PlanetGeek
№ 01

Forza Horizon 6 bate recordes

O Forza Horizon 6 está a conquistar os jogadores, tendo já vendido mais de 5 milhões de unidades e entrado no top 5 do Steam.

O Forza Horizon 6 é o mais recente capítulo da saga Forza Horizon iniciada em 2012, e derivada dos jogos de corridas tradicionais de automóveis "Forza", com a premissa: e se os jogadores pudessem sair das pistas e circular por onde quisessem?

Desde o início que a saga tem atraído uma legião de fãs, com cada versão do jogos a retratar diferentes países e regiões do globo. No Forza Horizon 6, a viagem é feita pelo Japão, numa diversidade de ambientes que inclui cidades densas como Tóquio, zonas suburbanas, zonas rurais, florestas, campos, e não faltando estranhas de montanha e zonas cobertas de neve. Enfim, cenários para todos os gostos que continuam a poder ser explorados sem restrições pelos jogadores, quer seja nas estradas ou fora delas.



É também positivo ver que a equipa não se focou em acrescentar coisas "só porque sim" e a tornar o jogo injogável em tudo o que não seja um PC de topo. O Forza Horizon 6 está extremamente bem optimizado e funciona em praticamente todos os PCs de forma mais que adequada (tal como nas consolas). É certo que nos PCs de topo se pode tirar partido de coisas como o Ray Tracing, mas o seu impacto visual não é assim tão diferente, especialmente quando se está a atravessar o cenário a mais de 300 km/h, e onde o foco do jogador é apenas tentar ver por onde tem que seguir.

A evolução no jogo é feita - tal como nos anteriores - de forma faseada e com alguns eventos especiais para desbloquear novas áreas e desafios. Aqui temos coisas como uma corrida contra aviões, a acompanhar o lançamento de um foguetão, e até uma corrida contra um mech gigante. Temos também alguns eventos novos, como a possibilidade de trabalharmos a entregar comida, que tem que ser entregue dentro de um prazo limite.

Nesta fase inicial o jogo está a dominar, tendo já registado mais de 300 mil jogadores simultâneos no Steam e tendo ascendido à quarta posição de jogos mais jogados, à frente de jogos como Apex Legends. Deu também já origem a inúmeros guias sobre como "ganhar dinheiro fácil" usando desafios criados pelos jogadores e a prática capacidade "auto drive" que pode ser usada mesmo durante as corridas - o que permite que se possam fazer longas sessões de jogo de forma automática.

Mas, a grande questão é saber como o jogo irá amadurecer. No Forza Horizon 5 o jogo também arrancou relativamente bem, mas apesar de muitos conteúdos extra lançados posteriormente, acabou por não conseguir ir mantendo o interesse dos jogadores. Essa será a verdadeira prova de fogo, saber se o FH6 conseguirá manter o interesse ao longo dos próximos meses e anos. Por agora, estamos na fase da euforia inicial, a descobrir todas as ruas e caminhos (eventualmente utilizando um utilitário externo para descobrir as ruas que falta percorrer no mapa, já que o jogo continua a não facilitar essa tarefa quando faltam apenas alguns poucos metros de um qualquer rua impossível de ver facilmente no seu complexo mapa).

№ 02

Star Citizen ultrapassa $1B de donativos

Após quase 15 anos, o eternamente inacabado jogo Star Citizen ultrapassou a marca dos mil milhões de dólares ($1 "bilião") de donativos dos jogadores.

O Star Citizen ultrapassou os mil milhões de dólares em financiamento vindo dos jogadores, mais de uma década após o início do desenvolvimento do ambicioso simulador espacial. O projecto foi anunciado em 2012 pela Cloud Imperium Games, liderado por Chris Roberts, e começou com uma campanha no Kickstarter que arrecadou mais de 2 milhões de dólares, evoluindo depois para um modelo de financiamento contínuo através da própria plataforma da empresa.

Ao longo dos anos, os jogadores têm apoiado o desenvolvimento através da compra de acesso antecipado, naves espaciais e outros conteúdos digitais dentro do universo do jogo. Segundo a Cloud Imperium Games, todo o dinheiro angariado é direccionado para a produção e expansão do projeto, que se tornou no maior exemplo de financiamento colectivo alguma vez visto na indústria dos videojogos.




Apesar do enorme investimento acumulado, Star Citizen continua em fase alpha e ainda não possui uma data oficial para lançamento da versão final. O jogo tinha inicialmente previsão de lançamento em 2014, mas o calendário foi sendo sucessivamente adiado. Já Squadron 42, a campanha narrativa single player integrada no mesmo universo, continua a ter data de lançamento prevista para este ano (2026).

Enquanto a versão final não chega, o estúdio continua a expandir a experiência jogável através de actualizações regulares. Nos últimos meses foram adicionadas novas funcionalidades ligadas à engenharia das naves, incluindo gestão de energia, reparações, substituição de componentes e controlo de incêndios a bordo. Mesmo sem lançamento definitivo à vista, o interesse da comunidade mantém-se, parecendo assegurar que, daqui por mais uma década, se esteja a falar de novos recordes de valor angariado para um jogo em eterno estado de desenvolvimento.

