PlanetGeek
№ 01

Signal vinga-se da Cellebrite com ficheiros "envenenados" que exploram vulnerabilidades

A app Signal, que se preza por levar a sério a segurança, não apreciou que a Cellebrite dissesse que passou a incluir o Signal nas suas ferramentas de extracção de dados, e preparou-lhes uns "presentes envenenados".

A Cellebrite é uma das empresas que fornece sistemas de extracção de dados, que as autoridades (e regimes opressivos) utilizam frequentemente para tentar obter dados de smartphones de criminosos e "pessoas de interesse". Quando a empresa anunciou que iria passar a incluir os ficheiros da app Signal nos seus relatórios, o CEO da Signal levou o caso a peito, e decidiu inverter as posições, dedicando um pouco de atenção à (falta de) segurança das próprias ferramentas da Cellebrite.

A few months ago Cellebrite announced that they would begin parsing data from Signal in their extraction tools. It seems they're not doing that very carefully.

Exploiting vulnerabilities in Cellebrite's software, from an app's perspective: https://t.co/9ar6ypnPe2

— Moxie Marlinspike (@moxie) April 21, 2021
Tirando partido de um kit da Cellebrite que terá "caído de um camião", o CEO da Signal descobriu que o software da Cellebrite é um poço sem fundo de vulnerabilidades, incluindo módulos de software que não são actualizados há anos e que já receberam literalmente centenas de actualizações por falhas de segurança; e não demorou para que conseguisse demonstrar como seria extremamente fácil fazer com que um smartphone fosse "armadilhado" de forma a que, quando estivesse a ser inspeccionado pelo software da Cellebrite, conseguisse infectar o sistema e fazer tudo o que muito bem entendesse: não só pondo em causa a capacidade do sistema da Cellebrite poder extrair os dados desse smartphone, como potencialmente adulterando todas as futuras tentativas de extracção de dados para os smartphones posteriores.

Adicionalmente, foi também detectado que o software da Cellebrite inclui software oficial da Apple, para conseguir simular que funciona como o iTunes para o processo de fazer o backup de dados de um iPhone - algo para o qual é duvidoso que tenha autorização da Apple para fazer (veremos a reacção da Apple a isto).

O CEO da Signal diz que, como é boa prática, está disposto a informar a Cellebrite de todas as vulnerabilidades que encontrou no seu software, desde que a empresa também faça o mesmo relativamente a todas as vulnerabilidades que explora para tentar extrair dados dos smartphones.
E, como prenda final, diz que a app Signal irá começar a incluir alguns ficheiros adicionais que não têm qualquer funcionalidade prática nem interferirão com o funcionamento, mas que "ficam bem" na app, e que poderão ser actualizados de tempos a tempos. Ficheiros esses que seguramente poderão causar algumas surpresas e dissabores a quem tentar utilizar os sistemas da Cellebrite para extrair dados de um smartphone com a app Signal instalada.

№ 02

Como calibrar Apple TV com um iPhone

A par da nova Apple TV 4K com HDMI 2.1, a Apple lançou um sistema de calibração dos televisores via iPhone - que está acessível também para as Apple TV antigas.

Este sistema de calibração ficará disponível com o iOS 14.5 e tvOS 14.5 que chega na próxima semana, e visa remover da equação as calibrações feitas "a olho" ou confiando nas pré-definições de alguns televisores, que nem sempre são tão correctas como se desejaria. Para isso, tirará partido do sensor de luz existente nos iPhones (curiosamente, não é utilizada a câmara), para servir como elemento de calibração, ao estilo dos sensores específicos utilizados por ferramentas de calibração profissionais.

O sistema ficará disponível nas Apple TV HD (2015) e mais recentes, e nos iPhones com Face ID.
  1. Com o iPhone desbloqueado e por perto, abrir os Setting na Apple TV
  2. Ir à secção Video e Audio
  3. Escolher Color Balance
  4. Seguir as instruções e colocar o iPhone no centro do ecrã do televisor, com o ecrã do iPhone virado para o televisor
O processo passar por mostrar diferentes cores no televisor, que serão captados pelos sensores, permitindo que a Apple TV faça os devidos ajustes para garantir que a apresentação das cores é a mais realista possível. E no final, apresentará um comparativo "antes / depois" para se verem as diferenças.
Ter em conta que esta calibração é feita apenas a nível da Apple TV, pelo que não poderá ser usado para calibrar o televisor propriamente dito para outros conteúdos, como as emissões de TV tradicional ou de outras apps que usem directamente na Smart TV. No entanto, com a calibração feita, poderão ficar com uma melhor referência para ajustarem o televisor para ficar com uma imagem mais natural nesses outros serviços - sendo que, de seguida, se fizerem ajustes à tonalidade e luminosidade do televisor, deverão fazer novo processo de calibração da Apple TV.

