PlanetGeek
№ 01

Apple atrás da Samsung nas velocidades 4G e 5G

Uma relatório da Opensignal mostra que os iPhones da Apple ficam atrás dos modelos da Samsung, OnePlus e LG nas velocidades 4G e 5G.

A zanga que a Apple teve com a Qualcomm teve um efeito secundário que se torna bem visível neste relatório das velocidades 4G/5G da Opensignal nos EUA, e que deixa os iPhones atrás de toda a concorrência.

Devido a essa zanga, a Apple dispensou os chips 4G/5G da Qualcomm, optando pela Intel (uma divisão que a Intel tinha dedicado quase em exclusivo à Apple, e que a Apple acabou por comprar, estando agora em processo de criar os seus próprios modems, de forma idêntica ao que fez com os SoC utilizados nos iPhones, iPads, e agora também nos Macs com o M1). Entretanto, com a chegada a entendimento, os iPhone 12 que estrearam o suporte 5G já voltaram a utilizar modems Qualcomm, mas apesar de isso ter permitido reduzir a diferença para a concorrência no 5G, ainda assim ficam bastante atrás quando se usa o ainda mais comum 4G, com velocidades efectivas bastante inferiores: 19Mbps vs 38Mbps.
Outra coisa que este relatório demonstra é que embora o 5G nos EUA tenha permitido melhorar as velocidades face ao 4G, as velocidades que estão a ser obtidas estão longe daquilo que os operadores prometem como sendo a "grande revolução" do 5G. Aliás, por agora limitam-se a permitir velocidades que nem sequer estão perto dos máximos que as ligações 4G permitem actualmente.

Será curioso ver se por cá teremos um processo de transição idêntico, mas para isso será preciso que o 5G arranque em Portugal - e isto sem esquecer que ainda temos áreas que nem sequer têm cobertura 4G em condições.

№ 02

Hub USB 3.0 Vkusra 7-portas com interruptores individuais a €19

Precisam de um hub USB 3.0 com quantidade generosa de portas, mas que também permita desligá-las individualmente sem tirar / meter fichas? Então espreitem este hub.

Os hubs USB tornaram-se uma necessidade da vida moderna, especialmente para acompanharem os portáteis que vêm equipados com poucas portas USB, que rapidamente se esgotam assim que ligamos um teclado e rato externo. Adicionalmente, há casos particulares, de pessoas que precisam de um número superior de portas USB. Este hub da Vkusra tem 7 portas que permitem maior liberdade na quantidade de dispositivos USB que podemos utilizar, mas o que o torna mais especial é o facto de todas as portas contarem com o seu próprio botão para que possam ser ligadas ou desligadas individualmente.
O hub USB 3.0 Vkusra 7-portas com interruptores está disponível por apenas 19 euros na Amazon Espanha, e inclui fonte de alimentação.

Pode ser o companheiro ideal para quem tiver que fazer a replicação de pens USB em média escala (se precisar de mais, pode sempre investir num hub de 16 portas, também com interruptores) https://amzn.to/38KLINR), ou simplesmente que tenha uma série de equipamentos USB que deseje manter acessíveis (por exemplo: gravador CDs externo, scanner, câmaras digitais, webcam, discos externos, etc.) mas com a possibilidade de os poder desligar sem retirar a ficha - algo que até pode funcionar como medida de protecção, prevenindo que uma infecção de ransomware se possa espalhar a um disco externo de backup, que apenas se ligue para os backups e depois se mantenha desligado.


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№ 03

Internal-Facing Products Don’t Have to Be Bad

Customer-facing products are usually a product company’s crown jewels. They look and feel great, which tends to be the result of an end-to-end process. Personas, canvases, journey maps, lo-fi and hi-fi prototypes — you name it. How about internal-facing products, the ones we build for our own coworkers? What does usually happen? An engineer is...

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№ 04

Notícias do dia

Elon Musk passa a "Technoking" da Tesla; "Quadradinho do Costa" exibe o semáforo de desconfinamento Covid-19 tal como deveria ter sido feito; VW revela planos para produção de baterias com 6 "giga-factories" na Europa; Google Nest Hub 2 usa Soli para sleep tracking; e mais um caso que mostra os riscos de usar SMS, através de um serviço de redirecionamento de SMS por apenas $16.

Antes de passarmos às notícias, ainda vais a tempo de participar no passatempo livro FCA desta semana: o "Bases de Dados - Fundamentos e Aplicações"; e também já arrancou o novo passatempo gadget da semana, que te pode valer um anel de luz LED. Participa e partilha.

Google lança site para famílias

A Google apresentou um novo site dedicado às famílias, onde os pais podem encontrar toda uma série de informações e recomendações sobre como devem lidar com o uso da tecnologia por crianças. Algo que se torna indispensável numa altura em que todas elas acabam por ser forçadas a passar muitas horas à frente do computador, nem que seja para assistir às aulas remotas.




