PlanetGeek
№ 01

A importância do tradutor profissional

A profissão de tradutor envolve dedicação, estudo e aprendizagem de técnicas específicas. Não basta conhecer o idioma de origem para conseguir desenvolver uma boa tradução. Atualmente tornou-se muito prático encontrar um serviço de tradução através da internet, mas também é fácil encontrar opções que não devolvem a qualidade esperada. Vejamos um pouco mais sobre a importância do tradutor profissional.

Contratar um tradutor amador

Hoje em dia é fácil ver o que acontece quando uma empresa que desenvolve apps não escolhe um tradutor profissional para criar a sua app para o mercado. O texto surge com má qualidade, e o utilizador imediatamente fica com dúvidas sobre se vale a pena continuar a usá-la. Mesmo que a confiança se mantenha, fica sempre aquele mau gostinho de que falhou ali qualquer coisa. Nem que seja o respeito pela nossa língua.

No pior cenário, há algo mesmo importante no funcionamento da app que o utilizador não irá entender. Ficará “a coçar a cabeça” até conseguir perceber, e sua experiência será realmente negativa.

Optar por um tradutor amador tem todos estes riscos. Muitos ainda têm a tentação de escolher aquele amigo que até sabe um pouco de inglês, ou talvez um filho ou sobrinho estudante do ensino secundário que já sabe “o suficiente” do idioma estrangeiro. O amador pode ser esforçado e ter um bom futuro pela frente, mas no imediato não deixará de entregar um resultado amador.

A tradução automática funciona?

Outra opção bem conhecida é a dos programas de tradução automática como o Google Translate. Você até pode ter ouvido falar que os próprios tradutores se servem de programas como esse, mas há duas questões. A primeira é que muitas pessoas confundem o Google Translate com as ferramentas CAT (Computer-Assisted Translation), que são programas avançados. A segunda é que quem usa o Google Translate fá-lo para esclarecer alguma dúvida ocasional, e não baseia o seu trabalho nele. O Google Translate não observa regras de semântica, sequer de gramática.

Se escolher um tradutor amador, é provável que ele coloque o texto no Google Translate e lhe entregue esse resultado, sem olhar a nenhum critério de qualidade.

Serviço confidencial e de qualidade

O tradutor profissional assegura um serviço de qualidade em todos os aspetos. Não é só no rigor do conteúdo da mensagem. É também no cumprimento de prazos. Se você pede a um amador, até pode esperar que ele cumpra o prazo, mas é bem possível que isso não aconteça. Principalmente quando estamos a falar de alguém cuja principal ocupação não é ficar a traduzir textos, hora após hora, como um profissional.

Além disso, o tradutor profissional atua numa base de confidencialidade. Quem procura alguma discrição no trabalho precisa apostar em alguém que trabalha por objetivos, sendo um deles não criar qualquer tipo de problema ao cliente.

A experiência e a competência têm um preço

Não tem como fugir: quem procura experiência, conhecimento e competência, deve estar pronto a pagar o respetivo valor. Procure um tradutor profissional e assegure resultados à altura do que você espera.



№ 02

Mercedes mostra protótipo AVTR a rolar nas estradas


O Mercedes Vision AVTR é um daqueles protótipos que parece ser demasiado futurista para ser real, mas a Mercedes surpreendeu ao mostrar o carro a ser conduzido numa estrada real.

O AVTR é tão futurista que, um pouco ao estilo do que acontece com o Cybertruck da Tesla, mesmo quando vemos um vídeo real dele, continua a parecer que é algo criado com recurso a efeitos digitais. Este é um carro que nem sequer tem um volante, nem tão pouco um joystick, com o veículo a ser controlado através de um sensor orgânico na consola central, para tentar criar uma sensação de simbiose entre o condutor e o automóvel.

Não há qualquer indicação de que qualquer uma destas tecnologias venha a ser aplicada a automóveis de produção em série num futuro próximo; mas não deixa de ser interessante ver que não se limita a ser um pseudo-protótipo que promete coisas futuristas que não são funcionais, e que aquilo que tem, funciona mesmo.

№ 03

Ganha selfie-stick com anel LED BlitzWolf BW-BS8 Pro

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta vez é um selfie-stick com anel LED BlitzWolf BW-BS8 Pro.

Depois dos selfie sticks e dos aneis LED de iluminação, eis que surgem modelos com combinam ambas as funcionalidades, como é o caso deste selfie-stick Bluetooth com anel LED BlitzWolf BW-BS8 Pro. Ideal para selfies iluminadas, mas também versátil o suficiente para poder ser usado como candeeiro de mesa para auxiliar a leitura, ou simplesmente servir como luz ambiente.


Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

Loading…


Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

№ 04

Powerline pode ser a solução ideial para levar a internet aos paneis solares


Se estão a pensar instalar painéis fotovoltaicos e não têm internet perto do local de instalação, a tecnologia powerline pode ser a solução para resolver esta questão.




Os sistemas fotovoltaicos estão a fazer uma contribuição importante para a revolução energética. O nível de procura e interesse de consumidores e empresas é elevado. Por forma a acompanhar a produção e armazenamento da energia do seu próprio telhado, o inversor e sistema de armazenamento têm de estar ligados à Internet. Com os adaptadores Powerline da devolo, integrar o sistema fotovoltaico na rede doméstica é fácil e rápido.
Tópicos deste press release:
·         A revolução energética descentralizada está a ganhar ímpeto
·         Sem ligação à Internet onde ela é precisa
·         Inversores integrados e outros na sua rede doméstica com adaptadores Powerline devolo
·         O seu parceiro de negócios: informação de contacto devolo
A revolução energética descentralizada está a ganhar ímpeto
Os sistemas fotovoltaicos são um componente essencial em fornecimento de energia regenerativa. Os painéis são instalados em edifícios residenciais e telhados de empresas. Além disso, estão a ser instalados acumuladores em vários novos sistemas. Eles permitem que use a sua própria energia mesmo quando o sol não está a brilhar. Adicionalmente, os sistemas fotovoltaicos são ideais para a operação de bombas de calor ou carregamentos de veículos elétricos. Isto reduz os custos energéticos e protege o ambiente em simultâneo. Um pré-requisito para a revolução da energia privada é uma rede de dispositivos fotovoltaicos com um router na Internet para visualizar o desempenho do sistema e permitir a gestão inteligente da energia no edifício.
Ligação à Internet onde ela é precisa
O inversor é o coração de um sistema fotovoltaico. Ele converte a corrente direta dos módulos fotovoltaicos no telhado em corrente AC e controla o sistema. O problema com a ligação à Internet é que o router está habitualmente instalado longe deste ponto e a presença de cablagem de rede é mais a exceção do que a regra em edifícios residenciais, o que se traduz num desafio para instaladores e proprietários.
Inversores integrados e outros na sua rede doméstica com adaptadores Powerline devolo
Usar adaptadores Powerline da devolo para a comunicação de dados pela rede elétrica da casa é uma solução rápida e fácil para a ligação de sistemas fotovoltaicos à rede doméstica. Estes adaptadores transformam a rede de alimentação numa autoestrada de dados que transporta o sinal da Internet para qualquer tomada elétrica em casa.