№ 03

Monitor gaming HP X24ih FHD 144 Hz a €169

Dar o salto para um monitor com refresh rate elevado é algo que já está ao alcance de todos, como demonstra este monitor HP X24ih de 144 Hz.

Desde que se assistiu à transição dos monitores CRTs para os LCDs que o mercado ficou estagnado nos LCDs de 60Hz - que até acabou por ser um retrocesso face aos 72Hz e mais que a maioria dos monitores CRT suportavam. Nos últimos anos começaram a surgir monitores LCD gaming com framerate mais elevado, normalmente com preços exorbitantes e acessíveis apenas para gamers com maior liberdade orçamental; mas isso deu agora lugar a monitores gaming com preços praticamente idênticos aos dos monitores tradicionais, como é o caso deste monitor HP que vos trazemos hoje.
Este monitor gaming HP X24ih FHD 144Hz está disponível por 169 euros na Amazon Espanha.

É um monitor FHD de 24" (não se poderia pedir mais nesta gama de preço), com AMD FreeSync para refresh rate variável sincronizado com a placa gráfica. O ponto importante é que, depois de se habituarem a olhar para um monitor de 144Hz, dificilmente aceitarão regressar a um monitor de 60Hz, até mesmo para trabalho normal do dia a dia - pois as vantagens dos 144Hz não se fazem notar apenas nos jogos, mas em tudo o mais que represente movimento no ecrã, incluindo mover janelas e fazer scroll.

Se já estiverem convencidos mas quiserem um monitor de maior dimensão e resolução, e ainda mais veloz, têm o HP OMEN 27i QHD 2560 x 1440 165Hz a 439 euros. E se fizerem parte do grupo para quem os 60Hz chegam e sobram, também podem espreitar o HP 27m FHD a 129 euros.


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№ 04

Notícias do dia

Windows 10 vai poder correr apps Linux com interface gráfico; Google Meet ganha fundos animados e novas funcionalidades; Xbox com jogos gratuitos online sem Xbox Live Gold; Perseverance conseguiu produzir oxigénio em Marte; Windows 10 com modo "ecológico" para limitar apps que abusem dos recursos; e nova falha do Facebook deixa associar emails a utilizadores.

Antes de passarmos às notícias do dia, já temos livro FCA seleccionado para este mês: Práticas de Python - Algoritmia e Programação. Participa e partilha.

AirTags da Apple riscam-se com facilidade

Os pequenos localizadores AirTags da Apple podem não deixar que se gravem os emojis que se quiserem, mas deixa garantidamente que umas horas de uso normal as deixem definitivamente riscados, tanto do lado da parte plástica como do lado da parte metálica (que também funciona como "coluna" para dar o som de alerta, ao vibrar).

Embora seja inevitável que os produtos ganhem marcas de uso, isto parece indicar que um AirTag com alguns meses de utilização irá ficar com bastante "mau aspecto" - o que poderá ajudar a explicar porque motivo a Apple também fez tanta questão de apresentar os seus porta-chaves e bolsas de transporte para eles; que acabam por ser indispensáveis não só pela parte de que não se terá outra forma de prender um AirTag a certo tipo de produtos ou equipamentos, como também para lhes darem alguma protecção para evitarem estes riscos.


Apple adiciona mais publicidade à App Store

A Apple prepara-se para adicionar mais um bloco de publicidade de apps na App Store, uma decisão que será seguramente criticada por utilizadores e parceiros, especialmente por chegar numa altura em que está prestes a lançar o iOS 14.5 que limitará ainda mais a capacidade de outras empresas fazerem tracking aos utilizadores no iOS, dificultando a tarefa de apresentarem publicidade direccionada.

Ou seja, apesar de dizer que se rege pelas mesmas regras que impõe aos parceiros, a Apple tirará partido da informação que tem sobre os utilizadores para apresentar "sugestões" de apps (leia-se: publicidade direccionada), enquanto impede que outros façam o mesmo.


Facebook prepara publicidade direccionada nos vídeos

Também o Facebook reforça a sua publicidade em vídeos, que será também expandida aos formato de vídeos curtos "Reels", permitindo aos anunciantes especificarem categorias de vídeos em que querem apresentar os seus blocos de publicidade, tirando partido de AI e machine learning para classificar os vídeos em categorias como: animais, crianças, educação, actividade física, e muitas outras.

A publicidade nos vídeos normais no Facebook apenas aparece em vídeos com mais de 3 minutos, e só depois do utilizador já ter visto um mínimo de 45 segundos do mesmo. Apesar disso, o Facebook já foi apanhado anteriormente a inflacionar as estatísticas de visualização dos vídeos, pelo que com o sistema de AI ali pelo meio, é de imaginar que muitos anunciantes continuem reticentes em confiar se os números e resultados que o Facebook apresenta serão coincidentes com a realidade.


iPadOS 15 com widgets no iPad

O próximo iOS 14.5 chega na próxima semana, mas há quem já esteja de olho nas novidades que chegaram no próximo iOS 15, que contará com mais opções de controlo das notificações (que poderão ser ajustadas dinamicamente em função de diferentes perfis) e também permitirá uma melhor utilização dos widgets no iPad, permitindo que sejam adicionados ao home screen, como nos iPhones.

