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Vulnerabilidade Reprompt usava Copilot para roubar dados

15-01-2026 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

Uma vulnerabilidade no Copilot permitia roubar dados sensíveis com um clique num link aparentemente inocente.

Numa altura em que a Microsoft continua a incentivar o uso do Copilot e a integrá-lo em todas as partes do Windows, chega a revelação de uma técnica de ataque chamada Reprompt, que permitia a atacantes roubar sessões do Copilot e dados sensíveis sem o conhecimento do utilizador. O ataque funcionava através de um único link malicioso, sem necessidade de extensões, malware ou interações adicionais.

A falha foi descoberta pela Varonis, que identificou que o Copilot aceita comandos através de parâmetros no URL e os executa automaticamente ao carregar a página. Combinando várias técnicas, os atacantes conseguiram contornar os mecanismos de protecção do Copilot e manter o acesso à sessão autenticada do utilizador, mesmo após este fechar a página.
O Reprompt junta três métodos principais: injecção de prompts via URL, um truque de pedidos duplicados para contornar as proteções contra fuga de dados, e um sistema de pedidos encadeados que permite ao Copilot receber instruções contínuas a partir de um servidor controlado pelo atacante. Isto possibilitava o roubo silencioso de dados, sem que a actividade pudesse ser detectada por ferramentas de segurança locais.

A vulnerabilidade foi comunicada à Microsoft a 31 de Agosto e corrigida com as actualizações de segurança de Janeiro de 2026. O problema afectava apenas o Copilot Personal, não o Microsoft 365 Copilot, que conta com protecções adicionais em ambientes empresariais. Ainda assim, não deixa de ser mais um lembrete que demonstra os potenciais riscos de adoptar tecnologias AI "demasiado depressa", ainda mais numa altura em que estes sistemas AI vão pedindo cada vez mais acesso aos nossos dados e controlo sobre os nossos computadores.

Como evitar que o Windows "acorde" do modo Sleep

15-01-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

Se estão frustrados com o Windows acordar do modo sleep quando lhe apetece, é possível recuperar o controlo para que o computador se mantenha adormecido.

O modo "sleep" é o modo de baixo consumo de energia que os computadores disponibilizam para poupar energia mas se manterem prontos a funcionar a qualquer instante. É um modo que é de uso implícito nos portáteis (ao fechar o ecrã), mas que pode ser também usado nos computadores desktop. Infelizmente, o Windows nem sempre segue a vontade dos utilizadores, e pode acordar automaticamente do modo sleep para realizar tarefas.

Embora na maioria dos casos o "acordar" automático do Windows possa passar despercebido, sendo feito a horas em que os utilizadores podem estar a dormir, recentemente atingi o meu limite de tolerância. Já estava habituado a que, ocasionalmente, descobrisse no dia seguinte que o meu PC estivesse ligado em vez de estar em modo sleep - gastando energia desnecessária durante toda a noite. Mas, desta vez, estava a ver um filme quando ouvi o PC a ligar-se sozinho, para apresentar uma mensagem de que iria aplicar uma actualização um pouco mais tarde. A MS, simpática, dava a opção de que isso fosse feito "mais tarde", opção que escolhi - mas o "mais tarde" parece ser relativo, pois passado menos de uma hora o PC estava a acordar novamente, com a mesma pergunta! Foi o momento em que decidi cortar o mal pela raiz.

É possível recuperar o controlo sobre o nosso computador e evitar que o Windows acorde "quando lhe apetece". Para isso é necessário:
  1. Ir ao Control Panel à secção Power Options
    (ou pesquisar "Edit Power Plan" no Start Menu)
  2. Escolher "Change advanced power settings"
  3. Expandir a secção "Sleep"
  4. Na opção "Allow wake timers" escolher "Disable"
Com isto o Windows perde a capacidade de acordar automaticamente quando lhe apetece, deixando que o computador só acorde quando o utilizador quiser.


Se mesmo assim descobrirem que o vosso ainda computador acorda do modo sleep sem justificação aparente, é possível ver qual foi o motivo que o fez acordar.

Para isso será preciso:
  1. Abrir o Command Prompt em modo de administrador
    (pesquisar por "cmd" no Start Menu, escolher "Run as administrator")
  2. Escrever powercfg -lastwake e fazer Enter - para ver o que provocou o acordar do computador
Também é possível ver que agendamentos existem usando:
  • powercfg -waketimers
E que dispositivos estão autorizados a acordar o computador usando:
  • powercfg -devicequery wake_armed

Embora ainda existam outras coisas que podem acordar o computador (como coisas agendadas na BIOS/UEFI), a desactivação do "Allow wake timers" deverá tratar das situações mais frequentes, como os reboots automáticos do Windows para aplicar actualizações.

