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Carregador Anker 200 W GaN 6 portas a €54

20-02-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Os carregadores podem acompanhar-nos por anos e anos, e este Anker GaN 200 W com 6 portas garante que estamos preparados para tirar partido do USB-C até para carregar portáteis.

Com a transição para o USB-C e alguns fabricantes a deixarem de incluir carregadores com os seus produtos, torna-se mais importante que nunca escolher um carregador que nos dê algumas garantias a longo prazo. Este carregador Anker pode fornecer um total de 200 W e tem seis portas USB, mas mantendo um tamanho bastante compacto em formato "charging station" para desktop, graças à tecnologia GaN.
Este carregador Anker GaN 200 W 6-portas está disponível por 54 euros na Amazon Espanha - activar desconto de 10%.

Vem equipado com quatro portas USB-C e duas portas USB-A, significando que está preparado para lidar com os equipamentos mais recentes mas também lida sem dificuldade com cabos USB da geração anterior (que ainda são bastante populares). Pode fornecer até 100 W simultanteamente em duas portas USB-C quando se quer carregar múltiplos dispositivos, o que significa que poderá suportar com facilidade o carregamento de dois portatéis ao mesmo tempo. E não se esqueçam de juntar um cabo USB-C que permita tirar partido destas potências.


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Produtos da Semana

20-02-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A nossa rubrica de Produtos da Semana agrupa uma lista de produtos e notícias que vamos compilando ao longo da semana e que achamos que será do interesse geral.

Novos ratos gaming GXTrust Felox+

A GXTrust expande a sua extensa linha gaming com o lançamento de dois novos ratos de altodesempenho. Criados para trazer precisão, velocidade e estilo a cada sessão, o rato gaming com fioFelox+ e o rato gaming iluminado sem fio Felox+ Dual oferecem aos gamers o controlo e a precisãonecessários para dominar todos os jogos.

Prepara-te para a liberdade sem compromissos com o rato gaming iluminado sem fio duplo Felox+Dual. Equipado com um sensor PixArt PAW3311 de 12.000 DPI e uma taxa de relatório de 1000 Hz,garante precisão e velocidade, quer jogues com ou sem fios. Os gamers podem escolher a sualigação preferida através do recetor USB-A de latência ultrabaixa de 2,4 GHz ou Bluetooth edesfrutar de um tempo de utilização de até 40 horas graças à bateria recarregável integrada. Existeainda a opção de continuar a jogar enquanto carrega com o cabo de 1,5 m incluído. Este elegante rato gaming pode ser personalizado. A fita adesiva incluída oferece estilo e maisaderência, enquanto o software dedicado permite aos gamers programar cada botão para seadequar ao seu estilo. Além disso, um contorno LED multicolorido com duas configurações e trêscores deixa este rato pronto para melhorar qualquer setup.

O rato gaming com fio Felox+ oferece um desempenho fiável e extremamente rápido. Com umsensor PixArt PAW3327 e uma taxa de relatório de 1000 Hz, garante que cada movimento éregistado instantaneamente. O seu sensor ótico de 10.000 DPI oferece uma precisão máxima,enquanto o cabo USB-A trançado extra longo de 1,8 m mantém-te ligado, independentemente deonde decorre a ação. Por fim, tal como a respetiva versão sem fios, também vem com seis botõesprogramáveis, almofadas de aderência incluídas e iluminação LED multicolorida para dar um toquevibrante a cada movimento. Combinando facilmente precisão com estilo, os novos ratos gaming Felox+ oferecem aos gamerstodas as ferramentas para desenvolver as suas competências.

Já disponível, o rato gaming com fio está à venda pelo preço recomendado de 29,99 euros, e o ratogaming iluminado está à venda pelo preço recomendado de 34,99 euros.


Veja e partilhe o seu ângulo de inclinação com o novo zūmo XT3 de Garmin

A Garmin anuncia o seu mais recente equipamento de navegação GPS por satélite para motociclos, zūmo XT3.

Concebido para suportar vibrações do guiador, conduções irregulares e condições meteorológicas extremas, o dispositivo apresenta um ecrã brilhante e de alta resolução de 4,7" ou 6", compatível com luvas. O novo medidor de ângulo inclinado permite aos pilotos ver em tempo real quanto inclinaram-se em cada curva. Os dados após cada aventura estarão disponíveis na aplicação Tread para smartphones. Concebido para a ação, o zūmo XT3 foi desenvolvido para enfrentar condições meteorológicas extremas e terrenos exigentes. Cumpre a norma MIL-STD-810, tem resistência à água IPX7 e suporta vibrações intensas do guiador. Inclui mapas de ruas pré-carregados e mapas topográficos de alta definição, com possibilidade de descarregar imagens de satélite diretamente para o dispositivo. Para maior detalhe, está disponível o plano Outdoor Maps+, com acesso a Estradas de Aventura e Trilhos para navegação fora de estrada com indicações curva a curva.

Permite visualizar e partilhar dados como ângulo de inclinação, força G e velocidade máxima através da aplicação Tread. Com funcionalidades como Group Tracking, planeador visual de rotas (incluindo importação de ficheiros GPX, KML e KMZ) e rotas específicas para motos — como Garmin Adventurous Route, Great Rides e Rotas Populares — oferece uma experiência de condução personalizada e emocionante. Pode ainda ser integrado num ecossistema de dispositivos compatíveis, como o radar Zumo R1, controlador de guiador ou comunicador por satélite inReach, garantindo maior controlo, segurança e comunicação mesmo fora da rede móvel. Os aficionados para as corridas de aceleração podem usar o seu zūmo XT3 para ativar um plano Garmin Performance Package com acesso a um cronómetro de volta, funções de corrida de aceleração e mais. Com um plano ativo, os pilotos podem registar os seus tempos e distâncias em arrancadas, incluindo o tempo de 0-60 mph e tempos a 1/8 de milha e 1/4 de milha na pista de drag. Os utilizadores podem rever os seus tempos por volta e delta, bem como aceder a tabelas de classificação para ver como os seus tempos se comparam com os de outros.

