PlanetGeek
№ 01

DLSS 4.5 Ray Reconstruction chega em Agosto

A Nvidia confirmou que o DLSS 4.5 Ray Reconstruction chegará a todas as placas gráficas RTX em Agosto.

A NVIDIA anunciou o DLSS 4.5 Ray Reconstruction, uma nova versão da sua tecnologia baseada em inteligência artificial para melhorar a qualidade gráfica em jogos com ray tracing e path tracing. A actualização ficará disponível em Agosto através da NVIDIA App e será compatível com todas as gerações de placas GeForce RTX, incluindo as séries RTX 20, RTX 30, RTX 40 e RTX 50.

O DLSS 4.5 utiliza um modelo Transformer de segunda geração, com 35% mais capacidade de processamento e 20% mais parâmetros que a versão actual, mantendo um desempenho semelhante. Estas melhorias permitem uma iluminação mais precisa, maior estabilidade temporal, e melhor nitidez em cenas com movimento.


A nova tecnologia chegará inicialmente a 27 jogos. Entre os títulos confirmados encontram-se Alan Wake 2, Cyberpunk 2077, DOOM: The Dark Ages, F1 25 e Indiana Jones and the Great Circle. O novo modelo foi treinado com um conjunto de dados mais abrangente, oferecendo aos programadores um maior controlo sobre o processo de reconstrução da imagem.

Além dos videojogos, o DLSS 4.5 Ray Reconstruction também será integrado no Blender como sistema de denoising, com lançamento previsto para o Blender 5.3 no Outono.

№ 02

Nvidia apresenta RTX Spark para portáteis

A Nvidia apresenta o chip RTX Spark para portáteis, com até 20 núcleos, GPU equivalente a uma RTX 5070 e até 128 GB de RAM.

A Nvidia revelou finalmente a sua aposta para a entrada no segmento Windows. O RTX Spark combina um CPU ARM com um GPU Blackwell, reunindo num único chip desempenho e maior eficiência energética - com esperança de que se torne na resposta, do lado do Windows, aos chips da Apple nos Macs e MacBooks.

O RTX Spark inclui um CPU com até 20 núcleos e GPU com 6.144 CUDA cores, equivalente em potência a uma RTX 5070. O chip pode ainda ser equipado com até 128 GB de memória LPDDR5X unificada, permitindo um acesso mais rápido aos dados por parte do processador e da gráfica. Embora o novo chip seja adequado para gaming e criação de conteúdos, o principal objectivo é executar agentes de inteligência artificial directamente no computador. Estes sistemas, considerados a próxima evolução dos modelos de linguagem, exigem elevado poder de processamento e grandes quantidades de memória, tornando os 128 GB de RAM num dos seus principais argumentos.



O RTX Spark foi desenvolvido para equipar portáteis finos e potentes que chegarão ao mercado ainda este ano. A Nvidia já confirmou parcerias com fabricantes como a Acer, Asus, Dell, Gigabyte, HP, Lenovo e MSI, além da Microsoft, que irá lançar um novo Surface Laptop Ultra equipado com este chip.

A grande questão é que, pelo menos numa primeira fase, estes portáteis com RTX Spark estarão posicionados no segmento "topo de gama", o que significa que terão preços pouco convidativos para a maioria dos consumidores.


Nota: Também há o DGX Station para PCs desktop, com até 748GB de RAM... e preço a começar nos 90 mil euros.

№ 03

Ataque FROST deixa sites espiarem outros sites e apps - através do SSD

Investigadores criaram uma técnica curiosa que monitoriza o uso do SSD para detectarem que outros sites e apps o utilizador pode estar a usar.

Investigadores da Universidade de Tecnologia de Graz, na Áustria, demonstraram uma nova técnica de espionagem digital que permite a qualquer website descobrir que outros sites o utilizador está a visitar e até que aplicações está a usar no computador, bastando que abra uma página no browser.

O ataque, denominado FROST (PDF link), funciona inteiramente através de JavaScript e explora o Origin Private File System (OPFS), uma funcionalidade dos browsers que permite aos websites armazenarem ficheiros localmente sem necessitarem de autorização explícita do utilizador. A técnica consiste em criar um ficheiro de grandes dimensões que dê uso contínuo ao SSD, e de seguida medir constantemente a velocidade de leitura do armazenamento. As pequenas variações provocadas pela restante actividades no SSD acabam por revelar padrões que podem revelar o que está a ser feito.
Recorrendo a modelos de inteligência artificial treinados especificamente para esta tarefa, os investigadores conseguiram identificar websites visitados com uma taxa de precisão de cerca de 89% e aplicações em execução com uma precisão superior a 95%. O método funciona em sistemas macOS e Linux e pode ser executado em vários browsers sem necessidade de permissões adicionais ou instalação de software.

