PlanetGeek
№ 01

Galaxy Experience 2020 em análise

Com algum tempo de atraso devido às alterações do final de ano, temos finalmente a mega análise ao Galaxy Experience, em que o nosso Luis Costa teve em mãos um verdadeiro arsenal de equipamentos da Samsung, incluindo smartphones, tablet, smartwatch e earphones.


Esta é uma análise algo diferente, pois tivemos não um, mas cinco equipamentos que nos acompanharam ao longo de algumas semanas, para que pudéssemos usufruir da Experiência Samsung. Dois smartphones, um tablet, um smartwatch e um par de auriculares bluetooth, foi este o desafio que enfrentámos estoicamente, procurando explorar os limites da experiência que a Samsung preparou para os seus clientes.

Galaxy Note 20/Note 20 Ultra


Se o início do ano começa com o lançamento de um novo modelo para a série Galaxy S, o final tem até ao momento merecido igual distinção, com a Samsung a lançar a série Galaxy Note, onde a SPen continua a desempenhar um papel fulcral. No evento de apresentação da série Galaxy Note 20, a marca fez questão de salientar o impacto que este "novo normal" teve no desenvolvimentos dos equipamentos Note, com a Samsung a optar por dar destaque a áreas que por norma eram opção para a série Galaxy S, sendo a fotografia um desses exemplos. O Galaxy Note passa assim a ser visto não só como um equipamento de apoio ao trabalho, mas também como uma ferramenta dirigida para a diversão, com o Xbox Game Pass Ultimate a dar um sinal da estratégia que a marca teve em vista para estes novos modelos.


Esta mudança de política, acaba por dar força ao movimento que defende a fusão das duas séries de equipamentos, sendo que até pode dar-se o caso do dobrável vir a ser o feliz destinatário da SPen, potenciando a utilização de um ecrã de grandes dimensões. Esta possibilidade não passa contudo de futurologia, havendo que esperar por 2021 para ficarmos a conhecer a decisão da marca Sul-Coreana.


De momento, a estratégia manteve-se, com Samsung a apostar no lançamento de duas unidades, o Galaxy Note 20 e o Galaxy Note 20 Ultra. À primeira vista, tirando o tamanho, não há muitas diferenças, mas um olhar mais atento revela uma opção curiosa por parte da Samsung, dando claramente a ideia de que pretende dirigir os clientes para o modelo Ultra.


"Sim, temos aqui um modelo mais em conta, mas o que vocês querem mesmo é este Galaxy Note 20 Ultra"



É a típica situação de copo meio cheio/meio vazio. Mantém-se o processador, velocidade do armazenamento e a câmara frontal, mas temos um Note 20 com ecrã inferior em resolução e sem a taxa de actualização de 120Hz, 8GB de RAM (vs 12GB no Ultra), sem slot para cartões microSD, tripla câmara, mas com dois sensores com especificações inferiores e uma bateria com 4300 mAh (-200mAh face ao Ultra). A SPen foi revista, apresentando uma menor latência face ao disponibilizado no Note 10 (42ms), todavia a melhoria é mais acentuada no Note 20 Ultra (9ms), do que no Note 20 (26ms). De referir que ambos os modelos detectam a execução de gestos com a S Pen, pelo que se o vosso sonho era serem mágicos, já podem treinar uns movimentos com esta caneta do futuro.


O Note 20 apresenta ainda duas outras diferenças, sendo que estas acabam por ter um impacto reduzido em termos de utilização. O ecrã é plano, não apresentando nenhuma curvatura nas extremidades laterais e a traseira é em plástico, ao contrário do vidro utilizado no Note 20 Ultra. Curiosamente as traseiras não deixam antever o tipo de material de que são feitas, apresentando ambas um elevadíssimo nível de qualidade de acabamentos e um conjunto de cores muito feliz, que além de agradável à vista, facilmente garante a diferenciação de outros equipamentos no mercado, mostrando claramente que a Samsung "fez o trabalho de casa".


A traseira do Note 20 Ultra é apenas um pouco mais suave ao toque, com a mão a deslizar com maior facilidade. Ao escrever estas linhas verifiquei mais uma vez esta situação, e dei por mim a ver o Note 20 a escorregar-me da mão. Felizmente, estava sobre uma mesa, não tendo ocorrido danos no equipamento. Existe ainda outra diferença na traseira, com o dedo indicador a ficar sobre o módulo de câmaras do Note 20 Ultra, algo que não acontece no Note 20, devido à menor dimensão deste conjunto.




Pese embora exista uma diferença nas especificações, a utilização dos equipamentos foi igualmente agradável. O ecrã do Note 20 Ultra, com uma taxa de actualização de 120Hz, acabou por ficar aquém do esperado, dando a ideia que a poupança da bateria é mais importante que a fluidez do ecrã.

Opção "Suavidade de movimento" só presente no modelo Note 20 Ultra

Comparando os dois modelos, lado a lado, a diferença é notória, com o ecrã do Note 20 Ultra a mostrar-se muito mais fluído, mas numa utilização no dia a dia, fica a sensação que o comportamento do ecrã do Note 20 Ultra poderia ser ainda melhor.

Note 20 Utra

Note 20


Equilíbrio nos resultados 
 
Algo que impressionou verdadeiramente foi a velocidade do armazenamento, com a instalação de aplicações a ser ultra rápida, de tal forma que criou a dúvida se efectivamente havia sido instalada alguma coisa, pois tinham sido três as aplicações seleccionadas para instalação. Igualmente surpreendente, a rapidez com que estes dois smartphones correram os testes de benchmark, nomeadamente o 3DMark, aplicação que por norma se arrasta e no caso dos Note 20, foi rapidíssima a concluir o teste, com resultados dignos de registo.

O sensor de impressão digital está mais rápido e preciso na detecção, sendo por isso uma boa alternativa ao reconhecimento facial. Há uma clara evolução neste hardware, com a detecção da impressão digital a não ficar a dever muito aos sensores na traseira do equipamento, sendo que no caso destes últimos, o recorte na traseira ajuda a posicionar o dedo no local certo, algo que não acontece no ecrã.



O software não apresenta novidades de monta, com a OneUI a aguardar pela chegada da versão 3.0 (prevista para o início de 2021). A Samsung mantém a sua aposta no desenvolvimento desta interface, que começa mais uma vez a acumular funcionalidades, sendo que de momento este facto ainda não tem impacto no desempenho global dos equipamentos. 


A garantia de três anos de actualizações é sem dúvida um excelente cartão de visita, com a marca Sul-Coreana a recompensar a fidelidade dos seus clientes, a qual só pode sair reforçada com os patch de segurança a serem distribuídos no mesmo dia que a Google os disponibilizou para os smartphones Pixel, num desempenho que de momento não se encontra em nenhuma outra marca.

O carregamento pode ser feito através de um carregador com ou sem fios. Neste campo, salienta-se o facto de ambos os terminais permitirem a utilização do sistema de carregamento inverso, para carregar outros equipamentos. De referir que este processo, sendo interessante é no entanto limitativo, pois o calor gerado no processo, acaba muitas vezes por interromper o carregamento de forma precoce. 


O Note 20 Ultra demorou 1h38m para completar o carregamento da bateria de 4500mAh. O Note 20 demorou um pouco menos (1h35m) para atingir os 100% de carga dos 4300mAh. De referir que, segundo a marca, o sistema de carregamento de 25W permite chegar aos 50% de carga em meia hora. Nos testes efectuados com o carregador e cabo de origem, o Note 20 Ultra cumpriu, tendo atingindo os 40% de carga nos referidos 30 minutos.


As câmaras são semelhantes nos dois modelos, mas o modelo Ultra disponibiliza um zoom superior (até 50x, com a diferença de qualidade a fazer-se notar claramente nas imagens). 