Apple AirPods Pro 3 a €232

15-01-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Para os utilizadores de iPhones que procurarem a máxima qualidade sonora, os AirPods Pro 3 estão disponíveis a preço reduzido.

A Apple teve um papel importante no abandono da ficha dos headphones, incentivando (obrigando) o uso de headphones e earphones Bluetooth (bem, tecnicamente, podemos continuar a usar headphones com cabo, via Lightning ou USB-C). E para tal, lançou uma série de earphone Bluetooth a acompanhar, os AirPods. Destes, o modelo topo de gama são os AirPods Pro 3, que além do cancelamento de ruído também têm Spatial Audio capaz de criar uma experiência sonora 3D que tem em consideração os movimentos da cabeça do utilizador, podendo servir como "aparelho auditivo" e, na mais recente actualização, também tendo capacidade para monitorizar a frequência cardíaca.
Os Apple AirPods Pro 3 estão disponíveis por 232 euros na Amazon Espanha.

A autonomia anunciada é de 8 horas para cada sessão (com cancelamento de ruído), que se pode prolongar om o carregamento na caixa. A caixa pode ser carregada via USB-C ou carregamento wireless MagSafe / Qi, e também conta com localização Find My de alta precisão via UWB e uma pequena coluna que toca um som para facilitar a tarefa.


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Gemini com limites diferenciados por modelo

15-01-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

A Google fez ajustes aos limites de uso do Gemini, passando a aplicar limites diferenciados por modelo, para os subscritores AI Pro e Ultra.

A Google alterou os limites de utilização do Gemini, separando as quotas dos modelos Thinking e Pro e aumentando os limites disponíveis na app Gemini. Até agora, ambos partilhavam o mesmo limite de utilização, o que obrigava muitos utilizadores a gerir com cuidado cada pedido.

O Gemini passa a ter três opções bem definidas: Fast (Gemini 3 Flash) para respostas rápidas, Thinking (Gemini 3 Flash) para resolução de problemas complexos e Pro (Gemini 3 Pro) para matemática avançada e programação. Inicialmente, o Thinking e Pro tinham limites partilhados, mas a Google decidiu alterar o sistema com base nos pedidos dos utilizadores, levando à criação de quotas independentes.
Os subscritores AI Pro passam a ter 300 pedidos diários no modelo Thinking e 100 no Pro, contabilizados separadamente. Já o plano AI Ultra oferece 1.500 pedidos por dia no Thinking e 500 no Pro, também com limites independentes. Para os utilizadores gratuitos, são aplicados limites dinâmicos que podem variar de dia para dia (de notar que a janela de contexto é também muito mais limitada, de 32 mil tokens vs 1 milhão de tokens para os subscritores).

Com esta mudança, a principal diferença é que os subscritores podem usar mais tranquilamente o modelo mais avançado, sabendo que se atingirem o limite não ficarão impedidos de usarem o modelo abaixo.

YouTube com limite de tempo de Shorts para crianças

15-01-2026 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

O YouTube dá finalmente aos pais a possibilidade de controlarem o tempo que crianças e adolescentes passam nas Shorts.

O YouTube passou a permitir que os pais definam limites de tempo para o consumo de Shorts por parte de crianças e adolescentes. É agora possível impor um limite diário até um máximo de duas horas. Estas definições não podem ser alteradas nem desactivadas pelos próprios menores.

Os pais podem ainda configurar lembretes personalizados de "Hora de dormir" e "Fazer uma pausa" para contas de menores de 18 anos, alargando ferramentas que já existiam de forma opcional para utilizadores adultos. Sendo algo que o YouTube apresenta como sendo uma forma de evitar excessos por parte dos utilizadores menores - incluindo novos sistemas de estimativa de idade baseada em AI, para tentar detectar menores que criem contas como adultos.
Outra mudança importante está na criação de contas. Nas próximas semanas, o processo de registo vai permitir que os pais definam manualmente se uma conta é de criança ou adolescente, bem como ajustar o tipo de conteúdos a que essa conta pode aceder.

Estas medidas acabam por seguir apenas o que já tem sido feito noutras plataformas, como Instagram e TikTok, como forma de tentarem evitar intervenção legislativa que obrigue a limitar ainda mais o uso excessivo de vídeos curtos, que se tem tornado num verdadeiro vício entre pessoas de todas as idades.