A par disto, temos também a actualização do Family Link, que passa a permitir coisas como o acesso sem limites a determinadas apps, que passam a ficar à parte do sistema de contabilização de uso de apps, e que permite que - por exemplo - se possa deixar que o smartphone ou tablet possa ser usado com uma app de calculadora, mesmo que o dispositivo já tenha ultrapassado os limites definidos para o uso diário.


Nearby Share para todos

A Google parece querer recuperar de anos de experiência semi-falhadas no Android, apostando numa rápida evolução do Nearby Share que permite simplificar a experiência de partilhar coisas entre equipamentos Android próximos. Para breve parece estar a capacidade para facilmente se mudar entre o modo de partilha apenas para pessoas que temos nos contactos ou para todos os dispositivos próximos, incluindo um modo temporário que mantém a visibilidade para todos apenas durante cinco minutos, regressando posteriormente ao modo mais privado apenas para contactos.

Outra novidade prometida para breve, é que também será possível fazer uma partilha para vários destinatários em simultâneo, evitando a necessidade de partilhar as coisas repetidamente para cada pessoa individualmente.


App da Disney passa os 100M de downloads

Servindo de confirmação adicional do sucesso do Disney+, que recentemente tinha anunciado ter mais de 100M de subscritores, eis que isso fica reforçado pelo facto da app ter também ultrapassado a marca dos 100 milhões de downloads na Play Store.

Apesar de isto nada nos dizer quanto às pessoas que descarregaram a app para experimentaram o serviço e depois cancelaram a subscrição, também é preciso ter em conta que teremos mais umas largas dezenas de milhões de utilizadores no iOS (a app aparece na 4ª posição no top da Apple na categoria de entretenimento) - mas infelizmente a Apple não apresenta o número de downloads na App Store.


Actualização do Windows 10 provoca BSOD com impressoras Kyocera

Bem vindos a mais uma actualização do Windows 10 com efeitos secundários adversos, que infelizmente já se está a tornar numa tradição. A actualização Windows 10 KB5000802 de Março que ainda por cima é uma actualização de segurança que é aplicada automaticamente, está a provocar os célebres encravanços BSOD (Blue Screen of Death) quando os utilizadores tentam imprimir para impressoras Kyocera.

Entretanto a MS já disponibilizou uma actualização para os Windows 10 20H2, version 2004 e mais antigos, que diz que evita este problema, mas que terá que ser instalado manualmente com um salto à página de actualizações e procurando na secção de actualizações adicionais, com as referências KB5001567 (v2004/20H2), KB5001566 (v1909), KB5001568 (v1809) and KB5001565 (v1803).

Se estavam a desesperar com crashes ao imprimir sem que tivessem feito "nada", ficam a saber que o "nada" veio da parte da Microsoft.


Curtas do dia


Resumo da madrugada



Curiosidade do dia: O primeiro ecrã de plasma a cores foi criado em 1992, com a Philips e a Pioneer a começarem a comercialização dos seus primeiros televisores de Plasma em 1997. Estes primeiros modelos tinham uma dimensão de 42" (na altura considerada "gigante") e uma resolução de apenas 852×480 pixeis, e um preço exorbitante de cerca de 15 mil euros.

№ 05

Xiaomi ganha batalha legal nos EUA

Os tribunais deram razão à Xiaomi e impediram a entrada em vigor de restrições que impediriam que empresas norte-americanas investissem na empresa chinesa.

Os EUA tem atirado inúmeras empresas chinesas para listas de restrições, e no caso da Xiaomi preparavam-se para impedir o investimento de pessoas e empresas norte-americanas, e que iria levar à sua remoção das bolsas norte-americanas. A justificação era a de que a Xiaomi teria relações próximas com as forças militares chinesas - uma justificação que acabou por não se aguentou em tribunal.

A Xiaomi levou o caso aos tribunais norte-americanos, dizendo que se tratava de uma restrição injusta e sem nexo, já que se trata de uma empresa privada e sem qualquer ligação às forças militares chinesas - e o juiz que apreciou o caso concordou com isso, suspendendo a entrada em vigor das ditas restrições e dizendo que as probabilidades são boas para que a Xiaomi consiga eliminar por completo a aplicação das restrições.

Esta tentativa de restrição da Xiaomi ainda é resultante dos últimos dias da administração Trump, mas até ao momento ainda não se viram grandes mudanças sob a nova administração Biden. No caso da Huawei até já foi feita uma actualização que elimina algumas formas "criativas" que poderiam ser usadas pela Huawei para adquirir componentes e usá-los em equipamentos 5G, contornando as restrições em vigor.

№ 06

Google Nest Hub 2 com Soli para sleep tracking

A Google já apresentou o novo Nest Hub 2, que usa o radar Soli para fazer sleep tracking sem necessidade de câmara ou sensores adicionais.

