PlanetGeek
№ 01

Apple apresenta iPhone 16 e 16 Pro com novo botão

A nova geração iPhone 16 foca-se nas capacidades Apple Intelligence e novo botão para a câmara.

iPhone 16

O iPhone 16 mantém a oferta em dois tamanhos, 6.1" e 6.7", agora com novas cores, e novos botões, incluindo um botão de acesso rápido e controlo da câmara. Desta vez, e por "obrigação", o iPhone 16 dá um salto duplo no chip utilizado, passando a usar o A18 (3nm) em vez do A16 Bionic usado no iPhone 15, como já era imaginado para poder ter acesso às funcionalidades Apple Intelligence.

Apple Intelligence e Visual Intelligence

As funcionalidades Apple Intelligence são dos grandes destaques da Apple para esta geração, e encontram-se espalhadas pelo sistema um pouco por todo o lado, dos resumos de emails e das notificações, à compreensão melhorada da Siri, à remoção de objectos indesejados. Além de permitir pesquisar fotos de forma mais evoluída, até permite pesquisar por momentos em vídeos. Isto é complementado pelo novo Visual Intelligence que, na prática, acaba por ser a resposta da Apple ao Google Lens, permitindo pesquisar e reconhecer elementos visuais, acessíveis directamente através do novo botão.

Tudo isto só peca pelo aspecto de, primeiro, só começar a ser disponibilizado de forma faseada ao longo das próximas actualizações; e segundo, só estar disponível em inglês. Só no próximo ano é que a Apple começará a lançar o Apple Intelligence noutras línguas, e não havendo qualquer referência a português, ou sequer se estas funcionalidades ficarão disponíveis na UE.

Satélite e preço

A Apple também expande o serviço satélite para poder ser usado não só em emergências mas para comunicações normais quando se está em locais sem rede. Uma funcionalidade que se arrisca a parecer arcaica com a Starlink a fornecer acesso satélite em qualquer smartphone convencional sem necessidade de hardware adicional (e a Apple continua sem dizer quanto é que isto irá custar depois do período de oferta que tem sido prolongado).

O iPhone 16 e 17 Plus começam nos $799 e $899 nos EUA.


iPhone 16 Pro e Pro Max

O iPhone 16 Pro e Pro Max chegam com ecrãs de 6.3" e 6.9" com margens mais reduzidas que nunca, A18 Pro de 3nm, e novas câmaras de 48 MP - o modelo 16 Pro também inclui a câmara tetraprisma 5X que na geração anterior só era incluída no Pro Max, gravação de vídeo 4K a 120fps, quatro microfones com gravação de som Spatial Audio, etc. No entanto, continua a "tradição" de algumas/muitas funcionalidades ficarem prometidas para mais tarde: até a capacidade de se pressionar no novo botão da câmara para fixar a focagem só chegarão mais tarde, através de uma actualização.
As capacidades de captura de vídeo, foto, e áudio recebem nova dose de melhorias que o tornam ainda mais adequado para trabalhos profissionais que a geração anterior. Menos compreensível é, ao anunciar os novos carregadores MagSafe mais rápidos, a Apple tenha dado destaque a que existam em versões com cabo de 1m, e 2m; enfim!
Também os iPhone Pro ficam disponível a 20 de Setembro, com preços que começam nos $999 para o iPhone 16 Pro e nos $1199 para o iPhone 16 Pro Max, mas com o detalhe do iPhone 16 Pro base só vir com 128 GB enquanto o 16 Pro Max base vem com 256 GB, o que por si só já explica parte do diferencial de preço.

A Apple mantém em comercialização os iPhone SE ($429), iPhone 14 ($599), iPhone 15 ($699).


Vídeo do evento:



№ 02

Apple apresenta Apple Watch 10 e Ultra 2 em preto

A Apple apresentou a nova geração Apple Watch 10, mais fino e com ecrã OLED maior, e Apple Watch Ultra 2 em preto.

O Apple Watch chega à 10ª geração. Agora mais fino (9.7 mm), e ecrã OLED maior (ligeiramente maior que o usado no Ultra) mais luminoso e com maior ângulo de visualização. O ecrã também passa a poder ser actualizado segundo a segundo mesmo em modo "always-on", mudando de segundo a segundo em vez de minuto a minuto. A isto somam-se capacidades de tracking e medição melhoradas, incluindo padrões respiratórios e apneia do sono, temperatura da água, e profundidade de mergulho.

