PlanetGeek
№ 01

Minecraft ganha PCs virtuais e Doom dentro do jogo


Já é possível correr Linux, Windows, e até jogar Doom dentro do Minecraft, graças a um novo mod que facilita a utilização de computadores virtuais dentro do popular jogo.

As capacidades do Minecraft são ilimitadas, e há quem esteja continuamente a relembrar-nos disso. Agora, chega a possibilidade de termos computadores virtuais dentro do jogo, graças ao mod VM Computers que dá uso ao VirtualBox. Com isso, abre-se todo um novo universo de possibilidades, que permite que se esteja dentro da nossa casa no Minecraft, e aceder a um computador que nos deixe ir ver o nosso email real, passear pela web, ou até mesmo... jogar Doom dentro do Minecraft.


Confesso que acho mais piada às criações que são feitas usando unicamente as peças do próprio Minecraft, mas não deixa de ser impressionante ter um jogo com tal versatilidade que nos deixa ter acesso a um computador virtual dentro do próprio jogo.

Agora só falta alguém correr o Minecraft dentro de uma máquina virtual, a partir do qual acede a um computador virtual dentro do Minecraft, onde instale uma máquina virtual para instalar o Minecraft... e ver até que nível conseguem ir "Inception-style". :)
№ 02

MS Office e Windows a preço reduzido desde €8


Comprar o Windows 10 Pro e Office da Microsoft pode ser feito por valores bastante reduzidos, com os preços a começam nos 8 euros para o Windows 10 e nos 17 euros para o Office 2016, havendo também descontos caso sejam comprados em conjunto.

As promoções são muitas, abrangendo diferentes versões do Windows (incluindo versões empresariais), Office (2016, 2019, 365) e também jogos, com descontos variados consoante as categorias.

Windows e Office

Código de desconto 40%: AMH40
Windows 10 Pro Key €8.36
Windows 10 Home Key Global 32/64 Bit €8.14

Código de desconto 65%: AMH65
Microsoft Office 2016 Pro plus Key €17.77
Windows 10 Pro + Office 2016 Pro Key €21.14

Código de desconto 56%: AMH56
Microsoft Office 2019 Pro plus Key €28.98
Windows 10 Pro + Office 2019 Pro Key €34.44

Microsoft Office 365 Pro plus Global €13.47
Windows 10 Pro + Office 365 Pro plus Global Bundle €18.44

Windows Server / MS SQL Server / Visual Studio

Código de desconto 40%: AMH40
Windows Server 2019 Standard Key Global €21.87
Windows Server 2019 Essentials Key Global €23.51
Windows Server 2019 Datacenter Key Global €25.15
Windows Server 2019 Remote Desktop Services 50 USER Connections Key Global €27.34
Windows Server 2019 Remote Desktop Services 50 DEVICE Connections Key Global €27.34

Microsoft SQL Server 2019 Standard Key Global €32.81
Microsoft SQL Server 2017 Standard Key Global €32.26
Microsoft Visual Studio 2019 Pro Professional Key Global €21.87


Esta loja - mmorc.com - suporta pagamentos com PayPal, que serve como protecção adicional, e disponibiliza o email [email protected] para responder a toda e qualquer questão relacionada com os produtos.

№ 03

Notícias do dia

Máscaras transformam comodidade do Face ID em transtorno; Google prolongatrabalho em casa até Verão de 2021; OnePlus Nord não resiste ao teste de dobragem; Qualcomm revela Quick Charge 5 com mais de 100W; nas promoções temos um projector Blitzwolf BW-VP5 a €72; Digital Wellbeing tira a cor a apps prestes a chegarem ao limite de tempo de utilização; e Índia prepara-se para proibir PUBG, AliExpress e outras apps.

Antes de passarmos às notícias do dia, não deixem de participar no passatempo gadget da semana que vos pode valer um candeeiro LED de mesa Xiaomi.

Google anuncia novo cabo submarino Grace Hopper entre EUA e Europa




A Google revelou que vai ter um novo cabo submarino, designado por Grace Hopper em homenagem à pioneira da programação, que irá ligar os EUA à Europa ou mais concretamente, Nova Iorque a Bude (Reino Unido) e Bilbao (Espanha).


Com conclusão prevista para 2020, este cabo com 16 pares de fibras ópticas vai estrear um novo sistema de switching óptico que a Google diz garantir comunicações com maior fiabilidade, e servirá para reforçar a conectividade entre os dois continentes através do Altântico.


Garmin confirma ter sido alvo de ransomware



A Garmin ainda não tinha reconhecido oficialmente que tinha sido alvo de um ataque de ransomware que obrigou ao encerramento dos seus sistemas, mas isso ficou hoje confirmado com um comunicado oficial:
A Garmin anunciou hoje que foi vítima de um ciberataque que criptografou alguns dos seus sistemas, a 23 de julho de 2020. Como resultado, muitos dos serviços online foram interrompidos, incluindo funções do site, suporte ao cliente, atendimento ao cliente, aplicações voltadas para a comunicação da empresa. A resposta ao ataque foi iniciada imediatamente e também iniciada a correção. Não temos indicação de que quaisquer dados de clientes, incluindo informações de pagamento da Garmin Pay, tenham sido acedidos, perdidos ou roubados. Além disso, a funcionalidade dos produtos Garmin não foi afetada, além da capacidade de aceder serviços online.

Os sistemas afetados estão a ser restaurados e esperam retomar a operação normal nos próximos dias. Não é esperado nenhum impacto material nas operações da marca ou resultados financeiros devido a esta interrupção. À medida que os sistemas afetados são restaurados, são esperados alguns atrasos à medida que o registo de informações está a ser processado. Somos gratos pela paciência e compreensão dos nossos clientes durante este incidente e esperamos continuar a fornecer o excecional serviço e suporte ao cliente que tem sido a nossa marca e tradição.


Samsung confirma equipamentos para evento de 5 de Agosto


Conhecendo-se a dificuldade em manter segredos nesta era, também a Samsung preferiu por revelar que equipamentos irá apresentar no evento Galaxy Unpacked 2020 marcado para 5 de Agosto, limitando-se a servir de confirmação ao que já se sabia / suspeitava.

Portanto, já na próxima semana, iremos conhecer oficialmente os novos: Galaxy Note 20, Galaxy Z Fold 2, Galaxy Tab S7, Galaxy Buds Live, e Galaxy Watch 3.




Instagram paga a vedetas do TikTok para se mudarem para o Reels



Ao estilo dos negócios que têm sido feitos nas plataformas de streaming, com Twitch, YouTube (e o entretanto defunto Mixer) a pagarem valores milionários para atraírem as vedetas mais mediáticas, também o Instagram está a tentar refrear um pouco o sucesso viral do TikTok (conseguido à custa de milhares de milhões gastos em publicidade) oferecendo centenas de millhar de dólares a alguns dos criadores mais populares para que se mudem para o Reels - o seu serviço concorrente.

O Facebook só apresentará oficialmente o Reels no próximo mês, mas parece querer garantir desde já que terá um conjunto de criadores populares do TikTok a servirem como chamariz. Uma opção que demonstra desde já a insegurança do Facebook quanto à capacidade do Reels sobreviver por si só nesse sector, ou de que conseguirá criar a sua própria base de criadores populares.