Já se sabia que a Google estava a trabalhar numa nova geração de Nest Hub, e agora isso foi confirmado pela apresentação do Nest Hub 2. Este novo dispositivo "Google Home" continua a utilizar um ecrã de 7" (com apenas 1024x600 pixeis), com um sensor de luminosidade melhorado que permitirá ajustar a intensidade e cores do ecrã com base nas condições luminosas (ao estilo do que alguns smartphones já fazem). Nos microfones passamos de um conjunto de dois microfones para três, enquanto a coluna principal cresce ligeiramente para os 43.5mm. Temos ainda sensor de temperatura e o famigerado Soli que foi prometido como sendo revolucionário mas cuja utilidade se tem limitado a coisas menores, até agora.


No Nest Hub 2 o Soli permitirá fazer o tracking do sono do utilizador ao ser colocado na mesa de cabeceira, sem necessidade de uma câmara (que seria factor eliminatório num quarto) ou de obrigar o utilizador a usar sensores adicionais. O sistema tem capacidade para detectar a posição aproximada da pessoa ao dormir, e até da sua respiração; combinando essa informação com o sensor de luz e temperatura para poder determinar se temos as condições ideais para um sono tranquilo. E se a par do sensor de temperatura também se tiver um sensor de humidade, pode ser que o Nest Hub 2 também possa ser usado como sensor para a climatização, dispensando a necessidade de sensores adicionais para esse efeito.

Menos bom parece ser a intenção de, no futuro, transformar esta capacidade de sleep tracking numa funcionalidade que implica o pagamento de uma subscrição.

O novo Nest Hub 2 vai custar $99.99 e fica disponível a partir de 20 de Março. Como é costume, não é esperado que a Google o disponibilize no nosso país.

№ 07

Segurança 2FA via SMS ultrapassada por apenas $16

Quem usar os SMS para qualquer forma de verificação de segurança está sujeito a tornar-se numa vítima, já que qualquer pessoa se pode apoderar dos seus SMS por apenas $16.

Há anos que os especialistas de segurança têm alertado para que não se utilizem os SMS como forma de validação de segurança, e temos mais um caso que demonstra como é urgente seguir essas recomendações - ao contrário do que muitos serviços continuam a fazer, incluindo serviços bancários. Os SMS são um poço de vulnerabilidades (como a facilidade de enviar um SMS com o remetente que se desejar) e temos assistido a casos de SIM Swapping cada vez mais frequentes, e isto para não falar das vulnerabilidades implícitas à própria rede, que podem ser exploradas com a conivência de qualquer operador de telecomunicações de reputação duvidosa em qualquer parte do mundo. Mas desta vez a coisa é ainda mais simples.

Este novo ataque não depende de engenharia social ou contactos num operador para atribuir o número da vítima ao atacante, e é algo que fica ao alcance de qualquer pessoa, desde que esteja disposta a pagar $16 para um serviço que permite redireccionar SMS, e onde basta falsificar um documento para que se possa redireccionar os SMS da vítima para um novo número.
Do lado da vítima não há qualquer sinal evidente de que algo está errado, mas a partir desse momento, os SMS que lhe forem enviados serão reencaminhados para o atacante, que assim pode facilmente ter acesso a coisas como códigos 2FA, ou códigos para reposição de passwords, conseguindo o acesso a inúmeros serviços. E, considerando o baixo valor do investimento, abrem-se também outras vertentes, como a de parceiros ou ex-parceiros desconfiados, que queiram ver que SMS é que certa pessoa está a receber.

Felizmente, parece que os bancos já perceberam - finalmente! - os riscos dos SMS, e temos assistido a bancos que estão a transitar dos SMS para notificações nas suas próprias apps. E com casos assim, não há mesmo desculpa para que os SMS continuem a ser usados para efeitos de autenticação ou validação de segurança - já que, em vez de reforçar a segurança, acabam por comprometê-la.


P.S. O Twitter já prometeu que em breve permitirá usar exclusivamente chaves físicas sem SMS.

№ 08

"Quadradinho do Costa" exibe o gráfico de desconfinamento Covid-19

O gráfico dos quadrados (semáforo de desconfinamento) apresentado para regular o desconfinamento deixou muitos portugueses intrigados, mas há quem já tenha feito o trabalho de o descomplicar e mostrar como vai a evolução da situação Covid-19.

Portugal deu início ao processo de desconfinamento, com a abertura das escolas para o primeiro ciclo e algumas lojas, num plano progressivo que foi acompanhado por um gráfico algo criptográfico que deu origem a uma série de memes. Mas, como é habitual, há quem já tenha feito o serviço público de o tornar em algo mais compreensível, e que resulta neste Quadradinho do Costa.

