PlanetGeek

Planetário do Porto reabre a 1 de Junho com evento para crianças

28-05-2020 | 07:00 | Aberto até de Madrugada


O Planetário do Porto – Centro de Ciência Viva marca a sua reabertura no período pós Covid-19 no dia 1 de Junho, e com eventos especiais para celebrar o Dia Mundial da Criança.

Reabertura do Planetário do Porto CCV no Dia Mundial da Criança

Segunda-feira, 1 de Junho, 2020 · 15h00 – 17h00

No Dia Mundial da Criança o Planetário do Porto – Centro de Ciência Viva reabre as suas portas ao público com uma programação especial dedicada às famílias. Para celebrar as crianças no seu dia, venham passar a tarde connosco: participando numa oficina de construção e lançamento de foguetões de ar às 15h00 e na sessão imersiva de planetário “O Despertar da Era Espacial", às 16h00.

Para que todos se sintam em segurança, implementámos novas regras e medidas de prevenção no planetário que estão de acordo com as normas de segurança estabelecidas pela Direção Geral de Saúde (DGS).

Este evento é gratuito, mas requer inscrição obrigatória, devido à lotação reduzida da cúpula, que garante o distanciamento social adequado.

Texas Instruments remove programação nas suas calculadoras

27-05-2020 | 20:23 | Aberto até de Madrugada


A Texas Instruments está a angustiar muitos dos seus clientes, tendo deliberadamente removido a capacidade de algumas das suas calculadoras programáveis poderem executar programas em C e Assembler.

O sector das máquinas de calcular científicas é desde há muito criticado por ser um monopólio onde muitas instituições exigem o uso de calculadoras específicas e que os fabricantes mantêm essas máquinas com preço obscenamente elevados (muitas delas custando mais que smartphones, com hardware e capacidades muito superiores). Mas, pior ainda, é quando marcas como a Texas Instrument decidem limitar as capacidades das suas máquinas.

Com a mais recente actualização de firmware, a Texas Instrument removeu, sem qualquer pré-aviso, a capacidade de algumas calculadoras poderem correr programas em C / ASM, afectando modelos como as TI-84 Plus CE, TI-83 Plus CE-T e TI-83 Premium CE. Isto põe um ponto final em projectos que demonstravam as capacidades destas máquinas com coisas como jogos (incluindo o icónico Doom) e muitas outras coisas.

A Texas justifica a alteração como sendo uma forma de evitar que os alunos contornem as limitações do modo "exame" e utilizem as máquinas para copiarem nos exames; mas é uma justificação que não convence, já que continuarão a existir formas de o contornar, e muitos dos actuais utilizadores simplesmente optarão por dispensar a dita actualização e manter-se no firmware antigo. No entanto, para quem comprar as calculadoras a partir de agora, arrisca-se a ficar limitado até que surja um "jailbreak".

Spotify remove limite de 10 mil músicas

27-05-2020 | 17:30 | Aberto até de Madrugada


Após muitos anos de pedidos, o Spotify dá finalmente resposta aos utilizadores com gostos musicais mais volumosos, removendo o limite de 10 mil músicas / álbuns nas suas colecções.

O limite de 10 mil items nas colecções poderia ser algo que passava despercebido à maioria dos utilizadores, mas tornava-se uma inevitabilidade para muitos outros que fossem regulamente acrescentando músicas e álbuns. Na verdade, considerando utilizadores de longa data do Spotify, a acumularem música ao longo de anos, acabava por ser um limite que ia sendo atingido por um número crescente de pessoas - talvez tendo sido essa a razão pela qual o Spotify finalmente tratou do assunto.

O Spotify deixa de ter um limite máximo de 10 mil músicas / álbuns nas colecções dos utilizadores.

[a mensagem "All filled up" que anteriormente era apresentada aos utilizadores]


No entanto, a remoção deste limite não afecta outros limites do serviço. Os utilizadores continuam a estar limitados a um download máximo de 10 mil músicas em 5 equipamentos diferentes para ouvirem em modo offline; e as playlists continuam a manter o limite de 10 mil items. No entanto, agora nada nos impede de ter 20 ou 50 mil playlists, cada uma com 10 mil músicas.

No caso de ainda se depararem com a mensagem "sem espaço", é uma questão de esperarem mais alguns dias, pois a actualização está em propagação para todos os utilizadores.

Impressora portátil Xiaomi a €59

27-05-2020 | 16:30 | Aberto até de Madrugada


Ideal para imortalizar momentos especiais, ou simplesmente para relembrar o prazer das fotos físicas, esta impressora portátil da Xiaomi AR Zink permite criar fotos onde quer que se esteja.

Vivemos numa época em as fotos perderam parte do seu encanto devido à actual capacidade de facilmente se tirarem centenas ou milhares de fotos num único dia, sem qualquer "custo" associado. No entanto, essa mesma vertente digital que tantos benefícios trouxe, teve como efeito secundário reduzir drasticamente o número das fotos impressas em papel e dos antigos álbuns fotográficos físicos que eram o orgulho de tantas famílias. Daí que as fotos em formato físico ainda mantenham um encanto especial, que felizmente pode ser recuperado.


Esta impressora portátil Xiaomi está disponível por 69 euros com envio de Espanha e entrega em 2 dias. Se não tiverem pressa, podem apanhá-la por 59 euros vinda da China, com mais 3.25 euros para o envio via EU Priority Direct.

Esta impressora portátil usa os packs de papel Zink, pelo que não temos que nos preocupar com substituição de tinteiros - já que a tinta está incluída em cada uma das folhas a serem impressas, sendo irrelevante que imprimam uma foto toda a preto, ou a branco, ou de qualquer outra cor. Um pack de 50 folhas Zink adesivas custa 24 euros, pelo que cada foto impressa fica por 48 cêntimos.

Notícias do dia

27-05-2020 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

App Dark Sky falsa está a conquistar utilizadores na Play Store; análise ao Huawei P40 Pro; app Xbox Family Settings chega à Play Store; Apple está a repetir actualizações de apps já actualizadas; a revolução da baterias está a acontecer - nos preços; e ainda o caso do Chrome e Firefox marcarem o site YTS como "phishing". E não te esqueças que hoje poderemos acompanhar o primeiro lançamento com astronautas da SpaceX. :)

Antes de passarmos às notícias, temos novo passatempo que te pode valer exemplares do livro "Introdução ao desenvolvimento moderno para a web" da FCA.

OnePlus promete regressar aos smartphones económicos



Com os smartphones da OnePlus a terem preços cada vez mais elevados ao longo das últimas gerações, o seu CEO Pete Lau garante que a marca não perdeu de vista a missão original da empresa e promete voltar a lançar smartphones a preços mais acessíveis.

Inicialmente a OnePlus adquiriu fama mundial por lançar um "topo de gama" a preço de um smartphone económico; mas esse patamar há muito que foi abandonado - bastando olhar para o preço do actual modelo OnePlus 8 Pro, a começar nos 919 euros, e o 8 normal a começar nos 720 euros. Veremos quando é que a nova promessa se concretiza, e em que patamar é que os futuros modelos "económicos" se situarão.


Google Home desaparece da Google Store



Se estiverem a pensar comprar um Google Home, será melhor adiarem a compra por enquanto. A Google removeu os Google Home da sua loja online, sendo um indicador de que é altamente provável que esteja prestes a revelar o seu sucessor.

