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Samsung One UI 7 deixa desactivar Auto-Dimming aos 5% de bateria

04-02-2025 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

Os utilizadores Samsung não serão forçados a lidar com um ecrã super escurecido quando chegam aos 5% de bateria restante.

A nova versão One UI 7 traz uma melhoria importante para os dispositivos Galaxy: a opção de desactivar o escurecimento automático do ecrã quando a bateria atinge 5%. Até agora, os smartphones Samsung reduziam drasticamente o brilho do ecrã para poupar energia, tornando o ecrã difícil de utilizar.

Os dispositivos Android já alertam os utilizadores quando a bateria chega aos 20%, sugerindo a activação do modo de poupança. No caso dos Galaxy, ao atingir 5%, o brilho do ecrã baixava automaticamente para prolongar a autonomia - mas podendo interferir com o uso do equipamento. Com a One UI 7, a Samsung adicionou uma nova opção em Definições > Bateria > Auto dim screen, que permite desactivar esta funcionalidade.
Nos novos Galaxy S25, embora a capacidade das baterias se mantenha igual à geração anterior, a marca promete uma maior autonomia no dia a dia graças a uma melhor gestão de energia.

A actualização One UI 7 já vem pré-instalada nos Galaxy S25, estando prometida para breve para os Galaxy S24 e outros smartphones Samsung.

Bloco de tomadas vertical com USB a €37

04-02-2025 | 13:29 | A Minha Alegre Casinha

Quem preferir ter tomadas em cima da secretária e com fácil acesso, pode fazer um 2-em-1 com este bloco de tomadas vertical com 12 tomadas e 6 portas USB.

Todos estamos habituados às extensões de tomadas múltiplas que inevitavelmente se espalham pelo chão e servem para multiplicar as sempre concorridas tomadas na parede. Mas, por vezes, pode ser bastante mais prático ter um bloco de tomadas mais acessível em cima da secretária, e este bloco vertical coloca 12 tomadas mesmo ali à mão, e com a vantagem acrescida de que também inclui 6 portas USB.
Este bloco de tomadas vertical Koosla 12 tomadas + 6 USB está disponível por 37 euros na Amazon Espanha - activar cupão de desconto de 3 euros.

Um detalhe interessante deste bloco é o facto de contar com três interruptores que permitem ligar / desligar as tomadas e portas USB de forma independente, um para grupo de tomadas e portas USB por patamar, para que - por exemplo - possam cortar a alimentação a produtos que não seja preciso deixarem em standby, mas manterem outros que desejem manter ligados.


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Primeira app pornográfica Hot Tub chega aos iPhones

04-02-2025 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

A chegada da primeira app pornográfica ao iPhone - chamada Hot Tub - via AltStore Pal na Europa, está a gerar polémica.

Junte-se a polémica já habitual dos defensores e opositores de um iOS mais aberto, à polémica também habitual das apps de conteúdos para adultos, e facilmente se percebe que a chegada da primeira app pornográfica "oficial" ao iOS esteja a causar grandes discussões.

A app Hot Tub, que na realidade é apenas um agregador de vídeos de diferentes plataformas de conteúdos para adultos (Pornhub, Xvideos, etc.) que facilmente podem ser vistos usando o Safari ou qualquer outro browser, só se torna possível devido às imposições da UE a nível da Apple ser forçada a permitir a existência de app stores alternativas na Europa. Parte da polémica é devida ao facto da ser apresentada como sendo "aprovada" pela Apple - o que tecnicamente é verdade (a Apple continua a exigir ter controlo sobre as apps das lojas alternativas) - mas que já deu direito a esclarecimento por parte da Apple, dizendo que não aprova esta app nem nunca a permitiria na sua App Store. Um esclarecimento que também está a ser criticado, acusando-se a Apple de hipocrisia por ter permitido apps com conteúdos pornográficos (como o Reddit), usando a cláusula de excepção de que isso seria permitido desde que "não fosse o intuito principal" da app.

A Apple também expressa a preocupação de que estas regras deixem os utilizadores em risco, o que se torna profundamente caricato, fazendo esquecer que desde sempre os utilizadores, incluindo no seu próprio macOS, têm tido total liberdade para instalarem o que quer que seja, sem estarem dependentes das regras algo arbitrárias que uma empresa decide aplicar quanto ao que os utilizadores podem correr nos seus smartphones e tablets - e nem vamos falar de continuarem a cobrar comissões sobre apps que nem usam a sua App Store.

We’ve argued to the European Union that Apple should be forced out of developers’ way, because when Apple are allowed to be the gatekeeper of competing apps and stores, they grossly misuse that power to disadvantage competition.

