PlanetGeek
№ 01

Huawei celebra acordo com Porto Editora a pensar no regresso às aulas



Ainda com o fantasma da pandemia em pano de fundo, o regresso às aulas está prestes a acontecer. Os moldes em que será feito, estão ainda  longe de estar fechados, mas uma coisa é certa, os manuais e equipamentos de apoio deverão, desejavelmente,  estar disponíveis a tempo e horas. A pensar nesta necessidade, a Huawei celebrou um acordo com a Porto Editora, passando a disponibilizar ao consumidor terá acesso gratuito a 1 ano de subscrição da Escola Virtual, na compra de um portátil ou tablet da Huawei.


A Huawei Portugal e a Porto Editora anunciam hoje, 24 de Agosto, uma parceria que tem como principal objetivo auxiliar os alunos do Ensino Básico e Secundário a enfrentarem os desafios do próximo ano letivo 2020/2021, com uma oferta educativa adaptada a cada estudante, desde o 1º ao 12º ano.

No âmbito desta parceria, a Huawei e a Porto Editora vão disponibilizar uma solução educativa integrada, que alia manuais e conteúdos digitais para o Ensino Básico e Secundário – através da plataforma de e-learning Escola Virtual – a hardware adaptado ao contexto educativo com uma extensa oferta de Matebooks e MatePads Huawei.

A oferta de valor da Huawei e da Porto Editora para todos os estudantes portugueses significa que, na compra de um portátil ou tablet da Huawei, certificados pela Porto Editora, o consumidor terá acesso gratuito a 1 ano de subscrição da Escola Virtual, plataforma de ensino digital da Porto Editora. Com esta solução, os alunos dispõem de ferramentas de aprendizagem em formato digital, bem como de conteúdos multimédia interativos, que, em conjunto com os dispositivos da Huawei, vão contribuir para o aumento dos índices de motivação dos jovens portugueses, promovendo assim o seu sucesso educativo.


Shen Yun, Country Manager da Huawei CBG em Portugal, afirma que, “a Huawei apresenta diferentes dispositivos para atender às necessidades de cada aluno. Para os alunos do 1º e 2º ciclos, acreditamos que os tablets Huawei MatePad T8 e MatePad 10.4 são os equipamentos ideais, que conseguem cobrir todas as necessidades. No caso do MatePad 10.4 adicionamos a  oferta da caneta Huawei, que vai ajudar estes pequenos alunos a desenvolverem as suas capacidades de motricidade fina. Para os alunos da segunda metade do 2º ciclo e 3º ciclo, onde os trabalhos e projetos são já mais exigentes, além dos tablets que continuam a ser excelentes ferramentas, a Huawei conta com os MateBooks, portáteis leves, com ecrã FullView e uma bateria de grande autonomia.

Este é, sem dúvida, um projeto que abre novas possibilidades na aprendizagem e traz benefícios tanto para os estudantes como para os pais. Queremos que a Huawei se posicione não só como um parceiro tecnológico, mas também como parceiro na área da educação, criando uma oferta de valor que vai ajudar os portugueses num ano escolar com bastantes desafios”. 

Aliando a experiência de mais de 15 anos aos modelos pedagógicos mais inovadores e às mais recentes descobertas da neurociência, a Escola Virtual  promove hábitos de estudo totalmente adequados ao aluno do séc. XXI. Passo a passo, são apresentados vídeos, exercícios e outros recursos interativos que explicam a matéria de forma simples e visual, tornando os conceitos mais claros e fáceis de compreender.

A avaliação das aprendizagens é feita através de testes autocorretivos, que permitem ao aluno identificar as suas dúvidas e esclarecê-las. É como se, para cada tópico, o aluno pudesse contar com o apoio de um explicador experiente.

Em casa e na sala de aula, a Escola Virtual é a solução educativa digital mais utilizada pelos professores e alunos portugueses, do 1.º ao 12.º ano de escolaridade.

Atualmente, a Escola Virtual conta com 240 mil alunos, no entanto, durante o Estado de Emergência, chegou a contar com mais de um milhão de utilizadores, uma vez que esteve disponível de forma gratuita durante esse período, no que constitui uma iniciativa de responsabilidade social de inegável mérito.


Vasco Teixeira, Administrador do Grupo Porto Editora, considera que “a Escola Virtual se afirmou, em definitivo, como a principal plataforma de ensino à distância para a Educação no nosso país. Toda a comunidade – professores, alunos, pais e encarregados de educação – reconhecem a qualidade dos nossos conteúdos educativos digitais e, ao mesmo tempo, o nível de inovação e desenvolvimento tecnológico que a Escola Virtual apresenta, o que permite que seja utilizada em diferentes contextos e responda, com excelentes resultados, a diversas necessidades.

Vivemos um momento sem paralelo na história recente, em que se exige visão, sentido de compromisso e responsabilidade perante os desafios que emergem na Educação e que influenciarão o percurso educativo das novas gerações. É hoje que temos de investir no futuro dos nossos alunos, ajudá-los na sua formação, no desenvolvimento das suas competências, para que se afirmem como cidadãos de pleno direito numa sociedade que se quer cada vez mais virada para o conhecimento. É este o pensamento do Grupo Porto Editora desde sempre e que justifica o investimento continuado, desde há várias décadas, na disponibilização das melhores soluções educativas. A Escola Virtual é, sem dúvida, o exemplo maior desse trabalho.”


CAMPANHA DE REGRESSO ÀS AULAS HUAWEI COM OFERTA DA ESCOLA VIRTUAL

A campanha válida entre 20 de agosto e 31 de Setembro, prevê que na compra de um Huawei MatePad ou Matebook, a Huawei oferece a subscrição de um ano da Escola Virtual. A oferta da assinatura da Escola Virtual estará disponível por um ano letivo, do 1º ao 12º ano.

