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Google Photos expande edição por texto a mais países

28-01-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A Google continua a expandir as funcionalidades AI do Google Photos, fazendo chegar a edição por texto a mais países - mas não à Europa.

A Google está a expandir a sua funcionalidade de edição de fotos com AI baseada em texto no Google Photos para mais países, incluindo a Índia, a Austrália e o Japão. A ferramenta permite editar imagens descrevendo as alterações pretendidas em linguagem natural, dispensando controlos manuais complexos.

A opção surge como uma caixa "Help me Edit" dentro do editor de fotografias. A partir daí, os utilizadores podem escolher sugestões automáticas ou escrever pedidos personalizados, como remover objectos, ajustar a focagem, restaurar fotografias antigas, ou adicionar novos elementos.
A AI consegue também fazer coisas como remover óculos ou corrigir olhos fechados, ou até mesmo alterar a pose de uma pessoa (algo que seria bastante mais complicado de fazer com as ferramentas tradicionais de edição de imagem). O processamento é feito localmente na app, recorrendo ao modelo de imagem Nano Banana da Google, sem necessidade de ligação à internet durante a edição.

Além da expansão geográfica, a Google está a adicionar suporte a vários idiomas e a implementar C2PA Content Credentials no Google Photos. Estes metadados indicam quando uma imagem foi criada ou editada com AI, ajudando a dar mais transparência numa altura em que conteúdos gerados por inteligência artificial são cada vez mais numerosos e difíceis de distinguir das fotos reais. A Google também melhorou recentemente a funcionalidade de conversão de fotos para vídeos - que infelizmente também (ainda) não está disponível na Europa.

Samsung confirma ecrã com privacidade do Galaxy S26 Ultra

28-01-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

A Samsung confirmou que o Galaxy S26 Ultra virá com um ecrã que permitirá ajustar a visibilidade para maior privacidade.

Tal como já tinha sido referido por diversos rumores, a Samsung confirmou uma das funcionalidades mais faladas do futuro Galaxy S26 Ultra: um ecrã de privacidade integrado. Num novo comunicado, a empresa anunciou "uma nova camada de privacidade" pensada para evitar olhares indiscretos em locais públicos.

A descrição não deixa grandes dúvidas. A Samsung refere que será possível ler mensagens ou introduzir palavras-passe nos transportes públicos sem preocupações de que alguém esteja a tentar espreitar, algo que coincide com os rumores que circulam há meses sobre um sistema de privacidade incorporado no próprio ecrã. Ao contrário das películas de privacidade, este sistema será dinâmico e configurável: os utilizadores poderão activá-lo apenas em apps específicas, durante acções sensíveis como a introdução de passwords, ou até em secções do ecrã, como notificações.

A Samsung diz que a tecnologia levou mais de cinco anos a ser desenvolvida e promete revelar mais detalhes em breve. Até lá, podemos suspeitar que se trata de uma camada de polarização adicional integrada no ecrã, que permite ajustar o grau de visibilidade do mesmo, de modo a que só fique visível para quem estiver directamente em frente ao ecrã.

Professor perde dois anos de trabalhos no ChatGPT

27-01-2026 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

Remover o consentimento de acesso aos dados levou consigo dois anos de trabalhos acumulados no ChatGPT.

Um professor universitário perdeu dois anos de trabalhos académicos após ter feito uma única alteração nas definições do ChatGPT.

O incidente envolve Marcel Bucher, professor na Universidade de Colónia na Alemanha, que utilizava o ChatGPT para agilizar o seu trabalho, usando-o para candidaturas, financiamentos, preparação de aulas, exames, e rascunhos de publicações. Segundo o seu relato, os dados foram apagados quando decidiu testar a opção de consentimento de dados, desactivando-a para avaliar de que forma isso afectaria o uso do serviço.

Só que, inesperadamente, toda a sua informação desapareceu instantaneamente, sem qualquer aviso ou pedido de confirmação. Históricos de conversas e pastas de projectos foram eliminados em todos os dispositivos (como de resto seria esperado, já que se trata de um serviço na cloud). A pior parte é que esta operação não dava qualquer possibilidade de recuperação. E, após contactar o apoio da OpenAI, foi informado de que conteúdos apagados não podem ser restaurados, por motivos legais e de privacidade, sendo recomendada a criação de cópias de segurança externas.
Apesar de tecnicamente ter sido algo feito pelo próprio utilizador, seria de pensar que, no mínimo, a OpenAI apresentasse um alerta bem claro e um pedido de confirmação antes de realizar uma operação com consequências tão drásticas. Adicionalmente, poderia oferecer uma opção de "undo", mesmo que durante um período de tempo limitado, para permitir reverter uma decisão inadvertida.

