PlanetGeek
№ 01

NutriU by Philips: a app que quer melhorar a tua vida diária



A app Nutri da Philips pretende ser um precioso auxiliar no sentido de garantir uma melhor qualidade de vida ao consumidor.


A missão de melhorar a vida das pessoas é o que move a Philips enquanto companhia e a criação da app NutriU é mais uma prova disso, pois se somos o comemos, a nossa saúde está integralmente dependente da alimentação que fazemos. É no sentido de uma vida mais simples e saudável que a Philips nos pretende guiar diariamente.

Foi surpreendido por amigos em sua casa e agora não sabe o que fazer para pesticarem ao final da tarde? Chegou mais tarde do trabalho e não está com paciência para grandes cozinhados? Normalmente a solução passa sempre por encomendar comida ou comprar algo pré-cozinhado, até porque não dá para comer de forma saudável nestas situações… Errado!
Com o intuito de suprimir a ideia de que comer de forma saudável dá muito trabalho, as receitas são muito elaboradas, os ingredientes são difíceis de encontrar, a comida não tem sabor, as receitas são todas iguais e é um sofrimento para quem gosta de comer bem, a Philips apresenta a NutriU, a aliada perfeita da Airfryer, a fritadeira sem óleo!
A NutriU é uma app que reúne mais de 200 receitas e alguns conselhos para que possa aproveitar ao máximo a sua Airfryer. A aplicação permite fazer pesquisas pelo nome da receita, por ingrediente, tipo de cozinha, tempo de preparação e também pelo tipo de dieta, ajustando-se, desta forma, a todas as suas preferências. Para além disso, a criação de um perfil de usuário permite aceder a recomendações personalizadas consoante os gostos do usuário e da sua família. A app permite ainda que cada usuário partilhe com a restante comunidade as suas próprias receitas e faça comentários. A app NutriU da Philips está ativa em vários países contando mais de 91.000 usuários ativos por mês e agora também já se encontra disponível para download em português na App Store e na Google Play.
A utilidade da Airfryer vai muito além das batatas fritas e a NutriU é a ajuda que faltava aos consumidores para poderem tirar o máximo das suas potencialidades devido à diversidade e versatilidade de receitas que a aplicação disponibiliza. Para além disso, a Philips oferece uma vasta gama de Airfryers que se ajustam à quantidade de comida que cada um tenha necessidade de preparar.
A pensar na saúde em primeiro lugar, pois a Airfryer utiliza sempre o mínino de gordura adicionada possível, a NutriU surgiu para ser o seu melhor aliado diário na hora de cozinhar, tornando esta tarefa simples, criativa e sempre saborosa.
№ 02

Galaxy Z Fold 2 sem notch


Imagens do ecrã interior do Galaxy Z Fold 2 revelam aquilo que já se esperava: desta vez a Samsung abandonou o gigantesco notch utilizado no modelo anterior, optando por um discreto furo para a câmara frontal.

Recentemente vimos imagens que indicavam que a Samsung tinha adoptado um ecrã total no exterior para o Galaxy Z Fold 2, resolvendo a questão do diminuto ecrã exterior - e deixando no ar a questão sobre o que seria feito quanto ao imenso notch no ecrã dobrável interior. Pois bem, com a ajuda de um pequeno ajuste na luminosidade, a foto do Galaxy Z Fold 2 revela que também no ecrã interior a questão fica resolvida.


Um ecrã total, tanto no exterior como no interior (onde o anterior notch gigante ficava mesmo bastante desenquadrado), dará ao Fold 2 todo um novo factor de atracção para os fãs dos gadgets mais recentes - garantidamente ajudando a ultrapassar aquele pequeno pormenor do seu preço elevado.

É que na primeira geração, ficou desde logo claro que se estava a pagar um valor elevado por um modelo que, na prática, ainda deveria ser chamado de protótipo, com coisas como o notch e ecrã diminuto no exterior a serem bastante penalizadoras. Mas, agora estamos perante um modelo de 2ª geração, que provavelmente está finalmente no ponto em que deveria ter estado o modelo original para ser posto à venda.
№ 03

Monitor Philips 498P9 ultra-wide 32:9

Quem procura a conveniência de ter dois monitores lado a lado mas usando apenas um único monitor vai apreciar o novo Philips 498P9 ultra-wide 32:9 de 49".

A MMD apresentou o novo monitor LCD curvo Philips 498P9 Brilliance 32:9 SuperWide, um monitor de 49" com resolução de 5120 x 1440 e que equivale a ter lado a lado dois ecrãs de 27" 16: 9 Quad HD (2560x1440). O ecrã curvo 1800R garante que mesmo com esta dimensão o ecrã permanece confortável e envolve o utilizador, e a tecnologia MultiView facilita a ligação e utilização simultânea de vários equipamentos, como um computador de secretária e um portátil, lado a lado.

Este monitor Philips 498P9 possui uma ampla variedade de opções de conectividade, incluindo DisplayPort, HDMI e USB 3.2, e também um switch KVM integrado que em conjunto com a função Multi-View permite que os utilizadores façam a gestão de dois equipamentos separados com um único conjunto monitor-teclado-rato. O utilizador pode simplesmente pressionar um botão para alternar entre os equipamentos.

O monitor Philips 498P9 fica disponível a partir de Agosto de 2020 com um preço recomendado de 899 euros.
№ 04

Do Brasil com amor (e algum terror)

O Brasil já viveu dias melhores, mas a ficção cinematográfica e televisiva não parece dar sinais de crise criativa. "BENZINHO" e "BOCA A BOCA" que o digam.

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"BENZINHO", de Gustavo Pizzi (emitido na RTP2 na passada segunda-feira e disponível na RTP Play): Depois de um percurso muito aplaudido em vários festivais internacionais (incluindo uma nomeação ao Grande Prémio do Júri em Sundance), este drama familiar passou discretamente pelas salas portuguesas há poucas semanas e marcou uma das estreias a reter depois de os cinemas terem voltado a abrir portas.

