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№ 01

MS Office 2024 desde €11 nos saldos CdKeysales de Verão

A Microsoft tem vindo a intensificar os esforços para otimizar o desempenho do Windows 11 através do Project K2, um projeto interno que promete optimizações que os utilizadores irão apreciar. A empresa reescreveu os sistemas de gestão de memória para combater as apps que usam memória excessiva, e os resultados iniciais dos testes são significativos: redução de cerca de 40% nos tempos de arranque e melhoria substancial no multitasking, mesmo em hardware de gama média. Estas alterações centram-se no sistema de gestão de tarefas, agora mais inteligente a dar prioridade aos processos em primeiro plano, e novos perfis de energia adaptativos que se adaptam aos padrões de utilização individuais, incluindo o uso de ferramentas como o MS Office 2024 e Office 2024 LTSC.

O mais recente Insider Preview já incorpora estas otimizações, com relatos de animações mais fluidas, menor aquecimento durante tarefas intensivas, e maior autonomia de bateria em cenários de uso diário. Ao focar-se em eficiência de recursos e aprendizagem automática a nível local, a Microsoft procura devolver a rapidez ao Windows 11, transformando-o numa experiência mais agradável e preparada para as exigências da computação moderna. As melhorias deverão chegar de forma mais ampla nas próximas atualizações de funcionalidades.

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O processo de compra é bastante simples, bastando ir adicionando os produtos pretendidos ao carrinho de compras, e inserir o código de desconto no campo respectivo antes de prosseguir para o checkout.
Como activar o código de desconto AB35
Depois de adicionado ao carrinho (botão Comprar Agora), antes de confirmar a encomenda, deverá inserir o código AB35 na caixa "Código de promoção" e clicar em "Aplicar".

É possível fazer o pagamento via PayPal - o que é sempre recomendado como medida de protecção adicional em todas as compras online - e temos à disposição o serviço de suporte via live chat no site ou através do email [email protected].


Como activar a licença do Windows 10 / 11
Para activar a licença do Windows 10 ou Windows 11, basta aceder às configurações do Windows e, na secção "Ativação" clicar no botão "Alterar chave do produto". Surgirá uma janela onde se pode inserir o código de activação do Windows que acabou de adquirir.
Ao concluir, será apresentada uma mensagem informando que a licença está activa e validada.
É possível fazer o pagamento via PayPal - o que é sempre recomendado como medida de protecção adicional.

Não se esqueçam que no caso dos Windows e Office, o download continuará a ser feito do site da Microsoft, com a compra a disponibilizar apenas as chaves para activar os produtos:

[Artigo patrocinado por Mediamz]


№ 02

Windows 11 aplica "turbo" no Start Menu

A actualização de Junho do Windows 11 começa a aplicar o modo "turbo" no Start Menu e outras secções do sistema.

A Microsoft começou a disponibilizar a actualização KB5094126 para o Windows 11 24H2 e 25H2, que traz várias melhorias de desempenho e novas funcionalidades. Entre elas está o sistema que gerou alguma polémica (desnecessária), do modo "turbo" que acelera temporariamente o processador para tornar mais rápidas acções como abrir o Start menu, a Pesquisa, ou o Action Center.

Felizmente a MS não usa publicamente o nome "Low Latency Profile" que não seria muito amigo da vasta maioria dos utilizadores. Na prática, o que este sistema faz é aumentar a frequência do CPU durante um a três segundos quando o utilizador executa determinadas acções, regressando depois ao modo de funcionamento normal para poupar energia. Isto é algo que já é feito, há anos, noutros sistemas (incluindo os da Apple), com provas dadas na melhoria da experiência de utilização - pelo que, não é sequer justo haver pessoas que dizem que isto é uma "batota" da Microsoft; quando muito pode criticar-se a MS por ter demorado tanto tempo a fazer algo que os outros já fazem.
A única questão é que esta funcionalidade está a ser activada de forma faseada, o que significa que nem todos os computadores a receberão imediatamente após a instalação da actualização. Os utilizadores menos pacientes poderão recorrer ao utilitário ViveTool para activar este modo (vivetool /enable /id:58989092), para os outros, será uma questão de aguardar.

Poderão verificar se o sistema está a funcionar abrindo o Task Manager na secção do CPU e observar a frequência de funcionamento do CPU - se a frequência aumentar durante alguns instantes quando clicam no Start Menu, Pesquisa ou Action Center, é porque já está activo.

№ 03

Bluesky lança chats de grupo

O Bluesky quer tornar-se ainda mais social e lança chats de grupo semelhantes aos que já existem noutras redes sociais e serviços de mensagens.

O Bluesky anunciou a chegada dos chats de grupo, uma funcionalidade há muito pedida que permite conversas privadas entre até 50 participantes. Esta capacidade chega com a versão 1.124 da app e representa mais um passo da rede social para competir com plataformas maiores como o X e o Threads.

Os criadores dos grupos podem controlar quem participa nas conversas e gerar ligações de convite para partilhar dentro ou fora da plataforma. Por sua vez, os utilizadores podem definir quem lhes pode enviar convites para chats: qualquer pessoa, apenas contas seguidas ou ninguém. De origem, apenas as pessoas seguidas poderão enviar convites.
O lançamento dos chats de grupo faz parte de uma mudança estratégica da Bluesky, que pretende apostar mais em comunidades dedicadas a interesses específicos do que numa rede social focada exclusivamente na publicação para grandes audiências. Segundo a empresa, o objectivo é criar espaços mais especializados onde os utilizadores possam interagir com pessoas que partilham os mesmos interesses.

