Com o Covid-19 a ter feito com que muitas pessoas trabalhassem a partir de casa, a Apple decidiu lançar um vídeo que, de forma divertida, passa por algumas das dificuldades que esta opção pode causar.
Nesta altura a Apple já actualizou as suas estimativas para o regresso ao trabalho local (nos EUA tem-se assistido a um aumento substancial de casos em alguns estados, que já superaram em muito aquela que seria a vaga inicial), informando os seus funcionários para se prepararem para mais uns meses de trabalho a partir de casa, com o regresso ao trabalho no local a ficar adiado para 2021.
Se acham piada à Touch Bar dos MacBooks e gostariam de ter algo idêntico no teclado ou mesa de trabalho de um computador de secretária, poderão fazê-lo com o iCue Nexus da Corsair.
O Corsair iCue Nexus é um pequeno touchscreen que pode apresentar botões virtuais programáveis, e que pode ser encaixado directamente numa série de teclados da marca (como os Corsair K70 RGB MK.2 ou K95 RGB Platinum XT) ou ligado directamente via USB a qualquer computador.
O ecrã pode apresentar botões de sistema, macros para diversos programas e jogos, ou também informação de monitorização sobre o sistema, como temperaturas ou carga do CPU.
É possível configurar centenas de ecrãs com 6 elementos virtuais programáveis por ecrã, simultaneamente dando uma nova dimensão de interactividade a um teclado e também servindo como elemento de personalização para quem tornar o seu computador / teclado numa peça única. O iCue Nexus está disponível por 99.90 euros.
Surpreendentemente para um país saído de uma ditadura há menos de meio século, quase um terço dos portugueses aceitaria que o Governo monitorizasse a sua actividade nas redes sociais por questões de segurança.
Os dados resultam de um estudo feito pela Kaspersky (pdf link) relacionado com os sistemas de avaliação social, em que é atribuído uma pontuação a cada cidadão com base no seu comportamento online, e que tem proliferado noutros países (como a China) - podendo ditar coisas como o acesso ao crédito ou até o acesso às redes de transportes públicos.
Surpreendentemente, mais de 30% dos inquiridos portugueses disseram que não se importariam que o Governo monitorizasse a sua actividade nas redes sociais para efeitos de segurança - embora seja um valor inferior ao da média global dos resultados, que atingiu uns assustadores 51%.
Quanto aos motivos que levariam os utilizadores portugueses a revelar informação privada nas redes sociais, no topo com quase 80% encontra-se o desejo de reencontrar amigos de infância (o que ajuda a explicar porque motivo o Facebook teve a adesão que teve), seguido da obtenção de descontos online (mais de 50%), e obtenção de trabalho ou acesso a experiências exclusivas.
É também revelador que para muitos dos potenciais motivos indicados, o número de pessoas que é "indiferente" a revelar informação privada supera aquelas que se recusariam a fazê-lo. Um indicador que pode indicar que grande parte das pessoas já se terá resignado com a questão de que será praticamente impossível garantirem a sua privacidade se quiserem utilizar os serviços online sem cuidados especiais... ou então de que nem sequer estão conscientes do que isso significa.
Seja como for, esta educação social sobre os benefícios e riscos das redes sociais é algo a que se deveria começar a dar mais atenção, incluindo também formação para as questões do bullying, fake news, e formas de manipulação. E acima de tudo, nunca deixar esquecer como facilmente um estado de vigilância permanente sobre os cidadãos pode passar dos "benefícios de segurança" para uma ferramenta de opressão e controlo.
O mercado digital único europeu continua a estar longe do que deveria ser (veja-se as questões dos conteúdos disponíveis nos serviços de streaming), mas parece ser essa a explicação para que a Google tenha facilitado o acesso à Play Store de outros países da UE.
Tal como acontece com filmes e séries na Netflix cuja disponibilidade varia de país para país, o mesmo também acontece na Play Store que não conta apenas com apps mas também com filmes, séries, e outros conteúdos. E agora, será (um pouco) mais fácil poder ver que conteúdos estão disponíveis nos demais países da UE, embora o processo não seja tão fácil quanto se pudesse desejar.
É que para o fazermos, será necessário ir à Play Store através do browser nos smartphones, fazer logout, e depois no fundo da página seleccionar a nova localização. Um método que acaba por ser mais trabalhoso do que simplesmente editar o URL para se aceder à Play Store do país pretendido, como play.google.com/store?gl=ES para Espanha, ou play.google.com/store?gl=FR para França.
Ademais, apesar de nos deixar ver estes conteúdos listados na Play Store - e o seu preço - continua a não ser possível comprá-los. Pelo que, tal como dissemos no início, a questão do suposto mercado único digital europeu, onde o conteúdo digital disponível num país da UE deveria estar disponível em todos os outros, continua a ser uma promessa falhada.
O mais recente media player com Android TV da Xiaomi já está disponível, com um preço bastante simpático.