Não o fazendo, fica a recomendação de que não se devem tratar os serviços na cloud como algo que evita a necessidade de manter backups. Afinal, basta um clique errado - como neste caso - para poder levar todos os dados; sendo que o mesmo poderia acontecer por outras vias, como alguém conseguir apoderar-se da conta do utilizador, bloqueando-lhe o acesso ou apagando os dados.

YouTube pode limitar ajuste de velocidade ao plano premium

27-01-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

O YouTube está a considerar restringir o acesso ao ajuste de velocidade aos clientes pagos do YouTube Premium.

O YouTube esta a fazer testes que podem resultar na transferência de uma das suas funcionalidades mais populares para algo só possível para quem pagar subscrição. Segundo relatos de utilizadores, a plataforma está a experimentar tornar o controlo da velocidade de reprodução exclusivo do YouTube Premium.

A velocidade de reprodução é uma funcionalidade muito utilizada, permitindo acelerar ou abrandar vídeos, sendo algo que - até à data - estava acessível de forma gratuita. Neste teste A/B, os utilizadores são divididos em dois grupos: um mantém acesso total à funcionalidade, enquanto no outro a opção fica bloqueada a não ser que tenham a subscrição Premium.
A experiência foi detectada por um utilizador ao notar comportamentos diferentes em duas contas, o que indica um teste A/B discreto por parte do YouTube. Embora não exista confirmação oficial, a estratégia encaixa na tentativa da empresa de tornar o Premium mais apelativo. Infelizmente, em vez de o fazer por via de funcionalidades acrescidas para quem pagar, agora parece estar a recorrer à táctica mais fácil de pior o serviço para quem não paga.

Inevitavelmente, se isto pode fazer com que algumas pessoas realmente se "fartem" e cedam a pagar a subscrição Premium do YouTube, também é garantido que irá fazer com que parte significativa decida espreitar players alternativos do YouTube, que potencialmente poderão manter esta funcionalidade, a par de outras que não serão nada vantajosas para o YouTube, como suprimir a publicidade.

Carregador Anker 200 W GaN 6 portas a €54

27-01-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Os carregadores podem acompanhar-nos por anos e anos, e este Anker GaN 200 W com 6 portas garante que estamos preparados para tirar partido do USB-C até para carregar portáteis.

Com a transição para o USB-C e alguns fabricantes a deixarem de incluir carregadores com os seus produtos, torna-se mais importante que nunca escolher um carregador que nos dê algumas garantias a longo prazo. Este carregador Anker pode fornecer um total de 200 W e tem seis portas USB, mas mantendo um tamanho bastante compacto em formato "charging station" para desktop, graças à tecnologia GaN.
Este carregador Anker GaN 200 W 6-portas está disponível por 54 euros na Amazon Espanha.

Vem equipado com quatro portas USB-C e duas portas USB-A, significando que está preparado para lidar com os equipamentos mais recentes mas também lida sem dificuldade com cabos USB da geração anterior (que ainda são bastante populares). Pode fornecer até 100 W simultanteamente em duas portas USB-C quando se quer carregar múltiplos dispositivos, o que significa que poderá suportar com facilidade o carregamento de dois portatéis ao mesmo tempo. E não se esqueçam de juntar um cabo USB-C que permita tirar partido destas potências.


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Google Photo to Video mais versátil

27-01-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

A Google está a melhorar a funcionalidade "Photo to video" no Google Photos, aproximando-o das capacidades do Veo3 no Gemini.

A Google está a expandir as capacidades do Photo to video no Google Photos. A ferramenta, lançada o ano passado, permite transformar fotografias em pequenos vídeos através do modelo AI Veo 3, e agora passa a ter áudio e suportar prompts personalizados.

Até agora, os utilizadores estavam limitados a opções simples, como movimento subtil ou um modo aleatório. Com esta actualização, passa a ser possível escrever prompts personalizados para descrever o tipo de movimento, estilo visual ou efeito pretendido, à semelhança do que já acontece na app Gemini ou no Grok Imagine. O sistema também sugere prompts, que podem ser ajustados após a geração do vídeo. Outra mudança relevante é a inclusão de áudio. Os vídeos gerados podem agora incluir som, uma funcionalidade que já tinha sido destacada quando a Google apresentou o modelo Veo 3.

