PlanetGeek
№ 01

EUA confirmam presença de armas em órbita

Fazendo recordar os tempos do programa "Star Wars" de Ronald Reagan, os EUA confirmaram, pela primeira vez, terem armas em órbita.

Pondo fim a um longo período de silêncio sobre a suspeita da presença de armas em órbita, os Estados Unidos confirmaram oficialmente, pela primeira vez, que possuem armas colocadas em órbita terrestre. O anúncio foi feito pelo secretário da Força Aérea norte-americana, Troy Meink, durante uma conferência de defesa em Washington, onde assegurou que o país dispõe de "armas de controlo espacial" capazes de proteger as forças militares norte-americanas contra acções hostis de adversários.

Apesar da confirmação, o responsável não revelou detalhes sobre a natureza dos sistemas nem sobre a data em que foram colocados no espaço. Isso dá azo a especulações sobre o tipo de tecnologia envolvida, embora as opções mais lógicas recaiam sobre sistemas de interferência electrónica e lasers, capazes de neutralizar satélites inimigos sem gerar detritos espaciais - com alguns especialistas a relembrarem que praticamente qualquer satélite com emissores e lasers pode facilmente ser usado como "arma" para interferir com satélites inimigos.
Na prática, este reconhecimento acaba por ser apenas a confirmação de algo que já se suspeitava há muito. Nos últimos anos, os Estados Unidos têm acusado a Rússia e a China de desenvolver e testar tecnologias antissatélite, incluindo satélites altamente manobráveis e sistemas capazes de interferir com infraestruturas espaciais críticas. Pelo que, é mais que certo que este tipo de satélites ofensivos já estejam em órbita há muito, das principais potências com acesso ao espaço. Ainda assim, esta confirmação por parte dos EUA poderá funcionar como "carta branca" para que outros países digam estar a fazer o mesmo em "resposta" às acções norte-americanas.

É pena que, em vez de se olhar para o espaço como a fronteira que poderia servir de incentivo a um maior entendimento de toda a humanidade, esteja a tornar-se apenas em mais um território a conquistar, e onde cada país quer assegurar posição dominante.

№ 02

Eufy lança câmara para janelas

A Eufy (da Anker) apresentou uma curiosa câmara de vigilância para janelas, e nova video-campainha.

A Eufy - que em breve assumirá a designação Anker - revelou duas novas soluções de segurança doméstica durante a IFA 2026, destacando-se a Window Camera E10, uma câmara concebida especialmente para apartamentos e habitações onde a instalação de equipamentos no exterior não é uma opção. Em vez de ser montada fora de casa, a câmara fixa-se no lado interior da janela e grava o exterior, utilizando um sistema de óptica antirreflexo para minimizar os reflexos causados pelo vidro.
A Window Camera E10 grava vídeo em resolução 2.5K, possui inclinação ajustável até 25 graus e inclui detecção local de pessoas, animais, veículos e ruídos. A alimentação é feita através de uma ligação USB-C e as gravações são armazenadas localmente num cartão microSD com capacidade até 256 GB. A câmara é compatível com Google Home e Amazon Alexa, mas não oferece suporte oficial para outras plataformas de domótica.

A marca apresentou também a Video Doorbell S4, uma nova campainha inteligente equipada com uma câmara 3K e um campo de visão de 180 graus. A principal novidade é o chamado "VR Mode", que permite ao utilizador mover o smartphone para explorar diferentes áreas da imagem panorâmica, oferecendo uma experiência semelhante à visualização de vídeos em realidade virtual.

A Video Doorbell S4 suporta alimentação por bateria, energia solar ou ligação eléctrica tradicional e inclui detecção de pessoas, reconhecimento facial e identificação de encomendas. Conta ainda com visão nocturna a cores, gravação contínua 24 horas por dia, e 64 GB de armazenamento interno.

A Window Camera E10 deverá chegar ao mercado ainda este ano por menos de 100 euros, enquanto a Video Doorbell S4 deverá custar perto de 300 euros, incluindo uma unidade de campainha dedicada.

№ 03

iCloud+ passa a incluir Apple TV e Apple Arcade

A Apple está a englobar o acesso ao Apple TV e Apple Arcade nos planos iCloud+ em Angola, Moçambique, Cabo Verde e mais países - mas deixando a UE de fora.

A Apple anunciou uma reformulação do serviço iCloud+, transformando-o num pacote mais abrangente de serviços digitais em mais de 100 países. A partir de agora, todas as subscrições pagas do iCloud+, incluindo o plano base de 50 GB, passam a incluir acesso ao Apple TV e Apple Arcade sem custos adicionais. Algo que há muito era pedido, mas que a Apple não faz chegar à UE (nem aos EUA).

Os actuais subscritores do iCloud+ terão acesso automático aos novos benefícios, enquanto os utilizadores que possuam subscrições individuais do Apple TV ou Apple Arcade serão transferidos para o iCloud+, mantendo os seus conteúdos e progressos guardados. A partilha familiar continua disponível, permitindo que até cinco pessoas utilizem o armazenamento e os serviços incluídos na subscrição.