O Apple Watch 10 também vem com carregamento wireless mais rápido, capacidade para reproduzir música no seu altofalante integrado, cancelamento de ruído para telefonemas, e desempenho melhorado com novo chip S9, possibilitando processamento AI no dispositivo, incluindo respostas da Siri sem necessidade da cloud. Passa também a ter versão em titânio, e modelo em preto brilhante.
A versão em preto também se aplica ao Apple Watch Ultra 2, que ganha as funcionalidades de detecção de apneia do sono anunciada para o Apple Watch 10. O resto das novidades são comuns, graças ao iOS 11, com widgets melhorados, tracking melhorado de diversas actividades desportivas, e também uma bracelete em titânio preto para combinar com o novo acabamento.
O Apple Watch 10 tem preço a começar nos $399, e $499 para o modelo celular. O Watch Ultra 2 começa nos $799. Os novos Apple Watch ficam disponíveis a partir de 20 de Setembro.

№ 03

Notícias do dia

EDP tenta fidelização de 12 meses para prender clientes; Apple apresenta novos iPhone 16 hoje; Elon Musk promete Starship em Marte em 2026 (e testa braços para apanhar a Starship ao pousar); porque temos electricidade trifásica; como funcionavam os navios à vela do séc. XVI; Portugueses precisam de 22 meses de salário para comprar carro usado; e Apple diz que dificultar escolha de browser alternativo no iOS foi apenas "um bug".

Antes de passarmos às notícias, não deixes de participar no nosso habitual passatempo semanal, que desta vez te pode valer um adaptador de tomada universal com carregador USB.

Sony deve revelar PS5 Pro amanhã

A Sony marcou um evento "Technical Presentation" para 10 de Setembro, que tudo indica que será para revelar a mais poderosa PS5 Pro - que já é aguardada há algum tempo e que até a Sony deu indícios de que estaria prestes a chegar.

Que a consola terá hardware melhorado isso já todos sabem, a questão é saber o quanto é que isso se irá reflectir no preço final, e o inevitável receio de que muitos jogos comecem a focar-se nesta consola mais potente e descurem a optimização para as gerações anteriores. Veremos se o sector das consolas não acaba por ficar cada vez mais próximo do que se passa no mundo dos PCs...


SpaceX controla 2/3 dos satélites em órbita

Tendo lançado o seu 7000º satélite Starlink, e actualmente tendo 6370 satélites activos, a SpaceX controla quase dois terços dos satélites em órbita, e dez vezes mais que a sua rival mais próxima, a OneWeb com 631 satélites.
Não menos significativo é o ritmo a que a SpaceX tem feito crescer a constelação Starlink. Em 2021 era responsável por 29% dos satélites, em 2024 essa percentagem mais que duplicou. E com a previsível entrada em operação da Starship num futuro não muito distante, é de imaginar que a quantidade de satélites Starlink lançados vá aumentar ainda mais nos próximos anos.


Bluesky cresce 50% com bloqueio do X no Brasil

O bloqueio do X (Twitter) no Brasil tem tido os efeitos secundários esperados, e um dos serviços que mais tem sido beneficiado é o Bluesky. O Bluesky anunciou ter recebido 3 milhões de novos utilizadores na semana após o bloqueio do X, elevando o número de utilizadores para os 9 milhões.

Claro que, o que importa é saber quantos destes milhões irão permanecer na plataforma a longo prazo, e quantos simplesmente apenas o farão até arranjarem forma de regressarem ao X. Apesar do bloqueio oficial, o X continua a ter bastante utilização no Brasil, apesar da ordem de bloqueio também ameaçar os cidadãos que usarem VPNs para aceder ao X com pesadas multas.


Curtas do dia


Resumo da madrugada






Curiosidade do dia: O primeiro satélite geoestacionário foi o Syncom 3 lançado em Agosto de 1964. Apesar de ser um satélite experimental e pesar apenas 39 kg, permitiu a transmissão em directo dos Jogos Olímpicos de Tóquio nesse mesmo ano.

№ 04

Google Pixel 8a a €454

Apesar da chegada dos Pixel 9, a geração Pixel 8 continua a ser uma opção bastante interessante a preço mais acessível.

