PlanetGeek
№ 01

Meta apresenta novos óculos em parceria com a EssilorLuxottica

A Meta revelou novos óculos inteligentes com AI, em parceria com a EssilorLuxottica.

A Meta apresentou os seus novos Meta Glasses, desenvolvidos em parceria com a EssilorLuxottica. Os óculos inteligentes chegam ao mercado em três estilos de armação diferentes, incluindo uma edição especial criada em colaboração com Kylie Jenner, reforçando a aposta da empresa em combinar tecnologia e moda.

Os óculos estão equipados com uma câmara de 12 MP capaz de captar fotografias com resolução de 3.024 x 4.032 píxeis e gravar vídeo até 3K a 30 frames por segundo. Incluem ainda um botão dedicado para acesso rápido ao Meta AI, que passa a utilizar o novo modelo de inteligência artificial Muse Spark desenvolvido pela empresa.
Tal como as gerações anteriores, os Meta Glasses integram um sistema de áudio aberto, permitindo ouvir música, podcasts e chamadas sem bloquear os ouvidos. O equipamento conta também com vários microfones para comandos de voz e chamadas, combinados com tecnologia de redução de ruído para melhorar a qualidade do áudio. A Meta promete também melhorias no conforto, incluindo apoios nasais ajustáveis, hastes reguláveis e dobradiças concebidas para se adaptarem a diferentes formatos de rosto.
A bateria oferece até oito horas de utilização por carga, podendo atingir até 40 horas com a ajuda da caixa de carregamento incluída. Os Meta Glasses suportam WiFi 6, Bluetooth 5.4 e Bluetooth LE, além de serem compatíveis com lentes graduadas através do programa Rx Lens Swap. Os preços começam nos 309 euros e os óculos estarão disponíveis em vários mercados internacionais, incluindo Espanha. Portugal não aparece na lista, pelo que os interessados terão que ficar atentos à Amazon aqui ao lado.

№ 02

Hub USB 3.2 Sabrent 7-portas com interruptores individuais a €36

Precisam de um hub USB 3.2 com quantidade generosa de portas, mas que também permita desligá-las individualmente sem tirar / meter fichas? Então espreitem este hub.

Os hubs USB tornaram-se uma necessidade da vida moderna, especialmente para acompanharem os portáteis que vêm equipados com poucas portas USB, que rapidamente se esgotam assim que ligamos um teclado e rato externo. Adicionalmente, há casos particulares, de pessoas que precisam de um número superior de portas USB. Este hub da Sabrent tem 7 portas que permitem maior liberdade na quantidade de dispositivos USB que podemos utilizar, mas o que o torna mais especial é o facto de todas as portas contarem com o seu próprio botão para que possam ser ligadas ou desligadas individualmente.
O hub USB 3.2 Sabrent 7-portas com interruptores está disponível por apenas 36 euros na Amazon Espanha, e inclui fonte de alimentação de 36 W - activar desconto de 10%.

Pode ser o companheiro ideal para quem tiver que fazer a replicação de pens USB em média escala (se precisar de mais, pode sempre investir num hub de 10 portas ou hub de 16 portas, também com interruptores), ou simplesmente que tenha uma série de equipamentos USB que deseje manter acessíveis (por exemplo: gravador CDs externo, scanner, câmaras digitais, webcam, discos externos, etc.) mas com a possibilidade de os poder desligar sem retirar a ficha - algo que até pode funcionar como medida de protecção, prevenindo que uma infecção de ransomware se possa espalhar a um disco externo de backup, que apenas se ligue para os backups e depois se mantenha desligado.


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№ 03

Hub USB 3.2 Sabrent 7-portas com interruptores individuais a €36

Precisam de um hub USB 3.2 com quantidade generosa de portas, mas que também permita desligá-las individualmente sem tirar / meter fichas? Então espreitem este hub.

Os hubs USB tornaram-se uma necessidade da vida moderna, especialmente para acompanharem os portáteis que vêm equipados com poucas portas USB, que rapidamente se esgotam assim que ligamos um teclado e rato externo. Adicionalmente, há casos particulares, de pessoas que precisam de um número superior de portas USB. Este hub da Sabrent tem 7 portas que permitem maior liberdade na quantidade de dispositivos USB que podemos utilizar, mas o que o torna mais especial é o facto de todas as portas contarem com o seu próprio botão para que possam ser ligadas ou desligadas individualmente.
O hub USB 3.2 Sabrent 7-portas com interruptores está disponível por apenas 36 euros na Amazon Espanha, e inclui fonte de alimentação de 36 W - activar desconto de 10%.

