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YouTube com anúncios "obrigatórios" em fullscreen

04-03-2026 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

Um suposto "bug" está a fazer com que o YouTube apresente publicidade que não pode ser removida ao ver vídeos em fullscreen.

Vários utilizadores têm-se deparado com um bug irritante no YouTube que coloca anúncios impossíveis de remover durante a reprodução de vídeos em ecrã inteiro. O problema afecta utilizadores tanto em Android como em iOS e tem sido relatado com maior frequência nos últimos dias.

Segundo os relatos, os anúncios aparecem no canto do ecrã enquanto o vídeo está a ser reproduzido. Embora exista a opção para fechar o anúncio, o botão simplesmente não funciona. Na prática, o anúncio permanece visível durante cerca de 30 segundos antes de desaparecer automaticamente.
Isto não afecta os anúncios tradicionais que aparecem antes do início do vídeo, mas sim os anúncios de canto que normalmente podem ser fechados manualmente, mas que assim acabam por ficar "presos" no ecrã.

Relatos semelhantes já tinham surgido no final de 2025 e no início de 2026, o que indica que o erro pode aparecer de forma intermitente. Actualizações recentes da aplicação não parecem ter resolvido o problema. Alguns utilizadores dizem que abrir o vídeo através do browser evita o bug, mas que não é uma solução conveniente para quem prefere utilizar a app do YouTube.

O facto dos anúncios manterem o botão de "fechar" faz pensar que se trata de um bug, já que de outro modo seria fácil assumir que seria apenas mais uma das alterações que o YouTube estaria a testar como forma de incentivar a subscrição do plano Premium.

Carregador BONAI com 8 pilhas recarregáveis a €17

04-03-2026 | 13:13 | A Minha Alegre Casinha

Para evitar a troca infindável das pilhas, nada como usar pilhas recarregáveis e este pack da BONAI com carregador e 8 pilhas é uma excelente forma de começar.

Vivemos num mundo "mobile" em que assumimos que as coisas funcionam sem necessidade de estarem agarradas a cabos de alimentação, e isso faz com que exista uma dependência crítica em baterias e pilhas. No caso das pilhas, que continuam a ser comuns em coisas como controlos remotos, gamepads, teclados wireless e muitas outras coisas, uma das melhores opções é trocar as pilhas convencionais por pilhas recarregáveis reutilizáveis, e o investimento não é assim tão avultado quanto se possa pensar.
Este carregador BONAI já traz 8 pilhas recarregáveis (4x AA de 2800 mAh + 4x AAA de 1100 mAh) e custa apenas 17 euros.

Quem quiser mais pilhas, pode também optar pelo pack de 24 pilhas recarregáveis AA 2800 mAh adicionais.

As pilhas incluídas são de 2800 mAh no caso das AA, e de 1100 mAh no caso das AAA; e este carregador tem a vantagem de usar uma comum ficha USB e permitir carregar pilhas individualmente (alguns só permitem carregar pares). Tenho um carregador há vários anos e tem funcionado sem chatices, o que me tem permitido evitar gastar pilhas descartáveis, e recomendo. :)


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Google Pixel recebe ícones AI personalizados

04-03-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

A Google continua a aplicar AI nos seus smartphones, e agora os Pixel podem adoptar icons temáticos gerados por AI.

Parecendo ditar o fim dos packs de temas tradicionais, a Google lançou mais opções de personalização para os smartphones Pixel com uma abordagem centrada em inteligência artificial. Com o mais recente Pixel Drop, os dispositivos Pixel equipados com chip Tensor (do Pixel 6 em diante) passam a suportar novos estilos de ícones personalizados gerados por AI directamente no launcher.

Infelizmente, isto não permite liberdade total para os utilizadores, já que não podem escrever o seu próprio "prompt", podendo apenas escolher entre opções pré-definidas como "Cookies", com ícones coloridos em estilo 3D, ou "Treasure”, que apresenta ícones dourados sobre fundo branco. Outros temas disponíveis são o "Scribbles", "Easel" e "Stardust". Estes pacotes são gerados automaticamente para combinar com o wallpaper e o estilo visual do sistema, seguindo a filosofia de personalização já introduzida com o Material You.
No entanto isto não dá uma total resposta aos pedidos dos utilizadores: o Pixel Launcher continua sem suporte oficial para packs de icons disponíveis na Play Store, e estes icons gerados (com limitações) por AI não irão satisfazer os utilizadores que querem usar temas específicos.

ChatGPT 5.3 Instant com respostas mais directas

04-03-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A OpenAI diz que o ChatGPT 5.3 Instant será mais directo a responder aos utilizadores, com menos recusas e frases desnecessárias.

A OpenAI anunciou uma actualização para o ChatGPT, que passa a utilizar o modelo ChatGPT-5.3 Instant. A nova versão foi desenvolvida para oferecer respostas mais directas e consistentes, reduzindo explicações desnecessárias e tornando as interações mais rápidas e objetivas.

Segundo a OpenAI, uma das principais mudanças é a capacidade do modelo chegar mais rapidamente ao objectivo pretendido. Em versões anteriores, o chatbot podia começar com introduções longas ou justificações antes de responder à pergunta. Com o novo modelo, foca-se na informação essencial sem alongar demasiado a explicação.
Outra melhoria prometida é a redução de recusas desnecessárias. Versões anteriores podiam rejeitar perguntas que eram, na verdade, seguras de responder - o ChatGPT-5.3 Instant deverá lidar melhor com esses pedidos, evitando respostas excessivamente cautelosas ou moralistas. A actualização também ajusta o tom das respostas, reduzindo o estilo considerado por alguns utilizadores como demasiado paternalista. Expressões excessivamente emotivas ou motivacionais deverão surgir com menos frequência, dando lugar a uma conversa mais natural. O novo modelo começa a ser disponibilizado de imediato na versão Instant, com atualizações para as versões Thinking e Pro previstas para breve.

