PlanetGeek
№ 01

Office e Windows 10 em saldo


Há mais uma campanha de saldos nos Windows e Office que chega na altura certa para quem tem que trabalhar a partir de casa, com o Office desde 25 euros e o Windows desde 9 euros.

O site KeysWorlds.com está a levar a cabo uma campanha de desconto de até 50% nos Office, Windows, e bundles. Esta loja online disponibiliza não só licenças para estes produtos, como também jogos nas plataformas Steam, Origin, Uplay e Battle.net, assim como cartões com créditos para Xbox e PlayStation, entre outros.

Para esta promoção temos os seguintes produtos com desconto de 50% usando-se o código KWS50.

Depois, temos desconto de 35% usando o código KWS35.

O pagamento pode ser feito com PayPal para total segurança, e conta com assistência permanente através do endereço de email [email protected].
№ 02

Huawei já anunciou o segundo vencedor do concurso local #NextImagePT.



Com este Concurso de fotografia, a Huawei pretende incentivar os portugueses a revelar o seu talento criativo através da fotografia.

Mais de 3.800 portugueses já participaram no concurso local de fotografia para smartphones que visa premiar o talento nacional – #NextImagePT – e mostrar a tecnologia de excelência na área da fotografia utilizada nos smartphones da Huawei.

Lançado em Maio pela Huawei Portugal, o passatempo #NextImagePT tem como objetivo levar a  comunidade online da Huawei a testar as câmaras dos vários modelos de smartphones Huawei. Desde o Huawei P20 Pro, que os smartphones da Huawei P Series se destacam por permitirem captar excelentes fotografias mesmo em situações de pouca luminosidade. No caso do Huawei P40 Pro, o mais recente modelo da Huawei P Series lançado em Abril, que inclui o premiado internacionalmente sistema de quatro câmaras Leica Ultra Vision, foi dado mais um salto tecnológico na área da fotografia móvel. Com o maior sensor fotográfico alguma vez colocado num smartphone, o Huawei P40 Pro possibilita captar mais luz, aumentando a qualidade da imagem mesmo quando as condições de luminosidade não são as melhores. Os avanços conseguidos com a P40 Series na fotografia móvel permitem que qualquer que seja o cenário, se possa tirar fotografias como um verdadeiro profissional. 


E o 2º vencedor do concurso #nextimagept é

João Daniel Borges - @umtaldejoao - foi o vencedor da segunda edição do passatempo #nextimagept a decorrer no Instagram, que através da lente do Huawei P10 Plus captou uma fotografia da Igreja do Senhor da Pedra, em Vila Nova de Gaia.

A cada duas semanas, a Huawei em conjunto com um dos cinco fotógrafos portugueses embaixadores deste projeto, seleciona um vencedor entre os vários candidatos. Adérito Valentim foi o primeiro vencedor do concurso local (8 de Junho) com sua a fotografia alusiva ao Cais Palafítico Da Carrasqueira, no Alentejo.

O terceiro vencedor será comunicado pela Huawei no próximo dia 6 de Julho e irá receber, tal como os anteriores premiados, o visionário Huawei P40 Pro, uns incríveis Huawei Freebuds 3 e ainda um Voucher de 50€ para gastar em produtos Huawei online.

Além do passatempo local, toda a comunidade online portuguesa que tenha um telefone Huawei/Honor, poderá participar no concurso mundial. Para saber mais informações basta visitar o site do Next-Image e descobrir como pode participar. Os prémios Next-Image 2020 simbolizam a dedicação da Huawei à arte da fotografia moderna.



Categoria Boa Noite | Night Mode

Fotografar à noite ou em ambientes com pouca luz pode ser um desafio. Mas com o Huawei P40 Pro esta questão deixa de ser um problema. O Modo Noite dos smartphones da Huawei é conhecido pela sua excelente capacidade de captar imagens em ambientes de baixa luz com qualidade garantida. A Huawei desafiou fotógrafo Rui Valido, embaixador da categoria Good Night do concurso Next-Image 2020, para ajudar a explicar como tirar o melhor partido deste modo. No site do concurso é possível descobrir algumas das melhores fotografias tiradas à noite por fotógrafos de todo o mundo, profissionais e amadores.



DICAS DO FOTÓGRAFO PROFISSIONAL RUI VALIDO

Na opinião do fotógrafo Rui Valido, o Huawei P40 Pro é um smartphone muito fácil de utilizar, com um ecrã com cores saturadas e uma câmara que permite captar fotografias noturnas fora de série. Rui Valido partilha algumas dicas de como utilizar alguns dos modos da câmara do Huawei P40 Pro, especialmente concebidos para fotografar à noite (Modo Noite, Modo Pro e Pintura de Luz), e ainda explica algumas noções gerais de fotografia, como a estabilidade, ISO e velocidade.



Estabilidade

Para fotografar à noite é essencial manter o smartphone estável e para isso é aconselhável a utilização de um tripé. Caso não tenha nenhum, segure no telefone com as duas mãos para que fotografia não fique tremida e para conseguir enquadrar na regra de composição. Pode sempre pousar o telefone numa superfície estável para ajudar.


ISO

Quando falamos de ISO, referimo-nos à sensibilidade do sensor à luz, que pode ir de 100 ISO (menor sensibilidade à luz) a 1600 ISO (mais sensível à luz). Se estiver em locais escuros aconselho a utilização de mais ISO (mais sensibilidade à luz), se por outro lado se encontrar em locais mais luminosos o ideal será utilizar menos ISO (menos sensível à luz). Estes fatores estarão sempre dependente do que pretende fotografar e em que tipo de local se encontra. Além disso, também consegue controlar o nível de ISO de forma manual ou deixar no modo automático (A).