Vai ser interessante ver até que ponto é que os ditos seguidores estão dispostos a seguir as suas vedetas preferidas para novas plataformas... ou se simplesmente se mantêm fiéis à plataforma e procuram novas pessoas para seguirem.


Curtas do dia


Resumo da madrugada

№ 04

Finalmente! - WhatsApp prepara funcionamento em múltiplos equipamentos


O Facebook parece estar prestes a resolver uma das limitações mais chatas o WhatsApp, com um sistema que permitirá manter a mesma conta em funcionamento em múltiplos equipamentos em simultâneo.


Depois de muito tempo (tempo suficiente para ter obrigado a Google a desistir do Hangouts e apostar no Duo e Allo, que também trocavam a conta Google pelo número de telefone - e sendo que o Allo já foi descontinuado), também o WhatsApp lá chegou à conclusão que é bastante frustrante ter um serviço preso a um único smartphone.

Referências no WhatsApp beta revelam que está a ser preparada uma funcionalidade de "Linked Devices" que permitirá associar múltiplos equipamentos de forma a terem acesso à mesma conta de WhatsApp que temos no smartphone principal, assim permitindo que possa continuar a ser utilizado num smartphone secundário, ou tablet.


Pelo menos durante a fase beta parece que haveria um limite máximo de quatro equipamentos associados, mas já será melhor que nada.

№ 05

VISA e os desafios para o futuro


Os sistemas de pagamento têm uma importância cada vez maior no nosso mundo digital, e numa altura em que os cartões físicos vão sendo substituídos pelos smartphones, tivemos oportunidade de falar brevemente com Andrea Fiorentino, responsável das áreas de produto e soluções da Visa para o mercado do sul da Europa, para saber como encara o futuro relativamente à segurança, criptomoedas, desafios e oportunidade.

1. Com os pagamentos a serem um ponto crítico do comércio online (e tradicional), que medidas tem a VISA adoptado para garantir a segurança dos mesmos?

A combinação de regulação, avanços tecnológicos e hábitos de compra dos consumidores tem vindo constantemente a transformar a indústria dos pagamentos. No entanto, numa altura em que essa mudança vinha a acontecer a um ritmo constante, a situação da pandemia levou a um aumento repentino na adoção de novos métodos de pagamento digitais, não apenas por razões de saúde e segurança, mas principalmente por causa da conveniência e facilidade de utilização. A nossa convicção é de que não há como voltar atrás. Esta tendência vai manter-se no futuro e juntar-se à lista de progressos e novas tecnologias. É nisso que a Visa tem vindo a trabalhar avidamente, de forma a garantir que clientes e consumidores possam efetuar pagamentos rápidos e fáceis, com toda a confiança. A segurança sempre foi uma prioridade para nós, faz parte do nosso ADN, e é crucial para podermos cumprir a promessa assumida pela nossa marca.

Para garantir que todos os nossos clientes podem realizar pagamentos com a máxima segurança, a Visa implementou um sistema de segurança, assente em várias camadas, que nos permite manter as taxas de fraude em níveis bastante baixos. Desenvolvemos novas tecnologias, algumas tornaram-se inclusive padrões do setor e, acima de tudo, tivemos a capacidade de antecipar as necessidades dos nossos clientes e stakeholders. Em muitos casos, as nossas tecnologias têm conduzido a avanços significativos em termos de segurança: desde bandas magnéticas, autorização online, EMV, 3-D Secure, tokenização, contactless ou Secure Remote Commerce. Temos investido significativamente em novos padrões, tecnologias, produtos e serviços.

Acreditamos que, para prevenir eficazmente as fraudes, todos devemos trabalhar em conjunto. Um esforço conjunto entre a Visa, os nossos clientes de instituições financeiras, clientes comerciais, consumidores e todos os restantes stakeholders. A Visa está consciente da sua responsabilidade como líder do setor, e por isso desenvolvemos uma visão e uma abordagem estratégicas de segurança, que estabelece prioridades para o setor.

2. De que forma é que a VISA encara o aparecimento de outras plataformas digitais que facilitam transferências P2P (Square Cash, Venmo, etc.) e pagamentos?

A Visa quer contribuir, participar e apoiar as iniciativas que impulsionem o ecossistema de pagamentos digitais e ampliam os nossos esforços continuados para conectar o mundo através da rede de pagamentos mais inovadora, confiável e segura. Só assim as pessoas, empresas e economias vão conseguir prosperar.

É bastante claro para mim que os pagamentos P2P estão a ter uma aceitação crescente, e portanto, definitivamente consideramos ser uma oportunidade para melhorar a experiência dos utilizadores quando estes movimentam dinheiro digitalmente. A verdade é que alguns desses players na área dos pagamentos P2P já incorporam o Visa Direct, uma plataforma que amplifica os pagamentos instantaneamente, usando a rede global da Visa para enviar dinheiro para contas em todo o mundo, para que os utilizadores possam transferir as quantias em tempo real.

3. Como é que a VISA encara as criptomoedas: como potencial ameaça a longo prazo, ou como uma potencial oportunidade?

Na Visa, estamos continuamente a explorar tecnologias que conduzam a inovações na área dos pagamentos e maior inclusão financeira. Queremos acrescentar valor às pessoas, empresas e economias em qualquer lugar, independentemente da moeda ou canal. Para isso, temos equipas de investigação e desenvolvimento de produtos que avaliam continuamente oportunidades para a Visa adicionar valor na área dos pagamentos digitais. Nesse sentido, as criptomoedas têm sido um tópico recorrente no setor dos pagamentos e nós temos vindo a acompanhar de perto os desenvolvimentos. Ainda assim, atualmente, a Visa apenas processa ou liquida transações em moedas FIAT.

O que sabemos, neste momento, é que ainda estamos a dar os primeiros passos no que diz respeito às moedas digitais e por isso ainda não sabemos como é que os consumidores ou comerciantes vão querer utilizá-las. A nossa participação e contribuição para este sistema de moeda digital reflete um espírito de abertura e curiosidade, e o humilde reconhecimento de que há ainda muito por descobrir. A Visa acredita que a colaboração é essencial para trazer inovação ao ecossistema de pagamentos e é por isso que apoiamos a comunidade global de fintech. É o caso da Coinbase, a primeira empresa de criptomoeda a juntar-se à Visa como parceiro principal.

4. Sabendo-se que, muitas das vezes, o ponto mais vulnerável de um sistema são as pessoas, como é que a VISA protege os seus clientes deles próprios?

Embora os pagamentos digitais estejam claramente em ascensão, há ainda uma parte significativa dos consumidores que não estão totalmente familiarizados com as principais medidas de segurança que devem tomar para ter uma experiência de compra agradável. Isso deve-se principalmente à falta de literacia económica, que ainda cria algumas dúvidas a parte da população. É para evitar situações como essas, que empresas como a Visa devem partilhar o conhecimento acumulado ao longo dos anos, educando os consumidores para evitar desinformação e mitos. A deseducação continua a ser uma das principais razões pelas quais as pessoas não usam cartões de crédito ou débito online.
Cientes do nosso papel no setor, a Visa partilhou recentemente um conjunto de recomendações sobre como comprar online em segurança. Numa altura em que podemos comprar praticamente qualquer coisa online, alguns consumidores ainda cometem alguns erros no ato da compra. Entre as dicas que partilhámos, estão por exemplo como verificar o link da URL, já que os "s" no final significam que é uma ligação segura ou o uso de tokens digitais que ajudam a proteger a transação, criando um token exclusivo para cada pagamento.