Outra novidade é o Apple Music Select, um serviço que oferece estações de música selecionadas pela Apple sem publicidade. A funcionalidade serve também como porta de entrada para o Apple Music completo, com a empresa a disponibilizar preços promocionais para incentivar futuras subscrições do serviço de streaming musical.

Nos países abrangidos a Apple abandonará os planos Apple One, e o Apple TV e o Apple Arcade deixarão de estar disponíveis como subscrições independentes. Paralelamente, o serviço de streaming Apple TV passa a estar disponível em mais 59 países, elevando a presença global da plataforma para cerca de 170 mercados.


Países que passam a ter o novo plano iCloud+ com Apple TV e Apple Arcade:
  • Albânia
  • Argélia
  • Angola
  • Anguila
  • Antígua e Barbuda
  • Armênia
  • Azerbaijão
  • Bahamas
  • Bahrein
  • Barbados
  • Belize
  • Benim
  • Bermudas
  • Butão
  • Bósnia e Herzegovina
  • Botsuana
  • Ilhas Virgens Britânicas
  • Burkina Faso
  • Camarões
  • Cabo Verde
  • Ilhas Caimão
  • Chade
  • Costa do Marfim
  • República Democrática do Congo
  • Domínica
  • Egito
  • Swatini
  • Fiji
  • Gabão
  • A Gâmbia
  • Geórgia
  • Gana
  • Granada
  • Guiné-Bissau
  • Guiana
  • Índia
  • Iraque
  • Israel
  • Jamaica
  • Jordânia
  • Cazaquistão
  • Quénia
  • Kosovo
  • Kuwait
  • República do Quirguistão
  • Líbano
  • Libéria
  • Líbia
  • Madagáscar
  • Maláui
  • Maldivas
  • Mali
  • Mauritânia
  • Maurício
  • Micronésia
  • Moldávia
  • Montenegro
  • Montserrate
  • Marrocos
  • Moçambique
  • Namíbia
  • Nauru
  • Nepal
  • Níger
  • Nigéria
  • Macedónia do Norte
  • Omã
  • Paquistão
  • Palau
  • Papua Nova Guiné
  • Catar
  • República do Congo
  • Ruanda
  • São Cristóvão e Nevis
  • Santa Lúcia
  • São Vicente e Granadinas
  • São Tomé e Príncipe
  • Arábia Saudita
  • Senegal
  • Sérvia
  • Seicheles
  • Serra Leoa
  • Cingapura
  • Ilhas Salomão
  • Sri Lanka
  • Suriname
  • Tajiquistão
  • Tanzânia
  • Tonga
  • Trindade e Tobago
  • Tunísia
  • Peru
  • Turquemenistão
  • Ilhas Turcas e Caicos
  • Uganda
  • Ucrânia
  • Emirados Árabes Unidos
  • Uzbequistão
  • Vanuatu
  • Iémen
  • Zâmbia
  • Zimbábue
№ 04

VW mostra Mission Efficiency ultra-eficiente

A VW quer mostrar a sua competência tecnológica, batendo recordes de eficiência com o novo Mission Efficiency.

Apesar dos carros eléctricos já serem imensamente mais eficientes que os carros a combustão, a Volkswagen quer mostrar que, mesmo entre os carros eléctricos, é possível ir além daquilo que tem sido feito. Para tal, revelou o Mission Efficiency, um protótipo eléctrico que recupera o espírito do anterior XL1 de 2013 e estabelece novos recordes de eficiência energética, antecipando tecnologias que poderão chegar aos futuros modelos da marca.

Construído sobre a plataforma MEB+, o concept percorreu 1.278 quilómetros com uma única carga durante um teste entre Wolfsburgo e Viena, terminando a viagem com autonomia suficiente para percorrer mais 164 quilómetros.
Um dos segredos deste desempenho está na aerodinâmica. O Mission Efficiency apresenta um coeficiente de resistência ao ar de apenas 0.158, um valor recorde para um veículo homologado para estrada. Com uma bateria de 54.9 kWh e um motor eléctrico de 135 cv, o modelo alcançou consumos reais de apenas 6.89 kWh por cada 100 quilómetros, números muito abaixo da maioria dos veículos eléctricos atuais.
Para atingir esta eficiência, a Volkswagen recorreu a diversas soluções avançadas, incluindo carroçaria optimizada para reduzir a resistência ao ar, pneus de baixa resistência ao rolamento, travões eletromecânicos mais leves, e até um sistema solar integrado no tejadilho capaz de adicionar até 30 quilómetros de autonomia por dia em condições favoráveis. Apesar do foco na eficiência, o veículo mantém quatro lugares e uma bagageira com 481 litros de capacidade.

Embora o Mission Efficiency não esteja previsto para produção, este protótipo serve como laboratório para futuras tecnologias destinadas aos seus modelos eléctricos, demonstrando como a eficiência pode ser uma alternativa mais eficaz ao simples aumento da capacidade das baterias.

№ 05

Ganha uma fita LED para TV

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta vez a escolha recai sobre uma fita LED para TV.

