PlanetGeek
№ 01

Chrome 86 vai alertar para formulários inseguros


Com a chegada do Chrome 86 em Outubro o browser da Google vai tornar mais visível o risco de preencher formulários em páginas inseguras.

A cada nova versão do Chrome a Google tem implementado mais e mais formas de sinalizar aos utilizadores a importância de utilizar sites com HTTPS e os riscos de usar páginas inseguras. Com o próximo Chrome 86, que deverá chegar em Outubro, isso volta a ser feito, a propósito do preenchimento de dados em formulários.

Quando surgir um formulário inseguro, o Chrome desactivará o preenchimento automático dos campos e apresentará uma indicação a dizer que se deve à falta de segurança.

Se mesmo assim preencherem dados e clicarem no submeter, será apresentado nova mensagem de alerta a relembrar que esses dados poderão ser interceptados e serão visíveis para potenciais atacantes, pedindo uma confirmação final sobre se realmente os desejam enviar ou não.

Espera-se que a visibilidade acrescida destes formulários inseguros faça os utilizadores pressionarem os sites que ainda os utilizam, para que os revejam e adoptem as devidas medidas de segurança.
№ 02

Google remove AutoVoice por alguém ter criado um script com insultos

A Google voltou a remover o popular AutoVoice da Play Store, desta vez por causa de alguém que o utilizou para criar uma rotina que vociferava insultos.

Em tempos, gozava-se com a Apple por remover da App Store apps de leitura de ebooks, por permitirem que os utilizadores as utilizassem para ler livros "para adultos" (como se o próprio Safari não permitisse visitar sites de teor idêntico). Pensava-se que a Google teria maior sensibilidade na verificação do que se passa antes de remover uma app da Play Store, mas infelizmente parece que é capaz das mesmas atrocidades.

O AutoVoice é uma acção que permite criar comandos de voz personalizados, lançando rotinas ou acções em resposta a qualquer frase que se deseje criar. Infelizmente a Google decidiu removê-lo da Play Store por causa de uma rotina criada por um utilizador, que lançava uma resposta com insultos.



Tornando toda a situação mais ridícula, o mesmo poderia ter sido feito usado as rotinas personalizadas do Google Assistant, e seria interessante ver se a Google aplicaria os mesmos critérios e se removeria o Google Assistant, por alguém o utilizar para lançar insultos...
№ 03

Artigo escrito por AI GPT-3 chega ao topo do Hacker News


Demonstrando as capacidades do mais recente GPT-3 da OpenAI, um estudante publicou um artigo inteiramente criado por este sistema de inteligência artificial, que conseguiu enganar milhares de pessoas e chegar ao topo das notícias no Hacker News.

O GPT-3 é o mais recente "menino bonito" da Inteligência Artificial, expandindo aquilo que tinha sido conseguido pelos sistemas anteriores, adicionado várias ordens de magnitude de exemplos para treinar o sistema - numa tarefa monumental que demoraria anos de cálculo em computadores comuns. Basicamente, usou-se tudo o que se encontra publicado na internet para treinar este sistema, e os resultados são (por vezes) impressionantes.

Basta escrever um título ou um início de uma frase, e o GPT3 pode com facilidade dar seguimento e preencher o resto. Neste caso, escreveu um artigo sobre pensar demasiado sobre algo. E não deixará de ser caricato que as poucas pessoas que acusavam o artigo de poder ter sido escrito por uma AI terem sido alvo de ataques por outros leitores, para que não fossem "mauzinhos"!

O GPT-3 ainda não está publicamente acessível, mas demonstra como será cada vez mais fácil criar artigos "falsos", e cada vez mais difícil identificá-los como tal.

... E eu que já me contentava com o auto-correct e auto-complete do Gboard fosse acertando naquilo que quero escrever, já que nos últimos meses parece estar a desaprender por completo, com sugestões e palavras cada vez mais absurdas. ;P
№ 04

Google Maps ganha mapas mais detalhados


O Google Maps recebeu nova actualização e passa a exibir de forma mais detalhada as características geográficas de cada região, com mais cores a indicar o nível de vegetação ou de terreno.

Actualmente o Google Maps já apresentava algumas secções a representar vegetação, mas isso passa agora a ser feito de forma muito mais detalhada, permitindo distinguir entre zonas montanhosas, com neve, florestas densas, deserto, e mais. É informação que foi recuperada por um novo algoritmo da Google aplicado às imagens de satélite, e aproximarão mais a representação do Google Maps das características reais do terreno.
E como não se usa o Google Maps apenas fora das cidades, também nas cidades estão a ser feitas melhorias. Cidades como Nova Iorque. São Francisco, e Londres passam a ter mapas citadinos muito mais detalhados, que incluem coisas como passeios, passadeiras, separadores centrais nas estradas e mais, com o formato e largura das estradas a ser também mostrada à escala, em vez da simples representação genérica que era utilizada até agora.

Como é habitual, são alterações que irão sendo disponibilizadas de forma faseada ao longo dos próximos meses, ficando também a promessa que a informação detalhada nas cidades também irá abranger mais cidades no futuro.
№ 05

Projector Blitzwolf BW-VP1 Pro a €74

O sonho de ter um projector para ver filmes "em grande" é algo mais acessível que nunca, e por valores bem simpáticos podemos ter um projector HD capaz de projectar imagens com até 100" de diagonal.