Apesar de não haver falta de oferta nos smartphones Android, quem quiser a experiência Android disponibilizada pela Google dará sempre prioridade aos modelos da marca. A geração Pixel 8 vem com muitas coisas boas, e onde o modelo Pixel 8a mais económico vem equipado com um ecrã AMOLED de 6.1" FHD+ a 120 Hz, chipset Tensor G3, 8 GB RAM, 128/256 GB UFS 3.1, câmara principal de 64 MP e 13 MP ultrawide, câmara frontal de 13 MP, e bateria de 4400 mAh com carregamento de 18 W e suporte para carregamento wireless (7.5 W).
O Pixel 8a está disponível por 454 euros na Amazon Espanha, com o modelo Pixel 8 disponível por 589 euros e o Pixel 8 Pro por 760 euros.

Além de se escapar aos "extras indesejados" de outros fabricantes, a opção pelos Pixel inclui o acesso a algumas funcionalidades que a Google reserva para os seus próprios equipamentos e que nem sempre ficam acessíveis nos demais smartphones Android. São também modelos que continuam a ser de referência a nível da qualidade das câmaras, e que contam com a nossa recomendação. Os sete anos de actualizações são também uma excelente mais valia para quem deseja manter o mesmo smartphone pelo máximo de tempo.


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№ 05

Voxel Doom em ecrã volumétrico

Aproximando-nos das imagens 3D vistas nos filmes de ficção científica, temos o exemplo de um Doom a correr num display volumétrico.

Este projecto de James Brown - engenheiro da Wētā Workshop que já nos tinha mostrado como transformar ecrãs dos blocos LEGO em ecrãs funcionais - agora eleva as dimensões do 2D para o 3D, e neste caso, é mesmo 3D real, ao estilo dos "hologramas" que vemos nos filmes, mostrando imagens 3D que parecem estar no ar.

O truque é o mesmo que é usado nos projectos que usam uma linha de LEDs a rodar a alta-velocidade para criar a ilusão de uma imagem 3D gerada a partir de uma linha 1D, mas aqui expandida para usar um display matricial 2D a girar para criar o efeito 3D. Um efeito que não só pode ser usado para apresentar modelos 3D, como também pode ser usado para nos mostrar o Voxel Doom em toda a sua verdadeira glória.



Se alguma vez este tipo de dispositivos se tornará "comum" ao ponto de substituir os ecrãs tradicionais? Neste momento isso parece pouco provável, tendo em conta a complexidade mecânica de ter um ecrã a girar a alta-velocidade. Mas, sem dúvida que irá sempre encontrar o seu lugar no sector das curiosidades, publicidade, eventos, e tudo o mais onde seja necessário ter algo que "chame a atenção".

№ 06

Aukey lança carregadores wireless com ventoinha

A Aukey está a facilitar o uso de carregadores wireless rápidos, aplicando-lhes ventoinhas integradas.

A Aukey revelou na IFA em Berlim três novos carregadores magnéticos sem fios, todos equipados com ventoinhas. Segundo a empresa, as ventoinhas dos carregadores MagFusion 3-in-1 Pro, MagFusion GameFrost e MagFusion Dash Pro ajudam a manter os telemóveis mais frescos durante o processo de carregamento, acelerando assim o processo e minimizando a degradação das baterias.

Todos os três modelos utilizam o padrão Qi2, oferecendo até 15 W para dispositivos compatíveis, além de poderem ser usados com dispositivos Qi normais. A Aukey afirma que as ventoinhas podem reduzir as temperaturas de carregamento em até 20°C quando comparadas com carregadores sem fios tradicionais, garantindo maior eficiência e rapidez.
O suporte MagFusion 3-in-1 Pro permite carregar simultaneamente um iPhone, AirPods e um Apple Watch, com ajuste de inclinação de até 30°. Já o MagFusion GameFrost, pensado para sessões de jogos, tem um design mais robusto no estilo MagSafe, e tem um display que apresenta a temperatura. Estes dois modelos chegam ainda este ano por $129,99 e $42,99, respectivamente. O MagFusion Dash Pro, um carregador para automóveis que se prende à ventilação, já está disponível por $40,99.

Com o calor a ser um dos grandes inconvenientes dos carregadores wireless, não deixa de ser uma boa opção - resta saber se o inconveniente do calor dará lugar à inconveniência do barulho da ventoinha a perturbar os utilizadores.