Embora não seja a versão "ambilight" com câmara, até uma simples fita LED RGB permite dar toque especial a qualquer divisão e facilitar a visualização em salas completamente às escuras.
Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

Loading…

Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

№ 06

Samsung incentiva troca de iPhones para Android com "Switchers"

A Samsung tem novo vídeo publicitário que incentiva os utilizadores a mudarem de iPhones para Android.

Não fazendo referência directa ao primeiro iPhone dobrável da Apple, a Samsung lançou mais uma das suas habituais campanhas "anti-Apple". Neste "Switchers", a Samsung recorre a um formato inspirado em sessões de terapia de casal para mostrar as dúvidas e receios que muitos utilizadores enfrentam quando consideram trocar de plataforma.

A estrela da campanha é o Galaxy Z Fold 8, que surge como o dispositivo escolhido pelos protagonistas para dar o salto do ecossistema da Apple para o Android. Ao longo do vídeo, a Samsung destaca o design renovado do smartphone dobrável, ao mesmo tempo que brinca com situações familiares, como o receio de se tornar a "bolha verde" nas conversas, a perda do AirDrop, ou as preocupações relacionadas com a transferência de fotografias e mensagens.


O anúncio também aproveita para destacar as melhorias introduzidas no processo de migração para Android. A Samsung relembra que os utilizadores podem transferir grande parte dos seus dados através de um simples código QR, incluindo mensagens, fotografias e outras informações importantes, tornando a mudança mais simples do que no passado.

O vídeo funcionará melhor para quem estiver familiarizado com os diversos rostos, já que a Samsung recorreu à Dr. Orna Guralnik (Couples Therapy), Ciara Miller e Dylan Efron (The Traitors), Carl Schmidt e Aniya Harvey (Love Island), e Nick Foles e Clay Matthews (ex-jogadores da NFL). Caso contrário, perde-se muito do efeito pretendido.

№ 07

MEO queixa-se de ataque em massa

A MEO sofreu falhas nos serviços por diversas vezes ao longo do dia de ontem, e atribui o caso a um ataque em massa.

Nas redes sociais, a MEO respondeu às queixas dos clientes quanto às falhas de internet, TV, e serviço móvel registadas na segunda-feira, dizendo que foram provocadas por um "ataque em massa" dirigido à sua infraestrutura de rede. O incidente causou congestionamento e degradação das ligações internacionais, afectando o acesso à internet e demais serviços da operadora em diferentes zonas do país.

Inicialmente as suspeitas eram para que o problema tivesse a origem mais habitual, de problemas nos serviços de DNS ou BGP, mas a MEO diz que o problema se deveu a um ataque direccionado, o que levanta toda uma nova série de questões:
"A MEO foi alvo de um ataque em massa que provocou congestionamento e degradação temporária da rede internacional. Foram ativadas medidas de mitigação e recuperação, permitindo restabelecer a estabilidade do serviço. Não houve intrusão ou acesso a dados da MEO ou dos seus Clientes"

Na plataforma Cloudflare Radar foram registados os problemas a nível de BGP na MEO ao longo do dia.

Em vez de detalhar aspectos técnicos, a MEO optou por dizer que o ataque não resultou no acesso a dados da MEO ou dos clientess, e que continua a investigar o incidente. Esperemos que em breve possa haver um relato do que realmente aconteceu, e que poderá servir de alerta para as outras operadoras nacionais.

Por agora a MEO assegura que a situação está controlada e que os serviços voltaram a funcionar dentro da normalidade.

№ 08

Actualização de Setembro de 2026 para Windows 11 afecta áudio USB

Mantendo a tradição, a actualização de Setembro de 2026 para o Windows 11 pode causar problemas em dispositivos áudio USB.

A Microsoft confirmou a existência de um problema que afecta determinados dispositivos de áudio USB após a instalação das actualizações de segurança de Setembro de 2026 para o Windows 11. A falha foi identificada nos sistemas com Windows 11 versão 24H2 ou superior e afecta especificamente equipamentos compatíveis com a norma USB Audio Class 1.0.

Os dispositivos deixam de produzir som ou nem sequer são inicializados correctamente após a atualização. Entre os sintomas registados estão mensagens de erro "Code 10" no Gestor de Dispositivos, ausência total de áudio, e controlos de volume ou definições de som que deixam de responder. O problema parece afectar principalmente equipamentos que utilizam funcionalidades de áudio multicanal, incluindo modos de som 3D e configurações de oito canais. Embora a Microsoft ainda não tenha disponibilizado uma solução oficial, alguns utilizadores dizem ter conseguido recuperar o funcionamento do áudio ao alterar a configuração para um modo mais básico, de dois canais.

A MS está a investigar a situação e deverá disponibilizar uma correcção numa futura actualização. Entretanto, e apesar das actualizações de Setembro resolverem alguns outros problemas conhecidos do Windows 11, incluindo falhas que alteravam definições do ambiente de trabalho e um erro que impedia a abertura de aplicações como o Teams e o Outlook em dispositivos Windows baseados em arquitetura ARM, também existem outros problemas conhecidos, como problemas de ligações remotas RDS no Windows Server.