A empresa está também a desenvolver um sistema de comunidades baseado no protocolo aberto AT Protocol. Estas comunidades terão o seu próprio endereço, poderão ser públicas ou privadas, e funcionarão de forma semelhante a grupos do Facebook ou subreddits. Além dos chats de grupo, esta actualização inclui ainda códigos QR personalizados para facilitar a partilha de perfis, também ao estilo do que já acontece noutros serviços.

№ 04

Smart TVs Samsung e LG usadas como "botnet"

Uma investigação revela como Smart TVs da Samsung e LG estão a ser usadas como uma "botnet" para recolha de dados online.

Se acharem suspeito que a vossa Smart TV esteja a consumir gigabytes de dados por mês sem justificação, eis que isso fica explicado. Uma investigação revela preocupações sobre a utilização de Smart TVs Samsung e LG como pontos de saída para redes de proxy utilizadas em operações de recolha automatizada de dados na Internet. Segundo os investigadores, a tecnologia em causa está integrada em centenas de apps para os sistemas Tizen e webOS através de um kit de desenvolvimento fornecido pela empresa Bright Data.

O sistema permite que dispositivos domésticos reencaminhem tráfego de terceiros através da ligação à Internet dos utilizadores. Esta abordagem é particularmente valiosa para empresas de recolha de dados online, uma vez que os endereços IP residenciais são menos propensos a ser bloqueados por websites do que os IP utilizados em centros de dados. Os investigadores identificaram várias fragilidades na implementação da tecnologia, incluindo a ausência de mecanismos de autenticação e validação dos dispositivos participantes. O relatório refere ainda que, em determinados cenários, o tráfego associado ao sistema poderá contornar ligações VPN configuradas pelos utilizadores, levantando questões adicionais sobre privacidade e segurança.

Embora a participação nestas redes esteja teoricamente prevista nos termos de utilização das apps, muitos utilizadores não foram devidamente informados sobre o alcance da funcionalidade. Além do consumo de largura de banda, a utilização do endereço IP doméstico por terceiros poderá afectar a reputação da ligação junto de alguns serviços online e levar a bloqueios ou restrições devido a este tipo de uso, que ocorre de forma totalmente "invisível" para os utilizadores.

№ 05

Windows 11 altera regras para os icons das pastas

Com a actualização de segurança de Junho, alguns utilizadores podem ver os icons personalizados de algumas pastas do Windows 11 reverterem para o aspecto normal.

A Microsoft confirmou que as alterações nos ícones personalizados de pastas após as actualizações de segurança de Junho de 2026 para Windows 11 e Windows 10 não são um erro. A mudança faz parte de uma nova medida de segurança que impede o sistema operativo de aplicar personalizações provenientes de ficheiros que não sejam de confiança.

Em causa está o ficheiro desktop.ini, utilizado há décadas pelo Windows para alterar ícones, nomes e outros comportamentos das pastas no Explorador de Ficheiros. Após a instalação das actualizações mais recentes, o Windows passa a ignorar estes ficheiros quando os mesmos têm origem em locais potencialmente inseguros, como ficheiros descarregados da internet (com o sistema de segurança Mark-of-the-Web) ou em partilhas de rede. Na prática, algumas pastas podem voltar a apresentar o ícone amarelo padrão ou perder nomes personalizados, mas os ficheiros e o conteúdo permanecem totalmente acessíveis. Segundo a Microsoft, esta alteração foi feita para evitar que atacantes utilizem ícones ou nomes alterados para disfarçar conteúdos maliciosos e enganar os utilizadores.

Ainda assim, continua a ser possível restaurar as personalizações para fontes consideradas seguras, os utilizadores e administradores podem adicionar localizações à lista de Trusted Sites, alterar políticas de grupo, ou remover manualmente a marca de segurança dos ficheiros desktop.ini através do PowerShell.

№ 06

Apple enfrenta abertura da App Store nos EUA

Não é só na Europa que a Apple enfrenta exigências de abertura da App Store a empresas concorrentes - nos EUA também há quem queira o mesmo.

Sendo já habitual e recorrente que a Apple faça campanhas contra o DMA Europeu - que exige coisas como a existência de app stores alternativas - a Apple recorre às mesmas tácticas para enfrentar exigências semelhantes que vão surgindo nos EUA.

Sem qualquer supresa, a Apple está a manifestar forte oposição ao regresso do American Innovation and Choice Online Act (AICOA), uma proposta apresentada no Senado dos Estados Unidos que pretende limitar o poder das maiores empresas tecnológicas. A legislação visa impedir práticas consideradas anticoncorrenciais em plataformas digitais, incluindo lojas como a App Store. Entre as medidas previstas estão a proibição de favorecer serviços próprios em detrimento da concorrência, restringir o acesso a funcionalidades essenciais da plataforma, ou dificultar a transferência de dados entre serviços. A proposta também pretende evitar que empresas utilizem a sua posição dominante para prejudicar concorrentes ou impor definições padrão que limitem a escolha dos utilizadores.