O projector Blitzwolf BW-VP1 Pro faz parte da nova família de projectores de custo reduzido, e vem com resolução HD nativa (1280x720) recorrendo a um LCD, e com luminosidade de 2800lm. Com isso resolve também um dos grandes problemas dos projectores, já que a sua lâmpada LED tem uma longevidade anunciada de 30 mil horas. Face ao modelo anterior (não-Pro) adiciona a capacidade de screen mirroring directo dos smartphones sem necessidade de app.


Este projector Blitzwolf BW-VP1 Pro 2800lm está disponível por apenas 74 euros para novos clientes (80 euros para os demais), com envio EU Priority Line disponível por menos de 1 euros.


Com ele podem projectar imagens que vão das 28" a 92cm de distância, às 100" a 295cm, e nada nos impede de aumentar ainda mais a imagem se tivermos espaço, embora seja recomendado que não se passe dos 100" para se manter uma nível de luminosidade e qualidade mais aceitável.

Pode não ser o ideal para fazerem projection mapping no exterior da casa, mas certamente que é um projector excelente para se aventurarem em projectos de projection mapping no interior. :)


Podem acompanhar as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos no Facebook.
№ 06

Notícias do dia

Batalha entre Apple e Epic alastra-se ao Unreal; ZTE anuncia Axon 20 5G com câmara frontal invisível para 1 de Setembro; Elon Musk promete salto de gigante no Autopilot até ao final do ano; análise ao TCL 10L; developes usam TestFlight como App Store alternativa sem as regras da Apple; e Google ameaça fim dos serviços gratuitos na Austrália se for forçada a pagar por notícias.

Antes de passarmos às notícias do dia, não deixem de participar no passatempo gadget da semana que vos pode valer uns earphones BlitzWolf BW-ES4.

Samsung compromete-se a 3 gerações Android de actualizações



A questão das actualizações nos Android vai-se tornando um problema cada vez mais difícil de ignorar, sendo ridículo / inaceitável estar a gastar milhares de euros num smartphone ou tablet que pode ficar sem actualizações ao fim de um ou dois anos. Talvez por isso a Samsung comece a dar mais valor a essa questão e agora se comprometa a disponibilizar actualizações para 3 gerações do sistema Android.

A medida abrande as famílias Galaxy S, Galaxy Note, Galaxy Z (dobráveis), Galaxy Tab S e também alguns modelos das famílias Galaxy A. Mesmo tendo em conta que estamos prestes a ter o Android 11, isto significa que - se a Samsung cumprir a promessa (algo que nas letras pequenas fica salvaguardado com um "pode depender dos modelos e mercados") - deverão ter actualizações até ao Android 13. Veremos daqui por dois ou três anos que tal esta promessa se concretizou na prática.


Microsoft diz adeus ao IE 11 em 2021



Com a MS empenhada em fazer do novo Edge baseado em Chromium o único browser que interessa, revela também os seus planos para por um ponto final no histórico Internet Explorer e na anterior versão do Edge.

A Microsoft dá um ano de pré-aviso a quem se mantém no IE 11, marcando no calendário a data de 17 de Agosto de 2021 para deixar de funcionar com o Office 365, Outlook, OneDrive, e outras; sendo que no caso do Microsoft Teams isso acontecerá ainda mais cedo, a 30 de Novembro deste ano. Quando ao Edge (pré-Chromium), deixará de receber actualizações de segurança em Março de 2021.

No próximo ano podem marcar a data, para festejar o fim da era Internet Explorer.


SpaceX faz lançamento de um Falcon 9 reutilizado 6 vezes


Se o tempo permitir, a SpaceX irá lançar hoje um Falcon 9 que já foi até ao espaço cinco vezes, marcando um novo recorde na sua reutilização. Ainda há pouco tempo era incrível imaginar foguetes reutilizados duas vezes, e em poucos anos já vamos nas 6 vezes (assumindo que correrá bem), a caminho da dezena de reutilizações.

Na altura em que estou a escrever isto ainda não sei se o lançamento terá sido bem sucedido, mas quando estiverem a ler já saberão o resultado no vídeo que se segue.




Xiaomi revela segredo da sua TV transparente



A Xiaomi surpreendeu ao revelar a comercialização daquele que será o primeiro televisor OLED transparente destinado ao público, e agora divulgou mais alguns detalhes da tecnologia que permite fazer esse ecrã. Enquanto num ecrã OLED convencional toda a sua área é destinada aos subpixeis RGBW que produzem a imagem, neste ecrã transparente cada grupo de subpixeis reserva metade da área para manter a transparência.

Ainda está por demonstrar se os ecrãs transparentes terão efectivamente lugar em nossas casas - pelo menos nesta fase, em que o investimento melhor seria feito num televisor OLED não-transparente - mas, imagino que um dia em que comecem a ter preços bastante mais acessíveis, se poderão popularizar, não para efeitos de ver TV ou filmes, mas como interfaces para os mais variados equipamentos (eventualmente, até permitindo a criação de "janelas" capazes de apresentar informação).


Curtas do dia


Resumo da madrugada

№ 07

Fim do prazo de excepção pode complicar ainda mais a actualização do Android no smartphones Huawei


A situação da Huawei poderá complicar-se ainda mais com o fim do prazo de excepção, potencialmente significando que até os smartphones antigos que tinham acesso aos serviços da Google, deixem de receber actualizações de agora em diante.


