PlanetGeek
№ 01

Game & Watch: Super Mario já corre Doom

A renovada Nintendo Game & Watch Super Mario já foi hackada e já corre o Doom.

A Nintendo lançou recentemente uma versão modernizada das suas primeiras máquinas de jogos, a Game & Watch: Super Mario; e bastou um dia para que a consola sucumbisse à curiosidade dos hackers. Agora, temos mais um marco, com a demonstração que esta máquina de jogos portáteis com hardware bastante modesto, pode correr o Doom.

Ora, é um Doom que não é verdadeiramente idêntico ao original, já que para caber na memória disponível desta micro-consola foi necessário "espremê-lo" ao máximo, o que significa que se tiveram que dispensar coisas como texturas, dando um aspecto completamente diferente ao jogo. Ainda assim, o objectivo era apenas demonstrar que era possível. Mas mais importante que ter o Doom a correr lá, será arranjar uma forma de executar jogos externos bastante mais simples e abrangente.


№ 02

Scrum Guide 2020: what’s in it for Product Management?

With less than two months to go, 2020 brings us an updated version of the Scrum Guide. Merits or demerits aside, Scrum is arguably a popular framework. It’s widely used as is or adapted by the adopting teams (to the dismay of the most purists). Because many product managers learn their ropes through delivery-focused on-the-job...

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№ 03

iOS 15 abandonará iPhone 6S e SE original?

Depois de os ter mantido actualizados por cinco anos, a Apple deverá deixar os iPhone 6S e SE original de fora das actualizações para o iOS 15 no próximo ano.

A Apple tem feito um trabalho exemplar em termos de suporte de longa duração com as actualizações para os iPhone, durante um período bastante mais longo que a esmagadora maioria dos fabricantes de smartphones Android (que na maioria dos casos nem chegam aos dois anos de actualizações). Mas, também os iPhones têm limites, e no próximo ano a Apple deverá abandonar as actualizações para os iPhones 6S, que foram lançados em 2015, e os iPhone SE originais, lançados em Março de 2016.

Para além da sua idade, a Apple também poderá ter interesse adicional em abandonar o iPhone SE, pois inevitavelmente funcionará como forma de, quem ainda tiver um, se sentir mais incentivado a poder querer fazer a actualização para o novo iPhone 12 mini, cujo formato físico se torna no que de mais parecido existe nos iPhones com ecrã completo.

No entanto, ter em conta que por agora isto não passa de um rumor, e será necessário aguardar pelo menos até altura da WWDC, quando a Apple habitualmente disponibiliza as versões beta do iOS - e aí logo se descobrirá se teremos um iOS 15 para estes modelos.

№ 04

Gestores e estagiários (e todo o dinheiro do mundo)

Um grupo de jovens millennials tem de mostrar o que vale e garantir um primeiro emprego no mundo da alta finança. Esta é a premissa de "INDUSTRY", a nova série britânica da HBO Portugal, que arranca com uma conjugação vibrante dos dilemas da entrada na idade adulta e de uma vida profissional sem horário de saída.

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Não é preciso ter-se grande familiaridade com as realidades e jargão do mercado financeiro para espreitar o drama criado por Mickey Down e Konrad Kay, dupla que se estreia como autora e showrunner depois de um percurso ainda curto na realização, escrita e produção (iniciado em 2014 com a comédia "Gregor", que passou despercebida).

É certo que "INDUSTRY" conta com alguns diálogos sobre temas demasiado específicos e certamente herméticos para espectadores que não tenham, pelo menos, o Financial Times nas leituras de cabeceira, mas apesar deles os autores conseguem tornar este quotidiano num banco de investimento internacional londrino numa experiência transmissível e até imersiva - isto a julgar pelos primeiros dois episódios, os únicos já estreados de uma temporada de oito.

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Mais do que números, a aposta britânica tem em vista os mecanismos das hierarquias e jogos de poder, com ramificações várias, e o papel que os conflitos de classe, raça ou género desempenham num dia-a-dia de contactos acelerados e novos empregados esmifrados. A série concentra o olhar num grupo de jovens recrutas, acabados de sair da faculdade e todos oriundos de contextos diferentes, com o foco a direccionar-se para uma afro-americana que inicia uma nova vida no muito disputado centro de Londres.