A Apple argumenta que a lei segue uma abordagem semelhante à do Digital Markets Act (DMA) da União Europeia e que poderá "comprometer a privacidade, a segurança, e a proteção infantil". Refere ainda que regras mais abertas para plataformas digitais podem facilitar o acesso de terceiros a dados sensíveis dos utilizadores e enfraquecer os mecanismos de proteção atualmente existentes na App Store. Exactamente o mesmo tipo de desculpas que tem usado (sem sucesso) na Europa.

Two groups funded by Apple who think that antitrust laws ensuring Apple competitors can compete with Apple competitively are a bad idea. Big surprise!

— Tim Sweeney (@TimSweeneyEpic) June 11, 2026

Os defensores da proposta relembram que o objectivo da mesma é simplesmente permitir uma concorrência saudável e reduzir barreiras de entrada no mercado digital, sem comprometer a segurança ou a privacidade. Caso venha a ser aprovada, a legislação poderá ter um impacto significativo no funcionamento da App Store e de outras plataformas digitais de grande dimensão nos Estados Unidos, ao estilo do que tem acontecido noutras regiões e num número crescente de países.

№ 07

Carregador Powerowl com 8 pilhas recarregáveis a €24

Para evitar a troca infindável das pilhas, nada como usar pilhas recarregáveis e este pack da Powerowl com carregador e 8 pilhas é uma excelente forma de começar.

Vivemos num mundo "mobile" em que assumimos que as coisas funcionam sem necessidade de estarem agarradas a cabos de alimentação, e isso faz com que exista uma dependência crítica em baterias e pilhas. No caso das pilhas, que continuam a ser comuns em coisas como controlos remotos, gamepads, teclados wireless e muitas outras coisas, uma das melhores opções é trocar as pilhas convencionais por pilhas recarregáveis reutilizáveis, e o investimento não é assim tão avultado quanto se possa pensar.
Este carregador Powerowl já traz 8 pilhas recarregáveis e custa apenas 24 euros.

As pilhas AA incluídas são de 2800 mAh, e este carregador tem a vantagem de usar uma comum ficha USB e permitir carregar pilhas individualmente (alguns só permitem carregar pares). Podem apanhar um pack de mais 8 pilhas AA de 2800 mAh por 12 euros.


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№ 08

As novidades do iOS 27

Há muitas melhorias, de maior ou menor grau, que chegam com o iOS 27 e que serão apreciadas pelos utilizadores.

A Apple apresentou o iOS 27 durante a sessão de abertura do WWDC 2026, onde o grande destaque foi para a Siri AI. Ainda assim, o sistema recebe bastantes melhorias que poderão resolver algumas das queixas que têm atormentado os utilizadores desde o lançamento do iOS 26.

Já vimos como o iOS 27 melhora os controlos parentais, e também como acabar por reconhecer os problemas do Liquid Glass, mas além disso temos muitas outras coisas que, ao contrário da Siri AI, deverão ficar acessíveis para os clientes europeus.

iOS 27

O Liquid Glass passa a ter um controlo de opacidade.
As aplicações abrem até 30% mais rápido.
As transferências via AirDrop são até 80% mais rápidas.
O iPhone alterna de forma mais fluida entre ligações WiFi e de rede móvel no iPhone e iPad.
Um novo sistema de classificação no Mail mostrará os "resultados mais relevantes" no topo.
As mensagens também carregarão mais rápido no Mail.
No iPhone 17, 17 Air e 17 Pro, será possível usar o modo Dual Capture durante chamadas FaceTime.
Pode definir o volume do alarme de forma independente do volume do sistema.
Lock screen não se apaga ao fazer scroll das notificações.
O iPhone pode gerar automaticamente legendas sincronizadas para os vídeos que vê.
A funcionalidade FlyOver do Apple Maps foi melhorada com imagens aéreas combinadas com modelos de Visual Intelligence para renderizar os objectos com maior detalhe.
Pode definir um perfil de equalização personalizado para os AirPods. A funcionalidade é suportada nos AirPods Max 2, AirPods Pro 3 e AirPods 4.
A app Casa, usando Apple Intelligence, pode combinar notificações de atividade relacionadas.
As câmaras HomeKit Secure Video suportadas poderão transmitir e gravar em 4K.
O controlo do ciclo na app Apple Health poderá enviar notificações quando os padrões do ciclo forem sugestivos de perimenopausa.
A câmara abre mais rápido em modo de baixo consumo.
Agora é possível configurar widgets extra grandes.
Se uma mensagem falhar ao ser enviada, o iOS 27 pode voltar a tentar enviá-la automaticamente.
Pode guardar um fotograma de vídeo como foto.
A Apple vai consolidar as notificações de múltiplos tapbacks nas mensagens.
Animação de Desbloqueio mais fluida.
Os teclados de emojis e autocolantes carregam mais rápido.
Acesso à Siri AI é feita através do gesto de deslizar do topo para baixo na parte central.
Utilizadores podem desactivar botão de voz e transcrição no Messages.
Messages ganha opção para fazer e enviar desenhos.
Calendário detecta feriados nacionais e pergunta se quer suspender os alarmes diários.