Dito isto, a OpenAI tem outras coisas com que se preocupar, com a sua recente parceria com o Departamento de Defesa dos EUA a ter causado grande descontentamento entre muitos utilizadores, que têm mudado para assistentes AI rivais como o Claude. O facto da OpenAI também ter anunciado que iria lançar o ChatGPT 5.4 nos próximos dias gera alguma perplexidade quanto ao lançamento deste 5.3 Instant nesta altura.

Carregador BONAI com 8 pilhas recarregáveis a €17

04-03-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Para evitar a troca infindável das pilhas, nada como usar pilhas recarregáveis e este pack da BONAI com carregador e 8 pilhas é uma excelente forma de começar.

Vivemos num mundo "mobile" em que assumimos que as coisas funcionam sem necessidade de estarem agarradas a cabos de alimentação, e isso faz com que exista uma dependência crítica em baterias e pilhas. No caso das pilhas, que continuam a ser comuns em coisas como controlos remotos, gamepads, teclados wireless e muitas outras coisas, uma das melhores opções é trocar as pilhas convencionais por pilhas recarregáveis reutilizáveis, e o investimento não é assim tão avultado quanto se possa pensar.
Este carregador BONAI já traz 8 pilhas recarregáveis (4x AA de 2800 mAh + 4x AAA de 1100 mAh) e custa apenas 17 euros.

Quem quiser mais pilhas, pode também optar pelo pack de 24 pilhas recarregáveis AA 2800 mAh adicionais.

As pilhas incluídas são de 2800 mAh no caso das AA, e de 1100 mAh no caso das AAA; e este carregador tem a vantagem de usar uma comum ficha USB e permitir carregar pilhas individualmente (alguns só permitem carregar pares). Tenho um carregador há vários anos e tem funcionado sem chatices, o que me tem permitido evitar gastar pilhas descartáveis, e recomendo. :)


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Chrome passa para actualizações quinzenais

04-03-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A Google vai acelerar o lançamento de actualizações do Chrome para duas semanas.

A Google anunciou uma mudança no ciclo de desenvolvimento do Chrome, que passará de actualizações principais a cada quatro semanas para um novo modelo de duas semanas. A alteração entra em vigor com o lançamento do Chrome 153, previsto para 8 de Setembro, marcando o início de um ritmo mais rápido de distribuição de funcionalidades, correcções de erros, e melhorias de desempenho.

Com o novo calendário, o Chrome passará a receber duas versões estáveis por mês. O mesmo modelo será aplicado às versões beta do browser em todas as plataformas: desktop, Android e iOS. Já os canais de desenvolvimento Dev e Canary continuam a seguir o calendário actual, enquanto a versão Extended Stable mantém o ciclo de oito semanas para empresas que necessitem de plataformas com menor ritmo de actualizações.
Segundo a Google, os lançamentos mais frequentes serão menores em escala, o que deverá reduzir potenciais problemas e facilitar a identificação de falhas após cada actualização. A empresa diz que "melhorias recentes" no processo de desenvolvimento permitem acelerar o ritmo sem comprometer a estabilidade do browser - o que, embora não seja detalhado, se suspeita que poderá referir-se ao uso de tecnologia AI para assistir a programação.

Para os utilizadores, o impacto será reduzido, já que o Chrome normalmente se actualiza em segundo plano. A maior diferença será um potencial aumento de pedidos de reinício do browser, no caso dos utilizadores que mantêm os seus browsers abertosdurante semanas. As actualizações de segurança continuaram a ser feitas semanalmente, seguindo o modelo lançado em 2023 para reduzir o tempo entre a descoberta de vulnerabilidades e a disponibilização de correcções.

Gorilla Glass Ceramic 3 promete mais resistência a quedas

04-03-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Um novo ano, uma nova geração do vidro mais famoso do mundo nos smartphones: o Gorilla Glass Ceramic 3 da Corning.

A Corning apresentou o Gorilla Glass Ceramic 3, uma nova geração do seu vidro de protecção para smartphones que promete maior resistência contra quedas. Este vidro será estreado no próximo Motorola Razr Fold, reforçando a aposta da marca em materiais mais resistentes para dispositivos dobráveis.

Segundo a Corning, o Gorilla Glass Ceramic 3 foi desenvolvido para suportar quedas repetidas durante anos. Em testes de laboratório, o material resistiu a pelo menos 20 quedas consecutivas de um metro de altura sobre superfícies que simulam asfalto - um cenário comum em acidentes do dia a dia. Em comparação, um vidro tradicional teria falhado logo na primeira queda. Durante demonstrações na MWC 2026, a empresa mostrou a tecnologia deixando cair repetidamente um dispositivo de teste com o ecrã voltado para baixo. Mesmo após várias quedas, o equipamento manteve-se intacto, demonstrando a resistência adicional desta nova geração.

O Motorola Razr Fold será o primeiro smartphone a chegar ao mercado com Gorilla Glass Ceramic 3. Embora todas as melhorias sejam sempre bem vindas, há que relembrar que todas estas garantias de pouco servem se se fizer parte do grupo de "azarados" que, vê o ecrã do seu smartphone partir-se mesmo após uma pequena queda.

