PlanetGeek
№ 01

Promoção Black Friday com Office 2021 Pro por €29.28 na Godeal24


A Black Friday é o destino final para economias significativas, oferecendo os maiores descontos de todo o ano. As principais categorias a ter em atenção são os computer tools, onde encontrará preços doorbuster em produtos MS mais vendidos e noutras marcas como Ashampoo e iObit! Não perca os preços raros para fazer um upgrade aos seus dispositivos com os Godeal24 Black Friday Deals! O tempo urge para este negócio incrível. Hesite agora, e acabará por pagar mais pela mesma software key.

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O pagamento pode ser feito com PayPal (que aparece ao se escolher a opção de pagamento cwalletco) para total segurança, e conta com assistência permanente através do endereço de email [email protected].


№ 02

Robots da Figure podem matar pessoas - denuncia ex responsável pela segurança

Robert Gruendel, que ocupava a posição de Head of Product Safety da Figure, diz que os robots da empresa são perigosos e podem ferir ou matar pessoas.

Poucos dias depois da Figure AI estar nas notícias devido ao seu CEO acusar uma empresa de robots chinesa de usar CGI para falsificar centenas de robots, a empresa volta a dar que falar - e não pelos melhores motivos.

A Figure AI enfrenta agora graves acusações de falta segurança, depois do seu antigo responsável ter avançado com uma acção de denúncia, alegando que os robots humanóides da empresa representam riscos letais. Robert Gruendel diz que foi despedido logo depois de alertar os executivos de que as máquinas eram "fortes o suficiente para fracturar um crânio humano", citando um incidente em que um robot avariado terá feito um corte de seis milímetros numa porta de frigorífico de aço. Segundo o processo, as suas preocupações foram completamente ignoradas, antes de ser dispensado com uma justificação vaga.

A empresa rejeita as acusações, dizendo que Gruendel foi despedido devido ao seu fraco desempenho e que as alegações são "falsidades" que pretende refutar em tribunal. O engenheiro procura indemnizações económicas, compensatórias e punitivas, argumentando que a lei da Califórnia protege trabalhadores que denunciam práticas inseguras. O seu advogado afirma que este poderá ser um dos primeiros casos de denúncia a abordar directamente os perigos físicos colocados por robots humanóides.

Figure AI faces a whistleblower lawsuit from its former Head of Product Safety, Robert Gruendel.

Gruendel alleges wrongful termination in September 2024 after raising safety concerns to executives, including CEO Brett Adcock. He warned Figure's robots "were powerful enough to… pic.twitter.com/XxdnjlwgMO

— The Humanoid Hub (@TheHumanoidHub) November 22, 2025
A queixa também acusa a Figure de ter manipulado um plano de segurança preparado para grandes investidores, que mais tarde contribuíram para a valorização de 39 mil milhões de dólares da empresa. Gruendel diz que a liderança removeu elementos essenciais de segurança antes de fechar o negócio e ignorou avisos internos depois disso, criando uma cultura em que levantar questões de segurança era visto como um obstáculo e não como uma obrigação.

O caso surge numa fase de avanço acelerado da robótica humanóide e das crescentes preocupações sobre os riscos de segurança no mundo real. Embora grande parte do debate sobre AI, não é a primeira vez que surgem questões sobre o que acontecerá quando máquinas fisicamente poderosas falharam perto de pessoas. Veremos se a táctica do CEO da Figure será a que já usou anteriormente: a de que é tudo "fake videos" gerados por CGI.

№ 03

Spotify facilita importação de playlists

O Spotify facilita a vida para quem quiser trazer as suas playlists de outros serviços de streaming.

Para quem perder incontáveis horas a criar playlists, a ideia de ter que refazer tudo de novo por mudar para um novo serviço de streaming de música torna-se um grande impeditivo. Por resolver isso, o Spotify está a facilitar a vida a quem quer trazer as suas playlists de outros serviços de streaming. A app passou a incluir uma ferramenta integrada de transferência, suportada pelo TuneMyMusic, que permite importar playlists de plataformas como Tidal, YouTube Music, Qobuz, Beatport e até Napster.

Em vez de criar um sistema próprio, a Spotify integrou diretamente o TuneMyMusic - um dos vários serviços populares que já fazem este tipo de migração. Outras opções, como o Soundiiz e o SongShift, também permitem transferências semelhantes, sendo este último o motor da ferramenta de importação da Apple Music lançada em Agosto. Embora fosse possível usar estes serviços externos, os planos gratuitos costumam limitar o número de playlists ou a sua duração. Ao usar a integração dentro da app da Spotify, os utilizadores têm direito a transferências ilimitadas, ainda que apenas no sentido de importar para a Spotify.

A funcionalidade está agora a ser disponibilizada globalmente na app móvel, ajudando a plataforma a conquistar utilizadores que estivessem indecisos ou reticentes devido à questão das playlists.

