PlanetGeek
№ 01

Red Velvet Cake foi o nome escolhido para o Android 11


Com o Android 10 a Google deixou de dar nomes de doces e sobremesas ao seu sistema mobile, mas internamente essa tradição mantém-se, e o Android 11 seria o Red Velvet Cake.


A associação do Android aos doces vem praticamente desde a sua origem, com o Android 1.5 a ter sido designado por Cupcake, em 2009. Essa tradição manteve-se ao longo de uma década até à chegada do Android 10, que surpreendeu os fãs ao ser apresentado pela Google como simplesmente Android 10 e sem qualquer referência a doces começados por Q.

Só que depois foi revelado que internamente o Android 10 continuou a ter um nome de projecto relacionado com doces, "Quince Tart", e que se tivesse optado por manter um nome de doce para o público iria ser chamado de "Queen Cake" - e o mesmo acontece com o Android 11, que internamente foi baptizado de Red Velvet Cake.

Assim sendo, a lista dos nomes das versões do Android passa a ser:
  • Android 1.5 Cupcake
  • Android 1.6 Donut
  • Android 2.0 Eclair
  • Android 2.2 Froyo
  • Android 2.3 Gingerbread
  • Android 3.0 Honeycomb
  • Android 4.0 Ice Cream Sandwich
  • Android 4.1 Jelly Bean
  • Android 4.4 KitKat
  • Android 5.0 Lollipop
  • Android 6.0 Marshmallow
  • Android 7.0 Nougat
  • Android 8.0 Oreo
  • Android 9 Pie
  • Android 10 (internamente Quince Tart / Queen Cake)
  • Android 11 (internamente Red Velvet Cake)

Agora a questão que se coloca é: continuaremos a ter versões numéricas sempre crescentes; ou chegará a um ponto em que isso se comece a tornar ridículo e se considere mudar para algo como o ano de lançamento? Poderia simplificar algumas coisas, mas temo que não seria do agrado da Google nem dos fabricantes tornar ainda mais visível que a maioria dos smartphones Android vinha com sistemas dos anos anteriores.
№ 02

Good Sudoku quer trazer Sudoku de alto-nível para os smartphones


Há um novo jogo de Sudoku para iOS, que chega com o desejo de se tornar no melhor jogo de Sudoku de sempre, e o seu nome é Good Sudoku.

Existem centenas (milhares?) de jogos Sudoku disponíveis para os smartphones, mas para Zach Gage nenhum deles estava à altura do desafio que o Sudoku de alto nível exige. Já muitos terão resolvido sudokus de nível fácil e médio, mas a certa altura as coisas começam a complicar-se, deixando de haver os caminhos "fáceis" a que se está habituado. Níveis que nos levam a coisas como este "Miracle Sudoku":


Daí a origem deste Good Sudoku para iOS, que não só irá apelar aos jogadores que procuram jogos Sudoku que ofereçam maior dificuldade, mas que também servirá para que os iniciados aprendam as técnicas necessárias para evoluírem.

O jogo disponibiliza várias ferramentas que se tornam indispensáveis para os níveis mais elevados, como a possibilidade de fazer anotações sobre os números possíveis / impossíveis para cada célula, assim como modos de visualização que facilitam o trabalho mais moroso de fazer a leitura global das células. A experimentar, tanto por quem é fã do Sudoku, como quem deseja dar os primeiros passos nestes puzzles matemáticos para exercitar os neurónios.
№ 03

Como criar um smart mirror com touch com um Raspberry Pi


Aproveitar um monitor ou televisor velho para criar um "espelho inteligente" é sempre uma boa proposta, e é algo que pode ser feito de forma económica e com relativa facilidade, como demonstra este projecto.

Projectos de smart mirrors há com fartura na internet, quase sempre recorrendo ao versátil Raspberry Pi, e este não é excepção. E na verdade, também ele segue o caminho mais "fácil" (não que seja de criticar) ao recorrer ao excelente software open-source MagicMirror2 - já que seria um grande erro estar a querer reinventar a roda quando ela já existe.

A particularidade que diferencia este projecto é que, ao contrário da maioria dos espelhos inteligentes, que se limitam a servir para apresentação de informação com interactividade reduzida, neste caso são usados dois sistemas que lhe dão total interactividade: uma câmara que lhe permite fazer reconhecimento facial e fazer diferentes acções consoante a pessoa em frente ao espelho, e a utilização de uma moldura IR que transforma o espelho num touchscreen gigante (uma para um monitor de 24" pode custar 40 euros, uma para um de 55" poderá custar 80 euros).

E assim, ficam com um discreto espelho que se pode colocar no hall de entrada, mas com capacidade para mostrar a previsão do estado do tempo, eventos marcados na agenda, as últimas notícias, permitir controlar o Spotify, acender / apagar as luzes da casa, ligar / desligar o alarme, etc. etc.

№ 04

iPhone 12 com cabos Lightning entrançados?


Esperando-se que os iPhone 12 venham sem carregadores nem EarPods, a Apple prepara-se para incluir um cabo Lightning de maior qualidade.

Talvez como forma de se preparar já para uma eventual retaliação para a manutenção dos preços dos iPhones ao público sem fazer qualquer desconto pela remoção do carregador e EarPods, parece que a Apple irá adoptar um cabo lightning de maior qualidade que os seus cabos tradicionais.

[Cabo lightning oficial da Apple após alguns anos de uso]

Os cabos Lightning que a Apple tem incluído com os iPhones têm propensão para começar a rachar na parte da ficha, e também começarem a abrir na parte da junção do cabo com a ficha.

new lightning cable pic.twitter.com/psW670omTS
— 有没有搞措 (@L0vetodream) July 23, 2020


Segundo um leak no Twitter, para os iPhone 12 a Apple utilizará cabos Lightning entrançados, que lhes deverão dar maior durabilidade, mas permanecem os receios sobre a sua resistência a longo prazo.