Pode ser o companheiro ideal para quem tiver que fazer a replicação de pens USB em média escala (se precisar de mais, pode sempre investir num hub de 10 portas ou hub de 16 portas, também com interruptores), ou simplesmente que tenha uma série de equipamentos USB que deseje manter acessíveis (por exemplo: gravador CDs externo, scanner, câmaras digitais, webcam, discos externos, etc.) mas com a possibilidade de os poder desligar sem retirar a ficha - algo que até pode funcionar como medida de protecção, prevenindo que uma infecção de ransomware se possa espalhar a um disco externo de backup, que apenas se ligue para os backups e depois se mantenha desligado.


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№ 04

Actualização Windows 11 26H2 pode ir dos 174 KB aos 6.5 GB

A Microsoft revelou mais detalhes sobre a actualização Windows 11 26H2, que pode ser bastante pequena e rápida, para alguns utilizadores.

A Microsoft está a trabalhar no Windows 11 26H2, a próxima grande actualização do seu sistema operativo. A nova versão já começou a ser testada pelos participantes do programa Windows Insider e deverá chegar ao público durante a segunda metade de 2026, mantendo o calendário habitual das versões identificadas com a designação "H2".

Uma das principais novidades está relacionada com o processo de actualização. Os dispositivos que já executam o Windows 11 24H2 ou 25H2 poderão migrar para o 26H2 através de um pequena actualização que se limita a activar funcionalidades já implementadas no sistema. Este método permite concluir a actualização com um simples reboot, tornando o processo muito mais rápido e menos intrusivo.


As versões 24H2, 25H2 e 26H2 partilham a mesma base de código, actualizações de segurança e infraestrutura de manutenção. Graças a esta abordagem, o pacote de activação tem apenas 174 KB, em contraste com os cerca de 6.5 GB necessários para uma actualização completa para quem estiver noutras versões do Windows 11, com o Windows 11 23H2 ou mais antigas.

O Windows 11 26H2 deverá implementar muitas das melhorias a nível de desempenho a que a MS se tem dedicado com o projecto K2, assim como melhorias a nível de personalização do Start Menu e taskbar - incluindo a possibilidade de a colocar em qualquer lado do ecrã. Por outro lado, esperemos que esta actualização não chegue com muitos dos habituais problemas que têm acompanhado praticamente todas as actualizações do Windows.

№ 05

Actualização Windows 11 26H2 pode ir dos 174 KB aos 6.5 GB

A Microsoft revelou mais detalhes sobre a actualização Windows 11 26H2, que pode ser bastante pequena e rápida, para alguns utilizadores.

A Microsoft está a trabalhar no Windows 11 26H2, a próxima grande actualização do seu sistema operativo. A nova versão já começou a ser testada pelos participantes do programa Windows Insider e deverá chegar ao público durante a segunda metade de 2026, mantendo o calendário habitual das versões identificadas com a designação "H2".

Uma das principais novidades está relacionada com o processo de actualização. Os dispositivos que já executam o Windows 11 24H2 ou 25H2 poderão migrar para o 26H2 através de um pequena actualização que se limita a activar funcionalidades já implementadas no sistema. Este método permite concluir a actualização com um simples reboot, tornando o processo muito mais rápido e menos intrusivo.


As versões 24H2, 25H2 e 26H2 partilham a mesma base de código, actualizações de segurança e infraestrutura de manutenção. Graças a esta abordagem, o pacote de activação tem apenas 174 KB, em contraste com os cerca de 6.5 GB necessários para uma actualização completa para quem estiver noutras versões do Windows 11, com o Windows 11 23H2 ou mais antigas.

O Windows 11 26H2 deverá implementar muitas das melhorias a nível de desempenho a que a MS se tem dedicado com o projecto K2, assim como melhorias a nível de personalização do Start Menu e taskbar - incluindo a possibilidade de a colocar em qualquer lado do ecrã. Por outro lado, esperemos que esta actualização não chegue com muitos dos habituais problemas que têm acompanhado praticamente todas as actualizações do Windows.

№ 06

YouTube TV remove background play

Uma actualização do YouTube TV remove a reprodução em segundo plano de dispositivos mais antigos.