Gemini Personal Intelligence ganha acesso à informação pessoal

15-01-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

A Google propõe um Gemini que passa a saber todos os detalhes sobre a vida dos utilizadores, com acesso a toda a informação do Gmail, Google Photos, calendário, e outros.

A Google anunciou uma nova funcionalidade para o Gemini, que passa a poder usar dados pessoais do Gmail, Google Photos, Pesquisa e YouTube para fornecer respostas mais úteis. A funcionalidade, chamada Personal Intelligence, começa por chegar aos utilizadores pagos, e vem desactivada de origem para não gerar (ainda mais) polémica.

Quando activada, a Personal Intelligence permite ao Gemini usar informação do próprio utilizador para dar mais contexto às respostas. Por exemplo, pode recorrer a emails, fotos, ou pesquisas anteriores, para apresentar sugestões mais relevantes. Cada fonte de dados pode ser ligada ou desligada individualmente, dando mais controlo a quem usa o serviço.

Meet Personal Intelligence.

With your permission, Gemini can now securely connect information from Google apps like @Gmail, @GooglePhotos, Search and @YouTube history to make @GeminiApp a more personal, proactive, and powerful assistant. pic.twitter.com/JeImHdPUPo

— News from Google (@NewsFromGoogle) January 14, 2026
A Google diz que o Gemini indica sempre quando recorre a dados pessoais, e disponibiliza várias formas de evitar essa utilização. É possível refazer respostas sem personalização, usar conversas temporárias, ou desativar totalmente o acesso nas definições. A empresa assegura também que estes dados não são usados "directamente" para treinar os modelos de AI, e que temas sensíveis, como informação de saúde, têm protecções adicionais.

A funcionalidade vai permanecer em beta durante algum tempo e estará disponível em todas as versões do Gemini, incluindo web, Android e iOS. A Google planeia alargar o acesso no futuro, mas para já a Personal Intelligence é opcional e fica apenas disponível para os utilizadores pagos. E se por um lado alguns vêem isto como mais um passo positivo para agentes AI mais inteligentes, outros alertam para os riscos que daí podem surgir.

OpenAI lança ChatGPT Translate para traduções

15-01-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A OpenAI criou uma página dedicada a traduções - o ChatGPT Translate - que pode querer roubar protagonismo ao Google Translate.

Apesar de se poder usar o ChatGPT para fazer traduções, a OpenAI lançou o ChatGPT Translate, dedicado exclusivamente às traduções. O serviço suporta mais de 50 idiomas e apresenta um interface familiar, com duas caixas de texto para introduzir o conteúdo original e ver a tradução.

Em vez de um único resultado, o ChatGPT Translate permite também escolher entre diferentes estilos de tradução. Os utilizadores podem pedir traduções mais fluídas, académicas, ou com um tom mais formal para negócios, algo especialmente útil para contextos profissionais ou educativos. Ainda assim, continua a ficar atrás do Google Translate em algumas áreas. O serviço de tradução da Google, além de texto, permite traduzir imagens, documentos e até websites completos. O ChatGPT Translate, para já, foca-se sobretudo em texto, com suporte para ditado por voz em browsers móveis, mas sem tradução de imagens - algo que a OpenAI poderá adicionar com relativa facilidade no futuro.

Na prática, esta novidade pega numa capacidade que o ChatGPT já tinha e transforma-a num serviço dedicado. Veremos se se consegue assumir como uma alternativa ao Google Translate, ou se rapidamente cairá no esquecimento.

Rato vertical Trust Voxx sem fios a €36

15-01-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Os ratos verticais fazem parte daqueles periféricos estranhos que "primeiro se estranha mas depois se entranha", e neste caso é recomendável que se entranhe o mais rapidamente possível para minimizar potenciais problemas a longo prazo.

Para quem passa o dia a trabalhar com o computador e a usar um rato, a questão que se coloca é se já faz parte do grupo que sente dores no braço, ou se ainda faz parte do grupo que ainda está no caminho para lá chegar. Caso o queiram evitar, é fortemente recomendado que dêem uma hipótese a um rato vertical, que representa um dos melhores investimento de longo prazo na saúde de mãos e braços.
Este rato vertical Trust Voxx wireless está disponível por 36 euros na Amazon Espanha.