Como funciona?


1.       Comprar um Huawei Matebook ou MatePad numa das lojas aderentes (ver lista de produtos incluídos na campanha abaixo):

a.       Na compra de um Huawei Matebook:

                                                               i.      Aceder ao site da Huawei Portugal e efetuar a redenção do código promocional da Escola Virtual, que será enviado ao utilizador por e-mail

b.       Na compra de um Huawei MatePad:

                                                               i.      Aceder à Huawei AppGallery e na área de ofertas fazer o download da aplicação EV Smart Book para ter acesso ao código promocional

2.       Aceder ao site da Escola Virtual, escolher “ativar códigos” e ativar assinatura anual.






Quais os produtos da Huawei incluídos na Campanha?

Huawei MateBook D14 e D15| PVPR entre 599€ e 749€ | https://consumer.huawei.com/pt/laptops/matebook-d-14/


Huawei MateBook 14 | PVPR entre 1,049€ e 1,299€ | https://consumer.huawei.com/pt/laptops/matebook-14-2020/


Huawei MatePad Pro | PVPR 649.9€ | https://consumer.huawei.com/pt/tablets/matepad-pro/


Huawei MatePad 10.4 | PVPR 349,9€ | https://consumer.huawei.com/pt/tablets/matepad/


Huawei MatePad T8 | PVPR 99€ | https://consumer.huawei.com/pt/tablets/matepad-t-8/




№ 02

Vidro Victus do Galaxy Note 20 Ultra vs Gorilla Glass 6 do iPhone 11 Pro


O Galaxy Note 20 Ultra é um dos primeiros smartphones no mercado a usar o mais recente e avançado vidro Victus da Gorilla Glass e, tal como era de prever, não demorou para que fosse posto à prova face às gerações anteriores, como o Gorilla Glass 6 usado no iPhone 11 Pro.

Com o Victus a Corning disse que queria combinar a melhoria da resistência aos riscos com a melhoria da resistência às quedas, e um teste de quedas de um Note 20 Ultra vs um iPhone 11 Pro parece comprovar essas ambições.

Com uma série de quedas, de traseira, de canto e de frente, o Galaxy Note 20 Ultra comportou-se sempre melhor do que o iPhone 11 Pro. Dito isto, embora todas as ajudas sejam bem vindas, à que relembrar que ninguém apreciará ter um smartphone de 1200 euros com parte do vidro estilhaçado ou rachado. E como bem sabemos, por muitas que sejam as promessas, basta uma pequena distracção para que a lei de Murphy nos relembre que, se é de vidro, pode partir!

№ 03

Gionee K3 Pro vem com sensor de impressões digitais no módulo das câmaras


A Gionee é uma marca de smartphones económicos chinesa, mas para o seu K3 Pro optou por incluir o sensor de impressões digitais num local pouco habitual: o módulo das câmaras na traseira.

A Gionee apresentou oficialmente o seu K3 Pro na China, um smartphone com ecrã HD+ de 6.53", CPU Helio P60, 6GB ou 8Gb de RAM, 128GB + microSD, e sistema de câmara tripla na traseira. Mas o factor de destaque é que a marca optou por também instalar o sensor de impressões digitais no módulo das câmaras, ocupando o lugar de uma das "quatro" câmaras.


Não deixa de ser uma forma original de, potencialmente, reduzir custos - embora à custa de muito maiores probabilidades de que se coloque o dedo muito mais frequentemente numa das lentes de uma das câmara reais; e isto para não falar de como será pouco prático chegar com o dedo àquele local num smartphone de 6.53".

Mas o que será mesmo pior para este modelo é que, a semanas da chegada do Android 11, a Gionee vai lançar este K3 Pro com Android 9 de 2018. Definitivamente não é o que se pode considerar aceitável, nem mesmo para uma marca low cost ou para um smartphone que vai custar cerca de 85 euros para a versão de 6GB e 110 euros para a versão de 8GB.
№ 04

Smartphone low-cost Tecno W2 vinha com malware pré-instalado


Comprar um smartphone de baixo custo por poucas dezenas de euros pode revelar-se bastante mais dispendioso, se se tratar de um modelo que vem com malware pré-instalado, como era o caso dos Tecno W2.

A Tecno é uma marca chinesa pouca conhecida na Europa, mas que tem dominado o mercado africano graças aos seus modelos de baixo custo que os tornam bastante mais atractivos que os fabricantes mais conhecidos como a Samsung e Huawei. No entanto, por vezes essa opção pode correr mal. O Tecno W2 era um dos modelos de baixo custo, com preço de apenas 25 euros, mas que infelizmente podia trazer malware pré-instalado.

Neste caso em concreto o modelo vinha com dois malwares - Triada e xHelper - que apresentam publicidade adicional e tentam fazer subscrições que sugam todo o saldo disponível das vítimas; e que neste caso nem sequer se podiam remover via reset completo ao smartphone, já que vinham incluídos de origem.

O fabricante dos Tecno, a Transsion, disse que a culpa tinha sido de um dos seus parceiros e que afectava apenas algumas unidades, sem no entanto avançar com informações detalhadas sobre quantos smartphones terão sido afectados ou de qual o parceiro em questão. Referindo também que uma actualização para remover o Triada foi lançada em Março de 2018 e para o xHelper em final de 2019. Ainda assim, não se compreende como demoraram mais de ano e meio(!) para lançar uma actualização para remover malware dos seus smartphones.