Windows 11 chega aos 72% de mercado

03-03-2026 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

Após vários anos a ganhar utilizadores lentamente, nos últimos meses o Windows 11 saltou dos 50% para mais de 70% da quota de mercado.

O Windows 11 continua a ganhar utilizadores e está agora instalado em quase três quartos dos PCs de secretária em todo o mundo. De acordo com dados da StatCounter, o sistema operativo da Microsoft já superou os 72% de quota de mercado, um salto significativo face aos pouco mais de 50% registados no final de 2025. Em contrapartida, o Windows 10 caiu para 26%, com uma caída acentuada que espelha a subida do Windows 11 de forma inversa, e muito longe dos mais de 80% que chegou a atingir no seu auge.

Lançado em Outubro de 2021, o Windows 11 demorou vários anos a ultrapassar o seu antecessor. Só após o anúncio do fim de suporte ao Windows 10 é que a sua adopção tem acelerado de forma mais significativa. As exigência de hardware, que deixaram para trás milhões de computadores ainda funcionais, são um dos grandes entraves. A obrigatoriedade de uma conta Microsoft na configuração inicial também não tem agradado aos utilizadores mais preocupados com privacidade e controlo.
Embora existam formas alternativas de contornar algumas dessas limitações, a Microsoft tem vindo a dificultar esses métodos. Parte do crescimento poderá estar ligado à compra de novos computadores já com Windows 11 pré-instalado, em vez de uma decisão activa de actualização. Há também quem tenha optado por se mudar para sistemas concorrentes, como macOS ou distribuições Linux, evitando os novos PCs Copilot+ promovidos pela Microsoft em parceria com a Qualcomm.

Apesar deste crescimento, o Windows 11 continua a enfrentar críticas constantes devido à falta de optimização e actualizações problemáticas. São recorrentes falhas que vão desde pequenos bugs até problemas mais sérios, como perdas de dados associadas ao BitLocker ou sistemas que deixam de arrancar após updates de segurança. A Microsoft já se comprometeu em corrigir as falhas mais irritantes do sistema, mas isso é algo que terá que ser demonstrado na prática e não apenas com promessas.

Apple apresenta M5 Pro e M5 Max, novos MacBooks Pro e Air, e Studio Display XDR

03-03-2026 | 18:30 | Aberto até de Madrugada

Para o segundo dia de lançamentos a Apple apresentou os chips M5 Pro e M5 Max, MacBooks Pro e Air actualizados, e ainda um novo monitor Studio Display XDR.

Depois do iPhone 17e e iPad Air M4, o dia de hoje foi dedicado aos MacBooks, com chips M5 actualizados, e também um monitor Studio Display XDR que resolve algumas das limitações do modelo original.

M5 Pro e M5 Max com Fusion Architecture

A Apple revelou os novos chips M5 Pro e M5 Max. A grande novidade é a nova Fusion Architecture, uma abordagem inédita na Apple que junta dois dies de 3ª geração de 3nm num único sistema-on-a-chip (SoC). Tanto o M5 Pro como o M5 Max contam agora com um CPU de 18 núcleos, um salto face às gerações anteriores. Este novo design inclui seis "super cores" - o novo nome da Apple para os núcleos de alto desempenho - acompanhados por 12 núcleos focados na eficiência energética. Segundo a empresa, isto traduz-se em até 30% mais desempenho em tarefas multithread face à geração M4 e até 2.5x mais rápido do que os M1 Pro e M1 Max.

No lado gráfico, o M5 Pro pode ser configurado com até 20 GPU cores, enquanto o M5 Max vai até 40. Cada núcleo gráfico inclui agora um Neural Accelerator dedicado, permitindo mais de 4x o pico de desempenho em AI comparado com a geração anterior. A Apple fala ainda em até 50% mais desempenho gráfico global, com melhorias até 35% em ray tracing. Os chips incluem shader cores melhorados com dynamic caching de segunda geração e hardware-accelerated mesh shading. O M5 Pro suporta até 64GB de memória unificada com largura de banda até 307GB/s, enquanto o M5 Max chega aos 128GB e 614GB/s. Em termos de GPU compute para AI, ambos oferecem mais de 4x o desempenho da geração anterior e mais de 6x face aos M1 Pro e M1 Max. O armazenamento também ficou mais rápido, com velocidades de leitura/escrita até 2x superiores à geração M4, atingindo até 14.5GB/s - equivalentes a um SSD PCIe 5.0.


MacBook Pro com M5 Pro e M5 Max

Os novos modelos de 14 e 16" do MacBook Pro chegam equipados com os M5 Pro e M5 Max e tiram partido da nova Fusion Architecture. Pela primeira vez no Apple silicon, os componentes - CPU, GPU, Media Engine, Neural Engine, controlador de memória e Thunderbolt 5 - estão distribuídos por dois dies interligados. Ambos os chips incluem um Neural Engine de 16 núcleos com ligação à memória mais rápida para acelerar tarefas de Apple Intelligence executadas localmente. O Media Engine passa a suportar descodificação AV1 por hardware, além de H.264, HEVC e ProRes.

A conectividade também evolui com o novo chip N1 da Apple, que traz WiFi 7 e Bluetooth 6 - um upgrade face ao WiFi 6E e Bluetooth 5.3 da geração anterior. O Thunderbolt 5 mantém-se, mas agora cada porta tem o seu próprio controlador dedicado, permitindo que as três funcionem à largura de banda máxima em simultâneo. Em monitores externos, o M5 Pro suporta até dois ecrãs de alta resolução, enquanto o M5 Max permite até quatro. A autonomia pode chegar às 24 horas no modelo de 16 polegadas. Há também carregamento rápido até 50% em 30 minutos com um adaptador USB-C de 96W ou superior.