Embora os iPhones já contem com a possibilidade de ter widgets nos ecrãs principais, no iPad os utilizadores continuam limitados a colocarem-nos numa coluna lateral, que podem ou não exibir a par do ecrã principal. Com o iPadOS 15 a Apple parece ter remodelado esta opção, permitindo que os utilizadores tenham mais liberdade na configuração do que têm no ecrã dos seus iPads.


Curtas do dia


Resumo da madrugada



Curiosidade do dia: Embora o conceito de "tablets" remonte às décadas de 50 e 60, foi preciso esperar até ao final da década 80 para que o primeiro tablet comercial chegasse ao mercado (apesar de terem havido alguns anteriores com produção bastante limitada). O GRiDPad 1900 foi lançado em 1989, com uma stylus que ficava presa ao tablet por um cabo. Curiosamente, o seu sistema de reconhecimento de texto foi criado por Jeff Hawkins, que mais tarde viria a criar os populares PalmPilot.

№ 05

Android vai restringir acesso à lista de apps instaladas

A partir de Maio, a Google vai apertar as regras para as apps na Play Store destinadas ao Android 11 ou superior, impedindo que as apps possam ver que outras apps estão instaladas nos smartphones.

Vivemos em tempos curiosos, em que temos que tratar com enorme desconfiança tudo aquilo que colocamos num smartphone. Para reduzir um pouco alguns abusos, a Google vai impedir que as apps para Android 11 possam ver que outras apps estão instaladas. Esta era uma alteração que já estava planeada há algum tempo, mas que foi adiada por causa da pandemia Covid-19.

Se estão a pensar que há apps para as quais se justifica terem esse tipo de acesso, não precisam ficar preocupados. A Google continuará a permitir que apps como file managers, antivirus e browsers possam continuar a ter acesso a essa informação, e até algumas apps bancárias - que usam as apps instaladas como forma de melhor validarem o acesso dos seus clientes - embora neste caso seja dito que se trata de uma excepção temporária, e que essas apps deverão deixar de usar este método.

O que fica desde logo definido é que deixará de ser possível que uma qualquer app queira ter acesso a todas as demais apps que estão instaladas "só porque sim". A partir de Maio os developers terão que ter boas justificações para que as suas apps mantenham essa capacidade.

№ 06

How to Use PHP Singleton Trait Variants to Limit the Number of Class Instances that Can Be Created to More Than One Object

By Manuel Lemos
Singleton is a well known design pattern that is used by many classes to assure that only one instance of the class objects exist during the time that a script is executed.

Multiton is a variant of the singleton design pattern that allows more than one instance of a class to exist up to a given limit.

This package provides a solution to implement singleton or multiton classes that can have its variable values be saved to a MemCached container, so the objects can be loaded with the same class values in other times that a script is run after the original script that has set the class variable has ended.
№ 07

Windows 10 com modo "ecológico" para limitar apps

A MS está a testar uma funcionalidade "eco" para limitar a utilização de recursos por apps que possam estar a abusar do sistema.

Há muito que os utilizadores mais avançados sabem usar ferramentas como o Process Explorer para forçar a prioridade de processos e evitar que programas mais "absusivos" possam abrandar todo o sistema. No entanto, isso é algo que em breve poderá ficar mais acessível para todos os utilizadores com a chegada do modo "Eco". Por agora a ser testado no Insider Preview Build 21364, o Eco Mode permite que qualquer pessoa dê um salto ao gestor de tarefas do Windows 10, e limite o funcionamento de tarefas que estejam a consumir demasiados recursos.

Para um grupo mais restrito de beta testers, a MS está a testar uma funcionalidade que pode aplicar automaticamente este modo ao Chrome ou Edge, caso estes browsers comecem a tornar-se demasiado "pesados".

E falando do Edge, também serão exibidos detalhes adicionais no gestor de tarefas, que facilitam saber mais detalhadamente onde e como estão a ser gastos os recursos pelo browser: se numa tab específica de determinado site, se num processo de GPU ou de áudio, ou ainda se tal se deve a uma extensão específica - que também passam a contar com informação discriminada e facilmente identificável.

№ 08

Xbox dispensa Xbox Live Gold para jogos gratuitos online

A Microsoft rectificou uma situação que há muito era criticada pelos jogadores, deixando de ser necessário ter uma subscrição Xbox Live Gold para jogar jogos gratuitos online.