Galaxy Note 20/Note 20 Ultra

Em termos globais o comportamento fica acima da média, sendo suficientemente versátil para permitir bons resultados em diferentes condições de iluminação. Há no entanto que referir que no caso de a zona a fotografar ter pouca luz, o detalhe da imagem acaba por ser inferior, com o ruído a fazer-se notar na qualidade das imagens. Considerando que estes resultados estão em linha com o disponibilizado pelo Pixel 3a, temos a garantia de qualidade, se bem que a alguma distância daquilo que os melhores conjuntos da actualidade disponibilizam.

Galeria de fotos




O Galaxy Tab S7+



O modelo lançado no ano anterior mereceu rasgados elogios na nossa análise, com o Galaxy Tab S6 a cotar-se como um dos melhores tablets no mercado. A fasquia estava assim elevada, com o Galaxy Tab S7+ a ter de, no mínimo, igualar esta prestação, para se sair bem na fotografia.


Em termos de hardware, a Samsung voltou a não olhar a meios para apresentar um equipamento de topo. O processador é simplesmente o melhor até à data, tendo a marca sul-coreana optado por apostar no Qualcomm Snapdragon 865+, ao invés de escolher um do seus Exynos, isto quando nos smartphones, são estes últimos a ser opção para o mercado Europeu.


Com 6 ou 8GB de RAM,  armazenamento (UFS 3.0) a variar entre os 128 e os 512MB, podendo este ainda ser expandido através da utilização de um cartão microSD, 4 colunas AKG e uma bateria de 10090mAh, não há nada que se possa apontar, ficando o utilizador com um conjunto de hardware de elevadíssima qualidade, tendo nas actualizações de software um apoio fundamental, com os mesmos 3 anos de updates do Android e patch de segurança a tempo e horas (pelo menos para já).


O ecrã Super AMOLED HDR10+, com 12,4" e uma taxa de actualização de 120Hz, é mais uma vez um deleite para o consumo de conteúdos multimédia, sendo acompanhado ao mais alto nível, pelas quatro colunas acima referidas. Haverá contudo de contar com o formato alongado, com o Galaxy Tab S7+ a apresentar dimensões generosas, sobretudo em termos de largura, com 285 x 185 x 5,7 mm. 



Com esta espessura, não se pode considerar que este seja um equipamento "gordo", mas as arestas vivas do corpo, associadas à sua dimensão, acabam por tornar o tablet pouco prático em utilização (na mão), tanto em modo paisagem, como em modo retrato. Como ponto menos positivo, o alumínio escovado das laterais, o qual transmite um look que não se coaduna com o equipamento, sendo menos conseguido que a traseira, essa sim com um tom e acabamento ao nível de um equipamento premium. 


Com uma área de ecrã tão generosa, o Galaxy Tab S7+ chama por acessórios que possam maximizar a experiência de utilização. A SPen é um começo, mas uma capa é fundamental para posicionar o tablet numa mesa de trabalho. 


O Android tarda em conseguir apresentar um layout que permita potenciar os tablets, mas há já um conjunto simpático de aplicações que permite tirar partido quer da dimensão do ecrã, quer dos acessórios acima referidos. Um teclado, ou capa/teclado, surge assim como um complemento a ter em vista por quem pretenda utilizar o tablet com ferramenta de trabalho. Haverá que adaptar processos, escolher novas aplicações, mas com algum esforço, o Galaxy S7+ poderá ser um bom complemento aos PC/portáteis, não podendo contudo ser visto como um substituto. 


Tal como no caso dos smartphones, também este Galaxy S7+ não apresenta um processo de carregamento verdadeiramente rápido, havendo que esperar cerca de 3h (2h55min, nos testes efectuados) para completar uma carga completa.


A bateria de 10090mAh permite, segundo a Samsung, navegar 8h na internet ou ver até 14h de vídeo, pelo que a autonomia não será um problema, com o ecrã AMOLED e o Snapdragon 865+ a portarem-se muito bem neste campo (assim como no desempenho global, diga-se). Atendendo ao tempo de carregamento, o melhor mesmo será utilizar um período morto, ou até mesmo a noite para este feito. Foi precisamente esta a política utilizada ao longo do período de testes, utilizar sem preocupações, carregar quando oportuno. 

Imagem captada num ambiente com pouca luz (modo noite activo)

Câmaras, sim, duas na traseira para todos aqueles que são fãs de utilizar um tablet para este afeito, com a Samsung a disponibilizar um interface em linha com o que apresenta nos smartphones. A qualidade das imagens vai estar directamente dependente da iluminação disponível na zona a fotografar, sendo que zonas com boa luz, são garante de imagens com bom detalhe. A câmara frontal, com 8MP será suficiente para videochamadas, mas o nível de qualidade vai estar igualmente dependente da luz disponível.

Galeria de fotos




Galaxy Buds Live

Este é mais um caso em que o design leva a melhor sobre o desempenho, com a Samsung a apostar todos os seus trunfos num modelo extremamente arrojado em termos estéticos. Os "feijões", como rapidamente foram baptizados, não passam despercebidos a ninguém, com o seu formato icónico a ter um impacto agri-doce. Se por um lado os auriculares são muito bonitos, de fácil colocação na cavidade auricular, acabam no entanto por ser pouco confortáveis quando utilizados por longos períodos. A opção por uma peça maciça em lugar das comuns borrachas, acaba por reduzir o conforto em utilização ao fim de pouco tempo. 


Esta questão do formato, tem igualmente impacto no cancelamento de ruído activo, que acaba por se ficar por uma atenuação de ruído, capaz de reduzir o som ambiente numa viagem de comboio. As vozes de quem vá sentado nos lugares próximos, continuarão a ser um incómodo com que terão lidar, não havendo muito a fazer quanto a esta questão (a não ser aumentar o volume, dentro dos limites aceitáveis). De referir que o desempenho do cancelamento de ruído não tem impacto na qualidade sonora, com os Galaxy Buds Live a disponibilizarem uma experiência cheia de musicalidade, suportada por uns graves inesperadamente robustos. 



Caso o tom não seja do agrado do utilizador, a app Galaxy Wearable, através do plugin Galaxy Buds Live (mais um...), permite ajustar o som, disponibilizando para isso 5 configurações pré-definidas (baixos amplificados, suave, dinâmico, cristalino e amplificação de agudos).

A app permite igualmente consultar a configuração dos controlos através do toque nos auriculares, havendo apenas possibilidade de configurar manualmente o toque prolongado. Neste caso, cada auricular tem uma função distinta, ao contrário do que se passa nas acções com um, dois ou três toques, onde a funcionalidade activada é igual para os dois auriculares (reproduzir/pausa, faixa seguinte/atender e desligar chamada, faixa anterior). A detecção dos toques é efectuada de forma bastante eficiente, mas terão de utilizar a zona definida para o efeito, o que nos primeiros tempos poderá ser um problema, obrigando a alguma habituação.


Em termos de autonomia, segundo a Samsung podemos contar com uma média de 6 horas de autonomia. A caixa de transporte, com uma bateria interna de de 472mAh permite até 3 cargas completas dos auriculares, pelo que dificilmente irão ficar sem carga durante o dia, bastando que durante um intervalo, aproveitem para carregar os auriculares. 


A caixa de transporte, facilmente poderia ser confundida com um elemento para guardar joias, graças ao tom rosa gold, que dá um tom de requinte ao plástico. De referir que os auriculares se encontram posicionados correctamente na caixa, não havendo que andar com truques de Kung-Fu para os instalar no devido lugar. Basta retirar da orelha e instalar directamente no local respectivo, algo que infelizmente nem sempre acontece neste tipo de equipamentos.

O Galaxy Watch 3


O smartwatch acaba por ser o mais bem conseguido dos equipamentos em análise, talvez pelo facto de ser aquele que representa uma aposta na continuidade, não havendo uma investida em áreas passíveis de ser mais ou menos criticadas.


Para se emparelhar o relógio com o smartphone, é necessário instalar uma série de plugins. Primeiro o Galaxy Wearable para gestão dos equipamentos e de seguida o Galaxy Watch 3 Plugin, para a configuração inicial do smartwatch. Depois, há ainda o Samsung Health, para monitorização das actividades desportivas.