Uma alteração recente no YouTube TV está a provocar forte descontentamento entre os clientes. Vários relatos indicam que a funcionalidade de reprodução em segundo plano deixou de funcionar em determinados equipamentos, impedindo que o vídeo continue a ser reproduzido enquanto o utilizador navega por menus como o guia de canais. Agora o vídeo é interrompido sempre que se acede ao guia.

A Google diz que a mudança afecta dispositivos e televisores inteligentes "menos potentes", e que decidiu desactivar a funcionalidade para reduzir problemas de desempenho, incluindo bloqueios e falhas da aplicação, procurando oferecer uma experiência mais estável.
Obviamente, a explicação não satisfez os clientes afectados, que - logicamente - referem que a funcionalidade funcionou perfeitamente até agora, e que não há qualquer justificação lógica para remover coisas que funcionavam, a não ser...

Como se poderia imaginar, a recomenda a compra de dispositivos de streaming mais recentes para garantir o acesso a todas as funcionalidades do YouTube TV. Algo que pode tornar-se a uma recomendação difícil de seguir, sabendo-se que a qualquer momento os clientes poderão levar com novo corte de funcionalidades para incentivar a compra de modelos futuros.

Um destes dias ainda vamos precisar de nova legislação europeia, que garanta que as empresas não possam remover funcionalidades existentes por meio de actualizações. É ridículo comprar-se algo com certas capacidades, e depois vê-las removidas.

№ 07

Microsoft 365 Family a €86

Tanto para quem não dispensa o Office como para quem deseja ter espaço com fartura na cloud, o Microsoft 365 Family da Microsoft é uma proposta tentadora para toda a família.

O Microsoft 365 segue a tendência de transformar os programas pagos uma única vez num serviço de subscrição contínua, mas neste caso é algo que vale a pena considerar pela diversas componentes que engloba. O serviço não só nos dá acesso às apps habituais do Office - Word, Excel, PowerPoint, etc. - como também inclui 1 TB de espaço na cloud no OneDrive. E, considerando que se trata da versão família, que permite a utilização por até 6 pessoas, o preço torna-se verdadeiramente irresistível.
Um ano de Microsoft 365 Family está disponível por 86 euros na Amazon Espanha.

Sim, isto significa que por apenas 86 euros podem ficar com 6 TB de espaço total na cloud (1 TB para cada utilizador) OneDrive, o que dá 14.3 euros por utilizador por ano, o que é dos melhores negócios que se pode ter actualmente. Para referência, tanto a Apple como a Google cobram cerca de 100 euros por ano pelo seu plano de 2 TB de espaço na cloud.

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№ 08

Kernel Linux 7.2 livra-se do strncpy

O kernel Linux 7.2 marca o adeus à função strncpy, tradicional fonte de erros e falhas de memória.

O Linux 7.2 marca o culminar de uma longa iniciativa de limpeza do código do kernel que remove completamente a função strncpy, uma função da linguagem C que há muito tempo é uma fonte recorrente de erros e vulnerabilidades. A mudança surge após seis anos de desenvolvimento e mais de 360 correcções submetidas por programadores da comunidade open source.

A função strncpy permite copiar uma quantidade específica de caracteres para uma área de memória, mas o seu comportamento pouco intuitivo em determinadas situações tornou-se uma das principais causas de bugs. Entre os problemas mais frequentes está a criação de strings sem caracter de terminação quando se tentava copiar algo maior do que o espaço do destino, que pode originar comportamentos inesperados e potenciais vulnerabilidades de segurança.
Além das preocupações com segurança, a função também era criticada pelo impacto no desempenho. O seu método de preenchimento automático da memória com zeros gerava operações desnecessárias que podiam prejudicar a eficiência do sistema. Por essa razão, os programadores do kernel têm vindo a substituí-la gradualmente por alternativas mais modernas e seguras, como a função strscpy, concebida especificamente para evitar muitos dos problemas associados ao strncpy ao disponibilizar diversas variantes mais explícitas quanto ao seu comportamento.
A remoção definitiva da strncpy é vista como um dos maiores esforços de modernização do código do kernel nos últimos anos. Ainda assim está longe de acabar totalmente com os bugs de memória, que se tornam inevitáveis ao utilizar linguagens de programação como o C/C++, que dão acesso de baixo nível e assumem que a gestão de memória seja feita correctamente pelo programador. Por isso mesmo há movimentos que defendem a transição para linguagens como o Rust, onde a gestão de memória passa a ser controlada automaticamente pela linguagem.