Se grande parte dos jogadores com Xbox acaba por ser "obrigada" a pagar a subscrição Xbox Live para ter acesso às funcionalidades multiplayer online da maioria dos jogos que compram, o caso tornava-se mais complicado de justificar para os jogos gratuitos / free-to-play, que incluem títulos como o Fortnite, Apex: Legends, Warframe, Roblox, e outros.

Mas, isso é algo que fica corrigido a partir de agora, passando a ser possível jogar estes jogos tal como era suposto, sem que seja necessário pagar qualquer mensalidade para o poder fazer. Ou seja, os jogos gratuitos e free-to-play passam a ter a funcionalidade multiplayer online acessível de forma complatamente gratuita, sem Xbox Live Gold.

Não quer isto dizer que não se deva considerar uma subscrição do Xbox Game Pass, que funciona como um "Netflix" dos jogos, com acesso a centenas de jogos (e com xCloud via streaming no caso do Xbox Game Pass Ultimate, que também inclui jogos no PC), pelo preço de um par de jogos por ano - e não sendo apenas jogos "de refugo" mas sim jogos de qualidade (incluindo Gears of War, Forza Horizon, e muitos, muitos outros) e que também inclui os jogos do EA Play. Mas, para quem dispensar mensalidades, e quiser uma Xbox só para jogar jogos gratuitos online sem qualquer encargo, agora também passa a ter essa opção.

№ 09

Windows 10 ganha apps Linux com interface gráfico

Depois do subs-sistema Linux que estava relegado à linha de comandos, o Windows 10 passa a contar também com apps Linux com interface gráfico - fazendo o inferno congelar mais um pouco.

A aproximação da MS ao Linux está prestes a ficar completa. Depois do kernel Linux adicionado ao Windows 10 e o WSL (Windows Subsystem for Linux), é agora a vez de se ter acesso a apps Linux com interface gráfico.
Embora já fosse possível correr apps gráficas no WSL, isso obrigava os utilizadores a usarem o seu próprio X server; agora, isso passará a ser gerido de forma automática pelo Windows, e dando acesso a todas as acelerações por GPU, e incluindo também um Pulse audio server para o áudio, e também Wayland. Pelo que na prática... teremos um Linux completo dentro do Windows 10.


Uma coisa fica garantida, com um Linux em cada Windows 10, este será finalmente o ano do Linux nos desktops! :)

№ 10

JingPad quer ser um iPad Pro com Linux

Quem já olhou para um iPad e pensou que seria o formato ideal para correr um Linux "completo", vai gostar de saber que é precisamente isso que deu origem a este JingPad A1.

O JingPad está em processo de finalização de produção e irá ficar disponível via Indiegogo a 15 de Junho, e é um tablet com chip ARM e ecrã 2K AMOLED de 11" (2368 x 1728) que pretende ser um tablet Linux para todo o serviço. Em termos de aspecto, o JingPad A1 parece-se imenso com um iPad Pro, com margens reduzidas em redor do ecrã. Tem uma espessura de apenas 6.7mm, vem com bateria de 8000mAh e autonomia para mais de 10 horas, e pesa menos de 500g. Tem ainda um teclado amovível com trackpad, e conectividade 5G.

O sistema está a cargo do JingOS, que promete estar preparado para funcionar tanto em modo tablet como em modo desktop, e dando acesso a apps Linux e apps Android - não sendo ainda dito se os utilizadores terão oportunidade para instalar outras distros Linux se assim o desejarem.


A grande incógnita é o preço, que terá papel fundamental para ditar o sucesso ou insucesso deste projecto, mas é desde já prometido que a produção está praticamente terminada, com o primeiro lote de 400 unidades a ser enviado em Agosto para os apoiantes early bird, seguindo-se a produção geral em Setembro para o resto dos apoiantes.

№ 11

Impressora HP Neverstop Laser 1201n a €159

Se procuram uma impressora para volumes elevados, esta HP Neverstop Laser permite imprimir milhares de páginas e conta com sistema de recarregamento de toner facilitado.

Nos últimos anos temos assistido a uma oferta crescente de modelos de impressoras com sistemas de tinta recarregáveis, com tanques de grandes dimensões que evitam o desperdício dos cartuchos diminutos, e a HP aplicou o mesmo conceito aos seus modelos multifunções laser Neverstop. Estas impressoras, para além de permitirem imprimir até 5000 páginas, podem ter o seu toner recarregado pelos utilizadores, reduzindo substancialmente o custo associado a essa operação.
Esta impressora HP Neverstop Laser 1001nw está disponível por 159 euros na Amazon Espanha (189 euros na versão com WiFi).

Esta impressora pode imprimir até 20 páginas A4 por minuto, e também tem scanner integrado. Pode ser ligada a um computador via USB (ou WiFi na versão respectiva), ou ligada directamente à rede via Ethernet, para ficar acessível para toda a rede; e também contando com a gestão e uso através da app HP Smart App. Um pack de 2 recargas de toner para mais 5 mil páginas fica por 34.90 euros - o que resulta num custo por página de 0.007 euros.


