PlanetGeek
№ 01

How to Implement a Laravel JSON API that Only Allows Clients that Request JSON Responses

By Manuel Lemos
There are certain types of applications, like for instance APIs, that only serve data values as responses.

JSON is nowadays a common format to serve HTTP responses with data values represented as text.

When an API application is only meant to serve JSON based responses, it is useful to refuse serving requests from clients that are not ready to take JSON based responses, like for instance requests from regular browsers that expect HTML pages.

This package provides a solution that can be used in Laravel based applications to refuse serving HTTP requests from clients that are not ready to handle JSON based responses.
№ 02

Kia mostra o seu EV6 eléctrico

Embora ainda sem revelar detalhes técnicos, a Kia já mostrou como vai ser o seu novo EV6 100% eléctrico.

Depois de ter mostrado apenas alguns detalhes engimáticos do carro, podemos finalmente ver o novo Kia EV6 na sua totalidade. Este novo modelo marca a estreia de uma nova linha de design da marca que é designada por "Opposites United" e que engloba como elementos directrizes algo poéticas como "Bold for Nature", "Joy for Reason", "Power to Progress", "Technology for Life" e "Tension for Serenity", que a marca tenta explicar no vídeo que se segue.


Por agora o que sabemos é que, ao contrário de modelos como o Niro, que ainda foram concebidos para acomodarem motores de combustão, este EV6 foi feito de raiz para ser exclusivamente eléctrico, dando uso à plataforma E-GMP da Hyundai, que também é usada no Ioniq 5 que foi apresentado o mês passado.
O EV6 estará disponível com baterias de 58 kWh ou 72.6 kWh, e terá versões com um ou dois motores e 170cv ou 217cv de potência. Quanto à autonomia, deverá ser de aproximadamente 500 kms. Falta apenas saber quanto vai custar e quando chegará ao nosso país.

№ 03

Google enfrenta processo por tracking em modo incógnito

Apesar de ter feito os possíveis para se livrar, a Google vai mesmo ter que enfrentar mais um processo, desta vez referente à acusação de que continua a fazer tracking dos utilizadores mesmo quando se usa o modo incógnito do Chrome.

Os utilizadores que avançaram com este processo acusam a Google de enganar os clientes com o modo incógnito, prometendo uma falsa sensação de segurança e privacidade que, argumentam, não se concretiza na prática. A Google tentou livrar-se do caso, dizendo que o modo incógnito deixa bem explícito que não irá gravar informação localmente, mas que essa informação pode continuar a ser recolhida pelos sites que se visitam. Só que juiz achou que havia matéria suficiente para que o processo avançasse para os tribunais, e assim será mais um dos muitos casos que a Google terá que enfrentar.

A verdade é que, a não ser que se utilizem ferramentas adicionais, o modo incógnito de nada serve para manter os utilizadores incógnitos. E com o peso que a Google tem na publicidade na internet, estando presente na esmagadora maioria dos sites, quer através da pub (Google Adsense) quer através do seu serviço de estatísticas das páginas (Google Analytics) continuará a poder fazer o tracking dos utilizadores quase tão bem como faz com o browser em modo normal (a não ser que se usem extensões de ad-blockers que também bloqueiem os serviços de tracking).

Parece-me é que os casos começam a ser tantos, que nos arriscamos ver um efeito dominó, em que a decisão de um irá influenciar as decisões que se seguem, e podendo terminar com a Google a ser forçada a fazer alterações drásticas à forma como faz o tracking dos utilizadores. Se for esse o caso, bem que poderemos esperar uma mega-campanha de retaliação, ao estilo do que o Facebook tem feito para reclamar das alterações do tracking no iOS da Apple.

№ 04

Deepfakes detectados pelos reflexos nos olhos

Investigadores criaram um método que consegue detectar deepfakes através dos reflexos de luz nos seus olhos.

Hoje em dia vão-se criando deepfakes com cada vez mais realismo e, com isso e outros projectos como o dos "rostos que não existem", torna-se cada vez mais complicado determinar se uma imagem é autêntica ou não. Para ajudar nessa tarefa, investigadores olharam para os olhos destas imagens, e descobriram uma solução.