Também de notar que esta remoção melhora a estabilidade do kernel Linux, mas não evita que problemas de memória continuem a surgir em todos os programas e demais sistemas que continuem a usar o strncpy, que continua a ser uma função C perfeitamente válida.

№ 09

Intel e AMD aceleram AI nos CPUs com ACE

A Intel e a AMD estão a tornar os CPUs mais amigos do processamento AI com novas instruções ACE nos processadores x86.

A Intel e a AMD divulgaram as especificações do ACE (Advanced Computing Extensions), um novo conjunto de instruções concebido para acelerar tarefas de inteligência artificial directamente nos processadores x86. A tecnologia foi desenvolvida para tornar operações AI mais eficientes em termos de energia e desempenho, especialmente em cenários onde a utilização de um GPU não é a solução mais adequada ou quando um GPU nem sequer está disponível.

Embora a maioria das aplicações AI dependa de GPUs ou NPUs para processar modelos complexos, existem situações em que pode ser mais vantajoso executar este trabalho no CPU. O ACE foi criado para melhorar esse tipo de utilização, aproveitando os registos já existentes do AVX10, mas adicionando hardware especializado para multiplicação de matrizes, uma das operações fundamentais dos algoritmos de inteligência artificial. Segundo as especificações, uma única instrução ACE pode realizar até 16 vezes mais operações do que o processamento tradicional usando apenas AVX10, o que potencia aumentos substanciais de desempenho.

Outro dos principais benefícios é a criação de uma plataforma comum para software AI em processadores x86, evitando a actual complexidade de lidar com múltiplas arquitecturas de GPUs e NPUs. Pode considerar-se que é mais um passo no longo caminho iniciado pelas instruções MMX lançadas em 1997 pela Intel, e que tem ampliado a capacidade de processamento dos CPUs x86 desde então.

№ 10

Philips Hue com novas lâmpadas e interruptores de parede

Temos novas lâmpadas e candeeiros Philips Hue, a par dos primeiros interruptores de parede para substituir interruptores convencionais.

A Philips Hue expandiu o seu ecossistema de iluminação inteligente com o lançamento dos primeiros módulos de parede com ligação física, concebidos para transformar luzes convencionais em dispositivos compatíveis com a plataforma Hue. Instalados atrás dos interruptores existentes, estes micromódulos permitem controlar lâmpadas tradicionais através da aplicação Hue sem necessidade de substituir as lâmpadas por lâmpadas inteligentes.

A nova gama inclui versões para interruptores simples, duplos e reguladores de intensidade, permitindo integrar luzes de tecto, candeeiros suspensos e outros sistemas de iluminação fixos no ecossistema da marca. Embora soluções semelhantes já existam através de fabricantes como a Aqara e Shelly, estes são os primeiros módulos deste tipo com integração nativa na aplicação Philips Hue.



A empresa apresentou também os novos Play Table Lamp e Play Floor Lamp, versões mais acessíveis da popular série Signe. Estes modelos foram concebidos para funcionar com o sistema de entretenimento da Hue, possibilitando a sincronização de efeitos luminosos com filmes, música e jogos através da Hue Sync Box ou das aplicações Hue Sync.
Outra novidade chega às lâmpadas inteligentes em formato vela. Os novos modelos oferecem maior luminosidade, uma gama de temperatura de cor mais ampla e compatibilidade com Matter-over-Thread, permitindo ligação directa a plataformas como Apple Home e Google Home sem necessidade de uma Hue Bridge.

№ 11

Europa vai ter 35 supercomputadores Nvidia nos próximos anos

Ajudando a recuperar do atraso face a outras regiões, a Europa contará com 35 novos supercomputadores com chips Nvidia, totalizando 800 Exaflops de capacidade computacional.

A NVIDIA anunciou uma das maiores expansões de infraestrutura de inteligência artificial na Europa. Em parceria com centros de investigação, universidades, e organismos públicos, a empresa vai ajudar a implementar 35 supercomputadores em 23 países europeus, que em conjunto deverão disponibilizar até 800 Exaflops de capacidade de computação.