№ 07

Módulo de tomadas Lencent com 4 USB + 2 tomadas a €17

Uma excelente opção para quem tem que lidar com um número crescente de dispositivos USB para recarregar, é usar um módulo de tomada com portas USB integradas, como é o caso deste módulo de tomada Tessan com 2 tomadas mais 4 USB.

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas estes módulos de tomada com portas USB integradas acabam por ser uma solução bastante atractiva, já que permitem manter a utilidade da tomada original, mas adicionando portas USB adicionais para carregarem outros equipamentos sem necessidade de carregadores individuais.
Este módulo de tomada Lencent com 2 tomadas mais 4 USB (3x USB-A, 1x USB-C) está disponível por apenas 17 euros na Amazon Espanha .

As portas USB-A podem fornecer até 5V a 2.4A (12W), a porta USB-C pode fornecer até 15W, no total. Quanto à tomada em si, poderá suportar cargas até um máximo de 4000W.

É uma opção bastante interessante, especialmente para locais como casas de banho ou cozinhas, onde será conveniente manter o acesso à tomada eléctrica, mas ainda assim arranjar forma de recarregar aparelhos via USB - não só os habituais smartphones e tablets, mas também coisas como colunas Bluetooth, relógios, iluminação recarregável, escovas de dentes e máquinas de barbear, etc.


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№ 08

SpaceX testa braços para apanhar Starship

A SpaceX tem estado a testar os braços motorizados que irão apanhar a Starship no ar quando estiver a regressar ao solo.

Depois de ter feito com que as aterragens dos booster Falcon 9 se tornassem rotineiras - ao ponto dos casos de insucesso se terem tornado extremamente raros - a SpaceX prepara-se para testar uma nova abordagem. Para a Starship, em vez de pousar directamente no solo, a nave irá ser apanhada em pleno voo por braços mecanizados na torre de lançamento, assim dispensando a necessidade de ter patas e estrutura de suporte mais complexa e pesada. Adicionalmente, também permite que a nave fique pronta para ser reabastecida e pronta para ser montada num novo booster para lançamentos mais frequentes.

Esperando-se que esta técnica já seja tentado no próximo lançamento da Starship, a SpaceX tem estado a testar os braços móveis na torre, aos 7:41 do seguinte vídeo. Pode não parecer muito rápido, mas o efeito do movimento dos braços sobre a estrutura da torre torna-se bem visível ao ver a secção seguinte com o vídeo acelerado, em que se vê a torre a oscilar de forma bastante significativa devido ao movimento dos braços - o que não significa que seja alguma falha (os arranha-céus são concebidos para poderem oscilar perante ventos fortes, podendo oscilar de forma bastante significativa nos andares superiores, ao ponto de alguns deles necessitarem de um sistema de amortecimento).

O próximo voo Starship deverá acontecer já nas próximas semanas, e seria bom poder ver esta aterragem ser bem sucedida logo na primeira tentativa.



№ 09

Receber imagens de satélites meteorológicos militares

Com vontade e material adequado, qualquer pessoa pode receber imagens de satélites meteorológicos militares.

Apesar dos satélites Starlink agora se terem tornado na maior constelação em órbita com milhares de satélites, há vários outros satélites que transmitem dados que podem ser apanhados por qualquer pessoa com o material adequado.

Mais concretamente, o seguinte vídeo mostra como se podem receber imagens dos satélites meteorológicos  DMSP (Defense Meteorological Satellite Program) concebido na década de 60 e 70 para assistir as operações de aviões espião e satélites de espionagem. Como esses satélites usavam película, não convinha desperdiça-la a tirar fotos a nuvens, e estes satélites DMSP permitiam saber que zonas estavam encobertas por nuvens, transmitindo as imagens digitalmente, de modo a que só se usasse película nas regiões de interesse que estivessem visíveis.

Apesar destes satélites terem deixado de ser "secretos" na década de 70, ainda hoje fazem as transmissões com encriptação, só enviando dados sem encriptação quando sobrevoam os pólos e zona norte da América do Norte (interrogo-me se a sua encriptação não seria facilmente decifrável nos dias de hoje). Ainda assim, e apesar de muitos problemas e necessidade de uma antena generosa, é possível receber as imagens enviadas por estes satélites do século passado.



№ 10

Powerbank Baseus USB-C 100W 20000mAh a €61

Para aqueles que procuram a máxima autonomia longe de uma tomada ou porta USB, este power bank de 100 W da Baseus assegura que ficarão bem servidos.