Disponível para compra a partir de 20 de fevereiro de 2026, o novo zūmo XT3 com ecrã de 4,7" inclui um kit de montagem para guiador, ideal para motos mais pequenas, e tem um preço recomendado de 499,99 euros. O modelo maior, com ecrã de 6", inclui um kit de montagem em U para guiador e tem um preço recomendado de 599,99 euros.


Dyson PencilWash - a mopa elétrica mais fina e ultraleve

A Dyson apresentou o Dyson PencilWash, uma solução mais leve, mais fina e mais compacta para limpeza com água, sem comprometer a higiene.

O Dyson PencilWash combina a experiência da Dyson em tecnologia de limpeza com água com um forte enfoque na higiene, integrando um formato revolucionário, fino como um lápis, concebido pela marca. O resultado é uma manobrabilidade sem esforço e um desempenho de limpeza higiénico, pensado para responder às necessidades das casas modernas. A nova pega ultrafina e leve, com apenas 38 mm de diâmetro, facilita a limpeza húmida sem comprometer a higiene e o desempenho de limpeza. O Dyson PencilWash pesa apenas 2,2 kg e 380 g na mão, sendo altamente fácil de manobrar, pois move-se naturalmente com um simples movimento giratório. Inclina-se até 170° para limpar debaixo de móveis baixos e alcançar espaços apertados sem perder desempenho.

Ao contrário das máquinas de limpeza a húmido convencionais, o Dyson PencilWash não possui filtro que retenha sujidade, promova a proliferação de bactérias, emita odores ou seja difícil e desagradável de limpar. O seu design sem filtro elimina o risco de acumulação de resíduos, bloqueios ou perda de desempenho, garantindo uma limpeza eficaz e consistente em todas as utilizações. O novo Dyson PencilWash foi concebido para limpar todos os tipos de sujidade de uma só vez, incluindo resíduos húmidos e manchas. Possui um rolo de microfibra de alta densidade, com 64.000 filamentos por cm2 para remover rapidamente resíduos húmidos e secos, simultaneamente.

A água suja e os resíduos são continuamente extraídos do rolo de microfibra a cada rotação. Combinado com um sistema de hidratação de 8 pontos projetado com precisão, que fornece um abastecimento consistente de água fresca ao rolo, os utilizadores estão sempre a usar água fresca para limpar os pavimentos – para que a sua próxima limpeza seja sempre tão higiénica quanto a primeira. O Dyson PencilWash oferece dois modos de hidratação para um controlo preciso da humidade do piso. Seja para lidar com pequenas manchas ou manchas difíceis, os utilizadores podem ajustar o fluxo de água para se adequar a diferentes superfícies e necessidades de limpeza, garantindo resultados otimizados com um acabamento de piso de rápida secagem.

O Dyson PencilWash estará disponível nas próximas semanas, com o preço de 349 euros.


Optimize o tempo em pista com o Garmin Catalyst 2

A Garmin anunciou o Garmin Catalyst 2, um dispositivo de condução compacto que ajuda condutores de alto desempenho a alcançar melhores tempos em circuito.

Concebido com um ecrã brilhante de 3" e câmara incorporada, o Garmin Catalyst 2 é facilmente montado no para-brisas e traz funcionalidades de treino em pista, incluindo o True Optimal Lap da Garmin, que mostra aos ciclistas o seu melhor tempo possível com um vídeo composto das linhas que percorreram. Inclui também sinais de áudio em tempo real e comparação de dados de desempenho pós-sessão para ajudar os passageiros a perceber onde podem poupar tempo. O Garmin Catalyst 2 inclui funcionalidades únicas de treino de desporto motorizado que podem ajudar os pilotos a melhorar na pista. Após uma sessão de pista, os pilotos podem usar a app Garmin Catalyst num smartphone ou tablet compatível para rever análises detalhadas de desempenho, dados de comparação de condutores e muito mais.

A tecnologia patenteada TRUE OPTIMAL LAP mostra o melhor tempo possível com base nas linhas traçadas na pista que se podem repetir. No treino em pista, os avisos de áudio em tempo real adaptam-se ao desempenho, com indicações sobre velocidade, travagem e mais, transmitidas através de auscultadores Bluetooth® ou do estéreo do carro. O Garmin Catalyst 2 Track Driving Performance Optimizer interpreta automaticamente os dados de desempenho e, após cada sessão, identifica as três principais oportunidades de melhoria. Os pilotos podem consultar classificações com os melhores tempos por volta, ordenados por sessão, dia, ano, marca ou modelo do carro. Permite visualizar vídeos em HD com sobreposições de dados, como mapa de circuitos, velocidade, tempo delta e força G, e partilhá-los nas redes sociais (requer ligação à internet; recomenda-se Wi-Fi). A aplicação Garmin Catalyst possibilita o acesso a dados detalhados de desempenho, gráficos animados e tempos de comparação. O True Track Positioning melhorado utiliza múltiplos sensores e posicionamento multi-GNSS a 25 Hz para maior precisão na linha de corrida. Com uma subscrição ativa do plano Vault, as melhores voltas de cada sessão são guardadas automaticamente e ficam disponíveis na aplicação Garmin Catalyst.

Disponível para compra a partir de 20 de fevereiro de 2026, o otimizador de desempenho de condução Garmin Catalyst 2 tem um preço de venda recomendado de 1.199,99 euros.


Chrome ganha split-view, anotações PDF e gravação no Google Drive

20-02-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

A mais recente ronda de melhorias do Chrome adiciona split view, anotações em PDF, e gravação directa no Google Drive.

O Google está a reforçar as capacidades produtivas do Chrome com três novas funcionalidades que muitos utilizadores pediam há anos.

A mais visível é o novo modo split view, que permite visualizar duas páginas em simultâneo lado a lado. Para quem passa o dia a alternar entre páginas, esta novidade pode poupar bastante tempo - e coloca finalmente o Chrome ao nível de outros browsers que já ofereciam funcionalidade idêntica.
A segunda novidade chega ao visualizador de PDFs integrado. O Chrome passa agora a incluir uma ferramenta de anotações, permitindo sublinhar, escrever notas e adicionar assinaturas directamente no browser. Até aqui, era necessário recorrer a apps externas para para fazer este tipo de alterações simples.

