PlanetGeek
№ 01

Apple Watch 3 com reboots inesperados no watchOS 7


Não são só as braceletes que estão a causar dores de cabeça aos utilizadores dos Apple Watch, com o Apple Watch Series 3 a ser atormentado por bugs desde a actualização para o watchOS 7.

São muitos os utilizadores que se queixam que os seus Apple Watch 3 começaram a fazer múltiplos reboots inesperados por dia, e a apresentar bastantes atrasos na sua utilização, que começaram desde que fizeram a actualização para o watchOS 7. Uma actualização que já está a ser descrita como sendo a pior de sempre, embora por agora estes bugs pareçam não afectar as gerações mais recentes do Apple Watch.

O problema é também aumentado pelo facto de não ser possível reverter a actualização e regressar ao watchOS anterior, e de o recém-lançado watchOS 7.0.1 não ter resolvido o problema.

Para além dos reboots e atrasos, há também outros bugs, como complicações que deixam de aparecer nos watch faces. Alguns utilizadores dizem que conseguiram resolver o problema fazendo coisas tão variadas quanto definir uma watch face com uma foto escolhida do seu álbum de fotografias, ou de remover o Apple Watch e voltar a fazer o emparelhamento com um iPhone como sendo um novo relógio. Seja como for, espera-se que a Apple descubra o que se passa e corrija a situação quanto antes.

№ 02

Week log O¹

 week report on O²

In a nutshell, did some stuff, then done it again was happy with parts of it, and finaly ended the week on a positive note with a talk on QtCon brazil 2020

Highlights.

New version for light Bg's using extra noise generated from the 2 active colours.

Made some progress in the internal rules for palette generation, as I have said on of my prime objectives is to be able to create extremely simple palettes with no more of 5-7 colours that area able to be translated in to fully working pallets. something I'm planing to start testing in qml next week. 

In that note more work on the  QML components that test the mock-ups and animate the features, notice the progress bar deal with small values  

here you can see a zoomed version of the UI 2x notice the outline on the progress bar that changes the colour, flowing the edge of the progress all the way to the end. 

 

Finally Saturday I had the pleasure to participate in the QtCon brazil were I could use my native Portuguese :) sory guys ;). 

All the talks available here ...https://www.youtube.com/channel/UCpnk1I7ThHtKn4UYkuaO7Qg  I highly recommend ... most of them are in English so .. 

Cheers and see you all next week .)

№ 03

Google Messages vai eliminar códigos enviados via SMS após 24h


Embora o envio de códigos de validação via SMS seja desaconselhado, a Google parece querer evitar que os mesmos permaneçam indefinidamente nos smartphones dos utilizadores, preparando-se para os eliminar automaticamente ao fim de 24 horas.

Existem inúmeras situações em que o envio de códigos via SMS continua a ser comum, quer seja para autenticação 2-factor, ou para validação de operações bancárias. Estes códigos têm normalmente um prazo de validade bastante curto, não havendo qualquer motivo para que sejam mantidos nos smartphones, e é isso que a Google parece querer auxiliar.

Na app Google Messages 6.7 existem diversas referências a uma nova opção que permitirá eliminar automaticamente as mensagens que seja consideradas códigos OTP (One Time Passwords) após 24 horas. No entanto, será algo que os utilizadores poderão optar por não activar, caso desejem continuar com essas mensagens por qualquer motivo.

De notar que já no início do ano tanto a Google como a Apple queriam criar um sistema standard de envio de mensagens OTP via SMS, que facilitasse o processo de reconhecimento e utilização automático dos códigos; mas que até ao momento parece não ter dado grandes frutos. Já a OnePlus, recentemente actualizou a sua app de mensagens para permitir fazer a cópia dos códigos com um só toque, e apresentá-las numa categoria diferente de mensagens SMS.
№ 04

Tesla Model 3 com 160 mil km sem degradação da bateria


O receio com a longevidade das baterias é uma das preocupações mais comuns nos automóveis eléctricos, mas nos Tesla esse receio tem sido infundado, com um Model 3 com 160 mil quilómetros a demonstrá-lo.

