PlanetGeek
№ 01

NSO usou dados de localização reais para "vender" o seu sistema de tracking de Covid-19

O NSO Group voltou a ser apanhado a mentir, ao se descobrir que afinal estavam a usar dados de localização de milhares de pessoas reais, enquanto promoviam o seu sistema de tracking de Covid-19.

Enquanto uma das mais notórias empresas de fornecimento de serviços de spyware, o NSO Group não merece qualquer tipo de simpatia por parte do público - nem tão pouco seria de esperar que tivessem qualquer tipo de respeito pela privacidade das pessoas. É precisamente o que volta a acontecer, relativamente ao seu sistema de tracking de Covid-19, que a empresa demonstrou efusivamente a vários governos e orgãos de comunicação social. A empresa dizia que a demonstração usava apenas dados simulados, mas um dos habituais deslizes "do costume" deixou que esses dados de localização acabassem por ficar expostos publicamente na internet, e uma análise aos mesmos revelou uma situação bem diferente daquela que tinha sido dita.

Os dados de localização apanhados são demasiado realistas para serem simulados, contando até com o tipo de interferências que ocorrem no mundo real, quando um smartphone está a tentar determinar a localização perante reflexos de múltiplos edifícios; para além de padrões de movimentação que revelam famílias e amigos que viajam em conjunto, onde moram, onde trabalham, etc. No passado já múltiplos investigadores demonstraram que basta uma mão cheia de pontos geolocalizados, para se poder individualizar uma pessoa, mesmo a partir de dados de localização supostamente "anónimos".

Por agora o NSO Group parece ainda nem sequer se ter decidido em acertar a sua história, já que para as empresas estrangeiras parece continuar a negar que os dados de localização sejam reais, mas para alguns investigadores israelitas parece já ter admitido que se tratavam de dados reais. Seja como for, é apenas mais um dos muitos casos que demonstra a facilidade com que estes tipos de dados são comercializados e utilizados, sem que os cidadãos façam a menor ideia de quem poderá ter acesso a toda a sua movimentação.

№ 02

Super Heavy da SpaceX poderá pousar directamente na torre de lançamento

A rotina de aterragens da SpaceX poderá tornar-se ainda mais impressionante com a chegada do foguete Super Heavy.

Ver os foguetes da SpaceX a regressarem à terra e aterrarem suavemente e com enorme precisão é algo que, no espaço de uma década, passou de algo que parecia uma fantasia de uma história de ficção científica, para algo quase rotineiro. Mas, a SpaceX tem planos ainda mais ambiciosos para o futuro Super Heavy.

A SpaceX quer evitar todos os componentes supérfluos, e por isso está a considerar não equipar o Super Heavy com as pernas de aterragem que são utilizadas nos foguetes actuais. O problema é que, sem essas pernas, será preciso tentar uma manobra ainda mais arriscada, fazendo com que o Super Heavy "seja apanhado" suavemente pela torre de lançamento de onde foi lançado.

A manobra iria requerer maior precisão que nunca, mas a SpaceX tem demonstrado um excelente registo em termos das aterragens - e o regresso imediato à torre de lançamento seria um passo importante para o objectivo idealizado por Elon Musk, de ter um foguete que pudesse lançar cargas para o espaço, pousar, e estar pronto para novo lançamento num prazo de uma hora, depois de ser reabastecido.

№ 03

Ganha um Poco X3 NFC

Para este mês de Dezembro preparamos uma dose reforçada de prendas para vos oferecer, e a prenda que temos hoje para dar é um Poco X3 NFC.
Para terminar o ano de 2020 em grande - e também o nosso mega-passatempo - hoje temos para oferecer um fantástico Poco X3 NFC, um smartphone que apesar de recorrer a um Snapdragon 732G de gama média, não abdica de coisas como um ecrã a 120Hz e um conjunto quad-cam de 64MP (Sony IMX682) + 13MP ultra-wide + 2MP macro + 2MP depth.


Para participarem basta apenas responderem à pergunta do dia, e se não a apanharem bastará ficar atento à pergunta do dia seguinte.

Passatempo do dia encerrado. Fica atento à próxima prenda.

Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

№ 04

Google Play Store volta a apresentar aplicações com vulnerabilidades

Nova vaga de apps vulneráveis detectadas no Google Play.

 Investigadores da Check Point® Software Technologies Ltd. (NASDAQ: CHKP), denunciam inúmeras aplicações presentes na Google Play Store que ainda se encontram sujeitas à potencial exploração maliciosa de uma vulnerabilidade conhecida, reportada pela primeira vez em agosto por investigadores da Oversecured. A CVE-2020-8913 permite a execução de códigos que conferem aos atacantes o acesso a todos os recursos acedidos pela aplicação, possibilitando ainda o roubo de dados confidenciais de outras aplicações do mesmo dispositivo, como detalhes de início de sessão, palavras-passe e detalhes financeiros.

 

A falha de segurança tem a sua origem na Google Play Store Library, a interface da plataforma oficial que permite aos programadores lançar atualizações e novos módulos para as aplicações. A exploração da vulnerabilidade confere aos atacantes a possibilidade de beneficiar igualmente destas funcionalidades, podendo, assim, executar módulos à sua escolha em quaisquer das apps que estejam incluídas na biblioteca.