Embora os EUA tenha decretado o corte de relações com a Huawei, a empresa chinesa foi usufruindo de um prolongamento temporário para poder ir mantendo relações com a Google e ir lançando actualizações para os equipamentos que já tinham sido lançados com serviços e apps da Google. No entanto, esse prolongamento terminou a 13 de Agosto sem que tenha havido qualquer renovação ou extensão. E como tal, fica em estado incerto se, de agora em diante, veremos qualquer actualização relacionada com a Google.

Enquanto se aguarda por clarificações por parte da Huawei, isso seria o piorar de uma situação já de si péssima. Ao contrário do que acontece com quem compra um P40, que desde logo já se sabe que vem sem as apps e serviços da Google; aqui estamos a falar de penalizar clientes que tinham comprado smartphones com todos os serviços da Google, e que esperariam ter pelo menos os 18-24 meses de actualizações garantidos - incluindo o acesso ao EMUI 11 baseado em Android 11.

É certo que isto é algo que escapa ao controlo (e vontade) da Huawei, mas não deixa de ser um péssimo precedente que vem manchar ainda mais a confiança nas actualizações do Android, e que para além de todas as incertezas e atrasos dos fabricantes, também fica sujeita às birras das entidades norte-americanas, que sem avançar com qualquer tipo de justificação concreta demonstrada por provas, decidem apenas "olha, ficas sem acesso e pronto".

Por:
Carlos Martins



№ 08

Análise ao TCL 10L


Falar do TCL 10 L implica obrigatoriamente que se fale do TCL 10 Pro também lançado este ano e ainda no TCL Plex, com os três smartphones a partilharem entre si algumas das suas características; algo que, como já tivemos oportunidade de referir na análise do TCL 10 Pro, acaba por dificultar a vida à própria marca e também aos consumidores. Mas aqui está ele.




Unboxing



O smartphone surge em primeiro plano, havendo mais uma vez a referência ao "Display Greatness", slogan que acompanha esta nova série de terminais da TCL.



Por baixo do smartphone, os acessórios, devidamente arrumados em caixas individuais.



Dentro da caixa, além do smartphone, uma sempre útil capa de silicone, documentação de referência, cabo UBS-C e um carregador. De notar, a ausência dos auriculares, com as marcas a optarem por reduzir custos neste departamento dos acessórios que acompanham o produto.



O carregador segue a linha em que este smartphone se insere, apresentando uma potência de carregamento de apenas 10W, com uma relação de 5V/2A.


O TCL 10 L



A TCL aposta na continuidade, com o TCL 10 L a seguir as linhas do TCL Plex apresentado no ano passado, com um corpo alongado onde o policarbonato domina em toda a linha. Este facto contudo, não tem influência no design do equipamento, sobretudo no que à traseira diz respeito, com os efeitos de luz a acrescentarem um toque requinte.

O ecrã apresenta um anel de plástico a toda a volta, para ligação deste com o corpo do smartphone. Não sendo a opção mais bem conseguida em termos estéticos, adiciona um grau extra de protecção ao equipamento. De referir que este anel tem uma altura suficientemente reduzida, para não se tornar incómodo quando seguramos o smartphone na mão, mas não consegue igualar o conforto transmitido pela curvatura da traseira.




No canto superior esquerdo, um furo para a câmara frontal. As margens não sendo reduzidas, conseguem manter-se dentro de níveis aceitáveis, com a inferior a ser a que apresenta a maiores dimensões.



Na lateral superior, uma entrada para um jack de 3,5mm, um microfone e a grelha para a coluna destinada às chamadas de voz, a qual surge incluída no anel que protege o ecrã.



Na lateral oposta, a porta USB-C, ladeada por duas grelhas para saída de som.



Do lado esquerdo, o adaptador para os cartões SIM e SD e a Smart Key que entretanto acabou por se tornar uma Dumb Key...



À direita, botões de volume e power.



A traseira, mais uma vez com efeitos de luz bem conseguidos, apresenta duas zonas distintas.



A ilha de câmaras surge agora numa sempre inconveniente protuberância. Um pouco mais abaixo, ao centro, o sensor de impressões digitais que repete o formato quadrado do Plex, sendo por isso menos confortável que os os sensores com formato circular.



Em termos de hardware, o TCL 10 L apresenta um processador Snapdragon 665, um octa-core com núcleos Kryo 260 (4 x Gold a 2.0 GHz e 4 x Silver a 1.8 GHz, GPU Adreno 610, ecrã de 6,53" com resolução 1080 x 2340, 395 PPP, numa relação 19.5:9, a ocupar 91% do corpo, 6GB de RAM e 128GB para armazenamento, com 107GB a ficarem disponíveis para o utilizador. A bateria tem 4000mAh e em termos de conectividade, suporta WiFi ac, Bluetooth 5.0 e NFC. Tem quarteto de câmaras na traseira (48 MP + 8 MP + 2 MP + 2 MP), um sensor de 16MP na câmara frontal, mede 162,2 x 75,6 x 8,4 mm e pesa 180 g.


Em utilização



Esta nova linha de smartphones da TCL, pese embora seja interessante, sofre de um erro de casting, com a marca a reutilizar o processador do TCL Plex no smartphone errado. Esta escolha, já criticada na análise do TCL 10 Pro, é mais uma vez referência nesta análise, pois o Snadragon 675 deveria ter sido o processador escolhido para este TCL 10 L, ao invés do Snapdragon 665.