Por fim, surge a opção "Save to Google Drive", que facilita o processo de guardar documentos na cloud. Em vez de descarregar o PDF e depois enviá-lo manualmente para o Google Drive, passa a ser possível guardá-lo directamente a partir do visualizador, através do ícone do Google Drive.

Não são melhorias revolucionárias, mas acabam por ser bastante práticas e poupar precioso tempo aos utilizadores.

Reino Unido quer impedir menores de usar VPNs

19-02-2026 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

Do Reino Unido chega nova preocupação que pode por em causa um dos pressupostos da utilização de VPNs.

O governo do Reino Unido está a estudar formas de restringir o acesso de menores às VPN, levantando receios de que possa vir a ser exigida verificação etária para utilizar estes serviços. A discussão surge no âmbito de uma consulta pública sobre o bem-estar das crianças online, num contexto em que o Online Safety Act já impõe verificação de idade nas redes sociais de grande dimensão.

O primeiro-ministro Keir Starmer referiu recentemente que as VPN são usadas por alguns menores para contornar sistemas de verificação etária. As autoridades estão agora a analisar possíveis limitações ao uso de VPN por menores de 16 anos, bem como restrições a chatbots de AI e alterações à idade de consentimento digital, com o objectivo de fechar lacunas na legislação actual.

Organizações ligadas à privacidade alertam para as consequências. A Mullvad VPN defende que a chamada "verificação de idade" obrigaria, na prática, à verificação de identidade dos utilizadores, obrigando as empresas a recolher dados pessoais dos utilizadores. Tal medida poderia comprometer denunciantes e fragilizar o anonimato que as tradicionalmente se associa ao uso de VPNs.

O que é certo e sabido é que a exigência da verificação de idades tem sido ultrapassada em inúmeros casos, havendo até ferramentas online que disponibilizam "rostos" que podem ser manipulados em tempo real para ultrapassar as ferramentas de verificação de idade por reconhecimento facial. Ainda assim, não deixará de parecer um sketch dos Monty Python que os britânicos se arrisquem a precisar de uma VPN para poderem aceder a uma VPN de forma anónima...

O meu PC 2026

19-02-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

Passados mais de 15 anos, fui "forçado" a fazer upgrade do meu PC principal.

Em 2009 relatei o processo de montagem do meu PC principal, que se tem mantido perfeitamente capaz. Mas, o tempo não perdoa, e foi altura de passar para uma máquina nova mais actual - e que espero que possa durar tanto tempo como o anterior.

O plano não concretizado

Antes de mais umas considerações iniciais. O meu "velho PC" foi levando vários upgrades ao longo do tempo, passando para o melhor CPU que a motherboard permitia, passando para 48GB de RAM, vários SSD (SATA), e passando por várias placas gráficas. A máquina mantém-se totalmente funcional e mais que capaz de lidar com o Windows 10 com total fluidez. O meu plano inicial - tendo em conta que o momento não é propício para a montagem de novos PCs devido ao custo da memória e SSD - era simplesmente aplicar-lhe uma placa gráfica RTX 5060 ou 5070, que mesmo sendo "desaproveitada" num sistema tão antigo, permitiria aguentar mais um par de anos. Mas, a Nvidia baralhou-me os planos.

Embora tecnicamente devesse ser possível meter uma RTX 5070 neste PC, a Nvidia passou a exigir um mínimo de PCIe 3.0 para as RTX 50xx, e apesar da minha velha board ter levado muitos remendos para prolongar a sua vida (havendo até modificações da BIOS para permitir o boot de discos SSD M.2 em placas PCIe), quanto a poder levar uma RTX 50xx não havia nada a fazer. Com essa porta fechada, e tendo em conta que os preços das RTX 30xx e RTX 40xx usadas têm preços absurdos (por vezes até mais caros que as RTX 50xx novas), tive que respirar fundo e dizer que "tinha que ser".


O plano "forçado" pela Nvidia

Ora, fazendo juz ao tradicional "casa de ferreiro, espeto de pau", apesar de diariamente vos trazer notícias de tecnologia, não estava necessariamente por dentro, em detalhe extremo, dos CPUs e chipsets mais recentes. Pelo que, foi necessário fazer algum trabalho de investigação. A primeira decisão prendeu-se com a escolha da plataforma: Intel ou AMD. E aí a escolha não foi demorada nem complicada, com a AMD a levar vantagem sobre a Intel. Inicialmente o plano era ir para um dos recém lançados Ryzen 7 9850X3D mais rápidos, mas depois de alguma consideração, acabei por optar pelo Ryzen 9 9950X3D - já que o objectivo é ter uma máquina que se aguente pelo máximo de tempo possível, para todo o tipo de tarefas.

Para a motherboard, apesar de tradicionalmente ter preferência pelas placas da ASUS, os relatos de vários CPUs queimados nessas motherboards fez-me ir para uma MSI Mag X870E Tomahawk MAX WiFi PZ - um chipset que oferece bastante versatilidade nas ligações e expansões, quase sem restrições a nível da partilha de dispositivos (nalguns chipsets o uso de coisas como SSDs M.2 em certos slots faz com que se deixe de poder usar certas fichas PCIe, ou reduzir a velocidade). E falando de SSDs, este tornou-se no primeiro PC sem qualquer disco rígido tradicional, ficando apenas com um SSD Crucial T710 de 2TB (15GB/s) como disco principal, e um SSD Samsung 980 Pro 2TB como disco secundário. O conjunto ficou completo com uma fonte Corsair RM1000x, caixa Corsair 3500X RS-R ARGB, Artic Liquid Freezer III Pro 360, e uma gráfica MSI RTX 5070 de 12GB (embora o objectivo fosse uma gráfica de 16GB para as experiências AI, o preço exorbitante das 5070 Ti e 5080 não era justificável, sendo algo que posso revisitar quando sair a geração RTX 60xx). Para a memória, consegui encontrar uma promoção decente para um kit de 96GB de DDR5 - o sonho de meter 128GB ou 256GB fica adiado para daqui a uns anos!