macOS 27 Golden Gate

A Apple promete um design mais refinado com Liquid Glass melhorado, garantindo uma legibilidade excepcional e maior consistência entre aplicações.
O Safari ganha grupos de separadores e poderá monitorizar páginas e notificar sobre alterações.
Melhores sugestões de pesquisa no Spotlight.
Suporte para ecrãs ultrawide, até 120 Hz a 5K de resolução.
Deslizar para baixo em aplicações como Safari e Mail para atualizar o conteúdo.

iPadOS 27

A transferência de ficheiros entre um iPad e uma unidade externa é "até 5x mais rápida".
A Apple afirma que a contagem de não lidas no Messages será sincronizada mais rapidamente e de forma mais fiável depois de regressar ao iPad após uma ausência.
O iPadOS 27 também permite que os iPads alternem de forma “mais fluida” entre ligações Wi-Fi e de rede móvel.

watchOS 27

O watchOS 27 adiciona uma nova grelha de aplicações dinâmica.
Com um único gesto de toque, pode abrir um widget Smart Stack.
O Workout Buddy funciona mesmo que o iPhone não esteja por perto.
O Workout Buddy também está disponível em espanhol.
A Apple promete "quilómetros ainda mais precisos" ao rastrear corridas e caminhadas indoor.
A reprodução de música a partir do Apple Watch inicia-se mais rápido.
A Apple diz que “a contagem de passos na app Fitness sincroniza com os passos contados na app Health.
Pode criar passes personalizados na app Wallet para qualquer membro ou cartão que use um código QR.

visionOS 27

A Siri AI pode aparecer como uma esfera de vidro virtual sobreposta no espaço real.
As janelas podem ser curvadas.
Pode pré-visualizar notificações apenas olhando para elas.
Pode transformar uma foto panorâmica numa "cena espacial" para usar como Ambiente Pessoal virtual.
O Centro de Controlo tem um novo design.
O dispositivo Vision Pro pode ligar-se a WiFi "até três vezes mais rápido".
Existe agora um tamanho extra pequeno para widgets.
Com o Safari, pode visualizar experiências web a 360 graus.

Há centenas de outros pequenos detalhes, que podem ser procurados pelos mais curiosos na imagem publicada pela Apple.

№ 09

AMD prevê que preços elevados da RAM se mantenham por mais alguns anos

Contrariando as previsões mais optimistas, também a AMD acredita que o preço elevado das memórias RAM se irá manter nos próximos anos.

Apesar de alguns modestos sinais de normalização e redução do preço das memórias RAM, as coisas não deverão melhorar nos próximos anos. A AMD acredita que os preços da memória DDR5 continuarão elevados durante algum tempo e que o mercado poderá demorar pelo menos dois anos a regressar a níveis considerados normais. A previsão foi partilhada por David McAfee, vice-presidente e diretor-geral da divisão de negócio de clientes da empresa, durante uma entrevista realizada na Computex 2026.

A capacidade de produção de memória DDR4 tem vindo a diminuir nos últimos anos, enquanto os fabricantes concentraram grande parte dos seus investimentos na produção de DDR5. Ao mesmo tempo, a crescente procura pelo sector da inteligência artificial está a consumir uma fatia significativa da oferta disponível, contribuindo para a subida dos preços. Embora empresas como a Samsung e a Micron estejam a aumentar a capacidade de produção, e fabricantes chineses como a CXMT também estejam a expandir a oferta de DDR5, a AMD não antevê uma redução rápida dos preços. O mercado de memória é conhecido pelos seus ciclos de oferta e procura, mas a actual situação poderá demorar mais tempo que o habitual a estabilizar.

Durante a mesma entrevista, a AMD abordou ainda o futuro da plataforma AM5. A empresa está a avaliar se o actual socket poderá suportar tecnologias futuras como DDR6 e PCIe 6.0 antes de decidir quando será necessária a evolução para uma nova plataforma (AM6). Para já, a AMD mantém o compromisso de suportar o socket AM5 até, pelo menos, 2029, garantindo compatibilidade com as actuais e futuras gerações de processadores Ryzen.


... Quando montei o meu novo PC no início deste ano fiz a "aposta" de que as coisas não iriam melhorar, e avancei para não ter que aguardar mais alguns anos. Até ao momento parece ter sido a decisão acertada. Só a memória que compreu já aumentou mais de 200€ desde então!

№ 10

Carregador Powerowl com 8 pilhas recarregáveis a €24

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Este carregador Powerowl já traz 8 pilhas recarregáveis e custa apenas 24 euros.

As pilhas AA incluídas são de 2800 mAh, e este carregador tem a vantagem de usar uma comum ficha USB e permitir carregar pilhas individualmente (alguns só permitem carregar pares). Podem apanhar um pack de mais 8 pilhas AA de 2800 mAh por 12 euros.


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№ 11

Levelplay mostra ventoinhas magnéticas

A Levelplay demonstrou umas curiosas ventoinhas magnéticas reversíveis, que podem ser facilmente colocadas e removidas.

A Levelplay aproveitou a Computex 2026 para revelar alguns conceitos inovadores na área da ventilação para PCs. Entre as novidades destacou-se o sistema MagBracket, uma solução que pretende simplificar a instalação, manutenção, e orientação das ventoinhas através de um design modular magnético.

