PlanetGeek
№ 01

Tesla FSD passa a "Assisted Driving" na China

A Tesla mudou a designação do "Full Self Driving" na China, para um mais realista e informativo "Tesla Assisted Driving".

A Tesla voltou a mudar o nome do seu sistema de assistência à condução na China, abandonando a polémica designação "Full Self-Driving" (FSD). O sistema passa agora a chamar-se "Tesla Assisted Driving", uma alteração que aproxima a descrição do produto das suas capacidades reais, e, resultado da crescente pressão regulatória no maior mercado automóvel do mundo.

Apesar da Tesla promover há muitos anos a visão de carros totalmente autónomos, o seu sistema continua a ser um sistema classificado como Nível 2 de condução autónoma, o que significa que o condutor continua a ser totalmente responsável pelo veículo e a ter que manter atenção permanente sobre o mesmo. Embora a tecnologia da empresa seja considerada uma das mais avançadas entre os sistemas de assistência à condução disponíveis, continua longe de oferecer condução totalmente autónoma - tendo já levado a que a Tesla passasse a designá-lo por "FSD supervisionado" - um nome que, ainda assim, induz em erro as suas capacidades.
Na China, as autoridades têm vindo a apertar regras relacionadas com tecnologia automóvel e segurança, levando a Tesla a clarificar as suas reais capacidades. A empresa já tinha alterado anteriormente o nome do sistema no mercado chinês, removendo gradualmente referências mais ambiciosas ligadas à autonomia total. A nova designação surge como uma tentativa de evitar interpretações enganadoras e alinhar melhor o marketing com aquilo que o sistema efectivamente consegue fazer: a de ser, para todos os efeitos, um sistema de assistência à condução e não um sistema de condução autónoma "total", como dava a entender.

A mudança acontece também numa altura em que a concorrência chinesa está a acelerar o desenvolvimento de tecnologias de assistência à condução. Vários fabricantes locais já oferecem funcionalidades semelhantes, em muitos casos sem custos adicionais para os clientes. Há também um aumento da oferta de empresas como a Nvidia, que estão a promover os seus próprios sistemas de assistência à condução, que aceleram a velocidade com que qualquer fabricante interessado pode adicionar estas capacidades aos seus veículos sem necessidade de criar todo o sistema de raiz.

Fica apenas a questão final: quantas polémicas se poderia ter evitado, se desde o início a Tesla tivesse comercializado esta opção como "Tesla Assisted Driving" em vez do enganador "Full Self-Driving"?

№ 02

Painéis solares produzem acima dos 100%

Um curioso efeito atmosférico fez com que a produção solar de um utilizador ultrapassasse os 100%.

Um utilizador de painéis solares teve uma surpresa inesperada ao verificar a produção do seu sistema fotovoltaico montado numa carrinha. Apesar de ter instalado apenas dois painéis bifaciais de 440 W, o sistema chegou a indicar uma produção superior a 1.050 W, ultrapassando os 880 W de potência "total" instalada. O caso rapidamente gerou curiosidade online, levando muitos a questionarem como seria possível produzir mais energia do que a capacidade anunciada dos próprios painéis.
O sistema em questão utiliza painéis solares bifaciais, capazes de captar luz tanto pela frente como pela parte traseira, aumentando a eficiência em determinadas condições. No entanto, a explicação principal parece estar num fenómeno atmosférico raro conhecido como "cloud edge enhancement" ou efeito de reforço de irradiância provocado pelas nuvens. Em certas situações, sobretudo após chuva ou durante períodos de mudança rápida no estado do céu, as nuvens conseguem reflectir e concentrar mais radiação solar numa determinada área do que aconteceria num dia completamente limpo.

As condições meteorológicas também desempenham um papel importante. Temperaturas mais baixas no ar e nos próprios painéis solares podem aumentar a eficiência energética, já que os módulos fotovoltaicos tendem a funcionar melhor quando não estão excessivamente quentes. A combinação entre luz adicional reflectida pelas nuvens e temperaturas favoráveis pode criar picos temporários de produção acima dos valores nominais dos equipamentos.

Mas, antes que comecem a pensar em colocar lentes de concentração à frente dos painéis, importa relembrar que os painéis solares são criados para funcionar com base em certas condições, e que levá-los além das suas especificações poderá provocar danos imediatos ou ter efeito prejudicial a nível da sua longevidade.

№ 03

Trump Phone chega com bandeira errada e exposição de dados dos clientes

O polémico smartphone "Trump" está finalmente a começar a ser entregue, mas as polémicas continuam.

Depois de muitos atrasos, o smartphone com a marca de Donald Trump começou finalmente a ser entregue aos clientes. Mas a par do lançamento chega também a confirmação da Trump Mobile que o seu website expôs dados pessoais de clientes. Entre as informações expostas estavam nomes, números de telefone, moradas e endereços de email de clientes, dados que podiam ser encontrados facilmente sem que sequer fosse necessário qualquer tipo de "hacking".

Segundo a empresa, o problema estará relacionado com uma "plataforma externa" responsável por suportar determinadas operações da Trump Mobile. A empresa não revelou o nome do fornecedor envolvido, mas garante que não existiu qualquer violação directa dos seus sistemas ou rede interna. Ainda assim, o caso levanta preocupações, já que os dados estavam acessíveis publicamente. A segue o manual habitual nestes casos, dizendo que continua a investigar a situação e que, até ao momento, não encontrou sinais de utilização maliciosa da informação exposta - ao ponto de dizer que ainda nem sequer está certa se será necessário informar formalmente os clientes afectados pelo incidente.

Quanto ao smartphone em si, tal como se suponha, trata-se de um simples modelo reciclado. Tudo indica que o Trump Phone seja na realidade um HTC U24 Pro, um smartphone de 2024 com um Snapdragon 7 Gen 3. Os primeiros modelos chegam também com uma bandeira incorrecta dos EUA na traseira: um elemento que certamente não será apreciado pelo público alvo de Trump.

№ 04

Google revela acidentalmente falha do Chromium

Um "pequeno" lapso revelou publicamente uma falha de segurança no Chromium que ainda não tinha sido corrigida.

A Google revelou acidentalmente detalhes de uma falha de segurança ainda não corrigida no Chromium, o motor que serve de base ao Google Chrome e vários outros browsers populares. A vulnerabilidade permite que código JavaScript continue a ser executado em segundo plano mesmo depois de o browser ser encerrado, criando um potencial risco de execução remota de código e utilização indevida do dispositivo.

O problema foi inicialmente descoberto em 2022 pela investigadora de segurança Lyra Rebane - que ficou surpresa ao verificar que a falha ainda persistia passados estes anos. A falha pode ser explorada através de páginas maliciosas que utilizem Service Workers concebidos para permanecer activos indefinidamente. Na prática, um atacante poderia manter código JavaScript a correr silenciosamente no computador da vítima após uma simples visita a um site comprometido. Entre os cenários possíveis estão ataques DDoS, reencaminhamento de tráfego malicioso, e utilização dos dispositivos afectados como parte de botnets.
A vulnerabilidade afecta todos os browsers baseados em Chromium, incluindo Google Chrome, Microsoft Edge, Brave, Opera, Vivaldi, Arc e outros. Embora o problema tenha sido marcado internamente como corrigido no início deste ano, testes realizados recentemente mostraram que a falha continua presente em versões de desenvolvimento do Chrome e Edge. A situação tornou-se ainda mais preocupante depois da Google remover temporariamente as restrições de acesso ao relatório técnico do problema, expondo publicamente detalhes que poderiam facilitar tentativas de exploração da mesma.

