PlanetGeek
№ 01

Como construir um robot quadrúpede


Quem se sentir fascinado pelos robots quadrúpedes capazes de se deslocar a grande velocidade, pode agora criar em casa uma versão doméstica do Spot da Boston Dynamics: o Tsuki.

O Tsuki é um robot quadrúpede que pode ser construído por qualquer fã de robótica, e que tem a particularidade de se conseguir movimentar de forma bastante desembaraçada, em vez de se limitar aos movimentos feitos a passo de caracol da maioria dos robots económicos.

Criado no Fusion 360, conta com 12 graus de movimento e 12 servo-motores RDS 3135, contando com um computador Orange Pi Zero Plus 2, que envia as ordens para um Arduino, que por sua vez as envia para um placa PWM que controla os servo motores.


Só me parece que, mesmo com os seu 12 graus de movimento, não seja capaz de replicar as capacidades dançantes do Spot; mas também não se poderia exigir o mesmo tipo de capacidades tendo em conta a gigantesca diferença de preço entre um e outro.





№ 02

A revolução da baterias está a acontecer, só que nos preços e não no desempenho


Frequentemente somos levados a dizer que a tecnologia muito tem evoluído, excepto nas baterias. Mas a verdade é que também nesse campo está a ocorrer uma revolução, embora não aquela que os consumidores poderiam esperar.

É certo que ainda não temos tecnologia de baterias que nos permita ter um smartphone de tamanho compacto com autonomia suficientemente para durar semanas ou meses em utilização normal. Por outro lado, há que reconhecer que já é um autêntico milagre ter um destes supercomputadores de bolso, que com poucos milímetros de espessura e CPUs com capacidades que começam a rivalizar o de alguns computadores portáteis, ainda assim conseguem aguentar um ou vários dias, estando permanentemente ligados ao mundo.

Mas, nas baterias por muito que possa parecer que nada mudou, há um enorme factor que sofreu grande alteração ao longo da última década: o preço das baterias Li-Ion.


No início da década (2010), o preço de uma bateria Li-Ion rondava os $1160 por kWh. Em 2019 esse valor já tinha caído para $153(!) - e espera-se que a qualquer momento (talvez na próxima apresentação da Tesla que deverá ocorrer em breve) alguém anuncie baterias que baixem dos valor de $100 por kWh. Este será um marco histórico, já que é apontado por muitos especialistas como o ponto de transição a partir do qual os carros eléctricos ficarão mais baratos que os a combustão; para além de potenciarem muitas outras aplicações a nível industrial e de geração e distribuição de energia a partir de fontes renováveis.

Mesmo sem se entrar nas baterias mais exóticas, que prometem maior capacidade, ou longevidade ilimitada, a revolução das baterias está a ocorrer a cada ano que passa - mesmo que possa não parecer.

№ 03

Android 11 vem com linha de apps sugeridas dinamicamente


O launcher do Android 11 vai contar com a possibilidade de se manter uma linha de apps sugeridas que irão mudando ao longo do dia consoante a nossa utilização.

Depois de mais de uma década com apps colocadas estaticamente no home screen, no Android 11 a Google vai aproveitar a ideia já implementada noutros launchers que já contam com sistemas de apresentação dinâmica de apps no home screen com base na utilização de cada utilizador. O Pixel Launcher vai apresentar aos utilizadores a opção para contarem com uma linha de apps sugeridas no fundo do seu ecrã, logo acima da barra de pesquisa.



Ao contrário das apps que são colocadas manualmente no ecrã, esta linha de apps irá mudando ao longo do dia com base na utilização feita. Numa fase inicial parece que a sugestão de apps se resume a ser a das apps utilizadas recentemente, mas espera-se que que conte com inteligência adicional que venha a ter em conta o local em que se está, o dia da semana, a hora, etc. para apresentar uma sugestão mais inteligente das apps - pelo menos, no ecrã das definições faz referência a que estas sugestões têm em conta as rotinas dos utilizadores.

Vai ser interessante ver que tipo de inteligência se esconde por trás destas sugestões de apps no Android 11, e de que forma poderão contribuir para uma modernização do Home Screen.
№ 04

Notable PHP package: Redbox PHP Track Website Visitors

By Manuel Lemos
Some Web sites provide information about the users that access the site. For instance they can provide statistics about the number of users that have accessed the site in a given period, such as in the last day, week or month.