Os powerbanks há muito que são companhia habitual de muitos utilizadores, permitindo uma utilização intensiva e despreocupada de smartphones e tablets, sabendo-se que a sua autonomia poderá ser prolongada assim que for necessário sem estar dependente da proximidade de uma tomada eléctrica ou carregador. E no caso deste powerbank Baseus não só temos uma capacidade generosa, como a possibilidade de carregamento rápido de alta potência.
Este Powerbank Baseus USB-C 100W 20000 mAh está disponível por 61.19 euros na Amazon Espanha - seleccionar cupão de desconto de 30%.

Podem também espreitar a versão mais compacta e económica de 65W.

Além de poder ser recarregado rapidamente a 65 W, o seu elemento de destaque é permitir o uso simultâneo das portas USB para carregamentos rápidos de até 100 W (USB-C 1 e USB-C 2) e 30 W (USB 1 e USB 2). Isto permite a sua utilização para recarregar um portátil via USB-C e um smartphone (ou outro dispositivo) em simultâneo, expandindo as possibilidades de prolongamento da autonomia que normalmente se associam aos powerbanks.


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№ 11

Volvo EX60 estreia nova plataforma SPA3

A Volvo confirmou o lançamento do seu próximo SUV eléctrico de tamanho médio, EX60, que chegará ao mercado em 2026.

Este novo modelo faz parte da estratégia da marca de lançar cinco veículos eléctricos nos próximos anos. O EX60 será o primeiro a ser construído na nova plataforma SPA3 da Volvo, que visa optimizar a produção de carros eléctricos de vários tamanhos.

A plataforma SPA3 é o pilar da nova estratégia tecnológica da Volvo, que aposta em veículos mais dinâmicos e receberaão melhorias ao longo do tempo através de actualizações de software. Esta abordagem permite uma evolução contínua de melhorias e novas funcionalidades sem necessidade de mexer no hardware. O EX60 juntar-se-á à lista crescente de modelos elétricos da Volvo, incluindo o XC40, C40, EX30, EM90 e EX90.
Durante o Capital Markets Day da Volvo, na Suécia, a empresa apresentou a sua visão tecnológica, centrada no Volvo Cars Superset, um sistema modular que facilita a integração de software e tecnologia entre os diferentes modelos, agilizando o desenvolvimento e melhorando a experiência do utilizador. O EX60 e o sedan elétrico ES90 (previsto para Março de 2025) irão beneficiar dos avanços tecnológicos já conseguidos no EX90, o SUV elétrico de topo da Volvo.

№ 12

Apple apresenta novos iPhone 16 hoje

É já hoje que a Apple vai revelar a nova geração iPhone 16, que marcará a entrada na era AI "Apple Intelligence".

A Apple vai finalmente revelar a sua nova gama de iPhones, incluindo quatro modelos: iPhone 16, iPhone 16 Plus, iPhone 16 Pro e iPhone 16 Pro Max. O evento será transmitido ao vivo nas principais plataformas, incluindo o YouTube (no vídeo abaixo), com início às 18h em Portugal Continental.

Os novos iPhones virão equipados com o iOS 18, que traz o Apple Intelligence (AI). No entanto, as funções mais avançadas de inteligência artificial só ficarão disponíveis posteriormente, com o lançamento do iOS 18.1 e seguintes. Existem também rumores de que a Apple poderá cobrar cerca de $20 por mês pelos serviços AI, mas podendo ser algo que a Apple ofereça durante o primeiro ano, ou inclua de forma englobado no seu plano Apple One. Mais incerto é se/quando essas funcionalidades AI serão disponibilizadas na UE, o que poderá fazer com que estes novos iPhones se tornem menos atractivos para os consumidores europeus.

Também se espera que a Apple possa apresentar o Apple Watch Série 10 (ou Série X) neste evento.



№ 13

Modelo AI recria jogo Super Mario com base em vídeos

Um novo modelo de inteligência artificial, chamado MarioVGG, está a tentar gerar vídeos do jogo Super Mario Bros.

Desenvolvido por investigadores da Virtuals Protocol, este modelo MarioVGG foi treinado para simular acções básicas de jogo, como correr e saltar, analisando vídeos do jogo. Apesar de os resultados estarem longe de perfeito, o modelo demonstra que consegue replicar algumas das dinâmicas de movimento e física do jogo, com as imagens a serem geradas em tempo real em resposta aos movimentos do jogador.

