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Android 17 prepara modo de carregamento prioritário

30-03-2026 | 14:30 | Aberto até de Madrugada

O futuro Android 17 poderá ter um modo prioritário para acelerar o processo de carregamento.

Referências no código da versão beta 3 revelam que a Google está a preparar uma nova funcionalidade chamada Priority Charging para o Android 17. A opção ainda não está disponível mas promete acelerar o carregamento quando há pouco tempo disponível.

Em vez de aumentar a potência de carregamento, o Priority Charging funciona da forma oposta, suspendendo temporariamente as tarefas em segundo plano, como actualizações de apps e actividade do sistema, de modo a reduzir o consumo e permitindo que o máximo de energia seja direccionada para a bateria. Funções essenciais, como chamadas e mensagens, continuarão a funcionar normalmente. A funcionalidade também recomenda a utilização de um carregador de 30W ou superior, o que indica que foi concebida para trabalhar em conjunto com hardware de carregamento rápido, e não para o substituir.

Na prática, acaba por ser a oficialização de algo que muitos utilizadores já fazem: activar o modo de "poupança de bateria" quando querem carregar mais rapidamente, o que acaba por ter o mesmo efeito a nível da redução do consumo. Com a vantagem adicional de que, na maioria dos casos, esse modo se desactiva automaticamente assim que a bateria atinge um nível de carga adequado.

TCL lança ecrãs Micro-LED "económicos" de 163"

30-03-2026 | 13:12 | A Minha Alegre Casinha

A TCL está finalmente a concretizar a promessa dos ecrãs gigantes micro-LED a preços "acessíveis".

Há muito que se espera pelo dia de poder transformar paredes em ecrãs gigantes a preço aceitável, e a melhor tecnologia para o fazer são os ecrãs micro-LED compostos por painéis modulares. E agora, da China chegam excelentes notícias, com a TCL a anunciar uma redução significativa de preços nos seus novos modelos de 163". Os modelos Max163M e Max163M Pro chegam ao mercado chinês com preço a começar nos 31.300 euros, cerca de um terço do preço do primeiro microLED da marca lançado em 2024.

As TVs microLED sempre foram conhecidas pelos preços extremamente elevados, com modelos iniciais da Samsung a ultrapassar os 100.000 euros e alternativas de marcas como a Hisense também a irem para esses valores. Apesar de anos de desenvolvimento desde os primeiros modelos"The Wall", a tecnologia teve dificuldade em ganhar popularidade devido ao custo. A nova estratégia da TCL pode mudar esse cenário.
Mesmo com o preço reduzido, esta TV de 163" continua a ser um produto premium. Segundo a TCL, oferece pretos reais, cobertura total do espaço de cor BT.2020, contraste muito elevado e brilho até 10.000 nits. A versão Pro (44 mil euros) acrescenta suporte para 4K a 120Hz e desempenho melhorado. Com estes preços, começam a tornar-se numa alternativa aos projectores 4K topo de gama, com vantagens claras a nível do contraste e conteúdos HDR.

Resta esperar que, com o volume acrescido de produção potenciado por esta redução significativa de preço, a próxima geração de ecrãs micro-LED possa ser ainda mais barata e - finalmente - acessível para a maioria dos consumidores, potenciando até a compra de um ecrã mais pequeno que posteriormente possa ir sendo expandido com módulos adicionais.

CERN transporta antimatéria por camião

30-03-2026 | 13:00 | Aberto até de Madrugada

O CERN anunciou ter feito o primeiro transporte de antimatéria por camião, com sucesso.

Cientistas do CERN conseguiram transportar antimatéria por camião pela primeira vez, num avanço importante para a física de partículas. O teste envolveu o transporte de 92 antiprotões dentro de um contentor especialmente desenvolvido, abrindo caminho para novos tipos de experiências fora das instalações do centro de investigação.