Os Model S e Model X já estão no mercado há muitos anos e já mostraram a longevidade das suas baterias; mas no caso do Model 3, mais recente, ainda não são muitos os carros com quilometragem mais avançadas. Há cerca de um ano tínhamos tido boas indicações com um Model 3 com 80 mil quilómetros e sem degradação da bateria; e agora temos um que já conta com 160 mil quilómetros acumulados em dois anos.

A degradação da bateria é de apenas 5%, sendo necessário ter em conta que esta quilometragem será algo que, para a maioria dos condutores, corresponderá a 6 anos de utilização. O custo em electricidade foi de cerca de 2580 euros - o que representa uma poupança considerável face a qualquer veículo a combustão: a uma média de 5l/100km, seriam 10 mil euros em gasóleo, e 11600 euros em gasolina aos preços actuais (€1.26 / €1.45 respectivamente) - valores que subirão proporcionalmente em caso de médias mais "pesadas".



Para além dos pneus, houve alguns problemas que foram resolvidos pela Tesla sob garantia incluindo uma janela que fazia barulho, e o encosto de cabeça do condutor que ficou "gasto". Sendo que também este Model 3 sofreu de um problema que vai atormentando vários modelos de diversos fabricantes: ficar com cheiro a mofo no sistema de ar condicionado (que a Tesla diz já ter minimizado através de uma actualização para melhorar a circulação de ar no circuito).


O processo de troca do filtro de ar do habitáculo / ar condicionado é trabalhoso, mas ao alcance de praticamente qualquer pessoa que prefira poupar uma centena de euros (os filtros podem ser comprados por 30 euros).


... Mas no que diz respeito às baterias, até ao momento não há motivos para ficar preocupado. Resta comprovar se com as novas células de maior dimensão, se manterá esta longevidade.

№ 05

A evolução do Flight Simulator da Microsoft ao longo dos anos


A aproximar-se das quatro décadas de existência, nada como uma nostálgica viagem pelo Flight Simulator da Microsoft para ver o quanto evoluiu ao longo dos anos.

Nascido em 1982 - o que o torna no produto da Microsoft com maior longevidade, antecedendo a chegada do Windows 1.0 em 1985 - o Flight Simulator tem sido um velho conhecido de todos os que sentem aquele fascínio especial por voar e que só o podem fazer usando um simulador de voo.

Lamento informar-vos que sou uma das pessoas que faz parte desse grupo, embora confesse que nos últimos anos o tempo não tem sido muito para me dedicar a essa actividade. Dito isto, relembro-me perfeitamente de ter visto nascer o MS Flight Simulator 1.0 em 1982, embora o primeiro que tenha tido oportunidade de jogar a sério tenha sido o Flight Simulator 3.0 de 1988, e daí em diante tendo acompanhando as novas versões à medida que iam saindo, pelo menos até ao virar do milénio.

Já não passei muito tempo no Flight Simulator X de 2006, que representava um grande avanço na qualidade gráfica face às edições anteriores; e que poderá ter contribuído para que as coisas assim se tivessem mantido durante mais de uma década, só agora dando novo salto evolutivo com o mais recente e impressionante Flight Simulator de 2020.

№ 06

Google estiva a corda nas comissões da Play Store


A Google está a aproveitar o movimento de contestação da taxa de 30% da App Store para relembrar aos developers que também deverão pagar taxa idêntica na Play Store.


Pode parecer loucura que a Google esteja a escolher este momento para relembrar aos developers que deverão usar o sistema de pagamentos da Google para as compras in-app, subscrições e downloads, com a respectiva comissão de 30% cobrada pela Google. Mas na verdade, é uma boa jogada estratégica.

Até agora a Google tem permitido que alguns developers disponibilizem métodos de pagamento directo, deixando que as apps peçam os dados de cartão de crédito e façam o processamento dos pagamentos sem dar qualquer comissão à Google; mas de agora em diante a Google vai clarificar que todos os pagamentos terão que ser feitos através do seu sistema - na prática, o mesmo que a Apple tem feito, e que deu origem a conflito que está em curso.

... Há no entanto uma pequena diferença que a Google está a usar como trunfo. É que no Android, os utilizadores têm acesso a outras app stores - e a Google faz questão de referir que muitos smartphones até vêm com duas lojas de apps logo de origem, a Play Store e a app store do fabricante - e que como tal, quem não concordar com as comissões cobradas pela Google, tem a liberdade de usar outra app store, ou até disponibilizar a sua app directamente, sem passar por qualquer app store.

