Para aqueles que procuram a máxima autonomia longe de uma tomada ou porta USB, este power bank de 65W da Baseus assegura que ficarão bem servidos.
Os powerbanks há muito que são companhia habitual de muitos utilizadores, permitindo uma utilização intensiva e despreocupada de smartphones e tablets, sabendo-se que a sua autonomia poderá ser prolongada assim que for necessário sem estar dependente da proximidade de uma tomada eléctrica ou carregador. E no caso deste powerbank Baseus não só temos uma capacidade generosa, como a possibilidade de carregamento rápido de alta potência.
Além de poder ser recarregado rapidamente a 60 W, o seu elemento de destaque é permitir o uso simultâneo de duas portas USB para carregamentos rápidos de até 45 W (USB-C) e 18 W (USB 1 e USB 2). Isto permite a sua utilização para recarregar um portátil via USB-C e um smartphone (ou outro dispositivo) em simultâneo, expandindo as possibilidades de prolongamento da autonomia que normalmente se associam aos powerbanks.
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Prestes a lançar oficialmente o novo YU7, a Xiaomi veio desmentir os rumores quanto aos preços que têm estado a circular.
O CEO da Xiaomi, Lei Jun, veio a público negar os rumores que apontavam para um aumento de cerca de 20.000 yuans (2.500 euros) no preço do novo SUV YU7 em relação ao SU7, o primeiro veículo eléctrico da marca. Durante uma conferência, afirmou que esses valores são incorrectos e que o preço final ainda nem foi definido.
Segundo os rumores, o YU7 iria começar nos 235.900 yuans (29.500 euros), enquanto o SU7 custa 215.900 yuans (26.900 euros). Mas Lei Jun diz que as coisas são mais complexas e que os consumidores não deverão esperar ter apenas um acréscimo de 20.000 yuans em cima do preço do SU7. Como tal, e como já é habitual na Xiaomi, o preço oficial só será conhecido um ou dois dias antes do lançamento, com os interessados a terem que aguardar para conhecer o preço final.
O YU7 foi apresentado no mês passado e terá três versões: uma com tracção traseira (RWD) com 235 kW de potência, uma versão Pro com tracção integral (AWD) e 365 kW, e uma versão Max AWD com 508 kW. A aceleração dos 0 aos 100 km/h varia entre 5.9 e 3.2 segundos, dependendo da versão. Todos os modelos utilizam uma plataforma de 800V. As versões RWD e Pro AWD partilham uma bateria LFP de 96.3 kWh, com autonomias CLTC de 835 km e 770 km, respectivamente. A versão Max AWD inclui uma bateria de 101.7 kWh com 760 km de autonomia anunciada. A velocidade máxima é de 240 km/h nas versões RWD e Pro AWD, e 253 km/h na versão Max.
Além da incógnita do preço, a grande pergunta que mais interessará aos consumidores do velho continente é saber quando é que a Xiaomi irá começar a disponibilizar os seus automóveis na Europa.
A Vivo já começou a promover o seu próximo dobrável X Fold5, que vai ser mais fino e leve que o X Fold3 que vem substituir.
A vivo está prestes a lançar o seu novo dobrável, o X Fold5, e os primeiros teasers mostram um design ainda mais fino. Um responsável da marca partilhou imagens que mostram o novo modelo ao lado de um iPhone 16 Pro Max, revelando um X Fold5 é substancialmente mais fino quando aberto e apenas ligeiramente maior quando dobrado. Tendo em conta que o iPhone tem 8.3 mm de espessura e o antigo X Fold3 tinha 10.2 mm dobrado, a marca parece ter conseguido fazer emagrecer o novo modelo de forma notória.
O novo Fold5 também perdeu peso, pesando apenas 219 g, tornando-se mais leve do que o modelo anterior. Embora a data oficial de lançamento ainda não tenha sido revelada, os rumores apontam para o dia 10 de Julho, provavelmente a par do vivo X200 FE.
Em termos de especificações, o X Fold5 promete não desiludir: chipset Snapdragon 8 Gen 3, 16 GB de RAM, 512 GB de armazenamento e uma bateria generosa de 6.000 mAh com carregamento rápido de 90 W por cabo e 30 W wireless. O ecrã principal será um painel AMOLED dobrável de 8.03" com resolução 2K+ a 120Hz, enquanto o ecrã exterior terá 6.53", também a 120Hz.
Na fotografia, o X Fold5 trará cinco câmaras: duas frontais de 32 MP (uma em cada ecrã) e três traseiras de 50 MP; a principal com sensor Sony IMX921, uma ultra grande angular com foco automático para macro, e uma periscópica com zoom óptico 3x, equipada com o sensor Sony IMX882.