... Claro que nesta altura, com os iPhones que suportam carregamento wireless, este problema da utilização de cabos pode ser completamente evitado - que é o que tenho feito desde o iPhone X. :)
№ 05

Investigadores criam primeiro material à prova de cortes


Investigadores britânicos e alemães dizem ter criado o primeiro material artificial à prova de cortes, tendo ido buscar inspiração à natureza.

O material, chamado Proteus, consegue a sua incrível capacidade de resistir aos cortes não por ser extremamente duro (como um diamante) mas por ser constituído por uma curiosa mistura inspirada na membrana celular das uvas e na concha de moluscos. A combinação de micro-esferas cerâmicas inseridas numa estrutura de alumínio porosa e semi-flexível, cria uma barreira que parece ser capaz de resistir a todo o tipo de tentativas de corte, já que a utilização de ferramentas de corte causa micro-vibrações no material que fazem com que a força exercida seja devolvida, destruindo as ferramentas.

O material é até capaz de resistir a corte com jato de água, pois a estrutura espalha a água e reduz drasticamente a eficiência do corte.

Se for mesmo tão bom como dizem, não deverá demorar muito para que se comecem a ver produtos de alta-resistência feitos em Proteus a chegar ao mercado.

№ 06

Rússia disparou arma anti-satélite no espaço


Os EUA e o Reino Unido estão a acusar a Rússia de ter realizado o teste de uma arma anti-satélite no espaço, que temem vir poder a ser utilizada contra os seus próprios satélites.

O teste terá sido feito por um satélite russo que oficialmente tem como missão a observação e avaliação de outros satélites russo em órbita, mas que a determinada altura terá disparado um projéctil a alta-velocidade em direcção a outro satélite russo, no entanto sem causar qualquer tipo de explosão ou nuvem de destroços. Ainda assim, e considerando que tem sido habitual a aproximação não autorizada de satélites russos aos satélites militares dos EUA, é natural a preocupação de que isto se torne numa escalada de tensões para uma verdadeira guerra espacial.

É fácil imaginar como será bastante apetecível que, em caso de guerra, se possa impedir todo o tipo de comunicações e até a capacidade de localização (como o GPS), bastando para isso destruir ou incapacitar algumas dezenas de satélites, com efeito exponencial para todas as unidades no solo, ar e mar. E infelizmente, como todas as guerras têm demonstrado, num cenário de guerra global, de pouco servirá qualquer "acordo de cavalheiros" que tenha sido feito anteriormente... já que caberá ao vencedor ditar as novas regras como muito bem entender.

Esperemos que o cenário de "guerra nas estrelas" popularizado por Ronald Reagan na década de 80 não se venha mesmo a tornar realidade, meio século mais tarde.
№ 07

Samsung lança o Z Flip 5G


Os dobráveis estão ainda a ar o primeiros passos, tendo ainda um longo caminho pela frente. A Samsung mostra continuar atenta a este segmento de mercado, reforçando o seu portefólio, com uma nova edição do Z Flip agora com suporte para redes 5G.



 Samsung Electronics Co. Ltd. anuncia o lançamento do Galaxy Z Flip 5G, um dispositivo único aliado às elevadas velocidades proporcionadas pelo 5G que pretende continuar a inspirar novas experiências móveis. Com o 5G em expansão, os utilizadores começam a ter cada vez mais noção do verdadeiro impacto que a rede do futuro tem na sua experiência de utilização dos dispositivos móveis e como esta irá ajudá-los a partilhar, a criar e a jogar mais de uma forma mais rápida.

Na Samsung, continuamos a colocar o poder do 5G nas mãos de milhões de consumidores. Continuamos a demonstrar o nosso compromisso de tornar o 5G mais acessível a mais pessoas”, disse Dr. TM Roh, President and Head of Mobile Communications Business, Samsung Electronics. "Estamos entusiasmados por trazer velocidade e conectividade de última geração ao Galaxy Z Flip, o que nos permite ampliar ainda mais o nosso portfólio de dispositivos 5G, e capacitar os nossos consumidores com experiências móveis que os vão ajudar a fazer aquilo que mais gostam".

Desempenho de Última Geração
O Galaxy Z Flip apresentou um formato elegante e compacto que veio reforçar o compromisso contínuo da Samsung de aumentar a sua categoria de equipamentos dobráveis. Agora com o 5G, o Galaxy Z Flip 5G vem disponibilizar velocidades incrivelmente rápidas naquele que é um dispositivo dobrável do tamanho da palma de uma mão, e que torna mais fácil do que nunca o utilizador estar conectado com seguidores, amigos e familiares.

O Galaxy Z Flip 5G é o primeiro dispositivo da linha Galaxy da Samsung a incluir o SOC Qualcomm® Snapdragon™ 865 Plus 5G. A nova plataforma que permite maximizar o poder do 5G através de um elevado desempenho e um processamento mais rápido e eficiente do dispositivo, nomeadamente, com imagens mais nítidas resultado de renderização gráfica aprimorada.

Design & Estilo 
O Galaxy Z Flip 5G traz a velocidade do 5G sem acrescentar volume, o que torna este dispositivo como um dos smartphones dobráveis 5G mais elegantes e compactos disponíveis no mercado. A Samsung acrescentou apenas os componentes necessários para dar acesso à conectividade 5G, mantendo o formato elegante e arrojado do Galaxy Z Flip com vista à sua portabilidade. O Galaxy Z Flip 5G estará disponível com duas novas cores premium, incluindo a Mystic Grey e a Mystic Bronze, o vidro apresenta um acabamento embaciado e suave ao toque que permite minimizar as dedadas.