 

Os programadores têm de agir, agora

A 6 de abril de 2020, a Google reconheceu a falha e lançou a devida patch, classificando a severidade da vulnerabilidade com 8.8 em 10. Contudo, para que a ameaça seja eliminada, é necessário que também os programadores atualizem as suas aplicações com a patch. Caso contrário, a segurança de milhões de utilizadores manter-se-á em risco. Os investigadores da Check Point selecionaram um número de aplicações amplamente conhecidas para analisar de forma a descobrir quais implementaram efetivamente a patch fornecida pela Google.

 

Durante o mês de setembro, 13% das aplicações analisadas pelos investigadores da Check Point utilizavam a Google Play Core library, sendo que, destes, 8% continuavam a dispor da versão vulnerável. Estas são as aplicações que, de momento, ainda contam com falhas de segurança:

·         Redes sociais: Viber*

·         Viagens: Booking*

·         Business: Cisco Teams

·         Mapas e navegação: Yango Pro (Taximeter), Moovit

·         Dating: Grindr, OKCupid, Bumble

·         Browsers: Edge

·         Utilitários: Xrecorder, PowerDirector

*Antes da divulgação deste comunicado, todos os responsáveis pelas aplicações foram notificados em relação à vulnerabilidade e à necessidade de atualizar a versão de biblioteca para que não sejam afetados. Análises mais recentes demonstraram que tanto o Viber como o Booking adotaram a respetiva patch após notificação.

 

 

Como se processa o ataque?

Os investigadores da Check Point demonstram, em 4 passos, como é explorada a vulnerabilidade:

1.      Utilizador instala aplicação maliciosa.

2.      A aplicação maliciosa tira proveito de uma outra aplicação que conte com a versão vulnerável e desatualizada da Google Play Core (GPC) library.

3.      A GPC carrega e executa o ataque.

4.      O atacante pode agora aceder a todos os recursos disponíveis à aplicação anfitriã.

Demonstração do ataque na app Google Chrome

Para demonstrar o ataque a uma aplicação em específico, os investigadores da Check Point utilizaram uma versão desatualizada da aplicação Google Chrome e simularam um ataque. A simulação, disponível vídeo, demonstra como pode alguém apropriar-se das cookies de um utilizador, como forma de aceder a contas de terceiros websites ou apps, como a DropBox. Assim que o ataque for ativado, os agentes maliciosos terão o mesmo acesso que o Google Chrome a variadíssimas informações, como cookies, histórico, marcadores e gestores de palavras-passe.

 

Estima-se que centenas de milhões de utilizadores Android têm a sua segurança em risco. Ainda que a Google tenha implementado uma patch, muitas aplicações ainda estão a utilizar bibliotecas Play Core desatualizadas. A vulnerabilidade CVE-2020-8913 é altamente perigosa,” afirma Aviran Hazum, Manager of Mobile Research da Check Point Software. “Pode, por exemplo, permitir que um atacante roube códigos de autenticação dupla ou injete códigos em aplicações bancárias, de forma a obter credenciais. Ou, executar códigos em aplicações de redes sociais que permitam espiar vítimas ou aceder às suas mensagens. As possibilidades de ataque estão limitadas apenas pela imaginação do atacante” termina Hazum.

 

Como pode proteger-se?

A severidade da ameaça reforça a importância de contar com soluções de segurança especializadas em ameaças ao mobile e dispositivos móveis. A SandBlast Mobile da Check Point é a solução líder de mercado em Mobile Threat Defense (MTD), garantindo uma ampla gama de potencialidades que asseguram as aplicações móveis. A SandBlast Mobile protege contra todos os vetores de ataque, incluindo o download de aplicações maliciosas e aplicações que contenham malware.

  
№ 05

Carregamento adaptativo nos Pixel só com alarme das 5 às 10h da manhã

Depois de muitos anos a Google lá se dignou a adicionar um modo de carregamento adaptativo para poupar a bateria nos Pixel, mas que só funciona em condições bastante específicas.

Manter uma bateria carregada a 100% contribui para a sua degradação, e isso torna-se num problema ainda maior com a tendência para se usarem carregadores e sistemas de carregamento de maior potência que podem recarregar o smartphone a 100% em menos de 1 hora - fazendo com que quem deixa o smartphone ligado ao carregador durante a noite, fique com a bateria desnecessariamente a 100% durante a maior parte da noite. Vários fabricantes já adoptaram sistemas adaptativos, que mantêm a bateria a um nível mais reduzido (por exemplo, 80%) durante a noite, e só recarregam o remanescente quando consideram que estão prestes a ser desligados do carregador; mas no caso do Adaptive Charging que a Google implementou nos Pixel 4 e 5, existem algumas restrições que será preciso ter em conta.

Enquanto que empresas como a Apple analisam o padrão de utilização de cada utilizador para determinarem o padrão de carregamentos e quando será provável que o iPhone irá ser retirado do carregador, a Google optou por pendurar o seu sistema adaptativo na definição dos alarmes para acordar.