№ 03

SwitchBot lança fechaduras com reconhecimento facial 3D

As novas fechaduras Lock Vision da SwitchBot integram reconhecimento facial 3D para maior conveniência e segurança.

A SwitchBot apresentou duas novas fechaduras inteligentes compatíveis com Matter e HomeKit que apostam na biometria. Os novos modelos, chamados Lock Vision e Lock Vision Pro, incluem reconhecimento facial 3D para desbloqueio quase instantâneo da porta sem necessidade de chaves, códigos, ou impressões digitais.

O sistema utiliza tecnologia de luz estruturada semelhante à usada em smartphones, projectando mais de 20 mil pontos infravermelhos para criar um mapa facial tridimensional. A SwitchBot diz que o sistema consegue reconhecer utilizadores autorizados em menos de um segundo e resiste a tentativas de desbloqueio com fotos ou vídeos. Adicionalmente, as fechaduras suportam vários métodos de acesso, incluindo NFC, passwords, Apple Watch, app, comandos de voz, geofencing e chaves físicas tradicionais. A versão Pro adiciona ainda desbloqueio através de impressão digital e leitura das veias da palma da mão, funcionando mesmo com mãos molhadas ou sujas.
Além da bateria recarregável principal, as fechaduras contam com uma pilha adicional substituível para funcionar como backup, caso os utilizadores não liguem aos pedidos de recarregamento - suficiente para 500 aberturas.

Os dois modelos funcionam via Matter-over-WiFi, permitindo integração directa com Apple Home e outros sistemas sem necessidade de hubs adicionais. A SwitchBot promete até 12 meses de autonomia de bateria e armazenamento local dos dados biométricos para maior privacidade. O Lock Vision chega ao mercado por 170 dólares, enquanto o modelo Pro custará 230 dólares. Agora é esperar pelos preços na Europa.

№ 04

PowerToys prepara modo de poupança de memória

O conjunto de utilitários PowerToys poderá em breve usar menos memória RAM com um modo de poupança de memória.

A Microsoft está a preparar uma nova funcionalidade para o PowerToys que poderá ajudar os utilizadores do Windows 11 a reduzir o consumo de memória RAM. O conhecido conjunto de ferramentas avançadas para utilizadores mais exigentes vai receber um novo modo de poupança de memória capaz de encerrar automaticamente processos em segundo plano quando determinadas funcionalidades não estão a ser utilizadas.

Actualmente, várias ferramentas do PowerToys mantêm processos permanentemente em memória para garantir uma abertura instantânea através de atalhos de teclado. Embora esta abordagem torne funcionalidades como o Color Picker, Text Extractor, Advanced Paste ou Peek mais rápidas de utilizar, também faz com que o software continue a ocupar memória do sistema mesmo que estas capacidades nunca sejam utilizadas.
A nova funcionalidade, desenvolvida com contributos da comunidade, permitirá activar um modo opcional que encerra automaticamente esses processos quando não estão a ser usados. Quando o utilizador voltar a chamar a ferramenta através do atalho habitual, o PowerToys volta a iniciar o respectivo processo automaticamente e a terminá-lo quando deixar de ser necessário. As funcionalidades continuarão acessíveis, o único compromisso é que se irá notar um pequeno atraso ao abri-las.

Inicialmente, o modo de poupança de memória deverá chegar a quatro ferramentas: Text Extractor, Color Picker, Advanced Paste e Peek. A Microsoft está também a trabalhar numa integração visual alinhada com o design do Windows 11, incluindo um novo menu de definições com um ícone semelhante ao modo de eficiência do Gestor de Tarefas. A opção poderá ser activada globalmente para todas as ferramentas compatíveis ou configurada individualmente.

É certo que se torna um pouco ridículo estar a optimizar processos que podem ocupar entre 50 a 200 MB de RAM, quando "ali ao lado" temos coisas como os browsers que podem ocupar gigabytes de RAM sem qualquer preocupação. Ainda assim, é bom ver que há quem ainda continue a preocupar-se com a optimização de recursos e as boas práticas de programação. Esperemos que possa incentivar outros a fazerem o mesmo.

№ 05

Windows suspende música ao fechar portátil

A Microsoft fez alterações ao modo standby, passando a suspender a reprodução de música quando se fecha o portátil.

A Microsoft alterou o comportamento do Windows 11 nas versões 24H2 e 25H2 com uma mudança que pode surpreender alguns utilizadores. Depois das actualizações mais recentes, o sistema operativo deixa de reproduzir áudio quando o portátil entra intencionalmente em modo de suspensão, seja ao fechar a tampa, carregar no botão de energia, ou selecionar manualmente a opção "Suspender" no menu Iniciar.