Neste conceito, a iluminação RGB fica integrada numa estrutura de montagem própria, ligada ao sistema através de um único cabo USB-C que combina os sinais PWM e RGB. As ventoinhas encaixam magneticamente nessa estrutura e estabelecem ligação eléctrica através de pinos do tipo pogo pin. Assim que são colocadas no suporte, começam imediatamente a funcionar e a iluminar-se, sem preocupação com fichas e cabos.
Uma das maiores vantagens desta abordagem é a possibilidade de inverter facilmente a direção do fluxo de ar. Como os conectores estão presentes em ambos os lados da ventoinha, basta removê-la, virá-la ao contrário e voltar a encaixá-la para alternar entre admissão e extração de ar, sem necessidade de desmontagens complexas ou alterações na cablagem.

A empresa também apresentou um novo sistema de refrigeração líquida AIO que substitui o habitual ecrã integrado por um grande botão físico para controlo e interação. Embora ainda não existam informações sobre preços ou disponibilidade, os conceitos da Levelplay destacam-se pela aposta na simplicidade e modularidade, oferecendo uma alternativa às soluções que actualmente dominam o mercado de ventilação para PCs. Se forem comercializados a um preço não muito inflaccionado, sem dúvida que não faltarão interessados.

№ 12

Google AI Plus baixa de preço e duplica espaço

O plano AI Plus da Google torna-se mais atractivo, com preço reduzido e o dobro do espaço na cloud.

A Google anunciou uma redução significativa no preço do AI Plus, o seu plano de subscrição de inteligência artificial mais acessível. Lançado nos Estados Unidos no início de 2026 por 8 dólares mensais, o serviço passa agora a custar apenas 5 dólares por mês (€4.99 por mês em Portugal, ou €49.99 por ano) tornando-se uma opção ainda mais competitiva para quem pretende aceder às funcionalidades AI da empresa.

Além da descida de preço, a Google está também a aumentar a capacidade de armazenamento incluída no plano. O AI Plus passa de 200GB para 400GB de espaço na cloud, oferecendo mais espaço para guardar ficheiros e conteúdos gerados pelas ferramentas de inteligência artificial da empresa.

We're reducing the cost of our Google AI Plus plan and doubling your storage space.

💰 New price: $4.99 USD/mo or local equivalent (down from $7.99 USD)

☁️ New storage: 400GB (doubled from 200GB)

Enjoy! https://t.co/XxjdqdhiG3

— News from Google (@NewsFromGoogle) June 8, 2026
Apesar destas melhorias, o AI Plus continua a posicionar-se abaixo dos planos mais avançados da Google. O AI Pro inclui até 5TB de armazenamento e limites de utilização mais elevados, enquanto os planos AI Ultra oferecem acesso às funcionalidades mais avançadas da plataforma por preços significativamente superiores (de €21.99 e €99.99 respectivamente).

Este ajuste surge numa altura em que a concorrência no sector da inteligência artificial continua a aumentar, e em que a questão dos limites de uso e o preço dos serviços AI se tem tornado cada vez mais preocupante para quem usa AI de forma mais intensiva.

№ 13

iOS 27 reconhece falhanço do Liquid Glass

Com o iOS 27, a Apple atira para os utilizadores a responsabilidade de resolverem o Liquid Glass.

Com a chegada do iOS 27, a Apple parece desistir e deixar de tentar resolver todos os problemas que vão persistindo com o Liquid Glass. Depois de incontáveis alterações e ajustes, o novo design visual da Apple continua a não ser consensual, e agora a Apple deixa que sejam os utilizadores a resolverem aquilo que ela própria não conseguiu resolver.

No iOS 27 os utilizadores têm acesso a um controlo que permite ajustar o aspecto do Liquid Glass, entre a aparência mais transparente ou mais opaca/translúcida, de forma mais gradual que o clear/tinted lançado no iOS 26.1.

iOS 26 vs iOS 27: Liquid Glass Settings. pic.twitter.com/Ofl9aTTf4Q

— Beta Profiles (@BetaProfiles) June 8, 2026

iOS 27 removes the specular highlights that dynamically react to movement on the Home Screen and Control Center. pic.twitter.com/PiT6nwCXs7

— Beta Profiles (@BetaProfiles) June 9, 2026
A Apple também abandona os efeitos de reflexo nas bordas dos icons, que variava em função do movimento do iPhone, mas que tinha inúmeros bugs, optando por um aspecto estático.

Isto não é uma verdadeira solução para os problemas do Liquid Glass, na verdade podendo ser visto como uma "derrota" a nível de ser incapaz de encontrar uma solução que agrade a todos. O grande problema do Liquid Glass é que, embora possa ter um aspecto visual impressionante em muitos casos, fica dependente daquilo que se tem por baixo - sendo impossível arranjar uma solução que funcione em todos os casos. Em wallpapers que contenham zonas claras e escuras, não é difícil depararmos-nos com situações em que o texto de notificações fique praticamente ilegível. E agora, em vez de resolver isso, a Apple deixa que sejam os utilizadores a terem que optar pelo modo menos transparente para poderem usar os seus iPhones devidamente.