Apesar da gravidade potencial da descoberta, as respostas dos principais fabricantes de navegadores foram limitadas. O projecto Chromium considerou que o problema se enquadra na categoria de técnicas de fingerprinting e não numa falha de segurança tradicional. A Apple classificou a questão como estando fora do âmbito das suas políticas de protecção, enquanto a Mozilla reconheceu a investigação mas ainda não implementou medidas específicas para mitigar o problema. A descoberta volta a levantar preocupações sobre a privacidade online e sobre a crescente utilização de técnicas sofisticadas para monitorizar utilizadores através de funcionalidades aparentemente inofensivas dos browsers modernos.

Embora seja mais uma coisa para "chatear" os utilizadores, acho que se justifica remover a permissão de acesso directo aos discos, colocando-a atrás de um pedido dedicado tal como acontece para o uso das câmaras, microfones, localização, etc. Afinal, quem é que quer que um site tenha direito a poder usar até 8TB(!) do seu disco sem sequer pedir autorização?

№ 04

ATX12VO v3 diz adeus à ficha gigante nas motherboards

A ficha ATX gigante com a alimentação principal nas motherboards vai ser minimizada consideravelmente com a nova norma ATX12VO v3.

A Intel estará a preparar uma revisão da norma ATX12VO, destinada a melhorar a eficiência energética dos computadores e simplificar o design das fontes de alimentação modernas. De acordo com informações já descobertas, a futura especificação ATX12VO v3 adoptará fichas bastante mais compactas, a par da capacidade de monitorização do consumo energético, e outras melhorias que visam reduzir o desperdício de energia.

A principal novidade passa pela eliminação da linha de alimentação de espera dedicada, mantendo a linha principal de 12V sempre activa. Segundo a Intel, esta alteração simplifica a arquitectura das fontes de alimentação e melhora a eficiência, especialmente em estados de baixo consumo ou quando o computador está inactivo. Testes internos indicam que os sistemas convencionais podem consumir até 29% mais energia em repouso quando comparados com uma plataforma baseada neste novo padrão.
O conector principal da motherboard também sofrerá uma grande transformação. A actual (e "gigantesca") ficha ATX de 24 pinos dará lugar a uma nova ficha de apenas 8 pinos, permitindo uma redução de até 83% no tamanho. A ficha de alimentação do CPU também será mais pequena, ajudando a libertar espaço nas motherboards e facilitando o desenvolvimento de computadores mais compactos.
Outra novidade importante é a integração do PMBus (Power Management Bus), uma tecnologia frequentemente utilizada em servidores. Esta funcionalidade permitirá monitorizar em tempo real parâmetros como tensão, corrente, temperatura e consumo energético da fonte de alimentação. Além disso, um novo sinal chamado I_PSU% permitirá que a fonte comunique directamente com o sistema sobre o nível de utilização da sua capacidade, ajudando a evitar sobrecargas e fornecendo informações mais detalhadas sobre o consumo de energia do computador. A Intel ainda não confirmou oficialmente a data de lançamento da nova norma, mas espera-se que isso seja feito já nos próximos dias durante a Computex 2026.

Também já circulam rumores que vários fabricantes de motherboards têm já modelos planeados para usar o ATX12VO v3, devendo levar a um processo de transição relativamente rápido ao longo dos próximos anos - apesar de se estar num período "mau" para a troca de PCs, devido ao elevado custo das memórias RAM e SSDs.

№ 05

Nvidia N1X promete "nova era" para o Windows

A Nvidia está prestes a revelar os chips N1/N1X para Windows, que prometem uma "nova era" para o sistema.

Depois de dominar nos GPUs, a Nvidia quer marcar a sua (re)entrada nos CPUs com o novo chip N1/N1X para portáteis Windows. A notícia foi dada de forma algo críptica pelas contas da Nvidia e do Windows no X, fazendo referência apenas um conjunto de números, que rapidamente foram decifrados como sendo as coordenadas de Taipei - onde se irá realizar a Computex.

A new era of PC.

25.0528, 121.5990

— NVIDIA (@nvidia) May 29, 2026

A new era of PC.

25.0528, 121.5990

— NVIDIA (@nvidia) May 29, 2026
A Microsoft tem passado os últimos anos a tentar encontrar resposta para a transição que a Apple fez, dos chips Intel para os seus próprios chips nos MacBooks. Embora a Qualcomm tenha lançado chips ARM Snapdragon para Windows, os resultados ainda não foram capazes de causar grande impacto nos computadores com os chips tradicionais Intel/AMD. Agora, a esperança é depositada na Nvidia com estes novos chips N1/N1X.

