Wallpapers raios-x para o Surface
Quem tiver um Surface da Microsoft e estiver à procura de wallpapers originais, pode sempre optar por dar "transparência" aos mesmos, usando wallpapers que mostram os seus computadores em raios-X.
Partilhados por um dos nossos leitores, temos wallpapers para o Surface Go e Go 2 wallpapers e também para o Surface Pro X, e disponíveis tanto em versão normal como invertida, para que se enquadre da melhor maneira com o tema preferido pelos utilizadores.
Confesso que a mania da "eficiência" continua a fazer-me abdicar de wallpapers e optar por ecrãs de cor sólida; mas se tivesse que escolher um wallpaper para usar, provavelmente optaria por um deste estilo. :)
Wallpapers Surface Raios-X:
Surface Pro X - 2880x1920
Surface Pro X inverted - 2880x1920
Surface Go 1 - 1800x1200
Surface Go 1 screen only crop - 1800x1200
Surface Go 2 - 1920x1280
Surface Go 2 screen only crop - 1920x1280
Surface Go 1 inverted - 1800x1200
Surface Go 1 screen only crop inverted - 1800x1200
Surface Go 2 inverted - 1920x1280
Surface Go 2 screen only crop inverted - 1920x1280
Obrigado cuiver.
Summer Game Fest leva demos à Xbox de 21 a 27 de Julho
Como forma de compensar os fãs pela ausência dos eventos físicos de gaming, a Microsoft avança com a criação deste Summer Game Fest - um evento que irá disponibilizar dezenas de demos que os jogadores poderão experimentar na sua Xbox One de 21 a 27 de Julho.
Por causa do Covid-19 foram cancelados eventos como a E3 e Gamescom, alterando por completo o calendário habitual de apresentação e demonstração de jogos ao público. Em jeito de alternativa, a Microsoft avança com o seu Summer Game Fest, um evento digital que dará a todos os jogadores com Xbox One a oportunidade para descarregarem e experimentarem dezenas de demos de jogos em desenvolvimento.
Precisamente por isso, a MS alerta para que este jogos devem ser visto por aquilo que são: simples demonstrações de jogos em desenvolvimento, cuja qualidade actual poderá não reflectir a qualidade final do jogo. Mas, para um público sedento de novidades, é uma forma bastante eficaz de dar visibilidade a estes jogos e também angariar o indispensável feedback para os developers.
Por lá poderemos encontrar jogos como Destroy All Humans!, Haven, Hellpoint, Skatebird, The Vale: Shadow of the Crown, Raji: An Ancient Epic, Welcome to Elk, e muitos outros.
Enquanto isso, é também esperado que a MS faça um evento a demonstrar jogos da próxima Xbox Series X ainda durante este mês. Esperemos que, desta vez, com jogo que realmente mostrem o que a consola vale, em vez de nos mostrar o tipo de coisas que já parecia ser possível numa Xbox One X.
Os 6 níveis de segurança dos data centers da Google
A Google revelou um pouco sobre os múltiplos níveis de segurança que implementa nos seus data centers, responsáveis por manter a salvo os dados de todos os seus utilizadores e clientes.
Muitas vezes vemos nos filmes alguém entrar num data center para copiar informação confidencial ou infectar o sistema mas, no mundo real, o que é que seria preciso para poder chegar a esse ponto? É precisamente isso que podemos ver no seguinte vídeo, que nos dá a conhecer o sistema com 6 camadas de segurança que a Google utiliza nos seus data centers, e que revela que essa tarefa seria uma verdadeira "missão impossível".
Para além da questão do acesso físico, de conseguir chegar fisicamente ao edifício (o que por si só já será um grande desafio), temos ainda que conseguir superar portas com validação de identidade usando cartões e reconhecimento, e sistemas que impedem que alguém se tente aproveitar para conseguir entrar por uma porta aberta por outra pessoa com acesso.
Também a parte da entrega de material pelos fornecedores está sujeita a escrutínio bastante apertado, assim como o seguimento de todos os componentes - como os discos rígidos - para garantir que se sabe sempre onde estão e que são devidamente desactivados, com eliminação segura dos dados ou a sua destruição.
