos" no ecrã.

Relatos semelhantes já tinham surgido no final de 2025 e no início de 2026, o que indica que o erro pode aparecer de forma intermitente. Actualizações recentes da aplicação não parecem ter resolvido o problema. Alguns utilizadores dizem que abrir o vídeo através do browser evita o bug, mas que não é uma solução conveniente para quem prefere utilizar a app do YouTube.

O facto dos anúncios manterem o botão de "fechar" faz pensar que se trata de um bug, já que de outro modo seria fácil assumir que seria apenas mais uma das alterações que o YouTube estaria a testar como forma de incentivar a subscrição do plano Premium.

Carregador BONAI com 8 pilhas recarregáveis a €17

04-03-2026 | 13:13 | A Minha Alegre Casinha

Para evitar a troca infindável das pilhas, nada como usar pilhas recarregáveis e este pack da BONAI com carregador e 8 pilhas é uma excelente forma de começar.

Vivemos num mundo "mobile" em que assumimos que as coisas funcionam sem necessidade de estarem agarradas a cabos de alimentação, e isso faz com que exista uma dependência crítica em baterias e pilhas. No caso das pilhas, que continuam a ser comuns em coisas como controlos remotos, gamepads, teclados wireless e muitas outras coisas, uma das melhores opções é trocar as pilhas convencionais por pilhas recarregáveis reutilizáveis, e o investimento não é assim tão avultado quanto se possa pensar.
Este carregador BONAI já traz 8 pilhas recarregáveis (4x AA de 2800 mAh + 4x AAA de 1100 mAh) e custa apenas 17 euros.

Quem quiser mais pilhas, pode também optar pelo pack de 24 pilhas recarregáveis AA 2800 mAh adicionais.

As pilhas incluídas são de 2800 mAh no caso das AA, e de 1100 mAh no caso das AAA; e este carregador tem a vantagem de usar uma comum ficha USB e permitir carregar pilhas individualmente (alguns só permitem carregar pares). Tenho um carregador há vários anos e tem funcionado sem chatices, o que me tem permitido evitar gastar pilhas descartáveis, e recomendo. :)


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Google Pixel recebe ícones AI personalizados

04-03-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

A Google continua a aplicar AI nos seus smartphones, e agora os Pixel podem adoptar icons temáticos gerados por AI.

Parecendo ditar o fim dos packs de temas tradicionais, a Google lançou mais opções de personalização para os smartphones Pixel com uma abordagem centrada em inteligência artificial. Com o mais recente Pixel Drop, os dispositivos Pixel equipados com chip Tensor (do Pixel 6 em diante) passam a suportar novos estilos de ícones personalizados gerados por AI directamente no launcher.

Infelizmente, isto não permite liberdade total para os utilizadores, já que não podem escrever o seu próprio "prompt", podendo apenas escolher entre opções pré-definidas como "Cookies", com ícones coloridos em estilo 3D, ou "Treasure”, que apresenta ícones dourados sobre fundo branco. Outros temas disponíveis são o "Scribbles", "Easel" e "Stardust". Estes pacotes são gerados automaticamente para combinar com o wallpaper e o estilo visual do sistema, seguindo a filosofia de personalização já introduzida com o Material You.
No entanto isto não dá uma total resposta aos pedidos dos utilizadores: o Pixel Launcher continua sem suporte oficial para packs de icons disponíveis na Play Store, e estes icons gerados (com limitações) por AI não irão satisfazer os utilizadores que querem usar temas específicos.

ChatGPT 5.3 Instant com respostas mais directas

04-03-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A OpenAI diz que o ChatGPT 5.3 Instant será mais directo a responder aos utilizadores, com menos recusas e frases desnecessárias.

A OpenAI anunciou uma actualização para o ChatGPT, que passa a utilizar o modelo ChatGPT-5.3 Instant. A nova versão foi desenvolvida para oferecer respostas mais directas e consistentes, reduzindo explicações desnecessárias e tornando as interações mais rápidas e objetivas.

Segundo a OpenAI, uma das principais mudanças é a capacidade do modelo chegar mais rapidamente ao objectivo pretendido. Em versões anteriores, o chatbot podia começar com introduções longas ou justificações antes de responder à pergunta. Com o novo modelo, foca-se na informação essencial sem alongar demasiado a explicação.
Outra melhoria prometida é a redução de recusas desnecessárias. Versões anteriores podiam rejeitar perguntas que eram, na verdade, seguras de responder - o ChatGPT-5.3 Instant deverá lidar melhor com esses pedidos, evitando respostas excessivamente cautelosas ou moralistas. A actualização também ajusta o tom das respostas, reduzindo o estilo considerado por alguns utilizadores como demasiado paternalista. Expressões excessivamente emotivas ou motivacionais deverão surgir com menos frequência, dando lugar a uma conversa mais natural. O novo modelo começa a ser disponibilizado de imediato na versão Instant, com atualizações para as versões Thinking e Pro previstas para breve.