Segunda longa-metragem do autor de "Riscado" (2010), volta a ter Karine Teles, ex-mulher do realizador, como co-argumentista e actriz principal, na pele de uma mãe coragem que tem direito a uma carta de amor sentida neste retrato tão caloroso como modesto. E fica mesmo quase tudo em família quando os filhos e um sobrinho do ex-casal também fazem parte do elenco, o que ajudará a explicar o realismo convincente que emana de muitos momentos. Mais marcado por uma sucessão de vinhetas do quotidiano do que por um argumento especialmente forte, "Benzinho" ganharia com um maior fulgor narrativo, embora não deixe de ir conquistando pelo carinho (nada açucarado) com que olha para uma família da classe média de Petrópolis, abalada por dilemas como a mudança para uma nova casa, a incerteza laboral ou a partida do filho mais velho (contratado por uma equipa de andebol alemã).

A partir da rotina, ambições e receios da matriarca, Pizzi opta por um olhar humanista e esperançoso complementado por algum humor (de uma janela tornada porta à tuba inseparável do filho do meio) e o tom só estremece no subenredo da personagem de Adriana Esteves, a partir de um caso de violência doméstica que parece estar aqui a mais (ou que pedia uma atenção que um argumento recheado de personagens não consegue dar, deixando o agressor próximo de uma caricatura de telenovela). De resto, é exemplo de um cinema simultaneamente sensível e acessível que, sendo já habitual no contexto brasileiro, está longe ter muitos parentes próximos nos filmes que se fazem por cá.

3/5

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"BOCA A BOCA" (T1), Netflix: Não é preciso andar a revisitar "Contágio", de Steven Soderbergh, para descobrir paralelos entre realidade e ficção através da ameaça de uma pandemia. Nada contra, mas a história certa na altura certa encontra-se nesta mistura ambiciosa de drama rural e ficção científica, com pitadas de humor negro, sugestões de terror e heranças de algum cinema queer. Mérito de Esmir Filho ("Os Famosos e os Duendes da Morte"), criador, realizador e argumentista desta série inquietante e irreverente, ao lado de Juliana Rojas ("As Boas Maneiras"), que também colaborou no guião e assinou dois dos seis episódios da primeira temporada.

O pânico instala-se quando um surto letal começa a propagar-se numa pequena localidade do interior, Progresso (o nome é logo uma das muitas ironias desta saga), vitimando adolescentes depois de uma rave que desafiou os ideais conservadores da comunidade. Mas esse estado de alerta só vem tornar mais visível a intolerância geral face à diferença, colocando em jogo conflitos de classe, género, crença, raça, geração ou orientação sexual combatidos pelo jovem trio protagonista - interpretado por actores que se destacam num elenco a tirar partido de sangue novo e nomes veteranos.

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Se num primeiro contacto "Boca a Boca" pode lembrar outras séries da Netflix protagonizadas por adolescentes de um meio isolado e às quais não falta suspense (de "Stranger Things" a "Dark"), esta proposta não demora a vincar um território próprio e vibrante. E muitas vezes tão insolente como os seus protagonistas, tanto a nível visual (as cores garridas, sobretudo de tons azuis e rosa, lembram o conterrâneo "Boi Neon" ou filmes de Gregg Araki e Nicolas Winding Refn) como narrativo (um dos arcos podia ser a resposta brasileira a "O Segredo de Brokeback Mountain", mas vai além disso).

Felizmente, este arrojo não se reduz ao choque gratuito, como que o minou outra radiografia recente de uma comunidade do interior brasileiro, "Bacurau", e o olhar sobre o peso da tradição ou do autoritarismo (que pode ser encarado como uma alegoria ao governo de Bolsonaro) também é bem mais ambíguo, evitando tornar as personagens em símbolos binários. Uma aliança empolgante de estilo e substância, portanto, e abrilhantada por uma banda sonora electrónica com direito a The Knife, Boy Harsher, SOPHIE ou Letrux.

3,5/5

№ 05

Musk quer outras marcas a usar baterias e motores Tesla


Enquanto a maioria dos fabricantes automóveis tenta acelerar o passo para apanhar a Tesla, Elon Musk relembra que a Tesla está receptiva a fazer parcerias para fornecer baterias, motores e até o seu Autopilot para uso por outras marcas.

A Tesla tem feito esforços incríveis a nível de evoluir a qualidade dos seus automóveis, mas a verdade é que ainda agora, os Tesla deixam bastante a desejar em termos de qualidade de acabamentos face a qualquer carro europeu ou nipónico de gama média ou segmento superior. Muitas pessoas já terão pensado: o ideal seria ter um carro com os acabamentos / robustez de um Mercedes topo de gama, mas com as baterias, motores e tecnologia da Tesla. E na verdade, isso será perfeitamente possível... se houver boa vontade.

Elon Musk relembrou que a Tesla está receptiva a fazer parcerias com outros fabricantes, já que o seu intuito continua a ser o de acelerar a transição da nossa sociedade para a utilização de tecnologias limpas o mais rapidamente possível. Precisamente por isso faz todo o sentido ajudar todos os fabricantes a afastarem-se dos motores de combustão quanto antes.

Claro que a medida iria fazer com que a Tesla começasse a lucrar directamente com o sucesso dos seus concorrentes, mas isso não é assim tão anormal quanto possa parecer. Basta relembrar que a Samsung também lucra com os ecrãs OLED que vende à Apple para os iPhones, embora também fabrique os seus próprios smartphones.

Ter um BMW, ou VW, ou Mercedes, ou qualquer outro carro, com baterias e motores Tesla (e Autopilot) seria uma excelente forma de acelerar a electrificação dos transportes pessoais, e que deveria ser considerada seriamente pelos fabricantes automóveis; isto se valorizarem o respeito pelo planeta e os seus cidadãos mais do que os seus próprios lucros e interesses... Infelizmente, e relembrando o caso dieselgate, não me parece que seja esse o caso.
№ 06

Mac OS 8 recriado em Javascript


Quem quiser relembrar, ou ficar a conhecer, o que era a experiência de utilizar um computador Macintosh na década de 90, pode agora fazê-lo graças a este macintosh.js.

Fazer com que o browser se torne na janela de acesso a máquinas do passado não é nada de novo. Projectos como o Internet Archive têm preservado jogos de microcomputadores e consolas de outros tempos. Mas desta vez, temos um developer - Felix Rieseberg - que se lembrou de recriar um Macintosh Quadra 900 com CPU Motorola numa app escrita em Javascript: o macintosh.js.