Dirigível Phoenix vai voar sem hélices
Uma empresa britânica está a recuperar um velho método de propulsão para balões, para criar um dirigível que se pode deslocar de forma ultra-eficiente sem necessidade de hélices.
A pressa da sociedade actual pode fazer com que não seja provável regressar aos tempos áureos dos dirigíveis transatlânticos, mas isso não impede que os balões e dirigíveis não continuem a ser um dos métodos mais eficientes para permanecer no ar. Enquanto projectos como o Loon da Google recorrem a complexos modelos de simulação para fazerem com que os balões se desloquem usando as correntes atmosféricas, neste caso temos uma empresa britânica que quer criar um dirigível que "nade" pelo ar.
Em vez de usar hélices, o seu dirigível Phoenix desloca-se ao ascender e descender pelo ar, num processo que é vagaroso mas também extremamente eficiente.
Embora não seja um sistema que vá bater recordes de velocidade, tem como grande vantagem o facto de ser completamente silencioso e de usar uma quantidade de energia extremamente reduzida. Em vez de hélices, que precisariam de funcionar de forma contínua, este sistema apenas gasta energia a comprimir o gás e fazer com que o balão / dirigível desça - com o próprio movimento descente, e depois ascendente, a provocar a propulsão.
É um sistema que foi inicialmente proposto em 1864(!) mas que até ao momento apenas tem sido utilizado em drones submersíveis, que assim se podem deslocar pelo oceano durante longos períodos de tempo com consumo mínimo de energia.
O próximo passo será construir um destes dirigíveis em escala maior, para que se possa tornar numa plataforma aérea capaz de se manter no ar de forma permanente e autónoma, a custo reduzido.
O carro transparente da Pontiac
Muito antes do James Bond nos ter mostrado um carro invisível, a Pontiac tinha fascinado o mundo ao construir o primeiro carro transparente nos EUA no distante ano de 1939.
Apelidado de "carro fantasma", este Pontiac transparente fez sucesso em todos os eventos por onde passava, sendo anunciado pela marca como uma forma de deixar que os clientes vissem exactamente o que estavam a comprar.
Com uma carroçaria feita em plexiglass, tratava-se de um carro inteiramente funcional (onde até os vidros das portas podiam ser subidos e descidos), e que complementava a ilusão da transparência com materiais cromados e borrachas em branco - tanto para os tubos do motor como os próprios pneus.
A Pontiac acabaria por construir um segundo exemplar no ano seguinte, para outra exposição. Mas não posso deixar de pensar no que seria possível construir-se hoje, com recurso a toda a tecnologia ao nosso dispor actualmente. Talvez a Tesla possa sentir-se inspirada e nos surpreenda com um Tesla Cybertruck ou Tesla Roadster transparente. :)
Google Assistant mantém supremacia perante a Siri

A Apple prometeu melhorias para a Siri no iOS 14, mas mesmo assim parece que será preciso uma aposta mais forte da Apple para chegar ao nível do Google Assistant.
A Siri foi lançada pela Apple com o iPhone 4S em 2011, mas a verdade é que ao longo de quase uma década as suas capacidades pouco se alteraram. Para o iOS 14 estão prometidas muitas melhorias, tanto a nível das suas capacidades como do seu aspecto visual, que abdica de ocupar todo o ecrã para passar a um indicador bastante mais compacto. Mas, tomando como referência aquilo que é disponibilizado pela Siri no iOS 14 para os developers... o Assistant continua a estar na liderança.
Há coisas interessantes nesta nova Siri do iOS 14, e alguns aspectos em que até se podem considerar melhor conseguidos que o Google Assistant; mas há ainda um longo caminho a percorrer para que estes assistentes digitais comecem realmente a demonstrar "inteligência".
Amped Studio leva os VST para o browser
O Amped Studio é um dos mais populares programas de música que pode ser utilizado no browser, dispensando a instalação, e que agora passa a contar com um bónus que há muito se aguardava: poderá dar uso aos plugins VST.
Os plugins VST são um standard nos programas de música e edição áudio (DAW), permitindo acrescentar todo o tipo de funcionalidades extra modulares, como efeitos ou novos instrumentos. Até ao momento isso era algo que obrigava a instalação de um programa dedicado no computador, mas agora o Amped Studio abre a porta para que os VST possam ser utilizados directamente a partir do browser.