5. Para se ficar com uma melhor ideia da escala do problema que é manter uma rede de pagamentos como a VISA segura a nível mundial, pode dar-nos alguns números sobre o número de transações que existem por dia?

A Visa assumiu o compromisso de permitir um comércio online seguro e confiável e garantir a estabilidade e a resiliência do ecossistema de pagamentos nesta fase sem precedentes. O nosso papel é manter o equilíbrio no ecossistema e proteger os interesses de todas as partes: emissores, adquirentes, comerciantes e consumidores. Atualmente estamos a trabalhar com outras empresas do setor para facilitar os pagamentos contactless.

O que conseguimos constatar em toda a Europa é que os consumidores adotaram com nunca esta opção de pagamento. Segundo os dados de abril de 2020, mais de 70% dos pagamentos com Visa são agora contactless.

A Visa desenhou os sistemas globais de tecnologia para conseguir processar de forma segurança uma média de 500 milhões de transações por dia. Processamos pagamentos em todo o mundo, em mais países e mais moedas do que qualquer outro sistema de pagamento.


Os nossos agradecimentos ao Andrea pelo tempo disponibilizado, e ficamos a aguardar por novidades e avanços que venham a ser introduzidos pela VISA no futuro.
№ 06

Digital Wellbeing tira a cor a apps prestes a chegarem ao limite de tempo de utilização


O Digital Wellbeing do Android é a ferramenta que permite ter um maior controlo sobre o tempo que se passa no smartphone, para prevenir excessos, e que agora passa a contar com um prático indicador visual para sinalizar que o tempo está a terminar: retirando a cor das apps.

Com o Digital Wellbeing é possível definir limites de tempo de utilização para múltiplas apps, sendo que depois de atingido esse limite se fica impedido de abrir a app ou receber notificações, até que se chegue ao novo ciclo de tempo. Como se poderá imaginar, será um pouco frustrante estar a meio de algo e ficar-se impedido de a concluir por se ter chegado ao limite de tempo, motivo pelo qual o novo sistema se deverá tornar bastante mais simpático.

Quando o limite de tempo de uma app se estiver a aproximar, a app irá perder a cor e ficar em modo monocromático, para sinalizar que o tempo está a terminar.


Esta perda de cor afecta apenas a app em questão, não afectando o resto do sistema ou as outras apps. Embora seja algo simples, pode ser tudo o que é preciso para que o utilizador se aperceba que o tempo está a chegar ao fim e que deverá despachar-se a fazer aquilo que estivesse a fazer, para não ser apanhado de surpresa pelo bloqueio da app.

Caso ainda não o tenham experimentado, recomendo que o façam - quer seja este Digital Wellbeing ou o sistema equivalente que tiverem nos vossos smartphones / iPhones. É uma excelente forma de perceber como é que o tempo "livre" que se tem facilmente se evapora, e detectar quando se está a usar uma qualquer app de forma excessiva.
№ 07

Máscaras transformam comodidade do Face ID em transtorno


O Covid-19 veio transformar os hábitos da nossa sociedade e, com a utilização generalizada (e em certos casos obrigatória) de máscaras, revelam também a má estratégia para as empresas que apostaram exclusivamente em sistemas de reconhecimento facial como forma de aceder aos smartphones, como é o caso da Apple com o seu Face ID.

Contrariamente ao que se esperava na altura - que a Apple adoptasse um sensor de impressões digitais no ecrã - a Apple optou por adoptar unicamente um sistema de reconhecimento facial (Face ID) a partir do iPhone X, que mesmo tendo sido um avanço tecnológico na altura, não resolve a questão de não funcionar com uma máscara colocada. A comodidade de pegar num iPhone e, de forma quase instantânea estar desbloqueado e pronto a usar, desaparece, e em seu lugar temos um regresso ao passado - com a necessidade de introduzir um PIN ou password manualmente.

A utilização de máscaras tem lançado o caos entre os sistemas de reconhecimento facial, mas no caso prático da utilização diária do smartphone no dia a dia, revela como foi imprudente a aposta exclusiva no reconhecimento facial. Isto numa altura em que se promove o smartphone como forma de pagamento, fazendo com que o transtorno de o desbloquear se repita de todas as vezes que for necessário fazê-lo. O ritual de pegar num iPhone com Face ID, olhar para ele para o desbloquear e fazer um pagamento, é agora algo que implica: introduzir o código PIN (que para oferecer um mínimo de segurança terá que ter pelo menos 6 dígitos), ou em alternativa, obrigar a puxar a máscara para baixo momentaneamente, para que o Face ID possa funcionar (nada prático se tivermos o iPhone numa mão e a outra mão ocupada).


Não se tem ouvido nada quanto à possibilidade da Apple adicionar um Touch ID no ecrã aos iPhone 12, mas esse é um aspecto que me parece ser de importância essencial para esta nova era pós-Covid-19. Se os iPhone 12 deste ano vierem unicamente com Face ID, e tendo em conta que o cenário de obrigatoriedade de utilização de máscara se deverá manter ainda por bastante tempo nos espaços públicos, o processo de desbloqueio dos iPhone 12 continuará a ser um transtorno que prejudicará os seus utilizadores no dia a dia. Esperemos que em Setembro a Apple possa revelar ter tido isso em consideração e anunciar o regresso do Touch ID, desta vez integrado no ecrã como grande parte dos fabricantes de smartphones Android já fizeram. Senão... estaremos a falar de ter um iPhone topo de gama, que obriga os utilizadores a fazer diariamente aquilo que não faziam desde a chegada do Touch ID no iPhone 5S em 2013: estar constantemente a escrever um PIN de cada vez que se quer utilizar o iPhone!

№ 08

Qualcomm revela Quick Charge 5 com mais de 100W


A Qualcomm já revelou a mais recente geração do seu sistema de carregamento rápido, o Quick Charge 5 (QC5) que agora suporta mais de 100W, é compatível com USB-PD, e também está preparado para baterias duplas.

A procura pela mais acelerada velocidade de carregamento tem feito com que os fabricantes recorram a técnicas cada vez mais criativas, e a última das quais consiste em dividir as baterias grandes em duas (ou mais) baterias mais pequenas, para que possam ser recarregadas em simultâneo. O novo Quick Charge 5 da Qualcomm está preparado para lidar com, prometendo carregamento de baterias de 4500mAh a 50% em apenas 5 minutos, e a 100% em apenas 15 minutos - velocidades que superam os sistemas de carregamento rápido da OnePlus (Warp Charge) e da Oppo (VOOC).


O QC5 mantém a compatibilidade com os sistema Quick Charge anteriores (QC 2, 3, 3+, 4 e 4+), além de também suportar USB-PD (Power Delivery) e carregamento rápido nos iPhone 7 e mais recentes.

A Qualcomm promete também maior eficiência no carregamento, com efeito imediato nas temperaturas de carregamento, que se deverão manter 10ºC mais reduzidas que no QC 4+; melhorias que serão seguramente postas à prova assim que chegarem os primeiros smartphones com QC5, o que deverá acontecer já nas próximas semanas.
№ 09

Ganha um candeeiro LED de mesa Xiaomi


Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta vez é um candeeiro LED de mesa Xiaomi.