Velocidade de Obturador (S)

A velocidade do obturador é o tempo que o obturador está aberto. Ou seja, é o tempo que o sensor capta a luz. Por exemplo, 1/4 é mais rápido que 1/32. Caso queira congelar um movimento deve utilizar uma velocidade de obturação mais rápida, mas se o efeito pretendido for arrastamento deve utilizar uma velocidade mais lenta.



Modo Noite

Para fotografar em modo Noite mantenha o telefone estável enquanto espera que a contagem termine ou carregue no obturador assim que achar que a fotografia já está no ponto que deseja.




Modo PRO

A grande vantagem do modo Pro é controlar a máquina, neste caso o smartphone, na sua totalidade (controlar o ISO, abertura, a velocidade, a qualidade, o foco, etc). Por exemplo, para acrescentar qualidade à fotografia, ativa-se o formato Raw ou 50 Mp (o que significa uma maior resolução de imagem).


Quanto ao foco existem três opções: No Modo Pro da câmara do Huawei P40 Pro:

Caso tenha objetos parados, selecione AF-S (o foco bloqueia e de seguida pressione o botão de disparo).
Se os objetos estiverem em movimento, selecione AF-C (o foco foca continuamente enquanto o objeto está em movimento).
A terceira opção o foco é feito manualmente, MF.

Modo Pintura De Luz

Dentro do modo Pintura de Luz tem disponível 4 opções bastante úteis que lhe proporcionarão resultados incrivelmente criativos. Existe o Rastos de Luz traseira, Grafitos de Luz, Água em Movimento e Rastos de Estrelas. Todas estas opções são bastante simples e fáceis de utilizar (mais uma vez, a utilização de um tripé ajudará a obter melhores resultados).


№ 03

Notable PHP package: PHP World Information

By Manuel Lemos
Many applications need to use information related with certain countries of the world like the country continent, states, cities and time zones.

This package provides all that information about any country in the world in a way that it does not rely on an external Web service.

Read this article to learn more details about how this notable PHP package works.
№ 04

Lista antinonio atualizada

Há alguns meses que não atualizava a minha lista de bloqueio, para adblockers, à merda do Nónio. Ela não me estava a dar problemas, por isso não senti necessidade de a rever. No dia 21 de junho, no entanto, um dos developers do uBlock Origin abriu um bug por causa dos tipos de regras usadas, bug esse que está relacionado com outro reportado no repositório deste adblocker. TL;DR: estava a misturar filtros estáticos com regras dinâmicas.
№ 05

Sucesso do Animal Crossing na Switch desincentiva Nintendo de apostar nos smartphones


Depois de ter sido forçada a lançar jogos para Android e iOS, a Nintendo volta a perder o interesse nestas plataformas, graças ao sucesso obtido pelo mais recente Animal Crossing na Nintendo Switch.

Depois do fracasso da ambiciosa Wii U, uma consola nascida de um pensamento de que seria um "sucesso garantido" que seguiria à Wii original, a Nintendo foi forçada a rever muitas das suas opções; incluindo aquela que até à altura parecia ser um tabu: lançar jogos para plataformas concorrentes.

Timidamente, a Nintendo aventurou-se a lançar jogos (em versão "simplificada") para Android e iOS, fazendo antever que se pudesse estar perante um novo caso idêntico ao da SEGA, em que a Nintendo deixasse de privilegiar o hardware para se focar essencialmente nos jogos, onde quer que pudessem ser jogados. Mas, mudam-se os tempos, mudam-se as vontade.

A seguir à Wii U a Nintendo voltou a acertar na fórmula com a Nintendo Switch (deixo no ar a questão sobre o impacto que o facto do modelo original da consola ser facilmente pirateável terá tido), e agora com mega sucessos como o Animal Crossing, a Nintendo coloca travões nas suas ambições para Android e iOS, voltando a focar-se nos exclusivos para a sua própria consola.

Não se pode censurá-los demasiado, já que tudo isto é um universo dinâmico e a Nintendo, tal como qualquer outra empresa, tem que ajustar o seu rumo e objectivos em função das condições de cada momento.

№ 06

Fundo de catálogo (114): Björk

bjork-post.jpg

Um dos álbuns mais caleidoscópicos de Björk continua a ser também dos mais acessíveis e vibrantes. Editado há 25 anos, "POST" foi uma montra das possibilidades da pop da década de 90 e da visão iconoclasta da islandesa.

Ao lado de bandas conterrâneas como os Kukl e sobretudo os Sugarcubes, Björk já se tinha imposto como uma figura e voz singular, captando atenções a cada novo registo, num percurso que lhe deu experiência e confiança para arriscar uma aventura a solo bem sucedida, em "Debut" (1993).

Não sendo exactamente uma estreia em nome próprio - essa ficou documentada num discreto álbum homónimo, editado aos 11 anos -, o disco foi a grande alavanca para as atenções internacionais que tornaram a islandesa numa figura de proa da pop dos anos 90. E depois de esse primeiro passo ter sido uma pedrada no charco, com adesão expressiva do público e da crítica, "POST" (1995) assegurou que o fantasma do "difícil" segundo álbum (de edição internacional) não marcaria esta carreira.

