PlanetGeek
№ 01

Notícias do dia

PSP desmantela rede de funcionários da Autoridade Tributária que desviavam encomendas; Netflix facilita remoção de conteúdos do "Continue Watching"; análise ao Huawei P smart 2020; as nossas impressões sobre o The Last of Us 2 (sem spoilers); WD lança discos NAS Red Plus sem SMR; Apple optimiza carregamento dos AirPods para prolongar baterias; Google pré-selecciona 18 meses de histórico para novas contas; e a Verizon lança tarifário com desconto progressivo para premiar a fidelidade dos clientes.

Antes de passarmos às notícias, temos novo gadget da semana para oferecer: uns earphones BlitzWolf Airaux AA-HE2 com cabo e ficha de 3.5mm.

Brasil suspende pagamentos no WhatsApp



Não demorou muito, uma semana depois do Facebook ter lançado no Brasil os pagamentos via WhatsApp, as entidades reguladores e o banco central exigiram a suspensão do serviço - passando também pela exigência de que os parceiros como a VISA e Mastercard terminem imediatamente o processamento de operações feitas através dessa plataforma.

Seria de pensar que, para se aventurar no lançamento de pagamentos no Brasil, o Facebook tivesse tratado de todos os trâmites burocráticos. Mas afinal, parece que optou por lançar primeiro, e perguntar depois - e agora, deve ficar em pior posição para conseguir o devido licenciamento.


Olympus desiste das câmaras fotográficas



Marcando o fim de uma era, a Olympus anunciou que irá abandonar o segmento das câmaras fotográficas. Sendo uma das empresas veteranas nesta área, no mercado há mais de 80 anos, a Olympus aponta para o Covid-19 como tendo sido a "gota de água" que tornou insustentável a sua presença neste sector. Um sector altamente competitivo que não olha para a tradição como motivo de facilitismo, com a Kodak a também já ter sentido isso na pele.

Agora, à semelhança do que aconteceu com outros fabricantes / marcas, a única hipótese é se surgir algum outro fabricante interessado em capitalizar o peso dessa tradição, e aventurar-se a lançar novos produtos usando a marca Olympus como chamariz, como tem acontecido com Nokia, Kodak, Polaroid, Vaio, etc.


Apple vai dar acesso ao chip U1 de localização



O chip de localização ultrawideband U1 nos iPhones mais recentes tem estado praticamente sem uso (em grande parte devido ao não lançamento das AirTags de localização devido ao caso com a Tile - que potencialmente poderá ficar resolvido com a abertura do acesso à rede Find My a terceiros) mas isso poderá mudar com a chegada do iOS 14.

A Apple vai permitir o acesso às funcionalidades deste chip, que permite ter uma percepção com maior precisão do posicionamento espacial de outros equipamentos; permitindo saber exactamente onde outros iPhones ou iPads estão em relação uns aos outros, ou de tags compatíveis. No futuro, poderá permitir coisas como, apontar um iPhone para um HomePod ou Apple TV, para ter controlo sobre aquele equipamento específico, ou muitas outras coisas.


OnePlus Nord será o modelo económico?



Parece que foi revelado o nome da próxima gama económica da OnePlus, e que em vez da designação OnePlus "Lite / Z" que tem sido avançada, poderá ser OnePlus Nord. Uma designação que parece quebrar com a tradição da marca de usar números ou letras individuais - mas que, nesta fase, é tão credível quanto qualquer outro rumor que possa surgir.

O que interessa mesmo, muito mais que o nome que a OnePlus lhe decidir atribuir, é o preço que irá ter. :)


Xiaomi lança Mi Calendar na Play Store



Continuando o processo de separação das apps do sistema, a Xiaomi passa a disponibilizar a sua app Mi Calendar também através da Play Store, o que permite que sejam feitas actualizações de forma mais frequente sem ficar dependente de uma actualização de sistema.

A Xiaomi já tinha feito o mesmo com o seu Mint launcher, o Mi File Manager, e outros; e esta é uma medida que muito bem poderia ser copiada por todos os fabricantes. Esta é uma das áreas em que a Apple poderia aprender, já que continua a manter a maioria das suas apps principais presas a actualizações do sistema.


Apple pode lançar iPhone 12 em Setembro



Depois das informações que diziam que a produção dos iPhone 12 deste ano estaria atrasado devido aos constrangimentos causados pelo Covid-19, surgem novas indicações que dizem que os fornecedores da Apple terão conseguido recuperar os atrasos e possibilitar a manutenção das datas planeadas. Ou seja, volta a ser possível que a Apple faça a apresentação e lançamento do iPhone 12 em Setembro.

Os anteriores relatos falavam de atrasos que podiam atirar o lançamento dos iPhone 12 para Outubro ou Novembro; embora continue a haver a possibilidade da Apple fazer um lançamento faseado dos vários modelos esperados dos iPhone 12. De resto, é também referido (novamente) que este ano marcará o fim da inclusão de auriculares com os iPhones, que permitirá à Apple poupar mais uns euros e simultaneamente promover a venda de AirPods.


Curtas do dia


Resumo da madrugada



№ 02

Oppo A72 a novo proposta da Oppo para a gama média (€299)


Já está disponível no nosso país o Oppo A72, mais um modelo de gama média bem equilibrado, com 4GB + 128GB e quad-câmara com 48MP.


A Oppo, que recentemente chegou oficialmente a Portugal, continua a trazer até nós modelos bastante tentadores, com preços que voltam a por em causa a "necessidade" de comprar smartphones que custam três ou quatro vezes mais.

No caso deste Oppo A72, estamos perante um smartphone com ecrã FHD+ de 6.5" (2400x1080) com furo para a câmara frontal, CPU Snapdragon 665, 4GB de RAM, 128GB, sistema quad cam de 48MP + 8MP + 8MP + 2MP, câmara frontal de 16MP, sensor de impressões digitais lateral, generosa bateria de 5000mAh com carregamento rápido de 18W e suporte para carregamento inverso (ser usado como bateria para carregar outros dispositivos), e com ColorOS 7.1, baseado em Android 10.


Quanto aos acabamentos, podem optar por pelo mais discreto Twilight Black ou pelo mais vistoso Aurora Purple com gradiente; e, como é habitual na marca, podem contar com uma capa de protecção transparente já incluída, para ajudar a mantê-lo intacto sem afectar o seu estilo.