Não deixa de ser uma solução que parece demasiado "simplista", para uma empresa que tanto investe em inteligência artificial e tanta informação acumula sobre os utilizadores, e que sofre desde logo de uma grande falha: de não permitir o uso do modo de carregamento adaptativo por quem não usar o despertador no seu Pixel. Mas, como se isso não fosse já suficiente para justificar que a Google revisse a sua posição, temos ainda outras restrições adicionais, como o facto do sistema só funcionar no caso de se definir o alarme para um período entre as 5 e as 10 da manhã, e se ligar o smartphone ao carregador a partir das 21 horas.

Quem por qualquer motivo tiver que acordar antes das 5 da manhã, ficará impedido de usar o sistema, assim como todos aqueles que tiverem a possibilidade de ficar na cama até mais tarde, para além das 10h. Se a Google optou pela solução fácil de usar o alarme para fazer o cálculo do carregamento adaptativo, porque motivo terá achado que faria sentido restringir isso a este intervalo temporal? Porque não deixar que o sistema funcionasse também para quem quiser colocar o alarme para as 12h, ou 14h ou qualquer outra hora?

Ou então, se queriam mesmo poupar o esforço, podiam ter optado por algo ainda mais simples, e disponibilizado uma opção para limitar o nível de carga máxima da bateria, e já ficava o assunto arrumado independentemente dos alarmes.

№ 06

Planta interactiva no Home Assistant

Quem se aventura no mundo do Home Assistant para controlar a sua casa tem infinitas opções de interface à disposição, mas um dos mais populares consiste em replicar a planta da casa.

No mundo do Home Assistant (ou plataformas idênticas), existem tantas opções "correctas" de interfaces quanto o número de pessoas que os utilizam. Há quem prefira ter acesso a uma grelha ou lista de elementos, há quem prefira ter um interface de texto, há quem prefira um interfaces gráficos estilizados, há quem prefira tentar replicar o aspecto visual fotorealista da sua casa. É precisamente este último que é demonstrado no vídeo que se segue.

Mesmo que possa acabar por não ser o interface mais eficiente, tem algumas grandes vantagens que fazem com que deva ser considerado. Para começar, é um interface que será de uso imediato até por quem não tiver qualquer experiência a usar este tipo de sistemas; e uma vez que hoje em dia podemos encontrar tablets interessantes a preço reduzido, não será preciso um grande investimento adicionar um (ou mais) tablets em locais estratégicos da casa com um interface deste tipo, para facilitar a supervisão e controlo.


... Por outro lado, não esquecer que o principal objectivo de se ter uma casa dita "inteligente", é que nunca se tenha a necessidade de andar a ligar e desligar coisas manualmente, mesmo que seja num tablet com um interface atractivo. ;)
№ 07

Realme Watch a €35

A quantidade de ofertas no segmento dos smartwatches teve um crescimento explosivo nos últimos anos, e são cada vez mais as propostas interessantes nos patamares mais económicos.

Longe vão os tempos em que um smartwatch era algo que obrigava a gastar centenas de euros, e que a única opção para quem procurasse algo mais barato se resumia a braceletes com ecrãs diminutos e monocromáticos. Hoje em dia podemos ter smartwatches com excelentes ecrãs e acabamentos, e que quase inexplicavelmente estão disponíveis por valores inferiores aos que são pedidos por algumas braceletes para relógios. É esse o caso deste Realme Watch, com um generoso ecrã de 1.4" e com todas as capacidades que se poderia pedir.

O Realme Watch está disponível por 35.41 euros durante a fase de pré-lançamento, com envio Priority Direct por 2.78 euros.

A autonomia indicada é de 7 a 9 dias em uso normal, que inclui leitura de frequência cardíaca de forma contínua ao longo do dia; tracking de dezenas de tipos de actividades desportivas; apresentação de notificações e mensagens; avisos de inactividade; ligar o ecrã com o gesto de levantar o pulso; controlo remoto da câmara do smartphone; detecção automática de actividades; etc.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

№ 08

OxygenOS 11.0.6.7 para OnePlus 8T chega cheio de problemas

A OnePlus parece querer competir com a Microsoft em termos de updates problemáticos, com o mais recente OxygenOS 11.0.6.7 para OnePlus 8T a ser acompanhado por relatos de inúmeros problemas.

A OnePlus tem prometido manter os seus smartphones actualizados durante muitos anos, o que é sempre uma excelente notícia - mesmo se na prática depois as promessas tardem em se materializar. A demonstrá-lo está o facto de apenas o mais recente OnePlus 8T ter (ainda) acesso ao mais recente Android 11; mas mesmo assim, não está livre de problemas, como revelou a mais recente actualização.

O OxygenOS 11.0.6.7 para OnePlus 8T é uma daquelas actualizações que será melhor não se apressarem a instalar, com relatos de que a reprodução de vídeos pode resultar em encravanços, e mesmo uma suposta correcção de emergência da OnePlus para resolver o problema parece estar apenas a disseminar ainda mais o problema, com o OxygenOS 11.0.6.8 a fazer aparecer os bugs até em utilizadores que não tinham inicialmente detectado nada de errado com o 11.0.6.7.

Não é garantidamente o tipo de comportamento que se desejaria de uma empresa que se tem "espalhado" a lançar novas games e modelos (os Nord) e que terá que dividir cada vez mais os seus recursos para ir mantendo as actualizações para todos os seus smartphones. E se mesmo para o seu mais recente topo de gama temos problemas como estes, não se podem evitar a preocupação de como as coisas andarão para os modelos mais antigos.

