PlanetGeek
№ 01

Suporte para portátil com docking station e KVM a €55

Sendo extremamente útil para quem trabalha com um portátil a par de um PC, espreitem este suporte para portátil com docking station e KVM da Benfei.

Para quem usa um portátil como computador principal (ou quase principal) e prefere usá-lo com monitor e teclado externos, ou em paralelo com um computador desktop, nem sempre é fácil fazer essa gestão e escapar à confusão de cabos. Mas isso é algo que pode ser resolvido escolhendo um suporte adequado.

Este suporte multifuncional da Benfei não só coloca o portátil numa posição mais adequada, como também integra um hub USB 3.0, suporte para carregamento PD 100 W, saída HDMI 4K para monitor externo, um KVM integrado, e até um carregador wireless de 15 W.
Este suporte Benfei com docking station está disponível por 55 euros na Amazon Espanha.

Apesar de todas estas capacidades, o suporte pode ser "compactado" de forma a ficar totalmente plano, facilitando a sua arrumação e transporte. Mas, o mais importante, é que permite que se fique com um sistema pronto a funcionar de forma rápida e livre da ligação de quase uma dezenas de cabos de cada vez que se quer pousar o portátil na secretária para começar a trabalhar.


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№ 02

Google lança Gemini Omni e Gemini 3.5 Flash

A Google aproveitou a conferência Google I/O 2026 para apresentar o Gemini 3.5, a nova geração dos seus modelos de inteligência artificial, e revelar o Gemini Omni, um novo modelo que promete conseguir lidar com todo o tipo de conteúdos - começando com o vídeo.

O primeiro modelo disponível da nova família é o Gemini 3.5 Flash, que já está a chegar à aplicação Gemini e ao AI Mode da Pesquisa Google. Segundo a Google, o novo modelo oferece desempenho próximo dos sistemas mais avançados da empresa, mantendo a eficiência e rapidez característica da linha Flash. Promete que se trata do seu modelo mais forte até agora para programação, tarefas agentic AI e compreensão multimodal.
No entanto, a grande novidade foi o Gemini Omni, uma nova plataforma capaz de criar vídeos a partir de praticamente qualquer tipo de conteúdo. Imagens, áudio, texto e até vídeos existentes podem servir como ponto de partida para gerar novas cenas. A Google destaca a possibilidade de editar vídeos directamente através de conversas com a AI, permitindo fazer alterações sem perder o contexto original.



O primeiro modelo desta nova linha chama-se Gemini Omni Flash e promete maior realismo em elementos físicos como gravidade, movimento e dinâmica de fluidos. A plataforma suporta ainda a criação de avatares personalizados, com o rosto e voz do próprio utilizador. Para fazer face aos inevitáveis "deepfakes" que esta tecnologia possibilita, a Google relembra que os conteúdos gerados incluem marcação digital SynthID para identificar material criado por inteligência artificial. O Gemini Omni Flash já está disponível para subscritores Google AI Plus, Pro e Ultra, além de começar a chegar também ao YouTube Shorts e YouTube Create.

Fica a questão sobre a questão dos "custos", sendo desde já previsível que grande parte destas funcionalidades só fiquem disponíveis para quem tiver planos pagos - e falta saber com que limites.

№ 03

Resumo do Google I/O 2026: Gemini 3.5, AI Search, Óculos Android XR e Mais

Como era previsível, o Google I/O 2026 foi dominado pelas tecnologias AI, com novos modelos Gemini, mas também mudanças na pesquisa e novidades Android.

A Google realizou o seu evento anual Google I/O, lançando novos produtos AI e antecipando o que está para vir no futuro próximo. Algumas das novidades vão ter direito a artigo dedicado, mas em jeito de resumo, ficam os principais pontos do que foi revelado no primeiro dia do evento.

Gemini

Gemini Omni: O Gemini Omni é um novo modelo capaz de criar qualquer conteúdo a partir de qualquer input, apresentando melhorias na simulação de gravidade e energia cinética. Combina a inteligência do Gemini com modelos generativos como o Nano Banana e o Veo. Suporta edição de vídeo através de linguagem conversacional e permite aos utilizadores carregar vídeos e editar qualquer elemento no vídeo. O Omni está a começar pelo vídeo, mas Demis Hassabis, da Google, afirma que eventualmente será capaz de criar qualquer output a partir de qualquer input.

Gemini Omni Flash: É o primeiro modelo Omni que a Google está a lançar, estando disponível a partir de hoje na app Gemini.

Gemini 3.5 Flash: Um novo modelo que Sundar Pichai, CEO da Google, referiu combinar inteligência melhorada com acções mais complexas. O Flash é melhor em quase todos os benchmarks em comparação com o 3.1 Pro, sendo comparável aos melhores modelos" mas mais rápido. O Gemini 3.5 Flash está disponível a partir de hoje para todos os utilizadores, em todos os produtos e APIs da Google.

Gemini 3.5 Pro: A Google está a testar o Gemini 3.5 Pro internamente, com lançamento previsto para o próximo mês.

Gemini App: A Google redesenhou a app Gemini com uma nova linguagem de design, a Neural Expressive, que começa a ser disponibilizada hoje para desktop, iOS e Android. Inclui animações fluidas, cores vibrantes, haptic feedback e nova tipografia. Irá também receber dialectos regionais personalizados nos próximos meses. O Gemini Omni está disponível hoje na app Gemini para subscritores pagos do Plus, Pro e Ultra, facilitando a criação e edição de vídeos.

AI Agents para o Gemini: O Gemini vai receber AI agents, como o agente Daily Brief, que apresenta aos utilizadores um resumo diário personalizado. O Daily Brief fica disponível hoje para subscritores pagos.