Ideal para trabalhar, ler, ou estudar, este candeeiro de mesa LED da Xiaomi fornece luz com temperatura de cor de 4000K e com uma potência máxima de 1200 lm, contando com três níveis de intensidade para melhor se adequar às necessidades do momento.



Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

Loading…


Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

№ 10

Huawei lança novo tablet de gama média


A Huawei reforçou o seu portefólio de tablets com o MatePad 10.4, um equipamento de gama média que nesta fase de lançamento surge com a oferta da Huawei M-Pen + Capa Protectora.




O novo tablet da Huawei, preparado para proporcionar uma experiência de interação inteligente para qualquer público, está equipado com um ecrã FullView de 10.4 polegadas com proteção ocular, o processador Kirin 810 e funcionalidades inteligentes, tal como a possibilidade de colaboração de multi-ecrã. O Huawei MatePad 10.4 é o companheiro ideal para quem procura um tablet que garante produtividade, entretenimento e muito mais.


Wang Yinfeng, presidente da área de produtos para PCs e tablets da Huawei Consumer BG, salienta que “numa época em que o trabalho e a educação estão a ter um impacto cada vez maior na vida profissional e familiar, os consumidores procuram dispositivos que permitam executar as suas tarefas com eficiência e em movimento. O mais recente Huawei MatePad apresenta um desempenho poderoso e uma ampla variedade de funcionalidades inteligentes que se adapta a qualquer situação. É um facilitador de produtividade versátil, um companheiro de entretenimento e um assistente inteligente, tudo num só dispositivo bastante elegante”.



Design industrial premium

O ecrã do novo Huawei MatePad 10.4 conta com margens estreitas de apenas 7,9 mm que lhe permitem atingir uma enorme proporção ecrã/corpo de 84%. Esta estrutura aproveita ao máximo o formato compacto e fornece uma grande área de exibição aos utilizadores.

O novo tablet apresenta ainda uma estrutura equilibrada, combinando na perfeição a qualidade de construção, durabilidade, elegância, leveza e portabilidade. Tudo isto presente num corpo extremamente leve que pesa cerca de 450g, perfeito para utilizadores que estão sempre em movimento.


Uma Experiência de multimédia  abrangente

O Huawei MatePad 10.4 oferece uma experiência de visualização completa com o ecrã 2K FullView de 10.4 polegadas da Huawei que suporta uma resolução de 2000x1200 a 224PPI e 70,8% da gama de cores NTSC para dar vida a qualquer conteúdo. Os detalhes da imagem e o alcance dinâmico são aperfeiçoados pela tecnologia desenvolvida pela Huawei – ClariVu Display Enhancement –, um conjunto de algoritmos que otimizam imagens escuras e vídeos em  imagens de qualidade com saturação e nitidez de cores. O painel do ecrã é também certificado pela TÜV Rheinland garantindo o mínimo de fadiga ocular possível ao utilizador.

Oferecendo uma experiência de áudio que concorre com as configurações de home theater, o Huawei MatePad 10.4 suporta o Histen 6.0 para gerar efeitos de som stereo 3D. Música e filmes soam mais imersivos do que nunca com os quatro altifalantes de alta amplitude. O Huawei MatePad 10.4 apresenta vários avanços e inovações na reconstrução do sistema de áudio Android e no processamento de chipset de sinal multicanal. Esta funcionalidade permite oferecer uma experiência de áudio cinematográfica semelhante a um home theater, sendo que o sistema da marca Harman Kardon reproduz até os sons mais discretos com uma clareza extrema.


Desempenho completo

O novo Huawei MatePad 10.4 é alimentado pelo processador Huawei HiSilicon Kirin 810, um poderoso e eficiente chipset com AI construído com base no processo de 7nm. Está incluído no chipset octa-core de 2.27 GHz, composto por dois núcleos de desempenho A76 e seis núcleos de eficiência A55. Os recursos do CPU são controlados pela AI, o que permite que o processador responda dinamicamente às tarefas dadas pelos utilizadores. O Mali-G52 personalizado em sinergia com o GPU Turbo 3.0 oferece uma capacidade aprimorada de processamento gráfico em tarefas diárias e aplicações mais exigentes, como jogos. O Kirin 810 inclui também um NPU Da Vinci para lidar com o processamento de AI e permitir novas e sofisticadas funcionalidades inteligentes que enriquecem a experiência do utilizador. Este tablet possui ainda uma enorme bateria de 7250mAh, trabalhando em conjunto com as otimizações de software da Huawei para fornecer uma longa autonomia da bateria.


Funcionalidades de interação inteligentes

Executando o EMUI 10.1, o novo tablet Huawei inclui uma variedade de funcionalidades que aproveitam ao máximo a tecnologia distribuída da Huawei para alterar fundamentalmente a forma como os utilizadores interagem com os seus dispositivos. A funcionalidade Multi-Ecrã[1] não permite apenas a abertura simultânea de duas aplicações, como também a interação entre as mesmas, para obter a máxima eficiência de multitarefa.

Além disso, é ainda possível responder a mensagens de texto, abrir a calculadora ou ler uma noticia rápida graças abrindo uma Janela Flutuante, que sobrepõe a nova aplicação à aplicação ativa, permitindo que os utilizadores realizem tarefas simples sem sair da atividade atual.

A App Multiplier[2] mostra duas instâncias da mesma aplicação através de duas janelas operáveis ​​de forma independente. Isto é útil, por exemplo, em aplicações de mensagens de texto, onde os utilizadores podem exibir todos os contactos numa janela e conversar ativamente na outra.

A Colaboração Multi-Ecrãs[3] permite que os utilizadores conectem o seu smartphone Huawei ao Huawei MatePad 10.4 e utilizem perfeitamente dois dispositivos ao mesmo tempo num único monitor. Após um processo de emparelhamento simples e intuitivo, os arquivos podem ser transferidos, através de uma simples ação de drag and drop, para além de que graças a esta funcionalidade poderá operar o seu smartphone, a partir do ecrã do tablet.

Exemplo disso é o facto de que com esta colaboração multi-ecrãs, as capacidades do hardware e de periféricos são partilhadas entre os dispositivos conectados. Por exemplo, o utilizador pode tirar proveito do poderoso sistema quad-speaker do MatePad para reproduzir arquivos de música armazenados localmente no smartphone, bem como responder a chamadas e mensagens de texto.


Projetado para alta produtividade e entretenimento

O Huawei MatePad 10.4 está totalmente equipado para permitir que que os utilizadores aprendam e se divirtam a qualquer hora, em qualquer lugar. Projetado para facilitar uma melhor experiência de chamada de vídeo, o novo Huawei MatePad inclui um conjunto de quatro microfones que suporta a redução de ruído e captação de som até cinco metros.

O Huawei Matepad 10.4 suporta um teclado inteligente e o Huawei M-Pencil que facilitam a experiência dos utilizadores, como por exemplo, no momento de fazer anotações ou captar inspirações espontâneas.

Para proporcionar uma experiência mais confortável, o novo Huawei MatePad possui um modo Eye Comfort que reduz ainda mais as emissões de luz azul do ecrã, bem como o modo eBook que informa o utilizador quando as condições de utilização do dispositivo não estiverem a ser as ideais.