A antimatéria foi mantida numa Penning trap portátil, um dispositivo que utiliza ímanes supercondutores e um vácuo quase perfeito para manter as partículas suspensas. Como a antimatéria é destruída ao entrar em contacto com qualquer tipo de matéria comum, até pequenos impactos durante o transporte representavam um risco significativo.
Apesar dos desafios, o percurso realizado dentro das instalações do CERN decorreu sem problemas. Os investigadores acompanharam de perto o comportamento das partículas durante a viagem e, após o regresso ao laboratório, confirmaram que todos os antiprotões permaneceram intactos.

Este avanço poderá permitir transportar antimatéria para laboratórios especializados com ambientes mais estáveis, possibilitando medições muito mais precisas do que aquelas que são possíveis fazer-se no local da sua criação. A longo prazo, poderá ajudar a responder a uma das maiores questões da física: porque é que a antimatéria praticamente desapareceu após o Big Bang.

SwiftKey passa a usar conta Microsoft

30-03-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A Microsoft vai encerrar as contas SwiftKey, incentivando a migração para contas Microsoft para quem quiser manter os dados.

Não é só na instalação do Windows que a Microsoft tenta obrigar ao uso de contas Microsoft. A empresa de Redmond vai encerrar as contas do SwiftKey no final de Março de 2026, obrigando os utilizadores a mudarem para contas Microsoft se quiserem manter os seus dados. A alteração afecta utilizadores de iOS e Android e muda a forma como funcionam os backups e a sincronização na app de teclado.

Os utilizadores que actualmente usam contas Apple ou Google são aconselhados a associar uma conta Microsoft até 31 de Março. Caso contrário, os seus dados de escrita - incluindo dicionários personalizados e padrões de digitação - serão eliminados de forma permanente. Ao ligar uma conta Microsoft, os dados do SwiftKey passam a ser guardados no OneDrive, ficando acessíveis entre dispositivos. A empresa justifica esta medida como sendo uma forma de "melhorar a segurança e a privacidade".

Quem optar por não usar uma conta MS poderá continuar a usar o SwiftKey, mas sem sincronização nem backups na cloud. Os dados online serão apagados, embora ainda possam ser descarregados manualmente até ao final de Maio.

Netflix aumenta preços nos EUA

30-03-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

A Netflix fez nova actualização de preços nos EUA, ficando ainda mais cara - e antecipando novos aumentos que deverão chegar ao resto do mundo.

A Netflix voltou a aumentar os preços das subscrições nos EUA e no Canadá, marcando a segunda subida em pouco mais de um ano. Todas as modalidades são afectadas, com o plano com anúncios a passar para 8.99 dólares, enquanto as opções sem anúncios sobem para 19.99, e 26.99 dólares no plano Premium com 4K.

As alterações também afectam quem partilha a conta. Adicionar um membro extra passa agora a custar 7.99 dólares nos planos com anúncios e 9.99 dólares nos planos sem anúncios, aumentando ainda mais o custo total para muitas famílias.
  • Standard with Ads: passa de $7.99 para $8.99 (+$1)
  • Standard (Ad-Free): passa de $17.99 para $19.99 (+$2)
  • Premium (4K + Spatial Audio): passa de $24.99 para $26.99 (+$2)
Este novo aumento surge cerca de 14 meses após o anterior, contrariando as expectativas de que a empresa só voltaria a mexer nos preços no final deste ano. A Netflix continua a investir fortemente em conteúdos, com um orçamento a rondar os 20 mil milhões de dólares este ano, incluindo eventos em directo, novos formatos como video podcasts e apostas em cloud gaming.

Para novos subscritores, os preços já estão em vigor, enquanto os actuais clientes serão avisados em breve das alterações. Com o plano Premium a aproximar-se dos 30 dólares por mês, começa a ser novamente posto à prova a relação custo/benefício face a opções mais baratas ou serviços alternativos.

Monitor portátil Arzopa S1 15.6" USB-C a €81

30-03-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

Expandir a área de trabalho - ou de lazer - de um computador, portátil ou consola, é mais fácil e económico que nunca. Com monitores portáteis USB-C, basta um único cabo para resolver o problema.

