PlanetGeek
№ 01

Xbox Series X|S com HDR automático nos jogos antigos

A Microsoft relembra os jogadores que a nova Xbox Series X trará benefícios também para os milhares de jogos das gerações anteriores.

Quem comprar um das novas Xbox Series X|S irá seguramente querer desfrutar dos novos jogos que forem criados de raiz para ela, mas a MS aposta também na melhoria dos jogos das gerações anteriores e que continuarão a poder ser jogados na nova consola. A plataforma Xbox conta com um historial de muitos milhares de jogos, que não deixam de ser divertidos só porque saiu uma nova geração, e já vimos alguns dos que irão contar com optimizações na data de lançamento.

Para além da redução nos tempos de carregamento graças ao SSD NVMe, esses jogos antigos irão ficar mais fluidos do que nunca, e contar com upgrade automático para HDR sem impacto no desempenho.

Na maioria dos casos, isso fará com que jogos que na Xbox One apenas corriam a 30fps ou abrandavam em situações de maior complexidade gráfica, poderão agora correr a 60fps sem qualquer soluço ou hesitação, como mostra o vídeo que se segue (para ver em modo 60fps, claro).

№ 02

Cinemas nos EUA tentam resistir ao Covid-19 com sessões privadas

Para fazer face à falta de espectadores e de estreias, os cinemas AMC estão a facilitar o aluguer das salas para sessões privadas por apenas $99.

O ano de 2020 vai ficar para a história como um ano negro para os cinemas por conta do Covid-19, sendo que a falta de espectadores, complementada pela falta de estreias, já vai fazendo temer o pior: com várias cadeias de cinemas a anunciarem que poderão encerrar definitivamente as portas.

Perante este cenário apocalíptico, há aqueles que tentam adaptar-se. Nos EUA, os cinemas AMC estão a disponibilizar o aluguer das salas para visionamentos privados, com até 20 pessoas, com preços que começam nos 99 dólares.

Claro que esse é o valor para filmes mais antigos, e filmes mais recentes poderão ter preços entre os $149 e os $349 - valores que penso que já irão contra o propósito inicial de atrair clientela que, ao longo deste ano, tem tido a oportunidade de resdescobrir a experiência de ver cinema em casa, com mais comodidade, e em muitos casos com melhor qualidade.

Mais preocupante é que não só não há ainda um possível final à vista para este período de pandemia, como os últimos números sempre crescentes fazem temer que se possa ser obrigado a recorrer a novos períodos de confinamento. Quando todas as grandes estreias que têm sido adiadas quiserem chegar ao público, se calhar ja não terão salas de cinema para o fazerem.

№ 03

App Science Journal passa para a Arduino


A app Science Journal da Google que transforma os smartphones em sensores está em processo de transição para a Arduino, e será necessário mudar para uma nova app.

Com esta app é possível usar a panóplia de sensores existentes nos smartphones para realizar todo o tipo de experiências, incluindo a utilização de sensores externos, tendo até já havido parcerias entre a Google e Arduino no sentido de potenciar essa ligação. Uma ligação que fica reforçada com o anúncio de que este projecto da Google será transferido para a Arduino, que dará continuidade com a sua app Arduino Science Journal (também para iOS).


A app Science Journal da Google continuará disponível na Play Store até 11 de Dezembro, sendo que a partir dessa data também deixará de funcionar a sincronização de dados recolhidos. No entanto, será possível exportar os projectos da app da Google para a nova app da Arduino; estando também prometido para breve mais melhorias na app, incluindo a sincronização com o Google Drive, que está em falta.

Com a app a estar agora sob a direcção da Arduino, podemos esperar uma integração cada vez mais forte da app com diversos módulos Arduino; podendo tornar-se num excelente ponto de partida para a entrada no mundo da electrónica e dos micro-controladores.
№ 04

iPhone 12 com A14 com ganhos ainda mais modestos do que se esperava

Com a chegada dos iPhone 12 a Apple aproveitou para, mais uma vez, promover as vantagens do seu novo SoC A14, mas por agora vai-se confirmando o que se temia, que as melhorias serão bastante modestas face ao anterior iPhone 11.