This package provides a flexible solution that allows applications implement custom actions when a new user or a returning user visits the current Web site.

Read this article to learn more details about how this notable PHP package works.
№ 05

Lembra-me um sonho lindo

Fauness_2020.jpg

Tanto no EP de estreia, "Toxic Femininity" (2018), como no sucessor, "Lashes in a Landfill" (2019), FAUNESS mostrou saber conciliar sensibilidade pop e algum experimentalismo, apresentando-se com um conjunto de canções que a tornaram num dos nomes mais promissores surgidos no Reino Unido nos últimos anos.

Infelizmente, a londrina (que não revela o nome nem a idade) também continua a ser um dos segredos mais bem guardados dentro e fora de portas, ainda que a sua música pudesse facilmente conquistar admiradores de Grimes ou Let's Eat Grandma.

O novo single, "DREAMCATCHER", acrescenta pistas novas e estimulantes a uma identidade em construção, ao reforçar a melancolia enquanto opta por um loop de guitarra em vez das camadas de sintetizadores habituais até aqui.

A voz, mais angelical do que nunca, ajuda a moldar um belo regresso de linhagem dream pop, e o arranque acústico também se mantém no lado B "Violent Flame", que acaba por ir incluindo texturas mais complexas e distorcidas (embora não supere o frenesim de arpas e electrónica de "White River", um dos rebuçados mais saborosos e agridoces deste percurso). O videoclip, que tal como os anteriores é protagonizado pela cantora, volta a conjugar solidão, alienação e inocência:

№ 06

Abu Dahbi ultrapassa Portugal na energia solar mais barata


A Abu Dhabi Power Corporation passa a deter o recorde da energia solar mais barata do mundo, tirando o lugar que pertencia a Portugal desde Julho de 2019.

Há muito que a produção de energia solar permite gerar electricidade a valores mais baratos que os das centrais a carvão (3.3 cêntimos de dólar por kWh), mas agora aproximamos-nos rapidamente de um novo patamar na energia sustentável barata, com a Abu Dhabi Power Corporation a fazer um contrato de energia solar a apenas 1.35 cêntimos por kWh - um valor que começa a aproximar-se da marca do 1 cêntimo por kWh.

Para que não se pense que estes valores apenas são possíveis nos desertos das arábias, convém relembrar que até ao momento, o detentor produção de energia solar mais barata era Portugal, que tinha uma central solar de 150 MW a produzir energia a 1.64 cêntimos / kWh. No entanto, a nova central de Abu Dahbi aposta numa capacidade e dimensão substancialmente superior, ocupando cerca de 20 km2 e produzindo 2 GW de energia solar.


Fazendo Portugal parte dos poucos países da UE privilegiado em termos de exposição solar, esperemos que a médio prazo isso possa fazer parte de uma das nossas mais valias em termos de produção e exportação de energia limpa para o resto da Europa.
№ 07

Questões raciais chegam às designações técnicas


Com os EUA a viverem um momento único anti-racismo, há quem lute para que sejam abandonadas palavras usadas em contexto tecnológico que possam também ser conotadas com racismo ou escravatura.

Designações como master e slave ou whitelist e blacklist, são comuns no mundo da tecnologia, mas há quem deseje acabar com elas por, implicitamente, se estar a contribuir para manter referências à escravatura e ao racismo, deixando as associações de que "branco" equivale a "bom" e "preto" equivale a "mau" - até em coisas como os hackers "white hat" e "black hat".

I refuse to use “whitelist”/“blacklist” or “master”/“slave” terminology for computers. Join me. Words matter.
— Leah Culver (@leahculver) June 6, 2020


[Até nos velhos discos rígidos se usavam jumpers para definir "master / slave"]

É uma luta com a qual nem todos concordam, sendo ridicularizada por muitos que acham que as coisas não devem ser tiradas do contexto, e que se tratam apenas de designações e palavras que não devem ser vistas sob qualquer perspectiva de racismo. No entanto, há também quem insista em relembrar que as palavras carregam um peso histórico, e que se há quem considere isso tão irrelevante, então não deverá ficar incomodado por serem alteradas.