Levando mais longe o encontro de linguagens orgânicas e electrónicas, sem nunca perder de vista o formato canção (compromisso que edições posteriores já não garantiriam), o alinhamento, ouvido à distância de 25 anos, consegue fazer sombra a muitos best of, tendo em conta a colecção impressionante de singles. Alguns dos maiores clássicos de Björk ainda moram aqui e marcam um tempo no qual aliava arrojo e popularidade, mérito não só da sua curiosidade avessa a categorizações e géneros mas também de uma lista de colaboradores escolhida a dedo.

Nellee Hooper, um dos aliados-chave de "Debut", partilhou o produção com nomes do calibre de Tricky, Howie B e Graham Massey, este um cúmplice habitual já desde os tempos dos 808 State (banda que convocou a islandesa para algumas canções). Mark "Spike" Stent, Guy Sigsworth, Marius de Vries ou Talvin Singh (antes de se tornar figura de referência do asian underground) foram outras forças criativas de um álbum que também teve aliados de peso na altura de pensar a imagem - do fotógrafo Stéphane Sednaoui a Michel Gondry e Spike Jonze, realizadores de videoclips icónicos para a geração MTV.

Além de uma equipa de luxo, "POST" beneficiou da mudança da sua autora para Londres e da imersão num caldeirão cultural especialmente condimentado com novos ingredientes da música de dança. Depois das aproximações house do disco anterior, aqui Björk aceitou convites do breakbeat e do trip-hop, até porque se encontrava no lugar certo na altura certa. Ou mesmo de contornos industriais na abertura imponente a cargo de "Army of Me", a lançar pistas para ambientes caóticos retomados nas superlativas "Enjoy" (uma das pérolas esquecidas de Tricky) e "I Miss You", ambas com sujidade e ambição fusionista trazida de algum jazz.

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Mais harmoniosa, mas sem abdicar da vertigem, "Hyperballad" fez um casamento perfeito entre o digital e o orquestral, combinação com outro pico na grandiosidade bucólica de "Isobel" (com o poeta islandês Sjón a assumir o papel de co-compositor).

Se nestas letras Björk pareceu dividir-se entre a introspeção e a abertura ao mundo, o conforto e o risco, a solidão e a comunhão, a nível sonoro atirou-se de cabeça a estímulos do exterior. "Look at the speed out there/ It magnetizes me to it", confessa em "Enjoy", e essa sensação de descoberta urgente ainda é palpável num disco que só perde algum fulgor no final, este mais virado para dentro, com "Cover Me" e "Headphones" - apontamentos curiosos mas que resistem melhor no contexto do álbum do que ouvidos isoladamente.

Já "It's Oh So Quiet", embora marque pontos pela aposta no inesperado e seja dos temas mais emblemáticos desta fase, destoa no alinhamento ao trazer a pompa de uma big band sem acrescentar muito à versão de Betty Hutton, dos anos 50 - e acaba por ser dos momentos musicalmente mais conservadores. Não que alguma destas faixas comprometa (longe disso), aquele que ainda está, duas décadas e meia depois, entre os episódios de menção obrigatória de uma discografia tão inimitável como irregular.

№ 07

iOS 14 beta já disponível para developers


Depois da sessão de abertura do WWDC 2020 é natural que haja imensa curiosidade em experimentar o novo iOS 14, e isso é algo que pode ser feito desde já... se estiverem registados como developers na Apple.

A Apple já disponibilizou as versões beta para developers do iOS 14, iPadOS 14, macOS 11 Big Sur, watchOS 7 e tvOS 14. Todas as mais recentes novidades que, por agora, são destinadas aos developers para que possam ir preparando as suas apps por forma a tirar partido das novas capacidades, ou melhor se ajustem às alterações.

Em contrapartida, há que estar consciente que estas versões beta podem ter alguns bugs, assim como funcionalidades que estão em falta, ou ainda outras que estão disponíveis mas poderão desaparecer na versão final. Por isso, não é ainda uma versão que seja recomendada para uso normal pelos utilizadores comuns, embora para isso não falte muito tempo.

Já no próximo mês (Julho) a Apple irá disponibilizar o iOS 14 beta (e iPadOS 14, macOS 11 Big Sur, watchOS 7 e tvOS 14) em versão para o público em geral; e nessa altura já todos os interessados poderão começar a explorar as novidades, meses antes do seu lançamento oficial (lá para Outubro ou Novembro).
№ 08

O que procurar num serviço VPN Premium

Com a internet a tornar-se numa ferramenta indispensável, há também que estar informado sobre os potenciais riscos decorrentes da sua utilização, assim como as ferramentas disponíveis que poderão ajudar a minimizar esses riscos ou a facilitar o acesso aos conteúdos e serviços desejados - como é o caso das VPNs.

A internet é hoje algo com que convivemos diariamente, tanto para uso lúdico como para trabalho - e ainda mais na era COVID-19, que obrigou cidadãos e empresas a adaptarem-se em tempo recorde ao cenário de trabalho remoto que, nos últimos anos, se ia "falando, falando" mas com poucas alterações práticas. Dito isto, a maioria dos utilizadores continua sem ter uma ideia de como as coisas se passam na internet, ou de como funcionam os serviços de VPN como o https://surfshark.com/servers/portugal.

Segurança e privacidade online

Muitas pessoas assumem erradamente que quando activam o modo anónimo / privado do browser ficam protegidos e que se tornam "invisíveis" aos sites a que acedem. Na realidade, não é o caso, e sendo facilmente comprovado por uma das situações mais frustrantes que podemos ter na internet: como quando se tenta ver um vídeo no YouTube que nos apresenta o ridículo aviso de que "este conteúdo não está disponível no seu país"! Bem que poderíamos passar horas a falar do quão ridículo é criar uma fantástica rede global de comunicação, capaz de enviar dados para qualquer ponto do planeta em fracções de segundos, para logo de seguida lhe aplicar fronteiras digitais sem qualquer sentido, mas... adiante.