A Adobe marcou um momento histórico para os usuários do Android ao lançar, nesta terça-feira (3), a versão beta do aplicativo Photoshop para o sistema operacional. Após o sucesso da versão para iOS, disponibilizada em fevereiro deste ano, a gigante do software agora expande sua presença no ecossistema mobile, trazendo ferramentas avançadas de edição, inteligência artificial generativa e sincronização entre dispositivos. O aplicativo, já disponível gratuitamente na Google Play Store, promete transformar smartphones em estações de trabalho criativas, permitindo que fotógrafos e criadores, inspirados por nomes como Sebastião Salgado, cujas obras icônicas são exploradas em detalhes no artigo Sebastião Salgado: Legado de um Ícone da Fotografia, levem suas visões artísticas a novos patamares diretamente em seus dispositivos móveis.
Recursos Poderosos na Palma da Mão
O Photoshop para Android chega com um conjunto robusto de funcionalidades, adaptadas para telas menores, mas mantendo a essência do software de desktop. Entre os destaques estão:
Inteligência Artificial Generativa: O aplicativo incorpora ferramentas como o Preenchimento Generativo, que permite remover ou clonar objetos em imagens com precisão, utilizando IA para preencher lacunas de forma natural. Essas ferramentas são perfeitas para fotógrafos que buscam o mesmo nível de controle visto nas edições de mestres como Sebastião Salgado. Embora algumas funções, como o Preenchimento Sensível ao Conteúdo, ainda estejam marcadas como “em breve”, recursos como seleção de objetos e criação de máscaras já agilizam o processo de edição.
Edição com Camadas e Máscaras: Assim como na versão para desktop, o app suporta organização por camadas no formato PSD, permitindo edições complexas diretamente no celular. Ferramentas como varinha mágica e pincel de recuperação estão presentes, garantindo um fluxo de trabalho profissional. Para capturar imagens estáveis e prontas para edição, considere um tripé profissional universal para celular, que oferece estabilidade para fotos e vídeos, ideal para criadores mobile.
Sincronização na Nuvem: A integração entre dispositivos permite iniciar um projeto no celular, continuar no computador e finalizá-lo em um tablet, com arquivos salvos na nuvem no formato PSD. Para garantir espaço suficiente para esses arquivos, o cartão de memória SanDisk Ultra 128GB é uma escolha prática, com alta velocidade de leitura para transferências rápidas.
Durante a fase beta, todas as funcionalidades, incluindo as premium, estão liberadas gratuitamente, sem data definida para o encerramento. A Adobe recomenda que os interessados testem o aplicativo o quanto antes.
Ferramentas para Turbinar Sua Experiência com o Photoshop no Android
Para aproveitar ao máximo o Photoshop para Android, investir em acessórios certos pode fazer toda a diferença. Um smartphone Samsung Galaxy S23 128GB é ideal, com sua câmera de 50MP e 8GB de RAM, garantindo desempenho fluido para capturar e editar fotos com IA generativa. Além disso, um ring light de 10 polegadas com tripé proporciona iluminação profissional para selfies e retratos, elevando a qualidade das imagens antes mesmo da edição. E para criadores que estão sempre em movimento, o power bank Anker 10.000mAh mantém o celular carregado, permitindo edições ininterruptas onde quer que você esteja.
Foco na Geração Z e no Mercado Brasileiro
A Adobe tem como alvo principal os “Next Gen Pros”, criadores de conteúdo entre 13 e 24 anos que usam o celular como ferramenta primária para produzir e compartilhar conteúdo visual. O Brasil, ao lado de mercados como Estados Unidos, Índia e Indonésia, é uma potência criativa e um foco estratégico da empresa. Vitor Gomes, gerente sênior de marketing de produto da Adobe no Brasil, destaca: “O Brasil é uma potência criativa, e estamos empolgados em ver o que essa comunidade vai criar com o Photoshop na palma da mão”. Nesse contexto, o aplicativo capacita jovens fotógrafos a explorar técnicas avançadas, como as usadas por Sebastião Salgado, cuja trajetória, detalhada em Sebastião Salgado: Legado de um Ícone da Fotografia, inspira a contar histórias visuais impactantes.
Requisitos e Disponibilidade
Para rodar o Photoshop no Android, o dispositivo precisa ter Android 11 ou superior e pelo menos 6 GB de RAM (8 GB recomendados para melhor desempenho, especialmente em tarefas com IA ou múltiplas camadas). O arquivo de instalação tem cerca de 600 MB, tornando o app acessível para smartphones modernos, como o Galaxy S23.