Algo a ter em conta da próxima vez que estiverem em situação de dar um nome a algo.
№ 08

Google adiciona botão do Duo à app de telefone


A Google parece ter perdido a vergonha de ter tantas apps de comunicações que fazem o mesmo tipo de trabalho, e prepara-se para dar destaque adicional ao Duo colocando-o directamente na app de fazer telefonemas.

Quem utilizar a versão beta da app "Phone" que faz a gestão dos telefonemas nos smartphones Android passará a ver um botão dedicado ao Duo colocado acima do botão de fazer um telefonema marcando um número.


É uma táctica que parece ser um pouco "excessiva" e que seguramente não será muito bem recebida por todos os que se dedicam a criar apps de comunicações / chamadas / videochamadas - a não ser que a app eventualmente dê aos utilizadores a possibilidade de poderem escolher que outros serviços desejam colocar em botões idênticos no mesmo local (por exemplo, Signal, Messenger, WhatsApp, Viber, etc.)

Senão, suspeito que não irá demorar para que sirva como mais um exemplo de como a Google tira partido do seu domínio sobre a plataforma para promover as suas próprias apps e serviços em prejuízo de todos os serviços concorrentes.
№ 09

Autopilot da Tesla aprende a dar curvas na Europa


Depois de ter limitado a capacidade de dar curvas na Europa, a última actualização do Autopilot da Tesla parece voltar a ser capaz de lidar com curvas mais apertadas.

Os clientes europeus da Tesla há muito que são penalizados face aos seus congéneres norte-americanos, já que a legislação europeia impede que por cá o Autopilot possa fazer algumas das coisas que faz nos EUA. Para além de coisas o Enhanced Summon que por cá tem que ser feito a poucos metros do carro (enquanto nos EUA pode ser feito a dezenas de metros de distância), uma das limitações mais frustrantes era a redução da capacidade de viragem do volante, que fazia o Autopilot desactivar-se perante curvas mais apertas... mas isso é coisa que parece ter sido resolvido com a última actualização.

Como se pode ver no vídeo que se segue, após a actualização 2020.16.3.1, o Autopilot volta a ser capaz de lidar com curvas mais apertadas, correctamente fazendo a desaceleração atempada. Ainda não será recomendável ir para as estradas de montanha no Gerês e deixar que seja o Autopilot a lidar com tudo, mas sempre será mais agradável do que estar a vê-lo desistir assim que chegava à primeira curva mais apertada.



Igualmente interessante, mais um vídeo que revela os detalhes sobre o que o Autopilot vê através das múltiplas câmaras que os Tesla.

№ 10

Huawei convida utilizadores a partilharem a sua opinião sobre os seus produtos e serviços


Procurando dar a conhecer a sua loja de aplicações e os conteúdos que esta oferece, a Huawei convida os utilizadores a partilharem a sua opinião e a tirar dúvidas sobre os produtos e serviços da marca, ações que darão acesso a voucher de 30€ para gastar em produtos da marca.



A Huaweiquer incentivar os portugueses a partilhar as suas opiniões, a tirar as suas dúvidas e curiosidades sobre os produtos e serviços da marca através do site da marca para que possa criar uma melhor experiência na AppGallery, a plataforma oficial de aplicações para smartphones e tablets Huawei e a terceira maior loja de aplicações do mundo.


O objetivo da campanha “Faça parte do ecossistema Huawei”, disponível no site da Huawei, é incentivar os utilizadores de smartphones e tablets Huawei a partilhar a opinião sobre a sua experiência com os Huawei Mobile Services (HMS), criando assim uma comunidade mais informada e que consiga tirar o maior partido de todas as ferramentas que a Huawei disponibiliza. Como forma de agradecimento por ter participado, a Huawei oferece um voucher de 30€ para usufruir em produtos Huawei.


“A Huawei continua a desenvolver o seu próprio ecossistema, para que possamos criar a melhor experiência de utilização dos produtos da marca para os consumidores.Com esta campanha queremos envolver todos os utilizadores a tornarem-se parte integrante do ecossistema Huawei. Por isso, iremos responder a todas as dúvidas e aconselhar a melhor forma de obter uma experiência abrangente com os produtos e serviços Huawei.”, refere Ana Lorena, Head of Marketing e Comunicação da Huawei CBG Portugal.