O Oppo A72 está disponível na Fnac, PC Diga, Worten, El Corte Inglés e Media Markt por 299 euros, e também na NOS por 299.98 euros.
№ 03

DontKillMyApp lança benchmark para apps Android em background


Dos criadores do site DontKillMyApp chega-nos agora uma app com o mesmo nome que pretende servir de benchmark para as apps Android em background.

Embora o Android permita ter apps em background, há muitos fabricantes que recorrem a afinações um pouco excessivas que fazem com que as apps em background fiquem suspensas ou sejam terminadas, por forma a prolongar a autonomia - mesmo em situações onde seria conveniente deixar que essas apps continuassem a funcionar.

Foi isso que levou à criação do site DontKillMyApp, e que agora resultou na criação deste benchmark DontKillMyApp para Android.


O método de funcionamento é simples, bastando dar início ao benchmark e escolher por quantas horas deverá funcionar. Durante esse período o utilizador não deverá utilizar o smartphone (nem mantê-lo ligado ao carregador), para que não haja interferências com o processo de gestão das tarefas em background. Como se poderá imaginar, se quiserem fazê-lo pelo período máximo de 8 horas, será conveniente deixar isso a ser feito durante a noite - embora possam cancelar o processo a qualquer altura, ou utilizarem o smartphone se assim desejarem, embora com a potencial invalidação dos resultados.
№ 04

Apple optimiza carregamento dos AirPods para prolongar baterias

A Apple vai aplicar aos AirPods o mesmo sistema que já aplicou aos iPhones e MacBooks, que visa poupar a sua bateria durante o processo de carregamento para prolongar a sua vida útil.

Tal como nos iPhones, o processo de carregamento dos AirPods vai ter em conta o padrão de utilização típico dos utilizadores, por forma a manter carregados os auriculares da Apple apenas até aos 80%, e apenas carregar os 20% restantes por forma a coincidir com o momento quando a pessoa os deverá utilizar. Com isso, evita-se que a bateria dos AirPods fique permanentemente carregada a 100% durante toda a noite (por exemplo), o que acelera a sua degradação.

Não havendo qualquer processo fácil de substituição de bateria nos AirPods, este tipo de cuidado revela-se ainda mais importante. É que, de uma forma ou de outra, comprar uns AirPods (ou outros aparelhos com baterias recarregáveis não substituíveis) torna-se numa compra com prazo de validade em contagem decrescente, sendo apenas uma questão de tempo até que deixem de suportar cargas que permitam um tempo útil de utilização.

Isso já poderia ser considerado um desperdício no caso de se tratarem de produtos de baixo valor, mas obviamente que se torna ainda mais crítico quando se trata de algo como uns AirPods Pro, que custam 280 euros.


Talvez já fosse de tempo de todos os fabricantes darem aos utilizadores uma opção de aplicar um limite de carregamento na bateria (de 80% ou outro valor à sua escolha) - tal como é possível nos automóveis da Tesla.
№ 05

Tesla baixa preço dos painéis solares


A Tesla quer relembrar ao mundo que a sua secção de painéis solares também pretende ser tão revolucionária como os seus automóveis, e ajustou o preço dos mesmos, com uma redução que faz com que fiquem 30% mais baratos que a médio do mercado.

Depois de ter implementado um sistema de "equiparar o preço" ao de qualquer concorrente, a Tesla actualizou os preços oficiais dos seus sistemas solares. Um sistema de 4.08 kW passa a custar 7400 dólares depois dos incentivos, e um de 16.32 kW fica por 22 mil dólares. Anteriormente, com os painéis da geração anterior, um sistema de 7.56 kW custava 14 mil dólares na Califórnia após incentivos fiscais; com estes novos painéis com 10% mais capacidades, um sistema de 8.16 kW fica por menos de 12 mil dólares.


Com esta redução de preços a Tesla passa ter os seus sistemas solares a valores abaixo da média do mercado, tornando-se ainda mais atractiva para quem estiver a considerar a instalação de painéis solares.

Para referência, no pacote mais económico (4.08 kW) o custo por kW fica nos 1813 dólares; enquanto que no pacote de 16.32 kW o custo por kW baixa para os 1360 dólares. Mais um pouco e começamos a ter sistemas da Tesla a chegar ao patamar do 1 dólar por watt solar.
№ 06

Verizon lança tarifário com desconto progressivo


A Verizon lançou novos tarifários que fazem o mais correcto no sentido de premiar a fidelização dos clientes: com descontos progressivamente maiores quanto mais tempo permanecerem no tarifário.

Não tenho prazer nenhum em falar "bem" da Verizon, uma empresa de telecomunicações que comete todo o tipo de atropelos que dá mau nome às empresas de telecomunicações; mas neste caso, não posso deixar de lhe dar os parabéns por ter a coragem de fazer algo que temos apelado às operadores nacionais que façam, há anos: de premiar a fidelidade dos clientes com descontos progressivos.

De forma completamente inversa há que é feita por cá, onde as operadoras oferecem preços promocionais apenas durante alguns meses, e que invariavelmente aumentam após o período de fidelização, a Verizon lançou um tarifário em que o preço vai sendo progressivamente reduzido à medida que o cliente se mantiver no tarifário.


Neste caso, um plano de $40 por mês para 5GB de dados baixa para os $30 mensais após 3 meses, e para os $25 mensais após 9 meses. Um plano de 15GB de $50 meses passa para $35; e um plano limitado de $65 acaba por ficar reduzido a $50.

Independentemente dos valores (e da falta de proporcionalidade), o que interessa aqui é a questão de princípio, sendo uma excelente forma de premiar a fidelidade dos clientes; em vez de, como por agora vai prevalecendo, os operadores reservem todos os privilégios apenas para novos clientes e desprezem por completo os clientes antigos.

Quem já não passou pela situação de se ter visto num tarifário antigo a pagar muito mais do que um tarifário novo com condições muito melhores? Ou de num processo de renovação nem sequer ter conseguido manter as condições que tinha anteriormente, ficando com um plano pior e mais caro?