Com tudo isto apenas se torna mais importante que nunca que o mesmo tipo de desconfianças que alguns governos têm em relação à Huawei também se deva aplicar aos utilizadores em relação aos smartphones (e demais dispositivos) que comprem. Será que o nosso smartphone, tablet, câmara, está apenas a fazer aquilo que deveria fazer? Parece-me que será de importância crítica que os nossos routers e outros sistemas comecem a ter capacidades de analisar e relatar, de forma fácil de interpretar pelos utilizadores comuns, tráfego e comunicações suspeitas que possam ocorrer na nossa rede.
№ 05

Windows 95 faz 25 anos


Se dúvidas houvesse de que o tempo passa a voar, que tal referirmos que o célebre Windows 95 foi lançado neste mesmo dia há precisamente 25 anos?

Artigo editado e revisto do que foi publicado por ocasião do 20º aniversário do Windows 95.

São 25 anos que fazem com que, para muitas pessoas, o Windows seja algo que sempre existiu desde que nasceram, e que acaba por ser também um sinal de que, por muito que as coisas mudem, acabam também por ficar na mesma. Tirando alguns aspectos, podemos dizer que as mudanças que tem havido desde então não são assim tão significativas como provavelmente se desejariam.

Quando o Windows 95 chegou, chegou com toda a pompa e circunstância, marcando o momento em que o Windows passava a ser um sistema operativo a sério, em vez de se limitar a ser um interface que corria em cima do MS-DOS como acontecia com os Windows anteriores - embora o MS-DOS ainda tivesse grande influência neste sistema e permanecessem também alguns receios, nomeadamente, como iriam funcionar os jogos que até aí se tinham dedicado a espremer o máximo do MS-DOS (e dos nada nostálgicos limites da memória abaixo dos 640KB, e dos CONFIG.SYS e AUTOEXEC.BAT afinados para jogos ou trabalho.)



Mas com ele chegavam também novidades muito desejadas, com coisas como o "plug-and-play" que prometia simplificar a instalação de novo hardware (alguém ainda se recordará dos tempos em que tinha que andar a atribuir IRQs e canais DMA às placas de som e rezar para que não entrassem em conflito com qualquer outra coisa?), vídeo melhorado, simplificação da ligação à internet - via modem, pois claro - e um multitasking melhorado que permitiria correr todos os programas que se desejassem

No meu caso, e em era pré-internet, foi suficiente para justificar um ajuntamento em casa de um amigo, para acompanhar atentamente a instalação do primeiro Windows 95 num computador. E que faz com que seja possível perguntar a alguém da minha geração "onde estavas tu quando o Windows 95 foi lançado?"



Ainda assim, digam-me lá se ao se olhar para este Windows 95 após todos estes anos (e agora até estando disponível como app), não se tornam ainda bem aparentes as semelhanças com os Windows mais recentes. Ao ponto de no Windows 10 a MS ter sido praticamente forçada a fazer regressar o Start Menu. E há pelo menos uma coisa que o Windows 95 bem poderia ensinar aos Windows mais recentes, os requisitos de hardware!

A MS recomendava um CPU 486, com 4 ou 8MB de memória (sim, MB!), e cerca de 50MB de espaço em disco (sempre abaixo de 100MB mesmo para os casos mais exagerados.) Acham que vale a pena voltar a discutir se se justifica que actualmente estes valores se tenham multiplicado por mil? Se bem que na altura a instalação demorava um "pouquinho" mais que 1m31s.


№ 06

Impressora Creality 3D Ender-3 V2 a €211


As impressoras 3D continuam a aproximar-se do público com preços cada vez mais interessantes, sendo que impressoras como esta Creality Ender 3 V2 já podem ser compradas a preço bastante apetecível na Europa.

Aos poucos, as impressoras 3D têm conquistado cada vez mais utilizadores. Tanto pode ser alguém que queira imprimir brinquedos para os seus filhos (com a vantagem de os poder criar de raiz e personalizar como bem entender); como alguém que queira imprimir peças plásticas de substituição que gasta frequentemente; ou que trabalha em modelação 3D e quer ver as suas criações passarem do mundo virtual para o mundo real.

Esta impressora 3D Creality Ender 3 V2 está disponível por 211 euros usando-se o código HYV2EU, com envio gratuito da Europa.

O conjunto é fornecido em kit para montar (mas nada de demasiado complicado - basta seguir as instruções) e permite imprimir volumes de até 220 x 220 x 250 mm. O controlador integrado conta com um ecrã de dimensões generosas, e inclui funcionalidades bastante práticas como retomar a impressão em caso de ter havido uma falha de energia, evitando desperdiçar o trabalho que tinha sido feito até então. É compatível com filamentos PLA, ABS, e TPU com diâmetro de 1.75mm.

№ 07

Notícias do dia

Facebook diz adeus ao interface clássico; a batalha entre a Epic e Apple prossegue e agora com o apoio da Microsoft; relatos de que os earphones Galaxy Buds aquecem em excesso; AI venceu piloto humano em combate aéreo (e por 5-0); NASA explica as dificuldades de viajar à velocidade da luz; nas promoções temos o serviço PureVPN a €10 por ano; vimos ainda como fazer um sensor de nível para poços; e a Google desiste finalmente de criar pastas para retratos para cada foto individual.

Antes de passarmos às notícias do dia, não deixem de participar no passatempo gadget da semana que vos pode valer uns earphones BlitzWolf BW-ES4.

ZenFone 7 vai manter módulo de câmara "flip" motorizado



A Asus parece ter ficado satisfeita com a recepção do mercado ao seu smartphone com câmara motorizada flip, e prepara-se para repetir a fórmula no novo ZenFone 7. Imagens do próximo topo de gama da Asus mostram um módulo de câmara tripla traseira que mantém a capacidade de poder rodar para o lado da frente.

Segundo as fotos, o ZenFone 7 recorrerá a um Snapdragon 865, com pelo menos 8GB de RAM, ecrã de 6.67" e câmaras de 64MP + 12MP + 8MP. O facto de não se ver um sensor de impressões digitais na traseira (como no Pixel 5) servirá de indicador que a Asus terá trocado o LCD por um ecrã OLED - a não ser que tenha apostado num LCD com sensor integrado, que ainda não deram provas do que valem. Esperemos que tenha também aproveitado a oportunidade e adoptado um de 90Hz ou 120Hz.