A falha não permite aceder directamente a ficheiros pessoais, emails, ou ao sistema operativo da vítima, mas continua a representar um risco relevante devido ao potencial de abuso em larga escala. Bem, pelo menos não deixa de ser uma forma eficiente de obrigar a Google a - finalmente - resolver esta falha com a máxima prioridade. Por norma, aquilo que poderia levar meses (ou anos) a corrigir, acaba por ser corrigido em poucos dias (ou horas) quando o problema se torna público.

№ 05

Como fazer um expositor iluminado com filamento LED COB

Quem desejar apresentar orgulhosamente os seus "brinquedos", pode criar um vistoso expositor com filamentos LED.

Este é mais um daqueles projectos que é extremamente simples mas que se torna visualmente bastante impressionante. Em vez de simplesmente exibir algo como carros Hot Wheel F1 de colecção numa prateleira, podemos dar-lhes destaque especial com um expositor personalizado e com iluminação LED, que faz toda a diferença.

É isso que podemos replicar com este projecto Hot Wheels Display Stand. Sem surpresas, a parte física do mostrados é impressa em 3D; enquanto do lado da electrónica temos também o assistente habitual neste tipo de projectos: um ESP32, aqui auxiliado por uma placa COB LED Driver auxiliar. O elemento que transforma por completo a parte visual é o recurso a filamento LED COB, que replica aquilo que noutros tempos teria que ser feito com "fio electroluminescente", com outro tipo de requisitos mais complicados em termos electrónicos.



Com o filamento LED COB, podemos replicar o efeito de "fios luminosos", mantendo a simplicididade de uso e controlo dos LEDs tradicionais. Neste caso, o projecto é também facilitado pelo uso de filamentos LED com cores fixas, limitando o controlo à intensidade.

Como temos um ESP32 a tomar conta de tudo, podemos controlar a iluminação remotamente, de forma independente; e abre as portas a todo o tipo de melhorias: podemos implementar temporizadores para ligar automaticamente a determinadas horas; ou adicionar um sensor de luminosidade ou de movimento, para que se ilumine apenas quando estiver escuro ou quando alguém se aproximar. Enfim, não faltam possibilidades, é deixar a imaginação seguir o seu curso. Isto sem esquecer que o mesmo sistema poderá ser usado para todo e qualquer outro tipo de elemento a exibir, como construções LEGO, peças vintage, livros, etc.

№ 06

Starship V3 voa mas perde booster Super Heavy

O 12º lançamento de teste da SpaceX marcou a estreia da nova versão Starship V3, com resultados mistos.

A SpaceX lançou com sucesso a Starship V3, a mais recente e poderosa versão do seu gigantesco foguetão reutilizável, marcando o primeiro voo deste novo modelo numa missão de teste suborbital realizada a partir da Starbase, no Texas. Com 124 metros de altura, a Starship V3 descolou para o seu 12º voo de teste e o primeiro desde Outubro de 2025.

A nova versão introduz várias alterações destinadas a melhorar o desempenho e a preparação para missões mais exigentes. Apesar do sucesso geral, o voo não esteve livre de problemas. Um dos 33 motores Raptor do propulsor Super Heavy desligou-se durante a subida. Ainda assim, a isso é algo que está previsto poder acontecer, a a nave conseguiu alcançar o espaço e completar os principais objectivos da missão. No entanto, uma aparente explosão durante a reignição dos motores para a reentrada parece ter destruído vários dos restantes motores funcionais, fazendo com que se despenhasse no oceano a centenas de quilómetros do local planeado.

I slowed down and resynched the engine diagram during the booster engine restart, that's a pretty hard failure that damaged neighbours. pic.twitter.com/Si0cWY5gVY

— Scott Manley (@DJSnM) May 23, 2026
Tal pode ter-se devido ao design simplificado e mais "limpo" dos novos motores Raptor, sem blindagens de protecção, fazendo com que a explosão de um dos motores pudesse mais facilmente danificar os outros em redor.

A Starship em si teve melhores resultados. A missão transportou ainda 22 cargas de teste, incluindo versões simuladas dos satélites Starlink e dois satélites equipados com câmaras para avaliar o estado do escudo térmico da Starship durante o voo. A SpaceX também pretendia testar uma nova ignição de motores em órbita, uma funcionalidade essencial para futuras missões lunares e interplanetárias, mas esse teste acabou por ser cancelado.

Watch Starship's twelfth flight test https://t.co/caRB1thMlg

— SpaceX (@SpaceX) May 22, 2026
A Starship V3 conseguiu fazer a reentrada como planeada e fazer uma simulação de pouso suave sobre o oceano, mas depois, inesperadamente, explodiu quando tombou sobre a água.

Splashdown confirmed! Congratulations to the entire SpaceX team on the twelfth flight test of Starship! pic.twitter.com/XXBAtryPpL

— SpaceX (@SpaceX) May 22, 2026
O desenvolvimento da Starship continua a ser uma peça central para os planos espaciais da SpaceX e também da NASA, que pretende utilizar uma versão adaptada da nave no programa Artemis para futuras missões tripuladas à Lua. No entanto, a SpaceX ainda precisa de demonstrar capacidades fundamentais, incluindo o reabastecimento em órbita e aterragens lunares automáticas, antes de transportar astronautas.

Enquanto isso, aguardamos ansiosamente por voltar a ver o Super Heavy a ser apanhado em voo pela torre de lançamento, como fez no seu , e 8º voo em 2024 e 2025 - feito que ainda não voltou ainda a ser repetido desde então.

№ 07

Galaxy S27 pode vir com ecrãs chineses da BOE

A enorme concorrência no sector está a fazer com que a própria Samsung possa recorrer a ecrãs de um fornecedor concorrente - a BOE - no próximo Galaxy S27.

A Samsung poderá estar a considerar uma mudança inesperada na produção da futura série Galaxy S27. Um novo relatório indica que a fabricante chinesa BOE está a tentar entrar na cadeia de fornecimento da marca sul-coreana como fornecedora de ecrãs OLED para os próximos smartphones topo de gama. A empresa estará a apostar em preços mais baixos como principal argumento para conquistar o negócio.

A divisão Mobile eXperience (MX) da Samsung já terá pedido dados técnicos à BOE sobre o desenvolvimento dos painéis OLED para a linha Galaxy S27 e estará a avaliar amostras há mais de um mês. Os mesmos rumores indicam que a fabricante chinesa está a conseguir cumprir os requisitos técnicos exigidos pela Samsung, sem obstáculos significativos. O principal factor de atracção será o preço. A BOE terá proposto os seus painéis OLED por valor cinco dólares mais baixo que os ecrãs produzidos pela Samsung Display. A mudança poderia representar uma redução de custos de dezenas de milhões de dólares para a divisão móvel da Samsung - mas também gera preocupações internas, já que se essa poupança acabaria por se fazer sentir na rentabilidade da divisão de ecrãs da empresa.

Apesar da Samsung já recorrer a fornecedores externos para alguns equipamentos da gama Galaxy A de gama média, os smartphones da linha Galaxy S utilizaram historicamente painéis produzidos pela própria Samsung. Caso a parceria avance, a série Galaxy S27 poderá marcar o fim dessa tradição.

№ 08

Chromecast original deixa de funcionar?

Vários utilizadores estão a queixar-se que os seus Chromecast originais estão a deixar de funcionar, sem explicação, passados 13 anos.