Experiência Dobrável Melhorada
Desde que o Galaxy Z Flip foi lançado em fevereiro de 2020 que os consumidores se renderam ao seu formato revolucionário que lhes permitisse expressarem das mais diversas formas e imaginativas - com as mãos livres é possível fazer mais. Desta forma, a Samsung continua a atualizar a experiência dos utilizadores para que estes captem, visualizem, comuniquem e partilhem conteúdos de uma forma mais fácil com os seus amigos e familiares. Os consumidores podem agora obter a melhor experiência do Galaxy Z Flip com recursos ainda mais atualizados através do Galaxy Z Flip 5G.

  • Modo Flex – Graças ao formato exclusivo de dobra para a frente do Galaxy Z Flip, visualize e controle de forma mais simples e simultânea o conteúdo através de uma experiência de utilização personalizada. Quando o equipamento é colocado na posição livre, o ecrã divide-se automaticamente em dois de 4 polegadas cada para que o utilizador possa visualizar o conteúdo na metade superior da tela e controlar o mesmo na metade inferior .
  • YouTube com Modo Flex – Com o Flex Mode desfrute dos seus canais favoritos de Youtube. O streaming é transmitido na metade superior do dispositivo e o utilizador pode comentar, ler descrições ou navegar na metade inferior. Além disso, poderá usufruir de uma conta Youtube Premium durante 4 meses para uma experiência ininterrupta .
  • Câmara melhorada com o Modo Flex – Agora é mais simples que nunca registar imagens de outros ângulos com o Galaxy Z Flip. Se desejar registar vídeos em ângulos inferiores ou fotos vibrantes da sua refeição, basta tocar duas vezes no modo Flex para alternar a janela de visualização da câmara da parte superior para a metade inferior do dispositivo.
  • Multitasking – Multitasking sem esforço com a utilização da Multi-Active Window através da Multi-Window Tray que permite fazer drag and drop das aplicações que queremos utilizar. 
  • App Pair – Abra e aceda em simultâneo a duas aplicações utilizando a App Pair na Multi-Window Tray, por exemplo partilhar fotografias com um amigo, a Galeria e as aplicações de Mensagens irão abrir ao mesmo tempo.
  • Multi-window Tray – A Multi-window Tray faz parte de uma integração mais robusta do Edge Panel, que oferece uma maior comodidade, ao dar acesso a mais aplicações.

Disponibilidade
O Galaxy Z Flip 5G estará disponível em Mystic Gray e Mystic Bronze nos mercados selecionados a partir do próximo dia 7 de agosto de 2020. 
№ 09

Coimbra

Estas fotografias estão licenciadas com a CC-BY-SA-4.0
№ 10

App Android da DJI levanta preocupações


Investigadores partilharam as suas suspeitas sobre a app oficial de controlo de drones da DJI para Android, DJI Go 4, dizendo que recolhe dados excessivos que são enviados para a China e que tem capacidades semelhantes à de malware.

Uma empresa de segurança analisou a app DJI Go 4 e diz que a mesma levanta inúmeras questões quanto à privacidade e segurança. A app fazia a recolha de toda uma série de dados do equipamento, que eram enviadas para a China (sendo isso feito por um SDK que entretanto a DJIO já removeu), a par de código obfuscado que dificulta a sua análise (como muito malware faz), e a capacidade de fazer o download e instalação de código sem passar pela Play Store.

Lido sem contexto, parece realmente uma série de questões preocupantes, mas que na prática têm respostas simples - se se quiser confiar na DJI, que já veio dar resposta a todos os pontos enumerados. A obfuscação do código e capacidade de download e actualização directa é utilizada para combater a utilização de versões modificadas da app, que tentam contornar as limitações de voo dos drones (por exemplo, em locais restritos como perto de aeroportos); outras questões têm a ver com a utilização de SDKs de integração com as redes sociais, sendo esses os responsáveis por recolher e enviar dados; e quanto às insinuações de "espionagem", a DJI refere que os drones para uso governamental tem firmware especial que nem transmite dados, e também uma app de controlo especial, não disponível para o público, e que é auditada de forma independente. Os investigadores acusavam também que a app se reactivava automaticamente quando se tentava encerrá-la, mas a DJI diz não ter conseguido replicar esse comportamento.

A DJI relembra ainda que tem feito todos os esforços para a criação de standards de segurança para os drones, que protejam a privacidade dos utilizadores e garantam que os mesmos só podem funcionar nos locais adequados.

Penso que seria "suícidio comercial" a DJI tentar fazer espionagem com a sua app, sabendo que seria uma questão de tempo para que isso fosse descoberto e arruinasse a sua reputação. Dito isto, é bom que haja empresas e pessoas individuais a investigar o funcionamento interno das apps e a levantar as questões necessárias, para que sejam devidamente explicadas.


P.S. Muitas das questões levantadas pelos investigadores não se aplicam à versão para iOS, pois o sistema impede desde logo muitos dos supostos abusos.
№ 11

Álbuns impressos Google Photos com portes gratuitos


Quem estiver curioso para ver que tal são os álbuns de fotografias impressos via Google Photos, pode aproveitar a oportunidade para poupar uns euros nos portes até 26 de Julho.

O serviço de álbuns de fotos impressos está disponível no Google Photos há bastante tempo, mas os portes de envio de 5.99 euros podiam fazer com que muitos curiosos se mantivessem afastados. Pois bem, agora não há desculpa. A Google está a oferecer os portes de envio nos álbuns de fotografia até 26 de Julho.

Os preços dos álbuns são de:
  • Álbum de 7" : €12.99 para 20 páginas
  • Álbum de 9" (capa dura): €22.99 para 20 páginas
    (podendo adicionar-se mais páginas se se quiser)
O preço do envio é, normalmente:
  • Económico: 5-8 dias úteis, €5.99
  • Prioritário: 4-7 dias úteis, €13.99
É precisamente o modo económico que está de momento disponível gratuitamente (até dia 26), e considerando que a diferença para o prioritário é de apenas um dia, não me parece que se justifique optar por esse a não ser nos casos mesmo mais urgentes.