O processador acaba por cumprir a sua missão, mas com tudo a acontecer a um ritmo devidamente ritmado, sem lugar a grandes acelerações. Não à pausas ou bloqueios, apenas tudo se processa de uma forma um pouco mais lenta do que o desejável, algo que para um gama média-baixa pode ser considerado aceitável.


A autonomia esteve em linha com o esperado, com o TCL 10 L a permitir um dia de utilização intensiva sem qualquer tipo de preocupação, chegando ainda com carga ao final da noite. O teste no Geekbench 4 Pro mostra uma situação interessante, com carga no CPU a diminuir substancialmente quando a bateria fica com pouca carga, algo que permitiu ampliar o tempo de execução do teste.



O sensor de impressão digital, embora com formato quadrado, acaba por ser eficaz no reconhecimento do dedo do utilizador. O desbloqueio só não é mais rápido porque o ecrã demora algumas fracções de segundo a ligar-se.



A interface deste TCL 10 L segue a linha dos equipamentos lançados no último ano, com a marca a não apresentar grandes alterações em termos gráficos, opção que naturalmente se saúda. O sistema de navegação por gestos segue as orientações definidas pela Google, mas caso não sejam fãs deste último, podem sempre optar por uma proposta semelhante à apresentada pela Samsung, com três áreas na zona inferior no ecrã, ou em alternativa, podem optar pelos tradicionais botões virtuais.



O Android 10 seria o mínimo exigido e neste campo a TCL cumpriu o que se lhe poderia exegir. Já no que às actualizações de segurança diz respeito, não podemos dizer os mesmo, com o smartphone a chegar com um patch de Janeiro 2020, que só foi alvo de actualização, no final de Julho, com o patch a passar para o mês de J̶u̶l̶h̶o̶ , perdão Maio! Quinze dias passados, chegou uma nova actualização, agora sim com o patch de Julho, algo bem mais em linha com o que se deve exigir a todas as marcas. Não é uma boa prestação neste campo que em nada sai beneficiado com a ausência de uma confirmação da actualização para Android 11.



O notch gota de água surge numa posição idêntica à apresenta no Plex, mas TCL soube corrigir a mão, com horas a já não ficarem ficarem cortadas, sendo apresentados os quatro dígitos. Caso assim pretenda, o utilizador pode optar por utilizar a da barra de notificações, estendendo a área disponível para as apps.

Tal como no caso do TCL 10 Pro, a Smart Key continua a marcar presença. Infelizmente, tal como aconteceu no caso do 10 Pro, o último update veio tornar esta Smart Key numa Dumb Key, que passa apenas a servir para uma única função, ao invés de rês funcionalidades, com o assistente da Google a ser a única opção disponível. O mais caricato no meio desta situação, é que a tecla acaba por se tornar redundante, pois basta um gesto na diagonal na zona inferior do ecrã, para chamar o assistente da Google.

Segundo a TCL, esta opção visa fortalecer a ligação com a Google. Não questionando esta decisão, lançar um smartphone com uma funcionalidade, publicitar a mesma de forma abrangente e vir semanas mais tarde reduzir de forma drástica a utilidade da Smart Key, acaba por prejudicar os consumidores, que em nada saem beneficiados com esta decisão.


As câmaras


  • Resolução: 48 MP + 8 MP + 2 MP + 2 MP
  • Sensor de imagem: S5KGM1 + GC8034 + GC2385 + GC2385
  • Abertura: F1.8 + F2.2 + F2.4 + F2.4
  • Tamanho do sensor: 1/2.25" + 1/4" + 1/5" + 1/5"
  • Tamanho do píxel: 0.8 μm + 1.12 μm + 1.65 μm + 1.65 μm

Este conjunto de câmaras acaba por ser bastante versátil, com as imagens de 12MP do sensor principal a combinarem a informação de 4 pixels em um os 8MP do sensor ultra wide a serem opção para enquadrar imagens de paisagens. A opção de um sensor macro, no lugar de um telephoto é questionável, sobretudo quando o primeiro não acrescenta muito em termos de qualidade de imagem.



A interface da câmara segue a linha do que vem sendo apresentado pela TCL. À esquerda temos uma fila de ícones com os filtros (em tempo real), controlo do flash, temporizador, HDR, formato da imagem e definições. À direita, ou na zona inferior do ecrã, consoante a sua orientação, uma fila de modos de fotografia / vídeo, e uma segunda fila com um ícone para alterar a câmara traseira e frontal, o botão de disparo, atalho para o Google Lens e o acesso à galeria. São apresentados ainda dois ícones na zona inferior do ecrã, para acesso ao zoom e modo ultra wide.

Além do modo automático, vídeo, retrato, Super Macro e Pro, estão ainda disponíveis mais algumas opções, que permitem obter efeitos interessantes, tanto em fotografia como em vídeo.

TCL 10 L

Em modo automático, as cores são intensas, aparecendo por vezes com elevada saturação, lago que contudo acaba por ser agradável à vista, sobretudo nas fotografias em zonas bem iluminadas. É algo que no entanto falta nas imagens com o sensor ultra wide, com as cores a surgirem mais esbatidas e o detalhe a ser inferior, sobretudo quando a luz solar é mais reduzida.