Anteriormente, era possível continuar a ouvir música ou outros conteúdos áudio mesmo com o portátil fechado, algo útil para quem utilizava auscultadores ou colunas externas. No entanto, a Microsoft confirma que o novo comportamento faz parte das melhorias introduzidas no Modern Standby, a tecnologia de gestão de energia do Windows que tem vindo a ser ajustada nos últimos anos para melhorar eficiência energética e autonomia da bateria.
A alteração aplica-se apenas quando o utilizador coloca o computador em suspensão de forma deliberada. No caso do modo de poupança de energia em que o ecrã se desliga automaticamente devido à inactividade, o áudio continua a funcionar normalmente. A Microsoft explica também que a alteração afecta tanto as colunas internas como dispositivos externos como colunas Bluetooth, independentemente de o computador estar ligado à corrente ou a funcionar apenas com bateria.

Quem preferir manter a reprodução de áudio activa ao fechar a tampa do portátil terá que ajustar manualmente as definições de energia do Windows para alterar este novo comportamento e manter as coisas como estavam dantes.

№ 06

Disco externo Seagate de 16TB a €426

Com os ataques de ransomware em alta, é mais importante que nunca garantir que os nossos dados estão a salvo - e mesmo que se trate de informação em quantidade considerável, continua a ser possível manter backups de muitos terabytes em casa.

Um disco externo USB 3.0 como este Seagate de 16TB permitirá guardar os dados críticos da maioria dos utilizadores, incluindo toda a sua colecção de fotos digitais e vídeos, sem necessidade de depender a 100% nos backups na cloud - que continuarão a ser uma opção adicional a ter em conta, além dos backups locais.

Este disco externo Seagate de 16TB está actualmente disponível por 426 euros na Amazon Espanha.

É o tipo de valor que se torna facilmente justificável tendo em conta a possibilidade de ver os nossos preciosos dados desaparecerem por culpa de uma avaria num disco ou SSD, ou pela famigerada acção dos ransomwares que facilmente podem pedir milhares de euros pelo seu resgate.

Depois bastará usar um programa de backup e ficar descansado sabendo que se tem uma dose extra de protecção em caso de qualquer imprevisto. Esta é daquelas coisas onde definitivamente convém prevenir em vez de remediar, já que muitas vezes nem sequer há hipóteses de recuperação possível, e nessa altura não nos importaríamos de pagar fosse o que fosse para voltar a ter coisas como fotos que desapareceram para sempre.


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№ 07

MS recua no botão Copilot flutuante no Office

As críticas dos utilizadores levaram a Microsoft a recuar no botão flutuante do Copilot no Office / Microsoft 365.

A Microsoft recuou numa das alterações mais polémicas feitas recentemente ao Microsoft 365 e vai permitir que os utilizadores escondam ou reposicionem o botão flutuante do Copilot no Word, Excel e PowerPoint. A mudança surge depois de uma forte vaga de críticas por parte dos utilizadores, que consideravam que o atalho para o assistente AI estava a prejudicar a experiência de utilização, especialmente no Excel, onde o botão podia sobrepor-se a células e conteúdos importantes.

O botão do Copilot começou a ser distribuído de forma mais alargada no final de 2025 como parte da estratégia da Microsoft para aumentar a utilização do seu assistente AI. Atualmente, apenas uma pequena percentagem dos utilizadores do Microsoft 365 paga pelo Copilot (menos de 4%), levando a empresa a apostar numa integração mais agressiva dentro das aplicações Office. O objectivo da MS é tornar o seu assistente AI mais visível e incentivar uma maior utilização através de um botão sempre acessível no ecrã.
No entanto, a reacção dos utilizadores foi bastante negativa. Muitos consideraram que a funcionalidade interrompia o seu fluxo de trabalho em vez de ajudar. Perante as críticas, a Microsoft reconheceu que a implementação nem sempre funcionava como esperado e decidiu dar aos utilizadores maior controlo sobre a interface. Com a mais recente actualização, passa a ser possível clicar com o botão direito no ícone do Copilot e movê-lo novamente para a barra superior tradicional das aplicações.

Apesar da mudança, a Microsoft não vai remover totalmente a funcionalidade flutuante. Os utilizadores poderão escolher entre manter o Copilot como botão flutuante, fixá-lo lateralmente ou colocá-lo novamente na faixa de ferramentas clássica - como sempre deveria ter acontecido.

№ 08

Como actualizar o adblocker do Brave

Se notarem problemas com o Brave no YouTube, quase sempre isso significa que têm que fazer a actualização dos adblockers.

O bloqueio da publicidade no YouTube e o uso do Brave é uma constante dança, em que o YouTube implementa novos sistemas e o Brave arranja novas formas de proporcionar um YouTube livre de publicidade. Nos últimos dias os utilizadores defrontaram-se com novo erro ao tentar ver vídeos do YouTube, mas isso pode ser facilmente ultrapassado com uma actualização manual dos filtros de bloqueio - no caso de tal ainda não ter sido feito automaticamente.

Para actualizar manualmente o adblocker do Brave, só têm que fazer:
  • Desktop: Settings > Shields > Content filtering - clicar no botão "Update lists"
  • iOS: Settings > Shields & Privacy > Content Filtering - tocar no botão "Update Lists"
  • Android: Settings > Brave Shields & privacy > Content filtering - tocar no botão "UPDATE"

De seguida, recarregar as páginas do YouTube afectadas.