O Google Home foi lançado em Novembro de 2016, e embora seja um tipo de produto que não precisa de ter actualizações de hardware anualmente (nem convém!), começa a estar na hora de ter um sucessor. Dito isto, não deixa de ser estranho que a Google o remova da sua loja antes de apresentar um novo modelo para o substituir. E, por outro lado, é também sinal de que poderão surgir negócios bastante tentadores para "despachar" os modelos antigos assim que for anunciado o novo Google Home.


Trump ameaça serviços online após ter tweets seus marcados como "falsos"



O Twitter tem sido a plataforma de eleição do presidente Donald Trump, mas a relação está a azedar. Depois de ter tido, pela primeira vez, alguns dos seus tweets marcados como "falsos", com um link a apontar para esclarecimentos relacionados com votação por correio (algo que alguns estados norte-americanos estão a tentar impedir), Donald Trump retalia com a ameaça de que é preciso legislação para impedir que as plataformas online "silenciem as vozes conservadoras".

Um panorama curiosos e preocupante que se vai formando nos EUA, onde algumas pessoas até já vão expressando o receio de que Trump utilize o Covid-19 como desculpa para adiar as próximas eleições e seguir o exemplo de outros líderes mundiais que tanto admira, para se manter no poder por tempo "indeterminado".


macOS Catalina 10.15.5 vai proteger bateria dos MacBooks



A Apple já lançou a mais recente actualização macOS 10.15.5, que entre várias melhorias vem com um novo sistema de gestão de bateria "Battery Health Management", que promete aumentar a longevidade das mesmas nos MacBooks. Entre as suas capacidades estão coisas como evitar que a bateria seja carregada a 100% em computadores que estão quase permanentemente ligados ao carregador, e indicar o estado de "saúde" da mesma.

A actualização conta ainda com a correcção de diversos bugs (transferências de ficheiros grandes em RAID, não conseguir introduzir a password no login, etc.) e a opção para que, durante sessões de FaceTime em grupo, se mantenha o tamanho das janelas de todos os intervenientes em vez de apresentar a pessoa que está a falar em destaque.


Curtas do dia


Resumo da madrugada

Galaxy Note 20 vai ser quase um tablet

27-05-2020 | 15:21 | Apps do Android


Os fãs dos smartphones grandes têm motivos para festejar, já que os rumores apontam para que a próxima geração dos Galaxy Note 20 da Samsung seja ainda maior.


Com base nos diagramas que supostamente revelam os futuros Galaxy Note 20, a Samsung prepara-se para levar o conceito de "phablet" ao limite, com o novo Galaxy Note 20 "pequeno" a usar um ecrã de 6.7" (para referência, o anterior Note 10 usava um ecrã de 6.3"). Se se vier a comprovar, significa que o novo Galaxy Note 20 pequeno vá ter praticamente o mesmo tamanho do Note 10 Plus (com ecrã de 6.8"). E assim sendo... que tamanho de ecrã se poderá esperar para o Galaxy S20 Plus?

Se se mantiver o mesmo diferencial de 0.5" entre modelos, isto fará com que o Galaxy Note 20+ se arrisque a ter um ecrã de 7.2" - o que, mesmo entre os fãs dos phablets, me parece que começa a tornar-se num exagero, mesmo com as devidas considerações devido à ausência de margens.

Regressando ao modelo "pequeno", as dimensões anunciadas são de 161.8 x 75.3 x 8.5 mm, bastante próximas da do Note 10 Plus (162.3 x 77.2 x 7.9 mm). Pelo que, se tiverem um amigo que tenha um desses, ou passarem numa loja, já podem ficar com uma boa referência do seu tamanho. Quanto ao Note 20+... podem ir treinando com um tablet. :)



Por: Carlos Martins

Análise ao Huawei P40 Pro

27-05-2020 | 14:30 | Aberto até de Madrugada

Com o diferendo EUA-China que bloqueia o acesso da Huawei aos serviços da Google, e depois de uma tímida investida com o Mate 30 Pro, a Huawei põe a ausência das apps da Google à prova com a nova série Huawei P40. E sendo assim, qual o resultado para os consumidores? É o que vamos descobrir.


Sem aplicações nem serviços da Google, a Huawei centrou esforços no desenvolvimento de soluções alternativas. Serão os Huawei Mobile Services (HMS) e a AppGallery respostas à altura daquilo que os consumidores exigem? Terá a nova série P40 argumentos para garantir a escolha do consumidor? Temos vindo a utilizar o Huawei P40 Pro ao longo das últimas semanas e é com base na experiência adquirida, que iremos procurar responder às perguntas acima apresentadas.

Unboxing



A caixa apresenta o layout a que a marca nos tem vindo a habituar nos últimos anos, com o smartphone em primeiro plano, e por baixo deste, os acessórios.



Auriculares USB-C, cabo USB-C (5A), carregador e uma sempre bem vinda capa de silicone, que poderá ajudar a evitar danos numa queda inesperada. O carregador é compatível com a norma SuperCharge, disponibilizando uma potência de carregamento até 40W, numa relação 10V/4A, tal como apresentado no P30 Pro.


O Huawei P40 Pro



Em termos de design, a Huawei tem-se mantido fiel às suas linhas mestras, com o corpo em metal a receber o ecrã e a traseira em vidro. Em termos de dimensões não há grandes diferenças face aos modelos lançados anteriormente, com o P40 a surgir mais estreito (0,8mm) e comprido (0,2mm). A espessura aumentou para 8,95mm (8,41mm no P30 Pro, 7,8mm no P20 Pro) e o peso ultrapassa agora as 200g (209g), representando um aumento de 29g em dois anos (192g no P30 Pro, 180g no P20 Pro). Uma das diferenças entre a linha P e a Mate acaba assim por se esbater, com a Huawei a dar preferência a um corpo com maior espessura e peso.



A frente apresenta duas novidades. Depois de um notch (P20 Pro) e um furo central (P30 Pro), a Huawei aposta agora num furo alargado à esquerda, que alberga a câmara frontal, câmara de profundidade (IR) e os sensores de luz ambiente e proximidade. De notar a ausência de uma grelha para saída de som, com a coluna para as chamadas de voz a estar colocada sob o ecrã.



O ecrã Quad-curve Overflow é outra das novidades, com a Huawei a apostar também numa curvatura em cima e em baixo. Um olhar mais atento revela uma realidade algo diferente diferente, com o ecrã a apresentar uma curvatura mínima nesta zonas (ao contrário das laterais onde esta é bem evidente). A curvatura existe, mas de forma pronunciada apenas no vidro frontal e não no ecrã.



À direita, os botões de volume e power, com este último a apresentar um entalhe a vermelho que o permite distinguir dos restantes, algo que não é possível fazer através do tacto pois o acabamento dos botões não apresenta diferenças significativas que permitam a sua diferenciação ao toque.



Na lateral superior, que passa a contar com um acabamento arredondado, um microfone e um emissor de infra-vermelhos para controlo de TVs e equipamentos áudio.



Na lateral inferior, também ela arredondada, o slot para os cartões SIM e NM Card (proprietário da marca), um microfone, porta USB-C e a grelha para saída de som, sendo esta a única coluna utilizada para a reprodução de áudio.


Hardware



Em termos de hardware, a Huawei deu continuidade à política que tem vindo a utilizar já há alguns anos, com o processador da série Mate a equipar os modelos da série P seguinte, sendo que neste P40 Pro temos a versão 5G do Kirin 990 que equipa o Mate 30 Pro.