Claro que isto é acompanhado de alguns requisitos e compromissos. Para tal, será preciso instalar um pequeno programa auxiliar chamado VST/Remote, disponível para macOS e Windows 10, que será responsável por permitir a interligação dos VST com os browsers. Por outro lado, por agora apenas é possível utilizar um único plugin de cada vez, e a automação de parâmetros VST não funciona. É também disponibilizado como "beta", pelo que poderão encontrar alguns bugs ou fenómenos inesperados.
O Amped Studio já anteriormente tinha adicionado o suporte para plugins web WAM (Web Audio Module), e este suporte para VST faz antever que no futuro os DAW online possam aproximar-se dos seus congéneres tradicionais instalados. Quem quiser, pode experimentar desde já esta novidade, pois está disponível até para a modalidade gratuita do Amped Studio.
Como fazer um candeeiro LED de tecto original
Construir um candeeiro de tecto, com recurso a algumas travessas de madeira e fita LED, pode ser a solução mais económica para quem procura algo diferente e original.
Nem sempre é fácil encontrar um candeeiro que se enquadre naquilo que se deseja para determinada sala. Outras vezes, quando o encontramos, o preço nem sempre fica dentro do orçamento. Para quem tiver um pouco de jeito para a bricolage, a solução poderá passar por criar o seu próprio candeeiro; algo que nem sequer é assim tão difícil tendo em conta a versatilidade proporcionada pelas fitas LED.
Este exemplo mostra-nos como é relativamente simples construir um candeeiro LED original para adornar o tecto de um quarto ou sala.
O custo total do projecto ficou abaixo dos €30, o que já dá uma ideia do tipo de poupança que se poderá ter face a candeeiros LED "comerciais" - e obviamente que fica ao critério de cada fazer alterações ao design, quer seja para mudar apenas algumas dimensões para melhor se ajustar a determinado local, quer seja para criar um design completamente diferente.
O papel principal é dela (e só dela)
"A VERDADE" é o primeiro filme de Hirokazu Koreeda fora de portas e tranquiliza quem temia que o cineasta japonês se aburguesasse em França, mesmo que este drama familiar tão sóbrio como caloroso seja menos memorável do que a interpretação de Catherine Deneuve.

Depois de "Shoplifters: Uma Família de Pequenos Ladrões" (2018), obra que lhe reforçou a aprovação e visibilidade internacional, um dos realizadores-chave do cinema japonês das últimas décadas arrisca o primeiro passo criativo noutro país - e também noutro idioma. França, onde ganhou a Palma de Ouro em Cannes, há dois anos, é agora o cenário de um filme que, apesar da mudança de contexto geográfico e cultural, retoma territórios habituais da sua obra: os das histórias familiares, instigadoras de alguns dos seus títulos mais elogiados (do antecessor supracitado ao marcante "Ninguém Sabe", que revelou o seu nome a muitos espectadores fora de portas no início do milénio).
"A VERDADE" não desonra os pergaminhos de um autor conhecido pelo olhar empático e complexo sobre os relacionamentos humanos, e em especial as dinâmicas entre pais e filhos. Ou neste caso, entre mães e filhas, a partir da reaproximação de duas mulheres vividas por Catherine Deneuve e Juliette Binoche, ambas dirigidas pelo japonês pela primeira vez. Ethan Hawke acompanha-as, mas Koreeda nunca tenta disfarçar que este é um filme assente nelas e nos caminhos que as movem entre a cumplicidade e a crispação, aqui sempre de forma mais ou menos velada - ou não fosse esta uma história que desenterra ressentimentos e revelações de um passado turvo.

Deneuve encarna uma actriz tão respeitada e icónica como caprichosa e emocionalmente distante, e qualquer semelhança com a realidade não será pura coincidência num drama que também sabe recorrer ao humor, muitas vezes para sublinhar um argumento auto-consciente que até aposta no modelo de filme-dentro-do-filme (a partir de uma obra de ficção científica vincada pela relação mãe-filha na qual a protagonista participa). Mas o jogo de espelhos vai mais longe através do livro de memórias, intitulado "A Verdade", que a estrela veterana se prepara para lançar. E a ocasião motiva, de resto, a visita da filha, do genro e da neta, que vivem nos EUA.