O Chromecast original lançado pela Google em 2013 está a deixar de funcionar para alguns utilizadores, mais de uma década após a sua estreia. Nos últimos dias, têm surgido cada vez mais relatos de falhas no envio de conteúdos para televisores, com aplicações populares a deixarem de reconhecer o dispositivo como destino de transmissão. O problema parece afectar especificamente o Chromecast de primeira geração, um dos produtos de hardware mais bem-sucedidos da empresa.

Lançado com um preço de 35 dólares, o Chromecast simplificou a forma como as pessoas viam conteúdos na televisão, permitindo enviar vídeos e música directamente do smartphone ou computador com apenas um toque. O dispositivo teve grande sucesso e acabou por dar origem a novas gerações e à tecnologia Google Cast, que ainda hoje é amplamente utilizada. No entanto, o suporte oficial para este modelo terminou em 2023, altura em que a Google avisou que poderiam surgir perdas de desempenho ao longo do tempo.
Os relatos mais recentes indicam comportamentos estranhos, em que serviços como Spotify e Disney+ continuam a funcionar normalmente, enquanto plataformas como YouTube e HBO Max deixaram de detectar o Chromecast original. As falhas também variam de pessoa para pessoa, o que dificulta perceber a origem do problema. Durante os últimos anos já existiram problemas ocasionais, que acabaram por ser resolvidos, mas esta nova vaga de falhas parece ser mais generalizada.

Apesar da Google não ter confirmado oficialmente o fim total do Chromecast de primeira geração, tudo indica que o dispositivo está a aproximar-se do fim do seu ciclo de vida. Para muitos utilizadores, poderá estar a chegar o momento de dizer adeus a um dos gadgets mais marcantes da última década. Os modelos mais recentes, incluindo o Chromecast de segunda geração e o Chromecast Audio, continuam a funcionar... por agora.

№ 09

Zeekr estreia gama 100% elétrica em Portugal

A Zeekr chega a Portugal com uma gama 100% elétrica apresentada no Ecar Show, em Lisboa, trazendo quatro modelos focados em tecnologia, design premium, performance e segurança.

A marca, pertencente ao Geely Auto Group, estreia-se no mercado nacional com os modelos 001, X, 7X e o futuro 7GT, todos construídos sobre a plataforma SEA (Sustainable Experience Architecture) e com a classificação máxima de cinco estrelas nos testes Euro NCAP. O design de toda a gama é desenvolvido no Centro Global de Design da Zeekr, em Gotemburgo, na Suécia, conferindo à marca uma identidade com forte ligação europeia.

O Zeekr 001 posiciona-se como uma shooting brake elétrica premium com até 544 cv, aceleração dos 0 aos 100 km/h em 3,8 segundos e autonomia até 620 km (WLTP). Suporta carregamento DC rápido até 200 kW, permitindo ir dos 10 aos 80% em cerca de 30 minutos. O habitáculo conta com materiais premium, bancos com aquecimento, ventilação e massagem, e 11 câmaras de alta resolução integradas no sistema de segurança. Tem preço a começar nos 60.950 €.

O Zeekr 7X é um SUV premium de nova geração com arquitetura elétrica de 800V. Com até 646 cv e a mesma aceleração de 3,8 segundos dos 0 aos 100 km/h, oferece autonomia até 615 km (WLTP) e carregamento dos 10 aos 80% em apenas 16 minutos. O equipamento inclui suspensão pneumática ativa, portas elétricas automáticas e sistemas ADAS avançados. Tem preço a começar nos 59.950 €.
O Zeekr X aposta na mobilidade urbana premium, com dimensões compactas, até 496 cv na versão AWD, aceleração em 3,7 segundos e autonomia até 415 km (WLTP). O carregamento rápido vai dos 10 aos 80% em 18 minutos. Integra conectividade 5G, assistente de voz, ecrã inteligente no pilar B e atualizações Over-The-Air. Tem preço a começar nos 37.000 €.

O Zeekr 7GT, previsto para chegar ao mercado nacional no início do verão, é o mais capaz da gama: até 646 cv, 0 a 100 km/h em 3,3 segundos e autonomia até 655 km (WLTP), também com arquitetura de 800V e carregamento dos 10 aos 80% em cerca de 16 minutos. Inclui head-up display de realidade aumentada e ecrã OLED de 15 polegadas. As reservas já estão abertas. Tem preço a começar nos 55.450 €.

Em Portugal, a Zeekr é representada pelo grupo Salvador Caetano Auto. Mais informações em www.zeekr.pt e configurações disponíveis em configurador.zeekr.pt.



[Pela Estrada Fora]
№ 10

Adulteração do conta-quilómetros expande-se aos eléctricos

A adulteração do conta-quilómetros é um problema conhecido nos veículos usados, e embora seja algo mais frequente nos carros a diesel, os híbridos e elétricos também estão em risco.

A fraude na quilometragem no mercado português de automóveis usados afeta sobretudo os carros a diesel, mas um estudo recente da carVertical mostra que híbridos e elétricos não estão a salvo desta prática.

Os dados, recolhidos entre janeiro de 2024 e março de 2026, revelam que cerca de 4,6% dos veículos a gasóleo analisados em Portugal apresentavam quilometragem adulterada, a percentagem mais elevada entre todos os tipos de combustível. Os carros a gasolina surgem em segundo lugar, com 3,6% dos casos a registar manipulação no conta-quilómetros.
Além da maior frequência, a fraude nos diesel tende a ser mais expressiva em termos de magnitude: em média, a quilometragem foi reduzida em cerca de 99.000 km, contra aproximadamente 74.000 km nos veículos a gasolina. A justificação é simples: os diesel costumam acumular mais quilómetros, tornando-os alvos mais apetecíveis para quem pretende inflar o seu valor de revenda.

Nos híbridos, a taxa de fraude desce para 2,6%, com uma redução média de cerca de 57.000 km. Os elétricos registam a percentagem mais baixa (1,9%), mas a adulteração média ronda ainda os 44.000 km.

As marcas mais afetadas

Entre os elétricos, a Opel lidera a lista de marcas com maior incidência de discrepâncias na quilometragem (4,3%), seguida da Renault (4,1%), BMW (3,2%), Peugeot (2%) e Smart (1,7%). No segmento dos híbridos, a Lexus surge no topo com 6,3% de casos detetados, à frente da BMW (4%), Volkswagen (3,7%), Toyota (3,5%) e Audi (3,3%).
Uma quilometragem elevada nos elétricos pode indiciar maior desgaste da bateria, com impacto direto na autonomia, o que leva alguns vendedores a manipular os registos para apresentar o veículo em melhor estado do que realmente se encontra.

Os dados reforçam que a adulteração de conta-quilómetros continua a ser uma prática transversal no mercado de usados, independentemente do tipo de motorização, e que dificilmente desaparecerá a curto prazo.


[Pela Estrada Fora]
№ 11

Mazda CX-6e estreia-se em Portugal

O novo Mazda CX-6e fez a sua estreia em Portugal no ECAR SHOW 2026, o salão do automóvel híbrido e elétrico que decorreu na FIL, em Lisboa, de 15 a 17 de maio.

Trata-se do segundo modelo 100% elétrico da Mazda a chegar à Europa, um SUV desportivo de médio segmento que combina a linguagem de design Kodo com a filosofia de condução Jinba Ittai, desenvolvido em colaboração com a parceira chinesa Changan Automobile e com design elaborado no centro de I&D da marca em Oberursel, na Alemanha.