O projecto foi revelado durante a ISC 2026 e tem como objectivo acelerar a investigação científica de mais de três milhões de investigadores. As novas infraestruturas serão utilizadas em áreas como modelação climática, saúde, biotecnologia, agricultura sustentável, energia, robótica, e - como não podia deixar de ser - desenvolvimento de modelos de inteligência artificial. A maioria dos sistemas recorrerá às arquitecturas NVIDIA Hopper e Blackwell, embora vários centros já estejam a contar com a futura plataforma Vera Rubin.
Entre os destaques encontram-se a expansão do supercomputador MareNostrum 5, em Espanha, que poderá atingir até 20 Exaflops para treino de AI e 33 Exaflops para inferência, e o projecto italiano IT4LIA, que contará com mais de 8.000 GPUs e uma capacidade de até 82 Exaflops para treino e 164 Exaflops para inferência. Também a Alemanha e a Suécia receberão novos sistemas dedicados à investigação científica e ao desenvolvimento de aplicações avançadas de inteligência artificial. A iniciativa inclui ainda o supercomputador JUPITER, instalado na Alemanha, considerado o primeiro sistema exascale da Europa. Entre as suas capacidades estão a simulação do cérebro humano ao nível celular, modelação climática global com resolução de um quilómetro, e investigação em redes sem fios de próxima geração (6G).

A NVIDIA está a prepara a chegada da arquitectura Vera Rubin, que promete concentrar desempenho equivalente aos actuais supercomputadores Top500 num único rack. De certo modo, pode considerar-se que o atraso da Europa nos supercomputadores pode até ter funcionado a seu favor, permitindo saltar para os chips mais recentes da Nvidia, com maior eficiência e maior potência em volume mais reduzido.

№ 12

Steam Machine da Valve começa nos €1039

A Valve revelou finalmente o preço da Steam Machine, que é fortemente penalizado pelos actuais preços elevados da RAM.

Depois de muita espera, a Valve anunciou finalmente a data de lançamento e - mais importante - os preços da Steam Machine, o seu novo PC gaming compacto baseado em SteamOS.

A Steam Machine chega em Julho em versões de 512 GB e 2 TB, e com/sem o Steam Controller. O modelo base de 512 GB de armazenamento custa 1039 euros, enquanto a versão com 2 TB custa 1359 euros. Quem quiser incluir o Steam Controller terá que pagar 1108 e 1428 euros, respectivamente. Os interessados podem fazer a reserva deste mini-PC, mas a ordem de entrega será feita através de um sistema de selecção aleatória, para minimizar o açambarcamento com intuito de revenda (ainda mais) inflaccionada na fase de lançamento.
Em termos de hardware, a Steam Machine usa uma motherbord ultra-compacta com um processador AMD Zen 4 de seis núcleos e 12 threads, acompanhado por um GPU AMD RDNA 3 com 28 unidades de computação. O sistema inclui ainda 16 GB de memória DDR5 e 8 GB GDDR6 VRAM para o GPU. O armazenamento pode ser expandido graças à utilização de unidades SSD M.2 padrão, existindo também uma ranhura microSD compatível com cartões utilizados na Steam Deck. No software, a aposta recai no SteamOS 3, o sistema operativo baseado em Linux desenvolvido pela Valve para jogos.



A grande questão acaba por ser o preço. Originalmente, a Valve pretendia lançar a Steam Machine com um preço de 750 euros, para se posicionar como uma alternativa a consolas como a PS5 Pro. Com estes preços inflacionados devidos ao custo da RAM, as coisas tornam-se bastante mais complicadas - ainda mais porque é perfeitamente possível montar-se um PC equivalente, ou até ligeiramente melhor, pelo mesmo preço.
As características da máquina fazem também com que esteja melhor posicionada para jogos em resoluções até 1440p (4K a 60 fps tem que recorrer a FSR), o que pode revelar-se "curto" para as ambições de quem procura um "PC de jogos" para jogar em 4K no televisor da sala, o que pode reduzir o número de interessados - que podem preferir optar por aguardar pela próxima geração de consolas PlayStation e Xbox.

Veremos como as coisas correm, mas pelo lado positivo, será possível instalar o SteamOS 3.8 em qualquer PC convencional, e transformá-lo numa Steam Machine, e a Valve diz estar a trabalhar com a Nvidia para resolver a questão do suporte para placas gráficas Nvidia - que tem sido uma das suas grandes lacunas.