№ 09

Troubleshoot do Windows 11 resolve actualizações encravadas

O Windows 11 tem uma ferramenta de resolução de problemas (troubleshoot) que efectivamente pode ajudar a resolver problemas com actualizações encravadas - e não só.

O meu uso do Windows tem corrido maioritariamente sem incidentes ao longo das décadas, e felizmente também tenho escapado a muitas das chatices que acompanham praticamente todas as actualizações que têm sido lançadas. Infelizmente, nas últimas semanas tenho-me deparado com um problema algo irritante, das actualizações ficarem encravadas e sem que nunca sejam descarregadas e instaladas, e que me fez recorrer - com pouca esperança, confesso - ao troubleshoot do Windows.

O Windows 11 tem um "troubleshooter" integrado com o objectivo de tentar resolver problemas de forma automática. Embora não tivesse grandes esperanças que fosse resolver qualquer problema, dei-lhe uma oportunidade.
Frustrantemente, e já pela segunda vez nas últimas semanas, ao pesquisar por actualizações disponíveis no Windows 11 o sistema indicava que existem algumas coisas, mas ficando encravado no "Pending download". As tentativas normais de parar e reiniciar o serviço de actualização, apagar a pasta de downloads temporários das actualizações, etc. não tiveram qualquer efeito.
Foi isso que me fez ir à secção de "Troubleshoot" no Windows Settings, onde podemos encontrar uma opção referente a problemas com o Windows Update.
Isto atira-nos para um formulário onde dizemos que tipo de problema temos, e que depois pede autorização para correr o processo de "troubleshooting".

No meu caso, e pela segunda vez, voltou a dizer que de facto encontrou "problemas" (infelizmente sem especificar quais), e para tentar novamente as actualizações. E, novamente, as actualizações foram desencravadas e foram instaladas.
Fico um pouco reticente por uma das actualizações ser de um "driver da LG" (e que ainda por cima pede um reboot do sistema!) e que imediatamente me faz recear que possa ter a ver com a polémica actualização de drivers que começou a apresentar popups publicitários. É um risco que terei que correr, acreditando que o aviso da Microsoft foi ouvido pela LG, e que a empresa não queira estar sujeita a ainda mais polémicas tendo em conta o que se está a passar com os seus televisores.

№ 10

Godeal24 Office Software Sale com Windows desde €12 e Office desde €19


O Office 2024 Pro Plus, o Windows 11 Pro e um pack combinado Windows + Office estão atualmente disponíveis a preços com desconto durante a Godeal24 Office Software Sale.

Atualizar o software num PC não implica necessariamente comprometer-se com outra subscrição recorrente. A Godeal24 Office Software Sale inclui neste momento várias opções de software Microsoft, com o Office 2024 Pro Plus a partir de 16,66€ por PC quando adquirido como pack de 3 PCs.

Office 2024 Pro Plus: 19,99€ para 1 PC
A licença Office 2024 Pro Plus para 1 PC está atualmente disponível por 19,99€. O Office 2024 Pro Plus reúne Word, Excel, PowerPoint, Outlook, OneNote e Access. A versão mais recente inclui também novas funcionalidades de produtividade, como 14 novas funções do Excel, Cameo no PowerPoint, agendamento melhorado no Outlook e Dark Mode completo. Para os utilizadores que precisam principalmente das aplicações Office tradicionais de ambiente de trabalho, uma licença de pagamento único constitui uma alternativa aos pagamentos de subscrição recorrente.

Poupe em vários PCs
O pack Office 2024 Pro Plus para 3 PCs custa 49,99€, o que reduz o preço efetivo para 16,66€ por PC. Este pack pode ser útil quando o Office precisa de ser instalado em vários computadores, quer em casa quer num ambiente de pequeno escritório. Windows 11 Pro + Office 2024 Bundle

Windows 11 Pro + Office 2024 Bundle
Para uma atualização mais completa do PC, os utilizadores também podem optar pelo bundle Windows 11 Pro + Office 2024 Pro Plus. O bundle está atualmente a 31,25€ com o coupon code SGO62, combinando o Windows 11 Pro com o Office 2024 Pro Plus num único pack. Pode ser particularmente relevante para utilizadores a preparar um PC novo ou a atualizar tanto o sistema operativo como o software de produtividade.


Oferta especial nos Office com preço a começar nos €28:


Temos os bundles Windows+Office com desconto de 62% usando o código SGO62.


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Porque escolher a Godeal24?

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Upgrading the software on a PC does not necessarily mean committing to another recurring subscription. The Godeal24 Office Software Sale currently includes several Microsoft software options, with Office 2024 Pro Plus starting at 16.66€ per PC when purchased as a 3-PC package.




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The Office 2024 Pro Plus 1-PC license is currently available for 19.99€.Office 2024 Pro Plus brings together Word, Excel, PowerPoint, Outlook, OneNote, and Access. The latest version also includes new productivity features such as 14 new Excel functions, Cameo in PowerPoint, improved Outlook scheduling, and full Dark Mode.For users who mainly need the traditional desktop Office applications, a one-time license provides an alternative to recurring subscription payments.


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The Office 2024 Pro Plus 3-PC bundle costs 49.99€, bringing the effective price down to 16.66€ per PC.This package can be useful when Office needs to be installed on multiple computers, whether at home or in a small office environment.