O formato pode parecer estranho, mas acreditem que faz uma diferença substancial a nível de uma utilização mais confortável, pois mantém a mão numa posição bastante mais natural (e o "aspecto estranho" é algo que deixa de se fazer notar de forma quase imediata). Considerando o valor em causa, é um preço extremamente reduzido a pagar pela prevenção de problemas futuros que poderão ser de recuperação bastante mais complicada.


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Ladrão rouba RAM e deixa PC

15-01-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

Na Coreia do Sul, um ladrão entrou num escritório e roubou a memória de um PC deixando o computador.

Ilustrando perfeitamente a situação que se tem vivido, das memórias RAM a atingirem preços absurdos, já há ladrões a roubar apenas módulos de memória, em vez de levarem PCs inteiros. Um caso recente, partilhado num fórum sul-coreano, mostra ao ponto a que se está a chegar.

Segundo o relato, o ladrão partiu o vidro temperado de desktop no gabinete de design de uma fábrica, levando apenas quatro módulos DDR5 de 32 GB da Micron. Com os preços atuais da memória a disparar devido à falta de RAM, os módulos acabam por valer mais do que grande parte do resto do sistema. Actualmente, um único módulo DIMM DDR5 de 32GB pode custar entre 400 e 500 euros - pelo que, quatro deles podem valer perto de 2 mil euros, com a grande vantagem de serem extremamente compactos e facilmente poderem ser colocados no bolso, ao contrário do que aconteceria com a caixa completa do PC, ou uma placa gráfica (sendo que as RTX5090 também começam a ter preços exorbitantes, de mais de 4 mil euros).
A situação está a causar problemas até a nível de seguros. Apesar de a empresa ter cobertura, os responsáveis estão a ter dificuldades em compensar o valor real do prejuízo, já que os preços da RAM aumentaram muito para lá do normal.

Este episódio mostra como o mercado de memória está a degradar-se rapidamente. Tal como aconteceu com as GPUs durante o boom da mineração, a RAM tornou-se um alvo valioso por si só. Com as previsões a apontarem para escassez prolongada, não será surpreendente ver mais casos deste género no futuro, e a alastrarem-se a todo o tipo de memória, incluindo os velhos módulos DDR3.

Samsung Internet para Windows disponível para todos

15-01-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Depois de um lançamento limitado, o browser Samsung Internet para Windows fica agora disponível para todos os que o quiserem experimentar.

A Samsung alargou a disponibilidade do Samsung Internet para Windows, tornando o browser acessível a utilizadores de todo o mundo. Até agora, a versão beta, lançada em Outubro, estava limitada à Coreia do Sul e aos Estados Unidos, apesar de representar a estreia do Samsung Internet fora do Android.

A partir de agora, o download funciona em qualquer região (mesmo que o site oficial ainda não tenha sido actualizado e continue a indicar as restrições geográficas iniciais). A aplicação mantém-se em versão beta, mas esta expansão indica que a Samsung está confiante de que o browser está apto para enfrentar um maior número de utilizadores. De qualquer forma, há precedentes de programas e serviços que mantiveram o estatuto "beta" durante longos anos, pelo que não é previsível saber quando é que a Samsung poderá promover o Samsung Internet para Windows a versão não-beta.

Em termos de utilização, o Samsung Internet para Windows funciona como qualquer browser moderno, tornando-se numa alternativa aos browsers mais populares, como o Chrome, Edge, Firefox, Opera (e Brave). O grande destaque está na integração entre dispositivos. É possível sincronizar dados de navegação entre Windows e Android, continuar sessões noutros equipamentos e usar o Samsung Pass para guardar e sincronizar palavras-passe de forma segura. Para quem já vive no ecossistema da Samsung, isto torna o Samsung Internet numa alternativa interessante no Windows - embora o mesmo também possa ser feito com outros browsers.

The Poetry of the Sea

14-01-2026 | 21:09 | Edgar Durão

Fotos de crianças no OneDrive podem bloquear conta Microsoft

14-01-2026 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

O lado negro dos serviços na cloud pode fazer com que uma foto mal identificada bloqueie toda uma conta, com todos os dados e serviços associados.

Numa altura em que a edição de fotos no Grok tem estado sob polémica, por facilmente transformar mulheres e crianças vestidas em versões em bikini, surgem também relatos de como fotos inocentes podem fazer desaparecer anos ou décadas de dados dos utilizadores.