№ 13

Ganha uma coluna Anker Soundcore Select 4 Go

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta vez é uma coluna Anker Soundcore Select 4 Go.

Para garantir que a música que têm no smartphone pode ser ouvida em alto e bom som, temos uma excelente coluna BT Soundcore Select 4 Go da Anker para vos oferecer. Esta coluna de tamanho compacto oferece autonomia até 20 horas, e promete robustez suficiente para enfrentar pó e chuva, para poder ser usada em todos os ambientes.

Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

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Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

№ 14

Google renova pesquisa por voz

A Google melhorou a pesquisa por voz na app Google, aproximando-a do Gemini, incluindo conversas em tempo real, tradução e reconhecimento de músicas.

A Google está a lançar melhorias na pesquisa por voz na app Google, com interface renovada e várias funcionalidades que tornam esta ferramenta mais útil do que nas versões anteriores. A renovação já começou a chegar aos utilizadores e traz melhorias que simplificam a utilização e expandem as capacidades para além das pesquisas tradicionais.

Uma das principais novidades é a possibilidade de desactivar a pesquisa automática através de um novo botão na interface. Até agora, a Pesquisa por Voz iniciava a procura assim que o utilizador fazia uma pausa ao falar, o que muitas vezes interrompia frases ou comandos mais longos. Com a nova opção, é possível controlar manualmente o momento em que a pesquisa é executada.
A interface passa também a incluir atalhos para diferentes modos de utilização. Além da pesquisa tradicional, os utilizadores podem iniciar conversas em tempo real através de uma experiência semelhante ao Gemini Live, utilizar uma função dedicada ao reconhecimento de músicas, e aceder rapidamente à tradução de palavras e frases para outros idiomas sem ter que recorrer ao Google Translate.

Embora algumas destas ferramentas já estivessem disponíveis na app da Google, encontravam-se dispersas e nem sempre eram fáceis de descobrir. Com esta actualização, tudo isso passa a ficar centralizado e facilmente acessível através da Pesquisa por Voz. Como sempre, o lançamento está a ser feito de forma faseada, podendo demorar algumas semanas a chegar a todos os utilizadores.

№ 15

Pixels ganham LHDC v5 no Android 17

Com a actualização para o Android 17, os Pixel ganham LHDC v5 para áudio Bluetooth de maior qualidade.

A Google adicionou suporte para o codec de áudio Bluetooth LHDC v5 nos smartphones Pixel com a actualização para o Android 17. A novidade não foi mencionada na lista oficial de funcionalidades da nova versão do sistema operativo, mas já tinha sido detectada por utilizadores durante os testes das versões beta, e encontra-se agora disponível na versão estável.

Para verificar se o codec está activo, os utilizadores podem aceder às Opções de Programador, disponíveis após tocar repetidamente vezes no número de compilação nas definições do dispositivo. Dentro desse menu, a secção dedicada aos codecs de áudio Bluetooth deverá apresentar a opção LHDC v5, caso seja suportada pelos equipamentos ligados.
Embora seja uma novidade para os Pixel, o LHDC v5 já está presente há algum tempo em vários auscultadores e smartphones Android. Os Nothing Ear (2) e os OnePlus Buds 4 já suportam esta tecnologia, que pode ser aproveitada ao máximo quando utilizada com serviços de streaming que disponibilizam áudio de alta qualidade ou formatos Lossless.

O LHDC v5 foi desenvolvido para oferecer áudio sem fios com menor latência e melhor qualidade sonora. A tecnologia suporta latências de cerca de 80 ms, taxas de transmissão adaptativas entre 128 Kbps e 1 Mbps, e frequências de amostragem até 24 bits a 192 kHz, proporcionando uma experiência mais próxima do áudio de alta resolução através de Bluetooth.

№ 16

Ransomware Prinz Eugen começa pelos ficheiros mais recentes

O ransomware Prinz Eugen foi apanhado a dar prioridade aos ficheiros mais recentes para maximizar o impacto dos ataques.

No passado já vimos os ransomware a evoluírem de forma a maximizarem a sua eficácia, como encriptar parcialmente os ficheiros grandes. Agora, temos outra novidade. Uma nova operação de ransomware chamada Prinz Eugen, adoptar uma estratégia invulgar mas totalmente lógica: começa por encriptar primeiro os ficheiros modificados mais recentemente. Esta abordagem tem como objectivo aumentar a pressão sobre as vítimas ao atingir dados que estão em utilização activa e que tendem a ser mais importantes para as operações diárias das organizações.

