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Google vai deixar 15 superfans testar smartphones Pixel

21-10-2025 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A Google está a lançar um novo programa de testes em que procura 15 "superfans" para testar smartphones Pixel ainda não lançados.

Talvez em resposta às críticas da geração Pixel 10, a Google prepara-se para fazer algo ligeiramente diferente, deixando que 15 "super-fãs" testem telemóveis Pixel ainda em desenvolvimento. A iniciativa faz parte de um concurso chamado "The Trusted Tester Program", através do qual os vencedores poderão "ajudar a moldar um Pixel actualmente em desenvolvimento".

Os participantes terão de assinar um acordo de confidencialidade (NDA) e usar os protótipos dentro de capas especiais que disfarçam o design, para evitar fugas de informação enquanto utilizam o equipamento no seu dia a dia - requisitos já habituais durante o processo normal de desenvolvimento, até entre os funcionários da própria Google - mas é a primeira vez que a Google abre este tipo de programa ao público. Nos últimos anos, os lançamentos da linha Pixel têm sido frequentemente alvo de grandes fugas antes do anúncio oficial, com unidades não lançadas a serem filmadas, desmontadas e até terem direito a reviews online. A Google parece agora querer transformar esse problema numa oportunidade, envolvendo a comunidade mais fiel no processo de testes.

Ainda não se sabe quando o concurso será lançado nem quando os fãs seleccionados terão o equipamento nas mãos. Contudo, tudo indica que o programa será restrito a membros do grupo oficial "Pixel Superfans", o que por um lado mostra que a Google quer garantir que o feedback venha dos seus seguidores mais dedicados, mas simultaneamente pode fazer com que a Google deixe de ouvir críticas igualmente válidas que poderiam surgir de um universo mais diversificado de pessoas.

Pacientes cegos voltam a ler graças a implante e óculos inteligentes

21-10-2025 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

A tecnologia poderá ajudar a dar visão a pacientes cegos ou com perda de visão significativa, usando um implante ocular e smart glasses.

Um novo avanço médico está a devolver a visão a pessoas com degenerescência macular relacionada com a idade (AMD - Age-related Macular Degeneration), uma forma progressiva de cegueira. Segundo um estudo publicado no The New England Journal of Medicine, 80% dos pacientes que receberam um implante ocular ligado a óculos inteligentes relataram melhorias significativas na visão, ao ponto de conseguirem ler livros e resolver palavras cruzadas novamente.

O sistema da PRIMA combina um microimplante retiniano de 2x2 milímetros, feito de minúsculos painéis solares fotovoltaicos, com óculos equipados com uma câmara. As imagens captadas pelos óculos são transmitidas por luz infravermelha para o implante, que estimula o nervo óptico com pequenos impulsos eléctricos, imitando o que as células da retina fariam normalmente.



Dos 38 pacientes que receberam o implante, 32 completaram um ano de ensaio clínico. Destes, 26 apresentaram melhorias visuais, o que representa uma taxa de sucesso de 80%. Embora a visão recuperada seja a preto e branco e algo desfocada, investigadores independentes classificaram os resultados como sendo impressionantes.

A tecnologia é desenvolvida pela Science Corporation, fundada por Max Hodak, cofundador da Neuralink de Elon Musk. A empresa adquiriu a tecnologia à francesa Pixium Vision em 2024, após esta enfrentar dificuldades financeiras. O projecto dá assim nova esperança a milhões de pessoas afectadas pela perda de visão central causada pela AMD.

Ganha um mini powerbank Bogseth de 10000 mAh

21-10-2025 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta vez a escolha recai sobre um powerbank Bogseth de 10000 mAh.

Sempre prático para todas as ocasiões, este powerbank permite prolongar a tranquilidade de utilizar um smartphone (ou outros equipamentos electrónicos) longe de uma tomada e carregador. No caso deste Bogseth de 10000 mAh, serve de backup compacto que pode recarregar um smartphone várias vezes, esticando a sua autonomia enquanto se está longe de uma tomada ou porta USB.

Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

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Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

Amazon quer substituir 600 mil trabalhadores por robots

21-10-2025 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

A Amazon tem planos para substituir 600 mil trabalhadores humanos por robots nos EUA, levantando preocupações sobre o efeito imediato na sociedade.