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№ 12

Wiko Power com bateria de grande capacidade.



Série WIKO Power destaca-se pela capacidade da bateria



Este ano, a WIKO, empresa europeia de smartphones, leva o desempenho da bateria mais longe com uma gama focada em garantir que nada falha: Power U. Com os Power U10, Power U20 e Power U30, que oferecem grandes baterias de até 6.000 mAh para uma autonomia de até 4 dias de utilização, com apenas um carregamento, vai ao encontro da nova filosofia da marca, “let’s Power-Up”. Com este novo grito, a WIKO visa mostrar que hoje tudo é possível e que o mundo está à disposição, com oportunidades em todo o lado. A partir de agora, o smartphone não é apenas um dispositivo, mas sim uma extensão do próprio utilizador. Por isso, oferece uma autonomia da bateria em que podes confiar para que tenhas a possibilidade de viveres a vida ao máximo.
 
Maior autonomia, diz “adeus” ao carregador
A WIKO leva a autonomia móvel para o próximo nível para que não precises de ter o smartphone sempre à mão. Os smartphones da gama Power U oferecem baterias de 5.000mAh e 6.000 mAh com AI Power, permitindo até 4 dias de utilização com apenas um carregamento! Graças à tecnologia de poupança inteligente de bateria incorporada, as aplicações de terceiros e o consumo são geridos de forma a prolongar a vida da bateria. Diz “adeus” ao carregador e “olá” à autonomia quase sem limites!
 
Melhor desempenho, melhor experiência de utilização
Equipados com processadores Octa-Core, estes novos smartphones oferecem uma resposta rápida e permitem fazer multitarefa, mudando entre aplicações sem qualquer esforço, ou jogar de forma fluída, algo que se está a tornar cada vez mais popular aquando da utilização de um smartphone. Enquanto os equipados Power U vêm com todas as características de ponta oferecidas pelo AndroidTM 11, a última versão do sistema operativo móvel da Google para maximizar o rendimento dos modelos.
 
Ecrã panorâmico, uma experiência cinematográfica na palma da tua mão
O formato 20:5.9 dos smartphones da gama Power U proporcionará aos utilizadores uma experiência cinematográfica enquanto consomem conteúdos. As três novas apostas da WIKO contam com ecrãs de 6.8” HD+, prontos para oferecer uma visualização perfeita de vídeos, jogos ou redes sociais. O formato em V oferece uma experiência de ecrã total sem margens.
 
Novas embalagens ecológicas, perfeitas para reciclar
Hoje, mais do que nunca, a proteção ambiental está no centro das nossas sociedades, consistindo em limitar ou eliminar o impacto negativo das atividades humanas sobre o ambiente. Todos somos capazes de participar com ações concretas, e foi isso que a WIKO fez: no seguimento do lançamento da gama POWER U, a marca apresenta a sua embalagem ecológica.
Desta forma, a WIKO oferece componentes sustentáveis de forma a reduzir o impacto ambiental das suas embalagens com menos resíduos e de encorajar a reciclagem das mesmas.
Estas novas embalagens, disponíveis já em 2021, são feitas a partir de cartão kraft reciclável, composto por 70% de papel usado. Para reduzir os componentes plásticos, o saco de utilizado para proteger o smartphone é compostável e biodegradável. Na conceção da caixa, a marca optou por minimizar o número de cores para um máximo de duas, para limitar o uso de tinta e eliminar o verniz. A utilização da tinta de soja visa facilitar a reciclagem.
 
Os WIKO Power U10, Power U20 e Power U30 chegarão a Portugal nas próximas semanas, com o objetivo de dar um passo em frente em autonomia, multitarefa e visualização imersiva. O portfólio formado pelos novos WIKO Power U também apostará noutras características diferenciais, tais como uma grande capacidade de armazenamento, câmaras equipadas com tecnologias para otimizar e melhorar as imagens, facilitando ao mesmo tempo uma utilização mais simples e intuitiva dos terminais e um design renovado.
 
Com um design elegante e moderno, estes novos smartphones estarão disponíveis com as seguintes cores:
  • WIKO Power U10, em Carbone Blue e Turquesa.
  • WIKO Power U20, com um padrão refletivo multicor em Slate Grey e Navy Blue, com acabamentos brilhantes ou em matte.
  • WIKO Power U30, com um efeito gradiente em Carbone Blue e Mint.
 
A marca confirmará proximamente mais detalhes técnicos dos seus novos smartphones, bem como a sua disponibilidade e preços em Portugal.
  
№ 13

Perseverance conseguiu produzir oxigénio em Marte

Depois do voo bem sucedido do Ingenuity, a NASA continua a somar sucessos em Marte, validando a produção de oxigénio no planeta vermelho.