Há muito que desafiamos as operadores nacionais, como a Vodafone, MEO e NOS, a demonstrarem um real apreço pelos clientes oferecendo um desconto crescente (até determinado limite) pelos anos de permanência - que desse um motivo para que se sentissem apreciados e se quisessem manter na sua operadora; ou pelo menos, dar mais um motivo para desincentivar a troca para outra operadora após serem clientes por 3 ou 4 anos.
№ 07

Google pré-selecciona 18 meses de histórico para novas contas


Por forma a apaziguar todos os que combatem a acumulação de dados armazenados pelos gigantes tecnológicos, a Google revelou que a partir de agora passará a manter apenas os dados de actividade dos últimos 18 meses para quem criar uma conta Google.

Até ao momento os dados de actividade das contas Google eram mantidas "para sempre" a não ser que o utilizador alterasse essas definições, sendo disponibilizadas as opções apenas manter os últimos 3 meses, 18 meses, ou manter tudo. Agora, como sinal de maior preocupação com a privacidade dos utilizadores, a Google aplicará automaticamente o limite de 18 meses; sendo que os utilizadores continuarão a poder escolher as demais opções se assim o entenderem.

Este período de manutenção do histórico de actividade aplica-se também às secções de actividade em apps e web, e também se aplicará ao YouTube, que passará a contar com uma pré-selecção de 36 meses. Embora positivo, penso que se a Google realmente se preocupasse com a privacidade dos utilizadores aplicaria automaticamente o limite mínimo e não o limite máximo. Mas talvez isso já seja pedir demais.


Outra alteração que se revela interessante é que passa a ser possível entrar em modo incognito através de um "long press" na foto de perfil na app da Google (técnica que em breve também será aplicada ao Google Maps, YouTube, e demais apps Google que suportem modem incógnito) - assim poupando a necessidade de abrir o menu para activar esse modo.

№ 08

Monogram - carteira minimalista personalizada no Kickstarter


Quem for fã das carteiras diminutas para transportar cartões e notas, poderá querer espreitar esta simpática Monogram que chegou ao Kickstarter e que, como o nome indica, vem personalizada com um monograma.

Por muito atractivo e conveniente que seja utilizar o smartphone para efectuar os pagamentos que forem possíveis, ainda estamos longe de o poder usar para tudo. O que, traduzindo para o mundo real, significa que continua a ser imprescindível transportar connosco alguns cartões (não só de pagamento, como também de identificação) e notas. Mas isso não significa que se tenha que andar com uma volumosa carteira nos bolsos, e é precisamente essa a proposta deste projecto.

O Monogram avança no Kickstarter com um projecto de criação de carteiras minimalistas personalizadas.


Com dimensão de 101 x 91 mm quando dobrada e com apenas 6 mm de espessura, esta carteira está preparada para armazenar até 6 cartões e até 25 notas com dimensões inferiores a 185 x 85 mm (podem ficar descansados, as notas de 500 euros medem 160 x 82mm, pelo que podem facilmente andar com 12500 euros nesta carteira se assim o desejarem. :)

Mas a parte mais peculiar é a parte da personalização, que conta com um monograma com as iniciais à escolha (ou referente a outra frase ou outra coisa que se deseja imortalizar) que faz com que esta carteira se torne num objecto mais especial que uma simples carteira "genérica".

Quem procurar algo ainda mais compacto pode optar por uma carteira porta-cartões (6 cartões e até 6 notas), e estão também disponíveis alguns elementos adicionais, como um porta-chaves e bracelete, todos com a parte da personalização com o monograma à escolha.

A carteira está disponível por $39 em Early Bird, com o porta-cartões a ficar por $29, e o porta-chaves e bracelete por $14 cada. A entrega está prometida para Setembro.
№ 09

Sony lança 3 novas colunas EXTRA BASS



Se estão à procura de uma nova coluna Bluetooth, a Sony acaba de apresentar 3 novas propostas, que segundo a marca se destacam pelo seu EXTRA BASS.




A Sony renovou a sua gama de colunas sem fios EXTRA BASSTM com a adição dos modelos SRS-XB43SRS-XB33 e SRS-XB23. Com uma excelente qualidade de som, robustez e usabilidade na vanguarda dos designs mais recentes, estes novos modelos permitem-lhe desfrutar de uma qualidade de som de nível superior onde e sempre que desejar.

Som digno de ser partilhado

Som EXTRA BASSTM

Desfrute de graves profundos e potentes onde quer que esteja, graças a estas novas colunas sem fios. Além disso, a gama de colunas sem fios XB fornece um som EXTRA BASSTM graças à célebre tecnologia de áudio da Sony detalhada abaixo.

Unidade de coluna X-Balance

A recém-desenvolvida unidade de coluna X-Balanced da Sony alcança uma qualidade de som elevada, bem como uma poderosa pressão sonora, para uma experiência auditiva mais rica, profunda e gratificante. A forma não circular da unidade maximiza a área do diafragma da coluna aumentando, assim, a pressão sonora para graves mais potentes. Além disso, reduz a excursão do diafragma mantendo, em simultâneo, a mesma pressão sonora o que resulta numa menor distorção do som. Por exemplo, o nível de pressão sonora do modelo XB33 aumentou cerca de 30% e a taxa de distorção foi reduzida em aproximadamente 25% comparativamente com o modelo anterior (SRS-XB32).

Ao contrário do que acontece com o diafragme circular de uma unidade de coluna convencional, a unidade de coluna X-Balanced do modelo XB43 inclui um diafragma quase retangular. O seu sistema de colunas de 2 vias combina um woofer para fornecer frequências baixas a médias com um tweeter dedicado para fornecer frequências mais altas. O resultado é um som poderoso, com graves profundos e potentes e uma excecional nitidez vocal.

A unidade de coluna X-Balanced dos modelos XB33 e XB23 inclui um recém-desenvolvido diafragma não circular e um design descentralizado. Este novo design permite maximizar o diafragma da coluna, criando mais pressão sonora e mantendo, ainda assim, um tamanho compacto das colunas.

Cone e tampa de proteção contra o pó da Mica Reinforced Cellular (MRC)

A tampa de proteção contra o pó, aliada ao rígido e leve cone da MRC contribuem para a qualidade do som.