De forma fácil de explicar, quando se acede a um site, mesmo em modo "anónimo" (do browser), é apenas lógico perceber que o respectivo site tem que saber o endereço do visitante, para que lhe possa enviar os dados que constituem a página que lhe vai aparecer no browser, ou o vídeo que vai ver. Se fosse um visitante realmente anónimo, sem qualquer endereço, o servidor não saber para onde enviar esses dados, e consequentemente, o visitante não poderia ver nada no seu computador.

Então, o que fazer?

Uma vez que é necessário um endereço para comunicar com um servidor, o que um serviço de VPN faz (entre outras coisas), é fornecer-nos um endereço alternativo que esconde o nosso - podem imaginá-lo como um número de telefone secundário, cujas chamadas são redireccionadas para o vosso próprio número pessoal. Quando activamos a ligação VPN, o nosso acesso à internet passa a ser feito através desse serviço VPN, e em vez dos sites verem o nosso próprio endereço, vêem apenas o do computador do serviço VPN.

Para que serve?

De forma imediata, isto faz com que os sites que visitam nunca saibam qual é o vosso endereço real. Tudo o que sabem é que estão a enviar os dados para um endereço, desconhecendo que na verdade esse endereço apenas os reencaminha para o vosso endereço real. Adicionalmente, a maioria dos serviços VPN permite que os clientes escolham esses tais endereços "alternativos" numa série de países; pelo que poderão aceder a serviços como se estivessem nos EUA, ou Reino Unido, ou praticamente qualquer outro país que desejem. Com isto, podemos aceder a serviços que estejam limitados geograficamente.

Como vantagem adicional, todas as comunicações entre o nosso computador / smartphone e o serviço de VPN são feitas via canais com encriptação. Pelo que, mesmo que se esteja a utilizar uma rede WiFi pública desconhecida, ou até mesmo suspeita, ficamos com a garantia de que não conseguirão espiar o que estamos a fazer - e o mesmo se aplica ao nosso próprio operador de internet, se utilizarmos uma VPN enquanto estamos em casa.

Claro que, por outro lado, estamos a depositar a nossa confiança de privacidade e segurança no serviço VPN escolhido, motivo pelo qual se torna importante escolher um que ofereça as melhores garantias e práticas de segurança. Coisas como não guardar registos (logs) dos utilizadores são pontos que deverão estar no topo da lista, já que assim, mesmo se algum dia forem forçados a ceder esses dados... eles não existem. E não há melhor segurança do que não ter / saber o que é pedido. :)
№ 09

Notícias do dia

A Apple já deu inicio ao WWDC 2020 em versão digital "covid", com destaque para a apresentação do iOS 14 (com curiosidades como o toques na traseira do iPhone) e a oficialização da transição dos Macs para os seus CPUs ARM; também já temos confirmação que o serviço Disney+ chega a Portugal a 15 de Setembro por €6.99; a app Hey chega à App Store usando um pequeno subterfúgio; e ainda o caso das Finanças dos EUA usarem dados de localização de smartphones para tentarem encontrar suspeitos.

Antes de passarmos às notícias, temos novo gadget da semana para oferecer: uns earphones BlitzWolf Airaux AA-HE2 com cabo e ficha de 3.5mm.

OnePlus anuncia nova gama "Lite Z" mais económica



Tendo escutado os pedidos dos fãs, a OnePlus reconheceu que os seus actuais modelos têm preços que os deixam fora do alcance de muitas pessoas, e desde logo revelou as intenções de lançar modelos mais económicos. Um compromisso que oficializado com a revelação de que está para chegar uma nova série de modelos OnePlus com preços mais acessíveis.

Por agora a marca ainda não avança com detalhes concretos quando ao que aí vem, dizendo apenas que fará o lançamento na Europa e na Índia, e que estes modelos mais económicos continuarão a proporcionar uma experiência com o nível de qualidade que se espera de um OnePlus. Olhando-se para os smartphones Xiaomi e Oppo na gama dos 300 euros, sabemos que se podem fazer excelentes coisas... portanto, a bola fica do lado da OnePlus para nos mostrar se ainda se lembra das suas origens.


Supercomputador japonês Fugaku é o mais rápido do mundo



O Japão passa para a liderança na tabela dos super-computadores mais potentes, com o seu Fugaku a conseguir processar 2.8x mais cálculos por segundo que o anterior campeão, um supercomputador da IBM em Oak Ridge. Curiosamente, e de forma idêntica a outra tendência do momento, este super-computador trocou os tradicionais CPUs da Intel e AMD por CPUs ARM. Mais um marco auspicioso para os chips ARM nos anos vindouros.

Na lista dos super-computadores mais potentes do mundo, a China continua a estar à frente com 226 sistemas no top 500, seguido dos EUA com 114 sistemas.


Microsoft encerra Mixer e alia-se ao Facebook Gaming



Num anúncio completamente inesperado, a MS revelou que vai encerrar o seu serviço de streaming de jogos Mixer - e em vez disso passar a usar o Facebook Gaming. É uma grande reviravolta, considerando que ainda recentemente tinham feito mega-investimentos para atrair algumas das grandes vedetas do streaming para a plataforma, pago 30 milhões pelo Ninja, e 10 milhões pelo Shroud.