Em vez da simples arte abstracta colorida, este site apresenta-nos:
Movimentação da cruz no semáforo de desconfinamento ao longo dos últimos 14 dias, representando por cores a taxa de positividade dos testes (4.6% a 1 de Março e 3.1% a 14 de Março). No eixo vertical mostra-se o número de casos em 14 dias por 100 000 habitantes e no eixo horizontal o Rt calculado através da fórmula R(t)=[ C(t) – C(t-7) ] / [ C(t-4) – C(t-11) ] com C(t) o número de casos confirmados num dado tempo t em dias.
O que, em termos práticos, nos dá um gráfico que permite ver facilmente como as coisas estão a progredir, e se estamos em risco de regressar a confinamento mais apertado.

O que é certo é que é assustador olhar para os gráficos, e ver como as vagas que se iniciaram no período após o Verão quase fazem desaparecer da escala o pico do início da pandemia. Veremos se agora, com a campanha de vacinação a ajudar, o processo de desconfinamento não dará origem a novo pico indesejado.

№ 09

MS lança script para corrigir vulnerabilidades do Exchange

A Microsoft lançou um script para facilitar a vida a quem foi afectado pelas vulnerabilidades do Exchange, que visa aplicar as correcções necessárias.

A MS tem estado sob forte pressão devido às vulnerabilidades no Exchange que estavam / estão a ser exploradas em campanhas de hacking atribuídas a grupos chineses e russos, que demorou quase dois meses para corrigir e que já teve direito a duras críticas por parte da Google, que até a acusou de estar a usar outros temas para desviar as atenções.

O que é certo é que estas vulnerabilidades continuam a ser um risco para as empresas quem mantêm o Exchange localmente, e foi para elas que a MS agora lança este script "Exchange On-premises Mitigation Tool (EOMT)", que segue uma série de passos automaticamente:
  1. Verifica se o servidor está vulnerável ao ProxyLogogon
  2. Corrige a vulnerabilidade CVE-2021-26855 Server-Side Request Forgery (SSRF) instanlando um módulo ISS e regra para cancelar ligações com os cabeçalhos de cookies 'X-AnonResource-Backend' e 'X-BEResource' usadas nestes ataques
  3. Descarrega e executa o Microsoft Safety Scanner para detectar e remover scripts e ficheiros maliciosos que tenham sido instalados por conta destas vulnerabilidades
Trata-se de uma situação de alto-risco para quem tiver servidores Exchange, sendo por isso recomendado que executem o script 'EOMT.ps1' (disponível no repositório GitHub da MS) quanto antes.

№ 10

Ganha um anel de luz LED

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta vez a escolha recai sobre um um anel de luz LED.

Perfeito para este período em que são muitas as pessoas que recorrem às video-chamadas e video-conferências, este anel de luz LED permitirá melhorar substancialmente a qualidade de imagem capta pelas webcams ou câmaras frontais dos smartphones, providenciado uma dose acrescida de luz para iluminar o rosto - e que também beneficia as selfies, criando halos luminosos reflectidos nos olhos. E vem com mini-tripé e suporte para smartphone incluídos.
Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

Loading…

Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

№ 11

Check Point Research descobriu mais 10 apps com malware que estavam no Google Play


Mais uma semana, mais um lote de apps com malware no Google Play.


A Check Point Research (CPR), área de Threat Intelligence da  Check Point Software Technologies Ltd., fornecedor líder especializado em soluções de cibersegurança a nível global, descobriu recentemente um programa malicioso inserido em 10 aplicações utilitárias da Google Play Store. Designado “Clast82” pelos investigadores, o dropper contornou as medidas de proteção da plataforma, sendo capaz de ativar o segundo estádio de ataque, no qual o hacker conseguiria aceder às contas bancárias das vítimas e exercer controlo sobre os seus telemóveis.

 

Método do Clast82

O Clast82 dissemina o AlienBot Banker, o malware-as-a-service que alcança as aplicações financeiras, contornando os códigos de autenticação dupla requeridos tipicamente. Atualmente, o Clast82 está equipado com um trojan de acesso remoto (MRAT) capaz de controlar o dispositivo através da funcionalidade TeamViewer, dando ao atacante o poder de execução que este teria se tivesse o telemóvel fisicamente nas suas mãos.

 

Os investigadores da Check Point descrevem o método de ataque em 4 fases:

  1. Vítima faz download de uma aplicação utilitária presente na plataforma Google Play Store que contém o dropper Clast82
  2. Clast82 comunica com o servidor C&C para receber a configuração
  3. Clast82 faz download do payload recebido pela configuração, o AlienBot Banker, instalando-o, de seguida, no dispositivo Android
  4. Hacker adquire acesso às credenciais financeiras da vítima, conseguindo controlar inteiramente o seu telemóvel

 

Manipulação de terceiros para evitar a deteção da Google

O Clast82 utiliza uma série de técnicas para se evadir à deteção da Google Play Protect, entre as quais:

 

  • Utiliza o FireBase detido pela Google como plataforma para comunicação C&C. O atacante responsável pelo Clast82 alterou a configuração do comando e controlo através do FireBase, “desativando” o comportamento malicioso do Clast82, tornando-o indetetável no processo de avaliação de ameaças levado a cabo pela Google.
  • Utiliza o GitHub como plataforma terceira para fazer download do payload. Para cada aplicação, o agente malicioso criou um novo perfil de programador na Google Play Store, em conjunto com o repositório da sua conta no GitHub. Este modus operandi permitiu-lhe distribuir diferentes payloads pelos dispositivos que foram sendo infetados pelas aplicações maliciosas.