Dava mais jeito a oferta chegar depois do período de férias, mas mesmo assim, é da maneira que podem registar para a posteridade as fotos que tiraram do período do Covid-19, ou aproveitar para compilar aquelas fotos favoritas num álbum físico. Por aqui, aproveitei também para fazer uns álbuns com fotos do pequenito, para oferecer aos avós. :)
№ 12

Windows 10 e Office em saldo desde €10 na Goodoffer24


Bem a propósito do aumento do número de pessoas que passou a trabalhar a partir de casa por causa do coronavirus, temos nova mega-promoção da Goodoffer com diversas versões do Windows e Office a preço reduzido.


A Goodoffer24 está a levar a cabo uma nova promoção que dá acesso a descontos para todos os seus produtos de software. Para começar, temos os descontos habituais, de até 30% para a maioria dos produtos de software usando o código de desconto: AB30.

Windows

Windows 10 Pro Professional CD-KEY (32/64 Bit) 10,77€
Windows 10 Pro Professional CD-KEY (32/64 Bit) (2 PC) 15,39€
Windows 10 Enterprise 2019 LTSC 9,86€
Windows 10 Home (32/64 Bit) 10,31€

Office

Microsoft Office 2016 Pro Professional Plus CD-KEY (1 PC) 32.19€
Microsoft Office 2019 Professional Plus CD-KEY (1PC) 30,09€

Windows + Office Bundles

Windows 10 Pro + Office 2019 Pro - Bundle 36,39€
Windows 10 Pro + Office 2016 Pro - Bundle 38,49€
Windows 10 Home + Office 2016 Pro - Bundle 39.69€



O processo de compra é bastante simples, bastando ir adicionando os produtos pretendidos ao carrinho de compras, e inserir o código de desconto no campo respectivo antes de prosseguir para o checkout.


É possível fazer o pagamento via PayPal - o que é sempre recomendado como medida de protecção adicional - e que também demonstra que a Goodoffer24 não tem receio de dar essa facilidade aos seus clientes. Um dos nossos leitores disse recentemente que uma das chaves que tinha tentado utilizar (alguns meses após a compra) estava a dizer que era inválida, e que bastou contactar o suporte em [email protected] para que rapidamente lhe enviassem uma nova chave, funcional, sem qualquer complicação.

Não se esqueçam que no caso dos Windows 10 e Office, o download continuará a ser feito do site da Microsoft, com a compra a disponibilizar apenas as chaves para activar os produtos:
№ 13

Notícias do dia

Falamos com a Infinity Games, o estúdio nacional que criou os jogos Infinity Loop e Traffix, sobre a aventura de fazer jogos mobile em Portugal; descobrimos que o Android 11 tem como nome interno Red Velvet Cake; o Covid-19 continua a fazer estragos nos cinemas, com Star Wars e Avatar adiados para 2022; nas promoções temos um portátil Teclast F15 a €308 e uma base para monitor com hub USB 3.0 a €44; há um novo vidro Gorilla Glass Victus que promete ser mais resistente que nunca; e França também fecha portas à Huawei no 5G.

Antes de passarmos às notícias do dia, não deixem de participar no passatempo que vos pode valer uns earphones BT BlitzWolf Airaux AA-UM1. E, após quatro meses de interregno devido ao Covid-19, regressa o nosso meeting mensal já este sábado - em edição limitada a um máximo de 10 participantes.

Europa aprova compra da Fitbit pela Google - se não usar os seus dados



A compra da Fitbit pela Google está a ser alvo de análise por parte da União Europeia, que diz que o negócio só poderá avançar se a Google se comprometer a não utilizar os dados adicionais conseguidos à custa da Fitbit para obter ainda maior vantagem para o seu motor de pesquisa.

Um pedido que me parece algo estranho, já que me parece que isso será de todo impossível. Com a compra da Fitbit seria apenas uma questão de tempo até que a Google acabasse por unificar o serviço da Fitbit com o seu próprio Google Fit (para quem ainda não o utilizasse) - e por essa via acabaria por ter acesso aos desejados dados que permitem ficar com um registo mais detalhado de cada utilizador (se faz exercício, com que frequência, etc.) Isto para não falar de que, mesmo sem nada mais que o smartphone, também já saberá quantos passos dá, por onde anda, etc. Dizer para não usar os dados do Fitbit é o equivalente a pedir para ignorar a cor dos botões da camisa, depois de já saber todos os detalhes de cada peça de roupa que alguém veste.;P


Garmin offline após ataque de ransomware



Se notaram problema na ligação aos serviços da Garmin, o problema não era do vosso lado. A Garmin foi alvo de um ataque de ransomware que fez com que todos os seus serviços fossem encerrados, incluindo não só o site como também os centros de atendimento aos clientes, o serviço Garmin Connect, e até o flyGarmin de navegação aérea e algumas linhas de produção na Ásia.

Resta aguardar que a empresa revela mais detalhes, para se saber se este será apenas um dos ransomwares "do costume", ou se se trata de uma nova variante que obrigue as empresas a reforçar as suas defesas (se bem que, por esta altura, será conveniente que já todas tenham implementadas medidas adequadas para lidarem com a eventualidade de um ransomware entrar nos seus sistemas).


OnePlus envia email em CC para centenas de clientes



Quem já tiver cometido o erro de enviar um email para dezenas ou centenas de pessoas em CC (em vez de BCC) por engano, poderá ficar solidário com o funcionário da OnePlus que cometeu o mesmo erro.

O email seria referente a um inquérito sobre alterações feitas na actualização 10.5.11 e foi enviado com CC para centenas de utilizadores, fazendo com que todos os destinatários pudessem ver os emails de todas as outras pessoas para o qual foi enviado. Errar é humano, mas considerando que se trata de uma empresa como a OnePlus, que tal implementar algumas protecções adicionais para evitar que estes erros se repitam? Aliás, não sei porque é que os serviços de email não pedem uma confirmação inicial sempre que se tente enviar um email com mais de uma dezena de pessoas em CC.