№ 04

Google avança com mudança do Google Assistant para o Gemini

A Google continua a preparar a transição do Google Assistant para o Gemini, desta vez actualizando os ecrãs de configuração do "Hey Google" e "Voice Match".

A Google continua a afastar-se do Google Assistant enquanto integra cada vez mais o Gemini no Android. As mudanças mais recentes aparecem nos ecrãs de configuração do Hey Google e do Voice Match, que passam a dar destaque ao Gemini. A página "Hey Google & Voice Match" muda de nome para "Falar com o Gemini sem usar as mãos".

Elementos encontrados na versão 16.46.61 da app Google mostram que a empresa se prepara para remover ainda mais referências ao Assistant na interface. O novo processo de configuração centra-se no Gemini em vez do Google Assistant, incluindo animações actualizadas. Há também uma nova secção "Gerir Voice Match", agora identificada como alimentada pelo Gemini.


Ainda não é claro se a tecnologia do reconhecimento de voz mudou realmente ou se estamos apenas perante uma reformulação visual. A Google não esclareceu se o sistema de activação por voz ou de identificação já está a correr em modelos Gemini, ou se está apenas a preparar os utilizadores para uma transição mais profunda.

O que se sabe desde já, é que o Google Assistant tradicional só estará disponível até Março de 2026, altura em que terá que estar concluída a mudança total para o Gemini. Estas alterações indicam que esse processo está em curso, e deverá tornar-se cada vez mais notório nos próximos meses.

Adeus Google Assistant, foste bastante apreciado no teu tempo, mas não tens capacidade para competir com os modelos AI mais recentes.

№ 05

Samsung SmartThings ganha Shortcuts da Siri

Os utilizadores de smart devices ligados via Samsung SmartThings já os podem controlar através dos Shortcuts da Siri.

A plataforma SmartThings da Samsung passou a ser compatível com os Shortcuts da Siri, facilitando o controlo das casas inteligentes a partir de um iPhone ou HomePod. Com esta actualização, é possível usar a assistente de voz da Apple para executar rotinas do SmartThings, bastando um simples comando de voz para ligar luzes, abrir estores ou activar eletrodomésticos.

Os Shortcuts da Siri permitem criar ou usar automatizações pré-configuradas no iOS. Agora, ao dizer "Hey Siri, bom dia", podemos accionar uma rotina SmartThings que prepara a casa para o início do dia: ligar a máquina de café, aumentar a iluminação e abrir as cortinas. A actualização também melhora a app SmartThings nos dispositivos Apple. No Apple Watch, passa a ser possível visualizar todos os dispositivos, enviar comandos e executar rotinas directamente do pulso. Já na versão iOS, podemos controlar até cinco dispositivos usados recentemente a partir do lock screen graças ao suporte para Live Activities.

Embora se esteja a evoluir no sentido de se tornar irrelevante qual a plataforma utilizada, com o Matter e Thread a promoverem que todos os smart devices possam ser controlados a partir de qualquer app, isso não significa que esse objectivo seja atingido de um dia para o outro - pelo que melhorias graduais de interoperabilidade, como esta, tornam-se bastante importantes para melhorar a vida dos utilizades desde já, sem que tenham que esperar pela promessa do "futuro ideal".

№ 06

Preço da memória RAM triplica em 2 meses

O preço da memória RAM está a sofrer uma explosão sem precedentes, lançando grande incerteza para o próximo ano.

Más notícias para quem estivesse a pensar montar um novo computador, ou expandir a capacidade de RAM do seu PC actual. Os módulos de memória RAM, que mantiveram preços relativamente baixos durante um longo período (era possível encontrar-se 64 GB de RAM por cerca de 250 euros) estão agora a sofrer aumentos dramáticos, que já os deixam a perto do triplo desse valor, ou mais. E o pior é que este cenário deverá agravar-se ainda mais nos próximos meses.

Ao estilo do que aconteceu com os preços inflacionados das placas gráficas no período de euforia das criptomoedas, desta vez a culpa é da "AI". Ou, melhor dizendo, a aposta em mega data centers para AI, com uma quantidade louca de hardware, está a absorver toda a produção de módulos RAM, fazendo com que o preço para o público sofra este agravamento.

RAM price increases will be a real problem for high-end gaming for several years. Factories are diverting leading edge DRAM capacity to meet AI needs where data centers are bidding far higher than consumer device makers. https://t.co/VgO2OG4oOr

— Tim Sweeney (@TimSweeneyEpic) November 24, 2025
Isto não irá apenas afectar as pessoas que compram módulos RAM (que serão uma pequena percentagem), mas também muitos outros produtos. Por exemplo, a MS já fala de que poderá ter que fazer novo aumento da Xbox (a Sony diz ter stock suficiente de RAM para as PS5 para evitar esse cenário por enquanto). E isto torna-se num grande problema para o lançamento da Steam Machine da Valve, que já se falava que podia ter um preço superior ao desejado, mas que com os preços da RAM nestes níveis irá torná-a "estupidamente" cara.