Embora a versão beta não inclua todos os recursos do desktop, como filtros avançados ou recorte com dimensões fixas, a Adobe promete atualizações contínuas. O download está disponível gratuitamente na Google Play Store, com acesso a ferramentas pagas durante a fase beta.
Um Novo Capítulo para a Criação Mobile
O lançamento do Photoshop para Android preenche uma lacuna no ecossistema mobile, onde aplicativos como Lightroom Mobile e Snapseed não ofereciam a mesma profundidade de edição. Com a potência dos smartphones e o avanço da IA generativa, a Adobe posiciona o Photoshop como uma ferramenta indispensável para criadores que buscam mobilidade sem sacrificar qualidade. Combine o app com acessórios como o ring light de 10 polegadas para fotos bem iluminadas ou o power bank Anker para criar sem preocupações com bateria.
Perspectivas Futuras
O Photoshop para Android marca um passo na democratização das ferramentas de criação. Após a fase beta, a Adobe deve implementar um modelo de assinatura, possivelmente próximo aos US$ 7,99 mensais (cerca de R$ 45) da versão iOS. Usuários com assinatura do Creative Cloud no desktop geralmente recebem acesso liberado à versão mobile, o que pode atrair mais adeptos.
Com tutoriais acessíveis e uma interface otimizada, o app transforma smartphones em estações criativas completas, especialmente para a nova geração de designers e fotógrafos. Para explorar o Photoshop para Android, acesse a Google Play Store e aproveite a fase beta. Equipe-se com ferramentas como o tripé Greika ou o cartão SanDisk 128GB e crie imagens que ecoem o impacto visual de mestres como Sebastião Salgado, cujo legado é explorado em Sebastião Salgado: Legado de um Ícone da Fotografia.
Por exigência do DMA Europeu, a MS vê-se obrigada a recuar nas tácticas agressivas para impingir o Edge.
A Microsoft vai finalmente abrandar a pressão para que os utilizadores do Windows mudem para o browser Edge, mas apenas na UE. Em resposta à nova legislação europeia (Digital Markets Act), os utilizadores da região podem agora desinstalar o Edge, remover resultados do Bing da pesquisa do Windows e, com a versão mais recente do Edge, deixar de receber os irritantes avisos a sugerir que o definam como navegador pré-definido.
As mudanças vão mais longe: ao escolher outro navegador como o Chrome ou o Firefox, o Windows irá fixá-lo automaticamente na barra de tarefas (salvo indicação em contrário) e atribuir-lhe mais tipos de ficheiros e ligações - como "read", ftp e .svg, que até agora eram mantidas associadas ao Edge. Estas melhorias já começaram a ser disponibilizadas nos canais beta e chegam a todos os utilizadores da região em Julho, tanto no Windows 10 como no 11.
Também será possível remover a aplicação Microsoft Store do menu Iniciar e das Definições. Mesmo após a remoção, as apps instaladas continuarão a receber actualizações e a Store poderá ser reinstalada a qualquer momento.
A Microsoft vai ainda permitir que motores de pesquisa de terceiros integrem os seus resultados na Pesquisa do Windows e, a partir de Junho, o conteúdo web aberto pela app Bing, pelos Widgets e pelo ecrã de bloqueio será lançado no navegador escolhido pelo utilizador - e não no Edge, como acontecia até agora.
A Microsoft volta a disponibilizar gratuitamente funcionalidades que a OpenAI só disponibiliza aos clientes pagos - desta vez a geração de vídeos via Sora.
A Microsoft apresentou uma nova ferramenta no Bing chamada Bing Video Creator, que permite gerar vídeos AI a partir de simples descrições de texto, usando o modelo Sora da OpenAI. Esta é a primeira vez que o Sora está disponível gratuitamente para o público, já que até agora só podia ser usado por quem tem subscrição paga.
Por agora, o Bing Video Creator só está acessível através da aplicação móvel do Bing, e não no desktop. Os vídeos têm 5 segundos e são gerados apenas em formato vertical 9:16, ideais para redes como o TikTok ou Instagram. É possível colocar até três vídeos em fila de espera. A Microsoft diz que o suporte para formatos horizontais chegará em breve.
Como seria de esperar para uma oferta gratuita, há algumas limitações. Para além de não ser possível alterar a sua duração ou orientação, o maior problema será o tempo de geração do vídeo. Mesmo no modo "rápido", a criação dos vídeos pode demorar horas - parecendo indicar que estes vídeos estão a ser gerados com a mínima prioridade possível face aos clientes pagos. Adicionalmente, os utilizadores com sessão iniciada numa conta Microsoft podem gerar até 10 vídeos sem custos; depois disso, cada vídeo custa 100 pontos Microsoft Rewards (pontos que se ganham ao pesquisar com o Bing ou fazer compras na Microsoft Store).