A coroa circular continua a ser um elemento de destaque, garantindo uma diferenciação da concorrência, ao mesmo tempo que disponibiliza um sistema de controlo bastante simples e prático de utilizar. Um toque para a esquerda, mostra as notificações, o mesmo movimento para a direita, permite navegar nos diferentes ecrãs, onde podem encontrar informações sobre a actividade diária, atalhos para aplicações, selecção de actividades desportivas, informação sobre a meteorologia, agenda, controlo da reprodução de conteúdos multimédia, resumo da condição física, sendo ainda possível adicionar outros ecrãs/aplicações. De referir que a navegação também pode ser feita no ecrã, através de gestos de swipe para a esquerda/direita.


O Galaxy Watch 3 segue as pisadas dos seus antecessores, sendo um relógio muito prático de utilizar, dando acesso rápido a aplicações e notificações, permitindo uma interacção com respostas directamente através do smartwatch, dispensado por isso o recurso ao smartphone para este efeito. As respostas às notificações podem ser efectuadas de diversas formas, desde o reconhecimentos de voz, passando por respostas curtas pré-definidas, smiles, reconhecimento de letras, teclado T9, teclado numérico e símbolos. A possibilidade de atender uma chamada directamente no relógio, dispensando a utilização do smartphone, não sendo algo que se utilize com frequência, acaba por ser uma funcionalidade muito útil. Além de atender, é possível falar e ouvir através do smartwatch, com o processo a desenrolar-se de forma bastante prática.
№ 02

O Twitter comprou a Revue

Este ano de 2021 começa de forma auspiciosa para o mercado das newsletters, como se percebe com a noticia de hoje.
“O Twitter quer ser o melhor sítio para os criadores”, é esta a tradução livre do título do comunicado de Kayvon Beykpour e Mike Park, que dá conta da compra da Holandesa revue por parte do Twitter. Ainda não são conhecidos os valores da transação.

Twitter is where people go to see and talk about what’s happening in the world.

Existem vozes que dizem que nunca teriamos tantas newsletters activas neste momento, se o Google não tivesse tirado a ficha ao Google Reader. Não partilho da mesma opinião.
Continuámos a ter outras opções para ler feeds RSS, o problema está a montante, os muitos milhares de blogs que alimentavam os nossos leitores de RSS secaram, e o micro blogging floresceu!

É preciso comunicar com a tribo de uma forma produtiva e o modelo da newsletter, responde bem a esta necessidade.
Mas a meu ver o motivo principal para esta nova febre das newsletter, é que existe um cada vez maior número de criadores a pretender monetizar a produção própria dos seus conteúdos de uma forma mais eficaz.
E ferramentas como a Revue foram pensadas para responder a esta necessidade de uma forma simples e sem a necessidade de recorrer a serviços de terceiros.

Assim sendo se neste momento estão a pensar em criar uma newsletter e querem chegar a uma determinada audiência que está no Twitter, não há dúvidas que é com os serviços da revue que devem avançar.

A helloweek.news, newsletter do Armando Alves, sobre notícias de marketing digital e e-commerce, é distribuída através da revue, vai ser fácil saber através dele que melhorias sentiu em termos de tráfego vindo do Twitter nos próximos meses.

Revue makes it easy for writers and publishers to send editorial newsletters — and get paid.

O Twitter irá disponibilizar para a revue novas funcionalidades que vão tornar a vida mais fácil para os criadores e a sua audiência. Permitindo que os utilizadores se inscrevam nas newsletters de pessoas que seguem no Twitter de uma forma mais fácil.
“Tudo irá funcionar perfeitamente entre a revue e o Twitter”, escrevem Kayvon Beykpour e Mike Park, no comunicado.
A revue, irá continuar como uma marca independente e vão começar a contratar mais pessoas, até ao momento a empresa tinha apenas cinco funcionários.

Como vão reagir as seguintes empresas:

Da lista de investidores da revue, está entre outros Robert Gaal, recordo-me dele pois foi um dos fundadores da Wakoopa!
A comunidade Holandesa está de parabéns, o trabalho de reinvestimento na comunidade deu frutos.

Fontes para este artigo:
Axios – Twitter acquiring newsletter publishing company Revue;
Twitter – Making Twitter a better home for writers;
Crunchbase;

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№ 03

Tesla recorre à Samsung para produzir chip Autopilot em 5nm

A Tesla deverá manter-se com a sua actual parceira Samsung, para produzir a próxima geração de chips Autopilot com tecnologia de 5nm.

Em 2019 a Tesla revelou o seu próprio chip para gerir as funções do Autopilot no HW 3.0, com desempenho e eficiência significativamente superiores aos chips da Nvidia que a Tesla estava a usar até então. Já nessa altura Elon Musk referiu que já estavam a trabalhar na próxima geração desse chip, que deveria estar pronto daí por dois anos, e agora começam a aumentar os rumores sobre o que a Tesla está a preparar.

Depois de alguns rumores indicarem que a Tesla estaria a planear usar a TSMC para produzir o novo chip em processo de 7nm, surge agora informação mais credível de que a Tesla deverá optar por se manter com a Samsung, que já produz o seu chip actual. No entanto, em vez de um chip com tecnologia de 14nm como o que actualmente equipa os Tesla, o novo chip deverá ser fabricado com tecnologia de 5nm, com todas as vantagens inerentes em termos de desempenho acrescido e consumo reduzido.

O problema é que estes chips só deverão começar a ficar prontos no início de 2022, o que significa que as remodelações do Model S e Model X que são esperadas para este ano, continuarão a ser lançados com o HW 3.0, embora possam vir a contar com um programa de actualização para o hardware 4.0. Por outro lado, sabendo-se que a tecnologia não pára, é preciso ter em conta que no próximo ano a TSMC já deverá ter capacidade para produção em volume de chips em 3nm!

Se Musk disser que o HW 4.0 é essencial para a condução autónoma total que tem prometido, então isto faz com que essas promessas fiquem automaticamente adiadas por mais um ano, dando razão ao CEO da Waymo.

№ 04

Kit Powerline D-Link Gigabit a €46.99

Fazer chegar a rede ou internet a qualquer local com uma tomada eléctrica é fácil usando módulos powerline como estes da D-Link com capacidade gigabit a preço acessível.

Dita a lei de Murphy que, por mais fichas de rede que se tenha espalhadas pela casa, vamos acabar por precisar de uma exactamente no local onde não não existe nenhuma. Embora o WiFi tenha vindo resolver muitos dos problemas de ligação à rede doméstica e internet, por vezes há situações onde poderia ser mais conveniente ter uma ligação ethernet por cabo, ou onde o WiFi nem sequer possa ser uma opção (por exemplo, no caso de um apartamento que queira fazer chegar a rede à garagem no subsolo) - e é aí que entram as soluções powerline como as deste kit D-Link.
Este kit powerline D-Link DHP-P601AV/E está disponível por €46.99 com envio da Amazon Espanha.

O kit consiste em dois módulos e conta com capacidade de comunicação gigabit, embora como em todas as soluções powerline, as prestações dependam da rede eléctrica e distância, por norma ficando bastante abaixo destes valores máximos teóricos. Em casos práticos reais, é habitual conseguirem-se velocidades de 200-400 Mbps, o que já será mais que suficiente para a maioria das situações, e uma boa alternativa considerando que não ficará sujeita às interferências de um local com redes WiFi saturadas.

Outra excelente vantagem de ordem prática, é que estes módulos contam com tomada de passagem, pelo que é possível ligá-los na parede sem perder o acesso a uma tomada eléctrica, dispensando a necessidade de blocos de tomadas múltiplas.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

№ 05

Galaxy Watch e Apple Watch com medidor de glucose no sangue este ano?

Depois da frequência cardíaca, ECGs, SPO2 e pressão sanguínea nos smartwatches, este ano poderemos começar a ver modelos com sensor de glucose no sangue.