Não deixam de ter razão, mas poderá ser uma jogada arriscada, se começarmos a ver apps populares a saírem da Play Store e a fazerem contratos de exclusividade com outras stores. Em vez de uma grande loja centralizada para as apps, passaremos a ter uma dúzia de lojas de apps instaladas? Uma coisa é certa, terá que ser o mercado e as regras de concorrência a ditarem o futuro que se quer ter.
№ 07

Roland Zenbeats 2.0 vem com síntese Zen-Core


A Roland actualizou a sua app Zenbeats para a versão 2.0, que agora passa a contar com o ZC1, a versão mobile do seus sistema de síntese Zen-Core.

O sistema Zen-Core foi a solução encontrada pela Roland para unificar todos os seus instrumentos sob um único sistema, englobando os produtos digitais e analógicos; e que visa garantir uma maior uniformidade sonora em toda a sua gama. Desde logo que estava previsto que esse sistema chegasse também aos dispositivos móveis, e é precisamente o que acontece agora com esta actualização do Zenbeats 2.0 com ZC1 - tanto para Android como para iOS.




O Zenbeats está disponível gratuitamente, com funcionalidades mais limitadas; podendo ser desbloqueado para uso total numa única plataforma, para múltiplas plataformas, ou englobado no serviço de subscrição Roland Cloud com mensalidade.

O ZENOLOGY Pro Software Synthesizer também está disponível gratuitamente até 26 de Outubro para todos os que tiverem uma conta Roland (estará incluído nas subscrições Roland Cloud Pro e Ultimate)

№ 08

Painéis solares LG NeON R vs NeON 2


Depois de muitos anos a adiar, decidi avançar finalmente para a instalação de painéis solares, e depois de alguma investigação, a decisão final recaiu sobre dois finalistas: o LG NeON R e o NeON 2.

Painéis solares há muitos, e para todos os preços. No entanto, havendo opções a preço mais reduzido, preferi dar prioridade a uma marca que desse um garantia (de confiança) a longo prazo; e é precisamente isso que faz a LG, garantindo uma eficiência superior a 90% da capacidade original para ambos os painéis ao fim de 25 anos. Tendo em conta as dúvidas sobre se algumas das outras marcas continuarão sequer a existir daqui por 5 ou 10 anos, essa vertente deu logo vantagem à LG.

Os painéis mais populares da LG são os NeON 2, painéis que são considerados de referência no mercado, com eficiência de 20.7% / 20.8% (355 / 360W). No entanto, e quando já estava praticamente seguro de que seria essa a minha opção, eis que me falaram dos NeON R, que são o modelo topo de gama da LG, com 21.7% e 375W.


Uma diferença de 1% na eficiência de conversão parece ridícula, mas neste área dos painéis solares é uma diferença substancial. E para a conseguir a LG teve que reinventar por completo a estrutura das próprias células. Em vez do barramento com tecnologia "Cello" usado no NeON 2, que já representa um enorme avanço face a outros painéis no mercado; no NeON R temos um barramento literalmente microscópico gravado a laser.


Para além da eficiência superior, de importância crítica para quem quiser maximizar a produção por área (por exemplo, assumindo um espaço limitado para a instalação), este painel tem também a vantagem adicional de também sofrer menos redução de eficiência com temperaturas elevadas - o que se torna atractivo para o nosso país.


Seria indispensável escolher o NeON R face a uns NeON 2? Não, longe disso. Ficaria muito feliz e satisfeito com os NeON 2, que já me dariam a tranquilidade necessária para não me preocupar com o assunto durante as próximas décadas. Mas, tal como invariavalmente somos atraídos pelos modelos topo de gama em todas as áreas tecnológicas, que recorrem ao que de melhor existe a cada momento, aqueles NeON R revelam-se demasiado tentadores. :)


P.S. Embora a decisão de avançar com a instalação de painéis solares tenha sido causada pelo apelativo incentivo à instalação; relembro que não há qualquer garantia que se consiga ter acesso a esse incentivo, pelo que deverão assumir desde logo que o investimento terá que ser suportado a 100% pelo próprio bolso.