A Apple disse expressamente que o CPU do A14 é 50% mais rápido que "qualquer outro chip" num smartphone, mas o mesmo já tinha sido aplicado no iPad Air e veio a demonstrar que a melhoria seria afinal de 20% face ao A13. Para complicar mais as coisas, a aplicação nos iPhone seria previsivelmente limitada por maiores constrangimentos de bateria e dissipação, que faziam desde logo antever que o chip funcionaria a uma frequência mais reduzida, e é isso que se parece verificar.
O A14 nos iPhone 12 tem tido resultados nos benchmarks consideravelmente mais reduzidos que o A14 no iPad Air 4; e esses resultados são ainda melhor vistos em perspectiva quando se junta o anterior iPhone 11 Pro à mistura.
Olhando apenas para o resultado do CPU, o iPhone 12 atinge 167 mil pontos, superiores aos 138 mil do iPhone 11 Pro, mas aquém dos 183 mil atingidos pelo iPad Air 4, e o mesmo padrão se verifica em praticamente todos as áreas, com excepção do GPU, onde o iPhone 12 surpreendentemente até fica atrás dos resultados do iPhone 11 Pro.

Seja como for, o que fica demonstrado é que o iPhone 12, com tudo o que tem de bom, é um iPhone cujas capacidades acabaram por ser contrangidas - ainda mais do que era habitual - pela necessidade de ser lançado com 5G, e de ainda assim manter um nível de autonomia que não fosse inferior ao dos modelos anteriores. Daí que, mais que puxar ao máximo pelo A14, a Apple optou por afiná-lo para apenas ter um ganho minimamente aceitável, e assim reduzir o seu consumo energético.

Seguramente iremos ver o que este A14 (ou variante) será capaz de fazer quando a Apple revelar o seu primeiro CPU ARM destinado aos Macs, algo que se espera que venha a fazer já no próximo mês.

№ 05

HP Instant Ink aumenta acumulação de páginas mensais

A HP reviu as modalidades do serviço HP Instant Ink de tinteiros, com vantagens acrescidas para os clientes.

O serviço Instant Ink é o serviço da HP para quem não se quer preocupar com o preço dos tinteiros, e em vez disso pagar uma mensalidade fixa em função do número de páginas que imprime, que começa nos 2.99€ mensais para 50 páginas ou 4.99€ para 100 páginas - o anterior plano gratuito para 15 páginas mensais passa a custar 0.99€.

Até agora, o serviço permitia acumular o dobro das páginas mensais em caso de não utilização, pelo que quem subscrevesse 10 páginas e não as gastasse num determinado mês, no mês seguinte poderia gastar 200 páginas sem custos acrescidos. E agora, o limite de acumulação passa para o triplo, significando que seria possível acumular até 300 páginas.
Além disso, passa a haver uma nova modalidade para 500 páginas mensais (com acumulação até 1500 páginas), que se posiciona entre ans anteriores de 300 e 700 páginas, por €18.99; e uma de grande volume para 1500 páginas mensais com valor de €49.99.

Fazendo as contas ao custo por página:
15 páginas - 0,99 €/mês: 0.0660 €/pág.
50 páginas - 2,99 €/mês: 0.0598 €/pág.
100 páginas - 4,99 €/mês: 0.0499 €/pág.
300 páginas - 11,99 €/mês: 0.0399 €/pág.
500 páginas - 18,99 €/mês: 0.0379 €/pág.
700 páginas - 24,99 €/mês: 0.0357 €/pág.
1500 páginas - 49,99 €/mês: 0.0333 €/pág.


Embora não seja nada fã de serviços de subscrição, acabei por aderir ao HP Instant Ink devido ao volume de impressão relativamente reduzido (acaba por só ser usada para imprimir folhas de trabalho para o pequenito) e como forma de não ter que lidar com tinteiros reciclados. Além disso, neste sistema, é irrelevante se imprimem uma página apenas com uma linha de texto, ou uma foto a cores em página completa (o que podem fazer com resultados bastante bons se usarem papel fotográfico adequado, e que também se torna num bom método para gastar as folhas que tiverem em "saldo" a cada mês).

A ainda por cima, podem ficar com um mês gratuito por nossa conta. ;)

№ 06

Google Discover troca ajustes por coração

A Google está a mexer novamente no Google Discover (ex-Google Feed) e simplifica o processo de dizer do que se gosta com um simples toque.

O Google Discover é o conjunto de informações e notícias sugeridas pela Google que normalmente é apresentada no ecrã à esquerda do home screen, e que ao longo dos anos tem sido remodelada pela Google. No seu formato actual o cartão de cada notícia tinha um botão que permitia indicar se queríamos ver mais / menos conteúdos como aquele, para indicar à Google que tipo de coisas se achava interessante; mas agora o processo está a ser simplificado.