Apesar das limitações, será sempre mais uma forma da MS tentar atrair utilizadores para o Bing, apesar do Sora recentemente ter perdido protagonismo para o Veo 3 da Google.
A Google está a fazer uma promoção em que oferece um Chromebook na compra de um Pixel 9a.
Para quem estiver embrenhado no sistema da Google, há uma promoção que se torna extremamente interessante. Se a nível dos smartphones é indiscutível de que a opção preferível para os fãs do Android seja escolher um smartphone Pixel, neste caso temos como complemento a oferta de um Chromebook Acer 314, que assegura o acesso ao universo web sem preocupações com a utilização de um sistema operativo tradicional como o Windows ou Mac.
É certo que os Chromebooks continuam a não servir para tudo, sendo principalmente indicado para as pessoas que maioritariamente fazem tudo na web. Mas tendo em conta que vem como "oferta", acaba por ser um presente que não se pode recusar, nem que seja para usar como computador secundário de recurso, ou para dar a alguém sem que se fique sujeito aos riscos de poderem instalar coisas "duvidosas" que depois obriguem a fazer trabalho de assistência técnica a remover malware e a reinstalar o sistema.
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A versatilidade do USB-C é tão vasta que pode causar problemas, mas a Microsoft diz querer assegurar que o USB-C funcione da forma que os utilizadores esperam.
O USB-C tornou-se o conector padrão para quase tudo - da ligação de periféricos à ligação vídeo com monitores, e também como cabo de carregamento - mas continua a ser algo inconsistente. Algumas portas permitem carregamento rápido, outras dão imagem, e há até as que só servem para dados. A Microsoft quer acabar com essa confusão, exigindo que todas as portas USB-C em PCs com Windows ofereçam um conjunto mínimo de funcionalidades.
Através do programa Windows Hardware Compatibility Program, a Microsoft vai obrigar todos os fabricantes a garantir que as portas USB-C suportam carregamento, saída de vídeo para pelo menos um monitor externo, e velocidades USB 3.x (mínimo de 5Gbps). Funcionalidades avançadas como Thunderbolt ou PCI Express são serão obrigatórias para portas USB4, mas o objectivo é claro: qualquer porta USB-C num novo portátil com Windows deve cumprir o essencial.
Segundo a Microsoft, cerca de 25% dos PCs com USB4 mostraram alertas de funcionalidade limitada, normalmente porque o dispositivo ligado esperava capacidades que a porta não oferecia. Esta falta de interoperabilidade tem gerado frustração, especialmente quando o utilizador assume que USB-C é uma solução universal, que depois não se verifica na prática (como ligar um monitor e descobrir que afinal a porta em questão não suporta vídeo).
A iniciativa chega algo tarde e não irá resolver toda a complexidade das capacidades do USB-C, mas pelo menos deixará de haver dúvidas sobre se uma porta serve para carregar o portátil ou ligar um monitor.
Parece estar para breve a chegada de nomes de utilizador ao WhatsApp, evitando revelar o número de telefone.
O WhatsApp está prestes a lançar uma das funcionalidades mais pedidas de sempre: nomes de utilizador. Com esta novidade, será possível criar um nome único para interagir com outras pessoas sem precisar de partilhar o número de telefone - algo que comum noutras plataformas como o Telegram e o Signal.
A funcionalidade ainda não está disponível, nem sequer para utilizadores beta, mas tem sido apanhada em versões de teste da app. Os nomes ficam sujeitos a algumas regras, como terem um tamanho entre três e trinta caracteres, sendo permitidas letras, números, pontos e underscores (podem esquecer os planos de usar emojis nos nomes), não podem começar por "www." nem ter dois pontos consecutivos, e têm de incluir pelo menos uma letra.
Quando a funcionalidade ficar disponível, o nome de utilizador irá substituir o número de telefone em conversas com pessoas que não tenham o contacto guardado. Sempre que o nome for alterado, o WhatsApp mostrará uma mensagem automática no chat, tal como já acontece com mudanças na fotografia de perfil ou número de telefone.
Ainda não há data de lançamento confirmada, mas o facto de já existirem elementos de código em várias versões beta faz acreditar que seja algo que está para breve. A versão web do WhatsApp também deverá receber uma ferramenta para verificar a disponibilidade de nomes, o que reforça que a funcionalidade está quase a chegar.