— Tim Sweeney (@TimSweeneyEpic) February 3, 2025
Os pseudo moralistas que apregoam a conversa "FUD" (Fear Uncertainty and Doubt) da Apple também se parecem esquecer convenientemente de que nem sequer há motivos para o apocalipse social que profetizam. Ninguém está a pedir o fim da App Store, com todas as suas regras e moralidades definidas pela Apple. A App Store pode e deve continuar a existir, e os utilizadores poderão continuar a utilizá-la como sempre, se assim entenderem. O que se critica é que, mesmo com isso sendo um ponto assente, queiram impedir que os utilizadores tenham o poder de decisão quanto a utilizarem outras app stores alternativas, e instalar qualquer app que desejem, sem estarem limitados ao que a Apple considera aceitável.

Assistentes AI próximos de se tornarem um "Einstein de bolso"

04-02-2025 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A evolução dos modelos AI tem acelerado, e está agora perto de disponibilizar uma inteligência ao nível de Albert Einstein acessível a partir de qualquer smartphone.

Com o mais recente Deep Research, a OpenAI surpreendeu ao dar um passo gigante nalguns dos testes mais difíceis. No Humanity's Last Exam, um teste em que mesmo o poderoso modelo o1 só conseguia obter 9.1%, o Deep Research conseguiu atingir uma pontuação de 26.6%.

Em termos de QI, se grande parte dos modelos actuais está próximo do QI médio de 100 pontos, os mais recentes modelos o3-mini já ficam num patamar acima, de 120 pontos, e esperando-se que o modelo o3 completo, que serve de base ao Deep Research, atinja um QI de 130-140 pontos - aproximando-se do nível de "génio".
Há já vários projectos interessantes que começam a tirar partido desta capacidade de inteligência para acelerar estudos com impacto real na sociedade, a nível de combate a doenças. E com esta aparente aceleração das capacidades AI, antevê-se que os próximos anos possam trazer-nos grandes revoluções a nível de avanços científicos nas mais diversas áreas, assistidas pelas capacidades "geniais" dos modelos AI que virão a seguir.

Resta-nos esperar que, com a socidade, com a sua modesta inteligência, tenha o bom senso de saber aproveitar isto para o benefício comum em vez de tornar estas ferramentas numa nova forma de divisão social e cultural, entre os que "têm" e os que "não têm".

Ganha um mini-leitor MP3 BT

04-02-2025 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta vez a escolha recai sobre um mini-leitor MP3 compacto bastante simpático.

Em tempos pequenas maravilhas da tecnologia, os leitores MP3 perderam protagonismo com a ascensão dos smartphones e das suas impressionantes capacidades. Mas, isto não significa que não possam haver situações em que continue a ser preferível usar um leitor MP3 dedicado, e por isso mesmo estamos a oferecer um bastante compacto, com ecrã de 1.8" e Bluetooth, para que possam continuar a ouvir a música sem fios.
Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

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Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

Browser Opera Air reforça aposta no "bem-estar"

04-02-2025 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A Opera lançou o Opera Air, um novo browser que integra os conceitos de bem-estar e mindfulness na experiência de navegação.

Com ferramentas integradas de meditação, exercícios respiratórios e batidas binaurais, o objectivo é ajudar os utilizadores a manterem o foco e reduzirem o stress enquanto exploram a web. O Opera Air destaca duas funções principais: "Take a Break" e "Boosts".

O "Take a Break" oferece sessões guiadas entre 3 a 15 minutos, incluindo meditação, exercícios respiratórios e scans corporais. Os utilizadores podem ainda definir lembretes para pausas ao longo do dia.

Já o "Boosts" utiliza batidas binaurais, que influenciam a actividade cerebral, para melhorar concentração e relaxamento. Entre as opções disponíveis estão Creativity Boost, Energized Focus e Deep Relaxation, permitindo personalizar sons de fundo e duração das sessões, que podem ir de 15 minutos até ilimitado.

Além das funcionalidades referidas, o Opera Air aposta num design moderno e minimalista, com uma interface translúcida que, por si só, também poderá ser suficiente para conquistar utilizadores que apreciem um browser "bonito".

Audi regressa às designações tradicionais

04-02-2025 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

A Audi vai abandonar a numeração de modelos que tinha lançado para diferenciar os veículos eléctricos, regressando às designações tradicionais que usava.

A Audi decidiu reverter a estratégia de nomenclatura anunciada em 2023, que diferenciava modelos a combustão e eléctricos com números ímpares e pares. A marca alemã abandonou este conceito e regressou ao sistema tradicional, onde os números indicam o tamanho do veículo, independentemente da motorização. Para distinguir os tipos de motorização utilizada serão agora usados sufixos, como o: TFSI para gasolina, TFSIe para híbridos plug-in, TDI para diesel e e-tron para os eléctricos. O tipo de carroçaria continuará a ser identificada como Sedan, Avant ou Sportback.
O sistema anterior gerou confusão entre os consumidores, especialmente com a tentativa de usar números duplos baseados na potência do motor. Memorizar a diferença entre um "55 TFSI" ou um "40 TDI" não deu bons resultados entre os clientes da marca. O primeiro modelo a adoptar a nomenclatura restaurada será o novo Audi A6, com estreia marcada para 4 de Março. Inicialmente, a Audi planeava renomear as versões a combustão como A7, mas agora os A6 ICE e A6 e-tron irão coexistir com designação unificada.