Uma das experiências que segue a bordo do Perseverance é o MOXIE (Mars Oxygen In-Situ Resource Utilization Experiment), que tinha como objectivo testar a produção de oxigénio a partir do CO2 existente na atmosfera marciana - e que foi demonstrado com sucesso, com o pequeno módulo a produzir cerca de 6g de oxigénio por hora, que seria suficiente para manter um astronauta vivo durante 10 minutos.

Another huge first: converting CO2 into oxygen on Mars. Working off the land with what’s already here, my MOXIE instrument has shown it can be done!

Future explorers will need to generate oxygen for rocket fuel and for breathing on the Red Planet. https://t.co/9sjZT9KeOR

— NASA's Perseverance Mars Rover (@NASAPersevere) April 21, 2021

Isto significa que futuras missões poderão transportar sistemas que geram oxigénio em Marte, dispensando a necessidade de transportar toneladas de oxigénio da Terra, quer para efeitos de sobrevivência dos astronautas, mas também para ser usado como combustível para sairem do planeta e regressarem à Terra. Por exemplo, podemos ter uma missão robótica que anteceda a ida de uma missão tripulada, que aterre em Marte e encha vários depósitos com oxigénio, para posterior utilização pelos astronautas quando lá chegarem.



№ 14

Google Meet ganha fundos animados e novas funcionalidades

Demorou, mas o Google Meet passa a poder usar fundos animados, e terá acesso a mais opções de organização das janelas de vídeo e melhoria da qualidade de imagem.

Apesar de já se estar em processo de desconfinamento que tem feito com que muitas empresas regressem ao trabalho presencial, a Google continua a melhorar o Google Meet, trazendo agora uma série de melhorias que o aproxima de serviços concorrentes.

Para começar, teremos uma remodelação do interface, com o objectivo de tornar mais fácil a sua utilização e colocar as opções e funções em locais mais visíveis e acessíveis.

Também teremos mais opções a nível do arranjo das janelas de vídeo que se querem ver, sendo possível colocar vários participantes em destaque simultaneamente; e também sendo possível minimizar a janela da própria câmara para libertar espaço.

O sistema de ajuste de luminosidade, que já tinha sido adicionado às apps mobile, chegará também à versão desktop, melhorando a qualidade de imagem no caso de iluminação fraca ou situações de alto-contraste (como quando alguém está em frente a uma janela). E também haverá opção para zoom e auto-crop do rosto, mas só para os clientes pagos.

E por fim, o Google Meet vai contar também com backgrounds em vídeo, mas só de uma selecção disponibilizada pelo próprio Meet, e que começará por oferecer três opções: uma sala de aulas, uma festa e uma floresta; com promessa de mais fundos em vídeo para os próximos meses.

№ 15

Falha do Facebook deixa associar emails a utilizadores

Depois do caso dos 533 milhões de telefones, o Facebook enfrenta uma nova falha que dizia já ter sido corrigida, e que permite associar emails a utilizadores.

Existe uma ferramenta que tira partido de uma falha do Facebook para associar endereços de email a contas do Facebook, mesmo nos casos em que os utilizadores tenham definido o seu endereço de email como privado. É uma ferramenta que está a ser utilizada para fazer a associação de milhões de endereços de email a contas do Facebook por dia, e que irá dar origem a nova base de dados com informação referente a utilizadores do FB.

O mais caricato é que este falha já tinha sido reportada ao Facebook, que se apressou a dizer que a mesma já tinha sido corrigida; quando na realidade não tinha sido - com o Facebook a desculpar-se a dizer que se terá esquecido de reencaminhar o caso para a equipa adequada.


The source mentions that a tool that utilizes the vulnerability is being actively exploited to generate tens of millions of matched profiles a day and is appended to the existing 533m Facebook phone numbers leak to create one massive database for malicious purposes.

— Alon Gal (Under the Breach) (@UnderTheBreach) April 20, 2021
O que é certo é que saberemos como o Facebook irá reagir, limitando-se a seguir a táctica inadvertidamente já revelada, tentando minimizar e normalizar este tipo de incidentes, dizendo que é "comum" e "normal", e que isto acontece com os outros serviços.

Veremos se uma potencial multa bilionária na Europa ao abrigo do RGPD poderá fazer com que o Facebook reconheça que este tipo de "esquecimentos" está longe de ser normal, e que já será altura de tratar os dados dos utilizadores com maior responsabilidade.

№ 16

Earphones Bowers & Wilkins PI7 True Wireless vêm com transmissor BT

Os novos earphones BT PI7 da Bowers & Wilkins chegam com uma característica curiosa: podem funcionar com dispositivos sem Bluetooth que tenham apenas uma ficha tradicional de 3.5mm.