Os rumores apontam para quatro variantes diferentes, incluindo o modelo topo de gama N1X, que deverá utilizar uma configuração semelhante à do superchip GB10 presente no sistema DGX Spark da NVIDIA. O N1X deverá chegar em duas versões. A mais potente contará com 20 núcleos de CPU, divididos entre 10 Cortex-X925 de elevado desempenho e 10 Cortex-A725 mais eficientes, acompanhados por um GPU com 48 Streaming Multiprocessors (SM), equivalente a 6144 núcleos CUDA. Uma segunda variante utilizará 18 núcleos de CPU e 40 SMs, totalizando 5120 núcleos CUDA. Ambas as versões deverão operar entre 45W e 80W de consumo energético e suportar até 128 GB de memória LPDDR5X.

A série N1 convencional destina-se a segmentos mais acessíveis e eficientes. Os modelos incluem versões com 12 ou 10 núcleos de CPU e GPUs com 20 ou 16 SMs, oferecendo até 2560 ou 2048 núcleos CUDA, respectivamente. O consumo energético deverá variar entre 18W e 45W, com suporte para até 64 GB de memória LPDDR5X e armazenamento através de duas unidades M.2.

Can someone convince me why N1X matters?

➡️ It's an expensive chip for notebooks
➡️ It's a high power chip for notebooks
➡️ If it runs Windows, good luck on software support and peripheral drivers.
➡️ It's a low margin product for whoever sells it, branded NV or MTK
➡️ It won't…

— 𝐷𝑟. 𝐼𝑎𝑛 𝐶𝑢𝑡𝑟𝑒𝑠𝑠 (@IanCutress) May 29, 2026
Apesar de haver quem ache que isto poderá finalmente dar à MS as armas para poder combater a Apple, há quem lance sérias dúvidas, pois estes chips (que são produzidos pela MediaTek) serão bastante dispendiosos e são bastante gastadores; o que a par do elevado custo da memória RAM actualmente, dificilmente irão ter qualquer impacto "revolucionário" no mercado.

Mas, pode ser que sirva de primeiro passo para marcar presença no sector, e que isso venha a dar frutos daqui por alguns anos, quando - eventualmente - os preços voltarem a baixar para níveis aceitáveis.

№ 06

Plano "Ilimitado" da Woo tem limite de 200GB

Uma vez mais, vemos operadores nacionais a fazer publicidade enganosa, com o suposto "ilimitado" da Woo a ter um limite de 200GB.

As décadas vão passando e é triste ver que os operadores nacionais de telecomunicações continuam a manter as velhas práticas de querer enganar os consumidores. Desta vez temos os clientes da Woo (operadora virtual da NOS), que têm descoberto que apesar do serviço garantir que disponibiliza dados ilimitados sem limites nem qualquer abrandamento, afinal ficam sujeitos a forte abrandamento assim que atingem os 200GB de dados.

No passado já passamos (leia-se: sofremos!) com inúmeros casos de tentativa de redefinição da palavra "ilimitado" por parte dos operadores, mas isso é algo que já devia ter ficado totalmente resolvido à conta dos vários processos que daí derivaram. Actualmente, para que um operador anuncie um tarifário ilimitado, tem efectivamente que fornecer um plano sem qualquer limite de dados nem restrição de velocidade após certo limite.
Claro que, certamente a Woo estará a querer usar a PUR (Política de Utilização Razoável) como elemento para contornar esse factor; mas que não terá grande hipótese de justificar. A PUR deverá ser usada para efeitos de garantir a qualidade da rede em casos excepcionais que a isso obriguem: não ser usado como limite para um plano que promete dados ilimitados. Também será difícil explicar porque motivo tem que abrandar a ligação dos clientes em períodos de baixo uso da rede, só porque passaram os 200 GB.

É também desolador continuar a ver que existem pessoas que tentam defender o indefensável, e a dizer que quem chega aos 200GB está a "abusar" do plano. O que está em causa não é discutir se os 200GB são "justos" ou "adequados" ou "exagerados"; o que está em causa é que um consumidor escolheu e pagou por um plano que diz oferecer dados ilimitados, e que depois descobre que afinal foi enganado e o ilimitado afinal são 200GB.

Se a Woo quer oferecer 200GB, então que anuncie o plano como tendo 200GB e está o assunto resolvido!

№ 07

Como fazer um expositor iluminado com filamento LED COB

Quem desejar apresentar orgulhosamente os seus "brinquedos", pode criar um vistoso expositor com filamentos LED.

Este é mais um daqueles projectos que é extremamente simples mas que se torna visualmente bastante impressionante. Em vez de simplesmente exibir algo como carros Hot Wheel F1 de colecção numa prateleira, podemos dar-lhes destaque especial com um expositor personalizado e com iluminação LED, que faz toda a diferença.

É isso que podemos replicar com este projecto Hot Wheels Display Stand. Sem surpresas, a parte física do mostrados é impressa em 3D; enquanto do lado da electrónica temos também o assistente habitual neste tipo de projectos: um ESP32, aqui auxiliado por uma placa COB LED Driver auxiliar. O elemento que transforma por completo a parte visual é o recurso a filamento LED COB, que replica aquilo que noutros tempos teria que ser feito com "fio electroluminescente", com outro tipo de requisitos mais complicados em termos electrónicos.