Ao contrário do que a Qualcomm apresentou com o Snapdragon 865 com núcleos Cortex A77, a HiSilicon optou por melhorar a eficiência dos Cortex A76, estratégia que de resto tem sido sua prática aquando da utilização de um nova geração de processador.

O Kirin 990 5G apresenta dois núcleos de alto desempenho Cortex-A76 a 2.86GHz, dois núcleos intermédios igualmente Cortex-A76 mas a uma frequência inferior (2.36GHz) e ainda quatro núcleos Cortex-A55 a 1.95GHz para as tarefas que necessitam de menor poder de processamento. O GPU continua a cargo do Mali G76, se bem que com um reforço no número de núcleos, que passou dos 10 a 720Mhz (Kirin 980), para 16 a 600Mhz neste Kirin 990.



O ecrã OLED de 6,58" apresenta uma resolução de 2640 x 1200 pixels (~440 ppp), com uma taxa de actualização de 90Hz, uma novidade face ao 60Hz utilizados nos anteriores modelos. Mais uma vez a Huawei mostra-se conservadora, tanto na resolução, como na taxa de actualização. Durante vários anos manteve-se fiel ao Full HD, tendo optado posteriormente por resolução na casa do FHD+. Agora com a taxa de refrescamento passa para os 90Hz, optando por dispensar (por agora?) os 120Hz que têm sido opção na concorrência.

O armazenamento recebe um upgrade sempre bem vindo, passando a contar com a norma UFS 3.0. No nosso mercado, está disponível a versão com 256GB de armazenamento e 8GB de RAM. A bateria não sofre alterações face ao apresentado no modelo anterior, com o P40 Pro a contar com os mesmos 4200mAh do P30 Pro. A bateria suporta carregamento rápido SuperCharge a uma potencia máxima de 40W, com o carregamento sem fios a passar dos 15 para os 27W.

O Huawei P40 Pro está certificado com a norma IP68, sendo por isso capaz de resistir 30 minutos debaixo de água, até 1,5 metros de profundidade. As câmaras, sempre um dos destaques da série P, não deixam os seus créditos por mãos alheias. O arranjo vertical das câmaras traseiras passa agora a ser apresentado num sistema de "ilha" que surge destacado da traseira do smartphone.


Em utilização



Estivéssemos a atravessar um período de normalidade (e não nos estamos a referir ao COVID-19...) e esta secção seria iniciada com um elogio à EMUI, agora na sua versão 10.1. Infelizmente não é esse o caso, pelo que antes de abordarmos a interface, temos obrigatoriamente de falar naquele que é o actual calcanhar de Aquíles da Huawei Mobile: a ausência dos serviços e aplicações da Google.

Antes de passarmos ao cerne da questão, importa fazer um ponto prévio. Ao longo dos últimos meses têm surgido na internet vários guias para instalar os serviços da Google nos smartphones da Huawei. Uns mais simples, outros mais complicados, são métodos que podem deixar de funcionar a qualquer momento, ficando o utilizador "apeado". Tendo em conta que os métodos em questão não são suportados pela Huawei e envolvem a instalação de ficheiros de fonte desconhecida, com acesso a permissões para áreas sensíveis, a sua utilização não foi tida em conta nesta análise.


Enquadramento


Sem os serviços e aplicações da Google, a Huawei tem vindo a fazer o seu trabalho de casa por forma a oferecer alternativas aos consumidores (e developers), que começam desde logo na configuração inicial do equipamento, estendendo-se a diferentes áreas, com o assistente virtual a ser uma das últimas novidades.



No final da configuração inicial, o utilizador tem a opção de migrar os dados de um equipamento Android ou iOS, sendo esta a situação normal para quem esteja a fazer um upgrade. A aplicação Phone Clone já havia por nós sido testada e, com o P40 Pro, voltou a mostrar-se eficiente na transferência de jogos, aplicações, fotografias, históricos de chamadas, SMS e contactos.

Para a grande maioria dos utilizadores, este será um procedimento que fará com que a ausência da Play Store não seja notada de imediato, pois as suas aplicações preferidas, tirando algumas excepções, serão migradas para o novo equipamento, dados incluídos. Ficam a faltar as actualizações e algumas apps da Google, com o GMail e YouTube à cabeça. Para estes dois casos, a Huawei sugere a utilização do serviço via browser, opção que dá acesso ao email e vídeos, mas sem oferecer a mesma experiência de utilização.

Caso o utilizador não tenha um equipamento anterior ou não pretenda utilizar a migração dos dados, a sua vida vai ficar mais complicada. Os contactos terão de ser migrados manualmente, as fotografias ficarão apenas na localização anterior (não sendo este um grande problema...) e as aplicações, essas sim, serão a grande dor de cabeça.



O ecrã principal apresenta cinco pastas com sugestões de aplicações e jogos, divididas por entretenimento, social, lifestyle, jogos e negócios. Em cada pasta são apresentadas várias opções, havendo ainda mais sugestões na zona inferior do ecrã. Com esta alargada oferta, o utilizador ficará
desde logo com um vasto leque de opções para utilização, o que irá garantidamente facilitar-lhe a vida. Como nenhuma das apps e jogos está instalada, quem não pretender utilizar as sugestões terá apenas de apagar as pastas em questão.



A AppGallery mostra-se já bem mais recheada, com a Huawei a estabelecer acordos locais por forma a garantir as aplicações mais utilizadas em cada país.




Os grandes nomes começam a aparecer listados para instalação, mas há casos como os do Facebook e WhatsApp, em que o utilizador é encaminhado para o site oficial, onde pode descarregar a aplicação para instalação manual. Não sendo um processo complicado, por certo irá causar alguns problemas aos utilizadores menos experientes.



Com o número de aplicações a crescer a cada mês que passa, a AppGallery tem ainda um longo caminho a percorrer, faltando diversas aplicações importantes (e menos importantes) no seu catálogo. O utilizador pode sempre sugerir jogos e aplicações a serem incluídos nesta loja da Huawei, ficando com uma secção na gestão de perfil, onde pode consultar os histórico das sugestões apresentadas.



Instagram e Revolut são duas das ausências na AppGallery, sendo que no caso do primeiro, a AppGallery devolve várias propostas sem que nenhuma seja efectivamente a aplicação para acesso ao Instagram. A quantidade de opções acaba assim por pecar pela qualidade dos conteúdos apresentados, ficando o utilizador limitado à utilização da webapp (o que para alguns cenários, pode nem ser assim tão mau).




Esta variedade de oferta é transversal a todas as pesquisas. No caso do Revolut, deparámos-nos com uma situação deveras curiosa para a qual já havíamos alertado há algum tempo. A AppSearch está ainda a ser testada, mas se pesquisarem por Revolut na AppGallery, irá ser apresentada uma sugestão que encaminha o utilizador para o site ApkPure. Este site faz parte das opções da solução que está em teste e tal como o ApkMirror, é um agregador de jogos e aplicações, sendo possível encontrar a grande maioria dos jogos e apps mais conhecidos.



Ambos os sites possuem uma app para facilitar a instalação dos jogos e aplicações, sendo que no caso do ApkPure a solução está mais desenvolvida, informando o utilizador sempre que existir uma actualização disponível para o que este tiver instalado. De referir que a Huawei disponibiliza um serviço opcional, que efectua uma inspecção de segurança a aplicações com origem em terceiros. Será sempre uma garantia adicional de segurança, mas que terá no entanto um alcance limitado, pois não é conhecida a amplitude da verificação que é efectuada antes da instalação de apps e jogos.