Apreciação final



A gama média está a ser cada vez mais disputada, com as diferentes marcas a procurarem garantir uma posição de destaque neste segmento de mercado. 2020 foi o ano em que TCL apostou forte na gama média, lançando numa primeira fase três equipamentos, com este TCL 10 L a ser a proposta para a gama média-baixa. Olhando para o desempenho global deste smartphone, temos aquilo que se deve exigir para uma prestação sem grandes compromissos, havendo apenas a lamentar a opção pelo processador Snapdragon 665, isto quando a sua concorrência directa apresenta equipamentos com processadores Snapdragon 7XX. Esta diferença no processador não terá um elevado impacto no desempenho, mas um conjunto de núcleos e GPU mais modernos e sobretudo um processo de fabrico mais avançado (8nm), acabam por penalizar a escolha da TCL, razão pela qual este TCL 10 L se fica por um "Morno", com a política de atualizações do Android a também contribuir decisivamente para esta avaliação.

Com um preço a começar na casa dos 220€, o TCL 10 L deverá ser uma opção a ter em conta pelos consumidores, sobretudo aqueles que dão maior importância ao desgin do smartphone e procuram um ecrã de boa qualidade.



TCL 10 L

Morno

Prós
  • Qualidade de construção
  • Android sem grandes modificações

Contras
  • Processador
  • Saliência do módulo de câmaras
  • Actualizações do Android



TCL 10L

Morno (3/5)
№ 09

TestFlight serve como App Store alternativa sem as regras da Apple


O TestFlight destina-se a funcionar como ferramenta de apoio para teste de apps em desenvolvimento para iOS, mas para um número crescente de developers está a tornar-se na alternativa à App Store onde podem ficar livres das regras da Apple.

São mais que conhecidas as muitas regras e imposições da Apple relativas à aceitação de uma app na App Store. No caso de developers que apenas estão interessados em fazer pequenas apps, a tarefa torna-se ainda mais complicada, pois a Apple pode simplesmente considerar que são apps "sem interesse". Daí que muitos estejam a recorrer ao TestFlight para usarem as suas próprias apps e também as fazerem chegar a amigos e conhecidos, dispensando a validação da Apple.

O TestFlight é uma plataforma de teste de apps (que a Apple comprou e tornou sua depois de se ter feito notar no iOS), que funciona como o equivalente ao programa de apps beta na Play Store, e com a grande vantagem de dar total liberdade ao developer quanto às apps que quiser fazer e distribuir. A única limitação é que cada app fica sujeita a um limite máximo de 10 mil utilizadores. Um limite que acaba por não ser problema para estes developers, que quase sempre apenas partilharão as suas apps com amigos e colegas, ou eventualmente com alguns dos seus seguidores na internet.

My testflight starting to look solid @join_space
Volley Interviews@YacChat @roadtrip_fm @StadiumLiveApp

Who’s TF looks better than mine? pic.twitter.com/q2lHHDMW62
— Hunter Moonshot 〽️ (@huntermoonshot) July 10, 2020


Eventualmente, a Apple poderá vir a ser obrigada a facilitar o acesso de apps aos seus equipamentos sem passar pela App Store. Mas enquanto isso não acontece, não deixa de ser curioso que alguns developers já o façam... embora apenas para lotes de 10 mil utilizadores.
№ 10

Smart speakers activam-se inadvertidamente dezenas de vezes por dia


Um estudo revela que os populares smart speakers, como os Echo, Google Home, e outros, se podem activar inadvertidamente mais de uma dezena de vezes por dia, com som de programas de televisão ou conversas.

É simpático, e conveniente, que um smart speaker seja capaz de reconhecer a nossa voz e comandos que sejam ditos. Menos conveniente é constatar que esses aparelhos possam estar a gravar dezenas de clips sonoros por dia, activando-se acidentalmente em resposta outras frases. Foi precisamente isso que foi alvo de um estudo exaustivo de investigadores britânicos, que analisaram a propensão dos smart speakers se activarem acidentalmente.

A forma de teste foi curiosa, sujeitando uma série de diferentes smart speakers a mais de uma centena de horas de conversas de programas da Netflix, incluindo The Office, Riverdale, Narcos e outros.

No final do teste, o HomePod e colunas com Cortana ficaram na pior posição, com mais activações acidentais (até 19 por dia), seguidos pelo Echo Dot 2, Google Home Mini, e Echo Dot 3. Curiosamente, não foi encontrada nenhuma "fórmula mágica" que explicasse as activações, já que as mesmas frequentemente ocorriam com diferentes frases, mesmo repetindo-se o teste várias vezes (os investigadores suspeitam que os sistemas de auto-correcção possam ter contribuído para que detecções falsas anteriores deixassem de causar actuações em testes subsequentes.

Se tiverem um smart speaker ao alcance do som proveniente do televisor e gostarem de ver séries e filmes com bastante diálogo... será conveniente espreitarem o histórico das gravações de tempos a tempos, para verem que surpresas por lá poderão encontrar.
№ 11

Batalha entre Apple e Epic alastra-se ao Unreal


A guerra entre Epic e Apple, iniciada com a remoção do Fortnite da App Store, alastra-se agora com a suspensão de todas as contas da Epic, potencialmente afectando todos os jogos que usam o Unreal Engine.

A Apple não está disposta a fazer quaisquer favores à Epic enquanto esta põe em causa uma das suas maiores fontes de rendimento (as comissões da App Store), e por isso avança com a suspensão de todas as contas de developer da Epic - uma medida que não só afecta o Fortnite (já removido) e outros jogos da Epic, mas também o próprio Unreal Engine, motor 3D utilizado em milhares de jogos e apps.