Windows 11 Pro + Office 2024 Bundle

For a more complete PC upgrade, users can also choose the Windows 11 Pro + Office 2024 Pro Plus bundle.The bundle is currently priced at 31.25€ with coupon code SGO62, combining Windows 11 Pro with Office 2024 Pro Plus in one package. It can be particularly relevant for users preparing a new PC or updating both the operating system and productivity software.
№ 11

Instagram desvaloriza feed cronológico

Adam Mosseri, do Instagram, diz que os utilizadores ficam "pior servidos" com um feed cronológico em vez do feed sugerido pela plataforma.

Não sendo de esperar outra coisa, o director do Instagram, Adam Mosseri, diz que os feeds organizados por ordem cronológica proporcionam uma experiência "significativamente pior" para os utilizadores quando comparados com os sistemas baseados em algoritmos e conteúdo sugerido. As declarações surgem numa altura em que a Austrália está a analisar legislação que poderá obrigar as plataformas a permitir que os utilizadores escolham desactivar as recomendações por algoritmos.

Segundo Mosseri, um feed cronológico será dominado por contas que publicam conteúdos com maior frequência, como empresas, marcas e criadores de conteúdo. Segundo ele, isso faz com que publicações de amigos tenham menos visibilidade, dificultando a descoberta de conteúdos considerados mais relevantes para cada utilizador. Parece é passar-lhe ao lado que os utilizadores têm como opção não seguirem essas contas que publicam de forma excessiva, limitando-se a seguir aquilo que realmente querem ver.

Mas ele acaba por revelar o verdadeiro interesse da plataforma: diz que com base em testes realizados pela plataforma, o envolvimento dos utilizadores pode cair até 50% quando é utilizado exclusivamente um feed cronológico, com os utilizadores a ver menos conteúdos e a passar menos tempo na app quando abandonam o sistema de recomendações personalizado. Algo que se torna caricato, quando depois a plataforma diz estar "preocupada" com os utilizadores, e disponibiliza formas para limitar o tempo de uso.

O Instagram já permite a utilização de um feed cronológico em alguns mercados onde isso é exigido pela legislação; no entanto, a app continua a abrir com o feed sugerido, tendo o utilizador que escolher o outro feed manualmente todas as vezes que entra na app. Isto desde logo demonstra o total desrespeito por aquilo que os utilizadores querem, e mostra porque motivo - e infelizmente - tem que haver legislação para dar algum controlo aos utilizadores.

№ 12

França avança com proibição das redes sociais a menores para a UE

Depois de ver chumbada a medida pelos tribunais franceses, Macron avança com nova tentativa de proibição à escala europeia.

O Presidente francês Emmanuel Macron pretende avançar com uma legislação europeia que proíba o acesso às redes sociais por menores de 15 anos em todos os Estados-membros da União Europeia. A iniciativa surge depois de o Conselho Constitucional francês ter considerada inconstitucional a proposta apresentada pelo governo francês, travando a sua implementação a nível nacional.

Macron já solicitou à presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, a criação de uma lei comunitária que harmonize as regras em toda a União Europeia. Além de estabelecer uma idade mínima para o acesso às plataformas sociais, o líder francês defende medidas adicionais para limitar funcionalidades consideradas viciantes e a adopção de definições de segurança activadas de origem, como limites de tempo de utilização. A decisão do Conselho Constitucional francês centrou-se sobretudo na exigência de verificação de idade. Segundo o organismo, para impedir o acesso de menores seria necessário verificar a idade de todos os utilizadores, o que levanta preocupações relacionadas com a privacidade, proporcionalidade, e direitos fundamentais. Na prática, isso implicaria sistemas de identificação ou validação de idade para qualquer pessoa que quisesse utilizar redes sociais.

Apesar do revés, Macron não abandonou os seus planos. O presidente francês pretende apresentar uma versão revista da proposta ainda este ano, ao mesmo tempo que procura apoio junto das instituições europeias para implementar regras semelhantes em toda a UE. A Comissão Europeia deverá apresentar novas propostas relacionadas com a protecção de menores online nos próximos meses, incluindo possíveis mecanismos de verificação de idade - mecanismos esses que, como tem ficado demonstrado, acabarão por fazer com que dados pessoais dos cidadãos irão acabar por ser apanhados por atacantes - tanto através de falhas de segurança, como de simples pedidos.

№ 13

OpenAI melhora ChatGPT Sites

Vai ser mais fácil criar sites no ChatGPT de forma colaborativa, e dar-lhes domínios personalizados.

A OpenAI anunciou várias novidades para o ChatGPT Sites, a ferramenta que permite criar e alojar websites e web apps através de descrições em linguagem natural. A principal novidade é o recurso Build Together, que permite que várias pessoas trabalhem simultaneamente no mesmo projecto.

Com esta funcionalidade, os utilizadores podem convidar outras pessoas para editar e publicar actualizações diretamente no mesmo site. A novidade facilita o trabalho em equipa, eliminando a necessidade de uma única pessoa gerir todas as alterações enquanto recebe sugestões dos restantes colaboradores.