Há muito que vão surgindo relatos de utilizadores que se queixem de ficar com as contas bloqueadas sem justificação aparente, mas mais recentemente surgiu um caso de uma pessoa que diz claramente o que se passou. O utilizador em questão tinha tirado fotos dos filhos a fazer palhaçadas durante a passagem de ano, sendo que essas fotos foram automaticamente sincronizadas com o OneDrive (coisa que agora acontece automaticamente para todos os utilizadores desatentos). Ora, algumas dessas fotos terão sido incorrectamente classificadas pelo sistema AI como sendo "abuso de crianças", levando ao bloqueio da conta - e com isso, tudo o que estava associado, todos os dados no OneDrive, conta e compras Xbox, e o próprio email.
O mais assustador, é que apesar de ser algo que qualquer moderador humano facilmente poderia resolver olhando para as fotos, o processo de recurso para recuperar a conta foi recusado, deixando o utilizador sem qualquer forma de resolver o problema: todos os contactos telefónicos vão dar a bots que não oferecem forma de contacto com um humano, todos os contactos online obrigam a usar a conta Microsoft que está bloqueada.

Isto é algo que se arrisca a tornar cada vez mais frequente, à medida que mais e mais países vão insistindo na monitorização de conteúdos com a justificação de que é indispensável para combater abusos. Esperemos que, no processo, não se esqueçam de assegurar formas de defender também todos aqueles que forem erradamente apanhados pelos filtros automáticos, e que até podem resultar em processos criminais.

Motherboard DDR3 em alta devido ao custo da memória RAM

14-01-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

O custo absurdo da memória RAM DDR5 está a fazer algumas pessoas a recuperarem motherboards com memória DDR3.

O elevado custo das memórias DDR5 - que estão a ser todas reservadas pelos mega-datacenters AI - está a fazer com que muitos utilizadores olhem não só para sistemas com memórias DDR4, como também para sistemas ainda mais antigos com memórias DDR3 de décadas passadas.

Segundo relatos vindos da China, a dificuldade em encontrar DDR4 e DDR5 a preços razoáveis está a impulsionar um novo interesse por sistemas baseados em DDR3. Um dos principais exemplos é o ressurgimento das plataformas Intel X99, combinadas com processadores Intel Xeon mais antigos. Motherboards adaptadas no mercado chinês permitem usar RAM DDR3 e DDR3 ECC em chipsets X99, originalmente pensados para DDR4, oferecendo configurações quad-channel com até 128 GB - ou 256 GB em modelos de dois sockets - a um custo muito inferior ao de um sistema com RAM moderna (podemos encontrar 16GB de RAM DDR3 por menos de 40 euros - em contrapartida, 16GB de DDR5 podem custar mais de 200 euros).
Os fabricantes indicam que as vendas de motherboards DDR3 estão a crescer rapidamente, em alguns casos duas a três vezes mais. Kits económicos que juntam motherboards DDR3 a CPUs Intel de 6ª a 9ª geração estão a ter boa aceitação, demonstrando a procura por sistemas acessíveis com muita memória, que se tornam no critério mais importante para quem quer fazer processamento AI local.

Outra das soluções que tem ganho popularidade é o uso de adaptadores de memória SODIMM, que permite utilizar os módulos de memória de portáteis nos desktops, já que esses módulos têm tido aumentos mais moderados. Apesar de não oferecerem o melhor desempenho, estas abordagens mostram que se está em tempo de um verdadeiro "regresso ao passado" a nível do hardware.


Parece que vou ter que equacionar a hipótese de fazer mais um upgrade ao meu velho PC que se tem mantido ao longo de mais de uma década - e que foi sofrendo vários upgrades ao longo dos anos, já tendo levado um CPU mais rápido e duplicado a memória RAM para os 24GB. Uma vez que não será recomendável pensar em montar um novo sistema nos próximos anos (e pensar que estava a considerar montar um novo PC em Agosto, mesmo antes dos aumentos!), talvez aproveite e passe para 48GB antes que as memórias DDR3 disparem para preços mais elevados! :)

Cabo (2x 2m) USB-C INIU 240W a €12

14-01-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Quem quiser garantir que o cabo USB-C que utiliza não está a limitar o carregamento rápido, deverá garantir que usa um cabo que permita esses carregamentos, como é o caso destes cabos INIU de 240 W.

O USB-C chegou com a promessa da universalidade a todos os níveis, mas a realidade tem sido bem diferente. O resultado tem sido um verdadeiro campo minado em que temos carregadores e cabos que, embora sejam USB-C, não cumprem com as normas e especificações oficiais. Sem entrar na área dos carregadores, hoje podemos resolver a questão dos cabos, com estes INIU 240 W a tratar do assunto para quem desejar garantir carregamentos rápidos.
Estes dois cabos USB-C INIU 240 W com 2 m estão disponíveis por 12 euros na Amazon Espanha.