Empresas como a Nvidia e a AMD também até já vão equacionando a possibilidade de deixarem de produzir GPUs "baratos", tendo em conta a enorme procura pelos GPUs topo-de-gama para processamento AI, o que poderá complicar ainda mais a vida aos jogadores de PC. No pior dos casos, isto poderá significar que os próximos anos serão bastante complicados para o segmento de gaming PC, ou para todos os que necessitem de PCs poderosos para actividades profissionais.

№ 07

Apple lança "iPhone Grip" de €63

A Apple tem novo acessório que dá que falar, um suporte MagSafe que facilita segurar num iPhone, mas que custa cerca de 63 euros.

Poucos dias depois de ter lançado a bolsa de iPhone de 230 euros a Apple reforça a gama de acessórios com preços que muitos poderão considerar ridículos.

Desta vez é trata-se do Hikawa Phone Grip and Stand, um acessório criado pela artista de LA Bailey Hikawa, para assinalar os 40 anos de iniciativas de acessibilidade da Apple. A edição limitada de lançamento teve uma procura tão elevada que o stock desapareceu quase de imediato, pelo que agora restam duas cores adicionais, Cobalt e Blurple Swirl, que poderão ser encomendadas no site da artista.

Este acessório fixa-se magneticamente aos iPhones com MagSafe, facilitando tanto o processo de pegar e segurar no iPhone por pessoas com mobilidade reduzida, como também funciona como suporte, oferecendo dois ângulos de visualização em orientação vertical ou horizontal.

A única crítica é que, para um acessório de acessibilidade, torna-se difícil justificar que tenha um preço tão pouco acessível.

№ 08

Suporte para portátil com docking station e KVM a €44

Sendo extremamente útil para quem trabalha com um portátil a par de um PC, espreitem este suporte para portátil com docking station e KVM da Benfei.

Para quem usa um portátil como computador principal (ou quase principal) e prefere usá-lo com monitor e teclado externos, ou em paralelo com um computador desktop, nem sempre é fácil fazer essa gestão e escapar à confusão de cabos. Mas isso é algo que pode ser resolvido escolhendo um suporte adequado.

Este suporte multifuncional da Benfei não só coloca o portátil numa posição mais adequada, como também integra um hub USB 3.0, suporte para carregamento PD 100 W, saída HDMI 4K para monitor externo, um KVM integrado, e até um carregador wireless de 15 W.
Este suporte Benfei com docking station está disponível por 44 euros na Amazon Espanha.

Apesar de todas estas capacidades, o suporte pode ser "compactado" de forma a ficar totalmente plano, facilitando a sua arrumação e transporte. Mas, o mais importante, é que permite que se fique com um sistema pronto a funcionar de forma rápida e livre da ligação de quase uma dezenas de cabos de cada vez que se quer pousar o portátil na secretária para começar a trabalhar.


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№ 09

Samsung vai usar Perplexity no Bixby

A Samsung poderá seguir a táctica da Apple e usar os modelos AI da Perplexity para melhorar o assistente Bixby.

A Samsung está a preparar para uma grande melhoria AI no Bixby do futuro Galaxy S26, seguindo uma estratégia semelhante à que a Apple adoptou recentemente para a Siri. Segundo um conhecido informador, a ideia é combinar as capacidades locais do Bixby com os modelos AI da Perplexity, permitindo ao assistente tratar pedidos simples no dispositivo e enviar tarefas de raciocínio complexo e geração de conteúdo para a Perplexity.

A abordagem aproxima-se do modelo da Apple Intelligence, que junta modelos locais da Apple com o ChatGPT para tarefas mais pesadas. Mas a escolha da Samsung chama a atenção porque a marca já tem uma forte parceria com a Google, e os modelos Gemini estão integrados no One UI dos dispositivos Galaxy mais recentes. A integração da Perplexity indica que a Samsung está a alargar o leque de modelos em vez de se limitar ao ecossistema Google.

Confirmed: Bixby will have Perplexity integrated into it. Basic tasks will be handled by Bixby while complicated, more thinking tasks will be backed by Perplexity. Just like how ChatGPT x Apple Intelligence works. Debut during the S26 series Unpacked very likely.

— Semi-retired-ing (@chunvn8888) November 24, 2025
Entretanto, a Apple também está a reforçar a sua estratégia multi-modelo. Há relatos de que a nova Siri mais avançada recorrerá ao Gemini para tarefas mais complexas, enquanto os modelos internos da Apple continuarão a tratar de funções mais simples. A actualização mais ambiciosa da Siri estava inicialmente prevista para o iOS 18, mas terá sido adiada para o início do próximo ano (2026) chegando com uma actualização ao iOS 26 - e só se materializando totalmente com a chegada do iOS 27.

Resta saber se a Samsung também apostará em modelos AI externos mas que correm nos seus próprios servidores e com garantias acrescidas de privacidade, ou se se limitará a enviar os pedidos para os servidores da Perplexity.