№ 09

Xiaomi Mi 11 chega com o novo Snapdragon 888

A Xiaomi já revelou o seu novo Mi 11, que estreia o Snapdragon 888 e será lançado na China a 1 de Janeiro.

Ainda não foi desta que a Xiaomi adoptou uma câmara frontal invisível, mas acho que isso não será elemento impeditivo. O novo Mi 11 vem com um ecrã AMOLED de 6.81" (3200x1440) a 120Hz, com touch a 480Hz, um CPU Qualcom Snapdragon 888, 8GB ou 12GB RAM, 128GB ou 256GB UFS 3.1, câmaras de 108MP + 13MP wide + 5MP macro, câmara frontal de 20MP em furo no ecrã, bateria de 4600mAh com carregamento a 55W (wireless a 50W, reverse wireless a 10W), 5G, WiFi 6, BT 5.2, NFC, IR, USB-C, e MIUI 12.5 com base em Android 11.

O MIUI 12.5 aposta na optimização do sistema (a Xiaomi não resistiu a compará-lo com o iOS) e na redução de apps que vêm pré-instaladas, que passam a ser apenas 9 - menos que as que vêm de origem no iOS (11 apps), e muito menos das que encontramos em sistemas como a EMUI, Color OS, Funtouch OS e Flyme, que podem chegar às 20 apps.

O Mi 11 começará a ser comercializado na China a 1 de Janeiro, com preço de 500 euros para o modelo base com 8GB+128GB, e 590 euros para o de 12GB+256GB. O facto da Xiaomi parecer não ter investido demasiado nas câmaras faz também suspeitar que ainda se possa vir a ter um Mi 11 Pro que reforce essas capacidades.

№ 10

Cientistas vão testar viabilidade de satélites de madeira

A madeira não será o material que nos vem à memória quando se fala do espaço, mas investigadores japoneses vão explorar a viabilidade de se criarem satélites de madeira.

À partida poderia pensar-se que usar madeira para algo que ficará exposto ao vácuuo do espaço e a oscilações extremas de temperatuas e exposição solar seria uma aposta perdida logo à partida. No entanto, a madeira pode ser tratada e resultar em algo que acaba por não diferir em muito dos compósitos aeroespaciais - aliás, uma das variantes da madeira revelou-se tão resistente quanto o alumínio, e com propridades adicionais que a poderiam tornar mais interessante.

Uma das grandes vantagens que a madeira teria face aos metais, é que a madeira é "transparente" para a grande maioria das frequências de rádio, o que facilitaria imenso o processo de posicionamento de emissores e receptores no interior do satélite, sem preocupações com a criação de "janelas" num corpo metálico ou o recurso a antenas externas.

Também era apontado como vantagem o facto da madeira arder na reentrada e reduzir o risco de destroços e de gerar lixo espacial, mas o grande problema do lixo espacial deve-se aos satélites (e tudo o mais) que permanencem em órbita durante anos ou décadas, sem reentrarem e se desintegrarem na atmosfera. Seria completamente irrelevante se um satélite tem uma caixa metálica ou de madeira, pois ambos se iriam desintegrar na reentrada - sem esquecer que, mesmo que um satélite tivesse a sua caixa de madeira, continuaria a ter a maioria dos seus compoenentes feitos noutros materiais.

№ 11

Samsung melhora HDR com HDR10+ Adaptive

A Samsung volta a seguir a "inspiração" da Dolby, melhorando o seu sistema HDR10+ de modo a conseguir adaptar-se às condições de luminosidade ambiente.

Depois do HDR10 ter dado lugar ao HDR10+ com suporte para mudanças de escala de luminosidade ao longo de um filme (tal como o Dolby Vision), a Samsung decidiu terminar o ano replicando o Dolby Vision IQ com este seu novo HDR10+ Adaptive que será disponibilizado em futuros televisores QLED da marca.

Os conteúdos HDR são uma experiência transformadora face aos conteúdos não-HDR, mas nem sempre é fácil garantir que se estará a ter a experiência HDR tal como era suposto. Uma coisa é estar a ver um filme numa sala escurecida; outra completamente diferente é estar a ver a mesma coisa numa sala banhada pela luz do sol ou com todas as luzes ligadas. Este novo modo HDR10+ Adaptive promete ser capaz de dar uso aos sensores de luminosidade nos televisores, para garantir que a experiência HDR será sempre a mais adequada, ajustando-se automaticamente à luminosidade ambiente - e também podendo funcionar em simultâneo com o "Filmmaker mode", que também tenta assegurar que os conteúdos são reproduzidos da forma que os criadores desejam (leia-se: ter que gramar muitos filmes à cadência saltitante dos 24fps, só porque é a "tradição"! ;P)

Já era tempo dos fabricantes chegarem todos a acordo e adoptarem um sistema único de HDR, mas parece que a Samsung não está com vontade de adoptar o Dolby Vision para os seus televisores, e este novo HDR10+ Adaptive que replica o Dolby Vision IQ apenas serve para demonstrar isso mesmo (a não ser que entretanto surjam umas batalhas de patentes que as obriguem a chegar a acordo).
№ 12

Nova célula solar bate recorde com 29.15% de eficiência

Uma equipa de investigadores alemã desenvolveu uma nova célula solar que bateu o recorde de eficiência e se aproxima do objectivo dos 30%.