Estes cabos são compatíveis com os sistemas PD 3.0, QC4.0, Huawei FCP e outros, e suportam carregamentos de até 240 W - no caso de se usar carregadores e equipamentos adequados. O seu revestimento entrançado evita que o cabo fique num emaranhado, e promete ter resistência a dobragens mais apertadas, como muitas vezes acabam por se inevitáveis em função da posição dos carregadores ou do smartphone a carregar. Conta ainda com um prático indicador luminoso na própria ficha, que assim facilita o despiste de se saber se realmente está a chegar energia ao ponto pretendido.


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Seagate lança discos de 32TB

14-01-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Os discos rígidos continuam a crescer, com a Seagate a lançar três modelos com 32 TB.

Apesar dos SSDs se terem tornado imprescindíveis hoje em dia, para quem quer guardar grandes quantidades de informação os discos rígidos tradicionais continuam a ser a melhor opção. E, precisamente para esse fim, a Seagate anunciou três novos discos de 32 TB para as suas principais gamas, representando a maior capacidade alguma vez atingida por HDDs disponíveis para o público em geral.

As novidades incluem o SkyHawk AI desde $699,99, o Exos por $729,99 e o IronWolf Pro por $849,99, todos pensados para responder às necessidades de armazenamento na era da AI e dos jogos que facilmente podem superar os 100 GB. Os três modelos utilizam tecnologia CMR (Conventional Magnetic Recording), em vez de HAMR, garantindo desempenho consistente e maior compatibilidade. São discos SATA III de 3.5" a 7200 RPM, com 512 MB de cache, classificados para cerca de 550 TB de escrita anual, 2.5 milhões de horas de MTBF e uma garantia de cinco anos.
O SkyHawk AI é a opção de entrada, direcionada para vídeo e workloads de IA, com capacidade para armazenar mais de 10.000 horas de vídeo. Inclui funcionalidades como ImagePerfect AI, pensadas para evitar perdas de frames quando vários fluxos estão a ser processados em simultâneo, e atinge velocidades sustentadas até 285 MB/s. Já o IronWolf Pro é vocacionado para sistemas NAS de grande escala, oferecendo software AgileArray para RAID, sensores de vibração e ferramentas de monitorização da saúde do disco. No topo está o Exos, focado em fiabilidade para centros de dados e eficiência energética, recorrendo à plataforma Mozaic e a uma elevada densidade por prato (3TB/prato) - e que embora seja orientado para ambientes empresariais, continua acessível a qualquer consumidor comum.

Só não se esqueçam que o investimento num disco de 32TB (ou qualquer outro de grande capacidade) nunca vem só, sendo também necessário acautelar os indispensáveis backups. Afinal, nenhum disco dura para sempre, não sendo uma questão de "se" mas sim de "quando" e, perder 32 TB de dados de uma só vez, é o tipo de coisa que pode fazer com que uma pessoa sinta vontade de desistir dos computadores e dedicar-se a qualquer outra actividade o mais afastada possível dos bits e bytes.

Utilizadores frustrados com ficheiros desaparecidos após actualização do Windows 11

14-01-2026 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

A activação do backup automático para o OneDrive está a fazer com que alguns utilizadores pensem ter perdido os seus ficheiros no Windows 11.

Uma actualização do Windows 11 está a ser acusada por alguns utilizadores de apagar ficheiros pessoais, mas o problema parece estar nas alterações ao OneDrive Backup e na forma pouco clara como a Microsoft as implementou.

Com o Windows 11 versão 25H2, a cópia de segurança no OneDrive passa a ser activada automaticamente quando se inicia sessão com uma conta Microsoft num novo PC. Isto faz com que pastas como Documentos, Imagens e Ambiente de Trabalho sejam automaticamente movidas para o OneDrive. Para quem não se aperceber desta mudança, pode parecer que os ficheiros desapareceram do computador, embora tenham apenas mudado de sítio e estejam agora sincronizados via cloud.


Embora a Microsoft tenha simplificado o processo de voltar a guardar ficheiros localmente, a configuração inicial continua confusa. Durante uma nova instalação ou ao associar uma conta Microsoft (que agora se torna obrigatório ao instalar o Windows), o sistema informa que os ficheiros serão guardados no OneDrive, sem indicar claramente a opção de manter tudo apenas no PC - que pode nem sequer surgir em alguns casos. A mesma lógica está também a chegar a versões de teste do Microsoft 365, onde novos ficheiros criados em apps como o Word passam a ser guardados no OneDrive.