Para que isto aconteça, basta ligar um adaptador a uma tomada perto do router e ligá-lo usando um cabo LAN. Adaptadores adicionais podem então ser ligados a qualquer tomada elétrica em casa - por exemplo, próximo do inversor, acumulador ou wallbox. São depois ligados também através de cabo LAN, o que estabelece a ligação à Internet.

Se os dispositivos fotovoltaicos forem compatíveis com Wi-Fi, podem alternativamente ser ligados à Internet utilizando o ponto de acesso Wi-Fi fornecido por um adaptador Powerline do Devolo. A maior vantagem para o instalador e o proprietário é que a ligação dos vários componentes do sistema fotovoltaico à Internet não requer o encaminhamento de cabos LAN através da casa.

Dispositivos adicionais também podem ser ligados sem problemas, mesmo num momento posterior. Não há nada que impeça a expansão do sistema fotovoltaico para um sistema de gestão de energia com um acumulador, bomba de calor ou uma wallbox para veículos elétricos. Mais especificamente, o sinal Wi-Fi não será dificultado por tetos ou paredes.

Mais informações: https://www.devolo.pt
№ 05

Falha deixa clientes sem acesso ao MS Office 365, Outlook e Teams


Um problema na autenticação deixou milhões de utilizadores Microsoft sem acesso a serviços como o Office 365, Office.com, Outlook.com e o Teams.

Mais uma vez fica demonstrado que as vantagens dos serviços na cloud apenas são válidas quando o serviço está a funcionar; e que nem mesmo as clouds das maiores empresas do sector escapam a problemas ocasionais.


O problema pareceu ter impacto a nível global e durou várias horas, com a MS a dizer que foi forçada a reverter os sistemas para uma versão anterior, depois de uma actualização de emergência para corrigir o problema não ter tido o efeito pretendido.

Portanto, se estiveram desesperado a tentar perceber porque o Office.com, Outlook.com, o Teams ou o Office 365 não estavam a funcionar, o problema não era do vosso lado, mas sim do lado da Microsoft.

№ 06

Oppo A33 com 90Hz a €132

O mais recente modelo da Oppo, o A33, vem com ecrã de 90Hz a preço ainda mais reduzido.

Depois do Poco X3 NFC adoptar um ecrã de 120Hz no patamar dos 200 euros, a Oppo tenta reduzir ainda mais o patamar de acesso a smartphones com ecrãs acelerados. O Oppo A33 é um modelo económico, mas que ainda assim inclui um ecrã de 90Hz que, até há bem pouco tempo, só seria encontrado em modelos com preços perto dos 500 euros.

O Oppo A33 tem um ecrã HD LCD de 6.5" a 90Hz, Snapdragon 460, 3GB de RAM, 32GB + microSD até 256GB, câmaras de 13MP + 2MP macro + 2MP depth, câmara frontal de 8MP, bateria de 5000mAh, e com Color OS 7.2 (Android 10). Características em grande parte coincidentes com o do Oppo A53, que no entanto tem câmara frontal de 16MP e vem com 6GB + 128GB.

A principal diferença é o preço, já que este A33 ver ter um preço de apenas 132 euros; servindo como demonstração de que começará a ser cada vez mais raro ter smartphones apenas com ecrã de 60Hz, até mesmo neste segmento dos smartphones dos 100 euros.

№ 07

Óculos de realidade aumentada serão o fim da privacidade?


O Facebook apresentou recentemente os seus novos óculos de realidade virtual e uns óculos com sensores que antecipam a chegada dos óculos de realidade aumentada; mas com isso chega também a preocupação: será isso o fim da privacidade como a conhecemos?

Actualmente, as empresas tecnológicas já sabem imenso sobre cada utilizador, por onde anda, que páginas vê, que amigos têm, que interesses mais aprecia, etc. etc. Mas este desejo de saber mais coisas sobre os utilizadores não tem fim, e tendo em conta os abusos que têm sido feitos com esses dados, não será de surpreender que surjam preocupações válidas com o passo que se segue.

Com a próxima geração de óculos de realidade aumentada, estas empresas terão acesso a muita mais informações sobre cada utilizador, incluindo aquilo para onde está a olhar, e com a capacidade para manipular aquilo que está a ver.

Os óculos que o FB apresentou limitam-se a ser um percursos daquilo que se espera no futuro, integrando toda uma série de sensores mas ainda sem as lentes capazes de projectar informação sobreposta no mundo real. Mas é apenas uma questão de tempo até que a tecnologia o permita fazer; e nessa altura as preocupações com a câmara existente no Google Glass, e que contribuíram para que fosse um fiasco (a par das limitações de hardware, como autonomia reduzia), serão insignificantes.

Sabendo-se tudo o que estas empresa já inferem sobre os utilizadores (que chegam a ser os filmes que vimos tendo em conta a nossa localização e os horários dos cinemas), imagine-se a que ponto as coisas irão chegar quando souberem exactamente para tudo o que olhamos ao longo do dia!

Passaram o tempo na fila de trânsito a olhar mais alguns décimos de segundo para os carros da marca X? Não se admirem por começar a ver publicidade dessa marca apresentada directamente nos vossos olhos; e se detestarem verdadeiramente o clube Y, bastará uma pequena subscrição mensal para que os óculos se encarreguem de cobrir virtualmente todos os emblemas ou alusões ao dito, por conteúdos que considerem mais atractivos.

A Amazon já imagina um futuro onde a Alexa nos possa ouvir a tossir ou fungar, e automaticamente recomendar remédios (nesta época de Covid-19, já nem surpreenderia que também começasse a medir a temperatura das pessoas em casa).

E isto é algo que nos chega como uma ofensiva por todos os campos: os automóveis semi-autónomos já vêm carregados de câmaras; não será difícil antever um futuro onde todo o mundo esteja continuamente ser vigiados pelos milhões de veículos a circular nas estradas, com a agregação de toda essa informação a resultar numa réplica digital que imita tudo o que é feito no mundo real, e que poderá ser usado para monitorizar cidadãos, não só para efeitos das autoridades, mas também para avaliar as suas intenções e reacções a potenciais métodos de influenciação.

Por muitas vantagens que todas estas tecnologias tenham e possam funcionar em benefício de todos nós, é de importância crítica garantir, antes de mais, que todos esses dados não possam ser usados para fins completamente opostos a esse propósito.

