PlanetGeek
№ 01

Base para portátil a €16

Se procuram uma forma de ganhar espaço na secretária, uma destas bases para portátil ou monitor permite aproveitar algum do espaço que seria despediçado.

Com cada vez mais pessoas a trabalharem a partir de casa, por vezes tendo que arranjar espaço para o portátil do trabalho, há também o dilema de se criar um espaço de trabalho o mais eficiente possível em casa. E como nem sempre esse espaço desejado está disponível, há que aproveitar o espaço que se tem da melhor forma, incluindo recorrer a bases para o portátil ou monitor como esta que vos sugerimos hoje.

Esta base para portátil / monitor está disponível por apenas 16.73 euros, com envio da Europa por 1 euro.

Para além de permitir aproveitar o espaço por baixo do portátil ou monitor para se poder guardar um teclado - ou livros, ou documentos que interesse ter "à frente dos olhos - inclui também alguns pormenores curiosos, como furos que permitem arrumar canetas, e uma secção lateral onde se pode arrumar um rato e mais algumas "tralhas", evitando que fiquem espalhadas pela mesa. E nem sequer faltam uns recortes no tampo superior, para permitir uma melhor circulação de ar quando se tiver um portátil a funcionar.


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№ 02

Samsung reforça gama média com nova série Galaxy A


A Samsung já apresentou a sua nova aposta para o segmento de gama média, com novos modelos Galaxy A72, A52 e A32.

Com o segmento premium a obter bons resultados, registando vendas 30% superiores aos modelos lançados em 2020, é agora chegada a vez da gama média, com a Samsung a apresentar a nova série Galaxy A, que mais uma vez surge com 3 modelos distintos, a cobrir o segmento de preços entre os 250 e os 500€.

Galaxy A72


A Samsung não se ficou por menos, Awesome é a palavra de ordem, com a marcar sul-coreana a destacar as câmaras, ecrã e o ecossistema, como pilares que suportam esta nova gama. Esta não deixa de ser uma opção curiosa, pois os dois primeiros argumentos são por norma os elementos em destaque no segmento premium. Com esta política, a Samsung acaba por encurtar distâncias entre a gama média e a gama alta, reforçando a aposta no segmento intermédio.


Os Galaxy A52, A52 5G e A72 partilham uma identidade comum, tanto em termos de design como de hardware, com a câmara frontal (32MP FF, f/2.2, 0.8µm) a ser disso exemplo. Na traseira, a câmara quadrupla partilha 3 dos sensores (destaque para os 64MP com estabilização ótica de imagem), com os A52 a apresentarem um sensor de profundidade de 5MP e o A72 um sensor telephoto com 8MP.


O ecrã Super AMOLED, área onde por hábito a Samsung consegue largo destaque, é também merecedor de atenção por parte da marca, que traz a taxa de atualização de 90Hz aos A52 e A72, com o A52 5G a ter direito a uns mais interessantes 120Hz.


As baterias são de 4500mAh nos A52 e 5000mAh no A72, com 6GB ou 8GB de RAM, 128GB ou 256GB para armazenamento interno, Wifi ac, IP67, processador Snapdragon 720G nos A52 e A72 e Snapdragon 750G 5G no A52 5G.

O software parece estar cada vez mais na ordem do dia, com os Galaxy A52, A52 5G e A72 a  terem direito a atualizações de software durante três gerações e atualizações de segurança "regulares-quadrimestrais", durante um mínimo de quatro anos.

Galaxy A52


A nova gama Galaxy estará disponível nas cores Awesome Violet (violeta), Awesome Blue (azul), Awesome Black (preto) e Awesome White (branco). O Galaxy A32 será alvo de um lançamento posterior.

Preços dos novos Galaxy A em Portugal:
  • A52 128GB: 379,9€
  • A52 256GB: 449,9€
  • A52 5G 128GB: 459,9€
  • A52 5G 256GB: 509,9€
  • A72 128GB: 479,9€
  • A72 256GB: 539,9€

№ 03

ROG Phone 5 parte no teste da "dobragem"

O ROG Phone 5 pode vir com o melhor hardware de momento (e 18GB de RAM), mas infelizmente não é suficiente para garantir a sua rigidez.

Quando se pensava que os fabricantes já teriam o "teste da dobragem" na lista de considerações ao desenvolver um novo modelo, eis que a Asus surpreende - pela negativa - ao lançar um ROG Phone 5 que, apesar de poder custar 1300 euros na sua versão de topo, se dobra com extrema facilidade (e não estamos a falar de um modelo dobrável).


Como sempre, há que ter em conta que ningurém irá propositadamente dobrar o seu smartphone. Mas o que é certo é que eles acabam por poder ser sujeitos a esse tipo de esforços, quer estejam metidos nos bolsos (não que isso seja provável tendo em conta o seu tamanho), ou numa mochila ou sacola, onde ocasionalmente possa ficar debaixo de coisas mais pesadas. Tendo em conta o patamar de preço em que se encontrar, teria sido recomendável que a Asus tivesse dedicado um pouco mais de atenção à rigidez estrutural desta geração do ROG Phone.

№ 04

iPads Pro com mini-LED e Thunderbolt chegam em Abril?

Parece estar para breve a chegada de uma nova geração de iPads Pro, que poderão estrear ecrãs mini-LED, ligação Thunderbolt, e usar um novo CPU de classe "M1".