We’re aware of a new YouTube issue occurring today and have released a fix for it: https://t.co/QYPx4ogbjU

To get the fix as soon as possible, manually update the browser’s ad blocker. Here’s how to do it on each platform 👇

Desktop: Go to Settings > Shields > Content filtering… pic.twitter.com/d2WRAObPFl

— Brave (@brave) May 23, 2026
Podem também, a qualquer momento, verificar a versão do adblocker do Brave indo a Brave://components.

Relembro que, além de bloquear a publicidade do YouTube, o Brave também permite fazer coisas que o YouTube decidiu restringir às contas Premium, como fazer a reprodução de música em background. Adicionalmente, tem também uma longa lista de opções que permite fazer coisas como bloquear os Shorts, remover os thumbnails, e outras coisas relacionadas com o YouTube, para que cada utilizador possa ter a experiência que deseja ter, e não aquela que o YouTube tenta forçar aos utilizadores.

№ 09

Firefox resolve crash nos CPUs Raptor Lake

Após mais de um ano, a Mozilla corrigiu um problema que podia causar crashes do Firefox nos problemáticos CPUs Intel Raptor Lake de 13ª e 14ª geração.

A Mozilla lançou uma actualização do Firefox que corrige um problema crítico responsável por falhas frequentes do browser em computadores equipados com processadores Intel Raptor Lake de 13ª e 14ª geração. O erro, que esteve sob investigação durante mais de um ano, foi finalmente resolvido com a chegada do Firefox 151.0.1, trazendo maior estabilidade para sistemas afectados por encerramentos inesperados da aplicação.

Os engenheiros da Mozilla começaram por identificar falhas numa rotina de compressão de dados, mas a origem do problema acabou por ser atribuída ao comportamento de determinadas instruções presentes nos processadores Intel Raptor Lake. Em certas condições, os CPUs podiam ler informação incorrecta ou desactualizada, provocando falhas no browser. O problema parecia agravar-se especialmente em sistemas sujeitos a temperaturas mais elevadas, algo que chegou a ser observado através dos relatórios de erros enviados por utilizadores em regiões afectadas por ondas de calor.
Os problemas de estabilidade dos processadores Intel Raptor Lake começaram a surgir no final de 2022 e ganharam maior dimensão ao longo do ano seguinte. Utilizadores relataram falhas em jogos, instabilidade nos browsers e até problemas gerais no sistema em modelos de 13ª e 14ª geração. Mais tarde, a Intel confirmou que a origem estava ligada à degradação física dos processadores devido à exposição prolongada a tensão eléctrica excessiva e temperaturas elevadas.

Ao longo dos últimos anos, a Intel lançou várias actualizações de microcódigo para reduzir o impacto do problema, embora essas correcções apenas minimizassem os fatores que aceleravam a degradação sem conseguirem reverter danos já existentes. A empresa chegou também a prolongar a garantia dos processadores afectados de três para cinco anos. Mas, tendo em conta que este é o tipo de coisa que passa despercebida a grande parte dos utilizadores, continuará a haver muitas pessoas que têm computadores com CPUs "semi-defeituosos" que continuarão a crashar regularmente, sem que saibam que isso se deve a estes CPUs problemáticos.

№ 10

Google lança icons "disco" para Android

A Google deixou-se contagiar pelo espírito dos anos 70, lançando um pack de icons brilhantes para Android.

A Google decidiu entrar na tendência dos ícones em estilo bola de discoteca e já disponibilizou um novo pack de icons para os seus smartphones Pixel. Isto surge poucos dias depois do Spotify ter tomado essa iniciativa para celebrar o seu 20º aniversário - com reacções divididas, com muitos utilizadores a elogiarem a abordagem divertida, mas outros a criticarem o visual, levando o Spotify a assegurar que este novo icon era apenas temporário e em breve regressaria ao normal.
Ainda assim, o efeito viral foi suficiente para levar Sameer Samat, responsável pelo ecossistema Android, a anunciar os novos ícones brilhantes nos equipamentos Pixel. O novo tema transforma aplicações em versões inspiradas em bolas de discoteca, criando um ecrã inicial repleto de brilho e reflexos que não passa despercebido.
Os novos ícones fazem parte da funcionalidade de personalização introduzida recentemente nos smartphones Pixel, que permite aplicar diferentes estilos gerados por inteligência artificial aos icons das apps. Entre as opções já disponíveis existem temas desenhados à mão, visuais com efeito dourado, estilos artísticos pintados, e outras abordagens criativas para personalizar o visual do sistema.

Embora o resultado esteja longe de agradar a todos, a Google parece estar a assumir um lado mais descontraído e experimental na personalização do Android. O novo tema pode não conquistar todos os utilizadores, mas mostra como o uso das tecnologias AI permite reagir rapidamente a novos estilos criativos inesperados, dando um toque de diversão aos smartphones Pixel.