Radiadores passivos laterais

A configuração dos radiadores passivos laterais também foi otimizada em todos os três modelos, de forma a reproduzirem sons graves nítidos.

Modo LIVE SOUND[2]

O modo LIVE SOUND dá vida às suas festas, proporcionando-lhe uma experiência de som tridimensional como se estivesse num concerto ao vivo.

Faça mais, preocupe-se menos

Resistente à água, ao pó e à ferrugem

Os novos modelos dispõem de classificação IP67, o que significa que poderá levar as suas colunas para a praia, floresta ou para onde desejar, pois continuarão a reproduzir mesmo sobre uma superfície empoeirada. Além disso, estas colunas são resistentes à água salgada, para que continue a divertir-se mesmo quando estiver no mar!

Resistente aos impactos[3]

As colunas[4] foram submetidas a extensos testes de choque e, graças ao seu mais recente design durável e à prova de choques, são capazes de suportar batidas inevitáveis, solavancos e arranhões característicos da utilização quotidiana. Agora, mesmo os acidentes mais desastrados deixaram de ser um problema: as suas colunas[5] continuarão a funcionar[6].

Diversão ininterrupta e novo fator de forma

Luzes[7]

Crie uma atmosfera de festival de música, graças ao novo design das colunas que inclui agora uma linha de luzes multicores para o tweeter[8] e a coluna.

Apps Fiestable[9]e Sony | Music Centre

Utilize a aplicação gratuita “Fiestable”[10] para recriar uma vibrante sensação de discoteca diretamente a partir do seu smartphone. Faça as luzes piscarem em sincronia com a batida da música ou mude a sua cor.

Pode ainda controlar a coluna a partir da pista de dança, graças à aplicação gratuita “Sony | Music Centre”[11]. Além disso, pode selecionar a sua lista de reprodução favorita, colocar a música seguinte na fila de reprodução ou desligar as luzes de acordo com o seu estado de espírito.

Party Connect

Com a nova funcionalidade Party Connect pode ligar até 100 colunas sem fios compatíveis[12]através da tecnologia BLUETOOTH®, para sincronizar a música e a iluminação e permitir que todos dancem ao som da mesma batida.

Novo fator de forma

A nova gama de colunas está disponível numa grande variedade de cores e com um novo design, complementando qualquer espaço na perfeição. Compacto, leve e fácil de transportar, o modelo XB23 encaixa-se perfeitamente numa mochila ou no suporte de copos da sua cadeira de campismo. Dispõe ainda de uma prática alça, para que possa pendurá-lo numa tenda ou numa árvore durante um acampamento de fim de semana.

Terminal USB Type-C®

A partir de agora, pode carregar as suas colunasatravés do mais recente terminal USB Type-C®.

Autonomia da bateria e conetividade

Com uma autonomia de bateria de até 24 horas,[13] poderá continuar a festa durante toda a noite. Além disso, pode ligar o seu smartphone através do terminal USB Type-A para carregar a bateria[14], garantindo que o seu telefone permanece ligado ao longo de toda a sua festa. Oiça as suas músicas favoritas enquanto estiver em movimento, ligando simplesmente o seu telefone às colunas através da tecnologia Bluetooth® e NFC™[15].

Preços e disponibilidade

O modelo SRS-XB43 estará disponível a partir de final de julho de 2020, nas cores preta e azul, por um preço aproximado de 230€.

O modelo SRS-XB33 estará disponível a partir de final de julho de 2020, nas cores preta, cinza e azul, por um preço aproximado de 150€.

O modelo SRS-XB23 estará disponível a partir de final de julho de 2020, nas cores preta, azul, vermelho, cinza e verde, por um preço aproximado de 120€.

Para as especificações do produto, visite: 

https://www.sony.pt/electronics/colunas-sem-fios/srs-xb23

https://www.sony.pt/electronics/colunas-sem-fios/srs-xb33

https://www.sony.pt/electronics/colunas-sem-fios/srs-xb43

[1] Disponível apenas para os modelos XB33 e XB23

[2] O modo LIVE SOUND disponível apenas nos modelos XB43 e XB33

[3] Os modelos XB33 e XB23 foram submetidos a extensos testes de choque

[4] Os modelos XB33 e XB23 foram submetidos a extensos testes de choque

[5] Apenas XB33 e XB23

[6] As deformações ou os danos provocados pela queda das colunas, ou pela sua sujeição a choques mecânicos, podem levar a uma redução da resistência à água e ao pó.

[7] Apenas XB43 e XB33

[8] Luzes do tweeter disponível apenas para o modelo XB43

[9] Fiestable disponível apenas para os modelos XB43 e XB33

[10] Disponível no Google Play e na App Store

[11] Disponível no Google Play e na App Store

[12] Compatível apenas entre os modelos SRS-XB43, SRS-XB33, SRS-XB23

[13] Autonomia de bateria de até 24 horas(modo STAMINA/luzes desligadas) apenas nos modelos XB43/XB33. O modelo XB23 dispõe de uma autonomia de bateria de até 12 horas (modo STAMINA). O desempenho efetivo pode ser diferente do tempo indicado, devido ao volume, às músicas reproduzidas, à temperatura ambiente e às condições de utilização.

[14] Disponível apenas para os modelos XB43 e XB33

[15] NFC disponível apenas para os modelos XB43 e XB33



№ 10

WD lança discos NAS Red Plus sem SMR


Procurando escapar à polémica dos discos NAS com SMR, a WD anuncia a criação de uma nova gama de discos WD Red para NAS que mantém a tecnologia esperada, os WD Red Plus.

A WD enfrentou a ira dos fãs e clientes que se depararam com discos WD Red para NAS que, sem qualquer indicação, passaram a utilizar a tecnologia SMR de pistas sobrepostas, mas que tem alguns efeitos secundários bastante adversos nalguns cenários. Por exemplo, no "rebuild" de um array ZFS (no FreeNAS / TrueNAS), um processo que demoraria entre 900 e 1000 minutos num disco CMR convencional passa a demorar mais de 13700 (!) minutos num disco SMR.