CPUs de 7nm da Intel só para 2022 ou 2023



Enquanto a TSMC já vai testando a produção de chips em 3nm para lançamento em 2022, a Intel revelou que a sua transição para a tecnologia de 7nm só acontecerá no final de 2022 ou início de 2023. É um ano de atraso relativo aos planos anteriormente apresentados pela Intel, e que se tornam de importância crítica numa altura em que a Apple começa a fase de transição dos Macs para os seus próprios chips ARM.

O chip A14 que será usado nos iPhone 12 já irá ser feito em processo de 5nm, dando desde já vantagens imediatas em termos de desempenho e consumos, e seguramente estando preparados para passar para 3nm daqui a dois anos, assim que a TSMC assegurar níveis de produção adequados. E a considerar que em 2023 ainda a Intel estará a entrar nos 7nm... poderá ser complicado para a Intel dar resposta a essa nova ameaça.


Curtas do dia


Resumo da madrugada

№ 14

Galaxy Note 20 com especificações inferiores ao esperado?


Para a nova geração dos Galaxy Note 20, a Samsung parece ter reservado todas as coisas boas apenas para o modelo Galaxy Note 20 Ultra, e fazendo com que o modelo normal seja quase um Galaxy Note 20 Lite.


Em tempos, a simples designação "Galaxy Note" era sinónimo de um modelo topo de gama. Mas para a nova geração Galaxy Note 20 as coisas parecem ter mudado, com a Samsung a deixar isso para o modelo Ultra e a transformar o Galaxy Note 20 "normal" num modelo bastante mais modesto.

De acordo com os últimos leaks, o Galaxy Note 20 normal irá manter capacidade 5G e um ecrã Super AMOLED de 6.7" (2400x1080) mas que se fica pelos 60Hz que começam a ser "curtos" (até a OnePlus apostou nos 90Hz para o seu modelo mais económico Nord). Também estranho no segmento do Note 20 será a opção da Samsung em adoptar uma traseira em plástico em vez de vidro.


De resto, deveremos ter o Exynos 990 já usado nos S20, com 8GB+256GB, e conjunto triplo de câmaras na traseira, com câmara de 12MP + 64MP telefoto 3x + câmara ultrawide, com capacidade para gravar vídeo 8K e com zoom híbrido 30X. Na frente uma câmara frontal de 10MP em furo central no ecrã. A bateria deverá ser de 4300mAh com carregador rápido que permitirá chegar aos 50% em 30 minutos, e também suportar carregamento wireless e wireless inverso.

Tudo vai depender do preço; mas quem quiser um Note 20 com tudo do melhor que há, terá que se ir preparando para investir no Galaxy Note 20 Ultra.
№ 15

À conversa com a Infinity Games


Quem já tiver passado por jogos como o Infinity Loop, Traffix, Railways e outros, poderá não fazer ideia de que se tratam de jogos feitos em Portugal. Precisamente por isso, estivemos à conversa com Pedro Bento da Infinity Games para nos falar um pouco da aventura de fazer jogos de sucesso mundial, em Portugal.


1) Como é que a empresa foi criada (quais as suas origens)?

A empresa foi criada em 2015, quando o atual CEO Muhammad Satar decide tornar-se empreendedor e adquire um jogo chamado Infinity Loop a um developer lituano. Esse jogo já gozava de alguma popularidade e a ideia era escalar as métricas de forma orgânica. O mesmo tipo de trabalho foi feito com outras aquisições em modo one-man show até Outubro de 2017, altura em que o Muhammad decide contratar uma pessoa da área do marketing para alavancar os projetos. Eu estava a terminar o mestrado em Publicidade e Marketing e queria que a minha primeira experiência profissional acontecesse numa empresa onde pudesse ter impacto imediato, ou seja, onde pudesse aprender, mas também ensinar.

2) Qual o percurso da empresa até aos dias de hoje?

A evolução da empresa foi incrível a partir do momento em que me juntei ao Muhammad na gestão dos projetos da Infinity Games. Durante estes dois anos, a empresa mudou radicalmente nas suas mais diversas áreas. Deixámos de trabalhar remotamente com uma equipa de developers polacos para termos uma equipa interna 100% portuguesa. Passámos de duas pessoas a trabalhar num escritório improvisado num pequeno T1 para uma equipa de 12 elementos e um escritório espaçoso e profissional. No fundo, profissionalizamos todas as nossas ações.
Criámos sinergias com vários parceiros internacionais, no sentido de experimentar outros segmentos de mercado (casual games, idle games, instant games) e não ficarmos circunscritos ao género de puzzle. Iniciámos também um percurso na categoria de jogos pagos, que nos levou a ter um jogo nas top charts da Apple. Para além disso, tivemos vários jogos destacados pela Google, Apple ou por meios de comunicação de referência como o The Verge, o que ajudou a sedimentar a nossa marca na indústria de jogos mobile no geral e na categoria de puzzle em particular.

3) Como se lembraram de se aventurar a criar jogos num sector tão concorrido e preenchido?

Essa decisão partiu do CEO da empresa, quando a Infinity Games era ainda um projeto pessoal do Muhammad. Quando me juntei à empresa, o portefólio da Infinity Games possuía já 4 ou 5 jogos e a vontade de continuar num setor altamente competitivo e, até certo ponto, saturado deveu-se a dois fatores.
Primeiro, toda a estrutura da empresa foi montada no sentido de criar, publicar e monetizar jogos mobile. A partir do momento em que existe uma equipa recrutada e formatada nesse sentido, é irrealista pensar em mudar de setor. Esta especialização tem um valor infinito, como a nossa marca, e seria contraproducente desperdiça-lo. Para além disso, o percurso que a marca foi tendo no mercado também alimentou a vontade de continuar. Em segundo lugar, este era e continua a ser um segmento de mercado que está em crescimento luciférico e que ainda não atingiu o estado pleno de maturação. Esta situação fazia antever oportunidades muito interessantes para uma empresa familiarizada com mercado e que perceba o rumo que a indústria vai tomar, como acreditamos que a Infinity Games era e continua a ser.