Este sistema consegue detectar deepfakes através dos reflexos luminosos nos olhos, que denunciam quando se trata de uma imagem manipulada, com reflexos que variam entre os olhos - algo que não deveria acontecer numa foto real.
O sistema não é eficaz a 100% porque não funciona a não ser em situações de "retrato" com a pessoa a olhar de frente para a câmara, e não impede que a pessoa que esteja a criar os deepfakes tenha o cuidado de editar os olhos para que os reflexos coincidam. Mas pelo menos por agora, será uma técnica simples e eficaz que poderá ajudar a detectar os deepfakes mais comuns.

№ 05

Tablet Teclast M16 com teclado a €167

Depois do P20HD temos mais um tablet da Teclast que chega com características interessantes a preço reduzido, e já com teclado incluído: o Teclast M16.

O Teclast M16 é um tablet Android e vem equipado com um ecrã Full HD de 11.6" (1920x1200), CPU Helio X27 deca-core, 4GB de RAM, 128GB + microSD até 128GB, câmaras de 2MP e 8MP, conectividade 4G LTE com dual SIM, WiFi dual-band, BT 4.0, GPS, HDMI, bateria de 7500mAh e USB-C. Vem também já com a capa-teclado incluída, o que o torna bastante mais conveniente para trabalhos de escrita.
Com tudo isto, este Teclast M16 está disponível por 167 euros, com envio da Europa por 1 euro.

Uma proposta tentadora para quem estiver à procura de um tablet de 10" barato mas que mantenha características interessantes e seja capaz de um funcionamento livre de preocupações, incluindo para assistir nesta época de tele-trabalho e escola remota. Um tablet pode facilitar manter uma videoconferência activa sem ocupar o computador principal, ou permitir que dois filhos possam ir fazendo os trabalhos ou assistir à escola remotamente, quando se tem apenas um portátil para partilhar entre ambos.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

№ 06

Uma pequena história da música electrónica


Google Arts & Culture apresenta uma pequena história da música electrónica


Music, Makers & Machines, é a nova exposição do Google Arts & Culture e do YouTube que celebra a história da música electrónica: os seus inventores, artistas, sons e tecnologia. Mais de 50 instituições internacionais, produtoras, festivais e especialistas da indústria reuniram-se  para ir ao encontro  do papel crucial que a música electrónica desempenha numa cultura mais ampla, desde o WDR Studio for Electronic Music à Blacktronika ou a  Diva do Diodo” Suzanne Ciani.  São mais de 250 exposições online, um extenso arquivo de fotos, vídeos, passeios em 360 ° e objetos digitalizados em 3D, incluindo sintetizadores e a porta do lendário clube Tresor techno de Berlim.

Para mais informações acerca do projecto, clique no post oficial assinado por Simon Rein, Program Manager Google Arts & Culture. 
№ 07

Clubhouse deixa de pedir acesso aos contactos

A app Clubhouse ouviu as críticas e vai deixar de pedir o acesso a todos os contactos que temos no smartphone.

O Clubhouse tem sido uma das mais recentes apps "da moda", permitindo criar salas de áudio a que qualquer outra pessoa se pode juntar. No entanto, esta não era uma das apps que agradaria a quem preza a sua privacidade, pois a app começava logo por pedir o acesso à lista de contactos, e no caso de não se aceitar nem sequer permitia convidar amigos. Algo que a app promete que irá mudar.

A app deixará de pedir o acesso à lista de contactos, e permitirá que ainda assim se passem os convites disponíveis aos amigos, introduzindo os números de telefone apenas das pessoas que se querem convidar. Para os que já deram acesso à lista de contactos e se tenham arrependido, está prometida uma ferramenta que permitirá eliminar contactos.

É o tipo de coisa que deveria ter sido contemplado desde logo e não apenas depois da app já ter conquistado mais de 10 milhões de utilizadores e a lista de contactos de praticamente todos eles. Infelizmente, por agora os responsáveis ainda sequer mencionaram quando é que a app contará com uma versão Android, deixando o campo aberto para que surjam apps de motivação duvidosa que se tentem aproveitar do nome para apanhar alguns utilizadores mais desatentos.