Há muito que se fala dos novos iPads da Apple, e os rumores quanto ao seu lançamento intensificam-se, parecendo comprovar que teremos mesmo direito a apresentação de uma nova geração iPad Pro ainda este mês, com as entregas a começarem em Abril.

Depois de no ano passado o destaque ter sido dado ao LIDAR, para este ano são esperadas outras novidades que poderão ser de maior vantagem funcional para os utilizadores. Espera-se que estes novos iPad Pro, pelo menos na variante de 12.9", venha a estrear um ecrã Mini-LED, que serviria como opção de recurso para evitar a utilização de um ecrã OLED, mas permitiria ter local dimming e melhorar substancialmente o nível de contraste do LCD, assim como a apresentação de conteúdos HDR.

Outra das coisas que está em cima da mesa é o upgrade ao USB-C, que nesta geração pode passar a incluir Thunderbolt. Se bem que, para isso, o melhor seria já dar o salto para USB4, unificando o USB e o Thunderbolt, e assim garantindo que ficaria a questão arrumada para a próxima década.

E por fim, no CPU, podemos assistir a uma nova direcção para os iPads, que até aqui têm usado os CPUs usados nos iPhones com pequenas alterações, mas que nesta geração poderão começar a divergir e optar por utilizar a mesma classe de chips M1 que a Apple está a usar nos Macs. Algo que efectivamente permitiria transformar os iPads em verdadeiros tablets transformáveis Mac (se bem que é tudo uma questão de perspectiva, e poderia dizer-se que foram os Macs a aproximarem-se do iPad e iPhone).

Uma vez que não temos eventos presenciais, que obrigariam a dar um pré-aviso com grande antecedência por conta da logística, a Apple fica com total liberdade para poder anunciar o evento de apresentação de um dia para o outro, ou com poucos dias de antecedência. Neste momento os rumores apontam para que esse evento possa ser feito já na próxima semana. Pelo que, é só aguardar mais um pouco.

№ 06

iPhones com apps "pré-instaladas" na Rússia

A partir de 1 de Abril os iPhones passarão a sugerir uma série de apps durante o processo de configuração inicial na Rússia.

Apesar de ter ameaçado com a saída do mercado russo caso avançasse a legislação que obrigasse a fazer a pré-instalação de apps nos iPhones, a Apple parece ter encontrado um ponto intermédio que, por agora, considera ser aceitável. A partir do próximo mês, durante a configuração inicial, os iPhones na Rússia vão passar a apresentar um ecrã adicional com sugestão de apps russas definidas pelo governo, que serão instaladas automaticamente. No entanto, os utilizadores continuarão a ter a opção de não as instalarem, ou de as removerem após serem instaladas - pois limitam-se a ser apps que já estariam disponíveis via App Store de qualquer forma.

É um método que evita o cenário mais temido pela Apple e pelos utilizadores, de que a Rússia pudesse incluir apps suas directamente de fábrica nos iPhones, potencialmente com permissões pré-activadas que permitissem a sua monitorização (e que seria a coisa que poderia levar a Apple a sair do mercado russo) - mas é uma cedência por parte da Apple que irá enfraquecer a sua posição no controlo que detém sobre o iOS e também sobre a App Store.

Apesar de tecnicamente ser apenas uma sugestão de apps, é inevitável que outros países comecem a exigir o mesmo tipo de tratamento, usando-o para promover apps nacionais. Algo que, se for feito desta forma - tal como já acontece em muitos smartphones Android que apresentam uma lista de apps a instalar durante o processo inicial de configuração - nem sequer poderá ser visto como "negativo". No Android na Europa até já temos coisas como a sugestão de utilização de motores de pesquisa alternativos ao da Google, coisa que ainda não acontece no iOS. O problema é se isto estiver a ser feito apenas como o primeiro passo para o tal cenário das apps efectivamente pré-instaladas, que nem sequer possam ser removidas e permitam fazer tracking. Isso é algo que a Apple, neste momento, diz que não estaria disposta a aceitar e preferiria sair desse mercado, mas... o que faria se isso estivesse a ser exigido não só na Rússia ou China, mas também nos EUA e Europa? Deixaria de vender iPhones? Esperemos que o futuro não chegue ao ponto de termos que descobrir.

№ 07

Pizza Hut com Pac-Man em realidade aumentada

Depois de em 2016 ter transformado caixas de pizza em controladores DJ, desta vez a Pizza Hut transforma-as num jogo de Pac-Man em realidade aumentada.

Nos EUA a Pizza Hut está a fazer uma campanha que bem que poderia ser replicada por cá, tendo em conta a necessidade das pessoas confinadas em casa terem todo o tipo de divertimento adicional que conseguirem. Esta campanha consiste nas caixas das pizzas com um padrão bem familiar no topo, e um código QR que direcciona as pessoas para uma página web que transforma a caixa da pizza num jogo de Pac-Man em realidade aumentada, jogada directamente na caixa.
Veremos se esta campanha algum dia poderá chegar cá, ou se pelo menos a Pizza Hut disponibilizará um template para imprimir e permitir replicar a experiência por qualquer pessoa sem necessidade de ter que esperar pela caixa (ou se alguém que apanhar a caixa disponibilizar uma foto ou scan que permita replicar a experiência).