A Apple parece querer testar a paciência das entidades reguladoras na UE, avançando com novo sistema de taxas e comissões sobre pagamentos externos à App Store.
Como era previsível, a Apple não vai simplesmente desistir das suas lucrativas comissões, e apesar dos reguladores na UE terem dado sinais claros de que estão fartos de aturar as "brincadeiras" da Apple, a Apple insiste e avança com nova ronda de propostas de comissões completamente absurda.
A Apple tenta justificar que merece entre 10% a 20% de comissão sobre todos os pagamentos, pelo simples privilégio de distribuir a app na App Store. Em jeito cómico, até diz que estas comissões apenas são cobradas durante 12 meses após a instalação da app, mas sendo um contador que volta a reiniciar-se após cada actualização - o que faz com que se tornem em comissões vitalícias para qualquer app que vá recebendo actualizações regulares. Também exige o acesso total a todas as contas dos developers, para assegurar que não estão a tentar escapar a estas comissões.
🧵2/ 🇺🇸(Epic ruling):🍏allows external payment link outs with 0 ongoing fees. Devs can mention cheaper options. No $ reporting, no extraction.
🇪🇺(DMA rul.):🍏demands 10-20% ENTIRE biz revenue forever, resets with each update, monthly sales reporting on any platform, full audit.
🧵8/ Here's the kicker (like 🇪🇺 needs more kickers): The 12-month clock resets with every app update or reinstall. So if users update your app monthly, Apple gets their cut of your entire business revenue indefinitely.
🧵 18/ The "choice" between agreements is fake - both options involve paying Apple a percentage of your entire business forever as long as users keep your app updated.
This isn't compliance - it's the digital equivalent of a protection racket.
🧵 20/ The endgame? Cry "European persecution of American business" loud enough for Trump to hear and pressure the EU to back off. Apple's turning their DMA violations into a geopolitical wedge issue.
O objectivo parece ser simples, o de antagonizar as exigências do DMA europeu da forma mais agressiva possível, para depois se queixarem de que a Apple está a ser "perseguida" pela UE e esperar que Trump retalie de forma mediática (apesar de, neste momento, as relações entre Trump e Apple não parecerem ser as melhores, com a ameaça de tarifas de 25% nos iPhones).
Mas a Apple não se fica por aqui, também está a pintar um cenário de que as exigências de dar acesso a informação a serviços concorrentes, como acesso às notificações, histórico de redes WiFi, etc. são um grande risco de segurança para os utilizadores. Um risco de segurança de que tira proveito, já que assim os seus próprios produtos, como o Apple Watch, podem apresentar todas as notificações que um iPhone receber, enquanto smartwatches de outros fabricantes ficam impedidos de o fazer. Não parece ser difícil dissipar a suposta preocupação da Apple, já que em vez de se assumir como a empresa toda-poderosa que toma as decisões pelos seus clientes, deixe que essa responsabilidade fique a cargo dos mesmos, deixando que sejam eles a decidir se/quando querem dar acesso a essa informação a outras apps e serviços.
A Xiaomi apresentou uma variante do SU7 Ultra pensado para as pistas, o SU7 Ultra Track Edition.
Durante o Salão Automóvel da Grande Baía 2025, Xiaomi revelou uma versão especial do seu primeiro carro eléctrico: o SU7 Ultra Track Edition. Esta variante leva o já potente SU7 Ultra a novo nível com o "Track Professional Package", que inclui suspensão ajustável Bilstein, pneus semi-slick Pirelli e travões de alto desempenho preparados para pista.
Visualmente, distingue-se com vários elementos em fibra de carbono, uma asa traseira fixa, entradas de ar no capot e até logótipo Xiaomi em ouro de 24 quilates (desde já demonstrando que não será um carro destinado a ficar estacionado na via pública). Apesar do visual agressivo, o sensor LiDAR permanece no tejadilho para funções de assistência à condução. Por dentro, o habitáculo é forrado a Alcantara e fibra de carbono, com 21 peças personalizadas, mantendo ainda um sistema de som com 25 altifalantes e dois carregadores wireless de 50W.
Debaixo da carroçaria, mantém o mesmo conjunto motriz do SU7 Ultra: três motores elétricos com um total de 1.548 cavalos. A aceleração dos 0 aos 100 km/h faz-se em apenas 1.98 segundos e a velocidade máxima chega aos 350 km/h. A bateria de 93.7 kWh e um sistema de arrefecimento reforçado garantem desempenho constante em uso intensivo na pista.