Além disso, a Audi vai descontinuar os seus modelos mais pequenos, o A1 e o Q2, assim que as suas gerações actuais saírem de produção. A nova estratégia de nomenclatura será aplicada apenas a futuros modelos, não afectando os modelos já no mercado.

Hackers usam Google Gemini AI para melhorar ataques

03-02-2025 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

Tal como as pessoas comuns vão descobrindo as vantagens de usar ferramentas AI para melhorar a sua produtividade, também os hackers estão a fazê-lo para melhorarem os seus ataques.

A Google revelou que vários grupos de hackers estão a utilizar o Gemini para melhorar as suas operações. Embora estas APTs (Advanced Persistent Threats), principalmente do Irão e da China, não estejam a lançar ataques directos através do Gemini, estão a usá-lo para melhorar a eficiência das suas ferramentas e métodos de ataque, pesquisando vulnerabilidades e aperfeiçoando campanhas de phishing. O Grupo de Inteligência de Ameaças do Google (GTIG - Google's Threat Intelligence Group) detectou a utilização do Gemini com este objectivo, em mais de 20 países, com hackers a automatizar tarefas e a refinar estratégias de ataque.

Os hackers iranianos são os utilizadores mais activos, recorrendo ao Gemini para investigações militares e de cibersegurança, campanhas de phishing e operações de influência. Os grupos chineses têm explorado a ferramenta para obter informações sobre entidades governamentais dos EUA, criar scripts para infiltração em redes, e análise de ferramentas de segurança. Já os hackers norte-coreanos, usaram o Gemini para criar candidaturas falsas para infiltrar trabalhadores remotos no Ocidente; enquanto os russos o utilizaram maioritariamente para assistência em programação e ofuscação de malware. O Google também observou tentativas falhadas de contornar as restrições de segurança do Gemini através de jailbreaks públicos - que diz não terem tido sucesso contra o seu assistente.
A ameaça da cibercriminalidade assistida por AI não se limita ao Gemini. Também a OpenAI divulgou um relatório semelhante sobre o ChatGPT, confirmando o aumento da utilização destas ferramentas para fins ilícitos. Embora os modelos AI mais populares implementem medidas de segurança que visam evitar este tipo de uso, os hackers continuam a procurar formas de as contornar. Além disso, há cada vez mais modelos AI que contam com menos protecções, que podem ser facilmente manipulados para fins maliciosos.

Infelizmente, isto é algo que desde logo seria previsível que viesse a acontecer. Seria ingénuo pensar que ferramentas que assistem programadores e utilizadores em tarefas legítimas não fossem abusadas para fins maliciosos - e que todas as medidas de protecção que forem implementadas sejam inevitavelmente ultrapassadas. A isto soma-se o número crescente de modelos AI com capacidades cada vez mais sofisticadas e que podem ser usados localmente em hardware modesto, permitindo um uso totalmente livre. A única solução é usar estas mesmas ferramentas AI para resolver e evitar vulnerabilidades que elas próprias possam ajudar a descobrir, inviabilizando que esses ataques possam ser efectuados.

Doom a correr num dongle Lightning HDMI da Apple

03-02-2025 | 18:30 | Aberto até de Madrugada

Recordando-nos o quanto a tecnologia tem evoluído, temos o Doom a correr num simples dongle Lightning para HDMI da Apple.

O Doom, para além de ter sido revolucionário quando foi lançado, tornou-se também numa referência para demonstrar como pode ser executado de forma eficiente até em hardware bastante limitado que nunca se imaginaria ter capacidade para correr jogos.

Já vimos o Doom a correr num Game & Watch, numa lâmpada do Ikea, dentro do Notepad, num PDF, e até num teste de gravidez. Desta vez, o processo fica algo facilitado por correr num dongle Lightning para HDMI, o que desde logo simplifica todo o processo de fazer o resultado apresentável num monitor ou televisor.
Infelizmente não são dados quaisquer detalhes sobre o processo de como tal foi conseguido, nem quais as dificuldades encontradas. Mas, não deixa de ser mais um excelente para adicionar à colecção de formas criativas de correr o Doom.