Num reencontro que dura poucos dias, Koreeda mergulha em décadas de decisões, rivalidades, segredos e ausências, revisitando a vida pessoal e profissional da personagem de Deneuve e as marcas que o braço de ferro entre ambas deixaram nos que estavam à sua volta. As duas actrizes mostram-se à altura da viagem emocional, embora "A VERDADE" acabe por se revelar sobretudo uma ode à mais velha, que tem aqui um dos papéis mais fortes em muitos anos e responde com a entrega que se esperaria. E nem o facto de encarnar uma versão, pelo menos em parte, dos traços associados à sua persona pública demove o carisma nem as camadas de uma mulher inteira, que se sobrepõe ao estereótipo de diva inacessível.

Binoche, não tendo a mesma atenção do argumento e da câmara, é ainda assim determinante para alguns dos melhores momentos do filme: as cenas entre as duas, das mais espirituosas às conflituosas, que provam que Koreeda ainda tem muito a dizer sobre as particularidades das relações familiares. E sabe como o dizer, mais uma vez com inteligência emocional e sem fazer juízos, por muito que "A VERDADE" não tenha a força dramática de alguns antecessores - ocasionalmente, o tom sóbrio confunde-se com o morno e a banda sonora agridoce é um facilitismo que chega a sugerir um realizador acomodado.
Além de dirigir duas grandes senhoras do cinema francês, Koreeda mantém-se um director de actores confiável ao escolher Ethan Hawke, que dá o corpo às balas disparadas pela personagem da sogra (as que não poupam a televisão nem as estrelas americanas são das mais divertidas), e Clémentine Grenier, a mais jovem mulher desta família e também o mais recente exemplo de um talento infantil revelado pelo japonês. Deneuve pode ser quem brilha mais, mas "A VERDADE" ainda vai tendo outros encantos.
3/5
Batterygate pode custar €60 por iPhone na Europa à Apple
Diversas organizações de defesa do consumidor, incluindo a Deco-Proteste portuguesa, estão a exigir que a Apple compense os clientes europeus devido ao caso batterygate, em que secretamente abrandava os iPhones com baterias envelhecidas.
O batterygate foi um dos episódios mais infelizes da Apple nos últimos anos, tendo durante bastante tempo negado que estava a abrandar os iPhones (e quem tentava denunciar este comportamento ainda se arriscava a ser insultado por alguns fãs da marca). Eventualmente, as provas lá se foram amontoando ao ponto da Apple ter sido forçada a reconhecer que abrandava de facto os iPhones, posteriormente tentando fazer esquecer a polémica ao anunciar um programa de troca de baterias a preço reduzido e que no próximo iOS disponibilizaria uma opção para não ser feito qualquer abrandamento mesmo em iPhones com baterias mais antigas.
O caso parecia ter ficado encerrado... mas agora volta para assombrar a Apple. Um grupo de organizações de defesa do consumidor - Test Achats (Bélgica), OCU (Espanha), Deco-Proteste (Portugal), AltroConsumo (Itália) e Proteste (Brasil) - está a exigir que a Apple compense os clientes pagando €60 por cada iPhone.
Mesmo tendo em conta que seria um pequeno preço a pagar, pela forma como a Apple lidou com o assunto, penso que eventualmente seria bastante mais produtivo e eficaz exigir que a Apple simplesmente mantivesse o preço reduzido para substituição de baterias nos pontos de assistência oficiais. Na altura, o preço foi reduzido de $79 para $29 - e assim, ficou automaticamente demonstrado que a Apple tinha capacidade para implementar esses preços. Se vierem a ser forçados a pagar €60 de indemnização, será um valor que nem sequer chega para pagar uma troca de bateria ao preço "normal".
Bridgestone revela sistema de monitorização de danos dos pneus
Depois dos sistemas de monitorização da pressão de ar nos pneus, a Bridgestone quer dar um passo em frente e monitorizar a existência de danos que, até ao momento, não dão qualquer sinal de alerta aos condutores.
Os pneus são um dos elementos mais críticos para a segurança dos automóveis, e também dos que ficam mais sujeitos a desgaste e danos durante a circulação. Não é por isso surpresa que sejam responsáveis por quase um terço dos acidentes automóveis causados por falhas técnicas, e onde todo e qualquer sinal de alerta atempado seria de importância extrema.