A estas duas soluções não oficiais e diga-se, sem qualquer garantia de segurança, junta-se uma outra - esta sim oficial - com a App Store da Amazon a ser outra alternativa de peso, que por isso mesmo deverá ser sempre tida em conta.

Opções não faltam e há ainda o open-source, onde o NewPipe se constitui como uma excelente alternativa à app do YouTube, estranhando-se por isso o facto de a Huawei ainda não a ter na sua AppGallery. Esta variedade de opções acaba contudo por ser uma solução de recurso, que fica sempre aquém daquilo que a Play Store da Google disponibiliza.



Mesmo depois de se escolher a opção manual, a pergunta volta a ser colocada na actualização seguinte.

Com as frequentes actualizações e adição de novos conteúdos, é de crer que a AppGallery e os Huawei Mobile Services possam, a médio prazo, ser uma alternativa válida ao Google Play, até porque a Huawei está a replicar a maioria dos serviços que a Google disponibiliza: Music, Video, Photos, Cloud (onde as fotos pesam no armazenamento) e Assistant, sendo que nem todos estão disponíveis a nível global. É uma opção que se compreende e aceita, mas está longe de ser a melhor opção para todas as partes, com a Huawei a ter de empenhar recursos em áreas onde a Google dá cartas, quando poderia aplicar os mesmos no desenvolvimento de soluções onde a oferta é diminuta.

Há contudo um longo caminho a percorrer, com a EMUI a apresentar falta de evolução, havendo mesmo em algumas situações, retrocessos. O launcher continua a não apresentar as aplicações mais utilizadas, mantendo-se a opção pelas últimas a serem executadas e a App Assistant, que reúne funcionalidades como o GPU Turbo, desapareceu misteriosamente na EMUI 10, voltando a estar disponível na EMUI 10.1. Mais curioso ainda, foi a App Assistant deixar de identificar o Clash Royale como um jogo a poder tirar partido das funcionalidades disponíveis, tendo o utilizador de o adicionar manualmente. Esta situação poderá dever-se à origem da App (Google Play) com o sistema a não a reconhecer automaticamente, algo que acontece também com a aplicação Ai Life da Huawei, a qual foi migrada com o Phone Clone e a App Galery permite a instalação da mesma, não reconhecendo a que esta já está instalada.

É possível passar sem Google Play e Google Services?



Esta era a pergunta que nos assolava. A excessiva dependência da Google não deixava antever uma saída fácil, mas a realidade mostrou-se inesperadamente diferente. Utilizado o Phone Clone para passar a quase totalidade das aplicações para o P40 Pro, foi tempo de encontrar soluções para as questões que ficaram em aberto.

O Youtube, como já acima referido, tem no NewPipe uma excelente alternativa, que até tem a grande vantagem de dispensar os anúncios que inundam os vídeos. O Google Maps funciona, mas sem acesso ao histórico. A AppGalery passou recentemente a contar com o Here Maps, e o Waze é uma alternativa para a navegação.

O Google Photos e o backup automático ficam ausentes, com a Huawei a oferecer o serviço Cloud, que conta com 5GB de armazenamento gratuito. De referir que, ao contrário do que acontece no Google Photos, as fotografias pesam no armazenamento, pelo que o melhor será pensarem noutra opção (Amazon Prime com fotos ilimitadas, por exemplo) ou optarem por uma modalidade paga.



A ausência do GMail é mais um obstáculo a ultrapassar. Não que não seja possível adicionar a conta de email à app Email da Huawei, ou instalar outra aplicação para o efeito, como é o caso do Microsoft Outlook, ou o controverso BlueMail. A questão é que nenhuma destas aplicações consegue organizar o email com a estrutura a que o GMail nos habituou, dividindo as mensagens por assunto. Tratando-se de um hábito, cabe ao utilizador decidir embarcar numa nova experiência, caso contrário, terá de utilizar o browser para consultar o email.

Estes são os principais obstáculos, havendo naturalmente outros de menor dimensão, como é o caso do Google Keep ou Podcasts, sendo que para estas situações, há outras opções disponíveis com o mesmo nível de qualidade.

Assim sendo, sim, é possível passar sem as apps da Google, ou pelo menos reduzir drasticamente a dependência nelas, sendo que, em qualquer dos casos, pois vai forçosamente obrigar à alteração de procedimentos. Se tiverem um smartwatch Android Wear, o melhor mesmo será ponderar a aquisição de uma das várias propostas que a Huawei apresenta no campo dos wearables.

Utilização no dia a dia


Definidas novas modalidade de acção, rapidamente se passa a trabalhar de outra forma. As alterações acabam por passar ao lado, sendo que a principal lacuna está na ausência de actualização para os jogos e aplicações que forem instalados manualmente. Tudo o que tenha origem na AppGallery (ou no APKPure) não terá este problema e na verdade, para a grande maioria dos utilizadores, é bem possível que ausência de actualizações das apps, não seja um problema de grande monta.



Não deixa contudo de ser uma situação que terá que sofrer evolução, passando a AppGallery a contar com um mais vasto e completo leque de jogos e aplicações. Para já, terá o utilizador de se contentar uma notificação limitada às aplicações que a AppGalery sugere para instalação manual.

Quanto à utililzação no dia a dia, a curva do vidro traseiro permite um bom encaixe na mão e os botões laterais estão bem localizados, estando ao alcance dos dedos medido e indicador. Caso haja a tendência para utilizar o smartphone com uma mão, o indicador rapidamente passa para a traseira para equilibrar o equipamento na mão.


Nesta posição, o indicador acaba por ficar por cima da ilha de câmaras, algo que acaba por ser pouco cómodo. Esta ilha, embora tenha um bom efeito estético, acaba por interferir na utilização do equipamento e tendo em conta que o posicionamento das câmaras é exactamente o mesmo que o utilizado no P30 Pro, a opção da ilha acaba assim por ser questionável.

Ainda na traseira, o requintado acabamento do vidro acaba minimizado pelas dedadas que vamos deixando ao longo do dia. Felizmente que esta é uma área menos vista e as impressões dos dedos só são mais visíveis com a incidência de luz directa. Haverá ainda que contar com o "poder deslizante" deste P40 Pro, o qual sai disparado mesa abaixo caso seja pousado sobre uma superfície com um mínimo de inclinação. Ou a ilha de câmaras segura o smartphone, ou terão de o colocar de forma a não escorregar, pois os resultados de uma queda serão seguramente catastróficos.



Na frente, o sensor de impressão digital está bem posicionado, facilmente ao alcance do dedo polegar. É eficiente a detectar a impressão digital, conseguindo ser um pouco mais rápido a responder que o sensor do Mate 20 Pro.



Caso tenham o reconhecimento facial activo, o mais provável é que o P40 Pro esteja desbloqueado antes de tocarem com o dedo no sensor de impressão digital. O reconhecimento da face é menos seguro, mas acaba por ser mais cómodo. E, graças à câmara IR, consegue funcionar em ambientes com pouca ou nenhuma iluminação.

Haverá contudo que ter em conta o espaço que este ocupa, levando a que o orifício do P30 Pro tenha dado lugar a um furo alargado com dimensões consideráveis. Esteticamente, será sempre uma opção controversa, sobretudo para quem gosta de utilizar fundos claros, mas na maioria das aplicações (tirando o vídeo e fotografia), acaba por passar despercebido.