Com o filamento LED COB, podemos replicar o efeito de "fios luminosos", mantendo a simplicididade de uso e controlo dos LEDs tradicionais. Neste caso, o projecto é também facilitado pelo uso de filamentos LED com cores fixas, limitando o controlo à intensidade.

Como temos um ESP32 a tomar conta de tudo, podemos controlar a iluminação remotamente, de forma independente; e abre as portas a todo o tipo de melhorias: podemos implementar temporizadores para ligar automaticamente a determinadas horas; ou adicionar um sensor de luminosidade ou de movimento, para que se ilumine apenas quando estiver escuro ou quando alguém se aproximar. Enfim, não faltam possibilidades, é deixar a imaginação seguir o seu curso. Isto sem esquecer que o mesmo sistema poderá ser usado para todo e qualquer outro tipo de elemento a exibir, como construções LEGO, peças vintage, livros, etc.

№ 08

Como fazer um expositor iluminado com filamento LED COB

Quem desejar apresentar orgulhosamente os seus "brinquedos", pode criar um vistoso expositor com filamentos LED.

Este é mais um daqueles projectos que é extremamente simples mas que se torna visualmente bastante impressionante. Em vez de simplesmente exibir algo como carros Hot Wheel F1 de colecção numa prateleira, podemos dar-lhes destaque especial com um expositor personalizado e com iluminação LED, que faz toda a diferença.

É isso que podemos replicar com este projecto Hot Wheels Display Stand. Sem surpresas, a parte física do mostrados é impressa em 3D; enquanto do lado da electrónica temos também o assistente habitual neste tipo de projectos: um ESP32, aqui auxiliado por uma placa COB LED Driver auxiliar. O elemento que transforma por completo a parte visual é o recurso a filamento LED COB, que replica aquilo que noutros tempos teria que ser feito com "fio electroluminescente", com outro tipo de requisitos mais complicados em termos electrónicos.



Com o filamento LED COB, podemos replicar o efeito de "fios luminosos", mantendo a simplicididade de uso e controlo dos LEDs tradicionais. Neste caso, o projecto é também facilitado pelo uso de filamentos LED com cores fixas, limitando o controlo à intensidade.

Como temos um ESP32 a tomar conta de tudo, podemos controlar a iluminação remotamente, de forma independente; e abre as portas a todo o tipo de melhorias: podemos implementar temporizadores para ligar automaticamente a determinadas horas; ou adicionar um sensor de luminosidade ou de movimento, para que se ilumine apenas quando estiver escuro ou quando alguém se aproximar. Enfim, não faltam possibilidades, é deixar a imaginação seguir o seu curso. Isto sem esquecer que o mesmo sistema poderá ser usado para todo e qualquer outro tipo de elemento a exibir, como construções LEGO, peças vintage, livros, etc.

№ 09

Paint.NET consegue domínio paint.net

Após mais de vinte anos, o Paint.NET conseguiu o domínio que há muito desejava.

Após mais de duas décadas de espera, Rick Brewster, criador do popular editor de imagem Paint.NET, conseguiu finalmente obter a propriedade do domínio paint.net, colocando um ponto final numa situação que atormentava o projecto desde o seu lançamento em 2004.

Durante todos estes anos, o software utilizou o endereço getpaint.net como website oficial, uma vez que o domínio correspondente ao nome da aplicação já tinha dono. Esta situação gerava frequente confusão entre utilizadores que procuravam o programa através de motores de pesquisa ou tentavam aceder directamente ao site oficial.

I GOT THE DOMAIN! I FINALLY GOT IT!!!!!!!!!!1 🥳🎉

Paint​.NET is now at https://t.co/ZJTUII4bVG!

Well, it will be just as soon as I push all the buttons to migrate content and set up redirects from getpaint​.net etc. For now it's just a "hey go here" redirect page.

— Rick Brewster (@rickbrewPDN) May 29, 2026
Segundo Brewster, a situação agravou-se recentemente quando o domínio passou a ser utilizado de forma que poderia levar visitantes a acreditar que estavam a aceder ao site oficial do Paint.NET. O criador classificou o caso como uma clara violação de marca registada, recordando que o nome PAINT.NET está oficialmente registado como marca desde 2009.

Brewster revelou que tentava adquirir o domínio há cerca de 22 anos. Por agora o site paint.net ainda serve apenas como redireccionador para o domínio antigo, mas quando a transferência concluída o projecto passará finalmente a usar o endereço web que corresponde directamente ao nome da aplicação.

№ 10

Ganha um carregador USB 1000W 10-portas [gadget do mês Clube AadM+]

Todos os meses temos prémios exclusivos para os membros do Clube AadM+; e este mês o gadget que temos para oferecer é um mega carregador USB de 10-portas e 1000W.