A montagem

Ora, com tanto tempo de distância para o meu velho PC, a chegada dos componentes revelou as evoluções que foram feitas desde então. As motherboards estão agora mais limpas e, no caso de não se adicionarem acessórios, permitem a criação daqueles visuais que se popularizam nos "setups" de gaming. No meu caso, apesar de ter ido para uma caixa com vidro à frente e de lado, optei por limitar os elementos luminosos - que na verdade se limitam a três ventoinhas RGB que já vinham pré-instaladas na caixa. Para as restantes, assim como para o watercooler, optei pelas versões não luminosas.
Um salto à parte de trás da motherboard revela o verdadeiro segredo da "limpeza" das motherboards. Basicamente, varreu-se tudo o que são cabos e fichas para "debaixo do tapete", que neste caso é "debaixo da motherboard". Fichas de alimentações, ligações aos botões e portas USB, ligações das ventoinhas (power e iluminação) fica tudo escondido na parte de trás da motherbard.
Quando se tem tudo montado, ficamos com um sistema que não dá vergonha mostrar - desde que se mostre a parte da frente. A parte de trás continua a ser o habitual amontoado de cabos, mesmo que se faça a melhor organização de cabos possível.


Em funcionamento

Depois de tudo, o momento da verdade: saber se o sistema arrancaria ou obrigaria a entrar numa espiral de desespero para tentar perceber o que estava mal. Mas, ao estilo do "andar de bicicleta", tudo funcionou à primeira - embora com momento de tensão dramática devido aos segundos que o sistema demora a arrancar (estes chipsets fazem uma "calibração" inicial para melhorar a estabilidade do acesso às memórias). Por momentos fui também induzido em erro, pois a motherboard tem um pequeno display que apresenta códigos numéricos de erro e, no início, pensei que tivesse ficado encravado num desses erros - até descobrir que afinal o número apresentado era a temperatura do CPU (que passa a ser mostrado neste display depois do processo de boot bem sucedido).

Com o sistema a funcionar, foi tempo de passar à habitual dose de "stress test" a que sujeito todos os meus PCs, para assegurar que estão minimamente estáveis para funcionar sem surpresas inesperadas. Isso passa por um dia de testes de memória, outro de testes do CPU, e outro de testes do GPU. Felizmente, tudo foi superado com sucesso.

Vindo de um PC em que o acesso aos SSDs estava limitado pelo interface SATA, e mesmo o SSD M.2 num slot PCIe estava limitado a uma velocidade máxima de 1.5 GB/s, foi gratificador ver que nesta máquina finalmente posso tirar partido dos SSDs na sua plenitude, atingindo velocidades de mais de 14GB/s no SSD PCIe 5.0, e mais de 6 GB/s no SSD "lento".
Também para se ficar com uma ideia da diferença de desempenho de cada nível de acesso à memória nos CPUs actuais. Enquanto o Ryzen 9 9950X3D pode aceder à sua cache L1 a mais de 588 GB/s, o acesso à cache L2 baixa essa velocidade para cerca de 256 GB/s, sendo que a cache L3 baixa ainda mais para perto de 143 GB/s - ainda assim, mais do dobro dos meros 62.5 GB/s da velocidade da RAM DDR5 do sistema.

Como passo final das optimizações, não podia deixar de faltar a criação de um RAM disk para funcionar como disco temporário para o Windows, prática que mantenho desde sempre nos meus PCs, e que também ajuda a evitar uma quantidade considerável de escritas desnecessárias nos SSDs (mesmo hoje em dia estes sejam capazes de lidar com isso).


Conclusão final

Com esta nova máquina posso finalmente aventurar-me nas explorações dos modelos AI locais sem ter que passar a maior parte do tempo a pesquisar por patches de como correr esses modelos em GPUs não suportados (imagens no Z-Image Turbo e músicas no ACE-Step 1.5 são feitas em segundos). Ainda assim, é bastante desolador sentir que, mesmo com um sistema topo de gama, é perfeitamente notório que o Windows 11 está pessimamente optimizado - melhor dizendo: não optimizado. É totalmente vergonhoso que um clique no botão direito do rato faça surgir um menu que demora visivelmente a surgir, quase parecendo que se trata de uma mini página web a carregar (eu sei, podemos afinar as coisas para apresentar o menu tradicional instantâneo - mas tal não devia ser preciso).

Veremos se as promessas da MS de se focar na optimização e melhoria do Windows 11 ao longo deste ano se irá materializar... caso contrário, lá teremos que andar constantemente a mexericar em afinações e regedits para tentar compensar as más opções da Microsoft.


Fita LED Goovee T2 Ambilight com câmara dupla a €102

19-02-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

É mais fácil que nunca recriar o efeito "ambilight", com este conjunto de fita LED RGB com câmara dupla, capaz de ajustar as cores em função do que estiver no ecrã.

Há muito que recomendamos a utilização de uma fita LED para colocar atrás de um televisor ou monitor, para criar uma luminosidade que reduz o cansaço visual, especialmente numa sala completamente às escuras. Fitas LED RGB para TV arranjam-se por cerca de 10 euros ou pouco mais para modelos maiores, e mais recentemente começaram a surgir conjuntos com um sensor de cor por menos de 20 euros que podem ir mudando de cor. Mas se querem a experiência ambilight completa, com cores diferentes ao longo das margens do ecrã, então será preciso um modelo mais evoluído, como este da Govee.
Esta fita LED Govee T2 com duas câmaras está disponível por 102 euros na Amazon Espanha - desconto de 33% aplicado na finalização.

Em vez de um simples sensor de cor, este conjunto vem com uma câmara dupla que se deve colocar no topo do ecrã - usando as duas câmaras para obter uma melhor cobertura do que se passa no ecrã relativamente ao modelo anterior com uma única câmara - e que vai analisar as imagens do que se estiver a ver, fazendo sincronizar as cores da fita LED apropriadamente para cada secção das margens; conta também com o dobro do número de LEDs para um efeito luminoso de maior qualidade. É uma das poucas soluções que existem para quem quer o efeito ambilight mesmo quando utiliza apps internas da Smart TV, como Netflix, Disney, etc. já que este sistema funciona para todo e qualquer conteúdo que aparecer no ecrã, independentemente da sua origem, e dispensando a necessidade de usar HDMI.


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Ford reinventa-se para produzir eléctrico de 30 mil dólares

19-02-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

A Ford diz estar a fazer uma reformulação interna para trazer um veículo eléctrico acessível para o mercado.