Notícias do dia

03-02-2025 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

OpenAI lança "Deep Research" no ChatGPT, a par do novo o3-mini disponível no ChatGPT gratuito, e o Custom ChatGPT chega à Europa; Google reduz autonomia dos Pixel 4a para poucas horas; Microsoft melhora contraste do texto nos browsers Chromium em Windows; Zeekr 7X mostra carregamento ultra-rápido de 10 minutos; como funciona o Enhanced Autopilot da Tesla na Europa; e como funciona o FSD da Huawei no Avatr 11 na China.

Antes de passarmos às notícias, não deixes de participar no nosso habitual passatempo semanal, que desta vez te pode valer uma pen USB SanDisk Ultra Fit.

Apple Watch preso a watch faces (muito) limitadas

Apesar de todas as inovações, há coisas completamente inexplicáveis em que a Apple parece manter-se num passado pré-histórico, e é isso que tem acontecido a nível dos mostradores nos Apple Watch.

No mais recente Apple Watch Series 10 a Apple adicionou a capacidade de ter mostradores no modo "always on" a actualizarem o ecrã de segundo a segundo (até agora, o modo always on escondia os segundos e fazia a actualização apenas de minuto a minuto). No entanto, só disponibiliza três mostradores, que recentemente passaram a quatro, com esta capacidade. Isto enquanto ignora, por completo, todos os pedidos para permitir que os developers possam criar os seus próprios mostradores - algo que é comum nas outras plataformas.


Microsoft remove VPN do Microsoft 365

Apesar do recente aumento de preço das subscrições Microsoft 365, a MS anunciou que irá remover o acesso ao serviço VPN "gratuito" que estava incluído nesse plano, no final deste mês (Fevereiro 2025).

O serviço VPN no Microsoft 365 era deito através do Windows Defender, mas o facto de ter um limite de dados de 50 GB mensais fez com que nunca se tornasse numa verdadeira alternativa a um serviço VPN dedicado. Quando muito, era usado de forma esporádica para situações em que fosse conveniente esconder o endereço IP para maior privacidade. O facto de não permitir escolher zonas geográficas diferentes também inviabilizava uma das vantagens mais procuradas nas VPNs, que é a de poder aceder a conteúdos de outros países que estejam restringidos geograficamente.


Apple torna Swift mais open-source

A Apple deu mais um passo de tornar o Swift mais open-source, disponibilizando o Swift Build no GitHub.

Actualmente o Swift conta com dois sistemas separados para fazer o build dos projectos, algo que acaba por resultar em complicações e problemas para os developers. Ao disponibilizar o Swift Build de forma aberta, a Apple espera conseguir unificar o processo de desenvolvimento dos projectos em Swift, de modo a simplifica a vida a todos os que o usam.


Amazon tenta impedir acesso do Washington Post a informação sobre fábrica dos satélites Kuiper

Num caso bastante caricato, a Amazon está a tentar impedir o acesso do Washington Post a informação sobre uma fábrica de satélites do Project Kuiper da Amazon. Porque é que isso é caricato? Porque Jeff Bezos, o dono da Amazon, é também o dono do Washington Post.

Pelo seu lado, a Amazon diz que não quer impedir o acesso do jornal a informação que faz parte dos registos públicos, mas somente certificar-se de que essa informação não contém informação proprietária confidencial que poderia causar "danos irreparáveis". O Project Kuiper é o equivalente da Amazon ao Starlink da SpaceX, e que tem estado bastante atrasado. De acordo com as condições das licenças que obteve, terá que colocar pelo menos 50% dos 3232 satélites em órbita até meados de 2026 - tarefa que se torna cada vez mais complicada a cada mês adicional que vai passando sem fazer lançamentos, neste momento tendo apenas 2 satélites de teste em órbita.

Para se ter uma ideia do que isto significa, se a Amazon começasse a fazer lançamentos hoje mesmo, teria que lançar uma média de 95 satélites por mês para atingir o objectivo.


Curtas do dia


Resumo da madrugada






Curiosidade do dia: O RSS foi lançado pela Netscape em 1999 no seu portal MyNetscape, mas acabou por abandoná-lo. O sistema ainda é utilizado hoje em dia, como forma de subscrever notícias e sites na web sem necessidade de visitar cada site individualmente.

Google Pixel 8 a €456

03-02-2025 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Apesar da chegada dos Pixel 9, a geração Pixel 8 continua a ser uma opção bastante interessante a preço mais acessível.

Apesar de não haver falta de oferta nos smartphones Android, quem quiser a experiência Android disponibilizada pela Google dará sempre prioridade aos modelos da marca. A geração Pixel 8 vem com muitas coisas boas, e onde o modelo Pixel 8 vem equipado com um ecrã AMOLED de 6.2" FHD+ (2400x1080) a 120 Hz, chipset Tensor G3, 8 GB RAM, 128/256 GB UFS 3.1, câmara principal de 50 MP + 12 MP ultrawide, câmara frontal de 10.5 MP, e bateria de 4575 mAh com carregamento de 27 W e suporte para carregamento wireless (18 W).
O Pixel 8 está disponível por 456 euros na Amazon Espanha, com o Pixel 8a por 405 euros para quem quiser poupar alguns euros, e o mais recente Pixel 9 Pro XL a 873 euros.