Para criar o MarioVGG, os investigadores utilizaram mais de 737 mil frames do jogo Super Mario Bros. para treinar o modelo sobre o seu comportamento, incluindo o que fazer quando se carrega nos botões de movimento ou saltar. No entanto, há várias limitações, como erros visuais, geração lenta de frames e inputs simplificados. Mesmo assim, o modelo conseguiu aprender alguns comportamentos básicos do jogo, como Mario a cair de penhascos ou a parar quando encontra obstáculos.
Embora a qualidade dos vídeos gerados seja muito inferior à do jogo original, o MarioVGG pode vir a melhorar com mais dados de treino e algoritmos melhores. Os investigadores esperam que, no futuro, a geração de vídeo AI possa substituir os motores de jogo tradicionais, criando conteúdo dinâmico e jogável sem necessidade de ferramentas de desenvolvimento complexas.

Por agora, o modelo tem dificuldades em lidar com a jogabilidade em tempo real, por vezes ignorando os comandos do utilizador, resultando em falhas visuais. O MarioVGG ainda está numa fase inicial, mas poderá no futuro ser visto como o percursor de toda uma nova geração de ferramentas de criação de videojogos.

№ 14

YouTubers criam iPhone funcional de 88"

Dois YouTubers populares criaram o maior iPhone funcional de sempre, com ecrã OLED de 88".

A poucos dias da apresentação da nova geração iPhone 16, Matthew Perks do canal DIY Perks e Arun Maini, mais conhecido pelo seu pseudónimo digital Mrwhosetheboss, revelaram ao mundo como criaram o maior iPhone do mundo, com um ecrã OLED de 88" e mantendo todos os elementos funcionais, como câmaras e botões.

Só o processo de transformar o ecrã OLED de 88" num touchscreen foi uma verdadeira aventura (e obrigando a uma segunda tentativa depois de terem arruinado o primeiro ecrã!), mas todo o processo de fabricação do resto do "iPhone" vale a pena ser visto. Claro que, tendo em conta todas as limitações e restrições em redor do iOS da Apple - basta lembrar que até para se trocar algo como uma bateria ou ecrã é necessária fazer a autenticação das peças - na verdade este iPhone usa o hardware de um PC, com 128 GB de RAM, correndo o sistema Bliss OS baseado em Android 13. Portanto, não só este iPhone é o maior do mundo, como também é o maior iPhone do mundo a correr Android.


№ 15

Como funcionavam os navios à vela do séc. XVI

As embarcações do século XV e XVI são obras-primas da engenharia naval da altura, e escondem imensos detalhes que vale a pena conhecer.

Na época dos descobrimentos, e posterior época do comércio naval (e pirataria!), os navios dominavam. Das naus e carracas portuguesas, aos galeões espanhóis e congéneres britânicos e holandeses, estas embarcações espelhavam o poderio e alta-tecnologia de cada país, tanto para efeitos de exploração como de supremacia militar nos mares.

O seguinte vídeo explora em detalhe todos os pormenores destas embarcações, desde a forma como eram construídas, como eram guardados os mantimentos, como se controlavam os seus complexos sistemas de velas, e até como era feita a navegação numa era em que nem sequer se podia sonhar com o GPS.


№ 16

Apple diz que dificultar escolha de browser alternativo no iOS foi apenas "um bug"

A Apple continua a apostar em tácticas de (in)cumprimento malicioso quanto às exigências de abertura do iOS na Europa.

A Apple tem tentado as interpretações mais criativas (e favoráveis a si mesmo) das exigências europeias quanto à abertura do iOS e acesso de serviços concorrentes, e isso também se fez sentir na apresentação de uma selecção de browsers alternativos que os utilizadores pudessem escolher em vez do Safari.

Em causa está a pequena diferença de, quando os utilizadores usam um browser que não seja o Safari, a Apple apresenta de forma bem visível a opção para se mudar o browser default para o Safari; mas se os utilizadores estiverem a usar o Safari, a Apple já não apresenta essa mesma opção de mudar o browser default para outro. Algo que a Apple agora casualmente corrigiu, como se não fosse nada de mais, para tentar esquivar-se a uma investigação da autoridade da concorrência britânica.