Mas a protagonista não é exactamente quem diz ser, com um currículo falsificado a ficar entre os entraves iniciais à simpatia total do espectador (o que não é um problema, ao torná-la mais intrigante). As outras personagens também se mostram contraditórias à medida que a excelência que tentam obter na vida profissional não vai tendo correspondência na pessoal - ou no que sobra dela quando a fronteira entre o trabalho e o lazer é ténue, cenário que leva a uma das situações mais abruptas e angustiantes do episódio piloto.

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"INDUSTRY" arranca a partir de alguns elementos reconhecíveis - não falta a estagiária condenada a ir buscar cafés, ou mais habitualmente refeições, nem o novato mais workaholic dos workaholics -, mas deixa uma primeira impressão na qual a espontaneidade ganha ao formulaico. E para isso talvez ajude a colaboração de Lena Dunham, realizadora do primeiro episódio, que acaba por dar o tom à série. Um tom desenvolto, às vezes frenético (a banda sonora electrónica ajuda na descarga de adrenalina), às vezes também desnecessariamente palavroso, e com alguma da sensibilidade despudorada de "Girls" (a nudez ou a crueza das cenas de sexo estão longe de ser um tabu, relacionamentos fortuitos e eventualmente frívolos também).

A frescura alarga-se ao elenco, que dá prioridade a várias caras novas (e prometedoras) nos papéis principais, bem secundadas por nomes mais experientes como Ken Leung ("Lost"), Will Tudor ("Humans") ou Freya Mavor ("Skins"). E tendo em conta esta eficácia, vincada por uma inspiração apreciável, é difícil não fechar contrato com "INDUSTRY" depois do estágio de dois episódios.

"INDUSTRY" está disponível na HBO Portugal desde 10 de Novembro e conta com episódios novos às terças-feiras.

№ 05

GoDaddy sucumbe a hackers que atacaram sites de criptomoedas

Diversos sites de criptomoedas, incluindo o popular Nicehash, foram alvo de ataque por hackers que se apoderaram do nome dos seus sites no GoDaddy.

Desta vez não foi um ataque de DNS mas sim do registo do nome do site propriamente dito. Hackers conseguiram entrar no GoDaddy usando engenharia social (o GoDaddy ainda não fez um relato mais pormenorizado do que se passou, mas pensa-se que tenha sido um ataque em que os hackers conseguiram obter os números de telefone de alguns funcionários, e conseguiram convencê-los a fazerem login numa página falsa do GoDaddy, apanhando as suas passwords), e daí começaram por redireccionar diversos sites de criptomoedas para sites falsos onde podiam tentar apanhar os dados dos respectivos clientes, e também tentando tirar partido desse acesso para tentarem conseguir controlar o seu email e, através dele, tentar fazer a recuperação de conta dessas empresas em serviços secundários (como Facebook, Twitter, etc.)

Numa empresa responsável por um serviço tão crítico, é preocupante ver que aparentemente não há qualquer sistema de protecção que evite que um acesso comprometido de um funcionário possa fazer tais estragos. Não me parece exagerado que, num serviço deste tipo, qualquer alteração feita manualmente por um funcionário tivesse que ser devidamente validada por mais dois ou três funcionários.

De notar, que tendo acesso ao sistema de alteração dos registos dos domínios, estes hackers poderiam até ter redireccionado o próprio site do Godaddy para um site malicioso, fazendo com que as posteriores tentativas de contactar o serviço, ou de lhe aceder para tentar repor os dados correctos, resultassem em ainda mais dados roubados - a não ser que o serviço tenha alguma protecção especial para evitar alterações do seu próprio domínio.

№ 06

Wallpapers para iPhone 12 "transparente" e em raios-X

O iFixit já disponibilizou os seus habituais wallpapers "interiores" para os novos iPhone 12, em versões normais e de raio-X.

Há quem aprecie utilizar nos seus smartphones wallpapers que fazem parecer que o ecrã é transparente e revela o que está no interior do aparelho. Agora, é a vez de também os iPhone 12 receberem esse tratamento, abrangendo tanto o iPhone 12 e 12 Pro, como também o iPhone 12 mini e iPhone 12 Pro Max.

iPhone 12 mini


iPhone 12


iPhone 12 Pro


iPhone 12 Pro Max


Clicar nas imagens para as abrir em grande, e depois gravar e definir como imagem de fundo nos iPhone 12 respectivos.