A actualização está a ser disponibilizada de forma gradual e pode ainda não estar activa em todos os dispositivos. A opção "Photo to video" encontra-se no separador Create no Android e iOS, com limites diários de geração para todos os utilizadores e limites mais elevados para subscritores AI Pro e AI Ultra. Infelizmente, continua a estar limitada aos utilizadores nos EUA, ainda sem data prevista de quando chegará aos utilizadores europeus - que podem usar o Grok Imagine.

Caixa PC transparente esconde o interior ao toque de um botão

27-01-2026 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

Há uma caixa de PC que permite ver, ou esconder, o que está no interior com o toque de um botão.

Há muitos anos que as caixas de PC com secções em vidro ou acrílico transparente se tornaram comuns, principalmente entre o segmento gamer. Mas, agora, do Japão, chega-nos uma curiosa caixa PC que pode alternar entre um modo transparente ou fosco, deixando ver - ou não - aquilo que se tem no interior.

A Mouse Computer está a vender no Japão um desktop NEXTGEAR da série EG que se destaca mais pela caixa do que pelas especificações. O sistema vem numa caixa chamada "Clear Shift", capaz de esconder ou mostrar os componentes internos com um simples toque num botão. A caixa utiliza dois painéis de vidro, na frente e no lado esquerdo, com modo de privacidade integrado. Com o PC ligado, é possível alternar entre um modo Clear, totalmente transparente, e um modo Stealth, que escurece o vidro e oculta o interior. Quando o sistema está desligado, os painéis permanecem automaticamente em modo Stealth.
Existe ainda um botão dedicado para controlar a iluminação ARGB, permitindo transformar rapidamente o PC num desktop mais discreto. É uma abordagem prática para quem gosta de ter opções sem complicações.

O sistema de transparência parece ser em tudo idêntico aos vidros de privacidade já usados em escritórios e empresas, que também permitem alternar entre modo 100% transparente ou modo "translúcido" que evita olhares indiscretos. Também aí temos o caso de ser necessário aplicar energia para manter o vidro transparente, ficando fosco quando não se aplica energia. Neste caso, não se pode dizer que haja efectivamente necessidade de manter a privacidade no interior de uma caixa de PC, mas o factor novidade será certamente suficiente para atrair alguns potenciais interessados.

Clawdbot muda para Moltbot

27-01-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

O projecto AI de sucesso viral Clawdbot mudou de nome para Moltbot a pedido da Anthropic.

O Clawdbot tem ganho imensa popularidade nas últimas semanas, sendo um projecto open-source que permite ter um agente AI personalizado a correr num computador local (embora ainda dependente de serviço AI externo, como o Claude). Mas, agora que começou a ser notado, tem que passar por uma mudança de nome.

A Anthropic contactou os responsáveis do projecto pedindo para que alterassem o nome, por o "Clawdbot" poder indirectamente ser associado ao "Claude". Embora a génese do nome estivesse relacionada com as pinças das lagostas e nada tivesse a ver com o Claude, a opção foi de não entrar em conflito e efectuar a mudança de nome para Moltbot - mantendo a referência ao processo de mudança de casca das lagostas como parte do seu crescimento.

🦞 BIG NEWS: We've molted!

Clawdbot → Moltbot
Clawd → Molty

Same lobster soul, new shell. Anthropic asked us to change our name (trademark stuff), and honestly? "Molt" fits perfectly - it's what lobsters do to grow.

New handle: @moltbot
Same mission: AI that actually does…

— Mr. Lobster🦞 (@moltbot) January 27, 2026
Enquanto isso, o criador do Clawdbot já veio desabafar publicamente que tem sido complicado lidar com este sucesso, dizendo que as pessoas precisam de ter em conta que se trata de um projecto pessoal que foi disponibilizado gratuitamente para todos; e que não é um serviço comercial com uma empresa por trás.

The amount of crap I get for putting out a hobby project for free is quite something.

People treat this like a multi-million dollar business. Security researchers demanding a bounty.
Heck, I can barely buy a Mac Mini from the Sponsors.

It's supposed to inspire people. And I'm…

— Peter Steinberger 🦞 (@steipete) January 27, 2026

Adicionalmente, a mudança de nome tem dado azo a que algumas pessoas tentem aproveitar-se, lançando coisas como projectos copiados com subscrições pagas, tokens, e criptomoedas. Coisas que ele diz que nunca irá aceitar ou promover.