A componente de medição de parâmetros de saúde tem sido uma dos principais razões para a adopção dos smartwatches entre alguns grupos etários ou com factores de risco, que dão especial valor a um dispositivo que lhes possa avisar precocemente de algum potencial problema, e também contribuir para uma vida mais activa que ajude a adiar o aparecimento desses mesmos problemas. E este ano, os smartwatches poderão tornar-se no novo melhor amigo dos diabéticos, se passarem a incluir a capacidade de monitorizar o nível de glucose no sangue.

Tanto a Samsung como a Apple deverão estrear a leitura dos níveis de glucose no sangue nos seus novos Galaxy Watch e Apple Watch, usando apenas sensores ópticos que dispensariam a habitual "picada no dedo" dos testes de glucose tradicionais.

Se isto se concretizar, teremos centenas de milhões de diabéticos com um forte incentivo para comprarem um destes smartwatches, e com impacto directo na sua qualidade de vida. Além disso, seria também de importância extrema para detectar precocemente potenciais casos de risco, evitando que chegasse ao ponto de se tornarem diabéticos.


Actualização: Mesmo a propósito, a Samsung lançou uma actualização que activou o ECG e leitura de pressão sanguínea em Portugal.

№ 06

Netflix adopta codec xHE-AAC para som mais eficiente

Ver Netflix com uma ligação à internet com largura de banda reduzida vai soar melhor, com a adopção do novo codec áudio xHE-AAC que começará por ser implementado na app Android.

Esta variante mais eficiente Extended HE-AAC (xHE-AAC) tem diversas vantagens face aos codecs anteriores, a começar pela sua incrível capacidade de produzir som com qualidade perceptível equivalente com bitrates bastante mais reduzidos. Enquanto outros codecs precisam de 32 kbit/s ou 64 kbit/s para terem uma qualidade sonora considerada boa, este HE-AAC consegue aproximar-se disso com apenas 16 kbit/s, e até dá som considerado razoável com apenas 8 kbit/s.
As vantagens em termos de poupança de megabytes são imediatas, mas este xHE-AAC conta ainda com vantagens adicionais. Este codec suporta a criação de diferentes perfis com informação sobre a gama dinâmica e volume em função do tipo de equipamento usado (headphones, colunas do smartphones, sistema surround 5.1 em casa) resultando numa experiência bastante mais apelativa, que permite dispensar o recurso aos headphones quando se tenta ver um episódio de uma série no smartphone, já que o som estará optimizado para continuar a ter os diálogos audíveis.

Por agora a Netflix passou a utilizar o xHE-AAC na sua app Android (para equipamentos com Android 9.0 ou mais recente), mas considerando que este codec já é suportado em todas as principais plataformas, como iOS, macOS e Windows, é de esperar que não demore muito para que isso seja expandido a todas as versões da app.

№ 07

Ganha um Nokia 105

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta é um telemóvel Nokia 105.

Ideal como telemóvel secundário, ou para todos aqueles que não se importam de dispensar as funcionalidades adicionais dos smartphones, trocando-as por uma autonomia para várias semanas, este "Nokia" 105 (que na verdade é um clone feito por um fabricante chinês) torna-se adequado para diversos cenários (e actualmente até pode ser apanhado por €15 com o código BGDARER).

Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

Loading…

Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

№ 08

Principais destaques da EMUI 11



Estas são algumas das principais novidades que a EMUI 11 disponibiliza.

A EMUI 11,  a nova versão da interface de utilizador da Huawei, lançada em Setembro de 2020, traz uma série de novas funcionalidades de software, melhorias na privacidade e segurança e, ainda uma experiência de utilização mais suave e intuitiva, contribuindo para um melhor desempenho dos dispositivos Huawei. Além disso, esta nova versão da EMUI 11 permite ainda conectar vários dispositivos Huawei, prometendo aos seus utilizadores uma experiência melhorada em todos os cenários.

 

1.       Galeria de imagens permite uma experiência mais intuitiva  

Na era da Internet móvel, as pessoas utilizam cada vez mais os seus smartphones para registar a sua vida diária e captar os melhores momentos. Com a atualização da Galeria: os separadores de “Álbuns”, ”Destaques” e “Descobrir” foram aperfeiçoados para garantir uma experiência mais imersiva.

Agora, nos “Álbuns” da Galeria, o utilizador pode adotar um layout tipo revista que permite uma apresentação mais concisa e atrativa. Além disso, os álbuns são automaticamente organizados de acordo com a sua frequência de utilização, tornando a navegação mais fácil e rápida para os utilizadores.

Mas as mudanças não terminam aqui. Esta nova atualização também garante que o utilizador possa usufruir de uma gama mais ampla de estilos de fontes artísticas para retratar os seus “Destaques”. E com a nova funcionalidade "Mudar a capa" poderá definir uma determinada fotografia como capa dos seus “Destaques” na Galeria.

 

Também o separador “Descobrir” é agora uma ferramenta mais intuitiva para “Criar vídeos” de raiz ou “Fazer colagens”. Este separador conta ainda com a inovadora funcionalidade “Criar histórias” que permitirá ao utilizador produzir os seus próprios vídeos com um aspeto altamente profissional e sem limites à sua criatividade.

 

2.       Usufrua de uma interface mais inteligente e flexível com a funcionalidade Multi-Ecrã da EMUI 11


A nova versão da EMUI 11 introduz uma atualização do recurso Multi-Ecrã, concebido para oferecer aos utilizadores uma experiência multitarefa mais abrangente e eficiente, seja para trabalho, estudo ou apenas para entretenimento. Neste momento, o utilizador pode alternar as suas diversas tarefas através da nova funcionalidade App Bubble que se encontra posicionada em ambos os lados do ecrã do smartphone.

 

Com esta nova atualização, o utilizador poderá também tornar-se o mestre da sua própria interface,  a partir da funcionalidade Janela Flutuante. Se achar que a atual janela do seu ecrã é demasiado grande e o atrapalha, pode agora ajustar o tamanho às suas necessidades e obter a melhor experiência para qualquer que seja a tarefa.

 

3.        “Bloco de Notas” está agora mais eficaz

 

Ainda sente dificuldade em utilizar aplicações de terceiros para digitalizar ficheiros? Ou passa horas a escrever cada palavra de um texto retirado de uma imagem? Com a atualização da EMUI 11, o “Bloco de Notas” introduziu mais funcionalidades nos dispositivos Huawei. Além da popular funcionalidade de tirar notas foi adicionada um novo recurso de extração de texto que vem resolver estes problemas.

 

Uma vez atualizado o seu smartphone para a EMUI 11, a funcionalidade “Extrair Texto” no “Bloco de Notas” vai ajudar a digitalizar imagens que contêm texto. Tão simples como prático, o “Bloco de Notas” na EMUI 11 é ótimo para qualquer pessoa que precise de digitalizar ficheiros.

 

4.       Ter várias tarefas é agora mais fácil do que nunca com a Colaboração Multi-Ecrã



A Colaboração Multi-Ecrã, que chegou com as versões EMUI 10 e EMUI 10.1, veio remover muitas barreiras físicas entre PC’s e smartphones, permitindo que um computador portátil e um smartphone fossem controlados no mesmo ecrã. Agora, com a EMUI 11 a Huawei continua a explorar esta tecnologia, onde podem ser exibidas e controladas até três janelas de aplicações móveis na interface do portátil ao mesmo tempo[1]. Isto significa que os utilizadores podem agora interagir com várias aplicações em simultâneo, obtendo uma maior eficiência e produtividade, através de uma experiência única.

 

Poupando tempo e esforço, a Colaboração Multi-Ecrã da EMUI 11 permite tratar facilmente de várias tarefas. Desde conversar com os seus amigos enquanto assiste a uma reunião a, simplesmente, partilhar com o seus colegas de trabalho o mais recente projeto diretamente entre o computador e o smartphone, nunca a partilha de multitarefas foi tão fácil.

 

A Huawei continua empenhada em desenvolver os seus serviços com o objetivo de melhorar a experiência de utilização e ir ao encontro das necessidades dos seus consumidores. Com esta nova atualização, da EMUI 11, os utilizadores da Huawei vão poder usufruir de funcionalidades capazes de melhorar o seu dia-a-dia em qualquer que seja o cenário.