Em vez de tentar explicar porque motivo optou por uma táctica tão desonesta, de fazer essa alteração sem qualquer informação visível para os consumidores - nem tão pouco a acompanhar por uma redução do custo dos discos, a WD tenta esquivar-se a toda a polémica mantendo os WD Red com SMR, mas agora separando os WD Red convencionais (CMR) com uma nova designação: WD Red Plus - e mantendo também os WD Red Pro para os NAS de maior capacidade ou utilização mais intensiva.


Embora isto venha complicar a gama, pois continuarão a existir discos CMR na linha WD Red (nos discos de 1TB ou inferior, ou nos de 8TB ou superior), o mais simples para quem procura discos WD para NAS será manter-se nos discos WD Red Plus ou Red Pro.
№ 11

Honor X10 Max vem com ecrã RGBW


O próximo Honor X10 Max vai recorrer a um ecrã LCD RGBW para aumentar a luminosidade e enfrentar até os ambientes mais ensolarados mantendo uma boa visibilidade do ecrã.

Embora a apresentação oficial do Honor X10 Max esteja agendada para 2 de Julho, os detalhes sobre este novo smartphone continuam a ser divulgados e demonstrados sem grande secretismo. Desta vez com a informação sobre o seu ecrã.

Em vez de utilizar um ecrã LCD tradicional com padrão de subpixeis RGB, este modelo virá equipado com um ecrã RGBW que adiciona um subpixel branco, que lhe permite aumentar a luminosidade - em vez de ter que usar os três sub-pixeis coloridos para produzir a cor branca, pode usar directamente o sub-pixel branco, com maior eficiência.

A grande incógnita é saber se se tratará de um ecrã LCD verdadeiramente RGBW, em que cada pixel é composto por quatro subpixeis (R+G+B+W), ou se é dos ecrãs RGBW onde o subpixel branco ocupa um lugar alternado dos demais subpixeis, que resulta numa redução da resolução efectiva.

№ 12

Apple abre rede "Find My" a fabricantes externos


A Apple está a levar a sério o processo da Tile, e anunciou que vai abrir o seu sistema "Find My" a localizadores de fabricantes externos.

Em vez de lançar os seus módulos AirTags de localização e simplesmente ignorar a Tile, a Apple passou os últimos meses a proteger-se contra os eventuais processos. Com o iOS 14 vai ser possível escolher que app de email e browser se quer utilizar, e a sua redes de localização "Find My" também estará aberta a fabricantes externos de módulos.

Quer isso dizer que empresas como a Tile, se seguirem as normas ditadas pela Apple, poderão ter os seus aparelhos integrados na rede da Apple, que facilita a localização de objectos perdidos, bastando que um iPhone, iPad ou MacBook passe perto do módulo de localização.

Este "Find My‌ network accessory program" promete garantir todas as questões de privacidade que a Apple usava para criticar os serviços concorrentes. Mas, sendo um programa de "acessórios", resta ainda saber se a adesão ao mesmo será gratuita, ou representará pagar a "taxa Apple". Seja como for, ficam as portas abertas para que, eventualmente, o sistema se possa tornar standard o suficiente para funcionar entre Androids e iOS.
№ 13

Lista antinonio atualizada

Há alguns meses que não atualizava a minha lista de bloqueio, para adblockers, à merda do Nónio. Ela não me estava a dar problemas, por isso não senti necessidade de a rever.

No dia 21 de junho, no entanto, um dos developers do uBlock Origin abriu um bug por causa dos tipos de regras usadas, bug esse que está relacionado com outro reportado no repositório deste adblocker. TL;DR: estava a misturar filtros estáticos com regras dinâmicas.

Enquanto corrigia o problema, aproveitei por fazer duas pequenas atualizações na lista. A primeira, sugerida num comentário do bug report, é a remoção d’O Público da lista, uma vez que já não faz parte da rede Nónio.

A outra alteração foi a remoção do domínio windows.net da lista, uma vez que o MEO GO está a usar este domínio para algum tipo de validação relacionado com o Widevine e os utilizadores da minha lista não vão conseguir utilizar o serviço da MEO se a tiverem ativa. Dá sempre para permitir este domínio quando se visita o site do MEO GO, mas para isso têm que primeiro detetar o problema e mais vale facilitar a vida aos utilizadores do que os fazer andar atrás do problema.

Para terem a nova versão da lista basta aguardarem pela atualização automática, que acontece a cada 3 horas. Se quiserem acelerar o processo, podem sempre forçar a atualização dentro das opções do uBlock Origin.

Se não sabes o que é o Nónio, este site, criado pelo @tomahock, explica o que é e porque é mau.

№ 14

The Last of Us 2 [sem spoilers]


Já terminei o The Last of Us: Part II, que passo a colocar no topo da lista dos melhores jogos PS4 até à data (e de sempre), e aqui estão as primeiras palavras sobre ele, com o cuidado de não falar demasiado para não estragar o jogo para quem ainda o estiver a jogar, e também abordando a polémica que tem gerado.

Antes de mais, uma pequena introdução: durante anos fiquei bastante irritado com muitos dos jogos PS4 que nos tentam impingir frequentemente uma história com cut-scenes. É certo que havia excepções, mas por norma era logo motivo para só me querer fazer "despachar" o jogo (ou até ficar logo por ali). Claro que com Last of Us (e outros, como a saga Uncharted) isso não se aplica; aliás, passa a ser quase o oposto: este é um daqueles jogos que facilmente se aguentaria todo o jogo a decorrer como um filme - e esta parte 2 leva isso ainda mais a sério, sendo o novo exemplo de referência do que deverá ser um "filme interactivo".



Tecnicamente, o Last of Us 2 eleva a fasquia para um nível que não imaginava ser possível na PS4, e estou a falar da PS4 "normal" e não de uma PS4 Pro. A PS4 há anos que tem jogos com gráficos de luxo, no entanto há sempre toda uma série de detalhes que já nos habituamos a desculpar por "ser assim"; quer sejam brilhos estranhos nos olhos ou bocas dos personagens, ou coisas mais estranhas como mãos e pernas a entrar pelas paredes ou objectos no cenário. Neste jogo, estamos pela primeira vez perante um jogo que recria um nível de realismo onde nada falha (a não ser que se seja mesmo picuinhas). Toda e cada cena do jogo faz-nos acreditar que estamos perante um mundo real, e para isso também contribui o espectacular desempenho dos personagens, que finalmente espelham toda uma série de emoções subtis sem parecer que se está a olhar para um cara feita por computador. Junte-se a isto alguns detalhes curiosos, como ter os personagens a reajustarem-se ligeiramente quando se sentam, ou outros trejeitos naturais a que habitualmente nem damos valor, e ficamos com o tal mundo "real" que contribui para a imersão. (Bónus para também não existirem tempos de loading "visíveis", sendo dissimulados com mestria ao longo do próprio jogo; e do próprio tutorial de várias acções estar também integrado no próprio gameplay.)