Para participar na campanha “Faça parte do ecossistema Huawei” é necessário ser proprietário de um smartphone ou tablet da Huawei com AppGallery e partilhar a sua experiência de utilização da mesma com a marca. Entre os dias 1 de junho a 31 de agosto, o utilizador deve preencher o formulário disponibilizado no site da Huaweicom as suas dúvidas e questões no que toca à utilização dos smartphones e tablets da marca.

Após o preenchimento do formulário no site da Huawei, o participante será contactado por parte da equipa de suporte da Huawei e vai receber um email com um voucher digital para ser gasto em produtos da Huawei numa das insígnias aderentes. Este voucher só poderá ser utilizado uma vez, em produtos da Huawei acima de 30€, e é válido até 30 de setembro não sendo acumulável com outras campanhas em vigor.

Serviço Huawei VIP acompanha o cliente desde o primeiro momento

Com o intuito de proporcionar uma experiência cada vez melhor, a Huawei disponibiliza ainda, para os proprietários recentes de um smartphone ou tablet da marca, durante um mês após a compra do equipamento, o Serviço VIP, um serviço que foi desenvolvido para novos clientes que queiram tirar o máximo partido do seu novo Huawei. Através do Serviço VIP o utilizador poderá beneficiar de serviços exclusivos como descobrir todo o potencial da Huawei AppGallery, criar um Huawei ID, transferir os seus dados utilizando a aplicação Phone Clone e ainda ativar o armazenamento gratuito de conteúdos na Cloud.


Além deste serviço, a Huawei disponibiliza ainda a Petal Search, uma nova ferramenta de pesquisa que permite que os proprietários de smartphones e tablets Huawei encontrem e atualizem as suas aplicações favoritas de forma fácil e rápida e diretamente no ecrã inicial. A Petal Search é uma aplicação da marca e é possível descarregá-la na AppGallery.



№ 11

CPUs Intel com novas vulnerabilidades SGAxe e CrossTalk


Depois do Spectre e Meltdown, a Intel tem novas dores de cabeça com novas vulnerabilidades que deixam em risco o suposto elemento seguro no interior dos seus CPUs, chamadas SGAxe e CrossTalk.

O SGX (Software Guard eXtension) é um elemento nos CPUs Intel que pretende ser de alta-segurança, mantendo seguros elementos críticos como chaves criptográficas de modo a que nem sequer processos maliciosos que estejam a correr no próprio CPU lhes pudessem aceder. Infelizmente, a imensa criatividade dos investigadores de segurança parece não conhecer limites, levando ao desenvolvimento de novas técnicas que permitem espiar o que se passa no interior deste elemento seguro.


Com o SGAxe, os investigadores demonstraram como é possível extrair informação que deveria ser mantida secreta dentro do SGX, usando a famosa imagem da Mona Lista como exemplo. A imagem que deveria estar a salvo de olhares indiscretos no SGX, conseguiu ser extraída com facilidade através deste método - e tal como aconteceu com a imagem, o mesmo aconteceria com qualquer outro tipo de dados secretos que lá estivessem guardados.

O CrossTalk torna-se talvez ainda mais problemático para a Intel, pois demonstra como é possível fazer o roubo de dados para instruções críticas até quando se trata de tarefas que estão a ser executadas em núcleos diferentes do CPU. A maioria destes ataques apenas era possível quando se tinha uma tarefa maliciosa a ser executada no mesmo núcleo de CPU - algo que permitiu à Intel que desenrascasse algumas soluções rápidas desactivando o HyperThreading nos seus CPUs - mas com este CrossTalk esse tipo de desenrasque deixa de ser possível, voltando a obrigar a correcções que prejudicarão o desempenho.

... Parece que não haveria momento mais propício para a Apple revelar que irá abandonar os CPUs Intel para usar os seus próprios CPUs ARM nos Macs (faltando saber se daqui por uns tempos não se estarão a descobrir falhas idênticas nestes CPUs).
№ 12

Shelly apresenta novos smart devices


A Shelly, conhecida pelos seus micro-módulos diminutos, apresentou uma série de novos produtos para quem está interessado em transformar a sua casa numa "casa inteligente".