To all crypto folks:
Please stop pinging me, stop harassing me.
I will never do a coin.
Any project that lists me as coin owner is a SCAM.
No, I will not accept fees.
You are actively damanging the project.

— Peter Steinberger 🦞 (@steipete) January 27, 2026

Portanto, a única coisa que fica assegurada é que se pode esquecer o Clawdbot e tudo o que se faça passar por ele, e que de agora em diante temos o Moltbot.

iOS 26.3 terá opção de limitar localização pelas operadoras

27-01-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

Para o iOS 26.3 a Apple está a preparar uma opção que reduz a precisão da localização pelas operadoras móveis.

Embora os utilizadores tenham (supostamente) controlo sobre a partilha dos dados de localização dos seus smartphones, nada podem fazer quanto à localização por triangulação que é feita pelas operadoras. Essa localização não tem a precisão dos serviços de localização por GPS/WiFi, mas pode ainda assim resultar numa precisão de cerca de 50 metros para dispositivos 4G e 10 metros para dispositivos 5G - isto nos casos ideais, podendo ser de vários quilómetros em zonas com menor cobertura.

Agora, a Apple surpreende por estar a preparar uma opção que reduzirá a precisão deste tipo de localização, que deverá chegar no próximo iOS 26.3.

Apple has added a feature in iOS 26.3 beta 3 that is going to anger law enforcement: Limit precise location from cellular networks

Limits the precision of your location data that is available to mobile networks. This does not impact location sharing during emergency

Requires a… pic.twitter.com/mBuuV1YSAN

— Aaron (@aaronp613) January 26, 2026
Enquanto se aguarda por mais detalhes técnicos sobre como isto funciona, o seu efeito prático será - pelo menos numa fase inicial - limitado. Isto porque a opção só parece estar disponível nos iPhones com modems C1 da Apple (o que desde já o limita as iPhone Air, iPhone 16e, e iPad Pro M5), e terá também que ter suporte das operadoras, que por agora serão em número bastante limitado:
  • EUA: Boost Mobile
  • UK: EE, BT
  • Alemanha: Telekom
  • Tailândia: AIS, True
Ainda assim, é algo que deverá ir aumentando ao longo dos próximos anos, e que será bastante apreciado por quem valoriza a sua privacidade. A Apple diz que este sistema não reduz o desempenho das comunicações móveis, e também não afecta o fornecimento da localização exacta no caso das chamadas de emergência.

Ganha uma fita LED para TV

27-01-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta vez a escolha recai sobre uma fita LED para TV.

Embora não seja a versão "ambilight" com câmara, até uma simples fita LED RGB permite dar toque especial a qualquer divisão e facilitar a visualização em salas completamente às escuras.
Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

Loading…

Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

Apple lança iOS 26.2.1 - e actualização para o iPhone 5s

27-01-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A Apple lançou o iOS 26.2.1, com suporte para o AirTag 2, assim como actualizações para iPhones mais antigos.

A Apple lançou o iOS 26.2.1 e o iPadOS 26.2.1, actualizações menores que chegam cerca de um mês após a versão 26.2. O novo software pode ser instalado nos iPhone e iPad compatíveis, através das Definições.

A principal novidade do iOS 26.2.1 é o suporte para o novo AirTag 2. Este modelo inclui um chip Ultra Wideband de segunda geração, que melhora o Precision Finding, oferecendo maior precisão e alcance. Para além disso, a actualização inclui correções de erros não especificadas.
Em paralelo, a Apple lançou novas versões de software para equipamentos mais antigos, incluindo iOS 18.7.4, iOS 16.7.13, iOS 15.8.6 e iOS 12.5.8. Estas actualizações destinam-se a iPhones que já não suportam o iOS 26.

O destaque vai para o iOS 12.5.8, que prolonga certificados de segurança em dispositivos como o iPhone 5s e o iPhone 6. Esta actualização permite que serviços como o iMessage, FaceTime e a activação do equipamento continuam a funcionar depois de Janeiro de 2027. O que, por outro lado, significa que quem não aplicar esta actualização se arrisca a perder acesso a esses serviços a partir do próximo ano.

Apple lança AirTag 2 com melhorias

27-01-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Após cinco anos, a Apple lança finalmente a segunda geração do AirTag, mantendo o design e o preço, mas trazendo diversas melhorias.