Está disponível em versão de execução imediata para Windows e macOS, ou de instalação para Windows e Linux. Em todas elas teremos acesso não só ao Mac OS 8, como também a uma série de jogos e programas incluídos, incluindo o Photoshop 3, Premiere 4 e Illusrtrator 5 - sendo também possível utilizá-lo para jogar jogos como o mítico Duke Nukem 3D.

Um regresso ao passado que poderá ajudar a dar novo valor aos 250MB que ocupa...que hoje em dia seriam apenas um erro de arredondamento no tamanho ocupado pelas dezenas de gigabytes de qualquer sistema operativo.;P
№ 07

Bateria de arranque automóvel 70mai a €42

Quem se quiser precaver contra baterias fracas ou descarregadas no seu automóvel poderá querer juntar uma bateria de arranque de emergência à sua lista de ferramentas.

Se o mini-compressor portátil da Xiaomi nos pode salvar dos pneus vazios ou com baixa pressão, temos também baterias que nos podem salvar das baterias gastas ou descarregadas. Embora tenha um aspecto idêntico a um vulgar power bank, esta bateria de arranque 70mai fornece até 600A de corrente de pico, suficientes para fazer arrancar até o motor a combustão mais teimoso.


Neste momento é possível apanhar esta bateria de arranque 70mai por apenas 42 euros, usando o código BGM470 e com envio da Europa.


Esperando que o arranque do carro não seja coisa que tenham que fazer diariamente, importa relembrar também que é perfeitamente possível utilizar esta bateria como power bank convencional, tirando partido dos seus 11000mAh de forma mais gradual para recarregar smartphones, tablets, e demais equipamentos electrónicos que possam ser alimentados via cabo USB.
№ 08

Notícias do dia

Firefox 79 chega ao Android com extensões limitadas; Uber Eats enfrenta vaga de entregas fraudulentas no Brasil; Minecraft ganha PCs virtuais e Doom dentro do jogo; análise ao LG K41s; e exclusividade do "Find My" da Apple levanta questões quanto à sua suposta abertura.

Antes de passarmos às notícias do dia, não deixem de participar no passatempo gadget da semana que vos pode valer um candeeiro LED de mesa Xiaomi; e temos também alguns livros FCA para oferecer.

Samsung pode trocar Bixby pelo Google Assistant



Depois de ter passado anos a replicar funcionalidades da Google, com a sua série de apps (browser, email, assistente de voz) a Samsung pode estar prestes a mudar de estratégia e adoptar o Google Assistant e demais apps nos seus smartphones.

Poderá parecer uma capitulação que deixaria a Samsung mais dependente da Google - estranho para uma empresa que em tempos até se aventurou na criação do seu próprio sistema alternativo ao Android - mas seria uma forma de poupar imensos recursos (e centenas de milhões de euros) a fazer aquilo que já está feito. Veremos que novidades os próximos equipamentos da Samsung trarão a este nível...


Microsoft Family Safety chega ao Android e iOS



A Microsoft já lançou a versão final da sua app de segurança familiar Microsoft Family Safety para Android e para iOS. A app permite controlar o tempo gasto em cada app, facilitando a tarefa dos pais definirem limites que evitem excessos pelos filhos (ou por eles próprios), e com a possibilidade dos mais novos pedirem (ou negociarem) prolongamentos.

A contabilização do tempo é sincronizada através do Windows e Xbox, pelo que também evita que alguém procure contornar o sistema indo fazer uma sessão de Fortnite na Xbox depois de ter esgotado o tempo no seu smartphone (por exemplo). O serviço também inclui a localização dos utilizadores, para que as famílias possam ver por onde andam os seus membros.


Cinemas aceitam chegada dos filmes ao streaming mais cedo



O apocalipse cinematográfico causado pelo Covid-19 está a forçar os cinemas a encarar a nova realidade, e nos EUA a Universal e a AMC Theaters chegaram a acordo para a redução substancial do período de chegada das estreias aos serviços de streaming, que passa a ser de apenas 17 dias.

Até agora os cinemas exigiam que um filme permanecesse exclusivamente nos cinemas por um período que ia dos 70 aos 90 dias, significando que na maioria dos casos só poderiam chegar ao streaming passados 3 meses após a data de estreia. Com este novo acordo, a única exigência é que os filmes passem pelo menos três fins-de-semana nos cinemas, e a partir daí podem seguir para o streaming.

Parece-me bem mais lógico, já que a maioria das pessoas que vai ver um filme ao cinema quer vê-lo quando ele estreia.


Google ganha insectos em realidade aumentada


A Google ampliou a gama de animais em realidade aumentada nos seus resultados, agora passando a incluir também uma série de insectos, incluindo joaninhas, pirilampos, louva-a-deus, vespas, gafanhotos, libélulas, e outros.




Curtas do dia


Resumo da madrugada

№ 09

120Hz do Black Shark 3S envergonham iPhone 11 Pro Max


Não chegando aos 144Hz de outros modelos gaming (ou aos 160Hz do ROG Phone 3), os 120Hz do Black Shark 3S chegam ainda assim para envergonhar o iPhone 11 Pro Max num teste de scroll.


O Black Shark 3S só será revelado oficialmente a 31 de Julho, mas a marca já revelou alguns detalhes sobre este modelo melhorado, que passa a usar um ecrã AMOLED de 6.67" de 120Hz (e touch a 270Hz) em vez dos 90Hz do modelo anterior, assistido por um sistema de interpolação de imagens para garantir a fluidez no ecrã sem exigir demasiado do CPU - à semelhança do que a OnePlus fez no seu 8 Pro.

Para mostrar o que isso vale, a Black Shark mostrou que tal se comporta o seu modelo lado a lado com um iPhone 11 Pro.


Embora não fosse, desde logo, uma comparação justa; parece-me que neste caso o iPhone sai ainda mais prejudicado devido a um qualquer bug que me parece estar a fazer com que o scroll seja feito de forma menos fluida do que deveria fazer. É algo que tenho sentido no iPhone nos últimos tempos, que ficou parcialmente resolvido com o último iOS 14 beta, mas que ainda acontece por vezes nalgumas apps.