Os sistemas de controlo da pressão de ar nos pneus são obrigatórios em todos os carros desde 2012, mas há toda uma série de danos que podem passar despercebidos, causados por coisas como buracos, objectos nas estradas, ou deformações causadas por impactos com passeios, etc. E é precisamente para resolver isso que a Bridgestone desenvolveu, em parceria com a Microsoft, este novo Sistema de Monitorização de Danos nos Pneus.
A parte mais interessante deste sistema que fornece informação em tempo real sobre o estados dos pneus é que não está dependente da instalação de sensores adicionais ou da utilização de compostos especiais nos pneus. Os dados são recolhidos pelos sensores já existentes no automóvel para efeito de coisas com o controlo de estabilidade e ABS, mas sendo agora utilizados para analisar vibrações anómalas dos pneus que podem denunciar os danos - assim como as condições do próprio pavimento.
No futuro, um carro ao passar por um buraco na estrada poderá sinalizar aos outros veículos para terem cuidado adicional, ou fornecer dados para um sistema central que possa alertar automaticamente as entidades apropriadas para que reparem a estrada.
DS Driver Attention Monitoring vigia condutores para maior segurança
Para garantir que os condutores estão em condições de conduzir em segurança, o sistema DS Driver Attention Monitoring observa continuamente os condutores para detectar quaisquer sinais de cansaço.
A inovadora tecnologia da DS Automobiles que monitoriza o estado de alerta do condutor tornou-se numa referência antes da chegada do ano de 2022, quando irá entrar em vigor a regulamentação europeia que estabelece a obrigatoriedade dos sistemas de alerta de fadiga em todos os automóveis novos à venda no mercado da UE.
A adopção destas novas regras irá converter os alertas de sonolência ou de distracção ao volante em equipamentos obrigatórios nos automóveis em circulação no espaço europeu. Em Portugal, e segundo os últimos dados da APCAP (Associação Portuguesa das Concessionárias de Autoestradas e Pontes com Portagem), nos acidentes associados à acção do condutor, a falta de atenção e a sonolência foram responsáveis por 32,5 por cento dos acidentes nas autoestradas portuguesas.
A DS Automobiles coloca-se, assim, na vanguarda em termos de desenvolvimento de equipamentos de segurança com a integração da tecnologia DS Driver Attention Monitoring, através da qual ajuda o condutor a manter a sua concentração ao volante, impedindo-o de adormecer. Esta avançada tecnologia, que detecta sinais de fadiga ou de distracção, pode contribuir para salvar vidas.
O sistema combina duas câmaras de infravermelhos que conjugam o estado de alerta do condutor com o acompanhamento contínuo da posição do veículo na estrada. Localizadas sobre o volante e na parte superior do para-brisas, estas avançadas câmaras detectam três sinais físicos chave de distração ou de sonolência: movimento dos olhos, das pálpebras e do pescoço. Se o sistema detectar um desses sintomas é despoletado um alerta sonoro, complementado por outro aviso visual, apresentado no painel de instrumentos digital. Em simultâneo, é feita uma análise constante da posição do veículo em relação às marcações no piso, alertando-se o condutor com avisos sonoros se ocorrerem movimentos repentinos ou inesperados do volante.
A acção conjunta destas tecnologias permitem ao DS Driver Attention Monitoring vigiar, minuciosamente, o condutor em busca de sinais-chave de distração e/ou sonolência, bem como para alargar os períodos ao volante, alertando ou incentivando o condutor a tomar medidas contra estes problemas. Através dos sistemas DS DRIVER ATTENTION, DS NIGHT VISION e DS ACTIVE LED VISION, a DS Automobiles coloca-se na vanguarda da aplicação da tecnologia para melhorar a segurança rodoviária.
A tecnologia DS DRIVER ATTENTION MONITORING está disponível no DS 7 CROSSBACK, seguindo-se, em breve, no DS 9.
Sugestões Sony para umas férias com tecnologia de topo
Com o calor a apertar, a Sony apresenta algumas sugestões para acompanharem as férias com tecnologia de topo.