 

O hacker por detrás do Clast82 conseguiu contornar as proteções da Google Play através de uma metodologia criativa, mas muito preocupante. Com uma manipulação simples de terceiras plataformas já existentes, como o GitHub e o FireBase, aproveitou recursos prontamente disponíveis. As vítimas pensam estar a fazer download de uma aplicação utilitária inócua de um fornecedor Android oficial, mas o que recebem, na realidade, é um trojan perigoso que vai direto às suas contas financeiras,” começa por dizer Rui Duro, Country Manager da Check Point Portugal. “A sua capacidade de se manter indetetável vem reforçar a importância de utilizar soluções de segurança móvel. Fazer um simples scan da app no período de avaliação claramente não é suficiente, já que o atacante pode ir mudando o comportamento da aplicação – e é certo que o fará,” termina o responsável.

 

As 10 aplicações utilitárias envolvidas

O atacante fez uso de aplicações conhecidas e legítimas de código aberto. A lista é seguinte:

 

Nome

Nome do Package

Cake VPN

com.lazycoder.cakevpns

Pacific VPN

com.protectvpn.freeapp

eVPN

com.abcd.evpnfree

BeatPlayer

com.crrl.beatplayers

BeatPlayer

com.crrl.beatplayers

QR/Barcode Scanner MAX

com.bezrukd.qrcodebarcode

eVPN

com.abcd.evpnfree

Music Player

com.revosleap.samplemusicplayers

tooltipnatorlibrary

com.mistergrizzlys.docscanpro

QRecorder

com.record.callvoicerecorder

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Figura 1. Malware Clast82 na Google Play

 

A 28 de janeiro de 2021, a Check Point Research reportou as suas descobertas à Google. No dia 9 de fevereiro, a gigante tecnológica confirmou que todas as aplicações afetadas pelo Clast82 foram removidas da plataforma.  
№ 12

Poco X3 Pro vai dos €269 aos €319

Os preços dos próximo Poco X3 Pro já estão a circular na net, com duas variantes que estarão disponíveis por 269 e 319 euros.

O Poco X3 NFC tem sido um campeão de vendas, com um preço bastante tentador para aquilo que oferece (actualmente está a 180 euros na Amazon Espanha), incluindo coisas pouco habituais neste segmento de preço, como um ecrã a 120Hz. Mas, para quem quiser algo melhor, espera-se que esteja iminente a apresentação de um modelo melhorado, o Poco X3 Pro.

#PowerMeetSpeed

Who is ready for the biggest #POCO launch of the year?
Stay tuned for March 22nd! pic.twitter.com/WknIRzAon6

— POCO (@POCOGlobal) March 15, 2021

De acordo com alguns leaks, será mesmo esse o modelo que será revelado na próxima semana pela Poco, e os preços para a Europa já serão conhecidos:
Se isto se vier a confirmar, o Poco X3 Pro terá um preço de 269 euros para a variante de 6GB+128GB e de 319 euros para a de 8GB+256GB, estando disponível em cores: Metal Bronze, Frost Blue e Phantom Black.

Espera-se que o X3 Pro mantenha o ecrã de 120Hz, mas venha com um Snapdragon 860, conjunto quad-cam de 48MP + ultrawide + macro + depth, e bateria de 5000mAh com carregamento rápido de 33W. Coisas que deverão ficar esclarecidas já no próximo dia 22 de Março, no evento marcado pela sub-marca da Xiaomi.

№ 13

How Can PHP Read HTTP Response Headers of a Remote Site to Test if It is Working Well

By Waqar A
Sometimes it is necessary to check if a remote site is working as expected.

One way to perform such kind of check is to send a HTTP request to the site URL and verify if it responds the way that it is expected when the site is working well.

Read this short tutorial article to learn how to quickly check a remote site retrieving the HTTP header responses.
№ 14

Elon Musk passa a "Technoking" da Tesla

O sentido de humor peculiar de Elon Musk volta a dar que falar, ao adoptar oficialmente a designação de Technoking da Tesla.

Na mais recente declaração da Tesla, surge uma pequena adenda que atira para o topo da discussão os títulos por vezes ridículos que algumas pessoas para designar as suas funções numa empresa. A partir de agora, Elon Musk passa a ter o título de "Technoking of Tesla", enquanto Zack Kirkhorn passa a ser o "Master of Coin". Designações que acabam por ser meramente cosméticas, já que logo de seguida é esclarecido que ambos continuarão a manter as actuais posições de Chief Executive Officer (CEO) e Chief Financial Officer (CFO) respectivamente.
Uma alteração que vem relembrar que os títulos servem apenas como forma de enaltecer o ego de cada um - ou, neste caso, serem usados para chamar a atenção para o ridículo a que se pode chegar - e que aquilo que realmente importa é aquilo que efectivamente se faz.