[1] Esta funcionalidade requer um portátil Huawei com a versão 11.0 ou posterior do PC Manager. A compatibilidade pode variar consoante o modelo do smartphone


№ 09

Envios internacionais com dados alfandegários obrigatórios

Existem novas regras para os envios internacionais desde o início do ano, e passa a ser obrigatório o preenchimento de um formulário online com os dados alfandegários para envios para países extracomunitários.

Quem quiser enviar qualquer tipo de produto para um país fora da UE passa a estar obrigado a burocracia acrescida, com a exigência do preenchimento de um formulário online chamado EAD – Eletronic Advance Data (Informação Electrónica em Avanço) que pode ser acedido em Criar Envio de Correio Internacional.

Depois, temos duas opções à escolha: imprimir a documentação aduaneira CN22/23 gerada através do preenchimento do formulário e anexar no exterior do pacote ou envelope, juntamente com a restante documentação aduaneira, se existir; ou, para quem não tiver impressora, pedir que isso seja feito no posto dos correios, indicando o código do objecto que será enviado por email após o preenchimento do formulário online.

Os CTT alertam que no caso desta regra não ser seguida, o envio poderá ser devolvido. A ter em conta por todos os que queiram enviar algo para um país de fora da UE - que agora, por conta do Brexit, também inclui o Reino Unido.

№ 10

Sony pode recuperar Xperia Compact para este ano

A Sony pode lançar um novo Xperia Compact este ano, para os fãs dos smartphones pequenos, competindo com o iPhone 12 mini da Apple.

A tendência de crescimento sempre crescente dos smartphones faz com que, hoje em dia, seja difícil encontrar um smartphone topo de gama com tamanho compacto, mas a Sony parece interessada em voltar a tentar. Depois de ter abandonado a linha "Compact" com o XZ2 Compact em 2018, parece que a Sony está a preparar um novo Xperia Compact para este ano.

Segundo os rumores, este modelo contaria com um ecrã de 5.5" (que devido ao design full-screen acabaria por ser equivalente aos smartphones de 5" da geração com margens), dupla câmara traseira, câmara frontal de 8MP em notch, ficha de 3.5mm para os headphones, e sensor de impressões digitais no botão de power lateral. O CPU não foi especificado, mas é de imaginar que, para manter um equilíbrio saudável com a bateria, a melhor opção seria optar por um chipset de gama média-alta como um Snapdragon 730 - que também teria o benefício adicional de o deixar num patamar de preço mais acessível face aos chipsets topo de gama.

A grande questão é que nem o iPhone 12 mini parece estar a conseguir cativar uma percentagem significativa dos compradores, com as vendas estimadas a ficarem-se por uns reduzidos 6%. Será que se justifica estar a investir num modelo "mini" se o mercado continuar a demonstrar a sua preferência pelos smartphones gigantes? Veremos o que a Sony acha, já que os rumores falam que este modelo poderá ser apresentado em Fevereiro.

№ 11

Asas de liberdade (e uma amizade que voa para outras direcções)

A história de um primeiro amor entre dois rapazes tornou-se, inesperadamente, o maior êxito de bilheteira em Taiwan no ano passado e dos filmes LGBTQ+ asiáticos mais populares dos últimos tempos. Estreado em Portugal na Netflix, "O TEU NOME GRAVADO EM MIM" é das novidades a guardar na lista da plataforma de streaming.

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A segunda longa-metragem de Kuang-Hui Liu tem sido descrita como o trabalho mais pessoal de um realizador que se afasta aqui do tom ligeiro de "22nd Catch" (2016) e das séries pelas quais passou, num retrato com maior peso dramático e também com muito de auto-biográfico.

Ambientado em Taiwan no final dos anos 80, pouco depois de ter sido levantada a lei marcial, "O TEU NOME GRAVADO EM MIM" desenvolve um modelo reconhecível de histórias coming of age (e coming out) num contexto particular e que se inspira em episódios verídicos da adolescência do realizador. É a história de dois rapazes de um colégio interno católico e de uma amizade que vai ganhando outros contornos, embora nenhum dos protagonistas consiga encarar de frente os sentimentos que uma relação cada vez mais cúmplice vai despertando.

Apesar de decorrer numa época em que começava a ser possível alguma abertura à comunidade LGBTQ+ no país, o filme dá sempre conta do peso da tradição e do conservadorismo político, social e religioso, que tende a limitar a identidade e a postura dos protagonistas. Sobretudo a de Jia-han, perfeitamente integrado no ambiente escolar, ao contrário de 'Birdy', cuja atitude mais irreverente o torna num estudante olhado de lado pela maioria dos colegas e candidato a agressões físicas ou verbais, ecos de um clima de homofobia ainda dominante.

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A alusão a "Birdy" ("Asas da Liberdade", na tradução portuguesa), filme de Alan Parker, está longe de ser coincidência: "O TEU NOME GRAVADO EM MIM" não só menciona directamente essa outra história de amizade masculina na adolescência como pode ser vista, pelo menos na primeira metade, como uma descendente espiritual da ligação memorável entre Nicolas Cage e Matthew Modine. Até porque os dois actores principais, Edward Chen e Jing-Hua Tseng, têm uma química palpável e são dirigidos por um realizador que sabe captar olhares e gestos, decisivos neste olhar sobre a insolência, a vulnerabilidade e o desconforto juvenil.

Além de contar com a energia dramática dos protagonistas, Kuang-Hui Liu consegue tornar seu o que poderia ser só o enésimo relato boy meets boy num contexto opressivo. Cenas como a da intromissão dos dois rapazes numa sala de cinema fechada, com direito a projecção de sombras chinesas, ou a do improviso desafiante durante uma coreografia militar, a lembrar a desconstrução dos rituais de "And Then We Danced", sugerem um cineasta a seguir. Mas a mais forte talvez seja a de um encontro não planeado no duche, um dos picos sensoriais e emocionais do filme - e daquelas para ficar entre as de antologia do cinema queer dos últimos anos.

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Momentos como esses, ou como o do encontro da dupla com o activista LGBTQ+ Chi Chia-wei quando este é detido pela polícia, ajudam a aceitar os desequilíbrios que "O TEU NOME GRAVADO EM MIM" também vai revelando. Se o realizador convence nas sequências contidas, parece perder-se em demasiados episódios histriónicos ao longo de quase duas horas irregulares - e excessivas, já que poderiam dispensar ou encurtar algumas cenas. O subenredo que segue a conversa de um dos rapazes com o padre da escola, que vai marcando a alternância temporal da acção, parece estar aqui a mais e impede que o filme alcance outros voos. O pároco é, aliás, a única personagem secundária sobre a qual o argumento se debruça, mas o retrato poderia ter outra ressonância dramática se a família ou uma colega próxima dos protagonistas tivessem espaço para mostrar as suas razões.

Em todo o caso, o gesto político de Kuang-Hui Liu não sai comprometido e a fotografia de Hung-I Yao (premiada nos Golden Horse Awards, o evento mais prestigiado para cinema em língua chinesa, no qual o filme também ganhou o galardão de Melhor Canção) contribui para que o resultado seja visualmente impressionante, dos contrastes cromáticos de algumas cenas de interiores a mergulhos numa piscina. Já é mais do que o que se pode dizer de muitas apostas que vão chegando ao streaming com outras honras de estreia...

3/5

№ 12

Google promove FLoC como alternativa aos cookies

Com a chegada iminente do bloqueio de cookies de sites terceiros a todos os browsers, a Google anuncia estar a trabalhar numa nova tecnologia para os substituir, prometendo conjugar os interesses dos anunciantes com a privacidade dos utilizadores.