4) Que tal tem sido a experiência de estar neste sector? Qual tem sido o feedback dos jogadores?

O nosso principal desafio está na diferenciação dos nossos produtos e da nossa marca numa indústria altamente saturada e onde um produto vencedor dá logo origem a milhares de cópias com pequenas alterações. Apesar de termos a convicção de que há sempre trabalho a realizar nesse sentido, acreditamos que somos detentores de uma marca com uma identidade muito forte e facilmente reconhecida pelos stakeholders da nossa indústria.
É comum sermos citados por publicações internacionais a respeito do nosso estilo zen e relaxante, onde sobressai a arte cuidada e minimalista, assim como as mecânicas de jogo simples e intuitivas. Da mesma forma que os termos “kafkiano” ou “orwelliano” são usados para definir correntes literárias, também existem meios de comunicação especializados que se fazem valer da Infinity Games para caracterizar esta categoria específica de jogos e isso é muito importante para nós.
Nos últimos dois anos, tivemos a argúcia e felicidade de criar uma audiência bastante sólida e devota à nossa marca. Neste momento, quebrámos a barreira dos 10 milhões de downloads no Energy e estamos muito perto de ultrapassar os 40 milhões no Infinity Loop. Nestes jogos, temos mais de 2 milhões de utilizadores ativos todos os meses, que jogam os nossos puzzles em países tão distintos como os EUA, Brasil, Rússia, Coreia do Sul ou Indonésia. Podemos dizer com orgulho que os nossos jogos estão em smartphones de jogadores de praticamente todos os países do mundo e notamos que esses jogadores estão atentos aos passos que damos.

5) Têm alguma ideia dos jogadores portugueses terem noção - ou não - de estarem a jogar jogos "made in Portugal"?

Em 99% dos casos não têm a mais pálida ideia de que estão a jogar um jogo desenvolvido e promovido por portugueses. A grande maioria dos jogadores portugueses deixa-nos comentários em inglês, porque querem ser entendidos, mas não sabem que há um gajo chamado Pedro do outro lado a ler e muitas vezes a rir-se com as mensagens. Existem sempre situações inusitadas sobre isto. Já tivemos entrevistas de recrutamento, onde os candidatos tinham os nossos jogos instalados no smartphone e pensavam que era de um estúdio estrangeiro.
Aqui fazemos sempre um mea culpa, porque nunca houve um esforço da nossa parte no sentido de sermos identificados como portugueses. O mercado português é completamente insignificante neste vertical e, do ponto de vista comercial, não faria o menor sentido centrar a nossa estratégia de aquisição de utilizadores ou de promoção da marca no espetro português.
Chegámos a fazer algumas campanhas de Facebook e Instagram, só para perceber o quão difícil ou fácil seria chegarmos aos tops em Portugal e percebemos que não é de todo difícil, devido à falta de interesse dos restantes players da categoria de puzzle.

Também fizemos algumas parcerias com páginas de social media para medir a aceitação que os nossos produtos teriam junto dos portugueses, mas o consumidor português tem muito a ideia de aquilo que é feito no estrangeiro é melhor. Se foi feito em Portugal, muito provavelmente não tem qualidade. O feedback é sempre mais positivo quando existe esse desconhecimento acerca da origem da empresa, o que é pertinente e ao mesmo tempo... triste.

6) Como se desenrola o processo de criar um jogo novo? É algo tipo inspiração do momento, ou um longo processo de planeamento (ou ambos)?

Infelizmente, não é tão divertido como as pessoas pensam. As nossas ideias para jogos são quase sempre baseadas em análises muito detalhadas do mercado, onde tentamos perceber tendências e oportunidades. Se existe um jogo a ter imenso sucesso sem grande concorrência, interessa-nos perceber as razões desse sucesso para que possamos criar um produto melhor e aproveitar o potencial desse nicho antes que outras empresas o façam.
Está longe daquele cenário que as pessoas têm no seu imaginário, onde um conjunto de pessoas está a atirar ideias para o ar à volta de uma mesa, enquanto brinca com LEGO ou faz uns desenhos brutais num caderninho. Ultimamente, as decisões acerca de novos jogos têm uma base analítica muito forte. Os dados que recolhemos sobre os diferentes géneros é que ditam o jogo que vamos fazer a seguir. Todas as decisões da empresa têm o marketing, a viabilidade financeira e o lucro como barómetro. Não podemos estar à mercê de ideias criativas que não têm sustentação analítica.

7) Há algum novo jogo que esteja a ser criado sobre o qual possam revelar alguma coisa?

Neste momento, estamos a trabalhar em 8 jogos em simultâneo. Obviamente, todos os projetos estão em fases de desenvolvimento bastante distintas. Podemos revelar que existe um upgrade em termos de conteúdo nestes projetos, fruto da maturação que a equipa tem tido em relação aos métodos de trabalho e aquisição de competências. Temos a noção que estes mesmos jogos seriam bastante mais pobres, caso fossem desenvolvidos há 6 meses atrás, e que estamos em ponto rebuçado para tentar novas coisas e explorar ainda mais as áreas onde somos inegavelmente bons.
Dentro deste conjunto de projetos, temos um jogo que estava nos nossos planos há algum tempo e para o qual temos muitas expetativas. Chama-se Package Inc. e pode resumir-se como um simulador de entregas, onde o jogador cria ligações para entregar encomendas a hotéis, hospitais, cafés, etc.. O estilo artístico do jogo e a banda sonora são altamente evocativos da marca Infinity Games e estamos muito contentes com o que temos em mãos.
Estará disponível na primeira metade do mês de Agosto e esperamos que seja o nosso próximo hit.

8) E quanto a planos para o futuro?