O jogo começa com Ellie e Joel a viverem uma vida pacífica em Jackson - tanto quanto possível num mundo pós-apocalíptico onde ainda é necessário manter vigilância contra os "zombies" - mas depressa as coisas mudam e os nossos personagens têm que embarcar numa aventura, cujos desenvolvimentos ficarão para a review Part II, já com spoilers. :) (Mas posso dizer desde já que achei a história fenomenal, tal como a forma como foi contada.)


A polémica sobre o jogo

O jogo tem sido alvo de bastante polémica, com campanhas de jogadores que têm tentado afundar o jogo nas pontuações, e que até chegam a partir o disco do jogo para mostrar o seu desagrado. Há várias facções de "reclamantes"; temos os que continuam a não aceitar que um jogo dê destaque a uma protagonista feminina lésbica, ou que retrate tais relações; há outros que se sentem enganados / traídos pela Naughty Dog, por ter escondido alguns dos elementos da história com trailers que tinham sido manipulados e que não acontecem durante o jogo. Seja o que for, cada um terá sempre direito à sua opinião, desde que também aceite que isso é válido para quem não concorda consigo.


Confesso que, tendo apenas acompanhado a polémica "de longe" (não queria spoilers antes de terminar o jogo), até pensei que fosse devido a alguma cena particularmente horripilante durante o jogo; coisa que não veio a acontecer (há várias cenas particularmente marcantes, sem dúvida; mas nenhuma que me pareça justificar um nível de "polémica"). Muito pelo contrário, todo este The Last of Us 2 funciona como uma ferramenta educativa, que - espero eu - possa contribuir para que todos comecem a olhar para o mundo em seu redor de outra forma, prestando atenção às verdadeiras questões sem se distraírem com aquilo que não é o essencial... coisa que quem tem fomentado a tal polémica em torno do jogo parece ter falhado em compreender.
№ 15

Análise ao Huawei P smart 2020


O Huawei P smart 2020 é uma evolução do modelo lançado em 2019, apresentando mais memória e armazenamento, com os 128GB disponíveis a serem um ponto em destaque neste equipamento de gama média-baixa.

Numa altura em que o diferendo EUA-China continua a bloquear o acesso da Huawei aos serviços e apps da Google, a marca não tem outro remédio senão apostar em novos equipamentos a correr os seus Huawei Mobile Services ou - como faz neste caso - apresentar smartphones como este P smart 2020, uma versão melhorada do equipamento lançado no ano anterior para poder mantê-los.



Unboxing



Dentro da caixa, o smartphone e sobre este, o habitual conjunto de acessórios, com o cabo microUSB, auriculares e um carregador.



Este último está longe de permitir atingir um estonteante desempenho, fruto das especificações que apresenta, limitando a potência de carregamento a 10W, numa relação de carregamento com 5V/2A.


O P smart 2020




A frente fica marcada por margens relativamente reduzidas, com as laterais e superior a terem cerca de 2mm e a inferior ficando-se nos 5mm. Haverá contudo de contar com a forma arredondada do corpo, que acrescenta mais alguns milímetros à margem.



Na parte superior do ecrã, apenas um pequeno notch circular para a câmara frontal. No limite do ecrã, entre este e o corpo do smartphone, uma reduzida grelha para a coluna destinada às chamadas de voz.



Na zona inferior do ecrã encontra-se um pequeno LED de notificações, algo que traz à memória o LED de notificações do saudoso Nexus 5.



Lateralmente, à direita, os botões de power e volume.



Na lateral superior, um microfone e o slot para os cartões SIM e microSD.


Na parte inferior temos a grelha para saída de som, um segundo microfone, a porta micro-USB e uma ficha de 3.5mm para os headphones. Sendo esta uma reedição do modelo lançado no ano anterior, a presença de uma porta micro-USB não se pode considerar propriamente inesperada, mas que já deveria ter sido revista.


Impressões iniciais



O primeiro toque não engana. Embora se trate de um equipamento onde o plástico é dominante, o P smart 2020 apresenta um toque muito interessante, sendo confortável em utilização, inclusivamente apenas com uma mão. As dimensões com 155.2 x 73.4 x 8 mm e peso de apenas 160g contribuem decisivamente para este bom comportamento do smartphone, fazendo rapidamente esquecer o plástico utilizado.

Os botões de volume e power estão bem posicionados, não exigindo um reposicionamento da mão para a sua utilização. A destoar, o módulo de câmaras traseiro que com o seu rebordo acaba muitas vezes por fazer esbarrar o dedo indicador.

Em termos de hardware, as novidades surgem na memória, agora com 4GB de memória RAM e no armazenamento, que passa para uns sempre interessantes 128GB UFS 2.1. O ecrã de 6,21" apresenta uma resolução 1080x2340 pixels numa relação 19.5:9 com 415 ppp, especificações que felizmente já começam a ser habituais neste segmento de mercado. O processador ficou a cargo da HiSilicon, sendo um já nosso velho conhecido, tendo sido utilizado pela primeira vez pela marca em 2018, aquando do lançamento do Mate 20 Lite. O Kirin 710 é um processador octa-core com 4 núcleos Cortex-A73 a 2.2 GHz mais outros 4 núcleos Cortex-A53 a 1.7 GHz, que são acompanhados por um GPU Mali-G51 MP4.

Em termos de câmaras, o P smart 2020 conta com uma dupla na traseira 13MP f/1.8 + 2MP e uma câmara frontal com 8MP f/2.0 para as video-chamadas e selfies da ordem.

Tem uma bateria de 3400mAh, sensor de impressão digital na traseira e suporta ligações WiFi ac e Bluetooth 4.2, havendo ainda lugar para um sensor NFC, algo pouco visto neste segmento de preço.