Os cookies têm sido uma praga que se tornou visível por conta dos irritantes mas legalmente obrigatórios popups de consentimento, e que ao longo dos anos lá permitiu ir ficando com uma ideia da escala da recolha de dados sobre os utilizadores na web. É graças a estes cookies 3rd party que, quando visitamos um site sobre um qualquer produto, logo de seguida passamos a ser bombardeados com publicidade referente ao mesmo - e esta informação personalizada sobre cada um dos biliões de utilizadores é continuamente leiloada entre dezenas ou centenas de redes de anúncios.

O fim dos cookies 3rd party, que alguns browsers mais amigos da privacidade já começaram a bloquear há algum tempo, vem dificultar imensamente esta tarefa; pelo que não é surpresa ver a Google a avançar com uma alternativa. A alternativa aos cookies 3rd party promovida pela Google é o FLoC - Federated Learning of Cohorts, que em vez de disponibilizar a criação de perfis individuais de interesses para cada utilizador, cria grupos de interesses para pessoas que visitam determinados sites, mas que são agrupados em conjuntos de milhares de pessoas. Isto permite que os anunciantes continuem a fazer chegar a sua publicidade às pessoas que mais provavelmente estarão interessadas nela, mas sem que seja possível criar publicidade direccionada para cada indivíduo específico.

Sendo a Google uma das principais interessadas em que a publicidade online continue a render, há obviamente a questão sobre se isto não constituirá um conflito de interesses. Mas por outro lado, devido a essa mesma posição que a Google detém no sector, é também válido aceitar que seja uma das empresas melhor qualificada para encontrar forma de resolver o problema de uma forma que seja equilibrada e tenha em conta a protecção dos utilizadores. Só é pena que isso se torne um pouco mais difícil de acreditar quando vem de uma empresa que removeu o "don't be evil" do seu código de conduta...

№ 13

CEO da Waymo diz que Tesla nem sequer é concorrente na condução autónoma

O CEO da Waymo, John Krafcik, voltou a dizer que não considera a Tesla uma "concorrente" no campo da condução autónoma, e que duvida que a marca de Elon Musk consiga cumprir com as promessas que tem feito para o seu Autopilot.

Ao longo dos últimos anos a Tesla tem sido repetidamente referida como referência a nível do seu Autopilot, mas é também verdade que a capacidade de condução autónoma total tem sido prometida por Elon Musk ao longo de todos estes anos sem que, até à data, tenha sido cumprida (embora pareça lá começar a chegar). Numa entrevista, John Krafcik não poupou críticas e disse que nem sequer considera a Tesla uma concorrente a nível de condução autónoma, dizendo que a Waymo é uma empresa que tem carros com capacidade de condução autónoma, enquanto a Tesla é uma empresa que disponibiliza um bom sistema de assistência à condução. E, como se isso não bastasse, expressa também sérias dúvidas sobre se sequer será possível a Tesla cumprir a promessa de condução autónoma total nos seus carros com o hardware que estes têm.

Palavras que voltam a reacender o debate sobre se Elon Musk e a Tesla terão feito a melhor opção ao apostar essencialmente nas câmaras para a sua capacidade de condução, enquanto todas as demais empresas envolvidas neste sector optam por utilizar sensores adicionais, como o LIDAR. E, mesmo que Elon não queira dar o braço a torcer nesta questão, a verdade é que recentemente a Tesla tem mostrado interesse numa tecnologia de "radar 4D" que acaba por dar resultados aproximados do de um LIDAR (com menor resolução).

Esta mini-batalha entre Waymo e Tesla sobre o sistema de condução autónoma não é recente, mas parece que teremos que esperar mais um ano ou dois para ver se a Tesla realmente cumpriu com a prometida capacidade de condução autónoma total que tem estado a vender aos clientes há anos, ou se continuará a dizer que está "para breve".

№ 14

How to Implement a PHP Page Counter System that Can Track the Accesses of Users to Many Pages in a Site

By Manuel Lemos
Web page counters are traditional way of showing how popular a page is by the means of elements that appear on a page that show the count of accesses that a page had so far.

This package implements a complex page counter solution to simplify the tracking of page access count in a reliable way that can be used to track the accesses of many pages at once.

It can also show useful statistics for site managers in a private way.
№ 15

MS Office e Windows em saldo desde €7

Temos nova campanha de descontos que permite comprar o Windows 10 Pro e Office da Microsoft por valores bastante reduzidos, com os preços a começam nos 7 euros e havendo também descontos caso sejam comprados em conjunto.

As promoções na Mmorc são muitas, abrangendo diferentes versões do Windows (incluindo versões empresariais), Office (2016, 2019, 365) e também jogos, com descontos variados consoante as categorias.

Windows e Office

Código de desconto 65%: AML65
Windows 10 Professional x 2 Keys €11.09
Microsoft Office 2016 Pro Plus Key €17.77
Windows 10 Pro + Office 2016 Pro Key €21.14

Código de desconto 44%: AML44
Windows 10 Pro Key €7.81
Windows 10 Home Key €7.60
Windows 10 Enterprise Key €9.51

Código de desconto 59%: AML59
Microsoft Office 2019 Pro plus Key €27.00
Windows 10 Pro + Office 2019 Pro Key €32.09

Microsoft Office 365 Pro plus Global €12.55
Windows 10 Pro + Office 365 Pro plus Global Bundle €17.19

Microsoft Office 2019 Home & Students Key Global €28.02
Windows 10 Pro + Office 2019 Home & Students Key Global Bundle €31.61


Antivirus Software

Código de desconto 44%: AML44
Kaspersky Internet Security 2020 1 Device 1 Year Digital Code Global €10.20
Kaspersky Total Security 2020 1 Device 1 Year Digital Code Global €10.71
Kaspersky Total Security 2020 3 Devices 1 Year Digital Code Global €14.80

McAfee Total Protection 2020 1 Device 5 Years Key Global €8.01
McAfee AntiVirus Plus 2020 Unlimited Devices 3 Years Digital Code Global €16.33
McAfee Livesafe 2020 Unlimited Devices 3 Year Digital Code Global €26.18

Eset NOD32 Antivirus 2020 1 Device 1 Year Digital Code Global €9.04
Eset Internet Security 2020 1 Device 1 Year Digital Code Global €9.54
AdLock 2020 5 Devices 1 Year Digital Code Global €10

Jogos

Minecraft Java Edition PC Digital Code Global €24.60

Esta loja - mmorc.com - suporta pagamentos com PayPal, que serve como protecção adicional, e disponibiliza o email [email protected] para responder a toda e qualquer questão relacionada com os produtos.

№ 16

Notícias do dia

Procura reduzida do iPhone 12 mini faz Apple desviar produção para modelos maiores; SpaceX bate recorde com lançamento de 143 satélites; Beeper unifica 15 serviços de chat num só; tomada de posse de Biden dominada por meme de Bernie Sanders; Google ameaça saída da Austrália caso nova lei seja aprovada; iOS 14.3 impede transferência de fotos para Windows via USB; córnea artificial da CorNeat dá visão a pessoas cegas; Itália exige suspensão de contas TikTok sem idade verificada após morte de criança; funcionário de empresa de segurança espiou câmaras domésticas de centenas de clientes durante anos.

Antes de passarmos às notícias do dia, temos novo passatempo gadget da semana, que desta vez te pode valer uma coluna BT Anker Soundcore Mini.

Huawei prepara venda das marcas Mate e P?

A Huawei parece estar satisfeita com os resultados de separar a divisão Honor vendendo-a a um consórcio chinês para a isolar das restrições que estão a ser impostas pelos EUA e assim poder continuar a ter acesso a fornecedores (ver notícia abaixo) e vender smartphones com apps Google, e agora prepara-se para fazer o mesmo com as suas gamas Mate e P.

O processo seria o mesmo, vender as marcas a um consórcio, mas desta vez a coisa torna-se mais difícil de justificar ou "disfarçar". Ao contrário da Honor, que sempre foi uma sub-marca, as gamas Mate e P estão intimamente ligadas à marca principal Huawei. Teremos que esperar para ver se efectivamente se trata de um licenciamento das marcas e o desenvolvimento será feito de forma completamente independente, ou se será apenas uma tentativa (pouco convincente) de contornar as restrições aplicadas.