Em termos mecânicos, o CX-6e dispõe de um motor elétrico de 190 kW (258 cv) e 290 Nm de binário, com tração traseira. A bateria LFP de 78 kWh permite uma autonomia até 484 km (WLTP) e aceita carregamento rápido DC até 165 kW, atingindo os 80% de carga em apenas 24 minutos. O consumo situa-se entre 18,9 e 19,4 kWh/100 km, com emissões nulas de CO2.
O interior é dominado por um ecrã tátil de 26 polegadas com layout dual split, reconhecimento de voz multilingue e controlo por gestos. A oferta divide-se em duas versões de equipamento, Takumi e Takumi Plus, ambas com conteúdos topo de gama. Em fase de pré-lançamento, e com uma campanha de desconto de 3.444 euros, os preços arrancam nos 41.543,55 euros para a Takumi e nos 44.543,55 euros para a Takumi Plus, a que acresce uma oferta de acessórios e cartão de carregamento. As condições estão em vigor até 30 de junho de 2026.

A chegada das primeiras unidades à rede de concessionários está prevista para este verão. Os interessados já podem configurar o seu CX-6e em mazda.pt. A garantia é de 6 anos ou 150.000 km para o veículo, e de 8 anos ou 160.000 km para a bateria de alta tensão, com capacidade mínima garantida de 70%.
No stand da Mazda no ECAR SHOW esteve também exposto o Mazda6e, a berlina elétrica que conquistou recentemente os títulos de Elétrico do Ano 2026 em Portugal e World Car Design of The Year 2026 a nível global.

[Pela Estrada Fora]
№ 12

Google volta a atormentar contas G Suite gratuitas

Vários utilizadores com contas G Suite antigas gratuitas, estão a queixar-se de estarem a ser forçados pela Google a mudarem para planos pagos - ou arriscarem-se a perder tudo.

Alguns utilizadores Google de longa data, com os planos G Suite Legacy Free Edition, estão a relatar que a Google está a classificar as suas contas gratuitas como sendo de uso comercial, obrigando-os a mudar para planos pagos do Google Workspace. Quem for identificado nesta situação poderá perder acesso a serviços como o Gmail, Drive, Calendar e Meet caso não apresente um recurso aceite ou não faça a transição para uma subscrição paga no prazo de 45 dias.

O G Suite Legacy Free Edition era o antigo serviço gratuito da Google para emails personalizados com domínio próprio, antes da chegada do Google Workspace. Apesar de a empresa ter terminado o acesso gratuito para novos utilizadores, milhões de contas existentes continuaram activas. Em 2022, a Google tentou mover estes utilizadores para planos pagos, mas acabou por recuar parcialmente e permitiu que contas pessoais e familiares continuassem gratuitas, desde que fossem usadas apenas para fins não comerciais.
Agora, vários utilizadores afirmam ter recebido avisos a indicar que as suas contas foram identificadas como sendo usadas para actividades comerciais, mesmo quando dizem utilizar os serviços apenas para fins pessoais, como partilha de conteúdos com familiares. Alguns dizem manter estas contas há quase 20 anos sem qualquer tipo de actividade comercial ligada aos respectivos domínios.

Para piorar, esta situação torna-se ainda mais frustrante devido ao suposto processo de recurso. Alguns utilizadores dizem que os pedidos de revisão são rejeitados automaticamente ou sem que seja dada qualquer explicação clara sobre os critérios usados pela Google. Do lado da Google, a posição é a de que está apenas a aplicar regras já existentes, reforçando que o G Suite Legacy Free Edition sempre foi destinado exclusivamente a utilização pessoal e não comercial. O que é certo é que não se antevê um futuro fácil (leia-se: sem pagar) para os utilizadores destes planos G Suite gratuitos que a Google, há muito, quer converter em planos Workspace pagos.

№ 13

Chromecast original deixa de funcionar?

Vários utilizadores estão a queixar-se que os seus Chromecast originais estão a deixar de funcionar, sem explicação, passados 13 anos.

O Chromecast original lançado pela Google em 2013 está a deixar de funcionar para alguns utilizadores, mais de uma década após a sua estreia. Nos últimos dias, têm surgido cada vez mais relatos de falhas no envio de conteúdos para televisores, com aplicações populares a deixarem de reconhecer o dispositivo como destino de transmissão. O problema parece afectar especificamente o Chromecast de primeira geração, um dos produtos de hardware mais bem-sucedidos da empresa.

Lançado com um preço de 35 dólares, o Chromecast simplificou a forma como as pessoas viam conteúdos na televisão, permitindo enviar vídeos e música directamente do smartphone ou computador com apenas um toque. O dispositivo teve grande sucesso e acabou por dar origem a novas gerações e à tecnologia Google Cast, que ainda hoje é amplamente utilizada. No entanto, o suporte oficial para este modelo terminou em 2023, altura em que a Google avisou que poderiam surgir perdas de desempenho ao longo do tempo.
Os relatos mais recentes indicam comportamentos estranhos, em que serviços como Spotify e Disney+ continuam a funcionar normalmente, enquanto plataformas como YouTube e HBO Max deixaram de detectar o Chromecast original. As falhas também variam de pessoa para pessoa, o que dificulta perceber a origem do problema. Durante os últimos anos já existiram problemas ocasionais, que acabaram por ser resolvidos, mas esta nova vaga de falhas parece ser mais generalizada.

Apesar da Google não ter confirmado oficialmente o fim total do Chromecast de primeira geração, tudo indica que o dispositivo está a aproximar-se do fim do seu ciclo de vida. Para muitos utilizadores, poderá estar a chegar o momento de dizer adeus a um dos gadgets mais marcantes da última década. Os modelos mais recentes, incluindo o Chromecast de segunda geração e o Chromecast Audio, continuam a funcionar... por agora.

№ 14

SSD WD_BLACK 2TB a €279

Quem quiser dar o salto para os SSDs de 7 GB/s pode optar pelos WD_BLACK SN850X, que suportam PCIe 4.0 e farão maravilhas por qualquer computador.

Nos últimos anos os discos / SSDs têm sido um dos factores mais limitativos do desempenho dos computadores, e é por isso que esta tem sido uma das áreas em que mais importa apostar. No caso de terem um computador com suporte para PCIe 4.0, nada como escolher um SSD capaz de tirar o máximo partido disso, como estes WD_BLACK SN850X 2TB, com velocidades de até 7.3 GB/s em leitura e 6.6 GB/s em escrita.
O WD_BLACK SN850X 2TB está disponível por 279 euros na Amazon Espanha. Também têm disponível a versão de 8 TB se precisarem de mais espaço.

Tendo em conta a recente tendência de aumento de preços, que já fez disparar o preço da memória RAM, teme-se que esse efeito também contagie os SSDs, cujo preço também já começou a aumentar. Como tal, se estiverem a considerar o upgrade, será aconselhável fazerem-no quanto antes, ou correm o risco de ter que aguardar mais um par de anos até que a situação se regularize - ou se arrisquem a pagar muito mais por isso. Daqui por meio ano poderá parecer loucura que se pudesse comprar um SSD de 8TB por menos de mil euros.

Nota quanto ao desempenho, para quem estiver a pensar usar um destes SSDs em motherboards mais antigas: no caso de os utilizarem numa motherboard apenas com PCIe 3.0, as velocidades cairão para valores na ordem dos 3.5 GB/s em leitura e em escrita. Velocidades respeitáveis, mas que ficam aquém das suas capacidades; pelo que o melhor será utilizá-los em motherboards que suportem M.2 PCIe 4.0.


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№ 15

Investigadores prometem memória laser ultra-rápida e eficiente

Investigadores dizem ter concebido uma memória magnética ultra-rápida e eficiente, que pode revolucionar por completo toda a indústria tecnológica no futuro.