Resta agora esperar para ver se esta alteração irá provocar algum tipo de contágio ao resto da indústria, e se começaremos a ver mais empresas a adoptarem nomes criativos e artísticos para designar a sua hierarquia.

Enquanto isso, aceito sugestões para o título que deverei usar quando me perguntam o que faço, agora que me dedico exclusivamente ao Aberto até de Madrugada. Nunca me soou bem usar "fundador" do AadM e, até ao momento, ainda não encontrei nenhuma palavra sucinta que me fizesse dizer "é mesmo isso!" :)

№ 15

Nvidia lança driver sem limitação de criptomoedas por engano

A Nvidia acaba por dar um tiro no pé, ao lançar um driver que remove a limitação de mineração de criptomoedas na RTX 3060.

Quando lançou a RTX 3060, a Nvidia tomou uma decisão bastante polémica, de limitar a utilização deste GPU para efeitos de mineração de criptomoedas / Ethereum. Uma medida que dizia ser necessária para evitar que as placas fossem apanhadas por quem se dedica às criptomoedas, e assim conseguissem chegar aos jogadores; mas que não foi bem recebida por quem acha que a decisão do uso a dar a uma placa / GPU deve ficar nas mãos de quem a compra e não ao critério de quem a vende.

Seja como for, quando se imaginava que a situação tivesse que ser resolvida com drivers modificados ou alterações no firmware da placa gráfica, eis que a própria Nvidia vem resolver a questão. Com grande surpresa, o driver 470.05 beta veio sem a limitação das criptomoedas, permitindo que os utilizadores com uma RTX 3060 a possam utilizar para gerar Ethereum se assim o desejarem.
Um lapso da Nvidia que vem demonstrar que afinal era mesmo só uma questão de drivers, depois da Nvida ter tentado "assustar" os modders dizendo que o sistema limitação era uma complexa combinação entre driver e firmware, para garantir que o GPU não poderia ser facilmente utilizado para criptomoedas com a sua capacidade total. Agora, foi a própria Nvidia a demonstrar que afinal basta mesmo o driver, sem necessidade de recorrer a firmwares modificados. Obrigado Nvidia, para a próxima será mais simples pouparem todo o trabalho, e deixarem que sejam os clientes a decidirem como querem usar as placas que compraram.

№ 16

VW revela planos para produção de baterias

A VW já compreendeu que as baterias são o componente essencial dos automóveis eléctricos, e promete um mega-investimento nesse sector, com 6 novas fábricas de baterias na Europa (uma delas podendo ser em Portugal).

A maioria dos fabricantes automóveis que se aventura na indispensável transição para os eléctricos depressa se depara com um constrangimento que limita todo e qualquer plano de expansão rápida: a capacidade dos fornecedores disponibilizarem baterias. A Tesla resolveu isso tendo feito desde logo uma mega-fábrica de baterias, que em breve receberá um reforço com novas células de produção completamente automatizada, e agora foi a vez da VW revelar os seus planos para o futuro - que de certa forma, replicam a estratégia da Tesla.

A VW quer reduzir drasticamente o custo das baterias, que tem um peso enorme no custo total dos automóveis eléctricos, e para isso diz que vai construir 6 "giga-factories" de baterias na Europa até 2030, sendo que uma delas poderá ficar em Portugal (ou Espanha), e com capacidade de produção de 240 GWh por ano. O custo das baterias por kWh tem descido significativamente ao longo dos últimos anos, mas a VW que reduzir esse valor ainda mais, para baixar da marca dos €100 por kWh, que tem sido apontado como o "número mágico" que deixará os carros eléctricos em pé de igualdade (em preço) com os de combustão.

Para isso a VW também aposta numa reinvenção das células das baterias, mas que em vez do formato cilíndrico que a Tesla tem usado, que facilita a automação da produção em linha de montagem, usa um formato rectangular que parece ser de produção mais complexa. Mas, seguramente que a VW terá especialistas que decidiram que aquele formato teria vantagens.

Mas como é habitual nestas coisas, tudo isto ainda demorará anos a surtir efeito. Estas novas células só deverão ficar prontas lá para 2023 - se não houver atrasos - e estimando que sejam usadas em 80% dos seus automóveis em 2030. A VW promete também 18 mil postos de carregamento rápido espalhados pela Europa em 2025, com milhares deles a serem instalados em postos de combustível já existentes, em parceria com a BP. A plataforma MEB também permitirá o carregamento bidireccional a partir de 2022, permitindo que o carro funcione como bateria de uma casa, podendo acumular energia solar durante o dia (por exemplo) para ser usada pela casa durante a noite.

