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Crunchyroll apanhado a usar (más) legendas geradas por ChatGPT

03-07-2025 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

A plataforma de streaming de anime Crunchyroll foi apanhada a usar legendagem automática do ChatGPT sem qualquer controlo de qualidade.

A Crunchyroll está a ser fortemente criticada por utilizar legendas geradas por AI na nova série "Necronomico and the Cosmic Horror Show", com o problema a ser que as legendas estão a ser um verdadeiro horror. Os fãs notaram rapidamente que os diálogos legendados estavam cheios de erros ortográficos, frases mal construídas, e até referências explícitas ao ChatGPT, o que indica que o texto foi criado por AI sem qualquer revisão humana.

Exemplos como "Is gameorver. if you fall, you are out" levantaram dúvidas sobre a qualidade e a autenticidade do trabalho; e quaisquer dúvidas depressa se dissiparam face a legendas que até começavam com "ChatGPT said", confirmando de forma embaraçosa a origem automática do conteúdo. Esta situação surge em contradição directa com declarações anteriores da empresa, que garantiu que não iria usar AI nas suas produções.
Este é mais um caso infeliz que mostra o total afastamento de algumas empresas das respectivas comunidades de clientes e fãs. O sector anime, em particular, conta com uma verdadeira comunidade de fãs a nível mundial, que repetidamente faz um trabalho de apoio que vai além daquele que é feito pelas empresas oficiais. Se a Crunchyroll não quer pagar por um serviço de legendagem oficial, não teria dificuldade em obter legendas de qualidade provenientes dessa mesma comunidade, a preço simbólico ou até mesmo gratuitamente. Assim, já se torna em mais um ridículo exemplo que mostra que as tecnologias AI não podem/devem ser usadas sem supervisão humana para assegurar que não cometem erros básicos.

Carregador Anker 200 W GaN 6 portas a €53

03-07-2025 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

Os carregadores podem acompanhar-nos por anos e anos, e este Anker GaN 200 W com 6 portas garante que estamos preparados para tirar partido do USB-C até para carregar portáteis.

Com a transição para o USB-C e alguns fabricantes a deixarem de incluir carregadores com os seus produtos, torna-se mais importante que nunca escolher um carregador que nos dê algumas garantias a longo prazo. Este carregador Anker pode fornecer um total de 200 W e tem seis portas USB, mas mantendo um tamanho bastante compacto em formato "charging station" para desktop, graças à tecnologia GaN.
Este carregador Anker GaN 200 W 6-portas está disponível por 53 euros na Amazon Espanha - activar desconto de 5%.

Vem equipado com quatro portas USB-C e duas portas USB-A, significando que está preparado para lidar com os equipamentos mais recentes mas também lida sem dificuldade com cabos USB da geração anterior (que ainda são bastante populares). Pode fornecer até 100 W simultanteamente em duas portas USB-C quando se quer carregar múltiplos dispositivos, o que significa que poderá suportar com facilidade o carregamento de dois portatéis ao mesmo tempo. E não se esqueçam de juntar um cabo USB-C que permita tirar partido destas potências.


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Google Docs ganha Gems do Gemini

03-07-2025 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

A Google continua a promover a integração do Gemini no Google Workspace, fazendo chegar os Gems ao Docs, Sheets, Drive e Gmail.

A Google está a integrar os seus "Gems", as versões personalizáveis do assistente Gemini, directamente nas aplicações do Workspace como o Gmail, Docs, Sheets, Slides e Drive. Isto significa que os utilizadores já não precisam de sair da app em que estão a trabalhar para aceder aos seus chatbots especializados, sejam eles criados por si ou pré-feitos pela Google.

Os Gems foram pensados para tornar o Gemini mais eficiente, reduzindo pedidos repetitivos e permitindo adaptar o assistente a tarefas específicas. Por exemplo, é possível criar um Gem focado em escrita de conteúdos com base no tom de uma marca, ou outro especializado em revisão de conteúdos académicos. É também possível carregar ficheiros para fornecer contexto relevante ao chatbot.

Embora os Gems personalizados não possam ser criados directamente nas apps do Workspace, podem ser gerados através do site oficial do Gemini na opção "Create a new Gem" no painel lateral. A funcionalidade está a ser disponibilizada de forma gradual desde 2 de Julho mas poderá demorar várias semanas até chegar a todos os utilizadores do Google Workspace.

Apple cria conta no Threads

03-07-2025 | 07:00 | Aberto até de Madrugada

A Apple passa a ter uma conta oficial no Threads da Meta, mas ainda sem publicações.

Dois anos após o lançamento do Threads, a Apple decidiu finalmente criar uma conta oficial. A conta, com nome @apple, já está verificada mas ainda não tem qualquer publicação. Mesmo assim conta já com com 4.8 milhões de seguidores graças ao facto de serem herdados automaticamente do Instagram.