Investigadores da Universidade de Tóquio desenvolveram um novo dispositivo de memória "spintrónica" que poderá abrir caminho para computadores e sistemas de inteligência artificial muito mais eficientes. A tecnologia experimental consegue alternar estados magnéticos em apenas 40 picossegundos, cerca de 1.000 vezes mais rápido do que as memória DRAM tradicionais, simultaneamente produzindo muito menos calor e consumindo menos energia. O avanço procura responder a um dos maiores desafios actuais do sector tecnológico: o enorme consumo energético e necessidades de refrigeração dos sistemas AI modernos.

O dispositivo utiliza um material antiferromagnético chamado manganês-estanho (Mn₃Sn), capaz de armazenar informação através de estados magnéticos em vez de carga eléctrica. Ao contrário da DRAM, que precisa de actualizar constantemente os dados para evitar perdas de informação, esta abordagem mantém os dados guardados mesmo sem alimentação eléctrica. Os cientistas conseguiram alterar o estado magnético usando impulsos eléctricos ultrarrápidos e também sinais gerados a partir de laser, criando um método que poderá aproximar a computação tradicional da computação óptica.
Grande parte do calor gerado pelos computadores actuais surge não apenas do processamento, mas dos movimento constante de dados entre memória, armazenamento e processadores. O problema tornou-se ainda mais crítico com o crescimento acelerado do processamento AI, onde enormes clusters de GPUs exigem quantidades cada vez maiores de energia e sistemas avançados de arrefecimento. A nova tecnologia poderá ajudar a inverter esta tendência.

Apesar do potencial, a tecnologia ainda está longe de chegar ao mercado. Actualmente apenas existem protótipos em laboratório, de grandes dimensões e sem possibilidade de utilização comercial. Questões como o custo de produção, durabilidade e compatibilidade com os processos de fabrico de chips continuam por resolver. Ainda assim, não deixa de ser uma "luz ao fundo do túnel" que mostra um potencial caminho para o futuro dos chips.

№ 16

Spotify Studio gera podcasts AI personalizados

O Spotify entra no campo do NotebookLM com nova funcionalidade que pode criar podcasts personalizados para cada utilizador.

O Spotify entrou na corrida da inteligência artificial com uma nova aplicação desktop chamada Studio by Spotify Labs, criada para gerar conteúdos áudio personalizados. A plataforma junta-se à tendência crescente de ligar serviços como email, calendário, documentos e notas, para criar resumos diários em formato texto ou podcast. A nova ferramenta também permite aos utilizadores explorar temas através da criação automática de podcasts alimentados por AI.

Uma das novidades mais importantes é a capacidade de adicionar contexto pessoal aos podcasts gerados. A aplicação inclui um agente AI capaz de navegar na web e utilizar informação pessoal para criar episódios mais adaptados a cada utilizador. Por exemplo, é possível pedir um resumo áudio diário baseado na agenda e emails ou até criar um guia personalizado para uma viagem, incluindo recomendações de restaurantes e sugestões de podcasts para ouvir durante o percurso.
Todos os podcasts criados ficam guardados na biblioteca do Spotify e sincronizados entre dispositivos, mas não são partilhados publicamente. A empresa alertou que esta versão ainda está em fase inicial de testes e que a AI pode gerar erros ou informações pouco fiáveis. O lançamento será feito ao longo das próximas semanas em mais de 20 países, mas apenas para utilizadores com idade igual ou superior a 18 anos.

Esta funcionalidade coloca o Spotify em concorrência direta com ferramentas já conhecidas no segmento dos podcasts gerados por AI - como o NotebookLM da Google. No entanto, é bem provável que o Spotify consiga vantagem, pois será mais fácil levar podcasts AI a utilizadores que já estão a usar um serviço de streaming de música, do que esperar que eles tenham curiosidade para ir espreitar tudo o que é possível fazer no NotebookLM. No entanto, o problema final acaba por ir dar ao mesmo: será que todas estas funcionalidades AI são economicamente viáveis para as empresas que as fornecem? O futuro o dirá.

№ 17

Figure termina live stream dos robots a trabalhar

Ao fim de 200 horas, a Figure deu por terminada a emissão em directo dos seus robots humanóides a trabalhar.

O evento que inicialmente planeava mostrar os robots a trabalhar durante um turno de 8 horas, e que foi expandido para as 24 horas, e depois para vários dias, chegou finalmente ao fim, após 200 horas de trabalho ininterrupto e quase 250 mil encomendas orientadas.

Embora, depois dos ajustes iniciais, o fundador da Figure, Brett Adcock, tivesse dito que a emissão iria prolongar-se até algum dos robots ter algum problema - ao fim de mais de 8 dias de emissão começou a ficar claro que isso poderia demorar bastante mais tempo do que se esperava - levando à definição das 200 horas como meta para o final do evento.

We just wrapped what began as an 8-hour challenge - and it ran for 200 hours without a failure

Shoutout to the team for the hardcore engineering behind F.03 and the robust Helix models powering it pic.twitter.com/ir47UasJOn

— Brett Adcock (@adcock_brett) May 22, 2026
Pelo meio, tivemos um dia com direito a competição robots vs humano, com um estagiário da Figure a ter sido posto à prova a fazer a mesma tarefa de orientação de encomendas - prova que acabou por vencer por margem muito reduzida, mas confessando que tinha ficado "todo partido" e que não desejava passar os dias a fazer aquilo.

Para a Figure, foi um evento bem sucedido, que mostrou os seus robots a fazer trabalho efectivo, sem grandes problemas, de forma ininterrupta.

№ 18

Xiaomi lança YU7 GT e reduz preço do modelo base

A Xiaomi lançou finalmente a versão mais desportiva YU7 GT com quase 1000 cv, acompanhado de uma redução de preço do modelo YU7 base.

A Xiaomi está a reforçar a ofensiva contra a Tesla com uma reformulação da gama YU7, apostando numa estratégia que combina preços mais competitivos e versões de alto desempenho para conquistar uma maior fatia do mercado dos veículos eléctricos.

A marca chinesa reorganizou completamente a gama YU7. O anterior modelo de entrada passa agora a chamar-se "Long Range Edition", lançando uma a nova versão "Standard Edition" que assume o papel de opção mais acessível, com preço inicial de apenas 27.700 euros. Esta alteração aumenta a diferença de preço face ao Tesla Model Y mais económico na China, tornando a proposta da Xiaomi mais apelativa.

O novo Xiaomi YU7 Standard Edition utiliza um único motor eléctrico montado no eixo traseiro, capaz de produzir 235 kW de potência, o equivalente a 315 cavalos. A alimentar o conjunto está uma bateria LFP de 73 kWh fornecida pela CATL, suportada por uma arquitectura eléctrica de 752V. Ao eliminar o segundo motor eléctrico, a Xiaomi conseguiu reduzir 115 kg no peso total do SUV, fixando-o nos 2.200 kg. Segundo o ciclo de homologação chinês CLTC, a autonomia atinge os 643 quilómetros, superando em 50 quilómetros o Tesla Model Y de tracção traseira, que apresenta uma autonomia oficial de 593 quilómetros. Apesar de ser a variante mais económica, o equipamento mantém características habitualmente reservadas a versões superiores. O SUV inclui suspensão pneumática inteligente de dupla câmara, amortecedores adaptativos, sensor LiDAR, plataforma de computação Nvidia, e funcionalidades avançadas de assistência à condução. Entre elas estão navegação assistida em autoestrada, apoio à condução urbana e estacionamento automático, tudo sem custos de subscrição.