Joysticks esgotam com a chegada do novo Flight Simulator



O novo Flight Simulator tem feito milhões de pessoas redescobrirem o prazer de simplesmente voar, proporcionando a mais fiel representação do mundo real até à data, com estado do tempo coincidente com as condições reais, e até os aviões que estão a voar. E o melhor indicador do seu sucesso será talvez o facto de que desde o seu lançamento têm estado esgotados todos os joysticks mais populares.

Por esta altura a Airbus e a Thrustmaster estarão a roer-se todas por não terem acelerado o lançamento do seu conjunto TCA Officer Pack Airbus Edition para coincidir com a chegada do novo Flight Simulator, sendo necessário aguardar mais um mês para que chegue às lojas (e por 160 euros, ficava num patamar interessante para todos os que prevejam passar horas a voar).


Asus ProArt Webinar a 28 de Agosto



Os interessados nos monitores ProArt, destinados aos profissionais que dão valor à representação de cores nos seus ecrãs, vão poder assistir a um webinar gratuito da marca no próximo dia 28 de Agosto às 14h.

Transmitido online para todo o mundo no dia 28 de agosto, o Webinar irá apresentar novos produtos desta gama profissional, oferecer as melhores dicas e truques sobre tecnologia dos monitores, definições para pós-produção HDR e gradação de cores Para além de apresentar em detalhe as características diferenciadoras dos monitores e de outros produtos desta gama, a sessão online servirá para dar aos profissionais criativos várias dicas sobre como podem otimizar a performance destes equipamentos e potenciar a sua imaginação, o lema da ProArt.

O Webinar é gratuito e as inscrições devem ser feitas neste link: https://bit.ly/ProArt-Webinar


Foxconn prepara fábricas no México para produzir iPhones



A China pode querer regular tudo e todos, mas no que diz respeito às suas empresas, são tão sedentas de lucros como qualquer outra empresa de qualquer país capitalista. Precavendo-se contra potenciais escaladas na guerra entre EUA e China, e que já resultaram no bloqueio de empresas como a Huawei, e que poderão resultar em tarifas adicionadas aplicadas às exportações e importações entre ambos os países, a Foxconn e outras empresas vão preparando um plano B: novas fábricas no México.

Tanto a Foxconn como a Pegatron, duas das "fábricas do mundo" responsáveis pela montagem e produção de produtos para centenas de marcas, incluindo os iPhones da Apple, estão a planear expandir operações no México, para poder dar resposta aos clientes norte-americanos caso venha a surgir algum "bloqueio" que invalide a produção normal na China. A medida não será assim tão complicada, já que a Foxconn já tem cinco fábricas no México, mas destinadas à produção de televisores e servidores; pelo que a preparação para lá poder produzir iPhones funcionará apenas como expansão do que já faz.


Curtas do dia


Resumo da madrugada




№ 08

Galaxy Buds não se estão a dar bem com o calor do Verão


A Samsung continua a enfrentar problemas, e depois das câmaras do Galaxy Note 20 Ultra são o earphones Galaxy Buds que parecem ter problemas em funcionar no tempo de Verão quando expostos ao sol, entrando em modo de sobreaquecimento em poucos minutos.


Há múltiplos relatos de utilizadores que se queixam que os seus earphones Galaxy Buds, Buds+ e Buds Live entram em modo de sobreaquecimento quando estão ao sol, bastando poucos minutos para que comecem a apitar continuamente e deixem de funcionar. Os casos têm sido relatados em áreas onde as temperaturas superam os 30ºC, mas ainda assim não deixa de ser estranho que se esteja a assistir a tal comportamento.

Nos smartphones já estamos habituados que, se utilizarmos processamento intensivo, com eles expostos ao sol, em ambientes com temperatura elevada, e adicionarmos mais alguma coisa a "complicar" (como estar a carregá-los simultaneamente), se possa ter que enfrentar a mensagem de temperatura excessiva - algo que será conhecido de quem usa o smartphone para navegação no tablier do automóvel e o tem exposto ao sol enquanto o carrega. No entanto, esta é a primeira vez que se parece estar perante o aquecimento excessivo de earphones.

Sendo algo que está em contacto directo com o corpo, seria de imaginar que se tivesse tomado cuidado especial para garantir que o produto conseguisse funcionar em todo o tipo de ambientes, incluindo o uso em temperaturas ultra-gélidas como temperaturas elevadas no Verão - e onde os 30 e poucos graus nem são assim tão exagerados. Esperemos não ter que chegar ao ponto de até os earphones necessitarem de ter ventoinhas para se manterem dentro das temperaturas aceitáveis. ;P


№ 09

CGD prepara adesão ao Apple Pay?


Parece que a CGD se está a preparar para seguir o exemplo de outros bancos nacionais e permitir a integração com o serviço de pagamentos Apple Pay, permitindo usar um iPhone como substituto do seu cartão para efectuar pagamentos.

Diversos bancos portugueses contam com integração com o Apple Pay, mas até ao momento a CGD era um dos bancos que dizia não ter planos para isso. Uma posição que parece ter reconsiderado, já que num comentário recente que inquiria sobre a adesão da CGD ao Apple Pay, a CGD passou a dizer que está a avaliar essa associação - em contraste com as negas sumárias que eram referidas anteriormente a esta questão.


Conhecendo-se a apetência da banca nacional em igualar todo o tipo de condições, é de imaginar que a CGD não goste de estar ausente do número crescente de bancos com suporte do Apple Pay em Portugal. Bancos que neste momento incluem:
  • Millennium BCP
  • Activo Bank
  • Crédito Agrícola
Para além dos serviços online como o: Bunq, moey, Monese, Revolut, N26, e outros.