Embora ainda não se saibam as intenções da Apple para esta conta, o mais provável é quie se limite a usá-la para publicidade, ao estilo do que tem feito com o @apple no X (ex-Twitter). sem publicações regulares. O mesmo acontece com a conta oficial no Facebook, que também permanece maioritariamente inactiva.

As plataformas onde a Apple vai mantendo maior actividade ainda vão sendo o Instagram, onde partilha regularmente conteúdos das campanhas "Shot on iPhone", e também no TikTok, onde dá dicas sobre os seus produtos e funcionalidades.

AT&T lança bloqueio de conta para combater ataques SIM Swap

02-07-2025 | 20:00 | Aberto até de Madrugada

Anos depois de outras operadoras, a AT&T disponibiliza finalmente uma forma dos clientes bloquearem a troca de cartões SIM que está na base dos ataques "SIM Swap".

A AT&T anunciou oficialmente o lançamento da funcionalidade Wireless Lock, criada para proteger os clientes contra ataques de troca de SIM (SIM swap). Com esta opção activada, torna-se impossível alterar dados da conta ou transferir o número de telefone para outro cartão SIM ou operadora, sem que o cliente - e só o cliente - antes desactive manualmente a protecção.

Este tipo de ataque é cada vez mais comum e envolve cibercriminosos que conseguem transferir o número de telefone de uma vítima para um cartão SIM sob o seu controlo. Assim, podem receber chamadas, mensagens e códigos de autenticação de dois factores, facilitando o acesso a contas bancárias, contas de email, e carteiras de criptomoedas.
O Wireless Lock já estava em fase de testes há quase um ano com alguns utilizadores e agora passa a estar disponível para todos os clientes AT&T nos EUA. Pode ser activado através da app móvel ou site da operadora. A funcionalidade também impede alterações a dados como utilizadores autorizados, informação de facturação e troca de número. Clientes empresariais têm ainda mais controlo, podendo definir excepções específicas que desejem manter.

Nos últimos tempos, têm surgido casos graves relacionados com ataques SIM swap, incluindo tentativas de suborno a funcionários de operadoras. Em resposta a estas ameaças, a FCC nos EUA já impôs novas regras de verificação de identidade para dificultar este tipo de ataques. Obviamente, resta sempre a questão: se os atacantes conseguirem acesso à conta AT&T da vítima, poderão eles próprios tirar partido desta funcionalidade para bloquear o processo de recuperação por parte do cliente legítimo.

De qualquer forma, não deixa de ser algo que os operadores nacionais deveriam considerar implementar, já que os utilizadores portugueses não estão imunes aos ataques SIM Swap.

Threads ganha mensagens privadas

02-07-2025 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

O Threads da Meta dá mais um passo de aproximação ao X com mensagens directas (DM), embora com algumas limitações.

A app Threads passa a contar oficialmente com mensagens directas (DMs), permitindo aos utilizadores trocarem mensagens privadas. Para já, esta funcionalidade só está disponível entre seguidores mútuos no Threads ou Instagram, o que significa que não é possível enviar mensagens a "qualquer" utilizador da plataforma.

Enviar uma DM é simples: basta tocar no ícone do envelope na barra inferior da aplicação, aceder à caixa de entrada e depois tocar no botão de lápis no canto superior direito para começar uma nova conversa. As DMs estão disponíveis para utilizadores com 18+ anos, em Android, iOS, e web. Outra limitação é apenas permitir conversas um-para-um sem mais intervenientes (grupos de mensagens). A plataforma já confirmou que, no futuro, será possível configurar quem pode enviar mensagens, incluindo pessoas que não o seguem. Também está previsto um sistema de pedidos de mensagens semelhante ao que existe noutras redes sociais, bem como suporte para mensagens em grupo e filtros de caixa de entrada. Estranhamente, e apesar das promessas de segurança, estas mensagens não terão encriptação end-to-end, o que poderá dissuadir alguns utilizadores.

Além das DMs, a Threads anunciou também uma nova funcionalidade chamada "highlighter", que destaca publicações com perspetivas consideradas relevantes para promover "conversas mais profundas". Inicialmente, estes destaques só aparecem em áreas como o feed "For You", mas a empresa promete expandir esta funcionalidade para outras partes da app em breve.

Powerbank Baseus USB-C 65W 20000mAh a €49

02-07-2025 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Para aqueles que procuram a máxima autonomia longe de uma tomada ou porta USB, este power bank de 65W da Baseus assegura que ficarão bem servidos.

Os powerbanks há muito que são companhia habitual de muitos utilizadores, permitindo uma utilização intensiva e despreocupada de smartphones e tablets, sabendo-se que a sua autonomia poderá ser prolongada assim que for necessário sem estar dependente da proximidade de uma tomada eléctrica ou carregador. E no caso deste powerbank Baseus não só temos uma capacidade generosa, como a possibilidade de carregamento rápido de alta potência.
Este Powerbank Baseus USB-C 65W 20000 mAh está disponível por 49.80 euros na Amazon Espanha - activar desconto de 30%.