P.S.2. Outra das opções que me tinha sido apresentada eram os painéis solares bi-faciais, que também são bastante interessantes; mas para o tipo de instalação que pretendo, pousados directamente sobre o telhado, e não tendo cor clara nem reflectiva, não iria tirar partido da sua capacidade de gerar energia com a luz reflectida. Para quem os puder instalar em orientação mais vantajosa, são mais uma das opções a considerar.

№ 09

Google celebra 22º aniversário

O tempo passa para todos, e nem a Google escapa. Desta vez, celebra o seu 22º aniversário sem se esquecer das circunstâncias actuais, com um Doodle comemorativo a festejar em video-conferência com os amigos.


Hoje em dia a Google toda a sua enorme variedade de serviços está tão enraizada na sociedade que até nos custa a acreditar como seria possível viver sem ela, mas é mesmo verdade, e há 22 anos atrás ninguém perceberia o que seria "googlar" alguma coisa, acreditaria em ter gigabytes de espaço para o email, poder ver vídeos em 4K (ou até 8K) num site chamado YouTube, ou que a grande maioria dos smartphones utilizaria um sistema chamado Android.

No entanto, também sabemos que nada dura para sempre, e no caso da Google têm sido cada vez mais frequentes as opções que começam a desgastar a sua relação com os utilizadores. Desde a remoção do "don't be evil" do seu lema, em 2018, que as coisas se têm complicado. Hoje em dia são cada vez mais as pessoas a acharem completamente abusivo que um salto ao YouTube as possa obrigar a ver dois vídeos publicitários seguidos antes de poderem ver o vídeo que queriam ver; e que dizer da insistente pergunta sobre se queremos aderir ao YouTube Premium de todas as vezes que se abre a app, sem que nos seja dada qualquer opção para que "não me voltes a perguntar isto"?

A par disso temos também as exigências semelhantes à Apple na Play Store, e a preocupação crescente com o tratamento dado a todos os dados que recolhem a uma escala global sobre todos os utilizadores - e isto para não referir outras pequenas coisas que escapam à maioria das pessoas mas que são profundamente frustrantes para quem depositou a sua confiança nos serviços da Google, como é o caso do que tem estado a acontecer com a plataforma Blogger (onde o AadM está alojado).

É uma evolução que começa a levantar sérias preocupações, e que vai fazendo com que cada vez mais pessoas comecem a pensar em algo que provavelmente não esperariam começar a pensar: de que talvez já não falte assim tanto tempo para que se sintam obrigadas a procurar serviços alternativos aos da Google.
№ 10

Tesla Model Y ganha opção para aceleração mais rápida


Os fãs dos Model Y que quiserem aproximar-se das prestações do modelo Performance mas sem pagarem os 10 mil dólares adicionais, poderão optar pela opção Acceleration Boost de 2 mil dólares para acelerações mais poderosas.

Tal como acontece com o Model 3, também o Model Y Dual Motor "normal" tem capacidades de aceleração bastante mais poderosas do que as que disponibiliza aos condutores. Capacidades que podiam ser desbloqueadas por alguns alguns hackers, e que a Tesla eventualmente passou a disponibilizar de forma oficial através de uma opção paga.


No caso do Model Y, o Acceleration Boost custa 2 mil dólares, e reduz o tempo da aceleração dos 0 aos 100 km/h dos 4.8s para os 4.3s. Um valor que ainda fica distante dos 3.5s anunciados para o Model Y Performance, mas que a Tesla considera que será adequada por custar apenas 2 mil dólares em vez de 10 mil dólares (no entanto, incluindo rodas diferentes, suspensão rebaixada, e travões com melhor desempenho).

Infelizmente, no sector automóvel já é costume este tipo de práticas; sendo que também nos carros a combustão não faltam condutores que recorrem a reprogramações dos sistemas de controlo de motor para terem maior potência / binário.


Em Portugal esta opção poderá ser menos atractiva, já que o Model Y LR AWD custa 65 mil euros, e a versão Performance custa 71 mil euros. No entanto, continuamos ainda sem datas concretas para o Model Y no nosso país, continuando a ser indicado apenas que se espera que a produção na Europa arranque no início de 2021. (E continuo a não perceber como é que um carro de 65 mil euros não traz chapeleira para esconder o que se colocar na mala!)
№ 11

Polestar vai passar o Precept para produção


Depois do Polestar 1 e Polestar 2, a marca eléctrica da Volvo vai apostar num terceiro modelo ainda mais apaixonante, baseado no protótipo Precept.