№ 07

SpaceX lança Falcon 9 reutilizado pela 7ª vez

A SpaceX teve um fim-de-semana atarefado com dois lançamentos, sendo que um deles marca novo recorde de reutilização, com um Falcon 9 que vai ser lançado pela 7ª vez.

A reutilização dos foguetes é um dos pontos chaves da SpaceX para reduzir o custo de envios para o espaço, procurando reduzir o desperdício ao mínimo e reutilizando os foguetes e demais materiais. Depois dos Falcon 9 que foram voando duas, três e mais vezes, chega agora um novo recorde com um Falcon 9 que foi até ao espaço pela sétima vez.

Para não arriscar a carga de um cliente, este foguete irá transportar mais um lote de 60 satélites Starlink, expandindo a mega-constelação de satélites que promete levar internet a todo o lado e, pela altura em que este artigo for publicado, já se deverá saber se tudo correu sem incidentes.

E pode ser que em breve este tipo de lançamentos nem sequer seja olhado com estanheza. A Rocket Lab neo-zelandesa tornou-se na segunda empresa a também conseguir recuperar um foguete orbital - embora usando uma táctica bastante mais simples que a da SpaceX, limitando-se a deixar cair o foguete no mar abrandado por pára-quedas - em vez da aterragem controlada feita pelos foguetes da SpaceX. Uma opção que seguramente obrigará a muito mais trabalho (e custos) para recuperar o foguete dos danos causados pela água salgada.

№ 08

OnePlus confirma que o Nord N100 tem um ecrã de 90Hz

Continuando a estranha saga dos modelos Nord, a OnePlus lá admitiu que o Nord N100 afinal tem um ecrã de 90Hz, algo que "se esqueceu" de referir na apresentação do modelo.

Embora não tivesse feito qualquer referência ao Nord N100 vir com ecrã de 90Hz, as primeiras pessoas que o receberam descobriram essa inesperada surpresa ao visitar o ecrã de definições do ecrã.

A OnePlus, depois de inicialmente negar que o Nord N100 tinha ecrã de 90Hz, lá veio admitir que afinal tem, mas desculpando a sua posição dizendo que, devido ao processador mais modesto (Snapdragon 460), o N100 poderá não ser capaz de manter os 90Hz em todas as circunstâncias; motivo pelo qual não anuncia a funcionalidade.

Parece-me uma descoberta que mesmo assim será positiva (assumindo que o impacto na autonomia não seja demasiado), mas que infelizmente continuará a ser ensombrada pelo outro "detalhe" que a OnePlus revelou, que é o facto deste N100 e do N10 apenas terem direito a receber uma única actualização de sistema, o que coloca um ponto final na boa tradição que a OnePlus vinha a manter até ao momento.

№ 09

Ableton Live 11 ganha MPE

O Ableton Live 11 chega com uma série de novidades, mas uma das que está em destaque é finalmente o suporte para MPE (MIDI Polyphonic Expression).

Existem muitas novas funcionalidades no Ableton Live 11, como o comping que permite gerir facilmente múltiplas versões de gravações, para se seleccionar as melhores secções de cada uma, edição melhorada, novos efeitos, novas ferramentas, etc. etc. Mas, foi também tempo da Ableton ourvir aquilo que era pedido há muito pelos utilizadores, e finalmente implementar o suporte para MPE.

O MIDI Polyphonic Expression aplica-se a uma série de equipamentos, que são capazes de transmitir múltipla informação de expressão para cada nota, que se aplica que nem uma luva a teclados como os Seaboard da Roli.




Em promoção de pré-lançamento, os interessados podem comprar o actual Ableton Live 10 com 20% de desconto, e ter direito a actualização gratuita para o Ableton Live 11 - válido para todas as edições: Ableton Live Intro (€63), Ableton Live Standard (€279), e Ableton Live Suite (€479).

№ 10

XOD.io programação visual para Arduino e microcontroladores

Quem se sentir intimidado pelas linguagens de programação pode optar por programação visual de Arduinos e micro-controladores com este XOD, que até pode ser experimentado no browser.