O Huawei MatePad 10.4 oferece ainda para os pais, o Kids Corner, uma zona segura para as crianças aprenderem e se divertirem com o tablet com toda a segurança. As opções de controlo parental permitem que estes acompanhem facilmente o conteúdo e as aplicações disponíveis para os seus filhos, bem como o tempo de utilização do dispositivo. Para promover a utilização saudável do dispositivo, o Kids Corner inclui modos de proteção ocular, como filtro de luz azul, alertas de postura, alertas de brilho, alertas de distância e modo e-book para proporcionar uma experiência mais confortável.


Huawei MatePad 10.4

Cor: Midnight Grey (Cinzento)

PVP:349,99€

Campanha de Lançamento

Oferta de uma Huawei M-Pen + Capa Protetora + 6 meses grátis de Huawei Music + 50 GB de Cloud durante 12 meses. Campanha válida de 27 de julho de 2020 a 16 de agosto de 2020.



[1] Este recurso apenas é compatível com aplicações especificas. Para mais detalhes, consulte os serviços de apoio ao cliente local.

[2] Este recurso apenas é compatível com aplicações específicas. Para mais detalhes, consulte os serviços de apoio ao cliente local.

[3] A funcionalidade Huawei Share permite a colaboração em vários ecrãs, suporta apenas smartphones Huawei que executem o EMUI 10.0 ou posterior ou smartphones Honor que executem o Magic UI 3.0 ou posterior. O primeiro lote de smartphones compatíveis inclui a Huawei Mate 30 Series (requer atualização da versão do sistema para 10.0.0.191 ou superior). Esta funcionalidade ficará disponível em mais modelos posteriormente. Por favor, visite o site oficial da Huawei para obter mais informações.


№ 11

OnePlus Nord não resiste ao teste de dobragem


O recém apresentado OnePlus "económico" Nord vem com algumas poupanças no material, e uma delas parece ser a sua resistência, que sucumbiu ao teste de dobragem do JerryRigEverything.

Já não é assim tão comum ter um smartphone a quebrar em testes de dobragem, especialmente tendo em conta que mesmo sendo um modelo mais económico da OnePlus, continua a situar-se no patamar dos 400 euros. Embora o smartphone tenha resistido à dobragem na parte traseira (ficando empenado), a dobragem no sentido oposto acabou por danificar o ecrã permanentemente e inutilizá-lo.

Embora não seja o tratamento que se deva dar a um smartphone, seria mais confortável ver o smartphone a resistir a este tipo de abusos.

№ 12

Black Shark 3S mostra 120Hz face a iPhone 11 Pro Max


Não chegando aos 144Hz de outros modelos gaming (ou aos 160Hz do ROG Phone 3), os 120Hz do Black Shark 3S chegam ainda assim para envergonhar o iPhone 11 Pro Max num teste de scroll.

O Black Shark 3S só será revelado oficialmente a 31 de Julho, mas a marca já revelou alguns detalhes sobre este modelo melhorado, que passa a usar um ecrã AMOLED de 6.67" de 120Hz (e touch a 270Hz) em vez dos 90Hz do modelo anterior, assistido por um sistema de interpolação de imagens para garantir a fluidez no ecrã sem exigir demasiado do CPU - à semelhança do que a OnePlus fez no seu 8 Pro.

Para mostrar o que isso vale, a Black Shark mostrou que tal se comporta o seu modelo lado a lado com um iPhone 11 Pro.


Embora não fosse, desde logo, uma comparação justa; parece-me que neste caso o iPhone sai ainda mais prejudicado devido a um qualquer bug que me parece estar a fazer com que o scroll seja feito de forma menos fluida do que deveria fazer. É algo que tenho sentido no iPhone nos últimos tempos, que ficou parcialmente resolvido com o último iOS 14 beta, mas que ainda acontece por vezes nalgumas apps.

... Se fosse fã das teorias da conspiração, diria que seria uma forma da Apple criar artificialmente uma maior diferença para o próximo iPhone 12, para que pareça ser muito mais rápido e fluido que os iPhones actuais (especialmente quando se fala que também poderão adoptar ecrãs de 120Hz). Mas, o que é certo é que o scroll está menos fluido do que deveria estar, nem sequer estando a ser feito a 60Hz.
№ 13

How Can PHP Strict Types Help Preventing Bugs When Migrating to PHP 7 or PHP 8

By Manuel Lemos
Strict type support allows PHP to check if the types of values passed to functions are of the expected type.

This possibility makes it easier for developers to catch bugs in code that pass the wrong types of values to strict functions.

Strict type support was introduced in PHP 7. To make older projects take advantage of strict types, you need to migrate those projects to PHP 7 to take advantage of this and other PHP 7 features.

In this tutorial, you will learn how to perform a smooth migration of older projects to PHP 7, so you can use strict types without introducing backwards incompatible changes that could cause more bugs to appear in your projects.
№ 14

Índia prepara-se para proibir PUBG, AliExpress e outras apps


Depois do TikTok e WeChat, a Índia prepara-se para proibir mais uma série de app ligadas à China, incluindo o popular jogo PUBG, a appe de comércio online AliExpress, e muitas mais.

A Índia continua a fechar as portas às apps e serviços chineses, e agora afectando não só serviços claramente chineses como o AliExpress, como potencialmente até jogos como o PUBG, que não tendo sido criados na China, contam com a participação da Tencent chinesa.

Por agora a lista de proibições foi apenas expandida a mais 47 apps, variantes de apps que já tinham sido bloqueadas anteriormente, como o TikTok Lite, Helo Lite, ShareIt Lite, etc. Mas o facto de agora estar a considerar o PUBG faz temer que o bloqueio passe a ser muito mais abrangente, podendo apanhar também a Supercell (também com maioria da Tencent) responsável pelos jogos Clash of Clans, Clash Royale, e outros.

Fica também por explicar o motivo por trás de tais bloqueios. Uma coisa serão os receios de potencial espionagem em serviços de mensagens e afins; mas tratando-se de jogos, ou apps como o TikTok de partilha de vídeos... deverá um país interferir com aquilo que que os seus cidadãos desejam fazer com o seu tempo livre? Até o Paquistão, que recentemente tinha proibido o PUBG com a justificação de que era excessivamente viciante, viu essa decisão ser invalidada pelos seus próprios tribunais.

Veremos como correm as coisas... mas parece que, pelo menos neste momento, o mundo avança a grande velocidade para um futuro onde se venha a ter uma internet na Europa, outra internet nos EUA, outra internet na China, e outra na Índia...
№ 15

Google prolonga trabalho em casa até Verão de 2021


O regresso à normalidade pós Covid-19 vai sendo sucessivamente adiada, com a Google a dizer que o trabalho a partir de casa será mantido até ao Verão de 2021, pelo menos.

Ao contrário do que tem acontecido noutros países, onde o regresso à normalidade já começou a ser feita com algumas precauções (aguardando-se para ver se não terá sido feita cedo demais), nos EUA existem ainda muitos estados onde o Covid-19 parece estar em fase de crescimento. Um cenário que invalida todas as esperanças de que tudo regressasse ao final antes do final do ano, e que é também demonstrado pelo facto da Google anunciar que irá manter o trabalho a partir de casa até ao Verão de 2021, e da Apple ter voltado a encerrar as lojas que tinha reaberto.