Além de se escapar aos "extras indesejados" de outros fabricantes, a opção pelos Pixel inclui o acesso a algumas funcionalidades que a Google reserva para os seus próprios equipamentos e que nem sempre ficam acessíveis nos demais smartphones Android. São também modelos que continuam a ser de referência a nível da qualidade das câmaras, e que contam com a nossa recomendação. Os sete anos de actualizações são também uma excelente mais valia para quem deseja manter o mesmo smartphone pelo máximo de tempo.


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Photopea ganha Perspective Warp

03-02-2025 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

O Photopea ganha uma forma mais fácil de corrigir a perspectiva de diferentes elementos numa foto.

O Photopea, um dos mais versáteis editores de imagem existentes - um verdadeiro Photoshop a correr no browser, e totalmente gratuito - adicionou mais uma prática funcionalidade à sua já longa lista de ferramentas disponíveis: a correcção de perspectiva.

Embora o Photopea há muito que tenha ferramentas de distorção e correcção de perspectiva, com o novo Perspective Warp torna bastante mais fácil fazer a correcção de coisas como edifícios e outros elementos. E, ainda por cima, permite fazer a correcção de múltiplos elementos de uma só vez, com cada um deles a poder ser ajustado de forma individual.

We have a new feature: Edit - Perspective Warp! :)
Draw one or more rectangles into your photo, and stretch each one to a new location :) pic.twitter.com/B0N4iUi2iJ

— Photopea (@photopeacom) January 31, 2025
Até agora, fazer este tipo de correcção de perspectiva em múltiplos elementos era algo que tinha que ser feito em múltiplos passos, corrigindo-se a perspectiva para cada elemento, colocando cada um deles numa layer, e combinando tudo no final. Com esta nova ferramenta, pode ser feito de forma imediata, independentemente do número de elementos que se deseje corrigir.

Para quem ainda não experimentou, recomendo fortemente que dêem uma oportunidade ao Photopea. Quer seja para fazer coisas tão simples quando o ajuste de cores e tonalidades, aplicação de filtros de nitidez ou desfocagem, ou coisas mais complexas como a remoção de elementos indesejados, acrescentar elementos gerados por AI, ou até criar GIFs animados. Se há alguma coisa que queiram fazer com fotos ou imagens, é quase certo que o conseguirão fazer com o Photopea - com a grande vantagem de ser gratuito e de nem sequer necessitar que se instale seja o que for.

Microsoft melhora contraste do texto nos browsers Chromium

03-02-2025 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

A Microsoft melhorou o rendering de texto nos browsers Chromium no Windows, afectando o Chrome, Edge, e outros browsers.

A Microsoft melhorou o contraste do texto em todos os browsers baseados em Chromium no Windows, tornando a leitura mais nítida e confortável. A actualização foi integrada no projecto open-source Chromium e já está disponível em browsers como o Google Chrome (a partir da versão 132, lançada a 14 de Janeiro) e o Microsoft Edge. Além disso, os utilizadores podem ajustar manualmente o contraste do texto através do ClearType Text Tuner, acessível ao pesquisar "Ajustar texto ClearType" no menu Iniciar.

A melhoria resolve um problema antigo causado pelo motor de renderização Skia do Chromium, que produzia texto mais claro e desfocado, afectando especialmente caracteres CJK (chinês, japonês e coreano). O antigo Microsoft Edge não tinha esse problema, pois utilizava a API DirectWrite para garantir uma renderização uniforme em todas as aplicações Windows. No entanto, ao mudar para o Chromium, o novo Edge herdou as limitações do Skia.
Com esta actualização, a Microsoft garante que o contraste do texto nos browsers Chromium corresponde ao das aplicações nativas do Windows.

Esta não é a primeira vez que a Microsoft melhora a renderização de fontes no browser. Em 2021, a equipa do Edge lançou ajustes para assegurar que as definições do ClearType fossem correctamente aplicadas, refinando a correcção de gama e o contraste do texto. Com esta nova melhoria, os utilizadores poderão desfrutar de uma uma experiência mais consistente na forma como vêm os tipos de letra dentro e fora do browser.

Google reduz autonomia dos Pixel 4a para poucas horas

03-02-2025 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

Alguns Pixel 4a têm baterias defeituosas, e a Google não tem lidado da melhor forma com este defeito de fabrico.

Os relatos de problemas com as baterias dos Pixel 4a são numerosos, e a própria Google reconhece o problema. No entanto, em vez de efectuar um "recall" oficial, a empresa lançou uma polémica actualização que reduz significativamente a autonomia nos smartphones afectados.