Segundo a Xiaomi, esta versão vem pronta para pista logo de fábrica, ao contrário do modelo standard, que precisa de uma actualização via software para desbloquear toda a potência. O SU7 Ultra Track Edition já superou o Porsche Taycan Turbo GT no circuito de Xangai, e a marca foi ainda mais longe ao dar nome à Curva 12 do Nürburgring: "Xiaomi Curve".
Esperemos que este modelo ajude a marca a superar as críticas recentes, como as das passagens de ar falsas no capot desportivo, ou a limitação de potência que aplicou numa actualização.
Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta é um hub USB compacto da Anker.
A moda do minimalismo faz com que muitos portáteis venham com um número reduzido de portas USB, que obriga ao uso de hubs USB. No entanto, há muitos outros cenários em que estes multiplicadores de portas são convenientes: por exemplo, em Smart TVs em que se queira evitar ter que tentar acertar nas fichas USB que ficam escondidas na traseira. É por isso garantido que todos poderão dar uso a um destes hubs USB Anker de 4 portas.
Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)
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Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.
O mercado dos smartphones na Europa continua a ser dominado pela Apple e Samsung, com os iPhones e Galaxy S.
Segundo os dados da Counterpoint Research a Apple e Samsung voltaram a dominar o mercado europeu de smartphones no primeiro trimestre do ano, com cinco modelos cada no top 10. A Apple ocupou os três primeiros lugares com modelos da mais recente gama iPhone 16.
O iPhone 16 Pro foi o mais vendido da região, representando 6% das vendas totais. Logo atrás ficaram o iPhone 16 Pro Max e o iPhone 16 "normal", ambos com 5%. A seguir aparecem os Galaxy S25 Ultra e S25 da Samsung, com 3% cada, seguidos pelo Galaxy S24 do ano passado, com 2%.
Modelos mais acessíveis da Samsung também se destacaram, com os Galaxy A55 e A16 5G a garantirem cada um 2% das vendas. A grande novidade foi o iPhone 16e, que entrou na tabela logo no primeiro mês completo após o lançamento. Ainda assim, as vendas do 16e ficaram abaixo das registadas pelos modelos SE de 2020 e 2022, que chegaram ao mercado com preços mais baixos. Já o iPhone 15, ainda disponível, fechou o top 10 - sinal de que os modelos do ano anterior continuam a ter procura.
O lado negativo destes resultados é que, continuando a dominar o mercado, a Apple não irá sentir necessidade de fazer alterações e poderá até sentir-se motivada a "ajustar" os preços dos iPhones (leia-se: novos aumentos) na Europa - ainda mais tendo em conta o seu descontentamento com todas as exigências de abertura do iOS e App Store.
O novo Pixel 10 poderá afinal manter a mesma data do Pixel 9, sendo apresentado a 13 de Agosto.
Apesar da Google ter feito convites para um evento especial que levou a pensar que o lançamento da nova geração Pixel 10 pudesse ser antecipada para Julho, surgem agora indicações de que afinal poderá manter-se tudo na mesma. Os mais recentes rumores apontam para que a série Pixel 10 seja oficialmente revelada a 13 de Agosto, exactamente um ano após a apresentação dos Pixel 9. Se este novo leak estiver certo, parece que a Google está confortável com este calendário.
Os novos Pixel 10 vão estrear o processador Tensor G5, o primeiro da marca a ser fabricado pela TSMC em vez da Samsung. A mudança também deverá incluir a substituição do modem Exynos por um da MediaTek, o que pode traduzir-se em melhor desempenho e eficiência, beneficiando a autonomia. É também esperado que a conectividade por satélite continue a ser suportada apesar da troca de modem - apesar de que, com a nova geração de satélites que fornecem serviço directo, essa questão comece a ficar obsoleta. Outra possível melhoria será uma taxa de dimming PWM mais elevada nos ecrãs, o que poderá ajudar a reduzir o cansaço visual nos utilizadores mais sensíveis.
Claro que, outro dos aspectos importantes será a estreia do Android 16, que deverá ver a sua versão final lançada ainda este mês, com nova ronda de melhorias visuais e funcionais que prometem torná-lo no melhor Android até à data.
Há duas vulnerabilidades que estão a ser usadas em nova campanha de ataques contra o vBulletin.
Foram descobertas duas vulnerabilidades críticas no vBulletin, uma das quais já está a ser activamente explorada por hackers. As falhas, identificadas como CVE-2025-48827 e CVE-2025-48828, afectam várias versões do vBulletin que correm em PHP 8.1 ou superior e podem permitir a execução remota de código sem necessidade de autenticação.