Dito isto, a OpenAI tem outras coisas com que se preocupar, com a sua recente parceria com o Departamento de Defesa dos EUA a ter causado grande descontentamento entre muitos utilizadores, que têm mudado para assistentes AI rivais como o Claude. O facto da OpenAI também ter anunciado que iria lançar o ChatGPT 5.4 nos próximos dias gera alguma perplexidade quanto ao lançamento deste 5.3 Instant nesta altura.

Carregador BONAI com 8 pilhas recarregáveis a €17

04-03-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Para evitar a troca infindável das pilhas, nada como usar pilhas recarregáveis e este pack da BONAI com carregador e 8 pilhas é uma excelente forma de começar.

Vivemos num mundo "mobile" em que assumimos que as coisas funcionam sem necessidade de estarem agarradas a cabos de alimentação, e isso faz com que exista uma dependência crítica em baterias e pilhas. No caso das pilhas, que continuam a ser comuns em coisas como controlos remotos, gamepads, teclados wireless e muitas outras coisas, uma das melhores opções é trocar as pilhas convencionais por pilhas recarregáveis reutilizáveis, e o investimento não é assim tão avultado quanto se possa pensar.
Este carregador BONAI já traz 8 pilhas recarregáveis (4x AA de 2800 mAh + 4x AAA de 1100 mAh) e custa apenas 17 euros.

Quem quiser mais pilhas, pode também optar pelo pack de 24 pilhas recarregáveis AA 2800 mAh adicionais.

As pilhas incluídas são de 2800 mAh no caso das AA, e de 1100 mAh no caso das AAA; e este carregador tem a vantagem de usar uma comum ficha USB e permitir carregar pilhas individualmente (alguns só permitem carregar pares). Tenho um carregador há vários anos e tem funcionado sem chatices, o que me tem permitido evitar gastar pilhas descartáveis, e recomendo. :)


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Chrome passa para actualizações quinzenais

04-03-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A Google vai acelerar o lançamento de actualizações do Chrome para duas semanas.

A Google anunciou uma mudança no ciclo de desenvolvimento do Chrome, que passará de actualizações principais a cada quatro semanas para um novo modelo de duas semanas. A alteração entra em vigor com o lançamento do Chrome 153, previsto para 8 de Setembro, marcando o início de um ritmo mais rápido de distribuição de funcionalidades, correcções de erros, e melhorias de desempenho.

Com o novo calendário, o Chrome passará a receber duas versões estáveis por mês. O mesmo modelo será aplicado às versões beta do browser em todas as plataformas: desktop, Android e iOS. Já os canais de desenvolvimento Dev e Canary continuam a seguir o calendário actual, enquanto a versão Extended Stable mantém o ciclo de oito semanas para empresas que necessitem de plataformas com menor ritmo de actualizações.
Segundo a Google, os lançamentos mais frequentes serão menores em escala, o que deverá reduzir potenciais problemas e facilitar a identificação de falhas após cada actualização. A empresa diz que "melhorias recentes" no processo de desenvolvimento permitem acelerar o ritmo sem comprometer a estabilidade do browser - o que, embora não seja detalhado, se suspeita que poderá referir-se ao uso de tecnologia AI para assistir a programação.

Para os utilizadores, o impacto será reduzido, já que o Chrome normalmente se actualiza em segundo plano. A maior diferença será um potencial aumento de pedidos de reinício do browser, no caso dos utilizadores que mantêm os seus browsers abertosdurante semanas. As actualizações de segurança continuaram a ser feitas semanalmente, seguindo o modelo lançado em 2023 para reduzir o tempo entre a descoberta de vulnerabilidades e a disponibilização de correcções.

Gorilla Glass Ceramic 3 promete mais resistência a quedas

04-03-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Um novo ano, uma nova geração do vidro mais famoso do mundo nos smartphones: o Gorilla Glass Ceramic 3 da Corning.

A Corning apresentou o Gorilla Glass Ceramic 3, uma nova geração do seu vidro de protecção para smartphones que promete maior resistência contra quedas. Este vidro será estreado no próximo Motorola Razr Fold, reforçando a aposta da marca em materiais mais resistentes para dispositivos dobráveis.