Emptty, a blazing fast Display Manager
Emptty is one of the newest additions to userrepository.eu and already a favorite of mine. This CLI Display Manager is blazing fast and offers a few configuration options.
One of these options and my personal favorite is setting the MOTD, like the one you see on the post image. As far as I can tell, it only supports plain text and ANSI color escape codes. If the possibility for scripts arises, it can allow some really cool stuff.
I’m already picturing it: lolcat all the things! But I drool… I mean, digress.
You can also choose the TTY where it’ll run, set auto login, create custom sessions just for emptty and a couple for customization options you can check over at Github.
And .xinitrc users, emptty has your back.
${HOME}./xinitrc
If configXINITRC_LAUNCHis set to true, it enables possibility to use .xinitrc script. See samples
The package is in version v0.2.0.r12.44b809d-1 at the time of publishing of this post. In this version, the package has:
- 745,34Kib of download size
- 1910,79Kib of used disk space after install
- ~6,8Mib of used RAM when running
As you can see, it’s really lightweight. At least as important, it looks really nice and gives a nostalgic vibe.
If you like efficiency, I think you’ll love this CLI Display Manager written in Go. To install it, assuming you already have userrepository in your repository list, just run:
sudo pacman -Syuv emptyy-git
One last thing: please become a Patron if you want to support userrepository.eu. Even €1 will help cover the monthly expenses, just over €15. If I get enough patrons, I’ll be able to upgrade the virtual machine to one with better specs, which will allow a higher package compression level, shorter build times and maybe even packaged kernels. Thank you 
Emptty, a blazing fast Display Manager
FaceApp garante que não é risco para a privacidade
Um ano após se ter tornado um sucesso viral e levantado questões de privacidade, a app FaceApp de transformação de rostos volta a ter uma nova vaga de popularidade... e das preocupações associadas por se tratar de uma app russa.
Numa altura em que o clima de desconfiança mundial vai aumentando (ainda recentemente a Índia proibiu o TikTok e dezenas de apps chinesas), e na Rússia temos o presidente Vladmir Putin a assegurar um cargo vitálicio na presidência, ressurge uma vaga de popularidade da app FaceApp.
Esta app permite aplicar uma série de filtros aos rostos, fazendo com que seja fácil envelhecer um rosto jovem, rejuvenescer um rosto velho, ver como ficaria um rosto masculino em versão feminina, ou um rosto feminino em versão masculina, e muito mais. É uma app que consegue resultados bastante interessantes que facilitam a a sua popularidade (e que até permite aplicar estes efeitos não só a fotos estáticas mas também a vídeos, na app iOS) - mas que não consegue evitar as preocupações relacionadas com o facto de estar a recolher rostos e de ser uma app de uma empresa russa.
A isso os criadores do FaceApp respondem dizendo que, ao contrário de muitas apps, nem sequer obrigam a que os utilizadores façam qualquer tipo de registo, permitindo uma utilização "anónima"; e que os dados são guardados temporariamente na cloud da Amazon e Google - sendo eliminados automaticamente ao fim de 24 horas.
Obviamente, tudo acabar pode depender do grau de (des)confiança de cada utilizador, já que há sempre potencial para o abuso no tratamento de dados, por muito inocentes que possam parecer: o simples endereço IP pode ser suficiente para ter uma localização geográfica aproximada, potencialmente permitindo que uma hash referente ao rosto de cada utilizador seja associada a essa localização (mesmo que não sejam mantidas as imagens dos rostos em si), etc.etc.
Por outro lado, há que ter em conta que, se por acaso já tiverem uma qualquer foto usada como perfil num qualquer serviço na internet (Facebook, Twitter, Google, etc.) então tudo isso se torna irrelevante, pois podem dar como garantido que o vosso rosto já estará em diversas bases de dados mundiais.
Taiko no Tatsujin
Às vezes as premissas mais simples são aquelas que se tornam mais divertidas e Taiko no Tatsujin tem possivelmente uma das mais simples que conseguem imaginar.
Taiko no Tatsujin (ou Taiko Drum Master nas versões ocidentais da Playstation 2) é um jogo que surgiu nas arcadas japonesas e onde batemos num tambor japonês ao ritmo das mais diversas músicas vindas da pop japonesa, originais do jogo, músicas de anime ou apenas versões de músicas clássica.