O dongle Mi TV Stick da Xiaomi tem tamanho compacto e está pensado para ser ligado directamente a uma ficha HDMI no televisor, com alimentação a cargo de uma ficha micro-USB que pode ir buscar a energia a uma porta USB no televisor. Vem com um chip Amlogic AMLS805Y quad-core a 1.2GHz, com 1GB de RAM e 8 GB de capacidade, adoptando uma ficha micro-USB para a alimentação e contando ainda com Bluetooth 4.2 e WiFi ac / 5.
Este Xiaomi Mi TV Stick está disponível por 35.55 euros com o código BGMTS39.
A sua maior limitação é suportar apenas conteúdos Full HD, o que o elimina da equação para quem estiver a pensar dar uso a ecrãs 4K. De resto, será mais que suficiente para aceder a Netflix, Amazon Prime Video, YouTube, e muitos outros serviços - com os dois primeiros a contarem com botões dedicados no controlo remoto para acesso imediato. E, claro, também o podemos utilizar como receptor para o "cast" feito a partir de smartphones e tablets, dispensando o uso de um Chromecast.
Antes de passarmos às notícias do dia, participa no nosso passatempo gadget da semana que desta vez está a oferecer um receptor Bluetooth BlitzWolf BW-BR1.
Uber expande funcionamento a todo o território nacional
Depois de ter começado a aceitar apenas viaturas eléctricas nos centros urbanos, a Uber celebra o seu 6º ano em Portugal com a expansão da cobertura a todo o país.
A partir de hoje a Uber disponibiliza a aplicação de viagens em 100% do território português. Motoristas e parceiros TVDE em todo país passam agora a ter acesso a mais oportunidades económicas num ano em que muitos portugueses vão passar as suas férias em destinos nacionais. Fora dos grandes centros urbanos, o serviço vai permitir o registo de novos parceiros com veículos eléctricos e não eléctricos, devido a maiores constrangimentos no acesso a carregadores.
... Agora só falta fazerem o mesmo com o Uber Eats, pois fico fora da área de entregas por algumas centenas de metros. :P
Apple aceita pagar $25 por iPhone no caso batterygate
Refira-se que, mesmo tendo concordado em pagar estas indemnizações, a Apple continua a insistir que não fez nada de mal, que isto não constitui admissão de culpa, e que apenas o está a fazer para evitar um prolongada batalha judicial com custos que poderiam ser mais avultados que o valor a pagar.
Google Meet com protecção contra visitantes indesejados
Sendo incrível imaginar como é que algo como isto não estava disponível de origem num serviço de videochamadas, as videoconferências via Google Meet para estabelecimentos de ensino passam a ter bloqueados os acessos de utilizadores anónimos - a não ser que os organizadores dêem a respectiva permissão para que possam aceder.
A medida visa evitar aquilo que é designado por zoombombing, onde alunos podem partilhar os links de acesso às suas aulas remotas, que depois são alvo de visitantes anónimos indesejados que apenas têm por objectivo perturbar o funcionamento das aulas.
Skydio apresenta drone X2 para empresas e militares
A Skydio, que se tem dedicado a criar drones com capacidades autónomas de navegação anti-obstáculos, anunciou um novo modelo - o X2 - mas que desta vez será destinado apenas a empresas e também para os militares. Vem com uma câmara térmica (320x256) além da câmara principal de 12MP, iluminadores IR para voo nocturno, e autonomia para 23 minutos de voo. Está a ser promovido como ferramenta para fazer inspecção de casas, pontes e outras estruturas.
De vez em quando é divertido parar um pouco para pensar em tudo o que já fizemos na nossa vida digital - e isso inclui também ver quantas apps Android já se instalou a partir da Google Play Store.
A maioria das pessoas não saberá sequer quantas apps tem instaladas actualmente no seu smartphone, quanto mais quantas apps já terá instalado ao longo dos anos. Mas felizmente a Google dá uma ajuda através do seu dashboard de informação sobre os utilizadores que agrega detalhes sobre todos os serviços que se puderem utilizar, incluindo coisas como o número de emails, de fotos, feeds, contactos, e... claro está, o número de apps já descarregadas da Play Store.
Confesso que fui surpreendido, pela negativa. Apenas instalei 454 apps Android ao longo de todos os anos de utilização de Android (se tivesse que arriscar teria dito algo como 600 ou 700) - mas é algo que acaba por fazer sentido, já que não tenho por hábito instalar apps "só por instalar"; e quando se trata de instalar uma app apenas para experimentar, opto quase sempre por fazê-lo em iOS, onde a maior limitação do que as apps podem fazer / aceder me dá maior confiança para lidar com apps potencialmente duvidosas.
Por outro lado, o facto de acumular mais de 123 mil conversações no Gmail, mostra bem qual o serviço da Google a que mais uso dou. :)
Enquanto se aguarda pela chegada do Super Mario LEGO, temos outros conjunto resultante de parceria entre a LEGO e Nintendo que apela à nostalgia de todos os que guardam boas memórias dos tempos passados a jogar numa NES.