Há muito que o mercado se rendeu à transição para os earphones BT - mesmo se em parte a isso se tenha sido obrigado com o abandono da ficha de 3.5mm por muitos fabricantes de smartphones. Mas, com isso, chega também a frustração de ficar com earphones que não podem ser utilizados quando os queremos usar com equipamentos que não têm BT, como por exemplo quando se chega a um comboio ou avião. Algo que a Bowers & Wilkins resolveu de uma forma espectacularmente simples nos seus novos PI7 True Wireless.

Para além do uso tradicional via Bluetooth, os Bowers & Wilkins PI7 podem também funcionar com qualquer dispositivo com saída de áudio de 3.5mm, já que podemos ligar essa saída de áudio à caixa de transporte dos earphones, que passa a funcionar como um conversor / transmissor Bluetooth.
Estes earphones contam ainda com cancelamento de ruído activo, tirando partido dos seis microfones integrados nos auriculares, e suporta AptX Adaptive, som de 24-bits, assim como assistentes digitais como Siri e Google Assistant. A autonomia anunciada é de quatro horas de utilização contínua, podendo ser prolongada até às 20 horas totais com os recarregamentos feitos na sua caixa de transporte.

O único ponto que coloca um travão na lista de coisas boas é ter um preço de 399.99 euros, que o deixará fora do orçamento da maioria das pessoas.

№ 17

Windows e Office em saldo desde €7

Há mais uma campanha de saldos do Windows e Office, mesmo à medida para quem trabalha a partir de casa, com o Office desde 20 euros e Windows 10 Pro a 7 euros.

O site GoDeal24.com está a levar a cabo nova campanha de descontos que tornam bastante mais acessíveis os diversos Windows e Office, tanto em separado como em bundles conjuntos, ou ainda na compra de duas chaves. Esta loja online disponibiliza não só licenças para estes produtos, como também jogos nas plataformas Steam, Origin, Uplay e Epic.

Em promoção especial temos:

Temos os Windows 10 com desconto de 50% usando-se o código SGO50.
Temos os bundles Windows+Office com desconto de 62% usando o código SGO62.E por último, temos desconto de 55% para o resto dos produtos, usando o código SGO55. Bastará introduzir o código de desconto no campo respectivo quando estiverem no ecrã de validação dos produtos a comprar.


O pagamento pode ser feito com PayPal - que aparece ao se escolher a opção de pagamento cwalletco - para total segurança, e conta com assistência permanente através do endereço de email [email protected].

№ 18

Notícias do dia

Apple apresenta iPad Pro mini-LED, iMac M1, AirTags e nova Apple TV; Musk diz que acidente com Tesla não tinha Autopilot activado; Apple censura gravação das AirTags; Outlook facilita intervalos entre reuniões; Google promete sistema para evitar crashes no WebView no futuro; Ransomware ameaça Apple com divulgação de informação confidencial: e descuido do Facebook revela a sua táctica para enfrentar leaks de "scraping".

Antes de passarmos às notícias do dia, já temos livro FCA seleccionado para este mês: Práticas de Python - Algoritmia e Programação. Participa e partilha.

Mac mini ganha opção para 10GbE

Para além das novidades dos novos iPad Pro com mini-LED, iMac M1, AirTags e nova Apple TV, a Apple também fez uma ligeira alteração ao Mac Mini com M1, adicionando-lhe a opção para poder contar - pela primeira vez - com ethernet de 10 gigabits.

É uma opção que implica pagar mais 115 euros, o que eleva o preço do Mac mini mais barato dos 819 para os 934 euros; mas irá seguramente contribuir para que mais fabricantes comecem a oferecer opções 10GbE nos seus produtos, permitindo que se comece a modernizar as redes Ethernet domésticas do habitual gigabit (que em tempos parecia uma velocidade "alucinante") para valores mais adequados à modernidade. De 1GbE para 10GbE estamos a falar de algo como 100-120MB/s para cerca de 1GB/s.


Apple esqueceu-se de actualizar o Magic Mouse

Com todas as actualizações, que incluem novos iMacs com novos teclados com Touch ID, a Apple esqueceu-se de renovar o seu polémico rato Magic Mouse 2, que permanece inalterado com a sua ridícula porta de carregamento na parte inferior.

Já que estamos em época de mudança, teria sido uma excelente oportunidade para a Apple dar o corte aos produtos das gerações anteriores; e o Magic Mouse seria um candidato perfeito para ser também alvo de renovação, potencialmente beneficiando de algo como carregamento wireless - e podendo até ser acompanhado por uma base para o rato com carregador incorporado, para lhe dar autonomia "ilimitada" - como alguns outros fabricantes já fizeram.


Sony explica câmara do Xperia 1 III

A Sony lançou recentemente o Xperia 1 III com zoom variável e, como seria de esperar, é algo do qual se orgulha bastante, ao ponto de nos dar um vídeo com mais de 8 minutos a explicar o processo de bastidores que esteve por trás do desenvolvimento do sistema de câmaras para este smartphone, que inclui também sistema ToF 3D para focagem.