Para acabar de vez com a necessidade de carregadores USB dedicados, este mês propomos um mega-carregador GAN III que tem capacidade para lidar com tudo que se tiver que enfrentar. Com 8 portas USB-C e 2 portas USB-A, fica apto para carregar tanto equipamentos mais antigos como os mais modernos portáteis com carregamento USB-C. Temos 8 portas USB-C de carregamento rápido PD (4 de 140 W + 4 de 100 W) e 2 portas USB-A QC de 20 W.

Como é habitual, os membros do Clube AadM+ não precisam fazer nada para estarem automaticamente habilitados a esta prenda - sendo por isso recomendado que adiram ao Clube AadM+ para terem acesso a estes gadgets exclusivos todos os meses,

Aproveito também para relembrar que os membros do Clube AadM+, para além destes gadgets exclusivos mensais, também têm direito a outras vantagens, como descontos num crescente número de parceiros que se têm associado a esta iniciativa. Se ainda não aderiste, está na altura ideal para o fazeres e usufruíres de todas estas vantagens, junta-te ao Clube AadM+ e não deixes de convidar os teus amigos - quantos mais formos, melhores serão as prendas que poderemos oferecer. :)

Actualização: O gadget deste mês foi para o Filipe Marques.

№ 11

NASA prepara base lunar permanente

A NASA quer criar uma base lunar permanente no pólo sul da Lua, em parceria com várias empresas privadas como a Blue Origin e SpaceX.

A NASA revelou novos detalhes sobre os seus ambiciosos planos para estabelecer uma presença humana permanente na Lua através do programa Artemis. Segundo a agência espacial norte-americana, a futura base lunar poderá ocupar uma área que eventualmente crescerá para centenas de quilómetros quadrados na região do polo sul lunar, transformando-se numa verdadeira cidade científica dedicada à exploração espacial e à preparação de futuras missões para Marte.

A escolha do polo sul deve-se à presença de grandes reservas de gelo de água em crateras permanentemente à sombra, um recurso considerado essencial para sustentar missões de longa duração. A NASA explicou que a dimensão da base resulta da necessidade de distribuir diferentes infraestruturas pelo terreno, incluindo habitats para astronautas, sistemas de energia, laboratórios científicos e zonas de exploração. Algumas instalações terão de ficar separadas por vários quilómetros, nomeadamente os futuros sistemas de energia nuclear, por razões de segurança.
Antes da construção da base, a agência pretende utilizar pequenos drones chamados MoonFall (grande falhanço não terem sido chamados "Eagle") para explorar a região e identificar os locais mais adequados para futuras infraestruturas. O primeiro conjunto destes robots deverá chegar à Lua em 2028. Paralelamente, a NASA selecionou as empresas Astrolab e Lunar Outpost para desenvolver os novos veículos lunares Artemis, que poderão operar de forma autónoma e estarão na superfície antes da chegada das próximas missões tripuladas.

O projecto será implementado em três fases. A primeira decorre até 2029 e será dedicada à recolha de dados e ao estabelecimento de acesso regular à superfície lunar. Entre 2029 e 2032 será criada a capacidade operacional inicial da base. A partir de 2032, a NASA pretende alcançar uma presença humana semi-permanente na Lua. A agência considera esta infraestrutura o primeiro posto avançado da humanidade noutro mundo, numa corrida espacial onde os Estados Unidos procuram também manter vantagem sobre os planos lunares da China.

Infelizmente, para a Blue Origin as coisas não estão a começar da melhor forma, e a Starship da SpaceX continua a necessitar de melhorias para se tornar totalmente operacional.

№ 12

Chrome com protecção de roubo de cookies

Depois da fase beta, a Google faz chegar a protecção contra roubo de cookies a todos os utilizadores do Chrome.

A Google começou a disponibilizar uma importante funcionalidade de segurança no Chrome destinada a combater um dos métodos mais utilizados para roubo de contas online. A tecnologia Device Bound Session Credentials (DBSC) começou a ser testada em Abril e visa impedir o roubo de cookies de sessão que podem ser usados para aceder a contas, mesmo aquelas que são protegidas por autenticação multifactor.

Os cookies de sessão são pequenos ficheiros que permitem aos websites manter os utilizadores autenticados após o início de sessão. Nos últimos anos, diversos tipos de malware especializados em roubo de informação passaram a capturar estes cookies para contornar palavras-passe e sistemas de autenticação adicionais. O DBSC procura eliminar esse problema ao associar criptograficamente cada sessão ao dispositivo onde o utilizador efectuou o login.
A funcionalidade tira partido de componentes de segurança presentes no hardware dos computadores, como o Trusted Platform Module (TPM) no Windows ou o Secure Enclave nos dispositivos Apple. As chaves criptográficas necessárias para validar a sessão são geradas e armazenadas nestes módulos protegidos, impedindo que sejam copiadas ou utilizadas noutro equipamento. Mesmo que um atacante consiga roubar um cookie de sessão, não conseguirá utilizá-lo sem acesso às chaves armazenadas no dispositivo original.