De forma a preparar a chegada do Super Mario interactivo em LEGO e para celebrar o 37º aniversário da NES, temos uma nova proposta que irá agradar a todos os fãs e apreciadores das consolas de jogos clássicas. O conjunto LEGO Nintendo Entertainment System imortaliza a popular consola que marcou gerações na década de 80, e que para muitas pessoas proporcionou o primeiro contacto com a dupla Mario e Luigi.
Este conjunto inclui a consola NES, um gamepad, cartucho de jogo, e também um televisor CRT como os que eram populares na altura - num tempo em que ter um televisor plano com espessura de poucos milímetros era considerado uma fantasia de ficção científica.
Neste caso, o ecrã não é plano mas é rotativo, contando com uma manivela que faz "desenrolar" a acção de um jogo Super Mario.
Um bom complemento para o conjunto LEGO Super Mario que será lançado a 1 de Agosto.
Apesar de ter abandonado o mercado dos smartphones, a BQ surpreendeu os clientes ao lançar uma inesperada actualização para Android 10 para o seu Aquaris X2.
Numa altura em que estamos prestes a assistir à chegada do Android 11, a maioria dos smartphones Android ainda não recebeu a actualização para o Android 10, sendo também provável que grande parte dos equipamentos nesta situação nem sequer o venha a receber.
Curiosamente, a Google parece estar muito satisfeita com a forma como esta a decorrer a disponibilização das actualizações para o Android 10. Atendendo à realidade dos factos, é caso para nos perguntarmos se o gigante americano estará a viver num mundo alternativo...
Um cenário desolador
Neste panorama desolador há marcas que conseguem estar a anos luz do pelotão, com a HMD a ser um exemplo a seguir ao garantir actualizações para os seus smartphones Nokia. Poderá o leitor dizer que há outras marcas que também já actualizaram os seus smartphones, mas a HMD é quase um caso único, se não único mesmo, disponibilizando actualizações para todos os smartphones, independente do segmento de mercado a que estes pertencem. O Nokia 1, um equipamento de gama de entrada já com dois anos de mercado, começou esta semana a receber o Android 10, o que muito possivelmente não tem paralelo em outras marcas, com um gama de entrada a receber a segunda grande actualização do Android.
Tal como as actualizações do Android, também as actualizações de segurança são uma quase que miragem, com os patch de segurança a ficarem na grande maioria das vezes, limitados aos topo gama. Há algumas excepções, como tem sido o caso da TCL com os smartphones BlackBerry, que apesar de terem ficado esquecidos no Android Oreo, têm recebido actualizações de segurança numa periodicidade quase sempre mensal.
Quando a Bq dá o exemplo
Outra excepção tem sido a Bq, a marca espanhola que durante a década anterior nos brindou com uma evolução muito interessante, com os seus terminais a pautarem-se sempre por um equilíbrio entre especificações e preço, algo que contudo não foi suficiente para garantir a continuidade do negócio nos smartphones.
As actualizações nunca foram o seu forte, com a Bq a ter alguns percalços e muitos atrasos na disponibilização das actualizações, justificando sempre a sua opção com a necessidade de garantir a qualidade do produto disponibilizado aos seus clientes.
Embora tenha encerrado o seu negócio mobile, a Bq manteve a disponibilização de actualizações de segurança, com o Bq X2 Pro a receber mensalmente e com regularidade o patch de segurança mensal, algo que muitos topo de gama apenas recebem de três em três meses. E até com direito a algumas surpresas inesperadas.
Numa das habituas consultas ao Twitter, a marca surpreendeu ao anunciar que está disponível a actualização para o Android 10 para o Aquaris X2.
Se ainda continuam a utilizar o Bq X2 ou X2 Pro, têm ainda razões para celebrar, pois a marca mesmo não estando presente no mercado mobile, não se esqueceu destes dois smartphones, tendo disponibilizado duas grandes actualizações. Infelizmente, nem tudo são rosas, com o o Bq X Pro e o mítico Bq X5 Plus a ainda estarem presos (talvez para sempre?) no Android 8 Oreo.
A Microsoft volta a recorrer a tácticas pouco abonatórias, injectando uma opção não solicitada para pesquisa no Bing nos smartphones Android que tenham a app Outlook instalada.
Parece que a Microsoft se está a sentir inspirada para recorrer a tácticas abusivas de forma cada vez mais frequente. Depois de recentemente ter forçado a instalação do Edge e tentar roubar o lugar preferencial do Chrome, agora surpreende os utilizadores de Android com a inclusão de uma opção de pesquisa no Bing para as selecções de texto - injectada através da app Outlook.
Não há dúvida que a app Outlook é uma das mais populares da MS, e por isso se torna num veículo tentador para promoção de mais ferramentas e serviços da Microsoft. No entanto, não há como não ver esta medida como sendo excessivamente abusiva, já que adiciona uma opção a nível de sistema, que surgirá de todas as vezes que se faz uma selecção de texto, não só na app do Outlook mas em qualquer outra app.