O problema está relacionado com a forma como o vBulletin utiliza a Reflection API do PHP e o seu motor de templates. Um investigador mostrou que, com um URL cuidadosamente construído e código injectado nos templates, é possível contornar os filtros de segurança e executar código no servidor. Isto pode dar controlo total do sistema ao atacante, deixando em risco todos os utilizadores.
As primeiras tentativas de exploração destas falhas foram detectadas a 26 de Maio, com hackers a procurarem o endpoint vulnerável 'replaceAdTemplate' e a tentarem instalar backdoors em PHP. Por enquanto, apenas uma das falhas está a ser explorada activamente, mas os especialistas acreditam que é uma questão de tempo até que a execução remota de código completa se torne comum, colocando em risco todos os fóruns que usam esta plataforma.
O vBulletin é amplamente usado para gerir comunidades online, tornando esta vulnerabilidade especialmente preocupante. Os administradores devem aplicar as actualizações de segurança ou actualizar para a versão mais recente, a 6.1.1, que já não é afectada por estas falhas.
A nova Nintendo Switch 2 está quase a chegar às lojas, mas a Nintendo deixa desde já o alerta de que não se deve remover a película do ecrã.
Quem comprar a nova Switch 2 deverá ficar informado de que não se deve remover a película de protecção do ecrã que vem aplicada de fábrica. Segundo a Nintendo (PDF link), essa camada não serve apenas para proteger contra riscos; é uma película especial evita a dispersão de estilhaços no caso do vidro se partir.
Esta abordagem não é propriamente nova - a Switch OLED também vinha com um película idêntica, e há smartphones que seguem a mesma lógica. O alerta da Nintendo visa evitar situações idênticas às que aconteceram após o lançamento do Galaxy Fold, em que alguns utilizadores removeram a película que não era suposto ser removida, danificando o ecrã.
O manual de segurança dá ainda várias recomendações, desde as mais básicas ("Tem atenção ao que te rodeia") até às mais técnicas, como evitar usar a consola em ambientes húmidos ou com pó, assim como apenas utilizar a consola dentro da gama autorizada de temperatura ambiente entre 5°C e 35°C. A marca também recomenda recarregar a bateria da Switch 2 pelo menos uma vez a cada seis meses, alertando para o risco de poder deixar de ser possível recarregá-la se se deixar a bateria ficar esgotada durante muito tempo.
Nem os comandos Joy-Con escapam, com a Nintendo a desaconselhar colar autocolantes nos botões de ombro, pois podem interferir com os ímanes que os prendem à consola. E para quem usar o novo modo de controlo por rato, o ideal é jogar em cima de um tapete de rato para evitar riscar a superfície em que forem utilizados.
Não se deixem enganar pelo título: o protagonista de "MURDERBOT" tem muito pouco de ameaçador. Pelo menos nos primeiros episódios da nova série da Apple TV+, plataforma que continua a ganhar lugar como casa-chave da ficção científica no pequeno ecrã.
Depois de "Severance", "For All Mankind", "Silo", "Invasion" ou "Foundation", a Apple TV+ parece continuar firme na aposta em séries de ficção científica. Mas a aventura estreada há poucas semanas tem pouco em comum com a maioria das criações da plataforma, tendencialmente viradas para o drama. "MURDERBOT", apesar do título com sugestões de thriller ou de terror, é antes uma comédia com uma leveza refrescante nestes meandros, sobretudo porque cumpre sem deslizes aquilo a que uma comédia se propõe à partida: ter graça.
Adaptação dos livros "The Murderbot Diaries", da norte-americana Martha Wells, conta com créditos de autoria, argumento, realização e produção de Chris e Paul Weitz, dupla de "American Pie - A Primeira Vez" e "Era uma Vez um Rapaz" que parece compreender as águas em que se move. Esta história de um ciborgue que ganha consciência e começa a questionar o seu lugar numa sociedade futurista guiada por uma organização dúbia não traz nada de novo, principalmente a um público versado em ficção científica, mas o segredo está numa combinação hábil de ingredientes, do tom ao formato e elenco.
Arrancando com o protagonista entregue a uma equipa de cientistas resistentes às normas do sistema (e com um cepticismo tecnológico assinalável), "MURDERBOT" não precisa de muito mais de 20 minutos por episódio para oferecer uma comédia despretensiosa e carismática.
Alexander Skarsgård ajuda muito ao encarnar um ciborgue tão desnorteado como desconfiado (e avesso a contacto visual) com um à-vontade notório, mesmo que o ouçamos mais vezes a pensar do que a falar. Felizmente, este é dos casos em que o recurso à narração em off é mais feitio do que defeito, não se limitando a descrever os acontecimentos e contendo algumas das tiradas mais hilariantes, em especial quando comentam o comportamento humano.