A Ford, que teve papel fundamental na produção de automóveis acessíveis, diz agora querer fazer o mesmo para os automóveis eléctricos, renovando por completo o processo de produção, de forma a pode trazer uma pickup eléctrica com preço base 30.000 dólares para o mercado já no próximo ano. O objectivo é fazzer frente aos fabricantes chineses sem comprometer as margens de lucro.

A estratégia passa por uma combinação de vários factores: peças modulares impressas em 3D ao estilo Lego, engenharia inspirada na Fórmula 1, e até um sistema interno de "recompensas" para optimizar a eficiência.

No centro do plano está uma nova plataforma universal de veículos elétricos (UEV), desenvolvida de raiz. Ao contrário do Mustang Mach-E e do Lightning, que adaptavam infraestruturas existentes, esta será a primeira arquitectura totalmente pensada para eficiência e custo reduzido. A plataforma irá suportar inicialmente uma pickup de dimensão média, mas poderá ser usada para automóveis comuns, crossovers, SUVs de três filas, e até furgões comerciais. A produção incluirá grandes peças de alumínio fundidas numa única estrutura (unicastings) e baterias LFP com tecnologia licenciada da CATL.


Para atingir o objetivo de tornar o veículo mais leve e eficiente, a Ford recrutou engenheiros vindo da Fórmula 1 e de empresas como Apple, Tesla, Rivian e Lucid. A equipa criou um programa interno que atribui pontuações a cada decisão técnica, desde peso e aerodinâmica até componentes específicos. Em alguns casos, optar por uma peça mais cara pode compensar se reduzir massa e melhorar a eficiência. O resultado, segundo a empresa, é uma pickup 15% mais aerodinâmica do que qualquer outra no mercado.

Outra curiosidade, a Ford adoptou um sistema eléctrico de 48 volts e uma arquitectura electrónica simplificada, semelhante à da Tesla e da Rivian. Isto permitiu reduzir mais de 1.200 metros de cablagens, com substancial redução do peso, e permitindo que no futuro possam adoptar tecnologias como o steer-by-wire (que a Tesla tem usado no Cybertruck).

Motherboard de $50 revela 12TB de SSDs

19-02-2026 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

A compra de uma motherboard avariada acabou por render quatro SSDs com valor superior a 1000 euros.

Numa altura em que a RAM tem sido alvo de aumentos brutais e os SSDs seguem pelo mesmo caminho, um utilizador parece ter tido o seu dia de sorte. O que parecia ser uma compra arriscada de 50 dólares acabou por se revelar um verdadeiro achado.

A pessoa arriscou na compra de uma motherboard MSI Pro Z690-A WiFi não funcional (com um pino dobrado), por estar interessado nos dissipadores dos SSDs que vêm na board, e acabou por descobrir que debaixo dos dissipadores estavam quatro SSDs M.2!
Mais concretamente, a placa vinha com dois SSDs WD Black SN850X de 4TB, um Intel 670p de 2TB, e um Corsair Force MP600 de 2TB. Mesmo sendo modelos com alguns anos, resultam num total de 12 TB de armazenamento rápido, e com valor que supera os 1000 euros.

Ora, como seria de esperar, o negócio fez rapidamente surgir várias suspeitas. Apesar do vendedor dizer que não tinha "conhecimentos" e só queria vender a placa o mais rapidamente possível, alguns suspeitam que se poderia tratar de equipamento roubado. Mas, quanto a isso não há muito que se possa fazer, sendo o tipo de coisa a que se fica sujeito ao comprar material usado na internet.

Gemini ganha geração de música AI

19-02-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

A Google adicionou a capacidade de gerar música ao Gemini, usando o modelo Lyria 3 da DeepMind.

Tal com já era esperado há algum tempo, a Google está a reforçar o lado criativo do Gemini. O assistente AI passa agora a poder gerar músicas com até 30 segundos a partir de simples descrições em texto, ou até imagens, recorrendo ao Lyria 3, o mais recente modelo de geração musical da Google DeepMind. A funcionalidade está a ser disponibilizada em versão beta na aplicação Gemini e suporta vários idiomas, incluindo português.

Qualquer utilizador com mais de 18 anos pode experimentar, embora os subscritores dos planos Google AI Plus, Pro e Ultra tenham limites de utilização mais elevados. Para criar uma música, basta descrever uma ideia, género, estado de espírito ou até carregar uma fotografia ou vídeo como inspiração. O Gemini pode gerar músicas instrumentais ou cantadas - com as letras a serem criadas automaticamente. A capa é também gerada de forma automática através do modelo Nano Banana.




Segundo a Google, o objectivo não é criar obras-primas musicais, mas oferecer uma forma divertida e personalizada de expressão. As músicas são pensadas para refletir o "vibe" do momento, ou para acompanhar uma memória específica, uma piada interna ou um determinado estilo musical. Caso o utilizador mencione um artista, o sistema utiliza apenas essa referência como inspiração geral, sem imitar directamente o seu trabalho.

Para garantir transparência, todas as faixas incluem o SynthID, um marcador invisível da Google para identificar conteúdos gerados por AI. A empresa diz também existirem filtros para evitar semelhanças excessivas com músicas existentes e que os utilizadores podem reportar qualquer conteúdo que viole direitos de autor.

A limitação aos 30 segundos é certamente uma forma da Google evitar problemas directos com os grandes estúdios - ao estilo do Suno, que foi forçado a fazer uma parceria com a Warner Music. Ainda assim, esta é uma área onde têm havido grandes avanços, havendo já modelos open-source que permitem criar músicas com qualidade quase ao nível do Suno em qualquer computador doméstico. A grande vantagem da Google é que, ao colocar isto no Gemini, faz com que fique imediatamente acessível, a um toque de distância, para centenas de milhões de utilizadores.

O design do interface do Android XR

19-02-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

O próximo Android XR obrigou a criar um interface completamente novo pensado para aparecer à frente dos olhos sobreposto no mundo real.

A Google revelou novos detalhes sobre o funcionamento da interface nos óculos inteligentes com Android XR, destacando os desafios de conceber um sistema para ecrãs transparentes que ficará sobreposto no mundo real. A equipa da Google explica o trabalho por trás do Jetpack Compose Glimmer, o novo sistema de design criado para os Display AI Glasses.