This is so scummy. As the early screenshots showed, Apple was hiding browser choices when the browser was set to Safari. If this were a genuine bug, they could have simply said so and nobody would have faulted them, as we didn’t fault Apple over the initial app marketplace…

— Tim Sweeney (@TimSweeneyEpic) September 7, 2024
Recorde-se que mesmo os browsers alternativos no iOS estão obrigados a usar o motor WebKit do Safari, sendo que a verdadeira abertura a browsers verdadeiramente alternativos e usando outros motores é algo que também foi exigido e que a Apple diz que irá permitir, apenas nos países europeus - muito provavelmente dando origem a nova ronda de lutas para poder ter acesso às mesmas funcionalidades de acesso ao sistema que a Apple usa no seu próprio browser.

№ 17

Tesla FSD mostra o que vale nas estradas em Itália

Depois dos vídeos a mostrar as mais recentes versões do modo FSD da Tesla nos EUA, chega-nos um que mostra o modo FSD "Supervised" em estradas europeias, em Itália.

Temos visto muitos vídeos a analisar cada nova versão do modo FSD da Tesla, mostrando tanto as coisas boas como as menos boas. Mas, o que os clientes Tesla europeus estão à espera de ver é como o modo FSD se comportará nas estradas europeias; e podemos finalmente ver isso.

Surgiu um vídeo que mostra um Model 3 a conduzir no modo FSD Supervised em Itália, e que acaba por demonstrar um dos benefícios do modo da Tesla não estar dependente de de mapas com cobertura hiper-detalhada, conseguindo lidar com as estradas italianas aparentemente sem grandes dificuldades (se bem que, também é certo que não enfrentou situações particularmente difíceis). A certo ponto até fiquei surpreendido por ver algo que aparentava ser o modo FSD a abrandar para passar numa lomba (com sinalização), mas poucos momentos depois passou por lomba idêntica, também sinalizada, sem abrandar.


As últimas indicações são a de que a Tesla irá lançar este modo FSD oficialmente na Europa no início de 2025 (se os países deixarem), e também já fez chegar a alguns países europeus o novo programa de referrals, para tentar incentivar as vendas.

Infelizmente, quem estiver à espera do Model Y renovado terá também aguardar até ao próximo ano.


P.S. Para os donos de Tesla curiosos em saber como activaram o modo FSD na Europa, os criadores do vídeo dizem que não o fizeram, e que se limitaram a utilizar um Model 3 que veio dos EUA com o modo FSD já activado.

№ 18

Elon Musk promete Starship em Marte em 2026

Apesar dos atrasos da Starship, Elon Musk espera que a nave da SpaceX possa aterrar em Marte em 2026, e levar os primeiros astronautas em 2028.

Enquanto a NASA vai continuamente adiando o regresso à Lua, Elon Musk não abranda na sua ambição de criar uma civilização "backup" em Marte, e aponta para que a primeira ida a Marte da SpaceX possa acontecer já em 2026.

Segundo Musk, o objectivo será lançar uma Starship para Marte daqui por dois anos, durante a próxima fase de aproximação Terra-Marte, sem tripulação, para recolher dados e avaliar o processo de pousar em Marte. Se tudo correr bem (e é um grande "se"!) Musk diz que as missões tripuladas poderão ser feitas já daqui por quatro anos, na fase de aproximação seguinte.

The first Starships to Mars will launch in 2 years when the next Earth-Mars transfer window opens.

These will be uncrewed to test the reliability of landing intact on Mars. If those landings go well, then the first crewed flights to Mars will be in 4 years.

Flight rate will… https://t.co/ZuiM00dpe9

— Elon Musk (@elonmusk) September 7, 2024
As ambições são grandes, mas já sabemos que Elon Musk não é propriamente das pessoas mais fiáveis a nível de cumprir com os prazos que anuncia. A Starship tem evoluído a bom ritmo mas ainda precisa de demonstrar a sua fiabilidade, assim como a capacidade de conseguir aterrar num planeta e voltar a levantar (o que poderia ser mais facilmente testado na Lua). Adicionalmente, ainda existem imensas questões quanto a um voo interplanetário tripulado de longa duração, em que os astronautas ficarão durante meses expostos a radiação - ao contrário das longas estadias a bordo da Estação Espacial Internacional, um voo até Marte não poderá tirar proveito do escudo magnético natural do nosso planeta, que os protege da maioria das radiações solares.