Segundo a Google, a tecnologia já está a ser distribuída para contas pessoais, subscritores Workspace Individual e clientes Google Workspace. Com isto, espera-se que o roubo de cookies para autenticação se torne irrelevante, com os óbvios benefícios de segurança para os utilizadores.

№ 13

Chrome com protecção de roubo de cookies

Depois da fase beta, a Google faz chegar a protecção contra roubo de cookies a todos os utilizadores do Chrome.

A Google começou a disponibilizar uma importante funcionalidade de segurança no Chrome destinada a combater um dos métodos mais utilizados para roubo de contas online. A tecnologia Device Bound Session Credentials (DBSC) começou a ser testada em Abril e visa impedir o roubo de cookies de sessão que podem ser usados para aceder a contas, mesmo aquelas que são protegidas por autenticação multifactor.

Os cookies de sessão são pequenos ficheiros que permitem aos websites manter os utilizadores autenticados após o início de sessão. Nos últimos anos, diversos tipos de malware especializados em roubo de informação passaram a capturar estes cookies para contornar palavras-passe e sistemas de autenticação adicionais. O DBSC procura eliminar esse problema ao associar criptograficamente cada sessão ao dispositivo onde o utilizador efectuou o login.
A funcionalidade tira partido de componentes de segurança presentes no hardware dos computadores, como o Trusted Platform Module (TPM) no Windows ou o Secure Enclave nos dispositivos Apple. As chaves criptográficas necessárias para validar a sessão são geradas e armazenadas nestes módulos protegidos, impedindo que sejam copiadas ou utilizadas noutro equipamento. Mesmo que um atacante consiga roubar um cookie de sessão, não conseguirá utilizá-lo sem acesso às chaves armazenadas no dispositivo original.

Segundo a Google, a tecnologia já está a ser distribuída para contas pessoais, subscritores Workspace Individual e clientes Google Workspace. Com isto, espera-se que o roubo de cookies para autenticação se torne irrelevante, com os óbvios benefícios de segurança para os utilizadores.

№ 14

NAS Raspberry Pi 5 para 4 discos e 2.5 Gbps

Usando um Raspberry Pi 5, podemos criar o nosso mini NAS para melhor gestão dos conteúdos digitais em casa.

Numa altura em que os discos e SSDs têm sofrido com o agravemento dos preços, faz mais sentido que nunca reaproveitar os discos que se podem ter acumulado em casa ao longo das últimas décadas.

Este Raspberry Pi Storage Server (NAS) é um projecto faça-você-mesmo que recorre a um Raspberry Pi 5 como elemento central para criar um NAS que suporta até 4 discos / SSD SATA. A acompanhar temos um Radxa Penta SATA HAT, que possibilita ligar quatro discos directamente na placa, e ainda mais um disco externa via eSATA - o que se pode revelar útil para certos casos.
Temos depois algumas recomendações interessantes, como usar o Raspberry Pi OS Lite para evitar desperdício de recursos, em conjunto com o OpenMediaVault; assim como o uso de um adaptador USB para Ethernet 2.5 Gbps, proporcionando mais do dobro do desempenho que seria possível usando-se a porta Ethernet de 1 Gbps do Raspberry Pi.

O único senão é que, com o aumento de preço dos Raspberry Pi, e o Radxa Penta SATA HAT a custar perto de 100 euros, este mini NAS arrisca-se a não ter um preço tão "mini" quanto se desejaria. Ainda assim, para quem já tiver um RPI 5 sem saber em que o usar, e discos para reaproveitar, não deixar de ser uma hipótese a ter em conta.

№ 15

YouTube melhora podcasts com auto-speed e controlos simplificados

O YouTube está a melhorar a audição de podcasts - mas só para quem pagar pelo YouTube Premium.

O YouTube anunciou três novas funcionalidades destinadas a melhorar a experiência de ouvir podcasts na plataforma, mas que são exclusiva para subscritores do YouTube Premium.

A primeira novidade chama-se On-the-go Mode e foi criada para quem ouve podcasts enquanto se desloca. Esta interface apresenta controlos simplificados e de acesso rápido, permitindo avançar ou recuar episódios facilmente durante uma caminhada, corrida ou viagem, sem necessidade de navegar por menus mais complexos.

A segunda funcionalidade é o Auto Speed, um sistema inteligente que ajusta automaticamente a velocidade de reprodução consoante o conteúdo. O YouTube explica que a funcionalidade pode acelerar segmentos onde o discurso é mais lento e reduzir a velocidade em momentos com maior densidade de informação. Os utilizadores continuam a poder definir manualmente a velocidade caso prefiram manter controlo total sobre a reprodução.