Mas, o modelo que mais atrai as atenções é o novo YU7 GT, a versão de altas prestações criada para demonstrar a capacidade tecnológica da fabricante chinesa.
O YU7 GT mede 5.015 mm de comprimento, 2.007 mm de largura e 1.597 mm de altura, contando com uma distância entre eixos de 3 metros. O sistema motriz combina dois motores eléctricos, incluindo um novo motor da Xiaomi capaz de atingir 28.000 rotações por minuto. A potência total combinada chega aos 738 kW, cerca de 990 cavalos. Os números de desempenho colocam o YU7 GT entre os SUV eléctricos mais rápidos do mercado. O modelo acelera dos 0 aos 100 km/h em apenas 2,92 segundos e alcança uma velocidade máxima de 300 km/h.

Valores que já foram validados com a obtenção de um novo recorde no circuito de Nürburgring, com um tempo de 7 minutos e 22,755 segundos.

Esta versão GT utiliza uma arquitectura eléctrica de 897V e uma bateria de 101.7 kWh. Segundo a marca, consegue recuperar autonomia equivalente a 570 quilómetros em apenas 15 minutos de carregamento ultrarrápido. A autonomia total anunciada é de 705 quilómetros.
No interior, o foco está no luxo e conforto, com revestimentos em Alcantara, função de massagem em todos os bancos, vidros com isolamento acústico e um sistema de áudio com 25 altifalantes e cancelamento activo de ruído.

Apesar do CEO da marca ter alertado que o YU7 GT teria um preço elevado, este super-carro começa nuns irresistíveis 46.200 euros, existindo ainda um pack "GT Sports Kit" por mais 1.800 euros. A versão "full extras" com todas as opções possíveis custa 53.900 euros. Um preço que infelizmente não se deverá manter quando eventualmente começar a ser comercializado por cá.

Desde o lançamento inicial da família YU7, a Xiaomi já entregou 232 mil unidades e ultrapassou as 600 mil viaturas eléctricas vendidas em menos de dois anos de actividade automóvel. Com a nova estratégia a empresa pretende atingir o objectivo ambicioso de entregar 550 mil veículos eléctricos até ao final de 2026.

№ 19

SSD externo Crucial X10 2TB a €254

Ideal para transportar até 2 TB de dados de forma rápida e compacta, ou para ser usado em aplicações onde pens USB ou cartões de memória não sejam adequados, este SSD externo Crucial X10 apresenta-se como solução eficiente e económica.

Há situações onde uma pen USB ou cartão de memória servem para transferir ou armazenar dados; outros casos há onde será conveniente optar por um suporte mais fiável e / ou de maior velocidade. Este SSD externo Crucial X10 vem com ficha USB-C e está disponível com capacidades de 1 TB, 2 TB, 4 TB, 6 TB e 8TB, mediante as necessidades.
O SSD externo Crucial X10 de 2 TB está disponível por 254 euros na Amazon Espanha.

O seu maior destaque, a par do tamanho compacto, é a velocidade das transferências que pode atingir os 2.1 GB/s (o dobro da geração X9 anterior), acelerando consideravelmente o processo de transferência de centenas de gigabytes sem grande desespero. De resto, temos ainda o descanso adicional de ser um SSD que utiliza memórias flash da Micron, o que também serve para dar alguma confiança quanto à sua fiabilidade e longevidade.


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№ 20

Produtos da Semana

A nossa rubrica de Produtos da Semana agrupa uma lista de produtos e notícias que vamos compilando ao longo da semana e que achamos que será do interesse geral.

JBL lança novas PartyBox 330 e 130

A JBL apresentou as PartyBox 330 e PartyBox 130, a nova geração da sua icónica gama de colunas para festas. Os novos modelos introduzem melhorias ao nível do desempenho acústico e do design, com graves mais profundos e agudos mais definidos graças a woofers melhorados e a uma nova tecnologia de tweeter. O JBL AI Sound Boost com modo Smart EQ otimiza automaticamente a reprodução de áudio para diferentes conteúdos.

Novo formato, novo design, nova experiência

Duas novas colunas. Um visual distintivo. A mais arrojada linguagem de design da JBL até à data apresenta um novo perfil hexagonal que permite que a luz e o som fluam em torno da grelha frontal curva. O painel superior redesenhado integra um único comando rotativo que concentra todas as funções: volume, modos de áudio e efeitos de luz. Disponível em preto ou branco com detalhes em laranja, a nova geração PartyBox reflete visualmente a potência que entrega.

JBL PartyBox 330: Som potente, pensado para acompanhar o ritmo

A JBL PartyBox 330 oferece 280 W de potência total. Graves profundos são impulsionados por dois woofers de 6,5 polegadas, enquanto os agudos são reproduzidos com clareza através de dois tweeters de cúpula PEN: tecnologia de nível profissional utilizada nos sistemas JBL para grandes eventos, agora introduzida na gama PartyBox.

O novo design, com painéis laterais em efeito ondulado, inspirados em miniaturas de cornetas JBL, e um espetáculo de luz reinventado com sincronização ao ritmo da música, reforçam a componente visual da experiência sonora.

Até 18 horas de autonomia e carregamento rápido garantem reprodução prolongada, enquanto a bateria facilmente substituível* permite maior flexibilidade de utilização. A pega telescópica com bloqueio e as rodas largas todo-o-terreno permitem um transporte fácil.

Entradas duplas para microfone e guitarra permitem utilização em diferentes contextos. Para sessões de karaoke, a ligação pode ser feita através da entrada ótica para TV ou via USB-C para áudio sem perdas. Para eventos de maior dimensão, a tecnologia Auracast™ permite emparelhar várias colunas JBL, criando um sistema de som escalável.

JBL PartyBox 130: Energia de festa em formato portátil

Compacta, potente e portátil, a PartyBox 130 leva 200W de som lendário JBL a qualquer ambiente. Os woofers melhorados de 5,25 polegadas e os tweeters de cúpula em seda de 25 mm proporcionam graves intensos e agudos cristalinos. Um espetáculo de luz reinventado, com strobe nas extremidades e efeitos dinâmicos sincronizados com a música, cria a atmosfera ideal em qualquer lugar.

Até 15 horas de autonomia permitem utilização prolongada, com carregamento rápido que garante 80 minutos adicionais de reprodução com apenas 10 minutos de carga. A nova pega dobrável e ergonómica facilita o transporte, enquanto a certificação IPX4 resistente a salpicos protege contra derrames e imprevistos.

As JBL PartyBox 330 estarão disponíveis a partir de julho e a PartyBox 130 a partir de maio, em preto e branco, em JBL.com, por 599,99€ e 399,99€, respetivamente.