Segundo a Corning, o Gorilla Glass Ceramic 3 foi desenvolvido para suportar quedas repetidas durante anos. Em testes de laboratório, o material resistiu a pelo menos 20 quedas consecutivas de um metro de altura sobre superfícies que simulam asfalto - um cenário comum em acidentes do dia a dia. Em comparação, um vidro tradicional teria falhado logo na primeira queda. Durante demonstrações na MWC 2026, a empresa mostrou a tecnologia deixando cair repetidamente um dispositivo de teste com o ecrã voltado para baixo. Mesmo após várias quedas, o equipamento manteve-se intacto, demonstrando a resistência adicional desta nova geração.

O Motorola Razr Fold será o primeiro smartphone a chegar ao mercado com Gorilla Glass Ceramic 3. Embora todas as melhorias sejam sempre bem vindas, há que relembrar que todas estas garantias de pouco servem se se fizer parte do grupo de "azarados" que, vê o ecrã do seu smartphone partir-se mesmo após uma pequena queda.

Windows 11 chega aos 72% de mercado

03-03-2026 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

Após vários anos a ganhar utilizadores lentamente, nos últimos meses o Windows 11 saltou dos 50% para mais de 70% da quota de mercado.

O Windows 11 continua a ganhar utilizadores e está agora instalado em quase três quartos dos PCs de secretária em todo o mundo. De acordo com dados da StatCounter, o sistema operativo da Microsoft já superou os 72% de quota de mercado, um salto significativo face aos pouco mais de 50% registados no final de 2025. Em contrapartida, o Windows 10 caiu para 26%, com uma caída acentuada que espelha a subida do Windows 11 de forma inversa, e muito longe dos mais de 80% que chegou a atingir no seu auge.

Lançado em Outubro de 2021, o Windows 11 demorou vários anos a ultrapassar o seu antecessor. Só após o anúncio do fim de suporte ao Windows 10 é que a sua adopção tem acelerado de forma mais significativa. As exigência de hardware, que deixaram para trás milhões de computadores ainda funcionais, são um dos grandes entraves. A obrigatoriedade de uma conta Microsoft na configuração inicial também não tem agradado aos utilizadores mais preocupados com privacidade e controlo.
Embora existam formas alternativas de contornar algumas dessas limitações, a Microsoft tem vindo a dificultar esses métodos. Parte do crescimento poderá estar ligado à compra de novos computadores já com Windows 11 pré-instalado, em vez de uma decisão activa de actualização. Há também quem tenha optado por se mudar para sistemas concorrentes, como macOS ou distribuições Linux, evitando os novos PCs Copilot+ promovidos pela Microsoft em parceria com a Qualcomm.

Apesar deste crescimento, o Windows 11 continua a enfrentar críticas constantes devido à falta de optimização e actualizações problemáticas. São recorrentes falhas que vão desde pequenos bugs até problemas mais sérios, como perdas de dados associadas ao BitLocker ou sistemas que deixam de arrancar após updates de segurança. A Microsoft já se comprometeu em corrigir as falhas mais irritantes do sistema, mas isso é algo que terá que ser demonstrado na prática e não apenas com promessas.

Apple apresenta M5 Pro e M5 Max, novos MacBooks Pro e Air, e Studio Display XDR

03-03-2026 | 18:30 | Aberto até de Madrugada

Para o segundo dia de lançamentos a Apple apresentou os chips M5 Pro e M5 Max, MacBooks Pro e Air actualizados, e ainda um novo monitor Studio Display XDR.

Depois do iPhone 17e e iPad Air M4, o dia de hoje foi dedicado aos MacBooks, com chips M5 actualizados, e também um monitor Studio Display XDR que resolve algumas das limitações do modelo original.

M5 Pro e M5 Max com Fusion Architecture

A Apple revelou os novos chips M5 Pro e M5 Max. A grande novidade é a nova Fusion Architecture, uma abordagem inédita na Apple que junta dois dies de 3ª geração de 3nm num único sistema-on-a-chip (SoC). Tanto o M5 Pro como o M5 Max contam agora com um CPU de 18 núcleos, um salto face às gerações anteriores. Este novo design inclui seis "super cores" - o novo nome da Apple para os núcleos de alto desempenho - acompanhados por 12 núcleos focados na eficiência energética. Segundo a empresa, isto traduz-se em até 30% mais desempenho em tarefas multithread face à geração M4 e até 2.5x mais rápido do que os M1 Pro e M1 Max.