Esperemos também que esta campanha não se fique por aqui, e possa recuperar muitos dos outros jogos clássicos da era. Acho que ter um Missile Command jogado na caixa de pizza seria uma boa opção. :)

№ 08

Projector Blitzwolf BW-VP12 a €58

O sonho de ter um projector para ver filmes "em grande" é algo mais acessível que nunca, e por valores bem simpáticos podemos ter um projector HD capaz de projectar imagens com até 170" de diagonal.

O projector Blitzwolf BW-VP12 Pro faz parte da nova família de projectores de custo reduzido, prometendo uma luminosidade de 5500lm com lâmpada LED com longevidade anunciada de 30 mil horas, e podendo projectar imagens com diagonal de 30" a 170", em distâncias de 1.5 a 5 metros. Conta ainda com a variante "Pro" que lhe adiciona a capacidade de screen mirroring directo dos smartphones sem necessidade de apps.
Este projector Blitzwolf BW-VP12 está disponível por apenas 58 euros com envio EU Priority Line por 1.67 euros.

Se estão a achar que o preço é demasiado reduzido, há que referir que se trata de um projector que se fica por uma resolução nativa de apenas 800x480 pixeis, pelo que não será adequado para quem estiver interessado na melhor qualidade de imagem - para isso mais vale considerarem os modelos com resolução HD 720p por pouco mais, ou até dar o salto para os modelos Full HD 1080p nativos. Também podem adicionar uma tela BlitzWolf BW-VS2 de 80" / 100" / 120" de €14 a €18 também com envio gratuito de Espanha.


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№ 09

Notícias do dia

Intel revela CPUs Core de 11ª geração para desktops; Google reduz comissão na Play Store para alguns developers; Apple atrás da Samsung nas velocidades 4G e 5G; nas promoções temos um portátil Chuwi AeroBook a €318; o Realme GT foi removido do AnTuTu por batota; e a Califórnia proíbe o uso dos Dark Patterns que visam enganar as pessoas.

Antes de passarmos às notícias, ainda vais a tempo de participar no passatempo livro FCA desta semana: o "Bases de Dados - Fundamentos e Aplicações"; e também já arrancou o novo passatempo gadget da semana, que te pode valer um anel de luz LED. Participa e partilha.

França dá parecer favorável ao anti-tracking da Apple

O regulador francês decidiu a favor da Apple, considerando que as medidas de anti-tracking que se prepara para implementar no iOS não são abusivas nem violam os direitos dos consumidores nem das empresas, mas alertou para que irá analisar o caso para verificar se a Apple aplica as mesmas regras às suas próprias apps, para que não fique em posição de vantagem face às apps de outros developers.

Esta é, no entanto, uma decisão que irá ter repercussões por toda a indústria do tracking, e que tem levado os gigantes tecnológicos a procurarem alternativas para continuarem a ter acesso aos dados cruzados que tanto desejam para saberem as preferências de cada um dos utilizadores, e assim poderem leiloar a sua atenção para a apresentação de publicidade direccionada. Como o caso que se segue:

Empresas chinesas avançam com novo sistema de tracking

Para fazer face ao bloqueio do tracking que a Apple prepara no iOS, um conglomerado das maiores empresas tecnológicas chinesas, incluindo a Tencent e ByteDance, estão a desenvolver um sistema que permitirá fazer o tracking dos utilizadores e partilhar a informação entre elas, de forma independente da que seria permitida ou bloqueada pelo iOS. A Apple prepara-se para restringir o acesso ao identificad IDFA que poderia ser usado pelas apps para o tracking dos utilizadores - deixando ao critério dos utilizadores se aceitam isso ou não, para cada app - mas pouco poderá fazer para evitar o chamado tracking 1st-party feito directamente pelas empresas / apps.

Vai ser bastante irónico, que as medidas promovidas pela Apple para dar aos utilizadores maior controlo sobre a sua privacidade no iOS, acabem por ter o efeito precisamente oposto, levando à criação de novos sistemas de tracking - não só por parte das empresas chinesas mas também outras como a Google - que dificultem ainda mais esse controlo.


Huawei exige pagamento de licenças 5G à Apple e Samsung

Bloqueada pelos EUA, a Huawei não desiste de usar os trunfos que tem, neste caso exigindo à Apple e Samsung o pagamento de licenças pela utilização de tecnologia 5G sobre a qual detém inúmeras patentes. Para não complicar demasiado e se arriscar a novas repercussões, a Huawei diz que são licenças que têm preço bastante concorrencial; e serão uma forma da empresa continuar a facturar à custa dos seus concorrentes.

É no entanto uma situação curiosa, pois teoricamente as empresas norte-americanas estarão impedidas de terem qualquer tipo de relações comerciais com a Huawei. E se assim for, terá que ser arranjada alguma excepção para este caso, em que poderá tornar-se inevitável que empresas americanas como a Apple tenham que o fazer para poderem usar tecnologia 5G nos seus equipamentos. (Neste momento, a administração Biden tem mantido os bloqueios à Huawei e outras empresas chinesas, iniciados na era Trump.)


TikTok com publicidade direccionada obrigatória (excepto na Europa)

Em contraciclo com as preocupações actuais, o TikTok anunciou que irá deixar de dar aos utilizadores a opção para não terem publicidade direccionada já a partir do próximo mês (15 de Abril), significando que a informação que for recolhida sobre cada utilizador irá ser utilizada para apresentar publicidade personalizada.