Por último, a empresa está a expandir o Ask Music para podcasts. A ferramenta AI passará a sugerir programas personalizados com base nos gostos do utilizador, no seu estado de espírito ou nos podcasts que já subscreve. Segundo o YouTube, o objectivo é facilitar a descoberta de novos conteúdos e fazer recomendações relevantes.

№ 16

iPhone 18 Pro deverá ter câmara com abertura variável

Como elemento de atracção para a geração iPhone 18 Pro, a Apple deverá adoptar uma câmara de abertura variável pela primeira vez num iPhone.

A Apple prepara uma das maiores evoluções nas câmaras do iPhone dos últimos anos com a chegada do iPhone 18 Pro, mas a novidade terá também um impacto significativo nos custos de produção. Segundo novas informações da cadeia de fornecimento, o novo sistema de abertura variável da câmara principal custará cerca de 50% mais do que o módulo actualmente utilizado nos modelos iPhone Pro.

A tecnologia permitirá ajustar fisicamente a abertura da lente, algo que os iPhones nunca ofereceram até agora. Enquanto os modelos actuais utilizam uma abertura fixa, a nova solução permitirá controlar a quantidade de luz que entra no sensor de forma dinâmica, melhorando a exposição em diferentes cenários e oferecendo maior controlo sobre o efeito de profundidade de campo nas fotografias.

▌The latest supply chain checks indicate that Sunny Optical is seeing several new positive trends:
1. Leveraging its existing optical technology strengths, the company is preparing to enter AI server CPO / silicon photonics coupling components.
2. Securing orders for optical…

— 郭明錤|Ming-Chi Kuo (@mingchikuo) May 29, 2026
Os rumores sobre esta funcionalidade circulam há vários anos e apontam para uma estreia nos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max. A mudança aproxima o iPhone das câmaras profissionais e de alguns smartphones de outros fabricantes (como a Samsung) avançados que adoptaram sistemas de abertura variável nos seus smartphones.

Sabendo que grande parte dos consumidores poderá optar por aguardar mais um ano para esperar pelo iPhone de 20º aniversário que deverá ser totalmente remodelado (potencialmente com um ecrã "total" sem margens), a Apple deverá usar esta melhoria da câmara como elemento para convencer os fãs a não abdicarem desta geração - mesmo se, a nível das cores, a oferta possa não ser muito consensual.

№ 17

Hyundai IONIQ 6 renovado chega a Portugal com mais autonomia e variante N Line

A Hyundai apresentou o IONIQ 6 renovado, com design aperfeiçoado, tecnologia actualizada e uma nova variante N Line de inspiração desportiva. O modelo já está disponível em Portugal a partir de 33.000 euros mais IVA.

Do ponto de vista estético, o novo IONIQ 6 segue o tema "Pure Flow, Refined", com a frente em nariz de tubarão mais afiada, um spoiler traseiro simplificado substituindo o anterior elemento duplo, e novas jantes de liga leve de 18" e 20". O coeficiente de arrasto mantém-se em apenas 0,21, um dos valores mais baixos do segmento. A paleta de cores foi alargada para doze opções, incluindo o novo Aero Silver Metallic e o Ultimate Red Metallic exclusivo da N Line.
No capítulo da motorização, o IONIQ 6 está disponível com bateria de 63 kWh (Standard Range, 170 cv) ou 84 kWh (Long Range, 229 cv), ambas com tração traseira e velocidade máxima de 185 km/h. A variante Long Range permite uma autonomia até 680 km WLTP e suporta carregamento ultra-rápido de 800 V, possibilitando recuperar até 426 km de autonomia em apenas 15 minutos com um carregador de 350 kW. O sistema de travagem regenerativa inteligente 3.0 ajusta automaticamente o nível de desaceleração com base em dados de radar e navegação, reduzindo a necessidade de travar manualmente em até 84 por cento face à condução convencional.

O interior recebe o novo sistema Connected Car Navigation Cockpit (ccNC) com dois ecrãs de 12,3", botões físicos de controlo climático na consola central, portas USB-C de carregamento rápido e suporte a actualizações over-the-air para praticamente todos os sistemas do veículo. A oferta de segurança inclui a nova geração do Hyundai Smart Sense, com faróis LED Matrix de 12 segmentos, assistente de condução em autoestrada HDA 2, estacionamento remoto autónomo e sete airbags.
Em Portugal, o novo IONIQ 6 está disponível nas versões Premium, Vanguard e N Line, incluindo 7 anos de garantia sem limite de quilómetros, 7 anos de assistência em viagem e check-ups anuais gratuitos, além de 8 anos ou 160 000 km de garantia das baterias de alta voltagem. Os preços começam nos 33.000 euros mais IVA.