A Google alterou os parâmetros da bateria no kernel do Pixel 4a. A tensão máxima de carregamento baixou de 4.44V para 3.95V, reduzindo a capacidade da bateria para metade em alguns modelos. O problema parece afectar baterias de fabricantes como a ATL e a Lishen, com algumas unidades LSN a passarem de 3.080 mAh para apenas 1.539 mAh. O resultado prático: os utilizadores relatam que a autonomia dos seus Pixel 4a é agora de apenas duas horas, tornando o telemóvel praticamente inutilizável. E para agravar a situação, a Google removeu todas as imagens de fábrica do Pixel 4a, impedindo os utilizadores de reverterem a actualização para a versão anterior.

Note-se que, apesar destas alterações, a Google não deu qualquer justificação para as mesmas, nem refere qualquer tipo de riscos de segurança associados.
Ao abrigo do "Pixel 4a Battery Performance Program" a Google está a oferecer três formas de compensação aos utilizadores: a substituição da bateria, 50 dólares (ou equivalente), ou 100 dólares em crédito na Google Store para comprar um novo Pixel. Mas são ofertas que acabam por ser bastante enganadoras e não tão benéficas como parecem.

O pagamento dos 50 dólares de compensação exige que os utilizadores abram uma conta no serviço Payoneer, que cobra uma taxa de 30 dólares por ano se os utilizadores não atingirem 2.000 dólares em transacções. Os 100 dólares de crédito só podem ser usados em telemóveis Pixel a preço total, fora de qualquer campanha de promoção (que frequentemente oferece modelos com descontos superiores a esse valor). Por último, a opção que poderia parecer mais sensata - trocar a bateria - tem o cúmulo de voltar a usar uma bateria que se arrisca a ter o mesmo problema, mantendo poucas horas de autonomia tal como a bateria que foi substituída.

No passado já vimos polémicas relacionadas com bateria, desde o abrandamento secreto que a Apple aplicava em iPhones com baterias envelhecidas, e que mais tarde acabou por admitir e tornar visível através de informação na secção da bateria, ao inesquecível caso do cancelamento total da série Galaxy Note 7, devido a um problema nas baterias que as podia fazer explodir. Agora, parece que poderemos juntar a Google e os Pixel 4a a esta lista.

Google Photos com 20% de desconto nas impressões

03-02-2025 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

Quem estiver curioso para ver que tal são as fotografias impressas via Google Photos, pode aproveitar a oportunidade para poupar uns euros até 7 de Fevereiro.

O serviço de impressão de fotos e álbuns está disponível no Google Photos há bastante tempo, e volta a lançar uma promoção especial, bem a tempo da época natalícia que se aproxima. O serviço de impressão de foto-álbuns está actualmente com 20% de desconto, até 7 de Fevereiro.
Desta vez a promoção não inclui portes gratuitos, como noutras promoções anteriores, mas mesmo assim é algo a ter em conta.

Como é habitual a promoção chega em altura estratégica, desta vez a tempo de permitir a criação de alguns álbuns recheados de momentos especiais, para uma prenda personalizada para o Dia de São Valentim - o "Dia dos Namorado" - que se aproxima.

Xiaomi Smart Band 9 a €35

03-02-2025 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

A Xiaomi Smart Band 9 é uma das smart bracelets mais desejadas, e pode ser encontrada a preço simpático.

A Xiaomi Smart Band 9 mantém o mesmo formato das gerações anteriores, vindo com um ecrã AMOLED de 1.62" (490x192 pixeis), com modo Always On e até 1200 nits de luminosidade. Além das suas já bastante completas capacidades de tracking, para esta geração a Xiaomi, também tem a possibilidade de ser usada como pendente, ou colocada nas sapatilhas, ao estilo da Smart Band 8 - com esta última opção a prometer novos dados de tracking, e também sendo apreciado por todos os que não gostam de correr ou fazer desporto com algo no pulso. Vem com mais de 200 mostradores e tem resistência à água até 5 ATM.
De momento, podemos apanhar a Xiaomi Mi Smart Band 9 por 35 euros na Amazon Espanha.

Se preferirem o formato rectangular, têm a Redmi Smart Band Pro, a Smart Band 7 Pro, ou o Redmi Watch 3. E claro, podem também sempre considerar a anterior Mi Band 8, que continua a ser uma opção a ter em conta.

A Xiaomi anuncia uma autonomia de 21 dias de uso típico, que passam para cerca de uma semana com o ecrã em modo Always On. O carregamento é feito em apenas uma hora. Pode ser utilizada tanto em smartphones Android como iPhones, incluindo compatibilidade com o Strava, para além de outras apps. Também pode fazer a monitorização do sono.