№ 10

iOS 27 deverá focar-se na estabilidade

A Apple deverá abrandar as novas funcionalidades e focar-se na melhoria da estabilidade e qualidade no próximo iOS 27.

Segundo os mais recentes relatos, a Apple deverá focar o próximo iOS 27 em dois objectivos principais: melhorar a qualidade geral do sistema e desempenho - seguindo a táctica já usada no antigo Mac OS X Snow Leopard (e alguns iOS), dando prioridade à estabilidade e ao desempenho em vez de novas funcionalidades. Ainda assim, haverá uma excepção a esta regra, com um reforço das inevitáveis funcionalidades AI, em que a Apple tem estado bastante atrasada face aos rivais.

Entre as novidades esperadas está o Apple Health+, um serviço de subscrição que oferecerá recomendações de saúde personalizadas e análises geradas por AI no dispositivo. A mesma abordagem de "qualidade acima de novas funcionalidades" deverá aplicar-se também ao macOS 27. Sendo que as primeiras versões betas do iOS 27, macOS 27 e restantes actualizações deverão ser disponibilizadas pouco depois da WWDC em Junho de 2026.

O iOS 26, além de ter marcado a estreia de novo estilo visual (o "problemático" Liquid Glass, que continua a ser afinado pela Apple - e sem fim à vista), é também uma versão que se torna num dos iOS com mais bugs dos últimos anos. Até coisas básicas como limpar as notificações podem deixar de funcionar, obrigando a um restart para que funcionem - e isto sem entrar em detalhes como os "reflexos" do efeito Liquid Glass em icons, que por vezes funcionam, outras vezes não, e outras vezes funcionam numas coisas mas não em outras que estão lado a lado no mesmo ecrã.

№ 11

AirPods em Android com app LibrePods

A app LibrePods desbloqueia diversas funcionalidades dos AirPods quando emparelhados com smartphones Android.

Uma nova app para Android chamada LibrePods está a trazer para os AirPods funcionalidades que antes eram exclusivas dos dispositivos Apple. Embora os AirPods sempre tenham funcionado em Android, a experiência era bastante limitada, sem acesso a coisas como a detecção automática, sem gestos, e com poucas informações sobre a bateria. O LibrePods muda isso ao desbloquear as mesmas funções disponíveis num iPhone.

Com a app instalada, os utilizadores passam a ter detecção de ouvido que pausa o áudio ao remover um auricular, gestos com a cabeça para atender chamadas, e o Conversational Awareness que reduz o volume quando se começa a falar. A app também permite alternar entre modos de cencelamento de ruído, ver níveis de bateria com precisão, e ajustar definições de acessibilidade normalmente indisponíveis.
Para o conseguir, o developer teve que fazer engenharia reversa dos protocolos privados da Apple, para que os AirPods reconheçam o telemóvel Android como se fosse um dispositivo Apple. Esse truque permite partilhar dados e activar funções que, de outro modo, só estariam disponíveis para dispositivos Apple. Há, contudo, algumas restrições de peso: a maioria dos telefones Android precisa de ter acesso root e do Xposed framework devido a um bug no Bluetooth. Dispositivos OnePlus e Oppo, com ColorOS ou OxygenOS 16, conseguem usar a app sem root, embora certas opções continuem a exigir acesso avançado.

O LibrePods suporta todos os modelos de AirPods, incluindo AirPods Max e os mais recentes AirPods Pro 2 e 3, embora os modelos mais antigos não recebam todas as funcionalidades. Quem estiver interessado pode consultar os detalhes técnicos no GitHub do projeto ou descarregar o ficheiro APK (com a devida advertência quanto à instalação directa de apps via APK).

Com a Google a também andar em onda de "reverse engineering" dos protocolos Apple, pode ser que não demore muito para que também adicionem o suporte oficial para os AirPods em Android.

№ 12

A incrível engenharia dos motores a jato dos aviões

Os motores a jato permitiram uma revolução nos transportes aéreos, mas dependem de vários "milagres" da tecnologia para se tornarem realidade.

Ao estilo do que acontece quando se entra num carro e se conduz até ao destino, ninguém pensa em como funcionam os motores ao entrar num avião para voar para outro país ou continente. No entanto, os motores a jato usados pela grande maioria dos aviões comerciais são uma verdadeira maravilha da engenharia, que merece que se dediquem alguns minutos para ficar a conhecer um pouco mais em detalhe o que se passa no seu interior.

O vídeo que se segue mergulha de cabeça nesse mundo da engenharia escondida nestes motores, passando por coisas como a sua resistência, e a sua aparente capacidade "sobre-humana" de funcionar a temperaturas que deveriam derreter os próprios materiais que o compõem.


No mínimo, dará um excelente tópico de conversa para terem na próxima viagem de avião que fizerem. :)

№ 13

Command & Conquer: Red Alert 2 chega ao browser

Os fãs e curiosos podem revisitar o clássico Command & Conquer: Red Alert 2 no browser.