Fica assim demonstrado que, pelo menos nos EUA, o tão desejado regresso à normalidade parece não ter ainda qualquer expectativa realista para acontecer - apesar de, sob pressão de Trump, até o seu CDC (Centers for Disease Control and Prevention) estar a dar o dito por não dito e a contradizer-se, recentemente mudando de opinião e dizendo que os alunos poderão regressar às escolas e aulas presenciais já em Setembro, dizendo que o risco de Covid-19 é mais baixo entre o mais novos - mas sem elaborarem como é que isso funciona pela perspectiva que esses mesmos alunos irão regressar a casa ao final do dia, e ter contacto com pais, avós, etc.

Por cá, teremos que aguardar para ver como é que o Covid-19 irá evoluir neste período de férias - no qual muitos portugueses optarão por ficar em casa - mas onde não vão faltando alguns eventos e ajuntamentos que fazem temer que o trabalho feito até ao momento possa também ser posto em causa. De qualquer forma, não seria má ideia se muitas empresas começassem a considerar o trabalho remoto de forma permanente, para os casos em que isso puder ser feito, com mútuo acordo dos envolvidos.
№ 16

Projector Blitzwolf BW-VP5 a €72


O sonho de ter um projector para ver filmes "em grande" é algo mais acessível que nunca, e por valores de apenas 70 euros podemos ter um projector HD capaz de projectar imagens com até 120" de diagonal.

O projector Blitzwolf BW-VP5 faz parte da nova família de projectores de custo reduzido, e vem com resolução HD nativa (1280x720) recorrendo a um LCD, e com luminosidade de 3800lm. Com isso resolve também um dos grandes problemas dos projectores, já que a sua lâmpada LED tem uma longevidade anunciada de 30 mil horas.



Este projector Blitzwolf BW-VP5 3800lm está disponível por apenas 72 euros, usando-se o código de desconto BGPPVP5 e com envio EU Priority Line disponível por menos de 1 euros.

Com ele podem projectar imagens com até 120" de diagonal (mais de 3 metros!), embora possa ser conveniente manterem-se pelos 100" para se manter uma nível de luminosidade e qualidade mais aceitável. Pormenores que normalmente acabam por ser ditados pelo espaço físico que tivermos disponível para projectar a imagem, e neste caso facilitado pelo facto de ser um projector portátil que facilmente se pode levar para qualquer lado.

Pode não ser o ideal para fazerem projection mapping no exterior da casa, mas certamente que é um projector excelente para se aventurarem em projectos de projection mapping no interior. :)


Podem acompanhar as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos no Facebook.
№ 17

Notícias do dia

Intel considera terminar produção de chips; ecrã do iPhone 12 vai manter o notch mas reduzir margens; Asus ROG Phone 3 vem com modo secreto de 160Hz; iOS 14 revela uso excessivo da câmara no Instagram - mas é um bug; app Android da DJI levanta preocupações; LEGO Grand Piano chega a 1 de Agosto por €349; como se comporta VW ID.3; Window Swap deixa-nos ver as janelas de outras pessoas; iPhone 12 deverá incluir cabos Lightning entrançados; e apps de contacto Covid-19 para Android sofrem com optimização da autonomia.

Antes de passarmos às notícias do dia, não deixem de participar no passatempo que vos pode valer uns earphones BT BlitzWolf Airaux AA-UM1.

Huawei aproxima-se da maioria na China




Apesar da redução do mercado por conta do Covid-19, e do bloqueio dos EUA, a Huawei continua a ter motivos para ficar satisfeita no seu mercado Natal. Na China a Huawei continua a aumentar as vendas e aproxima-se da maioria, tendo no segundo trimestre do ano sido responsável por 46% das vendas de smartphones.


Há um ano, a Huawei tinha conseguido "apenas" um terço do mercado (33%), mas agora aproxima-se dos 50%, o que seria um marco histórico para a marca. Por cá, pena é que o bloqueio dos EUA impeça a marca de oferecer as apps e serviços Google de origem nos seus smartphones, o que para muitos consumidores ocidentais será desde logo um factor de eliminação.


Garmin foi atacada pelo ransomware WastedLocker



A Garmin já começou a reactivar os seus serviços após o ataque de ransomware que sofreu, e agora fica confirmado que se tratou do ransomware WastedLocker - com os atacantes a, aparentemente, exigirem um resgate de 10 milhões de dólares.

O ataque parece ter sido desencadeado pelo grupo russo Evil Corp, que já anteriormente lançou a campanha com o malware Dridex, e que nos últimos meses tem feito uma forte ofensiva com este ransomware contra empresas espalhadas pelo mundo.


Partilha de dados europeus com EUA já é ilegal



Depois do Tribunal de Justiça da União Europeia ter invalidado o acordo da partilha de dados de cidadãos europeus com os EUA, chega a clarificação de que isso tem efeito imediato e não será abrangido por qualquer período de transição. Ou seja, a partir da data da deliberação do TJUE, qualquer entidade que continue a partilhar dados ao abrigo do Privacy Shield estará a cometer uma ilegalidade.

A partilha de dados continuará a ser possível para os casos que assegurem as devidas protecções de privacidade exigida pela UE, mas no mínimo isso irá obrigar muitas empresas a reverem a forma como os dados europeus são enviados para os EUA - e potencialmente dar azo a que novas queixas avancem para os tribunais a exigir maior restrição no que está a ser enviado / partilhado.


Sucesso do TikTok conseguido à custa de "biliões" gastos em publicidade



A app TikTok tem tido um sucesso "viral", mas não se pense que esse fenómeno tem ocorrido puramente por acidente. Fazer com que uma app se destaque das milhares de apps que surgem todos os dias é uma tarefa que se torna cada vez mais complicada, e a demonstra-lo está o facto do TikTok estar a gastar milhares de milhões de dólares em publicidade.

Para fazer crescer os 60 milhões de utilizadores que vieram com a aquisição do Musical.ly por mil milhões de dólares, a ByteDance recorreu à publicidade... muita publicidade. A empresa terá gasto mais de mil milhões de dólares em publicidade ao TikTok, inundando os anúncios do Facebook até considerar que já tinha chegado a todas as pessoas, posteriormente focando-se noutras plataformas, como o Snapchat, etc. Um cenário que faz levantar questões quanto à possibilidade de qualquer app conseguir qualquer nível de sucesso... se não tiver centenas ou milhares de milhões de dólares por trás, para o assegurar - e sem que isso seja garantido: veja-se o caso do Quibi, que também investiu biliões, e agora parece destinado a ser uma plataforma de streaming paga, pela qual ninguém está disposto a pagar.


Curtas do dia


Resumo da madrugada





№ 18

App Android da DJI é segura?


Investigadores partilharam as suas suspeitas sobre a app oficial de controlo de drones da DJI para Android, DJI Go 4, dizendo que recolhe dados excessivos que são enviados para a China e que tem capacidades semelhantes à de malware.


Uma empresa de segurança analisou a app DJI Go 4 e diz que a mesma levanta inúmeras questões quanto à privacidade e segurança. A app fazia a recolha de toda uma série de dados do equipamento, que eram enviadas para a China (sendo isso feito por um SDK que entretanto a DJIO já removeu), a par de código obfuscado que dificulta a sua análise (como muito malware faz), e a capacidade de fazer o download e instalação de código sem passar pela Play Store.