№ 08

Xiaomi livra-se das restrições dos EUA - por agora

Os tribunais deram razão à Xiaomi e impediram a entrada em vigor de restrições que impediriam que empresas norte-americanas investissem na empresa chinesa.

Os EUA tem atirado inúmeras empresas chinesas para listas de restrições, e no caso da Xiaomi preparavam-se para impedir o investimento de pessoas e empresas norte-americanas, e que iria levar à sua remoção das bolsas norte-americanas. A justificação era a de que a Xiaomi teria relações próximas com as forças militares chinesas - uma justificação que acabou por não se aguentou em tribunal.

A Xiaomi levou o caso aos tribunais norte-americanos, dizendo que se tratava de uma restrição injusta e sem nexo, já que se trata de uma empresa privada e sem qualquer ligação às forças militares chinesas - e o juiz que apreciou o caso concordou com isso, suspendendo a entrada em vigor das ditas restrições e dizendo que as probabilidades são boas para que a Xiaomi consiga eliminar por completo a aplicação das restrições.

Esta tentativa de restrição da Xiaomi ainda é resultante dos últimos dias da administração Trump, mas até ao momento ainda não se viram grandes mudanças sob a nova administração Biden. No caso da Huawei até já foi feita uma actualização que elimina algumas formas "criativas" que poderiam ser usadas pela Huawei para adquirir componentes e usá-los em equipamentos 5G, contornando as restrições em vigor.

№ 09

Música colorida para um quarto escuro

Noporn_2021.jpg

Com um terceiro álbum a caminho e agendado já para Abril, os NOPORN começaram por revisitar os anteriores através do regresso aos palcos possível no primeiro trimestre de 2021. Enquanto não chega "SIM", a dupla brasileira apostou em três actuações online caseiras em Fevereiro, transmitidas em directo para celebrar o Carnaval, nas quais repescou canções do álbum de estreia homónimo, de 2006, e de "BOCA", de 2016.

Já o showcase da passada sexta-feira, 12 de Março, foi o primeiro de mais uma série de três nas próximas semanas, todos com premissas distintas. O arranque fez-se com o espectáculo LADO B, que junta temas mais obscuros e há muito pedidos por alguns fãs do projecto da vocalista Liana Padilha e do produtor Lucas Freire.

"Ctrl + Alt + Del", "Ex Culpa", "Canibalismo", "Fumaça" (originalmente partilhada com os conterrâneos Tetine) e "Gang Bang" compõem um alinhamento pensado para as pistas, embora a pandemia tenha limitado a festa. Mas esta música de dança insinuante, com ecos do furor electroclash e letras sem travões do politicamente correcto, ainda tem cor e luz suficientes para iluminar um quarto escuro em noites de confinamento.

O efeito da bola de espelhos é tão ou mais forte em "Geleia de Morango", o novo single, que não está incluído nesta actuação (embora não deva faltar numa próxima) e desvia o hedonismo dos NOPORN para os ritmos da electrónica baleárica de inícios dos anos 90, cruzados com flashes da noite de São Paulo. O próximo avanço do terceiro álbum, "Pérola Suja", vai ser revelado ainda este mês e também bebe em memórias boémias e paulistanas da dupla. Mas enquanto não chega, há tempo para ir (re)descobrindo os lados B, tanto na versão original como no update ao vivo em 2021:

№ 10

As múltiplas realidades apresentadas pelo Facebook aos utilizadores

O Facebook de um apoiante de Biden é completamente diferente de um apoiante de Trump, e o mesmo acontece para muitas outras classes de utilizadores.

Quando começou a interferir com aquilo que aparecia no feed de notícias dos utilizadores, o Facebook ganhou um poder descomunal para moldar a realidade para cada utilizador, e isso é algo que salta à vista quando se espreita aquilo que o FB mostra a utilizadores de diferentes perfis. É um teste que se torna possível devido à colaboração de milhares de pessoas, que aceitaram partilhar aquilo que o Facebook lhes apresenta nos seus feeds, e que passa a ser associado ao tipo de perfil que tem.