Principais características da JBL PartyBox 330:
  • 280 W RMS de potência total; dois woofers de 6,5”; dois tweeters de cúpula PEN de 25 mm
  • JBL AI Sound Boost com modo Smart EQ
  • Espetáculo de luz reinventado: efeitos ripple, strobes e iluminação dinâmica sincronizada com o ritmo
  • Painel superior redesenhado com comando central único e interface intuitiva para controlo de áudio e iluminação
  • Até 18 horas de autonomia; carregamento rápido (10 min = 2 h, em média); bateria substituível
  • Pega telescópica com bloqueio; rodas largas todo-o-terreno; certificação IPX4 resistente a salpicos
  • Entradas duplas para microfone e guitarra; preparado para karaoke; áudio sem perdas via USB-C; entrada ótica; entrada auxiliar 3,5 mm
  • Bluetooth 6.0 e conectividade multi-coluna Auracast™; aplicação JBL One para controlo total
  • Compatível com microfones JBL EasySing
  • Construída com 70% de plástico reciclado pós-consumo e ímanes de tweeter reciclados; embalagem certificada FSC com tinta à base de soja

Principais características da JBL PartyBox 130:
  • 200 W RMS de potência total; dois woofers de 5,25”; dois tweeters de cúpula em seda de 25 mm
  • JBL AI Sound Boost com modo Smart EQ
  • Espetáculo de luz redesenhado: iluminação strobe nas extremidades e efeitos vibrantes sincronizados com o ritmo
  • Até 15 horas de autonomia; carregamento rápido (10 min = 80 min, em média); bateria substituível
  • Painel superior redesenhado com comando central único e interface intuitiva para controlo de áudio e iluminação
  • Pega ergonómica dobrável redesenhada; certificação IPX4 resistente a salpicos
  • Entradas duplas para microfone e guitarra; preparado para karaoke; áudio sem perdas via USB-C; entrada ótica; entrada auxiliar 3,5 mm
  • Bluetooth 6.0 e conectividade multi-coluna Auracast™; aplicação JBL One para controlo total
  • Compatível com microfones JBL EasySing
  • Construída com 82% de plástico reciclado pós-consumo e ímanes de tweeter reciclados; embalagem certificada FSC com tinta à base de soja


DREAME anuncia série X60 Pro e CYBER X o robot aspirador que sobe escadas

A Dreame Technology anunciou o lançamento da nova série X60 Pro que vai ter lugar no seu evento oficial, marcado para 27 de maio. Esta série X60 Pro representa a linha de robots aspiradores mais potente e inteligente, que foi criada pela marca, até à data.

Baseada nas tecnologias já consolidadas da Dreame, a série X60 Pro inclui três modelos: X60 Pro Ultra Complete, X60 Pro Ultra Matrix e X60 Pro Master. Cada um deles concebidos para responder a diferentes necessidades dos utilizadores. Com funcionalidades avançadas de limpeza de superfícies planas e cantos, a série X60 Pro surge acompanhada pelo Cyber X, o primeiro robot aspirador biónico do mundo com sistema de subida de escadas através de quatro esteiras. Esta inovação permite limpar escadas e deslocar-se entre diferentes níveis da casa de forma autónoma.

X60 Pro Ultra Complete: Super Cover. Super Discover.

O Dreame X60 Pro Ultra Complete foi desenvolvido para oferecer uma limpeza de elevada precisão, cobrindo mais áreas e identificando mais sujidade, em toda a casa.

Braços Dual UltraExtend™ — o primeiro braço robótico de dupla articulação da Dreame
Como pioneira mundial na introdução das tecnologias MopExtend™ e SideReach™, a Dreame atualizou-as agora para a UltraExtend™ nesta série. A escova lateral pode estender-se até 12 cm e a almofada da mopa até 18 cm . Isto é possível graças ao braço robótico biónico de dupla articulação da Dreame — também uma novidade da marca.

Durante o funcionamento, a primeira articulação estende-se como o seu ombro. Em seguida, o braço oscilante de segundo nível estende-se para a frente como o seu antebraço. Esta inovação permite que o robô alcance rodapés, recantos de móveis, pernas de cadeiras e outros cantos apertados aos quais os aspiradores robóticos anteriores não conseguiam aceder, reduzindo drasticamente os pontos difíceis de alcançar e que ficavam por limpar.

Sistema AI OmniSight 3.0: Deteção Precisa, Resposta Inteligente
Equipado com o Sistema AI OmniSight 3.0, que consiste em duas câmaras AI de 120° e navegação Versalift, este robot consegue reconhecer mais de 320 tipos de objetos, detetar obstáculos tão pequenos quanto 10 mm e reagir em 0,1 segundos, mais rápido do que um ser humano. A sua luz azul proativa deteta manchas de líquidos transparentes, difíceis de distinguir tanto para os olhos humanos como para as gerações anteriores de robots, ativando um modo apenas de mopa para as limpar completamente.

PowerMaster: Até 1 000 m², sem interrupções
A tecnologia PowerMaster integrada no X60 Pro Ultra Complete inclui carregamento de alta velocidade de 11 A. Recupera 24 % da capacidade da bateria em apenas 5,5 minutos e permite limpar até 1 000 m² com uma única carga. A gestão inteligente da energia e a proteção de segurança da bateria em várias camadas garantem um funcionamento fiável e ininterrupto, proporcionando tranquilidade.

HyperStream Detangling DuoBrush 2.0 + Sucção de 42 000 Pa
Equipado com uma sucção Vormax de 42 000 Pa, um HyperStream Detangling DuoBrush 2.0 e um sistema Thermal Deep Mop de 280 RPM, este robot aspirador foi concebido para remover detritos incrustados e manchas difíceis numa única passagem. Proporcionando uma limpeza sem emaranhados e sem riscos em vários tipos de pavimentos, estabelece um novo padrão de referência para uma limpeza inteligente, sem esforço e de alto desempenho.

Outras funcionalidades incluídas:
  • Superação de obstáculos até 10 cm: O robot consegue ultrapassar soleiras de camada única até 5,2 cm e soleiras de camada dupla até 10 cm.
  • Sistema de mopa térmica profunda: Água a 100 °C enxagua as almofadas da mopa através de 20 bicos de pulverização na tábua de lavagem, garantindo uma limpeza profunda e remoção de bactérias. As almofadas térmicas de mudança de fase mantêm a temperatura acima dos 40 °C durante pelo menos 4 minutos de lavagem, juntamente com uma força de pressão de 15 N, combatendo a gordura e as manchas mais difíceis.

X60 Pro Ultra Matrix & X60 Pro Master

O X60 Pro Ultra Matrix e o X60 Pro Master partilham as mesmas funcionalidades avançadas do X60 Pro Ultra Complete, enquanto introduzem inovações adicionais.

O X60 Pro Ultra Matrix inclui a premiada base de troca de múltiplas mopas e um compartimento para três soluções, adaptando-se automaticamente a diferentes áreas com as mopas e a solução de limpeza adequada. Isto garante mopas específicas para zonas específicas e evita a contaminação cruzada. Tem capacidade para até três tipos de mopas, alternando consoante o tipo de divisão ou as necessidades de limpeza: mopa com cerdas de nylon para gordura na cozinha, mopa de esponja com retenção de água para casas de banho e mopas térmicas para outras divisões, mantendo uma temperatura constante para uma limpeza melhorada.

O X60 Pro Ultra Matrix está disponível nas versões padrão e vision. A versão vision apresenta um painel de base transparente e uma iluminação Soft Dot Matrix, com um design estético excecional que se integra elegantemente em casas modernas.

O X60 Pro Master é a versão com recarga e escoamento automáticos, eliminando a limpeza complicada após a utilização. Apresenta um design compacto – a estação de carregamento mede apenas 416 × 443 × 249 mm – mais pequena do que muitas torradeiras – pelo que se adapta facilmente a qualquer casa. É necessária instalação profissional.

Cyber X: Climb Beyond Limits
Após a sua estreia na IFA 2025, o Cyber X regressa agora com melhorias significativas e um lançamento oficial, para que a limpeza de escadas já não fique para trás. Para celebrar o lançamento, os primeiros 20 compradores da Série X60 Pro terão a oportunidade de ganhar um Cyber X gratuito, dando aos utilizadores selecionados a oportunidade de experimentar, em primeira mão, a solução de limpeza de espaços completos da Dreame.