Podem também espreitar a versão de 100W e a versão de 145W se necessitarem de maior potência.

Além de poder ser recarregado rapidamente a 60 W, o seu elemento de destaque é permitir o uso simultâneo de duas portas USB para carregamentos rápidos de até 45 W (USB-C) e 18 W (USB 1 e USB 2). Isto permite a sua utilização para recarregar um portátil via USB-C e um smartphone (ou outro dispositivo) em simultâneo, expandindo as possibilidades de prolongamento da autonomia que normalmente se associam aos powerbanks.


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Aito prepara SUV com bateria 12C

02-07-2025 | 14:30 | Aberto até de Madrugada

A Aito está a preparar um SUV eléctrico com bateria de sódio que pode ser carregada em apenas 5 minutos.

A Aito, marca criada em parceria entre a Huawei e a Seres, está a desenvolver um novo SUV eléctrico com uma bateria de iões de sódio capaz de atingir uma velocidade de carregamento impressionante. O novo modelo, ainda sem nome oficial mas possivelmente chamado M6, utilizará uma nova bateria com tecnologia da CATL que promete ser recarregada de 10 a 80% em poucos minutos, numa taxa de carregamento de 12C. Embora o carregamento total em 5 minutos seja teoricamente possível, deverá ser limitado ligeiramente para prolongar a durabilidade da bateria.

O anúncio surgiu durante a inauguração de duas novas linhas de produção da CATL na "Super Factory" da Seres, em Chongqing. O novo SUV será disponibilizado em duas versões: uma EREV equipada com uma bateria Freevoy com sódio, ideal para climas mais frios; e outra 100% eléctrica com o pack de baterias Qilin da CATL.
A tecnologia "12C" pode parecer técnica, mas tem implicações simples para os utilizadores: significa que uma bateria pode ser carregada até 12 vezes a sua capacidade total por hora - o que resulta num carregamento teórico em apenas 5 minutos. Mesmo que, no seu lançamento público o sistema seja abrandado para privilegiar a longevidade, tornam-se possíveis tempos de carregamento inferiores a 10 minutos, acabando de vez com a questão dos "longos tempos de carregamento".

O novo modelo será um SUV destinado a um público mais abrangente, possivelmente uma nova versão do M6 ou uma evolução do M7 da Aito. A Huawei continuará a fornecer a componente tecnológica, incluindo o sistema operativo HarmonyOS, enquanto a Seres trata da produção e desenvolvimento do veículo. Este lançamento vem também aumentar a pressão sobre as marcas ocidentais, a nível das baterias utilizadas nos veículos elétricos.


X vai testar Community Notes escritas por AI

02-07-2025 | 13:00 | Aberto até de Madrugada

O X (Twitter) vai testar Community Notes escritas por AI em complemento às notas escritas por humanos.

A plataforma X está a experimentar uma nova funcionalidade que gera Community Notes - os comentários colaborativos de verificação de factos que surgem junto a publicações com informações enganosas ou fora de contexto - escritas por bots AI.

Estas notas, que já inspiraram iniciativas semelhantes noutras redes sociais, tornam-se públicas quando diferentes grupos de utilizadores, tradicionalmente em desacordo, concordam com a avaliação. A novidade é que, agora, bots como o Grok da X ou outros modelos, poderão sugerir notas, passando pelo mesmo processo de revisão dos humanos antes de serem publicadas. Apesar do entusiasmo, há receios sobre a fiabilidade desta abordagem. A AI pode inventar ou distorcer factos, e a própria equipa responsável pelas Community Notes reconhece isso e defende que o ideal é combinar o sistema AI com a supervisão humana, criando um ciclo onde ambos contribuem para melhorar a qualidade das notas.
Por um lado esta abordagem não deixa de ser curiosa, já que os bastidores das Community Notes se tornaram num verdadeiro campo de batalha onde comentadores com diferentes visões se insultam e fazem interpretações discordantes; ao ponto de, muitas das vezes, as verificações imparciais feitas por um bot AI, acabarem por ser mais úteis.

Para já, esta funcionalidade está em fase de testes e ainda não será visível para os utilizadores. O X diz que irá analisar os resultados nas próximas semanas antes de decidir se irá alargar o uso de notas geradas por AI a toda a plataforma.

Anker recolhe 1 milhão de power banks devido a risco de incêndio

02-07-2025 | 12:36 | A Minha Alegre Casinha

A Anker está a fazer uma das maiores recolhas de sempre, afectando mais de 1 milhão de power banks.

A Anker, conhecida pelos seus carregadores e power banks, anunciou a recolha de mais de 1.1 milhões de power banks PowerCore 10.000mAh por risco de incêndio. O modelo em causa, A1263, pode sobreaquecer e provocar incêndios. Os dispositivos foram fabricados entre 2016 e 2019 e vendidos até ao final de 2022.