A curvatura nas zonas superior e inferior acaba por ter mais um efeito estético que útil, dado que estas zonas acabam por ter uma utilização reduzida. O acesso ao menu de notificações e a execução de gestos de navegação (caso os utilizem) são onde esta curvatura acaba por mostrar utilidade, com a ausência de arestas, a facilitar a execução dos movimentos.

Na zona inferior, uma única saída de som para a reprodução de conteúdos multimédia, opção que mais uma vez acaba por ser curta para um equipamento do segmento premium. Não que a contribuição do altifalante para chamadas de voz acrescente grande qualidade ao som, apenas se considera que um produto neste segmento de preço deve apresentar uma experiência áudio ao nível dos restantes componentes. Não é esse o caso, mas há que salientar a melhoria quando comparado com o som do Mate 20 Pro, com o P40 Pro a disponibilizar áudio mais limpo e definido.

Ainda em termos de som, a coluna para as chamadas de voz está agora posicionada sob o ecrã. Nas primeiras chamadas, dava por mim a ajustar o smartphone à procura de melhor som. Só mais tarde percebi que estava a colocar a orelha no local errado, com um grafismo no ecrã a mostrar onde a esta deve ser posicionada. A qualidade de som não saiu afectada com esta opção, apresentando um nível de som que nos permite ouvir o nosso interlocutor na perfeição.

Na lateral, a curvatura assenta na palma da mão, mas numa utilização com duas mãos, os dedos na lateral podem dar origem a toques involuntários, com algumas aplicações a não terem esta situação prevista.

O ecrã, com uma resolução conservadora, a meio caminho entre o FHD e o QHD, apresenta agora uma taxa de refrescamento de 90Hz, também ela abaixo daquilo que outros equipamentos neste segmento apresentam. A diferença na resolução acaba por não ser notória, a menos que tenham outro equipamento ao lado. No que diz respeito à taxa de refrescamento, os 90Hz representam uma evolução notória face aos 60Hz, disponibilizando uma fluidez muito superior, ainda que inferior aos disponibilizado pelos ecrãs 120Hz. Segundo a marca, esta acaba por ser uma solução de compromisso entre a qualidade de imagem e o consumo de bateria, opção que por certo acabará por agradar a um alargado grupo de consumidores, adeptos de longas horas de utilização do smartphone, que o poderão fazer até sob forte luz solar, com o ecrã a manter boa qualidade de imagem, num alargado ângulo de visão.






O processador Kirin 990 já foi ultrapassado pelo Snapdragon 865, algo que de resto era esperado, dando novo impulso à inovação e desenvolvimento nas bancadas de trabalho da HiSilicon. Embora não consiga bater recordes, o Kirin 990 disponibiliza um desempenho ao nível que se exige a um topo de gama, sendo que a opção de refinar o design do Kirin 980 se mostrou acertada, sobretudo em termos energéticos, com a autonomia a não sair comprometida.



A bateria de 4200mAh repete a capacidade do modelo lançado no ano anterior. O sistema de carregamento com fios também não apresenta novidades, mantendo os 40W de potência. Já o carregamento sem fios passou dos 15 para os 27W (40W no Pro +), sendo que para usufruírem desta potência de carregamento, terão de utilizar um carregador SuperCharge Wireless.



Nos testes efectuados, uma carga completa dos ~1% aos 100 % levou pouco mais de uma hora, com a bateria do P40 Pro a chegar aos 47% nos primeiros quinze minutos e atingindo 79% de carga em meia hora. Os saltos na imagem, devem-se ao programa utilizado para registo do processo de carregamento, o qual por motivos que desconhecemos, resolveu não apresentar dados durante três períodos de cinco minutos.



De referir que o processo de carregamento também passou a ser inteligente, com o smartphone e aprender os hábitos de carregamento, ajustando a carga completa em função da informação recolhida.



O carregamento não será assim um problema, até porque a autonomia é um dos elementos em destaque neste P40 Pro.



Mesmo com uma utilização intensiva, chegarão ao fim do dia com 20-30% de bateria, ou até mais; isto depois de 5 ou 6 horas de ecrã, WiFi e dados ligados. Um utilizador dito "normal", conseguirá facilmente mais de dois dias de autonomia sem grande esforço de poupanças.



Quem não tiver a autonomia como grande preocupação, poderá sempre optar pelo modo de alto desempenho. Sempre que recebo um smartphone que tenha esta funcionalidade, é a primeira coisa que activo, pois se há mais uns MHz disponíveis, terão de ser espremidos. No caso do P40 Pro, com todas as incógnitas em redor do software, acabei por concentrar a atenção em outras áreas, tendo os testes de desempenho sido efectuados em modo "normal". O facto de tudo se passar de forma extremamente fluída também ajudou a que não me tivesse lembrado de activar esta funcionalidade. Quando o fiz, a autonomia acabou por sair afectada, algo que já seria de esperar, com o tempo de ecrã a baixar para próximo das 4h, se bem que por vezes esta alteração nem se fez notar.



A ligação a um monitor ou televisão continua presente, se bem que bem que desta vez com novidades, embora limitadas a quem tenha um portátil da marca.



É possível estabelecer uma ligação sem fios, com o utilizador a ter a possibilidade de replicar o conteúdo do ecrã do smartphone no monitor/TV, ou em alternativa, utilizando a EMUI Desktop, que dá acesso a um ambiente de trabalho com janelas

App Dark Sky falsa está a conquistar utilizadores na Play Store

27-05-2020 | 13:00 | Aberto até de Madrugada


A popular app de meteorologia Dark Sky passou de uma das melhores a uma das piores na Play Store depois de ter sido comprada pela Apple, mas passado menos de dois meses sobre a aquisição, já temos uma app falsa a facturar à custa dos mais distraídos.

A Apple encarregou-se de destruir todo e qualquer apreço que os utilizadores Android tivessem pela app Dark Sky, literalmente de um dia para o outro, quando a comprou e depressa revelou a sua intenção de a fazer desaparecer da plataforma Android  (quem a tiver só a poderá utilizar até Julho, e até o acesso via web será exclusivo para equipamentos da Apple).


Mas, já sabemos que qualquer desastre é sempre uma oportunidade de negócio, e por isso não é de admirar que já exista pelo menos uma app falsa Dark Sky na Play Store, que ainda por cima até pede aos utilizadores para pagarem para removerem a publicidade - coisa que alguns parecem estar a fazer.

Igualmente caricato é que, mesmo sendo uma app falsa, conta actualmente com uma avaliação média de 4 estrelas, que é bastante superior às 1.5 estrelas que a app legítima tinha - depois de ter levado com milhares de avaliações de 1 estrela após ter sido comprada pela Apple e ter sido revelado o seu plano de a fazer desaparecer dos Android.

Apple está a repetir actualizações de apps já actualizadas

27-05-2020 | 11:00 | Aberto até de Madrugada


Os utilizadores de iPhones e iPads estão a passar por um estranho fenómeno, em que dezenas ou até centenas de apps que já tinham actualizado recentemente estão a receber repetidamente as mesmas actualizações.

O processo de actualizações de apps no iOS é algo que funciona, na maior parte das vezes, sem incidentes, sendo feito automaticamente durante a noite (tal como no Android); no entanto, para aqueles que ainda têm o hábito de ir espreitar manualmente se há actualizações,  há alturas em que se fica com a sensação de que se está a fazer a mesma actualização que já se tinha feito há poucos dias atrás. E agora comprova-se que não é apenas uma "sensação".