... Se fosse fã das teorias da conspiração, diria que seria uma forma da Apple criar artificialmente uma maior diferença para o próximo iPhone 12, para que pareça ser muito mais rápido e fluido que os iPhones actuais (especialmente quando se fala que também poderão adoptar ecrãs de 120Hz). Mas, o que é certo é que o scroll está menos fluido do que deveria estar, nem sequer estando a ser feito a 60Hz.
№ 10

Análise ao LG K41s


Sabendo-se que, hoje em dia, praticamente todos os smartphones de gama média / superior oferecem prestações mais que satisfatórias, torna-se interessante ver que tal se comportam os modelos mais económicos, como é o caso deste LG K41s.


A LG tem estado bastante distante dos seus tempos áureos (quando nos trouxe os Nexus 4 e Nexus 5), e nestes últimos anos tem sido incapaz de fazer frente a rivais como a Samsung, Huawei, Xiaomi, Oppo, e outras. No entanto, não tem desistido e tem procurado reinventar-se, embora este K41S ainda não seja um dos modelos já abrangidos pela sua nova filosofia.

O LG K41s


O LG K41s vem com um ecrã HD+ de 6.55" (1600x720), CPU Mediatek MT6762 Helio P22, 3GB de RAM, 32GB + microSD, quad-câmara de 13 MP, (wide) + 5 MP (ultrawide) + 2 MP (macro) + 2 MP (depth), câmara frontal de 8MP num notch gota de água, bateria de 4000mAh, e Android 9 (embora com actualização prometida para o Android 10). O carregador fornecido é de 10W.





Os acabamentos são interessantes, e também é fornecida uma capa de protecção transparente, sempre útil para minimizar estragos em caso de quedas acidentais, ou simplesmente para dar confiança acrescida para se poder pousar o smartphone em qualquer superfície sem temer riscos na tampa traseira. Temos também um botão dedicado para o Google Assistant, e uma cada vez mais rara ficha de 3.5mm para os headphones


O sensor na traseira é algo que também vai sendo cada vez mais anacrónico, mas que temos que aceitar tendo em conta o segmento de preço deste smartphone.


Câmaras


Com a imponente presença de quatro câmaras na traseira, o LG K41s parece estar mais que habilitado a satisfazer nesta área.






As fotos são razoáveis desde que haja um nível de luz adequado, e com a macro a poder dar jeito para os casos ocasionais em que seja necessário aproximarem-se para tirar fotos a alguns detalhes de objectos. Ainda assim, penso que teria sido mais vantajoso a LG optar por se manter apenas com uma ou duas câmaras, mas que se comportasse melhor quando a luz desaparece; já que em situações de pouca luminosidade os resultados são bastante fracos.



Em funcionamento


Com a LG a dar destaque à presença de um botão dedicado ao Google Assistant, somos desde logo confrontados com a experiência de utilização do Google Assistant em Português. O Google Assistant funciona bastante bem em português e, quem for fã dos comandos por voz, irá apreciar a presença do botão para acesso imediato.


O maior problema é que, tal como o funcionamento geral do smartphone, o seu processador MediaTek é incapaz de fornecer uma experiência "imediata" de utilização. O carregar no botão do Google Assistant pode dar origem a uma ausência de resposta que nos faz duvidar se teremos carregado no botão certo, deixando de carregar nele e nesse instante aparecendo o Google Assistant, levando-nos a carregar novamente no botão. Não sei até que ponto a culpa será unicamente do CPU escolhido ou se se deverá às opções da LG na optimização da bateria - mas se for este o caso, espero que com a actualização para o Android 10 este smartphone possa fornecer uma experiência mais constante em termos de rapidez de resposta.


De resto, se se superar as tais hesitações ocasionais (que se tornam bastante mais notórias caso exista algo a ser feito em background, como actualizar apps), o K41s tem capacidade para lidar com o uso típico que será esperado: passear pelo Facebook, Instagram, apps, web, etc.



Um pormenor que achei particularmente curioso e bem conseguido, é o de o wallpaper de origem disfarçar o notch da câmara no ecrã.


Apreciação final



O LG K41s é um smartphone com boa qualidade de construção e solidez, no entanto não consegue superar as limitações que já seriam antecipadas por quem considera um smartphone com preço na casa dos 150 euros. As câmaras são suficientes para lidar com situações em ambientes bem iluminados, mas acabam por ser vítimas do departamento de marketing que terá preferido ter "4 câmaras" em vez de "2 câmaras" mas melhores. Com a versão do Android fornecida, tornam-se bem notórias bastante hesitações que, à partida, o seu CPU MediaTek deveria ter capacidade para superar.

Resta esperar que a actualização para o Android 10 possa resolver esse aspecto, mas neste momento esse será a maior "irritação" para a sua utilização no dia a dia; mas que também tem que ser vista sem perder a perspectiva de que se trata de um equipamento que já se pode encontrar por valores de 130 euros.

Dito isto, sai daqui com um:


LG K41s
Morno

Prós
  • Qualidade de construção e acabamentos
  • Câmaras (com boa iluminação)
  • Autonomia

Contras
  • Fluidez de utilização
  • Ainda com Android 9
  • Câmaras (com fraca iluminação)


Galeria de imagens







LG K41s

Morno (3/5)
№ 11

Uber Eats enfrenta vaga de entregas fraudulentas no Brasil


O popular serviço de entregas Uber Eats está a ser assolado uma nova táctica fraudulenta no Brasil que deixa os clientes sem comida nem direito a reembolso.

Os estafetas da Uber Eats têm que efectuar a entrega da comida, mas há sempre a possibilidade do cliente que a encomendou não aparecer para a receber. Quando isso acontece o protocolo é que o estafeta tente contactar o cliente por telefone, iniciando um período de 10 minutos de tolerância, ao fim do qual o cliente perde o direito à mesma e a qualquer reembolso. O que tem acontecido no Brasil é que os estafetas marcam como tendo tentado entregar e contactar o cliente, e que este não respondeu dentro do período de 10 minutos - fazendo com que eles fiquem sem a comida e sem direito ao reembolso.