Hoje em dia é possível comprar monitores a preços bastante reduzidos; mas nalguns casos é mais conveniente ter algo que se possa transportar para qualquer lado com facilidade. É precisamente para esses casos que monitores USB-C como este monitor portátil Arzopa S1 de 15.6" se tornam numa solução atractiva.
Neste caso, o modelo Arzopa S1 15.6" Full HD USB-C está disponível por 81 euros na Amazon Espanha. Também está disponível uma versão gaming de 16.1" QHD a 180Hz.

Para além da ligação USB-C, estes monitores também permitem a ligação tradicional via HDMI e mini-HDMI, pelo que se tornam apropriados para um vasto conjunto de cenários, quer seja para expandir o ecrã de um portátil, tablet ou smartphone, ou meramente para usar como um ecrã portátil para se ligar a um media-player ou consola de jogos para facilitar a sua utilização sem necessidade de um televisor ou monitor convencional por perto.


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Apple termina o Mac Pro

30-03-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Marcando o fim de uma era, a Apple deixou de vender o Mac Pro, aparentemente apostando no formato Mac Studio mais compacto.

A Apple descontinuou o Mac Pro, colocando um ponto final num dos seus computadores de secretária mais icónicos após quase duas décadas. Antigo topo de gama de referência da marca, o computador há muito que deixou de ser atractivo face aos modelos mais recentes, mais rápidos e baratos.

Lançado em 2006 como sucessor do Power Mac G5, o Mac Pro destacou-se pelo seu design modular em formato torre. Os utilizadores podiam facilmente actualizar componentes como o CPU, memória, armazenamento e placas de expansão, tornando-o uma escolha popular no segmento profissional.
Ao longo dos anos, a Apple experimentou diferentes abordagens. O modelo de 2013, conhecido como "trashcan", abandonou a modularidade em favor de um design cilíndrivo compacto, mas as limitações de upgrade e problemas térmicos afectaram a sua popularidade. Em 2019, a empresa regressou a um design mais tradicional e modular, embora a transição para os chips Apple tenha reduzido a utilidade das expansões PCI.
A última actualização chegou em 2023 com o chip M2 Ultra, mas nessa altura o Mac Pro já tinha perdido relevância. Foi essencialmente substituído pelo Mac Studio, mais compacto e eficiente, que agora lidera a linha de desktops da Apple. E desta forma, chega ao fim a era dos computadores Apple com componentes "actualizáveis".


P.S. - Há rumores de que a Apple ainda poderá vir a apresentar um novo mac Pro com um chip M5 actualizado - mas teremos que esperar para ver. A verdade é que, sem opção de upgrade do CPU, e sem capacidades reais de expansão PCIe, não faz grande sentido manter o formato "torre" face ao Mac Studio.

iPhone 18 com Face ID mais pequeno

30-03-2026 | 07:00 | Aberto até de Madrugada

Um protector de ecrã revela o tamanho mais reduzido das câmaras Face ID na geração iPhone 18.

Fotos de um suposto protector de ecrã para os futuros iPhone 18 Pro parece validar os rumores de que a Apple vai usar um sistema de Face ID / Dynamic Island visivelmente mais compacto do que o usado nos iPhone 17 Pro.

Em comparação com o iPhone 17 Pro, o recorte de forma oval torna-se bastante mais pequeno, reduzindo a largura de 20.76 mm para 13.49 mm. Fora o Face ID mais pequeno, o ecrã não deverá sofrer grandes alterações. As margens deverão manter a mesma espessura.

A parte mais curiosa é a indicação de que a Apple deverá aplicar este Face ID mais compacto em toda a gama iPhone 18 e não apenas no iPhone 18 Pro.

Havia rumores que indicavam que a Apple poderia passar para um Face ID "invisível" sob o ecrã já nos iPhone 18, mas parece que a tecnologia ainda não está pronta para isso - ou, pode dar-se o caso da Apple querer reservar essa novidade para o iPhone "XX" de celebração do 20º aniversário que irá lançar em 2027 - e para o qual se esperam alterações mais significativas.