Veremos se é coisa para ainda ficar activa este ano, ou se a CGD continuará a manter-se afastada do Apple Pay, preferindo promover serviços como os pagamentos via MB Way.
№ 10

Microsoft apoia a Epic na luta contra a Apple


Sem grandes surpresas, a Epic não está a ter dificuldade em encontrar aliados na sua luta contra a Apple, contando agora com o apoio da Microsoft.

A Microsoft veio dizer que o bloqueio da Apple à Epic e às suas ferramentas, incluindo o Unreal Engine, seria um enorme retrocesso que iria por em causa inúmeros projectos que o utilizam, ou estejam a planear utilizá-lo, incluindo vários jogos da Microsoft para iOS.

Today we filed a statement in support of Epic's request to keep access to the Apple SDK for its Unreal Engine. Ensuring that Epic has access to the latest Apple technology is the right thing for gamer developers & gamers https://t.co/72bLdDkvUx
— Phil Spencer (@XboxP3) August 23, 2020


Não será uma posição inesperada, considerando que a Microsoft também tem motivos suficientes de queixa quanto às políticas da Apple para a sua App Store, que impedem que a MS disponibilize o serviço de streaming de jogos xCloud para iOS.

Também de relembrar que este combate à Apple e App Store não está a ser feito apenas por parte da Epic e na vertente dos jogos. Também serviços como o Spotify têm em curso queixas contra a cobrança das comissões sem que seja permitida qualquer alternativa de pagamentos que possa escapar à "taxa Apple", desde logo dando imensa vantagem aos serviços da própria Apple, como o Apple Music, Apple TV+, etc. face a serviços concorrentes.

Se por agora a Apple parece estar plenamente confiante de que tem a situação controlada e a correr a seu favor nos EUA, deste lado do Atlântico as coisas parecem estar a tomar um rumo bem diferente, tendo a Kaspersky Labs já vencido na Rússia a nível de querer poder fornecer apps de controlo de tempo como a que é disponibilizada pela Apple, e poder ter acesso aos dispositivos iOS sem ser obrigada a passar pela App Store controlada pela Apple.
№ 11

Painéis solares móveis de dupla-face maximizam a eficiência energética


Um estudo sobre a eficiência dos painéis solares aponta para que a melhor solução em termos de aproveitamento da energia solar, seja combinar os painéis de dupla-face com sistema móvel de seguimento solar.

A eficiência dos painéis solares em termos de conversão da energia do sol anda próximo dos 22%, mas há tecnologias que tentam maximizar esses valores, como os painéis solares de dupla face, que também conseguem aproveitar a energia solar reflectida pelo solo ou outras superfícies, e os sistemas motorizados que mantêm os painéis na orientação mais adequada para aproveitar a luz do sol ao longo do dia (e do ano). O que este estudo refere é que o melhor será combinar ambas as tecnologias.

Segundo os resultados encontrados, a utilização de painéis solares móveis de dupla-face permite gerar 35% mais energia que painéis solares estáticos, e sendo 16% mais eficientes em termos de custos; mesmo tendo em conta a variabilidade das condições atmosféricas.

Obviamente que nem toda a gente tem condições para instalar este tipo de painéis, mas para centrais solares onde os critérios fundamentais são a máxima eficiência em termos de geração de energia por custo e por área ocupada, a opção por este tipo de painéis parece ter ficado validada - e potencialmente maximizada caso sejam locais que possam contar com pavimento pintado de branco que permita maximizar a luz reflectida para a parte inferior dos painéis.


... Mas por agora, acho que terei que me contentar com aplicar painéis solares estáticos no telhado. :)
№ 12

Tesla começa a bloquear alterações não oficiais aos seus carros


As comparações de que os Tesla são "iPads com rodas" passa a ser ainda mais acertada com a perseguição por parte da Tesla às alterações de software não oficiais.

Mais concretamente, a Tesla lançou uma actualização que passou a detectar o desbloqueio de desempenho fornecido por preparadores que estão a disponibilizar a opção de potência extra nos Model 3 Dual Motor, mas a metade do preço que a Tesla cobra.

Uma vez que o Model 3 Dual Motor tem basicamente o mesmo hardware em termos de motores que o Model 3 Performance, a Tesla lançou uma actualização que permite dar mais 50hp ao Dual Motor, reduzindo a aceleração dos 0 aos 100 km/h para os 3.9 segundos. Uma opção pela qual a Tesla cobra $2000 mas que, sendo apenas software, outras empresas estão a disponibilizar por cerca de metade do preço - mas que agora estão a ser perseguidas pela Tesla, que nestes casos passa a exibir um aviso bem visível de que foi detectada uma "modificação incompatível" que pode danificar o carro.

Já sabemos que nestas coisas será inevitável haver sempre alterações não oficiais, mas a Tesla pode seguramente torná-las muito menos apetecíveis se mostrar que, a cada nova actualização, se fica em risco de ficar com o carro "inutilizado" (não que tenha sido esse o caso, por agora). Dito isto, a empresa que disponibiliza essa alteração estima que demore uma ou duas semanas para conseguir "ultrapassar" a detecção da Tesla e recomeçar o ciclo.
№ 13

BTS batem recorde no YouTube com mais de 100 milhões de visualizações em 24h


Se ainda não conheciam os BTS, agora vão passar a conhecê-los. A banda K-pop sensação do momento superou o anterior recordista do YouTube por larga margem e superou também o marco das 100 milhões de visualizações em apenas 24h no seu novo vídeo Dynamite.

O anterior recordista Blackpink, tinha conseguido "apenas" 86.3 milhões, o que demonstra bem o impacto que os BTS têm tido. Não são este Dynamite foi visto 101.1 milhões de vezes em apenas 24 horas, o que se torna num novo recorde no YouTube, como também bateu o recorde de estreia mais vista com mais de 3 milhões de espectadores simultâneos.