É uma medida algo radical e que pode ser considerada abusiva (podendo também estar relacionada com o novo sistema de tracking, referido na notícia acima), mas que na Europa será travada automaticamente pelo RGPD / GDPR, que faz com que os utilizadores europeus por enquanto fiquem a salvo deste tracking... ou assim se espera. Uma coisa é certa, fica cada vez mais visível para os utilizadores finais, o quanto muitos serviços acabam por ser meros veículos camuflados para a apresentação de publicidade e tracking das suas preferências.


Curtas do dia


Resumo da madrugada



Curiosidade do dia: A primeira câmara digital foi criada pela Kodak em 1975 com um sensor CCD. Pesava vários quilos e tinha uma fantástica resolução de 0.01 Megapixeis, a preto e branco.

№ 10

Find X3 Pro é a aposta da Oppo para o segmento premium

A Oppo já revelou o seu novo topo de gama Find X3 Pro, com traseira moldada em vidro e uma curiosa câmara microscópica.

Depois de ter revelado com orgulho o processo desenvolvido para moldar o vidro traseiro numa peça única que engloba o ressalto das câmaras com um estilo que chama "crater design", já pudemos ver finalmente a nova família Find X3, onde o Find X3 Pro ocupa lugar de destaque.
O Find X3 Pro vem com um ecrã OLED de 6.7" (3215x1440) a 120Hz, com 10-bits de cor, HDR, e brilho máximo de 1300 nits. A cor é desde logo um do pontos destacados pela marca, já que fez questão de garantir que o processamento a 10-bits de cor, que permite passar dos 16 milhões de cores dos 8-bits para mais mil milhões de cores, é mantido desde a captura das fotos e video pelas câmaras, até à sua apresentação no ecrã. Temos também o mais recente Snapdragon 888, 12GB RAM, 256GB UFS 3.1, conjunto quad-câmara com 50MP f/1.8 wide-angle + 50MP f/2.2 ultra-wide-angle + 13MP f/2.4 telephoto + 3MP f/3 microlens (com o pormenor das duas câmaras principais usarem ambas o mesmo sensor Sony IMX 766 para manter a qualidade das cores constantes entre elas), câmara frontal de 32MP f/2.4, protecção IP68, WiFi 6, BT 5.2, NFC, bateria de 4500mAh com carregamento SuperVOOC 2.0 de 65W e AirVOOC Wireless de 30W. Vem com ColorOS 11.2 baseado em Android 11.

Apesar do destaque dado ao ecrã e cor de 10-bits, o elemento que acaba por ser curioso é a opção pela câmara microscópica. No Find X3 Pro a Oppo abandona o "super-zoom" de 5X usado no seu antecessor (que diz que era pouco utilizado), e opta pelo caminho inverso: de entrar no campo microscópico. Mais do que as câmaras "macro" que temos visto nalguns modelos, esta micro-câmara destina-se a ser usada com o smartphone pousado directamente sobre o objecto a fotografar, permitindo um aumento de 60X. Não posso dizer que será de utilidade frequente, mas a verdade é que também já referi que as lentes super-zoom nos smartphones acabam por ser um exagero com utilidade limitada.

A par do Find X3 Pro também temos o Find X3 Neo e Find X3 Lite, com características mais limitadas. O Find X3 Neo opta por um ecrã de 6.55" a 90Hz, Snapdragon 865, e câmaras de 50MP wide + 16MP ultrawide + 13MP telefoto + 2MP macro, 12GB+256GB UFS 3.0; o Find X3 Lite opta por um ecrã de 6.4" a 90Hz, Snapdragon 765G, 8GB+128GB UFS 2.1 e câmaras de 50MP wide + 8MP ultrawide + 2MP macro + 2MP mono.

A nível de preços: o Find X3 Pro custará 1199 euros, o Find X3 Neo fica por 819 euros, e o Find X3 Lite começa nos 499 euros.

Todos eles com campanha de pré-lançamento que inclui uma série de ofertas, com earphones Oppo Enco W51 no Lite, earphones Oppo Enco W51 + smartwatch Oppo Watch de 41mm no Neo, e Oppo Watch de 46mm + carregador sem fios Air VOOC 30W + capa em fibra carbono no Find X3 Pro.

№ 11

Samsung apresenta nova série Galaxy A


A Samsung já apresentou a sua nova aposta para o segmento de gama média, com novos modelos Galaxy A72, A52 e A32.

Com o segmento premium a obter bons resultados, registando vendas 30% superiores aos modelos lançados em 2020, é agora chegada a vez da gama média, com a Samsung a apresentar a nova série Galaxy A, que mais uma vez surge com 3 modelos distintos, a cobrir o segmento de preços entre os 250 e os 500€.

Galaxy A72


A Samsung não se ficou por menos, Awesome é a palavra de ordem, com a marcar sul-coreana a destacar as câmaras, ecrã e o ecossistema, como pilares que suportam esta nova gama. Esta não deixa de ser uma opção curiosa, pois os dois primeiros argumentos são por norma os elementos em destaque no segmento premium. Com esta política, a Samsung acaba por encurtar distâncias entre a gama média e a gama alta, reforçando a aposta no segmento intermédio.


Os Galaxy A52, A52 5G e A72 partilham uma identidade comum, tanto em termos de design como de hardware, com a câmara frontal (32MP FF, f/2.2, 0.8µm) a ser disso exemplo. Na traseira, a câmara quadrupla partilha 3 dos sensores (destaque para os 64MP com estabilização ótica de imagem), com os A52 a apresentarem um sensor de profundidade de 5MP e o A72 um sensor telephoto com 8MP.