Windows 95 repunha ficheiros do sistema após cada instalação de programas

29-03-2026 | 20:00 | Aberto até de Madrugada

Um programador da Microsoft partilhou um detalhe curioso do Windows 95, de como o sistema lidava com o mau comportamento dos instaladores da altura.

O Windows 95 tinha uma abordagem curiosa para lidar com instaladores que não seguiam as regras e substituiam ficheiros críticos do sistema por versões mais antigas sem qualquer cuidado. A história foi partilhada por Raymond Chen, veterano da Microsoft, que revelou como o Windows 95 lidava com este tipo de situações.

O problema vem dos tempos do Windows de 16 bits, quando muitos componentes do sistema eram redistribuíveis. Ou seja, os instaladores de programas de terceiros podiam incluir versões desses ficheiros e copiá-los para o computador do utilizador. O pressuposto era o de que o programa de instalação deveria comparar a versão do ficheiro com aquela que já existisse no sistema, e só o substituir no caso da sua ser mais recente. Isto funcionava porque o Windows garantia compatibilidade retroactiva, permitindo que versões mais novas continuassem a funcionar com software antigo.
No entanto, nem todos os instaladores seguiam essa regra. Muitos ignoravam a verificação de versões, acabando por substituir ficheiros do Windows 95 por versões mais antigas, o que podia causar problemas com outros programas que dependessem de versões mais recentes. A solução encontrada pela Microsoft foi, no mínimo, criativa. O Windows 95 incluía uma pasta escondida chamada “c:\\windows\\sysbckup”, onde guardava cópias de ficheiros importantes frequentemente modificados por instaladores. Depois de uma instalação terminar, o sistema operativo verificava silenciosamente os ficheiros alterados e comparava as versões. Se detectasse que um ficheiro tinha sido substituído por uma versão mais antiga, restaurava automaticamente a versão mais recente a partir dessa pasta de backup.

Era uma solução de compromisso que permitia manter a compatibilidade com software antigo, mas evitava que o sistema ficasse inutilizável.

Curiosamente, pode considerar-se que ainda nos dias de hoje o Windows mantém um sistema idêntico, mas agora conhecido como "ponto de restauro", que também tem por objectivo permitir repor o sistema para um modo funcional no caso de algo correr mal. Por outro lado, hoje em dia o maior problema poderá não ter origem em programas de terceiros, mas sim nas próprias actualizações oficiais do Windows, que invariavelmente trazem bugs de maior ou menor gravidade!

Suno 5.5 replica a voz dos utilizadores

29-03-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

O Suno, o impressionante serviço de geração de músicas AI, apresentou o Suno v5.5, que se foca no uso da voz.

Com a Google a ter entrado na área da geração de música AI com o Lyria 3 Pro, o Suno dá novo passo em frente com a chegada do Suno v5.5.

Há muito que o Suno tem capacidade para criar músicas que podem ser indistinguíveis de músicas reais, e com vozes AI cheias de emoção e expressividade. Com a versão 5.0 essa qualidade foi melhorada, e agora a versão 5.5 foca-se num ponto que era pedido há muito pelos utilizadores: a possibilidade das músicas serem cantadas com a sua própria voz.



Para tal, os utilizadores têm que fornecer uma amostra da sua voz, e superarem uma validação em que é pedido que leiam uma frase aleatória - minimizando os riscos de se poder estar a usar uma amostra de voz de outra pessoa sem autorização. E a partir daí podem começar a criar músicas cantadas "por si", sem sequer se terem que preocupar em saberem cantar afinados ou não! :)

Claro que, a nível de uso de vozes "indevidas", as protecções acabam por se tornar inconsequentes. Há cada vez mais modelos AI open-source de replicação de vozes, alguns deles precisando apenas de uma pequena amostra de voz (em vez dos longos minutos de amostras que eram necessárias no passado). Pelo que, desde já se pode assumir que, se alguém tiver algum pequeno excerto da sua voz acessível na internet, esta poderá ser replicada por qualquer pessoa que se queira dar a esse trabalho - de forma idêntica ao que acontece com a foto do seu rosto poder ser usada para deepfakes.