É uma situação preocupante para os clientes, mas parece-me que é também algo que a Uber Eats pode facilmente controlar. Para começar, será extremamente fácil detectar se um determinado colaborador começa a ter uma taxa de entregas "não-recebidas" acima do que é habitual (ou se estão a acontecer com clientes cujo histórico de recepção tenha sido sempre sem incidentes). Será também possível verificar se a localização do colaborador efectivamente se manteve durante os 10 minutos no local da suposta entrega (mesmo considerando as apps que permitem falsificar o GPS, seria fácil detectar discrepâncias de "saltos" de localização injustificáveis). E isto para não ir mais longe e arranjar comprovativos de que o colaborador efectivamente tentou contactar o cliente com um telefonema de duração minimamente aceitável - em vez de simplesmente marcar o número e cancelar logo de seguida.

Seja como for, é algo que a Uber Eats terá que esclarecer rapidamente, pois um cliente que seja alvo deste tipo de coisa e se veja na complicada situação de ficar sem comida e sem forma fácil de reaver o dinheiro, dificilmente voltará a confiar na plataforma para fazer encomendas futuras. Resta-nos esperar que esta táctica não chegue a Portugal.

№ 12

Projector Blitzwolf BW-VP5 a €72


O sonho de ter um projector para ver filmes "em grande" é algo mais acessível que nunca, e por valores de apenas 70 euros podemos ter um projector HD capaz de projectar imagens com até 120" de diagonal.

O projector Blitzwolf BW-VP5 faz parte da nova família de projectores de custo reduzido, e vem com resolução HD nativa (1280x720) recorrendo a um LCD, e com luminosidade de 3800lm. Com isso resolve também um dos grandes problemas dos projectores, já que a sua lâmpada LED tem uma longevidade anunciada de 30 mil horas.



Este projector Blitzwolf BW-VP5 2800lm está disponível por apenas 72 euros, usando-se o código de desconto BGPPVP5 e com envio EU Priority Line disponível por menos de 1 euros.

Com ele podem projectar imagens com até 120" de diagonal (mais de 3 metros!), embora possa ser conveniente manterem-se pelos 100" para se manter uma nível de luminosidade e qualidade mais aceitável. Pormenores que normalmente acabam por ser ditados pelo espaço físico que tivermos disponível para projectar a imagem, e neste caso facilitado pelo facto de ser um projector portátil que facilmente se pode levar para qualquer lado.

Pode não ser o ideal para fazerem projection mapping no exterior da casa, mas certamente que é um projector excelente para se aventurarem em projectos de projection mapping no interior. :)


Podem acompanhar as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos no Facebook.
№ 13

Firefox 79 chega ao Android com extensões limitadas


A Mozilla fez chegar um novo Firefox ao Android, que adopta o seu mais recente motor do browser, mas que infelizmente se esquece do acesso às extensões, dando apenas acesso às nove que foram consideradas mais importantes.

O Firefox para Android estava parado há cerca de um ano, com as novidades a serem experimentadas na versão beta, e só agora chegando à versão normal para o público - como revela o salto da versão v68 para a v79. Há inúmeras melhorias, incluindo um novo GeckoView com melhor desempenho e mais opções de privacidade, agupamento de tabs, suporte para dark mode, interface renovado com barra de endereço em baixo, e muito mais. No entanto, o que está a preocupar muitos dos fãs do Firefox são as extensões - ou melhor dizendo: a falta delas.

A Mozilla lançou este novo Firefox com acesso a apenas 9 extensões:
  1. uBlock Origin
  2. Dark Reader
  3. HTTPS Everywhere
  4. Privacy Badger
  5. NoScript Security Suite
  6. Decentraleyes
  7. Search by Image
  8. YouTube High Definition
  9. Privacy Possum

I'm really disappointed in @Firefox here. Everyone who updates Firefox on Android to v79 will lose access to all extensions, except for the nine that Mozilla has allowed.

I've spent many hours porting extensions to Firefox on Android, and now my work isn't even accessible. https://t.co/wtgqpuUjI3
— Corbin Davenport (@corbindavenport) July 29, 2020


Sendo o Firefox um dos browsers que há mais tempo é melhorado por extensões, é fácil perceber como esta redução preocupa os seus utilizadores. Especialmente tendo em conta que, a partir de agora, todo e qualquer developer terá que ser "parceiro" da Mozilla se quiser disponibilizar e actualizar as suas extensões para o Firefox, sem que haja qualquer opção fácil para que os utilizadores possam instalar extensões não oficiais.

Esperemos que a Mozilla reconsidere a sua postura, sob pena de alienar alguns dos seus fãs de longa data...
№ 14

Facetune Video promete corrigir video selfies


Depois de se ter popularizado a corrigir as selfies em fotos, a app Facetune ganha uma versão para vídeo para fazer o mesmo pelas video selfies.

Há cada vez mais serviços a desafiar os utilizadores a usarem pequenos vídeos como imagem de perfil em vez das habituais imagens estáticas, e a Lightricks, criadora da popular app de retoques de rosto Facetune 2 (e outras como o Photofox, Pixaloop, etc.) está em cima do acontecimento com a sua nova app Facetune Video.

Tal como o próprio nome indica, trata-se de uma app que disponibiliza o mesmo tipo de ferramenta de edição de rostos já conhecidas da app Facetune, mas agora podendo ser aplicadas a video selfies. Para a maioria das pessoas, utilizar os modos de "beleza" já incluídos nos seus smartphones quando usam a câmara frontal, será mais que suficiente. Mas para todos aqueles / aquelas que acharem que é necessário uma ajuda adicional, não custará experimentar esta Facetime Video.

Como é habitual nas apps da Lightricks, a Facetime Video está disponível gratuitamente, mas com algumas das funcionalidades e efeitos a ficarem acessíveis apenas para quem aceitar pagar, estando disponíveis tanto modalidades de subscrição, como de pagamento único para ter acesso a tudo sem limite de tempo.
№ 15

À conversa com a autora do livro "Exercícios de Power BI" da FCA


A FCA deu-nos a oportunidade de conversar um pouco com alguns dos seus autores, e desta vez a escolhida para a rubrica "À conversa com" foi Adelaide Carvalho - autora do livro "Exercícios de Power BI - Importação, edição e visualização de dados".