Three months ago, we launched ChatGPT Sites – an easy way for anyone to build and host fully functional, interactive web apps. Since then, people have created over 5M sites.

We’ve been listening to your feedback and ICYMI, we’ve launched a few Sites updates:

🫂 Build together:…

— ChatGPT (@ChatGPT) September 11, 2026
A OpenAI também lançou novas opções de privacidade. Os projectos podem agora permanecer totalmente privados e ser partilhados apenas com utilizadores específicos, uma funcionalidade útil para ferramentas internas, protótipos, ou projectos em desenvolvimento que ainda não estão prontos para serem divulgados publicamente. A OpenAI também partilhou alguns exemplos, como uma calculadora pouco discreta, um site de pintura de modelos 3D, entre outros.

Além disso, foi reduzido para metade o tempo necessário entre a criação de um pedido e a publicação do site. O ChatGPT Sites passa ainda a permitir a inspecção das bases de dados associadas aos projectos, e ganha suporte para domínios personalizados, permitindo que os utilizadores publiquem os seus sites com endereços próprios em vez de utilizarem apenas os domínios disponibilizados pela plataforma.

№ 14

OpenAI melhora ChatGPT Sites

Vai ser mais fácil criar sites no ChatGPT de forma colaborativa, e dar-lhes domínios personalizados.

A OpenAI anunciou várias novidades para o ChatGPT Sites, a ferramenta que permite criar e alojar websites e web apps através de descrições em linguagem natural. A principal novidade é o recurso Build Together, que permite que várias pessoas trabalhem simultaneamente no mesmo projecto.

Com esta funcionalidade, os utilizadores podem convidar outras pessoas para editar e publicar actualizações diretamente no mesmo site. A novidade facilita o trabalho em equipa, eliminando a necessidade de uma única pessoa gerir todas as alterações enquanto recebe sugestões dos restantes colaboradores.

Three months ago, we launched ChatGPT Sites – an easy way for anyone to build and host fully functional, interactive web apps. Since then, people have created over 5M sites.

We’ve been listening to your feedback and ICYMI, we’ve launched a few Sites updates:

🫂 Build together:…

— ChatGPT (@ChatGPT) September 11, 2026
A OpenAI também lançou novas opções de privacidade. Os projectos podem agora permanecer totalmente privados e ser partilhados apenas com utilizadores específicos, uma funcionalidade útil para ferramentas internas, protótipos, ou projectos em desenvolvimento que ainda não estão prontos para serem divulgados publicamente. A OpenAI também partilhou alguns exemplos, como uma calculadora pouco discreta, um site de pintura de modelos 3D, entre outros.

Além disso, foi reduzido para metade o tempo necessário entre a criação de um pedido e a publicação do site. O ChatGPT Sites passa ainda a permitir a inspecção das bases de dados associadas aos projectos, e ganha suporte para domínios personalizados, permitindo que os utilizadores publiquem os seus sites com endereços próprios em vez de utilizarem apenas os domínios disponibilizados pela plataforma.

№ 15

Starcraft regressa em 2030

O Starcraft vai regressar em 2030, mas trocando o estilo RTS por um "open world shooter" que poderá desapontar os fãs.

A Blizzard confirmou o regresso da série StarCraft, mas num estilo diferente. Durante a cerimónia de abertura da BlizzCon 2026, a empresa revelou um novo jogo da icónica série, que é descrito como um shooter de mundo aberto. O lançamento está previsto para 2030, marcando o primeiro grande projecto da série em mais de uma década.

O anúncio foi acompanhado por um trailer cinematográfico que mostra um soldado a preparar-se para uma missão num planeta alienígena hostil. Os vídeos sempre foram um dos pontos fortes da Blizzard (bem que merecia apostarem mais em séries e filmes - apesar da tentativa não muito bem conseguida de passar o Warcraft para o cinema).


A Blizzard ainda não revelou imagens do jogo em si nem confirmou se o título será jogado na primeira ou terceira pessoa. No entanto, a empresa garante que se trata de uma reinvenção significativa da série, abandonando o tradicional formato de estratégia em tempo real que tornou StarCraft um dos jogos mais influentes na história dos videojogos.

Ainda estamos a muitos anos de distância e, como tal, há que esperar para ver. Ainda assim, temo que a Blizzard se vá meter num segmento sobrelotado onde será extremamente difícil competir (veja-se o que tem acontecido com as séries Call of Duty e Battlefield), e que esteja a ignorar o formato RTS, onde haveria amplo espaço para lançar uma versão modernizada do Starcraft.

№ 16

Monitor Mini-LED KTC 27" WQHD de 180 Hz a €269

Ideal para quem procura um monitor Mini-LED para entrar na área do gaming de alta-frequência este KTC M27T6 permite dar o salto dos 60 Hz para os 180 Hz.

O KTC M27T6 é um monitor WHQD (2560 x 1440 pixeis) de 27" com Adaptive Sync e DisplayHDR 1400, que chega com um design atractivo e margens ultra reduzidas, o que também facilita a sua utilização em modo multi-monitor para um setup gaming mais envolvente.