№ 08

Automação para abrir o Waze no iPhone ao ligar ao carregador do carro


Com a chegada do iOS 14 passamos a ter automações verdadeiramente mais automáticas, e com isso consegui livrar-me do ritual de abertura do Waze sempre que chego ao carro, fazendo com que isso seja feita de forma automática e bastante mais prática.

É suposto a tecnologia simplificar-nos a vida, mas por vezes acaba por ter o efeito oposto. Era esse o caso com que diariamente me deparava, de chegar ao carro, pousar o iPhone no suporte com carregamento wireless, desbloqueá-lo, e lançar a app do Waze - que é companhia obrigatória sempre que conduzo. Tinha ainda um passo adicional, de ter que parar a reprodução de música no iPhone, já que o adaptador Bluetooth -> Line in que uso é reconhecido como se fosse um headphone, fazendo com que a música se inicie automaticamente (por vezes dá jeito, mas para o meu caso, 99% das vezes prefiro ouvir rádio).

Com a app Shortcuts é possível criar automações, e desde logo pensei que poderia resolver o problema, criando uma que quando detectasse a ligação ao Bluetooth do carro, arrancasse com o Waze. Infelizmente, por motivos de segurança, algumas dessas automações ficam dependentes de um pedido de confirmação "quer correr esta automação?", e é precisamente isso que acontece no caso das automações associadas à detecção de um dispositivo Bluetooth - tornando-se ridículo que tivesse uma automação a perguntar-se se desejava abrir o Waze, para me poupar a abertura manual do Waze. Mas felizmente, tudo ficou resolvido.


Uma vez que uso um suporte com carregador wireless, é possível fazer a activação da automação através da detecção da ligação ao carregador, com a grande vantagem de que, neste caso, podemos dispensar o pedido de autorização para executar a automação - passando a ser automática.

Assim, é fácil fazer com que, quando se detecta a ligação ao carregador, se mande lançar a app do Waze. Mas... havia no entanto um pequeno pormenor a resolver. Se a automação se limitasse a fazer isso, também teria que lidar com o Waze ao ligar o iPhone no carregador de casa. Por isso, foi necessário fazer uma verificação adicional, perguntando se o iPhone estava ligado a uma rede WiFi, e só no caso de não estar é que procedia com o arranque do Waze - se estiver ligado a uma rede WiFi, assumo que estou em casa, e portanto, não faz nada.



O processo é o que se segue:
  1. Abrir app Shortcuts
  2. Ir à secção de Automações
  3. Carregar no símbolo "+" no topo superior direito
  4. Escolher "Create Personal Automation"
  5. Fazer scroll até ao fundo da lista e escolher "Charger", "Is connected", e fazer next.
  6. Tocar no adicionar acção e escolher "scripting"
  7. Fazer scroll até à secção Network e escolher "Get Network Details"
  8. Tocar no "+" para adicionar nova acção
  9. Fazer scroll até à secção Control Flow e escolher "If"
  10. No bloco adicionado escolher as condições "Network Details" e "does not have any value"
  11. Tocar no "+" para adicionar nova acção
  12. Escolher a opção "Open App" na secção Apps
  13. No bloco da app, escolher a app Waze
  14. Se o bloco de abrir o Waze não estiver dentro do ciclo "if", arrastá-lo para o local correcto
  15. Tocar em "Next" no topo superior direito
  16. Tocar em "Done" no topo superior direito
  17. Tocar na automação que acabamos de criar e desactivar a opção "Ask Before Running"
  18. Tocar no "Done" no topo superior direito
E pronto, está feito. No meu caso, nas imagens, podem ver que adicionei um passo adicional para fazer pause na reprodução de música, mas poderão dispensar isso se não tiverem necessidade para tal.

No meu caso, como o Waze conhece a minha rotina, já me sugere automaticamente qual o destino mais provável para onde irei conduzir. Quem preferir, em vez de escolher a opção de simplesmente abrir o Waze, poderá optar por escolher a opção de fazer com que Waze inicie a navegação para casa ou para o trabalho.

Poderiam também adicionar complexidade adicional, tendo em conta a hora do dia, dias da semana, etc. para gerirem a navegação da melhor forma, ou para lançarem outras apps se fosse caso disso. As possibilidades são imensas; e desde que nos permitam poupar os "rituais" frequentes, não deixem de as explorar.

№ 09

Windows e Office em saldo desde €7


Há mais uma campanha de saldos nos Windows e Office que chega na altura certa para o regresso às aulas, com o Office desde 20 euros e o Windows 10 Pro desde 7 euros.

O site GoDeal24.com está a levar a cabo uma campanha de desconto de até 50% nos Office, Windows, e bundles. Esta loja online disponibiliza não só licenças para estes produtos, como também jogos nas plataformas Steam, Origin, Uplay e Epic.

Para esta promoção temos os Windows 10 com desconto de 50% usando-se o código SGO50.

Depois, temos desconto de 62% nos Office 2016 e 2019 usando o código SGO62.

E por último, temos desconto de 55% nos bundles, Office 365 e Office para Mac usando o código SGO55.

Bastará introduzir o código de desconto no campo respectivo quando estiverem no ecrã de validação dos produtos a comprar.


O pagamento pode ser feito com PayPal - que aparece ao se escolher a opção de pagamento cwalletco - para total segurança, e conta com assistência permanente através do endereço de email [email protected].

№ 10

Notícias do dia

Farmville original encerra no final de 2020; Apple Watch 3 com reboots inesperados no watchOS 7; cientistas criam pilha atómica que dura 20 anos; Realme revela primeira TV SLED; a evolução do Flight Simulator da Microsoft ao longo de quase 40 anos; a poucas semanas da chegada do iPhone 12, os iPhone 11 e SE dominam top de vendas nos EUA; e ainda o caso de um Tesla Model 3 com 160 mil km e sem degradação significativa das baterias.

Antes de passarmos às notícias do dia, temos novo passatempo gadget da semana, que desta vez te pode valer uma base de carregamento 4x USB para manteres smartphones e tablets organizados enquanto carregam. Sendo final do mês, é também o momento ideal para aderirem ao nosso Clube AadM+ que te pode valer prendas exclusivas.

Google Meet volta a impor limite de 60 minutos nas contas gratuitas



A Google parece estar indiferente à nova vaga de Covid-19 que continua a aumentar, e mantém-se fiel ao seu agendamento inicial, voltando a aplicar um limite máximo de 60 minutos às video-conferências via Google Meet a partir de 30 Setembro, nas contas gratuitas.

Esse limite tinha sido removido em Abril, por conta das restrições impostas e do recurso ao trabalho a partir de casa, e tendo desde logo sido dito que se trataria de uma medida temporária, até 30 de Setembro. Mesmo perante a nova vaga e potencial incentivo para que se regresse / mantenha o tele-trabalho, acho que este é um daqueles limites com os quais ninguém se sentirá particularmente incomodado.


Dell XPS 13 actualizado com CPUs Tiger Lake 11th gen.