Polaroid lança câmara instantânea mais compacta

A Polaroid continua a apostar na magia das fotos físicas instantâneas, e para promover a sua utilização acaba de lançar a Polaroid Go, a sua câmara instantânea mais compacta de sempre. Mas com esta redução, também as fotos sofrem idêntico tratamento; em vez das fotos de 3.5" temos agora um novo formato mais reduzido, de 2.5" (e ter em conta que estamos a falar da película instantânea, e não das câmaras digitais que usam uma impressora para imprimir as fotos na hora).

Com volume substancialmente reduzido face aos anteriores modelos, poderá ser a desculpa que faltava para que os fãs a levem consigo para todo o lado. Veremos se resulta.


Curtas do dia


Resumo da madrugada



Curiosidade do dia: As disquetes de 3.5" tinham uma capacidade típica de 1.4MB e permitiam uma transferência de dados de cerca de 50 KB/s. A esta velocidade, Uma página web com 5MB, como as que aparecem "instantaneamente" nos nossos smartphones, demoraria mais de um minuto e meio para ser lida.

№ 19

O mercado dos smartphones - 10 anos depois

Ao fim de uma década, a IDC consegue finalmente acertar numa previsão realista para os próximos anos, depois de ter cometido diversos erros nas suas previsões anteriores.

O facto de por cá andarmos há "algum" tempo permite-nos ir fazendo algumas comparações de longo prazo, e é isso que acontece com este mini-análise às previsões do mercado mobile que foram sendo feitas pela IDC ao longo desta última década.

Esta nova rubrica iniciou-se em 2011, quando a IDC previa que num prazo de cinco anos os Windows Phones teriam 20% do mercado, acima dos 15% do iOS, e só atrás dos 45% do Android. Isto numa altura em que ainda acreditavam que os Blackberry manteriam 13% de quota.

Pois bem, passados cinco anos, voltamos a olhar para aqueles números e a comprovar que estavam completamente errados (como já se antecipava). Por essa altura, e segundo a própria IDC, o Android já detinha 81% do mercado, com o iOS a ficar-se nos 15.8%, e o Windows Phone a ainda surgir na tabela com 2.2%. Embora com projecções mais conservadoras para os anos seguintes, nesta altura a IDC ainda continuava a insistir no crescimento ligeiro dos Windows Phone, acreditando que iria conseguir roubar um pouco do mercado ao iOS.

Regressando ao presente, vemos que - após uma década! - a IDC lá conseguiu finalmente acertar com as previsões. Ou seja, esquecer finalmente o Windows Phone, e admitir a redução do mercado ao duopólio Android e iOS.
Com o Android nos 85% e o iOS nos 15%, as previsões da IDC para os próximos anos limitam-se a ligeiras alterações de décimas percentuais de parte a parte, com um crescimento ligeiro do Android. Previsões, com as quais, pela primeira vez, podemos concordar na íntegra.

Fica no entanto novo encontro marcado para daqui a cinco anos, para vermos se realmente o mercado se mantém neste equilíbrio de poder entre Android e iOS, ou se por essa altura, por muito pouco provável que possa parecer neste momento, já terá surgido alguma nova revolução com efeito idêntico ao que a chegada do iOS e Android tiveram no mercado mobile.

№ 20

Google promete evitar crashes no WebView no futuro

Depois do incidente da actualização do WebView que fez crashar milhares de apps, a Google compromete-se a impedir que a situação se repita no futuro.

Recentemente tivemos o infeliz caso em que uma actualização do componente WebView - um componente do sistema que é utilizado por milhares de apps, e facilita o processo de apresentar conteúdos web / HTML sem direccionarem os utilizadores para um browser externo - provocou um erro que fazia crashar todas as apps que o utilizassem. Foi uma situação bastante infeliz, e que a Google promete que não voltará a acontecer.

Como é que a Google pode fazer tal promessa, sabendo-se que não há coisa como "software garantidamente livre de bugs"? É simples, reconhecendo desde logo que os problemas podem acontecer, e estar preparado para os enfrentar. No futuro, a Google vai implementar um sistema com modo de funcionamento "safe mode", em que no caso de ser detectado um problema com uma actualização do WebView, o componente possa automaticamente reverter para a versão anterior que funcionava sem problemas, sem necessidade de aguardar que seja disponibilizada uma correcção oficial para o problema.

Considerando o cenário em que este componente é de importância crítica para milhares de apps, que o podem utilizar para coisas como logins e outras; é bom ver a Google a fazer todos os possíveis para evitar que esta situação se repita, e que poderia fazer com que alguns developers deixassem de confiar neste componente e se aventurassem a criar alternativas que, eventualmente, poderiam acabar por ser ainda mais problemáticas a longo prazo.

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