O ecrã Super AMOLED, área onde por hábito a Samsung consegue largo destaque, é também merecedor de atenção por parte da marca, que traz a taxa de atualização de 90Hz aos A52 e A72, com o A52 5G a ter direito a uns mais interessantes 120Hz.


As baterias são de 4500mAh nos A52 e 5000mAh no A72, com 6GB ou 8GB de RAM, 128GB ou 256GB para armazenamento interno, Wifi ac, IP67, processador Snapdragon 720G nos A52 e A72 e Snapdragon 750G 5G no A52 5G.

O software parece estar cada vez mais na ordem do dia, com os Galaxy A52, A52 5G e A72 a  terem direito a atualizações de software durante três gerações e atualizações de segurança "regulares-quadrimestrais", durante um mínimo de quatro anos.


A nova gama Galaxy estará disponível nas cores Awesome Violet (violeta), Awesome Blue (azul), Awesome Black (preto) e Awesome White (branco). O Galaxy A32 será alvo de um lançamento posterior.

Preços dos novos Galaxy A em Portugal:
  • A52 128GB: 379,9€
  • A52 256GB: 449,9€
  • A52 5G 128GB: 459,9€
  • A52 5G 256GB: 509,9€
  • A72 128GB: 479,9€
  • A72 256GB: 539,9€

№ 12

Intel revela CPUs Core de 11ª geração para desktops

Depois de ter estreado os CPUs 11th gen nos portáteis, a Intel revela finalmente os Core i5, i7 e i9 mais poderosos para os desktops, que podem chegar aos 5.3GHz.

Num cenário de dificuldade na produção de chips, a Intel apresentou a sua nova gama de CPUs Core i9, i7 e i5 11th gen (Rocket Lake-S), desta vez destinados aos desktops e sem os constrangimentos de consumo e aquecimento dos chips destinados aos portáteis. Para esta geração a Intel tomou algumas opções curiosas. O novo topo de gama é o Core i9-11900K, que passa a ter 8-cores e 16-threads em vez dos 10c/20t da geração anterior. Este chip pode chegar a velocidades de 5.3GHz tal como o anterior, mas agora suporta RAM DDR4 a 3200MHz, 20 lanes PCIe 4.0, e que mantém compatibilidade com os chipsets da série 400 da Intel (esta última não sendo grande surpresa, considerando a proximidade que tem com os chips da geração anterior).

Porque é que a Intel "andou para trás" e reduziu o número de cores neste Core i9? É que estes chips usam a arquitectura Cypress Cove, que vem substituir o Skylake que a Intel mantinha desde 2015(!), e que se limita a ser a tecnologia "Willow Cove" estreada nos chips Tiger Lake de 10nm, mas aqui adaptada para os 14nm; e com esse aumento, a Intel terá tido dificuldade em encaixar 10-cores no espaço disponível. Ainda assim, a Intel promete que este novo Core i9 terá desempenho superior ao anterior, devido à melhoria da arquitectura e melhoramentos no processo de fabrico de 14nm - em que a Intel parece continuar encravada, apesar da concorrência já ir nos 7nm e 5nm, e já estar a planear passar para os 3nm num futuro próximo.
Ao todo temos mais de duas dezenas de variantes destes novos Core i9-11900, Core i7-11700 e Core i5-11600, que na sua grande parte são exactamente iguais mas com GPU integrado activado ou desactivado, e com diferentes frequências base de funcionamento. Nos i9 os preços vão dos $439 aos $539, os i7 vão dos $323 aos $399, e os i5 dos $182 aos $262. Preços que continuam a ser superiores aos chips AMD de potência equivalente, mas que por agora permitirão aos fãs da Intel manterem-se actualizados e aguentarem mais algum tempo para ver o que o futuro dita - com a transição da Apple para os chips ARM, e afins.

№ 13

Google reduz comissão na Play Store para alguns developers

Enfrentando pressões crescentes, a Google copia a táctica da Apple e reduz a comissão das apps na Play Store para alguns developers.

Não é só a Apple que tem sido visada por processos que acusam de abuso de poder na sua App Store; também a Google está em posição idêntica referente à Play Store, e à exigência dos sistemas de pagamentos das apps terem obrigatoriamente que pagar a comissão à Google. Para tentar amenizar a situação e ganhar tempo, a Google avança também com a redução da comissão na Play Store de 30% para 15%, mas apenas nalgumas condições.

A redução da comissão só se aplica para o primeiro milhão facturado pelo developer na Play Store, sendo que a partir daí volta a ser aplicada a comissão habitual de 30%. No entanto, e ao contrário do que a Apple faz, a Google atira o bónus extra de fazer este "desconto" independentemente da dimensão do developer ou empresa. Pelo que mesmo uma empresa multimilionária pagará a comissão reduzida, a cada ano, até atingir o primeiro milhão de dólares, e só depois passará a pagar os 30% - o que equivale a um "bónus" de 150 mil dólares anuais que, até aqui, seriam amealhados pela Google.

Apesar de ser uma medida justa para os developers, é um bónus que acaba por não pesar demasiado à Google ou à Apple. Segundo as estimativas da Sensor Tower, se este desconto já tivesse sido aplicado em 2020, a Google teria cedido apenas 587 milhões de dólares, uma pequena parcela (5%) dos 11.6 mil milhões que recebeu em comissão da Play Store; e a Apple sentiria o impacto ainda menos, perdendo 595 milhões (2.7%) dos 21.7 mil milhões recebidos.