Segundo documentos internos e entrevistas, a Amazon planeia acelerar a automação das suas operações com o objectivo de eliminar mais de 600 mil postos de trabalho nos Estados Unidos até 2033. Apesar de prever duplicar o volume de vendas nesse período, a empresa pretende reduzir drasticamente a necessidade de novos funcionários.

De acordo com os documentos, a equipa de robótica da Amazon está a trabalhar para automatizar até 75% das operações da empresa. Até 2027 espera evitar contratar 160 mil trabalhadores, o que se traduziria numa poupança de cerca de 30 cêntimos por produto vendido - numa escala global de 12.6 mil milhões de dólares entre 2025 e 2027. Actualmente, a Amazon já tem mais de um milhão de robots nos seus armazéns e está a testar modelos bípedes como o Digit da Agility Robotics, e está consciente do impacto que isso poderá ter a nível da percepção dos clientes - tendo discutido estratégias para minimizar o impacto das medidas na sua reputação, incluindo evitar o uso de palavras como "automação" ou "AI", substituindo-as por expressões mais neutras, como "tecnologia avançada" e "cobots" (robots colaborativos que trabalham lado a lado com humanos).

A Amazon já veio dizer que os documentos são "incompletos" e não reflectem a estratégia global de contratações da empresa, negando também que os executivos tenham sido incentivados a evitar determinados termos. Ainda assim, é um tópico que vem reacender a questão de que a prometida era de "abundância sustentável" que tem sido usada pelos promotores do uso dos robots só poderá ser atingida se desde já se forem lembrando que as pessoas sem trabalho não terão dinheiro para comprar os seus produtos.

Meta vai remover app Messenger para Windows e macOS

21-10-2025 | 07:00 | Aberto até de Madrugada

Quem utilizar as apps do Messenger em Windows e macOS terá que procurar alternativa.

A Meta vai abandonar as versões desktop do Messenger em Windows e macOS, com ambas as aplicações a serem removidas da Microsoft Store e Mac App Store. Segundo a empresa, o serviço deixará de funcionar em Dezembro, e os utilizadores já começaram a receber notificações sobre a mudança.

De acordo com uma página de suporte da Meta, utilizadores da versão Mac terão 60 dias para continuar a usar a aplicação antes de esta ser descontinuada e bloqueada. No Windows, o aviso indica que o Messenger deixará de estar disponível a 14 de Dezembro.

Com a remoção das apps nativas, os utilizadores de Windows terão de recorrer à app do Facebook ou à versão web do Messenger, enquanto no macOS a versão web será a única forma de aceder ao serviço. Algo que também pode fazer pensar que o principal intuito seja o de "forçar" os utilizadores a usarem o Facebook para poderem aceder às suas mensagens. Isto para o caso dos que ainda usam o Messenger, já que a maioria das pessoas poderá ter simplesmente optado por se centralizar no WhatsApp.

A propósito do WhatsApp, a Meta também planeia substituir a app nativa do WhatsApp para Windows por uma versão que basicamente é uma web app, com o objectivo de agilizar o desenvolvimento das suas apps - ou seja, na prática mais vale recorrer à versão web e fica o assunto arrumado.

X lança mercado de nomes e muda forma de abrir links

20-10-2025 | 20:00 | Aberto até de Madrugada

O X (ex-Twitter) está a mudar a forma como lida com os links e lançou um mercado para nomes de utilizador inactivos.

A X está a testar novas formas de manter os utilizadores dentro da app e aumentar a interacção com publicações que contêm links. Nas versões de teste para iOS, os botões de gosto, resposta e repost continuam visíveis mesmo depois de abrir um link, evitando que o site externo cubra por completo post original. Assim, o tweet é minimizado para a parte inferior do ecrã em vez de desaparecer, o que a plataforma diz que deverá aumentar a interacção e reduzir o número de pessoas que deixam a plataforma após seguirem um link.

Musk diz ainda que haverá ajustes no sistema de recomendações, que poderão dar mais destaque a publicações com links - algo que até agora tem sido fortemente penalizado, levando à ridícula táctica de fazer publicações sem links, com o link a ser colocado posteriormente num comentário. A plataforma diz que irá eliminar os dados sobre o interesse dos utilizadores nas próximas semanas, substituindo o sistema por um modelo AI (Grok) que analisará directamente o conteúdo de todos os post e vídeos para sugerir o que for mais relevante para cada utilizador.