Este monitor KTC G27P6S está disponível por 269 euros na Amazon Espanha - desconto de 5% aplicado automaticamente.

Claro que o destaque vai para o facto de se tratar de um monitor Mini-LED, que conta com 1152 zonas de iluminação local diferenciadas, permitindo um nível de contraste muito superior aos monitores LCD tradicionais - além da tecnologia Quantum Dot para cores saturadas que tornarão qualquer jogo numa nova experiência visual. A nível das entradas, temos 2x HDMI 2.0, 1x DP1.4 (e ainda uma porta USB para actualização do firmware do monitor), permitindo a fácil ligação de múltiplos dispositivos.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

№ 17

iPhone Duo com ajuste de margem esquerda

O iPhone Duo tem uma discreta opção para ajustar a margem esquerda do ecrã exterior.

O iPhone Duo só fica disponível no próximo mês, mas vai-se descobrindo alguns detalhes curiosos. Um deles é uma opção nas definições do ecrã para melhorar a compatibilidade com determinadas capas de protecção. A opção "Shift Left Edge", aumenta ligeiramente a margem vertical esquerda do ecrã exterior, reduzindo ligeiramente a área visível do painel.

O objectivo desta opção é garantir que o gesto de deslizar a partir da esquerda para regressar ao ecrã anterior continua a funcionar correctamente quando uma capa cobre parcialmente essa zona do ecrã. Ao criar uma margem adicional, o sistema evita que o acessório interfira com a detecção dos gestos do utilizador.
A Apple disponibiliza duas capas oficiais para o seu primeiro smartphone dobrável, mas tudo indica que esta funcionalidade foi pensada para acessórios de terceiros, que normalmente possuem bordas mais espessas para oferecer maior protecção contra quedas e impactos.

Entretanto, os rumores não param e já circula a ideia de que a Apple irá fazer crescer a família Duo nos próximos anos com um eventual Duo Max, com dimensões maiores, e que poderá começar a aproximar-se de um "iPad dobrável". Claro que, com este iPhone Duo a ter preço a começar nos €2399, um eventual iPhone Duo Max arrisca-se a ter preço a aproximar-se dos €3000. E pensar que as pessoas acharam que era loucura quando o iPhone original foi lançado a 499 dólares.

№ 18

iOS 27 fica disponível hoje

A Apple vai lançar hoje o iOS 27 para o público, mas a grande novidade da Siri AI não chega à UE.

A Apple lança hoje o iOS 27 (e demais variantes iPadOS, tvOS 27, watchOS 27, etc.), uma actualização que aposta fortemente na inteligência artificial e numa experiência mais personalizada para os utilizadores do iPhone.

A principal novidade é a Siri AI, uma versão muito mais avançada do assistente virtual, capaz de compreender pedidos complexos, utilizar informações pessoais armazenadas no dispositivo e executar acções em mais aplicações. No entanto, estas funcionalidades estão limitadas aos modelos iPhone 15 Pro e mais recentes, com algumas das capacidades apenas acessíveis aos iPhone 17 Pro. No entanto, nada disto ficará disponível na UE, sem indicação da Apple de quando é que tal poderá acontecer.

A actualização também expande o conjunto de ferramentas Apple Intelligence. Entre as novidades destacam-se novas opções de edição de fotografias, geração de imagens mais realistas, criação automática de automações "Shortcuts" através de comandos em linguagem natural, e descrições geradas por AI para vídeos captados por câmaras compatíveis com HomeKit Secure Video.
O iOS 27 também promete melhorias visuais e de desempenho. O design Liquid Glass foi melhorado e disponibiliza níveis de ajuste ao gosto de cada um, enquanto várias áreas do sistema beneficiam de ganhos de velocidade, incluindo a abertura de apps, a gestão de fotografias e as transferências através do AirDrop.

Outras novidades incluem a funcionalidade Handoff que permite alternar entre dois iPhones usando o mesmo número de telefone (sendo necessário o suporte da operadora, o que pode representar custo adicional), maior controlo sobre a partilha de localização, e suporte para aplicações de vídeo no CarPlay quando o veículo está estacionado.

O iOS 27 fica disponível às 18h00 de Portugal Continental, para todos os iPhones com iOS 26 (iPhone 11 e iPhone SE 2nd gen, e mais recentes).

№ 19

Anthropic apela a abrandamento e controlo nos modelo AI

Com os modelos AI a manterem uma evolução acelerada, Dario Amodei, CEO da Anthropic, apela a um abrandamento e monitorização por motivos de segurança.

Coincidentalmente ou não, no seguimento de uma saída mediática de um funcionário da Anthropic a alertar para os perigos da AI, e de um relatório de segurança da empresa a revelar que nações inimigas têm usado os seus modelos para desenvolver armas (e não só), Dario Amodei vem a público defendendo uma abordagem mais cautelosa na inteligência artificial, e apresentou um plano para abrandar o ritmo de evolução dos modelos mais avançados.