Lido sem contexto, parece realmente uma série de questões preocupantes, mas que na prática têm respostas simples - se se quiser confiar na DJI, que já veio dar resposta a todos os pontos enumerados. A obfuscação do código e capacidade de download e actualização directa é utilizada para combater a utilização de versões modificadas da app, que tentam contornar as limitações de voo dos drones (por exemplo, em locais restritos como perto de aeroportos); outras questões têm a ver com a utilização de SDKs de integração com as redes sociais, sendo esses os responsáveis por recolher e enviar dados; e quanto às insinuações de "espionagem", a DJI refere que os drones para uso governamental tem firmware especial que nem transmite dados, e também uma app de controlo especial, não disponível para o público, e que é auditada de forma independente. Os investigadores acusavam também que a app se reactivava automaticamente quando se tentava encerrá-la, mas a DJI diz não ter conseguido replicar esse comportamento.

A DJI relembra ainda que tem feito todos os esforços para a criação de standards de segurança para os drones, que protejam a privacidade dos utilizadores e garantam que os mesmos só podem funcionar nos locais adequados.

Penso que seria "suícidio comercial" a DJI tentar fazer espionagem com a sua app, sabendo que seria uma questão de tempo para que isso fosse descoberto e arruinasse a sua reputação. Dito isto, é bom que haja empresas e pessoas individuais a investigar o funcionamento interno das apps e a levantar as questões necessárias, para que sejam devidamente explicadas.


P.S. Muitas das questões levantadas pelos investigadores não se aplicam à versão para iOS, pois o sistema impede desde logo muitos dos supostos abusos.
№ 19

Análise ao Lenovo ThinkBook 15-IML

O Lenovo ThinkBook carrega consigo o peso da tradição dos ThinkPad, e o nosso Luis Costa conta-nos que tal se comporta este portátil da Lenovo.


No mundo da informática há alguns ícones que atravessam décadas de história acompanhando os utilizadores no dia-a-dia. Os ThinkPad são disso exemplo, transportando consigo a nostalgia de uma IBM de tempos idos, conseguindo trazer até à actualidade as linhas que marcaram os portáteis a que ninguém fica indiferente.

O sector empresarial acaba por ser o principal alvo da linha ThinkPad, com muitas empresas a apostarem nesta linha para equipar o seu parque informático. O mercado de consumo tem por norma outras tipologias de produto mas a Lenovo acredita que haverá neste segmento de mercado quem esteja interessado em utilizar um equipamento inspirado nos ThinkPad, tendo para isso criado uma nova linha cuja designação que não deixa margem para dúvidas: ThinkBook.

O ThinkBook 15-IML


O plástico cinza claro domina o portátil, com a tampa e a zona do teclado a apresentarem esta tonalidade que facilmente imita o metal. Já o mesmo não se pode dizer da moldura interior do ecrã e da traseira do corpo, com um tom mais escuro, que não consegue transmitir a mesma sensação de qualidade e robustez. Uma acção mais forte nas extremidades dá origem a alguns estalidos que não inspiram muita confirança quanto à sua durabilidade.


As margens do ecrã, não sendo reduzidas, acabam por não ser exageradamente grandes, com 8mm na lateral e um pouco mais na margem superior (14mm). A margem inferior, tal como em outros modelos no mercado, continua a ser que apresenta maior dimensão (20mm), que acaba assim por não ter outra utilidade prática que não dar mais alguns centímetros à zona para apoio das palmas da mão.


O corpo apresenta três zonas distintas. Em cima, à direita, o botão de power com sensor de impressão digital incluído.


Em baixo, descentrado para a esquerda, o touchad. Ao centro, o teclado retroiluminado (dois níveis de brilho) com teclado numérico incluído e teclas de função partilhadas.


Em termos de portas, na lateral esquerda encontramos uma entrada ficha áudio de 3,5mm, uma porta USB 3.1 Gen 2 Type-C (USB + DisplayPort + Power Delivery), uma porta USB 3.1 Gen 1 Type-C, uma porta USB 3.1 Gen 1 Type-A (com always-on), porta HDMI e uma porta RJ45 low profile. Nesta lateral, encontram-se ainda os LEDs de estado da bateria e actividade do disco.



Na lateral direita temos o leitor de cartões 4 em 1 (SD, SDHC, SDXC, MMC), uma porta USB 3.1 Gen 1 Type-A, porta para ligar o carregador e uma entrada para Kensington lock. Ao lado da porta para carregamento temos também um LED de estado para assinalar o mesmo.



Nesta zona encontra-se ainda um porta USB 2.0 Type-A que está escondida no corpo, ideal para um receptor de sinal para rato sem fios, ou uma pen low profile.



A traseira apresenta dois pés de borracha e uma barra no mesmo material para garantir a estabilidade do equipamento. Ao longo de quase toda a largura, duas filas de grelhas para saída de ar. Nas extremidades, mais duas pequenas zonas de grelhas, para saída de som.



Este portátil conta com um processador Intel até i7-1065G7 (1.30GHz, máximo 3.90GHz com Turbo Boost, 4 Cores, 8MB Cache), ecrã IPS mate de 15,6" com resolução FHD (1920x1080), até 16GB DDR4 2666MHz, SSD PCIe-NVMe M.2 até 512GB, WiFi 802.11AC (2 x 2), Bluetooth 5.0 e uma bateria de 45W que suporta carregamento rápido. Mede 364mm x 245mm x 18.9mm e pesa 1,8Kg.



A webcam 720p HD apresenta um pormenor simples, mas muito prático e interessante, com um elemento deslizante a permitir ocultar a câmara manualmente e garantir a privacidade sem receios de fazer partir o ecrã.


Em utilização


O ecrã apresenta uma generosa dimensão se bem que apenas com resolução Full HD. O detalhe de imagens e texto acabam por ser penalizados, sobretudo a curta distância. O ângulo de visão lateral é inferior ao habitual, mas este facto acaba por não ter grande influência com a utilização a ser maioritariamente efectuada com o ecrã em posição frontal. Os 250nits de brilho permitem uma visualização confortável, mesmo em ambientes com luz solar, com o acabamento mate do ecrã a mostrar a sua mais valia nestas situações.


O processador Intel i7-1065G7 de 10ª geração tem uma velocidade máxima de 3,9GHz, mas em se puxarem muito pelo mesmo a velocidade irá baixar drasticamente após alguns segundos, acompanhado pelo sistema de arrefecimento a fazer-se ouvir de forma bem audível. Infelizmente, esta começa a ser uma prática transversal a muitas marcas...


Numa utilização "portátil" as ventoinhas não se fazem ouvir, isto a menos que estejam a executar tarefas que puxem pelo processador. Para uma utilização normal, ao consultar sites ou redes sociais, o sistema é perfeitamente silencioso, não perturbando a utilização do equipamento. Esta situação deve-se ao facto de o processador apenas necessitar de funcionar a uma frequência inferior a 1000MHz, marca suficiente para que o ThinkBook apresente uma boa capacidade de resposta, sem que tenha de puxar pelo sistema de arrefecimento.


O SSD PCIe-NVMe M.2 com 512GB esteve ao nível do que se espera de uma unidade de topo, disponibilizando ~3.4/2.9 GB/s em leitura/escrita. Não será por este elemento que haverá lugar a qualquer quebra de desempenho.