... Com números assim, 1 milhão até parece pouca coisa...

№ 14

How to Implement a PHP Feedback System to Let Web Site Users Help Your Business

By Manuel Lemos
Feedback is a very important means to help business owners that have Web sites to learn from their customers how their businesses can be improved.

This package provides a complete solution to record user feedback in the form of comments and Web site pages screenshots, assign managers to deal with customers themselves, generate reports, etc..
№ 15

Google Camera 7.5 desiste das pastas para retratos


Depois de criar enorme frustração durante anos aos utilizadores, a Google reconhece finalmente a idiotice de criar uma pasta individual para cada retrato captado nos seus Pixel, com a mais recente app Google Camera 7.5 a limitar-se a gravar as fotos na pasta principal.


Não se consegue compreender como é que alguém na Google se terá lembrado (e aprovado) que seria boa ideia criar uma pasta individual para cada retrato captado, onde ficava a foto original e a foto processada com o efeito retrato com o fundo esbatido. Uma opção que, para muitos utilizadores, significava encher a sua pasta de fotos com centenas ou milhares de pastas individuais, cada uma contendo apenas uma foto!



Mas com a mais recente app Google Camera 7.5, a Google recua finalmente nessa sua opção, passando a guardar o par de fotos na galeria de fotos como seria suposto fazer, sem criar pastas adicionais.


Esta versão passa também a usar um padrão diferente para o nome das fotos dos retratos, passando a data do final do nome para o início, o que significa que ao se ordenar um grupo de ficheiros pelo nome, ficarão também automaticamente ordenados pela data.

Até à versão 7.4 os nomes seguiam a norma:
  • 00100dPORTRAIT_00100_BURSTYYYYMMDDHHMMSS
na versão 7.5 passam a :
  • PXL_YYYYMMDD_HHMMSS.PORTRAIT-01.COVER.jpg

№ 16

Galaxy Note 20 já disponível com um preço a começar nos 990€


A nova série Galaxy Note 20 já está disponível no nosso mercado, com um PVP a começar nos 989,90€. Os smartphones não chegam sozinhos, tendo a companhia de uma renovada série de acessórios, de onde se encontram  os novos tablets e smartwatch.



Samsung Electronics Co, Ltd, anuncia a chegada dos seus novos dispositivos Galaxy Note20, Tab S7 e wearables a Portugal. Terminada a fase de pré-venda, os novos equipamentos totalmente integrados entre si estarão disponíveis nas lojas da Samsung (física e online) e nos principais operadores nacionais.

Anunciados no passado dia 5 de agosto, os novos dispositivos capacitam os consumidores num mundo em constante mutação, entre as novidades estão os Galaxy Note20 e Galaxy Note20 Ultra, a linha Note mais poderosa de todos os tempos; os Tab S7 e S7+, tablets versáteis para produtividade e criatividade; o Galaxy Watch3, um smartwatch premium que integra recursos avançados de fitness; e os Galaxy Buds Live, uns earbuds elegantes e ergonómicos com qualidade sonora superior; e o Galaxy Z Fold2, o smartphone dobrável da próxima geração com aperfeiçoamentos consideráveis.

Galaxy Note20
Linha Galaxy Note20 – a linha Note mais poderosa até ao momento – um gerador de produtividade que funciona como um computador e que permite jogar como um profissional. A nova linha terá duas versões: o Galaxy Note20 Ultra desenvolvido para os incontornáveis seguidores da linha Note que procuram desempenho de última geração e máxima produtividade, e o Galaxy Note20 para os utilizadores que desejam maximizar o seu tempo entre trabalho e entretenimento. Ambos foram desenvolvidos com o propósito da eficiência e para proporcionar mais tempo ao utilizador para estar ligado a quem mais gosta.

Galaxy Tab S7 e Tab S7+
O Galaxy Tab S7 e o Tab S7 + são dois tablets versáteis que combinam a capacidade de um PC, a flexibilidade de um tablet e a conectividade de um smartphone. Integrando o mais recente processador e conectividade 5G12, ambos os tablets possuem ecrãs grandes com uma taxa de atualização até 120Hz, 11 e 12,4 polegadas, respetivamente.

O Galaxy Tab S7 e o Tab S7+ possuem um teclado (vendido separadamente), uma S Pen e Samsung Notes atualizados, em destaque na gama Galaxy Note20, para fornecer uma experiência semelhante ao PC – possibilitando que possa fazer mais, em menos tempo. A S Pen é também uma ótima companhia, já que traz consigo as melhores aplicações de desenho e anotações, tais como o Clip Studio Pint, Canva e Noteshelf  para os utilizadores do Galaxy Tab S7 e Tab S7+.

Galaxy Watch3
O Galaxy Watch3 é o companheiro de última geração para o utilizador gerir as suas rotinas, alcançar os seus objetivos de condição física e manter a sua saúde. Desenvolvidos a partir de materiais premium e com uma versão mais reduzida do popular bisel giratório, o Galaxy Watch3 inclui o trabalho e a perfeição de um autêntico relógio de luxo, ao mesmo tempo que se torna confortável o suficiente para se utilizar o dia inteiro.

Este smartwatch não é apenas atraente à primeira vista - é um autêntico centro para uma verdadeira experiência de saúde e bem-estar pois inclui o maior e mais abrangente conjunto de funcionalidades desenvolvido até ao momento pela Samsung. A partir da avançada tecnologia de sensores, o Galaxy Watch3 agora oferece medição da pressão arterial e eletrocardiograma1, para ajudar o utilizador a monitorizar e a gerir o estado da sua saúde diariamente. Se o utilizador por exemplo der uma queda mais forte ao ar livre ou em sua casa, o recurso de deteção de queda permite enviar uma mensagem SOS aos contatos de emergência.