No armazenamento, os modelos com M5 Pro passam a começar nos 1TB, enquanto as versões com M5 Max arrancam nos 2TB.
Os preços começam nos 2.599 euros para o MacBook Pro de 14" com M5 Pro e nos 3.099 euros para o de 16". As versões com M5 Max arrancam nos 4.299 e 4.599 euros, respectivamente. As pré-encomendas abrem a 4 de Março, com chegada ao mercado a 11 de Março.


MacBook Air recebe M5 e 512GB base

A Apple também actualizou o MacBook Air com o novo chip M5. Este modelo inclui um CPU de 10 núcleos e até 10 GPU cores, igualmente com Neural Accelerators em cada núcleo gráfico. A empresa promete até 4x mais desempenho em tarefas de AI face ao MacBook Air com M4.

O chip integra ainda shader cores melhorados, um motor de ray tracing de terceira geração e unified memory com largura de banda até 153GB/s - um aumento de 28% face ao M4. Tal como no MacBook Pro, o MacBook Air passa a incluir o chip N1 com Wi-Fi 7 e Bluetooth 6. A capacidade base de armazenamento sobe para 512GB, com opções até 4TB, e velocidades até 2x superiores à geração anterior.

O novo MacBook Air começa nos 1.249 euros, mais caro que o modelo anterior mas agora vindo com 512 GB de base. As pré-encomendas arrancam a 4 de Março e o lançamento está marcado para 11 de Março.


Quanto ao novo MacBook "económico" com o chip usado nos iPhones, a Apple parece ter cometido um deslize e revelado que se vai chamar MacBook Neo, mas a apresentação oficial deve ficar para amanhã.


Novo Studio Display XDR com mini-LED, 120Hz e Thunderbolt 5

A Apple revelou o novo Studio Display XDR, um monitor de 27" que passa a ocupar o lugar do antigo Pro Display XDR, agora descontinuado. A marca passa assim a ter duas versões do Studio Display: o modelo standard e a nova variante XDR, mais avançada.

O Studio Display XDR traz um ecrã Retina XDR de 27" com resolução 5K (5120x2880 a 218 ppi), retroiluminação mini-LED com 2.304 zonas de escurecimento local e taxa de actualização até 120Hz. Inclui Adaptive Sync, permitindo uma taxa variável entre 47Hz e 120Hz em jogos. Em termos de brilho, atinge até 1.000 nits em SDR e até 2.000 nits em HDR. Suporta a gama de cores P3 e Adobe RGB, com mil milhões de cores, e inclui True Tone.

Na parte traseira, o Studio Display XDR inclui duas portas Thunderbolt 5 (até 120Gb/s) e duas USB-C (até 10Gb/s). Uma das Thunderbolt 5 é upstream com carregamento até 140W, enquanto a outra permite ligar acessórios ou fazer daisy chain de monitores adicionais. Ambos os novos Studio Display mantêm o design geral da geração anterior, mas incluem agora uma câmara de 12MP com Center Stage que passa a suportar Desk View. O sistema de seis altifalantes também foi melhorado, com a Apple a prometer graves 30% mais profundos face ao modelo anterior.

O modelo standard do Studio Display foi actualizado, embora sem chegar ao nível do XDR. Continua a oferecer um painel Retina 5K de 27" (LCD sem mini-LED), resolução 5120x2880 a 218 ppi, taxa de actualização de 60Hz e brilho até 600 nits, com suporte para a gama de cores P3 e True Tone. As novidades incluem agora duas portas Thunderbolt 5 (até 120Gb/s), com uma porta upstream que fornece até 96W de carregamento passthrough e outra para acessórios ou ligação em cadeia de ecrãs. A câmara de 12MP com Center Stage também passa a suportar Desk View, e o sistema de som de seis altifalantes recebe woofers melhorados com graves 30% mais profundos.

A taxa de atualização de 120Hz, a retroiluminação mini-LED, o brilho superior e o carregamento a 140W ficam exclusivos do Studio Display XDR. De notar que, quando ligado a Macs com chips M1, M1 Pro, M1 Max, M1 Ultra, M2 ou M3, o monitor fica limitado a 60Hz.

Os novos Studio Displays podem ser pré-encomendados a partir de 4 de Março, com lançamento marcado para 11 de Março. O Studio Display XDR tem preço base de 3.499 euros (3.799 euros com vidro nanotextura anti-reflexo), e o 1.699 / 1.999 euros para o Studio Display básico.

Snapdragon Wear Elite para smartphones e wearables

03-03-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

A Qualcomm revelou o Snapdragon Wear Elite, o seu primeiro chip "Elite" que promete levar a AI para os smartwatches.

A Qualcomm apresentou o Snapdragon Wear Elite, o seu primeiro processador com selo "Elite" pensado para smartwatches e dispositivos wearables com foco na inteligência artificial. Depois das gamas Snapdragon X Elite para PCs e Snapdragon 8 Elite para smartphones, a marca leva agora esta designação para o segmento dos relógios inteligentes e gadgets como AI pins e pendentes inteligentes.