Agora é aguardar pelas próximas evoluções dos modelos AI de música open-source, como o ACE-Step 1.5, de modo a que reduzam a distância para o Suno.

Lyria 3 Pro da Google gera músicas AI até 3 minutos

29-03-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

A Google lançou o Lyria 3 Pro, sistema AI que agora pode gerar músicas com até 3 minutos.

Depois de no mês passado ter apresentado o Lyria 3, cujas capacidades de geração de música estavam limitadas a 30 segundos, desta vez revela o modelo Lyria 3 Pro que pode gerar músicas completas com até três minutos de duração.

O Lyria 3 Pro funciona de forma semelhante a outras ferramentas de geração musical, como o Suno (que recentemente evoluiu para versão 5.5), permitindo criar músicas a partir de descrições de estilo, ambiente ou instrumentos. Pode também gerar letras e adaptar-se a inputs como imagens ou vídeos, tornando-se mais versátil para criadores. Além da duração expandida, esta nova versão oferece maior controlo sobre a estrutura das faixas, incluindo intros, refrões e pontes.




A ferramenta está disponível nos planos pagos do Gemini, bem como em plataformas como Vertex AI, AI Studio e APIs para programadores.

E se inicialmente a Google evitou as polémicas relacionadas com as questões dos direitos de autor e imitação de artistas por via da duração reduzida, desta vez dá destaque aos sistemas que impedem que sistema replique directamente os estilos de músicos populares, e verificando os conteúdos gerados para evitar infracções. As músicas incluem também uma marca invisível SynthID para identificar conteúdos gerados por AI.

A tecnologia wireless nos cartões bancários

29-03-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Os pagamentos "contactless" escondem tecnologia cuja origem remonta ao período de ouro da espionagem.

Fazer um pagamento aproximando um cartão de um terminal de pagamento tornou-se tão corriqueiro que todos nós o fazemos sem sequer perder um segundo a pensar como é que isso se tornou possível. No entanto, a origem de tal sistema tem origens bastante curiosas, passando pelo icónico "bug" de escuta soviético que dispensava fonte de alimentação (e que foi inventado pelo criador do Theremin), a evolução dos cartões com fita magnética para os chips, e mais.

Isto acabou por nos trazer o RFID (que remonta a 1973, sendo usado para identificar carros a passar em portagens - muito antes da nossa "Via Verde"), e posteriormente o NFC que é usado actualmente nos cartões bancários (mas não só).



Infelizmente, este vídeo do Veritasium termina em forma de "cliffhanger" a remeter a conclusão para o vídeo seguinte (que adicionarei assim que ficar disponível), e que está a gerar bastantes críticas entre os seus seguidores. Afinal, o canal ficou conhecido por criar vídeos de qualidade que abordavam os tópicos descritos com principio, meio, e fim. E se agora começa a entrar num sistema de tentar maximizar artificialmente as visualizações deixando os vídeos a meio, pode acabar por estragar a reputação que conquistou.

Android 17 vai deixar esconder nomes das apps

29-03-2026 | 13:30 | Aberto até de Madrugada

Com o Android 17, os utilizadores vão poder esconder o nome das apps e dar todo o destaque aos icons.

A chegada do Android 17 Beta 3 revelou uma pequena mas interessante novidade: a opção de se poder esconder o nome das apps no ecrã principal.

Isto é algo que inicialmente pode parecer estranho, mas que possibilta ter um ecrã bastante mais "limpo" sem o texto por baixo dos icons das apps, e que era pedido há muito por utilizadores de outros launchers que davam essa opção. Na prática, a maioria dos utilizadores não liga aos nomes, sabendo perfeitamente que apps tem instaladas e onde estão, e o seu icon é o elemento principal que usam para as identificar.
Há que referir que apesar do Android ser considerado muito mais personalizável, isto é algo que até os utilizadores de iPhones já podem fazer há bastante tempo no iOS. E pegando nisso como exemplo, vemos que há um pormenor que a Google poderia / deveria melhorar.
No iOS, quando se opta por esconder os nomes, os icons das apps aumentam ligeiramente para tirar partido do espaço livre que ficou desocupado devido aos nomes. No que acontece actualmente no Android 17 beta 3, os nomes ficam escondidos mas os icons permanecem com o mesmo tamanho de antes, ficando com muito espaço livre entre eles.