Noutros tempos, o Facebook limitava-se a apresentar aquilo que os utilizadores escolhiam seguir e nada mais. Depois, com a desculpa de que esse sistema resultava em excesso de informação que impedia os utilizadores de verem as coisas mais importantes, o Facebook passou a interferir activamente naquilo que é apresentado, escolhendo o que deve ser visto e o que deve ficar escondido. O resultado é que, mesmo para utilizadores tenham dito que gostavam de determinada página, é bem provável que só vejam uma pequena amostra daquilo que por lá passa, com o Facebook a dar prioridade aos conteúdos que são promovidos (leia-se: pagos) para aparecer. Uma táctica que passou a ser tão comum, que até chega ao cúmulo de pedir aos utilizadores comuns que paguem para promover algumas das suas publicações para garantir que os seus amigos as vêem!
Com tudo isto, o resultado é que o "mundo" que é visto no Facebook por um apoiante de Trump é completamente diferente do que é visto por um apoiante de Biden, e isso ajuda a explicar o extremar de posições que se tem verificado nos EUA, e que normalmente resulta em enorme surpresa de parte a parte sempre que acontece alguma coisa. Pois quer de um lado, quer do outro, temos pessoas que vivem em bolhas exclusivas que estão cada vez mais distanciadas uma da outra.

Se é certo que isto não é exclusivo do Facebook, pois já existe em jornais e canais televisivos desde muito antes de haver internet, é também certo que o Facebook não se pode descartar da responsabilidade que tem ao se ter tornado numa ferramenta perfeita para campanhas de desinformação à escala global.

№ 11

Photopea ganha vectorização poligonal de fotos

O Photopea é o mais incrível editor de imagens que funciona directamente no browser - podendo ser equiparado a um verdadeiro Photoshop - e que agora tem um novo sistema de conversão de fotos para vectores.

As capacidades do Photopea são mais que muitas e, por norma, quase sempre se descobre que é capaz de fazer tudo aquilo que pudermos desejar. Agora, passa a contar com uma nova ferramenta de conversão de fotos para vectores, com diversas opções de ajuste quanto ao número de cores e estilo de polígonos desejados.

We have a new vectorizer for photos now! You can even turn your photo into polygons instead of smooth shapes :) pic.twitter.com/pRAbQ6Z77z

— Photopea (@photopeacom) March 13, 2021

Quando se considera a sua capacidade para abrir (e gravar) ficheiros PSD, entre muitos outros, e todas as demais ferramentas de edição de imagem que coloca à disposição de todos, de forma completamente gratuita, é difícil justificar a necessidade de um programa de edição de imagem a pagar - ou que precise de ser instalado num computador. O Photopea trata de tudo, gratuitamente, e está à distância de um clique no browser.

Por aqui já mereceu lugar permanente numa tab sempre aberta no browser. :)

№ 12

Motos de 1 roda desafiam os mais aventureiros

A transição para os veículos eléctricos tem feito surgir algumas variantes curiosas, como estes "uniciclos" que mais parecem uma mota partida ao meio.

Depois dos uniciclos-patins, temos uma proposta que parece ser mais tentadora para os fãs das motos de duas rodas, mas que dispensa uma das rodas. Neste caso, poderemos dizer que à distância até poderia fazer parecer que se está a andar numa Ducati, mas com um olhar mais de perto a gerar curiosidade sobre se se trata de uma mota acidentada que ficou sem a roda da frente. No entanto, a posição sentada poderá fazer com que a sua utilização seja mais aproximada da utilização de uma mota tradicional.

Pesando 40kg, esta meia-mota pode atingir os 50 km/h, e tem uma autonomia para 60-100km dependendo do estilo de condução - e seguramente iria fazer girar cabeças ao passar por outros veículos na estrada (assumindo que algo deste tipo poderia ser legalizado para circulação por cá).


Considerando a quantidade de pessoas que anda de mota e gosta de fazer "cavalinhos", acho que estes uniciclos poderão ser a solução perfeita, já que lhes permitiram andar continuamente só com uma roda no chão, como tanto parecem gostar de fazer.

№ 13

Android 12 com bloqueio de câmara e microfone mais simples de utilizar

O Android 12 vai permitir desligar o acesso à câmara ou microfone temporariamente para toda e qualquer app, com novas opções nos quick settings.