Fabricado num processo de 3 nm, o novo chip representa um salto face ao Snapdragon W5 Plus Gen 1 de 4 nm. Inclui um CPU de cinco núcleos (um núcleo principal a 2,1 GHz e quatro núcleos eficientes a 1,9 GHz) e promete até cinco vezes mais desempenho em single-thread. No campo gráfico, o GPU pode atingir até sete vezes mais FPS. A grande novidade está no reforço do processamento AI: além do NPU integrado para tarefas de baixo consumo, é o primeiro chip wearable da Qualcomm com NPU Hexagon dedicado, capaz de correr modelos AI com até 2B de parâmetros directamente no chip.
Esta capacidade abre portas a funcionalidades como respostas inteligentes, geração e resumo de texto, reconhecimento de actividade, cancelamento de ruído, e até assistentes de fitness, mais avançados - tudo processado localmente sem necessidade de uma ligação à internet ou subscrição de um serviço AI. A Qualcomm promete ainda até 30% mais autonomia face às gerações anteriores e carregamento até 50% em apenas 10 minutos. Em termos de conectividade, o Snapdragon Wear Elite suporta 5G RedCap (Reduced Capability - pensado para baixo consumo), WiFi de ultra baixo consumo, NB-NTN para comunicações via satélite, Bluetooth 6.0, GNSS e UWB. No entanto, os fabricantes poderão optar por versões sem alguns destes módulos.

Os primeiros produtos com este novo chip deverão chegar ao mercado na segunda metade de 2026, e o interesse é de tal ordem que até a Samsung deverá abdicar dos seus Exynos para equipar os seus próximos smartwatches com este chip.

Extensão tomadas Tessan com 4 USB + 2 tomadas a €26

03-03-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Uma excelente opção para quem tem que lidar com um número crescente de dispositivos USB para recarregar, é usar uma extensão de tomada com portas USB integradas, como é o caso desta Tessan com 2 tomadas mais 4 USB.

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas estas extensões de tomada com portas USB integradas acabam por ser uma solução bastante atractiva, já que permitem manter a utilidade da tomada original, mas adicionando portas USB adicionais para carregarem outros equipamentos sem necessidade de carregadores individuais.
Esta extensão de tomada Tessan com 2 tomadas mais 4 USB (2 USB-C + 2 USB-A) está disponível por 26 euros na Amazon Espanha.

As portas USB podem fornecer até 30 W (PD) no total, sendo divididos à medida que se ligam mais dispositivos. Por exemplo, se ligarmos um dispositivo na porta USB-C e outra numa porta USB-A, poderá fornecer 15W a cada um deles em simultâneo. Quanto à extensão em si, conta com um cabo de 2 metros, facilitando o processo de a colocar num ponto mais adequado em relação à tomada onde for ligada.

É uma opção bastante interessante, especialmente tendo em conta a crescente panóplia de dispositivos USB que vamos tendo, dos smartphones e tablets e coisas como smartwatches, colunas Bluetooth, escovas de dentes, máquinas de barbear, etc. E desta forma, em vez de transportamos vários carregadores, fica tudo condensado num único bloco compacto de uma extensão de tomadas.


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TCL apresenta NXTPAPER AMOLED

03-03-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Depois dos ecrãs LCD, a TCL apresentou o primeiro ecrã AMOLED com tecnologia NXTPAPER antireflexo.

A TCL revelou no MWC 2026 um novo painel NXTPAPER AMOLED que promete combinar o melhor de dois mundos: o conforto visual da tecnologia NXTPAPER com o contraste e as cores vibrantes do AMOLED. A marca já tinha apostado em ecrãs LCD com este sistema, mas agora quer elevar a experiência no segmento premium, reduzindo ainda mais a fadiga ocular sem abdicar da fluidez e qualidade de imagem esperadas num topo de gama.

Segundo a empresa, as melhorias são feitas ao nível do hardware e não apenas através de filtros de software. A TCL afirma ter reduzido a emissão de luz azul em 15% e aumentado a polarização circular para 90%, tornando o ecrã mais confortável para utilização prolongada. Além disso, descreve o painel como o primeiro AMOLED verdadeiramente anti-reflexo do mundo, graças a um processo de litografia microscópica que reduz os reflexos mantendo um brilho máximo até 3.200 nits - algo que beneficiará a visibilidade no exterior. Também conta com sistema de ajuste de tonalidade em função da iluminação ambiente (de forma idêntico ao sistema True Tone da Apple).

Apesar do foco no conforto ocular, não descura o resto das especificações. Funciona a frequências de até 120Hz com taxa de actualização variável, e cobre 100% da gama de cores P3. No entanto, o desempenho final dependerá do smartphone específico onde for implementado. Por agora o NXTPAPER AMOLED continua a ser um protótipo, mas a marca já deu indicação de que irá lançar um smartphone equipado com este painel até ao final do ano.

Ecrã do Galaxy S26 Ultra com pixeis "visíveis"?

03-03-2026 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

O novo ecrã com modo de privacidade do Galaxy S26 Ultra parece ter alguns pontos negativos.

Uma das grandes novidades do Galaxy S26 Ultra é o seu ecrã com modo privado, mas apesar dos elogios que têm sido feitos a essa tecnologia, há também quem esteja a notar algumas desvantagens.

Alguns utilizadores dizem notar algum cansaço visual ao usarem o S26 Ultra, mesmo com o modo privado desligado (esse modo desliga vários pixeis, baixando a resolução do ecrã). E, segundo algumas fotos, o problema poderá estar relacionado com a taxa de preenchimento do ecrã, que parece ter sido alterada devido ao uso de novos subpixeis com ângulos de visão diferenciados. Enquanto no Galaxy S25, os conteúdos do ecrã apresentam uma área que parece ininterrupta, no ecrã do Galaxy S26 Ultra a imagem parece exibir uma maior segmentação - ao estilo dos ecrãs mais antigos com menor densidade de pixeis.
Pode dar-se o caso deste efeito se dever apenas à mudança dos subpixeis e da Samsung não ter ajustado ainda o sistema de rendering / antialiasing (lembram-se das polémicas iniciais dos ecrãs OLED com padrão pentile?) Mas, se isto for um efeito efectivo da utilização dos pixeis com maior/menor ângulo de visão, então será algo que não poderá ser corrigido por software.