Veremos que tal as coisas correm quando começarem a cair as decisões nos processos que estão em curso um pouco por todo o mundo, e que visam obter a liberdade de poder usar sistemas de pagamentos alternativos que escapem às comissões exigidas nestas app stores.

№ 14

Realme GT removido do AnTuTu por batota

O popular benchmark AnTuTu anunciou a remoção por três meses do Realme GT das tabelas, por ter sido apanhado a fazer batota.

Os responsáveis do AnTuTu estranharam que o Realme GT estivesse a anunciar um resultado de 770 mil pontos, quando os modelos equipados com o mesmo Snapdragon 888 se costumam ficar por um valor de 710 mil pontos. Um valor de quase 10% que era bastante suspeito, e que fez com que comprassem um destes smartphones assim que ficou disponível. E efectivamente, confirmaram que o resultado era mesmo o anunciado, o que levou a uma investigação mais cuidada sobre o que estava a acontecer.

Foi descoberto que o Realme GT usava várias batotas para atingir aquele resultado. Em testes de multi-threading, redireccionava tarefas que eram destinada aos núcleos mais poupados para os núcleos de maior desempenho e, demonstrando de forma ainda mais exemplar o intuito malicioso de manipular os resultados, nos testes de descompressão de imagens JPEG, o smartphone nem sequer acabava a tarefa, limitando-se a fazer um cálculo rápido da imagem, com o resultado pixelizado e cheio de falhas que se pode ver na imagem acima (nesse teste as imagens finais não são apresentadas aos utilizadores, o que teria denunciado logo que algo de errado se passava).

No passado já vimos certas marcas a fazerem batota nos benchmarks, mas normalmente limitando-se a deixar que o seu CPU funcionasse em modo de "overclock". Uma prática censurável que visa deixar melhor posicionados os seus modelos nas tabelas de benchmarks, apesar de não ser um desempenho que possa ser acedido em utilização normal do equipamento. Mas no caso do Realme GT, a batota vai ainda mais longe. O AnTuTu deu três meses para que a Realme rectifique a situação e abandone estas tácticas enganadoras, caso queira voltar a ver o Realme GT nas tabelas.

№ 15

How to Implement a PHP Bootstrap Form Generator Reading its Configuration from a JSON File

By Manuel Lemos
Many applications need to present forms in their pages to request that their users enter data relevant to the application.

One way to provide nice and modern presentation of the forms in the Web pages, is to use the Bootstrap CSS library.

This class provides a solution that can read a JSON configuration file with the definition of the form inputs and other details, like for instance, the Bootstrap CSS classes that should be used to render the forms.

This way, a developer can define both the form inputs and their presentation details in a single configuration file.
№ 16

Portátil Chuwi AeroBook a €318

Depois de se ter destacado com os seus portáteis e tablets de baixo custo, a Chuwi tem apresentado modelos mais ambiciosos e este ultra-portátil Aerobook é um deles.

O Chuwi AeroBook é um portátil Windows 10 com ecrã Full HD de 13.3" com margens reduzidas, e que conta com um CPU Intel Core m3 - 6Y30 para oferecer um desempenho adequado com consumos reduzidos. Tem ainda 8GB de RAM, SSD de 256GB, webcam de 2MP, WiFi dual-band, duas portas USB 3.0, uma porta USB-C, leitor de cartões microSD / TF, e saída HDMI. Tudo isto num formato com espessura inferior a 15mm, peso de 1.25 kg, e dimensões habitualmente associadas a portáteis de 12", devido às margens diminutas em redor do ecrã.
Este Chuwi AeroBook está de momento disponível por 318 euros usando o código BGCWA9T6, com envio EU Priority Line por 0.69 euros.

A autonomia indicada para o AeroBook é de 8 horas em utilização típica, o que fica dentro do esperado para um portátil com estas dimensões e nível de desempenho. O carregamento poderá ser feito via fonte de alimentação incluída, ou através da porta USB-C via Power Delivery.


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№ 17

Destaques de Fevereiro na AppGallery da Huawei


No passado mês de Fevereiro, a AppGallery da Huawei recebeu novas entradas, com destaque para o BPI e My Vodafone.


A Huawei AppGallery, loja oficial de aplicações da Huawei, tem vindo a concentrar todos os seus esforços em trabalhar com programadores tanto à escala local como global para disponibilizar as aplicações mais utilizadas pelos portugueses. Todos os meses chegam novas aplicações à Huawei AppGallery e Fevereiro não foi exceção. O mês passado fica marcado pela entrada de apps relevantes para o quotidiano dos portugueses, nas mais diversas categorias, com especial foco para a banca.

Fevereiro marca a entrada de mais duas aplicações de instituições bancárias de referência a nível nacional – a aplicação do Banco BPI, a BPI App e a nova aplicação do Novo Banco, a NB Smarter – que se juntam às restantes apps de banca que já estão disponíveis na AppGallery. De realçar ainda na categoria da banca, que as aplicações do Millennium e ActivoBank, apesar de não serem novas na AppGallery, foram agora totalmente integradas com os Huawei Mobile Services. Segundo Ana Lorena, Head of Marketing e Comunicação da Huawei Consumo em Portugal, “após vários meses de desenvolvimento e integração, as aplicações do Millennium BCP e do ActivoBank, ambos bancos de referência em Portugal, estão totalmente integradas com os HMS. As duas aplicações incluem agora  funcionalidades como map kits, location kit, nearby service, push kit, site kit e account kit”.