Gemini Mac App: Os utilizadores de Mac poderão seleccionar um conjunto de imagens e documentos no Finder e, em seguida, premir a tecla de Função para dar um comando de voz ao Gemini sobre o que fazer com os ficheiros. A demonstração da Google envolveu o envio de um email para um hotel de animais com as informações e a imagem do cão, recorrendo a dados extraídos do Finder para gerar um email através do Gmail no Chrome. O suporte de voz e o Gemini Spark chegam à app Gemini para Mac este verão.

Gemini for Science: O Gemini for Science é uma colecção de ferramentas científicas, que inclui também o Co-Scientist, um parceiro colaborativo de investigação em AI.

Identificação de Conteúdo por AI

Identificação de Imagens Geradas por AI: As credenciais de conteúdo C2PA estão a caminho do Gemini e do Chrome. As ferramentas da Google conseguem identificar se uma imagem foi captada com uma câmara ou criada com AI, e podem determinar se uma imagem captada com uma câmara foi editada com AI. Os utilizadores poderão clicar com o botão direito do rato numa imagem no Chrome e perguntar ao Gemini se esta foi gerada por AI.

Antigravity

Antigravity 2.0: A Google está a lançar uma nova app desktop agent-first, o Antigravity 2.0, que utiliza o Gemini 3.5 Flash. O Antigravity é a ferramenta de programação da Google, sendo o equivalente ao Copilot, Codex e Claude Code. O Gemini 3.5 Flash é 12x mais rápido no Antigravity, o que optimiza o uso de tokens. O Antigravity 2.0 está disponível globalmente para todos.

Gemini Spark

Gemini Spark: É um agente AI pessoal que ajuda os utilizadores a navegar na sua vida digital. O Gemini Spark corre em máquinas virtuais através da Google Cloud e é capaz de operar 24/7, sem necessidade de ter um portátil aberto para funcionar. É acessível através da app Gemini, mas haverá também opções para lhe enviar emails ou mensagens. Utiliza o Gemini 3.5 Flash e o Antigravity para trabalhar em tarefas de longa duração em segundo plano. Actualmente integra-se com as ferramentas da Google, e a Google irá estrear o suporte MCP para apps de terceiros nas próximas semanas. O Gemini Spark consegue realizar tarefas contínuas de vários passos, planeando subtarefas e executando as etapas. O Gemini Spark estará disponível para subscritores do Google AI Ultra nos EUA na próxima semana, e funcionará com o Chrome mais à frente neste verão.

Google Search

Google Search: O AI Mode e as AI Overviews do Google Search utilizam agora o Gemini 3.5 Flash. "O Google Search é AI Search" foi a mensagem da Google. Existe uma nova caixa do Google Search que foi reimaginada com AI, mudando com base na forma como está a ser utilizada e indo "além do autocomplete" para ajudar a formular melhor as perguntas. A caixa de pesquisa suporta imagens, ficheiros, vídeos e separadores do Chrome como input, além de texto. Pichai afirmou ser a maior actualização da caixa de pesquisa em mais de 25 anos, começando a ser implementada hoje. A Google está também a combinar as AI Overviews e o AI Mode numa única interface.

Agents no Search: A pesquisa ganha suporte para criar e gerir múltiplos AI agents. Pode manter os utilizadores actualizados sobre o que se passa no mundo, como alterações na bolsa de valores, e enviar alertas. O Search será capaz de monitorizar alterações em páginas web, permitindo aos utilizadores receber alertas sobre eventos como lançamentos de sapatilhas (sneaker drops). Os Information Agents chegam ao Search no verão, e a Google planeia adicionar mais agentes.

Coding no Search: Capacidades de agentic coding estão a caminho do Search. O Search será capaz de construir uma resposta personalizada no momento, com layouts dinâmicos, widgets interactivos e muito mais para as consultas. Utiliza o Antigravity e o 3.5 Flash. O Search pode criar ferramentas, trackers, widgets e dashboards. A Generative UI no Search será implementada este verão para todos, sem custos. O Antigravity no Search para construir experiências personalizadas chega no verão, primeiro para subscritores.

Shopping no Search: A Google tem um novo Universal Cart (carrinho universal) a caminho do Search e da app Gemini este verão. É um carrinho de compras inteligente que funciona entre diferentes comerciantes e serviços. Pode adicionar artigos ao carrinho enquanto lê o Gmail, vê o YouTube ou navega na web, e depois efectuar o pagamento (check-out) no Google ou nos sites de retalhistas terceiros. A Google dispõe de um Universal Commerce Protocol e de um Agents Payment Protocol para compras automatizadas por agentes. A funcionalidade de pagamentos permite que os AI agents façam pagamentos em seu nome, utilizando parâmetros definidos por si, como a marca e o preço. Chegará ao Gemini Spark mais à frente este ano.

YouTube

Ask YouTube: O YouTube vai receber a funcionalidade Ask YouTube, semelhante à funcionalidade Ask Maps AI. Utiliza o Gemini e permite aos utilizadores fazer perguntas. Suporta contexto e perguntas de seguimento, estando actualmente em fase de testes. Será lançado nos Estados Unidos este verão.

Google Docs

Docs Live: Com a integração de AI no Docs Live, os utilizadores podem falar ou escrever os parâmetros do que necessitam, e o Gemini cria o documento. Sundar Pichai referiu que os utilizadores podem fazer um despejo de ideias (brain dump) e deixar o Gemini "fazer o resto". A funcionalidade suporta comandos baseados em texto para criar e editar conteúdo.

Hardware

Óculos de Áudio Android XR: Os primeiros óculos de áudio Android XR chegam este outono, proporcionando acesso ao Gemini durante todo o dia, com as respostas a serem transmitidas de forma privada ao ouvido do utilizador. Os óculos podem ser usados para tirar fotografias, ouvir música, fazer chamadas e aceder a apps. A Google colaborou com a Gentle Monster e a Warby Parker no design dos óculos, e com a Samsung no hardware. Os óculos farão emparelhamento com dispositivos Android e iOS.