Embora os dados não tenham sido perdidos, qualquer opção ou funcionalidade que altere a localização dos ficheiros dos utilizadores devia ser acompanhada de informação bastante clara, assim como dar uma opção directa e imediata de se poder manter os ficheiros localmente como sempre aconteceu. Assim, mais do que incentivar os utilizadores a confiarem no OneDrive, acaba por ter o efeito oposto de fazer com que os utilizadores fujam o mais possível de tudo o que estiver relacionado com o OneDrive - ao estilo do que tem acontecido com o Copilot.

Google Home ganha mais automações

14-01-2026 | 13:34 | A Minha Alegre Casinha

Passa a ser possível criar novas automações com base em nível de volume, luminosidade, reprodução de média e estado de electrodomésticos.

A Google lançou nova actualização para o Google Home, ampliando as capacidades das automações domésticas. A primeira actualização do Google Home em 2026 adiciona 20 novas condições e acções, permitindo criar rotinas mais detalhadas e personalizadas.

Com estas novidades, passa a ser possível ativar automações com base na reprodução de multimédia, no nível de volume, no brilho das luzes, ou no estado de eletrodomésticos inteligentes. Por exemplo, as luzes podem reduzir automaticamente para 50% quando a televisão começa a reproduzir conteúdos.

Starters/Conditions
  • Control volume on your media device: e.g. “When the volume is 50…”
  • Control playback on your media device (playing, not playing, paused, buffering): e.g. “When the speaker is paused…” or “If the TV is playing…”
  • Set the brightness to a specific level: e.g. “When the brightness is above 80%”
  • Check the state of smart appliances* (stopped, running, paused, error): e.g. “When the washer is running…” or “If there is an error…”

Actions
  • Turn specific device on or off: e.g. “...turn off the coffee machine”
  • Arm a security system ( no disarm yet): e.g. “...arm the security system”
  • Open and close a blind: e.g. “...open the living room blinds”
  • Set robot vacuum to pause, resume, or dock: e.g. “...pause the vacuum” or “...dock the vacuum”
  • Start, stop, resume, or pause smart appliances*: e.g. “...start the coffee machine ”, “...stop the washer” or “...pause the dryer”
  • Control light effects on smart bulbs (stop light only): e.g. “...stop the light effect”

A quick new year update for our automation builders 📣

We’re rolling out a new batch of ~20 starters, conditions, and actions in the Google Home app to give you more granular control.

You can now build logic around:
📺 Media Playback: "If TV is playing, dim lights 50%"
🧺…

— Anish Kattukaran (@AnishKattukaran) January 12, 2026
As novas acções também dão mais controlo directo sobre os dispositivos. Agora é possível ligar ou desligar equipamentos específicos, abrir e fechar estores, pausar ou enviar aspiradores robot para a base, e iniciar, pausar ou parar eletrodomésticos compatíveis, como máquinas de lavar, secar ou máquinas de café.

A Google diz que mais triggers e acções serão lançados nas próximas semanas. Estas novas funcionalidades estão a ser disponibilizadas de forma faseada com a versão 4.6.55.1 do Google Home para Android, pelo que podem demorar algum tempo a chegar em todos os dispositivos.

Tesla deixa de vender FSD em Fevereiro - fica disponível por subscrição

14-01-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

Elon Musk anunciou que a Tesla deixará de vender a opção FSD a partir de 14 de Fevereiro (2026), ficando apenas disponível via subscrição.

Depois de ter disponibilizado a opção de subscrição para quem não quisesse investir na compra do FSD, a Tesla passará a fazer dessa modalidade a única opção disponível.

O preço da polémica opção FSD - polémica por prometer, ano após ano, que os carros teriam capacidade para conduzir sozinhos (e até ganhar dinheiro em vez de ficarem parados!), sem que nunca tenha sido cumprida - tem variado ao longo dos anos, tendo ido de 5 mil dólares a 15 mil dólares. Não obstante, apesar de Musk ter assustado os clientes dizendo que o preço do FSD iria aumentar continuamente à medida que se aproximasse do lançamento, por ser algo que valorizava imenamente o veículo, o preço acabou por ser reduzido, situando-se actualmente nos 8 mil dólares nos EUA. A partir do próximo mês, tudo isso deixa de existir, passando o FSD a ficar disponível apenas mediante uma subscrição de $99 por mês.