Já é possível jogar Command & Conquer: Red Alert 2 directamente no browser sem necessidade de instalar nada. O clássico de 2000 que se tornou numa referência dos jogos RTS - conhecido pelas suas cutscenes com interpretações exageradas e pela jogabilidade estratégica - ganhou nova vida graças ao projecto Chrono Divide. Basta visitar o site no browser e clicar em jogar.

O Chrono Divide funciona no Chrome, Edge, Safari e até em browsers móveis. O Firefox também é suportado, mas ainda com alguns problemas de desempenho. A versão web inclui todos os mapas originais, permite multijogador cross-platform, e até suporta alguns mods. Infelizmente, as campanhas single-player ainda não estão disponíveis. Os criadores do projecto referem que continuam a trabalhar para trazer toda a experiência para a web, com o objectivo de igualar todas as funcionalidades do motor original de Red Alert 2.


Para joga será preciso importar os ficheiros originais do jogo, mas o site fornece um link directo para os obter. Depois disso, fica-se com acesso total ao jogo, incluindo as icónicas cutscenes em vídeo que adquirem todo o um novo nível de apreço ao serem vistas (ou revistas) 25 anos(!) mais tarde.

Relembre-se que a Electronic Arts (EA) já disponibilizou o código-fonte do Command & Conquer, Red Alert, Renegade e Generals no GitHub como open-source.

№ 14

X mostra - e volta a esconder - localização dos utilizadores

O X começou a mostrar a localização das contas dos utilizadores, mas rapidamente reverteu a medida de "transparência" em resposta a algumas descobertas.

O X começou a disponibilizar uma nova secção "About this account" nos perfis, oferecendo mais transparência sobre a criação e evolução de cada conta. A funcionalidade mostra dados como a localização da conta, o número de alterações de username, a data original de adesão, e a forma como a app foi instalada. O objectivo, segundo a empresa, é ajudar os utilizadores a identificarem bots e comportamentos falsos, algo cada vez mais difícil de controlar na era AI.

A ideia foi anunciada pela primeira vez em Outubro e, desde então, mais utilizadores começaram a vê-la aparecer nos seus próprios perfis. Para aceder, basta tocar na data "Joined", para abrir uma página com o histórico da conta e a origem da ligação à plataforma. De momento, muitos utilizadores só conseguem ver esta informação nas suas próprias contas, e não nas dos outros. A X parece estar a dar tempo para que cada pessoa confirme a precisão dos dados e ajuste as definições de privacidade antes de alargar a disponibilização. É possível escolher se o perfil mostra o país ou apenas a região, uma opção que foi justificada para proteger contas em países mais sujeitos a censura.

X has just shut down access to this feature after millions of foreign MAGA, Israel bot farms were exposed. pic.twitter.com/e2wHjl1V07

— Pirat_Nation 🔴 (@Pirat_Nation) November 22, 2025

DogeDesigner is in fact from India. pic.twitter.com/vhLZwLa64U

— Pirat_Nation 🔴 (@Pirat_Nation) November 22, 2025

X's Origin Feature Exposes Fake Native American Account pic.twitter.com/lxmXodRIU8

— Pirat_Nation 🔴 (@Pirat_Nation) November 22, 2025
No entanto, esta transparência parece já estar a surtir efeitos (in)desejados. Não demorou para que várias contas relativamente populares revelassem ter países de origem duvidosos, como contas que visam influenciar opiniões nos EUA mas que foram criadas em países como a Índia ou Bangladesh, ou outras que parecem indicar que são bot farms de Israel e outros países.

A parte que não ficará bem ao X é que, em aparente resultado destas descobertas, o X tenha voltado a esconder o ponto de origem destas contas. Falta agora saber se a prometida "maior transparência" será uma transparência que é mais transparente para uns e menos transparente para outros.

№ 15

Gmail nega uso dos emails e anexos para treinar AI

A Google veio responder as acusações de que o Gmail engana os utilizadores e usa emails e anexos para treinar AI.

A Google está a reagir a uma vaga de publicações que a acusam de estar a usar mensagens e anexos do Gmail para treinar os seus modelos AI. Segundo essas publicações, a única forma de impedir isso passa por desactivar as "smart features" do Gmail, como a verificação ortográfica ou sugestões automáticas, que supostamente teriam sido activadas secretamente pela Google. Apesar dessas acusações desde logo terem sido desvalorizadas por todos os utilizadores que se recordassem que estas opções não são novas e estão disponíveis há anos, a Google decidiu dar resposta oficial para não deixar mal-entendidos.

A empresa refere que as acusações são enganosas e que nenhuma definição foi alterada sem aviso. As Smart Features existem há vários anos e a Google insiste que não utiliza o conteúdo dos emails dos utilizadores para treinar o modelo Gemini.

Let's set the record straight on recent misleading reports. Here are the facts:

• We have not changed anyone’s settings.

• Gmail Smart Features have existed for many years.