1. O que é o Power BI e por que razão é considerado um software mais avançado no tratamento e manipulação de dados?

Segundo a sua criadora - a Microsoft - o Power BI é o software que transforma dados em decisões empresariais inteligentes. A ideia subjacente ao Power BI é ligar todos os dados independentemente da aplicação de software que os originou ou do local do seu armazenamento, para produzir relatórios interativos de apoio à decisão. O Power Bi reúne, na mesma base, dados provenientes de diversas aplicações e facilita ou sugere os relacionamentos entre eles com vista à elaboração de relatórios interativos que ajudam a responder às perguntas do decisor. O decisor pode interagir com os relatórios filtrando os dados, detalhando-os ou agregando-os de modo a responder às perguntas levantadas durante os processos de decisão. À medida que lê os relatórios, o decisor vai, portanto, visualizando os dados que respondem às perguntas que fundamentarão a tomada de decisão. O Power Bi permite-lhe, inclusive, fazer perguntas sobre os dados do relatório, usando uma linguagem muito próxima da que correntemente fala.
Na minha opinião, trata-se de uma poderosa ferramenta de interligação de dados de origem diversa que dispõe de funcionalidades que facilitam muitíssimo a depuração e a organização de dados com base no modelo relacional e na atualização de dados. Sobre estas funcionalidades, assentam outras que permitem o tratamento analítico e gráfico dos dados e, finalmente, outras de visualização interativa de dados. Por outro lado, trata-se de uma ferramenta colaborativa em que a partilha, a manipulação conjunta e a comunicação de dados são privilegiadas.

2. O Power BI é simples para a análise dos dados de pequenos problemas, mas pode também aplicar-se a projetos maiores em dimensão e complexidade. Como personalizar o Power BI às necessidades específicas de problemas maiores e mais complexos?

O Power BI é uma aplicação de software genérico que visa automatizar os procedimentos de importação, limpeza, organização e atualização de dados sempre guiada pelo modelo relacional de bases de dados. Numa primeira abordagem, o utilizador lida com esta aplicação genérica que tem a vantagem de seguir a filosofia de utilização “drag and drop” que é muito intuitiva e, portanto, permite uma familiarização muito rápida no início.
O utilizador nota de imediato a vantagem de desenvolver o tratamento de dados por camadas de procedimentos que o Power BI guarda em sequência cronológica, mas a que o utilizador pode aceder diretamente para eliminar, alterar, reutilizar camadas e assim refazer soluções com vista a cenários alternativos. Podemos dizer que, neste ponto, inicia-se a análise à medida dos objetivos. A recombinação de procedimentos de tratamento dos dados mostra-os sob perspetivas diferentes.

Por outro lado, o utilizador nota quase de imediato que se trata de software leve (lightweight) em termos de utilização de recursos computacionais, nomeadamente memória e CPU. Daí que trazer gradualmente para os problemas em análise mais dados e mais relacionamentos entre eles vai enriquecer os modelos e as soluções sem repercussões dramáticas no tempo e velocidade de processamento. A dimensão e a complexidade dos problemas em análise vai crescendo e, quando for necessário, podemos adquirir licenças de Power BI Pro ou Power BI Premium e mesmo integrar o Power BI em plataformas de dados baseadas na Nuvem, por exemplo, o Snowflake.

3. Atendendo ao ditado que outrora alguém referiu, “uma imagem vale mais que mil palavras”, e que tem um impacto bastante relevante nas diversas áreas de negócio, de que forma o Power BI vem reforçar essa máxima? Com que funcionalidades?

O objetivo final do Power BI é a construção de relatórios que sejam facilitadores da tomada de decisão. Para tal concorrem as funcionalidades de representação tabular e gráfica de dados. O Power BI permite a instanciação de vários objetos visuais, incluindo gráficos quer os comuns – linhas, barras, sectores bolhas, histogramas etc., - quer os mais recentes - funil, cascata, friso, mapas, medidores, cartões com índices de desempenho (KPI), etc. A construção de gráficos e tabelas não só é muito intuitiva por seguir a utilização drag and drop para selecionar os dados, mas também os formatos disponíveis são apelativos e variados. Mas, o mais interessante talvez seja mesmo podermos interrogar estas tabelas e gráficos em linguagem natural - próxima do inglês - para além de podermos sempre interactivamente segmentar dados, agregá-los ou desagregá-los. É também muito interessante podermos preparar, numa filosofia de realidade aumentada, informação sobre cada ponto representado graficamente que só se torna visível quando passamos com o rato sobre ele.

4. A quem se destina este processo de aprendizagem e a resolução dos exercícios que disponibiliza no seu novo livro “Exercícios de Power BI – Importação, Edição e Visualização de Dados”?

Este livro destina-se a professores e estudantes dos cursos do ensino superior em que os sistemas de informação e a modelação de dados integram os pilares básicos do saber. Porém, o seu interesse estende-se a todos os profissionais que pretendem libertar-se das tarefas morosas de importação, limpeza e organização de dados para que possam dedicar mais tempo e atenção à análise dos dados sob diversas perspetivas e à sua transformação em informação para decisões bem fundamentadas. Os exercícios apresentados nesta obra incidem sobre as funcionalidades principais do Power BI e constituem uma infraestrutura sólida para aperfeiçoamento individual posterior.

5. A Dra. Adelaide tem tido uma grande influência na organização e magistério de múltiplos cursos de aplicação da informática à Economia e à Gestão, tanto em Portugal como no mundo. Na sua opinião, esta incessante procura de conteúdos relacionada à aplicação e ligação de novos softwares ao mundo dos negócios, faz cada vez mais sentido?

Julgo que faz todo o sentido desenvolver-se software para Economia e Gestão cada vez com mais potencialidades para tratar muitos dados – Big Data – e permitirem a extração da informação necessária tomando o tempo na sua natureza contínua ou forçando paragens em marcos temporais importantes. O mundo económico, sobretudo o empresarial, é crescentemente complexo, essencialmente porque há cada vez mais entidades que se interrelacionam. Adicionalmente, a importância crescente da rapidez com que se tomam decisões torna o mundo dos dados mais complexo com exigências em processamentos em tempo real ou até de antecipação de visões futuras quase exatas. Assim, é racional procurarem-se aplicações mais funcionais, mais integráveis e mais adaptativas que facilitem o trabalho colaborativo entre todos os stakeholders do mundo económico, sobretudo o empresarial.
O Power BI está nesta senda uma vez que se encontra ainda em fase de desenvolvimento sob a égide da estreita colaboração entre a Microsoft e os utilizadores.