São muitos os utilizadores que, desta vez, se depararam com um número de actualizações que não deixa margem para dúvidas de que algo de estranho se passou. Alguns utilizadores viram ser-lhes apresentadas centenas de apps para actualizar - o que não é nada normal - sendo que em muitas delas era também apresentada a data de actualização de há vários dias atrás, e que já deveriam ter sido feitas.

Suspeita-se que a situação possa estar relacionada com um bug que tem feito com que algumas apps apareçam como "não estando disponíveis", obrigando os utilizadores a eliminar e reinstalar a app (talvez devido a questões a ver com certificados de segurança); mas até ao momento a Apple não emitiu qualquer esclarecimento. E, sendo eu uma das pessoas que mantém o hábito de ir espreitando as actualizações manualmente a cada dia, arrisco-me a dizer que desta vez apenas estamos perante uma situação que tornou mais visível algo que já ia acontecendo ao longo dos últimos meses.


Actualização: A Apple diz já ter corrigido o problema.

ARM apresenta Cortex-A78 e Cortex-X1

27-05-2020 | 10:00 | Aberto até de Madrugada


A ARM já revelou as novas propostas para os núcleos de processamento no interior dos seus chips, com um novo Cortex-A78 que aposta na eficiência, e um novo Cortex-X1 que aposta no desempenho.

Os Cortex-A78 são a evolução esperada dos núcleos Cortex-A77, e que desta vez se focam em consegui manter o desempenho máximo do chip de forma contínua com uma melhoria de 20% na eficiência face aos núcleos anteriores (ou uma redução de consumo de 50% para um nível de desempenho idêntico). Já os Cortex X1, são uma nova arquitectura, que coloca o desempenho no topo da lista de prioridades, à custa do desempenho e eficiência.

A ARM refere que os Cortex-A78 deverão ser utilizados em funções onde se deseja ter uma utilização de alto-desempenho de forma contínua, com consumos máximos sob controlo; enquanto que o Cortex-X1 melhor se adequam a aplicações onde possa haver a necessidade de grande poder de processamento mas em períodos curtos.


É de esperar que nas próximas gerações de chips ARM topo de gama, se comece a ver uma combinação que inclua uma mistura de núcleos A55 + A78 + X1, sendo de esperar algo como 1x X1 + 3x A78 + 4x A55. No entanto o acesso ao núcleos X1 estará reservado para os parceiros especiais que aderirem ao programa da ARM (leia-se: terão que pagar mais para terem acesso a estes núcleos). Com isto espera-se que fabricantes como a Qualcomm, Samsung, e outros, possam reduzir a diferença de desempenho dos seus chips ARM face aos chips da Apple.

Ganha livros "Desenvolvimento Moderno para a web " da FCA

27-05-2020 | 09:00 | Aberto até de Madrugada


Este mês temos para oferecer exemplares do livro Introdução ao desenvolvimento moderno para a web da FCA.

Já sabem como tudo se processa, durante os próximos dias iremos fazer várias perguntas dia, sendo os exemplares disponíveis atribuídos aleatoriamente entre todos os que responderem correctamente a cada pergunta. Ou seja, bastará uma resposta certa para ficarem habilitados a um livro, mas quantas mais respostas derem mais probabilidades terão de ganhar um dos livros que temos para oferecer.

Esta oferta está disponível para todos os que tenham morada em território nacional (Portugal)* e não se esqueçam de espreitar os livros da FCA sempre que precisarem de alguma ajuda para se iniciarem, ou aprofundarem, os vossos conhecimentos sobre qualquer matéria tecnológica. Embora seja verdade que muita coisa se encontra na Internet, há coisas para a qual não há substituto de um bom livro em papel que podemos folhear, marcar as folhas, ou até rabiscar nas suas páginas (e que nunca fica sem bateria! :)

A pergunta será actualizada diariamente neste mesmo post... pelo que se não querem perder nenhuma o mais simples será criarem um aviso recorrente na vossa agenda/calendário para cá regressarem nos próximos dias. De qualquer forma, também eu vos irei recordando diariamente para cá voltarem... :)

Não se esqueçam de fazer um like, +1, retweet, e partilharem com os vossos amigos, para mostrarem à FCA que apreciam esta iniciativa.

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Passatempo aberto a todos os participantes com morada em território nacional (Portugal).
* - no caso de se tratar de um ebook, está aberto a participantes de todo o mundo.

Lenovo Smart Tab M10 FHD Plus com o Alexa integrada

27-05-2020 | 08:32 | Apps do Android


O Lenovo Smart Tab M10 FHD Plus (2.ª geração), surge com a assistente Alexa integrada, passando assim a ser uma opção para controlarem a automação lá de casa.




O melhor dos dois mundos


Há mais de um ano que as famílias desfrutam da experiência mãos-livres "Show Mode" da Alexa sem a necessidade de vários dispositivos, simplesmente colocando seu Lenovo Smart Tab na Smart Dock para carregar. Se perguntar: "Pode melhorar?" Sim, pode. A Lenovo juntou o que os clientes adoravam neste tablet original e revolucionário, projetado em colaboração com a Amazon® e tornou-o ainda melhor; Apresentando o Lenovo Smart Tab M10 FHD Plus (2.ª geração) com o Alexa integrada.


Ao utilizar as informações dos clientes para identificar oportunidades de aperfeiçoamento, este tablet recém-projetado é mais fácil de configurar e possui um ecrã maior IPS Full HD de 10,3 polegadas um processador móvel mais rápido e poderoso e uma elegante tampa traseira Platinum Grey que complementa quase qualquer decoração de casa.





Projetada para ser portátil e leve com 460 gramas (1 lb), a tecnologia dentro do Lenovo Smart Tab M10 FHD Plus (2.ª geração) com a Alexa incorporada, recebe um impulso significativo com o processador móvel MediaTek Helio® P22 Octa-core de até 2.3Ghz para mais multitarefas, além de um chip TDDI (Touch and Display Driver Integration) para melhor e mais eficiente exibição e sensor de toque por até 9 horas de duração da bateria. 


Faça o login com maior facilidade e segurança no seu tablet com o recurso de desbloqueio facial instantâneo com câmara integrada. Conecte-se a amigos e familiares utilizando o recurso de chamada 'Drop In' mais inteligente, que serve como um intercomunicador bidirecional moderno, além de obter recursos de comunicação Alexa ainda mais avançados, como mensagens e chamadas de voz / vídeo entre dispositivos suportados, sem custo adicional. 


Outro item obrigatório para as famílias que estão em casa é o Modo Infantil aperfeiçoado, que oferece controlo dos pais, conteúdo infantil dedicado e recursos especializados de proteção ocular para reduzir a luz azul prejudicial, além de alertas de 'postura' e 'ambiente instável' para incentivar uma visualização saudável enquanto segura o tablet.


Quando o tablet é portátil, o YouTube ™ e os jogos ficam ainda melhores com uma moldura estreita de quatro lados com bordas finas de até 4,6 mm (0,18 polegadas) em cada lado, além de altifalantes duplos frontais sintonizados com Dolby Atmos® para um som imersivo.




Ou fique mãos-livres e veja as novidades do Prime Video ™. A cobertura de tecido moderna na Lenovo Smart Dock no novo tom Graphite Gray foi projetada para ter uma ótima aparência, mesmo durante o carregamento em conectores pogo pin. Também pode pedir à Alexa para lhe contar as últimas atualizações de notícias, mostrar o calendário, procurar receitas, controlar os dispositivos inteligentes da sua casa, ouvir as suas músicas favoritas com a Amazon Music ™ e ver as letras a aparecerem no ecrã – tudo isto apenas com a sua voz do outro lado da sala, graças aos três microfones de longo alcance.