A única explicação é que nem mesmo com estas vedetas os resultados estavam a ser os esperados, o que nos leva para a segunda parte da questão, de abandonarem em favor do Facebook Gaming - uma plataforma que, nesta altura, também não é a que tem melhor relação com o público nem inspiradora de grande confiança (mais valia terem ido para o YouTube Gaming se estavam tão desesperados). Numa altura em que se contam os meses para a chegada da próxima geração Xbox, a MS fica desfalcada a nível de streaming de jogos...


China completa rede de satélites GPS Beidou



Após duas décadas, a China completa a sua rede de satélites de posicionamento global Beidou, que funciona como alternativa ao GPS norte-americano. Tendo sido criada como forma de não ficar dependente da "boa vontade" norte-americana (que, como o caso da Huawei demonstra, pode mudar de um momento para o outro), a rede é constituída por 30 satélites e passa a oferecer uma cobertura global.

A rede começou a ser desenvolvida nos anos 90, tendo começado operações no ano 2000, na altura com cobertura geográfica mais limitada.


Curtas do dia


Resumo da madrugada

№ 10

Galaxy Tab S7+ vai ter bateria para (quase...) dar e vender


O próximo tablet Galaxy Tab S7+ da Samsung não vai ter problemas de autonomia, com o processo de certificação a revelar que virá equipado com uma bateria de 9800 mAh com valor de carga típico de 10090 mAh.


A Samsung tem sido uma das poucas marcas que tem continuado a apostar nos tablets Android, mesmo se a plataforma - ou os seus developers - pareçam continuar a tratar os tablets como os parentes pobres dos smartphones, poucas vezes optimizando as suas apps devidamente para esse formato.

Em termos físicos o Galaxy Tab S7+ deverá manter um formato idêntico ao do Tab S6 do ano passado, incluindo uma dupla câmara traseira e ranhura para armazenar a S-Pen. No entanto, o tamanho dos ecrãs deverá crescer, com o Tab S7 a dever optar por um ecrã OLED de 11" e o Tab S7+ a dever chegar aos 12.3" ou 12.4", também OLED obviamente, a funcionar a 120 Hz. Ambos deverão vir equipados com um Snapdragon 865 e versões com 5G.

Nas baterias, o mais pequeno vai contentar-se com uma bateria de 7760 mAh, mas o Tab S7+ virá equipado com uma generosa bateria de 10090 mAh. Uma combinação que se espera ser "explosiva", mas não no sentido literalmente explosivo que se aplicou ao Note 7. Agora só falta saber o preço... mas é garantido que irá custar muitas vezes mais que um Alldocube iPlay 20! :)

№ 11

Disney+ chega a Portugal a 15 de Setembro por €6.99


O serviço de streaming Disney+ já tem data anunciada para a chegada a Portugal. Os portugueses passam a ter acesso ao serviço a 15 de Setembro, por 6.99 euros mensais ou 69.99 euros por ano.

A Disney anunciou a expansão do serviço Disney+ na Europa. O serviço de streaming será lançado em Portugal, Noruega, Dinamarca, Suécia, Finlândia, Islândia, Bélgica e Luxemburgo em simultâneo, no dia 15 de Setembro. O preço para Portugal foi também confirmado, 6,99€ por mês ou 69,99€ pela subscrição anual.

O Disney+ integra conteúdos da Disney, Pixar, Marvel, Star Wars e National Geographic, espalhados por filmes, séries, documentários e curtas-metragens. No lançamento, os subscritores terão acesso a filmes e séries como "The Mandalorian", "O Mundo Segundo Jeff Goldblum", "Encore!", "Diário de uma Futura Presidente", "A História da Imagineering", e muitos outros.

Os subscritores poderão usufruir da experiência Disney+ na maioria dos dispositivos móveis e Smart TVs, computadores, consolas de jogos e dispositivos de streaming. Terão acesso a conteúdos de alta qualidade, sem anúncios, que poderão ver em até quatro ecrãs em simultâneo, downloads ilimitados em até 10 dispositivos, recomendações personalizadas e com possibilidade de criar sete perfis de utilizador diferentes. O serviço inclui ainda a possibilidade dos pais definirem perfis infantis, com menus ainda mais simples, e que dão acesso a conteúdos apropriados para a sua faixa etária.
№ 12

Hey chega à App Store com subterfúgio


A novela do Hey e da App Store está longe de estar terminada, mas  por agora a Apple parece querer evitar distracções negativas durante o WWDC 2020, e para isso aprovou a app Hey para entrar na App Store.

Um dos argumentos da Apple para a rejeição da app Hey era a de que ao abrir a app ela não trabalhava, a não ser que já se tivesse uma conta - e por  isso começou a exigir a presença de compra in-app (que lhe dariam 30% de comissões). Não demoraram a surgir exemplos de muitas apps que também não funcionam sem uma conta já criada, mas que a Apple aprovou sem qualquer problema.

Não estando nas boas graças da Apple, os responsáveis pelo Hey tiveram que optar por outra técnica que, pelo menos por agora, lhes valeu o acesso à App Store: em vez de adicionarem a compra in-app que a Apple está a exigir, seguiram algo inspirado por outras das sugestões que tinha sido dada pela Apple, a de disponibilizarem uma modalidade de acesso gratuito. E foi precisamente isso que o Hey fez. A app Hey passa a disponibilizar uma conta de testes gratuita durante um período de 14 dias, e em que o endereço de email é escolhido aleatoriamente. Desta forma a app já pode funcionar quando é executada pela primeira vez, mesmo não tendo as compras in-app que também tinham sido sugeridas / exigidas pela Apple.