A proposta surge numa altura em que crescem os alertas sobre os riscos da AI, incluindo preocupações manifestadas por investigadores do sector e por líderes de outras empresas tecnológicas. Sam Altman, CEO da OpenAI, também já demonstrou estar disposto a seguir estas recomendações, e também - inesperadamente - Elon Musk. Amodei argumenta que os sistemas AI estão a evoluir mais rapidamente que o esperado, e têm sido cada vez mais frequentes os casos em que, durantes os testes, os modelos conseguem escapar para o exterior dos ambientes "isolados" e interferir com o funcionamento de plataformas reais.

We Must Pace the Frontier: I’ve written a new essay on why the AI industry should slow down, with a three-part plan for doing so.

Anthropic is unilaterally committing to the first of these steps. We’ll provide third-party evaluators with permanent, employee-level access to our…

— Dario Amodei (@DarioAmodei) September 12, 2026
Como primeira medida, a Anthropic compromete-se a permitir a presença de avaliadores independentes dentro da empresa. Estes especialistas teriam acesso semelhante ao das equipas internas de avaliação de risco, podendo verificar o cumprimento das regras de segurança e garantir que incidentes relevantes são comunicados. A OpenAI indicou que pretende seguir uma abordagem semelhante. O plano inclui ainda a criação de normas de segurança comuns entre as principais empresas de IA sediadas em países democráticos. Segundo Amodei, a cooperação entre empresas e governos poderia ajudar a definir limites para o desenvolvimento descontrolado da tecnologia, ao mesmo tempo que preserva a competitividade face a outros mercados. Também defende medidas para dificultar o acesso da China a tecnologias críticas de AI, procurando manter a liderança dos Estados Unidos e dos seus aliados nos próximos anos.

If you hold a secret meeting with competitors and propose forming a cartel, it’s a crime. But if you put out a tweet signaling that you’re willing to do it, it’s a Silicon Valley saturday.

— Tim Sweeney (@TimSweeneyEpic) September 12, 2026
Obviamente, e tratando-se de um campo divisivo (como quase tudo hoje em dia), a proposta não é vista com bons olhos por todos. Há os que acusam que isto é apenas uma tentativa da Anthropic de se posicionar de forma estratégica para beneficiar de uma potencial regulamentação governamental sobre a tecnologia AI. A medida é também criticada pelo facto da Anthropic escolher a dita "empresa de avaliação independente", que na prática pouco ou nada tem de independente, tendo já relações directas com a mesma, o que levanta questões de independência e imparcialidade.

Vamos ter que esperar para ver que impacto esta medida terá (ou não), sendo que por agora os principais beneficiados serão todas as demais empresas de AI (chinesas, e não só) que ignorarem por completo este pedido e avançarem ao ritmo a que têm avançado - e que certamente agradecerão qualquer abrandamento por parte das empresas norte-americanas. Como último ponto, quem tem estado bastante calada é a Google, circulando rumores de que a Google terá criado um modelo AI RSI (Recursive Self-Improvement), ou seja, um modelo que ele próprio se pode ir melhorando de forma autónoma, em vez de estar dependente de ciclos de treino manuais.

№ 20

Shuffle do Spotify não é aleatório

Um utilizador deparou-se com o modo "Shuffle" do Spotify a tocar exactamente a mesma sequência de 72 músicas numa playlist com milhares de músicas.

O modo Shuffle do Spotify volta a gerar controvérsia depois dum utilizador ter descoberto que a reprodução aleatória pode não ser tão aleatória quanto deveria. Após analisar o histórico de reprodução duma playlist com cerca de 2.000 músicas, o utilizador descobriu que era frequente o Spotify repetir sequências com dezenas de músicas, incluindo uma sequência exacta de 72 músicas reproduzida na mesma ordem em dois dias consecutivos.

A investigação surgiu depois do utilizador ter começado a suspeitar destas repetições, inicialmente pensando que seria apenas "impressão sua", mas que gradualmente se for tornando notório ao ponto de conseguir prever várias das músicas seguintes. Ao cruzar dados do histórico de audição, comprovou não só a repetição completa de 72 músicas, mas também outros casos em que grandes blocos de músicas surgiram praticamente na mesma ordem. Num dos exemplos, 27 das próximas 30 músicas coincidiam com uma sequência de reprodução anterior. O mais curioso é que esta repetição ocorreu mesmo com a opção "Menos Repetições" (Fewer Repeats) activada.
Embora o Spotify não tenha comentado o caso, os dados levantam dúvidas sobre o funcionamento do sistema de Shuffle, que se esperaria resultar numa selecção verdadeiramente aleatória. Entre as hipóteses apontadas estão coisas como: a preferência por músicas que estejam na cache do dispositivo (mesmo que isso fosse um factor não explicaria porque motivo a sequência era exactamente a mesma); ou a do Spotify privilegiar certas músicas em função da editora ou artista (que sejam mais rentáveis face a outros). Mesmo que fosse este último caso, é simplesmente "estúpido" que o Spotify toque exactamente as mesmas sequências, já que podia tocar essas mesmas músicas mas em ordem aleatória.

O que fica demonstrado é que, o modo "aleatório" está longe de ser aleatório, o que levanta questões quanto aos algoritmos de sugestões - tal como acontece nos feeds sugeridos das redes sociais.

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