The 𝕏 recommendation system is evolving very rapidly. We are aiming for deletion of all heuristics within 4 to 6 weeks.

Grok will literally read every post and watch every video (100M+ per day) to match users with content they’re most likely to find interesting.

This should… https://t.co/HdKKgabRUN

— Elon Musk (@elonmusk) October 17, 2025

We're testing a new link experience, starting on iOS -- to make it easier for your followers to engage with your post while browsing links.

For creators, a common complaint is that posts with links tend to get lower reach. This is because the web browser covers the post and… pic.twitter.com/oWraLpPwji

— Nikita Bier (@nikitabier) October 19, 2025
Adicionalmente o X vai lançar o Handle Marketplace, um novo serviço que permitirá aos utilizadores Premium Plus e Premium Business procurar e aceder a nomes de utilizador inactivos. Os handles serão divididos em duas categorias: os "priority handles", que incluem nomes comuns e combinações alfanuméricas, que ficarão acessíveis gratuitamente; e os "rare handles", de nomes mais desejados, que poderão custar entre 2.500 dólares e vários milhões(!), consoante a procura e raridade.

No entanto, para além de só ficarem acessíveis para os utilizadores que paguem pelas subscrições mais caras, isto é algo que acaba por se tornar num aluguer e não numa compra, já que quem decidir cancelar a sua subscrição ou passar para um nível mais baixo perderá o nome de utilizador obtido via marketplace e voltará automaticamente ao seu nome original - pelo que, não vale a pena pensarem em suscrever o Premium Plus por um mês apenas para obterem um nome raro e depois voltarem a uma conta gratuita.

Chery apresenta bateria de estado sólido com autonomia de 1.300 km

20-10-2025 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

As baterias de estado sólido voltam a fazer sonhar com autonomias ultra-longas, desta vez com uma da Chery.

A Chery revelou um protótipo de bateria que promete revolucionar os carros eléctricos. A marca chinesa apresentou a sua primeira bateria de estado sólido desenvolvida internamente, com uma densidade energética de 600 Wh/kg - um valor muito superior ao das baterias de iões de lítio actuais.

Segundo a marca, esta nova tecnologia poderá permitir autonomias reais de até 1.300 km por carga, com um alcance teórico superior a 1.500 km. Adicionalmente, a bateria é bastante mais resistente e segura, tendo superado testes extremos de perfuração com pregos e berbequim, sem risco de incêndio ou fumo. A empresa prevê iniciar a produção piloto em 2026, com uma expansão mais ampla em 2027, ano em que também a CATL e a BYD pretendem lançar as suas próprias baterias de estado sólido.
O sector automóvel assiste actualmente a uma corrida por esta tecnologia, que promete maior autonomia, carregamentos mais rápidos e maior segurança. Mas, por agora, essas melhorias mantêm-se no campo das promessas, sendo algo que vai sendo recorrentemente prometido "para os próximos anos".

O maior problema continua a ser o custo elevado. Uma bateria totalmente de estado sólido custa cerca de 2.8x mais que uma convencional, devido aos materiais e às maiores dificuldades de produção. No entanto, quando esses problemas forem superados, estas baterias não só permitirão uma nova era nos automóveis eléctricos, como também potenciarão o início de uma revolução eléctrica nos transportes aéreos, onde se tem definido o patamar dos 500 Wh/kg como sendo o ponto de viragem que torna viável aviões eléctricos para viagens de médio curso.

Poco X7 Pro a €355

20-10-2025 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

O Poco X7 Pro 5G já chegou às lojas, e está disponível a preço bastante interessante.

O Poco X7 Pro vem equipado com um ecrã AMOLED CrystalRes 1.5K de 6.67" (1220 x 2712 pixeis) a 120 Hz, com luminosidade de até 3200 nits de pico e touch a 2560 Hz, chipset MediaTek Dimensity 8400 Ultra de 4nm, 12 GB RAM, 512 GB UFS 4.0, dual SIM, 5G, NFC, e bateria de 6000 mAh com carregamento rápido HyperCharge de 90 W (carregamento a 100% em 42 minutos). A espessura fica-se pelos 8.3 mm e o peso nas 195 g, contando também com protecção IP68 contra água e pó.