№ 17

Disco externo 14TB WD Elements a €219

Com os ataques de ransomware em alta, é imprescindível garantir que os nossos dados estão a salvo. Mesmo que se trate de informação em quantidade considerável, continua a ser possível manter backups de até 14TB (ou mais) a preço interessante.

Um disco externo USB 3.0 como este WD Elements Desktop de 14TB permitirá guardar os dados críticos da maioria dos utilizadores, incluindo toda a sua colecção de fotos digitais e vídeos (até para quem mantenha uma colecção de gravações Ultra HD 4K), sem necessidade de depender a 100% nos backups na cloud.
Este disco externo WD Elements de 14TB está actualmente disponível por 219.99 euros na Amazon Espanha. Têm também a versão de 8TB por 149 euros; ou ainda a versão portátil WD Elements 4TB a 98 euros se o objectivo for andar com ele para todo o lado.


É o tipo de valor que se torna ridiculamente aceitável assim que se passar pela desagradável experiência de ver os nossos preciosos dados desaparecerem por culpa de uma avaria num disco ou SSD, ou pela famigerada acção dos ransomwares que exigem centenas ou milhares de euros pelo resgate.

Depois bastará usar um programa de backup, como o Macrium Reflect Free, e ficar descansado sabendo que se tem uma dose extra de protecção em caso de qualquer imprevisto. Esta é daquelas coisas onde definitivamente convém prevenir em vez de remediar... já que nestas coisas quase nunca se tem direito a aviso prévio de que vai acontecer qualquer coisa, e nessa altura não nos importaríamos de pagar fosse o que fosse para recuperar coisas como fotos que desapareceram para sempre.


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№ 18

Notícias do dia

Google enfrenta processo por tracking em modo incógnito; Deepfakes detectados pelos reflexos nos olhos; SpaceX explica explosão da SN10 após ter aterrado; "Warp Drive" um passo mais próximo da realidade; Google acusa MS de usar jornais para distrair do hack SolarWinds; Apple desiste do HomePod original; Reino Unido testa recolha do histórico da internet de todos os cidadãos; e as múltiplas realidades apresentadas pelo Facebook aos utilizadores.

Antes de passarmos às notícias, já está escolhido o livro FCA que teremos para oferece esta semana: é o "Bases de Dados - Fundamentos e Aplicações". Participa e partilha.

Qualcomm sem capacidade para produzir chips em quantidade suficiente

As empresas de produtos electrónicos vivem tempos complicados, com a escassez de chips que afecta as mais diversas áreas da indústria. A falta de chips usados na indústria automóvel já aobrigou a suspender a produção de algumas linhas, e o mesmo vai também acontecendo noutros sectores, ao mesmo tempo que faz disparar o preço de alguns componentes mais de 500%. Um pequeno microcontrolador que normalmente custava $2 está agora a ser vendido por $14, e tem também originado situações um pouco ao estilo daquilo que se passou com o papel higiénico por altura do primeiro confinamento, com várias empresas a tentarem açambarcar o maior número de chips possíveis, mesmo que na prática não lhes possam dar uso.

O problema no sector electrónico é que de nada serve ter 99% dos componentes se continuar a faltar um único componente que é necessário para permitir fazer o produto. E em muitos casos é praticamente impossível trocar um desses componentes críticos por outro que até poderia estar disponível, pois são coisas que poderiam obrigar a redesenhar todo o projecto de raiz para o outro chip. De falha em falha, teme-se que esta incapacidade de produção de chips se possa vir a alastrar ainda mais no futuro, antes de começar a melhorar; e as complicadas relações entre EUA e China não irão facilitar as coisas.


AirPods 3 só chegam na 2ª metade do ano

Apesar dos rumores de que a próxima geração dos AirPods poderia estar para chegar em breve (espera-se que a Apple marque um evento ainda para este mês para mostrar alguns produtos novos), Ming-Chi Kuo veio actualizar a situação dizendo que a Apple só deverá iniciar a sua produção em massa no 3º trimestre, o que significa que os AirPods 3 só deverão ser lançados por altura do lançamento dos novos iPhone 13.

Algo que também fará a Apple baixar as expectativas das vendas para este ano: dos 90 milhões de unidades vendidos em 2020, para 78 milhões previstos para este ano. Se os novos AirPods chegassem mais cedo, seria de esperar que o interesse nos mesmos se mantivesse, ou até saísse reforçado.


Estudo do Facebook revela que conteúdo anti-vacinas permitido pode ser prejudicial

Apesar do Facebook já se ter comprometido a remover posts claramente anti-vacinas, a propósito das vacinas Covid-19, está também a descobrir que as questões da desinformação raramente são a preto e branco. Um estudo do próprio Facebook constatou que publicações que não atingem o patamar que as qualifica para serem removidas, podem ainda assim ter impacto bastante prejudicial para as mesmas.