A análise revelou que os atacantes recorrem frequentemente a ferramentas legítimas de administração remota e técnicas conhecidas, utilizando recursos já presentes nos sistemas comprometidos para evitar levantar suspeitas. O acesso inicial parece ser feito através de credenciais RDP roubadas, seguindo-se a instalação manual do malware. Em alguns casos foram também observadas ferramentas de gestão remota e contas de administrador criadas para garantir persistência no sistema.
Ao contrário de muitas operações modernas, o Prinz Eugen não funciona sob o modelo de ransomware-as-a-service (RaaS). O malware, desenvolvido em Go, percorre as pastas e tenta encriptar praticamente todos os ficheiros encontrados. Para proteger as chaves de encriptação contra recuperação, o código elimina os dados da memória após a utilização e remove-se automaticamente do sistema depois de concluir o ataque.

Outra característica incomum é a ausência de uma nota de resgate ou alterações ao ambiente de trabalho da vítima. Em vez disso, os criminosos optam por comunicar através de canais externos, como email, telefone ou portais na dark web, dificultando a detecção automática da fase de extorsão. Os investigadores já identificaram várias organizações afectadas e alertam que esta metodologia mais discreta pode tornar os ataques mais difíceis de investigar.

Como sempre, importa estar consciente que ninguém esta livre de ser vítima deste tipo de ataques, e importa ter uma solução de backups que permita recuperar rapidamente nesta eventualidade.

№ 17

Ransomware Prinz Eugen começa pelos ficheiros mais recentes

O ransomware Prinz Eugen foi apanhado a dar prioridade aos ficheiros mais recentes para maximizar o impacto dos ataques.

No passado já vimos os ransomware a evoluírem de forma a maximizarem a sua eficácia, como encriptar parcialmente os ficheiros grandes. Agora, temos outra novidade. Uma nova operação de ransomware chamada Prinz Eugen, adoptar uma estratégia invulgar mas totalmente lógica: começa por encriptar primeiro os ficheiros modificados mais recentemente. Esta abordagem tem como objectivo aumentar a pressão sobre as vítimas ao atingir dados que estão em utilização activa e que tendem a ser mais importantes para as operações diárias das organizações.

A análise revelou que os atacantes recorrem frequentemente a ferramentas legítimas de administração remota e técnicas conhecidas, utilizando recursos já presentes nos sistemas comprometidos para evitar levantar suspeitas. O acesso inicial parece ser feito através de credenciais RDP roubadas, seguindo-se a instalação manual do malware. Em alguns casos foram também observadas ferramentas de gestão remota e contas de administrador criadas para garantir persistência no sistema.
Ao contrário de muitas operações modernas, o Prinz Eugen não funciona sob o modelo de ransomware-as-a-service (RaaS). O malware, desenvolvido em Go, percorre as pastas e tenta encriptar praticamente todos os ficheiros encontrados. Para proteger as chaves de encriptação contra recuperação, o código elimina os dados da memória após a utilização e remove-se automaticamente do sistema depois de concluir o ataque.

Outra característica incomum é a ausência de uma nota de resgate ou alterações ao ambiente de trabalho da vítima. Em vez disso, os criminosos optam por comunicar através de canais externos, como email, telefone ou portais na dark web, dificultando a detecção automática da fase de extorsão. Os investigadores já identificaram várias organizações afectadas e alertam que esta metodologia mais discreta pode tornar os ataques mais difíceis de investigar.

Como sempre, importa estar consciente que ninguém esta livre de ser vítima deste tipo de ataques, e importa ter uma solução de backups que permita recuperar rapidamente nesta eventualidade.

№ 18

Hacker envia mensagem via sistema de alerta no Brasil

No Brasil, muitas pessoas foram acordadas por uma mensagem de alerta da Defesa Civil, dizendo apenas "misantropia".

Uma mensagem enviada através do sistema de alertas da Defesa Civil gerou confusão durante a madrugada de sábado. Utilizadores em várias regiões receberam um alerta extremo contendo apenas a palavra "misantropia", seguida mais tarde por uma variante escrita como "misantropi4". Como a notificação surgiu com o formato de um alerta de emergência - ecrã completo, som elevado (mesmo em telemóveis em modo silencioso) e identificação oficial da Defesa Civil - as perguntas não demoraram a surgir.