Nas câmaras temos um conjunto de câmaras 50 MP + 8 MP ultrawide, e câmara frontal de 20 MP. E o sistema fica a cargo do mais recente HyperOS da Xiaomi.
O Poco X7 Pro 5G 12+512 GB está disponível por 355 euros na Amazon Espanha.

Em alternativa, temos também Poco X7 não-Pro a preço mais reduzido.

Mais um modelo que vem complementar a oferta da marca e que mantém a sua habitual relação preço/qualidade; e que demonstra que não é preciso gastar 500 ou 1000 euros para se ficar com um smartphone mais que suficiente para todo o tipo de actividades.


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Home Assistant Yellow chega ao fim

20-10-2025 | 14:30 | Aberto até de Madrugada

O pequeno mas versátil Home Assistant Yellow chega ao fim de produção, mas continuará a receber suporte.

A Nabu Casa anunciou oficialmente o fim da produção do Home Assistant Yellow, o pequeno hub doméstico modular lançado em 2021. A empresa garante, no entanto, que o dispositivo continuará a receber actualizações de software durante quanto tempo for possível - tendo dado como exemplo o que se tem passado com o Home Assistant Blue, que também terminou a produção em 2022 e ainda continua a receber actualizações.

O anúncio foi feito por Carl Albertsson, vice-presidente comercial da Nabu Casa, que destacou o impacto do Home Assistant Yellow no crescimento da plataforma e no financiamento do ecossistema Open Home Foundation. Segundo a empresa, a decisão justifica-se com a queda natural nas vendas de um produto com quase cinco anos, e com as mudanças no mercado, com utilizadores que vão dando preferência a soluções como os mini PCs mais poderosos.
O Home Assistant Yellow foi um produto marcante por integrar um adaptador Zigbee/Thread, suporte para PoE, slot NVMe e compatibilidade com Compute Modules da Raspberry Pi, o que permitia aos utilizadores actualizarem o hardware ao longo do tempo. Contudo, a escassez global de Raspberry Pi complicou a produção inicial, e o lançamento do Home Assistant Green em 2023 acabou por substituir o Yellow como a opção mais simples para novos utilizadores.

Para terminar em tom positivo, a empresa promete novidades em breve, com um novo produto de hardware já em desenvolvimento, e que não será um computador mas sim "algo muito interessante". Ficamos a aguardar.

SpaceX lança 10.000º satélite Starlink

20-10-2025 | 13:00 | Aberto até de Madrugada

A SpaceX anunciou já ter ultrapassado o envio de 10.000 satélites Starlink para o espaço.

Aquilo que poderia parecer uma ideia megalómana tornou-se realidade. A SpaceX atingiu um novo marco histórico ao lançar o mais recente lote de 56 satélites Starlink em dois foguetões Falcon 9, ultrapassando os 10.000 satélites lançados para a órbita terrestre desde o início do projecto. Este feito ocorreu durante o 132º lançamento Falcon 9 de 2025, igualando o recorde anual da empresa, e ainda com mais de dois meses até ao final do ano.

Actualmente, a constelação Starlink conta com cerca de 8.608 satélites operacionais, já que aproximadamente 1.400 já terão sido desactivados. Os satélites Starlink têm uma vida útil média de cinco anos, sendo depois intencionalmente desorbitados para se desintegrarem na atmosfera terrestre. O primeiro lote experimental da rede foi lançado em Fevereiro de 2018, com o serviço comercial a ter sido iniciado em 2021.

SpaceX has now launched more than 10,000 Starlink satellites to date, enabling reliable high-speed internet for millions of people all around the world 🛰️🌎❤️ https://t.co/RDBIjiGcrK

— Starlink (@Starlink) October 19, 2025
A SpaceX tem autorização para lançar até 12.000 satélites, mas planeia expandir a constelação para mais de 30.000 unidades nos próximos anos, com o objectivo de fornecer internet rápida e de baixa latência a nível global. Concorrentes como o Project Kuiper da Amazon e várias iniciativas na Europa e na China também estão a preparar as suas próprias megaconstelações, levantando preocupações sobre o risco de saturação orbital e de detritos espaciais.