Outros anúncios

Plano Google AI Ultra: A Google tem um novo plano Ultra de 100$ e está a reduzir o preço do seu plano Ultra de topo de 250$ para 200$.

Android AI Agents: O Android Halo permite aos utilizadores de Android acompanhar os AI agents, mostrando a actividade no topo do dispositivo Android. Chegará ao Android mais à frente este ano.

Google Pics: É a nova ferramenta de criação e edição de imagens da Google no Google Workspace. Consegue criar posters, folhetos, infográficos e muito mais, de forma semelhante ao Canva. O conteúdo inclui uma marca de água com o SynthID. O Pics será lançado este verão.

Stitch: O Stitch é a ferramenta da Google semelhante ao Figma que permite aos utilizadores construir apps e websites. Este ano, a Google está a adicionar design colaborativo em tempo real com o Stitch Agent, exportações para o Antigravity e publicação directa no Netlify.

Google Flow: O Google Flow, o "estúdio criativo de AI" da Google para criativos, vai receber o Gemini Omni, AI agents para executar múltiplas acções em simultâneo, e ferramentas personalizadas com as Flow Tools. As novas funcionalidades do Google Flow estão disponíveis hoje.




Muitas das novas funcionalidades da Google começam a ser implementadas hoje, estando as restantes planeadas para mais tarde este ano.

№ 04

Microsoft vai abandonar SMS para autenticação

Fazendo aquilo que os especialistas de segurança recomendam há muito, a Microsoft vai deixar de usar os SMS como forma de autenticação.

A Microsoft confirmou que vai eliminar gradualmente os códigos SMS como método de autenticação e recuperação para contas pessoais Microsoft. A mudança faz parte da aposta da empresa no uso de passkeys e sistemas passwordless no Windows 11 e restantes serviços do ecossistema.

Segundo a empresa, os códigos enviados por SMS tornaram-se um dos principais alvos de fraude online, especialmente através de ataques SIM swap, onde criminosos conseguem transferir o número de telefone da vítima para outro cartão SIM e receber todos os códigos de autenticação. Por esse motivo, a Microsoft considera que o futuro passa por métodos mais seguros como passkeys, códigos de autenticação temporários, e emails secundários verificados.
As passkeys utilizam autenticação biométrica através do Windows Hello, impressões digitais ou PIN local do dispositivo. Em vez de depender de passwords ou códigos temporários, o sistema cria chaves criptográficas protegidas pelo próprio hardware do computador ou smartphone, dificultando os ataques de phishing e resistindo ao vector de roubo de passwords. Vão também tendo gestão facilitada a nível de transferência para novos dispositivos.

Apesar das vantagens de segurança, a decisão poderá causar problemas para utilizadores avançados e ambientes mais técnicos. Máquinas virtuais, sistemas sem biometria ou configurações específicas podem complicar o uso de passkeys, o que fazem com que, apesar de desaconselhados, os códigos SMS continuem a ser uma solução prática. Ainda assim, a Microsoft está determinada em acelerar a transição para a era "pós-passwords", e com isso, pode ser que outras empresas sigam o exemplo.

№ 05

Google I/O 2026 começa hoje

Está prestes a começar o Google I/O 2026, com a sessão de abertura a poder ser acompanhada em directo no YouTube.

O Google I/O 2026 decorre nos dias 19 e 20 de Maio no Shoreline Amphitheatre, em Mountain View, Califórnia, com a empresa a preparar uma das conferências mais focadas em inteligência artificial da sua história. A keynote principal acontece já hoje às 18h00 em Portugal continental e será transmitida online para todo o mundo através do site oficial do evento e do canal de YouTube da Google.

O Gemini deverá ser o grande protagonista da apresentação, com rumores a apontarem para novas capacidades de agente AI e uma possível evolução para o modelo Gemini 4.0. A Google também deverá mostrar como a inteligência artificial será integrada mais profundamente no Android, Chrome, Pesquisa e restantes serviços do ecossistema.



O Android 17 será certamente outro dos grandes destaques do evento, trazendo funcionalidades como detecção de burlas através de AI, e melhorias no multitasking com novas "app bubbles". Espera-se ainda que a Google revele mais detalhes sobre o Gemini Intelligence, o conjunto de funcionalidades AI premium destinado aos dispositivos Android topo de gama - que podem deixar alguns topo de gama recentes de fora.

No lado do hardware, a empresa deverá oficializar os novos Googlebooks, além da estreia dos Android XR smart glasses desenvolvidos em parceria com a Samsung. Saberemos mais já daqui a pouco, e cá estaremos para fazer o rescaldo daquilo que for revelado.

№ 06

CMF Watch 3 Pro a €80

O mais recente Watch 3 Pro da CMF, marca económica da Nothing, já está disponível.

Os fãs Nothing continuam a poder optar pelos produtos da sua marca CMF para dispositivos mais económicos, e no caso dos smartwatches isso traduz-se no seu mais recente wearable.

O Watch 3 Pro vem com ecrã AMOLED circular de 1.43", com mais de 120 mostradores disponíveis. A moldura do relógio pode ser substituída pelos utilizadores tal como as braceletes de 22 mm, para criar uma infinidade de estilos diferentes. Pode fazer o tracking de todo o tipo de parâmetros habituais, como frequência cardíaca, nível de oxigénio no sangue, sleep tracking, mais de 120 actividades físicas, sleep tracking, fazer telefonemas, e tem GPS.
O CMF Watch Pro 3 está disponível por 80 euros na Amazon Espanha.