Para complementar e reforçar a sua gama de módulos, a Shelly revelou uma série de módulos actualizados e novos módulos que serão do agrado de todos os que já utilizam os seus produtos ou procuram módulos especializados para completar a sua casa.

Entre eles temos:
  • Shelly i3 - módulo sem relés para facilitar a actuação de outros módulos
  • Shelly Button1 - botão wireless para actuação
  • Shelly Gas - sensor wireless para detecção de gás
  • Shelly Dimmer2 - módulo dimmer que dispensa linha de neutro
  • Shelly Door/Window2 - sensor para portas e janelas, com sensor de luminosidade e temperatura
  • Shelly 1L - módulo de controlo que dispensa linha de neutro
  • Shelly Uni - módulo de baixa tensão (DC 12-36V / AC 12-24V)

Não se esqueçam que podem comprar os módulos Shelly por cá na Mauser.pt.

№ 13

ISS vai ajudar no tracking de animais


Deverá entrar em funcionamento este Verão o novo sistema de tracking ICARUS, que aproveitará a ISS para monitorizar a localização de animais selvagens que até ao momento não podiam ser seguidos.

Ter acesso a informação sobre os animais, incluindo os seus padrões migratórios, é essencial. No entanto, embora há anos se utilizem trackers para recolher esse tipo de dados, esses aparelhos são demasiado volumosos para que sejam utilizados em animais mais pequenos, e também dispendiosos, impedindo que sejam utilizados num grande número de animais. Mas tudo isso vai mudar com o ICARUS.

O ICARUS vai tirar partido de uma nova antena instalada na ISS, que permite fazer o tracking de animais usando sensores bastante mais compactos e económicos. Pesando apenas 3 gramas e tendo um tamanho bastante reduzido, estes novos sensores podem registar dados durante anos e ser aplicados até nos animais mais pequenos; estando já em desenvolvimento trackers que pesarão apenas 1 grama. E como vantagem adicional, com um preço de 500 dólares por tracker - mais baratos que os trackers actuais - faz com que se torne possível fazer o seguimento de um número muito maior de animais, incluindo múltiplos pássaros pertencendo a um mesmo bando, por exemplo.

Agora resta aguardar pelos dados que este novo sistema conseguirá recolher ao longo dos próximos anos, para nos revelar todo o tipo de segredos sobre a vida dos animais que até agora permaneciam desconhecidos.
№ 14

Preço do OnePlus Z poderá ser o seu grande trunfo


Depois do lançamento dos OnePlus 8 a marca prometeu que iria lançar um smartphone mais acessível que se deverá chamar OnePlus Z, e agora ficamos a conhecer o patamar de preços em que poderá posicionar-se.


O OnePlus Z deverá funcionar como um OnePlus 8 "lite", servindo de alternativa para quem não estiver disposto a comprar um smartphone que começa nos 719 ou 919 euros como os actuais modelos OnePlus 8 e 8 Pro.

Agora, segundo um inquérito que está a ser feito na Índia, ficamos finalmente a conhecer a gama de preços em que a OnePlus estará a pensar para o OnePlus Z.



O inquérito pergunta aos utilizadores se estariam dispostos a comprar um smartphone OnePlus com ecrã AMOLED de 6.55" de 90Hz, Snapdragon 765G, 6GB + 128GB, câmara tripla de 64MP + 16MP + 2MP, câmara frontal de 16MP em furo no ecrã, e bateria de 4300mAh com carregamento Warp Charge de 30W; por um valor de 293 euros (na Índia).

Mesmo tendo em conta o diferencial de preços de lá para cá, parece ser possível imaginar que este OnePlus Z poderia chegar à Europa com um valor de 350 euros, que seria metade do que é pedido pelo OnePlus 8 mais barato actualmente. Se se vier a concretizar, parece-me um excelente complemento à gama de modelos OnePlus.
№ 15

Signal para iOS ganha transferência para novos iPhones ou iPads


Depois dos códigos PIN e de esconder rostos nas fotos, o Signal faz finalmente chegar ao iOS a capacidade de transferir os dados da app para um novo iPhone.