O Polestar 1 e Polestar 2 ainda não estão oficialmente disponíveis em Portugal mas já estão a ser comercializados na Alemanha, sendo apenas uma questão de tempo até que o volume de produção permita a expansão das vendas. Com um design manifestamente inspirado nos Volvo, não deverão ter falta de interessados, mas quem não engraçar com essa estética terá em breve uma versão alternativa que poderá resultar melhor.



A Polestar já confirmou que irá passar o seu protótipo Precept para produção, sendo um automóvel que conta com um design mais diferenciado e afastado dos modelos Volvo convencionais.



Infelizmente, não foi avançada qualquer data para que este novo modelo fique disponível, pelo que será de imaginar que ainda esteja a um par de anos de distância; nem tão pouco se sabendo quais das características do protótipo serão mantidas na versão final a comercializar: nomeadamente, o seu design sem pilar central e portas com abertura total.

Também faltará saber o preço. O Polestar 1 custa 155 mil euros; o Polestar 2 começa nos 59 mil euros.


№ 12

Como como proteger o WhatsApp contra acessos indesejados


Como a segurança nunca ocupa lugar, fiquem com algumas dicas para proteger a vossa conta WhatsApp contra acessos indesejados.



Dada a situação atual, as apps de mensagem instantânea são mais populares do que nunca. Entre elas, o WhatsApp é das mais usadas, mas embora a aplicação encripte as mensagens, continua a ser possível obter controlo da conta de uma pessoa sabendo o seu número de telemóvel. A ESET, empresa líder em produtos de cibersegurança, descreve como isto pode ser feito e como um utilizador se pode proteger contra o ataque.

Quando compra um novo telemóvel e reinstala todas as suas aplicações, de raiz ou a partir de um backup, o WhatsApp pede um código que é enviado para o número do telemóvel. Este código valida o dispositivo e permite o acesso à aplicação.

Neste cenário, um cibercriminoso pode instalar o WhatsApp no seu próprio smartphone e colocar o número da pessoa que pretende atacar, faltando-lhe o código de validação acima referido, enviado através de SMS para concluir a operação.

Se o atacante estiver perto do telemóvel da vítima pode conseguir ver o código de validação que é apresentado (mesmo que o ecrã esteja bloqueado). Se conseguir ler o código, pode prosseguir com o processo de configuração da conta da vítima no seu telefone e ter acesso aos contactos e conversas.

Seja num local de trabalho, numa escola ou em outro ambiente, é preciso estar consciente que podemos ser vítimas de um ataque por parte de uma pessoa que partilha o mesmo espaço que nós.
Então como se pode proteger contra este tipo de ataque? Felizmente, existem algumas medidas fáceis de implementar que contornam esta vulnerabilidade.

Primeiro, deve desativar a pré-visualização de mensagens SMS no seu smartphone. Isto pode parecer óbvio, mas muitas pessoas apreciam a conveniência de poder ler mensagens mais rapidamente.
Assim, a segunda recomendação é nunca deixar o seu smartphone desacompanhado. Desta forma, torna-se muito mais difícil para um atacante obter códigos expostos no ecrã bloqueado discretamente.

Existe ainda uma maneira de proteger totalmente a sua conta WhatsApp contra este e outros ataques semelhantes: a app tem o seu próprio sistema de autenticação de dois fatores desde há alguns anos. Esta opção baseia-se num PIN de seis dígitos escolhido pelo utilizador, e não no envio de um código por SMS, portanto é imune ao ataque descrito acima.

Este artigo (em inglês) contém instruções sobre como ativar a autenticação de dois fatores no WhatsApp, bem como mais contexto sobre os tópicos abordados.

Mais informaçõeshttps://www.eset.com/pt
№ 13

iPhone 11 e SE dominam top de vendas nos EUA


A semanas da chegada dos iPhone 12, os iPhone anteriores continuam a ser os smartphones mais vendidos nos EUA.