A cada dia vão-se descobrindo coisas novas no Android 12 que ficou disponível recentemente na sua primeira versão Developer Preview. Uma delas será do agrado de todos os querem ter total controlo sobre o seu smartphone, incluindo decidir quando é que as apps podem aceder, ou não, à câmara e ao microfone, através de novos botões de acesso rápido no painel de quick settings.
É certo que as apps têm que pedir permissão inicialmente para poderem aceder à câmara e microfone; mas curiosamente, depois de se dar esse acesso à app, não há nenhuma forma fácil ou rápida de impedir esse acesso temporariamente, ou de desactivar esse acesso de forma global para todas as apps. A única opção actual implicaria percorrer todas as apps com permissão de acesso à câmara e microfone, e desactivá-las uma por uma.

Claro que isto não irá impedir os mais paranóicos de continuarem a ter dúvidas sobre se estes botões realmente irão desactivar o acesso à câmara, suspeita que poderá começar a surgir já desde esta primeira versão de desenvolvimento, em que estas opções de bloqueio ainda não funcionam correctamente, numas apps permitindo que que continuem a aceder à câmara, noutras dizendo que é preciso autorização, mas continuando a exibir imagens captadas pela câmara. Mas pronto, por isso mesmo é que ainda se chama "Developer Preview", e resta esperar que quando chegar a versão final, já tenha sido tudo resolvido.

№ 14

Apple desiste do HomePod original

Apesar de ter uma qualidade sonora invejável para o seu tamanho, a Apple anunciou o fim do HomePod original e por agora diz que se vai focar no HomePod mini.

O HomePod foi a resposta da Apple à popularização das colunas inteligentes como os Amazon Echo e Google Home (agora Nest Home), dando acesso à Siri e proporcionando uma qualidade sonora acima da que é habitual neste segmento de mercado. Mas, com quatro anos no mercado, a Apple acha que não se justifica mantê-la quando se tem a mais económica HomePod mini disponível por 99 dólares.

A Apple diz que os HomePod originais continuarão disponíveis enquanto houver stock, e que os actuais possuidores dos mesmos poderão ficar descansados, pois continuarão a receber actualizações como até aqui. Mas, de agora em diante (e pelo menos até que a Apple lance um sucessor do HomePod original), irá focar-se no HomePod Mini.

O HomePod Mini vem uma série de melhorias técnicas que estão ausentes do modelo original, como suporte para UWB e áudio computacional, que podem ajudar a perceber porque motivo a Apple acha que está na altura de reformar o modelo original. No entanto, e conhecendo-se a marca, é de esperar que não deixe desocupado por muito tempo o espaço livre deixando pelo desaparecimento do HomePod.

№ 15

Google Assistant chega aos desktops com projecto feito por fã

Ter o Google Assistant no desktop, com estilo que até supera a maioria dos programas da Google, é agora possível - cortesia de um developer individual.

Há muito que a Google parece ter abandonado os desktops (ainda acho ridículo que o Google Feed que temos nos smartphones e tablets, não seja replicado nos desktops), e a ausência do Google Assistant nestes sistemas operativos é também um exemplo perfeito disso; mas que agora pode ser solucionado, com um pouco de trabalho.

Este Google Assistant para Desktop, criado por Melvin L. Abraham, não é um programa oficial da Google, mas bem que poderia ser. Está disponível como open-source para Windows, Linux, e macOS, e permite ter o Google Assistant acessível a partir do computador, com um design e efeitos muito bem conseguidos.

A única chatice é que este não é um programa que se possa simplesmente descarregar e usar. É necessário criar uma conta nos serviços de cloud da Google (pode ser a conta gratuita), e de seguida efectuar uma sequência de 30 passos para lá criar um projecto e autenticar o programa com o acesso ao Google Assistant.

Em contrapartida, este método garante que tudo permanece apenas dentro da conta do próprio utilizador, e que não é necessário estar a fornecer as credenciais de acesso à conta Google a um qualquer programa desconhecido que as pudesse enviar sabe-se lá para onde.