Esta recolha surge depois de 19 casos reportados de incêndios ou explosões associados ao produto, incluindo duas lesões ligeiras por queimadura, e mais de 60.000 dólares em danos materiais. É uma das maiores recolhas deste tipo nos EUA por risco de incêndio em acessórios. Quem tiver um destes power banks deverá suspender imediatamente a sua utilização e verificar se está afectado pela recolha.
Para confirmar se o power bank está abrangido por esta campanha será necessário verificar o número de série na parte inferior do dispositivo e usar a ferramenta da Anker. Será necessário apresentar o comprovativo de compra ou uma foto do dispositivo com o número de série visível e a palavra "recall" escrita no mesmo com marcador permanente.

Para quem tiver um destes power banks, a Anker oferece um novo power bank de 10.000mAh (modelo A1388) ou um cartão-oferta de 30 dólares. O equipamento com defeito deve ser entregue num ponto de reciclagem certificado, não devendo ser mantido em uso ou deitado no lixo comum.

Xiaomi YU7 percorre 3944 km em 24h

02-07-2025 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A Xiaomi demonstrou a resistência do novo YU7 numa "maratona", circulando ininterruptamente durante 24 horas.

Enquanto por um lado vai batendo recordes no Nurburgring, por outro lado a Xiaomi quer demonstrar a resistência dos seus automóveis em provas de maior duração. Neste caso, pôs à prova o YU7 a percorrer o máximo de quilómetros possíveis durante um período de 24 horas num circuito.

O resultado foram 3944 km percorridos a uma velocidade superior a 210 km/h, sendo que também têm que ser contabilizadas as devidas paragens para recarregamento. Foram efectuadas 30 paragens para carregar o veículo, cada uma delas com duração entre 10 a 12 minutos. Isso faz com que o YU7 tenha conseguido manter uma velocidade média total superior a 160 km/h ao longo das 24 horas deste teste.

Xiaomi YU7 ran a marathon at the pace of a 100-meter sprint.

24-hour total mileage 3,944 km — power, speed, and stamina, proven. pic.twitter.com/I7MNwjCvOj

— Xiaomi (@Xiaomi) July 2, 2025
O maior problema da Xiaomi é que já recebeu mais encomendas do YU7 do que as consegue produzir num ano, fazendo com que o período de espera para as encomendas actuais se prolongue até ao início de 2027. É de imaginar que, tal como aconteceu no SU7, a Xiaomi consiga reforçar a produção do YU7 para acelerar as entregas e reduzir a necessidade de paciência dos clientes. E, depois de ter tratadado do mercado chinês, que finalmente possa começar a contemplar trazer o SU7 e YU7 para a Europa.

Dodge Charger Daytona EV recolhido por falta de "barulho"

02-07-2025 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

A Dodge fez questão de adicionar barulhentos sons falsos ao Charger Daytona, mas que agora o fazem regressar às oficinas para correcção.

O Dodge Charger Daytona EV está a ser alvo de uma recolha curioso: mais de 8000 unidades terão que se dirigir às oficinas por não emitirem os sons falsos obrigatórios. O modelo, que tinha como elemento de destaque poder simular o rugido de um motor V8 (com até 126 dB!) para manter o espírito dos muscle cars na era eléctrica, falhou em cumprir essa exigência de segurança para peões.

A Stellantis descobriu que os Charger produzidos entre Abril de 2024 e Março de 2025, podem ter saído da fábrica sem a capacidade de emitir estes sons. Ao estilo do que acontece na UE, também nos EUA existe uma norma que obriga veículos eléctricos e híbridos a emitirem ruído a velocidades até 30 km/h, para alertar peões da sua presença. Sem a correcção os carros em questão não cumprem os regulamentos de segurança rodoviária, pelo que os proprietários receberão um aviso oficial para visitar as oficinas. O problema foi identificado após análise de dados de garantia e assistência ao cliente, confirmando que o som exterior podia simplesmente não funcionar em alguns casos.
O Charger Daytona EV conta com o "Fratzonic Chambered Exhaust", um sistema que mistura colunas e câmaras acústicas para imitar o som de um V8 Hellcat com uma intensidade de 126 dB - nível mais alto do que muitos concertos de rock - e que muito foi criticado pelos fãs dos automóveis eléctricos por ser completamente despropositado e desadequado. Agora, ironicamente, o carro está a ser chamado à revisão por nem sequer fazer o nível de barulho que é exigido por motivos de segurança a baixa velocidade.

SSD externo Crucial X9 1TB a €82

02-07-2025 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

Ideal para transportar até 1 TB de dados de forma rápida e compacta, ou para ser usado em aplicações onde pens USB ou cartões de memória não sejam adequados, este SSD externo Crucial X9 apresenta-se como solução eficiente e económica.