É incrível pensar que hoje em dia temos mais poder de computação num pequeno Arduino do que há umas décadas se tinha num PC de secretária (para não falar dos computadores que nos levaram até à Lua). Mas, o simples aspecto de uma linguagem de programação como C ou ASM é, muitas vezes suficiente para afastar aqueles que até gostariam de passar algumas das suas ideias para projectos práticos - sendo algo para o qual, felizmente, há solução.

Apresento-vos o XOD, um interface de programação e desenvolvimento completamente visual.

Em vez de terem que se preocupar com as linhas de código, têm apenas que ir encaixando os blocos pretendidos e fazendo as ligações respectivas. E, para começar, podem até fazê-lo directamente no browser sem terem que instalar nada; mas será necessário recorrer à versão de instalação quando quiserem aplicar os programas a um Arduino.

Para além de ser completamente gratuito, é também um projecto open-source - e fui dar com ele através deste projecto que explicava como replicar o efeito dos cartazes luminosos em neon usando fitas LED.

№ 11

Apple abre as portas ao Windows nativo nos Macs M1

Com os novos Macs com chip M1 a dificultarem a vida à Intel, a Apple diz que ter um Windows nativo a correr no M1 é algo que só depende da Microsoft.

Depois de envergonhar a Intel com os resultados do seu chip M1, a Apple pisca agora o olho à Microsoft para que se aventure a lançar um Windows que corresse nativamente nestes Macs, colocando um ponto final na hegemonia "Wintel" que tem durado há décadas. Craig Federighi diz que não há qualquer entrave a ter um Windows nativo a correr no M1, e isso nem sequer seria demasiado complicado uma vez que a MS já tem um Windows preparado para correr em chips ARM e também com emulação de x86 para correr as apps tradicionais.

A questão é que, até à data, nenhuma das máquinas Windows com ARM foi capaz de sobreassair da forma que os Macs m1 têm feito - o que deixa no ar a pergunta sobre se realmente o problema estará no hardware, ou se será simplesmente a implementação do Windows em ARM que não foi feita de forma eficiente. Se a MS lançar um Windows para os Macs M1, seria possível ver exactamente até que ponto é que apenas o sistema faria diferença.

Seria imensamente caricato se, daqui por mais três ou quatro anos, grande parte dos PCs Windows que fossem vendidos, acabassem por ser máquinas Apple!

№ 12

The Grand Tour regressa em caça ao tesouro a 18 de Dezembro

O icónico trio de ex-apresentadores do Top Gear regressa em mais um especial The Grand Tour, dedicado a uma caça ao tesouro.

Depois das polémicas que levaram à saída de Clarkson do Top Gear e levando com ele os seus compinchas para o The Grand Tour na Amazon, assistimos a uma mudança de formato. Depois de duas temporadas a tentarem replicar o anterior formato do Top Gear, a opção foi aposta apenas no formato dos episódios especiais, com maior orçamento, e que acabam por se adequar mais à interacção entre eles.

Depois de muitos meses de espera, eis que fica revelado o regresso, num especial "The Grand Tour Presents: A Massive Hunt" com uma caça ao tesouro, e onde - ao estilo habitual - as viaturas muito irão sofrer ao longo da aventura.



O The Grand Tour Presents: A Massive Hunt fica disponível no Amazon Prime Video (que está incluído no Amazon Prime) a 18 de Dezembro, trazendo uma (muito) necessária dose de boa disposição para equilibrar este terrível ano de 2020.

№ 13

Nissan antecipa incentivo de 2021 para compra de automóveis eléctricos

A Nissan Portugal está a antecipar o incentivo de 2021, no valor de 3.000 euros para os clientes particulares e 2.000 euros para empresas, que comprarem o Nissan LEAF até 31 de Dezembro deste ano.

Este antecipação do incentivo é válida quer para clientes particulares, quer para as empresas, sem limitação no número de unidades. E aplica-se tanto às versões do Nissan LEAF com bateria de 40kWh, como para o LEAF e+ com bateria de 62kWh e uma autonomia que se estende até 528km em ciclo urbano (norma WLTP).