№ 14

iOS 27 melhora controlos parentais

Com o iOS 27 a Apple reforça os controlos parentais - algo que acaba por ser uma necessidade face às exigências acrescidas de controlo de idade que têm surgido nalguns locais.

A Apple anunciou na WWDC 2026 um conjunto alargado de ferramentas de controlo parental destinadas a ajudar os pais a gerir a utilização dos dispositivos pelos filhos. Entre as novidades estão opções mais avançadas para definir limites de tempo de utilização, bem como um sistema capaz de ocultar imagens violentas ou explícitas recebidas através de mensagens antes de serem visualizadas pelas crianças. Também surge a capacidade dos pais poderem receber pedidos de autorização quando os filhos tentam visitar sites não-aprovados.

O sistema continua a assentar no pressuposto que os pais devem a ter a palavra final sobre o tipo de conteúdos e aplicações a que os seus filhos podem aceder. A Apple sublinhou também que os developers têm a responsabilidade de garantir experiências adequadas à idade dos utilizadores dentro das suas aplicações. A empresa referiu ferramentas e APIs que permitem implementar aprovações parentais e mecanismos de protecção contra conteúdos sensíveis, incentivando mais developers a adoptarem este tipo de capacidades.

Esta posição surge numa altura em que vários governos discutem regras para a protecção de menores online. Enquanto algumas empresas defendem que as lojas de apps devem assumir um papel mais activo na verificação da idade dos utilizadores, a Apple tem contestado propostas desse género, argumentando que podem afectar a privacidade. Com os novos controlos parentais, a empresa espera demonstrar que é possível reforçar a segurança das crianças sem recorrer a mecanismos de verificação de idade mais intrusivos, transferindo essa responsabilidade para os pais e para os developers.

Subjacente a tudo isto fica a ideia: pais, comprem iPhones para os filhos - mesmo que a maioria siga o ritual de passar para os filhos os iPhones mais antigos quando compram um novo para si.

№ 15

Ganha uns Xiaomi Redmi Buds 6 Active

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta vez a escolha recai sobre uns earphones Xiaomi Redmi Buds 4 Lite.

Goste-se ou não, os earphones Bluetooth tornaram-se numa inevitabilidade do abandono das fichas de 3.5mm dos headphones, que durante décadas se mantiveram como um standard inquestionável. Felizmente, modelos como estes Xiaomi Redmi Buds 6 Active fazem com que não seja preciso gastar uma fortuna para se continuar a ouvir a nossa música favorita em privacidade e sem incomodar quem nos rodeia.
Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

Loading…

Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

№ 16

Dispositivos compatíveis com iOS 27, iPadOS 27, macOS 27 e watchOS 27

Após a apresentação oficial do iOS 27, iPadOS 27, macOS 27 Golden Gate e watchOS 27 durante a WWDC 2026, a Apple revelou a lista completa de dispositivos que irão receber as novas versões dos seus sistemas operativos.

iOS 27 chega a todos os iPhones compatíveis com iOS 26

No caso do iOS 27, a actualização estará disponível para o iPhone SE (2.ª geração), toda a gama iPhone 11 e todos os modelos lançados posteriormente.

Isto significa que todos os iPhones actualmente compatíveis com o iOS 26 poderão também instalar o iOS 27. No entanto, algumas funcionalidades do Apple Intelligence, incluindo determinadas capacidades da nova Siri AI, ficarão reservadas a modelos específicos de iPhone com hardware mais avançado, nomeadamente os iPhone 17 Pro com 12GB de RAM.

iPadOS 27 mantém suporte para uma vasta gama de iPads

O iPadOS 27 será compatível com o iPad mini (6.ª geração) e modelos mais recentes, incluindo a versão equipada com o processador A17 Pro.

A actualização também estará disponível para:
  • iPad (9.ª geração e posteriores)
  • iPad com processador A16
  • iPad Air (4.ª geração e posteriores)
  • iPad Air equipados com o chip M2 ou versões mais recentes
  • iPad Air de 13 polegadas

No segmento Pro, o novo sistema operativo será compatível com:
  • iPad Pro de 11 polegadas (2.ª geração e posteriores)
  • iPad Pro de 12,9 polegadas (4.ª geração e posteriores)
  • iPad Pro equipados com processadores M4 ou mais recentes

macOS 27 Golden Gate disponível apenas para Macs com Apple Silicon

O macOS 27 Golden Gate será exclusivo para computadores Mac equipados com processadores Apple Silicon.

A lista de equipamentos compatíveis inclui:
  • Mac Pro
  • Mac Studio (2022 e posteriores)
  • Mac mini (2020 e posteriores)
  • iMac (2021 e posteriores)
  • MacBook Pro (2020 e posteriores)
  • MacBook Air (2020 e posteriores)
A Apple confirmou ainda que o novo MacBook Neo também receberá a actualização para o macOS 27.


watchOS 27 deixa de fora modelos mais antigos

No caso do watchOS 27, temos a grande surpresa da Apple deixar de fora uma série de modelos, incluindo primeiro Apple Watch Ultra. A actualização estará disponível para:
  • Apple Watch SE 3
  • Apple Watch Series 9 e modelos mais recentes
  • Apple Watch Ultra 2
  • Apple Watch Ultra 3

As primeiras versões beta para programadores já estão disponíveis, devendo em breve ser expandidas para as versões beta públicas que qualquer interessado poderá experimentar em antecipação ao lançamento oficial esperado para Setembro.