Na mais recente versão do Google Discover o botão de ajustes foi trocado por um único icon de um coração que nos permite dizer, com um só toque, os conteúdos que mais gostarmos - e sem nos obrigar a dizer aquilo que não gostamos (embora continuem disponíveis as opções no menu expandido, para que não voltem a ser mostradas notícias sobre determinado tópico ou de determinado site).

Por falar nisso, não se esqueçam que podem facilmente adicionar o AadM ao vosso feed de notícias, bastando segui-lo no Google News. :)

Eu sou um grande fã do Google Discover desde os seus tempos iniciais, e embora algumas alterações da Google tenham sido para pior (no meu caso pessoal), obrigando-me a retreinar o sistema para me apresentar as coisas que eu quero, continua a ser uma das minhas formas favoritas para ir acompanhando as novidades tecnológicas que vão aparecendo pelo mundo, e que muitas vezes passam a integrar o que por aqui vou partilhando convosco.

№ 07

Inteligência Artificial para pesquisas mais úteis



A Google quer que os utilizadores possam pesquisar de uma forma mais útil, tirando partido da Inteligência Artificial. No evento Search On deram a conhecer algumas novidades dentro desta temática.


Durante o evento Search On (https://searchon.withgoogle.com)  mostramos como estamos a levar a IA mais avançada para os nossos produtos de forma a promover a missão da Google de organizar a informação do mundo e torná-la universalmente acessível e útil. Caso pretenda poderá assistir à apresentação completa de Prabhakar Raghavan, Senior Vice President  e de outros responsáveis da Google no link acima. Achamos também que pode ser também útil partilhar informação detalhada sobre o que anunciámos no evento.


  • Acesso a informação de alta qualidade durante a Covid 19 no Google Maps

  • Utilização de uma nova abordagem baseada em IA para entender e identificar os momentos-chave em vídeos.

  • Pesquise o que vê e explore as informações em 3D através do Lens e da RA na Pesquisa Google

  • ... E se não souber como pesquisar, basta cantarolar para pesquisar, e os nossos modelos de IA conseguem cruzar a melodia com a música certa


Durante o evento, também partilhámos a nossa visão sobre o que diferencia a Pesquisa da Google. Acreditamos que existem quatro elementos chave que formam a base de todo o nosso trabalho para melhorar a Pesquisa e responder a trilhões de consultas todos os anos: 1) Entender todas as informações do mundo, 2) Oferecer informação de alta qualidade, 3) Privacidade e segurança de topo, 4) Acesso aberto para todos. Estes elementos chave são há muito tempo o centro da nossa abordagem e é o que torna a Google útil e confiável para mais de mil milhões de pessoas que nos procuram todos os dias para encontrar informação.


Para mais informação, consulte o nosso blog

№ 08

Galaxy S21 e S21 Ultra revelados

Imagens daqueles que serão os próximos Galaxy S21 e S21 Ultra da Samsung já estão a circular na internet.

Com os iPhone 12 revelados, as atenções viram-se já para os próximos grandes lançamentos, que no caso da Samsung se traduzem pelo próximo modelo da sua icónica família Galaxy S, e que poderão chegar mais cedo do que o habitual.

A nova vaga de Covid-19 deita por terra qualquer expectativa que a normalidade nos eventos pudesse regressar neste final de ano (ou no próximo), o que significa que não teremos CES ou MWC nos formatos habituais, tudo indica que a Samsung irá optar por revelar os Samsung S21 unicamente em evento digital já no início de 2021. E segundo as imagens que surgiram, teremos um Galaxy S21 que segue as linhas dos modelos anteriores, mas com margens em redor do ecrã ainda mais reduzidas e um novo estilo para o módulo de câmaras na traseira.
Segundo as informações, o Galaxy S21 deverá adoptar um ecrã de 6.2" e medir 151.7 x 71.2 x 7.9mm, enquanto o S21 Ultra terá ecrã entre os 6.7" e 6.9" e dimensões de 165.1 x 75.6 x 8.9mm, com quatro câmaras no modelo Ultra e três câmaras no normal. É ainda esperado um Galaxy S21 Plus, mas a grande questão serã saber se a Samsung segue a táctica da Apple e lança um Galaxy S21 "mini". É algo que espero que possa vir a acontecer na geração S22, caso o iPhone 12 mini venha a ter adesão suficiente do mercado.