Se quiserem combinar com o resto da família para ficarem com o conjunto completo, podem também optar pelo CMF Phone 2 Pro e pelos CMF Buds Pro 2 - ou aguardarem pela nova geração.

Este smartwatch tem protecção IP68 para uso despreocupado em todo o tipo de ambientes, e a Nothing promete que a sua bateria é suficiente para lhe dar uma autonomia de até 13 dias de uso típico - mas que se podem reduzir para 4.5 dias em uso intensivo com o ecrã always-on ligado.


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№ 07

Apple pode regressar aos iPhones em titânio

Um rumor indica que a Apple poderá regressar ao titânio em futuros modelos dos iPhone Pro, após o ter abandonado e regressado ao alumínio.

A Apple poderá não ter abandonado por completo o titânio que usou nos iPhone 15 Pro e iPhone 16 Pro. Segundo novos rumores vindos da China, a empresa continua a trabalhar em ligas de titânio melhoradas para obter o melhor resultado a nível de peso, resistência e dissipação de calor.

Depois de ter lançado o corpo em titânio nos iPhone 15 Pro e 16 Pro, a Apple voltou ao alumínio na geração iPhone 17 Pro devido a preocupações relacionadas com aquecimento e eficiência térmica. Apesar das vantagens em resistência e leveza, o titânio revelou limitações na dissipação de calor, algo que gerou críticas sobre temperaturas excessivas nesses modelos. Agora, a empresa estará a trabalhar em novas ligas de titânio mais leves e eficientes, dizendo também que as críticas sobre o aquecimento se deveram à falta de optimização do sistema e de certas apps, e que isso já terá sido resolvido.

Seria um pouco estranho ver a Apple a dar nova reviravolta neste campo; mas não seria totalmente descabido. Por outro lado, isto faz parte do processo de exploração para os futuros iPhones, estando também a testar soluções baseadas em "liquid metal", que promete maior resistência, peso reduzido, e possibilidade de ser facilmente moldado. No entanto, há questões de complexidade de produção e custo, à escala que a Apple necessita para aplicação nos iPhones, não sendo previsível que isso fique resolvido nos próximos anos.

№ 08

Elon Musk perde processo contra OpenAI

O processo de Elon Musk contra a OpenAI resultou numa derrota sumária que nem chegou aos pontos principais.

Elon Musk perdeu mais uma batalha judicial contra a OpenAI depois de um júri norte-americano decidir unanimemente, em menos de duas horas, que o empresário demorou demasiado tempo a avançar com o processo. Musk acusava a OpenAI e os seus executivos de terem renegado a missão original sem fins lucrativos da empresa para benefício financeiro próprio, mas o caso acabou por ficar totalmente invalidado por ter sido apresentado após o limite de tempo para este tipo de casos.

Segundo o tribunal, Musk já tinha conhecimento dos planos de reestruturação da OpenAI pelo menos desde 2021, o que significava que ultrapassou o limite legal de três anos para apresentar o processo. Com isso, o júri concluiu que Sam Altman, Greg Brockman, e até a Microsoft, não podiam ser responsabilizados pelas acusações feitas pelo dono da xAI e da Tesla. A decisão foi rapidamente validada pela juíza responsável pelo caso. A Microsoft celebrou publicamente o resultado, reforçando o compromisso com a parceria com a OpenAI, enquanto Musk reagiu da sua forma habitual, dizendo que tanto a juíza como o júri estavam "contra si" (pelo meio, ainda teve sorte de não ter sido convocado, pois embarcou na viagem com Donald Trump à China, apesar de não ter autorização do Tribunal para se ausentar do país).

Musk já confirmou que vai recorrer da decisão e continua a insistir que a OpenAI traiu a missão original da organização sem fins lucrativos ao criar uma estrutura focada em lucro e enriquecimento dos executivos - algo que, como este caso demonstrou, ele próprio sabia logo desde cedo, e que irá certamente dificultar que obtenha um resultado diferente no futuro. Entretanto, volta a prometer que haverá milhares de Tesla autónomos - com a versão FSD totalmente autónoma sem supervisão - nas estradas até ao final do ano; algo que tem prometido todos os anos há quase uma década.

№ 09

Kit Philips Hue com bridge Pro e smart button a €175

Quem se quiser iniciar no universo da iluminação Philips Hue, pode optar por este kit com lâmpadas, bridge Pro e botão wireless.

Automatizar a iluminação é, quase sempre, aquilo que a maioria das pessoas começa por fazer em suas casas; ou que mais rapidamente associa às "casas inteligentes". E de facto, é extremamente cómodo deixar de fazer todas aquelas pequenas rotinas diárias, em que já nem pensamos, a não ser quando nos esquecemos de algo - com deixar alguma luz ligada a noite toda, ou dia todo. E embora não sejam as mais económicas (algo que começa a mudar com a mais recente geração de lâmpadas), as lâmpadas Philips Hue continuam a ser das mais populares e apreciadas. E um starter kit como este, representa um excelente ponto de partida para quem se quiser aventurar neste mundo.
Este starter kit Philips Hue com bridge Pro, três lâmpadas, e smart button, está disponível por 175 euros na Amazon Espanha.

As lâmpadas e acessórios Philips Hue comunicam através de Zigbee (embora as mais recentes também funcionem via Bluetooth) e por isso é necessário uma bridge / hub para fazer a comunicação. Mas o processo de instalação e configuração é extremamente fácil, com a app a dar assistência passo a passo - e neste caso, ficamos já com a mais recente geração Hue Bridge Pro, com capacidade acrescida. Nem sequer fica esquecido que por vezes, a melhor forma de controlar algo é mesmo com um botão e não via app, com um pequeno smart button que podemos colocar em qualquer lado.