A nova célula solar de perovskite/silício atingiu uma eficiência de 29.15%, superando o anterior recorde de 28% e aproximando-se do valor "mágico" de 30% que foi definido como objectivo para esta tecnologia. Aliás, os resultados foram tão positivos que os cientistas acreditam até que será possível superar os 30% de eficiência, tornando futuros painéis solares com esta tecnologia ainda mais atractivos.

A combinação dos dois materiais permite maximizar a eficiência, com o silício a converter com maior eficiência a componente infravermelha da iluminação captada, e os compostos perovskite a converterem a componente da luz visível. A célula revelou também bastante longevidade, funcionando sem problemas durante mais de 300 horas sem qualquer tipo de protecção contra a exposição ao ar.

Esperemos que as boas notícias neste sector continuem, e que no próximo ano já seja possível superar a marca dos 30% de eficiência nos painéis solares, incentivando ainda mais a sua adopção.

№ 13

Xiaomi Mi 11 usa BlinkAI para vídeos nocturnos

O recém-apresentado Xiaomi Mi 11 promete capacidades impressionantes de gravação de vídeo à noite, com assistência da tecnologia BlinkAI de inteligência artificial.

Depois da fotografia computacional ter revolucionado as fotos nocturnas, parece que estamos perante o salto seguinte, de ter sistemas de inteligência artificial a transformarem os vídeos nocturnos naquilo que se esperaria que os nossos smartphones fossem capazes de ver. Pelo menos, é isso que a Xiaomi promete para o Mi 11 com o recurso à tecnologia BlinkAI.

Em vez de ficar dependente das capacidades do sensor e da necessidade de captar ou acumular múltiplos frames, este sistema diz ser capaz de transformar cada frame de uma cena escura numa cena "iluminada" através do reconhecimento dos elementos e aplicação de iluminação via machine learning.

Será algo que seguramente irá ser posto à prova até à exaustão assim que o Mi 11 for lançado, mas por agora, os vídeos usados para demonstrar o sistema, são bastante impressionantes.



№ 14

Carrinhas vão usar ecrãs e-Paper de 32" para posters publicitários dinâmicos

A Plastic Logic vai usar os seus ecrãs e-paper de 32" para publicidade dinâmica em carrinhas e outros veículos.

Estamos habituados a ver ecrãs publicitários espalhados por todo o lado, mas os veículos automóveis têm sido uma excepção. Algo que a RoadAds quer mudar em parceria com a Plastic Logic, adoptando ecrãs plásticos e-paper que poderão ser facilmente aplicado a carrinhas e outros veículos, e que poderão apresentar publicidade dinâmica sem necessidade de andar a imprimir e substituir vinis.

Os módulos são praticamente autónomos, contando com comunicação 4G para receberem actualizações das imagens a apresentar, e embora por agora os ecrãs tenham uma dimensão máxima de 32", podem ser combinados vários para se criarem imagens de maiores dimensões - e para o futuro, a Plastic Logic diz que poderão produzir ecrãs e-Ink de 64".

Esperemos que o projecto seja bem sucedido, e possa contribuir para reduzir o custo dos ecrãs E-Ink de grande dimensão, que infelizmente se têm mantido com preços bastante mais elevados do que seria desejável.

№ 15

Boston Dynamics mostra as capacidades de dança dos seus robots

Não se podia terminar o ano sem que a Boston Dynamics mostrasse as capacidades dos seus incríveis robots, que este ano se combinaram numa espectacular coreografia de dança.

A Boston Dynamics, que foi comprada recentemente pela Hyundai, tem-nos mostrado grandes avanços a nível das capacidades de locomoção e manipulação dos seus robots, em especial do humanóide Atlas; e isso volta a ficar em destaque com o vídeo que fizeram para marcar o adeus a 2020 e o olá a 2021.

Arrisco-me a dizer que estes robots já contam com movimentos de dança que superam o de muitos humanos, e se algum dia por acaso vier a ocorrer um apocalipse robot vs humanos, ao menos já sabemos como eles irão festejar a sua vitória... ;P


№ 16

Samsung apresenta as principais novidades da One UI 3.0

 
Samsung aposta num design refinado, personalização melhorada e um maior controlo de funcionalidades, com vista a facilitar as tarefas do dia a dia.


Samsung Electronics Co., Ltdacaba de anunciar o lançamento oficial da One UI 3, a mais recente atualização para equipamentos Galaxy, com um novo design, funcionalidades melhoradas e uma maior personalização. A atualização estará disponível com o sistema operativo Android 11, reforçando o compromisso da Samsung em disponibilizar rapidamente as inovações mais recentes aos consumidores, como parte do seu compromisso de oferecer suporte a três gerações de atualizações de sistemas operativos (SO) para milhões de dispositivos[1].