№ 09

Como saber se um smartphone Android é compatível com apps Google Camera

Há uma pequena app que ajuda a descobrir se se pode usar a app da câmara da Google num smartphone Android sem suporte oficial: a Camera2 API Probe.

As câmaras são um dos elementos a que mais valor se dá num smartphone, e acaba por ser um pouco frustrante que muitas vezes o resultado deixe a desejar não pelas câmaras que o smartphone tem, mas sim pelo facto do fabricante não se preocupar em tirar o máximo proveito delas. Daí que existe uma imensa procura pela app Gcam (Google Camera) usada nos Pixel, mas modificada para funcionar noutros smartphones. Com ela, os resultados podem transformar-se por completo, e situações em que os resultados na app de câmara oficial do smartphone seriam inutilizáveis, podem tornar-se numa grande surpresa para melhor, especialmente quando se pode ver coisas como o modo nocturno da Google em acção.

Há imensas variedade de apps Gcam modificadas para um grande número de smartphones, mas para que a app possa funcionar há um elemento crítico que o smartphone deve suportar: o acesso à API Camera2. E para ajudar a tirar as dúvidas, é precisamente isso que nos diz esta app Camera2 API Probe.

Se app indicar que o smartphone tem a API acessível, há boas probabilidades que possam correr uma das apps disponíveis - mesmo que não tenha sido feita especificamente para o vosso modelo de smartphone, desde que escolham uma que se aproxime o mais possível do hardware do mesmo (chipset, câmaras). E provavelmente também é indicador de que deverá ser apenas uma questão de tempo para que surja uma app para ele. Por outro lado, se app indicar que a API está indisponível, as coisas complicam-se. Na maioria dos casos será preciso ter acesso root para activar a API, mas há smartphones em que é possível activar a Camera2 API sem root (como acontecia o caso do Xiaomi Mi A2). Seja como for, preparam-se para ter mais trabalho.
№ 10

MS continua a impingir apps e reiniciar Windows 10

Para além dos reboots indesejados, a MS está também a usar o Windows 10 como painel publicitário para as suas apps, adicionando-as sem pedir autorização ao Start Menu.

É mais que frustrante constatar que, mesmo após mais de três décadas de desenvolvimento, o Windows continue a frustrar os utilizadores de forma acrescida - por esta altura já mais que seria de exigir um sistema de actualizações que dispensasse por completo a necessidade de qualquer reboot, e no entanto, eles permanecem, e vão sendo feitos de forma cada vez mais abusiva, sem qualquer respeito pelo trabalho que o utilizador pudesse estar a fazer. Mas, ainda mais irritante, é vermos que a MS está a tratar o Windows como um espaço publicitário, achando-se com o direito de poder adicionar as apps que bem entender ao Start Menu, sem sequer pedir qualquer tipo de autorização.

Muitos utilizadores estão a olhar para os seus Windows 10, vendo que para além de mais um reboot indesejado, passaram a ter no Start Menu toda uma nova secção dedicada a apps da Microsoft.

Dentro do abuso, até nos podemos dar por felizes de que não se tratem de apps tradicionais que ocupariam gigabytes de espaço, mas apenas de links para as versões online das apps do Office - mas não que isso sirva de desculpa. A coisa quase poderia ser tolerada no caso do Windows 10 ser disponibilizado gratuitamente, mas é preciso lembrar que tal não é o caso. O Windows 10 continua a ser um sistema operativo pago, e é absurdo ver que ainda assim se tem que levar com publicidade indesejada, instalada à força.

Será que a MS também se quer pôr a jeito para ser visada na esperada legislação europeia que visa limitar os abusos dos gigantes tecnológicos norte-americanos? É que estar a apoderar-se do Windows 10 dos utilizadores para seu próprio proveito parece-me ser uma excelente forma de relembrar que também aí precisam haver limites.

№ 11

Reino Unido vai (finalmente) proibir uso de telemóveis ao volante

O Reino Unido vai finalmente fechar a porta ao uso do telemóvel enquanto se conduz, e que era possível devido à proibição demasiado específica referente a "comunicações interactivas".

No Reino Unido é proibido pegar num smartphone para fazer chamadas ou enviar mensagens enquanto se conduz, mas era legal pegar no smartphone para tudo o resto: tirar fotografias ou selfies, ver o estado do tempo, visitar websites, ou tudo o mais que pudessem desejar fazer, desde que não fossem "comnunicações interactivas". Um efeito indesejado de uma lei demasiado específica, mas que vai ser corrigida no próximo ano.