Mesmo com o evento de apresentação dos iPhones da Apple a ter sido adiado (é esperado que venha a acontecer durante o mês de Outubro), seria de imaginar que, nesta altura, quem estivesse a considerar comprar um iPhone aguardaria mais um pouco para apanhar um iPhone 12. No entanto, parece que há muitas pessoas que não se incomodam por comprar um iPhone 11 nesta altura.

Segundo estatísticas da Counterpoint para a primeira semana de Setembro nos EUA, os iPhones continuaram no topo das tabelas de vendas, e de forma significativa.


Não só temos iPhones nas primeiras três posições, com o iPhone 11, 11 Pro Max, e SE 2020, como voltamos a encontrá-lo na 5ª e 6ª posições, com o iPhone XR e o iPhone 11 Pro - com o Galaxy Note 20 Ultra 5G a intrometer-se na 4ª posição.

Imagino que parte deste fenómeno se deva a situações em que clientes tenham comprado iPhones pelos operadores e que, tendo chegado ao fim do período, sejam obrigados a trocar de modelo neste momento sem possibilidade de adiarem a aquisição; mas não deixará de ser estranho que isso seja suficiente para colocar cinco iPhones nas primeiras seis posições do top de vendas.

Estão a imaginar o que será comprar um iPhone 11 na véspera de estar a sair um iPhone 12, com melhores características a um preço idêntico?

№ 14

Dormir é morrer

Ghostpoet_2020.jpg

Ao quinto álbum, GHOSTPOET continua tão sorumbático e inquieto como nos anteriores. "I GROW TIRED BUT DARE NOT FALL ASLEEP" traz mais um conjunto de retratos pintados a negro com reflexões existenciais alimentadas por estilhaços blues, rock, pós-punk e trip-hop (ou não fossem os Massive Attack uma das referências do britânico) e a faixa-título é das mais ásperas, embora acabe por optar pela resiliência e fintar ao derrotismo ao encarar o cansaço físico e emocional.

Algures entre a faceta mais eléctrica de Tricky e os Jesus & Mary Chain dos dias (e sobretudo noites) de "Cracking Up", a canção também está entre as melhores portas de entrada para o disco e talvez por isso tenha sido escolhida para novo single.

Mergulho na alma de um homem à beira de um ataque de nervos, o tema inspirou-se na mudança de Obaro Ejimiwe, o mentor do projeto, para Berlim, e a despedida do velho rumo ao novo tem eco num videoclip de aura nocturna (tal como a música que pecorre o alinhamento do álbum) e a abordar a morte de frente:

№ 15

Como converter gamepad Xbox num joystick para simuladores de voo


Para todos os fãs dos simuladores de voo, hoje trago-vos um projecto que mostra como é simples converter um gamepad Xbox num joystick com acelerador analógico ideal para todos os jogos com aviões.

Crido por Akaki Kuumeri, este adaptador de gamepad Xbox para joystick "Hotas"consiste numa série de peças relativamente simples, impressas em 3D, que convertem o controlador num joystick surpreendentemente eficaz.

O funcionamento do joystick e acelerador é surpreendentemente fluido, e nem sequer está esquecido um sistema que permite aplicar um elástico para quem desejar mais um joystick que ofereça maior resistência.

Sem dúvida um projecto a ter em conta por todos os que queiram jogar jogos de aviões na sua Xbox (ou PC através do gamepad Xbox), especialmente devido ao facto do lançamento do Flight Simulator ter esgotado praticamente o stock de joysticks no mercado.

№ 16

App Science Journal passa para a Arduino


A app Science Journal da Google que transforma os smartphones em sensores está em processo de transição para a Arduino, e será necessário mudar para uma nova app.

Com esta app é possível usar a panóplia de sensores existentes nos smartphones para realizar todo o tipo de experiências, incluindo a utilização de sensores externos, tendo até já havido parcerias entre a Google e Arduino no sentido de potenciar essa ligação. Uma ligação que fica reforçada com o anúncio de que este projecto da Google será transferido para a Arduino, que dará continuidade com a sua app Arduino Science Journal (também para iOS).


A app Science Journal da Google continuará disponível na Play Store até 11 de Dezembro, sendo que a partir dessa data também deixará de funcionar a sincronização de dados recolhidos. No entanto, será possível exportar os projectos da app da Google para a nova app da Arduino; estando também prometido para breve mais melhorias na app, incluindo a sincronização com o Google Drive, que está em falta.