Certamente a Apple estará a planear deixar a Epic mal vista, se os seus clientes deixarem de poder actualizar as suas apps com Unreal Engine no iOS e macOS; por outro lado, é algo que também poderá acabar por funcionar contra a própria Apple, ao demonstrar que realmente faz o que quer e lhe apetece na App Store, o que não deixa de validar as acusações de abuso do seu poder.

A Epic já recorreu aos tribunais para combater esta expulsão do iOS e Mac, mas independentemente do resultado, a única certeza é que vai ser mesmo uma batalha épica. A grande incógnita é saber se isto irá acabar com a Apple a ser forçada a abrir o acesso à App Store, ou se verá o seu domínio sobre a mesma ser reforçado pelos tribunais - e nesse caso, que vos parece um futuro onde jogos com Unreal Engine, incluindo o Fortnite, não estejam disponíveis em iOS?
№ 12

Androids passam a ajudar na detecção de terramotos


A Google começou a fazer aquilo que já tinha sido antecipada por apps como o Dark Sky (entretanto removido dos Android por ter sido comprado pela Apple), usando os sensores dos smartphones para - neste caso - contribuir para a detecção de terramotos.

Os nossos smartphones são verdadeiros centros de recolha de dados, contando com uma série de sensores, como microfone, câmaras, termómetros, barómetro, e acelerómetros e giroscópicos. Embora por vezes possam ser usados de forma abusiva contra os utilizadores, é também uma pena que não se usem essas capacidades para fins benéficos para toda a sociedade, e é precisamente isso que a Google agora fez em relação aos terramotos.


Há algum tempo que os Android podem dar alertas de terramotos iminentes nas áreas afectadas, mas a partir de agora passam também a contribuir para a sua detecção, usando os acelerómetros para detectar sinais de potenciais terramotos que são enviados para um centro de análise que verificará a sua validade em conjunto com sinais de outros smartphones e de sismógrafos.

Da próxima vez que deixarem o smartphone sobre uma mesa, quem sabe se não estarão a ajudar para dar alertas atempados de terramotos?
№ 13

Ganha uns earphones BlitzWolf BW-ES4


Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta vez são uns earphones BlitzWolf BW-ES4 Dual Dynamic Drivers.

A transição para os earphones Bluetooth pode fazer com que algumas pessoas sintam saudade da melhor qualidade sonora que tinham com os earphones por cabo, e precisamente para mostrar que também os earphones económicos podem oferecer som que surpreende, esta semana temos para oferecer uns earphones BlitzWolf BW-ES4 Dual Dynamic Drivers.



Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

Loading…


Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

№ 14

SPC GEN - um smartphone que promete não pesar na carteira


A SPC aposta no mercado low cost, com o GEN, um smartphone que se destaca pelo seu baixo custo, a começar nos 110€.


SPCempresa tecnológica especializada no desenvolvimento de produtos eletrónicos de consumo, apresenta o GEN, o smartphone de grande memória da nova família de telefones GEN, à qual dá o nome. Chega ao mercado para se tornar no smartphone preferido dos utilizadores que procuram uma grande capacidade de armazenamento, fluidez em multitarefa e poder de desempenho num telefone do segmento de preços de entrada de gama.
 
O GEN possui uma configuração muito avançada com conetividade 4G, ecrã panorâmico HD+ e um processador de oito núcleos apoiado por 4 GB de RAM e 64 GB de memória interna a um preço muito acessível, inferior aos 130 euros.
 
Processador de 8 núcleos e 4 GB de RAM para o máximo rendimento 
O GEN foi desenhado para oferecer uma experiência de utilizador muito fluida. Apoiado no processador Octa-Core UNISOC com arquitetura Cortex A55 a 1.6 Ghz + 1,2 GHz e no processador gráfico IMG PowerVR GE8322, que trabalham em conjunto com os 4GB de memória RAM, o smartphone garante uma atividade multitarefa sem interrupções e um rendimento muito potente.
 
Além disso, no que respeita ao armazenamento, oferece 64 GB de memoria interna, ampliáveis em mais 128 GB através de um cartão micro SD, para oferecer assim uma memória total de 192 GB e garantir o armazenamento de qualquer conteúdo multimédia.
 
Ecrã panorâmico HD+ de 5.45 polegadas com formato 18:9 para uma experiência imersiva
Os utilizadores podem tirar todo o partido possível do ecrã HD+ de 5.45 polegada, munido de um formato panorâmico 18:9, o que faz com que a experiência de utilização seja, além de compacta, totalmente imersiva. O ecrã é IPS e oferece uma resolução de 1440x720 pixéis para uma magnifica experiência visual.
 
Câmara principal de 13 Mpx para conseguir grandes fotografias 
O GEN também se destaca no campo da fotografia: está equipado com uma câmara principal de 13 Mpx com flash LED, para tirar as melhores fotos mesmo em condições de baixa luminosidade. A câmara frontal, por outro lado, oferece uma resolução de 5 Mpx.
 
O GEN vem munido do Android 9.0 Pie. Entre outras novidades, inclui tecnologia de inteligência artificial para adaptar-se ao utilizador: aprende os seus hábitos e é capaz de prever as ações que vai realizar, além de contar com funções como bateria e brilho adaptativo.
 