№ 11

Como desactivar os resultados AI na pesquisa Google

Ainda é possível desactivar os resultados AI na pesquisa no Google, usando a opção "-ai".

A Google tem estado a apostar nos resultados AI na pesquisa, e já se começou a notar que isso pode ter efeitos secundários indesejados - como a incapacidade de lidar com a pesquisa de palavras como "ignorar". Felizmente, ainda existe a possibilidade de desactivar os resumos AI nas pesquisas Google, recorrendo a um operador.

O método passa apenas por adicionar "-ai" (sem aspas) no final da pesquisa. Ao usar este modificador, a Google apresenta resultados sem incluir os resumos gerados por inteligência artificial. Por exemplo, em vez de pesquisar normalmente um tema, basta acrescentar "-ai" ao final da frase para voltar a uma experiência mais próxima dos resultados tradicionais.
Acima: pesquisar por "ignorar". Abaixo: pesquisar por "ignorar" com a opção "-ai".
Este é apenas um dos diversos operadores de pesquisa que a Google disponibiliza há muitos anos. Ferramentas como aspas para procurar expressões exactas ou filtros específicos continuam disponíveis e ajudam a refinar a forma como a pesquisa é feita. Existe também o separador "Web", que recupera o formato mais clássico com a lista de links para websites; mas sendo uma secção que corre sério risco de acabar por ser abandonada nos próximos anos (conhecendo-se a tradição da Google em matar funcionalidades e produtos).

Apesar de este método "-ai" não eliminar as AI Overviews de forma permanente, pode ser uma alternativa prática para quem desejar evitar as respostas geradas por AI em determinadas pesquisas.

№ 12

Como desactivar os resultados AI na pesquisa Google

Ainda é possível desactivar os resultados AI na pesquisa no Google, usando a opção "-ai".

A Google tem estado a apostar nos resultados AI na pesquisa, e já se começou a notar que isso pode ter efeitos secundários indesejados - como a incapacidade de lidar com a pesquisa de palavras como "ignorar". Felizmente, ainda existe a possibilidade de desactivar os resumos AI nas pesquisas Google, recorrendo a um operador.

O método passa apenas por adicionar "-ai" (sem aspas) no final da pesquisa. Ao usar este modificador, a Google apresenta resultados sem incluir os resumos gerados por inteligência artificial. Por exemplo, em vez de pesquisar normalmente um tema, basta acrescentar "-ai" ao final da frase para voltar a uma experiência mais próxima dos resultados tradicionais.
Acima: pesquisar por "ignorar". Abaixo: pesquisar por "ignorar" com a opção "-ai".
Este é apenas um dos diversos operadores de pesquisa que a Google disponibiliza há muitos anos. Ferramentas como aspas para procurar expressões exactas ou filtros específicos continuam disponíveis e ajudam a refinar a forma como a pesquisa é feita. Existe também o separador "Web", que recupera o formato mais clássico com a lista de links para websites; mas sendo uma secção que corre sério risco de acabar por ser abandonada nos próximos anos (conhecendo-se a tradição da Google em matar funcionalidades e produtos).

Apesar de este método "-ai" não eliminar as AI Overviews de forma permanente, pode ser uma alternativa prática para quem desejar evitar as respostas geradas por AI em determinadas pesquisas.

№ 13

Pesquisa AI da Google não procura "ignorar"

A aposta da Google na pesquisa AI está a demonstrar alguns efeitos indesejados, não conseguindo lidar com palavras como "ignorar".

A Google tem estado a transformar a sua pesquisa numa experiência AI e alguns utilizadores já começaram a notar alguns efeitos secundários indesejados. A secção AI Overviews está a apresentar um comportamento invulgar nas pesquisas relacionadas com definições de palavras. O problema afeta termos como "ignorar" e outros, palavras que normalmente mostrariam a respectiva definição no motor de pesquisa, mas que agora estão a ser interpretadas como comandos dirigidos à própria inteligência artificial.

Em vez de apresentar o significado das palavras, o sistema está a responder com mensagens como "Entendido! A instrução anterior foi ignorada", tratando a pesquisa como se fosse uma instrução dada ao assistente AI. O comportamento também surge em pesquisas mais específicas. Por exemplo, procurar por "ignorar sinónimos" pode levar a respostas onde a AI diz ter entendido um pedido para não utilizar sinónimos, em vez de apresentar sinónimos da palavra ignorar.
O problema surge porque as definições de palavras no motor de pesquisa da Google estão actualmente ligadas ao AI Overviews, o sistema de inteligência artificial que a empresa tem vindo a integrar cada vez mais nos resultados de pesquisa. A falha mostra que, em certos contextos, a AI está a interpretar texto de forma demasiado literal, confundindo pedidos informativos com instruções.

Apesar de não se tratar de um problema grave de segurança ou funcionalidade, a situação destaca alguns dos desafios que continuam a surgir com a integração da AI nos motores de pesquisa (e não só). Será de esperar que em breve a Google disponibilize uma correção, mas que desde já se antevê que futuramente se venham a descobrir mais casos em que determinadas pesquisas possam baralhar o sistema AI.