Mas as novidades não ficam por aqui. A Huawei AppGallery conta ainda com novas entradas na categoria de shopping com a aplicação Dott, de utilidades com a aplicação My Vodafone, de entretenimento com a aplicação Solitaire Classic Card Game e na categoria de gastronomia com a aplicação da Bolt Food.

NOVAS APLICAÇÕES NA APPGALLERY EM FEVEREIRO
 
BPI


A app do BPI foi renovada e está agora mais simples e intuitiva. Com esta aplicação o utilizador tem à sua disposição um variado conjunto de funcionalidades, como por exemplo: possibilidade de visualizar, consultar e gerir as suas contas de outros bancos; de realizar transferências, pagamentos de serviços e levantamentos; de consultar os saldos e movimentos de contas, cartões de crédito e da sua carteira de poupanças e investimentos; de simular e pedir crédito pessoal e ainda abrir conta online.

NB Smarter

A NB Smarter é a nova aplicação de Mobile Banking do Novo Banco para clientes particulares e empresas. Uma aplicação, mais simples, rápida e funcional, que junta funcionalidades inteligentes à vantagem de ter o seu banco no seu smartphone. Se é cliente atual dos serviços NBnet, NBnetwork, poderá aceder de imediato à NB Smarter app, utilizando os códigos de acesso habituais.

Dott


O Dott é o primeiro grande marketplace generalista em Portugal, que pretende mudar a forma como se compra e vende online no nosso país e ajudar a digitalizar as marcas portuguesas, abrindo as portas do mundo aos seus negócios. Com 16 categorias para fazer compras, a app do Dott permite ao utilizador encontrar tudo o que procura mais rapidamente.

My Vodafone

A aplicação My Vodafone apresenta ofertas e soluções pensadas para todos os utilizadores. Basta aceder à App My Vodafone, no telemóvel, para poder: Consultar o tráfego de dados, minutos e SMS consumidos; verificar o saldo e fazer carregamentos do seu telemóvel pré-pago, entre muito mais funcionalidades. 

Solitaire Classic Card Game

Está aborrecido e não sabe o que fazer? A aplicação Solitaire Classic Card Game é ideal para lhe fazer companhia. Esta aplicação proporciona a melhor experiência de Solitaire Classic, pois inclui desafios diários, quebra-cabeças e incríveis temas de fundo e cartas. A Magic Art reinventou os jogos Solitaire, mantendo a herança do Classic Solitaire. Ambos os jogos Klondike Solitaire e Vegas Style Scoring estão disponíveis para utilizadores que amam desafios. 

Bolt Food

A Bolt Food é uma aplicação simples e intuitiva, perfeita para encomendar e receber os seus pratos preferidos à sua porta. Quer esteja a sonhar com uma pizza, a desejar sushi ou em desespero por um hamburger artesanal a Bolt Food vai salvar-lhe o dia! Desde o pequeno-almoço, almoço, jantar ou snack, a Bolt Food proporciona-lhe todas as refeições que mais deseja.

№ 18

Micron abandona memórias 3D XPoint

A Micron anunciou que irá terminar todo o desenvolvimento das memórias 3D XPoint criadas em parceria com a Intel, e que por agora só têm sido usado na gama Optane.

As memórias 3D XPoint foram criadas para serem uma alternativa de maior desempenho que as memórias flash tradicionais, que resultaram num produto que funciona quase como uma memória RAM não-volátil, com velocidades de acesso mais rápidas e sem tantas preocupações a nível da quantidade de escritas que podem suportar, e que deram origem à linha de produtos Optane da Intel. Embora a Micro também tivesse anunciado uma gama QuantX que iria utilizar memórias 3D XPoint, acabou por apenas lançar um único SSD com disponibilidade muito limitada para o sector empresarial - e agora, diz que a utilização desta tecnologia não é economicamente viável, e abandona-a por completo.

A complicação surge do facto de, actualmente, a Micron ter a única fábrica de chips preparada para produzir estas memórias, e que fornece a Intel - mas que tem estado a ser sub-utilizada, resultando num prejuízo de 400 milhões de dólares por ano; e por isso estar também à procura de quem esteja disposto a ficar com a fábrica de produção de chips. A Intel será obviamente um dos candidatos preferenciais, mas não será claro se nesta altura estará disposta a investir biliões na compra da fábrica para manter os Optane.

É pena, pois assim as memórias 3D XPoint acabam por ser uma tecnologia proprietária exclusiva da Intel, com o seu futuro a médio / longo prazo posto em causa, o que nada contribuirá para dar confiança a quem as estiver pensar utilizar.

№ 19

Nubia RedMagic 6 começa nos €599 na Europa

A Nubia já apresentou o seu novo topo de gama, o RedMagic 6, na China. Um smartphone vocacionado para os jogos e que virá com ecrã de 165Hz.

O RedMagic 6 vem com ecrã AMOLED de 6.8" de 165Hz (com multitouch a 360Hz e single-touch a 500Hz), recorrendo ao Snapdragon 888 da Qualcomm com ventoinha para dissipação. No modelo global para a Europa a Nubia fez alguns ajustes, com o modelo base a vir equipado com 12GB em vez dos 8GB do modelo para a China, e a versão Pro sobe dos 12GB para os 16GB, com 128GB e 256GB respectivamente. O conjunto de câmaras é idêntico para ambos os modelos: 64MP + 8MP + 2MP e câmara frontal de 8MP, com gravação de vídeo 8K a 30fps; assim como a bateria de 5050mAh e carregamento rápido de 66W, USB-C e Dual-SIM.
Quanto aos preços, o modelo base irá ter um preço de €599, enquanto o Nubia 6 Pro sobe para os €699; com as encomendas na Europa irão abrir a 9 de Abril, com as entregas a começarem a 15 de Abril.