Para demonstrar que, infelizmente, este tipo de táctica não é exclusivo da Microsoft, recentemente tivemos também a Google a impingir o Google Meet adicionando-o dentro da app do Gmail. Mas ao menos neste caso era algo que não era intrusivo fora da app do Gmail ou para quem não quiser utilizar o Meet.
É triste, pois este tipo de abusos acaba por obrigar que os utilizadores exijam mais opções para evitar este tipo de comportamentos, contribuindo para uma complexidade acrescida do sistema ou, ultimamente, que sejam removidas estas capacidades, em prejuízo das apps que até lhes poderiam dar uso de forma bem comportada.
Depois das lojas recheadas de câmaras Amazon Go onde basta pegar nos produtos e sair pela porta, a Amazon parece reconsiderar um sistema mais simples para agilizar as compras em lojas físicas: um carrinho de compras que permite tratar de tudo de forma imediata.
A Amazon revelou o seu carrinho de compras Dash Cart, que os utilizadores podem utilizar para ir colocando as suas compras à medida que as vão fazendo, e no final bastará sair por uma saída especial que tratará de finalizar o processo de compra de forma completamente automática sem necessidade de intervenção de um operador humano nem de ficar na fila para as caixas tradicionais.
Os clientes poderão ir vendo o total e a lista dos produtos adicionados ao carrinho num ecrã no próprio carrinho, que vão aparecendo de forma automática. Não é explicado se os utilizadores terão que os passar num leitor de código de barras, mas se assim for, na prática acaba por ser equivalente aos sistemas que por cá já temos de pagamento self-service nalgumas lojas, em que é pedido que seja o cliente a passar os produtos numa caixa de pagamento à saída da loja - embora se torne mais conveniente fazer isso à medida que se vai colocando os produtos no carrinho.
Esta poderá ser uma táctica alternativa da Amazon para aproximar a experiência de compra do processo tradicional a que todos estão habituados, evitando as questões de privacidade da vigilância permanente nas lojas Amazon Go, e também a complexidade acrescida da sua própria instalação. Com estes carrinhos a Amazon pode rapidamente converter qualquer loja tradicional numa loja "Amazon" com o processo agilizado de pagamento no final.
Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta é um receptor Bluetooth BlitzWolf BW-BR1.
Ideal para adicionar conectividade Bluetooth a qualquer dispositivo áudio que disponibilize uma entrada line-in de 3.5mm, este receptor Bluetooth BlitzWolf BW-BR1 é capaz de facilitar a transmissão da música via BT de um smartphone para o automóvel, uma aparelhagem HiFi, ou simplesmente uma coluna portátil ou earphones com cabo.
Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)
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Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.
As férias de verão chegaram e pese embora esta seja uma nova "normalidade", é muito provável que se esteja a preparar para ir passar uns dias na praia ou no campo. Para estar sempre ligado, a TP-LINK apresenta sugestões viradas para a portabilidade.
Especialmente depois de ficar preso em casa por causa da pandemia. Podemos carregar muita bagagem, mas infelizmente ainda falta algo em muitos desses espaços - uma ligação à Internet, ou pelo menos uma que seja decente. Se para algumas pessoas a ideia de sair de férias é desconectar, há quem prefira contar com uma boa ligação para poder descarregar séries, filmes ou músicas. E se a solução passa pelos smartphones, o que dizer da sua incapacidade em fornecerem um sinal Wi-Fi estável?
Então o que podemos fazer? É possível levar a ligação à net nossa casa connosco? Sim, graças a um router Wi-Fi 4G. Comparado a um router padrão que possui apenas capacidade Wi-Fi, estes equipamentos Wi-Fi 4G também possuem tecnologia móvel por meio de um módulo sem fio 4G. Depois de ligar um cartão micro SIM com um plano de dados, o router pode ligar-se às torres próximas da operadora para aceder à Internet e gerar um sinal Wi-Fi fiável, exatamente como um router tradicional.
Ao contrário da cobertura mais limitada das áreas com ligação de cabo ou do problema de latência da navegação via satélite, as conexões via Internet móvel ou 4G resolvem esses problemas e também fornecem imediatismo na contratação, pois não precisam de instalação. Além disso, proporcionam mobilidade total e permitem que levemos a conexão para onde quisermos, desde que haja cobertura móvel.
É verdade que as conexões via Internet móvel também têm outras limitações, sendo a restrição na velocidade máxima a mais comum e embora o 5G deva facultar uma solução para esta questão, ainda teremos que esperar para auferirmos de uma verdadeira cobertura 5G.
No entanto, os operadores sabem que os utilizadores exigem sempre mais dados. É por isso que as empresas aumentam o volume de tráfego das suas ofertas. E é também este o argumento que torna o 4G numa alternativa fiável para se ligar à Internet em locais remotos.