Assim, passará a ser proibido pegar no smartphone enquanto se conduz, seja qual for o motivo, com uma única excepção a ser feita para efeitos de pagamento com o veículo parado - contemplando situações como o pagamento em serviços drive-thru.

Continuará a ser permitido o uso do telemóvel, mas apenas em modo "sem-mãos", que deverá ser devidamente configurado antes de se iniciar a marcha. Algo que contrariou as intenções de alguns proponentes da proibição total do uso de telemóveis / smartphones enquanto se conduz, já que o factor de distracção continua a ser elevado mesmo quando se fazem chamadas em modo mãos livres. Algo que acho que todos podem comprovar isso, pois muitas vezes quando se desliga a chamada e se volta ao mundo real somos confrontados com o pensamento "ui, já cheguei aqui?", mesmo sem se ter noção de como se foi a conduzir até lá.
№ 12

Browser Vivaldi ganha jogo Vivaldia

O browser Vivaldi passa a ter um jogo integrado, chamado Vivaldia, para quem quiser passar um pouco de tempo.

Não querendo ficar atrás do Chrome, com o seu jogo do dinossauro, também o Vivaldi passa a contar com um jogo do mesmo estilo, mas com gráficos bastante mais elaborados. O Vivaldia é também um jogo de scrolling lateral, mas bastante mais elaborado.


Por outro lado, ao contrário do que acontece no Chrome, onde o jogo do dinossauro aparece automaticamente quando não temos ligação à internet, neste caso temos que o lançar especificamente, quer através dos links na home page, ou escrevendo "vivaldi://game" na barra de endereços.

O jogo está disponível tanto na versão desktop como na versão Android.

№ 13

Android 11 compromete a sincronização no Google Photos

A maior protecção de acesso a ficheiros no Android 11 está a resultar em trabalho adicional que a maioria dos utilizadores não irá apreciar.

Quem tiver um smartphone com Android 11 arrisca-se a enfrentar um trabalho inglório caso tenha por hábito fazer alterações em fotos noutros equipamentos e ter tudo sincronizado via Google Photos, já que o dispositivo Android 11 irá chateá-lo constantemente com pedidos de autorização para fazer essas alterações.

Na origem do problema está o novo Scoped Storage estreado no Android 11, que visa limitar o acesso das apps aos conteúdos. O problema é que a Google parece não ter contemplado a necessidade de se querer dar acesso permanente a certas apps, pelo menos, não com a versatilidade desejada. O Android 11 permite que a app de galeria de fotos do sistema tenha acesso permanente às fotos, mas não dá qualquer opção para que o utilizador possa querer que essa gestão seja feita por outra app - ou melhor dizendo, todas os fabricantes que pré-instalarem as suas próprias apps de galeria de fotos estarão a impedir que o Google Photos possa ter acesso (como acontece nos Pixel).

O resultado poderá passar despercebido a quem só der uso ao Google Photos para manter um backup das suas fotos, mas revela-se incrivelmente irritante para quem fizer coisas como editar as fotos e albuns do Google Photos num tablet e depois as queira ver no smartphone.

Será preciso que a Google contemple esta necessidade de que certas apps, como as de galerias de fotos, precisarão de ter acesso especial, para que a experiência de utilização de um dispositivo Android 11 não seja um retrocesso face às versões anteriores.

№ 14

E se "Stranger Things" tivesse walkers?

"THE WALKING DEAD: WORLD BEYOND" tenta injectar sangue novo no mundo pós-apocalíptico criado por Robert Kirkman, naquele que é o segundo spin-off da saga de zombies. Mas os dois primeiros episódios da série, exibidos no AMC, são mais de reconhecimento do que de surpresa.

The Walking Dead World Beyond.jpg

Em equipa que ganha não se mexe e a versão televisiva de "The Walking Dead" (universo que começou na BD) tem seguido quase à risca esse preceito. É verdade que a aposta que marcou um antes e um depois na abordagem à mitologia dos zombies (ou walkers, neste caso) já disse adeus a várias personagens icónicas pelo caminho e contou com uma primeira expansão na série "Fear the Walking Dead" (acabada de chegar à sexta temporada), só que não faltam fãs que acusam a saga de andar em círculos há muito, incapaz de recuperar o rasgo que a tornou um dos maiores fenómenos televisivos do seu tempo.