Tesla will stop selling FSD after Feb 14.

FSD will only be available as a monthly subscription thereafter.

— Elon Musk (@elonmusk) January 14, 2026
As reacções a esta medida dividem-se. De um lado temos os fãs de Musk, que dizem que isto é indicador de que a Tesla está finalmente prestes a lançar o modo FSD para todos. Do outro, os que acusam Musk de se querer livrar de futuros processos por vender uma funcionalidade que não existe. Não esquecer que a Tesla passou anos a vender a promessa de que os carros tinham capacidade para condução totalmente autónoma, coisa que mais tarde foi forçada a corrigir para "autónoma com supervisão", e que acabou também por reconhecer que afinal não seria capaz de disponibilizar nos carros com hardware da geração anterior (em que tinha vendido essa opção).

Ao não vender a opção, a Tesla evita futuros processos com essa base. Simultaneamente, demonstra que o valor do FSD não está ligado ao carro, mas sim a um serviço. Há também os que dizem que isto é apenas mais uma táctica de Musk para forçar o aumento de subscrições, já que um dos critérios para receber o seu ambicionado bónus "trilionário" é precisamente a de conseguir atingir 10 milhões de subscrições FSD activas.

Seja como for, para os futuros compradores de um Tesla, a (in)decisão de pagar milhares de euros por uma promessa deixa de ser um problema. Resta saber como ficarão as coisas na Europa.
Na Europa a Tesla oferece a opção de Autopilot Aperfeiçoado por €3800, e a (enganadora) Capacidade de Condução Autónoma Total por €7500. Com esta última a deixar de existir como opção de compra, torna-se ridículo que a outra seja mantida - ainda mais quando as capacidades "aperfeiçoadas" são coisas que a maioria das outras marcas já oferece em modelos de segmentos inferiores. Pode ser que a Tesla passe a incluir o Autopilot aperfeiçoado de série, mas teremos que aguardar para ver.

Formulários Google Forms com fecho automático por data e quantidade

14-01-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A Google passa finalmente a permitir o fecho automático de formulários do Google Forms numa data específico ou após um certo número de respostas.

A Google finalmente resolveu uma das queixas mais antigas do Google Forms: a impossibilidade de fechar formulários automaticamente. Com esta actualização, os criadores deixam de ser obrigados a desligar manualmente as respostas e passam a poder definir regras para encerrar um formulário.

Existem agora duas formas principais de automatizar o processo. A primeira permite definir uma data e hora exatas para o formulário deixar de aceitar respostas, algo especialmente útil para inscrições em eventos, candidaturas, ou inquéritos, com prazos rígidos. Quando o tempo termina, o formulário fecha sozinho e pode mostrar uma mensagem personalizada. A segunda opção permite definir um número máximo de respostas. Assim que esse número é atingido, o formulário encerra automaticamente. Isto evita problemas como excesso de inscrições ou recolha de dados além do previsto.
A funcionalidade está a ser disponibilizada para todos os utilizadores, incluindo clientes do Google Workspace, subscritores Workspace Individual e contas Google pessoais. Vem desactivada de origem, ficando ao critério de cada utilizador activá-la ou não. O lançamento começou a 12 de Janeiro de 2026, mas poderá demorar um par de semanas para chegar a todas as contas.

Carregador Powerowl com 8 pilhas recarregáveis a €22

14-01-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Para evitar a troca infindável das pilhas, nada como usar pilhas recarregáveis e este pack da Powerowl com carregador e 8 pilhas é uma excelente forma de começar.

Vivemos num mundo "mobile" em que assumimos que as coisas funcionam sem necessidade de estarem agarradas a cabos de alimentação, e isso faz com que exista uma dependência crítica em baterias e pilhas. No caso das pilhas, que continuam a ser comuns em coisas como controlos remotos, gamepads, teclados wireless e muitas outras coisas, uma das melhores opções é trocar as pilhas convencionais por pilhas recarregáveis reutilizáveis, e o investimento não é assim tão avultado quanto se possa pensar.
Este carregador Powerowl já traz 8 pilhas recarregáveis e custa apenas 22 euros - há desconto extra disponível para quem optar pela subscrição.

As pilhas AA incluídas são de 2800 mAh, e este carregador tem a vantagem de usar uma comum ficha USB e permitir carregar pilhas individualmente (alguns só permitem carregar pares). Podem apanhar um pack de mais 8 pilhas AA de 2800 mAh por 12 euros.


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