Características e benefícios de um router Wi-Fi 4G
Com o desenvolvimento da tecnologia 4G, os dados móveis assumiram-se como uma importante forma de ligação à maior das redes, com pouco a invejar a outros tipos de conexões. Os routers 4G podem usar dados móveis para partilhar conexões à Internet e disponibilizarem vários benefícios. Veja em baixo cinco mais valias da utilização de routers 4G:
Facilidade de utilização: Com um modem 4G LTE integrado e um slot para cartão SIM embutido, basta uma conexão Wi-Fi para inserir um cartão micro SIM e ligar o router. Baixo custo: Ao contrário do que acontece com um router Wi-Fi tradicional, não é necessário adquirir um serviço de cabo ou fibra. Além disso, os cabos são desnecessários, basta comprar um cartão SIM e assinar um plano de dados fornecido pela operadora de serviços móveis. Cobertura abrangente: Com um router 4G, tem acesso a uma conexão Wi-Fi fiável. Estes equipamentos podem conectar vários dispositivos ao router para gerirem o tráfego e a conexão à Internet como um router tradicional. Compatibilidade: Os routers 4G são amplamente compatíveis com diferentes serviços ISP de vários países. Conexão WAN disponível como backup: Com a adição da porta WAN / LAN, também podem suportar uma ampla variedade de tipos de conexão, incluindo cabo e fibra. Podem desta forma ser usados em casa.
Neste verão, para não se preocupar com a sua conexão à Internet, aposte num router Wi-Fi 4G e leve a Internet consigo para onde quiser. Para ficar a conhecer melhor a oferta de routers 4G da TP-Link, visite https://www.tp-link.com/pt/home-networking/3g-4g-router/.
O Xiaomi Mi A3, que deveria servir como exemplo das actualizações rápidas do Android, sofre um engano embaraçoso, com a Xiaomi a fazer chegar uma actualização aos modelos globais uma versão que seria destinada apenas aos modelos de uma operadora mexicana, e que impossibilita o uso do dual SIM e muda a língua para espanhol.
A família Mi "A" da Xiaomi foi muito bem recebida, dando acesso aos smartphones Xiaomi com preços bastante competitivos, mas abdicando da habitual MIUI da marca em favor de um Android livre de alterações. Infelizmente, ao longo dos anos isso não tem sido acompanhado por actualizações tão céleres quanto este programa poderia fazer pensar, e agora sofre um revés com este grande engano.
Ainda por cima, é uma actualização que seria destinada a modelos single-SIM, que impede a utilização do dual-SIM, o que poderá impedir a actualização normal que os utilizadores afectados esperariam dos seus smartphones - para não falar da mudança da língua para espanhol.
Se não disponibilizar actualizações Android a tempo e horas já é irritante, será ainda pior que quando essas actualizações chegam, são as actualizações erradas. Esperemos que a Xiaomi rectifique rapidamente a situação, senão só vai servir de publicidade para que mais utilizadores comecem a adoptar as ROMs Xiaomi EU.
Depois dos 90 Hz e 120 Hz, a Lenovo quer que o seu novo smartphone de gaming Legion se destaque da concorrência, aplicando-lhe um ecrã de 144 Hz.
Enquanto nos monitores para os computadores desktop já começa a ser relativamente comum ver modelos a chegarem aos 360 Hz, nos smartphones o limite máximo tem ficado pelos 120 Hz - uma coisa que a Lenovo pretende mudar com o lançamento do seu smartphone gaming Legion.
Segundo as últimas indicações, o Lenovo Legion virá com um ecrã de 144 Hz, devidamente acompanhado por um Snapdragon 865, mas estranhamento referindo apenas com 6GB + 128GB (embora a marca prometa uma versão Pro com 16GB + 512GB UFS 3.1).
Para além do ecrã a 144 Hz, o touchscreen funcionará a 270 Hz para reacções mais imediatas, e suportará carregamento rápido de 90W para abastecer a bateria de 5000mAh em tempo reduzido.
Uma das razões pelas quais tenho andado a escrever tantos artigos longos a avaliar e categorizar os meus animes favoritos ano a ano é porque pensei para mim mesmo que queria deixar por escrito as minhas opiniões por algo que tem ocupado uma grande parte do meu tempo livre desde que comecei a seguir o meio regularmente algures durante os primeiros anos do século XXI.
Na primeira parte partilhei algumas das séries que acho mais influentes na década de 80 enquanto na segunda parte falei-vos sobre as séries que, na minha opinião, marcaram os anos 90. Agora vamos passar para o novo milénio e olhar para a primeira metade da primeira década dos anos 2000.
Porquê dividir a década ao meio? Porque, a meu ver, existe um conjunto de séries que saíram sensivelmente a meio da década e que definem um ponto claro de divisão entre o que veio antes e o que veio depois. Mas isso é uma história para a parte 3, por agora vamos à lista!