Há situações onde uma pen USB ou cartão de memória servem para transferir ou armazenar dados; outros casos há onde será conveniente optar por um suporte mais fiável e / ou de maior velocidade. Este SSD externo Crucial X9 vem com ficha USB-C e está disponível com capacidades de 1 TB, 2 TB e 4 TB, mediante as necessidades.
O SSD externo Crucial X9 de 1 TB está disponível por 82 euros na Amazon Espanha, sendo que também têm a versão de 2TB se precisarem de mais espaço.

As velocidades de transferência anunciadas são de 1050 MB/s, mais de que adequadas para a maioria dos utilizadores, facilitando o processo de transferência de centenas de gigabytes sem grande desespero. De resto, temos ainda o descanso adicional de ser um SSD que utiliza memórias flash da Micron, o que também serve para dar alguma confiança quanto à sua fiabilidade e longevidade.


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Nothing Phone (3) estreia com novo design, Glyph Matrix

02-07-2025 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

A Nothing apresentou o novo Nothing Phone (3), que diz adeus aos LEDs Glyph e estreia o novo mini-ecrã Glyph Matrix.

A par dos seus primeiros headphones (1) a Nothing apresentou também o seu mais recente smartphone. O Nothing Phone (3) chega com visual renovado e várias melhorias técnicas face à geração anterior. O grande destaque visual é o novo Glyph Matrix - um ecrã dot-matrix monocromático no canto superior direito na traseira, composto por 489 LEDs que exibem notificações, animações, informações de sistema e ícones personalizados. Além disso, traz novas funcionalidades interactivas, como o Glyph Mirror, Solar Clock, e pequenos jogos através do botão dedicado.

O design continua a apostar na transparência, mas agora com um layout assimétrico que poderá não agradar a todos. A traseira inclui três câmaras de 50 MP, com um sensor principal de 1/1.3” com OIS, uma lente periscópica com zoom óptico de 3x e capacidades macro, e uma ultragrande angular com campo de visão de 114°. A câmara frontal também é de 50 MP.
Na frente, o Phone (3) conta com um ecrã AMOLED de 6,67" com resolução FHD+, taxa de actualização adaptativa de 120Hz e brilho máximo de 4.500 nits. O painel tem molduras simétricas e tecnologia PWM de 2160Hz para reduzir o efeito de cintilamento em níveis de baixa luminosidade. Debaixo do ecrã encontra-se o leitor de impressões digitais.
No interior, temos o novo Snapdragon 8s Gen 4, com até 16 GB de RAM e 512 GB de armazenamento. A bateria de 5.150 mAh suporta carregamento rápido a 65W por cabo e 15W sem fios. Pela primeira vez, há certificação IP68. O sistema operativo é o Nothing OS 3.5 baseado em Android 15, com promessa de actualização para o OS 4.0 (Android 16) no final do trimestre. A marca garante 5 anos de actualizações Android e 7 anos de actualizações de segurança.

O Nothing Phone (3) chega a 15 de Julho, com preços de €849 (12+256GB) e €949 (16+512GB), e vai ser interessante ver se os fãs da marca se deixarão seduzir pelo Glyph Matrix e deixar passar o detalhe do smartphone não vir equipado com o mais poderoso chip Snapdragon da Qualcomm.

Nothing revela auscultadores over-ear Headphone (1)

02-07-2025 | 07:00 | Aberto até de Madrugada

A Nothing apresentou os seus primeiros headphones over-ear - os Headphone (1) - com cancelamento de ruído, até 80 horas de autonomia, e um design diferenciador.

A Nothing acaba de apresentar os seus primeiros auscultadores over-ear, os Headphone (1), marcando um novo capítulo depois do lançamento dos Ear (1). Com o design transparente característico da marca, estes auscultadores prometem rivalizar com os modelos de topo de marcas como Sony, Bose e Sennheiser.

Desenvolvidos em colaboração com a britânica KEF, os Headphone (1) incluem drivers dinâmicos de 40 mm, com afinação de hardware e software feita pela KEF. Há suporte para os codecs AAC, SBC e LDAC, além de um equalizador de oito bandas ajustável através da app Nothing X. A conectividade é garantida via Bluetooth 5.3 com emparelhamento simultâneo de dois dispositivos e compatibilidade com Google Fast Pair e Microsoft Swift Pair.
Estes auscultadores incluem um sistema de cancelamento activo de ruído (ANC) de 42 dB suportado por seis microfones. O peso é de 329 gramas e contam com certificação IP52 contra pó e salpicos. Oferecem deteção no ouvido para pausa e reprodução automáticas, além de controlos físicos, incluindo um botão programável, um botão rotativo para o volume, e uma patilha para alternar músicas.

A bateria de 1.040 mAh promete até 80 horas de reprodução sem ANC, sendo carregada via USB-C. Para os puristas do som com cabo, há ainda uma entrada de 3.5 mm tradicional. Os Nothing Headphone (1) estarão disponíveis em preto e branco, com um preço de €299, e chegam ao mercado a 15 de Julho.