A combinação de comédia com ambientes sci-fi está mais próxima dos também recentes "Mickey 17", de Bong Joon Ho, ou de "Fallout", saga da Prime Video, do que da oferta habitual da Apple TV+, e sai reforçada por uma galeria de actores em sintonia com essa proposta, de Noma Dumezweni ou David Dastmalchian, no elenco principal, a Clark Gregg ou John Cho, nomes convidados para a esgrouviada série dentro da série na qual a personagem de Skarsgård é viciada... ou não fosse o binge-watching a sua definição de um programa de lazer perfeito. Mais um sinal de humanidade na máquina?
"MURDERBOT" estreou-se a 16 de Maio na Apple TV+ e conta com novos episódios na plataforma às sextas-feiras.
Ideal para transportar até 2 TB de dados de forma rápida e compacta, ou para ser usado em aplicações onde pens USB ou cartões de memória não sejam adequados, este SSD externo Crucial X9 apresenta-se como solução eficiente e económica.
Há situações onde uma pen USB ou cartão de memória servem para transferir ou armazenar dados; outros casos há onde será conveniente optar por um suporte mais fiável e / ou de maior velocidade. Este SSD externo Crucial X9 vem com ficha USB-C e está disponível com capacidades de 1 TB, 2 TB e 4 TB, mediante as necessidades.
O SSD externo Crucial X9 de 2 TB está disponível por 134 euros na Amazon Espanha. Também têm a versão de 1TB, mais económica.
As velocidades de transferência anunciadas são de 1050 MB/s, mais de que adequadas para a maioria dos utilizadores, facilitando o processo de transferência de centenas de gigabytes sem grande desespero. De resto, temos ainda o descanso adicional de ser um SSD que utiliza memórias flash da Micron, o que também serve para dar alguma confiança quanto à sua fiabilidade e longevidade.
Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.
A ElevenLabs lançou um novo modelo Conversational AI 2.0 que consegue ter conversas por voz ainda mais naturais.
Há muitos assistentes AI que já conseguem ter capacidade de interacção por voz impressionante, como o ChatGPT, Gemini, e até o Grok. Mas, este é um sector em que há evoluções constantes, e a ElevenLabs não quer ficar para trás.
O ElevenLabs Conversational AI 2.0 promete ser capaz de lidar com todo o tipo de cenários, como pausas e hesitações por parte do utilizador, e também assumir diferentes tipos de personalidades, ter acesso a dados específicos para a função pretendida, e até lidar com multi-língua, reconhecendo e respondendo automaticamente na língua que for utilizada.
Introducing Conversational AI 2.0
Build voice agents with: • New state-of-the-art turn-taking model • Language switching • Multicharacter mode • Multimodality • Batch calls • Built-in RAG
Now fully enterprise-ready with HIPAA compliance, EU data residency, and robust… pic.twitter.com/rlPmYSjq4H
Se, tradicionalmente, estamos habituados a lidar com assistentes AI que facilmente são identificados por não conseguirem manter uma conversação natural, fica demonstrado que em breve começará a tornar-se bastante difícil distinguir se realmente estamos a falar com uma pessoa real ou uma máquina.
O mais fino Galaxy S25 Edge da Samsung resistiu, surpreendentemente, ao abusivo teste de dobragem do canal JerryRigEverything.
Poucos dias depois do Oppo Find X8 Ultra ter sucumbido (parcialmente) à dobragem, as atenções centram-se sobre como se comporta o Galaxy S25 Edge da Samsung.
Este modelo foca-se quase inteiramente na espessura reduzida, com apenas 5.8 mm. E esse aspecto, torna-se também numa potencial fonte de preocupações, já que será natural ficar melindrado com a sua (falta de) resistência. Mas, surpreendentemente, parece não haver motivos para tal, pelo menos a nível de uso comum. Apesar da sua espessura, o Galaxy S25 Edge consegue resistir ao teste de dobragem. É certo que o modelo sofre alguma deformação, mas não se assiste a nenhuma quebra catastrófica, ou à separação do ecrã, como acontece nalguns modelos.
Dito isto, há que frisar que este tipo de testes é sempre relativo. Ao estilo do que acontece com os testes de queda, não é por um vídeo mostrar o ecrã de um smartphone a sobreviver a múltiplas quedas que isso significa que o ecrã do mesmo smartphone, nas nossas mãos, se possa partir até com uma queda bastante mais pequena (perguntem ao nosso Luis Costa!) Como tal, convém sempre tratar os nossos preciosos smartphones com o maior cuidado possível. :)