Um dos problemas que se faz sentir quando se começa a levar a privacidade e segurança mais a sério, é que por vezes se perde parte da comodidade a que se está habituado face às apps que guardam tudo na cloud e facilitam o seu acesso a partir de qualquer lado. No caso do Signal, embora recentemente tivesse facilitado o processo de migração para um novo smartphone, isso referia-se apenas às definições e listas de contactos e não às mensagens em si; mas agora isso passa facilmente a estar possível no iOS, à semelhança do que já acontecia nos Android, e de forma ainda mais prática do que através de backups encriptados.

O Signal para iOS passa a permitir a transferência de todos os dados de um iPhone para outro através de uma ligação WiFi / Bluetooth directa, o que se revela bastante útil no caso de se comprar um novo iPhone e não se querer perder todo o historial de mensagens acumulado no Signal - como acontecia até agora. No entanto, para isso é indispensável que o iPhone "antigo" que tem as mensagens do Signal permaneça funcional.

O processo de transferência ocorre localmente, entre o iPhone antigo e o novo, sem ser enviado para a cloud; e tendo também o cuidado para que o processo não permita que um eventual atacante nas imediações se possa intrometer no processo e receber esses dados. Da forma que o sistema foi implementado, a única coisa que o atacante poderia fazer seria enviar os seus próprios dados para o novo iPhone.

Recentemente o Signal fez questão de relembrar os poucos dados que sabe sobre os utilizadores e, nos dias que correm, isso acaba por ser algo a que se deverá dar cada vez maior importância para evitar todo o tipo de abusos que são cometidos com os nossos dados.
№ 16

TSMC prepara produção de chips em 3nm


Depois dos chips de 5nm, a TSMC revelou que já se começou a preparar para a produção de chips de 3nm, que começará a fazer já no próximo ano e estará apta para fazer em grandes volumes em 2022.

A redução do tamanho dos elementos nos chips tem sido uma das evoluções que tem repetidamente superado todas as expectativas desde a criação do primeiro circuito integrado em 1958. O processo equivale basicamente à resolução que é possível ter no interior destes circuitos integrados, significando que na mesma área é possível incluir muitos mais circuitos ou, para um mesmo circuito, se torna possível fazê-lo numa área bastante mais reduzida, com vantagens em termos de custos e de consumos energéticos mais reduzidos.


A TSMC é uma das poucas empresas que já tem capacidade para produzir chips em 5nm, com os rumores a indicarem que a próxima geração de chips da Apple, o A14 para os iPhones, e os novos chips ARM que irão aplicar aos Macs, já serão feitos neste processo. Mas a empresa não tem estado parada, e já deu início à preparação de linhas de produção de 3nm que espera ficarem funcionais já em 2021 e prontas para iniciar a produção em volume na segunda metade de 2022.

Para se ficar com uma ideia do tipo de evolução que isto representa, o primeiro chip 8086 da Intel de 1978 usava um processo de fabrico de 3000nm. Quatro décadas mais tarde, estamos a falar de algo com elementos mil vezes mais pequeno, que começam a aproximar-se do tamanho de moléculas de DNA (2.5nm) e dos próprios átomos (0.5nm).
№ 17

Honda desliga fábricas devido a ciberataque


Relembrando que a questão dos ciberataques é uma ameaça constante, a Honda foi forçada a suspender a produção a nível mundial depois de ter sido detectado um vírus nos seus servidores.

Embora não tenha ainda dado detalhes sobre que tipo de ataque terá sido, dizendo apenas que parece não ter havido roubo de dados pessoas dos seus funcionários, este é mais um ataque que serve para demonstrar como os riscos digitais facilmente se podem fazer sentir no mundo real.

No passado já assistimos a campanhas de ransomware que lançaram o pânico por empresas em todo o mundo - e que continuam a ser uma praga, mais recentemente acompanhadas da ameaça acrescida de que os dados roubados poderão ser expostos publicamente se não pagarem os resgates; e este caso da Honda mostra como um ataque digital pode levar ao encerramento de dezenas de fábricas por todo o mundo, com todos os efeitos secundários a isso associados.