Xbox Family Settings chega à Play Store

27-05-2020 | 08:00 | Aberto até de Madrugada


Quem tiver uma Xbox e desejar controlar o tempo que os miúdos (ou também graúdos) passam a jogar, já o pode fazer a partir do seu smartphone Android com a app Xbox Family Settings que chega à Play Store em versão Preview Early Access.

Embora seja uma versão de desenvolvimento que poderá contar com alguns bugs, a app Xbox Family Settings permite desde já gerir os perfis dos diferentes utilizadores registados na Xbox, assim como monitorizar o uso que fizeram da consola e aplicar limites de utilização.


É possível limitar a que jogos cada pessoa tem acesso, assim como se poderá falar com qualquer pessoa ou apenas os seus amigos (ou ninguém); e se é preciso a aprovação dos pais para adicionar novos amigos à sua rede. Por seu lado, os utilizadores com tempo limitado podem fazer pedidos para que o tempo de jogo na consola seja expandido, cabendo aos pais determinar se aceitam ou não, recebendo uma notificação com o pedido que facilmente permite adicionar mais tempo.

Uma boa forma de manter sob controlo os potenciais excessos que possam ser cometidos nesta fase em que muitas pessoas estão em casa a tempo inteiro, e onde a tentação de ir para a Xbox em vez de fazer os trabalho de casa da escola se poderá revelar demasiado apelativa para alguns.

Xiaomi lança Redmi 10X e 10X Pro

27-05-2020 | 07:00 | Aberto até de Madrugada


A Xiaomi já revelou mais um par de novos modelos Redmi, os 10X e 10X Pro, que chegam com ecrãs Super AMOLED de 6.57" da Samsung e CPUs MediaTek Dimensity 820.

Ao estilo do que acontece com a Samsung, também a Samsung é fã de ter dezenas de modelos de smartphones para todos os gostos e feitios (ao menos tem feito melhor serviço em termos de os manter actualizados). E agora é a família Redmi que cresce, com os Redmi 10X e 10X Pro.


Este modelos vêm com ecrãs AMOLED de 6.57" (2400x1080) com HDR10+, MediaTek Dimensity 820, 6GB ou 8GB de RAM, 64GB / 128GB / 256GB, nas câmras temos um conjunto de 48MP + 8MP ultrawide + 8MP telefoto + 5MP macro no 10X Pro, e 48MP + 8MP + 2MP depth no normal. A câmara frontal é de 16MP, passando a 20MP no 10X Pro. Ambos os modelos contam com Dual SIM 5G, sensor de impressões digitais no ecrã, USB-C, bateria de 4520mAh com reverse charging de 9W, ficha de 3.5mm para headphones e também NFC no 10X Pro.

Na China, o Redmi 10X começa nos 203 euros para o modelo de 6GB+64GB, estando disponível em quatro versões até ao méximo de 305 euros para o de 8GB+256GB. Já o Redmi 10X Pro, começa nos 293 euros para a versão de 8GB+128GB, podendo ir até aos 331 euros para o modelo de 8GB+256GB.

Chrome e Firefox marcam site YTS como "phishing"

26-05-2020 | 20:00 | Aberto até de Madrugada


O site YTS.mx, um dos mais populares sites de torrents, está actualmente a ser classificado como site perigoso devido a phishing, apresentado o habitual e proeminente alerta a quem o tentar visitar.

Embora o convívio com sites de torrentes (e outros do estilo) nem sempre seja pacífico, não é muito frequente que sejam os browsers a apresentar mensagens de alerta deste tipo a quem os tenta visitar. É bastante mais comum que as entidades anti-pirataria exijam a sua remoção dos resultados dos motores de pesquisa, ou que peçam o seu bloqueio aos operadores de internet dos respectivos países - sendo que, em ambos os casos, essas medidas raramente produzem efeitos práticos.

Daí a surpresa por se ver o YTS.mx marcado como site de phishing pelo sistema Safe Browsing da Google, mas que se pode dever a algo tão simples quanto um qualquer anúncio malicioso que tenha aparecido temporariamente no site, e que tenha sido reportado. Aliás, basta ver que para o também famoso Pirate Bay, a Google já nem aceita que se façam queixas sobre o site em si, pedindo para que as queixas sejam feitas sobre páginas específicas com conteúdos que possam ser considerados maliciosos; e eventualmente, poderá vir a passar-se o mesmo com o YTS.


Até lá, só obrigam os utilizadores a dar mais dois cliques no rato para acederem às páginas que pretendem. Primeiro carregando no botão para ver mais detalhes, e de seguida no link final que permite visitar a página desejada.

Da Áustria com calor

26-05-2020 | 18:04 | Gonçalo Sá

Little_Element.jpg

"Vem mergulhar, vem ver o sol a queimar problemas", ouve-se (assim mesmo, em português) no arranque de "FIRE", o álbum de estreia de LITTLE ELEMENT, projecto da austríaca Lisa Aumair. E as canções que se seguem são das mais apelativas dos últimos tempos para uma eventual banda sonora das primeiras idas à praia do ano.

Parte do alinhamento do disco inspira-se, aliás, em "praias cheias de histórias e poemas", mas a beira-mar foi apenas um dos pontos de passagem de uma cantautora que tem feito da itinerância um modo de vida desde os 17 anos. Este primeiro longa-duração, sucessor do EP "Water" (2017) e de alguns singles, traz memórias da costa portuguesa (onde o álbum começou a ser composto) e francesa ou de viagens a Espanha e Israel, em regime maioritariamente road trip e de alma hippie.

Os saltos geográficos e culturais ajudarão a explicar o sentido de liberdade de uma música que vai criando pontes entre a dream pop e a folk, o reggae, o surf rock, o trip-hop ou o rap, além de lhes juntar influências latinas e orientais (sobretudo pela presença habitual da cítara), num registo quase sempre luminoso embora com acessos de melancolia de final de tarde veraneante.

A amálgama acústica e electrónica que domina o disco, aliada a uma sensibilidade pop evidente, pode muito bem ser a praia de quem gosta de Santigold, Lykke Li, CocoRosie ou Hindi Zahra, vozes femininas com ouvidos abertos ao mundo que não destoariam numa playlist estival ao lado desta austríaca. E canções como "Queen of the Waves", "The Roads" ou "Birds Leave", singles onde o sol brilha sempre, ficam entre as companhias aconselháveis da temporada para um Verão que já começou a anunciar-se:

A revolução da baterias está a acontecer - nos preços

26-05-2020 | 17:30 | Aberto até de Madrugada


Frequentemente somos levados a dizer que a tecnologia muito tem evoluído, excepto nas baterias. Mas a verdade é que também nesse campo está a ocorrer uma revolução, embora não aquela que os consumidores poderiam esperar.

É certo que ainda não temos tecnologia de baterias que nos permita ter um smartphone de tamanho compacto com autonomia suficientemente para durar semanas ou meses em utilização normal. Por outro lado, há que reconhecer que já é um autêntico milagre ter um destes supercomputadores de bolso, que com poucos milímetros de espessura e CPUs com capacidades que começam a rivalizar o de alguns computadores portáteis, ainda assim conseguem aguentar um ou vários dias, estando permanentemente ligados ao mundo.

Mas, nas baterias por muito que possa parecer que nada mudou, há um enorme factor que sofreu grande alteração ao longo da última década: o preço das baterias Li-Ion.