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Apple cancela óculos AR ligados ao Mac

03-02-2025 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A Apple cancelou oficialmente o desenvolvimento dos seus óculos de realidade aumentada (AR), pensados para funcionar em conjunto com um Mac.

A empresa de Tim Cook queria criar óculos leves com capacidades de AR, mas os engenheiros não conseguiram tornar a tecnologia viável. A ideia inicial era ligar os óculos a um iPhone, mas este não tinha potência ou autonomia suficientes. A Apple então tentou usá-los com um Mac, mas os executivos descartaram essa abordagem. Os óculos seriam mais leves do que o Vision Pro e incluíam lentes capazes de ajustar a tonalidade consoante a actividade do utilizador.

O maior desafio era desenvolver um chip com desempenho semelhante ao de um iPhone, mas com um décimo do consumo energético, sem sobreaquecimento ou necessidade de uma bateria pesada.

Há quase uma década que se especula sobre os óculos AR da Apple, mas o Vision Pro acabou por ser a alternativa escolhida devido às limitações tecnológicas. Apesar do cancelamento destes óculos, a Apple continua a desenvolver novas versões do Vision Pro e pretende retomar os óculos AR quando for possível.

Entretanto, a Meta trabalha nos seus próprios óculos AR, com o nome de código "Orion", que ainda estão em fase de protótipo e custariam mais de 10.000 dólares por unidade nesta altura. A empresa planeia lançá-los em 2027, precisamente o ano em que a Apple também previa lançar os seus óculos agora cancelados - o que não será totalmente inesperado, considerando que a revelação dos Orion forçou a Apple a rever os seus planos.

OpenAI lança "Deep Research" no ChatGPT

03-02-2025 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Mantendo o seu habitual ritmo agressivo de lançamentos para se manter na linha da frente das tecnologias AI, a OpenAI dá novo salto com a chegada do "Deep Research" no ChatGPT.

O Deep Research é um novo agente AI baseado no recém-lançado modelo o3, e foi concebido para auxiliar utilizadores em pesquisas aprofundadas em áreas como finanças, ciência, políticas públicas e engenharia. Ao contrário das respostas rápidas e genéricas do ChatGPT normal, o Deep Research foca-se em fornecer informações bem documentadas, baseadas em informação actual recolhida de múltiplas fontes online. A ferramenta também pode ser útil para quem precisa de comparar produtos detalhadamente antes de uma compra, como automóveis, electrodomésticos e outros.

Inicialmente disponível para utilizadores ChatGPT Pro, com um limite de 100 pesquisas por mês, o Deep Research será futuramente alargado a subscritores Plus (10 pesquisas por mês), Team e Enterprise, e mais tarde, aos utilizadores gratuitos (de forma bastante limitada). Para tal bastará seleccionar o novo botão de Deep Research no ChatGPT, onde além das perguntas também se poderá anexar ficheiros. As respostas demoram entre 5 a 30 minutos a serem geradas, e embora por agora os resultados sejam apenas em texto, a OpenAI já anunciou que em breve passará a suportar imagens incorporadas, gráficos e integração com bases de dados.


Para garantir maior precisão, o Deep Research utiliza uma versão optimizada do modelo o3 da OpenAI, treinado através de "reinforcement learning" para navegação web e análise de dados. Este modelo pode processar grandes volumes de texto, imagens e PDFs, citar fontes específicas e até criar gráficos interactivos.

No teste "Humanity's Last Exam", em que modelos como o GPT-4o conseguiam apenas 3.3%, o DeepSeek R1 obtinha 9.4%, e o mais recente o3-mini (high) se ficava pelos 13%, o Deep Research consegue uns inesperados 26.6%.

Infelizmente - além de só estar disponível para os utilizadores Pro - o Deep Research é também algo que, por agora, também não fica disponível para os utilizadores europeus, ao contrário do Custom ChatGPT que a OpenAI recentemente passou a disponibilizar na Europa.

Não há que temer a mudança: Peter Parker ainda mora aqui

02-02-2025 | 21:03 | Gonçalo Sá

Havia necessidade de outra variação sobre o super-herói mais popular da Marvel? Nem por isso, mas "O TEU AMIGO DA VIZINHANÇA HOMEM-ARANHA", a nova série animada do Disney+, é bem-vinda na mesma - pelo menos se mantiver o fôlego e frescura dos primeiros episódios.

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Entre os filmes de imagem real protagonizados por Tom Holland e as animações (muito superiores) "Homem-Aranha: No Universo Aranha" e "Homem-Aranha: Através do Aranhaverso", não têm faltado, nos últimos anos, propostas em torno da mitologia de uma das figuras centrais da Marvel. Mas mais de 60 décadas de aventuras de Peter Parker e do seu alter ego na BD garantiram que há sempre mais histórias a contar, proposta que "O TEU AMIGO DA VIZINHANÇA HOMEM-ARANHA" desenvolve a partir deste mês no pequeno ecrã.