"THE WALKING DEAD: WORLD BEYOND", o segundo spin-off, nem sequer vai ser o último (haverá pelo menos mais um na televisão, além de três filmes centrados em Rick Grimes), mas por agora é o que promete desviar estas aventuras de uma rotina focada na luta interminável pela sobrevivência. À partida, conta com alguns elementos particulares: ambientada numa pequena comunidade de sobreviventes no Nebraska, dez anos depois do apocalipse zombie, propõe acompanhar a primeira geração que cresceu num mundo já devastado pela ameaça dos walkers, e por isso centra-se em protagonistas mais jovens: duas irmãs adolescentes e dois amigos que se fazem à estrada para tentar encontrar o pai delas.

World Beyond.jpg

Embora os protagonistas até sejam substancialmente diferentes dos que fomos conhecendo até aqui, não é preciso ir além do primeiro episódio para perceber que o maior entrave desta jornada nem são tanto os mortos renascidos de forma grotesca, mas os vivos, e em especial uma unidade militar que se perfila como principal antagonista desta variação da saga. Essa já era, aliás, a lição a tirar tanto de "The Walking Dead" como "Fear the Walking Dead", e se aí esta série descendente não inova, também não parece mudar muito numa história igualmente on the road, a partir do final do primeiro episódio, e vincada por dificuldades sucessivas numa lógica de jogo de pistas.

Além da aproximação estrutural, não ajuda que o arranque seja bastante rudimentar, com uma narrativa atabalhoada (sobretudo nos flashbacks e com pelo menos uma coincidência forçada), demasiados diálogos sem chama e muitas vezes explicativos e um elenco irregular, embora se mostre mais confortável no segundo capítulo. Até a selecção da banda sonora gera reservas, com "Silence", belo tema de PJ Harvey, a pairar em muitas cenas sem fazer grande sentido em algumas (chegando a soar a ruído).

Nico Tortorella.jpg

Mesmo assim, "THE WALKING DEAD: WORLD BEYOND" melhora ligeiramente à medida que vai avançando, ao ir estabelecendo a dinâmica entre os quatro jovens protagonistas com direito a uma leveza e descontração que tentam um desvio do tom das sagas antecessoras - e a sugerir que "Stranger Things", outro relato coming of age numa pequena comunidade atormentada por monstros, terá sido uma das influências. O segundo episódio também começa a explorar o passado de mais figuras desta nova história, como a do soldado interpretado por Nico Tortorella, que tenta proteger as duas irmãs. O seu arco, marcado pela rejeição por parte de pais homofóbicos, não é muito imaginativo face a outras crónicas LGBTQ+, mas pode estar aqui uma personagem gay que foge a alguns estereótipos de representação no mainstream.

Scott M. Gimple e Matthew Negrete, os criadores da série, transitam das equipas das sagas anteriores (nas quais foram produtores executivos e argumentistas) e isso, para já, acaba por se notar demasiado - por muito que também ajude a garantir a partilha do mesmo ADN nesta descendente. De qualquer forma, há uma grande diferença assinalável: ao contrário de "The Walking Dead" e "Fear the Walking Dead", "THE WALKING DEAD: WORLD BEYOND" nasceu já com um morte anunciada: a saga vai contar apenas com duas temporadas, de dez episódios cada, e nesse aspecto não levará ninguém ao engano. A menos que inspire, também ela, mais um ou outro spin-off...

"THE WALKING DEAD: WORLD BEYOND" é exibida no AMC às segundas-feiras, a partir das 22h10.

№ 15

How to Implement a PHP Template Engine that Can Work with JavaScript and Python

By Manuel Lemos
Template engines are very useful to separate programming logic from presentation logic.

Some applications may need to generate the same presentation from templates either on the server side with a language like PHP, or with on the browser side language like JavaScript.

The package implements a template engine that works in multiple languages including PHP and JavaScript.

This way developers can use this package PHP and JavaScript versions to render the same site presentation using the same template files.
№ 16

Splice oferece Ableton Live 10 Lite gratuito

A Splice está a ofecer o Ableton Live 10 Lite a todos os que se registarem no seu seu serviço até ao final do ano.

O Splice é um serviço de subscrição de samples, mas em que qualquer pessoa se pode registar gratuitamente sem necessidade de efectuar qualquer pagamento ou introdução de métodos de pagamento, e que está a disponibilizar uma prenda de Natal adiantada e prolongada a todos os membros: o acesso ao Ableton Live 10 Lite.