No lado gráfico, o M5 Pro pode ser configurado com até 20 GPU cores, enquanto o M5 Max vai até 40. Cada núcleo gráfico inclui agora um Neural Accelerator dedicado, permitindo mais de 4x o pico de desempenho em AI comparado com a geração anterior. A Apple fala ainda em até 50% mais desempenho gráfico global, com melhorias até 35% em ray tracing. Os chips incluem shader cores melhorados com dynamic caching de segunda geração e hardware-accelerated mesh shading. O M5 Pro suporta até 64GB de memória unificada com largura de banda até 307GB/s, enquanto o M5 Max chega aos 128GB e 614GB/s. Em termos de GPU compute para AI, ambos oferecem mais de 4x o desempenho da geração anterior e mais de 6x face aos M1 Pro e M1 Max. O armazenamento também ficou mais rápido, com velocidades de leitura/escrita até 2x superiores à geração M4, atingindo até 14.5GB/s - equivalentes a um SSD PCIe 5.0.


MacBook Pro com M5 Pro e M5 Max

Os novos modelos de 14 e 16" do MacBook Pro chegam equipados com os M5 Pro e M5 Max e tiram partido da nova Fusion Architecture. Pela primeira vez no Apple silicon, os componentes - CPU, GPU, Media Engine, Neural Engine, controlador de memória e Thunderbolt 5 - estão distribuídos por dois dies interligados. Ambos os chips incluem um Neural Engine de 16 núcleos com ligação à memória mais rápida para acelerar tarefas de Apple Intelligence executadas localmente. O Media Engine passa a suportar descodificação AV1 por hardware, além de H.264, HEVC e ProRes.

A conectividade também evolui com o novo chip N1 da Apple, que traz WiFi 7 e Bluetooth 6 - um upgrade face ao WiFi 6E e Bluetooth 5.3 da geração anterior. O Thunderbolt 5 mantém-se, mas agora cada porta tem o seu próprio controlador dedicado, permitindo que as três funcionem à largura de banda máxima em simultâneo. Em monitores externos, o M5 Pro suporta até dois ecrãs de alta resolução, enquanto o M5 Max permite até quatro. A autonomia pode chegar às 24 horas no modelo de 16 polegadas. Há também carregamento rápido até 50% em 30 minutos com um adaptador USB-C de 96W ou superior.

No armazenamento, os modelos com M5 Pro passam a começar nos 1TB, enquanto as versões com M5 Max arrancam nos 2TB.
Os preços começam nos 2.599 euros para o MacBook Pro de 14" com M5 Pro e nos 3.099 euros para o de 16". As versões com M5 Max arrancam nos 4.299 e 4.599 euros, respectivamente. As pré-encomendas abrem a 4 de Março, com chegada ao mercado a 11 de Março.


MacBook Air recebe M5 e 512GB base

A Apple também actualizou o MacBook Air com o novo chip M5. Este modelo inclui um CPU de 10 núcleos e até 10 GPU cores, igualmente com Neural Accelerators em cada núcleo gráfico. A empresa promete até 4x mais desempenho em tarefas de AI face ao MacBook Air com M4.

O chip integra ainda shader cores melhorados, um motor de ray tracing de terceira geração e unified memory com largura de banda até 153GB/s - um aumento de 28% face ao M4. Tal como no MacBook Pro, o MacBook Air passa a incluir o chip N1 com Wi-Fi 7 e Bluetooth 6. A capacidade base de armazenamento sobe para 512GB, com opções até 4TB, e velocidades até 2x superiores à geração anterior.

O novo MacBook Air começa nos 1.249 euros, mais caro que o modelo anterior mas agora vindo com 512 GB de base. As pré-encomendas arrancam a 4 de Março e o lançamento está marcado para 11 de Março.


Quanto ao novo MacBook "económico" com o chip usado nos iPhones, a Apple parece ter cometido um deslize e revelado que se vai chamar MacBook Neo, mas a apresentação oficial deve ficar para amanhã.


Novo Studio Display XDR com mini-LED, 120Hz e Thunderbolt 5

A Apple revelou o novo Studio Display XDR, um monitor de 27" que passa a ocupar o lugar do antigo Pro Display XDR, agora descontinuado. A marca passa assim a ter duas versões do Studio Display: o modelo standard e a nova variante XDR, mais avançada.