O botão de power incorpora um sensor de impressões digital, elemento que se revela extremamente útil para desbloquear o portátil sem que para isso exista necessidade de recorrer à câmara frontal ou introdução de uma password. De referir que a leitura da impressão digital é feita aquando do toque para ligar o equipamento, não havendo necessidade de efectuar um segundo toque para a referida leitura.



O teclado tira partido da quase totalidade da largura que as 15,6" do ThinkBook proporcionam, tendo a Lenovo aproveitado este facto para incluir um teclado numérico do lado direito do teclado. Este elemento que em determinados cenários se revela extremamente útil tem no entanto um impacto negativo no teclado, levando a que este fique descentrado para a esquerda.

Se numa mesa este aspecto poderá ser minimizada pelo posicionamento do utilizador, o mesmo já não acontece se trabalharem com o portátil sobre as pernas, situação em que o braço direito ficará numa posição menos confortável. Desta forma, a eficiência de escrita sairá afectada e será necessário um período de adaptação mais prolongado.

O curso das teclas permite uma excelente cadência de escrita, a qual poderia ser ainda mais eficiente com teclas um pouco maiores - algo que seria possível abolindo o teclado numérico.



A retro-iluminação do teclado está limitada a dois níveis. É activada através da pressão da tecla de função em conjunto com a barra de espaços. O primeiro nível é demasiado forte quando comparado com o segundo nível, diferindo pouco em termos de intensidade. Um terceiro nível, com menor brilho e um reajustamento dos outros dois, disponibilizaria um leque mais variado (e interessante) de opções para o utilizador.



O touchpad, não sendo grande, apresenta uma dimensão suficiente para uma utilização confortável, permitindo a correcta execução dos gestos que o Windows 10 disponibiliza. Apresenta um bom nível de sensibilidade ao toque mas, na execução de gestos com três ou mais dedos, por vezes o gesto não é detectado na primeira execução.



A bateria de 45W carrega efectivamente de uma forma rápida e, além do carregador de 65W que acompanha o portátil, é possível utilizar um outro carregador com um cabo USB-C para o mesmo efeito.




De referir que este processo vai depender da capacidade do carregador e qualidade do cabo utilizado, sendo que no caso de carregadores mais fracos poderá dar-se o caso de o carregador só conseguir carregar o portátil com este desligado. Com um carregador de 60W já será possível carregar e utilizar o portátil em simultâneo.

Com 1,8Kg, este portátil não é propriamente leve, sendo no entanto transportável com facilidade, acabando por não se fazer notar muito o seu peso.



Em termos de autonomia o comportamento não é brilhante. O ThinkBook obteve uma média de 5h-6h de autonomia, algo que acaba por ficar aquém das 7h que permitem um dia de trabalho sem preocupações. Tendo em conta o facto de que, na maioria das vezes, o processador esteve a funcionar abaixo de 1GHz, esperava-se uma autonomia superior. Curiosamente, o brilho do ecrã acabou por ter uma influência inferior ao esperado no tempo de utilização, com o brilho no máximo a só perder cerca de uma hora, face a uma utilização com 60% de brilho no ecrã.



A terminar este bloco, uma nota positiva para a ausência de bloatware, com a Lenovo a centrar as suas ferramentas e funcionalidades em apenas uma aplicação (Lenovo Vantage), ficando a sua utilização à consideração do utilizador.

Apreciação final



O peso da herança dos ThinkPad coloca desde logo bem alta a fasquia para este ThinkBook 15, com este a ficar um pouco aquém em alguns aspectos, saindo assim o equipamento penalizado na sua avaliação. O plástico domina a construção do portátil, sendo minimamente robusto, mas sem que evite alguns estalidos quando há solicitações mais fortes, algo que no entanto não deverá acontecer numa utilização sem excessos.


O ecrã tem um ângulo de visão bastante limitado, algo que no entanto não prejudica a visualização do utilizador, desde que este esteja bem centrado face ao ecrã. Os 250 nits são suficientes para permitir uma utilização em ambientes com forte luz solar, desde que não incida directamente ao ecrã. Já o SSD apresenta um desempenho bastante interessante, com velocidades que irão garantir suporte às acções de leitura e escrita, sem lugar a atrasos, algo que de resto era expectável numa unidade PCIe NVMe.

O processador acaba por ser um desilusão, com a Intel a avançar com velocidades estonteantes das quais, na prática, não se consegue tirar partido a não ser momentaneamente. Processamento intensivo mais demorado irá fazer com que o CPU reduza a velocidade para níveis que permitam manter as temperaturas dentro dos valores aceitáveis - o que acaba por ser difícil de aceitar numa unidade de topo.

O ThinkBook 15-IML é um equipamento equilibrado, ao qual faltam elementos que permitam a sua diferenciação de outros produtos no mesmo segmento de mercado, saindo desta análise com um "Morno". Actualmente no mercado, podem encontrar a versão ThinkBook 15-IML por um preço na casa dos 1000€. As versões como Intel i3 e i5 encontram-se disponíveis por valores bem mais simpáticos, a começar nos 600€.



ThinkBook 15-IML

Morno

Prós
  • Prestação do SSD PCIe
  • Ocultação da Webcam

Contras
  • Layout do teclado
  • Underclock frequente do CPU



Lenovo ThinkBook 15-IML

Morno (3/5)
№ 20

Ecrã do iPhone 12 vai manter o notch mas reduzir margens


Com o esperado lançamento dos iPhone 12 a estar a pouco mais de um mês de distância, surgem imagens daquele que será um dos ecrã da nova geração de iPhones, e que revela que o notch permanecerá praticamente inalterado.

Depois dos rumores que indicavam que a Apple poderia reduzir o notch, imagens do que supostamente será o ecrã do futuro iPhone 12 de 5.4" revelam que o notch deverá permanecer inalterado face aos modelos actuais. Uma medida que acaba por fazer sentido, já que evita que os developers tenham que contemplar mais uma nova variedade de ecrã (e já são muitas), e também dispensa a utilização de tecnologias que parecem ser ainda demasiado experimentais para que a Apple as adopte: como a utilização de câmaras sob o ecrã.

Não sei até que o ponto o ecrã de 5.4" fará sentido face ao de 5.8" usado nos iPhone 11 Pro, mas a verdade é que - estando o de 5.8" naquilo que considero ser o limiar da usabilidade confortável com uma mão (ao ponto da simples utilização de uma capa mais grossa o fazer passar esse limite), o centímetro poupado por este novo iPhone poderá ser precisamente aquilo que faltava para o tornar bastante mais confortável de usar.

Por outro lado, isso poderá tornar-se ainda mais verdade graças à aparente redução das margens em redor do ecrã, que neste ecrã parecem ser mais reduzidas do que as dos modelos actuais - embora isso seja algo que só se poderá avaliar devidamente com o ecrã já instalado no corpo do iPhone.


Falando de margens, estão também a circular alguns imagens (feitas por fãs), que nos mostram como poderia ser um iPad mini com Face ID que adoptasse o formato dos iPad Pro; e o resultado seria bastante interessante.


Depois era só utilizar um ecrã dobrável, e a Apple já ficava com um concorrente do Galaxy Fold da Samsung. :)

|