A Apple apresentou oficialmente os AirTag de segunda geração, quase cinco anos após o lançamento do modelo original. Em vez de mudar o design, a empresa apostou em melhorias práticas, com maior alcance de localização, um altifalante mais potente, e melhor desempenho wireless.

A principal novidade é o chip Ultra Wideband (UWB) de segunda geração da Apple. Graças a esta actualização, o Precision Finding funciona até 50% mais longe do que antes (desde que se tenha um iPhone das gerações mais recentes), facilitando a localização de objectos. O Bluetooth também foi actualizado, oferecendo maior alcance fora do modo Precision Finding. O novo AirTag inclui ainda um altifalante até 50% mais alto, tornando os alertas sonoros mais fáceis de ouvir e reforçando as medidas anti-stalking. Internamente, o hardware foi redesenhado, mas mantém a bateria CR2032, a resistência à água IP67, e autonomia anunciada superior a um ano.
Principais novidades do AirTag 2:
  • UWB 2 - O AirTag 2 adopta o chip Ultra Wideband (UWB) de segunda geração da Apple.
  • Maior alcance - As actualizações ao UWB significam que a Localização Exacta funciona a uma distância até 1.5x superior à anterior. A Localização Exacta é a funcionalidade que permite localizar um AirTag com precisão numa área interior de curta distância. Consegue guiá-lo directamente até ao AirTag com um dispositivo compatível.
  • Localização Exacta no Apple Watch - Anteriormente, a Localização Exacta estava limitada ao iPhone, mas agora funciona no Apple Watch Series 9 e posterior, e no Apple Watch Ultra 2 e posterior, uma vez que estes dispositivos possuem chips UWB.
  • Altifalante mais potente - O altifalante do AirTag 2 é até 50 por cento mais alto que o do AirTag original. Esta melhoria facilita ouvir o som quando é reproduzido e constitui uma medida adicional contra stalking, pois será mais difícil abafar o som.
  • Bluetooth melhorado - A Apple está a utilizar uma especificação Bluetooth mais recente com alcance aumentado.
  • Novo design interno - Para acomodar o altifalante actualizado, a Apple renovou os componentes internos. Havia rumores de que a Apple tornaria mais difícil manipular o AirTag para remover o altifalante, mas será necessário aguardar uma desmontagem para confirmação.
  • Peso actualizado - O AirTag 2 pesa 11,8 gramas. É sete por cento mais pesado do que o AirTag original.
  • Texto renovado - O texto na parte de trás do AirTag está agora todo em maiúsculas, o que é uma boa forma de distinguir se um AirTag é do primeiro modelo ou do novo. O texto menciona agora a resistência à água e poeiras IP67, além de suporte NFC e Find My. Estas funcionalidades não são novas, mas não eram indicadas na parte de trás do AirTag original.
  • Continua não recomendado para animais de estimação - O anúncio e a página do produto do AirTag 2 da Apple afirmam explicitamente que o dispositivo é para rastrear objetos, e não pessoas ou animais de estimação. Apesar disso, muitas pessoas utilizam AirTags para rastrear os seus animais.
  • Processo de reposição - Para repor um AirTag 2, é necessário remover a pilha, deixá-la fora durante pelo menos cinco segundos e depois voltar a inseri-la. O processo tem de ser repetido quatro vezes. A Apple indica que pode demorar até 12 segundos a ouvir o tom final. No AirTag original, não era necessário esperar após remover a pilha antes de a voltar a colocar.
  • Requer iOS 26.2.1 - Para utilizar um AirTag 2, será necessário actualizar o iPhone para o iOS 26.2.1. O AirTag 2 requer o software mais recente da Apple, o que significa que não funcionará em dispositivos incapazes de executar o iOS 26.

O preço mantém-se inalterado, com o AirTag individual a custar 35 euros e o pack de quatro a 119 euros. O novo modelo requer iOS 26.2.1 ou superior, e uma actualização do watchOS vai permitir o Precision Finding em modelos recentes do Apple Watch. 

Windows 11 deixa de arrancar após actualização de Janeiro

26-01-2026 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

O impacto das primeiras actualizações do ano para o Windows 11 continua a causar problemas.

Depois dos problemas já detectados, a Microsoft está a investigar falhas de arranque no Windows 11 que surgiram após a instalação das actualizações de segurança de Janeiro de 2026. Alguns utilizadores estão a reportar que os seus PCs deixaram de arrancar e mostram o erro “UNMOUNTABLE_BOOT_VOLUME” durante o boot.