A família Dell XPS 13 é a das mais apreciadas por developers e utilizadores que procuram uma alternativa aos MacBooks, e que agora se prepara para receber os mais recentes CPUs da Intel de 11ª geração (Tiger Lake) e GPU Xe, recebendo a certificação Evo da Intel com autonomia para um mínimo de 9 horas e estando prontos a trabalhar em menos de 1 segundo ao se abrir o ecrã.

Tanto o Dell XPS 13, XPS 13 2-em-1 convertível e XPS 13 Developer Edition (com Ubuntu 20.04 LTS), suportam até 32GB de RAM e têm preço a começar nos $999 (nos EUA). O modelo convertível tem também uma câmara IR com suporte para autenticação Windows Hello.


Xiaomi Mi 10T vs 10T Pro



A Xiaomi está prestes a revelar os novos Mi 10T e Mi 10T Pro, e segundo as últimas indicações a diferença estará na câmara e capacidade, com o Mi 10T Pro a melhorar a câmara de 64MP para 108MP e podendo vir com 256GB em vez de ficar limitado a 128GB. De resto, teremos em comum o ecrã LCD de 6.67" a 144Hz, CPU Snapdragon 865, 8GB de RAM, e demais câmaras de 13MP ultrawide e 5MP macro. A bateria será de 5000mAh com carregamento rápido de 33W, e o sensor de impressões digitais fica posicionado no botão de power.

Agora só falta saber o preço, coisa que ficaremos a conhecer já esta quarta-feira, com os rumores a apontarem para valores a começar nos 550 euros.


Amazon Prime Day 2020 a 13 e 14 de Outubro



Um pouco mais tarde que o habitual devido ao Covid-19, os dias de descontos especiais Prime Day da Amazon decorrerão a 13 e 14 de Outubro, e este ano estreando-se também no Brasil e na Turquia, para além dos demais países onde já decorria (incluindo Espanha, França, Alemanha, Itália, Áustria e Bélgica e Reino Unido - para referir os países europeus que serão mais atractivos para os consumidores portugueses).

Para usufrui destes descontos será necessário ser cliente Amazon Prime, que também dá acesso a outras coisas, como o serviço de streaming Amazon Prime Video (que mesmo irritando-nos com a surpresa ocasional de alguns filmes que só estão disponíveis com dobragem em espanhol, continua a ter muitos e bons conteúdos), e espaço ilimitado para fotos sem compressão. Podem também tirar partido dos 30 dias de adesão inicial gratuita, para aproveitarem os descontos Prime Day.


Curtas do dia


Resumo da madrugada




№ 11

TicWatch Pro 3 promete autonomia para 3 dias


A Mobvoi já revelou o seu mais recente smartwatch Wear OS, o TicWatch Pro 3, com Snapdragon Wear 4100 e prometendo autonomia para 3 dias.


O TicWatch Pro 3 vem com nome a combinar com a sua autonomia, 72 horas / 3 dias em utilização normal. Uma autonomia conseguida em parte devido à utilização do mais recente Snapdragon Wear 4100 da Qualcomm, mas por outro lado também potenciada pelo seu curioso sistema de ecrãs duplos, com um ecrã LCD mais poupado sobreposto sobre um ecrã OLED.


Este é o primeiro smartwatch Wear OS a usar o Snapdragon Wear 4100 processor, que promete um desempenho até 85% superior e que deverá ajudar a dizer adeus a todos os atrasos e hesitações sofridos por muitos outros smartwatches Wear OS (veremos se na prática será conseguido). As dimensões de 47 x 48 x 12.2 mm permitiram a instalação de uma bateria maior, com 577 mAh, e que a Mobvoi diz que permitirá atingir os 3 dias de utilização entre recargas. Mas para quem priveligiar a autonomia, poderá também activar o modo de baixo consumo "Essential Mode", que mantém a contagem de passos, relógio, e recolha de outros dados, mas que se pode prolongar por até 45 dias.



O preço fica-se pelos 299.99 euros, em linha com os anteriores modelos de topo da marca.
№ 12

Os caçadores são fortes, mas também têm sentimentos

Balanço proveitoso da 24ª. edição do QUEER LISBOA, que terminou no passado sábado no Cinema São Jorge, em Lisboa. Além de filmes como "Make Up", "Neubau" ou "Vento Seco", houve mais (bons) motivos para passar pelo festival este ano.

El_Cazador.jpg

"EL CAZADOR", de Marco Berger: O novo filme de um realizador que se tornou presença regular no festival (desde a sua primeira obra, "Plan B", em 2010) dá conta de um olhar de cineasta cada vez mais vincado e seguro, até porque esta já é a oitava longa-metragem do argentino. Coerência temática e formal não lhe falta, com mais um retrato no masculino, desta vez a acompanhar o quotidiano de um adolescente homossexual e de um novo relacionamento amoroso bem menos idílico do que parece à partida.

Depois de ter abordado a sempre delicada questão da pedofilia em "Ausente", conseguindo fugir de um tom sórdido e escabroso, Berger volta a recusar o sensacionalismo nesta combinação de drama e thriller que alia a descoberta da sexualidade a uma análise a relações de poder e manipulação. Sabendo como envolver o espectador, tanto por uma narrativa enigmática como através de uma direcção de actores sem reparos (marca habitual no seu cinema e aqui assente num elenco particularmente jovem), o realizador deixa um relato complexo sobre a perda da inocência e dilemas éticos, desenhando um ciclo vicioso no qual a presa mais recente pode tornar-se no próximo predador.

É talvez um filme mais cerebral do que muitos dos anteriores, embora sem abdicar do humanismo que também os caracterizava - as personagens são figuras verosímeis e contraditórias e não meras peças de tabuleiro de uma tese. E se o voyerismo volta a ser outro dos seus traços, não invalida o respeito pelos protagonistas, alguns menores de idade, numa obra insinuante mas sem cenas de sexo. Em muitas sequências, Berger deixa que sejam os gestos e os olhares a dizer tudo, às vezes com a banda sonora periclitante de Pedro Irusta a sublinhar o suspense. E apesar de uma filmografia já longa, deixa aqui mais uma variação bem-vinda a um universo singular, ainda que talvez saísse reforçada com um final menos abrupto e anti-climático.  