• We do not use your Gmail content to train our Gemini AI model.

We are always transparent and…

— Gmail (@gmail) November 21, 2025
Ainda assim, alguns utilizadores referem que certas Smart Features que tinham desactivado voltaram a ficar activas este ano. Isso pode estar relacionado com uma actualização feita em Janeiro, que separou os controlos de personalização do Workspace e de outros serviços Google, permitindo ajustes diferenciados no ecossistema da Google.

As Smart Features alimentam funções como o seguimento de encomendas ou a referenciação rápida de eventos mencionados nos emails quando se criam eventos ou tarefas no calendário. Embora activá-las permita ao Google Workspace personalizar a experiência para cada utilizador, a Google assegura que não significa que utilizará o conteúdos dos emails para o treino de modelos AI.

№ 16

Super Heavy V3 rebenta durante os testes

A estreia do primeiro booster da nova geração, o Super Heavy "Version 3", vai sofrer atrasos, depois do foguete ter rebentado durante a fase de testes.

A SpaceX sofreu novo revés técnico depois de meses de confiança crescente nos voos da Starship. O primeiro booster da nova geração, o Super Heavy "Version 3", designado Booster 18, sofreu danos estruturais significativos durante um teste inicial de pressurização. A empresa de Elon Musk tinha revelado na quinta-feira que o novo modelo iria iniciar os seus primeiros testes, focados nos sistemas de propelente redesenhados e na resistência estrutural, mas, menos de 24 horas depois, o resultado não podia ser mais desolador.

Segundo a própria SpaceX, o problema surgiu durante um teste de pressão, antes das provas estruturais completas. O booster não tinha motores instalados e não continha propelente, o que permitiu manter todos os técnicos em segurança. A empresa não detalhou ainda a causa do colapso, afirmando que necessita de tempo para analisar a falha e avaliar quando poderá regressar ao local para recuperar o veículo.

Booster 18 seems to have just exploded during testing at the Massey outpost. pic.twitter.com/fmVdYPmWvA

— LabPadre Space (@LabPadre) November 21, 2025

Another angle showing super heavy booster 18's severe LOX tank damage that occured during testing overnight.

11/21/25 pic.twitter.com/7BYWN7Nlfq

— Starship Gazer (@StarshipGazer) November 21, 2025
O Booster 18 é o primeiro exemplar da arquitectura V3 da Starship, um salto evolutivo em relação à geração V2 que, após um ano turbulento, terminou 2025 com duas missões bem-sucedidas. À primeira vista, o novo booster não parece muito diferente do anterior, mas inclui várias alterações profundas: é cerca de metro e meio mais alto, integra o anel de hot staging directamente na estrutura em vez de um módulo separado, e prepara-se para voar com os novos motores Raptor 3. A SpaceX também simplificou o design aerodinâmico, reduzindo de quatro para três grid fins, cada uma 50% maior que na versão anterior.

A falha chega num momento delicado para a empresa, que vinha de uma série de bons desempenhos: cinco lançamentos do Starship em 2025, incluindo captações bem-sucedidas de boosters com o sistema de braços robóticos Mechazilla, a reutilização de um Super Heavy e duas missões completas com reentradas controladas e splashdowns suaves. No entanto, o ritmo acelerado de testes no início do ano também trouxe perdas, e agora a estreia fracassada do Booster 18 adiciona mais incerteza ao arranque da geração V3.

Isto tem implicações directas para o maior cliente da SpaceX: a NASA. A Starship é o módulo de alunagem escolhido para a missão Artemis 3, agendada para 2027, mas que muitos duvidam que seja feita antes de 2028. A lentidão do programa tem levado a agência a olhar para alternativas, mesmo antes deste incidente. Nos bastidores, cresce a preocupação com o número de marcos que a SpaceX ainda precisa de cumprir: abastecimento criogénico em órbita entre duas Starships, uma alunagem não tripulada bem-sucedida, e a capacidade de realizar uma dúzia de lançamentos consecutivos para abastecer o módulo lunar, marcos que recordam a enorme escala do desafio.

O colapso do Booster 18 não invalida o design V3 - aliás, a SpaceX é conhecida pela táctica de desenvolvimento rápido que olha as explosões e acidentes como forma de aprender rapidamente e corrigir as falhas - mas, mesmo nesse processo de desenvolvimento rápido, estes incidentes representam sempre meses de atraso.

№ 17

BYD oficializa Yangwang U9 Xtreme

A BYD apresentou oficialmente a versão mais radical do seu hipercarro, o Yangwang U9 Xtreme com 3.000 cv.

A BYD revelou oficialmente o Yangwang U9 Xtreme, um hipercarro eléctrico com 3.000 cavalos construído numa série ultra-limitada de apenas 30 unidades. Desenvolvido exclusivamente para pista, o U9 Xtreme representa o auge da engenharia da marca chinesa, concentrando quase 3.000 cv num chassis pensado ao detalhe para desempenho puro.