2000s – O novo milénio
Mobile Suit Gundam SEED (2002)
Mobile Suit Gundam SEED (2002)
Já aqui mencionei antes como Gundam é uma série importante para o meio e o impacto cultural que teve durante o final dos anos 70 e 80. Apesar de durante os anos 90 o franchise ter tido séries como Gundam Wing que a levaram até a novas audiências como a norte-americana, no início do milénio havia a sensação de que a série estava a precisar de algo novo para a revitalizar.
Em 2002 o estúdio por trás da série, Sunrise, lançou mais um novo universo paralelo de Gundam como resposta e este SEED não poderia ter corrido melhor. A série tornou-se tão popular ao ponto de ainda hoje os seus personagens aparecem nos tops de revistas como a Newtype no Japão.
Para quem viu o Gundam original de 1979 é impossível não traçar paralelos entre o enredo das duas séries e a quantidade copiosa de animação repetida em conjunto com a quantidade por vezes hilariante de raios laser no ecrã mostram que a série foi feita com um claro orçamento e objectivo em mente mas funcionou. Junte-se a isso personagens com um aspecto instantaneamente reconhecível e temos uma fórmula que foi copiada vezes sem conta nos anos que se seguiram.
Ghost in the Shell: Stand Alone Complex (2002)
Ghost in the Shell: Stand Alone Complex (2002)
Já aqui tinha falado do clássico filme de 1995 que inspirou não só a animação nipónica mas também muitas outras facetas da ficção cyberpunk mas não podia deixar esta lista passar sem mencionar esta adaptação televisiva da série que, com um tom bastante distinto, tem também a sua relativa importância.
Não é tão culturalmente relevante mas a história de detective que conta no universo futurista da série não deixa de ser um excelente exemplar do meio e algo que muitos adeptos de ficção científica conseguem apreciar ainda hoje. A qualidade da animação era também de topo e não fica nada a dever a séries que saem hoje em 2020. Especialmente quando comparado com séries como a sequela de nome SAC 2045 que saiu recentemente no Netflix e cujo uso de animação 3D providenciou-nos um resultado que é no mínimo… questionável.
Last Exile (2003)
Se há um estúdio que exemplifica as mudanças e tribulações que marcaram o início do milénio esse estúdio tem de ser a GONZO. Conhecidos por adaptar de forma igualmente genial e medíocre múltiplas obras memoráveis (Full Metal Panic, Hellsing) mas igualmente por alguns dos originais mais bem reputados deste período.
O estúdio ganhou particular fama pelo seu uso de animação 3D misturada com animação tradicional numa altura em que isso era claramente arriscado e experimental. Falhou mais vezes do que funcionou mas a verdade é que, naquela altura, o resultado chamava claramente à atenção.
Last Exile, no entanto, é o magnum opus do estúdio. Uma obra original no género steampunk sobre dois miúdos que se acabam envolvidos numa guerra que se arrisca a totalmente destruir o mundo onde vivem. O enredo é mais do que competente e a mistura de 3D com 2D que marcou as obras do estúdio atingiu nesta série o seu exemplo mais bem conseguido.
Gankutsuou, uma re-imaginação da obra Conde de Monte Cristo de Alexandre Dumas como uma obra de ficção científica, é quiçá mais visualmente impressionante e artisticamente mais relevante mas Last Exile ganha em impacto popular… só não vamos falar sobre a sequela.
Fullmetal Alchemist (2003)
FMA é uma manga brilhante. A primeira adaptação a televisão da mesma, a cargo do venerável estúdio BONES, é uma brilhante série de televisão. Ambas as obras são no entanto relativamente distintas.
O problema está que, no início do milénio, a manga estava ainda longe de terminar e portanto a série de televisão traçou o seu próprio rumo para atingir um final diferente com temas ligeiramente distintos daqueles abordados no original. Apesar da série ter adaptado fielmente as partes da manga disponíveis na altura, fê-lo com um tom mais sombrio do que o original. Tom esse que continuou para o seu final original que, apesar de tudo, são uma das melhores séries do início da década.
No entanto o mesmo estúdio voltou à manga em 2009 e deu-lhe uma nova adaptação com o subtítulo Brotherhood que capturou perfeitamente o humor e o tom do original mas mesmo assim a primeira tentativa continua a valer uma vista de olhos, especialmente para os fãs das aventuras de Edward e Alphonse Elric.
Full Metal Panic? Fumoffu (2003)
Existe um pequeno estúdio da capital histórica do Japão sobre o qual eu não me consigo calar. Este spin-off da série Full Metal Panic que capitaliza no humor presente no original foi possivelmente a primeira série de televisão do estúdio a tornar-se realmente popular. E não só foi popular como também foi profundamente influente na altura com paródias e referências a serem comuns em obras da altura.
Apesar do aspecto hoje parecer banal, quando visto à luz do que estava a ser produzido na altura estava anos luz à frente de todos os outros e a combinação qualidade de produção com um sentido de comédia apurado colocaram o estúdio no mapa. Dois anos depois o mesmo estúdio viria a adaptar mais uma parte da história demonstrando que para além de serem exímios na comédia eram igualmente dotados a adaptar uma obra mais dramática.