O nosso objetivo passa por continuar a consolidar o nosso espaço numa indústria que não perdoa deslizes. Isso inclui expandir a equipa sempre que necessário e cultivar um ambiente de contentamento no seio da empresa. Não é fácil manter as pessoas felizes de forma continuada e este é um desafio que não menosprezamos na Infinity Games, principalmente numa altura conturbada como esta do Covid 19. A maior força da empresa é o talento dos nossos colaboradores, as ideias que cedem aos nossos produtos e a vontade conjunta de triunfar.
Temos consciência do caminho que fizemos até aqui, mas vemos o nosso percurso atual como o início de algo maior. Queremos chegar ao topo e tocar o céu da mesma forma que outras empresas da nossa indústria já fizeram, mas sabemos que ainda existe muito a melhorar e que precisaremos de alguma felicidade para lá chegar. Da nossa parte, podemos assegurar ambição e comprometimento total, como temos demonstrado ao longo dos últimos dois anos.
Dizemos muitas vezes na empresa que não acreditamos na sorte. Contudo, se a sorte algum dia nos decidir visitar, irá encontrar-nos por certo dedicados ao trabalho.


Os nossos agradecimentos à Infinity Games, e ao ao Pedro Bento em particular, por terem partilhado um pouco do que se passa por trás dos jogos que nos divertem nos nossos smartphones e tablets, e votos de um sucesso continuado. Não deixem de espreitar os seus jogos, e fiquem atentos, pois vamos ter códigos de oferta para o jogo Traffix para Android e iOS. :)
№ 16

Star Wars e Avatar adiados para 2022


O impacto do Covid-19 nos cinemas está a ser mais prolongado do que se esperava, e são cada vez mais os filmes que vão adiando as suas estreias por tempo indeterminado, e até filmes agendados para 2021 como os novos Star Wars e Avatar já estão a ser remarcados para o final de 2022.

Depois de terem passado meses encerrados por conta do Covid-19, a reabertura dos cinemas está a deparar-se com outro problema: a ausência de estreias dos grandes filmes que estavam prometidos para esta altura. Filmes que tinham data de estreia marcada para este Verão, como o muito aguardado Tennet, a par de outros como A Quiet Place 2, Mulan e muitos outros, têm sofrido adiamentos sucessivos que, para evitar frustrações nos fãs, agora até deixaram de ter data anunciada e passaram a ter "data indeterminada". Mas para piorar as coisas, parece que nem no próximo ano o cenário será melhor.

Todos os próximos filmes do Star Wars e Avatar, que estavam planeados recomeçar no final de 2021, são também alvo de ajustamento, passando um ano para a frente (2022). E nem vamos imaginar o que será se um qualquer ressurgimento da pandemia voltar a forçar os cinemas a encerrar, repetindo-se o ciclo.

Adiar indefinidamente as grandes estreias não será a melhor forma de tentar fazer com que um público que quebrou o hábito de ir ao cinema regresse às salas; especialmente quando do outro lado temos os serviços de streaming a fazer valer as suas vantagens: o Greyhound de Tom Hanks, estreado directamente no Apple TV+, bateu recordes que supostamente rivalizam com o que teria facturado se tivesse estreado nos cinemas. E isso, por si só, deveria ser mais que suficiente para fazer com que os grandes estúdios começassem a considerar os serviços de streaming como canal preferencial também para as estreias.

Tudo isto está mesmo a pedir que, um destes dias, um destes filmes que vai sendo adiado sucessivamente apareça na internet em versão pirata, e arruíne mesmo as expectativas de ter uma estreia proveitosa nas salas de cinema - que por este andar, parece que nunca virá a acontecer. :P
№ 17

Android 11 seria o Red Velvet Cake


Com o Android 10 a Google deixou de dar nomes de doces e sobremesas ao seu sistema mobile, mas internamente essa tradição mantém-se, e o Android 11 seria o Red Velvet Cake.

A associação do Android aos doces vem praticamente desde a sua origem, com o Android 1.5 a ter sido designado por Cupcake, em 2009. Essa tradição manteve-se ao longo de uma década até à chegada do Android 10, que surpreendeu os fãs ao ser apresentado pela Google como simplesmente Android 10 e sem qualquer referência a doces começados por Q.

Só que depois foi revelado que internamente o Android 10 continuou a ter um nome de projecto relacionado com doces, "Quince Tart", e que se tivesse optado por manter um nome de doce para o público iria ser chamado de "Queen Cake" - e o mesmo acontece com o Android 11, que internamente foi baptizado de Red Velvet Cake.

Assim sendo, a lista dos nomes das versões do Android passa a ser:
  • Android 1.5 Cupcake
  • Android 1.6 Donut
  • Android 2.0 Eclair
  • Android 2.2 Froyo
  • Android 2.3 Gingerbread
  • Android 3.0 Honeycomb
  • Android 4.0 Ice Cream Sandwich
  • Android 4.1 Jelly Bean
  • Android 4.4 KitKat
  • Android 5.0 Lollipop
  • Android 6.0 Marshmallow
  • Android 7.0 Nougat
  • Android 8.0 Oreo
  • Android 9 Pie
  • Android 10 (internamente Quince Tart / Queen Cake)
  • Android 11 (internamente Red Velvet Cake)

Agora a questão que se coloca é: continuaremos a ter versões numéricas sempre crescentes; ou chegará a um ponto em que isso se comece a tornar ridículo e se considere mudar para algo como o ano de lançamento? Poderia simplificar algumas coisas, mas temo que não seria do agrado da Google nem dos fabricantes tornar ainda mais visível que a maioria dos smartphones Android vinha com sistemas dos anos anteriores.
№ 18

Samsung apresenta Galaxy Z Flip 5G


A Samsung não esperou pelo seu evento de Agosto para revelar a nova versão do Galaxy Z Flip com ecrã dobrável, agora em versão com 5G.