Sistema Adaptativo de Subida de Escadas: Concebido para Vários Tipos de Escadas

Criado para uma mobilidade doméstica versátil, o seu sistema adaptativo de subida de escadas consegue lidar com vários designs de escadas, incluindo escadas em L, retas, em espiral e com degraus abertos. Consegue subir inclinações até 42° e funciona eficazmente em escadas alcatifadas. A altura máxima do primeiro degrau é de 30 cm, e consegue superar obstáculos até 35 cm.

Sistema biónico de subida de escadas com quatro esteiras: Estável, seguro e rápido

Equipado com um sistema biónico de subida de escadas com quatro esteiras, o Cyber X move-se a uma velocidade de 0,2 m/s e leva apenas 27 segundos para subir um degrau. As esteiras de borracha de nível industrial, uma estrutura anti-cisalhamento e um sistema de travagem triplo proporcionam uma forte aderência em qualquer tipo de piso, garantindo simultaneamente a segurança dos utilizadores, dos animais de estimação e da própria escadaria. O robot obteve certificações comerciais e de segurança. A sua estrutura de aterragem amortecida permite uma descida mais suave e delicada que não danifica os pisos.

Outras funcionalidades incluídas:
  • Bateria de 5 200 mAh: Com a sua bateria de 5 200 mAh, o Cyber X garante uma limpeza em vários pisos, em casas de maiores dimensões.
  • Visão 3D ToF independente para uma navegação mais eficiente: Esta tecnologia fornece dados 3D completos das escadas numa única varredura vertical ampla, garantindo a deteção precisa de cada degrau, borda, mudança de inclinação e localização de obstáculos.
  • Compatibilidade: O Cyber X integra-se perfeitamente com a Série X60 Pro através de módulos dedicados e compatíveis para subir escadas, com compatibilidade futura planeada para os próximos modelos de aspiradores robóticos Dreame.


ASUS anuncia a placa gráfica ProArt GeForce RTX 5090

A ASUS revelou a ProArt GeForce RTX 5090, uma placa gráfica concebida para oferecer desempenho de topo em IA (Inteligência Artificial) e criação de conteúdos num formato extremamente compacto de 2,5 slots. Desenvolvida para criadores profissionais, programadores de IA e entusiastas de PCs de formato compacto, esta placa combina a arquitetura NVIDIA Blackwell com soluções de arrefecimento inovadoras e funcionalidades orientadas para criadores. A nova ProArt GeForce RTX 5090 estará disponível brevemente em Portugal.

Libertar a criatividade da próxima geração com desempenho de IA

A ProArt GeForce RTX 5090 posiciona-se na linha da frente da criatividade e da aceleração por IA. O impressionante desempenho de 3352 TOPS de IA torna-a ideal para modelos de linguagem de grande dimensão e projetos complexos de criação de conteúdos, enquanto o DLSS 4.5 ajuda a proporcionar uma experiência de jogo premium em 4K. Com 32 GB de memória GDDR7, esta placa oferece ainda a maior capacidade de VRAM do mercado de placas gráficas de consumo, garantindo aos criadores a largura de banda de memória necessária para recursos em alta resolução e aplicações exigentes. O acesso ao conjunto completo de tecnologias NVIDIA RTX — incluindo Multi Frame Generation, Ray Reconstruction melhorado, Super Resolution e Reflex 2 com Frame Warp — assegura uma fidelidade visual e uma capacidade de resposta incomparáveis.

Arrefecimento potente num design fino e versátil

A ProArt GeForce RTX 5090 marca um novo patamar ao tornar-se a primeira placa RTX 5090 de 2,5 slots da ASUS. Este formato compacto é essencial para profissionais criativos que utilizam várias ranhuras de expansão ou constroem PCs de formato reduzido. A sua solução de arrefecimento inovadora inclui composto térmico de metal líquido no chip da GPU, uma câmara de vapor e uma placa traseira com dupla ventilação e zonas de fluxo contínuo. Além disso, as ventoinhas Axial-tech de 115 mm de maior dimensão melhoram ainda mais o fluxo de ar. Este design de fluxo duplo permite uma eficiência de arrefecimento aproximadamente 11% superior e um tamanho 27% mais reduzido em comparação com designs de fluxo simples, garantindo desempenho sustentado ao mais alto nível,mesmo sob cargas intensas.

As placas gráficas estarão disponíveis brevemente em Portugal:
PROART-RTX5090-O32G – MSRP: 3.989,99 €
PROART-RTX5090-32G – MSRP: 3.979,99 €


Xiaomi apresenta REDMI Watch 6

A Xiaomi apresentou o REDMI Watch 6, um smartwatch de última geração, concebido para elevar a experiência do utilizador, combinando um ecrã impressionante, funcionalidades avançadas de monitorização de saúde e uma autonomia líder no seu segmento. O REDMI Watch 6 estabelece um novo padrão nos ecrãs de wearables graças ao amplo ecrã AMOLED de 2,07 polegadas. Com uma relação ecrã/corpo de 82% e molduras ultrafinas de apenas 2 mm em todos os lados, proporciona uma experiência visual verdadeiramente envolvente. O brilho máximo de 2000 nits garante uma visibilidade nítida mesmo sob luz solar direta e a taxa de atualização de 60 Hz assegura uma navegação ainda mais fluída e responsiva.

Com uma estrutura em liga de alumínio de alta resistência, o novo relógio destaca-se pelo design ultrafino, com 9,9 mm de espessura e um peso de apenas 31 g (sem bracelete). O design versátil com dois botões, incluindo uma coroa rotativa premium em aço inoxidável, proporciona uma resposta tátil precisa.

Equipado com uma bateria de alta capacidade de 550 mAh, este smartwatch foi desenvolvido para acompanhar até os estilos de vida mais exigentes:
  • Modo Padrão: até 12 dias de autonomia;
  • Modo de Poupança de Energia: até 24 dias de utilização para viagens prolongadas;
  • Modo Always-On Display (AOD): até 7 dias de visualização contínua.
Para quem valoriza o desporto e a atividade física, o relógio suporta mais de 150 modos de treino, contando ainda com resistência à água de 5 ATM e deteção avançada da frequência cardíaca debaixo de água, tornando-o no companheiro ideal para a prática de natação.

Além das funcionalidades de fitness, o REDMI Watch 6 oferece uma monitorização abrangente e multidimensional das métricas de saúde, incluindo:
  • Monitorização da frequência cardíaca e dos níveis de oxigénio no sangue (SpO₂);
  • Monitorização científica do sono e dos níveis de stress;
  • Sensores integrados, incluindo sensores geomagnéticos, de luz ambiente e giroscópicos, para uma recolha de dados mais precisa.
Graças ao novo Xiaomi HyperOS, o REDMI Watch 6 oferece mais do que apenas notificações, incluindo Bluetooth® 5.4 para chamadas de telefone estáveis e controlo de música. Entre as funcionalidades inteligentes para o dia a dia, destacam-se:
  • Controlo remoto da câmara: permite tirar fotografias ou gravar vídeos no smartphone diretamente a partir do pulso;
  • Smart Home Link: permite controlar dispositivos IoT da Xiaomi e receber alertas em todo o ecossistema;
  • GNSS independente: posicionamento de banda dupla (L1) com suporte a cinco sistemas de navegação, para um acompanhamento preciso do percurso sem necessidade de utilizar o smartphone.
Quer em utilização normal, quer no modo Always-On Display, o dispositivo otimiza o consumo de energia, assegurando uma experiência de utilização inteligente e completa.

O REDMI Watch 6 está disponível em três cores: Obsidian Black, Silver Gray e Glacier Blue, com PVP de 99,99€.

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