3,5/5

Los_Fuertes.jpg

"LOS FUERTES", de Omar Zúñiga Hidalgo: Adaptação da curta "San Cristóbal", também do realizador chileno, que passou pelo Queer Lisboa em 2015, o filme de abertura da edição de 2020 mantém muitas das suas qualidades mas não tira grande partido da maior duração. Se inicialmente parece boa ideia reencontrar uma dupla com uma química tão forte como a protagonista, dois homens que se conhecem numa pequena localidade chilena e em relação à qual reagem de forma díspar, o resultado nunca chega a gerar uma carga dramática tão expressiva que justifique o salto para um formato longo. Antonio Altamirano e Samuel González são mais uma vez óptimos num drama naturalista, melancólico e terno, Hidalgo oferece alguns paralelos curiosos entre a relação do casal e a história do forte de Valdívia, cidade costeira onde decorre a acção, e a vertente realista nunca é colocada em causa. Só que "San Cristóbal" já dizia muito do que esta mais de hora e meia vai revelando, e de forma mais concisa, até porque o realizador não se mostra especialmente inspirado na gestão do ritmo. As personagens secundárias também não saíram a ganhar no processo, entregues a subenredos que o filme deixa por explorar enquanto repisa a jornada afectiva das principais, que se debatem com a homofobia familiar ou comunitária e aspirações de vida em direcções opostas - por vezes a lembrar as dinâmicas de "O Segredo de Brokeback Mountain" ou "Weekend", mas sem a intensidade do primeiro nem a fluidez do segundo. Uma das semi-desilusões deste ano, mesmo que não seja caso para deixar de acreditar na visão nem na sensibilidade de Hidalgo.

2,5/5

No_Hard_Feelings.jpg

"NO HARD FEELINGS", de Faraz Shariat: Há uma energia borbulhante (e muitas vezes contagiante) nesta estreia nas longas-metragens de um jovem realizador alemão (tem apenas 26 anos) filho de exilados iranianos. A ascendência de Shariat é, aliás, partilhada pela do protagonista de um drama com contornos parcialmente auto-biográficos, ambientado num bairro suburbano e a alternar entre dias de serviço comunitário num centro de refugiados e noites que conjugam raves e engates no Grindr. Esses contrastes não são os únicos de um filme que acompanha três personagens com as vidas em transição, seja através de confrontos identitários (com um olhar sobre a etnia e a sexualidade) e sobretudo de um abanão emocional mais forte: o risco de deportação de um dos vértices deste triângulo que conjuga ligações fraternais e amorosas.

Arrancando de forma ligeira mas ganhando gravidade à medida que vai avançando, o filme abre portas a uma discussão sobre a diferença e o privilégio sem a sobrepor à natureza das personagens, cuja alquimia é sempre o motor narrativo. Pelo caminho, nunca abdica da irreverência num retrato comunitário visto a partir de dentro, onde se junta história pessoal (os pais do protagonista são interpretados pelos do realizador e há uma sequência com imagens de arquivo VHS da sua infância) e ambição cinematográfica de contornos garridos.

A estética deve alguma coisa à linguagem da publicidade e dos videoclips (Shariat até já dirigiu vários) e sugere que as obras de Xavier Dolan ou Gregg Araki estarão entre as inspirações, lado a lado com uma energia pop que passa pela banda sonora (de artistas persas a Grimes ou Nena) ou pela devoção ao universo de Sailor Moon (responsável por alguns dos momentos mais bem humorados). O realizador também aponta as possibilidades do Instagram entre as referências, embora aqui o estilo não esmague a substância: vale a pena seguir este perfil e aceitar o convite de um filme orgulhosamente idealista, mas longe de utópico.

3,5/5

№ 13

Análise ao TCL 10 5G


O trio de smartphones apresentado pela TCL em Abril ficou completo com o TCL 10 5G, smartphone que chegou recentemente ao nosso país através de uma parceria com um operador nacional. Com o 5G ainda a ser miragem na maior parte do território, o grande atractivo deste TCL 10 5G está no seu processador Snapdragon 765G, que tem sido opção recorrente entre os fabricantes para os equipamentos de gama média alta.


Unboxing



Não há grandes inovações em termos de apresentação, com o TCL 10 5G a seguir a mesma linha dos seus "irmãos" TCL 10L e TCL 10 Pro que recentemente tivemos oportunidade de ter em análise.


A caixa apresenta uma sempre útil lista de especificações numa das laterais, algo que poderá ser uma mais valia para os consumidores menos informados.


Dentro da caixa temos o smartphone em primeiro, mais uma vez com a marca a dar destaque à tecnologia NXTVISION utilizada para melhoria da imagem no ecrã LCD (não confundir com o NXTPAPER que promete reduzir substancialmente os consumos e melhorar a legibilidade no exterior).


Num segundo plano, a documentação de referência, o carregador e um cabo USB-C, com a TCL a dispensar a presença de uns auriculares.


De referir que o TCL 10 5G vem com uma sempre útil capa de silicone, que apesar de retirar o feeling quando se segura o smartphone na mão, acaba por ser um seguro extra para evitar danos quando o equipamento faz um voo picado até ao chão.


O TCL 10 5G



Os leitores mais atentos deverão estar a par das críticas de que foram alvo o TCL 10 Pro e o TCL 10 L, com a marca a pecar na escolha dos processadores. Pois bem, neste TCL 10 5G acaba por apresentar o processador que deveria ter sido utilizado no modelo Pro, potenciando o equipamento para outros níveis: um Snapdragon 765G octa-Core com um núcleo Gold Prime a 2.4GHz, outro Gold a 2.2GHz e 6 núcleos Silver a 1.8GHz, com GPU Adreno 620.

O ecrã LCD de 6,53" apresenta uma resolução FHD+ (1080 x 2340 pixels) numa relação 19.5:9, com 395ppi, 450 nits de brilho, onde o ecrã cobre 91% do corpo do smartphone. Tem 6GB RAM e 128GB armazenamento dos quais 103GB estão disponíveis para o utilizador. A bateria apresenta-se com 4500mAh e cumpre os serviços mínimos em termos de carregamento rápido com uma relação de 9V/2A, compatível com carregadores Quick Charger 3.0. Em termos de conectividade, além do já referido suporte para as redes 5G, suporta ligações Wi-Fi 802.11a/b/g/n/ac 2x2 MIMO, Bluetooth 5.0 e NFC.


A fotografia e vídeo foram mais uma vez alvo de atenção pela marca, com o smartphone a apresentar um quarteto de câmaras traseiras com 64MP + 8MP + 5MP + 2MP e uma câmara 16MP. Mede 163.65x76.56x9.05mm, pesa 210g, tem uma traseira de vidro e corre Android 10.


O design deste TCL 10 5G está em linha com o apresentado pelos seus dois "irmãos", com uma traseira curva e que do lado oposto recebe um ecrã com curvatura 2.5D, sendo este último protegido por uma junta de plástico.



As margens são relativamente reduzidas, sendo a inferior a maior com ~6mm. As laterais e superior, ficam-se por apenas ~2mm.


A simplicidade da frente, acaba apenas por ser perturbada pelo furo no canto superior esquerdo, onde se encontra a câmara frontal. Nota ainda para a coluna para as chamadas de voz, que aparece inserida no anel que protege o ecrã


A traseira em vidro 3D está disponível em duas cores, cinza e azul, com as duas cores a apresentarem efeitos muito bonitos com a incidência da luz. Na zona superior, o quarteto de câmaras, ladeado por dois flash. Um pouco abaixo, um grafismo com referência ao 5G e sob este, o sensor de impressões digitais com formato rectangular e cantos arredondados.