Honor diz já ter fornecedores norte-americanos

A propósito da notícia acima, a Honor tem feito render a sua separação da Huawei e diz já ter assegurado o fornecimento de vários fabricantes, incluindo a Intel, AMD, Micron, Microsoft, Qualcomm, entre outros - fornecedores com as quais estaria impedida de negociar caso ainda se encontrasse sob a alçada da Huawei.

Com a mudança de administração nos EUA (de Trump para Biden), não se sabe ainda como é que isso irá afectar as relações com a China e, mais concretamente, esta situação que colocou dezenas (ou centenas) de empresas chinesas na lista negra de restrições dos EUA, limitando seriamente a sua capacidade de produzir ou desenvolver novos produtos.


Parlamento Europeu convida CEOs da Apple, Alphabet, Facebook e Amazon para audiência

Com as eleições norte-americanas terminadas e um novo presidente (Biden) na Casa Branca, a UE relembra aos gigantes tecnológicos que os assuntos da actualidade não estão esquecidos e que há ainda muito por fazer. Nesse sentido, o Parlamento Europeu convidou os CEOs dos quatro principais gigantes tecnológicos - Facebook, Apple, Alphabet (Google) e Amazon - para comparecerem numa audiência em Bruxelas a 1 de Fevereiro.

A medida parece ser apenas um teste político para avaliar a receptividade / "boa vontade" das ditas empresas às averiguações europeias, mas nesta fase poucos são os que acreditam que algum dos CEOs esteja disposto a aceitar tal convite. Veremos de que forma é que essa recusa irá afectar as futuras deliberações europeias em relação ao domínio excessivo que estes gigantes têm sobre o actual panorama tecnológico mundial.


Hacker divulga dados de 2.8M de utilizadores de site de dating

Mais uma semana, mais um roubo de dados que aparecem na internet. Desta vez são os dados referentes a 2.8 milhões de utilizadores do site de encontros MeetMindful.

Não só os dados de um site de encontros já fariam antecipar coisas sensíveis, como preferências sexuais, mas os dados vão muito para além disso, incluindo coisas como os nomes reais, emails, moradas, endereços IP, localizações, e até tokens de autenticação do Facebook. E tudo isto foi disponibilizado gratuitamente num fórum de hackers, significando que estes dados passam a estar incluídos no manancial de informação que passa a ser "pública" e que nunca mais poderá voltar a ser "secreta".


Curtas do dia


Resumo da madrugada





№ 17

Galaxy S21 Ultra só tem vídeo slow-motion de 480 fps

Quem pensar escolher o Galaxy S21 Ultra por ter câmaras mais avançadas que os S21 e S21+, poderá querer ter em atenção de que isso não se aplica ao modo super slow-motion de 960 fps.

Todos os Galaxy S21 anunciam o modo super slow-motion de 960 fps, mas este pode ser considerado a excepção à regra de que o S21 Ultra tem capacidades sempre superiores aos S21 e S21+. Embora a Samsung também anuncie que o S21 Ultra tem modo super slow-motion de 960 fps (certamente uma exigência da equipa de marketing que não aceitaria ter o Ultra com uma característica inferior à dos outros modelos), a verdade é que o Galaxy S21 Ultra se comporta pior que os modelos inferiores neste caso específico de utilização.

A Samsung esclarece que o modo super slow-motion funciona em resolução HD a 960 fps, captando 0.5 segundos de vídeo; mas no S21 Ultra a captura é feita apenas a 480 fps (por 1 segundo), sendo depois digitalmente processado para simular a captura a 960 fps.
Ora, por muito bons que sejam os algoritmos de "slow-motion", sabemos desde logo que nada é melhor do que ter uma gravação efectivamente a 960 fps para efeitos de super câmara-lenta. A limitação deve-se ao sensor de 108 MP usado no Galaxy S21 Ultra, que não permite fazer uma leitura tão rápida quanto o sensor de resolução inferior usado nos S21 e S21+.

Por outro lado, há que reconhecer que este modo super slow-motion acaba por ser usado apenas para situações bastante específicas, e que para a maioria dos utilizadores não irá fazer qualquer diferença prática ter um modo pseudo-960 fps versus um modo 960 fps real. Mas, se for o caso, já sabem que ficarão melhor servidos com um S21 ou S21+ em vez de um S21 Ultra.

№ 18

Análise ao TCL 10 Plus



O TCL 10 Plus é mais uma proposta para o mercado de gama média, com a marca chinesa a apostar numa variação do trio de equipamentos apresentados em Abril. O ecrã AMOLED e a bateria de 4500mAh são os grandes destaques deste smartphone que pode ser encontrado no mercado nacional, com um preço a começar nos 300 euros.


Unboxing



Na lateral da caixa, como tem vindo a ser norma nos modelos lançados este ano, um conjunto de especificações que apresentam desde logo o smartphone ao consumidor.


Outra situação que se repete, é a inscrição "Display Greatness", com a TCL a destacar a tecnologia utilizada no ecrã que equipa este TCL 10 Plus.


Removendo a tampa da caixa, temos acesso ao bloco com a documentação de referência, capa de protecção e clip para instalação dos cartões SIM e SD.


Por baixo deste conjunto, o smartphone, envolvido numa película de plástico.


Numa zona inferior, os acessórios devidamente acomodados.


A acompanhar o smartphone, o cabo USB-C, carregador, auriculares, documentação e capa de silicone transparente.


Os auriculares apresentam um acabamento em dourado, com uma inscrição com o nome da marca, o que acaba por dar um toque de algum requinte ao conjunto.


O carregador, embora suporte carregamento rápido, está limitado a 18W, valor mínimo para usufruir desta classificação. 

O TCL 10 Plus

Este acaba por ser um smartphone bastante curioso, pois a TCL optou por criar um equipamento com base no hardware utilizado nos seus TCL 10 L e TCL 10 Pro, sendo este TCL 10 Plus uma junção dos dois equipamentos. Do TCL 10 Pro herda o ecrã AMOLED, sensor de impressão digital, bateria, memória RAM, armazenamento e o design. Do TCL 10 L vem o restante hardware, do qual fazem parte o processador Snapdragon 665 e as câmaras (frontal e traseira).

Especificações

Processador: Qualcomm Snapdragon 665CPU, um  Octa-Core Kryo 260 (4 núcleos a 2,0 GHz, 4 núcleos a 1,8 GHz)
GPU: Adreno 610
Ecrã: AMOLED curvo de 6,47”, resolução FHD+ com 1080 x 2340 píxeis, 398ppp e brilho máximo de 600nits, numa relação 19.5:9 que cobre 93% do corpo do smartphone.
RAM: 6GB
Armazenamento: 64,128 ou 256GB
Bateria: 4500mAh
Câmaras traseiras: 48 MP + 8 MP + 2 MP + 2 MP
Câmara frontal: 16MP
Dimensões: 158,9 x 72,88 x ~8,95 mm
Peso: 172 g

O TCL 10 Plus acaba assim por ser um TCL 10 Pro com um "motor e pneus" ligeiramente inferiores, ficando apenas a perder no processador e câmaras.



Na lateral superior, um microfone e a entrada para um jack de 3.5mm, elemento cada vez mais raro num smartphone.
 

Na lateral oposta, a grelha para a única saída de som, um microfone, porta USB-C e a entrada para o adaptador de cartões SIM e SD.


Do lado esquerdo, aquela que já foi em tempos uma tecla inteligente, agora limitada a activar o assistente de Google.


Na lateral direita, os botões de volume e power.


Na traseira, o duplo flash enquadra o quarteto de câmaras. O logótipo da marca, aparece numa zona central, um pouco mais a baixo.


Na frente, um furo na zona superior central do ecrã. No limite do ecrã, um pequeno entalhe, para a coluna destinada às chamadas de voz.


A capa de silicone prolonga-se para lá da lateral, protegendo a curvatura do ecrã. Esta capa apresenta uma particularidade interessante, tendo um pequeno recorte na zona da coluna, para não tapar esta zona.