Mas, por alguma coisa ainda se está numa versão beta, sendo algo que a Google poderá corrigir ao longo das próximas versões, até ao lançamento do Android 17 final.

Galaxy S26 com Exynos 2600 perde na autonomia

29-03-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

O Galaxy S26 equipado com chip Exynos 2600 da Samsung tem autonomia bastante mais reduzida que os modelos com Snapdragon 8 Elite Gen 5.

A insistência da Samsung em continuar a usar chips diferenciados no mesmo modelo de smartphones volta a gerar polémica, desta vez referente ao Galaxy S26, após um teste que revela uma diferença significativa de autonomia entre as versões Exynos e Snapdragon.

O Galaxy S26 equipado com o Qualcomm Snapdragon 8 Elite Gen 5 apresenta até mais 28% de duração de bateria face à versão com Exynos 2600, com 9h26m versus 6h48m, o que equivale a de 2 horas e 38 minutos de diferença!



Isto vem confirmar aquilo que já se receava. O Exynos 2600 é um chip fabricado em 2nm e que, finalmente, demonstrou estar em pé de igualdade com o Snapdragon da Qualcomm em termos de desempenho. O "detalhe" que faltava esclarecer era a parte dos consumos e eficiência, pois isso torna-se no elemento fundamental que faz toda a diferença quando aplicado num dispositivo móvel com bateria e capacidade de dissipação limitadas.

Embora este seja apenas um teste, e haja outros testes que mostram diferenças mais reduzidas, volta a reacender a questão: porque motivo insiste a Samsung em lançar um dos seus modelos de topo com chips diferenciados? Em vez de se sujeitar continuamente a estas comparações - de que nunca pode sair a ganhar (se o Exynos fosse imensamente superior ao Snapdragon, seriam os clientes com modelos Snapdragon a queixarem-se) - poderia cortar tudo isso pela raiz, usando o mesmo chip para toda a série, sem diferenciação.

Missão Artemis 2 voa até à Lua esta semana

29-03-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Após meio século, estamos prestes a ter astronautas a fazer uma visita à Lua com a missão Artemis 2, que pode ser lançada já no dia 1 de Abril - e não é mentira.

A NASA está a preparar o lançamento da missão Artemis 2, a primeira missão tripulada rumo à órbita da Lua em mais de 50 anos. O lançamento está actualmente previsto para o início de Abril, representando um marco importante no regresso da exploração humana além da órbita terrestre.

A missão irá levar quatro astronautas numa viagem de cerca de 10 dias à volta da Lua, a bordo da nave Orion, lançada pelo polémico foguetão Space Launch System (SLS). Refira-se que a missão Artemis 2 não irá pousar na superfície lunar, servindo para testar sistemas essenciais em preparação para as missões seguintes que irão pousar no satélite natural terrestre.

A tripulação é composta por:
  • Reid Wiseman (NASA) - Comandante
  • Victor Glover (NASA) - Piloto
  • Christina Koch (NASA) - Especialista da missão
  • Jeremy Hansen (CSA) - Especialista da missão
Será a primeira vez que teremos uma missão com humanos a bordo da cápsula Orion, após o sucesso da missão não tripulada Artemis 1 em 2022. Durante o voo, a tripulação irá viajar milhares de quilómetros além da Lua, testando sistemas de suporte de vida, navegação, e comunicações em condições reais de espaço profundo.
Resta agora esperar que tudo corra sem incidentes, para possibilitar os futuros objectivos de estabelecer uma presença sustentável na Lua, que se torna bastante mais realista e credível do que rumar directamente a Marte.