Galaxy Buds Live
Conheça o mais recente formato de uns verdadeiros earbuds, os Galaxy Buds Live. Com um design verdadeiramente icónico e um ajuste confortável, são completamente diferentes de tudo o que já f oi apresentado ou utilizado até hoje pela Samsung. Ao combinar a vasta experiência sonora da AKG com um grande altifalante de 12mm e um novo canal de graves, o som torna-se ainda mais rico e profundo para que o utilizador possa desfrutar das suas músicas favoritas tal como o artista o imaginou.

Os Galaxy Buds Live incluem três microfones e uma unidade de Voice Pickup para que o utilizador se sinta no mesmo espaço que os seus familiares ou amigos ainda que esteja à distância. Estes earbuds possuem cancelamento ativo de ruído o que oferece o melhor de dois mundos: elevada qualidade de som com a capacidade para o utilizador se conectar (ou desligar-se do) ao mundo em seu redor. O utilizador pode perder-se no seu audiolivro sem perder o anúncio da próxima paragem de autocarro.

Preços Recomendados de venda ao Público:

Galaxy Note20
•           Galaxy Note20 – 989,90€
•           Galaxy Note20 5G – 1089,90€
•           Galaxy Note20 Ultra 5G – 1339,90€
•           Galaxy Note20 Ultra 5G (512GB) – 1439,90€

Galaxy Tab S7
•           WiFi – 759,90€
•           4G – 859,90€

Galaxy Tab S7+
•           WiFi – 969,90€
•           5G – 1169,90€

Galaxy Watch3
•           41mm – (BT) 429.90€ | (LTE) 479,90€
•           45mm – (BT) 459,90€ | (LTE) 509,90€

Galaxy Buds Live
•           199,90€

Para mais informações sobre os novos dispositivos Samsung Galaxy visite:
Galaxy Note20: https://www.samsung.com/pt/smartphones/galaxy-note20/
Galaxy Tab S7: https://www.samsung.com/pt/tablets/galaxy-tab-s7-wifi-t870/SM-T870NZNAEUB/
Galaxy Watch3: https://www.samsung.com/pt/wearables/galaxy-watch3-r850/
Galaxy Bud Live: https://www.samsung.com/pt/wearables/galaxy-buds-live-r180/
№ 17

Tesla reduz mala frontal do Model 3


A Tesla é conhecida por fazer ajustes contínuos aos seus automóveis, mas desta vez fez uma alteração que está a intrigar os fãs: reduzindo ligeiramente a mala frontal do Model 3.

Para além da tradicional mala traseira, o Model 3 conta com uma pequena mala frontal conhecida como "frunk". Uma mala que nos modelos produzidos nas últimas semanas foi ligeiramente revista e passou a ser ligeiramente mais pequena, por conta de umas margens mais volumosas que reduzem a sua capacidade útil.


A grande questão é saber porque motivo a Tesla terá tido necessidade de fazer esse ajuste, e por agora a suspeita é que isso tenha a ver com a potencial transição para a utilização de uma bomba de calor como a que é usada nos Model Y; sistema que aumenta a eficiência do sistema de aquecimento e refrigeração face à utilização do "ar condicionado" tradicional.

Com a mala frontal a ser já habitualmente reservada para levar coisas com pouco volume (como os cabos de carregamento, por exemplo), a alteração acaba por não ter grande impacto prático; no entanto, seria bom se a Tesla desse uma explicação oficial para a mudança - a adopção da bomba de calor seria muito bem vinda, assim como a adopção de um sistema de suspensão adaptativo, que Elon Musk tem negado que se aplicará aos Modelo 3 e Y.
№ 18

Pixel 5 regressa ao sensor de impressões digitais na traseira


Imagens do que deverão ser os novos Pixel 5 e Pixel 4a 5G da Google mostram sensores de impressões digitais tradicionais na traseira, o que seria inesperado para modelos de gama média / média-alta.

Caso a veracidade das imagens se comprove, com o Pixel 5 à esquerda e um Pixel 4a 5G bastante mais volumoso à direita, assistimos ao regresso dos sensores de impressões digitais na traseira em vez de ficarem integrados no ecrã - a não ser que a Google esteja a preparar uma surpresa e inclua ambos, algo que sinceramente estamos surpreendidos por ainda não ter sido feito, o que resolveria a questão da luta pela preferência do sensor à frente ou atrás.

Espera-se que ambos os modelos venham equipados com um Snapdragon 765G, com 8GB de RAM no Pixel 5 e 6GB no Pixel 4a 5G. As baterias serão de 4000mAh e 3800mAh respectivamente (o que é estranho considerado o maior tamanho do 4a 5G), enquanto que o 4a 5G ganha também o módulo de câmara duplo do 5, com uma câmara ultrawide (a terceira lente será supostamente apenas de um sensor de luz e cor e não de uma terceira câmara).

Uma coisa que será exclusiva do Pixel 5 deverá ser um ecrã de 90Hz para fazer frente às novas exigências do segmento, embora o 4a 5G se mantenha nos 60Hz, o que considerando o seu preço a começar nos $499 já o deixa em desvantagem face a alguns rivais.
№ 19

Histórias negras importam. E nesta vale quase tudo

"LOVECRAFT COUNTRY" é a nova série-sensação da HBO e mais uma a colocar o dedo na ferida do racismo sistémico nos EUA, depois de "Watchmen". Mas a julgar pelo primeiro episódio, esta viagem promete ser ainda mais imprevisível e avessa a regras.