No entanto, a explicação poder ser muito mais simples do que a de uma invasão sofisticada. O caso poderá estar relacionado com o acesso indevido a um painel de gestão exposto à internet, utilizando credenciais comprometidas. A ausência de mecanismos adicionais de protecção, como autenticação multifactor (MFA), poderá ter facilitado a utilização indevida do sistema.
Os primeiros relatos surgiram em Curitiba, por volta das 00h20, com notificações a apresentarem a palavra "misantropia". Cerca de uma hora depois, utilizadores noutras regiões relataram mensagens semelhantes, incluindo uma versão alterada para "misantropi4". O facto de nem todos os cidadãos terem recebido os alertas sugere que a mensagem foi enviada para áreas geográficas específicas e não para toda a população.

Este tipo de sistema utiliza normalmente tecnologia Cell Broadcast, que permite distribuir alertas de emergência para dispositivos móveis localizados em determinadas zonas geográficas. A capacidade de segmentação regional ajuda a explicar porque algumas pessoas receberam a notificação enquanto outras, na mesma região, não foram afectadas.

O incidente volta a colocar em destaque a importância de proteger infraestruturas críticas - e relembra porque motivo é uma péssima ideia qualquer tipo de iniciativa que exija a criação de backdoors para aceder a dados dos cidadãos.

№ 19

Cabo (2x 2m) USB-C INIU 240W a €12

Quem quiser garantir que o cabo USB-C que utiliza não está a limitar o carregamento rápido, deverá garantir que usa um cabo que permita esses carregamentos, como é o caso destes cabos INIU de 240 W.

O USB-C chegou com a promessa da universalidade a todos os níveis, mas a realidade tem sido bem diferente. O resultado tem sido um verdadeiro campo minado em que temos carregadores e cabos que, embora sejam USB-C, não cumprem com as normas e especificações oficiais. Sem entrar na área dos carregadores, hoje podemos resolver a questão dos cabos, com estes INIU 240 W a tratar do assunto para quem desejar garantir carregamentos rápidos.
Estes dois cabos USB-C INIU 240 W com 2 m estão disponíveis por 12 euros na Amazon Espanha.

Estes cabos são compatíveis com os sistemas PD 3.0, QC4.0, Huawei FCP e outros, e suportam carregamentos de até 240 W - no caso de se usar carregadores e equipamentos adequados. O seu revestimento entrançado evita que o cabo fique num emaranhado, e promete ter resistência a dobragens mais apertadas, como muitas vezes acabam por se inevitáveis em função da posição dos carregadores ou do smartphone a carregar. Conta ainda com um prático indicador luminoso na própria ficha, que assim facilita o despiste de se saber se realmente está a chegar energia ao ponto pretendido.


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№ 20

Force paste do Brave deixa colar conteúdos nos campos bloqueados

O browser Brave devolve aos utilizadores o direito de poderem fazer "copy-paste" nos campos que quiserem.

A web tem inúmeras coisas positivas, mas há sites que parecem sentir satisfação ao dificultarem ao máximoa a vida dos utilizadores. Um dos casos mais comum são os sites que insistem em que os utilizadores preencham manualmente campos de formulários, como o endereço de email ou, mais ridiculamente ainda, passwords, bloqueando a função de "copy-paste / copiar-colar".

Ora, o Brave é um browser que tem inúmeras vantagens, a começar pelo seu adblocker integrado e com capacidades totais (ao contrário do Chrome), mas que tem também outras pequenas vantagens que reduzem este tipo de frustrações. E, precisamente a propósito dos campos com o "paste" bloqueado, o Brave disponibiliza a opção de "force paste" que ultrapassa esse bloqueio e permite colar conteúdos da área de transferência para esses campos.
O bloqueio destes campos é idiota, aumentando a probabilidade de erros ao serem introduzidos manualmente. E isso torna-se ainda mais ridículo quando se tratam de passwords, uma vez que é recomendável utilizar-se um gestor de passwords, e que ninguém no seu perfeito juízo gostaria de introduzir manualmente uma password complexa com várias dezenas de caracteres, números e símbolos.

Se se deparam regularmente com esta frustração, é mais um motivo para darem uma oportunidade ao Brave.

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