No início da década (2010), o preço de uma bateria Li-Ion rondava os $1160 por kWh. Em 2019 esse valor já tinha caído para $153(!) - e espera-se que a qualquer momento (talvez na próxima apresentação da Tesla que deverá ocorrer em breve) alguém anuncie baterias que baixem dos valor de $100 por kWh. Este será um marco histórico, já que é apontado por muitos especialistas como o ponto de transição a partir do qual os carros eléctricos ficarão mais baratos que os a combustão; para além de potenciarem muitas outras aplicações a nível industrial e de geração e distribuição de energia a partir de fontes renováveis.

Mesmo sem se entrar nas baterias mais exóticas, que prometem maior capacidade, ou longevidade ilimitada, a revolução das baterias está a ocorrer a cada ano que passa - mesmo que possa não parecer.

Portátil Bmax Y13 2-em-1 a €322

26-05-2020 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Se procuram um portátil com touchscreen e características "transformáveis", este Bmax Y13 poderá ser a solução ideal.

O Bmax Y13 é um portátil com ecrã touchscreen FHD de 13.3" (até 10 toques em simultâneo) com margens reduzidas, que vem equipado com um CPU Intel quad-core N4100, 8GB de RAM, SSD de 256GB, teclado iluminado, webcam, BT 5.0, WiFi ac, duas portas USB-C, e bateria de 38Wh. No entanto, a sua característica mais incomum, a par do touchscreen, é a sua dobradiça de 360º que permite que este portátil se converta em diversas formas de acordo com as necessidades do momento.


Este portátil Bmax Y13 está disponível por 322 euros, já com envio EU Priority Line, utilizando-se o código de desconto BGPORBXY13.

As margens reduzidas tornam-no bastante mais compacto que os portáteis de 13.3" tradicionais, e o facto do teclado ir de um lado ao outro do portátil também faz o melhor aproveitamento do espaço disponível. E com a possibilidade de o ecrã se dobrar "para onde for preciso" permite que este portátil seja usado em modo portátil, ou tablet, ou em tenda, ou como bem se entender.

Notícias do dia

26-05-2020 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Operador francês Sosh lança tarifário com 100GB móveis por €16.99 / mês; Spotify lança nova ofensiva contra apps modificadas; App do YouTube testa apresentação de resultados web nas pesquisas por vídeos; Retrospec traz-nos versões modernizadas dos clássicos do ZX Spectrum; nas promoções temos o Xiaomi Black Shark 2 Pro a €402; o lançamento Virgin Orbit não chegou a órbita; e ScreenHits TV quer combater subscrições excessivas dos serviços de streaming de vídeo... com subscrição adicional.

Antes de passarmos às notícias, temos novo passatempo com livros FCA para oferecer, e já podes escolher aquele que achares mais interessante.

VW condenada a indemnizar cliente alemão pelo Dieselgate



A VW bem que desejava apagar o escândalo dieselgate da memória colectiva, mas o assunto está para durar, e com novas dores de cabeça para a marca germânica. Depois das multas milionárias, a VW arrisca-se agora a enfrentar dezenas de milhares de processos individuais, depois de ter sido condenada a pagar uma indemnização a título particular a um dos seus clientes alemães afectados.

Embora por cá as coisas tenham permanecido basicamente na mesma, apenas com a promessa de que a VW iria "corrigir" a situação, os clientes com carros afectados pelo dieselgate continuam a ter o direito de exigir a devolução do carro e a restituição do valor (tendo em consideração a desvalorização pelo uso dado ao veículo). Se outros seguirem o exemplo, a VW pode ter que aceitar a devolução de 60 mil carros na Europa e proceder à respectiva indemnização.


Maior operador móvel tailandês expôs páginas visitadas pelos clientes em tempo real



Um investigador descobriu por acidente uma base de dados com acesso aberto que continha os dados das páginas visitadas por todos os clientes da AIS, em tempo real. Eram 8.3 mil milhões de registos que indicavam os pedidos de DNS das páginas acedidas pelos milhões de clientes, e que embora estejam a ser desvalorizados pela operadora por considerar que não revelam dados pessoais, levantam sérias preocupações.

É que, como já foi demonstrado por muitos outros investigadores no passado, não é preciso ver o conteúdos das páginas para se inferir informação sobre determinados utilizadores. Se visitarem diariamente um site de futebol, sabemos que devem gostar de futebol; se visitarem regularmente um determina loja online, sabemos que lá devem fazer compras; e o mesmo acontece se por acaso visitarem determinados sites com diferentes afiliações políticas, ou de espreitarem sites para adultos com determinadas secções mais "detalhadas", etc. etc.


App de contact tracing australiana CovidSafe revelou-se irrelevante



Depois de a ter apresentada pelo Governo Australiano como sendo uma ferramenta essencial para o regresso à normalidade, a app de contact tracing CovidSafe demonstrou não ter tido qualquer relevância nem efeito prático - deitando por terra todos os supostos benefícios que os apologistas do contact tracing apregoam.

Aparentemente, embora a app já tenha sido descarregada por 6 milhões de pessoas, até ao momento apenas serviu para identificar uma única pessoa(!) como podendo estar em risco. Veremos se noutros países que venham a adoptar o sistema da Apple + Google os resultados serão diferentes...


Emulador de Nintendo 3DS Citra chega ao Android


O popular emulador de Nintendo 3DS Citra tem finalmente uma versão para Android, significando que agora se pode usar o smartphone para emular uma das mais populares consolas móveis de todos os tempos. E o emulador tira partido da câmara, microfone, acelerómetros, e até pode usar o teclado do sistema para introduzir texto nos jogos.

Podem apanhar o Citra na Play Store, mas sem esquecer que se trata de uma versão beta, e que recomenda a utilização de equipamentos com Snapdragon 835 (pelo menos) para obter bons resultados.




Curtas do dia


Resumo da madrugada

Adobe força publicidade no painel de partilha do Android

26-05-2020 | 15:21 | Apps do Android


A Adobe está a testar a paciência dos utilizadores ao sugerir a instalação do Photoshop Express no painel de partilha de Android  e também no momento de abrir ficheiros de imagens, sugerindo que seja aberto com a sua app mesmo que não esteja instalada.


Parece que a Adobe achou que a muito criticada técnica que também foi tentada pela Microsoft no Android o ano passado, deveria ser recuperada. Ou seja, quem instalar o Acrobat Reader para ler PDFs habilita-se também a começar a ver os painéis de partilha tornarem-se num cartaz publicitário que sugere a instalação do Photoshop Express, e que também aparece no caso de abrirem uma foto com a sempre incomodativa janela que pergunta com que app querem abrir o ficheiro - sendo que neste caso nem sequer se trata de uma app instalada, mas sim de publicidade a insistir que se instale o Photoshop Express.



Tal como no caso da Microsoft, é uma utilização obviamente abusiva; e penso que a Google melhor faria em clarificar que estes painéis não podem ser utilizados para qualquer fim publicitário ou de sugestões, nem que tão pouco seja admissível injectar essa sugestão para tratar a abertura de um ficheiro de imagens, quando a app nem sequer está a instalada. Já nos chega a quantidade crescente de apps que o fazem, estando instaladas!

Embora nesta fase pareça que a Adobe está a apenas a fazer isto em modo de testes para um número reduzido de utilizadores, convinha que a Google esclarecesse a situação rapidamente; antes que outros developers decidam que também seria boa ideia seguirem o exemplo, e no processo tornarem o painel de partilha numa janela de publicidade impossível de utilizar.



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