Por um lado é bom ver a Apple a inverter a atitude arrogante que tinha tido até agora (chegando ao ponto de dizer que as apps do Basecamp nunca pagaram um cêntimo que fosse à Apple ao longo de vários anos); por outro lado, não há como não suspeitar de que esta atitude mais compreensiva apenas dure durante a WWDC para que se evitem fazer perguntas incómodas neste período.
№ 13

Invoxia GPS tracker chega ao IFTTT


Os populares trackers GPS da Invoxia estão agora disponíveis no IFTTT, facilitando o processo de criar automatizações e interligações com outros serviços.

Temos falado recentemente do IFTTT pelos piores motivos, com o desaparecimento de serviços como o Tuya ou o Messenger; mas apesar de não deveremos depender excessivamente de serviços na cloud que podem desaparecer ou alterar as condições a qualquer momento, não deixam de poder ser úteis se estivermos conscientes desses riscos.

É precisamente isso que acontece com a chegada dos trackers Invoxia ao IFTTT.


A Invoxia tem diversos trackers GPS, que funcionam sem necessidade de cartão SIM e que têm autonomia para vários meses, que vão desde modelos destinados à utilização como dispositivo de localização anti-roubo para bicicletas, a outros para localização de animais, e outros genéricos para se colocar onde se desejar: automóveis, motas, mochilas, malas, casacos, etc.

Com a sua integração no IFTTT, podemos fazer coisas como, registar numa folha de cálculo Google Sheets quando o localizador sai de uma determinada área ou quando activa o modo "alarme", enviar um email (ou tweet) quando se carrega num botão no localizador, ou então ser mais criativo e dar uso aos demais sistemas associados, podendo fazer-se coisas como colocar as luzes do quarto a piscar no caso de ser detectado que o localizador do carro está a sair de nossa casa durante o período em que deveria ficar na garagem, etc.

№ 14

O que a Apple apresentou no WWDC 2020


A sessão de abertura do WWDC 2020 foi principalmente dedicada ao iOS 14 e à transição dos futuros Macs para CPUs ARM desenvolvidos pela Apple, mas ainda houve tempo para o novo macOS Big Sur e outras coisas.

Já falamos do iOS 14, que agora tem tido direito a novidades à medida que os developers o vão experimentando, com coisas como toques na traseira do iPhone, ou um novo indicador de utilização da câmara, ou a possibilidade de escolher que app default se quer usar para tratar do email e como browser (esta última sendo uma "falsa vantagem", pelo menos até que a Apple permite a existência de browsers alternativos reais no iOS, em vez de obrigar todos a utilizarem o Safari do sistema como base e apenas podendo mexer no interface e demais funcionalidades). Temos


Também reforçando a sua imagem de preocupação com a privacidade, a Apple vai adicionar um rótulo de privacidade às apps na App Store, que permite aos utilizadores conhecerem de antemão que tipo de permissões que que tipo de tracking a app irá fazer, antes sequer da a instalarem. Na localização também surge uma opção adicional para dar acesso a uma localização aproximada mas não exacta.



No HomeKit também temos novidades, começando pelo suporte para iluminação RGBW, permitindo ajustar a tonalidade da iluminação ao longo do dia para simular a cor do Sol.


Nas câmaras de vigilância a Apple tira partido do reconhecimento facial usando as fotos já associadas a pessoas pelo utilizador; e também é possível definir zonas para vigiar / ignorar.


Nos AirPods a Apple promete a capacidade de mudar de forma automática para o Mac, iPad ou iPhone em função da utilização. Teremos também uns Air Pod Pro com Spatial Audio, capaz de simular som espacial a 360º e que até tem em consideração a posição da cabeça usando os giroscópios, para que o campo sonoro se mantenha centrado no dispositivo (iPhone, iPad, etc.) e não acompanhe os esses movimentos. Ou seja, se olharmos para a esquerda estaremos a ouvir "de frente" um som do canal esquerdo, em vez de continuar a ouvir o canal central e o canal esquerdo continuar a "fugir".



O Apple Watch também não ficou esquecido, passando a contar com sleep tracking, detecção de lavação das mãos, possibilidade de partilhar watch faces com outros utilizadores, e múltiplas combinações por app para colocar no rosto do relógio.


Quando ao macOS, este passa à versão 11 com chegada do Big Sur, o sistema operativo que se começa a despedir dos CPUs Intel e que marcará a estreia da utilização dos seus próprios chips ARM nos futuros MacBooks e iMacs.


O macOS Big Sur, completamente renovado com um novo estilo visual (que, para ser sincero, faz lembrar o Fluent Design da Microsoft), não esconde a inspiração no iOS, passando a contar com muitas das coisas que estavam associadas ao iPhone, como um centro de controlo e centro de notificações claramente inspirados no iOS. No entanto, o destaque vai para o facto do Big Sur poder correr em computadores Apple com CPUs ARM. Um processo de transição que  - mas por agora, a Apple apenas está a disponibilizar computadores com CPU do iPad Pro em vez dos verdadeiros chips que deverão ser ainda mais velozes.

O Safari também passa a analisar as passwords para saber se já foram roubadas por hackers, alertando o utilizador para que a altere se for necessário. E. em jeito de provocar vergonha a alguns sites mais abusivos, tem um botão que mostra todos os trackers que estão a ser utilizados nessa página. Só falta mesmo que a Apple permita que a concorrência faça chegar browsers reais ao iOS, em vez de os forçr a passarem para o prédio ao lado.