A mais recente geração de satélites Starlink tem capacidade para efectuar comunicações directamente com smartphones no solo (Direct to Cell) sem necessidade de hardware especial, o que também se torna numa vantagem adicional face aos concorrentes.

Falha na AWS "desliga" Fortnite, Alexa, e Perplexity

20-10-2025 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

Uma falha na cloud da Amazon (AWS) está a causar o caos em milhares de serviços por todo o mundo.

A Amazon Web Services (AWS) sofreu esta madrugada uma grande falha que deixou vários serviços online inacessíveis, incluindo Amazon, Alexa, Snapchat, Fortnite, Clash Royale, Epic Games Store e muitos mais. O painel de estado da AWS indicou que múltiplos serviços na região US-EAST-1 estavam afectados por problemas, embora as interrupções também se tenham alargado a outras regiões do mundo.

Por volta das 11h35 em Portugal, a Amazon comunicou que a maioria das operações dos serviços AWS está a funcionar normalmente e que está a trabalhar para uma resolução completa do problema. A falha foi inicialmente reportada às 8h11, com a empresa a dizer que estava "a investigar e a tentar mitigar o problema e compreender a sua causa". Utilizadores relataram que a assistente Alexa deixou de responder a comandos ou executar rotinas, e várias plataformas baseadas na cloud da Amazon, como o Perplexity, Airtable, Canva e até a app do McDonalds, também foram afectadas.

Apesar das falhas nos grandes serviços de cloud sejam relativamente raras, o maior problema é que, quando acontecem, têm efeitos que se fazem sentir em milhares de serviços. Neste caso em concreto, a região US-EAST-1 da AWS já sofreu problemas idênticos no passado (2020, 2021 e 2023) com impacto igualmente alargado.

iPhone 17 vende mais que o 16 - mas iPhone Air já levou corte na produção

20-10-2025 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A geração iPhone 17 volta a superar as expectativas e vende mais que a geração iPhone 16, mas o iPhone Air parece ser a excepção à regra.

Já passou mais de um mês desde que o iPhone 17 chegou ao mercado, e tudo indica que a nova geração está a ter uma recepção mais forte do que a anterior. Segundo dados da Counterpoint Research, as vendas da série iPhone 17 superaram as do iPhone 16 em 14% durante os primeiros dez dias de disponibilidade na China e nos Estados Unidos.

O relatório mostra que os modelos iPhone 17 Pro e 17 Pro Max estão a vender cerca de 12% mais do que os 16 Pro e 16 Pro Max, enquanto o iPhone 17 base regista um aumento de 31% face ao iPhone 16 - que pode ser explicado pelo facto de, finalmente, passar a contar com ecrã de 120 Hz. A Counterpoint refere também que isto se pode dever ao efeito COVID-19. Muitos utilizadores que compraram um iPhone durante a pandemia estão agora a entrar no seu ciclo de actualização.

Por outro lado, o iPhone Air parece estar com dificuldades em encontrar compradores, com a Apple a já ter reduzido a produção deste modelo (e aumentado as encomendas dos restantes modelos). Um comportamento que poderá ser transversal à indústria, com relatos de que também a Samsung poderá ter optado por cancelar o Galaxy S26 Edge depois das vendas fracas do S25 Edge.

Acidente mortal com Xiaomi SU7 Ultra reacende discussão sobre portas electrónicas

20-10-2025 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Um Xiaomi SU7 Ultra incendiou-se após um acidente, aparentemente inutilizando o sistema de abertura das portas.

Um acidente grave com um Xiaomi SU7 Ultra em Chengdu, a maior cidade do oeste da China, terminou em tragédia depois de o veículo se incendiar ao colidir com o separador central. Nos vídeos é possível ver vários condutores a parar para tentarem prestar auxílio, mas sem que tenham conseguido abrir as portas - tentando desesperadamente, mas sem sucesso, partir os vidros.