Depois, entre automatizações directamente na app, ou através de integração com o IFTTT, ou assistentes como o Google Assistant, ou até com o Spotify, todas as lâmpadas passam a estar sob nosso total controlo, até mesmo quando se está fora de casa. E depois é só ir adicionando o que se quer, como sensores de movimento, botões dimmer, luzes exteriores, etc. etc. E sem esquecer da compatibilidade assegurada com o Matter.


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№ 10

Microsoft vai deixar recuperar tecla Copilot

A Microsoft cedeu aos pedidos dos utilizadores e vai deixar redefinir a tecla Copilot nos teclados.

A Microsoft confirmou que o Windows 11 vai finalmente permitir alterar o comportamento da tecla dedicada ao Copilot nos novos computadores. Com uma actualização prevista para este ano, os utilizadores poderão redefinir a tecla para funcionar como Right Ctrl ou como tecla de menu de contexto, recuperando as funções clássicas das teclas que desapareceram com a chegada da tecla Copilot.

A mudança surge depois de fortes críticas relacionadas com a remoção da tecla Right Ctrl para colocar a nova tecla Copilot em muitos portáteis e teclados certificados para Windows 11. A alteração afectou especialmente atalhos e ferramentas de acessibilidade que dependem dessa tecla específica para funcionar correctamente.
A nova opção ficará disponível nas definições de teclado do Windows 11 e permitirá maior flexibilidade sem necessidade de software adicional. No entanto, mesmo isto poderá não ser a solução esperada; a própria Microsoft alerta que alguns atalhos específicos envolvendo Shift e Right Ctrl poderão não funcionar exactamente da mesma forma em todos os teclados.

Adicionar uma nova tecla, para uma funcionalidade ainda em desenvolvimento, não terá sido a opção mais sensata por parte da MS - sendo demonstrativo da fase da "loucura" AI que levou a MS a querer impingir o Copilot em todo o lado. No entanto, o resultado foi aquele que seria previsível para tudo aquilo que se tenta fazer à força: a rápida rejeição e retaliação por parte dos utilizadores. Veremos se este recuo da MS será suficiente para recuperar alguma da confiança dos utilizadores, ou se nem por isso.

№ 11

Xiaomi YU7 GT bate recorde no Nürburgring

Tal como o SU7 Ultra, também o novo Xiaomi YU7 GT mostrou o que vale obtendo um recorde no Nürburgring.

A Xiaomi está prestes a lançar a variante mais desportiva do seu SUV, o YU7 GT com perto de 1000cv, e não deixou passar a oportunidade para demonstrar que esses números não são para ficar apenas no papel. O YU7 GT estabeleceu novo recorde para SUVs de produção no circuito Nürburgring Nordschleife, completando a famosa pista alemã em apenas 7:34.931. O resultado coloca o SUV eléctrico da marca chinesa à frente de modelos como o Audi RS Q8 Performance e o Porsche Cayenne Turbo GT.

Com este tempo, o Xiaomi YU7 GT supera o anterior recorde do Audi RS Q8 Performance, que tinha registado 7:36.698 em 2024. A Xiaomi aproveitou também para destacar que o seu piloto de testes principal, Ren Zhoucan, se tornou no primeiro piloto chinês a receber certificação oficial de voltas rápidas no Nürburgring.


O recorde surge poucos dias antes do lançamento oficial do YU7 GT na China. A Xiaomi descreve o modelo como um GT de alto-desempenho, ideal para quem deseja combinar a utilização diária com o prazer de conduzir um super-desportivo. O modelo deverá chegar ao mercado com cerca de 990 cavalos de potência e velocidade máxima de 300 km/h.

Na China, deverá ter um preço próximo dos 60 mil euros. Para os europeus, ainda será necessário esperar pelo menos mais um ano, e certamente que o preço será mais próximo do dobro desse valor - a não ser que a Xiaomi esteja a preparar uma grande supresa para os seus fãs no velho continente.

№ 12

Ganha um rato Mars Gaming MMRW

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta vez a escolha recai sobre um rato Mars Gaming MMRW.

Ideal para todos os fãs da iluminação LED RGB, este rato Mars Gaming MMRW conta com toda a sua superfície superior iluminada, para além de contar com botões adicionais que serão úteis nos jogos e no dia a dia.
Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

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Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

№ 13

XBOX Player Voice vai ouvir pedidos dos jogadores

A XBOX lançou o XBOX Player Voice, um local onde os jogadores podem deixar as suas críticas e sugestões.

A nova gestão da XBOX não tem estado parada. Desde a entrada em funções de Asha Sharma que têm sido feitas inúmera remodelações, algumas delas com efeitos práticos imediatos, como a redução de preço do Game Pass. Mas, uma das coisas que se tem feito notar é uma maior aproximação à comunidade - que já levou à alteração do nome Xbox por XBOX (tudo em maiúsculas) após um pequeno inquérito - e que agora se torna ainda mais evidente com este XBOX Player Voice.

O XBOX Player Voice é um local onde os jogadores são convidados a deixar as suas críticas e sugestões, sobre tudo o que seja relacionado com o universo XBOX. Por lá podemos ver coisas como: pedidos de mais jogos exclusivos, maior foco na retrocompatibilidade, melhorias nos achievements, pack familiar do Game Pass, não abdicar dos jogos em formato físico na próxima geração da Xbox, etc.
Mais do que um local onde os jogadores podem "despejar" os seus desejos e queixas, é um local que a equipa XBOX assegura que irá ser cuidadosamente lido e analisado, com feedback quanto à situação: quando foi lida, quando foi analisada, e se será implementada ou não.

Parece que a nova gestão da XBOX quer tirar partido do feedback dos jogadores como algo positivo, em vez de ser algo para ser ignorado. Veremos no que isto irá resultar a longo prazo, mas pelo menos por agora, as alterações feitas por Asha Sharma estão a conquistar a comunidade XBOX.