Ainda assim, estamos a falar de coisas que podem ser mais perceptíveis para umas pessoas que para outras, dependendo também da sua acuidade visual e da distância a que utilizam o smartphone. Mas, antes de fazerem o (avultado) investimento, não deixa de ser boa ideia passarem numa loja para passarem alguns minutos com um Galaxy S26 Ultra, e verem se realmente notam este efeito.

UZO mente sobre condições do serviço

03-03-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

Os clientes UZO têm andado em desespero com limites de velocidade e funcionalidades no serviço - que são negados pela operadora.

Quando se pensava que, em Portugal, as operadoras de telecomunicações já tivessem aprendido a não tentarem ludribriar os clientes (não chegou a tentativa de venderem tarifários "ilimitados" com limites, ou os limites secretos das PUA?) parece que afinal estamos condenados a repetir esse ciclo.

Desta vez as reclamações surgem na UZO, que tem atirado alguns clientes para uma plataforma com limitações e restrições, e onde o suporte se parece focar em enganar os clientes em vez de resolver o problema, como relata o meu amigo Ricardo Saraiva:

Aderir à UZO uma marca "Low Cost" da Altice Portugal | MEO nos últimos meses tem sido uma lotaria para os clientes mais exigentes / informados.

Nas novas adesões à UZO a tendência tem sido com os clientes a acabarem por ficar numa nova plataforma NGIN cheia de limitações e restrições, independentemente se o cliente subscreve o tarifário de 100 GB ou o tarifário Ilimitado.

Algumas dessas limitações em relação a outros clientes sem qualquer tipo de limitações / restrições a pagarem exactamente o mesmo valor são:
  • Débitos limitados com perfil no AMBR de 170 Mbps de Download e 60 Mbps de Upload (informação disponível nas condições do serviço no momento de adesão).
  • Sem acesso aos SMS de Aviso de Contacto.
  • Sem acesso ao serviço de Voice Mail.
  • Sem acesso ao USSD *#123# que permite a consulta dos consumos.
  • Área de Cliente My UZO mais limitada, sem acesso a determinados serviços que são possíveis de activar e desactivar.
Numa sociedade em que os clientes e potenciais clientes necessitam de estar informados sobre as suas escolhas, quero agradecer ao Pedro Silva pela partilha sobre este assunto no YouTube.

Já tive a oportunidade de testar os tarifários da concorrência e seja na amigo da Vodafone, na WOO da NOS SGPS ou na DIGI Portugal em todas elas, independentemente do tarifário escolhido as condições eram iguais a nível de débitos e serviços extra disponibilizados, não senti distinção nos serviços.


Mas, face à polémica que se tem multiplicado nos foruns, a UZO parece já ter iniciado uma campanha de "limpeza", em que está a retirar as referências a "sem restrições de velocidade" do seu site e, talvez mais preocupante, substituindo o PDF do contrato que é enviado por link para os clientes, de modo a retirar as indicações de que o seu tarifário disponibilizava as velocidades totais - que não está a cumprir (um ponto a ter em conta para o futuro, sempre que um serviço enviar um link em vez de um documento, e que impossibilita o processo do cliente comparar com o documento original).
Veremos se a ANACOM cumpre a sua função e analisa este caso, e se aplica sanções que sejam verdadeiramente dissuasoras para que este tipo de comportamento não se repita.

Jolla Phone está de regresso para enfrentar Android e iOS

03-03-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

O Jolla Phone - smartphone europeu com Linux - quer voltar a tentar a sua sorte mais de uma década após o modelo original.

Depois do primeiro smartphone lançado em 2013, a finlandesa Jolla está de regresso com um novo Jolla Phone, apostando num discurso claro: ser a alternativa europeia ao domínio do Android e do iOS. Equipado com o Sailfish OS, um sistema baseado em Linux e não no AOSP (Android Open Source Project), o equipamento é apresentado como uma resposta à dependência de serviços digitais norte-americanos. O smartphone custa 649 euros, já ultrapassou as 10.000 pré-encomendas e começa a ser enviado no final de Junho, com montagem feita em Salo, na Finlândia.

O Sailfish OS distingue-se por não ter ligações à Google. Ainda assim, consegue executar apps Android, embora nem sempre de forma perfeita. Durante a configuração inicial, o utilizador pode optar por instalar serviços como o MicroG para melhorar a compatibilidade com aplicações dependentes da Google, mas sendo algo que fica inteiramente ao critério de cada utilizador. A proposta foca-se na soberania digital e na privacidade, apesar de enfrentar críticas por não oferecer o mesmo nível de isolamento de apps que alternativas como o GrapheneOS (que recentemente anunciou uma parceria com a Motorola).
Em termos de hardware, o Jolla Phone aposta num MediaTek Dimensity 7100 5G, com 8 ou 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, expansível via microSD. Inclui ecrã AMOLED de 6,36" com resolução 1080p, câmara principal de 50 MP, ultra grande angular de 13 MP e frontal de 32 MP. A bateria de 5.500 mAh é removível, graças à tampa traseira destacável. O regresso das capas “The Other Half” permite adicionar acessórios modulares através de pinos físicos.