Embora o Galaxy Fold tenha recebido mais atenção por nos dar um "tablet dobrável" em tamanho de smartphone, o Galaxy Z Flip não deixa de ser potencialmente ainda mais interessante para todos os que preferem usar o ecrã dobrável para tornar um smartphone ainda mais compacto. Só que, até ao momento, não era fácil justificar pagar 1500 euros por um smartphone que nem sequer suportava 5G - algo que a Samsung agora rectificou.

O Galaxy Z Flip ganha uma versão 5G, que embora mantenha o design inalterado, agora inclui um Snapdragon 865+, e algumas melhorias em termos de software que seguramente também irão chegar ao Z Flip 4G, relacionadas com um melhor funcionamento do modo Flex, que apresenta conteúdo diferenciado em ambas as parte do ecrã quando se tem o smartphone semi-dobrado.

Nos EUA esta variante 5G terá um agravamento de preço de $70 face à versão 4G, pelo que por cá será de esperar que o preço possa subir para os 1600 euros.


№ 19

Teclast F15 a €308


A Teclast tem um novo portátil de 15.6", que chega com um design bastante atractivo e o habitual preço ultra-concorrencial da marca, o Teclast F15.

A Teclast pode ter começado por fabricar tablets e mini-portáteis económicos, mas ao longo dos anos tem vindo a apostar em produtos cada vez mais refinados, com design cuidado e melhores acabamentos. Exemplo disso é o seu mais recente portátil Teclast F15.

Este portátil vem equipado com um ecrã Full HD de 15.6" (com margens laterais reduzidas de apenas 7mm), CPU Intel Gemini Lake N4100, 8GB de RAM, SSD de 256GB, Windows 10 Home, teclado retro-iluminado, touchpad de grandes dimensões, duas portas USB 3.0, HDMI, e ficha de 3.5mm para headphones. Isto num corpo com 15mm de espessura e 1.8 kg de peso.


O Teclast F15 está disponível por 308 euros, com envio gratuito da Europa.

Um pormenor que vale a pena referir é que ao contrário do que é habitual, neste portátil a Teclast optou por colocar as portas USB e HDMI na parte traseira em vez de nas partes laterais. Um posicionamento que pode não ser tão prático para o acesso às portas, mas que acaba por poupar espaço lateral e facilitar a arrumação dos cabos.

E não se preocupem... que assim que disserem quanto é que custou, a quem vos perguntar "que marca é essa?" não deverá demorar muito tempo para que também a Teclast se torne numa marca bem conhecida dos portugueses.
№ 20

Huawei garante segundo lugar no segmento de smartwatches



Num mercado que tarda em conseguir uma implementação verdadeiramente significativa, a Huawei conseguiu garantir o segundo lugar, resultado que avém de um elevado crescimento no seu negócio de smartwatches.




A Huaweiexpediu 2,6 milhões de smartwaches em todo o mundo, no primeiro trimestre de 2020, o que representa um crescimento de 118,5% face a igual período do ano passado, posicionando-se como número 2 no ranking mundial.


De acordo com o relatório Worldwide Quarterly Wearable Device Tracker, elaborado pela International Data Corporation (IDC), a Huawei foi a única marca a crescer mais de 100% no segmento de smartwatches, no primeiro trimestre de 2020.


O relatório da IDC mostra que a Huawei continua a crescer no segmento de smartwachesgraças também à sua forte presença online e parcerias com o setor do retalho. Um crescimento que é impulsionado pelo mercado chinês, mas não só, uma vez que a Huawei também tem registado grandes progressos na Europa, América Latina e outros países asiáticos. O excelente desempenho da Huawei no segmento de smartwaches, durante o período em análise, deve-se sobretudo ao lançamento de novos produtos – Watch GT 2, lançado no final de 2019, e Watch GT 2e, no primeiro trimestre de 2020, – mas também à otimização constante das funcionalidades ligadas aos exercício físico e saúde.


No total, foram colocadas 72,6 milhões de unidades de wearables (smartwatches, pulseiras e auscultadores inteligentes) em todo o mundo, no primeiro trimestre de 2020, o que equivale a um aumento de 29,7% em relação ao ano anterior. Apesar deste resultados positivos, o segmento dos smartwatches representou uma queda 7,1%, tendo sido expedidas 16,9 milhões de unidades de relógios inteligentes primeiro trimestre de 2020.


Shen Yun, Country Manager da Huawei CBG em Portugal, salienta que “os smartwatches da Huawei trazem vantagens relativamente aos seus concorrentes na gestão e monitorização da saúde e bem-estar físico, bem como ao nível da bateria, qualidade de construção e um design moderno e dinâmico inspirado nos estilos clássicos, fatores relevantes para o consumidor na hora da compra. Relembro que, no ano passado, este segmento registou um crescimento de +500% em Portugal, e de acordo com as nossas estimativas, em 2020, este crescimento deverá manter-se em parte também devido às circunstâncias atuais, que com os ginásios limitados, encontraram nos smartwatches o seu assistente de desporto”.


A Huawei tem feito uma aposta forte no segmento de wearables, lançando vários modelos como Watch GT2 masculino e feminino, a Band 4 e Freebuds, que respondem às exigências dos consumidores. Entre Janeiro e Março de 2020, a Huawei expediu 8,1 milhões de wearables, o que representa um acréscimo de 62,2% em relação ao ano anterior, conquistando uma quota de mercado de 11,1% em todo o mundo.



Experiência integrada entre o smartphone e smartwaches são a chave para o sucesso 

A estratégia da Huawei 1 + 8 + N (1" refere-se aos smartphones, "8" inclui PCs, tablets, TVs, áudio, óculos, relógios, e auscultadores; "N" refere-se a escritórios móveis, casas inteligentes, desportos e saúde, entretenimento audiovisual e produtos de viagem inteligentes), permite criar um ecossistema que agrega todos os equipamentos da marca, oferecendo aos consumidores uma experiência integrada com o smartphone, incrementando o desempenho na área da saúde e bem-estar físico.


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