Um dos exemplos dados são publicações que em vez de entrarem pelo caminho de que as vacinas são demoníacas ou contêm chips 5G para tracking (que faria com que fossem removidas), se focam em falar de efeitos secundários adversos que podem ocorrer numa pequena percentagem da população, e usarem isso para semearem as dúvidas e receios entre as pessoas que as deveriam tomar. Enquanto isso, por cá vamos ver que tal corre o program de desconfinamento gradual, para ver se desconfinamos, ou se aceleramos o processo para novo confinamento a curto prazo.


Adobe Camera Raw com super-resolução

A Adobe adicionou uma nova funcionalidade de super-resolução ao Adobe Camera Raw que promete conseguir duplicar a resolução de qualquer imagem com ajuda de machine learning e inteligência artificial. Por norma as técnicas de super-resolução baseiam-se na captação de várias imagens que depois são combinadas numa só com maior resolução, mas este funcionalidade da Adobe funciona com uma única foto de base, quer seja uma imagem RAW ou um simples JPEG.
As diferenças face ao simples redimensionamento da imagem são notórios, conseguindo recuperar detalhes que seria impossível recuperar com os métodos tradicionais, mas obviamente que tudo tem limites, e por isso mesmo a Adobe recomenda que só seja usado para duplicar a resolução uma só vez - e não para nos aventurarmos no mundo do "zoom, enhance" que vemos nas séries e filmes, e que a partir de uns poucos pixeis consegue tornar legível a matrícula de um suspeito, ou permitir ver num reflexo tudo aquilo que interessa ver para solucionar o crime do episódio.


Curtas do dia


Resumo da madrugada






Curiosidade do dia: A primeira estação de rádio a ter licença comercial foi a KDKA em Pittsburgh (EUA) em 1920, mas que só começou a fazer transmissões diárias no ano seguinte. Naquela altura temia-se que a popularização da rádio fosse significar o fim da indústria discográfica, havendo fortes pressões para tentar impedir que as rádios passassem música (medos que infelizmente se vão repetindo ao longo da história para cada nova plataforma que surja).

№ 19

Disponibilização do Android 11 com bons resultados, mas apenas nos EUA

O cenário das actualizações de sistema nos Android tem sido um dos pontos fracos da plataforma, mas nos EUA o Android 11 dá sinais de ser o mais rápido a chegar ao mercado - embora ainda longe do ideal, e sem que isso se faça notar a nível global.

Segundo os dados da Statcounter, a quota de mercado do Android 11 já atingiu os 25% nos EUA, superando o Android 9 e demonstrando o mais rápido ritmo de adopção de uma nova versão de Android, podendo até superar o Android 10 (33%) nos próximos dois meses.

É um bom resultado para o Android 11, mas que continua a estar muito longe do desejável. O Android 11 foi lançado em Setembro de 2020, e passados 6 meses, chega apenas a 25% dos equipamentos nos EUA - sendo que, piorando a situação, esse resultado não se verifica a nível global, onde revela ter uma quota de mercado inferior a 10%.

Compare-se a situação com a do iOS, em que 45.8% dos dispositivos está com a última versão do sistema (14.4); subindo para 73% se considerarmos o iOS 14.2 + iOS 14.3 + 14.4 - e isto a nível global e não apenas limitado aos EUA.
É certo que é um cenário diferente, já que de um lado temos um sistema e conjunto de smartphones mantido por uma mesma marca; enquanto do outro lado temos uma plataforma que abrange dezenas de fabricantes, e em que ultimamente é da sua responsabilidade fazerem chegar as actualizações disponibilizadas pela Google aos seus smartphones. Resta-nos esperar que as alterações que o Android tem vindo a implementar ao longo dos últimos anos, no sentido de agilizar as actualizações (e que infelizmente ainda não se fazem sentir da forma que se gostaria de ver) possam vir a demonstrar o que valem com a chegada das próximas versões do Android.

№ 20

Edge também acelera actualizações para 4 semanas

A MS anunciou que vai igualar o novo ciclo de actualizações do Chromium, passando a lançar actualizações do browser a cada quatro semanas.

No início do mês a Google anunciou que o Chrome iria passar de um ciclo de actualizações de seis semanas para quatro semanas, e em resposta a isso também outros browsers baseados em Chromum estão a acelerar os seus lançamentos. O novo Edge é um desses casos, que seguia o ciclo das seis semanas, mas que também irá adoptar o ciclo de actualizações de quatro semanas.

No entanto, ainda será necessário aguardar alguns meses até que isso aconteça, pois a Google só vai aplicar esse novo ciclo a partir do Chrome 94, que se espera para Setembro mas ainda não tem uma data oficial definida. E de forma idêntica, a MS só fará o mesmo a partir do Edge 94.

O Edge não será o único browser a seguir o exemplo do Chrome. Também o Brave, que também usa o Chromium como base, tem planos para acompanhar a nova cadência de actualizações; e é provavél que todos os demais browsers baseados em Chromium acabem por fazer o mesmo, para evitar problemas de disparidade com as versões.

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