O problema afecta sistemas com Windows 11 25H2 e Windows 11 24H2 depois da instalação da actualização cumulativa KB5074109, lançada no Patch Tuesday deste mês. Segundo a Microsoft, os dispositivos apresentam um ecrã de erro preto a indicar que o sistema encontrou um problema e precisa de reiniciar - mas acabam por não conseguir iniciar o Windows, exigindo recuperação manual. A NS diz ter recebido um número limitado de queixas e pede aos utilizadores e administradores afectados que enviem feedback através da app Feedback Hub, para ajudar a identificar a causa.

Este é apenas mais um problema, que se vem juntar a todos os outros. Para cúmulo do ridículo - e quase parecendo uma piada de 1 de Abril - a tentativa de desinstalar esta actualização problemática também está sujeita a outro bug, fazendo com que muitos utilizadores se deparem com um erro 0x800f0905 que impede o processo, mantendo-os com o problema.

Google termina Gmailify e acesso via POP do Gmail

26-01-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

O Gmail deixa de poder ir buscar emails a outras contas via POP, e com isso desaparece o Gmailify.

A Google vai descontinuar o Gmailify ainda este mês, pondo fim a uma funcionalidade pouco conhecida, mas útil, do Gmail. Durante quase uma década, o Gmailify permitiu aplicar filtros de spam, categorias, pesquisa avançada e notificações inteligentes do Gmail a contas de terceiros como Yahoo Mail ou Outlook.

O Gmailify funcionava ao ligar uma conta externa ao Gmail e importar as mensagens, que passavam a ser tratadas quase como emails nativos. Para quem usava o Gmail como hub central de várias caixas de entrada, isto significava manter tudo organizado e protegido contra spam num único sítio. Com o fim da funcionalidade, essas vantagens deixam de se aplicar a contas que não sejam Gmail.

Em paralelo, a Google também vai terminar o suporte a POP para ir buscar emails a outros serviços - a base técnica do Gmailify. Na prática, a opção "Verificar correio de outras contas" vai desaparecer do Gmail na web. As mensagens já importadas continuam acessíveis, mas novos emails externos deixam de ser importados e de receber o tratamento do Gmail.

A Google diz que ainda será possível aceder a outras contas no Gmail, mas com menos funcionalidades: via IMAP na app para Android e iOS, ou através de reencaminhamento automático a partir do fornecedor original. A empresa não explicou o motivo da decisão, mas quem utilizasse esta funcionalidade terá que encontrar formas de minimizar o impacto desta alteração.

Hub USB 3.2 Sabrent 7-portas com interruptores individuais a €33

26-01-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Precisam de um hub USB 3.2 com quantidade generosa de portas, mas que também permita desligá-las individualmente sem tirar / meter fichas? Então espreitem este hub.

Os hubs USB tornaram-se uma necessidade da vida moderna, especialmente para acompanharem os portáteis que vêm equipados com poucas portas USB, que rapidamente se esgotam assim que ligamos um teclado e rato externo. Adicionalmente, há casos particulares, de pessoas que precisam de um número superior de portas USB. Este hub da Sabrent tem 7 portas que permitem maior liberdade na quantidade de dispositivos USB que podemos utilizar, mas o que o torna mais especial é o facto de todas as portas contarem com o seu próprio botão para que possam ser ligadas ou desligadas individualmente.
O hub USB 3.2 Sabrent 7-portas com interruptores está disponível por apenas 33 euros na Amazon Espanha, e inclui fonte de alimentação de 36 W.

Pode ser o companheiro ideal para quem tiver que fazer a replicação de pens USB em média escala (se precisar de mais, pode sempre investir num hub de 10 portas ou hub de 16 portas, também com interruptores), ou simplesmente que tenha uma série de equipamentos USB que deseje manter acessíveis (por exemplo: gravador CDs externo, scanner, câmaras digitais, webcam, discos externos, etc.) mas com a possibilidade de os poder desligar sem retirar a ficha - algo que até pode funcionar como medida de protecção, prevenindo que uma infecção de ransomware se possa espalhar a um disco externo de backup, que apenas se ligue para os backups e depois se mantenha desligado.


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Mini PC Machenike com ecrã basculante

26-01-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

A Machenike lançou um mini PC com um curioso sistema de mini-ecrã basculante.