O Ableton Live 10 é um dos mais populares programas "DAW" de música, e embora a versão Lite seja mais limitada que a versão completa, é um programa que mesmo assim não costuma estar disponível gratuitamente de forma directa, sendo normalmente oferecido apenas em conjunto com a aquisição de teclados MIDI ou outros equipamentos musicais. É por isso, uma excelente oportunidade para quem o quiser apanhar ou experimentar, sem ter que gastar um euro que seja.

Para isso só têm que criar uma conta no Splice, e de seguida:
  1. Ir à página Plugins
  2. Pesquisar por Ableton
  3. Clicar no Ableton Live 10 Lite
E lá terão acesso ao link de download do programa (para Windows ou Mac) e o número de série para introduzirem no programa após a instalação.

A oferta é válida até 31 de Dezembro de 2020, pelo que é aproveitar enquanto dura.

№ 17

13 anos de Aberto até de Madrugada

É verdade, já passou mais um ano, e entramos no 13º ano do Aberto até de Madrugada, que chega num momento peculiar, e também propício a mudanças.

Depois de se ter celebrado uma década de AadM, quase que dá vontade de celebrar "mais um" ano. Aquilo que me dá mais prazer ver é que, ao longo destes anos, passar pelo Aberto até de Madrugada se tornou parte da rotina diária das milhares de pessoas que por cá passam - e falo de rotina no sentido de hábito que se faz quase sem pensar, e não como "coisa chata" que se é obrigado a fazer. Para mim, escusado será dizê-lo que assim tem sido desde o primeiro dia, quando assumi o compromisso / desafio de manter a regularidade diária, que (incrivelmente, confesso) tenho conseguido manter, sem falha, ao longo destes 13 anos - também graças à ajuda continuada de várias pessoas, que de forma visível ou nos bastidores, vão dando o seu contributo.

É um desafio que tem sido mais que recompensado ao olhar para a vasta comunidade que se criou em torno deste site, e onde felizmente é possível ir mantendo uma discussão saudável sobre tecnologia, sem fanatismos, e sem cair na tentação de gerar polémicas propositadamente apenas para gerar cliques.

Vamos entrar no nosso 13º ano, um número carregado de superstições e que chega numa época complicada a nível global por conta do Covid-19, mas que também será propício a grandes mudanças. Desta forma, e em jeito de grande revelação, posso dizer-vos que em 2021 passarei a dedicar-me a tempo inteiro ao Aberto até de Madrugada e demais sites da família. :)

Uma decisão que só se pode tornar realidade graças a todos vocês, que por cá vão passando, e fazendo do AadM um site de sucesso que foi para além de todas as minhas expectativas, e pelo qual vos agradeço diariamente. Uma jornada que temos feito em conjunto, e que assim espero que continue por muitos mais anos.


Dando continuidade à tradição, temos nova mega-prenda para celebrar este aniversário: temos um Poco X3 NFC para ofecer.


Para participarem só têm que ir respondendo às perguntas que irão ser feitas no seguinte formulário ao longo dos próximos 13 dias.

Loading…


P.S. Manda a tradição que deixe um link para o post do aniversário anterior; e também para o primeiro post do AadM em 2007.

№ 18

Renault revela Dacia Spring eléctrico de 10.000€

A Renault parece querer acelerar a adopção dos carros eléctricos nos segmentos mais económicos, e para isso propõe um Dacia Spring eléctrico com preço imbatível de 10 mil euros.

Não há qualquer motivo para que os automóveis eléctricos sejam mais caros que os automóveis com motores a combustão, infinitamente mais complexos de produzir, e com o Spring eléctrico (em tudo idêntico a um Duster) a Renault / Dacia parece finalmente começar a demonstrá-lo, já que mesmo com características modestas, terá um preço de apenas 10 mil euros! Para referência, o Duster com motor a combustão tem preço a começar nos 14 mil euros cá em Portugal.

Obviamente que não se podem esperar milagres, e por este preço temos um carro com motor de apenas 33kW e uma bateria de 26.8 kWh, mas que ainda assim permitem percorrer 225 km (WLTP), ou ainda mais no seu terreno preferencial, em circuito citadino, com 295 km (WLTP City).