[Pela Estrada Fora]
№ 18

AION UT chega a Portugal com 622 km de autonomia e preço abaixo dos 27 mil euros

A GAC apresentou oficialmente em Portugal o AION UT, o segundo modelo 100% elétrico da marca no mercado nacional, num evento realizado em Lisboa.

Desenhado no GAC Advanced Design Center em Milão e produzido na fábrica da Magna, na Áustria, o AION UT (Urban Traffic) posiciona-se como a principal aposta da GAC para o mercado europeu. O modelo oferece uma autonomia urbana de 622 km (WLTP), suportada por uma bateria de 60 kWh, e é capaz de carregar dos 30% aos 80% em apenas 24 minutos em corrente contínua.
Disponível em três versões (Premium Green, Premium e Luxury), o AION UT integra um sistema de infotainment com ecrã tátil de 14,6 polegadas e painel de instrumentos digital de 8,88 polegadas, além de controlo por voz online. A bagageira oferece 440 litros de capacidade, expansível até 1.600 litros. Em termos de segurança, o modelo inclui tecnologia ADAS de Nível 2, com sistemas de travagem autónoma de emergência, cruise control adaptativo, assistência à manutenção na faixa e deteção de ângulo morto, entre outros.
O AION UT chega ao mercado com um preço de campanha de 26.560 euros para a versão de entrada Premium Green, excluindo despesas de legalização e transporte. A marca, representada em Portugal pelo Grupo JAP, disponibiliza o modelo para test-drives na rede oficial a partir de maio. O AION UT junta-se ao SUV AION V, lançado em setembro de 2025, reforçando a presença da GAC no mercado nacional.


[Pela Estrada Fora]
№ 19

AION UT chega a Portugal com 622 km de autonomia e preço abaixo dos 27 mil euros

A GAC apresentou oficialmente em Portugal o AION UT, o segundo modelo 100% elétrico da marca no mercado nacional, num evento realizado em Lisboa.

Desenhado no GAC Advanced Design Center em Milão e produzido na fábrica da Magna, na Áustria, o AION UT (Urban Traffic) posiciona-se como a principal aposta da GAC para o mercado europeu. O modelo oferece uma autonomia urbana de 622 km (WLTP), suportada por uma bateria de 60 kWh, e é capaz de carregar dos 30% aos 80% em apenas 24 minutos em corrente contínua.
Disponível em três versões (Premium Green, Premium e Luxury), o AION UT integra um sistema de infotainment com ecrã tátil de 14,6 polegadas e painel de instrumentos digital de 8,88 polegadas, além de controlo por voz online. A bagageira oferece 440 litros de capacidade, expansível até 1.600 litros. Em termos de segurança, o modelo inclui tecnologia ADAS de Nível 2, com sistemas de travagem autónoma de emergência, cruise control adaptativo, assistência à manutenção na faixa e deteção de ângulo morto, entre outros.
O AION UT chega ao mercado com um preço de campanha de 26.560 euros para a versão de entrada Premium Green, excluindo despesas de legalização e transporte. A marca, representada em Portugal pelo Grupo JAP, disponibiliza o modelo para test-drives na rede oficial a partir de maio. O AION UT junta-se ao SUV AION V, lançado em setembro de 2025, reforçando a presença da GAC no mercado nacional.


[Pela Estrada Fora]
№ 20

Citroën 2 CV vai regressar em versão elétrica

A Citroën confirmou o regresso do lendário 2 CV, desta vez em versão elétrica, no âmbito do plano estratégico "FaSTLAne 2030"da Stellantis.

O novo modelo (imagem ilustrativa, criada pelo Google Gemini) não pretende ser uma mera homenagem nostálgica ao original, mas antes uma reinterpretação dos valores que tornaram o 2 CV um ícone: acessibilidade, leveza, praticidade e um carácter distintivo inconfundível. A marca assume que a verdadeira inovação não passa por acrescentar sempre mais, mas por melhorar a vida das pessoas e focar-se no que realmente importa.

Concebido para responder aos desafios da mobilidade elétrica moderna e das novas regulamentações urbanas, este futuro veículo deverá contribuir para o surgimento de uma nova categoria de pequenos eléctricos acessíveis, com personalidade e atratividade intactas. O CEO da Citroën, Xavier Chardon, sublinha que, tal como o modelo original democratizou a mobilidade no seu tempo, o novo 2 CV tem como missão fazer o mesmo com a mobilidade elétrica para uma nova geração.

Enquanto o novo modelo não chega, a Citroën recorda que o ë-C3, nomeadamente na versão com autonomia urbana, já representa uma resposta concreta aos desafios da mobilidade atual, com preço a começar abaixo da fasquia dos 20 mil euros.

Mais detalhes dp Citroën 2 CV elétrico serão revelados no Salão Automóvel de Paris, em outubro de 2026.

[Pela Estrada Fora]

|