Um dos aspectos mais importantes é que a interface não surge directamente na lente. O conteúdo é projectado de forma a parecer estar cerca de um metro à frente do utilizador, dentro de uma área de visualização quadrada. Isto obriga a desviar o foco do mundo real - como o rosto de alguém ou a estrada - para esse plano focal. Por essa razão, as animações não podem ser bruscas. A Google descobriu que transições típicas de 500 milissegundos pareciam demasiado rápidas. No Android XR, as notificações surgem mais lentamente e gradualmente, ao longo de cerca de dois segundos, com um círculo que se expande em formato de cápsula, chamando a atenção de forma mais natural.
A legibilidade é outro desafio central. Como o texto é projectado a uma distância fixa, a Google utiliza a fonte Google Sans Flex com ajustes específicos para melhorar a leitura a um metro, incluindo maior espaçamento e aberturas internas das letras. O tamanho do texto é medido em ângulo visual (graus), e não em píxeis.

A tecnologia do próprio ecrã também obriga a certos ajustes. Uma vez que, ao estilo dos ecrãs OLED transparentes, apenas consegue adicionar luz e não consegue criar preto verdadeiro (o preto corresponde a transparência total, ficando dependente do ambiente em que se estiver). As primeiras tentativas de adaptar o Material Design resultaram em blocos brilhantes com reflexos excessivos e problemas de "blooming", em que a luz se espalha e prejudica a leitura. A solução passou por utilizar superfícies escuras como base para o conteúdo, combinadas com um novo sistema de profundidade e sombras mais intensas.
Também as cores foram repensadas. Tons muito saturados, comuns nos smartphones, tendem a desaparecer quando sobrepostos ao mundo real. Por isso, a interface do Android XR é neutra, usando cor de forma contida para destacar elementos importantes.

Agora, só fica a faltar que óculos Android XR cheguem ao mercado, a preços acessíveis.

Módulo de tomadas Tessan com 3 USB + 3 tomadas a €18

19-02-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Uma excelente opção para quem tem que lidar com um número crescente de dispositivos USB para recarregar, é usar um módulo de tomada com portas USB integradas, como é o caso deste módulo cubo de tomada Tessan com 3x tomadas mais 3x USB (incluindo USB-C).

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas estes módulos de tomada com portas USB integradas acabam por ser uma solução bastante atractiva, já que permitem manter a utilidade da tomada original, mas adicionando portas USB adicionais para carregarem outros equipamentos sem necessidade de carregadores individuais.
Este módulo de tomada Tessan com 3x tomadas mais 3x USB (1x USB-C) está disponível por 18 euros na Amazon Espanha.

As portas USB-A podem fornecer até 5 V a 2.4 A (12 W) cada uma, a USB-C pode fornecer 3 A (15 W). Quanto à tomada em si, poderá suportar cargas até um máximo de 2500 W; e temos ainda a vantagem de um prático interruptor facilmente acessível para cortar completamente a energia e evitar os consumos "fantasma" em standby.

É uma opção bastante interessante, especialmente para locais como casas de banho ou cozinhas, onde será conveniente manter o acesso à tomada eléctrica, mas ainda assim arranjar forma de recarregar aparelhos via USB - não só os habituais smartphones e tablets, mas também coisas como colunas Bluetooth, relógios, iluminação recarregável, escovas de dentes e máquinas de barbear, etc.


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Snapseed lança câmara retro no iPhone

19-02-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A Google está a facilitar o acesso à câmara retro no Snapseed para iOS.

A Google está a disponibilizar uma actualização do Snapseed para iOS, transformando a aplicação em algo mais do que um simples editor de imagem. Depois de um lançamento discreto em Dezembro, a nova câmara integrada chega agora ao iPhone com controlos manuais avançados e emulação de películas clássicas.

Até aqui, a câmara do Snapseed só podia ser aberta através de atalhos como o widget do ecrã bloqueado ou o Centro de Controlo. Agora, passa a ser mais fácil aceder-lhe através de um ícone dedicado no interior da app. Ao ativar o modo "PRO" surgem opções para ajustar manualmente o ISO, velocidade do obturador e foco, bem como um selector com estilo clássico que permite alternar entre modo automático e manual. O flash foi movido para o canto inferior esquerdo, enquanto o zoom surge no lado oposto.
Um dos destaques é a emulação de diferentes tipos de película fotográfica com visual retro aplicado em tempo real no visor. O detalhe estético prolonga-se até à animação que simula o rebobinar quando se troca de "rolo". Segundo a Google, cada fotografia guarda uma pilha completa de edição, permitindo alterar, ajustar ou reverter qualquer efeito mesmo depois de a imagem ser guardada na galeria.

O Snapseed 3.15.0 já está disponível gratuitamente na App Store. A Google está também a trabalhar numa actualização semelhante para Android.

Google Maps esconde fotos e avaliações

19-02-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

O Google Maps parece ser o mais recente serviço a esconder informação para quem não fizer login.

Temos assistido a cada vez mais plataformas a esconderem dados a quem não está registado e tem login feito, e parece que também o Google Maps se vai juntar a esse grupo.

O Google Maps sempre permitiu a utilização básica sem necessidade de iniciar sessão, possibilitando pesquisar locais, obter direcções e explorar estabelecimentos. No entanto, essa capacidade poderá estar a ser reduzida. Alguns utilizadores têm notado que a Google passou a esconder fotografias e avaliações a quem não tiver sessão iniciada.

Quando o utilizador não está o login feito, apenas é apresentada uma única imagem de cada local - mesmo em pontos turísticos ou restaurantes populares que normalmente apresentam dezenas de fotografias. Ao iniciar sessão, a galeria completa volta a ficar disponível, incluindo a barra lateral com várias imagens para percorrer.
Aparentemente, o mesmo acontece com as avaliações. As opiniões e classificações, que costumam surgir na parte inferior da barra lateral, deixam de estar visíveis quando não se tem sessão iniciada.