Como será de imaginar, este caso vem dar mais destaque às questões sobre os sistemas de portas electrónicos que se têm popularizado nos últimos anos, em que os sistemas de abertura mecânicos têm sido substituídos por sistemas com actuação electrónica que, em caso de falha total de energia (ou de acidentes como este) podem deixar os utilizadores sem capacidade de abrir as portas. Até ao momento, as autoridades locais e a Xiaomi Auto não emitiram qualquer comunicado oficial sobre as causas do acidente ou o que se terá passado com as portas - mas o impacto fez-se sentir desde logo, com as acções da Xiaomi a terem caido mais de 6% após este acidente. Este é o segundo acidente fatal envolvendo um modelo SU7, depois de um ocorrido em Março ter resultado na morte de três estudantes universitárias.


Mesmo já não chegando a tempo de fazer diferença neste caso, a China está a preparar nova legislação de segurança para os puxadores das portas nos automóveis, precisamente com o intuito de combater os sistemas de actuação puramente electrónicos.

Estabilizador gimbal DJI Osmo Mobile 7 a €84

20-10-2025 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

Os smartphones têm feitos avanços incríveis em termos de qualidade das câmaras, mas por vezes nada substitui uma ajuda externa como a que é providenciada por um sistema de estabilização de 3-eixos.

Os estabilizadores "gimbal" de 3-eixos eram o tipo de produto que, durante muito (muito) tempo, estavam apenas disponíveis para profissionais e com preços exorbitantes. Felizmente, nos últimos anos têm descido consideravelmente de preço, ao ponto de agora poderemos ter um estabilizador de 3-eixos para smartphone a um preço bastante acessível.


Este estabilizador gimbal DJI Osmo Mobile 7 de 3-eixos para smartphone está disponível por 84.98 euros na Amazon Espanha - activar desconto de 5%.

Para quem ainda não tiver visto estes estabilizadores em funcionamento, o efeito parece quase magia, pois permitem manter o smartphone estabilizado por mais que se "abane" a mão. As diferenças na gravação de vídeo são dramáticas, e não é preciso muito tempo para se dominarem os diferentes modos de funcionamento (full-lock, semi-lock, follow mode) para captarem as imagens pretendidas em função das necessidades.

O estabilizador conta com um mini-tripé, para que possa ser pousado em qualquer superfície, e tem também a vantagem de poder ser dobrado sobre si mesmo para ficar com um tamanho compacto que facilita o transporte. É até possível utilizá-lo para automatizar a captura de imagens panorâmicas, em time-lapse, seguimento de pessoas, etc. Depois de verem as diferenças nas filmagens, nunca mais vão querer gravar vídeos sem ele.


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Monociclo InMotion P6 chega aos 150 km/h

20-10-2025 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Os monociclos passam a ter o equivalente a um hiper-desportivo com o InMotion P6.

Os fãs dos monociclos / uniciclos podem agora sonhar com um modelo de alto-desempenho, o novo InMotion P6, um monociclo elétrico capaz de atingir uns arrepiantes 150 km/h.

O InMotion P6 é alimentado por um sistema de alta voltagem de 235V e oferece 20 kW de potência máxima, o que lhe permite acelerar dos 0 aos 50 km/h em apenas 1.9 segundos. A autonomia também impressiona: o P6 inclui uma bateria Samsung 50S de 4.200 Wh, com promessa de poder percorrer até 150 km por carga. O sistema de carregamento rápido de 14A permite recarregar a bateria em cerca de 90 minutos.

O design combina potência com sofisticação técnica. O P6 conta com suspensão hidráulica com 90 mm de curso e amortecimento ajustável, tornando-o apto tanto para a cidade como para trilhos montanhosos. O interior esconde ainda um controlador com tecnologia SiC, sistema activo de arrefecimento por heat pipe, tripla protecção da bateria e monitorização da pressão dos pneus. Em termos de conectividade, o RideConnect IoT da InMotion adiciona GPS em tempo real, ferramentas anti-roubo, controlos remotos, registos de viagem e ajustes personalizados de aceleração, travagem e comportamento em curva.


Com um preço de 4.999 dólares, o P6 posiciona-se como um dos veículos eléctricos mais radicais do mercado. Na fase de lançamento, os compradores recebem mais de 1.000 dólares em extras, incluindo um carregador rápido, assento, garantia alargada e um ano de serviço RideConnect. Basta apenas ter dinheiro... e coragem!