Além disso, o utilizador pode desfrutar da comodidade oferecida pela funcionalidade Dual SIM, que permite ter dois números de telefone num único dispositivo. Em termos de autonomia, o GEN possui uma bateria de 3.000 mAh.
 
Versão com memória interna de 32GB e 3GB de RAM
O dispositivo também está disponível, com as mesmas prestações avançadas, numa versão com 3 GB de RAM e 32 GB de memória interna (ampliáveis também em 128 GB adicionais através de cartão micro SD): uma configuração perfeita para os utilizadores que procurem um dispositivo funcional, rápido e versátil a um preço muito competitivo.
 
Preço e disponibilidade:
  • GEN (4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento) está disponível num modelo de cor azul a um preço de 129,90 euros.
  • GEN (3 GB de RAM e 32 GB de armazenamento) disponível num modelo de cor azul a um preço de 109,90 euros.
№ 15

Pára ou a avó repara

Catherine Deneuve, na pele de uma mulher que tenta salvar o neto de mergulhar no radicalismo islâmico, é dos melhores motivos para não deixar escapar "O ADEUS À NOITE", de André Téchiné. E também para louvar a estreia do filme mais recente de um realizador cuja obra, ao contrário de outros tempos, tem chegado de forma intermitente ao circuito comercial português.

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Aos 77 anos, André Téchiné está entre os cineastas franceses mais respeitados enquanto se mantém também entre os mais prolíficos, mesmo que nem todos os seus filmes tenham tido direito a passagem pelas salas nacionais nas últimas duas décadas. É verdade que os seus dias de triunfo crítico e comercial foram especialmente fortes nos anos 90, mas ainda há (bons) motivos para continuar a acompanhar o autor de "Os Juncos Silvestres" e "A Minha Estação Preferida".

"O ADEUS À NOITE" é um deles, um filme com tanto de reconhecível - um olhar sobre a família e em especial sobre os jovens, em ambiente campestre - como de inesperado, e até de radical, em mais de um sentido - ao abordar a temática sempre ardilosa do terrorismo a partir da experiência de um jovem francês que quer aderir ao Estado Islâmico.

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Retrato de um conflito cultural e ético a partir de um fosso geracional, o drama nasce da reacção de uma avó à descoberta de uma faceta desconhecida (e alarmante) do neto, novidade que vem colocar em causa um relacionamento já de si pouco próximo - e assombrado por uma história familiar marcada pela tragédia e trauma. Téchiné, no entanto, mantém-se a milhas do dramalhão de faca e alguidar a que esta premissa poderia facilmente conduzir, revelando a sensibilidade e perspicácia habitual ao medir o pulso das relações humanas enquanto as cruza com um olhar mais vasto sobre uma das grandes ameaças do mundo contemporâneo - ainda que a acção se situe na Primavera de 2015.

Juntando, pouco a pouco, ingredientes de thriller ao que é, sobretudo, um estudo de personagem focado na avó encarnada por Catherine Deneuve, "O ADEUS À NOITE" talvez ganhasse em explorar um pouco mais a fundo a crise de referências do neto e a obstinação/fanatismo da sua companheira, a outra figura-chave desta história. Uma série como a recente "Kalifat" (disponível na Netflix), por exemplo, conseguiu dar a ver o fascínio de adolescentes europeus pelo ISIS com outro fôlego, além de desenhar um quadro mais amplo da organização terrorista. Mas Téchiné, sem deixar um testemunho obrigatório, também nunca se torna panfletário nem maniqueísta, e abre espaço para outros olhares sobre a comunidade islâmica através de algumas personagens secundárias.

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Inspirado pelo livro "Les français jihadistes", de David Thomson, que recolheu depoimentos de jovens soldados terroristas, o argumento foi escrito a quatro mãos - as do realizador e de Léa Mysius ("Ava") - e não é imune a algum esquematismo, em parte compensado pela inteligência emocional que Téchiné não perdeu e à qual Deneuve dá corpo sem parecer esforçar-se. Já tinha sido ela o pilar de "A Verdade", de Hirokazu Koreeda, estreado há poucos meses por cá, e talvez o seja ainda mais aqui, não desfazendo do casal composto por Kacey Mottet Klein (que transita de "Quando Se Tem 17 Anos" e consegue adaptar-se a um papel bem diferente) e Oulaya Amamra (a manter a garra que já mostrava em "Vampires", série francesa da Netflix).

Dona de uma quinta no sul de França, cenário de cerejeiras em flor e aulas de equitação, com um quotidiano pacato apenas beliscado pelas investidas de um javali, a protagonista é obrigada a debater-se com um desafio para o qual não tem resposta. E Deneuve torna-a numa mulher palpável, entre o desnorte repentino e a fuga para a frente, incapaz de aceitar não conseguir salvar o neto enquanto tenta demovê-lo de uma viagem que se arrisca a ser a última. Téchiné trata essa angústia com respeito, sem forçar a nota, e mantém uma contenção que passa ainda pela banda sonora de Alexis Rault, também ela um belo motivo para descobrir "O ADEUS À NOITE" numa sala de cinema.

3/5

№ 16

ZTE Axon 20 5G estreia câmara frontal invisível


A ZTE quer ficar na história como sendo a primeira a lançar um smartphone com câmara frontal invisível sob o ecrã, e anuncia a chegada do ZTE Axon 20 5G a 1 de Setembro.