Em utilização

O grande destaque vai naturalmente para o ecrã AMOLED, o qual facilmente consegue destacar-se quando colocado junto a um ecrã LCD. As cores mais quente e vivas, o preto mais profundo, são um verdadeiro deleite para o utilizador. Além da qualidade de imagem, temos ainda a possibilidade de utilizar a funcionalidade "Always On", para apresentar as horas e notificações no ecrã, com a TCL a disponibilizar alguns temas para esse efeito. 


Sob o ecrã, o sensor de impressão digital, ainda de primeira geração e por isso mesmo, com alguns atrasos na leitura, que acabam por ser agravados pelo incorrecto posicionamento do dedo. Um sensor na traseira apresenta uma concavidade que ajuda a colocar o dedo no local certo, algo que não é possível acontecer no ecrã, levando a que a eficiência do reconhecimento baixe consideravelmente. 




O comportamento geral está dentro do que se pode exigir a um equipamento de gama média, com o TCL 10 Plus a não sofrer atrasos no tempo de resposta, sendo apenas uns milésimos mais lento que um topo de gama. Face ao TCL 10 L, tem a vantagem de apresentar armazenamento com melhor desempenho, algo que se faz notar nas tarefas mais exigentes, sobretudo na instalação de aplicações.


A autonomia é outra das áreas onde há um incremento de desempenho, com os 500mAh extra e o ecrã AMOLED a contribuírem para um incremento de resultados nos testes de desempenho. Tal como no caso do TCL 10 L, ao chegar aos 10% de bateria, a carga no CPU passou para 60%, garantindo uma extensão do tempo registado no teste do GeekBench 4 Pro.




O carregamento está longe de ser rápido, levando mais de duas horas a ser concluído. A primeira fase até decorre de forma relativamente rápida, mas os últimos 20% de carga levam mais de uma hora a ser efectuados, pelo que o melhor mesmo será aproveitarem a noite para um carregamento completo. 




Em termos de software, não há lugar a novidades, pelo que convidamos os leitores a consultar as análises publicadas anteriormente, nomeadamente as do TCL 10 L e TCL 10 Pro. As actualizações de segurança continuam a não ter a atenção que seria esperada para um equipamento acabado de lançar, com o patch de segurança de Julho, a ser actualizado para o de Setembro, apenas no início de Novembro, continuando esta a ser uma área em que a TCL terá obrigatoriamente de melhorar significativamente. Curiosamente, na véspera da publicação da análise, chegou uma nova actualização, desta vez com o patch de segurança de Outubro, algo bem mais em linha com o que seria de esperar num equipamento de gama média.

As câmaras


Neste campo não há novidades face ao que apresentámos na análise do TCL 10 L, com a marca chinesa a disponibilizar o mesmo conjunto de câmaras e software neste TCL 10 Plus.


TCL 10 Plus

Os resultados estão dentro do esperado para um gama média, sempre que os cenários apresentem uma boa iluminação. O sensor ultra wide perde um pouco em termos de cor e o arredondamento apresentado nas margens das fotografias, pode arruinar o resultado final. Quando há pouca luz, o modo supernoite é uma opção a ter em conta. Quem assim pretender, pode sempre optar pela aplicação que copia a câmara da Google, com os resultados em zonas pouco iluminados a poderem sair com melhor qualidade. 



A interface da câmara segue a linha do que vem sendo apresentado pela TCL. À esquerda temos uma fila de ícones com os filtros (em tempo real), controlo do flash, temporizador, HDR, formato da imagem e definições. Na zona inferior do ecrã, ou à direita consoante a sua orientação, uma fila de modos de fotografia / vídeo, e uma segunda fila com um ícone para alternar entre a câmara traseira e frontal, o botão de disparo, atalho para o Google Lens e o acesso à galeria. São apresentados ainda dois ícones na zona inferior do ecrã, para acesso ao zoom e modo ultra wide.

Além do modo automático, vídeo, retrato, Super Macro e Pro, estão ainda disponíveis mais outras opções, que possibilitam outros tipos de utilização das câmaras.

Apreciação final

Com um preço na casa do 300€, este TCL 10 Plus não tem a vida facilitada, com a concorrência a estar bastante forte, apresentado opções para todos os gostos e feitios.


Em termos estéticos, este é um smartphone bastante interessante, com as suas linhas esbeltas a disponibilizarem um toque muito agradável na mão. Este será garantidamente um forte trunfo para a marca, bastando para tal que o consumidor possa tomar as medidas do equipamento aquando da compra.

Não se destacando decisivamente de outras opções no mercado, o TCL 10 Plus é contudo um smartphone a ter em conta por quem privilegia uma boa qualidade de ecrã e um design refinado, sendo por isso merecedor de um robusto "morno".



TCL 10 Plus
Morno

Prós
  • Ecrã
  • Conforto em utilização

Contras
  • Eficiência do sensor de impressão digital
  • Desempenho apenas QB

TCL 10 Plus

Morno (3/5)
№ 19

Apple alerta para MagSafe do iPhone 12 dever ser afastado de pacemakers

A Apple adicionou informação adicional aos avisos sobre os ímanes dos iPhone 12, referindo a necessidade de os manter afastados de dispositivos médicos como os pacemakers.

Os ímanes que constituem o sistema MagSafe nos iPhone 12 permitem o encaixe rápido de carregadores e outros acessórios, mas podem tornar-se também um problema para pessoas com implantes de pacemakers ou outros dispositivos médicos. Muitos destes dispositivos reagem a campos magnéticos ou sinais RF, e é por isso fortemente recomendado que se mantenham afastados dispositivos que possam interferir com eles.

A situação não é nova, e é algo que qualquer pessoa com um destes implantes deverá saber (até para situações como a detecção de metais num aeroporto), mas que se tornou notícia em resultado de um estudo recente que demonstrou que o MagSafe de um iPhone 12 podia desactivar pacemakers em determinadas circunstâncias - levando a Apple a alterar a sua secção referente aos ímanes e MagSafe, e incluindo a recomendação de mater os iPhones 12 e acessórios MagSafe a uma distância superior a 15 cm, ou 30 cm no caso de estarem a ser recarregados via wireless, dos dispositivos médicos implantados.

Como indicado, esta recomendação não é exclusiva dos iPhone 12, aplicando-se a todo e qualquer dispositivo com ímanes ou que emita sinais RF. Em suma, se têm pacemaker, não mantenham qualquer dispositivo electrónico nos bolsos da camisa ou na proximidade do peito, incluindo smartphones de qualquer marca.

№ 20

Sensor temperatura e humidade Xiaomi a €5

Saber a temperatura e humidade em casa de forma mais inteligente pode ser feito a um preço mais reduzido que nunca.

A Xiaomi há muito que tem sensores de temperatura e humidade no seu catálogo, mas são pequenos módulos Zigbee que apenas podem ser utilizados em conjunto com o seu gateway. No caso deste sensor de temperatura e humidade, troca o Zigbee por Bluetooth para poder ser acedido directamente por um smartphone sem necessidade de um gateway adicional, mas a principal vantagem é que passa a ter um ecrã digital, permitindo ver os dados de forma imediata mesmo que não se queira ter integração adicional ou sequer abrir uma app para ver esta informação.

Estes sensor de temperatura e humidade está disponível por 5 euros para uma unidade, ou por 16.50 euros para quatro unidades, com envio para Portugal por 2.54 euros - mas podem experimentar usar o código BGJASED324 para anular o custo de envio.

Claro que nada impede que este sensor seja mais tarde integrado em sistemas de automação mais alargados, passando a poder ser utilizado para controlar climatização, estores automáticos, ou outros equipamentos. No entanto para isso será conveniente avaliar se a utilização de sensores Bluetooth será a melhor opção. É que ser Bluetooth facilita a ligação a um smartphone directamente, mas complica a ligação a um gateway. No caso dos gateways originais, era necessário recorrer a uma lâmpada de cabeceira Xiaomi que actuava como mini-gateway para comunicar com sensores BT via WiFi.


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