Ainda não está confirmado se se se trata de uma alteração intencional ou de um bug temporário ou. A confirmar-se, será uma mudança substancial na forma como o Google Maps disponibiliza conteúdo público, forçando os utilizadores a iniciarem sessão para aceder a informação que antes estava acessível a todos.

Primeiro Tesla Cybercab sai da linha de produção

18-02-2026 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

A Tesla produziu o primeiro Cybercab, o seu táxi autónomo sem volante, na fábrica do Texas.

Numa altura em que continua a ser imensamente criticada devido às promessas por cumprir, a Tesla anunciou a saída da linha de produção do primeiro Cybercab, o seu táxi totalmente autónomo, sem volante nem pedais, que considera ser o veículo do futuro que tornará todos os restantes automóveis obsoletos.

Apesar dessas intenções, o panorama actual parece estar longe do ideal para a empresa de Elon Musk. Os dados do seu programa Robotaxi no Texas têm revelado uma taxa de acidentes crescente - muito acima dos condutores humanos - e isto apesar da maioria das viagens continuar a ser feita com um "supervisor de segurança". As viagens totalmente autónomas sem supervisão continuam a ser alvo de acusações de serem meras manobras mediáticas, estando aparentemente limitadas a algumas poucas estradas e poucas viagens por dia para clientes "seleccionados".

First Cybercab off the production line at Giga Texas pic.twitter.com/kY8vCqtrCA

— Tesla (@Tesla) February 17, 2026
Não é por isso surpresa que a Tesla esteja a ser acusada de colocar "a carroça à frente dos bois", ao estar a produzir Cybercabs sem volante antes de ter demonstrado a capacidade de condução realmente autónoma sem supervisão.

Na Califórnia a Tesla nem pode usar o termo Autopilot por ser enganador, e claro que há quem não se esqueça das promessas de Elon Musk de que todo e qualquer Tesla poderia ser usado como um táxi autónomo - promessa que tem sido convenientemente ignorada e esquecida. A isto junta-se o facto da Tesla suspender o serviço de Robotaxi quando chove, e já ter feito alterações como adicionar esguichos de limpeza das câmaras - elemento que os mega-fãs de Musk criticavam nos veículos concorrentes da Waymo (diziam até que isso impediria a sua operação em locais com temperaturas negativas, aparentemente ignorando que há automóveis com sistemas de lavagem dos faróis há décadas).

Independentemente do campo escolhido, com os Cybercab a saírem das linhas de produção, começa a contagem decrescente para que a Tesla cumpra a promessa de ter táxis autónomos a circular em volume nas estradas. Caso contrário, arrisca-se a começar a ficar sem espaço para os guardar, como aconteceu com os Cybertrucks que ficaram por vender, e que acabaram por ser despachados para a SpaceX.

A mudança de língua indesejada no teclado do Windows 11

18-02-2026 | 18:30 | Aberto até de Madrugada

A aparente mudança de língua aleatória que afecta alguns utilizadores do Windows 11 pode ter uma explicação bastante simples.

Há muitas pessoas que utilizam um sistema de duplo layout nos seus computadores, com layout PT (Português) e EN (Inglês) - quer seja por terem diferentes línguas instaladas, ou por usarem um teclado com layout internacional onde se torna conveniente poder alternar entre os dois modos. No entanto, por vezes pode surgir a frustração do Windows mudar a linguagem do teclado sem explicação aparente.

Na verdade, essa mudança aparentemente aleatória pode ter uma explicação. O Windows 11 tem uma combinação de teclas que faz a alterna entre os layouts do teclado pressionando-se a tecla WIN + espaço. Isso faz com que, acidentalmente, ao pressionar essa combinação de teclas, se mude o layout do teclado. Mas, as possíveis alterações acidentais não se ficam por aqui, pois existe uma segunda combinação de teclas que pode ter o mesmo efeito: ALT + Shift!

Se a primeira é mais conhecida (e apresentada no ecrã), esta segunda passa despercebida a muitos utilizadores e é bastante mais provável de ser activada por acidente ao usar atalhos do teclado. Felizmente, é possível desactivá-la indo às definições no "Time & Language > Typing > Advanced Keyboard Settings", clicar no Language Bar Options, e na janela "Text Services and Input Languages"  ir à secção "Advanced Key Setting".
Aí não só podemos desactivar o atalho adicional, como podemos também definir atalhos para saltar directamente para layouts específicos (o que pode ser útil para quem usar mais que dois layouts e não quiser andar a "circular" entre eles).

Para a maioria dos utilizadores portugueses que usem apenas o layout PT e outro, a solução mais comum passa por desactivar este ALT + SHIFT, deixando apenas o WIN + Espaço, e assim reduzir imensamente as probabilidades de alternar inadvertidamente entre layouts com um deslize no teclado.

Android passa a fazer backup da pasta Downloads

18-02-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

Os backups do Android vão finalmente passar a incluir a pasta "Downloads".

A Google está a corrigir uma das maiores falhas no sistema de backups do Android. Com o update de fevereiro do Google Play System, o Android passa a oferecer uma forma integrada de fazer backup automático dos ficheiros guardados na pasta Downloads - algo que, estranhamente, não era possivel.

Até agora, os backups do Android cobriam sobretudo fotos e vídeos (através do Google Photos) e dados do dispositivo ou aplicações guardados no Google Drive. No entanto, ficheiros como PDFs, facturas, bilhetes, etc. na pasta Downloads ficavam esquecidos. Um reset de fábrica ou troca de smartphone podia significar a perda destes dados.
A nova funcionalidade adiciona uma opção em Definições > Google > Backup que permite activar o backup automático da pasta Downloads para o Google Drive. Depois de activada, o sistema cria cópias dos ficheiros suportados na cloud.

Para já, a Google está a suportar principalmente formatos de documentos mais comuns, pelo que alguns tipos de ficheiro menos habituais poderão não ser incluídos. A distribuição está também a ser feita de forma faseada, pelo que a opção pode não aparecer de imediato em todos os dispositivos.

De referir que estes backups são estáticos, pelo que novos ficheiros descarregados não são sincronizados automaticamente para o Google Drive, apenas o sendo quando ocorrer o próximo backup. Ainda assim, trata-se de uma melhoria que permite reduzir as frustrações com ficheiros desaparecidos quando se faz a reposição de um smartphone Android.