Leapmotor lança A10 de 8 mil euros

29-03-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A Leapmotor lançou o novo A10, um mini-SUV eléctrico com um preço base de cerca de 8 mil euros - na China.

O Leapmotor A10 destaca-se por trazer tecnologia avançada para um segmento mais acessível. Dependendo da versão, pode incluir LIDAR, chips Qualcomm para infotainment, e sistemas de assistência à condução, bem como funcionalidades como navegação e estacionamento automático. A versão topo oferece até 505 km de autonomia (CLTC), enquanto as versões base começam nos 403 km. E se tudo isso pode parecer o "normal" num automóvel moderno, há que relembrar que neste caso estamos a falar de um veículo com preço que fica abaixo dos 10 mil euros!
O modelo, conhecido internacionalmente como B03X, está disponível em quatro versões com diferentes níveis de equipamento, baterias e autonomia. Os preços na China são ultra-competitivos:
  • 403 Edition: 8.200 euros
  • 403 Edition com ADS: 8.700 euros
  • 505 Edition: 9.600 euros
  • 505 Edition com LiDAR: 10.800 euros

No interior, o A10 apresenta um ambiente moderno com painel de instrumentos digital, ecrã central de 14.6" e assistente AI integrado. Há também soluções práticas de arrumação e funcionalidades de conforto como bancos aquecidos e volante aquecido - novamente, coisas incomuns nesta gama de preços.
Em termos de motorização, o A10 utiliza um motor eléctrico com até 121 cv, combinado com baterias até 53 kWh. O carregamento rápido permite passar dos 30% aos 80% em apenas 16 minutos.

Com esta combinação de preço, autonomia e tecnologia, a Leapmotor posiciona o A10 como uma proposta competitiva no segmento de entrada dos veículos eléctricos. Quanto a nós, só nos resta imaginar como seria um caso de sucesso por cá, se chegasse até nós a estes preços - ainda mais numa altura em que os preços dos combustíveis estão em valores ultra-elevados.

TP-Link corrige falhas nos routers Archer NX

28-03-2026 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

Quem tiver um router Archer NX da TP-Link deverá proceder à sua actualização para corrigir falhas de segurança.

A TP-Link está a alertar os utilizadores para actualizarem os seus routers, após corrigir várias vulnerabilidades graves na série Archer NX. A falha mais crítica permite contornar a autenticação e carregar firmware malicioso nos dispositivos afectados.

Identificada como CVE-2025-15517, a vulnerabilidade afecta modelos populares como o Archer NX200, NX210, NX500 e NX600. O problema resulta da ausência de verificação de autenticação na interface web, permitindo a utilizadores não autorizados executar acções privilegiadas, como alterar configurações ou instalar firmware. A empresa corrigiu também outras falhas, incluindo uma chave criptográfica que podia expor dados de configuração, bem como vulnerabilidades de execução de comandos que permitiam a atacantes com acesso administrativo executar código indevido. Em conjunto, estas falhas podem permitir que um atacante assuma controlo total dos equipamentos.

A TP-Link recomenda a instalação imediata das actualizações de firmware para reduzir os riscos. Este alerta surge num contexto de crescente preocupação com a segurança de routers, que nos EUA até já levaram à proibição da importação de routers. Como dispositivo que serve de ponto de ligação entre a internet e todos os dispositivos numa casa / empresa, torna-se num elemento crítico que é um dos alvos mais apetecíveis para hackers.

Como fazer um Space Mouse 3D com teclado macro

28-03-2026 | 18:30 | Aberto até de Madrugada

Perfeito para quem trabalha com software de modelação 3D, este Space Mouse 3D facilita a manipulação de elementos no espaço tridimensional.

Se regularmente vamos trazendo projectos de teclados macro e de controladores extra, desta vez temos um curioso projecto que adiciona algumas novas dimensões a tudo isso.