A Machenike lançou uma nova configuração do Machenike GTS Mini PC aposta num detalhe incomum: um ecrã de estado basculante no topo. O pequeno display levanta-se para facilitar a leitura e, ao mesmo tempo, facilita a circulação de ar, integrando-se directamente no sistema de ventilação.

Este design trabalha em conjunto com um arrefecimento de quatro ventoinhas e dois heat pipes, pensado para lidar com CPUs mais exigentes. A nova versão usa o Intel Core Ultra 7 225H, enquanto há uma opção mais potente com Intel Core Ultra 9 285H. O Ultra 7 oferece 14 núcleos até 4.9 GHz, e o Ultra 9 sobe para 16 núcleos e 5,4 GHz, ambos com modos até 70 W e 65 W sustentados.
No interior, o Mini GTS traz dois slots DDR5-5600 (até 128 GB), duas ranhuras M.2 (até 4 TB), WiFi 6E e Bluetooth 5.3, correndo Windows 11. A conectividade é generosa para um formato compacto: duas portas USB4 Type-C, mais uma Type-C a 10 Gbps, quatro USB-A, HDMI 2.0, DisplayPort 1.4, suporte para até quatro ecrãs 4K, duas portas 2.5GbE e jack de áudio.

Em termos de preço, a configuração Ultra 7 + 32 GB RAM + 1 TB começa nos 700 euros (na China) sendo certo que estes preços rapidamente deverão aumentar devido ao escalar do preço da memória RAM e também dos SSD. Ainda assim, é de esperar que outros fabricantes sigam o exemplo e se comecem a ver mais mini-PC a apostar em sistemas idênticos com ecrã basculante, não só como elemento de diferenciação, como também como forma de melhorar a circulação de ar.

Metade dos Tesla Model Y chumbaram nas inspecções obrigatórias

26-01-2026 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

Não sendo um assunto novo, vão ressurgindo os relatos de que os Tesla têm grande taxa de reprovações nas inspecções automóveis obrigatórias.

Apesar de haver automóveis com problemas "congénitos" que nunca dão descanso aos seus donos desde o momento que saem do stand, a maioria dos carros tem uma vida tranquila durante os primeiros anos. E as primeiras "dores de cabeça" podem começar a surgir apenas quando têm que passar pelas inspecções periódicas obrigatórias.

No caso dos Tesla, parecem sofrer de uma elevada taxa de reprovações, num cenário que se vai repetindo anualmente. Nos últimos anos, e à medida que os carros vão atingindo a idade de serem inspeccionados, os Tesla têm surgido nas notícias por chumbarem frequentemente. E agora, depois dos Model 3, é também a vez dos Model Y se juntarem à lista, com quase metade dos Model Y de 2021 a terem chumbado a inspecção na Dinamarca.
Os problemas continuam a ser os mesmos que já tinham sido referidos nos anos anteriores: problemas nos travões, nos faróis, e também na suspensão, com folgas e movimento excessivo das rodas.

Embora seja mais que conhecido que as primeiras gerações dos Model 3 tinham bastantes problemas de qualidade de fabrico, esperava-se que a Tesla pudesse ter aprendido e corrigido as coisas para o Model Y. Mas, aparentemente não foi caso. Apesar destes chumbos afectarem a geração inicial do Model Y, o facto de pouco parecer ter mudado ao longo dos anos não dá grandes sinais de confiança quanto aos resultados que se poderão ter no novo Model Y - mas isso será algo que só iremos descobrir daqui por uns anos.

Até lá, e para os possuidores de Tesla, apesar de serem carros que são vendidos como "não necessitando de manutenção", fica visto que continuam a necessitar de algum acompanhamento. E, para que não se diga que estes problemas são comuns a todos os carros eléctricos, a taxa de reprovações de eléctricos de outras marcas ficou abaixo dos 10%.

UPS Green Cell 2000VA 1200W a €138

26-01-2026 | 13:29 | A Minha Alegre Casinha

Ideal para PCs poderosos, ou até para continuar a jogar com uma consola na TV quando falta a electricidade, esta UPS de 2000 VA está apta a enfrentar qualquer falha de energia.

