O Aberto até de Madrugada chega à maioridade, celebrando os 18 anos de idade.
A ritmo que parece ser cada vez mais acelerado, chegamos aos 18 anos de AadM. Mais um marco que tenho a felicidade e o prazer de celebrar com todos os que me acompanham desse lado.
São dezoito anos de publicações diárias ininterruptas, "faça chuva ou faça sol", que parecem difíceis de acreditar. E não são só os fins de semana, mas também férias, viagens, e muitos outros eventos que, de uma forma ou de outra, não têm interrompido o compromisso (auto-imposto é certo) de manter a cadência regular das publicações. Chamada especial de atenção para a inevitável excepção: o
apagão de 28 de Abril, que nos apanhou de surpresa e não deu hipótese - não só as UPS se esgotaram, como as comunicações não fizeram voltar à idade pré-histórica pré-internet (uma boa desculpa para quem necessitar justificar o investimento em baterias para casa e uma ligação Starlink).
Ao longo deste último ano o grande destaque continua a ir para a tecnologia AI, que continua a evoluir a ritmo cada vez mais acelerado. Além das melhorias a nível de poupança de tempo para as tarefas chatas, começam também a surgir relatos cada vez mais numerosos e frequentes de como os mais recentes modelos AI estão a mostrar resultados a nível de inovações com impacto substancial para a humanidade, como uma potencial
nova terapia para o cancro, ou
aceleração da energia de fusão. Pelo outro lado, ferramentas como o
Sora da OpenAI e
Veo da Google, entre outras, fazem com que se esteja numa era em que não se pode acreditar naquilo que se vê. Não será surpresa que, no futuro (ou já hoje), a única maneira de identificar se um video ou foto é real ou gerado por AI seja... perguntando a uma ferramenta AI!
Para o próximo ano é de esperar uma aceleração ainda maior das ferramentas AI, que contarão com uma vertente de aplicação física no mundo real com a aproximação dos
robots humanóides para uso doméstico. Para uns, isso pode ser algo que deve ser acompanhado por grande cautela para não se cair num cenário "à Terminator"; para outros, poderá ser visto de forma mais positiva e optimista, como sendo mais um passo em direcção a uma sociedade de "abundância sustentável", em que teremos os robots a fazer todo o trabalho, deixando as pessoas livres para se dedicarem ao que realmente gostam. Seria imensamente recompensador que se pudesse testemunhar isso a acontecer no nosso tempo de vida - a transição da sociedade de "trabalho" para uma sociedade à "Star Trek" - mas não podemos esquecer que não há tecnologia que, por si só, seja capaz de resolver os problemas causados deliberadamente pelos humanos. Esperemos que muitos desses problemas deixem de existir com a chegada da fusão nuclear e a energia "ilimitada", que colocará um ponto final em todos os (muitos conflitos) que são directa, ou indirectamente, causados pelo acesso a recursos como o petróleo e gás.
Dito isto, passo para o nosso habitual passatempo de aniversário, em que este ano se repete (tendo em conta que fez grande sucesso o ano passado), um conjunto de
barras de luz Govee.
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P.S. Manda a tradição que deixe um link para o
post do aniversário anterior; e também para o
primeiro post do AadM em 2007.