No último par de anos temos visto vários fabricantes a explorar a utilização de câmaras frontais sob os ecrãs, e tanto a Xiaomi como a Oppo pareciam estar bem posicionadas para serem as primeiras a fazê-lo. No entanto, depois pareceram abandonar a ideia, dizendo que havia alguns problemas técnicos que impediam que se conseguisse ter a qualidade desejada na câmara frontal - algo que parece não ter sido problema para a ZTE.

O ZTE Axon 20 5G parece ser um modelo de gama média, mas terá como elemento de destaque a utilização da câmara frontal invisível sob o ecrã, que apenas tornará a parte à frente da câmara transparente quando for necessário captar fotos ou vídeo.


Vai ser interessante ver que tal será a qualidade desta câmara, e se se comprovam os receios que fizeram a Xiaomi e Oppo aparentemente abandonarem a ideia. Por outro lado, o facto de estrearem isto num modelo de gama média em vez de um topo de gama pode ser sinal que já sabem que a qualidade não será "grande coisa", e assim têm a desculpa de ser apenas um modelo de gama média, do qual não se deverá esperar muito em termos de qualidade das câmaras.




№ 17

Galaxy Note 20 Ultra resiste à dobragem


As marcas aguardam com grande ansiedade a passagem dos seus modelos pelos testes abusivos do JerryRigEverything, mas o recente Galaxy Note 20 Ultra até se safou razoavelmente bem.

Um dos pontos altos dos testes é a resistência à dobragem, e nesse capítulo o Note 20 Ultra demonstrou a rigidez dos seus materiais e montagem. Por outro lado, a nova geração de vidro Corning Gorilla Glass Victus limitou-se igualar a resistência aos riscos das gerações anteriores do Gorilla Glass (parece que não há forma da Corning lançar vidro mais resistente); e o ecrã AMOLED também não conseguiu resistir ao teste da chama, ficando com zonas permanentemente danificadas - embora seja um dos testes que, sinceramente, não percebo porque continua a ser feito.

Para um smartphone com estas dimensões, resistir ao abuso da dobragem parece-me ser o elemento de destaque, e ainda bem que a Samsung não tem que enfrentar um "bendgate" com o Note 20 Ultra.


№ 18

Google ameaça fim dos serviços gratuitos na Austrália


A Google já iniciou a sua campanha contra a legislação que a Austrália quer aprovar para obrigar a empresa a pagar pelas notícias, insinuando que isso poderá pôr em causa os serviços fornecidos gratuitamente pela Google no país.

Naquilo que parece ser um incitamento à revolta a começar na comunidade de YouTubers (seguramente por serem uma comunidade que mais facilmente consegue mobilizar os seus milhões de seguidores), a Google diz que a futura legislação lhes irá roubar rendimentos e potencialmente por a sua segurança em causa, pois obrigará a ceder mais dados.

Mais importante será a ameaça velada que a dita legislação poderá até pôr em causa a manutenção dos serviços gratuitos que disponibiliza. Insinuações suficientes para que se ergam gritos de revolta de que será o fim das pesquisas gratuitas no seu motor de pesquisa, e potencialmente do acesso ao Gmail, Google Maps e tudo o mais - ou, no mínimo, que seja suficiente para avaliar a resposta do público australiano a este tipo de propaganda e forma de luta.

Embora ache ridículo forçar a Google a pagar pelas notícias que partilha (tendo em conta que redirecciona os cliques para os sites originais), acho igualmente ridículo ver a Google recorrer a este tipo de tácticas e ameaças. É que aquilo que agora acontece na Austrália poderá no futuro acontecer em qualquer outro país, incluindo a Europa. E isto de ver a Google ameaçar com alterações radicais aos seus serviços apenas vai fazendo com que se deva ter cada vez mais cautela com a dependência excessiva que se possa ter neles.
№ 19

Elon Musk promete salto de gigante no Autopilot até ao final do ano


Indo ao encontro da promessa que o modo de condução autónoma do Autopilot chegaria este ano, Elon Musk promete para as próximas semanas a chegada de uma versão completamente nova do Autopilot com capacidades de condução superiores às da versão actual.

O Autopilot da Tesla tem recebido melhorias através de actualizações regulares, mas agora devemos esperar algo completamente diferente. Diz Elon Musk que a próxima versão do Autopilot é uma versão completamente nova e não apenas uma melhoria feita no sistema antigo, e que permite dar um verdadeiro salto de gigante na qualidade da condução.

Segundo Elon Musk, que tem estado a testar uma versão deste novo sistema, é possível fazer todo o trajecto entre casa e trabalho praticamente sem qualquer intervenção do condutor.

Esta versão irá ser disponibilizada daqui por 6 a 10 semanas, inicialmente para um número limitado de veículos. Veremos se sempre será capaz de cumprir a promessa da condução autónoma real, há tanto prometida mas inexistente para quem tem pago pelo FSD ao comprar os seus Tesla. E se realmente cumprir, é de imaginar que o modo FSD vá levar novo agravamento de preço - embora vá seguramente ser também de benefício limitado tendo em conta a legislação europeia, que impede demasiadas "liberdades" nestes sistemas.
№ 20

Windows 10 Pro desde €7 nos saldos de Verão


Bem a propósito do aumento do número de pessoas que passou a trabalhar a partir de casa por causa do coronavirus, temos uma campanha da U2Key com diversas versões do Windows e Office a preço reduzido, com o Windows 10 a 7€ e o Office 2016 Pro a €17.

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