Para tornar a utilização dos seus automóveis 100% eléctricos ainda mais fácil, a Nissan oferece aos seus clientes particulares uma wallbox de 7,4 kWe disponibiliza para todos o Programa Instala Fácil, que permite tratar de todo o processo de instalação – com preços muito competitivos através de um instalador oficial da marca – da wallbox aquando da compra de um Nissan 100% eléctrico num qualquer concessionário oficial da marca.

Recentemente, todos os clientes de Nissan LEAF e e-NV200 com cartão GalpElectric/Nissan passaram a beneficiar da melhor tarifa de carregamento em Portugal, com um desconto de 25% nos carregamentos efectuados em todos os 1.700 pontos de carregamentos integrados na rede pública de carregamento (Mobi.e); e que pode ainda chegar aos 33% caso os clientes tenham um contrato de fornecimento de electricidade para a sua casa com a Galp.

Publicado originalmente no Pela Estrada Fora.

№ 14

D-Link COVR com novo sistema WiFi EasyMesh



 D-Link com novo sistema WiFi Mesh COVR-1102  e COVR-1103.


A D-Link anuncia o lançamento do seu primeiro sistema de mesh Wi-Fi com certificação EasyMesh™ da Wi-Fi Alliance. Trata-se dos kits D-Link COVR-1102 (2 nós mesh) e D-Link COVR-1103 (3 nós mesh) que criam uma red Wi-Fi unificada em malha, com itinerância automática entre os pontos de acesso Wi-Fi (nós) para garantir a ligação ao que tiver a melhor intensidade de sinal e manter a ligação ao router mesmo que este se encontre distanciado.

A tecnologia EasyMesh™ é o primeiro protocolo oficial da Wi-Fi Alliance e vem consolidar a tecnologia Wi-Fi Mesh (Wi-Fi em malha), que até agora tinha diferentes soluções próprias por parte dos diferentes fabricantes. Desta forma, é garantida a interoperabilidade entre os produtos certificados, como estes kits COVR da D-Link. Além disso, o EasyMesh™ contribui com numerosas soluções tecnológicas para aumentar o desempenho da rede mesh, como a utilização de um dos nós, o ligado por cabo ao router ou ao dispositivo de entrada/saída para a Internet, como controlador Wi-Fi, para selecionar as melhores bandas e canais, assim como á distribuição equilibrada da carga pelos nós de acordo com a análise ao ambiente wireless e aos dispositivos conectados. O controlador também gere o roaming entre os nós, de forma que o “salto” automático entre estes, para ligação ao de melhor sinal, seja feito sem falhas ou perdas de desempenho. Além disso, o EasyMesh™ otimiza a função de band steering para direcionar cada dispositivo conectado para a melhor banda (2.4 ou 5 GHz), que assim já não são separadas em diferentes SSID. 

Principais características dos kits D-Link COVR-1102 e COVR-1103:

Certificação Wi-Fi EasyMesh™: novo protocolo standardizado pela Wi-Fi Alliance para as redes WiFi unificadas em malha com roaming entre os pontos de acesso (nós mesh)  
Dois modos de uso: extensores mesh a partir do router de qualquer operadora ou modo router+extensor mesh para usar um dos nós como router neutro (deixando o router da operadora em modo bridge ou utilizando a função de VLAN tripla em ligações de fibra ftth)
Wi-Fi AC Wave 2 MU-MIMO, 1200 Mbps, dupla banda 2.4 e 5 GHz.
2 portas LAN Gigabit 1000 Mbps em cada nó. Um deles WAN gigabit.
Certificação EasyMesh™ WiFi Alliance para fácil ampliação com mais nós, podendo ser instalados até 4 nós na mesma rede, para cobrir áreas mais extensas.
Instalação simplificada a partir da app D-Link WiFi, não necessitando de computador. 
Compatível com qualquer router ou operadora. 
Gestão por interface web ou app com funciones de priorização de tráfego (QoS), controlo parental, Wi-Fi para convidados, acesso seguro por VPN, etc.
Novo protocolo de encriptação WPA3 para máxima segurança.
Controlo por voz com Amazon Alexa e Google Assistant.
Suporta Ethernet Blackhaul para interligar os nós por Ethernet LAN e que sejam pontos de acesso sem perda de sinal entre nós (rede central de 1 Gigabit) ideal para casas que já contem com ligação de rede LAN em cada divisão, algo que já é obrigatório na construção de novas casas.