Com a app a estar agora sob a direcção da Arduino, podemos esperar uma integração cada vez mais forte da app com diversos módulos Arduino; podendo tornar-se num excelente ponto de partida para a entrada no mundo da electrónica e dos micro-controladores.
№ 17

Este deve ser o novo Pixel 5


O Pixel 5 será apresentado oficialmente a 30 de Setembro, mas já são conhecidas todas as suas características, e também o seu preço.


Já se sabia que o Pixel 5 não iria ser um verdadeiro topo de gama, e isso acaba de ser confirmado por dados de lojas que se apressaram a publicar as características deste novo modelo.

O Pixel 5 vai recorrer a um ecrã FHD+ de 6" (2340x1080) de 90Hz com HDR e Gorilla Glass 6, Snapdragon 765G, 8GB de RAM, 128GB, câmara frontal de 8MP, câmara traseira dupla de 12.2MP f/1.7 + 16MP ultrawide f/2.2, bateria de 4080mAh com carregador de 18W, carregamento wireless e wireless inverso, três microfones, NFC, BT 5.0, 5G, e dual SIM (SIM + eSIM). Tem uma espessura de 8mm e peso de 151g.

Uma das coisas que será um pouco anacrónica será o recurso a um sensor de impressões digitais tradicional na traseira - melhor seria que a Google tivesse optado pelo sensor no botão de power, que facilitaria a utilização com ele pousado.

O preço será de 629 euros; o que nos faz desejar que a Google pudesse fazer uma parceria com a Poco, para que nos trouxesse um Poco X3 NFC em versão Android Go - e não seria preciso mais nada.
№ 18

Como criar efeitos visuais no Unreal Engine


O Unreal Engine tem sido usado para muito mais que jogos, e agora podemos ver como pode ser usado para criar impressionantes efeitos visuais que nada ficam atrás dos que vemos nas grandes produções de Hollywood.

Em Julho a Epic lançou um vídeo "Unreal for All Creators" que demonstrava as capacidades e versatilidade do Unreal Engine numa variedade de situações.



Agora, lançou outro vídeo onde mostra como se podem fazer esses mesmos efeitos, disponibilizando um projecto de demonstração gratuito (mais simples, obviamente), que se poderá tornar num excelente ponto de partida para quem quiser explorar esta vertente do Unreal Engine.

№ 19

Amazon lança Echo esférico, câmara Ring voadora e mais


A Amazon apresentou a sua linha de novidades para este final de ano, e que incluem um novo Echo esférico, novo Echo Show, câmaras Ring voadoras para a casa, câmaras Ring para o carro, Fire TV, routers Eero com ZigBee, sensor para caixas de correio, e um serviço de streaming de jogos chamado Luna.

Temos uma overdose de novidades da Amazon, e não será coincidência que tenham sido apresentadas de forma a anteceder a chegada da Black Friday e do Amazon Prime Day que também deverá estar para breve.

Echo esférico e Echo Show 10


Nos Echo a Amazon optou por mudar o formato e agora apresenta-nos um Echo esférico, com uma faixa luminosa LED na base, som melhorado (ajustando o som em função do local onde for colocado), e que integra um hub para comunicações ZigBee, Bluetooth Low Energy, e Amazon Sidewalk, com preço de $99.

Também teremos um novo Echo Dot a seguir este novo estilo esférico, e uma Echo Dot Kids Edition, com decoração de um panda e um tigre, com preços de $50 e $60.


Para quem preferir os ecrãs, a Amazon apresenta o Echo Show 10m com ecrã de 10" motorizado que se pode manter sempre apontado para o utilizador enquanto se move, e com a promessa de funcionamento totalmente silencioso para não incomode os utilizadores. Será uma vantagem apreciada por quem gostar de fazer videochamadas enquanto passeia pela sala ou cozinha, e também serve como câmara de vigilância que pode vigiar toda a divisão. Este Echo Show 10 vai custar $250.


Fire TV Stick e Fire TV Stick Lite


A Amazon renovou o Fire TV Stick, que vem com novo processador que promete ser 50% mais poderoso e 50% mais poupado, suportando WiFi dual-band, vídeo FHD 1080p a 60fps com HDR, e som Dolby Atmos, com um preço de $40. E quem achar que isso é demasiado caro, terá também a opção de escolher o Fire TV Stick Lite de $30.