Quase dá vontade que a Google adoptasse o projecto e o tornasse oficial; mas por outro lado, com a propensão que a Google tem para mater projectos, mais vale deixar que permaneça assim, por quem continuar a mantê-lo e a desenvolvê-lo com gosto.

№ 16

SpaceX explica explosão da SN10 após ter aterrado

A SpaceX já determinou a causa da explosão da SN10 após ter aterrado com sucesso, e que intrigou bastantes fãs.

Depois de duas tentativas falhadas em que explodiu ao aterrar, a terceira tentativa (SN10) conseguiu aterra com sucesso, mas explodindo de forma espontânea passados alguns minutos. Elon Musk diz que o problema foi falha na propulsão, que levou a um impacto demasiado forte com o solo, destruindo os suportes da aterragem e partes da secção inferior da nave, e que depois culminaram com a explosão.

SN10 engine was low on thrust due (probably) to partial helium ingestion from fuel header tank. Impact of 10m/s crushed legs & part of skirt. Multiple fixes in work for SN11.

— Elon Musk (@elonmusk) March 9, 2021

As manobras que a Starship faz no processo de regresso à Terra complicam a tarefa de manter os depósitos e tubagens livres de bolhas de ar e com a pressão adequada para que a ignição possa ser reactivada com sucesso, mas a cada erro a SpaceX vai melhorando os seus sistemas para que o protótipo seguinte seja melhor.




Vamos ver se com a SN11 temos finalmente a primeira aterragem que deixe a nave intacta.

№ 17

GMC mostra modo caranguejo do Hummer EV

A GMC continua a apostar na curiosidade do novo Hummer EV poder "andar de lado", e volta a demonstrar essa capacidade no mais recente vídeo promocional.

Com o Hummer EV a GMC quer transformar um dos mais gastadores veículos num carro sem emissões, e que virá recheado com a última tecnologia, incluindo a utilização de um interface que recorre ao Unreal Engine no interior, e a um sistema de quatro rodas direccionais no exterior.

A utilização de quatro rodas direccionais não é novidade no sector automóvel, mas neste caso parece que a amplitude de viragem no eixo traseiro é bastante superior aos sistemas que chegaram ao mercado até ao momento, e permite que este novo Hummer ter mais opções sobre como manobrar terrenos difíceis.


O Hummer EV tem lançamento prometido para o Outono deste ano, começando pela variante mais dispendiosa, e com as versões mais económicas a seguirem-se em 2022.

№ 18

Aston Martin junta-se à Mercedes nos Safety Cars da F1

O ano de 2021 marca o regresso da Aston Martin à Fórmula 1, não só com o AMR21 que a marca britânica correr nas pistas, mas também com o Vantage e o DBX a exibirem as suas linhas nos circuitos deste campeonato como Safety Cars.

O Aston Martin Vantage vai passar a dividir com o Mercedes AMG GT R a responsabilidade de ser o Safety Car nas provas de Fórmula 1 da temporada 2021, quebrando a tradição de 25 anos da marca alemã nesta tarefa. Para além do Vantage, também o SUV da marca britânica, o DBX, vai ser presença habitual nas corridas, desempenhando a função de Medical Car, alternando com a Mercedes C 63 S AMG; ambas as viaturas médicas estarão equipadas com diversos equipamentos como um desfibrilhador, saco de equipamento médico e kit de tratamento de queimaduras.
Nesta versão Safety Car do Vantage a Aston Martin efectuou algumas alterações, nomeadamente na caixa de velocidades, direcção, suspensão, amortecedores e ao nível aerodinâmico onde se destaca um lábio dianteiro que permite criar 155,6 kg de “downforce” a 200 km/h, mais de 60 kg do que a versão normal do Vantage, para além de uma asa traseira de dimensões generosas e uma nova grelha dianteira. Também o motor sofreu algumas alterações, estando esta versão do Vantage equipada com um bloco V8 biturbo de 4.0 litros, com 535 cv de potência, mais 25 cv que a versão original, e 685Nm de binário, o que permite uma aceleração dos 0 aos 100 km/h em 3,5 segundos.
Já o DBX é uma versão que conta com o habitual bloco V8 de 4.0 litros biturbo, com 551 cv de potência e 700Nm de binário e aceleração dos 0 a 100 km/h em 4,5 segundos.