Os kits D-Link COVR já se encontram à venda ao PVP recomendado de 97€ para o COVR-1102 de dois nós e de 149€ para o COVR-1103 de três nós.
 
№ 15

Google partilha controlo do Chromium com parceiros

A Google está a ceder mais poderes de decisão no projecto open-source Chromium, que serve de base ao Chrome, e vários outros browsers, a contribuidores externos.

Embora o Chromium seja um projecto open-source, que qualquer pessoa pode usar e modificar como bem entender, o controlo do projecto principal continua a estar sob controlo da Google. São os developers da Google que decidem que alterações serão aceites no projecto, mas nos últimos tempos a Google parece estar a seguir um processo de transição em que dará maior poder de decisão a alguns parceiros externos, assim como o acesso a ferramentas que até aqui eram de uso exclusivo da Google.

Empresas como a Microsoft e Igalia são já responsáveis por parte significativa das alterações feitas no Chromium, e também elas passarão a ter uma voz mais activa nas decisões das alterações que serão aceites no projecto. E, também sinal desta maior abertura, o Chromium passará a aceitar funcionalidades mesmo que não a Google não tenha interesse em as aplicar no Chrome - da mesma forma que browser como o Edge ou Brave não usam tudo o que o Chromium disponibiliza.

Obviamente que se poderá suspeitar que esta "abertura" não estará a ser feita meramente por maior respeito ao espírito open-source. A Google tem enfrentando múltiplos processos de abuso de posição dominante, e o Chrome é um dos candidatos perfeitos para ser usado como exemplo pois é o browser mais utilizado da actualidade. Se puder dizer que o Chrome se limita a ser um browser baseado no Chromium, que tem um leque variado de empresas e indivíduos por trás, e a que todos têm acesso para replicarem ou modificarem como desejarem, será uma potencial forma da Google se poder esquivar a essa questão. Veremos se será essa a técnica utilizada se / quando isso chegar aos tribunais.

№ 16

A caminho de um álbum brilhante

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Parece bem encaminhado, o quarto álbum dos DJANGO DJANGO. "GLOWING IN THE DARK" está previsto para 12 de Fevereiro e já tinha tido uma amostra aliciante em "Spirals", single que voltou a brilhar com uma remistura expansiva dos MGMT.

Mais dançável, o novo avanço para o sucessor de "Marble Skies" (2018) é precisamente a faixa-título e surge como uma luz de esperança para tempos difíceis, sinal de um disco motivado pela determinação de seguir em frente apesar de um contexto instável (em particular o político, com a situação actual do Reino Unido a ter algum peso na criação das novas canções).

David Maclean, produtor e baterista dos britânicos, diz que as outras inspirações para um dos temas mais electrónicos do grupo foram dos dias iniciais dos Prodigy à banda sonora do recente "Diamante Bruto", dos irmãos Safdie, assinada por Daniel Lopatin (AKA Oneohtrix Point Never). O resultado, no entanto, sugere antes o Beck da fase "Colors", o que também não é um mau ponto de chegada, até pelos tons garridos que passam pelo videoclip a cargo do ilustrador e designer gráfico português Bráulio Amado:

№ 17

Como criar um painel decorativo "neon" com LEDs

Quem se sentir fascinado pelos sinais neon, pode agora recria-los de forma bastante mais económica com fitas LED, com um resultado praticamente indistinguível do original.

No outro dia falei-vos do sistema XOD de programação visual para Arduino, hoje trago-vos o projecto que me deu a conhecer esse sistema: o de recriar um sinal neon animado com fitas LED.

No passado já tinha passado por projectos idênticos usando fitas LED comuns, e o resultado não era tão parecido com os neon originais quanto se desejaria - mesmo tentando disfarçar os LEDs com tubo difusor. No entanto, desta vez é usada uma fita LED que produz uma iluminação bastante mais uniforme, e que mesmo tendo o incoveniente de ter uma profundidade superior às fitas normais, neste caso até acaba por ser vantajoso para facilitar a fixação.

Depois, basta um Arduino para controlar a iluminação (neste caso, só para ligar / desligar diferentes segmentos, tal como seria feito num painel neon) e um pouco de tempo e paciência para criar o desenho no tamanho pretendido e guiar a fita LED pelos traços desejados.