Eero 6 e 6 Pro



Nos routers, a Amazon apresentou os Eero 6 e Eero 6 Pro, destinados a casas com ligações à internet de até 500Mbps e 1Gbps respectivamente. Como seria de esperar, suportam expansão mesh, e voltam a relembrar a aposta da Amazon nas casas inteligentes, integrando também hubs ZigBee. Vão ter preços de $129 e $229.


Sensor para caixas de correio


Algo inesperado, a Amazon apresentou um sensor Ring concebido para ser colocado nas caixas de correio e alertar os utilizadores quando a caixa é aberta. O sistema está pensado para as caixas de correio norte-americanas, mas pode ser que dê para adaptar às caixas europeias (falta saber que tipo de activação terá, por movimento, lumonosidade, etc.). Vai custar $30.


Ring chega aos carros


A família Ring expande-se para os automóveis, com um módulo e câmara que permitirá detectar movimento e situações anormais e notificar os utilizadores, e também um serviço Ring Car Connect que permitirá interligar com as câmaras do automóvel (por agora começando com os Tesla) e dando acesso às gravações de segurança e detecção de acidentes. Ambos irão custar $200 (cada).

O sistema também irá permitir comandos de voz para dizer que se está a ser parado pela polícia, para que a câmara comece a gravar o que se passa.


Câmara Ring voadora para casa


Parecendo ter saído de um filme de ficção científica, a Ring tem também a Always Home Cam, uma câmara voadora que pode ser usada para vigiar toda a casa, resolvendo o problema de se querer ver o que se passa em determinado local onde não se tenha uma câmara instalada. Pode seguir rotas pré-definidas, e ser activada automaticamente em caso de detecção de alarme. Vai custar $250.

Um detalhe curioso, é que a câmara do drone fica fisicamente tapada quando está na base; o que uns podem achar como sendo uma garantia da privacidade, mas simultaneamente também impede que o drone possa ser usado como câmara de vigilância enquanto está pousado.


Streaming de jogos Luna


E por fim, e relembrando que a Amazon não se esqueceu do seu interesse nos jogos (nem tão pouco deixar que a Microsoft tenha caminho livre com o xCloud), temos o serviço de streaming de jogos Luna.

O serviço funcionará em Macs, PCs, Fire TV, smartphones e tablets, e até iPhones e iPads, já que a Amazon vai disponibilizar o serviço através de uma web app, dispensando a necessidade de uma app na App Store.



O serviço terá uma mensalidade de $5.99 (veremos se irá ser incluído no serviço Amazon Prime), e gamepad custará $50, fazendo a ligação directa aos servidores da Amazon - ao estilo do Google Stadia - para reduzir na latência de resposta aos comandos.
№ 20

Realme revela primeira TV SLED


Como se não bastassem os televisores QLED que tanta confusão geram com os OLEDs, em breve teremos também os televisores SLED, com nova tecnologia de backlight nos LCDs.

Pondo de parte os OLED, que são uma tecnologia completamente diferente, tanto os QLED como este novo televisor 4K de 55" SLED da Realme recorrem aos habituais painéis LCD que tão bem conhecemos. A diferença está na forma como é gerada a luz que é necessária para o seu funcionamento (o backlight).


Nos LCDs antigos o backlight era feito por luzes CCFL, posteriormente trocadas por LEDs. Na incessante busca por uma maior gama de cores, alguns fabricantes passaram a usar quantum dots, tal como são usados pelos QLED, para converter iluminação azul numa luz branca que permite maior gama de cores; mas este SLED da Realme mantém o uso de LEDs vermelhos, verdes e azuis, que diz resultaram numa luz branca superior, permitindo atingir 108% da gama NTSC, face aos 70% obtidos pelos LCDs LED convencionais, e ainda por cima manter as emissões reduzidas no espectro azul - devidamente validadas pela TÜV Rheinland.

Vai ser interessante ver se estes SLED serão superiores aos QLED da Samsung, e se poderão fazer face aos OLEDs, especialmente se a Realme lançar uma versão com local dimming. Teremos que esperar para ver... mas toda a tecnologia que permita melhorar os LCDs será sempre bem vinda.

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