Os números são tão impressionantes quanto o carro. Com uma potência total de 2.220 kW - o equivalente a 2.977 cavalos - o U9 Xtreme atinge uma velocidade máxima confirmada de 496.22 km/h, e também registou um tempo oficial de 6:59.157 no Nürburgring Nordschleife, entrando directamente para o grupo dos carros mais rápidos de sempre no famoso circuito alemão.
A força motriz vem do sistema e⁴ de tracção integral inteligente da BYD, composto por quatro motores eléctricos independentes e uma arquitectura de 1.200V que permite um controlo instantâneo da distribuição de binário entre as rodas. A suspensão activa DiSus-X utiliza um sistema de dupla válvula que ajusta altura e rigidez de cada roda em milissegundos, mantendo o U9 colado ao asfalto mesmo sob forças extremas (ou permitindo fazer o oposto, saltando sobre buracos). A aerodinâmica desempenha um papel igualmente essencial: um capot com dupla passagem, um enorme spoiler dianteiro em fibra de carbono, laterais esculpidas, estrutura traseira em camadas, uma asa tipo "pescoço de cisne", e um difusor duplo trabalham em conjunto para manter o carro estável a alta velocidade.
A alimentar tudo isto está uma nova bateria Blade de nível competitivo, com resistência interna reduzida e refrigeração em dupla camada, capaz de descargas de 30C(!). O carro utiliza jantes de 20 polegadas com pneus semi-slick GitiSport e·GTR2 PRO desenvolvidos para velocidades até 500 km/h, enquanto a travagem fica a cargo de maxilas em liga de titânio e discos carbonocerâmicos maiores para melhor dissipação térmica.

Com apenas 30 unidades previstas, o Yangwang U9 Xtreme dificilmente irá ser visto nas estradas, mas certamente não irão faltar interessados neste hipercarro eléctrico cujos 3.000 cv custam uma fracção daqueles que são pedidos pelos fabricantes de hipercarros tradicionais (o U9 normal custa cerca de 220 mil euros na China).

№ 18

MS reconhece falhas no Windows e acelera Explorer da pior maneira possível

A Microsoft parece estar a cavar um buraco cada vez mais fundo no que diz respeito ao Windows, desta vez reconhecendo bugs graves que afectam o Windows há meses - e querendo resolver a lentidão do File Explorer da pior maneira.

O distanciamento entre a Microsoft e os seus utilizadores parece estar em máximos históricos, com declarações como "não compreender porque motivos os utilizadores não estão entusiasmados com as funcionalidades AI" (enquanto simultaneamente diz que são um risco de segurança), e parecendo ignorar que - por esta altura - os utilizadores se contentariam com a simples redução de bugs que vão chegando com cada actualização que é lançada.

Como se isso não bastasse, a MS vem agora reconhecer que inúmeras funcionalidades chave do Windows 11 sofrem de bugs - uma admissão que quase se torna cómica por só surgir meses depois desses problemas atormentarem os utilizadores (desde a actualização de Julho). Mas, há mais.

Consciente que o Windows 11 se tornou num sistema operativo em que até operações básicas parecem funcionar a passo de caracol, a MS está a preparar o que diz ser uma solução para acelerar o arranque do File Explorer. Qual é essa solução? Fazer o pré-carregamento do File Explorer de modo a que esteja permanentemente em memória!

Microsoft has acknowledged that File Explorer on Windows 11 has performance issues and will preload it to address poor launch performance.

"We're exploring preloading File Explorer in the background to help improve launch performance. This shouldn't be visible to you, other than… pic.twitter.com/h6jv0N0LUU

— Pirat_Nation 🔴 (@Pirat_Nation) November 22, 2025
É aquilo que se pode considerar uma "batota" do pior tipo, que parece comprovar os receios de que a MS tem as prioridades completamente trocadas. Em vez de se dedicar a resolver o problema de raiz - analisando porque motivo o File Explorer demora tanto tempo a arrancar, e implementar as devidas correcções - opta pela solução de desenrasque, deixando o programa em memória para que esteja sempre disponível.

Não admira portanto que, por cada novo computador que se compre, com CPUs mais potentes e mais gigabytes de RAM, o Windows pareça condenando a permanecer lento - ou até cada vez mais lento - na maior dos casos proporcionando uma experiência pior do que a que se tinha no tempo de utilização do Windows 95, altura em que se utilizavam CPUs a 100 MHz, com 4 ou 8 MB (não GB!) de RAM, com algumas dezenas de MB de disco (não TB).

E depois... não compreendem porque motivo os utilizadores não estejam "entusiasmados" com as funcionalidades AI...

№ 19

Relógio "Self Learning" com ESP32 e ecrã e-Paper

O Self-Learning Clock (SLC) é um curioso relógio que usa um ESP32 e ecrã e-Paper, e que usa um sistema de auto-aprendizagem para melhorar a precisão.