A nova série do Disney+ é a 12.ª da plataforma de streaming derivada do Universo Cinematográfico Marvel (MCU, na sigla original em inglês), e facilmente das mais promissoras desse filão em anos. Ao contrário da maioria das anteriores, decorre, tal como "E Se...?", numa realidade alternativa, mas não esconde ligações a eventos dos filmes mais recentes do sobrinho da tia May.

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Felizmente, não é preciso que o espectador seja versado na cada vez mais complexa linha cronológica do MCU para mergulhar neste retrato animado dos primeiros dias de Peter Parker enquanto adolescente a debater-se com um percurso paralelo de super-herói local. E o factor local não é um pormenor, como nunca foi nas aventuras mais marcantes da personagem na BD ou no cinema (a ligação do "amigo da vizinhança" aos nova-iorquinos teve direito a pelo menos uma sequência de antologia no superlativo "Homem-Aranha 2", de Sam Raimi).

Cenas quotidianas no bairro de Queens, onde o protagonista vive com a tia (aqui numa versão rejuvenescida, obviamente inspirada na versão de Marisa Tomei nos últimos filmes), dominam os primeiros dois episódios de uma primeira temporada de dez - e já há mais duas confirmadas. Mas nem todo o elenco de secundários é tão reconhecível: a série junta nomes familiares como Harry e Norman Osborn a figuras como Nico Minoru (que na BD surgiu na equipa Runaways e aqui é a melhor amiga de Peter Parker) ou Pearl Pangan (apontada como interesse amoroso).

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A reforçar uma galeria de personagens promissora está Lonnie Lincoln, que alguns fãs da BD associarão ao supervilão Lápide, mas que aqui é apresentando como colega de escola do protagonista - e principal entrave a que este conquiste o coração de Pearl. Jovem afro-americano, destaca-se enquanto personagem que começa logo a desafiar estereótipos - como o próprio Peter Parker admite - e com um arco narrativo a vincar um olhar sobre a diferença e o racismo (para já, tão subtil como contundente).

Inspirada pela diversidade cultural nova-iorquina, não ignorando ressonâncias sociais contemporâneas (há pelo menos uma personagem LGBTQIA+), a série tem, em simultâneo, um curioso travo clássico ao recuperar não só a simplicidade e o lado mais terra-a-terra das histórias iniciais do Homem-Aranha na BD como a linguagem visual de artistas desses dias, de Steve Ditko (que cocriou o super-herói com Stan Lee) a John Romita Sr..

O showrunner Jeff Trammell ("Craig of the Week") e o realizador Mel Zyer até aproximam algumas cenas de vinhetas, numa homenagem às páginas que abriram caminho para estas aventuras no ecrã. A escolha, tal como a atenção ao detalhe no desenho dos espaços urbanos e nos contrastes de quem os habita e percorre, ajuda a dar personalidade a "O TEU AMIGO DA VIZINHANÇA HOMEM-ARANHA", embora as expressões faciais das personagens não sejam das mais fluídas - uma limitação que se aceita quando este regresso alternativo às origens não parece ter esquecido as lições (tanto de narrativa como de empatia) da história original.

"O TEU AMIGO DA VIZINHANÇA HOMEM-ARANHA" estreou-se a 29 de Janeiro no Disney+ e conta com novos episódios na plataforma às quartas-feiras.

Brave Search Rerank deixa escolher sites mais úteis nas pesquisas

02-02-2025 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

O Brave Search lançou o Rerank, uma funcionalidade que dá aos utilizadores mais controlo sobre os resultados de pesquisa, aumentando ou reduzindo a visibilidade de sites específicos.

O Rerank do Brave Search pode ser acedido através de um novo painel no lado direito da página de resultados. Os utilizadores podem simplesmente clicar nos botões de polegar para cima ou para baixo para dar prioridade ou esconder determinados sites. Assim, cada utilizador pode criar uma experiência de pesquisa mais ajustada às suas preferências, valorizando fontes que considere serem de confiança e eliminando aquelas considera serem irrelevantes. Todas as alterações aplicam-se apenas à conta do utilizador, sem impacto nos resultados globais ou de outros utilizadores.
Ao contrário dos motores de busca tradicionais, que utilizam algoritmos pouco transparentes, a Brave aposta na clareza. As definições são armazenadas localmente e transmitidas via cookies, sem qualquer recolha de dados pela Brave. Além disso, os utilizadores podem repor ou alterar as suas configurações a qualquer momento.

O Rerank complementa o Goggles, lançado em 2022, que permite aplicar filtros personalizados aos resultados de pesquisa. Enquanto o Goggles oferece uma personalização avançada, o Rerank torna o processo mais rápido e intuitivo para todos os utilizadores.

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