№ 17

Apple apresenta Siri AI - que não chega à UE

A Apple apresentou a muito aguardada Siri AI, a nova geração da assistente que chega ao iPhone, iPad, Mac, Apple Watch e Vision Pro - mas que por agora ficará ausente da UE.

Os rumores confirmaram-se. Durante a Worldwide Developers Conference (WWDC), a Apple revelou a próxima geração do Apple Intelligence, trazendo finalmente a tão aguardada - e atrasada - renovação da Siri. A nova assistente chama-se Siri AI e chegará ao iOS 27, iPadOS 27, macOS 27, watchOS 27 e visionOS 27.

A Siri AI é baseada nos modelos Gemini da Google, afinados e ajustados pela Apple, e foi concebida para oferecer conversas muito mais naturais. O sistema combina processamento local no dispositivo com o sistema Private Cloud Compute, recorrendo à cloud apenas quando necessário, com a promessa de que os dados pessoais dos utilizadores não são armazenados nem ficam acessíveis à Apple ou a terceiros. Haverá também uma app dedicada da Siri, capaz de recordar conversas anteriores. No iPhone, a Siri AI estará também integrada na Dynamic Island. Já no iPadOS 27 e no macOS 27, a integração estende-se ao Spotlight. A assistente estará igualmente disponível no Apple Watch e no Vision Pro.
O modelo local da Siri AI, disponível apenas em dispositivos compatíveis, chega vozes mais expressivas e uma melhoria significativa na precisão da conversão de voz para texto em todo o sistema. Os utilizadores poderão personalizar o ritmo e a expressividade da voz da Siri, enquanto a transcrição adicionará automaticamente pontuação, maiúsculas e formatação à medida que a pessoa fala.

A Apple destaca ainda a capacidade da Siri AI compreender o contexto pessoal do utilizador, recorrendo a informações de mensagens, emails, fotografias e outros conteúdos. Esta funcionalidade funcionará inicialmente com aplicações da própria Apple, com a promessa de expansão a apps de terceiros através da integração com o Spotlight. A assistente poderá responder a perguntas sobre aquilo que está a ser mostrado no ecrã e pesquisar informação actualizada na internet. Além disso, todas as conversas realizadas com a Siri AI serão sincronizadas através do iCloud entre todos os dispositivos Apple associados à mesma conta.

No iPhone, a Câmara passará a incluir um modo dedicado da Siri AI, permitindo fazer perguntas sobre aquilo que a câmara está a ver em tempo real - ao estilo do que muitos já conhecerão no Google Lens. Entre as funcionalidades apresentadas estão a divisão de despesas entre amigos através do Apple Cash e a obtenção de informações nutricionais sobre refeições.
A funcionalidade Visual Intelligence também chega pela primeira vez ao iPad e ao Mac. Esta permite realizar pesquisas visuais, colocar questões e executar acções sobre conteúdos apresentados no ecrã. No iPad, a integração acontece através da experiência de captura de ecrã, enquanto no Mac poderá ser activada através de um atalho de teclado dedicado, permitindo seleccionar qualquer elemento do ecrã e interagir directamente com a Siri AI. A nova assistente inclui ainda ferramentas de escrita integradas disponíveis em qualquer aplicação onde seja possível introduzir texto. Os utilizadores poderão descrever aquilo que pretendem e a Siri AI criará um rascunho automaticamente, além de conseguir rever, editar e melhorar textos existentes com base nas instruções fornecidas.

Nas aplicações Mail e Mensagens, a Siri AI será capaz de adaptar o tom da escrita ao estilo habitual utilizado com cada destinatário, incluindo padrões de pontuação e linguagem. A assistente também fará revisão automática de texto em tempo real em todo o sistema operativo, incluindo na maioria das aplicações de terceiros. A geração e edição de imagens também fazem parte das capacidades da Siri AI. No entanto, esta funcionalidade terá limites diários de utilização, sendo disponibilizado acesso adicional através dos planos iCloud+.
A Apple revelou que a Siri AI ficará disponível em versão beta ainda este ano para utilizadores com dispositivos compatíveis configurados em inglês. O suporte para mais idiomas será adicionado posteriormente. O que nos leva ao "elefante na sala".

A Siri AI não chegará à União Europeia por agora, com a Apple a ter lançado uma longa explicação a culpabilizar a regulamentação europeia e de como essas exigências iriam "colocar os utilizadores em risco". Uma desculpa que está a dividir campos entre aqueles que acreditam nas palavras da Apple e culpam a burocracia excessiva da UE; mas que não convence os críticos, que relembra que esta é apenas a táctica habitual da Apple para impedir a concorrência - já que as regras ditam que a Apple teria que disponibilizar o mesmo tipo de acesso a modelos AI concorrentes.

Misleading. The EU law simply requires operating system makers building APIs for their own services like AI, to make them available to developers who make competing services.

You can allusions to the anticompetitive scheme here through vague mentions of 'security'.