De qualquer forma, é sempre bom voltar a ver objectivos ambiciosos na exploração espacial. Na início da década de 60 também se pensava que seria impossível colocar um homem no espaço, e em menos de uma década tínhamos os primeiros pés a pousar na Lua.

№ 19

Hyundai Ioniq 5 N ganha "EV of the Year"

O modelo Hyundai 100% eléctrico de alta performance IONIQ 5 N, foi galardoado com o prémio "EV of the Year 2024" pela revista Car and Driver.

Este é o terceiro ano consecutivo em que a Hyundai recebe este prémio da revista automóvel norte-americana, tendo a vitória do IONIQ 5 N seguido as vitórias do IONIQ 6, em 2023, e do IONIQ 5, em 2022.

Disponível em Portugal desde Março, o Hyundai IONIQ 5 N tem coleccionado prémios desde o seu lançamento, incluindo a vitória em absoluto nos TopGear Awards 2023, Prémio Carro Desportivo Mundial 2024 nos World Car Awards (WCOTY), Prémio "Melhor EV desportivo Compacto" pela TopGear, prémio "Melhor EV de alta performance" atribuído pela Car Magazine e, depois de todos estes prémios, junta-se este "EV of the Year 2024" da Car and Driver.
O IONIQ 5 N é o primeiro veículo eléctrico de produção em série de alta performance da Hyundai N. O modelo foi extremamente bem recebido pelos órgãos de comunicação social do sector automóvel e pelos entusiastas da condução desde o seu lançamento no início do ano, estabelecendo uma nova referência para a performance totalmente eléctrica. Capaz de proporcionar um desempenho emocionante em pista sem sacrificar a habitabilidade do dia-a-dia, o IONIQ 5 N representa a visão de electrificação da Hyundai N, e uma nova oportunidade para os entusiastas satisfazerem a sua paixão pela condução, tanto na estrada como na pista.

O novo Hyundai IONIQ 5 N está disponível no mercado nacional na versão Hyundai IONIQ 5 N Performance Pack 84kWh, a partir de 79.900€.


[Pela Estrada Fora]
№ 20

Ataque RAMBO rouba dados de sistemas isolados

O RAMBO está de regresso, e não é um novo filme do Sylvester Stallone mas sim um sistema que permite roubar dados de computados isolados de qualquer rede.

Investigadores desenvolveram um novo ataque chamado "RAMBO" (Radiation of Air-gapped Memory Bus for Offense) que tira partido das emissões electromagnéticas da RAM de um computador para roubar dados de sistemas isolados (air-gapped). Estes sistemas, utilizados em ambientes de alta segurança, como instalações governamentais e centrais nucleares, não estão ligados à internet para evitar ataques remotos. No entanto, o ataque RAMBO mostra que mesmo computadores isolados podem ser alvo de roubo de dados através de radiação electromagnética.

O ataque RAMBO assume que primeiro se consegue infiltrar malware no sistema isolado (através de um pen USB infectada, por exemplo), e que depois manipula padrões de acesso à memória do computador para gerar emissões electromagnéticas com padrões específicos que podem ser captadas pelo atacante utilizando um receptor SDR (Software-Defined Radio) de baixo custo. Ao modular os sinais elétricos da RAM, o malware envia dados que podem ser decodificados em informações como texto, ficheiros, ou imagens.
Embora a velocidade de transmissão do RAMBO seja relativamente baixa - cerca de 1.000 bits por segundo - é suficiente para roubar coisas como palavras-passe ou chaves criptográficas. O alcance máximo para transmissões rápidas é de cerca de 1 metro, mas transmissões mais lentas, com quase nenhum erro, podem funcionar até 7 metros. O ataque é particularmente eficaz para registo de teclas em tempo real ou para roubo rápido de pequenos ficheiros.

Para combater ataques que usem este sistema de transmissão de dados, os investigadores sugerem medidas como: o reforço da segurança física (impedindo que um atacante se possa aproximar do sistema), utilização de interferência eletromagnética, ou isolamento dos sistemas em gaiolas de Faraday para bloquear todas as tentativas de emissões. Estes mesmos investigadores já tinha, no passado, demonstrado sistemas de roubo de dados de sistemas isolados usando coisas como as emissões dos cabos SATA, das fontes de alimentação, ou usando os LEDs de placas de rede, teclados ou outros dispositivos.

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