Confesso que deverá ter piada, ir a circular a 120 km/h numa auto-estrada, e ver passar uma pessoa literalmente em cima de uma única roda. :)

Honor Robot Phone será apresentado no MWC 2026

20-10-2025 | 07:00 | Aberto até de Madrugada

A Honor promete revelar todos os detalhes sobre o curioso "Robot Phone" no MWC 2026 em Barcelona.

A Honor confirmou oficialmente que fará a estreia do seu Robot Phone durante o Mobile World Congress (MWC) 2026, que decorrerá em Março em Barcelona.

O Honor Robot Phone foi inicialmente apresentado em jeito de "one more thing" durante o lançamento da série Magic8, com a parte inovadora a ser uma câmara montada num gimbal móvel que sai da parte traseira do telefone em verdadeiro estilo "transformer" e que aadopta o formato de uma cabeça de robô. Segundo a Honor, o sistema é capaz de compreender o que vê e oferece um conjunto de funcionalidades potenciadas por AI.
Facilmente se pode antecipar que, se a Honor usar alguma criatividade no movimento da câmara, poderá facilmente conquistar o público, ao estilo dos movimentos dos robots da Disney.

Mas, por agora, ainda restam dúvidas sobre se esta apresentação significa que este Robot Phone será disponibilizado comercialmente, ou se se manterá como protótipo em jeito de antecipação de algo para o futuro.

Tendo em conta que hoje em dia se podem arranjar estabilizadores gimbal por menos de 100 euros, a nível de custo não deverão haver grandes impedimentos. Por outro lado, há que considerar que a complexidade do mecanismo móvel o deixará mais vulnerável em caso de quedas ou outros acidentes. Teremos que aguardar até Março, para ficar a conhecer os planos da Honor.

Facebook arranja forma de usar fotos para AI

19-10-2025 | 20:00 | Aberto até de Madrugada

A Meta arranjou nova forma para usar as fotos dos utilizadores para treinar os seus modelos AI.

A Meta começou a disponibilizar uma nova ferramenta de colagens e edição AI de fotos no Facebook, que analisa as imagens e vídeos para criar automaticamente montagens e sugestões de publicações. A funcionalidade é opcional mas vem com uma particularidade que poderá passar despercebida a muitos utilizadores: depois de activada, a app envia todas as fotos no smartphone para a Meta, com o objectivo de criar colagens temáticas - como festas ou viagens - e propõe edições e outras melhorias.

Se até aí a Meta promete que tudo se mantém "privado", as coisas podem mudar substancialmente com uma simples operação: se o utilizador partilhar alguma foto criada ou editada por esta via, o Facebook reserva o direito de poder igualmente usar esse conteúdo para treinar os seus modelos AI. A Meta garante que as imagens do rolo de câmara não são usadas para esse fim enquanto permanecerem privadas, mas tudo o que for publicado ou editado com as ferramentas da empresa pode contribuir para o treino AI.

A funcionalidade já está disponível nos Estados Unidos e Canadá, com sugestões nas Stories e no Feed a incentivarem que os utilizadores activem a funcionalidade. Para a activar ou desativar, é preciso ir a Definições e Privacidade > Definições > Preferências > Sugestões de Partilha do Rolo de Câmara (e - pelo menos - sem limitação de só poder desligada três vezes por ano). Quem quiser evitar o uso das suas imagens para AI não deverá activar a opção - ou, para maior segurança, não dar ou o remover o acesso da app do Facebook às fotos do smartphone.

Poderia muito bem assumir-se que a Meta leva a sério a privacidade dos utilizadores e está a fazer tudo isto de boa-fé. Infelizamente, a empresa tem longo historial no abuso dos dos utilizadores, bastando relembrar que tinha o serviço Onavo com o qual obteve dados importantes para espiar os seus rivais (e que levaram à compra do WhatsApp).

Microsoft só deixa desligar reconhecimento facial no OneDrive 3 vezes por ano

19-10-2025 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

A Microsoft está a testar limites na alteração das definições de reconhecimento facial no OneDrive, deixando fazê-lo apenas três vezes por ano.

A Microsoft está a expandir o uso de reconhecimento facial no OneDrive para ajudar a organizar fotos por pessoas, mas o que está a dar que falar é uma inesperada limitação: só será possível desactivar a funcionalidade três vezes por ano.