O Studio Display XDR traz um ecrã Retina XDR de 27" com resolução 5K (5120x2880 a 218 ppi), retroiluminação mini-LED com 2.304 zonas de escurecimento local e taxa de actualização até 120Hz. Inclui Adaptive Sync, permitindo uma taxa variável entre 47Hz e 120Hz em jogos. Em termos de brilho, atinge até 1.000 nits em SDR e até 2.000 nits em HDR. Suporta a gama de cores P3 e Adobe RGB, com mil milhões de cores, e inclui True Tone.

Na parte traseira, o Studio Display XDR inclui duas portas Thunderbolt 5 (até 120Gb/s) e duas USB-C (até 10Gb/s). Uma das Thunderbolt 5 é upstream com carregamento até 140W, enquanto a outra permite ligar acessórios ou fazer daisy chain de monitores adicionais. Ambos os novos Studio Display mantêm o design geral da geração anterior, mas incluem agora uma câmara de 12MP com Center Stage que passa a suportar Desk View. O sistema de seis altifalantes também foi melhorado, com a Apple a prometer graves 30% mais profundos face ao modelo anterior.

O modelo standard do Studio Display foi actualizado, embora sem chegar ao nível do XDR. Continua a oferecer um painel Retina 5K de 27" (LCD sem mini-LED), resolução 5120x2880 a 218 ppi, taxa de actualização de 60Hz e brilho até 600 nits, com suporte para a gama de cores P3 e True Tone. As novidades incluem agora duas portas Thunderbolt 5 (até 120Gb/s), com uma porta upstream que fornece até 96W de carregamento passthrough e outra para acessórios ou ligação em cadeia de ecrãs. A câmara de 12MP com Center Stage também passa a suportar Desk View, e o sistema de som de seis altifalantes recebe woofers melhorados com graves 30% mais profundos.

A taxa de atualização de 120Hz, a retroiluminação mini-LED, o brilho superior e o carregamento a 140W ficam exclusivos do Studio Display XDR. De notar que, quando ligado a Macs com chips M1, M1 Pro, M1 Max, M1 Ultra, M2 ou M3, o monitor fica limitado a 60Hz.

Os novos Studio Displays podem ser pré-encomendados a partir de 4 de Março, com lançamento marcado para 11 de Março. O Studio Display XDR tem preço base de 3.499 euros (3.799 euros com vidro nanotextura anti-reflexo), e o 1.699 / 1.999 euros para o Studio Display básico.

Snapdragon Wear Elite para smartphones e wearables

03-03-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

A Qualcomm revelou o Snapdragon Wear Elite, o seu primeiro chip "Elite" que promete levar a AI para os smartwatches.

A Qualcomm apresentou o Snapdragon Wear Elite, o seu primeiro processador com selo "Elite" pensado para smartwatches e dispositivos wearables com foco na inteligência artificial. Depois das gamas Snapdragon X Elite para PCs e Snapdragon 8 Elite para smartphones, a marca leva agora esta designação para o segmento dos relógios inteligentes e gadgets como AI pins e pendentes inteligentes.

Fabricado num processo de 3 nm, o novo chip representa um salto face ao Snapdragon W5 Plus Gen 1 de 4 nm. Inclui um CPU de cinco núcleos (um núcleo principal a 2,1 GHz e quatro núcleos eficientes a 1,9 GHz) e promete até cinco vezes mais desempenho em single-thread. No campo gráfico, o GPU pode atingir até sete vezes mais FPS. A grande novidade está no reforço do processamento AI: além do NPU integrado para tarefas de baixo consumo, é o primeiro chip wearable da Qualcomm com NPU Hexagon dedicado, capaz de correr modelos AI com até 2B de parâmetros directamente no chip.
Esta capacidade abre portas a funcionalidades como respostas inteligentes, geração e resumo de texto, reconhecimento de actividade, cancelamento de ruído, e até assistentes de fitness, mais avançados - tudo processado localmente sem necessidade de uma ligação à internet ou subscrição de um serviço AI. A Qualcomm promete ainda até 30% mais autonomia face às gerações anteriores e carregamento até 50% em apenas 10 minutos. Em termos de conectividade, o Snapdragon Wear Elite suporta 5G RedCap (Reduced Capability - pensado para baixo consumo), WiFi de ultra baixo consumo, NB-NTN para comunicações via satélite, Bluetooth 6.0, GNSS e UWB. No entanto, os fabricantes poderão optar por versões sem alguns destes módulos.

Os primeiros produtos com este novo chip deverão chegar ao mercado na segunda metade de 2026, e o interesse é de tal ordem que até a Samsung deverá abdicar dos seus Exynos para equipar os seus próximos smartwatches com este chip.

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