Lovecraft_Country.jpg

"As histórias são como as pessoas. Não são perfeitas, mas podemos amá-las apesar das falhas", diz o protagonista de "LOVECRAFT COUNTRY" num dos diálogos iniciais da nova série disponível na HBO Portugal. E embora se refira a aspectos moralmente questionáveis das aventuras de John Carter, das quais é fã acérrimo, parece reagir à histeria que tomou conta da reavalição - e dos apelos à censura - de um número crescente de obras artísticas em 2020, com destaque para "E Tudo o Vento Levou" - um dos casos mais mediáticos, na sequência de acusações de racismo.

As falhas continuam lá, responde a interlocutora de Atticus "Tic" Freeman, o herói desta saga que não esquece as que lhe abriram caminho. Mas se não podemos mudar o passado, podemos aprender com ele sem entrar numa cruzada em nome da "cancel culture". E apostar em novas narrativas, algumas delas curiosamente impulsionadas pela mesma HBO que esteve no centro da polémica em torno do clássico de Victor Fleming.

Lovecraft_Country_2.jpg

Depois de "Watchmen" ter surpreendido no ano passado, ao adaptar para televisão uma novela gráfica transgressora como poucas no campeonato dos super-heróis e recontextualizando-a num clima de segregação racial, "LOVECRAFT COUNTRY" revela algumas semelhanças ao também partir de um mergulho no racismo nos EUA através da inspiração assumida em géneros literários populares (e muitas vezes considerados menores), caso de romances de cordel onde tanto cabem contos de fantasia e ficção científica como de terror e aventura (e a banda desenhada também tem uma palavra a dizer aqui).

A sequência inicial, com uma invasão extraterrestre in media res, dá logo conta da lógica de vale tudo dominante nesta narrativa, mesmo que boa parte do que se segue seja muito mais terra-a-terra, a lembrar mais o retrato de época dos anos 50 na linha de um "Green Book - Um Guia Para a Vida" - aqui a debruçar-se sobre uma comunidade negra de Chicago. Mas se o filme de Peter Farrelly era bem-comportado, a série criada por Misha Green (argumentista de "Heroes" ou "Sons of Anarchy") e baseada no romance homónimo de Matt Ruff não tem medo de sujar as mãos enquanto expõe a diferença de tratamento a que os cidadãos afro-americanos eram sujeitos, num primeiro episódio que tanto dá conta do preconceito em cenas prosaicas, do quotidiano de um bairro, como a leva ao limite numa recta final tão vertiginosa como delirante - e sem medo de se atirar ao camp ou ao gore.

Lovecraft_Country_3.jpg

A viragem para terrenos do humor negro e do terror chega a lembrar alguns momentos de "Foge", de Jordan Peele, e não por acaso o realizador é um dos produtores executivos, juntamente com J. J. Abrams. Yann Demange, cujos créditos incluem "Top Boy" e "'71", realiza o primeiro episódio e sai-se bem na gestão de uma tensão que se vai adensando num acumular de situações-limite. Talvez até sejam demasiadas, embora fique na retina uma perseguição automóvel trepidante que coloca em cena vilões deliberadamente caricaturais. E enquanto qualquer tentação de realismo vai ficando cada vez mais para trás, Jonathan Majors não deixa de ser um protagonista credível na pele de um ex-soldado da Guerra da Coreia que se faz à estrada à procura do pai - ele que também integrou o elenco do recente "Da 5 Bloods": Irmãos de Armas", de Spike Lee, filme menos ágil no balanço de gravidade e irrisão.

Jurnee Smollett e Courtney B. Vance, com menos tempo de antena (sobretudo ela), dão corpo e carisma a companheiros de viagem com potencial para alargar os ângulos temáticos de uma série já de si ambiciosa. No arranque, há espaço para uma vénia a James Baldwin e outra a Alexandre Dumas, sem esquecer a herança mais evidente de H. P. Lovecraft, escritor decisivo na abordagem ao terror cuja reputação ficou manchada pela postura racista. Mas uma série como "LOVECRAFT COUNTRY" prova que ainda é possível continuar a revisitar e homenagear a sua obra, apesar das falhas.

"LOVECRAFT COUNTRY" estreou a 17 de Agosto na HBO Portugal e o primeiro episódio foi disponibilizado gratuitamente. Os próximos estreiam às segundas-feiras.

№ 20

Galaxy Buds aquecem em excesso


A Samsung continua a enfrentar problemas, e depois das câmaras do Galaxy Note 20 Ultra são o earphones Galaxy Bud que parecem ter problemas em funcionar no tempo de Verão quando expostos ao sol, entrando em modo de sobreaquecimento em poucos minutos.

Há múltiplos relatos de utilizadores que se queixam que os seus earphones Galaxy Buds, Buds+ e Buds Live entram em modo de sobreaquecimento quando estão ao sol, bastando poucos minutos para que comecem a apitar continuamente e deixem de funcionar. Os casos têm sido relatados em áreas onde as temperaturas superam os 30ºC, mas ainda assim não deixa de ser estranho que se esteja a assistir a tal comportamento.

Nos smartphones já estamos habituados que, se utilizarmos processamento intensivo, com eles expostos ao sol, em ambientes com temperatura elevada, e adicionarmos mais alguma coisa a "complicar" (como estar a carregá-los simultaneamente), se possa ter que enfrentar a mensagem de temperatura excessiva - algo que será conhecido de quem usa o smartphone para navegação no tablier do automóvel e o tem exposto ao sol enquanto o carrega. No entanto, esta é a primeira vez que se parece estar perante o aquecimento excessivo de earphones.

Sendo algo que está em contacto directo com o corpo, seria de imaginar que se tivesse tomado cuidado especial para garantir que o produto conseguisse funcionar em todo o tipo de ambientes, incluindo o uso em temperaturas ultra-gélidas como temperaturas elevadas no Verão - e onde os 30 e poucos graus nem são assim tão exagerados. Esperemos não ter que chegar ao ponto de até os earphones necessitarem de ter ventoinhas para se manterem dentro das temperaturas aceitáveis. ;P

|