№ 18

LEGO Technic McLaren Senna GTR

A LEGO vai arrancar o ano de 2021 com mais um super-carro icónico, o McLaren Senna na sua versão GTR de competição, e com preço bastante acessível.

Uma excitante novidade às pistas e ao panorama dos supercarros foi apresentada, o novo LEGO Technic McLaren Senna GTR que traz a emoção da velocidade aos fãs de automóveis e de LEGO, com este novo desafio de construção. Combinando o poder e a sofisticação sem rival da McLaren com a precisão do Grupo LEGO, o conjunto com 830 peças deste supercarro focado nas pistas não faz quaisquer cedências no que toca à engenharia ou ao estilo. O modelo segue-se a outros conjuntos como McLaren P1, o 7205 e o McLaren Senna; e é o primeiro supercarro McLaren a ser recriado em LEGO Technic.
O McLaren Senna GTR é um carro sem igual e esta pormenorizada réplica repleta de detalhes autênticos torna-o igualmente impressionante. Desde o motor V8 com pistões móveis, curvas aerodinâmicas, portas diédricas e uma pintura azul única, este modelo de 32cm de comprimento vai surpreender e acelerar corações, seja para dar brincar ou para expor.

O LEGO Technic McLaren Senna GTR (42123) vai estar disponível a partir de 1 de Janeiro de 2021 em LEGO.com e nas lojas a nível mundial, com um preço recomendado de 49,99€.

№ 19

Internet Archive preserva jogos e animações Flash

Depois dos jogos MS-DOS (e muitos outros), o Internet Archive começa também a preservar jogos Flash para a posteridade.

Estamos a pouco mais de um mês do fim do Flash e da sua remoção da maioria dos browsers modernos, e com isso será bastante mais difícil aceder a todo um vasto catálogo de conteúdos Flash que foram criados ao longo de várias décadas. Um catálogo que o Internet Archive quer preservar, com toda uma nova secção dedicada exclusivamente a conteúdos Flash que poderão continuar a ser vistos através de um emulador, permitindo que funcionem em qualquer browser sem necessidade de o terem instalado.

Embora há muito que o Flash esteja condenado, por ser um poço de vulnerabilidades e de ser um assassino da autonomia, vai seguramente deixar saudades. Ainda me recordo perfeitamente das incontáveis horas que perdi a jogar Desktop Tower Defense, que de tempos a tempos ainda voltava a revisitar e se mantinha tão divertido como sempre; e imagino que muitas mais pessoas também ainda gostassem de manter o acesso a alguns jogos Flash "nostálgicos".

Esperemos que todos eles venham a fazer parte da colecção no Internet Archive, para que não se tornem em mais uma vítima da evolução digital que nos corta o acesso aos conteúdos mais antigos.

№ 20

Passwords mais populares de 2020

Já faz parte da tradição anual revelar as passwords mais populares do ano, e para 2020 voltamos a ver velhas conhecidas, mas também algumas novas entradas no top 10.

A Nordpass revelou a lista das 200 passwords mais populares em 2020, com base na quantidade de vezes que foram expostas nas bases de dados que vão sendo reveladas na internet. Assim, para este ano, temos as seguintes passwords no top 10:
  1. 123456
  2. 123456789
  3. picture1
  4. password
  5. 12345678
  6. 111111
  7. 123123
  8. 12345
  9. 1234567890
  10. senha

Este top 10 está recheado de password bem conhecidas das tabelas dos anos anteriores, com o "123456" na primeira posição; mas temos também uma curiosidade - ou melhor dizendo, duas. Este ano temos duas estreias no top 10, com "picture1" a ter uma espantosa entrada directa para a terceira posição; e na décima posição temos uma entrada que demonstra o peso do mercado brasileiro e da língua portuguesa no mundo, com "senha" (nem quero saber que serviço actual ainda permite utilizar uma password com apenas 5 letras).

Obviamente, não fará mal espreitarem o resto da tabela, para ficarem com uma ideia das passwords que não devem utilizar (é mais que provável que browsers como o Chrome e Firefox vos alertem no caso de quererem usar uma destas passwords), mas confesso que fico curioso como é que foram apanhados mais de 18 mil utilizadores a usarem a mesma password "x4ivygA51F" (na 148ª posição). Alguém me consegue explicar isso?

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