E é tudo, o nosso obrigado pelo tempo dispensado, e ficamos aguardar pelos seus próximos livros. :)


Sobre a autora:

Adelaide Carvalho (PhD, MSc, Lic.) - Docente, desde 1983, em diversos estabelecimentos de ensino superior. Organizou e ministrou, desde 1991 até ao presente, vários cursos de aplicação da Informática à Economia e à Gestão em Portugal, Grécia, Finlândia, Moçambique, Macau e Timor-Leste. Autora de vários livros publicados pela FCA.



Para quem chegou até aqui, temos uma surpresa. Temos para oferecer dois exemplares do livro "Exercícios de Power BI - Importação, edição e visualização de dados" e para te habilitares a ganhar um deles só tens que participar preenchendo o seguinte formulário:

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№ 16

Huawei Mobile Services já conquistaram a atenção de 1,6 milhões de developers


Pese embora tenha começado de forma algo tímida, os Huawei Mobile Services parecem estar a ganhar tracção, com os programadores a começarem a abraçar as soluções disponibilizadas pela marca chinesa.




Huawei revelou, na 19ª Conferência da Internet na China, realizada a 23 de julho na China, que mais de 1,6 milhões de programadores em todo o mundo já trabalham com o ecossistema Huawei Mobile Services (HMS), o que representa um crescimento de 76% face a 2019. Neste momento, mais de 81 mil aplicações inovadoras  integram a plataforma aberta HMS Core 

Além disso, a Huawei também anunciou que o ecossistema HMS tem registado um crescimento exponencial já alcançou 700 milhões de utilizadores de dispositivos Huawei em todo o mundo, o que significa um aumento de 32% quando comparado com o ano anterior. 

Nos últimos 30 anos, a Huawei tem trabalhado em estreita colaboração com diferentes parceiros para oferecer melhor conectividade digital aos utilizadores e comunidades em todo o mundo. A empresa líder de mercado acredita que num mundo cada vez mais digitalizado, todos devem ter acesso às melhores tecnologias. A Huawei procura incentivar os programadores de todo o mundo a desenvolver ideias disruptivas através dos HMS, de forma a oferecer uma experiência melhor e mais integrada aos seus consumidores.  

De forma a incentivar a participação dos programadores, a Huawei lançou, em Setembro de 2019, o Programa de Incentivo ao Ecossistema HMS – Shining Star no valor mil milhões de dólaresCriado para impulsionar o desenvolvimento de aplicações integradas com os HMS, o Programa Shining Star oferece já suporte a mais de 10 mil aplicações em todo o mundo. 

“A AppGallery, a loja de aplicações oficial da Huawei, chega atualmente a mais de 170 países e regiões em todo o mundo. Tendo em conta esta abrangência, queremos partilhar as inovações digitais, desenvolvidas localmente por cada um dos programadores, com a nossa comunidade global de 700 milhões de utilizadores de dispositivos Huawei”, referiu Zhang Ping'an, Presidente do Consumer Cloud Service da Huawei Consumer Business Group. Ao mesmo tempo, os programas HMS disponíveis em todo o mundo, como o Huawei Video, o Huawei Music e o Huawei Reader, oferecem conteúdos de alta qualidade a consumidores em cada vez mais países e regiões. Relembramos que o serviço de Música da Huawei foi lançado em Portugal em Março deste ano. 
  
Com o intuito de dar uma experiência cada vez melhor aos nossos consumidores, quem colocamos sempre em primeiro lugar, estão a ser feitos desenvolvimentos e novas aplicações estão a ser adicionadas todos os dias à AppGallery, quer a nível Global quer local. Em Portugal contamos já com muitas das top aplicações locais, entre as quais destacamos na área da banca as aplicações Caixadirecta, Millennium BCP, Novo Banco, Banco CTT, DABOX e MBWAY, a nível do Governo, aplicações de elevada importância como a Autenticação Gov, ID Gov e a aplicação EstamosOn ou a Info Praias e em termos de utilidade, aplicações como o OLX e Imovirtual bem como as aplicações dos media, incluindo as aplicações das principais Televisões e Rádios Portuguesas. 

Na Huawei trabalhamos todos os dias com parceiros globais para fornecer produtos inovadores, serviços de qualidade criar a melhor experiência possível para os nossos consumidores. Por isso, todas as semanas estão a ser feitos desenvolvimentos e são adicionadas novas aplicações à AppGallery”, sublinha Shen Yun, Director da Huawei Consumer BG in Portugal. 

A Huawei oferece ainda aos utilizadores uma experiência digital mais inteligente e conveniente, com serviços inovadores como as Quick Appsumnova forma de utilizar aplicações sem necessitar de as instalar no seu smartphone, e que disponibilizam uma experiência simples e permitem poupar espaço de armazenamento nos dispositivosPara os programadores e empresas, a Huawei desenvolveu também a Huawei Abilityuma plataforma com tecnologia AI da Huawei, que  inclui o Content Ability, o Card Ability e  App Ability – e agrega tráfego de uma ampla variedade de dispositivos fornecendo uma solução única de integração e distribuição de todos os cenários.  

Para ajudar os parceiros e programadores a inovar, a Huawei disponibiliza ainda os recursos Chipset-Device-Cloud através do HMS Core, dando acesso aos programadores ao Huawei Machine Learning KitHiAI ou AR Engine. O HMS Core 5.0, agora disponível em todo o mundo, continuará a disponibilizar os recursos de software e hardware da Huawei para criar uma melhor experiência de utilização. Além disso, a Huawei oferece um apoio completo para o desenvolvimento de aplicações em mais de 67 regiões através do AppGallery Connect, ajudando os programadores a serem criativos. 
Atualmente, o HMS dispõe de seis centros regionais em todo o mundo e oferece serviços localizados através do DIGIX LabHuawei Developers, Huawei Developer Day, entre outros. Num mundo totalmente conectado, a Huawei procura incentivar a inovação tecnológica e o desenvolvimento de novas aplicações. 
№ 17

Sony A7S III reforça vídeo 4K

Em vez de tentar perseguir a Canon na corrida ao vídeo 8K (com a Canon R5) a Sony preferiu reforçar as capacidades de vídeo da nova A7S III mantendo-se na mais habitual resolução 4K.