Falhas em chips Bluetooth permitem escutar conversas

01-07-2025 | 20:00 | Aberto até de Madrugada

Voltando a recordar que não há certezas de segurança absoluta hoje em dia, falhas em chips Bluetooth permitem transformar colunas e headphones em aparelhos de escuta remota.

Investigadores de segurança descobriram falhas críticas em chips Bluetooth da Airoha, usados em dispositivos de áudio de marcas como Sony, Bose, JBL, Marshall, Jabra e outras. Ao todo, 29 produtos - incluindo headphones, earbuds, colunas e microfones - estão vulneráveis a ataques que permitem a escuta de conversas e o roubo de informações sensíveis, como contactos e histórico de chamadas.

Entre os modelos afectados estão:
  • Beyerdynamic Amiron 300
  • Bose QuietComfort Earbuds
  • EarisMax Bluetooth Auracast Sender
  • Jabra Elite 8 Active
  • JBL Endurance Race 2
  • JBL Live Buds 3
  • Jlab Epic Air Sport ANC
  • Marshall ACTON III
  • Marshall MAJOR V
  • Marshall MINOR IV
  • Marshall MOTIF II
  • Marshall STANMORE III
  • Marshall WOBURN III
  • MoerLabs EchoBeatz
  • Sony CH-720N
  • Sony Link Buds S
  • Sony ULT Wear
  • Sony WF-1000XM3
  • Sony WF-1000XM4
  • Sony WF-1000XM5
  • Sony WF-C500
  • Sony WF-C510-GFP
  • Sony WH-1000XM4
  • Sony WH-1000XM5
  • Sony WH-1000XM6
  • Sony WH-CH520
  • Sony WH-XB910N
  • Sony WI-C100
  • Teufel Tatws2

As vulnerabilidades exigem proximidade física ao dispositivo (alcance Bluetooth) e conhecimentos técnicos avançados. Uma das falhas, com classificação de severidade alta (CVE-2025-20702), permite que atacantes escutem as coisas reproduzidas nos auscultadores ou até emitam comandos para o telemóvel usando o perfil Hands-Free. Em alguns casos, foi possível iniciar chamadas e ouvir conversas próximas do telefone alvo.

Apesar de parecer alarmante, os investigadores sublinham que ataques reais são difíceis de executar devido à necessidade de proximidade, e pouco prováveis de acontecer em larga escala. No entanto, indivíduos em posições sensíveis, como jornalistas, políticos, ou activistas, podem estar mais expostos a este tipo de ameaça. O ataque também abre as portas à possibilidade de se reescrever o firmware e espalhar código malicioso entre dispositivos próximos.

A Airoha já lançou um SDK actualizado com correcções, e espera-se que os fabricantes afectados lancem actualizações em breve para os seus produtos.

Onde há fumo, há fogo (e neste caso, o rastilho para uma boa série)

01-07-2025 | 19:57 | Gonçalo Sá

Chegou à Apple TV+ sem grande alarido, mas poderá ser das surpresas televisivas deste Verão. Minissérie protagonizada por Taron Egerton, "SMOKE" volta a juntar o actor galês ao showrunner norte-americano Dennis Lehane depois da estimável "Black Bird" (2022). O arranque dá sinais de um reencontro a acompanhar.

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Há três anos, "Black Bird" ofereceu à estrela da saga "Kingsman" ou de "Rocketman" um dos seus papéis mais fortes e aplaudidos, naquela que foi uma entrada no pequeno ecrã pela porta grande (descontando algumas breves participações anteriores, sobretudo com trabalhos de voz).

Minissérie dramática de seis episódios (aposta da Apple TV+), também foi uma prova de fogo (superada) para o seu criador, Dennis Lehane, que se estreou aos comandos de uma produção televisiva depois de ter escrito para "The Wire" ou "The Outsider". Mas o norte-americano conta ainda no currículo com a autoria de romances como "Mystic River", "Shutter Island" ou "Gone Baby Gone", adaptados para cinema por Clint Eastwood, Martin Scorsese e Ben Affleck, respectivamente.

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Se todas essas histórias são habitadas por personagens moralmente ambíguas num contexto criminal, a mais recente não é excepção. "SMOKE", mais uma vez uma minissérie (agora de nove capítulos), tem a particularidade de se basear num caso verídico e segue a busca por dois incendiários de perfis distintos numa cidade norte-americana fictícia.

Inspirada no podcast "Firebug", que documenta os crimes de John Leonard Orr, centra-se num investigador de incêndios (Egerton) e numa detective que lhe é imposta como nova parceira (Jurnee Smollett). E se a dinâmica inicial da dupla não foge ao padrão de outros aliados involuntários em registo policial (do desconforto à cumplicidade vai um passo), o desenvolvimento narrativo do final do segundo episódio promete virar as regras do jogo e deitar abaixo parte do que o espectador tomaria por adquirido.