№ 15

TSMC começa a produzir Snapdragon 875 da Qualcomm


Bem a propósito da transição dos Macs para CPUs ARM da Apple, a Qualcomm revelou que já começou a fabricar os seus novos Snapdragon 875, que serão produzidos usando método de produção de 5 nm.

O novo chip topo de gama da Qualcomm virá com 5G integrado  - uma das grandes lacunas do 865, que obriga a utilizar um chip 5G adicional, fazendo que muitos fabricantes tivessem optado pelo mais económico 765, que dispensa chips externos.

Este chip utilizará núcleos no formarto 1+3+4 CPU, esperando-se que pelo menos um dos núcleos seja um Cortex X1, acompanhado por três Cortex A78, também eles 20% mais rápidos que os anteriores A77; ou consumindo 50% menos, mantendo o nível de desempenho da geração anterior. E por falar de geração anterior, o GPU deverá passar de um Adreno 650 para um Adreno 660.

Poderemos começar a ver smartphones com este novo SD875 lá mais para o final do ano; e vai ser interessante ver que tal se comportam face aos CPUs ARM que a Apple vai utilizar nos seus Macs.
№ 16

Ganha uns earphones BlitzWolf Airaux AA-HE2


Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta vez são uns earphones BlitzWolf Airaux AA-HE2.

Desta vez não estamos a falar de earphones Bluetooth, mas sim de earphones "da velha guarda" com um confiável cabo e ficha de 3.5mm.


Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

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Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.
№ 17

Dicas para aumentar a autonomia do smartphone


Com os efeitos do COVID19 ainda longe de estarem resolvidos, é garantido que as férias terão de ser passadas de uma forma diferente. A Wiko destaca algumas opções que permitiram garantir uma poupança de bateria, para passarem mais tempo a passear.



As férias este ano serão diferentes do habitual. Embora possas não fazer viagens de avião durante 10 horas, certamente aproveitarás para conhecer um pouco melhor os recantos do teu país em viagens de carro ou comboio. Na altura de fazer a mala há sempre algo que nunca falha: o smartphone. E é também nele que confiamos para nos mantermos ligados ao resto do mundo – e, para isso, não há nada mais essencial do que a bateria.
WIKO, empresa europeia de smartphones, traz-te 3 conselhos sobre como poupar a tua bateria, aliados a 3 grandes vantagens em levar um smartphone com uma boa bateria no bolso.
 
1. Descobre em que modo usar o GPS
A maneira mais drástica de melhorar a vida útil da bateria do teu smartphone é desligar completamente a função GPS. Uma vez que essa não é uma solução ideal, a proposta é que assumas o controlo de como o telefone e as aplicações a usam. Se a tua função de localização estiver no modo de Alta Precisão, estará a utilizar não só o GPS mas também o Wi-Fi, Bluetooth e redes móveis para determinar onde estás; o modo Poupança de Bateria não usa o GPS, mas usa todas as outras. Se optares pelo modo “Apenas no dispositivo”, este irá utilizar meramente o GPS para verificar a tua localização e, assim, poupar bateria. Esta configuração é muito fácil, basta ires à “Localização” e escolheres “Modo de Localização”.
 
2. Não deixes que as tuas APPs mandem em ti
A maioria das aplicações que usas ficam ativas mesmo depois de saíres delas. É aí que as ferramentas de bateria específicas para aplicações do Android entram. Com um simples click, podes restringir completamente uma aplicação de continuar a correr em segundo plano e, assim, poupar bateria! Apenas precisas de ir a “Definições” e a “Aplicações e Notificações” e, na página específica da aplicação, escolher “Avançado”, “Bateria” e “Restrição de segundo plano”. Além disto, podes também cortar o acesso a dados para aplicações que achas que não os deveriam usar em segundo plano. O processo é todo igual, mas em vez de entrares no menu “Bateria”, selecionas o menu “Uso de dados”.
 
3. Aproveita o modo “Poupança de Bateria”
Quando ativada, a poupança de bateria ajuda a melhorar a autonomia da bateria ao reduzir o desempenho do telefone e limita a vibração, os serviços de localização e a maioria dos dados de segundo plano – basicamente, tudo o que te foi aconselhado na dica 1 e 2 com apenas um passo! O email, as mensagens e outras aplicações que dependem de sincronização apenas serão atualizadas se as abrires. Este modo desliga-se automaticamente quando o smartphone está a carregar e para o ativares basta ires a “Bateria” e selecionares “Poupança de bateria”.
 
Existem muito mais formas de poupar bateria, estas são apenas 3 que te podem ajudar. De qualquer forma, se te fizeres acompanhar de um smartphone com uma boa bateria durante as férias, terás algumas vantagens! Uma boa bateria aliada às dicas que a WIKO oferece em cima é quase garantia de férias descansadas e sem stress. Isto permitir-te-á:
 
-  Desfrutar das tuas atividades sem limites
Sabes aquela ansiedade que sentes quando vês a bateria do teu smartphone a diminuir cada vez mais? Não a deixes estragar um dia de praia, de piscina ou de passeio num dia solarengo de verão. Uma boa bateria significa que não tens de interromper o que estás a fazer para carregar o smartphone, pois este tem energia suficiente para te acompanhar durante o dia e muito mais! Quer vás a um parque de diversões em que queiras fazer vídeos ou tirar fotografias, ou apenas comer um gelado com um grupo de amigos, nunca tens de te preocupar em carregar o teu smartphone.
 