A Sony A7S III vem com um sensor de 12.1MP Exmor R e chip Bionz XR, que abdica do vídeo 8K e dos megapixeis elevados em troca das suas incríveis capacidades de captação de fotos e vídeo em baixa luminosidade. A câmara da Sony fica-se pelos 4K a 120 fps e Full HD a 240 fps, com leitura full sensor feita 3x mais rapidamente que a na A7S II, praticamente eliminando o efeito rolling shutter.

Outra das vantagens que a Sony consegue ao manter-se nos 4K, é que não fica sujeita a limites de tempo de gravação devido a aquecimento como os que a Canon faz questão de salientar para a EOS R5 e R6. Com a A7S III os utilizadores poderão gravar 4K a 120fps durante uma hora, sem problemas.
Temos ainda um viewfinder com 9.44 milhões de pontos que supera amplamente tudo o que existe no mercado, touchscreen articulado (pela primeira vez numa Sony Alpha) e dois slots de memória que suportam SDs UHS-II e CF Express Type A. A Sony diz ainda que a autonomia permite gravações 60% superiores à da geração anterior.

O preço deverá ir para os 4000 euros cá na Europa, mas é de imaginar que não faltarão interessados nas suas capacidades de gravar vídeo 4K à luz de velas... :)
№ 18

CES 2021 cancela evento físico


Os EUA vão, aos poucos, mentalizando-se que o processo de recuperação do Covid-19 vai ser mais demorado do que inicialmente previam, e o CES ajusta desde já a sua agenda revelando que o evento do próximo ano será realizado em versão digital e não presencial.

O CES (Consumer Electronics Show) é um dos maiores eventos de tecnologia a nível mundial e, tendo tido a sorte de ainda ter sido realizado em Janeiro no período pré-Covid-19, imaginava que as coisas já tivessem tido tempo para regressar ao normal no ano seguinte. Só que as coisas estão a revelar-se um pouco mais complicadas nos EUA, e o clima actual é de que as coisas ainda estejam a piorar antes de melhorar.

Recentemente a Google revelou que irá manter o trabalho remoto a partir de casa até ao Verão de 2021, e os organizadores do CES optam por esclarecer desde já que o CES 2021 será realizado exclusivamente em formato online, sem evento físico - mas com a expectativa de retomar o formato habitual em 2022.

Talvez com este prolongamento também se comece a discutir se realmente ainda faz sentido manter este tipo de eventos, já que - com algumas raras excepções - muitas das apresentações que tradicionalmente são feitas, poderiam muito bem ser feitas unicamente online, para uma audiência global mundial; de forma muito mais eficiente, económico, e também ecológica.
№ 19

Exclusividade do "Find My" da Apple levanta questões


A aparente abertura da Apple relativa à utilização de trackers de outros fabricantes no seu sistema de localização parece não ser assim tão "aberta" quanto se pensa, exigindo um contrato de exclusividade que impede qualquer tipo de concorrência.

A novela dos AirTags da Apple já vai longa, sendo um produto que se esperava ver lançado já o ano passado, mas que se tem mantido longe do olhar do público - sendo que tudo indica que esse comportamento tenha a ver com a forma como a Apple lidou com a Tile. Segundo a Tile, a Apple aproximou-os para discutir uma parceria, mas depois acabou por lhes fechar as portas e "roubar" um dos seus engenheiros.

Para evitar acumular casos de monopólio (já lhes chegará os que terá que enfrentar relativamente à App Store), a Apple pareceu ficar mais receptiva a cooperações, anunciando que o seu programa de localização "Find My" iria permitir a utilização de trackers de outros fabricantes. No entanto, é uma daquelas ofertas que acaba por não ser exactamente aquilo que se desejaria.

Sim, a Apple vai permitir a utilização de trackers de outros fabricantes no Find My, mas o ponto mais importante a reter é que isso terá que ser feito de forma exclusiva, não permitindo que os fabricantes usem esses trackers com as suas próprias apps. Ou seja, para uma empresa como a Tile (e outras), se quiserem fabricar um tracker que possa ser usado pelo sistema Find My integrado directamente no iOS, significa que não o poderão usar com a sua própria app ou rede de localização.

Não compreendo a posição da Apple, já que, de uma forma ou de outra, todas as demais apps e serviços de localização acabariam por estar condenados à extinção - sendo fácil assumir que a esmagadora maioria dos utilizadores optaria por usar a localização integrada directamente no sistema, que dispensa a utilização de apps externas, e que será feita de forma mais eficiente e fiável. Assim, a Apple só vai dando argumentos para os casos de monopólio e concorrência desleal que se vão amontoando contra si... e sabe-se lá quando é que os seus AirTags irão ver a luz do dia.

№ 20

Contos (e cantos) de Verão

Skullcrusher.jpeg

O nome pode soar ameaçador, mas a música está muito longe disso. SKULLCRUSHER, projecto de Helen Ballentine, até é das revelações mais serenas dos últimos tempos e reforça o mergulho interior das primeiras canções no EP de estreia homónimo, editado por estes dias.

Há quem compare a folk de travo indie da norte-americana à proposta da conterrânea Phoebe Bridgers, embora esta amostra inicial seja ainda mais apaziguada e esparsa do que a da autora do também recente "Punisher", com uma contenção a aproximar-se de vozes (infelizmente) mais esquecidas como Dawn Landes ou Lori Carson.

A guitarra acústica, o piano ou o banjo embalam uma escrita confessional, com relatos de relacionamentos amorosos agridoces cantados em modo sussurrante e expressivo. Uma banda sonora a considerar, por exemplo, em tardes soalheiras como a do videoclip de "TRACE", o novo (e belo) single:

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