Este Open Source Space Mouse and Macro Keyboard usa um Raspberry Pi Pico como base, mas o seu elemento de destaque é o facto de combinar um joystick tridimensional que possibilita a manipulação directa em 6 eixos, ideal para programas como o Fusion 360 e FreeCAD, além de 20 teclas macro programáveis, e ainda mais alguns botões rotativos adicionais. Ou seja, não há falta de opções quanto ao que se pode fazer.



O custo é ridiculamente reduzido (o criador do projecto diz que fica por menos de €10), tirando partido da impressão 3D para fazer praticamente todos os elementos (até as teclas em si são impressas em 3D).

Como sempre, nada vos impede de alterar o projecto de modo a que se ajuste às vossas necessidades, incluindo modificar as funções das teclas macro, e de o usar com outro tipo de software, como edição de vídeo / áudio, etc.

YouTube altera interface dos vídeos inseridos nas páginas

28-03-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

O YouTube está a fazer alterações ao interface dos vídeos inseridos nas páginas - e a reacção não está a ser positiva.

O YouTube está a lançar um novo design para o player dos vídeos inseridos em sites, mas as primeiras reacções dos utilizadores não estão a ser aquelas que se esperaria.

O novo interface altera a posição de vários controlos. O botão de play/pause passa a surgir no centro do ecrã, enquanto opções como volume, legendas e definições foram movidas para o canto superior direito. O botão de copiar ligação ocupa agora o espaço inferior esquerdo, e o controlo de ecrã inteiro foi reposicionado acima da barra de progresso.
Para piorar, algumas funcionalidades "tradicionais" foram removidas ou alteradas. O duplo clique para entrar em ecrã inteiro deixou de funcionar, e o botão de avançar foi completamente eliminado, sendo substituído por uma opção de "More videos" abaixo da timeline. A interface, mais translúcida, também cobre uma maior área do vídeo.

No lugar do play/pause habitual no canto inferior esquerdo passamos a ter um botão de copiar link do vídeo, que também é um retrocesso face à anterior opção de partilha que dava mais opções aos utilizadores. Nem sequer é possível copiar o código de inserção do vídeo através do botão direito do rato, agora obrigando a um ritual de três passo: clicar na roda dentada, clicar na expansão do menu (apesar de todo o espaço no ecrã para apresentar as opções), clicar finalmente na cópia de inseção do vídeo... para descobrir que afinal não copia nada e não funciona!
Mesmo com a atenuante de que as alterações de interface habitualmente necessitam de algum tempo de habituação, parece que desta vez a equipa do YouTube se apressou a lançar um design que parece inacabado e pouco intuitivo (ter o ajuste de volume no topo do ecrã é coisa que é adequada a um smartphone, mas que não faz qualquer sentido num desktop para uso com o rato).

DJI Avata 360 grava vídeo a 360°

28-03-2026 | 14:30 | Aberto até de Madrugada

A DJI apresentou o Avata 360, que pode gravar vídeo 8K a 360°.

A DJI apresentou o novo Avata 360, um drone focado na captação de vídeo imersivo em 360 graus com resolução 8K a 60fps e HDR. O drone usa sensores de 1" com píxeis de grande dimensão, para maior alcance dinâmico e detalhe, além de permitir fotografias panorâmicas com até 120MP.

O Avata 360 conta com lentes intercambiáveis, incluindo uma configuração dedicada para 360 graus, bem como um modo Single Lens para gravação tradicional em 4K a 60fps, oferecendo maior flexibilidade criativa.


A nível de hardware, o drone oferece até 23 minutos de autonomia, detecção de obstáculos em todas as direcções, e protecções integradas nas hélices. Inclui ainda o sistema de transmissão O4+, capaz de fornecer vídeo em directo a 1080p60 até 20 km de distância. Entre outras funcionalidades estão 42GB de armazenamento interno, transferências rápidas via WiFi 6, tracking inteligente, modo FPV e compatibilidade com controlos avançados.

O DJI Avata 360 fica disponível por um preço de €469 só para o drone, ou de €729 para o drone com um controlador DJI RC2.

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