Felizmente, ainda há opção para fazer pesquisas no Google sem resultados AI... pelo menos por enquanto.

№ 14

Tesla FSD passa a "Assisted Driving" na China

A Tesla mudou a designação do "Full Self Driving" na China, para um mais realista e informativo "Tesla Assisted Driving".

A Tesla voltou a mudar o nome do seu sistema de assistência à condução na China, abandonando a polémica designação "Full Self-Driving" (FSD). O sistema passa agora a chamar-se "Tesla Assisted Driving", uma alteração que aproxima a descrição do produto das suas capacidades reais, e, resultado da crescente pressão regulatória no maior mercado automóvel do mundo.

Apesar da Tesla promover há muitos anos a visão de carros totalmente autónomos, o seu sistema continua a ser um sistema classificado como Nível 2 de condução autónoma, o que significa que o condutor continua a ser totalmente responsável pelo veículo e a ter que manter atenção permanente sobre o mesmo. Embora a tecnologia da empresa seja considerada uma das mais avançadas entre os sistemas de assistência à condução disponíveis, continua longe de oferecer condução totalmente autónoma - tendo já levado a que a Tesla passasse a designá-lo por "FSD supervisionado" - um nome que, ainda assim, induz em erro as suas capacidades.
Na China, as autoridades têm vindo a apertar regras relacionadas com tecnologia automóvel e segurança, levando a Tesla a clarificar as suas reais capacidades. A empresa já tinha alterado anteriormente o nome do sistema no mercado chinês, removendo gradualmente referências mais ambiciosas ligadas à autonomia total. A nova designação surge como uma tentativa de evitar interpretações enganadoras e alinhar melhor o marketing com aquilo que o sistema efectivamente consegue fazer: a de ser, para todos os efeitos, um sistema de assistência à condução e não um sistema de condução autónoma "total", como dava a entender.

A mudança acontece também numa altura em que a concorrência chinesa está a acelerar o desenvolvimento de tecnologias de assistência à condução. Vários fabricantes locais já oferecem funcionalidades semelhantes, em muitos casos sem custos adicionais para os clientes. Há também um aumento da oferta de empresas como a Nvidia, que estão a promover os seus próprios sistemas de assistência à condução, que aceleram a velocidade com que qualquer fabricante interessado pode adicionar estas capacidades aos seus veículos sem necessidade de criar todo o sistema de raiz.

Fica apenas a questão final: quantas polémicas se poderia ter evitado, se desde o início a Tesla tivesse comercializado esta opção como "Tesla Assisted Driving" em vez do enganador "Full Self-Driving"?

№ 15

Painéis solares produzem acima dos 100%

Um curioso efeito atmosférico fez com que a produção solar de um utilizador ultrapassasse os 100%.

Um utilizador de painéis solares teve uma surpresa inesperada ao verificar a produção do seu sistema fotovoltaico montado numa carrinha. Apesar de ter instalado apenas dois painéis bifaciais de 440 W, o sistema chegou a indicar uma produção superior a 1.050 W, ultrapassando os 880 W de potência "total" instalada. O caso rapidamente gerou curiosidade online, levando muitos a questionarem como seria possível produzir mais energia do que a capacidade anunciada dos próprios painéis.
O sistema em questão utiliza painéis solares bifaciais, capazes de captar luz tanto pela frente como pela parte traseira, aumentando a eficiência em determinadas condições. No entanto, a explicação principal parece estar num fenómeno atmosférico raro conhecido como "cloud edge enhancement" ou efeito de reforço de irradiância provocado pelas nuvens. Em certas situações, sobretudo após chuva ou durante períodos de mudança rápida no estado do céu, as nuvens conseguem reflectir e concentrar mais radiação solar numa determinada área do que aconteceria num dia completamente limpo.

As condições meteorológicas também desempenham um papel importante. Temperaturas mais baixas no ar e nos próprios painéis solares podem aumentar a eficiência energética, já que os módulos fotovoltaicos tendem a funcionar melhor quando não estão excessivamente quentes. A combinação entre luz adicional reflectida pelas nuvens e temperaturas favoráveis pode criar picos temporários de produção acima dos valores nominais dos equipamentos.

Mas, antes que comecem a pensar em colocar lentes de concentração à frente dos painéis, importa relembrar que os painéis solares são criados para funcionar com base em certas condições, e que levá-los além das suas especificações poderá provocar danos imediatos ou ter efeito prejudicial a nível da sua longevidade.

№ 16

Trump Phone chega com bandeira errada e exposição de dados dos clientes

O polémico smartphone "Trump" está finalmente a começar a ser entregue, mas as polémicas continuam.

Depois de muitos atrasos, o smartphone com a marca de Donald Trump começou finalmente a ser entregue aos clientes. Mas a par do lançamento chega também a confirmação da Trump Mobile que o seu website expôs dados pessoais de clientes. Entre as informações expostas estavam nomes, números de telefone, moradas e endereços de email de clientes, dados que podiam ser encontrados facilmente sem que sequer fosse necessário qualquer tipo de "hacking".