Em utilização



O grande destaque vai para o conforto em utilização, com a reduzida largura do smartphone e a curvatura da traseira, a permitirem um encaixe perfeito na mão, podendo inclusivamente o equipamento ser maioritariamente utilizado com apenas uma mão, algo que hoje em dia é cada vez menos usual.



Ao contrário de muitos dos novos modelos, este P smart 2020 surge com os serviços e aplicações da Google visto ser apenas uma revisão do modelo de 2019. Não há por isso qualquer limitação no acesso a jogos e aplicações - tirando a excepção de algumas aplicações de benchmark, situação que curiosamente também ocorreu aquando da análise ao Mate 20 Lite.


O processador Kirin 710 está ao nível do esperado, adequando-se perfeitamente ao segmento de mercado em que este P smart 2020 se insere. Caso pretendam consultar os resultados de benchmark, poderão consultar a análise ao P30 Lite, smartphone que também apresenta o mesmo processador deste P smart 2020.



O desempenho não apresenta compromissos, sendo um bom equipamento para consultar as redes sociais e jogar de forma casual. Os jogos mais intensivos não foram propriamente pensados para rodar neste tipo de hardware, pelo que o consumidor deverá contar com alguma demora nos carregamentos e um frame rate mais conservador.

O P smart 2020 apresenta-se ainda a correr Android 9 com EMUI 9.1 e patch de segurança de Abril, algo que nesta altura não seria propriamente expectável num smartphone que está a chegar ao mercado. A actualização do modelo de 2019 para EMUI 10/Android 10 está garantida, mas não há ainda datas definidas para esse efeito, pelo que será necessário aguardar mais algum tempo pela actualização.



Em termos de funcionalidades, temos tudo o que a EMUI 9.1 já disponibilizava, com destaque para o sistema de navegação por gestos. Pela negativa, o facto de a interface escura não estar disponível, com a marca a manter a mesma limitada aos smartphones com ecrã AMOLED. Esta será uma situação que iremos acompanhar com curiosidade, pois a interface escura vem de origem no Android 10, ficando assim no ar a dúvida relativamente à opção que a Huawei irá tomar neste âmbito.


Câmaras



Tal como a restante interface, a aplicação da câmara ainda apresenta o layout utilizado na EMUI 9.1, se bem que neste caso, a diferença entre as duas versões é bastante mais limitada, com a estrutura a manter-se sem alterações.


Em cima temos uma linha de ícones para activar o flash, AI e definições. De referir que este ícone do AI é o que vai permitir desligar estas funcionalidades, ficando o utilizador com a configuração manual dos parâmetros da fotografia.

Na zona inferior a app apresenta duas áreas, uma primeira com os modos de fotografia e vídeo e por baixo destes, o acesso à última imagem captada, botão de disparo e um botão para alternar entre as câmaras frontais e traseiras.



O tempo de focagem é surpreendentemente rápido para este segmento de preço, já a qualidade de imagem está em linha com o esperado, necessitando de boa iluminação para que se possa obter uma boa qualidade de imagem, ainda que sem grande detalhe.


P smart 2020

O modo noite consegue resultados interessantes, mas não faz milagres, algo que também não era esperado para um equipamento de gama média baixa. Já o efeito bokeh funciona bastante bem, conseguindo desfocar o fundo, mantendo o contorno dos elementos a fotografar.


Apreciação final



Para quem pretenda um smartphone Huawei que mantenha o acesso oficial à Play Store e apps da Google, este será (por agora) o caminho a seguir. A marca chinesa vai aproveitando este reciclar de equipamentos para colocar no mercado novas versões que mantêm as apps Google, como é o caso deste P smart 2020 ou do P30 Pro New Edition recentemente lançado por cá.

Num segmento altamente concorrido, este P smart 2020 surge muito bem guarnecido, fruto do upgrade na memória RAM e armazenamento, com os seus 4GB+128GB a deixarem-no numa posição confortável face à oferta no mercado. O ecrã FHD com uma resolução de 1080 x 2340 pixels é mais um dos argumentos que pesa a favor deste P smart 2020, que tem no design mais uma área bem conseguida. As câmaras não fazem milagres mas cumprem o mínimo exigido, sendo que o modo noite e o efeito bokeh disponibilizam resultados interessantes. Com 128GB para armazenamento, haverá sempre espaço para fotografias e vídeo, sem estar a pensar em apagar conteúdos mais antigos.

Com um preço oficial na casa dos 220 euros, pode nesta altura já ser encontrado a 182 euros no mercado nacional, facto que ajuda a amenizar o atraso na chegada do Android 10/EMUI 10, garantindo igualmente uma forte contribuição para um robusto "Quente".


Huawei P smart 2020
Quente

Prós
  • Conforto em utilização
  • Hardware com boas especificações
  • NFC

Contras
  • Ainda com Android 9/EMUI 9.1
  • Poucas novidades face ao modelo de 2019
  • Porta microUSB



Huawei P smart 2020

Quente (4/5)
№ 16

Samsung Galaxy M41 vai usar ecrã OLED da TCL


O próximo Galaxy M41 vai marcar o fim de uma era na Samsung, sendo o primeiro smartphone da marca a recorrer a um ecrã AMOLED que não é produzido pela Samsung.


A Samsung teve um papel fundamental na adopção dos ecrãs AMOLED nos smartphones, papel esse que ainda hoje lhe dá a vantagem de ser a escolhida para fornecer inúmeros smartphones topo de gama, incluindo os iPhones da Apple. Daí que seja um pouco estranho ver a Samsung a recorrer a fornecedores de ecrãs AMOLED externos para os seus smartphones, mas é isso que parece acontecer com o Samsung Galaxy M41.

Para o Galaxy M41, um modelo de baixo custo, a Samsung não vai optar por ecrãs AMOLED da Samsung Display, mas sim ecrãs fornecidos pela China Star Optoelectronics Technology (CSOT) pertencente à TCL, e potencialmente também da BOE, outro dos grandes fabricantes de ecrãs na China.