Hub USB 3.2 Sabrent 7-portas com interruptores individuais a €38

18-02-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Precisam de um hub USB 3.2 com quantidade generosa de portas, mas que também permita desligá-las individualmente sem tirar / meter fichas? Então espreitem este hub.

Os hubs USB tornaram-se uma necessidade da vida moderna, especialmente para acompanharem os portáteis que vêm equipados com poucas portas USB, que rapidamente se esgotam assim que ligamos um teclado e rato externo. Adicionalmente, há casos particulares, de pessoas que precisam de um número superior de portas USB. Este hub da Sabrent tem 7 portas que permitem maior liberdade na quantidade de dispositivos USB que podemos utilizar, mas o que o torna mais especial é o facto de todas as portas contarem com o seu próprio botão para que possam ser ligadas ou desligadas individualmente.
O hub USB 3.2 Sabrent 7-portas com interruptores está disponível por apenas 38 euros na Amazon Espanha, e inclui fonte de alimentação de 36 W.

Pode ser o companheiro ideal para quem tiver que fazer a replicação de pens USB em média escala (se precisar de mais, pode sempre investir num hub de 10 portas ou hub de 16 portas, também com interruptores), ou simplesmente que tenha uma série de equipamentos USB que deseje manter acessíveis (por exemplo: gravador CDs externo, scanner, câmaras digitais, webcam, discos externos, etc.) mas com a possibilidade de os poder desligar sem retirar a ficha - algo que até pode funcionar como medida de protecção, prevenindo que uma infecção de ransomware se possa espalhar a um disco externo de backup, que apenas se ligue para os backups e depois se mantenha desligado.


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Google apresenta Pixel 10a

18-02-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

A Google apresentou o novo Pixel 10a com um preço inicial de 559€ para a versão com 128 GB e 659€ para a de 256 GB.

O Pixel 10a apresenta uma alteração estética, passando a contar com uma traseira totalmente plana, onde o bloco da câmara se integra no corpo do equipamento. Um dos destaques deste novo Pixel passa pelo reforço do compromisso ambiental da marca, sendo o Pixel da série A com maior percentagem de materiais reciclados até à data.

No que respeita ao desempenho, o smartphone está equipado com o processador Google Tensor G4 e o ecrã Actua de 6,3". A resistência foi reforçada com a proteção IP68 e o vidro Gorilla Glass 7i, enquanto a autonomia da bateria promete ultrapassar as 30 horas em utilização normal.


O sistema de câmaras continua a ser um dos destaques, combinando um sensor principal de 48 MP com uma lente grande angular de 13 MP. A grande aposta da Google continua a passar pela integração de ferramentas de inteligência artificial que procuram simplificar a captura e edição de imagem.

Para assegurar a longevidade do investimento, a Google avança com sete anos de atualizações de sistema operativo e lançamentos regulares de novas funcionalidades.

O Pixel 10a chega ao mercado no dia 5 de março, em quatro cores - Neblina, Obsidiana, Framboesa e Lavanda - acompanhado por uma nova linha de acessórios, que inclui capas personalizadas e os auriculares Pixel Buds 2a em duas novas cores, Framboesa e Neblina. Os preços anunciados são de 559€ para a versão com 128 GB e 659€ para a de 256 GB.

Perplexity vai abandonar publicidade

18-02-2026 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

A Perplexity, uma das primeiras empresas AI a testar o uso de publicidade, anunciou que abandonar o sistema para não por em causa a confiança dos utilizadores.

A Perplexity está a afastar-se da publicidade, defendendo que os anúncios podem comprometer a confiança dos utilizadores nos chatbots AI. A empresa diz que, se os utilizadores suspeitarem de interesses comerciais escondidos, poderão começar a duvidar de tudo o resto na plataforma. A decisão representa uma mudança de rumo para a startup AI que foi uma das primeiras a testar anúncios em 2024.

A remoção dos anúncios começou no final do ano passado e, neste momento, não está a negociar novos acordos publicitários. Em vez disso, pretende apostar em produtos pagos direccionados para empresas e utilizadores profissionais - como especialistas em finanças, advogados, médicos e gestores - acreditando que as subscrições podem garantir receitas mais estáveis e maior credibilidade. Ainda assim, e ao estilo das suas concorrentes, a empresa não fecha totalmente a porta à publicidade no futuro.

Esta mudança coloca a Perplexity no campo anti-anúncios, ao lado de empresas como a Anthropic, que já prometeu manter o chatbot Claude livre de publicidade (também com o "asterisco" de poder vir a mudar de ideias no futuro). Por outro lado, a OpenAI mantém-se no campo oposto, tendo começado a apresentar publicidade no ChatGPT, até para quem tem o plano pago mais económico. Certamente que estas decisões também estão directamente relacionadas com os "prós e contras" do sistema: a OpenAI conta com centenas de milhões de utilizadores, e certamente conseguirá lucros bastante mais elevados para a publicidade, enquanto que para os seus rivais mais pequenos esse valor poderá não compensar a perda de confiança dos seus utilizadores.

Adaptador de tomadas universal com 5 USB a €20

18-02-2026 | 13:01 | A Minha Alegre Casinha

Este adaptador universal de tomadas da Lencent garante que podemos ligar qualquer aparelho a qualquer tomada, e poupar carregadores USB adicionais.

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas este adaptador universal com portas USB integradas acaba por ser uma solução bastante atractiva para quem viaja frequentemente, ou simplesmente quer estar preparado para nunca ser apanhado desprevenido em termos de formatos de tomadas - e simultaneamente evitando a necessidade de transportar até cinco carregadores USB adicionais na sua bagagem.
Este adaptador de tomadas universal da Lencent tem 5 portas USB e está disponível por apenas 20 euros na Amazon Espanha - têm também disponível uma versão de 65W.

O módulo encaixa, e permite encaixar, tomadas eléctricas de praticamente todos os formatos existente (UE, Reino Unido, EUA, Austrália, etc.) e inclui 5 práticas portas USB, 3 delas sendo USB-C até 15 W, que podem fornecer até um máximo de 2.4 A por porta, perfeitas para recarregar smartphones, câmaras e outros equipamentos quando se vai de férias.


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