Segundo a empresa, o problema estará relacionado com uma "plataforma externa" responsável por suportar determinadas operações da Trump Mobile. A empresa não revelou o nome do fornecedor envolvido, mas garante que não existiu qualquer violação directa dos seus sistemas ou rede interna. Ainda assim, o caso levanta preocupações, já que os dados estavam acessíveis publicamente. A segue o manual habitual nestes casos, dizendo que continua a investigar a situação e que, até ao momento, não encontrou sinais de utilização maliciosa da informação exposta - ao ponto de dizer que ainda nem sequer está certa se será necessário informar formalmente os clientes afectados pelo incidente.

Quanto ao smartphone em si, tal como se suponha, trata-se de um simples modelo reciclado. Tudo indica que o Trump Phone seja na realidade um HTC U24 Pro, um smartphone de 2024 com um Snapdragon 7 Gen 3. Os primeiros modelos chegam também com uma bandeira incorrecta dos EUA na traseira: um elemento que certamente não será apreciado pelo público alvo de Trump.

№ 17

Google revela acidentalmente falha do Chromium

Um "pequeno" lapso revelou publicamente uma falha de segurança no Chromium que ainda não tinha sido corrigida.

A Google revelou acidentalmente detalhes de uma falha de segurança ainda não corrigida no Chromium, o motor que serve de base ao Google Chrome e vários outros browsers populares. A vulnerabilidade permite que código JavaScript continue a ser executado em segundo plano mesmo depois de o browser ser encerrado, criando um potencial risco de execução remota de código e utilização indevida do dispositivo.

O problema foi inicialmente descoberto em 2022 pela investigadora de segurança Lyra Rebane - que ficou surpresa ao verificar que a falha ainda persistia passados estes anos. A falha pode ser explorada através de páginas maliciosas que utilizem Service Workers concebidos para permanecer activos indefinidamente. Na prática, um atacante poderia manter código JavaScript a correr silenciosamente no computador da vítima após uma simples visita a um site comprometido. Entre os cenários possíveis estão ataques DDoS, reencaminhamento de tráfego malicioso, e utilização dos dispositivos afectados como parte de botnets.
A vulnerabilidade afecta todos os browsers baseados em Chromium, incluindo Google Chrome, Microsoft Edge, Brave, Opera, Vivaldi, Arc e outros. Embora o problema tenha sido marcado internamente como corrigido no início deste ano, testes realizados recentemente mostraram que a falha continua presente em versões de desenvolvimento do Chrome e Edge. A situação tornou-se ainda mais preocupante depois da Google remover temporariamente as restrições de acesso ao relatório técnico do problema, expondo publicamente detalhes que poderiam facilitar tentativas de exploração da mesma.

A falha não permite aceder directamente a ficheiros pessoais, emails, ou ao sistema operativo da vítima, mas continua a representar um risco relevante devido ao potencial de abuso em larga escala. Bem, pelo menos não deixa de ser uma forma eficiente de obrigar a Google a - finalmente - resolver esta falha com a máxima prioridade. Por norma, aquilo que poderia levar meses (ou anos) a corrigir, acaba por ser corrigido em poucos dias (ou horas) quando o problema se torna público.

№ 18

Como fazer um expositor iluminado com filamento LED COB

Quem desejar apresentar orgulhosamente os seus "brinquedos", pode criar um vistoso expositor com filamentos LED.

Este é mais um daqueles projectos que é extremamente simples mas que se torna visualmente bastante impressionante. Em vez de simplesmente exibir algo como carros Hot Wheel F1 de colecção numa prateleira, podemos dar-lhes destaque especial com um expositor personalizado e com iluminação LED, que faz toda a diferença.

É isso que podemos replicar com este projecto Hot Wheels Display Stand. Sem surpresas, a parte física do mostrados é impressa em 3D; enquanto do lado da electrónica temos também o assistente habitual neste tipo de projectos: um ESP32, aqui auxiliado por uma placa COB LED Driver auxiliar. O elemento que transforma por completo a parte visual é o recurso a filamento LED COB, que replica aquilo que noutros tempos teria que ser feito com "fio electroluminescente", com outro tipo de requisitos mais complicados em termos electrónicos.



Com o filamento LED COB, podemos replicar o efeito de "fios luminosos", mantendo a simplicididade de uso e controlo dos LEDs tradicionais. Neste caso, o projecto é também facilitado pelo uso de filamentos LED com cores fixas, limitando o controlo à intensidade.

Como temos um ESP32 a tomar conta de tudo, podemos controlar a iluminação remotamente, de forma independente; e abre as portas a todo o tipo de melhorias: podemos implementar temporizadores para ligar automaticamente a determinadas horas; ou adicionar um sensor de luminosidade ou de movimento, para que se ilumine apenas quando estiver escuro ou quando alguém se aproximar. Enfim, não faltam possibilidades, é deixar a imaginação seguir o seu curso. Isto sem esquecer que o mesmo sistema poderá ser usado para todo e qualquer outro tipo de elemento a exibir, como construções LEGO, peças vintage, livros, etc.