Por agora a opção está a ser disponibilizada para utilizadores com acesso antecipado, surgindo na secção de privacidade com a mensagem "O OneDrive usa AI para reconhecer rostos nas tuas fotos". A página de suporte da Microsoft indica que tecnologia analisa e armazena dados biométricos para fazer o agrupamento automático de rostos, embora garanta que as digitalizações não são usadas para treinar os seus modelos AI nem são partilhadas publicamente.
A restrição de apenas três alterações por ano é bastante intrigante, já que parece ser (mais) um atropelo à vontade dos utilizadores. A Microsoft não explicou o motivo, mas poderá estar relacionado com uma tentativa de evitar desperdiçar recursos a fazer o processamento AI das fotos apenas para ter esse trabalho eliminado, e depois refeito, e eliminado novamente, repetidamente - mas se for esse o caso, talvez fosse adequado dar essa explicação desde logo.

Mesmo assim, essa desculpa dificilmente serviria para explicar tudo. Funcionalidades semelhantes existem há anos noutros serviços, como o Google Photos, que permitem activar e desactivar o Face Grouping sem restrições - e curiosamente, até no Microsoft Photos, que entretanto foi removida no início deste ano.

Porque motivo as turbinas eólicas têm 3 pás

19-10-2025 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Como se poderá imaginar, as três pás usadas na maioria das turbinas eólicas não é algo que tenha surgido por mero acaso.

Quer seja na sua fácil identificação no cimo de montes e montanhas ou em vastos parques eólicos flutuantes, peça-se a alguém para imaginar uma turbina eólica e será quase certo que a totalidade das pessoas visualizará uma turbina com três pás. Mas, porque motivo se utilizam três pás, e não duas, quatro, cinco, ou mais?

Na aeronáutica, vemos aviões com hélices com variado número de pás, pelo que é legítimo perguntar porque motivo nas turbinas eólicas se parece ter ficado estagnado num design com apenas três pás. Uma decisão que é explicada no seguinte vídeo do canal minutephysics e que tem a ver essencialmente com o factor que se pode imaginar: a eficiência - embora também haja outros benefícios a nível de engenharia, estética, e até de conforto (a nível do ruído produzido).


As três pás acabam por proporcionar o melhor resultado em termos de eficiência, reduzem a carga estrutural face a outras opções, e geram menor ruído - tudo opções que, desde logo, fazem com que se torne na opção mais sensata.

É certo que há outros tipos de turbinas eólicas, sem pás, mas para o design mais comum e popular, fica explicado porque motivo as turbinas de três pás se tornaram no standard que é utilizado em todo o mundo.

WhatsApp testa limites de mensagens para combater o spam

19-10-2025 | 13:30 | Aberto até de Madrugada

O WhatsApp vai testar limites para mensagens não respondidas, com o objectivo de combater o spam.

O WhatsApp está a testar nova funcionalidade que pode mudar a forma como mensagens são enviadas na plataforma. A plataforma de mensagens da Meta está a considerar aplicar limites mensais no número de mensagens que utilizadores e empresas podem enviar para pessoas que não responderam às suas conversas, para reduzir o spam.

Todas as mensagens enviadas a contactos desconhecidos vão contar para esse limite, cujo valor exacto ainda não foi definido. A empresa está a experimentar diferentes valores em vários países. Quando o utilizador ou empresa se aproximarem do limite, o WhatsApp apresentará um aviso com o número de mensagens restantes, para evitar bloqueios temporários.

Segundo o WhatsApp, a maioria dos utilizadores não será afectada, já que o objectivo é travar apenas os comportamentos abusivos e mensagens em massa. Além disso, mensagens que recebam resposta não contam para estes limites, pelo que não afectarão interacções reais entre utilizadores.

O spam tem sido um problema crescente na plataforma, que conta com milhares de milhões de utilizadores em todo o mundo. Nos últimos anos, o WhatsApp tem lançado várias ferramentas para o combater, como a possibilidade de bloquear contactos directamente, anular subscrições de mensagens promocionais, sair de grupos indesejados e limitar o envio de mensagens em massa por novos utilizadores. Veremos se estes novos limites terão efeito prático, ou se serão rapidamente contornados por quem se dedica ao envio de spam.

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