Essa adaptação foi tão brutal para o estúdio que juraram nunca mais animar algo no género de Mecha mas isso é uma história para outra altura.
Bleach (2004)
Bleach (2004)
E agora damos um pulinho à Shonen Jump, a revista que nos deu obras como Dragon Ball ou Rurouni Kenshin, para falar de uma manga que foi considerada uma das “3 grandes” do início dos anos 2000s.
Podia ter falado de Naruto ou One Piece mas a importância dessas duas séries é relativamente inquestionável ainda hoje. Não, a série que eu quero aqui mencionar é a terceira obra dessa lista: Bleach.
Mas a verdade é que a minha escolha tem uma boa razão de ser. Enquanto Naruto e One Piece são influentes sim, eu arriscaria-me a dizer que a adaptação televisiva de Bleach, com o seu grafismo marcante e cheio de cor, foi muito mais influente nas obras de animação que se seguiram do que as adaptações mais conservadoras das outras duas séries.
Infelizmente o filler constante e de qualidade questionável quando combinado com o facto da manga em si ter entrado num arco também ele menos bem conseguido acabaram por matar o interesse na série e levaram eventualmente ao cancelamento da adaptação e ao final antecipado da serialização do original.
E já que estamos a falar de séries que foram influentes em grande parte pelo seu sentido de estilo não podia deixar de falar desta série Mecha original do estúdio Bones.
Temos mechas a fazer surf nas nuvens, todos os títulos dos episódios são referências a nomes ou letras de músicas e vários dos nomes usados pela série são referências às mais diversas personalidades da música Rock e Pop.
Estilo não falta nesta série e a história que conta também não é nada má com temas de aceitação do que é diferente junto à habitual história de adolescentes a crescer e aprenderem a ser adultos e a lidar com o mundo real.
Tenho de admitir que não sou um dos maiores fãs da série mas o impacto da mesma é inquestionável para quem viveu a época como fã e é notório que a série influenciou o género do Mecha nos anos que se seguiram.
Mas, mantendo a tradição, não vamos novamente falar sobre a sequela.
Eureka Seven (2005)
E pronto, estas são algumas das séries que, na minha opinião, foram de alguma forma influentes e marcantes na primeira metade da primeira década do século XXI.
Esta entrada foi um pouco atípica mas não consegui arranjar melhor forma de dividir as obras. Na minha opinião a chegada do milénio marcou uma mudança clara nos temas e no estilo das séries que surgiram no meio com o advento de técnicas e meios de produção digitais a marcarem obviamente o estilo visual da década para o bem (e para o mal).
Porém algumas das séries que surgiram no ano de 2006 em particular causaram um autêntico impacto sísmico na animação nipónica e, tal como Sailor Moon e Evangelion nos anos 90, provocaram uma mudança radical nas obras que se seguiram.
Mas isso fica para a próxima. Entretanto passem pelo Twitter e pelo Facebook do blog para darem a vossa opinião sobre o que eu claramente me esqueci e com as vossas teorias sobre o que vem a seguir.
A animação japonesa tem sido uma das apostas regulares da Netflix nos últimos meses. E além dos clássicos do género, vão chegando cada vez mais produções recentes ao serviço de streaming: é o caso de "DOROHEDORO" e "DRIFTING DRAGONS", duas das boas séries deste ano.
"DOROHEDORO" (T1), Tokyo MX/Netflix: Forte candidata a série mais esgrouviada de 2020, é a história de um homem que tenta descobrir que feiticeiro o deixou com uma cabeça de lagarto enquanto vai encontrando (e despachando) dezenas de magos.
Ambientada num universo pós-apocalíptico e de aura cyberpunk, a saga que se baseia na manga de Q Hayashida, surgida no ano 2000, não se coíbe de oferecer violência gratuita (com direito a gore e mutilações), figuras e situações bizarras (de um antagonista obcecado por cogumelos a um insecto gigante domesticado), humor nonsense e conjugações inesperadas de ambientes sujos e urbanos com feitiçaria arcaica (acompanhadas de uma animação que sabe conjugar elementos 2D e 3D).
A mistura arrisca-se a ser de digestão difícil ao primeiro embate, mas vale a pena insistir quando o criador e realizador do anime, Yûichirô Hayashi, tem um carinho óbvio pelas personagens, que se vão revelando mais do que mera carne para canhão. O grupo de vilões idiossincráticos, dos temíveis aos desastrados, até acaba por se revelar bem mais carismático do que o protagonista, entregue a um arco de vingança sem grandes particularidades (e que demora o seu tempo a desenvolver algum conflito dramático). E se o final pode ser acusado de deixar demasiadas pontas soltas, além da porta escancarada para uma segunda temporada, a diversão até lá é garantida - pelo menos para quem não se sentir intimidado por uma proposta tão delirante como visceral.