Indispensáveis para manter os equipamentos a salvo de picos e falhas de corrente, uma UPS de alta capacidade torna-se inevitável para quem vai acumulando cada vez mais equipamentos electrónicos em casa. Quem já tiver passado pelas UPS de baixa capacidade, que prometem dezenas de minutos de autonomia mas podem falhar em poucos minutos no caso de se estar a fazer algo mais exigente com o computador, poderá equacionar passar para algo de classe superior, como esta UPS Green Cell 2000VA que tem capacidade para aguentar com cargas de até 1200W.
A UPS Green Cell 2000VA (1200W) está disponível por 138 euros na Amazon Espanha.

A UPS é completamente silenciosa enquanto há energia, ligando as ventoinhas apenas quando há falha de energia e precisa dar uso às baterias - perfeito para quem vier de uma UPS que mantém as ventoinhas a trabalhar a tempo inteiro.

Curiosamente, a empresa disponibiliza também uma variante de 2000VA 1400W com onda sinusoidal pura (não fazia ideia que já estavam disponíveis nesta gama de preços), perfeita para todos os equipamentos que não apreciem as ondas "quadradas" que a maioria das UPS utilizam. A única crítica é que o software fornecido pela Green Cell é para esquecer, mas encontrei relatos de que estas UPS serão compatíveis com o NUT (Network UPS Tools), o que tornará isso irrelevante.


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Petição Stop Killing Games com 1.3M de assinaturas válidas

26-01-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

A caso dos jogos que se tornam inacessíveis vai ser discutido pela UE, com quase 1.3 milhões de assinaturas válidas conseguidas pela iniciativa Stop Killing Games.

A iniciativa Stop Killing Games ultrapassou amplamente o patamar necessário para ser analisada pelas instituições europeias. A União Europeia validou 1.294.188 assinaturas das 1.448.270 submetidas, superando o mínimo de um milhão exigido para uma Iniciativa de Cidadania Europeia avançar no processo legislativo.

A actualização foi partilhada por um voluntário, que explicou que a equipa optou por um anúncio discreto nesta fase para evitar desgaste, fugas de informação e pressão de grupos de lobby, antes da próxima reunião formal com a Comissão Europeia. Foi também pedido paciência à comunidade, lembrando que o projecto é gerido por voluntários e não por uma "entidade institucional" sem rosto. Quase 90% das assinaturas foram consideradas válidas, um resultado acima da média nestas iniciativas, que muitas vezes têm mais de 20% de assinaturas inválidas - o que também revela o nível de interesse neste tópico.

O movimento Stop Killing Games surgiu em resposta à prática cada vez mais frequente das editoras que desligam servidores e encerram jogos dependentes de serviços online, tornando-os inutilizáveis mesmo após compra. A iniciativa não exige suporte eterno, mas sim planos de fim de vida, como permitir servidores comunitários. Agora, com o apoio validado, o tema será oficialmente analisado pelas instituições europeias. Apesar de poder vir a ser descrito pelos grandes estúdios como mais uma "burocracia" da UE, não deixa de ser um passo significativo para os direitos dos jogadores na UE - que potencialmente beneficiará os jogadores de todo o mundo.

ChatGPT prepara conversas temporárias personalizadas

26-01-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A OpenAI está a tornar as conversas temporárias do ChatGPT mais úteis, podendo manter a personalização escolhida pelos utilizadores.

A OpenAI está a testar uma actualização para o modo Temporary Chat do ChatGPT. A novidade resolve uma das maiores limitações da funcionalidade, passando a permitir a personalização, sem que a conversa temporária influencie a conta do utilizador.

Até agora, o Temporary Chat funcionava como uma folha em branco total. O ChatGPT não usava histórico, memórias guardadas nem contexto anterior, e a conversa não aparecia no histórico nem era usada para treinar modelos. Limitações úteis para efeitos de privacidade, mas pouco práticas para quem queria manter respostas alinhadas com o seu estilo habitual.
Com a actualização em testes, o Temporary Chat passa a respeitar as preferências pessoais, como tom, estilo, memória e contexto geral do utilizador. A conversa continua a ser temporária - não fica guardada no histórico nem vai afectar o perfil do utilizador - mas permite que a interacção com o agente AI seja mais próximo daquilo que se tem no modo normal. Ainda assim, esta personalização pode ser desactivada manualmente, para quem preferir o comportamento antigo de um assistente completamente "em branco".

Por motivos de segurança, a OpenAI relembra que uma cópia da conversa pode ser retida até 30 dias, algo que já acontecia antes. Para iniciar uma conversa temporária no ChatGPT basta abrir uma nova conversa e clicar no botão "Temporary" (um balão de conversa tracejado) no canto superior direito.

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