São preços que poderão ser atractivos para quem procura um smartphone gaming com características de topo, e estiver disposto a pagar por isso. Embora a maioria das pessoas se possa sentir bem servida com modelos bastante mais económicos, alguns dos quais até já usam ecrãs de 120Hz que já permitirão uma utilização com fluidez suficiente para as actividades do dia a dia e os jogos que souberem tirar partido disso.

№ 20

OK zoomer

A nova série estreada na HBO Portugal promete um olhar incisivo e autêntico sobre a geração Z, ao qual não falta diversidade nem uma adolescente entre os autores. Mas os primeiros episódios de "GENERA+ION" não vão muito além de uma variação menor de retratos juvenis já vistos - alguns até na mesma plataforma de streaming.

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A ideia para "GENERA+ION" partiu de Zelda Barnz, argumentista de 19 anos que convenceu os pais a apostarem numa comédia dramática centrada em jovens nascidos no início deste milénio. Daniel Barnz, realizador de "Beastly - O Feitiço do Amor" ou "Cake - Um Sopro de Vida", acabou por ser o outro criador da série, dirigindo também alguns dos oito episódios da primeira temporada, com Ben Barnz a juntar-se enquanto produtor executivo. E ficaria quase todo em família, não fosse o contributo de Lena Dunham. A autora de "Girls" é outra das produtoras executivas do projecto da HBO Max e a sua voz também é evidente num relato que acompanha uma nova geração norte-americana.

Ao contrário de "Girls", ambientada em Nova Iorque, "GENERA+ION" tem epicentro narrativo num liceu de Los Angeles, mas mantém a faceta autocentrada e muitas vezes exasperante dos seus protagonistas. É, no entanto, mais abrangente no universo de figuras que segue, com um grupo de personagens principais maioritariamente LGBTQI+ e de origens sociais e culturais distintas. Só que os primeiros três episódios, estreados na passada sexta-feira, não tiram tanto partido dessa diversidade como poderiam, com o argumento a confundir quase sempre rasgo criativo com irreverência e provocação forçadas.

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O subenredo de uma adolescente grávida que entra em trabalho de parto numa casa de banho pública vai sendo desenvolvido, aos poucos, no início dos primeiros episódios, junta três das personagens mais caricaturais da série e, apesar da situação aflitiva, tem um tom mais sarcástico do que dramático. O que não é necessariamente uma má opção, mas aqui torna um cenário-limite em mais um momento de inconsequência narrativa, limitando-se a dar o mote a um jogo de avanços e recuos temporais - feitos com alguma habilidade e sentido lúdico, embora não acrescentem muito ao que "GENERA+ION" tem a dizer.

Se as três amigas que participam nessa introdução nunca chegam a ganhar grande densidade, a série mostra-se mais promissora ao conseguir explorar a vida interior de outros protagonistas. Chester, um dos mais intrigantes, tem felizmente mais tempo de antena e desvia-se do lugar comum do adolescente queer marginalizado. Pelo contrário: apesar de resistir a uma lógica de identidade de género binária, dos códigos de vestuário aos comportamentais, é dos estudantes mais populares e respeitados do liceu, sendo ainda o melhor atleta da equipa de pólo aquático. Interpretado com convicção por Justice Smith, resulta talvez no desempenho mais forte do actor que já tinha começado muito bem na série "The Get Down" e testou outros registos em blockbusters como "Mundo Jurássico: Reino Caído" ou "Pokémon Detective Pikachu".

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Greta (Haley Sanchez), uma adolescente latino-americana que se debate com a sua orientação sexual enquanto a mãe foi deportada, é outra figura que deixa alguma curiosidade em torno dos próximos episódios, até por ser das poucas que não insistem em disparar farpas. E traz uma bem-vinda gravidade a um argumento que ameaça esgotar-se na obsessão por sexo, charros e redes sociais, sem dizer nada sobre esses temas que outras séries não tenham dito antes e melhor.

"GENERA+ION" vai ter de fazer mais para se elevar acima da concorrência recente, muita também disponível na HBO Portugal. Embora não se leve tão a sério como "Euphoria", não está assim tão longe do drama protagonizado por Zendaya, altos e baixos incluídos. E fica, para já, muito aquém do patamar da infelizmente menos vista "We Are Who We Are", que levou a descoberta sexual e conflitos geracionais para outro nível dramático e estético. "Industry", na qual Lena Dunham também colaborou, trocou a adolescência pelos primeiros anos da idade adulta com mais foco e personalidade. De resto, e indo atrás alguns anos, nada do que aqui se vê será muito transgressor para gerações que viram "Skins", seja a versão britânica ou americana (já para não dizer "Kids", de Larry Clark, no grande ecrã). Ou se calhar só precisamos de lhe dar algum tempo para crescer...

Os três primeiros episódios de "GENERA+ION" estão disponíveis na HBO Portugal desde 11 de Março. A plataforma de streaming estreia novos episódios todas as quintas-feiras.

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