№ 14

Sony aumenta PlayStation Plus

A Sony anunciou aumentos nas mensalidades PlayStation Plus para novos jogadores.

A Sony vai aumentar os preços do serviço PlayStation Plus para novos subscritores a partir de 20 de Maio de 2026. A subida afecta os planos mensal e trimestral do serviço, levando os jogadores da PS5 a pagar até mais 12% para aceder ao modo multiplayer online e restantes vantagens da subscrição.

Com a alteração, o plano mensal passa para 9.99 euros, enquanto a subscrição de três meses para 27.99 euros. Os planos anuais, para já, mantêm os preços actuais, assim como as contas de utilizadores que já tenham uma subscrição activa. Caso os utilizadores deixem a subscrição expirar, terão de aderir novamente com os novos preços.

Starting May 20, PlayStation Plus prices for new customers will increase in select regions. Due to ongoing market conditions, prices will start at $10.99 USD / €9.99 EUR / £7.99 GBP for 1-month subscriptions and $27.99 USD / €27.99 EUR / £21.99 GBP for 3-month subscriptions.…

— PlayStation (@PlayStation) May 18, 2026
Como se pode imaginar, os jogadores não estão contentes. A Sony justifica o aumento com as actuais "condições de mercado", numa altura em que a empresa também aumentou recentemente o preço das consolas PlayStation em vários mercados. A decisão surge como forma de compensar a redução nas vendas de consolas PS5 durante 2026. Mesmo com menos vendas de hardware, a Sony espera aumentar os lucros da divisão gaming, reforçando a importância dos serviços digitais e das subscrições.

Isto chega numa altura em que a MS reduziu recentemente o preço do Xbox Game Pass, e reacende a discussão sobre a necessidade de se pagar uma mensalidade para fazer algo que deveria ser de acesso gratuito: acesso ao modo multiplayer online.

№ 15

Edge deixa de manter passwords visíveis em RAM

Depois de tentar desvalorizar o assunto, a Microsoft vai deixar de expor as passwords em RAM no Edge.

A Microsoft decidiu alterar o funcionamento do gestor de passwords do Edge depois de críticas relacionadas com a forma como o browser armazenava palavras-passe em memória. A polémica surgiu após um investigador de segurança demonstrar que credenciais guardadas no Edge podiam ser extraídas directamente da RAM caso o computador estivesse comprometido por malware.

O Edge deixará de carregar automaticamente todas as passwords na memória durante o arranque do browser. Em vez disso, as credenciais serão desencriptadas apenas no momento em que forem necessárias para preencher formulários ou iniciar sessão em websites, sendo removidas da memória logo após utilização.
O problema foi identificado pelo investigador Tom Rønning, que afirmou que o Edge era o único browser baseado em Chromium a manter passwords desencriptadas continuamente em memória. Browsers como o Chrome, e outros, apenas desencriptam credenciais quando realmente necessário, reduzindo a superfície de ataque em caso de infecção por malware.

A Microsoft defendeu inicialmente que o cenário exigia já acesso ao computador por parte de malware, mas acabou por recuar após as críticas da comunidade de segurança. Agora diz que a alteração faz parte do "esforço contínuo para reforçar a segurança do Windows e do Edge", referindo também que irá rever a forma como responde a relatórios de investigadores de segurança no futuro.

№ 16

Amazon abandona Kindles mais antigos

Os utilizadores com Kindles mais antigos perdem o suporte a 20 de Maio, levando a que muitos deles tenham que recorrer ao "jailbreak" para se manterem funcionais.

A Amazon vai terminar o suporte técnico para vários modelos antigos do Kindle a partir de 20 de Maio de 2026, levando muitos utilizadores a procurar alternativas para manter os dispositivos vivos. Entre os modelos afectados estão os primeiros Kindle, Kindle DX, Kindle Keyboard, Kindle Touch, Paperwhite original e alguns tablets Kindle Fire mais antigos.

Depois do fim do suporte, estes dispositivos continuarão a permitir a leitura de livros já descarregados, mas as funcionalidades ligadas à cloud e aos serviços online da Amazon deixarão de funcionar. Isto tem reacendido o interesse em "jailbreaks" dos Kindle, para instalar software alternativo e escapar às limitações impostas pela Amazon.
Uma das soluções mais populares entre a comunidade é o KOReader, uma aplicação alternativa que oferece mais opções de personalização, suporte para formatos adicionais, estatísticas de leitura, e maior controlo sobre a experiência de leitura. Muitos utilizadores descrevem o jailbreak como uma forma de dar uma segunda vida aos Kindle, algo que acaba por ser "forçado" pelo fim do suporte da Amazon.


Apesar das vantagens, o processo traz os riscos habituais. Instalar software não oficial pode causar instabilidade, problemas de bateria ou até inutilizar permanentemente o dispositivo em casos mais graves. Ainda assim, este episódio levanta novamente o debate sobre a longevidade dos equipamentos tecnológicos modernos e a dependência crescente de serviços online para manter produtos funcionais após a compra.

Desta vez, falta saber se o intuito da Amazon de levar os clientes a comprarem Kindles mais recentes não tem o efeito oposto, levando os clientes a descobrirem que ficam melhor servidos com as opções "jailbreak".

№ 17

Kit Philips Hue com bridge Pro e smart button a €175

Quem se quiser iniciar no universo da iluminação Philips Hue, pode optar por este kit com lâmpadas, bridge Pro e botão wireless.