- Estar sempre ligado
Os smartphones trazem uma grande vantagem: a conveniência. Mesmo quando vamos de férias permitem-nos estar ligados à família, amigos... e ao mundo. Imagina-te de férias no interior do país, confortavelmente a ver Netflix no teu smartphone, quando recebes o sinal de “bateria fraca”. De súbito o teu conforto foi arruinado, mas, pelo menos, estavas em casa. Agora imagina que isso acontece quando estás na rua e te impede de usar a internet ou de perguntar ao teu grupo de amigos em que zona da praia estão para se encontrarem. Ou que precisavas dele para usar o GPS por estares num sítio desconhecido, e não podes. Estar a racionar bateria é um stress do qual não necessitas neste verão.
 
- Ter maior tempo de uso... e maiores as vantagens
Existem vários tipos de férias. Com família, com amigos, em resorts, casas alugadas ou... acampamentos. Em todos eles encontrarás formas de usar o smartphone e de gastar bateria, por isso quanto maior esta for, menos preocupações terás.
Embora hoje em dia vários parques de campismo já aluguem espaços com eletricidade, estes são mais caros e se fores apenas por 2 ou 3 dias não compensa. Opta por um smartphone cuja bateria te garanta 3 dias de utilização com uma única carga, sendo por isso perfeito para te acompanhar numas férias em que não tenhas sempre recurso à eletricidade, por exemplo.
№ 18

Wear OS relembra que está vivo com watchfaces acelerados por hardware

Surpreendendo pela negativa, o Wear OS só agora vai começar a suportar watchfaces com aceleração por hardware.

Embora a aceleração por hardware esteja disponível no Wear OS, a Google tinha estranhamente limitado a sua utilização às apps e não aos watchfaces. Algo que agora será corrigido, fazendo com que seja muito mais eficiente criar watchfaces com animações fluidas.

Podendo recorrer à aceleração por hardware, os watchfaces deixarão de gastar tantos recursos para apresentar o desenho dos ponteiros dos segundos. Isso far-se-á notar especialmente nos relógios que usam um ponteiro dos segundos com movimento contínuo em vez de "saltitante", já que será preciso manter o ponteiro constantemente actualizado.

É bom ver que o Wear OS continua a receber melhorias, mesmo já se tendo passado dois anos após a sua última grande actualização. Por outro lado, também já era tempo de uma actualização de sistema do próprio Wear OS, isto caso a Google continue interessada em fazer com que os smartwatches Wear OS estejam na vanguarda dos wearables.
№ 19

iOS 14 vai reconhecer toques feitos na traseira do iPhone


Com o iOS 14 beta já disponível para os developers, vão-se descobrindo os muitos detalhes que escaparam à apresentação na sessão de abertura da WWDC 2020. Um dos mais curiosos é a capacidade de reconhecer toques dados na traseira do iPhone.

Nas opções de acessibilidade do iOS 14, os utilizadores poderão encontrar um novo "Back Tap", que quando activado permite definir comandos que se queiram efectuar quando se faz um duplo toque ou um triplo toque na traseira do iPhone. Por exemplo, podemos definir que dar dois toques na traseira abre a câmara; ou que três toques nos leve para a calculadora, ou qualquer outra app ou acção do sistema.

Embora não seja propriamente nada de revolucionário, é garantidamente uma funcionalidade que ficará ao alcance de mais umas centenas de milhões de utilizadores de iPhone, e que certamente será posta em uso por uma parte significativa deles. Pelo lado contrário, se forem daquelas pessoas que gostam de ir "batendo" ritmos com o dedo na parte traseira do iPhone, não será nada recomendável activarem esta funcionalidade.

Agora é só esperar pela versão que nos dê a possibilidade de enviar mensagens convertidas de código Morse usando toques na traseira do iPhone, para que se possa enviar mensagens sem que sequer seja necessário tirar o iPhone do bolso. :)
№ 20

Finanças dos EUA usaram localização de smartphones para localizar suspeitos


Comprovando os receios de que a monitorização supostamente "anonimizada" da localização dos smartphones não é assim tão anónima, até o serviço de Finanças dos EUA comprou bases de dados com estes dados com o objectivo de localizar suspeitos.

Há muito que se tem demonstrado que os dados de localização não precisam de estar associados a um utilizador para permitir que facilmente seja identificado. Sabendo-se o local de trabalho e de residência de uma pessoa, facilmente se consegue identificar o seu registo "anónimo" entre milhões de percursos registados com a localização.

São por isso dados que são altamente apetecíveis para toda uma série de entidades, incluindo as autoridades, neste caso, fiscais. É que, ao contrário do que acontece com os pedidos de dados de localização por via oficial, que têm que seguir os trâmites legais e serem aprovados por um juiz, estes dados de localização pseudo-anónimos podem ser comprados a empresas de marketing sem necessidade de qualquer justificação, e utilizados como muito bem se entender, sem qualquer limitação.


Ultimamente, para o caso em questão, as Finanças dos EUA esperavam conseguir localizar uma pessoa que estivesse presente em determinados locais na data em que sabiam que tinham ocorrido transacções alegadamente relacionada com actividade criminosa. Uma missão que dizem não ter tido sucesso.

Mas, o facto de não terem sido bem sucedidos desta vez não invalida que a táctica volte a ser utilizada e expandida no futuro, como forma das autoridades terem acesso à localização dos cidadãos, indiscriminadamente e sem qualquer supervisão judicial.

Estará na altura de exigir um controlo bastante mais apertado sobre quem regista dados de localização e que tipo de empresas / entidades lhes podem aceder?

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