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Se essa viragem é boa ou má ideia, é uma questão para os próximos capítulos. Por agora, não desfaz a muito segura impressão inicial deixada pela solidez reconhecida nos dramas de Lehane, extensível à realização de Kari Skogland e Joe Chappelle, veteranos televisivos, e à direcção de fotografia de François Dagenais (a desenhar um cenário urbano turvo e absorvente, apenas interrompido pelas labaredas às vezes repentinas).

Taron Egerton, na pele de um investigador que lida com uma fase conturbada do casamento enquanto sonha tornar-se escritor, tem aqui outro protagonista agarrado com convicção e intensidade. Jurnee Smollett, aparentemente mais enigmática, acompanha-o sem cair nos simplismos de uma "personagem feminina forte" e sublinha o vínculo dramático de "SMOKE" ao fardo do trauma. Greg Kinnear, que já tinha participado em "Black Bird", também abrilhanta um elenco que ainda incluirá o dínamo John Leguizamo mais à frente. Na banda sonora, Thom Yorke ajuda a reforçar o prestígio com um tema inédito, "Dialing In", no genérico inicial (depois dos Mogwai na minissérie anterior). Não são maus argumentos para espreitar uma proposta mais intrigante do que muita concorrência televisiva desta silly season...

"SMOKE" estreou-se a 27 de Junho na Apple TV+ e conta com novos episódios na plataforma às sextas-feiras.

Análise ao Chuwi CoreBook X i5-12450H

01-07-2025 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

O Chuwi CoreBook X faz parte do segmento de portáteis compactos de 14" que se destacam dos modelos mais fracos, neste caso vindo equipado com um CPU Intel i5-12450H.

A Chuwi é uma das marcas de longa data que se tornou conhecida pelos seus tablets e portáteis de baixo custo, mas que entretanto se expandiu para segmentos acima do "low-cost", mantendo a sua excelente relação qualidade-preço. Exemplo disso é a série CoreBook X de portáteis ligeiros, sendo que neste caso analisamos o CoreBook X i5-12450H.

O CoreBook X i5-12450H

Os elementos de destaque do portátil CoreBook X i5-12450H são o seu ecrã de 14"com resolução QHD 2160 x 1440 pixels (em formato 3:2 para maior área vertical) e gama de cores 100% sRGB, e o seu CPU Intel i5-12450H (8-cores / 12-threads, até 4.4 GHz) que lhe dá capacidade para enfrentar todo o tipo de actividades. Vem com 16GB de RAM, e um SSD PCIe de 512 GB (com possibilidade de expansão via slot M.2 2280 PCIe).

O CoreBook X não tem grandes elementos de destaque a nível físico, sendo suficientemente fino (17.5 mm) para não causar incómodo nas viagens para qualquer lado, mas tendo um peso de 1400 g que não será referência na classe. A nível dos acessórios, vem apenas com uma fonte de alimentação, que infelizmente ainda mantém uma ficha cilíndrica antiga - já seria tempo da Chuwi adoptar USB-C para a alimentação.

Características:

Sistema Operativo: Windows 11 Home
Ecrã: 14", 2K (2160×1440) IPS, 3:2 CPU: Intel Core i5-12450H (8 núcleos, 12 threads, cache de 12 MB, até 4,4 GHz)
GPU: Intel UHD Graphics para processadores Intel de 12ª geração
Memória: 16 GB DDR4 3200 MHz (Slots SO-DIMM de canal duplo)
Armazenamento: 512 GB PCIe SSD + (1× Slot M.2 2280 PCIe SSD)
Bateria: 46,2 Wh (11,55 V/4000 mAh)
Portas: 1× Porta USB 3.0 Tipo C com todos os recursos
2× Portas USB 3.0 Tipo A
1× Porta HDMI 1.4
1× Conector de áudio de 3,5 mm
1× Slot para cartão TF
1× Conector DC-In
Conectividade sem fio: Wi-Fi 6, Bluetooth 5.2
Webcam: Câmera frontal de 1 MP
Adaptador de energia: Adaptador de energia 19V/3,42A
Tamanho: 310 × 229,5 × 17,25 mm
Peso: Cerca de 1400g


Em funcionamento

É sempre complicado fazer análises a portáteis que simplesmente "funcionam". Neste caso, apesar de não se tratar de um modelo com ecrã OLED, temos felizmente um ecrã LCD IPS que não desaponta, disponibilizando resolução e qualidade mais que suficiente, e sendo extremamente valioso para todos os que priviligiam o espaço vertical (como programadores, e outros) do formato 3:2 face ao formato mais comum dos 16:9. O teclado cumpre com o pretendido mas sem ser de referência, e o trackpad de grande dimensão ajuda a esquecer a necessidade de um rato.
O teclado é retroiluminado e bem visível em ambientes de baixa luminosidade, podendo ter a intensidade ajustada ou desligada, se assim preferirem.