№ 19

Starship V3 voa mas perde booster Super Heavy

O 12º lançamento de teste da SpaceX marcou a estreia da nova versão Starship V3, com resultados mistos.

A SpaceX lançou com sucesso a Starship V3, a mais recente e poderosa versão do seu gigantesco foguetão reutilizável, marcando o primeiro voo deste novo modelo numa missão de teste suborbital realizada a partir da Starbase, no Texas. Com 124 metros de altura, a Starship V3 descolou para o seu 12º voo de teste e o primeiro desde Outubro de 2025.

A nova versão introduz várias alterações destinadas a melhorar o desempenho e a preparação para missões mais exigentes. Apesar do sucesso geral, o voo não esteve livre de problemas. Um dos 33 motores Raptor do propulsor Super Heavy desligou-se durante a subida. Ainda assim, a isso é algo que está previsto poder acontecer, a a nave conseguiu alcançar o espaço e completar os principais objectivos da missão. No entanto, uma aparente explosão durante a reignição dos motores para a reentrada parece ter destruído vários dos restantes motores funcionais, fazendo com que se despenhasse no oceano a centenas de quilómetros do local planeado.

I slowed down and resynched the engine diagram during the booster engine restart, that's a pretty hard failure that damaged neighbours. pic.twitter.com/Si0cWY5gVY

— Scott Manley (@DJSnM) May 23, 2026
Tal pode ter-se devido ao design simplificado e mais "limpo" dos novos motores Raptor, sem blindagens de protecção, fazendo com que a explosão de um dos motores pudesse mais facilmente danificar os outros em redor.

A Starship em si teve melhores resultados. A missão transportou ainda 22 cargas de teste, incluindo versões simuladas dos satélites Starlink e dois satélites equipados com câmaras para avaliar o estado do escudo térmico da Starship durante o voo. A SpaceX também pretendia testar uma nova ignição de motores em órbita, uma funcionalidade essencial para futuras missões lunares e interplanetárias, mas esse teste acabou por ser cancelado.

Watch Starship's twelfth flight test https://t.co/caRB1thMlg

— SpaceX (@SpaceX) May 22, 2026
A Starship V3 conseguiu fazer a reentrada como planeada e fazer uma simulação de pouso suave sobre o oceano, mas depois, inesperadamente, explodiu quando tombou sobre a água.

Splashdown confirmed! Congratulations to the entire SpaceX team on the twelfth flight test of Starship! pic.twitter.com/XXBAtryPpL

— SpaceX (@SpaceX) May 22, 2026
O desenvolvimento da Starship continua a ser uma peça central para os planos espaciais da SpaceX e também da NASA, que pretende utilizar uma versão adaptada da nave no programa Artemis para futuras missões tripuladas à Lua. No entanto, a SpaceX ainda precisa de demonstrar capacidades fundamentais, incluindo o reabastecimento em órbita e aterragens lunares automáticas, antes de transportar astronautas.

Enquanto isso, aguardamos ansiosamente por voltar a ver o Super Heavy a ser apanhado em voo pela torre de lançamento, como fez no seu , e 8º voo em 2024 e 2025 - feito que ainda não voltou ainda a ser repetido desde então.

№ 20

Galaxy S27 pode vir com ecrãs chineses da BOE

A enorme concorrência no sector está a fazer com que a própria Samsung possa recorrer a ecrãs de um fornecedor concorrente - a BOE - no próximo Galaxy S27.

A Samsung poderá estar a considerar uma mudança inesperada na produção da futura série Galaxy S27. Um novo relatório indica que a fabricante chinesa BOE está a tentar entrar na cadeia de fornecimento da marca sul-coreana como fornecedora de ecrãs OLED para os próximos smartphones topo de gama. A empresa estará a apostar em preços mais baixos como principal argumento para conquistar o negócio.

A divisão Mobile eXperience (MX) da Samsung já terá pedido dados técnicos à BOE sobre o desenvolvimento dos painéis OLED para a linha Galaxy S27 e estará a avaliar amostras há mais de um mês. Os mesmos rumores indicam que a fabricante chinesa está a conseguir cumprir os requisitos técnicos exigidos pela Samsung, sem obstáculos significativos. O principal factor de atracção será o preço. A BOE terá proposto os seus painéis OLED por valor cinco dólares mais baixo que os ecrãs produzidos pela Samsung Display. A mudança poderia representar uma redução de custos de dezenas de milhões de dólares para a divisão móvel da Samsung - mas também gera preocupações internas, já que se essa poupança acabaria por se fazer sentir na rentabilidade da divisão de ecrãs da empresa.

Apesar da Samsung já recorrer a fornecedores externos para alguns equipamentos da gama Galaxy A de gama média, os smartphones da linha Galaxy S utilizaram historicamente painéis produzidos pela própria Samsung. Caso a parceria avance, a série Galaxy S27 poderá marcar o fim dessa tradição.

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