O M41 utiliza um ecrã AMOLED FHD+ de 6.67" (2340x1080) em formato 19.5:9, e estando num segmento em que o preço é factor fundamental, a Samsung teve que se render às evidências de ter concorrentes a fornecer o ecrã a preço mais reduzido do que aquele que conseguiria arranjar se fosse ela própria a produzi-los através da Samsung Display.
№ 17

Netflix facilita remoção de conteúdos do "Continue Watching"


Limpar conteúdos indesejados que ocupam a secção Continue Watching na Netflix passa a ser mais simples para quem tiver Android.

A secção Continue Watching na Netflix é extremamente útil para nos deixar continuar a ver as séries e filmes que vemos habitualmente ou que deixamos a meio; mas inevitavelmente acaba por se tornar também num repositório de conteúdos indesejados, que por qualquer motivo decidimos espreitar por curiosidade, mas onde se mudou de ideia e não se deseja continuar a ver. É que, nesse cenário, a Netflix fazia os possíveis por manter por lá esses conteúdos sem qualquer qualquer interesse, por vezes até relembrando-nos se os queríamos continuar a ver - e que só podiam ser removidos através de um salto à secção Viewing Activity na web.

Mas finalmente, a Netflix parece ter oficializado a funcionalidade que estava a testar já no final de 2019, que permite remover conteúdos do Continue Watching directamente a partir da app - embora por agora apenas na versão para Android.


Os utilizadores poderão simplesmente carregar no conteúdo em questão para encontrarem uma nova opção que permite "remover o conteúdo" da fila em que está; facilitando o processo de os fazer desaparecer definitivamente da secção Continue Watching num par de toques.

Por agora a funcionalidade está apenas disponível na app Netflix para Android, mas está prometida para a versão iOS até ao final do mês - e esperamos que seja também aplicada às apps nas Smart TVs e demais dispositivos. É criticável que tenha demorado tanto a ser implementada, mas o que importa é que se tenha tornado realidade.
№ 18

PSP desmantela rede de funcionários da Autoridade Tributária que desviavam encomendas


Infelizmente parece ficar demonstrado que havia mesmo motivos para suspeitar do desaparecimento de encomendas que caíam no limbo da Alfândega, com a PSP a ter detido mais de uma dezena de funcionários da Autoridade Tributária ligados ao Aeroporto de Lisboa, que desviavam objectos para revenda ou benefício próprio.

Há anos que lidamos com o surrealismo da alfândega em Portugal, e depois de múltiplos incidentes torna-se inevitável não começar a suspeitar do que por lá se passa. Era com total impunidade que objectos indicados como tendo dado entrada na alfândega desaparecessem num "buraco negro", levando ao desespero as pessoas que deles estavam à espera - e sempre sem que fosse dada qualquer informação útil (ou em tempo útil) sobre o que se estaria a passar.

Pois bem, agora ficamos a saber o que se passava. A PSP deteve 14 funcionários da Autoridade Tributária, a que se juntam mais 13 arguidos, e que constituíam uma vasta rede que usava o processo de desalfandegamento como loja self-service para se apropriarem dos produtos que achassem interessantes ou lucrativos. Foram realizadas buscas a casa dos indivíduos, que revelaram centenas de objectos, incluindo computadores, telemóveis, relógios e muitos outros, conseguidos à custa deste esquema.

Confesso que, enquanto comprador frequente de produtos vindos lá de fora, este caso me horroriza. Entre as milhares de encomendas feitas ao longo dos anos, e centenas de interacções com a alfândega, já passei por alguns casos de encomendas desaparecidas, e outras que também faziam suspeitar que alguém as tivesse aberto e experimentado os produtos. Claro que no ar ficava sempre a dúvida sobre se teria sido alguém na alfândega, ou alguém da transportadora, ou ainda se já teria vindo assim da loja de origem. Ainda assim, nunca imaginaria que a situação atingisse tal descalabro, ao ponto de ser uma verdadeira rede de desvio de encomendas.

É um cenário muito triste que esperamos que possa ser aproveitado pela Autoridade Tributária para um processo de renovação completo, com maior transparência, eficiência no tratamento dos processos, e maior respeito pelos cidadãos.
№ 19

Oppo A72 chega a Portugal por €299


Já está disponível no nosso país o Oppo A72, mais um modelo de gama média bem equilibrado, com 4GB + 128GB e quad-câmara com 48MP.

A Oppo, que recentemente chegou oficialmente a Portugal, continua a trazer até nós modelos bastante tentadores, com preços que voltam a por em causa a "necessidade" de comprar smartphones que custam três ou quatro vezes mais.

No caso deste Oppo A72, estamos perante um smartphone com ecrã FHD+ de 6.5" (2400x1080) com furo para a câmara frontal, CPU Snapdragon 665, 4GB de RAM, 128GB, sistema quad cam de 48MP + 8MP + 8MP + 2MP, câmara frontal de 16MP, sensor de impressões digitais lateral, generosa bateria de 5000mAh com carregamento rápido de 18W e suporte para carregamento inverso (ser usado como bateria para carregar outros dispositivos), e com ColorOS 7.1, baseado em Android 10.


Quanto aos acabamentos, podem optar por pelo mais discreto Twilight Black ou pelo mais vistoso Aurora Purple com gradiente; e, como é habitual na marca, podem contar com uma capa de protecção transparente já incluída, para ajudar a mantê-lo intacto sem afectar o seu estilo.

O Oppo A72 está disponível na Fnac, PC Diga, Worten, El Corte Inglés e Media Markt por 299 euros, e também na NOS por 299.98 euros.
№ 20

Office e Windows 10 em saldo


Há mais uma campanha de saldos nos Windows e Office que chega na altura certa para quem tem que trabalhar a partir de casa, com o Office desde 25 euros e o Windows desde 9 euros.

O site KeysWorlds.com está a levar a cabo uma campanha de desconto de até 50% nos Office, Windows, e bundles. Esta loja online disponibiliza não só licenças para estes produtos, como também jogos nas plataformas Steam, Origin, Uplay e Battle.net, assim como cartões com créditos para Xbox e PlayStation, entre outros.

Para esta promoção temos os seguintes produtos com desconto de 50% usando-se o código KWS50.

Depois, temos desconto de 35% usando o código KWS35.

O pagamento pode ser feito com PayPal para total segurança, e conta com assistência permanente através do endereço de email [email protected].

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