— Tim Sweeney (@TimSweeneyEpic) June 8, 2026

Same old lie Apple told during Epic v Apple, which they lost, and were later found in contempt of court on, with a criminal referral. iPhone would be MUCH better if AI assistants could compete in a free market, rather than locking out competitors and paywalling what’s left. https://t.co/2ktOqWcZ1K

— Tim Sweeney (@TimSweeneyEpic) June 9, 2026
Por muito que gostasse de dar o benefício da dúvida à Apple, o que é certo é que ao longo dos anos a empresa tem recorrido, repetidamente, à chamada "malicious compliance", em que faz a "pior" interpretação possível das exigências europeias para piorar a experiência dos utilizadores, sempre usando a desculpa da "segurança" ou "privacidade" - parecendo esquecer-se que os utilizadores não precisam da Apple a actuar como supervisor e deveriam ter a opção de decidirem como querem usar os seus dispositivos. Como tal, isto parece ser apenas mais uma forma de penalizar os utilizadores europeus com a esperança de que estes pressionem os políticos a relaxar as exigências sobre as tecnológicas norte-americanas.

O efeito poderá não ser aquele que a Apple espera, já que com esta ausência da Siri AI, os consumidores europeus ficam sem qualquer vantagem em comprar um novo iPhone este ano, sendo mais lógico aguardarem mais um ano, até que a Apple faça chegar a Siri AI à UE (e na altura arranjando qualquer nova desculpa para justificar porque motivo já consegue fazer aquilo que agora diz ser impossível). E, entretanto, a Google, OpenAI, e outros, agradecerão terem mais um ano sem terem que se preocupar com a Siri AI na Europa.

№ 18

OpenAI lança Lockdown Mode para maior segurança

A OpenAI lançou o Lockdown Mode para reforçar a protecção contra ataques de prompt injection - algo que certamente irá ser posto à prova.

A OpenAI anunciou o Lockdown Mode, uma nova funcionalidade de segurança pensada para reduzir os riscos associados aos chamados ataques de prompt injection. Este tipo de ataque utiliza instruções maliciosas escondidas em páginas web, documentos, ou outros conteúdos, para influenciar o comportamento dos modelos AI e tentar obter acesso a informações sensíveis ou realizar operações indesejadas.

Quando se activa o Lockdown Mode várias funcionalidades do ChatGPT ficam limitadas para minimizar potenciais riscos. Entre as restrições estão a desactivação da navegação web em tempo real, download de ficheiros e apresentação de imagens provenientes da internet, bem como a indisponibilidade das funcionalidades Deep Research e Agent Mode (a geração de imagens continua disponível).

A OpenAI alerta que esta proteção não elimina completamente a possibilidade de ataques. Conteúdos maliciosos presentes em versões armazenadas de páginas web ou em ficheiros carregados pelos utilizadores podem continuar a influenciar as respostas do modelo. Ainda assim, o objectivo é reduzir significativamente o risco de fuga ou exposição de dados sensíveis.

Segundo a empresa, o Lockdown Mode não foi concebido para o utilizador comum, mas sim para profissionais e organizações que trabalham com informação confidencial e necessitam de um nível adicional de protecção. A funcionalidade está actualmente a ser disponibilizada de forma gradual para contas ChatGPT Free, Go, Plus, Pro, e ChatGPT Business. Dito isto, há que estar consciente dos riscos de utilização dos modelos AI, e da sua potencial manipulação por conteúdos externos.

№ 19

AMD chega aos 46% no Steam

A AMD continua a conquistar utilizadores e a reduzir vantagem face aos PCs com CPUs Intel no Steam.

A mais recente edição do Steam Hardware Survey, referente a Maio de 2026, mostra que a AMD continua a ganhar terreno no mercado de processadores para PCs de gaming, tendo superado os 46% no total. Olhando-se apenas para os sistemas Windows, os processadores Ryzen já representam 44,97% dos utilizadores da plataforma, enquanto a Intel mantém 55,02%, numa liderança que continua a diminuir gradualmente.

Os dados revelam uma evolução consistente ao longo do ano. Em Janeiro, a AMD detinha 43,34% da quota de utilização no Steam, tendo aumentado a sua presença em cerca de 1,6 pontos percentuais nos últimos meses. Em contrapartida, a Intel viu a sua quota cair de 56,64% para pouco mais de 55%, reflectindo uma tendência de aproximação entre as duas fabricantes. Se a tendência se manter, podemos chegar ao final do ano com a AMD a ultrapassar os 50% - embora o elevado custo da RAM esteja a penalizar o sector e a dificultar a compra e montagem de novos PCs gaming.
O crescimento da AMD está directamente ligado ao sucesso da arquitectura Zen e da gama Ryzen, que desde 2017 tem vindo a desafiar o domínio histórico da Intel. Nos últimos anos, a tecnologia 3D V-Cache desempenhou um papel importante neste avanço, permitindo à empresa lançar processadores especialmente competitivos para gaming, frequentemente posicionados entre os melhores do mercado em desempenho para jogos. Apesar da subida da AMD, a Intel continua a liderar graças à enorme base instalada acumulada ao longo de décadas.

Curiosamente, a AMD também já alcançou uma quota próxima dos 46% no mercado de servidores x86, impulsionada pela crescente adopção dos processadores EPYC.

№ 20

Office 2024 Pro Plus por 16.99 € e Office 2021 a partir de 28.28 € na Nova Promoção de Software


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