Na lateral superior, uma ficha de 3,5mm para os headphones e um microfone.



Na lateral oposta, duas grelhas para saída de som ladeiam a porta USB-C.



Do lado direito, os botões de power e volume.



À esquerda, a "smart" key e o slot para o adaptador de cartões SIM e SD.


Em utilização



Estamos mais uma vez na presença de um smartphone grande com uma espessura considerável, algo que não passa despercebido quando o seguramos na mão. Os 210g fazem-se sentir, tal como a robustez que o conjunto transmite. Contudo, não se devem esquecer que há muito vidro envolvido na questão, pelo que a capa de silicone deverá ser uma constante.

Os botões estão muito bem posicionados, ficando todos ao alcance dos dedos, algo que contribuir para o conforto de utilização, não obrigando o utilizador a alterar a posição do equipamento. Na maioria das vezes, esta dimensão do corpo não permite uma utilização com apenas uma mão, pelo que terão de recorrer à segunda para navegar no ecrã, algo que acaba por ser cada vez mais comum nos dias que correm.



A interface é a mesma utilizada nos outros modelos da série 10, não havendo lugar a grandes modificações, algo que já tivemos oportunidade de referir e elogiar nas análises anteriormente publicadas. O design é ainda algo antiquado, com um esquema de cores algo deslavado, mas que poderá ser facilmente revisto com a disponibilização de novos temas ou recurso a um launcher diferente.


As actualizações do Android continuam a ser um dos pontos menos positivos desta nova série de smartphones da TCL. Sendo certo que a grande maioria dos utilizadores não vai estar minimamente preocupada com esta questão, não deixa de ser preocupante o facto de um equipamento ainda agora lançado, apresentar um patch de segurança com data de Maio!



O processador Snapdragon 765G é o grande destaque em termos de hardware, com a TCL a apostar naquela que deveria ter sido a opção para o seu actual topo de gama. Este CPU pode não apresentar o poder de processamento dos 865 mas é capaz de disponibilizar um desempenho mais que suficiente para todas as actividades, sendo que no dia a dia não se detectam diferenças no tempo de reposta.



O armazenamento também está em bom nível, com o TCL 10 5G a ter uma prestação em leitura (~800MB/s) bastante interessante para o segmento de mercado em que se insere. O ecrã LCD, com a ajuda da tecnologia NXTVISION, consegue apresentar cores vibrantes, se bem que com uma qualidade de imagem inferior ao que um bom ecrã AMOLED consegue oferecer. Este acaba por ser o calcanhar de Aquiles deste smartphone quando comparado com a oferta disponível no mercado, onde a concorrência consegue associar o mesmo processador a um ecrã AMOLED com taxa de actualização de 90Hz.



O carregamento com uma relação de 9V/2A está longe de entusiasmar, com a marca a anunciar duas horas para uma carga completa da bateria com 4500mAh. Ao longo do período de testes tivemos oportunidade de confirmar este desempenho, com o TCL 10 5G a levar 2 horas e 3 minutos a chegar aos 100%. De salientar que a primeira fase do carregamento é bem mais rápida, com a percentagem de carga a chegar aos 76% em apenas 1 hora e 5 minutos. A partir dos 80%, a relação de carregamento baixa consideravelmente (8,93V/0,93A), levando a que os restantes 20% de carga demorem cerca de mais uma hora a efectuar.

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A autonomia, por seu lado, entusiasma, com o TCL 10 5G a disponibilizar inúmeras horas de utilização, sem lugar a preocupações. Nos resultados nos testes de benchmark, com particular destaque para o PCMark, este smartphone aguenta-se por umas impressionantes 20 horas e 7 minutos.


As câmaras



Não há dúvidas que a TCL elaborou um plano estruturado para o lançamento dos seus três primeiros smartphones em 2020, sendo as câmaras um excelente exemplo disso mesmo, com a marca a jogar com o quarteto de câmaras em diferentes configurações, tendo por base o mesmo grupo de sensores.

O TCL 10 5G apresenta quatro câmaras traseiras com 64MP + 8MP + 5MP + 2MP. Um olhar mais atento, permite constatar que este conjunto de câmaras resulta de uma união entre o trio que vem do TCL 10 Pro (64MP + 5MP + 2MP), com o sensor ultrawide de 8MP a ser o mesmo que é disponibilizado no TCL 10L.



Esta acaba por ser uma gestão de recursos muito interessante, tanto em termos logísticos, como no que ao desenvolvimento de software diz respeito, com a marca a poder centrar as suas atenções no set de câmaras escolhido para equipar os modelos de 2020, optimizando os resultados do conjunto.

TCL 10 5G

Assim sendo, não temos novidades em termos de qualidade de imagem, com o quarteto a portar-se bastante bem na grande maioria das vezes, sobretudo se acompanhado de boa iluminação. O modo Super Night consegue captar bastante mais luz, mas perde um pouco em termos de detalhe, tendo também tendência a distorcer as cores, ao puxar pelo branco. A câmara frontal cumpre, apresentando um bom detalhe de imagem, ficando apenas algo desejar no contorno de pessoas e objectos, com a definição a baixar nestas zonas.


Apreciação final



Aquando da apresentação dos novos modelos da série TCL 10, este TCL 10 5G foi aquele que mais atenções despertou, muito graças ao seu processador. O Snapdragon 765G é uma das mais recentes propostas da Qualcomm, sendo que além do suporte para as redes 5G (questionável nesta altura), apresenta um incremento de desempenho e consumo energético, sobretudo quando comparado com os modelos modelos da série 7XX e sobretudo 6XX, com a parte gráfica a sair altamente beneficiada.

A autonomia é um dos elementos em destaque, com o TCL 10 5G a conseguir gerir muito bem o consumo da bateria, disponibilizando carga para uma utilização totalmente despreocupada. Em sentido contrário, o ecrã, que pedia a presença de um AMOLED no lugar do ecrã LCD. Não que a tecnologia não ajude a tornar a visualização de conteúdos mais agradável, mas basta colocar o TCL 10 5G ao lado do recentemente lançado TCL 10 SE, para se notarem as diferenças em termos de tonalidades das cores.



O desempenho é bastante interessante, com o conjunto a não apresentar limitações. As câmaras disponibilizam uma utilização diversificada, sobretudo em ambientes bem iluminados. Quando a luz é mais escassa, o modo Super Noite será a alternativa a ter em conta, conseguindo apresentar resultados equilibrados para a gama de preços em que este smartphone se insere.