A Renault diz que o Spring eléctrico estará disponível já na Primavera de 2021, e resta-nos esperar que o seu preço final em Portugal não seja demasiado inflacionado face ao valor indicado.
№ 19

Homem perde 200 vezes em máquina de agarrar brindes

As máquinas de tentar agarrar brindes são imensamente populares no Japão, mas depois de 200 tentativas sem conseguir apanhar nada, um homem achou que estava na hora de chamar a polícia.

Há limites para tudo, e depois de 200 tentativas falhadas num salão de jogos da SEGA no Japão, é compreensível que o jogador ficasse com bastantes dúvidas quanto à seriedade do funcionamento da máquina - que algumas pessoas já consideram serem autênticas fraudes destinadas unicamente a comerem moedas sem darem qualquer brinde. Mas a melhor parte ainda estava para vir.

Depois de chegar ao local e perante as queixas, a polícia convidou um dos funcionários a demonstrar que as queixas não tinham mérito; só que mesmo depois de mais 300 tentativas, também o funcionário foi incapaz de apanhar qualquer prémio - só o tendo conseguido depois de alterar a posição dos mesmos no interior da máquina, após o qual também o queixoso original conseguiu apanhar o prémio pretendido.


№ 20

Wiko 61 chega com um ecrã de 6" por 99€


WIKO Y61apresenta-se com um ecrã de 6” e uma bateria de 3000 mAh, que segundo a marca, promete ser capaz de disponibilizar carga para um dia de utilização sem preocupações.


Se procuras um smartphone com um ecrã panorâmico XLvelocidade 4G e energia para um dia inteiro de utilização, o novo Y61 da WIKO, empresa europeia de smartphones, é a opção certa! Este novo equipamento oferece ainda 16GB de memóriaAssistente do Google e o Simple Mode.
 
ECRÃ PANORÂMICO XL DE 6” E BATERIA GRANDE
Graças ao grande ecrã panorâmico XL de 6”, podes ver todos os teus conteúdos de forma mais clara e ampla – embora grande, este smartphone adapta-se na perfeição à tua mão graças às suas bordas estreitas e compactas. Quer queiras visualizar feeds de notícias ou vídeos, a tecnologia IPS integrada torna a leitura de texto e a visualização de imagens mais nítida a partir de qualquer ângulo.
A sua bateria de 3000 mAh dá-te a energia de que precisas e acompanhar-te-á durante todo o dia enquanto publicas, envias mensagens, assistes a vídeos e jogas. Graças à tecnologia de processador de 12 nm é possível reduzir o consumo de energia em até 30% (vs 28 nm).
 
EXCELENTE PERFORMANCE, ARMAZENAMENTO E VELOCIDADE 4G
processador Quad-Core permite-te mudar de forma suave de aplicação em aplicação, oferecendo assim uma experiência perfeita, impulsionada por 1GB de RAM para facilitar a multitarefa. Graças à velocidade 4G é muito rápido navegar na Internet, passar tempo nas redes sociais ou fazer o download/upload de conteúdos em alta velocidade.
Os 16GB de memória – expansíveis a 256GB adicionais via cartão MicroSD – permitem-te armazenar todas as tuas lembranças, faixas de música e aplicações.
O novo Y61 possui muitos recursos fáceis de usar, como o botão Assistente do Google e o Simple Mode, que permite incluir no ecrã principal as tuas aplicações favoritas, contactos principais, configurações e muito mais, adicionando e ordenando como desejares. Conta com o AndroidTM 10 Go EditionDual SIM e função de Desbloqueio Facial para que possas aceder ao teu equipamento com apenas um olhar.
 
CÂMARA ESSENCIAL PARA QUALQUER MOMENTO
Com todos os elementos essenciais, tanto a câmara traseira de 8MP como a frontal de 5MP estão configuradas para capturar grandes momentos. A integração perfeita com a Galeria Go e o Lens Go facilita a gestão de imagens e a tradução de texto. Adiciona o teu próprio toque especial com os modos Bokeh e Embelezamento. Graças à função Storage Smart nunca ficarás com pouco espaço de armazenamento: sempre que tirares uma fotografia ou filmares um vídeo, esta função faz um cálculo da memória que te resta no smartphone e deixa-te uma indicação no ecrã de até onde podes ir ou se tens espaço suficiente.
 
Com um design moderno e acabamento brilhante, o novo Y61 está já disponível em Portugal por um preço recomendado de 99,90€ na cor Deep Grey. Este equipamento inclui uma capa de proteção e vidro de cristal temperado para proteger contra quedas e riscos. 

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