Para quem estiver habituado a um portátil low-cost, a principal diferença é o desembaraço extra com que este portátil lida com actividades mais intensivas, e também com as coisas do dia a dia: até coisas simples como as actualizações mais "pesadas" do Windows aqui decorrem sem qualquer hesitação ou demora, ao contrário da dose de paciência que é necessária nos portáteis com CPUs mais fracos. Também não há chatices em abrir várias dezenas de tabs com sites "carregados" no browser sem enfrentar soluços - e isto sem sequer recorrer a adblockers ou a browsers tipo Brave, que tornariam as coisas ainda mais rápidas.

Por outro lado, a autonomia não impressiona. Se não precisamos ter cuidado com o desempenho quando temos o CoreBook X ligado à fonte de alimentação, poderá ser preciso ajustar as opções de energia para privilegiar a poupança quando se planeia ficar bastante tempo longe da tomada.


Apreciação final

O Chuwi CoreBook X i5-12450H é uma excelente opção para quem procura um portátil que fique no patamar acima dos portáteis low-cost, que combine o factor portabilidade do formato 14" sem comprometer o desempenho ou a área de ecrã. O seu ecrã IPS 2160×1440 3:2 torna-se no centro das atenções (e ainda bem, já que é aquilo para que se passará todo o tempo a olhar), devidamente assistido pelo CPU Intel Core i5-12450H que assegura capacidade para enfrentar todo o tipo de necessidade de processamento. A capacidade de expansão remata o conjunto, tratando do potencial aspecto - que será o mais provável que possa acontecer - dos 512 GB serem insuficientes.

Tratando-se de um portátil que pode ser encontrado por menos de 400 euros(!), não há nada de mal a dizer, motivo pelo qual sai daqui com um: escaldante.

Chuwi CoreBook X i5-12450H
Escaldante


Prós
  • Ecrã excelente
  • CPU Intel Core i5-12450H
  • Expansão do SSD via slot M.2
  • Preço

Contras
  • Alimentação ainda via ficha DC
  • Autonomia não impressiona


Chuwi CoreBook X i5-12450H

Escaldante (5/5)

Xiaomi Smart Band 9 a €34

01-07-2025 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

A Xiaomi Smart Band 9 é uma das smart bracelets mais desejadas, e pode ser encontrada a preço simpático.

A Xiaomi Smart Band 9 mantém o mesmo formato das gerações anteriores, vindo com um ecrã AMOLED de 1.62" (490x192 pixeis), com modo Always On e até 1200 nits de luminosidade. Além das suas já bastante completas capacidades de tracking, para esta geração a Xiaomi, também tem a possibilidade de ser usada como pendente, ou colocada nas sapatilhas, ao estilo da Smart Band 8 - com esta última opção a prometer novos dados de tracking, e também sendo apreciado por todos os que não gostam de correr ou fazer desporto com algo no pulso. Vem com mais de 200 mostradores e tem resistência à água até 5 ATM.
De momento, podemos apanhar a Xiaomi Smart Band 9 por 34 euros na Amazon Espanha.

A Xiaomi anuncia uma autonomia de 21 dias de uso típico, que passam para cerca de uma semana com o ecrã em modo Always On. O carregamento é feito em apenas uma hora. Pode ser utilizada tanto em smartphones Android como iPhones, incluindo compatibilidade com o Strava, para além de outras apps. Também pode fazer a monitorização do sono.


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Steam passa a contabilizar frames DLSS e FSR

01-07-2025 | 14:30 | Aberto até de Madrugada

Para melhor indicação do impacto que as tecnologias de geração de frames têm nos jogos, o Steam passa a contar com indicador de frames por segundo diferenciado.

A Valve lançou nova ferramenta de monitorização de desempenho no Steam que permite ver, em tempo real, como as tecnologias de geração de frames - como o DLSS da Nvidia ou o FSR da AMD - afectam a fluidez dos jogos. Esta actualização do Steam Client já está disponível para utilizadores Windows com hardware gráfico comum.

O novo monitor de desempenho oferece quatro níveis de detalhe: desde um simples valor de FPS até informações completas sobre FPS, utilização do CPU, GPU e memória RAM. Esta segmentação ajuda os jogadores a perceberem se os jogos estão realmente a correr de forma fluida ou se estão apenas a parecer mais suaves graças a frames "falsos" gerados por AI.
Ao contrário do contador de FPS básico que o Steam já tinha, esta ferramenta separa os frames gerados dos frames nativos, o que pode ajudar a explicar discrepâncias entre o que se vê no ecrã e o que realmente se sente ao jogar. A Valve alerta que estas técnicas não reduzem a latência, sendo por isso menos úteis para jogadores competitivos, mas melhoram a fluidez visual em monitores com taxas de actualização elevadas.

Esta funcionalidade aproxima a experiência do Steam no desktop à que já existe no Steam Deck, que também inclui ferramentas como o MangoHud para monitorizar o hardware. A Valve promete ainda melhorias futuras no overlay de desempenho, como alertas para situações comuns de má desempenho gráfico e resumos mais completos quando se pressiona Shift + Tab durante o jogo.

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