 

A One UI 3 está já activa, nos equipamentos da série Galaxy S20 (Galaxy S20, S20 + e S20 Ultra) na Coreia, nos EUA e na maioria dos mercados da Europa; a atualização irá estar gradualmente disponível em mais regiões e em mais dispositivos, incluindo o Galaxy Note20, Z Fold2, Z Flip, Note10, Fold e S10, nas próximas semanas. A atualização estará disponível em dispositivos Galaxy A no primeiro semestre de 2021.

 

O lançamento da One UI 3 é apenas o início do nosso compromisso em oferecer aos consumidores da gama Galaxy as melhores experiências móveis possíveis, dando-lhes acesso às mais recentes inovações de sistemas operativos, assim que estiverem disponíveis”, refere Dr. TM Roh, President and Head of Mobile Communications Business, da Samsung Electronics. “A One UI 3 representa uma parte integrante de nossa missão de criar, continuamente, novas experiências inovadoras e intuitivas para os nossos utilizadores durante todo o ciclo de vida do dispositivo. Desta forma, quando se tem um dispositivo Galaxy, tem-se uma porta de entrada para experiências novas e inimagináveis ​​nos próximos anos. "

 

Um design novo e atual, para uma experiência estética melhorada

As atualizações de design na One UI 3 trazem ainda mais simplicidade e elegância à experiência de utilização nos equipamentos Galaxy.

 

Na interface, os recursos mais utilizados - como ecrã inicial, ecrã de bloqueio, notificações e Quick Panel - foram melhorados visualmente, para destacar informações importantes. Novos efeitos visuais, como o efeito Dim / Blur para notificações, ajudam a uma concentração rápida sobre o que é mais importante, e os widgets redesenhados mantêm o ecrã inicial organizado, limpo e com estilo.

 



 

A One UI 3 não parece apenas diferente – é realmente diferente. Efeitos de movimento e animação mais suaves, combinados com uma opção tátil natural, tornam a navegação e a utilização do telefone numa experiência única. O desvanecimento do ecrã de bloqueio parece mais limpo, desliza mais suavemente sob os dedos e os botões parecem mais realistas - cada ecrã e cada toque foram refinados. A passagem de um dispositivo para outro flui com maior naturalidade, já que a One UI oferece uma experiência singular e mais holística, em todo um ecossistema Galaxy mais amplo, com suporte para as novas funcionalidades, disponíveis, igualmente, em todos os dispositivos.

 



 

Funcionalidades melhoradas para potenciar as actividades do dia a dia

A One UI 3 foca-se em promover uma simplicidade diária. Os widgets do ecrã de bloqueio, redesenhados, ajudam a controlar a música e a visualizar informações importantes como calendários, e eventos diários, sem a necessidade de desbloquear o equipamento. É também mais intuitivo manter o controlo de mensagens e conversas, com notificações de aplicações de mensagens agrupadas na parte da frente, e no centro do ecrã, para que se possa ler e responder rapidamente às mensagens. O layout de videochamada no ecrã inteiro, cria uma nova experiência de comunicação que aproxima o utilizador das pessoas que mais lhe importam.

 

Com a One UI 3, a câmara do dispositivo torna-se ainda mais poderosa. Com um zoom fotográfico baseado em IA, e uma focagem e exposição automáticas melhoradas, é possível captar uma melhor fotografia. Além disso, as categorias de organização da Galeria, facilitam a pesquisa de fotografias. Depois de deslizar para cima, enquanto está a olhar para uma fotografia específica, o utilizador conseguirá visualizar um grupo relacionado de fotografias. Para garantir que nenhuma dessas memórias se perde, é possível reverter as fotografias editadas para a versão original a qualquer momento, mesmo depois de guardadas.

 

Personalização do telemóvel, à sua maneira

Um dos objetivos da Samsung é permitir que os utilizadores tenham a liberdade de personalizar a sua UI de acordo com as suas preferências. Mesmo que o utilizador esteja constantemente a ativar o modo escuro, ou a partilhar o seu Mobile Hotspot, agora pode fazê-lo com um simples deslizar, e com novas formas de personalização do seu painel rápido. Também é possível partilhar imagens, vídeos ou documentos com maior facilidade do que nunca. Com a capacidade de personalizar o ambiente de trabalho, é agora possível “fixar” as funcionalidades mais utilizadas, seja um contacto, uma aplicação ou e-mail. Além disso a UI permite manter perfis diferentes, para o trabalho e vida pessoal, para que o utilizador possa preocupar-se menos em enviar algo para a pessoa errada.

 




O Quick panel foi melhorado, da One UI 2 (à esquerda) para a One UI 3 (à direita).

 

 

Para uma personalização adicional, é possível adicionar widgets no ecrã inicial e ajustar a transparência, para que correspondam melhor ao wallpaper, ou alterar o design e a cor do relógio no ecrã Always On ou no ecrã de bloqueio. Além disso, é possível adicionar vídeo ao ecrã de chamadas de entrada / saída para tornar a experiência de chamada ainda mais pessoal.

A One UI 3 foi criada a pensar no utilizador, incluindo novas aplicações de bem-estar digital que ajudam a identificar e a melhorar os hábitos digitais. É possível ver rapidamente as informações de utilização, que mostram os hábitos semanais, ou verificar informações enquanto se conduz, de forma a ajudar o utilizador a tomar decisões informadas sobre como e quando utilizar os seus dispositivos Galaxy.