3/5
"DRIFTING DRAGONS" (T1), Fuji TV/Netflix: Adaptação da manga homónima de Taku Kuwabara, editada a partir de 2016, esta aventura steampunk desenha a jornada de um grupo de caçadores de dragões a bordo de um navio voador. A rotina é apresentada a partir do ponto de vista de uma adolescente, o membro mais recente da tripulação, e a sua capacidade de deslumbramento facilmente contamina o espectador de uma série que acerta tanto na construção de um mundo singular e coerente como nas ideias e opções visuais.
Se a mitologia dos dragões tem sido recuperada por sagas como "A Guerra dos Tronos", as criaturas deste universo não poderiam ser mais diferentes desse arquétipo feroz e ameaçador: são seres imponentes mas com uma graciosidade zen que os leva a atacar apenas quando são provocados - e não têm os disparos de fogo entre as armas. Mas essa variação não impede que continuem a ser caçados, o que rendeu algumas críticas à série, acusada de encorajar a legitimação da caça às baleias.
Mais interessante será olhar para este anime como um descendente espiritual de retratos na linha de "O Velho e o Mar", até porque a protagonista vai atravessando um questionamento moral ao longo de 12 episódios que pedem continuação: há aqui mais personagens intrigantes a explorar e os últimos capítulos vão subvertendo a lógica maniqueísta de caçadores e presas. E depois há as muitas receitas de iguarias à base da carne de dragão, um dos sinais da excentricidade ocasional que tempera uma história que começa bem e sugere poder voar mais alto.
A app Signal, que se preocupa em manter a privacidade das comunicações entre utilizadores - ao ponto de ser recomendada pela CE - está a entrar numa fase em que o equilíbrio entre a comodidade e segurança poderá ser difícil de manter.
Até ao momento, os responsáveis da app Signal têm feito questão de realçar a sua total segurança com o facto de não guardarem qualquer informação relevante referente aos utilizadores ou às suas mensagens. Mesmo que um atacante, ou as autoridades, conseguissem entrar nos seus servidores, não conseguiriam aceder às suas informações - nem a empresa seria capaz de fornecer aquilo que não tem.
É uma alteração de filosofia que será bem apreciada por todos os que já passaram pelo processo de ter um smartphone avariado e perderam o acesso aos seus contactos do Signal, tendo que os redescobrir e adicionar novamente no seu novo smartphone; mas que por outro lado também está a ser vista como uma quebra de confiança no pressuposto de que o serviço não guardaria quaisquer dados sobre os utilizadores - e maximizada pelo facto de, até ao momento, o Signal não parecer dar qualquer opção para que esses dados não sejam guardados.
Tudo isto poderá ser facilmente resolvido através de uma opção que fique ao critério dos utilizadores: manter os contactos na cloud para fácil recuperação no caso de avaria ou roubo do smartphone, ou privilegiar a segurança e manter os dados apenas localmente, com todos os riscos inerentes (a app permite transferir todos os dados para um novo smartphone, desde que o antigo esteja disponível e a funcionar, via ligação directa sem passar pela cloud).
Voice recognition can be one form to identify a person authorized to access a system restricted to a given group of people.
A Web application written in PHP can take an audio sample uploaded the Web server and use a voice recognition API like for instance Microsoft Azure Cognitive Services API to register the audio sample and associate it to a given person.
The same API can analyze a new audio sample with a user voice to tell if it is of a person that the recognition system is able to already identify as being of the real person with that voice.
This article and the video tutorial that is presented here gives more details of how to implement this approach in practice in PHP.
A utilização dos económicos tapa-câmaras adesivos pode tornar-se bastante dispendiosa de acordo com um alerta da Apple e pelo menos um utilizador infeliz, depois de ter partido o ecrã do seu MacBook.
A crescente preocupação com a privacidade fez disparar a procura e utilização das pequenas coberturas adesivas para tapar as câmaras frontais dos portáteis, mas no caso dos MacBooks e demais portáteis que não tenham algum espaço de tolerância entre o ecrã e o corpo do portátil quando fechado, é uma opção que se pode tornar arriscada. E isso é algo que pelo menos um utilizador descobriu, ao partir o ecrã do seu novo MacBook.
A Apple já emitiu um aviso oficial contra a utilização destas tampas adesivas para as câmaras, explicando que as reduzidas tolerâncias dos MacBooks não permitem que se coloque nada no ecrã que seja mais grosso que uma folha de papel (0.1mm) em vez disso assegurando que não há forma de activar a câmara sem que o indicador luminoso da mesma se ilumine, indicando ao utilizador o seu estado sem margem para dúvidas.
Claro que isto não resolve os casos em que se queira ter a câmara ligada mas, por qualquer motivo, que permaneça tapada; mas considerando o dispendioso risco, será melhor optar por qualquer outro sistema para tapar a câmara que não seja a utilização dos ditos "tapa-câmaras" adesivos móveis.