No original isto traduz-se em duas baquetas que usamos para acertar no centro ou no aro do tambor à medida que o símbolo apropriado surge no ecrã enquanto nas versões caseiras isso resume-se a 4 botões, 2 em cada mão. E com isto temos a receita perfeita para passar uns bons minutos a curtir uma qualquer música enquanto procuramos acompanhar o ritmo alucinante de ícones que surgem no ecrã com os nossos dedos no comando.
Simples e eficaz.
Tudo isto acontece enquanto no ecrã temos um conjunto de movimento e cor digno de todos os clichés que podem imaginar ao pensar numa arcada japonesa.
Actualmente o jogo está disponível no Ocidente para as mais recentes consolas da Sony (PS4) e da Nintendo (Switch). A minha recomendação seria optar pela versão disponível para a Playstation 4 uma vez que a lista de músicas disponível para essa é mais extensa e um pouco mais acessível, especialmente para quem não é fã de longa data da série, mas ambas as versões possuem mecânicas idênticas e são igualmente divertidos de jogar.
Veredicto: Existem muitos rhythm games mas poucos conseguem atingir aquele equilíbrio entre simplicidade e diversão que os ajudam a sobreviver durante décadas. Taiko no Tatsujin é uma dessas excepções e merece pelo menos uma vista de olhos, especialmente se se vierem confrontados com uma máquina de arcada.
Classificação: 4.8/5 Nonsenses
Artigos Relacionados:
Como fazer um relógio com fita LED e Arduino Nano
Um Arduino, fita LED RGB endereçável e meia dúzia de componentes é tudo o que é preciso para se construir um colorido e original relógio luminoso.
Hoje em dia temos ao nosso dispor componentes electrónicos incríveis a preço extraordinariamente reduzido, e com isso reúnem-se os ingredientes para fazer projectos bastante vistosos e criativos de forma bastante simples. É precisamente o caso deste relógio LEDura.
Usando apenas um Arduino Nano, um módulo de relógio RTC (para garantir que mantém as horas certas mesmo se faltar a electricidade), duas fitas LED RGB endereçáveis, e alguns poucos componentes sortidos adicionais (potenciómetros, resistências, fonte de alimentação, etc.) podemos criar um relógio LED original que também pode servir como termómetro digital e lâmpada LED RGB com efeitos luminosos diversos, cortesia da biblioteca FastLED.
Como sempre, nada nos impede de deixar que a nossa imaginação leve o projecto mais além. Se em vez de um Arduino Nano optarmos por um ESP8266 com WiFi, abrem-se as portas para o podermos integrar com serviços na web, podendo utilizar o "relógio" como indicador LED para todo o tipo de alertas ou eventos para os quais se deseje ser notificado ou estar informado.
LEGO Art cria quadros "pop culture"
A LEGO está a preparar uma nova gama de construções que me parece estar, desde já, destinado ao sucesso. O LEGO Art deixa-nos construir quadros com temas de cultura popular, indo do Iron Man da Marvel ao Darth Vader do Star Wars.
A versatilidade das peças LEGO não conhece limites, pelo que não será de estranhar que entre essas capacidades se encontre a possibilidade de as usarmos para criar quadros. É algo que muitos fãs já têm feito ao longo dos anos, mas que agora conta com uma série oficial dedicada a isso: a LEGO Art.
Por agora temos disponível quatro colecções: Andy Warhol Marilyn Monroe, The Beatles, Iron Man, e The Sith do Star Wars.
Cada uma delas permite recriar vários quadros (por exemplo, o conjunto Sith permite fazer um retrato do Darth Vader, Darth Maul ou Kylo Ren; o dos Beatles permite fazer um dos membros da icónica banda), sendo também possível combinar vários para construir o conjunto completo. Ou seja, quem quiser expor a sua construção com todos os Beatles terá que comprar quatro conjuntos; ou então três conjuntos Sith ou Iron Man caso pretenda criar um dos quadros panorâmicos.
O único problema é que cada conjunto destes LEGO Art custa 119.99 euros - pelo que o valor total para a construção de um destes quadros triplos ou quadruplos eleva o valor total para perto dos 360 e 480 euros respectivamente.


