 

 



À medida que a Samsung continua a desenvolver a experiência Galaxy, a One UI, irá receber ainda mais atualizações, ao longo dos lançamentos de novos equipamentos em 2021.

 

Para mais informações sobre a One UI, pode consultar  www.samsung.com/one-ui.






[1] A disponibilidade de atualizações e recursos do sistema operativo Android pode variar de acordo com o dispositivo e o mercado. O cronograma de atualização dependerá de vários fatores.


№ 17

Ganha kits Devolo Magic 2 LAN Triple

Para este mês de Dezembro preparamos uma dose reforçada de prendas para vos oferecer, e a prenda que temos hoje para dar são dois kits Devolo Magic 2 LAN Triple.
A Devolo é a marca incontornável sempre que se fala das comunicações powerline, facilitando o processo de levar rede e internet a qualquer local desde que exista uma tomada eléctrica por perto, e hoje temos para oferecer não um, mas sim dois fantásticos kits Devolo Magic 2 LAN Triple.


Para participarem basta apenas responderem à pergunta do dia, e se não a apanharem bastará ficar atento à pergunta do dia seguinte.

Passatempo do dia encerrado. Fica atento à próxima prenda.

Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

№ 18

Apple patenteia teclado com mini-ecrãs nas teclas

Depois do Touch Bar, a Apple parece estar a considerar aplicar ecrãs a todas as teclas nos MacBooks, permitindo ajustá-los dinamicamente a diferentes línguas e símbolos.

Em vez optar pela solução simples de usar um ecrã com feedback táctil a servir de teclado (que até ao momento ainda ninguém conseguiu replicar de forma satisfatória como verdadeira alternativa a um teclado físico), esta patente da Apple recorre ao método mais trabalhoso de aplicar um micro-display a cada uma das teclas físicas, que assim poderiam exibir qualquer letra ou símbolo em função das necessidades. Seria a solução definitiva para acabar com a chatices dos diferentes layouts de teclado para os diferentes países, fora todas as demais vantagens que daí poderia advir em termos de apresentação de informação sobre atalhos de teclado, ou outras coisas - incluido a exploração de diferentes layouts de teclas, que normalmente não se faz por causa do "domínio" do QWERTY.


Dito isto, não sei como é que a Apple conseguiu obter uma patente de um teclado assim, quando há mais de uma década - em 2007 - a Art Lebedev já tinha o seu teclado Optimus Maximus, em que cada tecla contava com um mini display OLED e também permitia infindáveis opções de personalização.

Talvez os especialistas do gabinete de patentes nos EUA tenham a memória curta... ;P

№ 19

Google adiciona secção de subscrições à Google Store

Se dúvidas houvesse quanto à importância que a Google dá a que os clientes se tornem subscritores dos seus serviços, a nova secção dedicada às subscrições adicionada à Google Store torna-o evidente.

Até ao momento a Google Store tinha sido usado exclusivamente para vender produtos físicos, mas a Google adicionou uma nova secção em que promove a subscrição dos seus variados serviços, englobando coisas como o seus serviços de video e música (YouTube TV, YouTube Music), armazenamento e segurança (Google One, Nest Aware), serviços de telemóvel (Google Fi), e sem esquecer os serviços de jogos, com o Google Play Pass e o mais recente serviço de streaming de jogos Google Stadia.

O fim do espaço ilimitado gratuito no Google Photos pode ser considerado como um ponto de viragem, e de que se chegou ao fim da era dos serviços Google gratuitos. Embora se possa considerar que a Google continua a disponibilizar um serviço abrangente de serviços gratuitos, com limites generosos para a maioria dos utilizadores; fica demonstrado que o objectivo é que as ditas "ofertas" servem apenas como aperitivo para tentarem fazer com que os utilizadores acabem por se tornar subscritores de um, ou mais, serviços.

Por outro lado, a quantidade de serviços de subscrição já disponíveis faz desde já antever que talvez já estivesse na altura da Google considerar uma subscrição agrupada - ao estilo do que a Amazon faz com o seu serviço Prime, ou que a Apple também adoptou mais recentemente, englobando múltiplos serviços numa única mensalidade.

№ 20

Filmes, séries, discos e canções: 75 de 2020

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2020 vai ser lembrado pelas piores razões, mas também por isso vale a pena recordar o que houve de melhor. E na Cultura, logo uma das áreas mais afectadas pela pandemia que se instalou em Março, não faltaram triunfos criativos a assinalar entre as muitas limitações impostas pela COVID-19.

As salas de cinema cada vez mais vazias, e a acolherem cada vez menos estreias, contaram com a resistência de alguns festivais e ciclos (obrigado, Nimas, pela oportunidade de finalmente ter conseguido ver um dos meus filmes preferidos no grande ecrã), embora essas iniciativas não disfarcem a falta de novidades no circuito comercial, agravada nos últimos meses. A lista de dez filmes que deixo abaixo acaba por reflectir essa tendência, mesmo já incluindo escolhas que chegaram através das plataformas de streaming ou mesmo da televisão.