Os novos Safety Car e Medical Car da Aston Martin farão a sua estreia oficial já no 28 de Março no GP do Bahrain, a primeira prova desta temporada, que regressa ao Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, a 2 de Maio.

[Publicado originalmente no Pela Estrada Fora]
№ 19

LG Wing é aposta da marca para o multitasking


LG destaca capacidades multitasking to seu Wing.


Atualmente, multi é o prefixo que pauta o dia dos portugueses que, cada vez mais, precisam de responder a um enorme desafio multitasking e manter-se à altura dos vários papeis que desempenham em simultâneo: pais, professores, profissionais, estudantes e donos de casa, entre muitos outros.

 

É nestes momentos, que a tecnologia se afirma como uma verdadeira aliada e o multi-ecrã como uma ferramenta essencial para o bom funcionamento do dia-a-dia. Com uma função de forma única e totalmente inovadora, o LG Wing é o smartphone que vem responder e até antecipar estas necessidades do presente com funcionalidades que mais parecem vindas do futuro.

 

A proposta é simples mas plena de potencialidades: um telemóvel, dois modos e um infindável universo de recursos e possibilidades de utilização. O segredo da enorme multifuncionalidade do LG Wing reside, sobretudo, nos dois ecrãs, que rodam sobre si, sendo possível alternar entre os Modos Básico e Rotativo.

 

No caso do Básico, a utilização é semelhante à dos smartphones convencionais, sendo elevada pelos recursos e tecnologia de excelência a que a LG já habituou, nomeadamente o ecrã principal P-OLED FullVision de 6,8 polegadas com uma proporção de 205,:9, as três câmaras traseiras – uma Ultra High OIS Wide de 64 MP, uma Ultra Wide Big Pixel 12 MP e outra Ultra Wide de 13 MP – e a câmara pop-up frontal de 32 MP.

 

Mas a verdadeira magia multitasking acontece no Modo Rotativo. Com uma mudança suave e extremamente rápida entre um formato e outro, o ecrã principal desliza para a horizontal, revelando um segundo ecrã que se mantém na vertical. Uma vez criada a forma de um T, as possibilidades são infinitas e a capacidade de trabalho, criação e entretenimento do LG Wing é elevada a níveis nunca antes vistos num smartphone:

 

Um portátil na palma da mão | Um teclado no ecrã secundário e a área de trabalho no ecrã principal, esta é uma das configurações possíveis do smartphone que assim se transforma numa autêntica estação de trabalho.

 

Gaming na palma das mãos | Para quem não dispensa jogar no smartphone, o LG Wing é perfeito, permitindo que o jogo se desenrole no ecrã principal, enquanto o ecrã secundário exibe as funções que, habitualmente, se encontram condensadas num só ecrã, incluindo o comando ou joy-stick e o mapa do jogo.

 

Para os vídeo-addicted | Ver vídeos e filmes num smartphone ganha todo um novo sentido, pois os controlos multimédia são apresentados no ecrã secundário enquanto o vídeo é reproduzido no ecrã principal. Esta é uma função especialmente relevante para os cinema lovers e para os criadores de conteúdes, que vêm assim a função de edição de vídeo facilitada.

 

Um gimbal que é mesmo um gimbal | Com o smartphone em T, o LG Wing veio dar um passo em frente em relação aos estabilizadores de imagem que já podem ser encontrados nos smartphones convencionais. O gimbal incorporado neste equipamento funciona efetivamente como um gimbal, oferecendo um amplo campo de filmagem, transmitido no ecrã principal, e os controlos específicos desta ferramenta crucial para os videógrafos no ecrã secundário.

 

Gravar tudo e ao mesmo tempo | Às câmaras de altíssima qualidade – incluindo três Ultra Wide – o LG Wing alia também os recursos exclusivos do LG Creator's Kit, incluindo Timelapse Control, Voice Bokeh e ASMR Recording, além de permitir a gravação simultânea com a câmara frontal e com a traseira. Ou seja, assim é possível gravar tudo o que está à frente do utilizador, enquanto regista a sua reação.