Automatizar a iluminação é, quase sempre, aquilo que a maioria das pessoas começa por fazer em suas casas; ou que mais rapidamente associa às "casas inteligentes". E de facto, é extremamente cómodo deixar de fazer todas aquelas pequenas rotinas diárias, em que já nem pensamos, a não ser quando nos esquecemos de algo - com deixar alguma luz ligada a noite toda, ou dia todo. E embora não sejam as mais económicas (algo que começa a mudar com a mais recente geração de lâmpadas), as lâmpadas Philips Hue continuam a ser das mais populares e apreciadas. E um starter kit como este, representa um excelente ponto de partida para quem se quiser aventurar neste mundo.
Este starter kit Philips Hue com bridge Pro, três lâmpadas, e smart button, está disponível por 175 euros na Amazon Espanha.

As lâmpadas e acessórios Philips Hue comunicam através de Zigbee (embora as mais recentes também funcionem via Bluetooth) e por isso é necessário uma bridge / hub para fazer a comunicação. Mas o processo de instalação e configuração é extremamente fácil, com a app a dar assistência passo a passo - e neste caso, ficamos já com a mais recente geração Hue Bridge Pro, com capacidade acrescida. Nem sequer fica esquecido que por vezes, a melhor forma de controlar algo é mesmo com um botão e não via app, com um pequeno smart button que podemos colocar em qualquer lado.

Depois, entre automatizações directamente na app, ou através de integração com o IFTTT, ou assistentes como o Google Assistant, ou até com o Spotify, todas as lâmpadas passam a estar sob nosso total controlo, até mesmo quando se está fora de casa. E depois é só ir adicionando o que se quer, como sensores de movimento, botões dimmer, luzes exteriores, etc. etc. E sem esquecer da compatibilidade assegurada com o Matter.


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№ 18

Análise ao Oppo Reno 15 Pro 5G

O Oppo Reno 15 Pro 5G chega com grande aposta na melhoria das capacidades fotográficas, com nova câmara principal de 200MP e tamanho mais compacto.

O Oppo Reno 15 Pro 5G

O Reno 15 Pro 5G é um smartphone curioso, em que a Oppo fez algumas decisões curiosas - e incomuns. Face à anterior geração, o Reno 15 Pro 5G contraria a tendência de crescimento habitual e reduziu o ecrã de 6.83" para 6.32", o que o torna bastante mais compacto e manejável. O peso baixa dos 201 g para os 187 g, e não deixa de ser de destacar que a bateria se mantém intocada nos 6200 mAh. A grande surpresa é que a Oppo optou por lançar o Reno 15 Pro 5G precisamente com o mesmo chipset já usado no Reno 14 Pro: o mesmo Mediatek Dimensity 8450 (4nm) acompanhado por 12GB de RAM. Isto faz com que a grande melhoria deste modelo sejam as câmaras, mais concretamente a câmara principal que passa de 50MP para 200MP, a par das restantes 50MP telefoto, 50MP ultrawide, e 50MP frontal.

A nível da qualidade de ecrã e de fabrico, não há nada a apontar, sendo aquilo que se esperaria de um smartphone da gama média-alta.
Um pequeno detalhe que (pessoalmente) me irrita, é a de termos um protector de ecrã pré-instalado. Acho que nesta gama de dispositivos as marcas deviam investir num ecrã com vidro que oferecesse protecção adequada sem ter que recorrer a películas. Mas, sei que muita gente não abdica da película, pelo que se torna num elemento de preferência pessoal.


As câmaras

Com a câmara a ser a grande alteração neste modelo, superando até (em resolução) o conjunto disponibilizado no Find X9, começamos por aqui.
A app mantém a estrutura habitual utilizada pela maioria dos fabricantes Android, disponibilizando uma série de modos - incluindo um modo "Pro" com acesso a todas as definições que se possa desejar. Dito isto, a maioria das pessoas contentar-se-á com o habitual: apontar, ajustar o zoom, e disparar.
A qualidade está ao nível do que se esperaria, resultando em fotos bem expostas e com detalhe adequado. Ainda assim, os modos de "mega-zoom" digital acabam por ser uma mera curiosidade, já que perdem todo o detalhe - levantando até a questão se fazem razão de existir (certamente o marketing dirá que sim, para poder anunciar coisas como "zoom até 100x", apesar de na prática só ser utilizável algo como os 30x).


Em funcionamento

Em funcionamento, o Reno 15 Pro 5G também não traz grandes surpresas, nem negativas nem positivas. As coisas decorrem com fluidez suficiente para tirar partido do seu ecrã de 120Hz, e a bateria de 6200mAh assegura que poderá ser usado sem grandes preocupações com a autonomia. Ainda a propósito da bateria, o smartphone suporta bypass charging, o que será vantajoso para quem gosta de jogar durante horas com o smartphone ligado ao carregador, sem dar uso à bateria. Pena é que não venha com um chipset actualizado.
É também criticável que a Oppo continue a incluir toda uma série de jogos e apps pré-instalados (o chamado bloatware), que aqui incluem apps como o Facebook, Instagram, TikTok, LinkedIn, Temu, Spotify, Autodoc, e outras. É certo que podemos desinstalá-las, mas não deixa de ser um passo que deveria ser desnecessário. Mais uma vez, relembro que não estamos a falar de um smartphone de 100 ou 200 euros, onde isso poderia ser usado com a desculpa do preço reduzido, mas sim de um smartphone que custa perto de 800 euros.
Tirando isso, o ColorOS é um Android bastante limpo e fluido, e que se mantém bastante próximo do uso do Android standard - com alguns acrescentos como uma dock com atalhos para apps de acesso rápido. Tem também a promessa de cinco anos de actualizações de sistema e seis anos de actualizações de segurança.


Apreciação final

O Oppo Reno 15 Pro 5G parece ser um smartphone feito a pedido para quem está frustrado com o tamanho dos smartphones topo de gama. A redução do ecrã faz com que se torne num smartphone bastante mais fácil de usar no dia a dia, e isto não abdicando de uma bateria bastante generosa de 6200mAh (com carregamento SuperVOOC de 80W) nem da protecção IP68/69. As melhorias nas câmaras também serão bem recebidas - a grande questão é saber se isso será suficiente para fazer esquecer o uso do mesmo chipset usado no Reno 14 Pro.