As séries, por outro lado, tiveram um ano particularmente forte, tanto em quantidade como qualidade ou diversidade (temática ou geográfica). E beneficiaram de uma atenção especial em noites (e dias) de confinamento, com o binge-watching a normalizar-se e a preencher as vagas abertas por saídas adiadas. Tendo em conta essa disponibilidade e a oferta crescente, não é difícil apontar 20 exemplos de ficção que não fica a dever a muita da que passa pelo grande ecrã - e a lista ainda poderia ser maior...

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Apesar de os palcos continuarem a ser uma opção (embora sem festivais), a música tendeu a ser mais ouvida entre o quarto e a sala de estar. Petbrick e Blanck Mass, ambos no Musicbox, e Emily Jane White no Salão Brazil, ficam como os únicos concertos que vi este ano, boas memórias que se juntam às de discos e canções recordados abaixo - muitas delas da selecção nacional, muito produtiva nos últimos meses, mesmo que a criatividade não afaste a incerteza.

Mais tempo em casa também equivaleu a (muito) mais tempo para ler. Raramente novidades, ao contrário de boa parte das descobertas no cinema, séries ou música, e por isso a lista de leituras não faria sentido num balanço do ano. As excepções são "Marrom e Amarelo", de Paulo Scott, e "Deixa-te de Mentiras", de Philippe Besson, com edições nacionais em 2020, lembranças de idas à Feira do Livro de Lisboa que o novo coronavírus não chegou a impedir - e até ajudou a valorizar. Enfim, que 2021 traga pelo menos 75 surpresas tão boas como estas:

10 FILMES

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"Bad Education", Cory Finley
"Bangla", Phaim Bhuiyan
"Corpus Christi - A Redenção", Jan Komasa
"O Fim do Mundo", Basil da Cunha
"O Homem da Camisa Laranja", Michael Samuels
"O Ninho", Sean Durkin
"O Tempo Contigo", Makoto Shinkai
"Os Miseráveis", Ladj Ly
"Sound of Metal", Darius Marder
"Verão de 85", François Ozon

Fora de circuito: "El Cazador", Marco Berger; "La femme de mon frère", Monia Chokri; "No Hard Feelings", Faraz Shariat; "Vento Seco", Daniel Nolasco

Desilusões do ano: "Da 5 Bloods: Irmãos de Armas", Spike Lee; "Tudo Acaba Agora", Charlie Kaufman

20 SÉRIES

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"A Maldição de Bly Manor", Netflix
"Boca a Boca" (T1), Netflix
"Das Boot" (T2), AMC
"Drifting Dragons" (T1), Netflix
"Fauda" (T3), Netflix
"Feel Good" (T1), Netflix
"Giri/Haji: Dever/Vergonha" (T1), Netflix
"I May Destroy You" (T1), HBO Portugal
"Industry" (T1), HBO Portugal
"Kalifat" (T1), Netflix
"Normal People" (T1), HBO Portugal
"Ozark" (T3), Netflix
"Pátria" (T1), HBO Portugal
"Raised by Wolves" (T1), HBO Portugal
"Segurança Nacional" (T8), FOX
"Sweet Home" (T1), Netflix
"The Boys" (T2), Amazon Prime Video
"Trigonometry" (T1), HBO Portugal
"Vampires" (T1), Netflix
"We Are Who We Are" (T1), HBO Portugal

Desilusões do ano: "Run" (T1), HBO Portugal; "Soulmates" (T1), AMC

10 DISCOS

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"925", Sorry
"acts of rebellion", Ela Minus
"After the Curtains Close", Jonathan Bree
"Every Bad", Porridge Radio
"Myopia", Agnes Obel
"Róisín Machine", Róisín Murphy
"Seeking Thrills", Georgia
"Shabrang", Sevdaliza
"Silver Tongue", TORRES
"What's Your Pleasure?", Jessie Ware

Desilusão do ano: "Conference of Trees", Pantha du Prince

10 DISCOS NACIONAIS

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"II", Ghost Hunt
"Aconteceu", Grutera
"Cabrita", Cabrita
"Intacto", Vatsun
"Mínima Luz", Três Tristes Tigres
"Parte Chão", Galgo
"Raiashopping", David Bruno
"Sensacional!", Spicy Noodles
"UWA", Pongo
"Véspera", Clã

15 CANÇÕES

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"Ageless", No Joy
"Choir Day", ARO
"Dark Paradise", Rey Pila
"Déjà-Vu Frenesi", Letrux
"Different Breed", Blanck Mass
"dominique", Ela Minus
"Gingko Biloba", Rone
"Moonlight Popolare", Mahmood feat. Massimo Pericolo
"O Mito e a Caverna", ÀIYÉ feat. Vitor Brauer
"On My Own", Shamir
"Perfect", Sorry
"Sanity", Sneaks
"School", Four Tet
"The Turning of Our Bones", Arab Strap
"Your Touch", Nine Inch Nails

Outras canções a guardar:

10 CANÇÕES NACIONAIS

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"Circunvalação", Capicua
"Espero por Ti Lá Fora", Cláudia Pascoal
"Festa da Espuma", David Bruno
"Luz", Moullinex feat. GPU Panic
"Makamba", Pongo
"Movimento", Throes + The Shine
"Neutro", Noiserv
"Pensamentos Mágicos", Clã
"Purga", Rita Vian
"Vida Santa", Vatsun

Mais escolhas da prata da casa:

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