O corpo é algo grande e pesado, o que no entanto parece estar a ser uma tendência transversal a diferentes marcas, pelo que este facto até não será um problema para uma grande franja dos consumidores. Com um preço na casa dos 390€, este TCL 10 5G não vai ter a vida facilitada; isto porque demorou demasiado tempo a chegar ao mercado, dando tempo a que outras marcas apresentassem os seus produtos com o mesmo processador. O recurso a um ecrã LCD (e apenas a 60Hz) enquanto a concorrência adopta ecrãs AMOLED é também um dos motivos pelo qual este TCL se fica por um sustentado "QUENTE".

De salientar que o TCL 10 5G apenas está disponível em Portugal através da Vodafone, com a operadora a disponibilizar o smartphone através do sistema de pontos com o preço a baixar para uns simpáticos 266€, oferta verdadeiramente tentadora.



TCL 10 5G
Quente

Prós
  • Processador Snapdragon 765G
  • Autonomia

Contras
  • Ecrã apenas LCD
  • Actualizações do Android
  • Saliência das câmaras traseiras



TCL 10 5G

Quente (4/5)
№ 14

Farmville encerra no final de 2020


O célebre Farmville, responsável por milhares de milhões de cliques nos ratos, vai encerrar no final do ano, sendo mais uma vítima da morte do Flash.

A Zynga anunciou que o Farmville original, lançado em 2009 no Facebook, irá ser encerrado o final do ano. Uma morte previsível já que também o Adobe Flash será removido dos browsers, e o Facebook deixará de suportar jogos em Flash a partir de 31 de Dezembro de 2020 - uma medida que afectará todos os demais jogos em Flash que ainda permaneciam na plataforma.


Fiel à sua tradição e reputação, as compras in-app irão ser mantidas até 17 de Novembro (até admira não ser até ao dia 30 de Dezembro); sendo que a partir de 31 de Dezembro o próprio jogo deixará de estar acessível.

Não se pense no entanto que isto é o fim dos Farmville. A Zynga recomenda os fãs do jogo a mudarem-se para o Farmville 2: Tropic Escape que continuará a estar disponível, e relembra que em breve irá ser lançado o Farmville 3 nos smartphones. Veremos se ainda terá capacidade de fazer frente aos novos clássicos da era mobile, como o Candy Crush, ou se o tempo da agricultura virtual já passou.
№ 15

Google Maps vai ganhar interface para automóveis


Depois de muitos anos a baralhar os utilizadores com a necessidade de recorrer ao Android Auto, a Google vai simplificar a vida aos condutores adicionando um interface idêntico directamente no Google Maps.

Quem utiliza o Google Maps para navegação estará quase garantidamente a conduzir, no entanto a Google pouco ou nada fez ao longo dos anos para facilitar essa utilização, dedicando esse esforço ao modo Android Auto que, para muitas pessoas, continuará a ser completamente desconhecido. Mas isso estará prestes a mudar, pois a Google está a testar um novo interface para o Google Maps para utilização durante a navegação.

Na prática o novo interface é idêntico ao que era apresentado no Android Auto, apresentando controlos do media player de grandes dimensões na parte inferior do ecrã, e também o acesso rápido aos comandos de voz e a um home screen especial.


Esse home screen consiste no acesso às funções e apps com botões de tamanho generoso, incluindo chamadas telefónicas, mensagens, Spotify, etc. e também apresentando um botão de regresso aos mapas, independentemente do local onde se estiver.

Espero que pelo menos na secção das mensagens este acesso seja acompanhado pela indicação de que será melhor dar uso aos comandos de voz para ler mensagens recebidas e ditar mensagens, já que muito bem sabemos que não se deverá tirar os olhos da estrada enquanto se conduz - e os comandos de voz são particularmente interessantes para este cenário de utilização.

Por agora este novo interface ainda não esta disponível para todos os utilizadores, mas resta esperar que o feedback seja positivo para que possa ser aplicado de forma global.

№ 16

Pastebin 'Burn After Read' e 'Password Protected Pastes' geram polémica


O Pastebin anunciou duas novas funcionalidades, 'Burn After Read' e 'Password Protected Pastes', que podem parecer bastante interessantes mas não estão a ser encaradas dessa forma pela comunidade de segurança digital.

O Pastebin é o serviço mais popular para a partilha de pequenos trechos de texto, funcionando como uma espécie de área de transferência para copy-pastes que se desejam partilhar com o mundo, sendo bastante utilizado por programadores para partilhar pequenos pedaços de código. E agora, como o nome das opções indica, dá também a opção para conteúdos protegidos por uma password, e conteúdos que são eliminados automaticamente após o primeiro acesso.

We’re excited to announce 2 great new features for #Pastebin, we think you’ll enjoy using them! In the interest of #security, the first is: Burn After Read, and the second is: Password Protected Pastes. Head on over to https://t.co/K5LoklQIn8 to check them out 🕵️ pic.twitter.com/rQGs5PsMC9
— Pastebin (@pastebin) September 25, 2020


O problema é que o Pastebin é também frequentemente usado por hackers para guardar código malicioso e informação para controlar redes botnet, e que ficarão mais protegidos com estas opções, dificultando a vida aos investigadores de segurança que estejam a tentar determinar como estão a controlar o seu malware.

Infelizmente, é daquelas coisas em que não se pode querer ter tudo - da mesma forma que não se pode abdicar de ter serviços de encriptação devidamente capazes, só porque depois essa mesma encriptação também dificultará a detecção de actividade maliciosa.
№ 17

How to Implement PHP Large File Upload Storage using Laravel Model Classes

By Manuel Lemos
Usually model classes are used to store and retrieve application objects in database tables.

However, for object variables that can contain data that maybe large, it may be better to use files to store the values of those values in files.

This way, the database table records do not become too large, thus avoiding to slow down the database access.

This package implements a trait to use with model classes based on the Laravel framework to make some of the model class objects be mapped to files.
№ 18

NASA procura soluções para energia na Lua


Com as intenções de se regressar à Lua de forma mais permanente, a NASA procura ideias para resolver o problema da geração de energia na Lua.

Estamos habituados a que a energia solar seja a opção mais óbvia para todas as missões espaciais, mas no caso de uma base permanente na Lua há o pequeno problemas das noites lunares poderem durar duas semanas, invalidando essa opção - pelo menos como forma exclusiva de geração de energia.

Para isso, nada como recorrer às ideias colectivas, com um desafio aberto a todos os interessados para sugerirem potenciais soluções neste Watts on the Moon.

Estão disponíveis até 5 milhões de dólares em prémios, com o desafio a ser realizado em três etapas, com os três primeiros classificados de cada fase a receberem 100 mil dólares cada, e até quatro ideias adicionais que poderão receber 50 mil dólares. Na segunda fase a NASA pedirá a criação de protótipos que comprovem a ideia apresentada, com prémios de até 4.5 milhões de dólares. E na terceira fase, se alguém lá chegar, trabalharão em parceria com a NASA para criar um sistema para ser testado na Lua.