 

As aplicações favoritas, mais rápido | Para melhorar a experiência de multitasking e alcançar um flow de utilização mais rápido, é possível emparelhar apps para que abram sempre ao mesmo tempo, cada uma no seu ecrã. Assim, podemos ter a nossa série favorita do Netflix no ecrã principal e uma rede social no ecrã vertical para comentar tudo com os nossos amigos.

 

Resistência e durabilidade, acima de tudo | E, com uma necessidade de multitasking tão grande, é necessário o smartphone esteja altura de qualquer desafio, mesmo os mais exigentes. Por essa razão, o acelerómetro incorporado reconhece se o telefone caiu e retrai instantaneamente a lente da câmara pop-up para evitar qualquer dano. Outro exemplo de engenharia de qualidade é o módulo de dobradiça com amortecedor hidráulico, que reduz a tensão no mecanismo quando o ecrã principal roda, permitindo mais de 200 mil rotações.

 

Em suma, o LG Wing é um telemóvel do presente que está preparado para responder aos desafios da atualidade e até do futuro, contando com a plataforma móvel Qualcomm® Snapdragon ™ 765G 5G com o sistema Snapdragon X52 5G Modem-RF.

 

Mas, e se o multi-ecrã saltasse do telemóvel para outras divisões da casa? A pensar nisso, a LG Portugal acabou de lançar uma campanha que vai oferecer mais um ecrã aos utilizadores do LG Wing e expandir os seus horizontes. Literalmente.

 

Até ao dia 10 de abril, na compra de um LG Wing, através de qualquer um dos distribuidores habituais, a marca vai oferecer uma LG Smart TV de 28 polegadas (modelo 28TN525S-PZ), levando a reconhecida qualidade de imagem da marca ao lar dos mais recentes utilizadores do telemóvel mais inovador do último ano. Todas as informações e mecânicas da campanha estão disponíveis em www.campanhaslg.com/wing2021. 
№ 20

Reino Unido testa recolha do histórico da internet de todos os cidadãos

Infelizmente confirmando os receios de um Big Brother antecipados por George Orwell no seu livro 1984, o Reino Unido está a testar guardar todo o histórico de visitas web de cada cidadão.

Há muito que o Reino Unido tem mostrado um apetite voraz por toda a informação dos seus cidadãos. Depois das milhares de câmaras de vigilância que gravam tudo o que se passa em cidades como Londres, a vigilância entra directamente na casa dos cidadãos - ou melhor dizendo, nos operadores de internet - para guardar um registo de todos os sites que cada cidadão visita na internet.

Uma recolha de dados que se tornou possível após a aprovação de uma controversa lei em 2016 que dá poderes desmedidos de espionagem sobre os cidadãos, que praticamente colocam o Reino Unido ao nível do que fazem países como a China, e com o qual seguramente até desejaria aprender algumas coisas. Isto para acelerar o processo de recolha destes dados, que tem estado a ser desenvolvido nos últimos anos, e por agora ainda estando limitado a uma fase de testes em alguns operadores não especificados, e que também se recusam a identificar, na habitual tradição do "não podemos confirmar nem negar, por motivos de segurança nacional" (curiosamente a Vodafone foi a única dos grandes operadores no Reino Unido a negar categoricamente estar envolvida em qualquer programa de recolha de dados - mas não que isso faça muita diferença, se as agências respectivas derem uso à lei e exigirem que o faça).

Temos visto que a vigilância indiscriminada e global raramente resulta; havendo muitos mais casos em que isso acaba por prejudicar todos os cidadãos - como os famosos casos dos sistemas de reconhecimento facial, que ao fim de anos de utilização não apanharam um único terrorista ou criminoso, mas de vez em quando lá apanham um inocente que é detectado erradamente, e que depois tem que passar horas a ser tratado como criminoso até finalmente se esclarecer que foi um erro. Mas, vindo do país que já exigiu bloqueio do acesso aos sites pornográficos, desistiu disso, voltou a insistir, e voltou a desistir... acho que se pode esperar tudo. E quem agradecerá são os serviços de VPN, que seguramente irão receber um significativo lote de novos clientes britânicos por conta deste nova medida.

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