A Jolla assume que este será um produto de nicho, direccionado a quem procura uma alternativa fora dos ecossistemas Android e iOS. A empresa acredita que o verdadeiro crescimento virá com novos formatos e integração futura com soluções de inteligência artificial próprias. O tempo dirá se é algo capaz de conquistar os consumidores, ou se permanecerá como uma curiosidade para um pequeno grupo de pessoas.

Ganha uma coluna Anker Soundcore Select 4 Go

03-03-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta vez é uma coluna Anker Soundcore Select 4 Go.

Para garantir que a música que têm no smartphone pode ser ouvida em alto e bom som, temos uma excelente coluna BT Soundcore Select 4 Go da Anker para vos oferecer. Esta coluna de tamanho compacto oferece autonomia até 20 horas, e promete robustez suficiente para enfrentar pó e chuva, para poder ser usada em todos os ambientes.

Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

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Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

Motorola faz parceria com GrapheneOS

03-03-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A Motorola vai disponibilizar smartphones com GrapheneOS instalado de origem, para quem valorizar a segurança e privacidade.

Foi finalmente revelado o "grande fabricante" com quem o GrapheneOS estava a negociar. A Motorola anunciou no Mobile World Congress uma parceria com o GrapheneOS, sistema operativo Android focado em privacidade e segurança. No entanto, os primeiros equipamentos compatíveis só deverão chegar em 2027, já que os modelos actuais da marca ainda não cumprem os requisitos de hardware exigidos pelo projecto - e que fazem com que, actualmente, fique limitado apenas aos smartphones Pixel da Google.

O GrapheneOS é conhecido por reforçar a protecção do Android com melhorias profundas no sandboxing, mitigação de exploits e modelo de permissões - mantendo compatibilidade com apps Android. Actualmente, o sistema oferece suporte oficial para smartphones Google Pixel, mas a ideia é expandir para futuros topos de gama da Motorola, incluindo linhas semelhantes aos actuais modelos premium e dobráveis da marca. Os equipamentos previstos para 2027 deverão cumprir requisitos como suporte prolongado para actualizações e funcionalidades de segurança ao nível do hardware. Além disso, a Motorola poderá integrar algumas das melhorias e funcionalidades do GrapheneOS no seu sistema operativo padrão, mesmo em equipamentos que não executem a versão completa do sistema.

A divisão móvel da Motorola, actualmente detida pela Lenovo, já passou por mudanças significativas ao longo dos anos, incluindo um período sob controlo da Google. Agora, esta nova parceria volta a colocar a marca no centro das atenções no que toca a software alternativo, podendo dar-lhe vantagem para quem procura um smartphone Android que não esteja totalmente sob controlo da Google, e que dê prioridade à privacidade dos utilizadores.

Apple apresenta iPhone 17e e iPad Air M4

03-03-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Em semana de lançamentos da Apple, ficamos a conhecer o novo iPhone 17e e iPad Air com chip M4.

iPhone 17e chega com A19, MagSafe e carregamento mais rápido


A Apple apresentou o novo iPhone 17e, equipado com o processador A19, suporte para MagSafe e melhorias no carregamento. O chip inclui um CPU e GPU capazes de oferecer até o dobro do desempenho face ao iPhone 11 (mas ligeiramente limitado face ao A19 usado nos iPhone 17), além de um Neural Engine de 16 núcleos otimizado para modelos generativos. O equipamento integra ainda o modem C1X, prometendo velocidades móveis até duas vezes superiores às do iPhone 16e. Na parte frontal, estreia o Ceramic Shield 2, com resistência a riscos até três vezes superior e menos reflexos.

Uma das principais novidades é o regresso do MagSafe, ausente na geração anterior. O iPhone 17e suporta carregamento sem fios até 15W com adaptador de 20W ou superior,. No carregamento com cabo, consegue atingir 50% de bateria em cerca de 30 minutos, mantendo a autonomia anunciada de até 26 horas. A bateria continua com 4.005 mAh, igual à geração anterior. Na fotografia, a câmara traseira recebe um Portrait mode melhorado, capaz de detetar automaticamente objetos e oferecer controlo avançado de foco e profundidade. Existem ainda alguns detalhes adicionais: apesar de usar o mesmo A19 da linha principal, esta versão conta com GPU de 4 núcleos em vez de 5.


O iPhone 17e passa também a ser eSIM-only em mais países, além dos Estados Unidos também o Canadá, México, Japão, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos dizem o adeus ao cartão SIM físico neste modelo.

Outro ponto de destaque, o modelo base passa de 128 GB para 256 GB, com um preço de 739 euros, enquanto o modelo de 512GB vai para os 939 euros. Está disponível em preto, branco e rosa suave, com pré-encomendas a arrancar a 4 de Março e chegada às lojas a 11 de Março.

iPad Air recebe chip M4, 12GB de RAM e WiFi 7


Além do iPhone 17e temos também um novo iPad Air com chip M4, que promete até 30% mais desempenho em multi-core face ao modelo anterior com M3. Mas, tal como no iPhone 17e, trata-se de um M4 menos potente que o usado nos iPad Pro, com CPU de 8 núcleos e GPU de 9 núcleos (em vez de 10 núcleos + 10 núcleos) e Neural Engine de 16 núcleos, além de um aumento na largura de banda de memória para 120GB/s. O tablet passa também a contar com 12GB de RAM, reforçando a sua posição como uma opção mais próxima do segmento Pro.