№ 19

Pré-venda de Wearables Huawei chega com oferta de um segundo produto


Werables Huawei em pré-venda com oferta dos Huawei Freebuds 3i ou Huawei Band 4, mediante o produto adquirido.




Os novos Huawei Watch GT 2 Pro e Huawei FreeBuds Pro chegam a Portugal no ínicio de Outubro, mas já se encontram disponíveis para todos os que queiram efetuar a pré-compra. Nesta campanha, que decorre até 6 de Outubro, quem adquirir um Huawei Watch GT 2 Pro recebe uns Huawei Freebuds 3i, e na compra dos Huawei FreeBuds Pro a oferta é uma Huawei Band 4.

Os mais recentes wearables da Huawei garantem a conjugação de produtos premium que vão fazer sucesso entre os amantes de fitness, e não só, e também junto dos utilizadores que procuram uma experiência de áudio envolvente e, ao mesmo tempo, libertadora.  



Huawei Watch GT 2 Pro combina design, performance e monotorização de nível profissional


O Huawei Watch GT 2 Pro, o mais recente modelo da Watch GT 2 Series, apresenta um design robusto, mas premium, tracking avançado de desportos, monitorização profissional de saúde, bateria com autonomia para até duas semanas[1] e carregamento sem fios.

Com um design minimalista, o novo smartwatch da marca, foi desenhado para ajudar os utilizadores a saírem da sua zona de conforto. O novo Watch GT 2 Pro, com mais de 200 opções de mostrador de relógio disponíveis, oferece aos utilizadores múltiplas opções de personalização. Quer sejam desportistas ocasionais ou estejam à procura de ter o máximo rendimento no seu treino, os utilizadores têm à sua disposição mais de 100 modos de treino, incluindo uma ampla variedade de desportos radicais. Além disso, o novo smartwatch da Huawei permite ainda detetar de forma automática seis modos de treino, proporcionando uma experiência integrada e traz novidades com métricas específicas para determinados desportos, como é o caso do golf e do ski.

A pensar também na fase que vivemos atualmente, a Huawei disponibiliza no Huawei Watch GT 2 Pro mais de 10 percursos de corrida virtuais ideais para aqueles que ainda não estão preparados para ir ao ginásio se manterem em forma. O Huawei Watch GT 2 Pro suporta ainda a monitorização de frequência cardíaca 24 horas, notificações de frequência cardíaca anormal, monitorização científica do sono, monitorização de níveis de stress durante todo o dia e monitorização da saturação do oxigénio no sangue (SpO2).



Huawei FreeBuds Pro é a combinação perfeita entre arte e tecnologia


A Huawei desenvolveu os novos Huawei FreeBuds Pro tendo em consideração o estilo e o conforto. Aderindo ao princípio de minimalismo, os mais recentes auriculares suprimem quaisquer recursos de design desnecessários, garantindo que cada elemento seja funcional e elegante. Os Huawei FreeBuds Pro têm disponíveis três tamanhos de protetores de silicone, que aliados a um recurso de deteção de ajuste – disponível na aplicação Huawei AI Life– permite aos utilizadores encontrar o ajuste perfeito.


Os novos FreeBuds Pro da Huawei são os primeiros auscultadores TWS do mundo com cancelamento de ruído dinâmico inteligente, enquanto o ajuste intra-auricular permite uma regulação natural, eliminando distrações. Além disso, os microfones duplos posicionados dentro e fora dos auriculares podem identificar, rapidamente, o ruído envolvente e alternar de forma automática entre três modos de cancelamento de ruído – Ultra Mode, Cozy Mode e General Mode – para eliminar o ruído circundante. Quer o utilizador esteja em casa, a caminhar ou numa estação de comboios movimentada, os Huawei FreeBuds Pro detetam de forma inteligente o ambiente e melhoram a experiência de cancelamento de ruído.


Uma série de outros recursos inteligentes aperfeiçoam ainda mais a experiência do utilizador, tornando os Huawei FreeBuds Pro um produto de utilização premium. O Awareness Mode e o Voice Modeutilizam os dois microfones para ajudar os utilizadores a ouvir o mundo exterior ao atravessar a rua ou durante uma conversa. A conexão dupla entre dois dispositivos diferentes permite aos utilizadores alternar, facilmente, entre dispositivos sem ter que emparelhar e desemparelhar os Freebuds, ou mesmo escolher qual a saída de audio pré-definida. A juntar a tudo isto temos ainda a mais valia de os Huawei Freebuds Pro conseguirem funcionar com os sistemas inteligentes Android, iOS e Windows sem dificuldades.


CAMPANHA DE PRÉ-COMPRAS

HUAWEI WATCH GT 2 PRO

PVP: 319.99€

Até 6 de Outubro, na pré-compra do Huawei Watch GT 2 Pro receba os Huawei FreeBuds 3i.


HUAWEI FREEBUDS PRO

PVP: 199.99€

Até 6 de Outubro, na pré-compra dos novos Huawei FreeBuds Pro receba a Huawei Band 4.



[1] HUAWEI WATCH GT 2 Pro incorpora bateria com autonomia para até duas semanas em cenários típicos de utilização, incluindo permissão de monitorização de frequência cardíaca 24 horas, monitorização científica do sono, treino semanal médio de 90 minutos (com localização ativada), notificações ativadas (50 mensagens de texto e 3 alarmes definidos todos os dias), ecrã ligado 200 vezes por dia, reprodução de música semanal de 30 minutos.



№ 20

Streaming de jogos Xbox prestes a chegar ao iPhone


Não é o serviço xCloud, mas parece que está iminente a possibilidade dos possuidores de Xbox poderem jogar os seus jogos num iPhone ou iPad.

O streaming de jogos nos iPhones tem sido um ponto de conflito entre a Apple e MS, com a Apple a não permitir que seja lançado o xCloud no iOS, fechando as portas a um "Netflix" para jogos (curiosamente, algo que a Amazon quer contornar no seu serviço Luna, disponibilizando-o como web app e dispensando uma app na App Store). No entanto, há uma alternativa para jogar jogos Xbox num iPhone, embora mais limitada.

Tal como aconteceu nos Android, a MS está a preparar a chegada do remote play à app Xbox para iOS.

Neste caso os utilizadores só terão acesso aos jogos que têm instalados na sua Xbox, com o serviço a funcionar meramente como um serviço de acesso remoto, estando o jogo a ser executado na sua Xbox e a ser transmitido para o seu iPhone ou iPad, tanto na rede local doméstica WiFi como quando está fora de casa, via rede móvel ou rede WiFi noutro local.

Desta vez a Apple não terá desculpas para impedir esta funcionalidade, sendo que a mesma está disponível na app da Sony para a PS4 há mais de um ano.

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