A Oppo também fornece toda uma série de funcionalidades AI, mas que ficam dependentes do uso de uma conta Oppo - algo que acaba por ser cada vez mais comum, já que todas as marcas fazem os possíveis por "obrigar" os clientes a criarem conta nos seus respectivos serviços.

A experiência com o Reno 15 Pro 5G é maioritariamente positiva, pelo - tendo em conta que pode ser encontrado abaixo dos 800 euros - sai daqui com um "Quente".


Oppo Reno 15 Pro 5G
Quente
Prós
  • Tamanho compacto
  • Câmaras
  • Bateria de 6200 mAh

Contras

  • Chipset igual ao Reno 14 Pro
  • Falta de carregamento wireless
  • Bloatware de apps pré-instaladas


Oppo Reno 15 Pro 5G

Quente (4/5)
№ 19

Windows 11 ganha barra de Start em qualquer lado

As versões de teste do Windows 11 já têm acesso à barra de Start redimensionável e reposicionável em qualquer lado do ecrã.

A Microsoft está finalmente a trazer de volta várias opções de personalização para o Windows 11, incluindo mudanças importantes na Taskbar e no menu Iniciar. Estas alterações chegaram aos utilizadores Insider e às versões experimentais do sistema, com distribuição mais ampla prevista para os próximos meses.

Uma das maiores alterações é o regresso da possibilidade de mover a Taskbar para diferentes posições do ecrã. Os utilizadores poderão voltar a colocar a barra no topo do ecrã, de lado, ou manter a posição tradicional em baixo. Recorde-se que isto era algo que era possível nos Windows mais antigos, mas que a MS removeu no Windows 11. Também será possível alterar o alinhamento dos ícones e activar uma Taskbar mais compacta para ganhar espaço útil no ecrã.
O menu Iniciar também recebe melhorias na personalização. A Microsoft vai permitir esconder secções específicas, além de oferecer controlo independente sobre recomendações de ficheiros recentes. Os utilizadores poderão ainda escolher diferentes tamanhos para o menu Iniciar e esconder o nome e fotografia de perfil para maior privacidade durante partilhas de ecrã ou apresentações.
Isto eram coisas que, anteriormente, a MS tentou descartar dizendo que eram alterações "extremamente complexas" - apesar de coisas como o reposicionamento e redimensionamento da taskbar serem coisas que existiam nas versões anteriores - agora, felizmente, a Microsoft parece ter decidido dar prioridade aos pedidos dos utilizadores em vez de se focar nas desculpas. Resta esperar que, até que isto chegue ao Windows público, os utilizadores não se esqueçam que esta capacidade existia e poderá voltar a ser usada.

№ 20

X muda regras e desvaloriza publicações frequentes

O X revelou as mais recentes alterações ao seu algoritmo, revelando que passou a penalizar quem publicar múltiplas vezes por dia.

O X (eterno Twitter para os veteranos), faz questão de referir que é a única rede social "totalmente transparente" por publicar o seu algoritmo como open-source. Isto, apesar de todas as dúvidas e acusações de que continua a privilegiar algumas contas especiais, como a de Elon Musk, que parece estar imune às regras que aplica aos outros.

De qualquer forma, com a mais recente alteração do algoritmo, descobrem-se novas regras a seguir caso não se queira ser prejudicado. Depois de no passado já se terem penalizado as publicações com links (levando à táctica idiota de publicar um curto resumo e depois colocar o link num comentário a essa publicação), agora a nova vítima são os publicadores frequentes.

Fazer mais de quatro publicações por dia garante que essas publicações fiquem escondidas do público em geral. E também são (supostamente) penalizadas as republições, e até publicações que tenham likes por pessoas que não comentem / respondam.
Apesar das promessas de "praça pública", o X continua a decidir unilateralmente aquilo que os seus utilizadores devem fazer (se quiserem ter visibilidade na plataforma). Por um lado, está no seu direito, e é certo que os utilizadores podem simplesmente ignorar o algoritmo e optar pelo feed "following" que mostra as pessoas que seguem, sem intereferências; por outro lado, não deixa de ser triste que desincentive o uso do do feed "sugerido" que, por vezes, permite descobrir conteúdos interessantes. E se por um lado justifica estas alterações para ser uma rede "de maior qualidade", essa desculpa cai por terra quando, nos vídeos, adopta uma postura totalmente à TikTok, impingindo vídeos "virais" com o único propósito de tentar manter o utilizador agarrado à app por mais alguns minutos.

Enquanto isso, para lidar com o problema dos bots e spam - que Elon Musk tem dito que é um "problema resolvido" desde o momento que comprou o Twitter, há anos - o X aplicou novos limites. Nas contas não verificadas (gratuitas) passa a haver um limite de 50 publicações e 200 respostas por dia, e 500 mensagens directas. Essas contas também só podem seguir um máximo de 5000 pessoas. Adicionalmente, há um novo sistema que pode pedir verificação biométrica da palma das mãos, para contas suspeitas de violar os termos de serviço.

Enquanto isso, todos os bots e spam de contas "verificadas" (pagas) parece continuar a ter caminho livre para inundar a rede como tem feito. Aparentemente, nem com toda a mega-inteligência do Grok o X consegue diferenciar utilizadores reais dos bots e spam.

Se andarem por lá, podem encontrar-me em @ptnik (a conta do AadM caiu em desuso devido às dificuldades que o X criou para as publicações automáticas), sendo recomendável usarem a tab "following" em vez da "for you" decidida pelo algoritmo.

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