Outra actualização é a estreia do chip N1 no iPad Air, garantindo suporte para WiFi 7, Bluetooth 6 e Thread. Segundo a Apple, o N1 melhora o desempenho em redes 5GHz e torna funcionalidades como AirDrop e Personal Hotspot mais estáveis e rápidas. Nos modelos com ligação móvel, surge ainda o modem C1X desenvolvido pela própria marca, que oferece até 50% mais velocidade em 5G e LTE, consumindo menos energia do que a geração anterior com modem Qualcomm. No resto, o design mantém-se inalterado face à geração anterior. O iPad Air continua disponível em versões de 11" e 13", com ecrã LCD até 500 nits de brilho. Inclui câmara frontal de 12MP com Center Stage, câmara traseira de 12MP, botão com Touch ID, porta USB-C, colunas estéreo, dois microfones e suporte para Magic Keyboard e Apple Pencil Pro.


Os preços nos começam nos 679 euros para o modelo de 11" e 879 euros para o de 13". Vergonhosamente, e ao contrário do que fez no iPhone 17e, neste modelo a Apple continua a manter um patamar base com apenas 128GB, que se torna manifestamente inadequado para a era "AI", onde modelos locais podem facilmente ocupar dezenas e dezenas de GB. As opções de armazenamento são de 128GB, 256GB, 512GB e 1TB, e cores Azul, Roxo, Starlight e Space Gray. As pré-encomendas arrancam a 4 de Março, com disponibilidade marcada para 11 de Março.

TVs Samsung deixam de recolher dados no Texas sem consentimento

02-03-2026 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

A Samsung já chegou a acordo no Texas, prometendo não recolher dados dos utilizadores sem o seu consentimento.

A Samsung é a primeira empresa a chegar a acordo com o Estado do Texas a propósito do processo de recolha de dados de visualização nas suas smart TVs sem consentimento expresso dos utilizadores. O entendimento surge após uma acção judicial movida pelo procurador-geral do Texas, Ken Paxton, que acusou vários fabricantes de utilizarem tecnologia ACR (Automated Content Recognition) para monitorizar o que os consumidores estão a ver, sem autorização clara e informada.

Segundo o processo, a Samsung recorria ao ACR para captar imagens do ecrã das televisões e determinar os conteúdos reproduzidos, usando depois essa informação para publicidade direccionada. Um tribunal chegou a emitir uma ordem temporária para suspender a prática no Texas, ao considerar que existiam indícios de violação das leis de protecção do consumidor. Embora essa ordem tenha sido revogada no dia seguinte, o caso manteve-se ativo até agora. Como parte do acordo, a Samsung compromete-se a deixar de recolher ou processar dados ACR sem obter consentimento explícito dos utilizadores no Texas. A empresa terá ainda de actualizar os seus televisores para incluir avisos e ecrãs de consentimento mais claros e visíveis, garantindo que os consumidores compreendem que dados estão a ser recolhidos e para que finalidade.

Do lado da Samsung, a empresa mantém a posição de que nunca violou as leis existentes e insiste que os seus televisores não "espiam" os utilizadores, focando-se na questão de que os consumidores têm total controlo sobre as definições de privacidade. Obviamente, não se pronuncia sobre se essas opções são devidamente explícitas - já que a maioria delas está disfarçada de "serviços vantajosos" para o utilizador, sem indicação clara de que isso vem acompanhado de uma recolha massiva de dados. Outros fabricantes mencionados no processo, como a Sony, LG, Hisense e TCL Technology, ainda não anunciaram alterações semelhantes, mas é de esperar que sigam pelo mesmo caminho.

Qualcomm mostra chip WiFi 8 e promete 6G para 2029

02-03-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

A Qualcomm revelou um chip já preparado para o WiFi 8, e diz que terá chips 6G antes do final da década.

A Qualcomm chegou à MWC com uma série de anúncios focados no futuro da conectividade. A curto prazo, a empresa revelou dois novos chips: o modem X105 5G e a placa de rede FastConnect 8800. O X105 é o modem 5G de quinta geração da marca com processamento AI, prometendo melhor desempenho em diferentes cenários de utilização. Para os consumidores, a novidade mais relevante é o novo transceiver RF, que reduz o consumo energético em 30% face ao modelo anterior e ocupa menos 15% de espaço - algo que irá beneficiar os próximos smartphones com chips Snapdragon.

A pensar no futuro do WiFi, a Qualcomm apresentou o FastConnect 8800, que estará preparado para WiFi 8 (refira-se que o standard ainda não está finalizado). Mesmo quando o WiFi 7 ainda está a dar os primeiros passos no mercado, a empresa avança com uma solução que duplica as velocidades máximas face à geração anterior, mantendo o processo de fabrico em 6 nm. O novo design 4×4 da rádio promete até três vezes mais alcance em velocidades gigabit. O chip inclui ainda suporte para Bluetooth 7.0 e Bluetooth HDT (High Data Throughput), aumentando as velocidades de transferência até 7.5 Mbps, bem acima dos 2 Mbps do Bluetooth LE.
O FastConnect 8800 chega acompanhado por uma nova linha Dragonwing focada em IoT e mercado empresarial, também compatível com WiFi 8, com lançamento previsto para o final de 2026.

A mais longo prazo, a empresa anunciou uma coligação estratégica com parceiros da indústria para lançar redes 6G a nível global a partir de 2029. A Qualcomm pretende definir as especificações e normas do 6G até 2028, abrindo caminho para sistemas comerciais no ano seguinte. Segundo a marca, o 6G será "AI-native" e pensado para suportar conectividade avançada, sensores de larga escala e computação de alto desempenho. Mas, tudo isso ainda está a muitos anos de distância, e basta relembrar que mesmo nos dias de hoje ainda temos muitos locais sem/com rede 5G sofrível.

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