Resta tratar estes casos como exemplos educativos de como o investimento na segurança digital não deve ser descurado - e que tal deve ser levado bastante a sério por todas as empresas, incluindo aquelas que mesmo nos dias de hoje continuam sem ter qualquer política de backups e reposição de dados em caso de ataque.

№ 18

Sonda da InSight em Marte está finalmente no subsolo


A louca aventura da sonda que deveria penetrar no solo marciano parece finalmente ter chegado ao objectivo pretendido, depois de uma série de tentativas "malucas" para o conseguir.

A missão InSight levava consigo uma sonda que tinha por missão penetrar no solo marciano mas, comprovando que isto das aventuras espaciais continua a ser acompanhado de muitas surpresas, fez desesperar os cientistas ao ficar a "saltitar" no solo sem conseguir escavar como era suposto.

Depois de mais de um ano de tentativas frustradas, a NASA optou por recorrer a tácticas cada vez mais arriscadas para tentar fazer com que a sonda conseguisse penetrar no solo, usando o braço robot da InSight para ajudar nessa tarefa. Uma manobra arriscada que, finalmente, parece ter dado resultado.

After several assists from my robotic arm, the mole appears to be underground. It’s been a real challenge troubleshooting from millions of miles away. We still need to see if the mole can dig on its own. More from our @DLR_en partners: https://t.co/7YjJIF6Asx #SaveTheMole pic.twitter.com/qHtaypoxPp
— NASA InSight (@NASAInSight) June 3, 2020


O próximo passo é comprovar que a sonda consegue mesmo prosseguir viagem no subsolo sem a assistência do braço robot, e numa altura em que as coisas se tornarão mais complicadas, pois aproxima-se o Inverno marciano e a época das tempestades de pó, que irá reduzir a quantidade de energia gerada pelos painéis solares e poderá impedir que o braço robot seja utilizado para operações de maior consumo.
№ 19

ESET em destaque nos testes de segurança para Android


A ESET passou com distinção no teste de desempenho do teste inaugural de apps de segurança Android para profissionais.



A versão enterprise da app de segurança móvel para Android da ESET, o ESET Endpoint Security for Android, conquistou a melhor pontuação na primeira edição do teste da AV-TEST sobre apps de segurança Android para utilizadores profissionais.


“Os requisitos dos negócios diferem em comparação com os dos consumidores, portanto endentemos que é um passo na direção certa para o AV-TEST projetar um teste Android especificamente para utilizadores profissionais,” comentou Jiří Kropáč, Head of Threat Detection Labs at ESET.


Na primeira edição do novo teste, três soluções de segurança foram testadas, incluindo o ESET Endpoint Security for Android. Em duas de três partes do teste – Usabilidade e Desempenho – todas as três soluções obtiveram a melhor pontuação possível. Na parte sobre Proteção, provavelmente a mais crucial, o ESET Endpoint Security for Android foi a única app a detetar 100% da amostra de 3.100 ameaças.


O teste de apps de segurança Android para profissionais difere do teste das apps para utilizadores finais em duas áreas fundamentais.


Primeiro, a amostra para deteção reflete as características específicas do uso profissional de dispositivos Android. Por exemplo, em vez de apps de jogos infetadas, as amostras para teste contêm ameaças conhecidas que se destinam a atacar utilizadores profissionais. As apps para a versão corporate do teste foram extraídas exclusivamente da loja de apps do Android, Google Play. Isto elimina a necessidade de configurar a proteção para cobrir também ameaças obscuras que um utilizador profissional raramente encontrará.


Em segundo lugar, a gestão da solução de segurança também foi tida em consideração. Além disso, o design do teste de desempenho foi ligeiramente ajustado de modo a que o novo teste avaliasse o impacto do carregamento de websites, leitura de documentos ou tráfego de rede.


Os resultados da primeira edição do teste a apps de segurança Android para utilizadores profissionais podem ser encontrados no website da AV-TEST.


Mais informação: https://www.eset.com/pt

№ 20

Learning from PHP Log to File Example

By van Gato
Logging is a common activity that most applications must perform to keep track of activities, just in case you need to analyse past activities to find the cause for any issues.

Read this article to learn from examples on how to implement logging techniques that can be used in PHP storing the logged information in files.

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