O Self-Learning Clock (SLC) é um relógio "faça-você-mesmo" que usa um mecanismo de auto-aprendizagem para manter a hora correcta em modo de baixo consumo. Em vez de depender de sincronizações frequentes com servidores NTP na internet - processo que, além de consumir energia, obriga a manter uma ligação WiFi regular - o SLC aprende o seu próprio desvio interno e compensa-o autonomamente. O resultado é um sistema que mantém maior precisão com menos sincronizações diárias e um consumo energético tão reduzido que permite funcionar durante meses sem preocupação com recarregamentos da bateria.

A base do projecto é uma placa de desenvolvimento de ultra baixo consumo, combinada com um ecrã e-paper de 4.2", tecnologia que tem a vantagem de só gastar energia durante as alterações e ser extremamente legível mesmo sob luz forte. A autonomia é um dos grandes destaques: o relógio consome menos de 0.75 mAh em média, graças a passar a maior parte do tempo em modo "sleep" (apenas entra em actividade cerca de 0.8 segundos por cada minuto).

Microcontroladores como o ESP32 utilizam dois tipos de osciladores: um cristal de alta precisão para modos de maior desempenho e um oscilador RC interno para modo de baixo consumo. Este último, apesar de eficiente, é notoriamente impreciso e pode acumular minutos de erro por dia. Normalmente, a solução tradicional passa por adicionar um módulo de relógio externo (RTC), com o seu próprio cristal e bateria, mas este Self-Learning Clock contorna essa necessidade. Em vez de hardware adicional, o relógio modela matematicamente o desvio do seu próprio oscilador e aplica correcções ao tempo exibido.
Durante as primeiras 48 horas, o relógio recolhe amostras das diferenças entre o tempo interno e o tempo real fornecido pelos servidores NTP. A partir daí, entra num ciclo constante de autoaperfeiçoamento, ajustando o desvio do oscilador. O processo nunca pára: ao longo dos dias, a precisão torna-se cada vez melhor, compensando variações térmicas, flutuações do oscilador e até envelhecimento dos componentes. Após esta fase inicial, o SLC mantém-se dentro de uma margem de ±2 segundos por dia, fazendo sincronizações com um servidor NTP apenas duas vezes por dia (quem quiser poderá reduzir ainda mais esse tempo, fazendo sincronizações NTP apenas uma vez por dia, ou ainda com menor frequência).

O microcontrolador nunca precisa de permanecer acordado mais do que o estritamente necessário, o que não só reduzi o consumo como também reduz o aquecimento interno. Com tão pouca dissipação, o dispositivo pode ficar fechado numa caixa selada e também minimiza variações de temperatura - uma das principais causas para a variação oscilador RC.

O ecrã e-paper desempenha um papel fundamental, proporcionando excelente legibilidade com dígitos gigantes. Utiliza actualizações parciais entre minutos, com um refresh completo do ecrã a cada 60 ciclos (de hora a hora) para reduzir o efeito de ghosting. Além da hora, o SLC mostra também o nível de bateria - substituindo momentaneamente os dois pontos entre as horas e minutos - e exibe ainda a temperatura interna do microprocessador, o erro de sincronização em PPM, o estado da última ligação WiFi, o resultado da última sincronização NTP e o horário da próxima actualização.

Como sugestão para melhorias, tendo em conta o tamanho do ecrã, podem considerar a apresentação de informação adicional, como o estado do tempo ou outra informação que seja relevante.

№ 20

Gmail ganha previews nas notificações Android

A Google está a adicionar previews directamente nas notificações do Gmail em Android, facilitando a visualização de fotos e anexos.

O Gmail para Android está a receber uma actualização que torna as notificações muito mais úteis e visuais. Depois de adicionar a acção "Marcar como lida", a Google está agora a modernizar os alertas com a pré-visualizações de fotos e anexos, algo que nunca fez parte do sistema até agora.

Até agora, as notificações mostravam apenas o remetente, o assunto, e parte do corpo do email. Com a nova abordagem, as notificações compactas passam a incluir um ícone de clipe no início do assunto e substituem a foto do remetente, do lado direito, por uma miniatura do anexo. Isto facilita identificar rapidamente emails com fotos, sem abrir a app.
Ao expandir a notificação, surge uma pré-visualização de maior dimensão, semelhante ao que já acontece em apps de mensagens. Esta mudança, no entanto, troca o texto do corpo do e-mail pela imagem, o que pode não agradar aos que preferissem dar prioridade ao conteúdo em texto dos emails. Ainda assim, é uma forma prática de identificar anexos de imediato, já que o Gmail raramente destacava isso de forma clara.

Quando há várias fotos anexadas, essa informação aparece numa linha inferior com miniaturas adicionais. E se o email trouxer ficheiros como PDFs, o Gmail mostra um marcador com o tipo de ficheiro e parte do nome.

Como é habitual, isto está a ser lançado de forma faseada, pelo que poderá demorar ainda algumas semanas até chegar a todos os utilizadores do Gmail em Android.

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